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J U N COS AO V E N TO

G RA ZIA DELEDDA

T R ADUÇÃO: M ARIA AUGU S TA M ATTOS


PROJETO GRÁFICO: E STÚ DI O C A M P O
224 PÁGINAS | B ROCH UR A CO M SO B R EC APA
2015 | 15 X 22,5 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02- 02- 4 | R $ 74 ,9 0

Segunda mulher a ganhar um Nobel de Literatura (1926), Grazia


Deledda (1871-1936) é um dos principais nomes da literatura italiana
do século XX. O realismo decadentista de seu texto retrata e se ali-
menta da Sardenha, sua terra natal. A singularidade da região abriga a
dureza da vida de personagens em um ambiente marcado pela beleza
da natureza, pobreza, religiosidade e folclore.
Juncos ao vento, de 1913, é a grande obra de Deledda e conta a
história das irmãs Pintor, mergulhadas numa ruína personificada na fi-
gura de seu leal serviçal, remanescente de um período mais abastado,
Efix. A esperança de dias melhores surge com a chegada de um sobri-
nho com um passado desconhecido. Esse texto sem floreios, permeado
pelo humor amargo e fatalista dos diálogos, é uma das maravilhas da
literatura moderna que o leitor pode ter nas mãos.
W W W.C A RAM BAI A .CO M .BR
SO L DA D OS R A SOS
FRE DE RIC MANNING

T R ADUÇÃO: FAL AZE V E DO


PROJETO GRÁFICO: TE RE Z A B E TTI N A R DI
480 PÁGINAS | CAPA DURA
2015 | 13 X 19 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 - 0 0 - 0 | R $ 8 9,9 0

Soldados rasos, inédito no Brasil, foi publicado pela primeira vez na


Inglaterra em 1929, assinado por “Soldado 19022”, identificação mi-
litar recebida pelo escritor australiano Frederic Manning (1882-1935)
durante sua participação na Primeira Guerra Mundial.
Manning alistou-se voluntariamente no Exército britânico e seu
livro é uma ficção baseada no cotidiano dos homens nas trincheiras
e acampamentos, entre bombas e goles de rum, longas esperas e
marchas. O autor dá voz aos soldados anônimos, com seus diferentes
sotaques e gírias, revelando a percepção – ou incompreensão – que
tinham do conflito. Sobre Soldados rasos, Ernest Hemingway declarou:
“Eu o releio a cada ano, para me lembrar de como as coisas realmente
eram, para não ter nunca de mentir – a mim mesmo ou aos outros –
sobre o que foi essa realidade”.
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H O M E NS E M GU E R RA
A NDRE AS LATZKO

T R ADUÇÃO: CL AUDIA AB EL I N G
PROJETO GRÁFICO: STUD I O DE L R E Y
16 0 PÁGINAS | CAPA DUR A
2015 | 16 X 21 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02- 01 -7 | R $ 69,9 0

Publicado anonimamente pela primeira vez em 1917, e inédito no


Brasil, Homens em guerra é uma das grandes obras-primas da litera-
tura voltada à Primeira Guerra Mundial. O livro é composto por seis
contos que trazem um relato pungente e ao mesmo tempo poético
do horror, da loucura e do absurdo do conflito.
Muitas das cenas descritas foram vividas pelo autor, Andreas Latzko
(1876-1943), húngaro de expressão alemã que atuou como oficial do
Exército Real do Império Austro-Húngaro. Lançado na Suíça, o livro
foi traduzido em várias línguas e prontamente censurado nos países
envolvidos no conflito. Latzko foi identificado como autor e destituí-
do de seu posto militar. O livro tornou-se um dos principais libelos dos
militantes pacifistas na Europa. A edição traz textos de Stefan Zweig
e Romain Rolland, entusiastas da obra.
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SA LÕ E S D E PA R IS
MA RCE L PROUST

T R ADUÇÃO: CAROL INE DE F R E I TA S E C E L I N A O. DE SO U ZA


PROJETO GRÁFICO: TE RE Z A B E TTI N A R DI
344 PÁGINAS | CAPA DURA CO M DO U R AÇ ÃO
2015 | 12 X 20 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 - 03 -1 | R $ 7 5,9 0

Antes de publicar sua obra monumental Em busca do tempo perdido,


Marcel Proust (1871-1922), como tantos escritores de sua época,
passou pelo jornalismo. Foi nos periódicos franceses que publicou
seus primeiros textos: crônicas em que descreve os salões parisienses
– espécies de saraus literários e musicais frequentados por aristocratas
e gente da alta sociedade da época –, críticas de moda, arte e litera-
tura, além de histórias inspiradas na atualidade política e até policial.
Salões de Paris traz uma seleção inédita de 21 dessas crônicas,
escritas por Proust e publicadas na imprensa francesa, principalmente
no jornal Le Figaro.

