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UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNIDERP - MATRIZ

ENGENHARIA CIVIL

JOÃO MANOEL DE ANDRADE

RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO


EM L A ENGENHARIA LTDA

Campo Grande
2018
JOÃO MANOEL DE ANDRADE

RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO


EM L A ENGENHARIA LTDA

Relatório de Estágio apresentado ao Curso de Engenharia


Civil da IES Universidade Anhanguera Uniderp - Matriz,
para a disciplina de Estágio Curricular Obrigatório em L A
Engenharia Ltda.
Coordenador de Curso: Suzete Rodrigues Ferrazza

Campo Grande

2018
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO .............................................................................................. 3

2 CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE DE ESTÁGIO .................................... 4

3 ATIVIDADE DESENVOLVIDAS .................................................................... 6

4 DISCUSSÕES ............................................................................................. 11

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................ 14

REFERÊNCIAS .............................................................................................. 15
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1 INTRODUÇÃO

A maioria do que há ao entorno da vida humana depende da engenharia. Logo,


quando se faz uma restrospectiva desta vida, nota-se que, quanto mais se volta no
tempo, a expectativa da vida humana era menor. Em outras palavras, com o passar
do tempo, pode ser notado que as evoluções tecnológicas de diferentes áreas, em
conjunto com a engenharia, fizeram a expectativa de vida aumentar.
E graças a esta evolução, que atualmente é possível construir uma edificação
embasando-se em cálculos, projetos, e com diferentes tipos de materiais. Desta
forma, as atividades desenvolvidas neste relatório, pôde ser acompanhada por um
profissional com responsabilidade técnica para realizar a reforma em um edifício
residencial.
Diferentes tipos de procedimentos operacionais foram realizados durante o
período da reforma. Entre eles, os principais foram: verficações dos EPI’s adequados
para diferentes tipos de operações de trabalho, demolições, retiradas de entulhos,
compactações de solo, verificações de nivelamentos de pisos, e outras aplicações
para que esta reforma fosse efetivamente concluída.
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2 CARACTERIZAÇÃO DO AMBIENTE DE ESTÁGIO

2.1 ÁREA DE ATUAÇÃO

Durante todo o período de estágio, a área de atuação foi no interior do canteiro


de obra da edificação. O estágio foi direcionado a fiscalização de diferentes processos
execucionais da obra, embasando-se em diferentes normas construtivas.

2.2 MISSÃO

Fiscalizar todos os procedimentos operacionais do canteiro de obra, visando a


correta adequação do imóvel ao que estava proposto no projeto arquitetônico, que
havia sido elaborado, à parte, por um arquiteto do proprietário do imóvel.

2.3 ORGANOGRAMA

A figura abaixo ilustra o organograma hierárquico da obra.

Figura 1 - Organograma hierárquico da obra:

Fonte: Autoria própria


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2.4 NÚMEROS DE FUNCIONÁRIOS

A empresa L A Engenharia Ltda, não havia nenhum funcionário registrado. A


empresa era composta apenas pelo seu proprietário, o engenheiro civil Lauro de
Andrade Neto, responsável pela obra. Os demais operadores da obra eram pessoas
físicas terceirizadas e contratadas pelo proprietário do imóvel.

2.5 PRODUTOS QUE COMERCIALIZA E/OU INDUSTRIALIZA

Durante todo o período de estágio, a empresa L A Engenharia Ltda não


comercializou produtos e nem industrializou. Todos os procedimentos execucionais
foram confeccionados fora da obra e in loco por pessoas físicas terceirizadas, sob a
supervisão do engenheiro civil responsável da obra.

2.6 CLIENTES E FORNECEDORES

A empresa L A Engenharia Ltda, tinha como cliente apenas o proprietário do


imóvel, pessoa física. Quanto aos fornecedores, eles não tinham vínculos diretos com
o engenheiro civil da obra, devido a ele ter sido contratado para apenas fiscalizar todos
os procedimentos de execucionais da reforma. Todos os fornecedores eram empresas
do ramo da construção civil e vidraçarias, as quais eram diretamente vinculadas ao
proprietário do imóvel.

