Você está na página 1de 19

Códigos de Barras

Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003


Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Os códigos de barras são, hoje em dia, uma das formas de codificação mais conhecidas e divulgadas.

Porquê uma codificação uniforme de produtos

As empresas da indústria e da distribuição relacionam-se de forma contínua, estabelecendo


comunicações entre si, que se reflectem numa série de documentos, tais como, pedidos, facturas, recibos, etc.,
mas sem utilizar até este momento, uma "linguagem comum".
A racionalização de todas as operações administrativas relativas ao fluxo de mercadorias existentes
entre Industria – Distribuição - Consumo, facilita o controle e a gestão de stocks dos produtos, e traduz-se em
benefícios decorrentes da melhoria dessas funções.
Uma codificação uniforme, normalizada e homologada internacionalmente, aceite por todas as partes,
permite um mais correcto controle, e melhor planificação e administração de todos os produtos.
Por outro lado, a necessidade de uma recolha racional de dados sobre os produtos no ponto de venda,
suscitou o desenvolvimento de novas técnicas, tanto na etiquetagem dos produtos como nas caixas de saída,
de forma a que o produto possa ser identificado automaticamente no momento da sua passagem pela caixa.
Às caixas registadoras ligam-se leitores ópticos (scanners, lápis, pistolas, etc.) que em comunicação
directa com um computador, permitem o processamento imediato dos dados recolhidos.
É necessário um acordo entre todos os interessados – Industriais – Distribuidores - sobre uma
codificação de produtos única e normalizada e respectiva tradução em símbolos capazes de serem lidos por
meios ópticos.
Um sistema com tais características, facilita não só a gestão de stocks e a racionalização do fluxo de
mercadorias como cria novas formas de entendimento entre Industriais e Distribuidores para o intercâmbio de
informações.

Evolução e Situação Actual da Codificação de Produtos

Os 4 exemplos de códigos de barras a seguir apresentados são apenas algumas das variações
existentes no mercado. Em 1973 um comité americano (The Grocery Industry Ad-Hoc Committee) decidiu-se,
após vários anos de estudo, pelo sistema UPC (Universal Product Code) aprovando o seu próprio modelo e
relegando para o esquecimento os sistemas propostos por outras companhias (Litton, IBM, Singer, Pitney-
Bowers, Charecogn, RCA e Scanner). Entre os sistemas propostos havia códigos de círculos e semicírculos
concêntricos, em forma de leque e várias combinações de barras simples ou com dígitos para leitura- óptica.

Pág. 1 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Os exemplos a seguir reproduzidos foram feitos com o programa WBAR que permite a importação das
figuras. A descrição destes exemplos foi tirada do programa CodeMaker de Kirk Quinbar.

Entre estes exemplos, o código de barras “2 of 5” (também chamado Interleaved 2 of 5) só admite


dígitos e estes devem ser em número par, pois o sistema de codificação agrupa-os dois a dois. Este sistema é
usado na codificação ITF-14 mencionada mais à frente. O código “3 of 9” é alfa numérico e o número de
caracteres é apenas limitado pelo tamanho do rótulo. Aceita dígitos, letras maiúsculas e ainda os seguintes
caracteres: (espaço), $, / e +.
O código “UPC” (Universal Product Code), adoptado pelos americanos em 1973, é um código de doze
dígitos assim distribuídos: o primeiro dígito (geralmente zero) é o número do sistema, os cinco dígitos seguintes
são o código do fabricante e os cinco seguintes dão o código do produto e o último é o dígito de controlo. Para
maior facilidade de leitura humana, o primeiro dígito, costuma agora ser impresso à esquerda do separador
lateral esquerdo (o primeiro par de barras finas que se prolongam do lado de baixo do corpo do código). Os
cinco dígitos do fabricante ficam entre o referido separador e o separador central, também saliente em baixo.
Os cinco dígitos do produto ficam entre este último separador e o separador lateral direito. À direita deste
separador é colocado o dígito de controlo.
O primeiro dígito, geralmente zero, está reservado para a categorização dos produtos (medicinais,
alimentícios, etc.) mas o seu uso ainda não está vulgarizado. O código UPC tem duas versões: UPC-A e UPC-
E. A primeira permite a codificação de 105 = 100000 fabricantes diferentes, cada um deles apto a codificar
100000 produtos distintos. A versão UPC-E, também chamada a versão reduzida ou do zero suprimido (zero

