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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO

CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS


CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
PSICOLOGIA DO TRABALHO

JHONATA RANGEL FERNANDES SIRQUEIRA Mat.: 201405232

RESUMO: Comportamento Organizacional

Resumo apresentado à disciplina de Psicologia do


Trabalho, no curso de Engenharia Civil da
Universidade Estadual do Maranhão para obtenção
da nota referente à segunda avaliação.
Prof ª.: Emmanuelle Heradita Ribeiro Cavalcante

São Luís - MA
2018
Comportamento Organizacional – GOMES, Jorge Fornari, 1987.

O artigo começa narrando duas histórias que mostram como pessoas não souberam lhe
dar com situações onde era necessário avaliar características do meio físico (características
das empresas) e o meio pessoal (conhecer a si próprio). Isso serve para o autor elucidar sua
proposta que é de desenvolver um senso crítico par analisar, avaliar e prever o comportamento
organizacional.
Entender uma organização não é uma tarefa fácil, o autor enfatiza isso ao longo do
texto, mas sistematiza-as da seguinte forma: identificar as variáveis, principalmente as mais
importantes, entender seu significado no contexto da organização e definir o inter-
relacionamento entre as variáveis. Assim poderemos compor um modelo de comportamento
da organização.
Os primeiros modelos organizacionais surgiram quando homem passou a cultivar
alimentos e a confinar e domesticar os animais 9.000 AC. Depois vem a democracia com Max
Weber e a administração cientifica com Taylor e Fayol. Os modelos organizacionais são
muito atraentes, mas devemos ter cuidado com a alienação, segundo o autor.
Para o autor, ao fazer uma revisão sobre as concepções de como as organizações
devem funcionar, temos então o nosso próprio modelo. Temos que adotar uma postura de
atualização frequente de ideais e conceitos próprios para ampliarmos o escopo de nosso
modelo, incluindo novos componentes para a qualidade de nossa ação.
Como uma ferramenta importante para um modelo organizacional, o autor aborda que
devemos fazer pequenos questionamentos como: Identificar sete variáveis, avaliar seus
comportamentos positivos e negativos e verificar quais delas você compararia com as
diferentes empresas.
Entre essas variáveis, o autor recomenda como base as seguintes variáveis: estrutura,
estratégia, sistemas (procedimentos), estilo, recursos humanos, competência e metas
superiores. Claro que cada modelo tem suas variáveis até mesmo variáveis únicas.
Por fim, o autor deixa algumas sugestões para manter um modelo organizacional,
como renovação constante, pesquisa e desenvolvimento de habilidades especiais como
qualidade e predisposição da percepção própria, habilidade para conceituar as variáveis e
generalizar experiências.
Como administradores devemos obter os melhores resultados, e para isso, o autor diz
que, devemos ser flexíveis e abertos. Como anda seu modelo? É a pergunta final do mesmo.
Comportamento Organizacional – RIBEIRO, João, 2008.

O autor introduz uma definição como motivação a par do comportamento


organizacional a liderança, que no contexto a gestão, é a capacidade de um individuo para
influenciar, motivar, promover o empenhamento dos outros a fim deste contribuírem para a
eficácia e sucesso das organizações que pertencem.
Após um questionamento sobre a definição anterior, ele questiona se a liderança é
consentida ou imposta, e indaga que existem lideres e gestores, conceitos que podem se
confundir, mas tem processos distintos, apontando liderança como mais emocional,
relacional, inovador e adequado ao inicio da organização, e a gestão como fria, voltada para a
tarefa, programada, reativa e adequada em tempo de estabilidade.
O autor começa então a falar as abordagens de liderança e a sua diversidade de formas,
como abordagem dos traços e competências, sendo os traços características físicas, de
personalidade e aptidões, e as competências como comportamental, cognitiva e técnica.
Continua com a abordagem comportamental, que segundo o auto o único resultado dos
estudos nessa área que foram consistentes e consenso foram que a existência de
comportamentos de consideração tende a relacionar-se positivamente com a satisfação dos
trabalhadores.
Cita agora, o autor, os estilos de liderança Likert que são divididos em quatro
sistemas, o autocrático explorador, autocrático benevolente, consultivo e
democrático/participativo. O modelo de Blake e Mouton extrai cinco estilos de liderança:
autocrático intermediário, integrador, simpático e anêmico. Já o modelo de Fiedler, aborda
três elementos: o estilo de liderança, o desempenho do grupo quanto à eficácia da liderança e
favorabilidade da situação entre a relação de lideres e liderados. Já o modelo Situacional de
Hersey e Blanchard se baseia em dois pressupostos: o comportamento do líder e a maturidade
dos liderados. Esses dois pressupostos devem ser equilibrados. E por fim, temos a “teoria do
caminho” ou “meta”, que trata de dois níveis sendo a satisfação dos subordinados e
desempenho da unidade organizacional. Esses dois níveis são moderados por um conjunto de
fatores, como características da tarefa e situação dos colaboradores.
Apontado os vários modelos de liderança, o autor segue agora para demonstrar a
importância e a vontade de ser líder, discorrendo que um líder deve ter de fato uma visão e
uma missão claramente definidas. E que é pedido desempenhe as suas competências em
ambientes mutáveis e que exigem posturas flexíveis e de grande adaptação à mudança.
Para isso, o autor aponta agora comportamentos de liderança, que são tomar decisões,
influenciar as pessoas, construir relações e obter e disseminar informações. E finaliza com
algumas formas operacionais de promover o desenvolvimento, crescimento e motivação dos
seus colaboradores, como identificar as necessidades para a formação do know how do grupo,
deixar claro o motivo de tal formação, contribuir com a autoconfiança do grupo e fornecer
feedback saber o que o grupo faz de bom e o que pode ser melhorado.

REFERÊNCAIS BIBLIOGRÁFICAS

GOMES, Jorge Fonari. Comportamento Organizacional. 1987


<http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rae/article/view/39028> Acesso em: 07/12/2018

RIBEIRO, João. Ferramentas para o Empreendedor - Manual Técnico do Formando:


“Comportamento Organizacional”. ANJE, 2008. Disponível em: <
http://www.anje.pt/system/files/items/76/original/ComportamentoOrgan-v11-final.pdf>
Acesso em: 07/12/2018