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ABERTURA: A NOVA HISTÓRIA, SEU PASSADO E SEU FUTURO

Peter Burke
No primeiro capitulo o auto destacando primariamente a antiga história, que era quase que
exclusivamente nacional, que de acordo com o auto atualmente vem tendo que luta com espaço
com a história mundial e regional. Outro aspecto que mudou foi na história econômica que
agora foi dividida entre a nova e antiga. Ainda na história econômica, o auto concluir que com
o passar dos anos os historiadores tem cada vez mais mudado seu foco na produção para o
consumo, o que faz mais difícil fazer uma separação entre a história econômica da
administrativa. Com resultado de várias mudanças que antiga história sofreu acabou por criar
uma crise de identidade e com essa espação e fragmentação teve para o auto, uma grande
necessidade de orientação.
O que é a nova história?
A nova história para o auto e uma história produzida pelos franceses, la nouvelle histoire, a
história que está relacionada com à École des Annales. Qual é a definição dessa escola, como
todo novo paradigma esse mais se define com algo contrário que se opõem, nesse caso a velha
história, conhecida com história rankeana. Como o auto tinha mencionado a se define por ser
opor ao método tradicional de história o que ficara claro nesses 5 exemplos.
1. A história rankeana tem o foco mais centrado na política, já a escolas do Annales
foca nas atividades humanas em geral.
2. No antigo paradigma estava mais preocupado com a narrativa dos acontecimentos,
nova está mais focada na análise das estruturas.
3. A história tradicional tinha uma visão que era centrado nos grandes feitos dos
homens, os novos historiadores estão focados nas opiniões de pessoas comuns e
suas experiências.
4. No paradigma tradicional a história deveria ser baseada por documentos oficiais,
já os novos historiadores estão buscando mais variedades de evidencias, como
visuaas
5. No paradigma tradicional a história é objetiva, a única coisa que o historiador tinha
que fazer e lê os fatos, sem a necessidade de interpretação. Mas hoje os novos
historiadores acreditam que esse ideal é irrealista, pois não é possível olhar o
passado sem nosso próprio ponto de vista.
Quanto é a nova a nova história?
Por volta dos anos 70 e 80 que começou a ser utilizada essa expressão “nova história”, que
se tornou mundial. É nessas décadas que o auto se foca em seu recorte histórico. Para muitos
historiadores a nova história está extremamente relacionada com a Lucien Febvre e a Marc
Bloch, os próprios fundadores da revista Annales. Mas o termo “nova história” já foi usada
em 1912 por James Harvey Robinson, desse modo esse paradigma já tema uma carreira
relativamente grande.
Problemas de definição
Esse novo paradigma tem assim como o anterior muito problemas. Como problemas de
definição, fonte/métodos e explicação. Para o auto isto é comum devido a entrada de novos
historiadores em campo não familiar.
Problemas das fontes
Uns dos maiores problemas dos historiadores se dá com as fontes e os métodos. Quando já
foi mencionado pelo autor, quando os novos historiadores quebraram os laços com o antigo
paradigma e buscaram novos objetivos de pesquisa, acabaram também, por abandona a fonte
dos documentos oficias, voltada a busca principalmente a fontes orais, por exemplo o
historiador Jan Vansina. Essa volta para a fontes orais acabaram por também por criar novas
critica a ela. Outra fonte histórica que foi mais usada foram as fotográficas, que também
adquiriram novas críticas. De certo modo a fotografia não representavas a realidade, pois em
seu trabalho de fotografa o profissional faz faria seleções de acordo com várias vareáveis,
mostrando em seu resultado final não a realidade, mas sim sua visão ótica dos eventos
registrados.
