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ABRIL / 2010

01

TARDE

ABRIL / 2010 01 TARDE INSPETINSPETINSPETINSPETINSPETOROROROROR(A)(A)(A)(A)(A) DEDEDEDEDE
ABRIL / 2010 01 TARDE INSPETINSPETINSPETINSPETINSPETOROROROROR(A)(A)(A)(A)(A) DEDEDEDEDE

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LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

01 Você recebeu do fiscal o seguinte material:

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a) este caderno, com os enunciados das 50 questões objetivas, sem repetição ou falha, com a seguinte distribuição:

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

Questões

Pontos

Questões

Pontos

Questões

Pontos

1 a 10

1,0

21

a 30

2,0

41 a 50

3,0

11 a 20

1,5

31

a 40

2,5

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b) 1 CARTÃO-RESPOSTA destinado às respostas às questões objetivas formuladas nas provas.

02 Verifique se este material está em ordem e se o seu nome e número de inscrição conferem com os que aparecem no CARTÃO-RESPOSTA. Caso contrário, notifique IMEDIATAMENTE o fiscal.

03 Após a conferência, o candidato deverá assinar no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA, a caneta esferográ- fica transparente de tinta na cor preta.

04 No CARTÃO-RESPOSTA, a marcação das letras correspondentes às respostas certas deve ser feita cobrindo a letra e preenchendo todo o espaço compreendido pelos círculos, a caneta esferográfica transparente de tinta na cor preta, de forma contínua e densa. A LEITORA ÓTICA é sensível a marcas escuras; portanto, preencha os campos de marcação completamente, sem deixar claros.

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-

-

Exemplo:

A

C

D

E

05 Tenha muito cuidado com o CARTÃO-RESPOSTA, para não o DOBRAR, AMASSAR ou MANCHAR. O CARTÃO-RESPOSTA SOMENTE poderá ser substituído caso esteja danificado em suas margens superior ou inferior - BARRA DE RECONHECIMENTO PARA LEITURA ÓTICA.

06 Para cada uma das questões objetivas, são apresentadas 5 alternativas classificadas com as letras (A), (B), (C), (D) e (E); só uma responde adequadamente ao quesito proposto. Você só deve assinalar UMA RESPOSTA: a marcação em mais de uma alternativa anula a questão, MESMO QUE UMA DAS RESPOSTAS ESTEJA CORRETA.

07 As questões objetivas são identificadas pelo número que se situa acima de seu enunciado.

08 SERÁ ELIMINADO do Processo Seletivo Público o candidato que:

a) se utilizar, durante a realização das provas, de máquinas e/ou relógios de calcular, bem como de rádios gravadores,

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headphones, telefones celulares ou fontes de consulta de qualquer espécie;

b) se ausentar da sala em que se realizam as provas levando consigo o Caderno de Questões e/ou o CARTÃO-RESPOSTA;

c) se recusar a entregar o Caderno de Questões e/ou o CARTÃO-RESPOSTA quando terminar o tempo estabelecido.

09 Reserve os 30 (trinta) minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no Caderno de Questões NÃO SERÃO LEVADOS EM CONTA.

10 Quando terminar, entregue ao fiscal O CADERNO DE QUESTÕES E O CARTÃO-RESPOSTA e ASSINE A LISTA DE PRESENÇA.

Obs. O candidato só poderá se ausentar do recinto das provas após 1 (uma) hora contada a partir do efetivo início das mesmas. Por motivos de segurança, o candidato NÃO PODERÁ LEVAR O CADERNO DE QUESTÕES, a qualquer momento.

11 O TEMPO DISPONÍVEL PARA ESTAS PROVAS DE QUESTÕES OBJETIVAS É DE 3 (TRÊS) HORAS e 30 (TRINTA) MINUTOS, findo o qual o candidato deverá, obrigatoriamente, entregar o CARTÃO-RESPOSTA.

12 As questões e os gabaritos das Provas Objetivas serão divulgados no primeiro dia útil após a realização das mesmas, no endereço eletrônico da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (http://www.cesgranrio.org.br).