2.7 VISÃO GERAL DO TRABALHO REALIZADO NA EMPRESA


CONCEDENTE

Os trabalhos realizados durante o período de estágio, proporcionaram uma


oportunidade para que o estágio agrega-se mais valores ao conhecimento prático,
associando na prática muitos assuntos que haviam sidos ensinados teoricamente em
sala de aula.
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3 ATIVIDADE DESENVOLVIDAS

Fiscalização de diferentes procedimentos execucionais, para adequar a


reforma do imóvel ao que estava proposto em projeto arquitetônico. Diante disto, foi
possível compreender as etapas consecutivas e diferentes métodos para executar as
demolições e construções da edificação.

3.1 MÉTODOS E INSTRUMENTOS ADOTADOS PARA ACOMPANHAMENTO


E AVALIAÇÃO DAS ATIVIDADES

Para realizar as atividades fiscais da obra, foi necessário uma trena, uma
caneta e uma prancheta com uma folha de checklist anexada a ela. Na folha de
checklist era pautada as verificações de segurança da obra que diariamente deveriam
ser averiguadas. Já as fiscalizações execucionais, essas eram realizadas com o
auxílio do engenheiro civil responsável da obra, o qual elaborava diferentes
comentários observacionais, visando majorar as compreensões das correlações
teóricas com a prática. Vale ressaltar um aprendizado importante, o qual foi no
momento em que o pedreiro estava chapando a argamassa na parede, e ela não
fixava, despencando logo após ser chapada. Logo, o engenheiro pediu para que o
pedreiro colocasse pequenos cacos de tijolo cerâmico na argamassa, e reaplica-se
uma nova camada dela na parede. Diante disto, o pedreiro conseguiu êxito em seu
serviço e o engenheiro frisou, que o problema havia ocorrido devido a argamassa
estar com a relação água-cimento fora da dosagem normatizada, e que nesses casos,
é necessário adotar medidas responsáveis, visando não desperdiçar materiais.
A todo momento, era necessário que o estagiário estivesse munido de um
caderno de anotações, visando anotar todos os desafios encontrados durante os
procedimentos execucionais. Nem sempre era possível adequar a prática tudo o que
estava em projeto, e isso, fazia com que o engenheiro adotasse de última hora,
medidas alternativas, as quais eram comunicadas ao proprietário para deixa-lo ciente.
Mas estes procedimentos não eram apenas por conversas, o engenheiro emitia um
documento explanando todas as alterações necessárias e solicitava que o proprietário
assinasse. Essa era uma forma de evitar futuros desentendimentos entre o
engenheiro e o proprietário do imóvel, o qual funcionou perfeitamente no término da
obra. Foram encontrados diferentes problemas na obra, como exemplo, infiltrações,
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escada que não seria possível ser executada conforme o que estava no projeto e
dificuldades de perfuração do solo, pois haviam muitos entulhos soterrados e etc.
Todos estes desafios demonstraram as dificuldades que um engenheiro civil está
sujeito a encontrar para honrar o prazo de entrega da sua obra.

3.3 MATERIAL BIBLIOGRÁFICO COLOCADO À DISPOSIÇÃO PARA


ESTUDO

A fiscalização da execução dos princípios básicos da reforma pareciam não ser


difíceis, porém, durante as execuções pode-se notar que as execuções exigiam
experiências para serem bem-sucedidas. Desta forma, o engenheiro solicitou que os
serviços executados fossem comparados com os procedimentos postados em sites,
como o wikiHow e Techne [Pini]. Alguns dos conteúdos consultados nestes sites estão
nos seguintes links: http://techne17.pini.com.br/engenharia-civil/142/alvenaria-tijolos-
macicos-285745-1.aspx [Como Assentar Tijolos] e
http://techne17.pini.com.br/engenharia-civil/142/alvenaria-tijolos-macicos-285745-
1.aspx [ALVENARIA].

