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Cascavel, 27 de abril de 2012

LISTA DE LIVROS RECOMENDADOS DO A ARTE DE LER, DE


MORTIMER J. ADLER E CHARLES VAN DOREN1

APÊNDICE A
UMA LISTA DE LIVROS RECOMENDADOS

Nas páginas que se seguem aparece uma lista de livros que valeria a
pena ler. De propósito empregamos a expressão “valeria a pena”. Embora nem
todos os livros incluídos na lista sejam “grandes” em qualquer dos sentidos
comumente aceitos do termo, todos compensam o esforço que você fizer para
os ler. Todos esses livros são difíceis demais para a maioria das pessoas –
suficientemente difíceis, pelo menos, para forçar a maior parte dos leitores a
alargar a inteligência a fim de entendê-los e apreciá-los. E esse, naturalmente,
é o tipo de livro que você deve procurar se quiser melhorar sua capacidade de
ler e ao mesmo tempo descobrir o que de melhor se pensou e escreveu em
nossa tradição literária.
Alguns livros são grandes no sentido especial do termo que
empregamos no último capítulo. Relendo-os, você encontrará sempre alguma
coisa nova, frequentemente muitas coisas. Podem ser relidos inúmeras vezes.
Dito de outro modo: tais livros – não diremos exatamente quantos, nem
tentaremos identifica-los, já que até certo ponto isso é um juízo pessoal – são
difíceis demais para todos os leitores, seja qual for a sua habilidade. Como
frisamos no último capítulo, essas são as obras que todos devem fazer um
esforço especial para ler. São livros verdadeiramente grandes; são os livros
que a pessoa deve escolher para levar consigo para sua ilha deserta.