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1 José, ao receber sua cota anual de uniformes, recebe tam- bém, por
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1 José, ao receber sua cota anual de uniformes, recebe tam- bém, por
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1 José, ao receber sua cota anual de uniformes, recebe tam- bém, por
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1 José, ao receber sua cota anual de uniformes, recebe tam- bém, por
CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1 José, ao receber sua cota anual de uniformes, recebe tam- bém, por

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

1

José, ao receber sua cota anual de uniformes, recebe tam- bém, por engano do empregador, a cota destinada ao vigi- lante João. Mesmo percebendo o engano, ele se cala e recebe as peças do uniforme destinado a outro. De acordo com o art. 169 do Código Penal, ele cometeu o crime de

(A)

peculato.

(B)

concussão.

(C)

estelionato.

(D)

prevaricação.

(E)

apropriação indébita.

2

Um meliante entra em determinada loja, à noite, com o intuito de furtar, mas, ao ultrapassar a porta de entrada, o alarme é acionado. Nesse instante, é detido pela seguran- ça por tentativa de furto. De acordo com a legislação pe- nal, esse fato será classificado como um crime

(A)

consumado.

(B)

tentado.

(C)

privilegiado.

(D)

culposo.

(E)

negligente.

3

No Rio Grande do Sul, um vigilante manteve presa, por um período de 48 horas, sob a ameaça de arma de fogo, sua ex-companheira, sendo necessária a intervenção de uma

equipe de retomada e resgate da Brigada Militar. Esse cri- me, de acordo com o art. 148 do Código Penal, é classifi- cado como

(A)

sequestro e ameaça.

(B)

sequestro e cárcere privado.

(C)

usurpação.

(D)

constrangimento ilegal.

(E)

ameaça.

4

De acordo com a legislação ambiental, é crime

(A)

pescar em lagos e rios, em período fora da piracema (época de reprodução da espécie).

(B)

extrair de florestas de domínio público, mesmo com autorização prévia, pedra, areia, cal ou qualquer espé- cie de minerais.

(C)

obstar ou dificultar ação fiscalizadora do Poder Judici- ário, no trato com as questões ambientais.

(D)

causar poluição de qualquer natureza, mesmo que não venha a resultar em danos à saúde humana.

(E)

destruir ou danificar floresta considerada de preserva- ção permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção.

5

De

acordo com o que dispõe o art. 150 do Código Penal,

que

trata da violação de domicílio, qual das seguintes defi-

nições NÃO compreende a expressão “casa”?

(A)

Qualquer compartimento habitado.

(B)

Compartimento aberto ao público onde alguém exerce profissão ou atividade.

(C)

Aposento ocupado de habitação coletiva.

(D)

Instalação não aberta ao público onde se exerce ativi- dade produtiva.

(E)

Barraco de madeira, em comunidade, que abriga famí- lia carente.

6

Jorge, vigilante de determinada empresa de segurança terceirizada, encontra, no banheiro do prédio onde presta serviço, uma mochila com volume e aparência suspeitos. Diante das ameaças que a empresa contratante vem so-

frendo por parte de funcionários demitidos por furto de materiais, Jorge imagina que tal mochila possa conter ma- terial explosivo. Diante dessa possibilidade, imediatamen- te, adotará o(s) seguinte(s) procedimento(s):

(A)

retirar a mochila, o mais rápido possível, para local afas- tado.

(B)

transportar a mochila para local que não ofereça peri- go ao público.

(B)

realizar a verificação do conteúdo, antes de adotar qual- quer providência.

(C)

realizar a desativação imediata, após constatar ser um artefato explosivo.

(E)

evacuar e isolar o local onde se encontra a mochila.

7

Um

grupo de criminosos costuma invadir as instalações de

determinada refinaria para furtar combustíveis de caminhões

das

distribuidoras, que pernoitam no local. Alertados pelos

motoristas e dispostos em locais estratégicos, os vigilantes conseguem deter os criminosos, em flagrante delito. Após a entrega dos criminosos à autoridade policial e, ao final do serviço, o vigilante mais antigo do turno deverá tomar provi- dências, dentre as quais citam-se:

I realizar investigações que possam contribuir para a condenação dos criminosos;

-

II informar os resultados das investigações realizadas ao Ministério Público;

-

III solicitar sigilo sobre a detenção realizada, objetivando a segurança dos envolvidos;

-

IV - reunir os guardas envolvidos e confeccionar o Re- gistro de Ocorrência;

V - arrolar todas as testemunhas que viram ou partici- param do fato.

