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Compressão do cordão umbilical

redução do liquido aminiotico Insuficiência placentária

Evitar analgésicos, sedativos


Sofrimento fetal

Evitar uso de fórceps em menores de 1500g


Restrição do crescimento fetal Via vagina
CESÁRIA para o nascimento de fetos com menos de 1.500 Condução do parto
pela via vaginal
Estimular contrações uterinas
Doenças maternas
(sindromes hipertensivas) Apresentação pélvica Apresentação cefálica
Enterocolite
necrosante
Extremos etários, quadros
Hemorragia intracraniana Complicações clínicas e fetais infecciosos, situações de estresse, uso de: drogas,
Hemorragias
A avaliação da bacia obstétrica é medicamentos, desvios nutricionais, entre: outros.
intraventriculares Repouso na gestação gemelar
fundamental a fim de se evitar a
Cardiotocografia desproporção cefalopélvica ou a
Diminuir risco externa contínua. moldagem excessiva do crânio. Cerclagem do colo uterino na
Infecções maternas Diminuir risco sindrome do desconforto A avaliação pré·gestadonal das condições fisicas, incompetência cervical
respiratório psíquicas e sociais visa a detectar possíveis riscos
Diminuir Medidas:
para a futura gestações
AVALIAÇÃO DA VITALIDADE ESCOLHA DA VIA DE PARTO Progesterona para
Diabetes desconpensada Contraindicado impedir o nascimento prematuro
FETAL INTRAPARTO
Induzir maturidade pulmonar fetal
Dificil de ser realizada: muitos dos fatores de risco
Contratilidade uterina e das características
relacionados à prematuridade já estão presentes
do colo uterino antes do trabalho de parto, podem ser de·
Corticoterapia antes da gravidez e portanto, a abordagem pre·
Úlcera péptica Age no pneumócito II, estimulando a tedadas por meio de exames adequados.
concepcional seria o ideal.
produção de sufactante pulmonar