Problemas de explicação
Quando os novos historiadores deixaram de foca apenas na gestão política, a passaram a
foca na relações culturais e sócias, precisaram de uma nova explicação estrutural, pois não dava
para explica relações sociais usando a mesma formula que era usada na política. Muito
historiadores dos anos 50 e 60 foram atraídos para modelos menos determinista de explicação
histórica. Com por exemplo o marxismo ou o geográfico de Braudel, entre outros. Essas várias
explicações causam uns grandes debates, sem qualquer consenso. Para o auto Edward
Thompson e Roger Chartier foram ótimo e demostra a com é inadequado as explicações
materialistas e determinista tradicionais.
Problemas de síntese
Para o auto a história apresenta as mais variadas disciplinas, e que cada uma está se
aprofundando nos seus próprios campos teóricos, mas agora esses grupos estão percebendo que
está cada vez mais difícil trabalharem juntos. Primeiramente para o auto isso e inevitável, e sua
proliferação tem suas vantagens. A descoberta da história social, foi associada a antagonista da
história política, mas com o tempo a oposição tradicional está sendo substituída por interesse
conjuntos.
A HISTÓRIA VISTA DE BAIXO
Jim Sharpe
Nesse capitulo o auto começa com um relato de batalha Willian Wheeler, que mostrava os
relatos da quero por meio de cartas que ele enviava para sua esposa. Durante as décadas de 80
e 90, vários historiadores tem trabalhado em uma fonte que Willian produziu, procurando
principalmente os pontos de vista dos soldados raso, o que foi por muito tempo os relatos dos
grandes homens. Para muitos historiadores ainda considera que a massa do povo no passado
sem importância. Esse ponto de visto mudou com Edward Thompson em 1965. O auto focara
em dois tipos de temas diferente. O primeiro e mostra ao leito por meio de trabalhos para que
o leito tenha um amplo significa do que é história vista de baixo. O segundo e isolar questões,
evidencias, conceitos e ideologias, trazida pela história de baixo.
HISTÓRIA DAS MULHERES
Joan Scott
Neste capitulo o auto foca na história da história das mulheres. A história das mulheres
acabou sendo uma história mundial. A história das mulheres deste o começo está entrelaçado
com a história política. Tudo começou na década de 60 quando as ativistas feministas
reivindicavam uma história que estabelecesse heroínas, que tem o foco em atuações das
mulheres. Na década de 70 a história das mulheres afastou-se da política. Ouve um grande
questionamento documentais sobre os relatos das mulheres o que beneficiou bastante a
metodologia que trabalhavam com a histórias das mulheres. Na década de 80 com o
rompimento definitivo da política que esse campo ganhou seu próprio espaço. A evolução da
história das mulheres começou com a política e passou para história. Essa transição e considera
por um lado positivo pois trouxe um resgate da história, e por outro lado e negativo, pois sua
partida para a academia foi encarado com um sinal de despolitização.
“Profissionalismo” versus “política”
O feminismo renasceu nos anos 60, por causa do diretos civis que estava ocorrendo nos
Estado Unidos. Neste mesmo tempo o feminismo assumiu uma identidade coletiva para as
mulheres. Na década de 60, nas faculdades começaram a estimular as mulheres a obterem
Ph.D., com ofertas de bolsas de estudos e com apoio financeiro. Embora com os preconceitos
que as mulheres sofriam com as profissões intelectuais, as mulheres na abateram e buscaram
suas formações em nível superior. Logo o feminismo buscou reivindicar mais recurso para as
mulheres e para denuncia a desigualdade.
“Política” versus “teoria”
Neste tópico o autor mostra que o grande objetivo dos historiadores das mulheres era a da
visibilidade aos personagens históricos mulheres que tinha sua imagem apagada ou até
mesmo ignorada. Mas as próprias mulheres tiveram dificuldades dessa tarefa principalmente
exigia a conceituação requisito esse que ainda elas não tinham total manejo.
HISTÓRIA DE ALÉM-MAR
Henk Wesseling*
Nesse capitulo o auto aborda a história de além-mar, já de começo ele explica que que não
existe uma definição única para ela, que sua definição munda de algo com espaço geográfico.
