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UNIVERSIDADE PAULISTA

DANIELE MINELLI SANTOS

DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL


Cidades Compactas e a qualidade de vida das pessoas.

RIBEIRÃO PRETO – SP
2017
DANIELE MINELLI SANTOS

DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL


Cidades Compactas e a qualidade de vida das pessoas.

Trabalho de Projeto de Pesquisa de Revisão


Bibliográfica, apresentado a disciplina de Métodos de
Pesquisa, do Curso de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade Paulista, como parte da primeira
avaliação Bimestral do Sexto Semestre.

Orientadora: Profa. Doutora Eliana Leão do Prado


Battaglion

RIBEIRÃO PRETO – SP
2017
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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

3 METODOLOGIA 4

4 REVISÃO DA LITERATURA 4

4.1 DO URBANISMO AO URBANISMO SUSTENTÁVEL 4

4.1.1 Surgimento do Conceito Urbanismo. Erro! Indicador não definido.

4.1.2 Surgimento do Urbanismo Sustentável. Erro! Indicador não definido.

4.2 CIDADE COMPACTA E O ADENSAMENTO URBANO. 7

4.2.1 A influência da cidade Compacta na vida das pessoas. 8

5 CRONOGRAMA 8

6 REFERÊNCIAS 9
3
1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho visa compreender os conceitos do urbanismo
sustentável, sobretudo, os conceitos da cidade compacta e sua influência na
qualidade de vida das pessoas.
Percebe-se que ao decorrer dos anos e as transformações no tecido urbano,
durante um processo de urbanização, encontra-se um viés de cidades mais
adensadas e pequenas e cidades as quais as atividades que envolvem o morar,
trabalhar e lazer encontram-se distantes entre si, os quais afetam direta ou
indiretamente a qualidade vivenciada das pessoas sobre o espaço.
Através de pesquisas de revisão bibliográfica, será buscado, os parâmetros
que envolvem a presente temática, para assim, identificar, sua influência e dessa
maneira seu viés, focando na boa qualidade de vida das pessoas e no planejamento
sustentável da cidade.

2 OBJETIVOS
2.1 Gerais
Buscar compreender os fundamentos do desenvolvimento urbano
sustentável, sobretudo, abordar sobre os conceitos e definição do parâmetro de
cidade compacta e sua influência na qualidade de vida das pessoas com relação ao
habitar, trabalhar, lazer e segurança.

2.2 Específicos
Com o objetivo de se compreender as informações que abrangem os
fundamentos do desenvolvimento urbano sustentável, principalmente, sobre o
parâmetro de cidades compactas e sua influência na qualidade de vida das pessoas,
e assim, atender o objetivo geral, dispõem-se processos abaixo.
● Pesquisar e compreender o conceito histórico do urbanismo;
● Pesquisar sobre os aspectos históricos do urbanismo sustentável;
● Estudar e compreender sobre os parâmetros que envolvem o desenvolvimento
urbano sustentável;
● Identificar quais os conceitos que envolvem o parâmetro de cidade compacta bem
como o adensamento urbano.
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● Discernir sobre como o processo de cidades compactas influenciam na qualidade
de vida das pessoas, com relação ao tramalho, moradia, lazer e segurança.

3 METODOLOGIA
Para a realização deste trabalho serão coletadas as informações literárias
disponíveis, tais como: artigos em sites, livros, periódicos, pesquisas realizadas em
áreas que envolvam o tema estudado, para melhor discernimento do assunto. É
importante ressaltar, que foi encontrado bastante material nacional e internacional,
portanto, a pesquisa foi feita com base nesses materiais. Foram empregado os
procedimentos de fichamento, resumo e citações para melhor compreensão do
tema.