1
ADLER, Mortimer J., DOREN, Charles van. A Arte de Ler. Rio de Janeiro: Agir, 1974. P. 324-
338. Escrito conforme aparece no livro, com apenas uma alteração de nome, a saber, a
retificação do nome de Lênin, e alteração gramatical, vide Reforma Ortográfica, no decorrer do
texto.
A lista é longa e talvez pareça um pouco esmagadora. Não se deixe
embaraçar por ela. Em primeiro lugar, é provável que você reconheça os
nomes da maioria dos autores. Nada aqui é tão obscuro a ponto de ser
esotérico. Mais importante: queremos lembrar-lhe que é prudente começar
pelos livros que mais lhe interessam, por esta ou aquela razão. Conforme
salientamos várias vezes, o objetivo básico é ler bem, e não muito. Não se
sinta frustrado se não puder ler mais do que um punhado desses livros num
ano. A lista não é algo que precise ser cumprido num determinado lapso de
tempo. Não é um desafio a que só se possa responder lento todos os volumes.
Pelo contrário, é um convite que se pode aceitar amavelmente começando por
onde a pessoa se sentir mais à vontade.
Os autores estão arrolados cronologicamente, de acordo com a data de
nascimento conhecida ou presumida. Quando aparecem várias obras do
mesmo autor, também estas seguem uma ordem cronológica, sempre que
possível. Os entendidos nem sempre concordam quanto à data da primeira
edição de um livro, mas isso não deve preocupar o leitor. O importante é ter em
mente que a lista toda avança pelo tempo afora. Isso não significa
forçosamente que você deve lê-la na sequência cronológica, é claro. Você
poderá até começar pelo fim da relação e ir recuando no tempo até Homero e o
Antigo Testamento.
Não incluímos todas as obras de cada autor. Em geral citamos somente
os títulos mais importantes, escolhendo-os, no caso de obras expositivas, com
o fim de mostrar a diversidade da contribuição de um autor para vários campos
do saber. Em certos casos, arrolamos as obras de um autor e especificamos,
entre parênteses, os títulos que são especialmente importantes ou úteis.
No preparo de uma relação dessa natureza a maior dificuldade surge
sempre com respeito aos títulos relativamente contemporâneos. Quanto mais
próximo do nosso tempo é um autor, mais árduo é julgá-lo com imparcialidade.
É acertado que dizermos que o tempo decidirá, mas talvez não estejamos
dispostos a esperar. Assim, no tocante aos escritores e livros mais recentes, há
bastante motivo para divergências de opiniões, e não reivindicaremos para os
últimos títulos da nossa relação o grau de justificativa que reclamáramos para
os primeiros.
Poderá haver divergência de opinião também acerca de alguns dos
primeiros títulos, e talvez nos acusem de alimentarmos preconceitos contra
alguns autores que não figuram na relação. Estamos inclinados a admitir que
isto pode ser verdade em um ou outro caso. Esta é a nossa lista, que poderá
diferir em certos aspectos das listas organizadas por outros. Mas não diferirá
significativamente se todos convierem a sério no objetivo de organizar um
programa de leitura a cuja execução gale a pena dedicar uma vida inteira. Em
última análise, está claro, faça você mesmo a sua lista e trate de cumpri-la. É
prudente, porém, ler um bom número de livros que foram unanimemente
aclamados antes de organizar a sua. Esta lista é um ponto de partida.
Queremos mencionar uma omissão que poderá parecer infeliz aos olhos
de alguns leitores. Nossa lista contém apenas autores e livros ocidentais; nela
não figuram obras chinesas, japonesas ou hindus. Há várias razões para isto.
Uma delas é não estarmos particularmente informados sobre o que se passa
fora da tradição literária ocidental, de modo que nossas recomendações teriam
pouco peso. Outra é não haver no Oriente apenas uma tradição, como no
Ocidente, de sorte que teríamos de conhecer todas as tradições orientais para
apresentar um trabalho bem feito. São pouquíssimos os eruditos que
conhecem bem todas as obras do Oriente. Em terceiro lugar, há algo a dizer
em favor de conhecermos a nossa própria tradição antes de procurarmos
entender a de outras partes do mundo. Muitas pessoas que hoje tentam ler
livros como I Ching ou o Bhagavad-Gita sentem-se frustradas, não só por
causa da dificuldade inerente a essas mesmas obras, mas também porque não
aprenderam a ler bem praticando nos livros mais acessíveis – mais acessíveis
para elas – de sua própria cultura. E finalmente, a lista como está é
suficientemente longa.
Outra omissão exige um comentário. A lista, por ser de livros, abrange
poucos nomes de pessoas conhecidas fundamentalmente como poetas líricos.
Alguns dos escritores da lista escreveram poemas líricos, evidentemente, mas
são mais conhecidos por outros trabalhos mais longos. Não se tome este fato
como reflexo de preconceito da nossa parte contra a poesia lírica. Mas
recomendamos que se comece por uma boa antologia de poesia e não pelas
obras reunidas de um só autor. The Golden Treasury, de Palgrave, e the
Oxford Book of English Verse são excelentes pontos de partida. Essas
antologias mais antigas devem ser complementadas por outras mais modernas
– por exemplo, One Hundred Modern Poems, de Selden Rodman, coletânea
que estende a noção de poemas líricos de vários modos. Como a leitura de
poesia lírica requer habilidade especial, também recomendamos qualquer um
dos vários manuais sobre o assunto – por exemplo, An Introduction to Poetry,
de Mark van Doren, antologia que contém ainda breves comentários sobre
como ler muitos poemas famosos.
Arrolamos os livros por autor e título, mas não tentamos indicar um
editor ou uma edição em particular. Quase todas as obras da lista encontram-
se em livrarias e bibliotecas, e de muitas existem várias edições, tanto
encadernadas como em brochura. Todavia, indicamos que autores e títulos
figuram nas duas coleções editadas sob nossa direção. Os títulos incluídos em
Great Books of the Western World são identificados por um asterisco; os
autores apresentados em Gateway to Great Looks são identificados por dois
asteriscos.

1. Homero (século IX a.C.?)


1.1. *Ilíada;
1.2. *Odisseia.

2. O Antigo Testamento

3. Ésquilo (c.525-456 a.C.)


