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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO.

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

CURSO DE SERVIÇO SOCIAL

CLAUDIA SILVA DOS SANTOS


IZAURA DAMIANA SOUZA DA SILVA
MARCIA RODRIGUES
THAIS JOIA TEIXEIRA
VALDIRENE VELLASCO MACHADO PEREIRA
PRODUÇÃO TEXTUAL INTERDISCIPLINAR EM GRUPO

DESIGUALDADE SOCIAL

CAMPO GRANDE – RJ
2018.1
CLAUDIA SILVA DOS SANTOS
IZAURA DAMIANA SOUZA DA SILVA
MARCIA RODRIGUES
THAIS JOIA TEIXEIRA
VALDIRENE VELLASCO MACHADO PEREIRA

DESIGUALDADE SOCIAL

Portfólio apresentado ao Curso de


Serviço Social da UNOPAR -
Universidade Norte do Paraná, para as
disciplinas de Fundamentos Históricos,
Teóricos e Metodológicos do Serviço
Social, Filosofia, Ciência Política e
Sociologia.

Profs. Wilson Sanches, Márcia Bastos,


Mayra C. Frâncica dos Santos, Maria
Luzia Mariano, Juliana Lima Arruda e
Patrícia Campos.

CAMPO GRANDE - RJ
2018.1
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO .................................................................................................... 02
2. ORIGEM DA DESIGUALDADE SOCIAL ......................................................... 03
2.1 ASCENSÃO DO CAPITALISMO ....................................................................... 03
2.2 A RELAÇÃO ENTRE O CAPITALISTA E O TRABALHADOR PARA MARX ........ 04
2.3 A ORIGEM DA DESIGUALDADE A PARTIR DA CONCEPÇÃO DE JEAN
JACQUES ROUSSEAU ................................................................................................... 05
2.4 DIMENSÃO SUBJETIVA DA DESIGUALDADE SOCIAL .............................. 06
3. ALTERNATIVAS SOCIAIS PROPOSTAS PELO ESTADO PARA DIMINUIÇÃO
DA DESIGUALDADE ..................................................................................................... 08
4. CONCLUSÃO....................................................................................................... 11
5. FONTES E REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................... 12
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1. INTRODUÇÃO

Nosso trabalho tem como objetivo analisar a desigualdade social através


da sociedade capitalista contemporânea. Partiremos da concepção e reflexão sobre Karl
Marx que incide o conceito de alienação que tem fulcro na ausência de entendimento nos
problemas políticos e sociais, uma vez que faz com que os indivíduos supostamente se
tornem escravos da sociedade em que vivem. Logo, prendendo-se as rotulações desse
âmbito.
Ratificando essa ótica, durante o trabalho será apresentado todo o
processo, o qual desenvolveu a desigualdade social no país. A mesma se incide a partir
do domínio do homem sobre a natureza possibilitando a exploração do homem pelo
homem. Ou seja, em um longo período histórico da transição da sociedade primitiva para
a de classes, os homens passaram a produzir além do necessário a sua própria
sobrevivência tomando desnecessária a produção e o consumo coletivo.
Em vista do apresentado, a aplicabilidade das teorias de Marx se
correlaciona com o conceito contemporâneo do capitalismo do sec. XXI que diretamente
implica na desigualdade social predominante.
O sistema capitalista predominante carrega consigo uma
superexploração da força de trabalho nesse momento. Estando relacionada com a lógica
financeira de O capital, embora tenha suas determinadas estruturas o processo de
acumulação do capital, faz com que a crise do capitalismo contemporâneo diminua o
processo de importância do seu valor, acarretando uma situação de desigualdade extrema.
A manipulação desse sistema, com uma ordem já estabelecida, interfere
no cotidiano das pessoas, desde a educação dos indivíduos e na cultura. Desse modo, não
havendo uma lógica de valorização financeira, com a superexploração do trabalho
ocorrerá uma diminuição do processo de valor.
Sobre esse prisma, a desigualdade é um típico fenômeno da diferença
entre as classes sociais. Contudo, a partir da instauração do capitalismo, a desigualdade
se intensificou de forma complexa e que urge visibilidade. Diante disso, nosso trabalhado
desenvolverá de modo gradativo acerca de tal temática.
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2. ORIGEM DA DESIGUALDADE SOCIAL