4 REVISÃO DA LITERATURA

4.1 Do urbanismo, ao urbanismo sustentável


Com as transformações advindas da era industrial durante os séculos XIX e
XX, as pessoas começaram a sair do campo e passaram a viver nas grandes
cidades, isso ocorreu de maneira muito rápida, o qual trouxeram consigo problemas
no planejamento urbano, tais como, insalubridade, habitações precárias, e por isso
houve a necessidade de se pensar em maneiras de projetar cidades que
acompanhassem essas transformações, foram imprescindíveis.
Para situar as condições nas quais se colocam, no século XIX os problemas
do planejamento urbano, lembremo-nos rapidamente de alguns fatos. Do
ponto de vista quantitativo, a revolução industrial é quase imediatamente
seguida por um impressionante crescimento demográfico das cidades, por
uma drenagem dos campos em benefício de um desenvolvimento urbano
sem precedentes. O aparecimento e a importância desse fenômeno seguem
a ordem e o nível de industrialização dos países (CHOAY, 1979, p.03)

O termo urbanismo começou a ser empregado durante o processo de


industrialização entre o final do século XIX e início do século XX, quando se
começou a pensar não apenas na cidade como uma reflexão filosófica da
sociedade, mas também técnica, produzida por profissionais os quais estavam
preocupados com as questões do traçado urbano e suas condicionantes.
“O urbanista não é outra coisa senão um arquiteto”, afirma Le Corbusier.
Além disso, o urbanismo deixa de inserir-se numa visão global da
sociedade, ainda que o pré-urbanismo tenha estado ligado a opções
políticas ao longo de toda a sua história, o urbanismo é despolitizado. Essa
transformação do urbanismo pode ser explicada pela evolução da
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sociedade industrial, nos países capitalistas. Depois da fase militante,
heroica do século XIX, as sociedades capitalistas liberalizam-se e suas
classes dirigentes retomam, cortando-as de suas raízes, certas ideias e
propostas do pensamento socialista do século XIX (CHOAY, 1979, p.12)

Com os centros urbanos mais cheios, durante todo o processo de


desenvolvimento urbano e, com a invenção do automóvel, a cidade passou por
processos em que se começou a pensar no desenho da cidade, o qual o automóvel
é o centro do seu traçado. Como condicionante disso, o perímetro urbano se
expandiu gerando novas centralidades. Isto é, foram surgindo novas formas de se
projetar a cidade, priorizando o transporte e secundarizando o pedestre, para
atender ao novo modo de viver das pessoas.
A valorização do automóvel e do seu espaço, a adoção do zoneamento
monofuncionalista e a substituição do tecido urbano tradicional pelos
grandes conjuntos habitacionais periféricos ocasionaram a formação de
guetos e a destruição de relações sociais e afetivas importantes (NOBRE,
2004, p.02).

O Conceito de urbanismo sustentável, surgiu, em prol de todos os


movimentos e transformações decorrentes no meio urbano. Com o mercado
construtivo em alta, e pela preocupação em se planejar antes de projetar, viu-se a
necessidade de se constituir novos paradigmas para o desenvolvimento urbano.
A questão do desenvolvimento urbano sustentável tem sua origem na
reformulação das teorias urbanísticas, que começou a ocorrer a partir da
década de 1960. Nessa época, os preceitos estabelecidos pelo Movimento
Moderno, que foram utilizados na reconstrução de várias cidades européias
destruídas pela II Guerra Mundial, começaram a ser questionados em
função dos impactos sócio-espaciais que essas políticas ocasionavam
(SUSSKIND E ELLIOTT, 1983 apud Nobre, 2004, p.02).

4.1.1Parâmetros Que Envolvem O Urbanismos Sustentável.


Segundo Faar (2013, apud BERNARDES e Boscolis, 2015), o
desenvolvimento urbano sustentável se apoia em alguns princípios norteadores, os
quais estão diretamente ligados ao bem-estar da população. Para se obter uma
cidade sustentável é necessário o investimento no transporte público coletivo,
moradias próximas e de fácil acesso a comércios, lazer, educação, saúde, e que
promova segurança à população. E conforme Rogers (2000, apud MUITOS
AUTORES, 2016, p. .............) todo este contexto pode se resumir nos parâmetros de
cidades mais adensadas e compactas.
O urbanismo sustentável é aquele com um bom sistema de transporte
público e com possibilidade de deslocamento a pé integrado com
edificações e infraestrutura de alto desempenho. A compacidade
(densidade) e a biofilia (acesso à natureza) são valores centrais do
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urbanismo. [...] O urbanismo sustentável enfatiza que o apelo pessoal e os
benefícios sociais da vida no bairro – satisfazer necessidades diárias à pé –
são maiores em bairros que integram cinco atributos: definição,
compacidade, totalidade, conexão e biofilia (FARR,¹ 2013,p.28)