E sua descrição mais unificada a história de além-mar é que um campo de estudo mais amplo
que a história colônia. Não apenas de sistemas colônias europeias, mas também a história
econômica, social, política e cultura de povos não europeus.
Existe de fato duas história além-mar que é a história autônoma da Ásia e da África e a
história da expansão europeia. E dessa maneira que existe o problema que essa descrição é tão
abrangente que torna ela impossível de ter uma identidade própria.
As fontes mais usadas de acordo que o auto são fonte documentais da parte dos europeus e
da parte não europeia, escritas e não escrita com acontece no caso da história africana. A
história do além-mar tende a ser interdisciplinar, pois a falta de fontes tradicionais cria a
necessidade de assistência de outras disciplinas, seu campo de estudo e tão variado que a
história além-mar não é mais considera um campo de estudo específico da história.
SOBRE A MICRO-HISTÓRIA
Giovanni Levi
A autora nos mostra nessa capitulo que a micro-história é definida como o objeto de estudo
e relacionado em umas microdimensões. Esse micro história tem grande relações com as
ciências sócias e se estabelece com teorias historiográficas, mas não se apega a sistemas e
conceitos e princípios próprios, sendo considerado um trabalho experimental. Um exemplo de
micro história foi o estudo “buscando entende o universo metal dos camponeses do século
dezessete, ou observa e uma pequena aldeia têxtil, para explicar o tema geral da inovação, seus
ritmos e efeitos” (Burke p.140). Um ponto positivo do micro história e que ela não sacrifica os
elementos individuas em uma generalização singulares.
Nas definições de Revel, a micro história tenta estudar o social com um conjunto de
múltiplos relacionamentos deslocados entre constantes adaptações. Ele considera a micro
história como alternativa a história social, que essa busca a regularidade, da proeminência a
indicadores supersimples.
HISTÓRIA ORAL
Gwyn Prins
O auto começa sua argumentação sobre história oral, contando um fato que grande parte
dos historiadores rejeita a história oral como recurso histórico, poucos aceitam que tais matérias
possam ajuda e ser úteis nos estudos das sociedades modernas. Uns do porquê dessa relutância
com a história oral e sua fragilidade implícita das fontes. O auto pontua que a valorização de
apenas fontes escritas, descriminas história como a história da África. Para auto existe um “teste
rankeano básico”. Onde a fontes escritas deveriam sempre vi em primeiro para só depois deve
se trabalha com fontes orais.
O auto pontual também que Paul Thompson, lutou bastante para a história oral, tanto que
se tornou lide do “movimento” da história oral. Para ele a rejeição da história oral dos
historiadores mais antigo se deve pela relutância de abandona o paradigma rankeano e também
por puro orgulho, pois ele argumenta que caso os historiadores percussores desse a falo que a
história oral merece, eles admitiram que existem certas fontes históricas que eles não dominam.
Para o auto que acredita que paixões então em ambos os lados, mas que as críticas de
Thompson estão certas em alguns pontos. Mas o auto argumenta que a relutância com as fontes
orais se deve com a supervalorização da escrita. Por vários séculos nos homens nos
vangloriamos pelo fato de sermos os únicos animais do planeta terra a possuir um meio de
comunicação por meio de escritas. Dessa maneira por causas das sociedades alfabetizadas
temos até inconscientemente desprezado as palavras faladas.
HISTÓRIA ESCRITA
Robert Darnton

O auto em usa primeira argumentação demostra que mesmo tivéssemos uns textos de séculos
passados intactos não teríamos as mesmas relações como textos que os leitores da época dos
escritos. Um exemplo que ele dá e do romance La Nouvelle Héloïse, ele argumenta que da
mesma maneira que os leitores da época dessa obra choraram.