Estão corretas APENAS as providências

(A)

I, II e IV.

(B)

I, II e V.

(C)

I, III e IV.

(D) II, III e V.

(E)

III, IV e V.

I, III e IV. (D) II, III e V. (E) III, IV e V. 2 INSPETOR(A)
I, III e IV. (D) II, III e V. (E) III, IV e V. 2 INSPETOR(A)
2
2
I, III e IV. (D) II, III e V. (E) III, IV e V. 2 INSPETOR(A)
I, III e IV. (D) II, III e V. (E) III, IV e V. 2 INSPETOR(A)

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

8 Ocorrência é qualquer fato anormal acontecido na área, ou local, sob responsabilidade do vigilante.
8 Ocorrência é qualquer fato anormal acontecido na área, ou local, sob responsabilidade do vigilante.
8 Ocorrência é qualquer fato anormal acontecido na área, ou local, sob responsabilidade do vigilante.
8 Ocorrência é qualquer fato anormal acontecido na área, ou local, sob responsabilidade do vigilante.
8 Ocorrência é qualquer fato anormal acontecido na área, ou local, sob responsabilidade do vigilante.

8

Ocorrência é qualquer fato anormal acontecido na área, ou local, sob responsabilidade do vigilante. Um vigilante patrimonial, ao chegar em local de ocorrência (do tipo tentati-

va de homicídio), onde a vítima esteja ferida a faca, e o crimi- noso, ainda no local, tentando a fuga, terá como prioridade

(A)

tentar prender o criminoso.

(B)

evacuar, imediatamente, o local de crime.

(C)

isolar o local de ocorrência.

(D)

socorrer a vítima.

(E)

arrolar as testemunhas do fato.

9

Ocorrendo um fato delituoso em sua área de responsabili-

dade, o vigilante terá de redigir um documento em que re- latará os fatos acontecidos e as medidas adotadas. Nesse documento, denominado Registro de Ocorrência – RO, de- verão ser respondidas as seguintes perguntas:

(A)

o quê, de que forma, quando, por que e como.

(B)

o quê, o local, quando, por que, quem e os motivos.

(C)

como, quem, o local, o fato, a motivação e quando.

(D)

a data/hora, quem, quando, onde, o quê e por que.

(E)

onde, como, por que, o fato, o local e de que forma.

10

O vigilantes de empresas de segurança patrimonial, quan- do em efetivo serviço, podem utilizar algemas. Nessa prá- tica, em caso de algema de

(A)

pulsos, o indivíduo deverá estar com os braços volta- dos para trás e com as mãos espalmadas para fora.

(B)

pulsos, esta poderá ser utilizada como forma de desestimular ações contra a segurança do local protegido.

(C)

pés, esta deverá ser utilizada quando o detido for peri- goso e puder efetuar a fuga correndo.

(D)

dedos, esta será colocada nos anelares e será de gran- de utilidade na imobilização de mulheres infratoras, quando não se deseja chamar a atenção.

(E)

nylon, esta poderá ser utilizada para atender à política de segurança da empresa, na prevenção de atos criminosos.

11

Ao inspecionar sua área de responsabilidade, por ocasião do recebimento do serviço, o vigilante Paulo percebe que um dos veículos estacionados está com o vidro da janela do motorista quebrado. Que providência(s) deve(m) ser imediatamente tomada(s) por Paulo para o recebimento do serviço?

(A)

Não assumir o posto de serviço até a chegada da Poli- cia Militar para fazer um Registro de Ocorrência – RO.

(B)

Não assumir o posto de serviço em virtude da ocorrên- cia não relatada.

(C) Solicitar a presença do supervisor de segurança da empresa para poder receber o posto de serviço.

(D) Assumir o posto de serviço, deixando para comunicar o fato quando da passagem do serviço no dia seguinte.

(E) Contactar a Central de Operações da empresa, rela- tando todas as alterações, e fazendo o relato no Livro de Passagem de Serviço – LPS.

12

Crise é um problema muitíssimo grave, capaz de afetar profundamente o funcionamento de determinadas estrutu-

ras

e modificar o comportamento das pessoas.