3.4 O TIPO E A FORMA DE ORIENTAÇÃO DADA PELO SUPERVISOR

O engenheiro civil responsável pela obra era o supervisor do estágio. Desta


forma, ele visava detalhadamente frisar quais eram os cuidados necessários, tanto
dos processos de confecções de argamassas, manuseios e estocagem de insumos,
retiradas e despejos de resíduos da construção civil, como também, a forma correta
de aplicações de diferente tipos de insumos, como exemplo, a aplicação de
revestimentos cerâmicos, tijolos, rebocos, posições corretas das ferragens dentro
caixarias de madeira e etc. Ele visava facilitar a compreensão do aprendizado durante
o estágio, apresentando fotos de diferentes patologias em edificações. Estas fotos
eram extraídas do site Google, e algumas do próprio edifício que estava sendo
reformado, as quais eram patologias antigas que seriam corrigidas durante a reforma.
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3.5 IMAGENS DO CHECKLIST PARA CHECAGEM DE SEGURANÇA DO


PEDREIRO E AJUDANTE, E ALGUMAS FOTOS DE PATOLOGIAS EXTRAÍDAS DO
SITE GOOGLE QUE FORAM APRESENTADAS PELO ENGENHEIRO CIVIL,
RESPONSÁVEL PELA OBRA

A figura 2 ilustra o modelo de checklist que foi utilizado durante o estágio. Ele
era usado para checar a segurança dos operadores na obra.

Figura 2 - Checklist para segurança do pedreiro:

Fonte: Autoria própria

A figura 3, ilustra as características de infiltrações de umidade por capilaridade


numa de uma parede. O engenheiro da obra utilizou esta foto para explicar, que este
tipo de patologia geralmente ocorre quando não há aplicações de produtos
impermeabilizantes no baldrame, ou quando há procedimentos incorretos durante a
sua aplicação. O engenheiro também frisou, que atualmente há outros tipos de
produtos para impermeabilização, porém, segundo ele, o mais atual é à aplicação de
produtos líquidos.
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Figura 3 - Infiltrações de umidade do solo por capilaridade:

Fonte: (PEQUICHO, 2011)

A figura 4 ilustra algumas marcas ou manchas provenientes de infiltrações de


umidades, as quais podem terem sido geradas através de algum rompimento ou
instalação inadequada de alguma tubulação hidráulica da edificação.

Figura 4 - Infiltrações de umidade por vazamento de água em tubulações


hidráulicas:

Fonte: (NAKAMURA, 2009)

A figura 5 ilustra algumas rachaduras que podem ocorrer em edificações com


rebaixamento do solo na fundação. Estes tipos de patologias geralmente ocorrem em
solos compactados sobre entulhos soterrados, ou devido a rompimentos de
tubulações hidráulicas que podem gerar infiltrações de umidades no solo. Segundo o
engenheiro, para evitar estas patologias, seria necessário realizar uma sondagem das
camadas que compõem o solo, e assim, adotar medidas preventivas para evita-las.
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Figura 5 - Rachaduras provenientes de rebaixamento do solo:

Fonte: (CALISTO e KOSWOSKI, 2015)


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4 DISCUSSÕES

4.1 APRESENTAÇÕES DAS SOLUÇÕES PROPOSTAS, VANTAGENS E


DESVANTAGENS DESENVOLVIDAS DURANTE O ESTÁGIO

Ao acompanhar o cotidiano de um engenheiro civil de execução, é possível


identificar que nem sempre as execuções atingem fielmente tudo o que havia sido
proposto em projeto. Muitas das vezes, pode haver alterações por motivo de
qualificação profissional e à alta rotatividade de mão-de-obra, o que pode acarretar
uma desvantagem significativa na produtividade da obra para o engenheiro civil.
Devido a isso, o estágio pode proporcionar uma experiência com os desafios
que tendem a surgir no cotidiano de um engenheiro civil de execução, e elucidar quais
seriam as estratégias mais eficientes para atingir excelentes êxitos ao final da obra.

