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ESTRADAS II

Aula 08 – Dimensionamento de Pavimento Flexível

Prof. Diego Camargo


Mestre em Engenharia de Transportes – EESC/USP
O que é um pavimento?
Segundo a ABNT- NBR 7207/82:
“O Pavimento é uma estrutura construída após terraplenagem,
destinada econômica e simultaneamente, em seu conjunto, a:
✓ Resistir e distribuir ao subleito os esforços verticais produzidos
pelo tráfego;
✓ Melhorar as condições de rolamento quanto a comodidade e
segurança;
✓ Resistir aos esforços horizontais que nela atuam, tornando mais
durável a superfície de rolamento.”
O que é um pavimento?
Segundo Balbo:

“Estrutura não perene, composta por camadas sobrepostas de


diferentes materiais compactados a partir do subleito do corpo
estradal, adequada para atender estrutural e operacionalmente ao
tráfego, de maneira durável e ao mínimo custo possível,
considerados diferentes horizontes para serviços de manutenção
preventiva, corretiva e de reabilitação, obrigatórios.”
O que é um pavimento?
Introdução
• Dimensionar um pavimento significa:
✓Determinar as espessuras das camadas;
✓Determinar os tipos de materiais a serem utilizados em sua construção;

• Tem-se uma estrutura capaz de suportar um volume de tráfego


pré-estabelecido, nas condições climáticas locais, oferecendo
desempenho desejável para suas funções.
Introdução
• O que se espera de um método de projeto?
✓Simplicidade de cálculo;
✓Abrangência.

• O que é comum a todos eles?


✓Empirismo decorrente de experiências de técnicos no trato das condições
locais.
Modelos de projetos
• 3 maneiras:
✓Método empírico: com base nos resultados observados ao longo do
tempo, obtidos pelas experiências em campo – método AASHTO de
1993, derivado do AASHTO Roads Test;
✓Método semiempírico: fruto da extrapolação e expansão de resultados
empíricos com base em uma teoria analítica consistente – método CBR;
✓Método empírico-mecanicista: fruto da calibração de modelos teóricos
com dados experimentais obtidos em campo e laboratório.
Histórico de modelos
• Necessidade de construção de aeroportos e rodovias
de forma rápida na 2ª guerra mundial;

• Métodos de dimensionamento baseados numa


classificação de solos desenvolvida pelo HRB
(Highway Research Board) e o ensaio de resistência
desenvolvido no Estado da Califórnia, sendo
denominado CBR (California Bearing Ratio) –
Índice de Suporte Califórnia;
Histórico de modelos
• Alterado para utilização de solos brasileiros.

• Pista experimental da AASHO (AASHO Road Test)


na década de 60 criou um método empírico a partir
destes resultados;

• Uma falha deste método é que foi estudado em um


tipo de subleito (único valor de CBR).
Método brasileiro de dimensionamento (DNIT)
0
10
20
30 20
40
Espessura equivalente (cm)

15
12
50
10
60 8
70 7
6
80 5
90 4

100
3
110
120
130
2
140
150
1E+03 1E+04 1E+05 1E+06 1E+07 1E+08 1E+09
Número de repetições de carga
MÉTODO BRASILEIRO DE
DIMENSIONAMENTO (DNIT)
R x Kr + B x Kb  H20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
Kb  H20
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
h20 x Ks  Hn
Restrições estruturais:

CBRda
Ks + hn x Kn Hmbase  80%

CBR da sub-base  20%


ruturais:

e  80%
𝐻𝑒𝑞 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598
ase  20%
Método brasileiro de dimensionamento (DNIT)
TIPO DE MATERIAL COEFICIENTE DE
EQUIVALÊNCIA
ESTRUTURAL (K)
Base ou revestimento de concreto asfáltico 2,0
Base ou revestimento pré-misturado a quente de graduação densa 1,7

Base ou revestimento pré-misturado a frio de graduação densa 1,4

Base ou revestimento asfáltico por penetração 1,2


Camadas granulares 1,0
Solo-cimento com resistência aos 7 dias superior a 4,5 MPa (compressão) 1,7

Solo-cimento com resistência aos 7 dias entre 2,8 e a 4,5 MPa (compressão) 1,4

Solo-cimento com resistência aos 7 dias entre 2,1 e a 2,8 MPa (compressão) 1,2

Bases de solo-cal 1,2


Método brasileiro de dimensionamento (DNIT)