PR Ê M I O B E N N Y 2 016 | EXCELÊNCIA GRÁFICA | ME NÇÃO H ONROSA

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O D I A D O GA FA N HOTO E O UTROS TEXTOS
NATH A NAEL WES T

T R ADUÇÃO: ALCE B ÍADE S DI N I Z


PROJETO GRÁFICO: DANIE L TR E N C H
344 PÁGINAS | CAPA DURA
2015 | 13 X 18 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 - 0 4 - 8 | R $ 8 7,9 0

Publicado pela primeira vez em 1939, O Dia do Gafanhoto é um dos


melhores retratos dos bastidores de Hollywood durante a Grande
Depressão. Escrita por Nathanael West (1903-1940), a narrativa
apresenta uma galeria de personagens que circulam pelos estúdios,
mansões de milionários, bordéis, rinhas de galo e sets de filmagem da
cidade. Entre eles, a tríade formada por Tod Hackett, um jovem artista
que ganha a vida desenhando figurinos e cenários; a bela Faye Greener,
dançarina aspirante ao estrelato; e Homer Simpson, um contador que
vai para a Costa Oeste para se recuperar de uma pneumonia. Pro-
tagonistas que retratam alguns dos “típicos sujeitos que vão para a
Califórnia para morrer”, como descreve o autor.
O livro traz também uma seleção de contos e ensaios inéditos e o
único poema escrito por West, revelados no espólio do autor.
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M E M Ó R IA S D E U M EM PREG ADO
FE DE RIGO TOZZI

T R ADUÇÃO: M AURÍCIO SA N TA N A DI AS
PROJETO GRÁFICO: PAUL A A S TI Z
144 PÁGINAS | B ROCH UR A
2015 | 12 X 16 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 - 0 5- 5 | R $ 57,9 0

Pressionado pelo pai para começar a trabalhar, um jovem deixa sua


cidade, a família e a namorada e parte para a pequena Pontedera, na
Itália, onde arrumara emprego como funcionário de uma estação de
trem. Ao longo do tempo em que passa longe, mantém um diário
e se corresponde frequentemente com a amada. Esse é o mote de
Memórias de um empregado. Inédito no Brasil, o livro foi publicado
pela primeira vez na Itália em 1920. Inovador na forma, o romance
tem pontuação, ritmo e estilo que ilustram a modernidade do escritor.
O projeto gráfico deste volume é inspirado no formato de uma cader-
neta de anotações, em referência ao diário mantido pelo personagem.
Tido como um dos nomes mais importantes da literatura italiana
do século XX, FederigoTozzi (1883-1920) é comparado por críticos
a Luigi Pirandello e Italo Svevo.
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CO L EÇÃO J OÃO D O RI O
J OÃO DO RIO

S ELEÇÃO DOS TE XTOS: GRA ZI E L L A B E TI N G


PROJETO GRÁFICO: C. M U N I Z , F. V I ÉG A S E C A SA 3 6
CRÔNICA | 272 PÁGINAS | BROCHURA
FOLHET IM | 28 8 PÁGINAS | BROCHURA
TEATRO | 232 PÁGINAS | BROCHURA
2015 | 13 X 18 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02- 0 6- 2 | R $ 1 4 9,9 0

João do Rio foi o pseudônimo mais famoso de Paulo Barreto (1881-


-1921), um dos autores mais conhecidos – e controversos – do início
do século XX no Rio de Janeiro. Autor prolífico, ele criou um estilo de
texto híbrido de literatura e reportagem que revolucionou o jornalis-
mo e ajudou a fundar a crônica moderna.
A Coleção João do Rio é composta por três volumes: Crônica,
Folhetim, Teatro. Eles reúnem uma seleção de crônicas, reportagens,
contos ficcionais, entrevistas, peças, sainetes, folhetins e artigos pro-
duzidos entre 1899 e 1919. Boa parte dos textos nunca saiu em livro,
apenas nos jornais – que permaneceram mais de 100 anos guardados
em arquivos e bibliotecas.

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CO N TOS
O. H E NRY

T R ADUÇÃO E SE L EÇÃO: JAYM E DA COS TA P I N TO


PROJETO GRÁFICO: M AYU M I O K U YA M A
248 PÁGINAS | CAPA DUR A
2016 | 13 X 19 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 -1 0 - 9 | R $ 8 2 ,9 0