ARAÚJO, J.H. Livro Básico do Vigilante. Rio de Janeiro:

 

Ao Lidador, 2009, p. 166.

Em

relação ao tema, considere os conceitos a seguir.

I

– Terroristas – são, normalmente, criminosos comuns que optam pela realização de ações violentas con- tra o Estado e a sociedade como um todo.

II

– Altíssimo risco – ocorre em assalto a banco por dois ou mais criminosos, armados com armas automáti- cas, mantendo três ou mais reféns.

III

– Ponto crítico – é o local onde somente devem per- manecer os causadores da crise e os reféns.

IV

Alto risco – ocorre em assalto a banco, por um crimi- noso, armado com arma longa, mantendo dois ou mais reféns.

V

– Síndrome de Estocolmo – é uma perturbação, de ordem psiquiátrica, causada pela violência sofrida no cativeiro, como refém.

Estão corretas APENAS as afirmações

(A)

I e IV.

(B) II e III.

(C)

III, IV e V.

(D) I, II e IV.

(E)

I, II, III e V.

13

Cada posto de serviço deve possuir ordens particulares e específicas para aquele posto. Essas ordens constam em

um

documento denominado Normas e Procedimentos para

os Postos de Serviço e são parte de um documento mais amplo, em nível macro. Trata-se do Plano

(A)

Geral de Proteção da Instalação.

(B)

Geral de Segurança.

(C)

Particular de Segurança.

(D)

de Segurança da Instalação.

(E)

de Segurança para os Postos de Serviço.

14

Em

uma área da refinaria onde estão estacionados cami-

nhões para transporte de combustíveis, poderá ser colo-

cado um vigilante, em guarita suspensa, que mantenha observação permanente dos veículos estacionados, inclu- sive com o auxílio de iluminação móvel (tipo holofote). O local onde estará posicionado o vigilante é denominado

(A)

ronda.

(B)

ronda interna.

(C)

ronda perimetral.

(D)

posto fixo.

(E)

posto móvel.

perimetral. (D) posto fixo. (E) posto móvel. 3 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
perimetral. (D) posto fixo. (E) posto móvel. 3 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
3
3
(D) posto fixo. (E) posto móvel. 3 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
(D) posto fixo. (E) posto móvel. 3 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

15 O vigilante, em serviço na portaria de uma Refinaria, ob- serva que determinado visitante,
15 O vigilante, em serviço na portaria de uma Refinaria, ob- serva que determinado visitante,
15 O vigilante, em serviço na portaria de uma Refinaria, ob- serva que determinado visitante,
15 O vigilante, em serviço na portaria de uma Refinaria, ob- serva que determinado visitante,
15 O vigilante, em serviço na portaria de uma Refinaria, ob- serva que determinado visitante,

15

O

vigilante, em serviço na portaria de uma Refinaria, ob-

serva que determinado visitante, ao deixar a instalação,

apresenta comportamento suspeito na condução de uma volumosa pasta de couro. Amparando-se nas normas es-

critas para aquele posto de serviço, o vigilante determina que o suspeito abra a pasta para que ele visualize o que contém. Tecnicamente, essa observação é classificada

como

(A)

revista simples.

(B)

revista circunstanciada.

(C)

revista rápida.

(D)

busca ligeira.

(E)

busca rápida.

16

Uma empresa, visando à melhoria da segurança das ins- talações de uma nova Refinaria, determinou a implanta- ção das seguintes medidas:

I – instalação de barreiras artificiais temporárias e opa- cas, com concertinas ao redor da refinaria;

II – aquisição de um gerador como fonte de iluminação de reserva, para os casos de falta de iluminação permanente;

III – preenchimento de ficha individual para visitantes e retenção da cédula de identidade até o momento da saída;

IV – instalação de alarmes combinados (audíveis + visí- veis) nas vias de acesso às portarias, objetivando evitar acidentes com pedestres e veículos;

V – implantação de postos reforçados com auxílio da ca- rabina Puma calibre 38, conforme autorização da Po- lícia Federal.

Estão corretas APENAS as medidas

(A)

I e II

(B) I e IV

(C)

I, II e IV

(D) II, III e V

(E)

II, IV e V

17

À

entrada de veículos conduzindo materiais para entrega

na empresa, o vigilante de serviço na portaria deve adotar

as

providências estabelecidas nas normas de serviço. Nes-

sa situação, o vigilante NÃO deve

(A)

acompanhar o veículo da entrada até a saída da área da instalação.