Pág. 2 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

supressed) distingue-se da primeira, obviamente pelo tamanho, mas ainda por não ter separador central e só
conter 8 (oito) dígitos. Este código mantém o primeiro dígito à esquerda do separador esquerdo (como se disse,
geralmente, zero), tem seis dígitos seguidos entre os dois separadores e, à direita do separador direito mantém
o dígito de controlo.
Os seis dígitos, obtidos pela eliminação dos zeros à direita do código do fabricante e dos zeros à
esquerda do código do produto, implicam que o número de produtos que é possível codificar dependa
inteiramente do número de zeros retirados do código do fabricante. Assim, se o código do produtor não terminar
em zero, os quatro zeros a suprimir saem todos dos cinco dígitos destinados ao produto e com o dígito restante
só se podem codificar 10 produtos.
Se o código do produtor terminar com três zeros, isto é, se o seu código puder ser reduzido aos dois
primeiros dígitos, ainda ficam quatro dígitos para o produto, o que permite representar 104 = 10000 produtos
distintos.
Em 1977 a união dos representantes de 12 países europeus criou na Europa, com sede em Bruxelas,
uma associação destinada a criar um método de codificação unificado. Adoptaram a sigla EAN (European
Article Numbering), mas, em 1981, devido à expansão internacional do sistema, mudaram a designação para
Associação Internacional de Numeração de Artigos, mantendo, contudo, a sigla original. O sistema EAN já foi
adoptado pela maioria dos países desenvolvidos de todos os continentes. Em todo o mundo só os Estados
Unidos e o Canadá continuam usando o sistema UPC de doze dígitos.
Em Portugal o uso dos códigos de barra é regulado pela CODIPOR (Associação Portuguesa de
Identificação e Codificação de Produtos) que tem a seu cargo a atribuição dos códigos pelos seus associados
que, em 1995, já eram cerca de 3000 e que têm crescido, nos últimos anos, a um ritmo superior a 400 adesões
por ano.

Pág. 3 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Então, o que é a CODIPOR?

A CODIPOR é uma organização profissional privada de carácter civil formada por industriais,
distribuidores (grossista e retalhistas) e prestadores de serviços, sem fins lucrativos, para a implantação,
desenvolvimento e difusão da codificação de produtos em Portugal.
A CODIPOR é o representante Português da Internacional Article Numbering Association – EAN,
organização responsável pelo sistema a nível mundial, que já conseguiu acordos de base em matéria de
codificação e simbolização de produtos de grande consumo, para obter com a sua aplicação maior
rentabilidade e eficácia das estruturas comerciais.

O código EAN-13 tem uma configuração semelhante ao UPC atrás descrito e distingue-se facilmente
por não ter qualquer dígito à direita do separador direito. A segunda diferença, não é tão notória, pois o facto de
ter seis dígitos de cada lado do separador central requer um exame mais atento.
O primeiro dígito, à esquerda do separador esquerdo, é o primeiro de um grupo de dois ou três dígitos
característicos do país ao qual pertence a empresa, isto é, o indicativo nacional ou bandeira (flag). O indicativo
português é 560 e o 5 aparece separado à esquerda, mas o 60 vem já dentro do primeiro grupo de seis dígitos
dos quais, os quatro seguintes caracterizam a empresa. São estes os números atribuídos pela CODIPOR aos
seus associados.
No segundo grupo de seis dígitos, o grupo da direita, os primeiros cinco caracterizam o produto e o
último é o dígito de controlo. Quer isto dizer que a CODIPOR poderá ter até 10000 associados e que cada um
destes podem codificar até 100000 produtos diferentes. As empresas escolhem livremente os códigos a atribuir
aos seus produtos e isso pode ser feito de diversas modos, como se verá a seguir, na classificação dos códigos
quanto à estrutura.
Para a identificação de pequenas unidades de consumo a CODIPOR atribui, produto a produto, a
pedido dos seus associados, um código reduzido, o código EAN-8 com uma capacidade máxima de 10000
registos diferentes. O EAN-8 é um código só de dígitos, oito ao todo, sendo os três primeiros o código do país
(560 no caso de Portugal), os quatro seguintes o código do produto e o último o dígito de controlo. É importante
notar que o código EAN-8 é produzido e gerido de modo muito diferente do seu congénere americano, o código
UPC-E. Este não tem separador central e mantém o primeiro dígito à esquerda, fora do separador esquerdo. O
EAN-8, pelo contrário, mantém o separador central, dividindo o código de oito dígitos em dois grupos de quarto.
Não há dígitos exteriores, isto é, fora dos separadores laterais.