Pouco conhecido no Brasil, o contista norte-americano O. Henry


(1862-1910) é uma referência no gênero, com estilo e técnica in-
confundíveis. O volume Contos apresenta uma seleção de 19 textos,
escolhidos e traduzidos por Jayme da Costa Pinto, que têm como
personagem e cenário principal a Nova York da primeira década do
século XX. Vielas, avenidas e hotéis estrelados emolduram os tipos
que o autor observava em suas andanças pela cidade – notadamente
em suas estratégicas paradas em bares e restaurantes – e a partir dos
quais constrói pequenos dramas e comédias da vida cotidiana.
Nascido William Sydney Porter, na Carolina do Norte, em 1862,
O. Henry foi o pseudônimo escolhido pelo autor para ter seus contos
publicados em jornais e revistas sem identificá-lo na época em que
cumpria sentença na Penitenciária de Ohio por fraude bancária.
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C A I X A KOROL E NKO
VLA DIM IR KOROLENKO

T R ADUÇÃO: KL ARA GOURI AN OVA


PROJETO GRÁFICO: E L ISA VO N R AN DOW
EM MÁ COMPANHIA | 120 PÁGINAS | CAPA DURA
O MÚS ICO CEGO | 208 PÁG I N A S | C A PA DU R A
2016 | 13 X 19 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 -1 3 - 0 | R $ 1 24 ,9 0

Os livros Em má companhia – memórias de infância de um amigo meu e


O músico cego, que compõem esta caixa, são essenciais para conhecer
melhor a obra de Vladimir Korolenko (1853-1921), considerado por
Liev Tolstói “um dos principais contistas da literatura de língua russa”.
Em O músico cego, Korolenko conta a história de Piótr Popélski,
garoto que nasce sem enxergar. A novela mostra a trajetória do me-
nino, suas sensações e reações, entre a luz e a escuridão, e sua sensi-
bilidade e aptidão para a música. Em má companhia retrata a amizade
de um garoto, filho de um juiz rico, que se envolve com uma turma
de meninos de outro estrato social. Por meio dessa amizade, o autor
aborda sentimentos básicos de compaixão e compartilhamento, te-
mas frequentes em seus textos.

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V I AG E M CO M U M B URRO PELAS C EVEN AS
RO BE RT LOUIS S TEV EN SO N

T R ADUÇÃO: CRISTIAN CL E M E N TE
PROJETO GRÁFICO: PS.2 A RQ U I TE TU R A + DE S I G N
144 PÁGINAS | B ROCH URA CO M R E V E S TI M E N TO E S P EC I AL
2016 | 15 X 21 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02-1 4 -7 | R $ 8 7,9 0

Viagem com um burro pelas Cevenas é um pitoresco diário que nar-


ra a travessia feita pelo autor Robert Louis Stevenson (1850-1894)
acompanhado de uma jumenta, a qual chama de Modestine, pela ca-
deia montanhosa das Cevenas, na França.
Com fina ironia, Stevenson relata essa trajetória ritmada sobretu-
do pelo humor da teimosa Modestine, que ora empaca, ora decide so-
zinha a trilha a seguir. Cruza vilarejos carregados de história, cenários
de batalhas das guerras protestantes do início do século XVIII, dorme
em albergues, conventos, ou passa a noite sob as estrelas. Inédito no
Brasil, o livro traz posfácio do escritor francês Gilles Lapouge.

P R ÊM I O LA D AWA R DS 2 017 | PROJ E TO GRÁFICO | PRATA

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CO R AÇÕ E S CICATRI ZADOS
MA X BL ECHER

T R ADUÇÃO: FE RNANDO KL A B I N
PROJETO GRÁFICO: PAUL A A S TI Z
232 PÁGINAS | B ROCH UR A R E V E S TI DA E M TEC I DO
2016 | 16 X 24 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02-1 5- 4 | R $ 79,9 0

Emanuel estuda Medicina em Paris quando descobre sofrer do mal


de Pott, tuberculose óssea que afeta a coluna vertebral. Parte para
Berck-sur-Mer, um balneário no norte da França especializado no tra-
tamento da doença. Na cidade, pacientes se submetem à terapia que
consiste na imobilização do corpo por um colete de gesso, forçando-
-os a passar meses deitados, à espera de que seus ossos quebrados e
roídos sejam endireitados e consolidados.
Nesse cenário, o romeno Max Blecher (1909-1938) situa Cora-
ções cicatrizados, baseado em sua vivência com a tuberculose óssea
aos 19 anos. Com inesperada vitalidade e até humor, o escritor descre-
ve a rotina dos pacientes de Berck, divididos entre a imobilidade, os de-
sejos, os encontros, as amizades, as paixões. Blecher é frequentemente
comparado pela crítica a Franz Kafka, Bruno Schulz ou Robert Walser.
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GRAZIELLA
A LP HO NS E DE LAMART I NE

T R ADUÇÃO: SANDRA M . STRO PA RO


PROJETO GRÁFICO: M ARI A N A B E R N D
152 PÁGINAS | B ROCH URA
2016 | 13 X 18 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 -1 6-1 | R $ 69,9 0