(B)

assumir o papel da pessoa responsável pelo recebi- mento, na ausência desta.

(C)

providenciar outro vigilante para acompanhar a confe- rência do material, de acordo com o contido na nota fiscal.

(D)

permitir a entrada de veículos com baú sem lacre so- mente após a inspeção de seu interior, para verificar se não é um cavalo de troia.

(E)

contatar a pessoa responsável pelo recebimento do

material e pela assinatura da nota fiscal.

18

Ao trafegar por uma estrada, em cujas laterais é realizada a queima de canaviais para a produção de etanol, um ca- minhão transportador de combustíveis incendeia-se espon- taneamente, uma vez que não teve contato direto com o canavial, em processo de queima. Esse tipo de incêndio,

que se propaga através do calor atmosférico e da emissão

de luz, denomina-se

(A)

condução.

(B)

intermação.

(C)

irradiação.

(D)

convecção.

(E)

explosão.

19

Um

edifício em que, no 8 o andar ocorre um foco de incên-

dio

fora de controle, é totalmente evacuado. Percebe-se,

também, que o incêndio se estendeu ao 12 o andar, prova- velmente por convecção, utilizando-se dos dutos de ar entre

os andares. Qual é o procedimento INCORRETO, em ca-

sos

de incêndio como o relatado?

(A)

Após passar por uma porta, não trancá-la, pois outros podem ter necessidade de passar por ela.

(B)

Existindo muita fumaça no ambiente, utilizar um tecido molhado, como máscara.

(C)

Caso exista um plano de evacuação, cumprir na fun- ção designada.

(D)

Somente utilizar elevadores se for a última opção.

(E)

Se ficar preso em um cômodo, livrar-se de materiais de fácil combustão.

20

A prevenção ainda é o melhor método de evitar perdas materiais e humanas com incêndios. A esse respeito, con- sidere as recomendações a seguir.

I Não fumar em locais proibidos ou quando trabalhan- do com inflamáveis.

II Botijões de gás de cozinha devem, sempre que pos- sível, estar em locais ventilados.

III Álcool, cera, óleos lubrificantes, inseticidas, etc. de- vem ser armazenados em locais reservados e longe da luz solar.

IV - As telas e os dutos de exaustores de cozinha, ape- sar de não oferecerem perigo de incêndio, devem ter manutenção permanente.

-

-

-

São corretas APENAS as recomendações

(A)

I e II.

(B)

II e III.

(C)

I, II e III.

(D)

I, III e IV.

(E)

II, III e IV.

II e III. (D) I, III e IV. (E) II, III e IV. 4 INSPETOR(A) DE
II e III. (D) I, III e IV. (E) II, III e IV. 4 INSPETOR(A) DE
4
4
II e III. (D) I, III e IV. (E) II, III e IV. 4 INSPETOR(A) DE
II e III. (D) I, III e IV. (E) II, III e IV. 4 INSPETOR(A) DE

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

21 A água é o agente extintor mais comum, sendo utilizada sob três formas básicas:
21 A água é o agente extintor mais comum, sendo utilizada sob três formas básicas:
21 A água é o agente extintor mais comum, sendo utilizada sob três formas básicas:
21 A água é o agente extintor mais comum, sendo utilizada sob três formas básicas:
21 A água é o agente extintor mais comum, sendo utilizada sob três formas básicas:

21

A

água é o agente extintor mais comum, sendo utilizada

sob três formas básicas: jato sólido, neblina de baixa e neblina de alta velocidade. O jato sólido consiste em um

jorro de água, de alta pressão, sendo indicado para incên- dios classe “A”, envolvendo, entre outros, os seguintes materiais combustíveis:

(A)

madeiras, plásticos e borrachas.

(B)

sódio, borrachas e ceras.

(C)

plásticos, tecidos e tintas.

(D)

tíner, papéis e madeiras.

(E)

magnésio, plásticos e papéis.