Pág. 4 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Esquema Geral Do Código UPC A

Pág. 5 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Que caminhos seguem os produtos desde...a indústria até ao consumidor?

A Associação Internacional de Codificação (EAN) atribui a cada pais ou organização filiada, um número
de 2 ou 3 algarismos (Flag) que o identifica em todas as transacções nacionais e Internacionais.
À CODIPOR foi atribuída a flag 560.
O Industrial (ou Distribuidor) membro da CODIPOR solicita a esta que lhe seja concedido um Código de
Empresa Portuguesa (CEP). A CODIPOR atribuir-lhe-á um código de 4 dígitos que será comum em todos os
produtos desse Industrial (ou Distribuidor).
O Industrial (ou Distribuidor) dispõe dos restantes 5 algarismos (excepto o 13º -
dígito de controle) que compõem o código para numerar, da forma que entender, os seus
produtos.
Este código (País / Industrial / Artigo / Dígito de Controle) será o que define o
produto em todas as relações Indústria – Distribuição - Consumo, quer a nível nacional
quer internacional.
O caminho começa na Fábrica, onde o Industrial incorpora este código com a
correspondente simbolização em barras, nas etiquetas ou embalagens dos seus produtos,
de forma a poder ser lido pelos leitores ópticos (scanners, lápis, etc..) acoplados às caixas
registadoras.
É necessário ter em atenção que os profissionais que realizam os trabalhos de
impressão devem estar suficientemente preparados para assegurar a qualidade do
símbolo.
O industrial dispõe da possibilidade de codificar igualmente as unidades de
expedição dos seus produtos, de modo a servir de base de controle interno quer para ele
quer para o seu cliente. A codificação e simbolização das unidades de expedição
comportam algumas variantes relativamente às unidades de consumo.
Ficam assim registadas na caixa e na memória do computador as
importâncias e saídas dos diferentes produtos que compõem a compra de um cliente. Ao anotar na
sua memória a saída dos produtos, o computador possibilita um controle rígido das existências de
cada produto, o que permitirá agilizar extraordinariamente a gestão.
Em consequência do referido controle de existências, o computador do distribuidor tem a
possibilidade de realizar pedidos automáticos ou outras operações.

Pág. 6 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

O Distribuidor efectua os pedidos de um produto através do código deste. Ao receber a mercadoria,


pode desde logo colocá-la à venda sem necessidade de efectuar qualquer marcação de preço, devendo este
estar situado de forma visível apenas nas prateleiras.
O cliente que efectua a compra leva o produto à caixa de saída. A
operadora de caixa passa o produto pelo leitor óptico, que consiste num emissor
de raios laser de baixa intensidade, capaz de ler os símbolos impressos na
etiqueta ou embalagem.
Directamente com o computador do fornecedor, utilizando uma linguagem comum.
A caixa registadora emite um talão(ticket), contendo uma descrição pormenorizada dos
produtos adquiridos e seus correspondentes preços, registados simultaneamente na passagem dos
produtos pela caixa.

Pág. 7 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Vantagens do Sistema

É óbvio que o sistema comporta grande número de vantagens relativamente aos métodos clássicos
tanto para os Industriais como para os distribuidores e até para os consumidores.

Vantagens para o Fabricante

• Criação de um fluxo de informação do distribuidor ao industrial, que lhe permite conhecer dados reais
sobre o mercado, a partir do ponto de venda, que poderá ser um óptimo suporte para facilitar a sua
gestão (marketing, política de stocks, etc. ...).
• Diminuição dos gastos rotineiros administrativos de intercâmbio de documentos (pedidos, facturas,
recibos, etc....) entre distribuidores e fabricantes.
• Possibilidade de criação de sistemas de controle interno através da codificação das unidades de
expedição.
• Melhoria na planificação das encomendas em consequência da melhoria do controle e necessidades do
retalhista.
• Os grossistas também poderão beneficiar de algumas destas vantagens, com relevância para a
racionalização e standartização de documentos e para a codificação das unidades de expedição.

