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1–B

γ = γs * hs + γw *hw = 18*0,6 + 10*0,25 = 13,3 KPa


μ = γw * hw = 10 (0,6+0,25+0,15) = 10 KPa
γ’= γ - μ = 13,3 -10 = 3,3 KPa
i = (h/L) * γw = (15/60) * 10 = 2,5 KPa
γ’= L (( γs - γw) – i) = 0,60 * ((18 – 10) – 2,5) = 3,3 KPa
F = γ’ * A = 3,3 * 0,600 = 1,98KN = 2,0KN

2–D

K0 = 1-sen 36 => k0 = 0,41


Tensões verticais:
-> Topo
δ' = δ => δ' = 0
-> Base
δ' = δ => δ' = 18 x 3 => δ' = 54 KPa
Tensões horizontais:
-> Topo
δh' = δ' x k0 => δ' = 0
-> Base
δh' = δ'x k0 => δh' = 54 x 0,41 => δh' = 22,14 KPa
Empuxo = Área - Digrama é um triângulo que parte do zero e termina em 22,14
com altura de 3m.
Empuxo = (22,14 x 3,00) / 2 => Empuxo = 33,21 KN/m²

3–D

O que fica retido na peneira 2,36 é maior que 2,36 mm; então soma-se o que
ficou retido nessa peneira com o que ficou retido na peneira de bitola superior
(4,75). Portanto a cada 800g de solo, somente 150g serão aproveitados.
Para 5kg de solo retido tem-se:
Quantidade de amostras de 800 g que serão necessários
q = 5 / 0,15 = 33,33
Quantidade de solo:
Q = q x 0,8 = 26,6 Kg

4–B

Uma Obra de Terra pode ser entendida como uma “estrutura” construída com
solo ou blocos de rocha, isto é, na qual o solo e a rocha são os materiais de
construção. Todas as obras de Engenharia civil apoiam-se sobre o solo,
portanto Obras de Terra é uma obra de Engenharia civil, que utiliza o solo como
material de construção e apoiam-se sobre ele.

5–C

O martelo padronizado “peso batente” é de 65 kg, sendo que, para realização


do ensaio, o mesmo é solto em queda livre a uma altura de 75cm sobre uma
haste, tal procedimento é repetido até que o amostrador penetre 45 cm do solo,
assim, a soma do número de golpes necessários a penetração do amostrador
nos últimos 30 cm é o que dará o índice de resistência do solo na profundidade
ensaiada (NSPT).

6–D

Ensaios geotécnicos de campo existentes são: SPT, CPT, Palheta - "Vane Test"
e o Pressiométrico.

7–B

A alternativa incorreta é ”Módulo de Poisson”, pois opiezocone é uma haste


com a ponta cônica que possui sensores instalados no seu interior, de forma a
medir a resistência de ponta, atrito lateral e pressão neutra, a medida que a
haste for sendo cravada no solo com velocidade constante. Um conjunto de
hastes de 1 metro de comprimento, transmite a força da máquina de cravação
ao conea partir das medidas de resistência de ponta (q), atrito lateral (f) e poro-
pressão (u), pode-se, por exemplo, calcular o coeficiente de atrito (FR=f/q)
usado para classificação dos solos. Podem também ser estimados parâmetros
geotécnicos como, por exemplo: resistência não drenada, relação de pré-
adensamento, sensibilidade, coeficiente de empuxo no repouso, parâmetros
efetivos, módulo de Young, módulo edométrico, módulo cisalhante máximo,
coeficiente de adensamento e permeabilidade, no caso de argilas.

