Você está na página 1de 11

[16:46, 8/6/2016] +55 81 9307-1244: Stanley Miller e seus aminoácidos

"Miller, que em 1953, misturando CH4, NH2 e H2O em laboratório, conseguiu formar
aminoácidos, substâncias formadoras de proteínas, confirmando, segundo os evolucionistas, a
teoria da geração espontânea. Essa experiência está relatada em todos os livros de Biologia
usados atualmente nas redes de ensino. O que os livros não informam, é que os aminoácidos
produzidos eram 50% levógiros(L) e 50% dextrógiros(D). Pasteur em suas experiências,
descobriu que organismos vivos são compostos por 100% de aminoácidos levógiros(L). Após a
morte, ao entrar em decomposição, os aminoácidos das proteínas do organismo começam a se
transformar em dextrógiros(D), até atingirem a proporção de 0% de levógiros e 50% de
dextrógiros. Isso demonstra que o que Miller produziu foi a simulação de um estado de morte."

SPONTANEOUS GENERATION 1850 A. D. - 2000 A. D.

Por: John Mackay

Experimentos do modelo pré-biótico de Miller ao sintetizar aminoácidos em laboratório,


sempre resulta numa mistura de 50% de levógiros e 50% de dextrógiros. Isso não prova
matéria inorgânica à orgânica, muito pelo contrário, organismos vivos são compostos 100% de
aminoácidos levógiros. Só seria uma prova contundente às evidências se o experimento pré-
biótico de Miller simulando as condições da terra primitiva, fossem somente formados
aminoácidos levógiros.

(Não acho precisamente uma evidência vindo de uma simulação totalmente controlada em
tubos de ensaios conduzida por um agente inteligente, sendo que as proporções e condições
da época não eram assim. Ou papai Noel estava conduzindo o processo?)

Organismos vivos, formas de vida simples não só são aminoácidos, um dos principais fatores
são as proteínas, para o funcionamento das células vivas. Para que tenhamos uma proteína-
funcional, os aminoácidos devem está ligados em uma sequência muito própria chamada de
''peptídica'', uma ligação precisamente sequencial e combinatória. Se você misturar sem
sentido próprio, os aminoácidos em uma proteína, resultará numa proteína não-funcional. E
não-funcional não funciona. Nos experimentos não é possível até agora selecioná-los da forma
combinatória.

(Eu te pergunto; forças naturais teriam selecionados da forma combinatória para formarem
proteínas? Experimentos de laboratórios são totalmente inúteis nessas questões. Laboratório x
Natureza são um pouquinho diferentes.)
"Dr. Wilder-Smith, um químico, calculou a imensa probabilidade contra a combinação de
aminoácidos para formar as proteínas necessárias por meios indiretos. Ele estimou uma
probabilidade de mais de 10 elevado a 67 para 1 (1067:1) contra a formação de mesmo uma
pequena proteína – pelo tempo e o acaso, em uma mistura ideal de substâncias químicas, em
uma atmosfera ideal e fornecido o tempo de 100 bilhões de anos (uma idade de 10 a 20 vezes
maior do que a suposta idade da Terra)"

Estatisticamente, sabemos que; quando além de 1 em 10 elevado a 50ª (1:1050) tem zero
chance de algum momento algo ocorrer. Ou seja, seria um verdadeiro milagre o primeiro
processo da evolução.

[16:47, 8/6/2016] +55 81 9307-1244: “Essencialmente, o artigo trata da seguinte questão: Se