Para afastar um jovem francês de 18 anos de um romance indesejado,


sua família o envia para uma temporada na Itália – Roma, Florença
e Nápoles. Após quase naufragar durante um passeio num barco de
pescadores, ele aporta na pequena ilha de Procida, no golfo de Nápo-
les, e conhece Graziella. A moça o faria esquecer rapidamente o amor
deixado na terra natal, e a história dessa paixão resultou numa das
obras mais emblemáticas do Romantismo francês.
De Alphonse de Lamartine (1790-1869), escritor, poeta, diploma-
ta e político francês, admirado por autores como Victor Hugo, Graziella
apresenta os principais ideais românticos a partir do idílio entre os dois
jovens, tendo como pano de fundo a costa napolitana, a situação polí-
tica da Europa sob dominação napoleônica, a moral fervorosa católica
e as marcadas diferenças sociais da época.
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I F I G Ê NIA
TE RE SA DE LA PARRA

T R ADUÇÃO: TAM ARA SE NDE R


PROJETO GRÁFICO: B LOCO G R Á F I CO
544 PÁGI NAS | CAPA DUR A CO M SO B R EC APA
2016 | 15 X 24 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02-1 7- 8 | R $ 1 2 9,9 0

María Eugenia Alonso tem 18 anos quando perde o pai e precisa dei-
xar a Europa, onde viveu por doze anos, para retornar a sua Venezuela
natal. O impacto da troca de Paris, em plena efervescência cultural
dos anos 1920, pela monótona e conservadora Caracas, onde ela vai
morar com a tia e a avó, a inspira a registrar suas impressões em um
diário. Esse é o mote de Ifigênia, diário de uma jovem que escreveu por-
que estava entediada, da venezuelana Teresa de la Parra (1889-1936),
autora inédita no Brasil.
A crítica à posição da mulher na sociedade caraquenha da época
fez com que a obra se tornasse um dos ícones da literatura feminista
latino-americana do início do século XX. O livro foi considerado por
moralistas como “pérfido e perigosíssimo na mão das moças contem-
porâneas”, segundo relato da autora.
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P EQ U EN O MU NDO ANTI G O
A NTO NIO F OGAZZARO

T R ADUÇÃO: IVONE B E NE D E TTI


PROJETO GRÁFICO: TUUT DE S I G N
6 6 5 PÁGINAS | CAPA DUR A
2016 | 14 X 19 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 -1 8 - 5 | R $ 9 9,9 0

Pequeno mundo antigo, considerada a obra-prima do autor italiano


Antonio Fogazzaro (1842-1911), narra a história do amor proibido
entre Franco Maironi, jovem católico de ideias liberais, membro de
uma família nobre importante da região, e Luisa Rigey, plebeia e ag-
nóstica. O livro os acompanha entre 1848, quando a península Itálica
ainda vivia os efeitos da derrota de sua primeira tentativa de inde-
pendência do domínio austríaco, e 1859, data do início da segunda
guerra, que resultaria na criação do reino da Itália, em 1861. Fogazzaro
revela ao leitor as entranhas dessa província ao descrever os dialetos,
modos, paisagens, hábitos e histórias de vida de seus moradores.

P R ÊM IO A P C A 2 016 | TRADU ÇÃO | FINALISTA

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D O M CA SMU R RO
MACH A D O DE AS S IS

POSFÁCIO: H É L IO GUIM AR ÃE S
PROJETO GRÁFICO: TE RE Z A B E TTI N A R DI
384 PÁGINAS | CAPA DUR A CO M LU VA
2016 | 12 X 18 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02-1 9 - 2 | R $ 9 9,9 0

Um dos romances mais importantes da literatura brasileira. Um clás-


sico para ser lido, relido, com inesgotável prazer. Dom Casmurro, de
Machado de Assis (1839-1908), merecia uma edição que buscasse
traduzir e respeitar graficamente todos os superlativos relacionados à
obra. O Dom Casmurro da CARAMBAIA conta com projeto gráfico,
de autoria de Tereza Bettinardi, especialmente dedicado ao romance,
com ilustrações e fotografias que receberam intervenções gráficas do
artista plástico Carlos Issa.
O formato do volume homenageia a edição original de Dom
Casmurro, de 1899, publicada pela Livraria Garnier, repetindo suas
dimensões. Há também a referência a uma antiga técnica de decora-
ção de livros, na qual imagens ficam dissimuladas na lateral do volume,
revelando-se ao leitor conforme ele manuseia o exemplar.
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D I C I O NÁ R IO D O D I ABO
A M BROSE BIERCE

T R ADUÇÃO: ROGE RIO GALI N DO


PROJETO GRÁFICO: E STÚ DI O C A M P O
30 4 PÁGINAS | CAPA DURA CO M R E V E S TI M E N TO E S P EC I A L
2016 | 13 X 19 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 - 2 0 - 8 | R $ 9 9,9 0