N TIPO DE RESVESTIMENTO ESPESSURA


(repetições do ERSD de 80 kN) (mm)

≤106 Tratamento superficial 15 a 30

106 < N ≤ 5 x106 CA, PMQ, PMF 50

5 x106 < N ≤ 107 Concreto asfáltico 75

107 < N ≤ 5 x107 Concreto asfáltico 100

N > 5 x107 Concreto asfáltico 125


Método brasileiro de dimensionamento (DNIT)
MATERIAL RESTRIÇÕES BÁSICAS

Expansão máxima, no ensaio de CBR para reforços de subleitos


(com imersão de quatro dias) de 2%.
Solo de subleitos
Se CBR < 2% preferível substituição de 1m por material com
CBR > 2%.
Reforços granulares para subleitos
CBR superior ao subleito; expansão ≤ 2%
(misturas solo-agregado)
Sub-bases granulares ou melhoradas CBR ≥ 20%; Índice de grupo = 0;
com cimento Expansão ≤ 1% (sobrecarga de 4,536 Kg)
CBR ≥ 80%, o qual, para N ≤106 admite-se CBR ≥ 60%
Expansão ≤ 0,5% (sobrecarga de 4,536 Kg); LL ≤ 25 e IP ≤ 6 (
se LL e IP forem superiores, poderá ser empregado o material
Bases granulares que, respeitando as demais condições, apresente equivalente de
areia superior a 30%). Há restrições de granulometria,
recomenda-se aumentar 20% de H20 quando N > 107; admite-se
(0,2.H20) para sub-base com material de CBR > 40% e N≤106
Qualquer camada granular (restrições
Espessura mínima de 150 mm e máxima de 200mm
de compactação)
Exemplo
• Um novo pavimento deve ser dimensionado para um
tráfego previsto de 3,5x107 repetições do eixo padrão de
80 kN. Dimensione pelo método DNER, sabendo ainda
que:
• CBR do subleito = 3%;
• Base a ser utilizada é o macadame betuminoso. Como
sub-base poderá ser adotada a mistura solo-agregado
(CBR = 20%);
• Há disponibilidade de reforço do subleito com solo de
CBR = 9%;
• Material de revestimento é o concreto asfáltico.
Exemplo

• Em função do CBR do subleito e do número N


determina-se a espessura total do pavimento;
𝐻𝑒𝑞 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻𝑒𝑞 = 77,67 ∗ (3,5 ∗ 107 )0,0482 ∗ 3−0,598

𝐻𝑒𝑞 ≈ 93 𝑐𝑚
• Acima do subleito, em termos de material granular,
deve existir um pavimento com espessura de 93 cm,
para proteção do subleito.
Exemplo
• A espessura mínima do revestimento para o número
N considerado de CAUQ é de 10 cm;

N TIPO DE RESVESTIMENTO ESPESSURA


(repetições do ERSD de 80 kN) (mm)

≤106 Tratamento superficial 15 a 30

106 < N ≤ 5 x106 CA, PMQ, PMF 50

5 x106 < N ≤ 107 Concreto asfáltico 75

107 < N ≤ 5 x107 Concreto asfáltico 100

N > 5 x107 Concreto asfáltico 125


Exemplo
• A espessura de base é determinada por meio da
inequação de H20, obtida em função do CBR da
sub-base = 20%:
• R 𝑥 𝐾𝑅 + 𝐵 𝑥 𝐾𝑏 ≥ 𝐻20
R x Kr + B x Kb  H20

+ BxHn
R x Kr + B x Kb + hR20xxKrKs Kb  H20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
Restrições estruturais:
Restrições estruturais:
CBR da base  80%
CBR da base  80%
CBR da sub-base  20%
CBR da sub-base  20%
Exemplo

• Em função do CBR da sub-base e do número N


determina-se a espessura de H20;
𝐻20 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻20 = 77,67 ∗ (3,5 ∗ 107 )0,0482 ∗ 20−0,598

𝐻20 ≈ 30 𝑐𝑚
Exemplo
• A espessura de base é determinada por meio da
inequação de H20:
• 10 𝑥 2,0 + 𝐵 𝑥 1,20 ≥ 30
• 𝐵 ≈ 10 𝑐𝑚 (𝑚𝑢𝑙𝑡𝑖𝑝𝑙𝑜 𝑑𝑒 2,5 𝑐𝑚)