Pode-se concluir que a origem das desigualdades sociais não é fruto do


acaso, mas sim de um pano bem engrenado e aprimorado através dos séculos. Que se
iniciou no século XV, o poder e domínio do capitalismo sobre as sociedades, escravizando
multidões ao redor do mundo para satisfazer seus anseios.
Primeiramente, com o processo de formação do sistema capitalista que
acarretou a subordinação da produção agrária e as necessidades da indústria e do
comércio, que se constituíam como vitais a partir da expansão em nível mundial, da
atividade mercantil.
Dessa forma, para que o capitalismo se consolida-se foi preciso,
inicialmente, que constituíssem, de um lado aqueles que detêm o capital e os meios de
produção e que podem, portanto comprar de outrem, e, de outro, os trabalhadores que
vendem ao capitalista sua força de trabalho.

2.1 ASCENSÃO DO CAPITALISMO

No século XVIII, o capitalismo teve um grande crescimento, com a


ajuda da industrialização, dando origem assim as relações entre o capital e o
trabalho, então o capitalista, que era o grande patrão, e o trabalhador assalariado
passaram a ser os principais representantes desta organização.
A justificativa encontrada para esta nova fase foi o liberalismo que se
baseava na defesa da propriedade privada, comércio liberal e igualdade perante a lei.
A velha sociedade medieval estava sendo totalmente transformada, assim
o nome de homem de negócios era exaltado como virtude, e eram-lhe dadas todas as
credenciais uma vez que ele poderia fazer o bem a toda sociedade.
O homem de negócios era louvado ou seja ele era o máximo, era o
sucesso total e citado para todos como modelo para os demais integrantes da sociedade, a
riqueza era mostrada como seu triunfo pelo seus esforços, diferente do principal
fundamento da desigualdade que era a pobreza que era o fator principal de seu fracasso
pessoal .
Então os pobres deveriam apenas cuidar dos bens do patrão, maquinas,
ferramentas, transportes e outros e supostamente Deus era testemunha do esforço e da
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dedicação do trabalhador ao seu patrão. Diziam que a pobreza se dava pelo seu fracasso e
pela ausência de graça, então o pobre era pobre porque Deus o quis assim.
O pobre servia única e exclusivamente para trabalhar para seus patrões
e tinham que ganhar somente o básico para sua sobrevivência, pois eles não podiam
melhorar suas condições pois poderiam não se sujeitar mais ao trabalho para os ricos, a
existência do pobre era defendida pelos ricos, pois os ricos são ricos as custas dos pobres,
ou seja, para poderem ficar ricos eles precisam dos pobres trabalhando para eles, assim
conclui-se que os pobres não podiam deixar de serem pobres.
Marx criticava o liberalismo porque só eram expressos os interesses de
uma parte da sociedade e não da maioria como tinha que ser. Não obstante, não é a toa que
Marx tenha dissertado sobre tal temática de modo abrangente e feito algumas críticas.

2.2 A RELAÇÃO ENTRE O CAPITALISTA E O TRABALHADOR PARA MARX.

Diante a concepção do pensamento filosófico da teoria de Marx, no qual


a sua perspectiva teórica implica na sociedade capitalista, que evidencia as relações que
se constituem dentro desse sistema e acarreta consigo o individualismo burguês que
estaria sempre acima dos demais. Logo, no que se refere ao sistema capitalista, o
trabalhador sempre estaria em segundo plano para o capitalista, uma vez que o salário
pago pelo seu trabalho seria sucateado, pois o que seria prioridade para ele seria sempre
o lucro proveniente da produção de mercadorias.
Ademais, Para Marx, enquanto a concentração da riqueza aumentasse
por um lado, do outro cresceria a desvalorização do trabalhador. Em contraste é
importante ressaltar que, de acordo com Marx, no tocante a produção capitalista, a
preocupação do mesmo não está em nenhum momento ligada a satisfação do consumidor
e muito menos no trabalhador, mas somente na produção de mais-valia, ou seja, no
crescimento contínuo de se ter só um objetivo: aumento na produção do capital. Logo,
Produção de mais-valia ou geração de excedente é
a lei absoluta desse modo de produção. Só à medida que
mantém os meios de produção como capital, que reproduz seu
próprio valor como capital e que fornece em trabalho não-
pago uma fonte de capital adicional é que a força de trabalho
é vendável. As condições de sua venda, quer sejam mais quer
sejam menos favoráveis para o trabalhador, incluem,
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portanto, a necessidade de sua contínua revenda e a contínua