poderia ser D ou L, por que L, então? E aí, ao encontrarem um pouquinho mais de L do que D
em meteoritos, eles assumem que o pequeno excesso de L poderia ter induzido a vida a
escolher a forma L. Ok, sugestão válida... Mas o buraco, nessa questão, é muito, muito, muito
mais embaixo, um abismo embaixo. Não basta tentar explicar somente por que D e não L.
Temos que explicar, na realidade, o grande enigma da vida, que não é esse. Qual seria, então,
esse enigma? Como a vida se iniciou, em um processo não guiado, somente com um tipo de
aminoácido, independentemente de ser D ou L? Como a vida, antes de ser vida, conseguiu
desenvolver as maquinarias necessárias para separar e selecionar um dos tipos de AAs, e para
todos os 20 AAs (19, na realidade, pois um não é quiral) que entram na receita de proteínas?
Como, se processos naturais não guiados formam – nós sabemos hoje – uma mistura
equivalente dos dois, 1:1, racêmica? Como, se cientistas em seus laboratórios, quando
preparam AAs, formam misturas racêmicas? E como, levando em conta que cientistas, usando
toda a sua imaginação, habilidade e inteligência, raramente conseguem grandes excessos
enantioméricos (ee)? Isso porque se sabe que um só AA na orientação errada entrando na
composição de uma proteína destruiria a função dela. Torceria a proteína para o lado errado,
um veneno para a vida! Caos completo. Um bilhão de anos para formar uma; dois bilhões para
formar duas; e a vida precisaria de várias e várias e ao mesmo tempo.

“Essas são as verdadeiras questões para as quais até hoje não encontramos respostas. Esse é o
grande enigma da vida! O enigma da homoquiralidade dos seres vivos. Na verdade, é só
metade do enigma, pois sabemos que os açúcares que constituem o DNA e o RNA também são
quirais, e da orientação oposta à dos AAs. Os açúcares são enantiomericamente puros
também, e da forma D. Para ser capazes de enovelar corretamente o DNA em uma dupla
hélice. Ou seja, a maquinaria do LUCA (a primeira forma de vida, last universal common
ancestor), para iniciar a vida neste planeta antes de a vida estar nele operando teria que saber
reconhecer, separar e selecionar AAs do tipo L e açucares do tipo D. Dois ‘milagres’ simultâneos
da evolução química, com os quais, abismados e boquiabertos, nos deparamos quando
conseguimos, nós os químicos e bioquímicos, entender como a vida funciona em nível
molecular. Com suas maquinas, seus ‘amazing rybosomes’, como a prêmio Nobel de Química, a
profa. Ada Yonath, nos falou e nos mostrou em um vídeo de tirar o fôlego, aqui no Instituto de
Química da Unicamp, em uma palestra. Os ribosomos, robôs moleculares com mãos, cabeça,
cérebro. Como as kinesinas, com suas ‘pernas’, que andam através das rodovias moleculares de
nossas células e que dependem de moléculas enantiomericamente puras para terem formas
corretas, tridimensionalmente corretas. Um espetáculo de engenharia química e eficiência
sintética! Design absolutamente perfeito, e de uma inteligência inimaginável. Sintese
enantiosseletiva 100% eficiente. Maquinaria que faz e reconhece coisas que nós, cientistas,
temos imensa dificuldade de fazer e reconhecer.

“Quem se atreveria, então, a explicar como, na sopa primordial, em processos não guiados,
essa maquinaria surgiu e gerou a vida? Estamos tentando...”

Dr. Marcos N. Eberlin -UNICAMP-

[16:48, 8/6/2016] +55 81 9307-1244: Resposta de Vinicius:

[16:57, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: Ja mando. Meu cel tinha travado

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: Quiralidade e aminoácidos levógiros (o que sabemos)

Os aminoácidos levógiros são os únicos participantes na formação dos seres vivos?

O átomo de carbono central é denominado "carbono a", ao qual se ligam 4 diferentes grupos
de compostos com carbonos.

O fato de 4 grupos distintos se encontrarem ligados á um mesmo átomo de carbono gera no


"carbono a" um centro quiral.

O centro quiral faz com que existam duas possibilidades estruturais para cada aminoácido:

uma estrutura levógira L e uma estrutura dextrógira D.

Apenas os L existem na estrutura das proteínas.

Exceções incluem a glicina e a prolina.


Alguns D foram encontrados em algumas bactérias.

Como sabemos as bactérias são um dos seres que se formaram no processo inicial de
surgimento da vida na Terra.

Isso nos leva a crer que tanto os aminoácidos levógiros e dextrógiros participaram inicialmente
nas bases de formação dos compostos orgãnicos.

