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a importância da visita domiciliar para os pacientes autismo, na unidade básica de

saúde.

INTRODUÇÃO- A partir de 2006, as visitas domiciliares foram incrementadas nas


estratégia e saúde da família (ESF), visando a promoção da saúde para aqueles a àqueles
que precisam de cuidados contínuos, e o melhoramentos e cuidados para os pacientes. O
autismo é um transtorno do desenvolvimento, que se caracterizar pelo déficit de
comunicação verbal e não verbal, na interação social e de falta de flexibilidade mental e
comportamental, devido ao grande numero de crianças autista que vem crescendo aos
logos dos anos, aumentou-se o numero de pesquisas e estudos por diversas áreas, para
melhoramento dos pacientes de seus familiares. OBJETIVO – Analisar o quadro do
adulto com autismo, provendo atividades terapêuticas, para um melhoramento do quadro
do autismo. METODOLOGIA- Trata-se de um estudo sobre um relato de experiencia,
que foi desenvolvido na disciplina de saúde mental na atenção básica, as visitas
domiciliares foram realizadas, seis visitas as sextas-feiras, no turno da manhã, onde os
acadêmicos tiveram oportunidade de conhecer as famílias e desempenhar atividades
voltadas às suas necessidades. RESULTADO - Durante as visitas realizadas domiciliares
ao jovem, foi possível observar as queixas dos familiares e ausência da fala e da
socialização do paciente, foi possível identificar o autismo grave e a síndrome de down.
No decorrer das visitas e em horas de escuta com a família foi possível identificar na sua
rotina, que tinha limitações e não realizava atividades básicas sozinho, como: banhar,
caminhar, comer, escovar os dentes e pentear cabelo e não socializar. Diante desses fatos,
foram desempenhadas atividades terapêuticas pelos acadêmicos onde pudesse melhorar a
socialização, realização de atividades de rotina, orientações para a família, como:
interação com o jovem, musica diminuindo hipersensibilidade ao barulho e a,
brincadeiras com bola, procurando estimular o caminhar, orientar a família em como
ajudar e ensinar estimular o paciente para realizar atividades da sua rotina, fazendo aquilo
que o paciente gostava de fazer, que era música e bola. CONCLUSÃO - Diante disso,
houve uma resposta satisfatória, vendo que a cada visita o paciente e sua família respondia
com sorrisos e gratidão a cada atividade realizada, e procurando realizar o que era
orientado.