reprodução ampliada da riqueza como capital.
(Marx, 1984:191-2)

Em suma, fica evidente, portanto que o individualismo burguês atrelado


a alienação do trabalhador intensifica, portanto, as crises estruturais que vivenciamos na
contemporaneidade, uma vez que, é notório que através do capitalismo, sempre existirá
uma classe superior e dominante que perpetuará sobre a inferior e dependente. Logo, a
visão de Karl Marx sobre o conceito de Karl Marx, mais-valia e o capitalismo nos faz
ver claramente como se dá o início dessa exploração tão intencional.

2.3 A ORIGEM DA DESIGUALDADE A PARTIR DA CONCEPÇÃO DE JEAN


JACQUES ROUSSEAU.

Jean Jacques Rousseau, filósofo suíço (1712-1778) em seu discurso


concernente a origem e os fundamentos da desigualdade social entre os homens, cita as
bases sobre as quais se firma o processo gerador das desigualdades morais e sociais entre
os mesmos.
Tomando como base os primeiros homens, Rousseau iniciou um
pensamento que o levou a concluir que toda desigualdade se baseia na noção de
propriedade particular que foi criada pelo homem como resposta ao sentimento de
insegurança que sentiam em relação aos demais.
Segundo ele, os primitivos deviam viver em bandos mais ou menos
organizados que se ajudavam esporadicamente, apenas enquanto a sociedade emergente
exigisse para fins de alimentação, proteção e criação. Logo, fundada tal necessidade, os
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primitivos seguiam suas vidas de forma isolada, até que a necessidade reaparecesse.
Entretanto, com o surgimento das novas exigências, as quais estes povos
não estavam acostumados, surgiu também a percepção de que poderiam ter, além do
necessário. Ou seja, algo que fizesse com que eles fossem melhores do que os outros
homens. Essa Noção ainda rudimentar nesses povos, foi-se aperfeiçoando até alcançar um
nível de elaboração que fizesse surgir a ideia de propriedade fosse ela um animal, terras,
armas e, até mesmo, outras pessoas.
Ademais, essa noção de propriedade criou nos primitivos a ideia de
acumulação de bens e, consequentemente, superioridade frente aos demais.
Desde então, essa suposta superioridade foi o impulso que faltava para
o início do conflito entre os homens de uma mesma tribo.
Assim, segundo Rousseau, as desigualdades entre os homens têm como
base a noção de propriedade privada e a necessidade de um superar o outro, numa busca
constante de poder e riquezas, para subjugar os seus semelhantes.

É preciso que o rico procure incessantemente


interessar aos pobres de modo a fazer com
que estes "encontrem alguma vantagem, de fato ou
aparentemente, em trabalhar para si próprio."(p. 92)

2.4 DIMENSÃO SUBJETIVA DA DESIGUALDADE SOCIAL

A desigualdade é uma das marcas mais fortes na sociedade brasileira


atual, e a mesma tem-se construído historicamente desde o período da colonização.
Apesar de, desde 2004, assistirmos a uma redução da pobreza e da
desigualdade de renda no país, O brasil ainda é um dos países com um dos maiores índices
de desigualdade. Sem contar que, ainda é evidente que a renda ainda se mantem
concentrada na mão de poucos, da classe dominante. De acordo com dados do IBGE,
dados da pesquisa nacional por amostra de domicílios de 2012 atestam isso:

[…] No Brasil, os 10% da população ocupada


com os rendimentos mais elevados concentrou 41,5% do
total de rendimentos do trabalho, enquanto os 10% com
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os rendimentos mais baixos detiveram 1,4% do total das


remunerações. (IBGE,2012, P.71)

Diante do aspecto essencial que a desigualdade ocupa no cenário


Brasileiro, alguns estudiosos se espinharam e propuseram críticas concernente aos
campos da educação e da psicologia, uma vez que observado, notou-se que a partir do
processo histórico- social observaram que tal problemática não é constituída apenas a
partir da dimensão objetiva, no tocante a divisão de classes mas que também foi construída
por uma dimensão subjetiva , ou seja, as interpretações produzidas pelas pessoas que
vivenciam essa divisão de classes e que não se trata de apenas uma consequência desse
fenômeno, mas sim uma condição a qual foram submetidos diante da ascensão do
capitalismo.
Inserção no mundo do
trabalho, configurou-se como referência
na limitação constitutiva e de
desenvolvimento dos distintos estratos
sociais...” (Pochmann,2013, p.158)

Podemos fazer um recorte sobre a desigualdade no País, vamos citar a


juventude.
De acordo com dados do IBGE, 34,1 milhões de jovens brasileiros entre
15 e 24 anos. Fazendo uma comparação ao quadro geral da população, observamos que
são também muito desiguais concernente ao acesso desses jovens ao estudo e ao mercado
de trabalho. Podemos citar que, enquanto os jovens mais pobres e que se encontram em
situações mais precarizadas abandonam os estudos mais cedo por motivo de necessidade
ou falta de apoio seja financeiro ou familiar. Jovens ricos, que se dedicaram ao estudo ao
longo de muitos anos, conseguem chegar ao ensino superior, ocupando cargos de
privilégio na sociedade e alcançam melhores nível de qualificação no mercado de trabalho.
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Desigualdade na educação entre pobres e ricos

Os aspectos mais simples para constatarmos que os homens são diferentes são: físicos ou
sociais. Constatamos isso em nossa sociedade pois nela existem indivíduos que vivem em
absoluta miséria e outros que vivem em mansões rodeados de coisas luxuosas e múltiplas
oportunidades no que se refere a escolhas, para outros nada mais resta do que aceitar uma
oferta de trabalho inferior que sirva apenas como base de sustento.
Por isso vemos que em cada sociedade existem essas desigualdades, elas assumem feições
distintas porque são constituídas de um conjunto de elementos econômicos, políticos e
culturais próprios de cada sociedade. Em suma, a desigualdade propõe uma exclusão e
segregação da classe inferior, uma vez que ela sempre será sucateada e usada apenas para
gerar mais lucro para a classe burguesa.

3. ALTERNATIVAS SOCIAIS PROPOSTAS PELO ESTADO PARA


DIMINUIÇÃO DA DESIGUALDADE

Embora no brasil, o crescimento econômico tenha aumentado ao longo


dos anos, a miséria ainda se mantém muito presente na vida de muitos brasileiros. Logo,
embora o governo ao longo do tempo tenha tomado algumas medidas cabíveis para
erradicar tal problema ou até mesmo instituído programas sociais. Muitas pessoas ainda
se encontram na situação de pobreza e inferiores.
Por exemplo, o governo federal implantou muitos governos sociais que
visam dar, alimentação, saúde, entre outros recursos a pessoas carentes; podemos citar o
programa de Bolsa Família, Programa Brasil Sem Miséria, Fome Zero, Centro De
Apoio Ao Trabalhador entre outros. Também a emenda constitucional instituída pelo
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governo de nº31 de 14/12/2000, o Fundo De Combate e Erradicação da Pobreza, no