Identificação de gestantes dos grupos de maior risco para o parto prematuro (por exemplo,
história de parto prematuro anterior, gestação gemelar, sangramentos vaginais de primeiro e
Existem contrações rítmicas e eficientes para semestre trimestre, colo curto, incompetência cervical, baixo peso pré-gestacional
que ocorra a cervicodilatação. Primário Gestante poderá receber orientações
Tocólise quanto aos hábitos de higiene, evitando assim as
Secundário vulvovaginites e corioamnionites;
Não é capaz de evitar o parto prematuro na maioria
dos casos, embora o uso do corticosteroide e a
Corticoterapia Os critérios utilizados para definir o verdadeiro tra·
antibioticoterapia profilática para o estreptococo do Consumo de peixe (rico em ômega
balho de pano prematuro são:
Terciário grupo B nessa situação possam diminuir a morbidade 3) 3x/semana antes da 22 semana
• Contrações uterinas regulares a cada 5 minutos. Assistência social
e a mortalidade neonatal Dispor de orientações
• Dilatação cervical de pelo menos 1 cm.
Níveis Nutrição nutricionais diante da desnutrição calórico-proteica;
Antibioticoterapia profilática Submetida • Esvaecimento cervical.
Diante do teste positivo, a gestante • Progressão das alterações cervicais. Estágio IV
deve ser internada: Equipe multiprofissional Psicologia
Antes
Obter suporte psicológico nos casos
Importante: Boa assistência pré-natal necessários.
Na gestante sintomática (queixas de contração) ==> o teste
de fibronectina fetal tem alto valor preditivo negativo. Situam-se gestantes com fatores Idade gestacional
Tomar seguintes providências realizadas: Caso não tenha teste: gestante em repouso
Quando o teste é negativo, é altamente improvável que o de risco para o parto prematuro.
durante 2h, tem que haver alteração de Malformações uterinas
colo parto ocorra em até 2 semanas(< 5%). Se er negativo, vc
Ultrassonografia para confirmar pode dar alta pois a chance é bem baixa O mais precoce possível para estabelecer:
Miomas
Coleta de hemograma Estágio III Ultrassonografia obstétrica
Gestação gemelar COLO CURTO: gestação única, com ou sem antecedente de
Vitalidade fetal Estágio I pano prematuro, o valor menor ou igual a 20 mm. COLO
Colo curto (ultra) + teste da fibronectina fetal
CURTO na gemelar os casos de colo com medida menor ou
positivo, evolui em 7 dias. Prevenção No segundo trimestre preconiza-se a avaliação igual a 25 mm, entre 20 e 24 semanas.
Cultura de estreptococo do grupo B, pesquisa de ultrassonográfica transvaginal em todas as gestantes Suspeita de encurtamento em idades gestacionais
Ultrassonografia transvaginal
Chlamydia traucomatis e Neisseria gonorrhoea. Depende de um bom pré-natal, bom (rastreamento universal) entre 20 e 24 semanas precoces realiza-se a partir de 16 semanas. O intuito de analisar o
comprimento do colo uterino
seguimento da gravidez
Profilaxia da infecção neonatal pelo
estreptococo do grupo B Com o objetivo de facilitar a análise de diversos
Estágio II Outros sinais ultrassonográficos Ausência do eco glandular
fatores de risco, foram criados sistemas de
endocervical (EGE) O comprimento do colo uterino é estável
Sulfato de magnésio, diminuir a Neuroproteção pontuação que possibilitam classificar as gestantes Diante de colo curto, realiza-se acompanhamento
até 28 semanas de gestação, após 28
paralisia cerebral. em baixo, médio e alto risco, de acordo com fatores há um declínio gradual. ambulatorial a cada 2 ou 3 semanas para avaliação:
• Penicilina Ccristalina: 5 milhões de UI por Rotina pré-natal Barro amniótico EGE: área hiperecoica ao redor do canal
Útero irritável: Contrações uterinas sociodemográficos e dínicos Pesquisa e tratamento de
via intravenosa e 2,5 milhões de UI por via intraveno· exarcerbadas porém sem alterações cervical, principalmente primeiro trimestre
sa a cada 4 horas até o nascimento. infecções
Orientação de sua infusão na cervicais e com fibronectina negativa
• Ampicilina: ataque com 2 g por via intravenosa e 1g Intercorrências: Insuficiência placentária,
iminência do nascimento prematuro e em idades
por via intravenosa a cada 4 horas até o nascimento. as infecções e o desequilfbrio da flora A sua ausência estaria relacionada ao Colo uterino
gestacionais inferiores a 32 semanas. Glomerado de partículas hiperecoicas Contrações uterinas
cervicovaginal,diagnosticadas e tratadas processo de maturação cervical. Quando o comprimento do colo diminui no segundo
Cerclagem cervical entre o orifício interno do colo uterino
corretamente. trimestre aumenta o risco de parto prematuro
Pesságio Progesterona natural
Os fatores de risco mais imponantes para a infecção espontãneo
Contraindicado em gestantes com miastenit neonatal pelo estreptococo do grupo B são pano prematuro,
Mais importante manter a paciente em repouso Infecções fora do trato genital também devem ser indicador de invasão bacteriana ECE isoladamente não prediz o pano pre·
gravis, cardiopatas e nefropata RPMO pré-termo, RPMO por mais de 18 horas. história
e sob vigilância do aumento das con rações investigadas e tratadas adequadamente destacando-se a da cavidade am_niótica maturo, mas que. associada ao colo rurto e ao teste da fi.
de recém-nascido anterior com infecção pela mesma Nos casos confirmados de incompetência cervical, faz se bronectina fetal, possui melhores valores preditivos
uterinas e de mudança progressiva do colo, relevância das infecções do trato urinário
bactéria e febre durante o trabalho de parto a cerclagem do colo uterino entre 12 e 16 semanas de gestação.
atuar como no estágio Ili.