22

Nem todos os locais estão sujeitos ao mesmo risco de in- cêndio. As áreas em que os combustíveis das classes A e

B

estão presentes em maiores quantidades, havendo a

possibilidade, em caso de incêndio, da propagação das chamas, como é o caso de lojas comerciais, estaciona-

mentos, depósito e oficinas, se classificam em áreas de

(A)

pequeno risco.

(B)

médio risco.

(C)

grande risco.

(D)

risco excepcional.

(E)

risco controlado.

23

No combate a um incêndio em combustíveis líquidos, o vigilante observa que uma das vítimas apresenta, na re- gião queimada, destruição da camada basal, com cores

branca ou vermelha, totalmente indolor, e pelos não ade- rentes em seus folículos. Essas características levam a concluir que se trata de uma queimadura de

(A)

1 o grau, somente.

(B)

2 o grau, somente.

(C)

1 o e 2 o graus.

(D)

2 o e 3 o graus.

(E)

3 o grau, somente.

24

Convulsões são contraturas involuntárias da musculatura, provocando movimentos desordenados e, em geral, perda de consciência da vítima deste mal. Quando de sua ocor- rência, qual dos procedimentos abaixo o socorrista NÃO deve adotar?

(A)

Colocar a vítima deitada de costas, em lugar confortá- vel.

(B)

Remover objetos próximos à vítima e que possam machucá-la.

(C)

Puxar a língua da vítima com o dedo indicador, evitan- do que se sufoque.

(D)

Retirar do corpo os objetos que possam machucá-la (colares, óculos, relógio).

(E)

Proteger a cabeça da vítima (não a deixar bater no chão durante a convulsão).

25

Ao prestar os primeiros socorros a um acidentado ou en-

fermo repentino, o vigilante, além de ter uma atenção es- pecial com o suporte básico de vida (respiração, circula-

ção

e consciência), deverá considerar algumas das seguin-

tes

etapas em seu atendimento:

V - o socorro especializado deve ser imediatamente acio- nado, se for percebida a gravidade do acidente ou se a vida da vítima puder estar comprometida;

W - sempre utilizar as barreiras de proteção;

X - havendo perigo de morte para a vítima, realizar seu transporte imediato para o hospital mais próximo;

Y - avaliar a cena do acidente ou onde a vítima se encon- tra;

Z - em via pública, se houver perigo de insolação ou atro- pelamento da vítima, retirá-la para local seguro e abri- gado.

As etapas a serem seguidas correspondem, pela ordem, a

(A)

(B)

(C)

(D)

(E)

1 a 2 a 3 a V W X V Z X Y W V
1 a
2 a
3 a
V
W
X
V
Z
X
Y
W
V
Y
W
Z
Y
Z
X

26

O êxito de uma equipe ou de um grupo de trabalho depen-

derá, estritamente, das relações entre os indivíduos que o

compõem. Quanto aos aspectos referentes a característi- cas pessoais básicas para o relacionamento interpessoal, considere as afirmativas a seguir.

A tendência natural do homem é analisar um proble- ma sob o aspecto individual; entretanto, no trabalho em equipe, o correto é analisá-lo em conjunto.

II – Quando se tem certeza de uma posição, deve-se mantê-la até o final das discussões.

III Saber falar com educação e ouvir com paciência são comportamentos que facilitam a comunicação entre os indivíduos.

IV Do ponto de vista linguístico, é necessário o perfeito entendimento entre os indivíduos, esclarecendo o significado real das palavras proferidas.

V – O líder, por suas próprias características, consegue que seus liderados realizem quaisquer trabalhos, mesmo a contragosto.

I –

Estão corretas APENAS as afirmações

(A)

I e II.

(B)

II e IV.

(C)

III e V.

(D)

I, II e V.

(E)

I, III e IV.

III e V. (D) I, II e V. (E) I, III e IV. 5 INSPETOR(A) DE
III e V. (D) I, II e V. (E) I, III e IV. 5 INSPETOR(A) DE
5
5
III e V. (D) I, II e V. (E) I, III e IV. 5 INSPETOR(A) DE
III e V. (D) I, II e V. (E) I, III e IV. 5 INSPETOR(A) DE

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

27 No âmbito das relações humanas, algumas recomenda- ções são de fundamental importância, especialmente
27 No âmbito das relações humanas, algumas recomenda- ções são de fundamental importância, especialmente
27 No âmbito das relações humanas, algumas recomenda- ções são de fundamental importância, especialmente
27 No âmbito das relações humanas, algumas recomenda- ções são de fundamental importância, especialmente
27 No âmbito das relações humanas, algumas recomenda- ções são de fundamental importância, especialmente

27

No

âmbito das relações humanas, algumas recomenda-

ções são de fundamental importância, especialmente para os recém-ingressos em uma empresa. Qual das orienta- ções abaixo NÃO é adequada às normas de relacionamen-

to

grupal?

