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Supremo Tribunal Federal

Ementa e Acórdão

Inteiro Teor do Acórdão - Página 1 de 10 397

07/11/2017 SEGUNDA TURMA

EMB.DECL. NA AÇÃO ORIGINÁRIA 1.292 MINAS GERAIS

RELATOR : MIN. EDSON FACHIN


EMBTE.(S) : UNIÃO
ADV.(A/S) : ADVOGADO -GERAL DA UNIÃO
EMBDO.(A/S) : TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª
REGIÃO
ADV.(A/S) : AGU - RICARDO OLIVEIRA LIRA
EMBDO.(A/S) : ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO
TRABALHO DA 3ª REGIÃO - AMATRA 3
ADV.(A/S) : ALBERTO PAVIE RIBEIRO

EMENTA: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AÇÃO


ORIGINÁRIA. MAGISTRATURA. ABONO. CORREÇÃO MONETÁRIA.
ILEGITIMIDADE PASSIVA. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM
JULGAMENTO DE MÉRITO. AUSÊNCIA DE OMISSÃO,
CONTRADIÇÃO, OBSCURDIDADE OU ERRO MATERIAL.
EMBARGOS REJEITADOS.
1. Os embargos de declaração não constituem meio hábil para
reforma do julgado, sendo cabíveis somente quando houver no acórdão
omissão, contradição ou obscuridade, o que não ocorre no presente caso.
2. O Embargante busca a rediscussão da controvérsia com o objetivo
de obter excepcionais efeitos infringentes.
3. Embargos de declaração rejeitados.
ACÓRDÃO

Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Ministros da


Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, em sessão virtual, de 27
de outubro a 6 de novembro de 2017, sob a Presidência do Senhor
Ministro Edson Fachin, na conformidade da ata de julgamento e das
notas taquigráficas, por unanimidade de votos, em rejeitar os embargos
de declaração, nos termos do voto do Relator

Brasília, 7 de novembro de 2017.

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AO 1292 ED / MG

Ministro EDSON FACHIN


Relator

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Relatório

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07/11/2017 SEGUNDA TURMA

EMB.DECL. NA AÇÃO ORIGINÁRIA 1.292 MINAS GERAIS

RELATOR : MIN. EDSON FACHIN


EMBTE.(S) : UNIÃO
ADV.(A/S) : ADVOGADO -GERAL DA UNIÃO
EMBDO.(A/S) : TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª
REGIÃO
ADV.(A/S) : AGU - RICARDO OLIVEIRA LIRA
EMBDO.(A/S) : ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO
TRABALHO DA 3ª REGIÃO - AMATRA 3
ADV.(A/S) : ALBERTO PAVIE RIBEIRO

RE LAT Ó RI O

O SENHOR MINISTRO EDSON FACHIN (RELATOR): Trata-se de


embargos de declaração opostos pela União contra acórdão da 1ª Turma
desta Corte, que extinguiu o processo sem resolução de mérito. Confira-se
a ementa do julgado:

“COMPETÊNCIA. INTERESSE PECULIAR DA


MAGISTRATURA. ALÍNEA N DO INCISO I DO ARTIGO 102
DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. ABONO. CORREÇÃO
MONETÁRIA DEFERIDA NA ORIGEM. ILEGITIMIDADE
PASSIVA DE ASSOCIAÇÃO DE MAGISTRADOS.
SUBSTITUIÇÃO PROCESSUAL INADMISSÍVEL.
ILEGITIMIDADE DO TRIBUNAL REGIONAL DO
TRABALHO DA 3ª PARA FIGURAR NO POLO PASSIVO DA
DEMANDA. ÓRGÃO DESPERSONALIZADO. EXTINÇÃO DO
PROCESSO SEM JULGAMENTO DO MÉRITO.
I – Tratando-se de interesse peculiar da magistratura,
surge a competência do Supremo Tribunal Federal para o
julgamento da causa, nos termos do disposto no art. 102, I, n, da
Constituição Federal.
II – Não há substituição processual possível no polo
passivo da ação, nos termos do disposto no art. 6º do Código de

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AO 1292 ED / MG

Processo Civil. Faculdade prevista em lei e colocada à


disposição do substituído, sendo, portanto, vedado ao autor da
demanda provocá-la, mediante a inclusão do substituto no polo
passivo do feito.
III – Jurisprudência pacífica no sentido de que os
Tribunais são órgãos destituídos de personalidade jurídica, não
podendo figurar como sujeitos passivos da relação processual.
IV – Polo passivo completamente deformado, o que não
autoriza o exame da questão de fundo ventilada nos autos,
impondo-se, assim, a extinção do feito sem a análise do mérito”.

