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1.

Introdução

A gestão de pessoas é formada por pessoas e organizações que estão em uma relação

de dependência, de um lado as pessoas passam parte de suas vidas em função da

organização que por sua vez só consegue produzir bens e serviços, atender demandas,

competir nos mercados a partir da força de trabalho, essa relação se torna duradoura

quando um passa a satisfazer as necessidades do outro. (Chiavenato, 2008) Final de

citações é sempre em letra maiúscula / o ponto final sempre após o parêntese:

(CHIAVENATO, 2008).

Nas organizações o capital humano é de extrema importância cabendo a ele a função


de diferenciação no mundo corporativo gerando para aqueles detentores e gestores do
capital a criação de valor e vantagem na competição com as demais concorrentes, o que
torna, muitas vezes, um investimento necessário para a sobrevivência no meio
empresarial para Schultz (1967) afirma que os aumentos de produtividade juntamente
com aumento dos lucros das empresa podem ser relativos a uma elevação no nível de
conhecimento dos que compõem a organização, Chiavenato (2008) discorre que o
investimento ou não nas pessoas pode aumentar ou reduzir as forças e as fraquezas de
uma organização podendo elas ser a fonte de sucesso para o alcance os objetivos
organizacionais.
As organizações para serem bem-sucedidas, crescerem e prosperarem precisam ser
capazes de otimizar o retorno sobre os investimentos dos funcionários trabalhando a
colaboração das pessoas para o alcance de objetivos organizacionais e individuais.
(Chiavenato, 2008) (CHIAVENATO, 2008).
A aquisição deste capital humano pode ser moldada pelo momento econômico
vivenciado, quando consideramos que em situações com escassez de mão de obra não é
possível ou mesmo é dificultado manter ou encontrar mão de obra qualificada o inverso
acontece em momentos de crise onde existem altas taxas de desemprego possibilitando
a busca facilitada de mão de obra já treinada, assim reduzindo os custos de treinamento
e desenvolvimento e retenção de talentos.
Desta forma será estudado a relevância do impacto causado por esse aumento de

mão de obra qualificada em contraste com o crescimento do desemprego nas políticas


de treinamento e desenvolvimento e retenção de pessoas das organizações e foi

motivado pela visão que a crise economia vivenciada nos últimos anos juntamente com

o aumento do desemprego tem relação com o funcionamento do processo de

desenvolvimento e treinamento de pessoas no ambiente organizacional.