3.1. *Tragédias

4. Sófocles (c.495-406 a.C.)


4.1. *Tragédias

5. Heródoto (c.484-425 a.C.)


5.1. *História (das Guerras Persas)

6. Eurípides (c.485-406 a.C.)


*Tragédias
(esp. Medeia, Hipólito, As bacantes)

7. Tucídides (c.460-400 a.C.)


7.1. *História da Guerra do Peloponeso

8. Hipócrates (c.460-377? a.C.)


8.1. *Escritos Médicos

9. Aristófanes
*Comédias
(esp. As nuvens, Os pássaros, As rãs)

10. Platão (c.427-347 a.C.)


*Diálogos
(esp. A República, Banquete, Fédon, Mênon, Apologia, Fedro,
Protágoras, Gorgias, Sofistas, Teeteto)

11. Aristóteles (384-322 a.C.)


*Obras
(esp. Órganon, Física, Metafísica, Da alma, A ética para Nicômaco,
Política, Retórica, Poética)

12. **Epicuro (c.341-270 a.C.)


12.1. Carta a Heródoto;
12.2. Carta a Meneceu.

13. Euclides (fl. c. 300 a.C.)


13.1. *Elementos (de Geometria)

14. Arquimedes (c. 287-212 a.C.)


*Obras
(esp. Do equilíbrio das superficies planas, Dos corpos flutuantes, O
arenário)
15. Apolônio de Perga (fl. c. 240 a.C.)
15.1. *Das seções cônicas

16. **Cícero (106-43 a.C.)


Obras
(esp. Orações, Da amizade, Da velhice)

17. Lucrécio (c. 95-55 a.C.)


17.1. *Da natureza das coisas

18. Virgílio (70-19 a.C.)


*Obras

19. Horácio (65-8 a.C.)


*Obras
(esp. Odes, Epodos e A arte poética)

20. Tito Lívio (59 a.C. – 17 d.C.)


20.1. História de Roma

21. Ovídio (43 a.C. – 17 d.C.)


Obras
(esp. As metamorfoses)

22. **Plutarco (c. 45-120)


22.1. Vidas paralelas;
22.2. Obras morais.

23. **Tácito (c. 55-117)


23.1. *Histórias;
23.2. *Anais;
23.3. Vida de agrícola;
23.4. Costumes dos germanos.
24. Nicômaco de Gerasa (fl. c. 100 d.C.)
24.1. *Introdução à Aritmética

25. **Epicteto (c. 60-120)


25.1. *Dissertações;
25.2. Encheiridion (Manual).

26. Ptolomeu (c. 110-178: fl. 127-151)


26.1. *Almagesto

27. **Luciano (c. 120-c. 190)


Obras
(esp. A maneira de escrever a História, História verdadeira, Seitas em
leilão)

28. Marco Aurélio (121-180)


28.1. *Meditações

29. Galeno (c. 130-200)


29.1. *Das faculdades naturais

30. O Novo Testamento

31. Plotino (205-270)


31.1. *Enéadas

32. Santo Agostinho (354-430)


Obras
(esp. O mestre, *Confissões, *A cidade de Deus, *Doutrina Cristã)

33. A canção de Roland (século XII?)

34. A canção dos Nibelungos (século XIII)


(A Saga dos Völsung é a versão escandinava da mesma lenda)

35. A saga de Burnt Njal

36. St. Tomás de Aquino (c. 1225-1274)


36.1. *Suma Teológica

37. **Dante Alighieri (1265-1321)


Obras
(esp. A vida nova, Da monarquia, A divina comédia)

38. Geoffrey Chaucer (c. 1340-1400)


Obras
(esp. *Troilus and Criseyde, *Canterbury Tales)

39. Leonardo da Vinci (1452-1519)


39.1. Caderno de notas

40. Maquiavel
40.1. *O príncipe
40.2. Discurso sobre a primeira década de Tito Lívio

41. Erasmo (c. 1469-1536)


41.1. Elogio da loucura

42. Nicolau Copérnico (1473-1543)


42.1. *Das revoluções dos globos terrestres

43. Sir Thomas More (c. 1478-1535)

43.1. Utopia

44. Lutero (1483-1546)


44.1. Três tratados

44.2. Conversa à mesa

45. François Rabelais (c. 1495-1553)

45.1. *Gargantua e Pantagruel

46. Calvino (1509-1564)

46.1. Instituição da religião cristã

47. Michel de Montaigne (1533-1592)

47.1. *Ensaios

48. William Gilbert (1540-1603)


48.1. *Do ímã e dos corpos magnéticos

49. Miguel de Cervantes (1547-1616)


49.1. *Dom Quixote de la Mancha

50. Edmund Spencer (c. 1552-1599


50.1. Prothalamion
50.2. The Faërie Queene

51. **Francis Bacon (1561-1626)