Rogers (2000) defende a cidade compacta como a cidade ideal devido as


suas características sustentáveis, com moradias em forma de comunidade,
ele alega que a cidade tem que ser próxima e vivida por seus habitantes,
proporcionando conectividade e qualidade de vida. A figura 4 apresenta
esquematicamente a eficácia do modelo de planejamento urbano
compacto.(OBSERVATÓRIO, 2016)

Para tanto, destacam-se alguns meios legais promovidos como diretriz


percursora ao urbanismo sustentável que são a Agenda 21, o Estatuto da Cidade e
a Carta do Novo Urbanismo.

4.1.1.1 Agenda 21.


A agenda 21 foi criada em conferência unindo países de todo o mundo para
discutir sobre os princípios do desenvolvimento sustentável. Isso está diretamente
ligada as questões urbanas.
Em 1992, na Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e
Desenvolvimento que se realizou no Rio de Janeiro foi produzida uma
declaração conhecida como Agenda 21 que estabeleceu princípios relativos
do “desenvolvimento sustentável” (...) (DIAS FERREIRA, 2001 p.01).

4.1.1.2 Estatuto da Cidade


Para melhor planejamento o Governo Federal Brasileiro, implantou o Estatuto
da cidade o qual também auxilia para o desenvolvimento Urbano Sustentável.
O Estatuto da Cidade é uma importante lei brasileira que se origina da
aplicação e regulamentação dos artigos 182 e 183 da Constituição Federal
de 1988. O Estatuto – lei federal 10.257/01 foi criado com seus princípios e
instrumentos implementadores que tem por finalidade regulamentar e
estabelecer diretrizes urbanísticas referentes à política de desenvolvimento
da cidade e à função social da propriedade. (OBSERVATÓRIO, 2016).

4.1.1.3 Carta do Novo Urbanismo


A Carta o Novo Urbanismo é o conjunto de reuniões promovida nos EUA
entre arquitetos para a criação de princípios para o planejamento do uso da terra, a
nível do bairro, região e cidade.
A Carta do Novo Urbanismo, de 1996, é o documento de referência do
Congresso do Novo Urbanismo. A Carta estabelece princípios associados à
formação do espaço regional, da cidade, e do bairro, com a intenção de:
1 FAAR, Douglas. Urbanismo sustentável:
organizar desenho articulando
sistemas regionais urbano comáreas
a natureza. Porto Alegre:
urbanizadas centrais com as
Bookman, 2013. 348p. cidades menores em setores bem delimitados do território, evitando a
ocupação dispersa; valorizar a acessibilidade por transportes coletivos;
favorecer a superposição de uso do solo como forma de reduzir percursos e
criar comunidades compactas; estimular o processo de participação
7
comunitária, e retomar os tipos do urbanismo tradicional relativos ao arranjo
das quadras e da arquitetura. (MACEDO, 2007, apud BERNARDES e
Boscolis, 2015, p. ..............).