A preferência da natureza por aminoácidos levógiros provavelmente se deve a uma seleção


molecular ainda na sopa primordial, mas que não excluiu totalmente os aminoácidos levógiros

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: Aminoácidos vindo do espaço?

O geoquímico norte-americano Cyril Pannamperuna, pesquisador no Laboratório de Evolução


Química da Universidade de Maryland, apresentou 3 novas evidências de que os processos
responsáveis pela formação da vida ocorreram em ambientes diversos e hostis.

O primeiro estudo é considerado um dos precursores da reprodução dos processos de criação


de vida em laboratório, tendo simulado as condições reinantes na atmosfera terrestre
primitiva.

O segundo foi a identificação em 1970, de aminoácidos no meteorito de Murchison, que havia


caído na Austrália um ano antes.

O terceiro foi a análise do material de dois meteoritos encontrados na Antártida, onde


estiveram congelados durante 200 mil anos.

Pannamperuna descobriu muitos aminoácidos.

Metade deles diferem dos aminoácidos encontrados em organismos vivos terrestres.

Na realidade, nestes dois encontram-se os fatos comprovadores de que os ácidos são, de


origem "extraterrestre ou prebiótica".
As únicas amostras de material, com as mesmas características de seu estado inicial,
analisáveis na Terra são os meteoritos que, ocasionalmente, atingem a sua superfície.

Pelo estudo das propriedades radioativas dos meteoritos é possível determinar a sua idade. Em
geral, eles possuem uma idade de 4 bilhões de anos, o que corresponde à própria infância do
nosso sistema planetário.

Alguns raros meteoritos, denominados escuros, muito frágeis, que são classificados como
condritos carbonados, em virtude de sua composição rica em composto de carbono.

O mais conhecido dos condritos carbonados é o meteorito de Orgueil, que caiu no Sul da
França, em 14 de maio de 1864.

Vários químicos decidiram investigar os seus fragmentos, dentre eles, o francês Daubrée em
colaboração com Choez, após se cientificar que havia sido eliminada toda possível
contaminação proveniente do solo terrestre.

Choez detectou 6,4 por cento de matéria orgânica.

Quatro anos após a queda do meteorito de Orgueil, o célebre Berthelote, em estudo muito
minucioso, afirmou que havia isolado alguns hidrocarbonetos, semelhantes aos alcanos
normais. Tais análises foram confirmadas, em 1956, pelo mineralogista Wiik.

Em 23 de julho de 1872, perto de Lancé, ocorreu a queda de outro meteoritocarbonado.

Convém lembrar que já em 1834, o químico sueco Jons Berzelius, no Instituto Karolinska de
Estocolmo, já havia publicado uma análise do condrito de Alais, que caíra na França em 1806.

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: Segundo Berzelius, quase todo o Alais deveria conter
substâncias orgânicas muito complexas.
Foi com essa pesquisa que se iniciaram há 15 anos, os estudos de compostos orgânicos em
condritos carbonados.

A segunda análise histórica foi efetuada em 1959, por Wohler, que precipitou uma fração do
meteorito de Kaba em álcool, identificando substâncias orgânicas.

Na década de 1950, o inglês Geoerge Muller, da Universidade de Londres, obteve um


precipitado do meteorito de Cold Bokkeveld, da África do Sul, e detectou a existência de
matéria orgânica no seu interior. Desde essa época, o interesse pelo estudo dos condritos
carbonados sofreu um aumento exponencial.

O primeiro dos meteoritos carbonados a serem analisados logo após a sua queda foi o que caiu
à cidade de Murray, em Kentucky em 1950.

Seu estudo revelou a existência de substâncias no domínio da química orgânica jamais


encontradas em outros meteoritos.

Tais resultados permitiram a elaboração dos fundamentos de um novo setor da cosmoquímica


orgânica, no mesmo tempo que conduziu a um maior interesse pelas formas de vida
extraterrestres.

Em 1960, uma enorme bola de fogo explodiu, nas vizinhanças do Pueblito de Alllende no
México.