Para o auto seria possível construir uma história da relação dos leitores aos textos, mas ele
adverte que não seria nada fácil. Os estudos das leituras têm duas principais divisões: o macro
e o micro analítico. A macro analise e mais usadas em territórios franceses, e tem como fonte
principais os catálogos de livro publicados e de catálogos de feiras em determinado recorte de
tempo. Para o historiador as generalizações parecem muito ampla e insatisfatórias. Mas em
contrate a micro analise e precisa embora seja abarrotada de detalhes. A micro analise baseasse
nos estudos de listas de livros de bibliotecas públicas e privadas. Para o auto os catálogos das
bibliotecas particulares podem criar um perfil de leitura dos sujeitos mais abastados que podiam
compras livros, para os menos afortunados, as listas de livros lido em bibliotecas de
empréstimos é de grande ajuda ao historiador, embora essas fontes são raras hoje em dia.
Darnton pontua também existem outras variáveis que são importantes no estudo da leitura
com a mobília e a vestimenta, para ele esses senários deveriam ter afetado a compreensão dos
textos. Continua como mais uma afirmação de que para as pessoas mais comum no início da
Europa moderna a leitura era uma atividade social. Que acontecia em tavernas na beira de
fogueiras e principalmente nas jornadas de trabalhos.
O auto concluir o texto demostrando a grande necessidade de se estuda a leitura, pois assim
“poderíamos nos aproximar de entendimento de como ele compreende a vida; e dessa maneira,
da maneira histórica, poderíamos até satisfazer parte de nossa própria ânsia de significado”
(pag.234)
História das imagens
Nesse capitulo o auto começa sua argumentação afirmando que o historiador tem
naturalmente mais tato com fonte escritas do que com matérias visuais. Para ele os estudos das
formas das artes não pertencem ao campo teórico da arte, mas seus grandes estudiosos estão
divididos em três grandes grupos: primeiro, os negociantes leiloeiros e colecionadores.
Segundo, diretorias de museus e das galerias públicas. Terceiro, os historiadores de arte
acadêmicos os editores e críticos.
A primeira arte que tem o foco do auto e arquitetura, que para ele tem definições ambíguas,
é considera uma arte tanto erudita e uma arte decorativa, mas também abstrata que dá espaço
para a criatividade individual. A segunda arte é a fotografia, ele argumenta que por fatos de sua
própria física ela não é muito abstrata, mas por essa característica e considerado um meio de
transmissão de informação clara. A fotografia embora tenha pouco anos de idade ela impactou
bastante o mundo da arte. Para certo crítico existem arte e outros, para o auto essa classificação
e inadequada, foi imposta principalmente por museus e pelos comércios. No progresso do
assunto a auto afirma que que a economia rodeia o mundo da arte. Usando o fato que os
primeiros museus da cultura popular eram como grandes depósitos de matérias que só depois
eles foram revestidos de significados, demonstra que a economia e, por conseguinte os museus
tinha um grande impacto no campo da arte e na percepção das pessoas sobre a arte. O comércio
de arte tem dois grandes pilares que influencia em toda esfera da economia da arte. Que são a
autoria, canonicidade.
Autorias
A busca por autorias das obras não é simplesmente por valoriza as obras com valores
monetários, mas é a busca da concepção do artista e o relacionamento que ele deve com a arte
na tradição ocidental. O connoiseurismo que busca essas autenticidades nas obras, mas para o
auto essa técnica tem grande críticas em torno de si. Para o auto embora seus trabalhos
possam fazer sentidos o connoisseurismo tem de considerado uma ciência ficcional.
Canonicidade
Nesse tópico, o auto demonstra com a os valores da canonicidade são construídos de
maneira fictícias, ele usa o exemplo do psicólogo Frank Kermode em Forms of Attention
(1985) que certas obras antes ignoradas podem ser redescobertas e sua obra pode ser
considerada como canônica. O auto desmontar também a grande influência que as galerias de
artes têm em coloca uma obra mais especial do que outras, basta o coordenado da arte acha
que certa obra é mais importante que outra.