Esta edição de Dicionário do Diabo, do escritor e jornalista norte-ame-


ricano Ambrose Bierce (1842-1914), é a primeira em português com
o texto na íntegra. A obra, cuja edição original data de 1911, é um
compêndio de verbetes com definições satíricas e ácidas publicados
ao longo de décadas por Bierce em jornais humorísticos e políticos.
“Ano”, na definição do Diabo, é um “período de 365 decepções”.
“Autoestima”, uma “avaliação equivocada”. “Noiva”, “uma mulher com
uma ótima perspectiva de felicidade em seu passado”. O próprio “di-
cionário”, para Bierce, é um “maligno instrumento literário para limitar
o crescimento de um idioma e torná-lo duro e inelástico”.
Muitos dos verbetes são acompanhados por poemas e citações,
adotados por Bierce para contar histórias, ilustrar definições e fazer
diversas provocações a seus contemporâneos.
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JAQ U ETA BR A N CA
HE RM A N MELV ILLE

T R ADUÇÃO: ROGÉ RIO B E TTO N I


PROJETO GRÁFICO: E STÚ DI O M A RG E M
46 4 PÁGINAS | B ROCH URA CO M C APA E M C I AN OTI P I A
2017 | 14 X 23 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02 - 2 1 - 5 | R $ 1 03 ,9 0

Em 1843, o escritor Herman Melville (1819-1891) embarcou na fra-


gata militar USS United States como marinheiro. A experiência durou
14 meses e o inspirou a escrever, em 1850, Jaqueta Branca ou O mun-
do em um navio de guerra, que antecedeu sua obra mais conhecida,
Moby Dick. O narrador é Jaqueta Branca, marujo que ganha esse
apelido devido ao casaco que confecciona para se proteger do frio.
Tomando o navio de guerra como um microcosmo, ele apresenta
uma galeria de tipos e personagens e descreve as condições de vida
no mar. Suas denúncias dos maus-tratos e abusos sofridos pelos ma-
rujos influenciaram posteriormente a votação de leis contra castigos
físicos na Marinha americana. Durante o trajeto de Honolulu a Boston,
o navio atraca no Rio de Janeiro, onde Melville descreve a paisagem e
até uma visita de dom Pedro II e seu séquito a bordo.
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U M A G OZ AÇÃO BE M-S UC EDI DA
I TA LO SV EVO

T R ADUÇÃO: DAV I PE SSOA


PROJETO GRÁFICO: E L ISA VO N R AN DOW
224 PÁGINAS | B ROCH UR A | E DI Ç ÃO B I L Í N G U E
2017 | 13 X 18 CM | 978 - 8 5- 69 0 02 - 2 2- 2 | R $ 4 9,9 0

Mario Samigli tem 60 anos e vive com o irmão doente em Trieste.


Com um emprego burocrático em um escritório comercial, Samigli
alimenta a esperança de ser reconhecido publicamente como literato.
Sua produção se resume a um romance de juventude e às fábulas que
rabisca diariamente, inspiradas em pequenos animais e insetos. Sua
rotina é alterada quando um amigo lhe apresenta a proposta de um
importante editor de Viena para traduzir seu livro. Entusiasmado, ele
embarca no projeto sem desconfiar de que se trata de uma farsa.
Esse é o enredo de Uma gozação bem-sucedida, do italiano Italo
Svevo (1861-1928), que o próprio autor classificou como um “curto
romance de uma brincadeira”. A edição traz o texto em português e
em italiano, como forma de realizar o sonho do protagonista de ver
sua história traduzida em outro idioma.
W W W.C A RAM BAI A .CO M .BR
OS B R UZ U NDA N GAS | N UM A E A NI N FA
L IMA BARRETO

O RGANIZAÇÃO E POSFÁCI O : B E ATR I Z R E S E N DE


PROJETO GRÁFICO E IM AG E N S : F E R N AN DO V I L E L A
512 PÁGINAS | CAPA DURA CO M S E R I G R A F I A
2017 | 13 X 19 CM | 978 -8 5- 69 0 02- 2 4 - 6 | R $ 1 29,9 0

A edição reúne duas obras de Lima Barreto (1881-1922), Os bruzun-


dangas e Numa e a ninfa, que ironizam a vida política do Brasil da Re-
pública Velha e foram originalmente publicadas em jornais. O primei-
ro texto descreve um país fictício, a República dos Estados Unidos da
Bruzundanga. Os relatos sobre esse lugar que muito se assemelha ao
Brasil – de ontem e de hoje – assumem, na obra, o tom de paródia.
Numa e a ninfa retrata a trajetória de Numa Pompílio de Castro,
homem de pouco talento que, ao se casar com a filha do governador,
se torna deputado federal. Com a história, o autor descreve o universo
de falcatruas, desmandos e vantagens dos bastidores da política.
O volume é todo ilustrado e tem a estrutura de um folioscópio
(flip-book). Ao folhear o livro rapidamente, tem-se a ilusão de que as
imagens estão em movimento.
W W W.C A RAM BAI A .CO M .BR
I M O D É STIA | CA PR IC H O | I N C LI N AÇÕ ES
RO NA L D F IRB ANK