No dia seguinte, recolheu-se grande quantidade dos seus fragmentos que são até hoje
analisados por processos modernos de investigação de matéria orgânica. A maior parte deste
meteorito encontra-se também no Museu de História Natural de Washington, os EUA.

Todos estes meteoritos analisados pelos métodos de cromatografia de gases, associados à


espectrometria de massa permitiram coletar inequívocas provas da presença de
hidrocarbonetos assim como de aminoácidos.
Tais compostos são os elementos das proteínas, indispensáveis à vida.

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: A mais notável comprovação da existência da matéria


orgânica nos meteoritos surgiu com a análise do meteorito de Murchison.

A análise mostrou que o meteorito continha hidrocarbonetos bem como a presença de


aminoácidos.

O exame destes revelou a existência de 18 diferentes tipos. Seis deles eram variedades muito
freqüentes nas proteínas dos tecidos vivos.

Os outros 12, embora quimicamente semelhantes, não foram jamais registrados nas proteínas
terrestres.

Nesses dois meteoritos os aminoácidos apresentam moléculas levógiras e dextrógiras em igual


quantidade.

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: A natureza sempre utiliza na edificação das proteínas
uma só variedade de aminoácidos, pois só assim elas se tornam estáveis.

A vida se desenvolveu a partir da variedade levógira, de tal modo que os aminoácidos


dextrógiros são extremamente raros na Terra.

A presença de aminoácidos sob as formas dextrógira e levógira nos meteoritos carbonados que
é muito pouco provável que eles tenham pertencido a organismos vivos. No entanto, tal
presença mostra que as moléculas de evolução prebiótica, na concepção de Oparin, existem
em outros pontos do sistema solar.

Aliás, todas as experiências de criação de matéria orgânica em laboratório conduziram ao


aparecimento de aminoácidos levógiros e dextrógiros, o que permite afirmar que os processos
de constituição de formas prebióticas se desenvolveram no espaço interplanetário há bilhões
de anos.
Todos estes estudos parecem provar que a vida é um fenômeno natural, normal e mesmo
inevitável, que surge desde que as mínimas condições favoráveis à vida apareçam.

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: A transformação de aminoácidos levógiros e


dextrógiros e a formação da vida.

A datação por racemização de aminoácidos é um método estratigráfico químico.

Este estudo procura estabelecer uma nova técnica para datação de amostras fósseis;

por outras palavras, um tipo de "cronómetro biológico "

Os aminoácidos são moléculas complexas que compõem as proteínas.

Os 20 aminoácidos essenciais são levógiros, ou seja em organismos vivos, apenas a forma


levógira aparece (ressalvo algumas bactérias).

Entretanto quando o organismo morre, reacções químicas vão transformando parte dos
aminoácidos.

A degradação ocorre de tal forma que a concentração dos aminoácidos levógiros decresce com
o tempo, enquanto a concentração de aminoácidos dextrógiros cresce, até que um ponto de
equilíbrio é encontrado (racemização).

Aminoácidos podem então mudar sua quiralidade após a morte do organismo e então coexistir
na natureza sob as duas formas (levógiros e dextrógiros).

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: Como surgiu a vida então? Uma análise sobre as
propriedades do RNA

Estudos recentes apontam uma maior importância dos ácidos nucleicos no processo inicial do
desenvolvimento biológico.
Assim, o RNA parece ter sido o primeiro ácido nucleico a surgir, já que este forma curtas
cadeias espontaneamente, em ambientes semelhantes aos que existiam na Terra primitiva,
enquanto que o DNA não se forma espontaneamente nestas circunstâncias.

Sabe-se igualmente que o RNA se liga temporariamente a sítios específicos, catalizando certas
reacções na célula viva na ausência de enzimas.

A descoberta desta actividade catalítica do RNA veio alterar substancialmente as nossas ideias
sobre o processo evolutivo.

Como as relações entre os ácidos nucleicos e as proteínas são numerosas, durante muito
tempo foi suposto que estes dois tipos de moléculas biológicas teriam evoluido
simultaneamente.