51.1. Ensaios
51.2. *Do adiantamento das ciências
51.3. *Novum Organun
51.4. *Nova Atlântida

52. William Shakespeare (1564-1616)


Obras
53. **Galileu Galilei (1564-1642)
53.1. O mensageiro astral
53.2. *Diálogos em torno de duas novas ciências

54. Johannes Kepler (1571-1630)


54.1. *Epítome da astronomia copernicana
54.2. *Acerca das harmonias do mundo

55. William Harvey (1578-1657)


55.1. *Do movimento do coração e do sangue nos animais
55.2. *Da circulação do sangue
55.3. *Da reprodução dos animais

56. Thomas Hobbes (1588-1679)


56.1. *O Leviatã
57. René Descartes (1596-1650)
57.1. *Regras para a direção do espírito
57.2. *Discurso do método
57.3. *Geometria
57.4. *Meditações acerca da filosofia primeira

58. John Milton (1608-1674)


Obras
(esp. *os poemas menores, *areopagitica, *Paraíso Perdido, *Samson
Agonistes)

59. **Moliére (1622-1673)


Comédias
(esp. O avarento, A escola das mulheres, o misantropo, O médico à força,
Tartufo)

60. Blaise Pascal (1623-1662)


60.1. *Cartas provinciais
60.2. *Pensamentos
60.3. *Tratados científicos

61. Christian Huygens (1629-1695)


61.1. *Tratado da luz

62. Spinoza (1632-1677)


62.1. *Ética

63. John Locke (1632-1704)


63.1. *Carta sobre a tolerância
63.2. *”Do governo civil” (segundo tratado em Dois tratados do governo)
63.3. *Ensaio sobre o entendimento humano
63.4. Pensamentos sobre a educação

64. Jean Baptiste Racine (1639-1699)


Tragédias
(esp. Andrômaca, Fedra)

65. Isaac Newton (1642-1727)


65.1. *Princípios matemáticos de filosofia natural
65.2. *Óptica

66. Gottfried Wilhelm von Leibniz (1646-1716)


66.1. Discurso sobre a metafísica
66.2. Novos ensaios sobre o entendimento humano
66.3. Monadologia

67. **Daniel Defoe (1660-1731)


67.1. Robinson Crusoé

68. **Jonathan Swift (1667-1745)


68.1. O conto do tonel
68.2. *Viagens de Gulliver
68.3. A Modest Proposal

69. William Congreve (1670-1729)


69.1. The way of the world

70. George Berkeley (1685-1753)


70.1. *Tratado sobre os princípios do entendimento humano

71. Alexander Pope (1688-1744)


71.1. Essay on Criticism
71.2. Rape of the Lock
71.3. Essay on Man

72. Charles de Secondat, Barão de Montesquieu (1689-1755)


72.1. Cartas persas
72.2. *Espírito das leis

73. **Voltaire (1694-1778)


73.1. Cartas inglesas
73.2. Cândido
73.3. Dicionário filosófico

74. Henry Fielding (1707-1754)


74.1. Joseph Andrews
74.2. *Tom Jones

75. **Samuel Johnson (1709-1784)


75.1. The Vanity of Human Wishes
75.2. Dictionary
75.3. Rasselas
75.4. The Lives of the Poets (esp. Os ensaios sobre Milton e Pope)

76. **David Hume (1711-1776)


76.1. Tratado da natureza humana
76.2. Ensaios morais e políticos
76.3. *Investigações sobre o entendimento humano

77. Jean Jacques Rousseau


77.1. *Sobre a origem da desigualdade
77.2. *Sobre economia política
77.3. Emílio
77.4. *O contrato social