Antecipação eletiva:praticada com critério após


Parto prematuro RPMO Febre no parto Muda o ângulo do colo em relacão ao avaliação cuidadosa das provas de vitalidade fetal. a fim
corpo uterino, o que alivia a pressão do conteúdo uteri· de se evitar a prematuridade iatrogênica.
Indicação no sobre o colo.
Riscos (sangramentos, infecções
Não se utilizam uteroliticos e roptura de membranas)
beta-adrenérgicos por via oral, Vaginose bacteriana Rastreamento da 16 a 22 sem

Diante de colo curto, deve-se optar pela progesterona Gestantes assintomátiças com antecedente de parto
História clássica de incompetência natural como principal até que prematuro espontâneo, utiliza-se a progesterona natura] História de parto prematuro
Nifedipino (1°escolha do MS): 20 a 30 mg de cervical comprovem a eficácia do pessário ou abortamento de 2 semestre
entre 16 e 36 semanas, em doses de 100 a 400 mg/dia pela
por via oral, seguidos de 10 a 20 mg por via Bloqueadores de canais de cálcio Inibição das contrações (tocólise)
via vaginal
oral, a cada 6 a 8 horas, por até 48 horas,
Melhor agente tanto para Clindamicina oral (<22 sem)
tocólise aguda (48h), como Partos prematuros precoces, 300mg 2x ao dia por 7 dias
crônica (até 34 semana) Beta-agonistas Sulfato de magnésio Antecedentes de abortamento A partir
O efeito colateral: náuseas, de segundo trimestre, com
cefaleia e hipoten· são arterial tardio do diagnóstico de colo curto (s 20 mm) pela ultrassonogra.
dilatação indolor
fia transvaginal, indica-se a progesterona natural em
Inibidores de prostaglandinas Antagonista de ocitocina - Atosibana doses de 200 a 400 mg/dia pela via vaginal
Compete com o cálcio impedindo a sua Após a cerclagem uterina é necessário
entrada pela membrana da célula miometrial permanecer em repouso relativo durante
Terbutalina, o salbutamol, a isoxsuprina, o
fenoterol e a RITODRINA, Agonista parcial do receptor de ocitocina 30 dias e não ter relações sexuais durante
lnibem a enzima cicloxigenase Poucos efeitos esse período.
e que, ao ocupá-lo de forma pro·
colaterais maternos
longada, impede que a ocitocina possa
Predominantemente beta-2 (miométrio, vasos estimular as células miometriais. 4 g diluídos via intravenosa
sanguíneos e bronquíolos), determinando o Indometacina: dose inicial de 100 mg por via retal
relaxamento da fibra muscular uterina seguida de 25 mg por via oral a cada 6 horas, por Assintomática com história de pelo
12 e 14 semana
um período máximo de 48 horas, para idade.• Baixa de efeitos colaterais, os quais são leves. como Tipos menos 3 perdas fetais ou abortamento espontâneo
gestacionais inferiores a 33 semanas náuseas, cefa.leias, vôrn.itos, tonturas, taquicardia e hipo· Eletiva
Efeitos colaterais:
tensão anerial.
taquicardia, hipotensão, edema pulmonar Historia de 1 ou mais PPT ou
Consequências: enterocolite necrosante, abortamento espontâneo no 2
US indicada Colo curto
fechamento precoce do ducto arterioso, Inicialmente, uma dose de 0,9 mL na veia durante 1 semestre
hipertensão pulmonar primária, minuto, depois manutenção
oligoâmnio e hemorragia intracraniana.
Emergência Dilatação cervical >4 cm

Oclusão Oclusão do orifício


Em suma, os uterolfticos devem ser utilizados quando externo por sutura
se pretende ganhar tempo por pelo menos 48 horas, com
o intuito de: se administrar o corticoste:roide antenatal ou
quando é necessária a transferência da parturiente para ou·
tro serviço.