Vantagens para o Distribuidor

• Aumento da produtividade dos operadores de caixa.


• Eliminação da "quebra" decorrente de erros de etiquetagem, de digitação do preço, etc.
• Poupança de mão-de-obra na marcação dos produtos e consequentes alterações de preços.
• Conhecimento imediato dos stocks de todos os produtos com as vantagens decorrentes da utilização
de inventário permanente.
• Melhoria na gestão de pedidos, programação de vendas, controle de promoções, etc. ...
• Facilidade de gestão financeira em virtude de se trabalhar com números mais rigorosos e precisos.
• Melhoria nos serviços prestados aos clientes devido a um atendimento mais rápido e a entrega de um
talão de caixa claro, exaustivo e discriminado.
• Racionalização das operações administrativas devido a utilização de uma linguagem comum nas
relações com os seus fornecedores.

Pág. 8 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Vantagens para o Consumidor

• Recepção de um talão de caixa pormenorizado das suas compras no qual aparecem as designações de
todos os produtos e respectivas preços.
• Eliminação dos erros de digitação do preço.
• Diminuição do tempo de espera no pagamento, uma vez que o sistema acelera a passagem dos
clientes pela caixa de saída.

Pág. 9 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

O que é o sistema de codificação EAN?

O sistema internacional EAN configura-se como um conjunto de normas, para uniformizar a numeração de
todos os produtos de grande consumo e possui as seguintes características:
- Pode ser utilizado por industriais e distribuidores como linguagem comum para intercâmbio de informações
e melhoria de comunicações.
- Identifica a unidade do produto de forma biunívoca ( 1 código – 1 produto).
- Possibilita uma identificação válida internacionalmente.
- A sua configuração pode gerar informação imediata no ponto de venda.

Estrutura do código EAN

A EAN adoptou uma estrutura de codificação que admite um total de 13 dígitos para identificar a
unidade de consumo.
Esta estrutura responde à necessidade de englobar e compatibilizar o dito código como sistema UCP,
utilizado nos Estados Unidos e no Canadá com apenas 12 dígitos.
Os três dígitos iniciais são indicativos do país donde procede o produto denomina-se bandeira ou flag.
Corresponde a Associação Internacional de Codificação EAN a atribuição a cada país ou organização da
correspondente bandeira. Ate 1982, a EAN atribuiu bandeiras de 2 dígitos, porem, a partir desse ano e em
virtude do crescimento do número dos seus filiados, passou a atribuir exclusivamente bandeira de três dígitos.
A Portugal foi atribuída a bandeira 560 pelo que todos os códigos de produtos portugueses serão
precedidos da flag 560.
Os 9 dígitos seguintes identificam o artigo ou produto, sendo da responsabilidade da entidade nacional
de codificação portuguesa (CODIPOR) a atribuição dos 4 primeiros dígitos que servirão para identificar o
industrial ou distribuidor. Os outros 5 dígitos ficam à disposição do industrial ou distribuidor para numerar a sua
gama de artigos.
O último digito é o de controle e calcula-se através de um algoritmo, e a sua finalidade e impedir
qualquer erro de leitura.
Com o fim de dispor de um código para produtos de dimensão reduzida, definiu-se uma versão curta do
código EAN. Para estes casos criou-se um código reduzido de 8 dígitos: as três primeiras posições definem o
país, as quatro restantes definirão o produto e o último será de controle.

Pág. 10 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

A atribuição destes códigos será feita pela CODIPOR produto a produto no seguimento de pedido
devidamente fundamentado.

