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MAR 1998 NBR 14040-5


Inspeção de segurança veicular -
Veículos leves e pesados
ABNT-Associação
Brasileira de
Normas Técnicas
Parte 5: Iluminação
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Rio de Janeiro
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NORMATÉCNICA

Origem: Projeto 16:012.07-005:1997


CB-16 - Comitê Brasileiro de Transportes e Tráfego
CE-16:012.07 - Comissão de Estudo de Vistoria e Inspeção de Segurança
Veicular
NBR 14040-5 - Safety vehicular inspection - Light and heavy vehicles - Part 5:
Illumination
Descriptors: Vehicular safety. Illumination
Copyright © 1998, Válida a partir de 30.04.1998
ABNT–Associação Brasileira
de Normas Técnicas Esta Norma incorpora a Errata nº 1 de SET 1999
Printed in Brazil/
Impresso no Brasil
Todos os direitos reservados
Palavras-chave: Segurança veicular. Iluminação 4 páginas

Sumário 2 Referências normativas


Prefácio
1 Objetivo As normas relacionadas a seguir contêm disposições
2 Referências normativas que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições
3 Requisitos para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor
ANEXO no momento desta publicação. Como toda norma está
A Bibliografia sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam
acordos com base nesta que verifiquem a conveniência
Prefácio de se usarem as edições mais recentes das normas
citadas a seguir. A ABNT possui a informação das normas
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é em vigor em um dado momento.
o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasi-
leiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Resolução do CONTRAN 680:1987 - Sistemas de
Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização iluminação e sinalização de veículos
Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo
(CE), formadas por representantes dos setores envolvi- Resolução do CONTRAN 692:1988 - Sistemas de
dos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e iluminação e sinalização de veículos
neutros (universidades, laboratórios e outros).

3 Requisitos
Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito
dos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre os
associados da ABNT e demais interessados. 3.1 Equipamentos

O anexo A desta Norma é de caráter informativo. Para a inspeção mecanizada, são necessários os seguin-
tes equipamentos:
1 Objetivo
a) regloscópio;
Esta Norma especifica como deve ser efetuada a inspeção
de segurança veicular denominada nesta parte da norma b) sistema de ar comprimido;
de grupo 4 - Iluminação. Esta Norma utiliza o método de
inspeção visual e inspeção mecanizada. c) calibrador de pneus.
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3.2 Inspeção 3.2.2 Faróis de neblina (uso facultativo)

A inspeção de segurança veicular deste grupo deve Verificar estado geral, posicionamento, funcionamento,
abranger os seguintes itens (ver Resoluções do regulagem e cor da luz emitida.
CONTRAN 680 e 692):
NOTAS
a) faróis principais;
1 O funcionamento deve ser independente dos faróis de luz alta
b) faróis de neblina (uso facultativo);
e baixa.
c) faróis de longo alcance (uso facultativo);
2 Os procedimentos de aferição da regulagem estão descritos
d) lanterna de iluminação da placa traseira; em 3.2.1.2.

e) luzes do painel. 3.2.3 Faróis de longo alcance (uso facultativo)

3.2.1 Faróis principais Verificar o estado geral, posicionamento, funcionamento,


regulagem e cor da luz emitida.
3.2.1.1 Inspeção visual

Verificar estado geral, posicionamento, funcionamento, NOTAS


cor da luz emitida e comutação elétrica.
1 O funcionamento somente deve ser possível com os faróis de
3.2.1.2 Inspeção mecanizada luz alta ligados.

Verificar a regulagem dos faróis, conforme indicações a 2 Os procedimentos de aferição da regulagem são aqueles dos
seguir: faróis principais, descritos em 3.2.1.2, alíneas a), b), c) e f).

a) calibrar os pneus, conforme especificações do fa- 3.2.4 Lanterna de iluminação da placa traseira
bricante do veículo;
Verificar o estado geral, posicionamento, funcionamento
b) posicionar o regloscópio, conforme recomenda- e cor da luz emitida.
ções do fabricante do aparelho e ajustar a medida
“e”, conforme a tabela 1; NOTA - A lâmpada deve acender simultaneamente às lanternas
indicadoras de posição.
c) os faróis devem ser inspecionados individualmen-
te, com o motor do veículo em funcionamento;
3.2.5 Luzes do painel
d) verificar a intensidade luminosa dos faróis baixos;
intensidade máxima permitida de 1 lux, na faixa es- Com as lanternas de posição e o motor ligados, verificar
cura; o funcionamento das luzes de iluminação do painel e
lâmpadas-piloto do farol de luz alta e das lanternas indica-
e) verificar os alinhamentos horizontal e vertical dos doras de direção (pisca-pisca).
faróis baixos. Uma regulagem correta deve propor-
cionar uma região claro/escura, cujo limite deve coin- 3.3 Classificação de defeitos
cidir com as linhas de referência do regloscópio;
Os resultados da inspeção devem ser registrados no rela-
f) os centros dos fachos luminosos dos faróis altos tório final , sendo os eventuais defeitos encontrados clas-
devem coincidir com a marca central da tela do re- sificados em leves (DL), graves (DG) e muito graves
gloscópio. (DMG), de acordo com a tabela 2.

Tabela 1 - Grupo 4 - Tipos de veículos


Distância “e” (*)
cm
Tipos de veículos
Faróis Faróis de
principais neblina
Veículos em que a distância entre a borda superior do refletor do farol e o solo é
menor que 140 cm
l Veículos leves 12 20
l Veículos com suspensão de nível regulável e com compensador automático
de inclinação do facho luminoso 10 20
l Caminhão trator
l Veículos com uma roda por eixo
l Caminhões
l Ônibus 30 40
Veículos em que a distância entre a borda superior do refletor do farol e o solo é
maior que 140 cm H/3 (*) H/3 + 7 (*)
( )
* Os parâmetros “e” e “H” são os indicados na figura 1.
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H - distância do centro geométrico do farol ao solo em centímetros;


h - distância da linha inferior claro-escura ao solo, medida em um plano perpendicular ao solo e ao eixo longitudinal do veículo, a uma
distância de 10 m do farol em centímetros;

e = H - h, em centímetros.

Figura 1 - Parâmetros
Tabela 2 - Grupo 4 - Iluminação

Item DL DG DMG
4.1 Faróis principais
l Um ou mais não funcionam adequadamente x
l Conservação dos faróis e/ou superfícies refletoras deficiente x
l Comutação alta/baixa inoperante x
l Cor emitida não regulamentada x
l Farol desregulado x
l Facho baixo com ofuscamento acima de 1 lux x
l Fixação deficiente x
l Aplicação de pintura ou películas sobre as lentes x

4.2 Faróis de neblina (uso facultativo)


l Só um funciona x
l Conservação/fixação deficiente x
l Quantidade/localização/cor não regulamentada x
l Desregulado x
l Acionamento dos faróis não independente dos demais x

4.3 Faróis de longo alcance (uso facultativo)


l Só um funciona x
l Conservação/fixação deficiente x
l Quantidade/localização/cor não regulamentada x
l Desregulado x
l Acionamento independente da luz alta x

4.4 Lanterna de iluminação da placa traseira


l Funcionamento deficiente x
l Conservação deficiente x
l Cor não regulamentada x
l Localização não conforme x

4.5 Luzes do painel


l Funcionamento deficiente: iluminação do painel ou luzes-piloto x

/ANEXO A
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Anexo A (informativo)
Bibliografia

Lei nº 9503 de 23/09/1997 - Código de Trânsito Brasileiro. Resoluções do CONTRAN.