qual os recursos seriam aplicados em ações suplementares de nutrição, habitação,
educação, saúde e outros programas de relevante interesse social voltados para a melhoria
da qualidade de vida.
No entanto, apesar desses progressos, a magnitude da desigualdade no
país ainda é alta. De acordo com estudos recentes, quase duas décadas adicionais de
progresso semelhante seriam necessárias para nível de desigualdade do Brasil para alinhar
com a média mundial. A sustentabilidade desse processo de equalização sem precedentes
deve ser de grande preocupação para a sociedade brasileira. Até agora, a redução da
desigualdade de renda foi realizada quase exclusivamente por meio da elevação da
despesa pública, como o aumento substancial do salário mínimo e dos benefícios básicos
de segurança social, do programa de assistência social não contributivo (Bolsa Família).
Porém, tais políticas começam a mostrar sinais crescentes de exaustão,
mesmo antes do impeachment da Presidente Dilma Rousseff, que pôs fim a 13 anos de
governos petistas. Assim, para garantir a sustentabilidade do processo de equalização, a
política social brasileira também precisa se ajustar rapidamente aos desafios colocados
pela constante mudança na face da pobreza no país. Por outro lado, essa reversão de
expectativas em momento de redução do crescimento econômico também se deve à
perversidade do nosso sistema tributário que não foi atacada, o que contribuiu para que,
a despeito da obtenção de mobilidade na parte mais baixa da pirâmide social, não tenha
havido redução da desigualdade na parte de cima da tabela.
Como se viu, o modelo de conferir benefícios aos mais pobres sem impor
o ônus aos mais ricos parece ser dado sinais de esgotamento já no breve segundo Governo
Dilma Rousseff, revelando a impossibilidade de manutenção das conquistas sociais sem
impor maiores sacrifícios aos mais ricos em um cenário de baixo crescimento econômico
derivado da queda do preço das commodities nacionais no mercado exterior.
Por outro lado, as respostas do Governo Michel Temer, advindo do
impeachment da Presidente Dilma, em relação a esse quadro de dificuldades, foram
baseadas em uma dura política de austeridade seletiva ditada pelo mercado financeiro
que, por óbvio, não promoveu alteração dessa postura, apostado em uma reforma
tributária igualitária. Ao contrário, adotou medidas inteiramente opostas, como o
congelamento das despesas sociais destinadas aos mais pobres, com a Emenda
Constitucional nº 95/2016, a Reforma Trabalhista e a Reforma da Previdência, que
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apontam para a consolidação e aprofundamento do quadro de reversão das políticas


distributivas dos últimos anos e da exacerbação da desigualdade social em nosso país, a
partir do estímulo ao processo de transferência de renda da base para o tomo para
pirâmide.
Portanto, nos primeiros 15 anos do século XXI, a despeito da
manutenção do quadro de brutal desigualdade social, foi real a redução dos seus índices,
a partir, principalmente, do gasto público, sem que se tenham adotado medidas de
modificação das regras que determinam a distribuição do auferimento de renda entre os
extratos sociais antes dos tributos e transferências, ou introduzido um sistema tributário
apto para promover correções necessárias na distribuição de renda que o nosso modo de
produção capitalista naturalmente acarreta.
Deste modo, não basta reduzir a pobreza, mas é preciso reduzir a
distância que existe entre os mais ricos e os mais pobres.
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4. CONCLUSÃO

Em vista do apresentado cabe aos governos, amparados pelas ONGs e comunidades


escolares, a tarefa de elaborar e promover projetos de conscientização veiculados pela
mídia, visando alertar toda a sociedade e estimular no combate a desigualdade de classes
no país.
Em suma, nosso grupo teve como completo aprendizado ao que se refere acerca dessa
problemática: Desigualdade Social no Brasil. Logo, por intermédio de uma análise
histórico-social que englobada por meio do embasamento da sociologia. Os filósofos
citados no trabalho nos fornecem conhecimento e entendimento para compreender como
se deu inicio a desigualdade social de classes.
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5. FONTES E REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

- Karl Marx, - O capital


- Dimensão subjetiva da desigualdade social: estudos de projetos do futuro de jovens ricos
e pobres.
- Manuscritos filosóficos econômicos de 1848, Karl Marx
- www.revistaseletronicas.pucrs.br/conversas.e.controversias.html (acessado em
17/11/2018)
- Discurso sobre a origem da desigualdade, Jean J. Rousseau
- Livro didático da disciplina ética, política e cidadania
- Alienação e a mais-valia, Karl Marx