TIPO DE MATERIAL K
Base ou revestimento de concreto asfáltico 2,0
Base ou revestimento pré-misturado a quente de graduação densa 1,7
Base ou revestimento pré-misturado a frio de graduação densa 1,4
Base ou revestimento asfáltico por penetração 1,2
Camadas granulares 1,0
Exemplo
• A espessura da sub-base é determinada pela
inequação de Hn, em função do N e do CBR do
subleito = 3%;

𝐻𝑛 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻𝑛 = 77,67 ∗ (3,5 ∗ 107 )0,0482 ∗ 3−0,598

𝐻𝑛 = 93 𝑐𝑚
Exemplo
• A espessura da sub-base é determinada pela
inequação de Hn, em função do N e do CBR do
subleito = 3%;
10 𝑥 2,0 + 10 𝑥 1,2 + ℎ20 𝑥 1,0 ≥ 93
• h20 = 61 cm de sub-base de solo agregado;

R x Kr + B x RKb H
x Kr B x Kb  H20
+20

R x Kr + B x Kb + h x Ks  Hn
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
Restrições estruturais:
Restrições estruturais:
CBR da base  80%
CBR da base  80%
CBR da sub-base  20%
CBR da sub-base  20%
Exemplo
• Utilização do REFORÇO DE SUBLEITO.
• A espessura da sub-base é determinada pela
inequação de Hn, em função do N e do CBR do
REFORÇO DO SUBLEITO = 9%;
𝐻𝑛 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻𝑛 = 77,67 ∗ (3,5 ∗ 107 )0,0482 ∗ 9−0,598

𝐻𝑛 ≈ 48 𝑐𝑚
Exemplo
• Utilização do REFORÇO DE SUBLEITO.
• A espessura da sub-base é determinada pela
inequação de Hn, em função do N e do CBR do
reforço do subleito = 9%;
10 𝑥 2,0 + 10 𝑥 1,2 + ℎ20 𝑥 1,0 ≥ 48
• h20 = 16 cm de sub-base de solo agregado;
R x Kr + B x RKb H
x Kr B x Kb  H20
+20

R x Kr + B x Kb + h x Ks  Hn
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
Restrições estruturais:
Restrições estruturais:
CBR da base  80%
CBR da base  80%
CBR da sub-base  20%
CBR da sub-base  20%
Exemplo
• A espessura do reforço do subleito é determinada
pela inequação de Hm, em função do N e do CBR do
SUBLEITO = 3%;

𝐻𝑚 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻𝑚 = 77,67 ∗ (3,5 ∗ 107 )0,0482 ∗ 3−0,598

𝐻𝑛 ≈ 93 𝑐𝑚
Exemplo
• A espessura do reforço é determinada por meio da
inequação de Hm, obtida em função de N, e CBR do
subleito = 3%:
• 10 𝑥 2,0 + 10 𝑥 1,2 + 17 𝑥 1,0 + ℎ𝑛 𝑥 1,0 ≥ 93
• hm = 44 cm. Adota-se 44 cm de solo de reforço.

R x Kr + B x RKb H
x Kr B x Kb  H20
+20

R x Kr + B x Kb + h x Ks  Hn
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
Restrições estruturais:
Restrições estruturais:
CBR da base  80%
CBR da base  80%
CBR da sub-base  20%
CBR da sub-base  20%
Exemplo

CAMADA MATERIAL ESPESSURA


(mm)
Revestimento Concreto 100
Asfáltico
Base Macadame 100
Betuminoso
Sub-base Solo brita 170
Reforço do Solo selecionado 440
subleito
Exercício 01
• Um novo pavimento deve ser dimensionado para um
tráfego previsto 8,5x108 repetições do eixo padrão de 80
kN. Dimensione as espessuras das camadas do
pavimento pelo método do DNER, sabendo ainda que:
– Solo do subleito com C.B.R. de 2%;
– Reforço do subleito de solo-cal com C.B.R. de 12%;
– Sub-base de brita graduada tratada com cimento – considerar
C.B.R de 20% (Resistência, 7 dias de cura, 6 Mpa);
– Base de brita graduada simples com C.B.R de 80%;
– Revestimento de concreto asfáltico (C.B.U.Q).
Considere: camada granular = espessura mínima de 150 mm e
máxima de 200 mm para compactação
Exercício 01
• A espessura mínima do revestimento para o número
N considerado de CAUQ é de 10 cm;