Esquema:

Número do Número da Número de unidade do Caracter de


país-Flag Empresa produto controle

560 1234 56789 2

Portugal Produtos alimentares LDA Ervilhas 500g Garantia de


Rua do Poço, nº
1100 Lisboa leitura a 99%

Origem do Associação CODIPOR - Associação Industrial ou Definido por


Internacional de Portuguesa de Identificação
Número Codificação e Codificação de Produtos Distribuidor um Algoritmo
EAN

Pág. 11 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Como se Representa o Código

A representação simbólica do código efectua-se através da simbolização dos 13 dígitos de forma a que
possam ser lidos e compreendidos directamente pelos computadores.
O sistema tem como base a experiência americana e é constituído por um símbolo de barras de
dimensões variáveis.
Embora a sua dimensão standard seja de 37,24 X 26,26 mm, esta pode variar em função do tamanho
da etiqueta ou da embalagem entre 0,8 a 2 vezes a dimensão standard.

Este símbolo será impresso pelo industrial nas etiquetas ou embalagens dos seus produtos.
Existe a possibilidade do símbolo ser impresso pelo distribuidor, utilizando etiquetas autocolantes ou
máquinas etiquetadoras especiais, para codificar no ponto de venda produtos frescos (carne, peixe, legumes,
frutas) geralmente de peso variável, ou produtos não codificados na origem.
O símbolo standard é formado por uma série de barras paralelas, claras e escuras de diferentes
amplitudes. Na parte inferior do símbolo representa-se o mesmo código em algarismos árabes para que possa
ser inteligível.

Pág. 12 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Indicativos Nacionais da EAN (Flags)

FLAGS ENTIDADES NACIONAIS


00 a 09 UCC (Estados Unidos/Canadá)
20 a 29 Números Reservados
30 a 37 GENCOD (França)
40 a 43 CCG (Alemanha)
450 Câmara do Comércio e Industria da URSS
471 ANC de ROC (Taiwan)
49 Centro de Distribuição de Código (Japão)
50 ANA Ltd, (Reino Unido) e ANA (Irlanda)
520 HELCAN (Grécia)
529 Câmara do Comércio e Industria do Chipre
54 ICODIF (Bélgica/Holanda/Luxemburgo)
560 CODIPOR (Portugal)
569 Comité-EAN da Islândia
57 Dansk Varekode Administration (Dinamarca)
599 Câmara do Comércio Húngara
600 - 601 SAANA (África do Sul)
64 Câmara Central de Comércio (Finlândia)
70 Norsk Varekodeforening (Noruega)
729 Associação de Codificação Israelita
73 Comité EAN Sueco
76 SACV (Suíça)
779 CODIGO (Argentina)
789 ABAC (Brasil)
80 a 83 INDICOD (Itália)
84 AECOC (Espanha)
859 Czechoslovak CCI (Checoslováquia)
860 JANA (Jugoslávia)
87 Stochting UAC (Holanda)
90 - 91 EAN - AUSTRIA
93 APNA Ltd (Austrália)
94 NZPNA Ltd (Nova Zelândia)
959 PGNPNA (Papua Nova Guiné)

Pág. 13 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

977 Periódicos (ISSN)


978 - 979 Livros (ISBN)
98 - 99 Indicativos Reservados

Lista dos Membros EAN


(País / Prefixo / Organização / Sigla)

ÁFRICA DO SUL 600 - 601


South African Numbering Association
(SAANA)
ALEMANHA 400 a 440
Centrale Für Coorganisation
(CCG)
AMÉRICA CENTRAL 740 a 745
GUATEMALA, EL SALV ADOR, HONDURAS,
NICARÁGUA, COSTARICA, PANAMÁ

Instituto Centroamericano de Codificacion Comercial


(ICCC)
ARGENTINA 779
Asociacion Civil Argentina de Codificacion
de Produtos Comerciales
(CÓDIGO)
AUSTRÁLIA 93
Australian Product Number Association Ltd.
(APNA)
AUSTRIA 90 a 91
Gesellschaft Für Kooperative Logistik
(EAN-AUSTRIA)

Pág. 14 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

BÉLGICA e LUXEMBURGO 54
ASBLICODIF VZM
(ICODIF)
BRASIL 789
Associação Brasileira de Automação Comercial
(ABAC)