Nas razões dos embargos (eDOC 9), a União aponta omissão do


acórdão, “pois não considerou que os pedidos formulados na inicial são, na
verdade, para declarar a nulidade da decisão do TRT da 3ª Região e para que este
tome as providências cabíveis, direcionadas aos magistrados que eventualmente
tenham recebido indevidamente a verba, para a repetição do indébito, ou seja,
obrigação de fazer, direcionada ao órgão judiciário.” (eDOC 9, p.6)

Sustenta haver, ainda, obscuridade no acórdão embargado, uma vez


que desconsidera jurisprudência desta Corte que admite que a associação
de classe correspondente e o Tribunal Regional do Trabalho ordenador de
despesa ocupem o polo passivo da demanda. Aponta que a decisão
administrativa impugnada decorreu de requerimento formulado pela
AMATRA/3, motivo pelo qual a associação seria parte legítima para
figurar no feito.

A AMATRA/3, em contrarrazões, busca demonstrar a inexistência de


vícios no acórdão embargado (eDOC 16).

Do mesmo modo, o TRT da 3ª Região manifestou-se pela


manutenção do acórdão impugnado ante a ausência de vícios no julgado
(eDOC 22).

É o relatório.

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Voto - MIN. EDSON FACHIN

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07/11/2017 SEGUNDA TURMA

EMB.DECL. NA AÇÃO ORIGINÁRIA 1.292 MINAS GERAIS

VOTO

O SENHOR MINISTRO EDSON FACHIN (RELATOR): Não assiste razão à


Embargante.
Nos termos do artigo 1.022 do Código de Processo Civil, os
embargos de declaração são cabíveis nos casos de obscuridade,
contradição ou omissão da decisão impugnada, bem como para corrigir
eventual erro material. Na hipótese, não se constata qualquer dos
referidos vícios, mas mero dissentimento com o teor do acórdão
embargado, o que denota o caráter protelatório do recurso.
O Supremo Tribunal Federal possui entendimento reiterado no
sentido de que os embargos declaratórios não se prestam à rediscussão
do assentado no julgado, em decorrência de inconformismo da parte
Embargante. Nesse sentido já se pronunciou esta Corte:

“EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO


INTERNO NA AÇÃO ORIGINÁRIA. ARGUIÇÃO DE
SUSPEIÇÃO INTEMPESTIVA. PRECLUSÃO. ART. 146 DO
CPC/2015. AUSÊNCIA DE QUALQUER DOS VÍCIOS
PREVISTOS NO ART. 1.022 DO CPC/2015. TENTATIVA DE
MERA REDISCUSSÃO DO QUE JÁ FOI UNANIMEMENTE
AFIRMADO NO ACÓRDÃO EMBARGADO.APLICAÇÃO DA
MULTA DO ARTIGO 1.026, § 2º, DO CPC/2015. EMBARGOS
DE DECLARAÇÃO DESPROVIDOS. 1. O inconformismo que
tem como real escopo a pretensão de reformar o decisum não
pode prosperar, porquanto inocorrentes as hipóteses de
omissão, contradição, obscuridade ou erro material, sendo
inviável a revisão da decisão em sede de embargos de
declaração, em face dos estreitos limites do art. 1.022 do
CPC/2015. 2. In casu, os embargos de declaração demonstram
mera tentativa de rediscussão do que unanimemente decidido
pelo acórdão embargado, inobservando a embargante que os
restritos limites desse recurso não permitem o rejulgamento da

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Voto - MIN. EDSON FACHIN

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AO 1292 ED / MG

causa. 3. Embargos de declaração desprovidos, com aplicação


de multa.” (AO 2.039 AgR-ED, Rel. Min. Luiz Fux, Primeira
Turma, DJe 04.08.17)

“REJULGAMENTO DA CAUSA NOS EMBARGOS


DECLARATÓRIOS. IMPOSSIBILIDADE, SALVO HIPÓTESES
EXCEPCIONAIS. ART. 535, I E II, DO CPC. VIA PROCESSUAL
INADEQUADA (…) 3. Os embargos de declaração têm
pressupostos certos [art. 535, I e II, do CPC], de modo que não
configuram via processual adequada à rediscussão do mérito
da causa. São admissíveis em caráter infringente somente em
hipóteses, excepcionais, de omissão do julgado ou erro material
manifesto. Precedente (RE 223.904-ED, Relatora a Ministra Ellen
Gracie, DJ de 18.2.05). 4. Embargos de declaração rejeitados”
(MS nº 23.605-AgR-ED, Rel. Min. Eros Grau, DJ 14.10.05).

A União alega que a obscuridade apontada seria resultante da


suposta adoção de premissa equivocada pelo acórdão embargado quanto
ao pedido inicial – “repetição de indébito” –, que teria gerado a
desconsideração do pedido verdadeiramente formulado, referente à
declaração de nulidade da decisão do TRT da 3ª Região e à obrigação de
fazer consistente na adoção de providencias para a restituição dos
valores, que, segundo alega, foram indevidamente recebidos pelos
magistrados a ele vinculados. Verifica-se, no entanto, da simples leitura
do pedido descrito na inicial, que o argumento não tem fundamento.
Confira-se:

“a) seja deferida a antecipação de tutela postulada, ou


alternativamente a medida cautelar autorizada pelo art. 273, §
7º, do CPC, para determinar ao Tribunal Regional do Trabalho
da 3ª Região a imediata suspensão do pagamento da correção
monetária do abono variável previsto na Lei 10.474/2002 aos
magistrados a ele vinculados;
b) seja declarada a nulidade da decisão administrativa que
autorizou o pagamento de correção monetária sobre o abono