78. Lawrence Sterne (1713-1768)


78.1. *Tristam Shandy
78.2. *A Sentimental Journey Through France and Italy

79. Adam Smith (1723-1790)


79.1. A teoria dos sentimentos morais
79.2. *Investigações sobre a natureza e a causa da riqueza das nações

80. Immanuel Kant (1724-1804)


80.1. *Crítica da razão pura
80.2. *Fundamentos da metafísica dos costumes
80.3. *Crítica da razão prática
80.4. *A ciência do Direito
80.5. *Crítica do julgamento
80.6. Paz perpétua

81. Edward Gibbon (1737-1794)


81.1. *The Decline and Fall of the Roman Empire
81.2. Autobiography

82. James Boswell (1740-1795)


82.1. Journal
(esp. London Journal)
82.2. *The Life of Samuel Johnson Ll. D.
83. Antoine Laurent Lavoisier (1743-1794)
83.1. *Elementos de química

84. John Jay (1745-1829), James Madison (1751-1836) e Alexander Hamilton


(1757-1804)
84.1. *Federalist Papers
(assim como os *Articles of Confederation, a *Constitution of the United
States e a *Declaration of Independence)

85. Jeremy Bentham (1748-1832)


85.1. Introdução aos princípios da moral e da legislação
85.2. Teoria das ficções

86. Johannn Wolfgang von Goethe (1749-1832)


86.1. *Fausto
86.2. Poesia e verdade

87. Jean Baptiste Joseph Fourier (1768-1830)


87.1. *Teoria analítica do calor

88. George Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831)


88.1. Fenomenologia do espírito
88.2. *Filosofia do direito
88.3. *Conferências sobre a filosofia da história

89. William Wordworth (1770-1850)


Poemas
(esp. Lyrical Ballads, poemas de Lucy, sonetos, The Prelude)

90. Samuel Taylor Coleridge (1772-1834)


Poemas
(esp. (Kubla Khan”, Rime of the Ancient Mariner)
Biographia Literária
91. Jane Austen (1775-1817)
91.1. Orgulho e Preconceito
91.2. Emma

92. **Karl von Clausewitz (1780-1831)


92.1. Da guerra

93. Stendhal (1783-1842)


93.1. O vermelho e o negro
93.2. A cartuxa de Parma
93.3. Do amor

94. George Gordon, Lord Byron (1788-1824)


94.1. Don Juan

95. **Arthur Schopenhauer (1788-1860)


95.1. Estudos sobre o pessimism

96. **Michael Faraday (1791-1867)


96.1. História química de uma vela
96.2. *Pesquisas experimentais em eletricidade

97. **Charles Lyell (1797-1875)


97.1. Princípios de geologia

98. Auguste Comte (1798-1857)


98.1. A filosofia positive

99. **Honoré de Balzac (1799-1850)


99.1. O pai de Goriot
99.2. Eugénie Grandet

100. **Ralph Waldo Emerson (1803-1882)


100.1. Homens representativos
100.2. Ensaios
100.3. Diário

101. **Nathaniel Hawthorne (1804-1864)


101.1. A letra escarlate

102. **Alexis de Tocqueville (1805-1859)


102.1. Democracia na América

103. **John Stuart Mill (1806-1873)


103.1. Um sistema de lógica
103.2. *Da liberdade
103.3. *O governo representative
103.4. *Utilitarismo
103.5. A sujeição das mulheres
103.6. Autobiografia

104. **Charles Darwin (1809-1882)


104.1. *A origem das espécies
104.2. *A descendência do homem
104.3. Autobiografia

105. **Charles Dickens (1812-1870)


Obras
(esp. As aventuras de Pickwick, David Cooperfield, Hard Times)

106. **Claude Bernard (1813-1878)


106.1. Introdução ao estudo da medicina experimental

107. **Henry David Thoreau (1817-1862)


107.1. Desobediência civil
107.2. Walden
108. Karl Marx (1818-1862)
*O capital
(assim como o *Manifesto comunista)

109. George Elliot (1819-1880)


109.1. Adam Bede
109.2. Middlemarch

110. **Herman Melville (1819-1891)


110.1. *Moby Dick
110.2. Billy Budd

111. **Fiodor Dostoiévski (1821-1881)