8–C

A alternativa incorreta é ”Coesão média”, pois o piezocone é uma haste com a


ponta cônica que possui sensores instalados no seu interior, de forma a medir a
resistência de ponta, atrito lateral e pressão neutra, a medida que a haste for
sendo cravada no solo com velocidade constante. Um conjunto de hastes de 1
metro de comprimento transmite a força da máquina de cravação ao conea
partir das medidas de resistência de ponta (q), atrito lateral (f) e poro-pressão
(u), pode-se, por exemplo, calcular o coeficiente de atrito (FR=f/q) usado para
classificação dos solos. Podem também ser estimados parâmetros geotécnicos
como, por exemplo: densidade relativa, parâmetro de estado, tensão horizontal
in-situ, ângulo de atrito efetivo, módulo de Young, módulo edométrico e módulo
cisalhante máximo, no caso de areias.

9–E

O adensamento da palheta não altera diretamente os resultados. Já a forma e


dimensão, inserção da palheta, velocidade de rotação pois na condição não
drenada de ensaio depende da velocidade de rotação da palheta utilizada na
sua execução, que possui um padrão determinado pelas normas gerais de uma
velocidade igual a 6°/min, e o tempo de cravação, tudo são fatores importantes
para o exato resultado do ensaio.
10 – B

Utilizado mundialmente desde 1975, o ensaio DMT (Dilatometric Marchetti Test)


é considerada uma das mais precisas ferramentas de ensaios “in situ” para
previsão de recalques e estimativa do módulo de elasticidade (E) das camadas
prospectadas. O ensaio com Dilatómetro de Marchetti (DMT) e o ensaio de
Palheta (VANE TEST) são usados para Argilas Moles.

11 – E

Ao que se referem aos parâmetros utilizados para a fórmula de cálculo do


empuxo ativo, utiliza-se a coesão do solo existente.

12 – A

A probabilidade de ocorrência deste fato é maior quando o solo é argiloso.


Deve-se sempre evitar solos argilosos devido aos inúmeros problemas que
este podem causar, tais como deformações visco-elásticas, incertezas quanto
ao deslocamento necessário para produzir os estados de equilíbrio plástico e
aumento de esforços devido à expansibilidade que se manifesta comumente
nos solos finos.

13 – D

Não se recomenda a construção de muros de solo-pneus para contenção de


terrenos que sirvam de suporte a obras civis pouco deformáveis, tais como
estruturas de fundações ou ferrovias.

14 – B

A execução de túneis Natm (New Austrian Tunnelling Method) é uma maneira


segura e muito eficiente. O princípio da estabilização é feito pelo alívio das
tensões, através de concreto, que é injetado a fim de segurar e minimizar as
tensões do solo.

15 – A

A resistência ao derrubamento e ao escorregamento pela base é conferida na


sua maior parte pelo peso da estrutura de suporte.

16 – B

Os muros de gabiões são constituídos por gaiolas metálicas preenchidas com


pedras arrumadas manualmente e construídas com fios de aço galvanizado em
malha hexagonal com dupla torção.
17 – C

É de extrema importância a instalação de sistema de drenagem no maciço


contido, para que haja o alívio de poro-pressões e de empuxo sobre o muro,
denominada barbacãs e drenos profundos.

18 – E

Os muros de arrimo ou de gravidade são obras de contenção que têm a


finalidade de restabelecer o equilíbrio da encosta, através de seu peso próprio,
suportando os empuxos do maciço. Em boas condições de fundação, podem-
se utilizar muros rígidos (pedra rachão, concreto e outros tipos). Se a fundação
pode deformar, é recomendável o uso de muros flexíveis, como gabião.

19 – C

Os muros de gravidade são estruturas que se estabilizam através do seu peso


próprio. Geralmente, são utilizadas para conter desníveis pequenos ou médios,
inferiores a cerca de 5m. Como exemplos tem-se: gabiões, alvenaria de pedra,
pneus e concreto.

20 – D

Os muros de flexão são estruturas em concreto armado sob as formas de L ou


T invertido e muros com contrafortes são estruturas com concreto armado
dotadas de contrafortes para aumentar a rigidez do muro, de maneira que com
a presença de nervuras há um aumento da resistência ao tombamento. Muros
de flexão podem também ser ancorados na base com tirantes ou chumbadores
(rocha) para melhorar sua estabilidade.