T R ADUÇÃO: FAL AZE V E DO


PROJETO GRÁFICO: JOAN A F I G U E I R E DO
520 PÁGI NAS | CAPA DUR A CO M SO B R EC APA
2017 | 13 X 19 CM | 978 -8 5- 69 0 02- 2 3 - 9 | R $ 1 1 9,9 0

Mistura de aristocrata fin-de-siècle e autor de vanguarda, Ronald


­Firbank (1886-1926) foi, nas palavras do crítico Edmund Wilson, “um
dos melhores escritores ingleses de seu tempo e um dos mais aptos a
tornar-se um clássico”. Sua obra sai pela primeira vez no Brasil em um
volume com três novelas, Imodéstia, Capricho e Inclinações, acompa-
nhadas de textos de Edmund Wilson e W. H. Auden sobre o autor.
Com humor fino e diálogos curtos e ágeis, a prosa de Firbank
compõe um retrato da sociedade inglesa. Imodéstia aborda o projeto
da sra. Shamefoot de erigir um vitral para homenagear a si própria
em uma catedral. Na novela Capricho, a filha de um clérigo foge do
interior para encenar Shakespeare em Londres. Em Inclinações, uma
garota parte em viagem pela Grécia com uma romancista mais velha,
ignorando a natureza do interesse da escritora por ela.

W W W.C A RAM BAI A .CO M .BR


O T E S TA ME N TO D E UM EXC ÊN TRI CO
J ULE S VERNE

T R ADUÇÃO: REGINA SCH ÖP K E E M AU RO B A L A DI


PROJETO GRÁFICO: CE L SO LO N G O
676 PÁGINAS | CAPA FL E X Í V E L CO M S E R I G R AF I A
2017 | 12 X 17 CM | 978 -8 5- 69 0 02- 2 5- 3 | R $ 1 3 4 ,9 0

Um dos últimos livros de Jules Verne (1828-1905), autor que formou


sucessivas gerações de leitores com seus relatos de viagens e aventu-
ras pela Terra – e além dela –, Testamento de um excêntrico, publicado
em 1899, representa uma fase madura da obra do escritor francês.
Quando o milionário William J. Hypperbone, que não tem her-
deiros, deixa um testamento determinando que sua herança seja dada
ao vencedor de um jogo de tabuleiro, cujos participantes são decidi-
dos por sorteio e cujas regras ele próprio redigira. O jogo, inususal,
tem como tabuleiro o mapa dos Estados Unidos, e os concorrentes,
movidos de acordo com lances de dados, viajam pelo país inteiro, por
todos os meios, até que se estabeleça um vencedor. Narrativa viva e
envolvente, que cristaliza o estilo de Jules Verne e oferece ao leitor
muito mais que oitenta dias de aventuras.

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C A I X A H. G. W E L L S
H. G. W ELLS

T R ADUÇÃO: ALCE B ÍADE S DI N I Z


PROJETO GRÁFICO: E STÚ DI O C A M P O
ILUST R AÇÕE S: LOUISA GAG L I AR DI
A GUERRA NO AR | 304 PÁGINAS | BROCHURA
O D OR MI NH OCO | 272 PÁG I N A S | BROCHURA
2017 | 13 X 19 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02- 2 8 - 4 | R $ 1 68 ,9 0

O profícuo escritor inglês H. G. Wells (1866-1946) deixou como le-


gado livros clássicos de ficção científica, como A ilha do dr. Moreau e
A guerra dos mundos, além de praticamente instaurar um novo gênero
literário – que seria seguido por outros autores de distopias como Al-
dous Huxley e George Orwell.
Nos dois romances reunidos na caixa, Wells desenvolve o que
chamou de “fantasias sobre possibilidades”, nos quais radicaliza as
possíveis consequências do avanço inevitável que a passagem do
século XIX ao XX apontava. Com um humor refinado e uma visão
cortante da sociedade, constrói essas duas fantasias – que fazem rir
e metem medo, pela lucidez, sabedoria e capacidade de antecipação.