4.2 Cidade compacta e o adensamento urbano.


O conceito de Cidades compactas surgiu, juntamente com o ideal urbanismo
sustentável. Ambos andam juntos pois não há como se pensar em desenvolvimento
urbano sustentável e não se submetes aos princípios da cidade compacta. Ela se
define como um modo de se aglutinar os parâmetros que regem o bem-estar de
alguém, o habitar, trabalhar, lazer.
No habitar, envolve a moradia da pessoa. O trabalhar, ou também a
educação, envolve os meios econômicos que reguem a sociedade, a questão de
distância em função do emprego influencia e muito na escolha de um local para se
morar. E o lazer, o qual rege a vivacidade do lugar. A diversidade de lazer, traz para
o lugar movimento, e em junção as atividades do trabalhar, promovem um espaço
ativo, ruas ativas, calçadas ativas etc. Esses parâmetros em um cidade compacta
estaria a distâncias reduzidas, incentivando o uso do transporte alternativo e o
pedestre.
A associação desses três fatores (cidade densa e compacta – usos
iversificados – transporte coletivo) seria então o modelo urbano sustentável,
em função de alguns aspectos. Em primeiro lugar, a grande concentração
de pessoas maximiza o uso da infra-estrutura instalada. Esse aspecto
apresenta dois pontos importantes para o desenvolvimento sustentável, pois
de um lado, essa maximização diminui o custo relativo de implantação da
infraestrutura e o consumo de recursos naturais, e por outro, reduz a
necessidade de expansão da cidade para áreas periféricas, e conseqüente
destruição do meio ambiente. . (NOBRE, 2004).

Outro aspecto envolvente é o adensamento, promovido pela cidade


compacta. Este adensamento pode se dar de diversas maneiras, através da
verticalização ou também do bom planejamento até na compactação dos gabaritos.

Segundo Haughton & Hunter (1994), a teoria do desenvolvimento


urbano sustentável recente baseia-se, entre outras coisas, em alguns
preceitos de desenho urbano. O principal tema analisado por essa teoria é a
revalorização das densidades urbanas mais elevadas, combinadas com a
diversidade de usos, e sistemas de transporte de maior capacidade em
posição às baixas densidades monofuncionais associadas ao automóvel,
modelo proposto pela idéia do “subúrbio” Norte Americano. (NOBRE, 2004)

(...) imaginemos como podem ser distribuídas este máximo hipotético


de 260 economias em nosso quarteirão de um hectare: 16 edifícios de 4
pavimentos com quatro economias por pavimento. Ou 8 edifícios de 8
pavimentos com quatro economias por pavimento. Ou ainda, 4 edifícios de
8
16 pavimentos com quatro economias por pavimento. Qualquer um, é uma
simples questão de gosto, dirão alguns (e boa arquitetura, diria eu),
imaginando que estamos a tratar de um quarteirão vazio em uma cidade
abstrata, sem nenhuma ocupação adjacente ou contexto pré-existente.
Realmente, nessas condições é possível aceitar quatro torres de 16
pavimentos harmoniosamente dispostas em uma quadra, com grandes
afastamentos e baixa ocupação do solo. Também é uma imagem agradável
um conjunto de 8 prédios distribuídos na quadra, com formas elegantes
conformando um arranjo de viés modernista. Ou, como na primeira
hipótese, um padrão europeu, com edifícios relativamente baixos colados
uns aos outros, formando um quarteirão compacto, homogêneo e com seu
miolo totalmente livre, bem iluminado e ventilado. (VARGAS, 2003)

4.2.1 A influência da cidade Compacta na vida das pessoas.


Neste sentido, com base nos dados levantados durante a pesquisa, a maneira
com que planeja a cidade está diretamente ligado a qualidade de vida das pessoas
daquele lugar. Para se atender a uma cidade compacta não se leva apenas em
consideração a verticalização dos edifícios, mas pincipalmente atender as questões
de habitar, trabalho e lazer para as pessoas. Promover espaços em que incentive o
pedestre não o automóvel, bem como a diversificação do uso do solo em uma área
mais reduzidas. Sendo assim, pode-se obter áreas compactas e não tão
verticalizadas. Além disso, o que se debate é a vivacidade da rua, isto é, fachadas
as quais possibilitam comércios, espaços diversificados de lazer em que as pessoas
possam utilizar, em diversos horários, promovendo dessa maneira sensação de
segurança.
Nós defendemos a reestruturação das políticas públicas e práticas
desenvolvimentistas que sustentem os seguinte princípios: as vizinhanças
devem ser diversificadas em uso e população; devem ser projetadas para o
pedestre como também para o carro; cidades grandes e pequenas devem
ser conformadas por espaços públicos fisicamente definidos e
universalmente acessíveis e por instituições de comunidade; os sítios
urbanos devem ser moldados pela arquitetura do edifício e da paisagem,
que celebram a história local, o clima, a ecologia, e a prática de edifício.
(Novo Urbanismo, 1996, apud BERNARDES e Boscolis, 2015).