21 – B

Terra armada: reforço do terrapleno com tiras de aço, capazes de suportar


forças de tração.

22 – A

Terra Muros de Gravidade são estruturas corridas, massudas, que se opõem


aos empuxos horizontais pelo peso próprio.

23 – C

Muros de pedra sem argamassa devem ser recomendados unicamente para a


contenção de taludes com alturas de até 2m.

24 – D

Estes muros são em geral economicamente viáveis apenas quando a altura


não é superior a cerca de 4 metros.
25 – A

Moto scrapers é um tipo de veículo utilizado em obras de grande porte, eles


efetuam o auto abastecimento de terra, transporte, lançamento e adensamento.

26 – C

O núcleo de argila compactada existentes nas seções transversais de


barragens tem por finalidade obter mais impermeabilidade.

27 – D

é um equipamento para medir pressões estáticas ou a compressibilidade dos


líquidos. Usam-se em furos que servem para monitoração de níveis da água
nos aquíferos. No caso de ensaios de caudal, permitem identificar a forma,
extensão e anisotropia do cone de rebaixamento que se forma em redor da
captação ou furo em extração, sendo essenciais para uma correta avaliação do
coeficiente de armazenamento.

28 – A

O Método de BISHOP (1955) um dos mais utilizados, têm como solução a


proposta para a superfície de ruptura num formato circular, portanto a forma
geométrica da análise vem a ser cilíndrica.

29 – A

A análise de estabilidade de taludes pelo método de Culmann tem como


hipótese básica a ruptura planar passando pelo pé do talude. Este método
produz resultados aceitáveis para taludes aproximadamente verticais, (entre
75° e 90°).

30 – B

Quase todos os taludes são construídos com bermas, porquê as mesmas:


ajudam a estabilidade, seguram blocos que se soltam, facilitam a drenagem.

31 – A

O fator de segurança é definido em termos do carregamento, sendo


interpretado como o coeficiente que deve majorar o carregamento real para
produzir o colapso do maciço de solo.
32 – E

Estes muros são em geral economicamente viáveis apenas quando a altura


não é superior a cerca de 4 metros. O muro de concreto ciclópico é uma
estrutura construída mediante o preenchimento de uma fôrma com concreto e
blocos de rocha de dimensões variadas.

33 – A

Devido à impermeabilidade deste muro, é imprescindível a execução de um


sistema adequado de drenagem. A sessão transversal é usualmente
trapezoidal, com largura da base da ordem de 50% da altura do muro. A
especificação do muro com faces inclinadas ou em degraus pode causar uma
economia significativa de material.

34 – E

A sessão transversal é usualmente trapezoidal, com largura da base da ordem


de 50% da altura do muro.

35 – D

Os gabiões são produzidos com malha de fios de aço doce recozido e


galvanizado, em dupla torção, amarradas nas extremidades e vértices por fios
de diâmetro maior. São preenchidos com seixos ou pedras britadas.

36 – C

A farofa e úmida, pois quando seca trabalha como se fosse uma "pedra", um
sacos são compactados sendo um sobre o outro, formando um "grande" muro
de gravidade.

37 – D

A laje de base em geral tem uma largura entre 50% e 70% da altura do muro, a
face trabalha à flexão e se for preciso pode-se utilizar vigas de enrijecimento,
no caso alturas maiores.

38 – B

Porque, agem como os muros convencionais, apresentando a mesma


proporção entre base e altura, geralmente são aplicados em aterros ou
reaterros, pois necessitam de peso extra. O muro de flexão conta com uma laje
de fundo e outra vertical. Para alturas maiores usam-se contrafortes de tração.
39 – B

Terra Armada é ideal para muros de grande altura, ou que estejam sujeitos à
sobrecargas excepcionais. O princípio da tecnologia Terra Armada é a
interação entre o aterro selecionado e os reforços - armaduras de alta
aderência - que, corretamente dimensionados, produzem um maciço integrado
no qual as armaduras resistem aos esforços internos de tração desenvolvidos
no seu interior.