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N O I T E S F LOR E N TINAS
HE INR IC H HEINE

T R ADUÇÃO E POSFÁCIO: MARC E LO B AC K E S


PROJETO GRÁFICO E ILUSTR AÇÕ E S : M ATE U S VAL A DA R E S
112 PÁGINAS | B ROCH URA CO M LO M B ADA S U Í Ç A
2017 | 15 X 23 CM | 978 - 8 5- 69 0 02 - 2 9 -1 | R $ 68 ,9 0

O poeta Heinrich Heine (1797-1856) é um dos nomes mais cele-


brados do romantismo alemão e sua obra, que atravessou – não sem
esforço – os anos do nazismo, é conhecida pela ode à liberdade.
No curto romance Noites florentinas, de 1836, Heine transporta
para a prosa a delicadeza de sua poesia, misturando lirismo a morda-
cidade e ironia. O livro começa com a chegada de Maximilian à casa
de uma mulher enferma, Maria. Durante duas noites, ele irá distraí-la,
contando histórias. Nada sabemos sobre a relação entre os dois, mas
o autor desenha um sutil e ambíguo jogo de sedução enquanto se
desenrolam as narrativas – que se encadeiam como várias histórias
dentro de uma. Elas transitam entre personagens da ópera, obras de
arte, a paixão de Maximilian por estátuas e mulheres mortas, além de
considerações espirituosas sobre os franceses, ingleses e alemães.

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N OV E L A S TR ÁGICAS
MA RQ UÊS DE SADE

T R ADUÇÃO E POSFÁCIO: A N DR É LU I Z B A R ROS


PROJETO GRÁFICO: LUCIA N A FACC HI N I
ILUST R AÇÕE S: ZANSKY
328 PÁGINAS | B ROCH UR A CO M LU VA E M P L Á S TI CO
2017 | 15 X 23 CM | 978 - 8 5- 69 0 02 - 3 0 -7 | R $ 1 0 4 ,9 0

Preocupado em buscar reconhecimento literário e desvincular seu


nome dos livros obscenos que circulavam clandestinamente, Marquês
de Sade (1740-1814) produziu, durante um dos períodos em que es-
teve preso na Bastilha, uma série de contos e novelas “contidas nas
regras do pudor e da decência”.
Sem as descrições explícitas de atos sexuais e tortura, que seriam
a marca do francês, as cinco histórias aqui reunidas são exemplos do
rigor do estilo, do domínio da técnica narrativa e das ideias que ajuda-
ram a construir o imaginário do século XVIII francês. As novelas são
acompanhadas por um ensaio no qual o escritor libertino explicita sua
visão sobre a literatura. Ler esse conjunto é uma excelente oportuni-
dade de conhecer outro lado do polêmico e genial autor.

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HÚMUS
R AUL BRANDÃO

POSFÁCIO: L EONARDO GAN DO L F I


PROJETO GRÁFICO: M AYU M I O K U YA M A
ILUST R AÇÕE S: M ARIA L AET
312 PÁGINAS | CAPA DUR A CO M HOTS TAM P I N G
2017 | 13 X 18 CM | 978 - 8 5- 69 0 02 - 3 1 - 4 | R $ 74 ,9 0

Um pequeno vilarejo perdido no tempo e no espaço é o cenário para


a prosa vigorosa e inigualável de Raul Brandão (1867-1930). Reve-
renciado por diversos escritores, o autor é citado como um dos prin-
cipais nomes do modernismo português, ao lado de Fernando Pessoa
e Almada Negreiros.
Em Húmus, a linguagem densa de sua prosa poética apresenta
um clima quase palpável, com suas casas em ruínas – representadas
pelas belas ilustrações de Maria Laet – e personagens como que per-
didas em seus desejos, seus mistérios e suas desesperanças.
Publicado pela primeira vez em 1917, esse texto foi retrabalhado
por Brandão ao longo dos anos seguintes, gerando três versões do
livro. Esta edição trabalha com a última delas, finalizada em 1927.

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P I R A N DE L LO E M CI N CO ATOS
LUIGI P IRANDELLO

TRADUÇÃO, SELEÇÃO E POSFÁCIO: MAURÍCIO SANTANA DIAS


PROJETO GRÁFICO E IM AG E N S : B ÁR B AR A AB B Ê S
184 PÁGINAS | CAPA DURA CO M S E R I G R A F I A
2017 | 13 X 18 CM | 978 - 8 5- 69 0 02 - 3 1 - 4 | R $ 65,9 0

As cinco peças aqui reunidas, O torniquete, Limões da Sicília, A pa-


tente, O homem da flor na boca e O outro filho, escritas originalmen-
te como prosa, são uma representação genuína do estilo de Luigi
­P irandello (1867-1936), autor italiano ganhador do Prêmio Nobel de
Literatura em 1923.
Responsável pela grande renovação do teatro italiano do século
XX, Pirandello retrata com humor único o mal-estar dos homens no
mundo, e, levando ao limite a fronteira entre realidade e absurdo, apre-
senta histórias divertidas e elaboradas, nas quais o deleite da leitura
está a serviço de uma reflexão profunda. A infidelidade, o abismo das
diferenças de classe, a subversão das convenções sociais, o fantástico
são alguns dos temas explorados nessas pequenas peças curtas, de
apenas um ato, que comprovam a genialidade arrebatadora do autor.