111.1. Crime e castigo
111.2. O idiota
111.3. *Os irmãos Karamazov
112. **Gustave Flaubert (1821-1880)
112.1. Madame Bovary
112.2. Três Histórias

113. Henrik Ibsen (1828-1906)


Peças
Esp. Hedda Gabler, Casa das bonecas, O pato selvagem)

114. **Leo Tolstoi (1828-1910)


114.1. *Guerra e paz
114.2. Anna Karenina
114.3. O que é a Arte?
114.4. Vinte e três contos

115. **Mark Twain (1835-1910)


115.1. As aventuras de Huckleberry Finn
115.2. The Mysterious Stranger
116. **William James (1842-1910)
116.1. *Os princípios de psicologia
116.2. As variedades da experiência religiosa
116.3. Pragmatismo
116.4. Ensaios de empirismo radical

117. **Henry James (1843-1916)


117.1. O americano
117.2. Os embaixadores

118. Friedrich Wilhelm Nietzsche (1844-1900)


118.1. Assim falava Zaratustra
118.2. Além do bem e do mal
118.3. Genealogia da moral
118.4. A vontade de poder

119. Jules Henri Poincaré (1854-1912)


119.1. Ciência e hipótese
119.2. Ciência e método

120. Sigmund Freud (1856-1939)


120.1. *A interpretação dos sonhos
120.2. *Conferências introdutórias sobre psicanálise
120.3. *A civilização e seus descontentes
120.4. *Novas conferências introdutórias sobre psicanálise

121. **George Bernard Shaw (1856-1950)


Peças (e Prefácios)
(esp. Homem e super-homem, Major Bárbara, César e Cleópatra,
Pigmalião, Santa Joana)

122. **Max Planck (1858-1947)


122.1. Origem e desenvolvimento da teoria dos quanta
122.2. Para onde vai a ciência?
122.3. Autobiografia científica

123. Henri Bergson (1859-1941)


123.1. Tempo e livre arbítrio
123.2. Matéria e memória
123.3. Evolução criadora
123.4. As duas fontes da moral e da religião

124. **John Dewey


124.1. Como pensamos
124.2. Democracia e educação
124.3. Experiência e natureza
124.4. Lógica, a teoria da pesquisa

125. **Alfred North Whitehead (1861-1947)


125.1. An Introduction to Mathematics
125.2. Science and the Modern World
125.3. The Aims of Education and Other Essays
125.4. Adventures of Ideas

126. **George Santayana (1863-1952)


126.1. The Life of Reason
126.2. Skepticism and Animal Faith
126.3. Persons and Places

127. Lênin (o livro mostrava como “Lênine”) [1870-1924]


127.1. O Estado e a revolução

128. Marcel Proust (1871-1922)


128.1. Em busca do tempo perdido

129. **Bertrand Russel (1872-1970)


129.1. The Problems of Philosophy
129.2. The Analysis of Mind
129.3. An Inquiry into Meaning and Truth
129.4. Human Knowledge; Its Scope and Limits

130. **Thomas Mann (1875-1955)


130.1. A montanha mágica
130.2. José e seus irmãos

131. **Albert Einstein (1879-1955)


131.1. The Meaning of Relativity
131.2. On the Method of Theoretical Physics
131.3. A evolução da física (com L. Infeld)

132. **James Joyce (1882-1941)


132.1. “The Dead” em Dubliners
132.2. Retrato do artista quando jovem
132.3. Ulisses
133. Jacques Maritain (1882-1973)
133.1. Arte e escolástica
133.2. Os graus do saber
133.3. Os direitos do homem e a lei natural
133.4. Humanismo integral

134. Frans Kafka (1883-1924)


134.1. O processo
134.2. O castelo

135. Arnold Tonybee (1889- )


135.1. A Study of History
135.2. A civilização posta à prova

136. Jean Paul Sartre (1905- )


136.1. A náusea
136.2. Entre quatro paredes
136.3. O ser e o nada
137. Aleksandr I. Soljenitsin (1918- )
137.1. O primeiro círculo
137.2. Pavilhão de cancerosos