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Voto - MIN. EDSON FACHIN

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variável, confirmando-se o pedido liminar porventura deferido,


para cassar a decisão administrativa que deferiu o pedido da
AMATRA III;
c) caso a medida liminar não se presta ao fim colimado,
seja determinado a pronta repetição do indébito, condenando-
se o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (sic) a adotar
as providências cabíveis para restituição das quantias
indevidamente pagas, assim como, nesse ponto, a AMATRA
III, no que tange aos seus associados beneficiados”. (Grifei)

Assim, não obstante revelado no próprio pedido que a pretensão


veiculada pela ação ordinária se destina à declaração de nulidade da
decisão administrativa impugnada cumulada com a repetição dos valores
pagos a título de correção monetária do abono variável, observa-se que o
acórdão recorrido consignou a impossibilidade de o TRT da 3ª Região
integrar o polo passivo da ação, tendo em vista ser o órgão destituído de
personalidade jurídica e, portanto, sem capacidade processual. Confira-
se:
“III - Jurisprudência pacífica no sentido de que os
Tribunais são órgãos destituídos de personalidade jurídica, não
podendo figurar como sujeitos passivos da relação processual.”
(eDOC 7, p.1)

O acórdão embargado, por sua vez, enfrentou as questões postas no


recurso, fundamentando-se em três pontos: i) ilegitimidade da Associação
dos Magistrados da Justiça do Trabalho da Terceira Região; ii) ausência
de personalidade jurídica dos Tribunais, e; iii) a deliberação que se
pretende anular é imputável à União Federal e não ao TRT.
Nesse sentido, os embargos declaratórios devem ater-se aos
elementos de decisão constantes do processo e, nesse âmbito, houve a
devida análise das questões suscitadas, ainda que a parte embargante não
concorde com as conclusões a que chegou o Tribunal. Dessa forma, não
há omissão a ser reparada pela via estreita dos declaratórios.
Também não merece acolhimento a suscitada obscuridade quanto à
aplicação de jurisprudência desta Corte. A manifestação constante do

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acórdão foi suficientemente clara quanto ao tema, conforme se observa da


leitura de trecho do acórdão (eDOC 7, p.18):

“Ressalte-se, no entanto, que eventual superação das


primeiras preliminares não autoriza que se avance para o
exame do mérito, porquanto pacífico no Supremo Tribunal
Federal que os Tribunais são órgãos destituídos de
personalidade jurídica, não podendo figurar como sujeitos
passivos da relação processual.”

Sublinho que a obscuridade suscetível de ser reparada por meio de


embargos de declaração é aquela que se instala no bojo do próprio
acórdão embargado, gerando dúvidas sobre a razão de decidir decorrente
da inadequada expressão da ideia, e não frente à pretensão do
demandante ou a outros julgados deste Tribunal. Sobre o tema, ensina a
doutrina:

“Obscuridade significa falta de clareza no


desenvolvimento das ideias que norteiam a fundamentação da
decisão. Representa hipótese em que a concatenação do
raciocínio e a fluidez das ideias vêm comprometidas, porque
expostas de maneira confusa, lacônica ou ainda porque a
redação foi mal feitam com erros gramaticais, de sintaxe,
concordância ou outros capazes de prejudicar a sua
interpretação”.
(MARINONI, Luiz Guilherme; ARENHART, Sérgio Cruz;
e MITIDIERO, Daniel. O novo processo civil. São Paulo: Ed.
Revista dos Tribunais, 2015, fls. 530).

Nesse mesmo sentido, há também precedentes deste Supremo


Tribunal Federal: HC 100.724-ED, Rel. Min. Joaquim Barbosa, Segunda
Turma, Dje 20.10.2011; e ADI 3.225-ED, Rel. Min. Cezar Peluso, Pleno, Dje
10.09.2010.
Por todo o exposto, ausentes as hipóteses de cabimento, rejeito os
embargos declaratórios.

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Extrato de Ata - 07/11/2017

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SEGUNDA TURMA
EXTRATO DE ATA

EMB.DECL. NA AÇÃO ORIGINÁRIA 1.292


PROCED. : MINAS GERAIS
RELATOR : MIN. EDSON FACHIN
EMBTE.(S) : UNIÃO
ADV.(A/S) : ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO
EMBDO.(A/S) : TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO
ADV.(A/S) : AGU - RICARDO OLIVEIRA LIRA
EMBDO.(A/S) : ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS DA JUSTIÇA DO TRABALHO DA
3ª REGIÃO - AMATRA 3
ADV.(A/S) : ALBERTO PAVIE RIBEIRO (07077/DF)

Decisão: A Turma, por unanimidade, rejeitou os embargos de


declaração, nos termos do voto do Relator. Segunda Turma, Sessão
Virtual de 27.10.2017 a 6.11.2017.

Composição: Ministros Edson Fachin (Presidente), Celso de


Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

Ravena Siqueira
Secretária

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