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C A I X A IBSE N
HE NRIK IB S EN

T R ADUÇÃO: L EONARDO P I N TO S I LVA


PROJETO GRÁFICO: PS2. A RQ U I TE TU R A + DE S I G N
CAIXA COM CINCO VOLUMES EM BROCHURA
ESPECTROS | 92 PÁGINAS | UM INIMIGO DO POVO | 128 PÁGS.
HEDDA GABLER | 116 PÁGS. | SOLNESS, O CONSTRUTOR | 104
PÁGS. | POSFÁCIO | 16 PÁGS.
2017 | 17 X 24 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02- 3 3 - 8 | R $ 1 4 7,9 0

A caixa reúne quatro das mais notáveis peças de Henrik Ibsen (1828-
-1906), autor considerado o pai do teatro moderno – Espectros, Um
inimigo do povo, Hedda Gabler e Solness, o construtor.
Além de trazer uma mostra vigorosa da produção do autor, o con-
junto, traduzido diretamente do norueguês, apresenta um verdadeiro
compêndio de temas que assolaram o início do século XX – e nos as-
solam até hoje. Administração pública fraudulenta, jogos de vingança,
mulheres de caráter forte que lutam contra a sua situação, ambição,
trapaças e muito mais estão presentes nessas peças, que tornaram
­Ibsen o dramaturgo mais encenado da história depois de Shakespeare.

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O G A B IN E TE NEGRO
MA X JACOB

T R ADUÇÃO: LUIZ DANTAS


PROJETO GRÁFICO: PAUL A A S TI Z
248 PÁGINAS | BROCHURA
2018 | 15 ,5 X 21 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02- 3 4 - 5 | R $ 76,9 0

O gabinete negro é uma compilação de cartas, em sua maior parte


fictícias, criada pelo romancista, poeta e pintor francês Max Jacob
(1876-1944), figura central no cenário das vanguardas parisienses do
início do século XX e um dos precursores do cubismo na literatura.
Num exercício primoroso de estilo, que emula a fala dos diver-
sos tipos de “remetentes”, Jacob apresenta personagens típicos da
sociedade que criticava, e aos quais deu voz na intimidade da cor-
respondência. Às missivas, ele adiciona comentários carregados de
ironia. Assim, nesse atípico romance epistolar, nada é o que parece
à primeira vista. Por meio dos comentários, somos levados a ler nas
entrelinhas, num jogo delicioso de olhar pelo buraco da fechadura.
Voyeurismo que remete ao título do volume, uma referência ao órgão
de controle de correspondência na França durante o Antigo Regime.
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K Y R A K YR A L IN A
PA NA ÏT ISTRATI

T R ADUÇÃO: E RIKA NOGUEI R A


PROJETO GRÁFICO: E STÚ DI O M A RG E M
184 PÁGINAS | CAPA FLEXÍVEL COM MEIA-CASACA EM TECIDO
2018 | 12 X 18 CM | ISB N 97 8 - 8 5- 69 0 02- 3 5- 2 | R $ 74 ,9 0

No livro de estreia do escritor romeno de expressão francesa Panaït


Istrati (1884-1935), o narrador Adrien Zograffi, seu alter-ego, relata
o périplo de um feirante sem lar, Stavro. Encarnação do vagabundo
errante, ele vive saltando de situação em situação, ora encontrando
protetores e aliados, ora sendo explorado, e sempre à procura da irmã,
a Kyra Kyralina do título, provavelmente aliciada como cortesã em al-
gum lugar dos B ­ álcãs.
Os personagens – que vão da mãe libertina e do pai brutal até va-
gabundos e senhores amorais – falam grego, romeno, armênio e tur-
co, e suas deambulações, a partir do porto de Brăila, no rio Danúbio,
chegam até a Ásia Menor. À moda dos contos orientais, a narrativa se
alterna em episódios interligados, num estilo que rendeu a seu autor o
epíteto de “Górky dos Bálcãs”.
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A C A R A M BAI A trabalha com obras que continuarão relevantes
por décadas ou séculos. Procuramos “furos” literários, textos excelen-
tes que merecem uma nova ou inédita edição no Brasil, e buscamos
tradutores e designers que desenvolvam um projeto especial para
cada uma delas. Desse modo, queremos dividir com o leitor aqueles
livros que gostaríamos de ler, comentar, sugerir e presentear, e ao
mesmo tempo criamos um catálogo que servirá como garantia de tra-
duções e edições de qualidade e em pequenas tiragens numeradas.
Que nosso prazer ao pesquisar, traduzir, desenhar e editar essas
obras se estenda ao leitor que estiver com o livro aberto diante de si.
Rua Américo Brasiliense, 1.923 cj. 1502
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