40 – C

A primeira etapa do projeto é o pré-dimensionamento, a segunda envolve a


definição dos esforços atuantes onde as teorias de Rankine e Coulomb
satisfazem o equilíbrio de esforços vertical e horizontal, dependendo da área
da seção, o Empuxo.

41 – D

II – Muros de contenção ou de arrimo são estruturas que suportam empuxos


ativos e permitem uma mudança de nível. Por exemplo, uma parede pode ser
usada para reforçar um talude ou para suportar um corte.
III – Suportam empuxos de terra que é a ação produzida pelo maciço terroso
sobre as obras com ele em contato.

42 – A

O projeto é conduzido assumindo-se um pré-dimensionamento e, em seguida,


verificando-se as condições de estabilidade.

43 – B

Métodos mais utilizados: método de Rankine, e método de Coulomb. Supõe


que empuxos laterais são limitados a paredes verticais, empuxos laterais
variam linearmente com a profundidade, a pressão resultante e encontrada a
1/3 da altura ( acima da base da parede), a forca resultante do empuxo e
paralela a superfície do terreno.

44 – C

Tombamento para que o muro não tombe em torno da extremidade externa o


momento resistente deve ser maior do que o momento solicitante. A segurança
contra o deslizamento consiste na verificação do equilíbrio das componentes
horizontais das forças atuantes, com a aplicação de um fator de segurança
adequado. A capacidade de carga consiste na verificação da segurança contra
a ruptura e deformações excessivas do terreno de fundação. A análise
geralmente considera o muro rígido e a distribuição de tensões linear ao longo
da base. Se a resultante das forças atuantes no muro localizar-se no núcleo
centra da base do muro, o diagrama de pressões no solo será
aproximadamente trapezoidal. O terreno estará submetido apenas a tensões
de compressão.
45 – D
Devidos à percolação d’ água são ocorrências que se registram durante
períodos de chuva quando há elevação do nível do lençol freático ou, apenas,
por saturação das camadas superficiais de solo. Quando os taludes
interceptam o lençol freático, a manifestação, eventual, da erosão interna pode
contribuir para a sua instabilização.

46 – E

São estruturas projetadas para suportar pressões laterais decorrentes de


maciços de terra ou de água ou de ambos.

47 – D

Todas as alternativas são corretas.

48 – B

A largura mínima da base do muro.

49 – A

A base do muro deve ter largura mínima de 0,5 a 1,0m e deve ser apoiada em
uma cota inferior à da superfície do terreno, de modo a reduzir o risco de
ruptura por deslizamento no contato muro-fundação.

50 – A

Muros de Flexão são estruturas mais esbeltas com seção transversal em forma
de “L” que resistem aos empuxos por flexão, utilizando parte do peso próprio
do maciço, que se apoia sobre a base do “L”, para manter-se em equilíbrio.

51 – E

Pois trabalha a flexão.

52 – C

Em se tratando de Taludes, a definição de forças resistentes em Obras de Terra


é: São forças que se opõem a ação do movimento de massa, em função da
mobilização da resistência ao cisalhamento do material. Para estabilidade do
talude, as forças resistentes tem que "resistir" ao MM (movimento de massa)
que são erosões, rastejos entre outros; mobilizando assim a resistência do
material.

53 – D

Todas as alternativas estão corretas, pois:


Fatores de Influência da Água Intersticial:
- aumento do peso específico do solo pela retenção parcial das águas de
infiltração;
- desenvolvimento de poro pressões no terreno, com consequente redução das
tensões efetivas;
- eliminação das tensões capilares mobilizadas entre as partículas do solo;
- perda da cimentação existente entre as partículas de solo;
- introdução de uma força de percolação na direção do fluxo, que tende a
arrastar as partículas do solo.