4.2 AS TECNOLOGIAS DEPARADAS DURANTE O ESTÁGIO

Há diferentes mecanismos que agilizam os diversos procedimentos


operacionais, os quais tornam a mão-de-obra menos desgastante, e majora a
produtividade da obra. Na maioria das vezes, o engenheiro civil inicia uma obra com
um prazo específico de conclusão, e para minorar o custo final da obra, é necessário
utilizar o mínimo possível deste prazo.
O estágio proporciona diferentes conhecimentos, os quais ajudam a escolher
corretamente as tecnologias mais viáveis para manter a boa produtividade
execucional de uma obra. Vale ressaltar também, que quando se trata de
conhecimentos profissionais de um engenheiro civil, que isso abrange diversos
peculiaridades, portanto, resulta-se em algo acumulativo, sendo necessário muitos
acompanhamentos com um responsável técnico em diferentes obras, para observar
detalhadamente os diferentes meios operacionais.
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4.3 A METODOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO DOS PROJETOS DE


ESTÁGIO (COLABORATIVA OU NÃO)

Durante os procedimentos execucionais da obra, é possível anotar diversas


informações e esclarecimentos de dúvidas, com o auxílio do engenheiro civil
responsável. As anotações do relatório de estágio, foram descritas num papel fixado
em uma prancheta, e por intermédio destas informações, pode ser possível realizar
análises comparativas dos procedimentos executados, com o que estava proposto em
projeto.

4.4 FERRAMENTAS DE PROJETOS UTILIZADAS

Drante o estágio, nota-se, a necessidade de ter convivido várias vezes com


diversos procedimentos execucionais, para então, obter êxito em todos os prazos e
garantir a conclusão bem-sucedida de uma edificação civil. Também vale ressaltar,
que durante a realização destes procedimentos, basicamente, são necessários as
utilizações de uma trena, um plumo e um esquadro. Estas ferramentas, geralmente
são as mais usuais para fiscalizar, se tudo que está sendo construído, atende todos
os parâmetros exigidos em projeto.

4.5 AMBIENTAÇÃO PROFISSIONAL, SOCIAL E HUMANA DO ALUNO NO


ESTÁGIO

Muitas das vezes, diferentes operadores de uma obra, se cruzam dia após dia,
e desta forma, é necessário que haja apreço e comprometimento entre eles. Este
compromisso, majora a qualidade de produção da mão-de-obra, pois, geralmente
quase todas elas são interligadas, às vezes diretamente ou indiretamente.
E para que haja melhorias na mão-de-obra, é necessário que todos os
operadores mantenham bons relacionamentos sociais, pois assim, o engenheiro civil
responsável pela obra, terá maior facilidade em detectar com rapidez, as possíveis
falhas e corrigi-las, seja elas de projeto ou de execução.
Toda essa preocupação social, geralmente é considerada elementar, devido ao
funcionamento primário ao terminal de uma obra, ter seu principal viés voltado a
comunicação. E para que estes critérios obtenham êxitos, é fundamental que todos
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os operadores ajudem uns aos outros, repassando e relembrando ao máximo


possível, a conscientização desta preocupação social, que deve existir entre eles.
Logo, se for garantido o êxito em todas estas estratégias de relações sociais e
humanas, o engenheiro civil poderá obter melhores resultados no progresso geral da
obra.

4.6 AS DIFICULDADES ENCONTRADAS PARA A REALIZAÇÃO DO


ESTÁGIO (SE TINHA UMA BOA BASE DE CONHECIMENTOS PRÉVIOS, AS
DIFICULDADES ENCONTRADAS RELACIONADAS AO TRABALHO EM EQUIPE,
ETC.)