BULGÁRIA 380
Bulgarian Chamber of Commerce and Industry
(BCCI)
CHECOSLOVAQUIA 859
Administation Centre of System EAN
(CSS-EAN)
CHILE 780
CNC - Departamento de Codification Comercial
(CNC-DEPCO)
CHINA 690
Article Numbering Centre of China
(ANCC)
CHIPRE 529
Cyprus Chamber of Commerce and Industry
(EAN-CYPRUS)
COLOMBIA 770
Instituto Colombiano de Codifcacion Y automatizacion
Comercial
(IAC)
COREIA DO SUL 850
Korea Article Numbering Centre
(KANC)
CROACIA 385
Croatian EAN Center
(CRO-EAN)
CUBA 850
Camara de Comercio de la Republica de Cuba

Pág. 15 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

(CC de CUBA)
DINAMARCA 57
Dansk Varekode Administration EAN
(DVA)
EQUADOR 786
Asociacion Equatoriana de Código de Producto
(ECOP)
ESLOVÉNIA 383
Chamber of Economy of Slovenia
(SANA)
ESPANHA 84
Asociacion Espanola de Codificacion Comercial
(AECOC)
ESTÓNIA 474
Estonian Chamber of Commerce and Industry
(EAN-ESTONIA)
FEDERAÇÃO RUSSA 460 a 469
Automatic Identification Association
(UNISCAN)
FILÂNDIA 64
The Central Chamber of Commerce of Finland
(CCC of Finland)
FILIPINAS 480
Philippine Article Numbering Council
(PANC)
FRANÇA 30 a 37
GENCOD SARL
(GENCOD)
GRÉCIA 520
Hellenic Centre of Article Numbering SA
(HELLCAN)
HOLANDA 87
Stichting Uniforme Artikel Codering
(UAC)
HONG KONG 489

Pág. 16 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

Hong Kong Article Numbering Association


(HKANA)
HUNGRIA 599
Hungarian Chamber of Commerce EAN BUREAU
(HCC)
INDONÉSIA 899
Indonesia Product Numbering Council
(EAN-INDONESIA)
IRLANDA 539
Article Number Association of Ireland
(ANAI)

ISLANDIA 569
Iceland EAN Committee
(lCELAND EAN CMT)
ISRAEL 729
Israel Coding Association
(ICA)
ITÁLIA 80 a 83
Instituto Nazionale per la Diffusione della
Codifica del Prodotti
(lNDICOD)
JAPÃO 45 a 49
The Distribution Code Centre
(DCC)
JUGOSLÁVIA 860
Jugoslav Article Numbering Association
(YANA)
MALÁSIA 955
Malaysian Article Numbering Council
(MANC)
MALTA 535
Malta Article Numbering Association
(MANA)
MARROCOS 611

Pág. 17 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

EAN-Maroccos
(EAN-MAROC)
MÉXICO 750
Asociacion Mexicana del Códio de Producto AC
(AMECOP)
NORUEGA 70
Norsk Varekodeforening
(NVF)
NOVA ZELÂNDIA 94
New Zealand Product Number Assocition LTD
(NZPNA)
PERÚ 775
Associacion Peruana de Codigos
(AP C)
POLÓNIA 590
Bar Coding Centre of Poland
(BCC)
PORTUGAL 560
Associação Portuguesa de Identificação e
Codificação de Produtos
(CODIPOR)
REINO UNIDO 50
Article Numbering Association (UK) LTD
(ANA-UK)
SINGAPURA 888
Singapore Article Number Council
(SANC)
SUÉCIA 73
Swedish EAN Committee
(EAN-SWEDEN)
SUÍÇA 76
Association Suisse Code des Articles
(ASCA EAN-SUISSE)
TAILÂNDIA 885
Thai Product Numbering Association LTD

Pág. 18 de 19
Códigos de Barras
Escola Secundária de Emídio Navarro 2002/2003
Estruturas, Tratamento e Organização de Dados

(TPNA)
TAIWAN 471
Commercial Automation and Numbering Institute
(CAN)
TUNISIA 619
Societe Tunisienne de Codification
(TUNICODE)
TURQUIA 869
Union of Chambers of Commerce, Industry, Maritime
Commerce and Accomodity Exchanges of Turkey
(UCCET)
URUGUAI 773
Centro Uruguayo de Numeracion de Articulos
(CUNA)

VENEZUELA 759
Asociacion para la Codificacion Internacional de
Productos en Venezuela
(CIP)

Pág. 19 de 19