(...) A calçada deve ter usuários transitando ininterruptamente, tanto


para aumentar na rua o número de olhos atentos quanto para induzir um
número suficiente de pessoas de dentro dos edifícios da rua a observar as
calçadas. (...) Há muita gente que gosta de entreter-se, de quando em
quando, olhando o movimento da rua (JACOBS, 2000, p. 35-36).

5 CRONOGRAMA
Para o bom desenvolvimento dos trabalhos descritos acima, o cronograma
visa apresentar as principais etapas do trabalho a serem empreendidas para este
Projeto de Pesquisa Exploratória de Revisão Bibliográfica para a primeira avaliação
bimestral.
9
Agosto 2017 Setembro 2017 Outubro 2017
Tarefa / Período 1ª – 2ª 3ª – 4ª 1ª – 2ª 3ª – 4ª
Sema Sema Sema Sema 1ª Semana
na na na na
Escolha do tema X X
Definição da Problemática X
Pesquisa Bibliográfica X X X
Leitura sistemática X X X
Coleta das informações X X X
Revisão da literatura X X
Projeto de Pesquisa X X

6 REFERÊNCIAS
ADAMS, Ross Exo. O medo sustenta o urbanismo sustentável. 2014.
Disponível em: <http://www.archdaily.com.br/br/01-182818/o-medo-sustenta-o -
urbanismo-sustentavel>. Acesso em: 10 set. 2017.

ARQUITEXTO: Densidade, paisagem urbana e vida da cidade: jogando um


pouco de luz sobre o debate porto-alegrense. Porto Alegre: Vitruvius, ago. 2003.
Disponível em: <https://drive.google.com/drive/folders/0Bw8eimkJdau3
enNPT1VIdzd VeU0>. Acessoem:02ago.2003.
10
BERNARDES, Luciana; BOSCOLI, Maria Alessandra Bacaro. ESTRATÉGIAS
DE URBANISMO SUSTENTÁVEL PARA LOTEAMENTO URBANO 1. 2015.
Disponível em: <http://www.unoeste.br/site/enepe/2015/suplementos/area/
Humanarum/ArquiteturaeUrbanismo/ ESTRATÉGIAS DE URBANISMO
SUSTENTÁVEL PARA LOTEAMENTO URBANO 1.pdf>. Acesso em: 28 set. 2017.

CHOAY, Françoise. O Urbanismo: Utopias e Realidades. Uma Antologia.


São Paulo: Perspectiva, 1979. 179 p.

FERREIRA, Maria Manuela Malheiro Dias. Desenvolvimento Urbano


Sustentável: o Papel dos Cidadãos. 2001. Disponível em: <http://www.apgeo.
pt/files/docs/CD_X_Coloquio_Iberico_Geografia/pdfs/052.pdf>. Acesso em: 1 out.
2017.

JACOBS, Jane. Morte e vida de grandes cidades. São Paulo: Martins


Fontes, 2000.

NOBRE, Eduardo A. C.. DESENVOLVIMENTO URBANO E


SUSTENTABILIDADE: UMA REFLEXÃO SOBRE A GRANDE SÃO PAULO NO
COMEÇO DO SÉCULO XXI.. 2004. Disponível em:
<http://www.fau.usp.br/depprojeto/labhab/biblioteca/textos/nobre_desenvolvimento_u
rbano_sustentabilidade.pdf>. Acesso em: 4 out. 2017.

OBSERVATÓRIO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFMS. Projeto de


extensão: Estudos de Densidade, Verticalização e Sustentabilidade em Campo
Grande (MS)., 2016. Disponível em: <http://observatorio.sites.ufms.br/files
/2016/09/Termos_Referencia _PlanoTrabalho_Densidade.pdf>. Acesso em: 30 sep.
2017.