Para obter os melhores resultados durante o estágio, é fundamental que o


estagiário verifique, na medida do possível, todos os desafios que poderá enfrentar.
Esta verificação é importante, pois fará que o estagiário analise artigos de variados
sites confiáveis, e livros voltados a lhe fornecer uma prévia experiência teórica. Esta
análise reforça o aprendizado, majora a autoconfiança diante dos procedimentos
futuros, e agrega mais valores aos conhecimentos, como exemplo, conhecimentos
técnicos, e inclusive, de saber lidar com trabalhos em equipe.
Seguindo esta técnica, o estagiário poderá identificar e prevenir com maior
tranquilidade e habilidade, os possíveis obstáculos no futuro. Este procedimento, não
só ajuda a obter uma prévia visão destas futuras dificuldades, como também, aprimora
a preparação do estagiário em diversos aspectos, pois, lhe garante um maior nível de
aprendizado durante o estágio.
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5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

O estágio proporciona a possibilidade de associar tudo o que se aprende na


prática com a teoria, e esta é a oportunidade que o acadêmico tem para entender com
maior precisão, a necessidade de encarar com muito apreço todas as dificuldades
sujeitas a aparecerem em sala de aula. Lembrando, que na maioria das vezes, o
estágio também pode ser a única oportunidade que o acadêmico terá para colocar em
prática a tão sonhada profissão.
Existem diversos fatores que o estágio pode influenciar na vida do acadêmico,
e um deles, e que em geral pode acontecer, é o de proporcionar diversas experiências
profissionais quando se pratica as atividades cotidianas de um engenheiro civil.
É importante frisar, que também existem as dificuldades, e uma delas, e talvez
a principal, pode influenciar nas notas do boletim acadêmico. É de se imaginar, que
todo estagiário está em fase de aprendizado, e que muitas das vezes, ao final de cada
expediente, será necessário preencher parte do seu tempo se dedicando a pesquisas
e estudos, para lhe ajudar a refinar e alinhar o que vem aprendendo durante o estágio,
e devido a isso, o seu tempo de estudo voltado as disciplinas teóricas ministradas pela
faculdade, tende a minorar.
Conclui-se que, o estágio amplia a visão profissional e acadêmica em diversos
aspectos, pois, majora o discernimento entre as correlações teóricas com a prática.
Outro ponto interessante, é que ao ingressar na realidade de um engenheiro civil, o
estagiário conseguirá analisar com maior precisão os diferentes segmentos da sua
profissão. Esta análise, talvez seja uma das mais importantes, e principalmente
quando se tem um alto grau de conhecimento destes diferentes segmentos da
profissão, pois, auxiliará o estagiário a seguramente decidir, qual será o segmento da
sua futura profissão, que lhe trará um maior grau de satisfação.
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REFERÊNCIAS

CALISTO, A.; KOSWOSKI, R. UTFPR. Efeitos do recalque diferencial de


fundações em estruturas de concreto armado e alvenaria de vedação. Estudo de
caso., 2015. Disponivel em:
<http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/3930/1/CT_EPC_2014_2_03.pdf
>. Acesso em: 16 out. 2018.
NAKAMURA, J. Téchne. Reparo, reforço e recuperação de concreto, 2009.
Disponivel em: <http://techne17.pini.com.br/engenharia-civil/146/concreto-reparo-
reforco-e-recuperacao-de-concreto-285462-1.aspx>. Acesso em: 16 out. 2018.
PEQUICHO, F. Apontamentos Técnicos de Filomeno Pequicho. Monografia
Sobre Patologias em Paredes Exteriores de Alvenaria de Tijolo Furado, 2011.
Disponivel em: <http://filomenopequicho.blogspot.com/2011/06/patologias-em-
paredes-exteriores-de.html>. Acesso em: 16 out. 2018.