N TIPO DE RESVESTIMENTO ESPESSURA


(repetições do ERSD de 80 kN) (mm)

≤106 Tratamento superficial 15 a 30

106 < N ≤ 5 x106 CA, PMQ, PMF 50

5 x106 < N ≤ 107 Concreto asfáltico 75

107 < N ≤ 5 x107 Concreto asfáltico 100

N > 5 x107 Concreto asfáltico 125


Exercício 01
• A espessura de base é determinada por meio da
inequação de H20, obtida em função do CBR da
sub-base = 20%:
• R 𝑥 𝐾𝑅 + 𝐵 𝑥 𝐾𝑏 ≥ 𝐻20
R x Kr + B x Kb  H20

+ BxHn
R x Kr + B x Kb + hR20xxKrKs Kb  H20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
Restrições estruturais:
Restrições estruturais:
CBR da base  80%
CBR da base  80%
CBR da sub-base  20%
CBR da sub-base  20%
Exercício 01

• Em função do CBR da sub-base e do número N


determina-se a espessura de H20;
𝐻20 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻20 = 77,67 ∗ (8,5 ∗ 108 )0,0482 ∗ 20−0,598

𝐻20 ≈ 35 𝑐𝑚
Exercício 01
• A espessura de base é determinada por meio da
inequação de H20:
• 12,5 𝑥 2,0 + 𝐵 𝑥 1,0 ≥ 35
• 𝐵 ≈ 15 𝑐𝑚 (𝑐𝑎𝑚𝑎𝑑𝑎 𝑔𝑟𝑎𝑛𝑢𝑙𝑎𝑟)

TIPO DE MATERIAL K
Base ou revestimento de concreto asfáltico 2,0
Base ou revestimento pré-misturado a quente de graduação densa 1,7
Base ou revestimento pré-misturado a frio de graduação densa 1,4
Base ou revestimento asfáltico por penetração 1,2
Camadas granulares 1,0
Exercício 01
• A espessura da sub-base é determinada pela
inequação de Hn, em função do N e do CBR do
REFORÇO DO SUBLEITO = 12%;

𝐻𝑛 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻𝑛 = 77,67 ∗ (8,5 ∗ 108 )0,0482 ∗ 12−0,598

𝐻𝑛 ≈ 48 𝑐𝑚
Exercício 01
• A espessura da sub-base é determinada pela
inequação de Hn, em função do N e do CBR do
reforço do subleito = 2%;
12,5 𝑥 2,0 + 15 𝑥 1,0 + ℎ20 𝑥 1,0 ≥ 48
• h20 = 5 cm ADOTAR 15 cm (Considerar como
material granular);
R x Kr + B x RKb H
x Kr B x Kb  H20
+20

R x Kr + B x Kb + h x Ks  Hn
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
Restrições estruturais:
Restrições estruturais:
CBR da base  80%
CBR da base  80%
CBR da sub-base  20%
CBR da sub-base  20%
Exercício 01
• A espessura do reforço do subleito é determinada
pela inequação de Hm, em função do N e do CBR do
SUBLEITO = 2%;

𝐻𝑚 = 77,67 ∗ 𝑁 0,0482 ∗ 𝐶𝐵𝑅 −0,598

𝐻𝑚 = 77,67 ∗ (8,5 ∗ 108 )0,0482 ∗ 2−0,598

𝐻𝑛 ≈ 138 𝑐𝑚
Exercício 01
• A espessura do reforço é determinada por meio da
inequação de Hm, obtida em função de N, e CBR do
subleito = 3%:
• 12,5 𝑥 2,0 + 15 𝑥 1,0 + 15 𝑥 1,0 + ℎ𝑛 𝑥 1,2 ≥ 138
• hm = 60,62 cm. Adota-se 61 cm de solo de reforço.

R x Kr + B x RKb H
x Kr B x Kb  H20
+20

R x Kr + B x Kb + h x Ks  Hn
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks  Hn
20

R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
R x Kr + B x Kb + h20 x Ks + hn x Kn  Hm
Restrições estruturais:
Restrições estruturais:
CBR da base  80%
CBR da base  80%
CBR da sub-base  20%
CBR da sub-base  20%
Exercício 01

CAMADA MATERIAL ESPESSURA


(mm)
Revestimento Concreto 125
Asfáltico
Base BGS 150

Sub-base BGTC 150


Reforço do Solo cal 610
subleito

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