Assim, se o RNA primitivo possuisse funções catalíticas, além da capacidade de


armazenamento de informação, este tipo de ácidos nucleicos poderia funcionar sem DNA e
proteínas, quando a vida surgiu.

É provável que este mecanismo tenha existido nos processos iniciais da formação das células
primitivas funcionando como elemento aglutinador da informação genética.

Ulteriormente, o RNA terá originado DNA, possivelmente por transcrição inversa, molécula
esta muito mais estável e destinada a funcionar como arquivo seguro da informação genética
da célula.

No entanto, esta hipótese denominada de "mundo de RNA" e que surgiu pela primeira vez em
1986, merece igualmente alguns comentários, já que vários dos seus pressupostos parecem ser
de difícil concretização.

O primeiro relaciona-se com a própria formação deste ácido nucleico.

Embora a síntese artificial de RNA seja um facto, a sua concretização é difícil e a probabilidade
de formação espontânea desta molécula em condições pré-bióticas deve ter sido bastante
fraca. Mas, levando-se em conta que esta molécula provém de partes menores que se
aglutinaram e que as probabilidades destas em se formarem e se unirem são significativas
dados as análises, reduziu-se a descredibilidade da hipótese.

O segundo: O próprio processo de síntese do açúcar constituinte deste ácido nucleico - a ribose
- origina igualmente outros açúcares que inibem a síntese do RNA. Mas os próprios inibidores
de RNA podem ter surgido após a formação do mecanismo de síntese, já que para haver um
processo de defesa do mecanismo, tem-se de ter o próprio mecanismo primeiro.

Por outro lado, a presença de fósforo a nível dos ácidos nucleicos continua a ser questão em
aberto, já que que este elemento é relativamente raro na natureza.

[17:01, 29/5/2016] +55 22 98118-6619: No entanto, a descoberta de meteoritos com grandes


concentrações de carbono e argilas, como o de Orgueil (França, 1864), o de Murchison na
Austrália (1969) e o de Allende no México (1969), no qual foram descobertos numerosos
aminoácidos, veio alterar de forma significativa as noções sobre a síntese abiótica de
compostos orgânicos no nosso planeta.

É evidente que a simples presença de aminoácidos nos meteoritos não significaria que os
mesmos tivessem tido origem fora do nosso planeta.

A existência desses aminoácidos poderia ser resultado de um processo de contaminação.

No entanto, os estudos relativos às propriedades ópticas destes compostos revelaram-se


surpreendentes, já que ao contrário dos aminoácidos sintetizados pelos organismos terrestres,
que são levogiros, estes apresentam-se metade constituídos por aminoácidos levogiros e a
outra metade por compostos dextrogiros.

De igual modo, estes aminoácidos respeitam as proporções esperadas para as reacções


químicas abióticas.

Estes resultados parecem demonstrar que a hipótese dos modelos endógenos (síntese de
aminoácidos na hidrosfera primitiva) não foi a única via para a síntese dos compostos orgânicos
formados em condições abióticas.
Assim, é possível considerar que muitos dos aminoácidos existentes nos oceanos primitivos
tivessem sido libertados por um processo de hidrólise efectuado a nível dos meteoritos ou dos
cometas quando em contacto com a água.

Isto poderia levar a admitir, em última análise, que os primeiros constituintes orgânicos da
Terra não teriam sido formados nos oceanos primitivos do nosso planeta, mas sim no espaço.

No entanto, e baseando-nos em todos os dados já obtidos, é provável que os dois processos


(endógeno e exógeno) tenham coexistido no mesmo cenário de evolução.

[16:50, 8/6/2016] +55 81 9307-1244: Assuntos à pesquisar:

[16:50, 8/6/2016] +55 81 9307-1244: trigonometria, ccd, razão focal, espectrógrafos


(elementos: fenda, colimador, elemento disperso (rede), câmera, detector), raio x, raios
gamma, ultravioleta, infravermelho, ondas de rádio. Linhas espectrais, raias. espectro gráfico
verso comprimento de onda-remissão e absorção.