(A) Você jamais será reconhecido pelo grupo se não impu- ser a aceitação de suas posições – tenha um objetivo.

(B)

Será praticamente impossível tentar ajudar outras pes- soas se não procurarmos conhecer, primeiro, a nós mesmos – conheça a si mesmo.

(C)

Existem chefes que se revelam compreensivos e hu- manos, outros, no entanto, são nervosos e impacien- tes. Conhecer os chefes é prevenir-se contra atos in- seguros – conheça seus chefes.

(D)

Conhecendo seus companheiros de trabalho você será mais tolerante quando um deles demonstrar atitudes diferentes do costume – conheça seus colegas.

(E)

O trabalho torna-se muito mais fácil quando se tem conhecimento das funções exercidas por cada uma das pessoas da empresa – conheça sua empresa.

28

Determinada pessoa se apresenta à portaria do edifício sede da instituição para visita comercial, agendada no Departamento de Informática. Dos procedimentos abaixo

apresentados, qual deverá ser a segunda providência to- mada pelo vigilante que atendeu aquele visitante?

(A)

Entrar em contato com a pessoa procurada.

(B)

Providenciar a condução da pessoa ao local desejado.

(C)

Solicitar a apresentação de um documento com foto- grafia.

(D)

Providenciar a entrega do crachá de identificação.

(E)

Autorizar a entrada, após a identificação.

29

O

vigilante José recebe o serviço, na portaria da empresa,

procurando distribuir os crachás de autorização de entra-

da de acordo com as normas estabelecidas pela empresa. As seguintes pessoas solicitam entrar:

I - funcionários do Departamento de Pessoal;

II - funcionários da Companhia de Águas e Esgotos;

III - delegado de Polícia Civil em visita à Gerência de Segurança;

IV - motoristas de serviço, em retorno à empresa;

V - esposa do diretor da empresa.

José deverá destinar o crachá de visitante para

(A)

I, II e IV.

(B)

I, II e V.

(C)

I, IV e V.

(D)

II, III e V.

(E)

III, IV e V.

30

Oficiais das forças armadas e autoridades policiais têm autorização ao porte de arma. Contudo, a entrada dos mesmos, armados, em determinada instalação privada, de- penderá do estabelecido no Plano de Segurança daquela

instalação. Em que situação o detentor do porte de arma pode adentrar a instalação com sua arma, independente das normas de segurança?

(A)

Quando, por razões de segurança, sua vida estiver ameaçada.

(B)

Com autorização do Departamento de Pessoal.

(C)

Com autorização do Departamento de Segurança.

(D)

Em efetivo serviço e em visita ao diretor da empresa.

(E)

Em efetivo serviço e em missão naquele local.

31

Um visitante é parado na portaria, suspeito de conduzir materiais da empresa no interior de suas vestes (nos bol- sos). Por determinação da Gerência de segurança, o

supervisor o convida para uma revista circunstanciada, que é aceita pelo suspeito. Essa revista será realizada

(A)

na Delegacia de Polícia da área.

(B)

ali mesmo, na portaria, com a presença de policiais.

(C)

na sala da segurança, na presença de duas testemu- nhas.

(D)

em local reservado, com a presença de policiais civis.

(E)

em qualquer local, com a presença do advogado do suspeito.

32

Em relação ao trabalho realizado por vigilantes de uma

empresa, no atendimento aos usuários (funcionários e vi- sitantes) que se destinam àquela instalação protegida,

(A)

a atividade de segurança é, essencialmente, de media- ção entre as normas da empresa e os objetivos dos usuários.

(B)

do ponto de vista do usuário, o vigilante não encarna a figura da empresa.

(C)

o atendimento ao público tende a ter um momento para gerenciar interesses sempre antagônicos e compatí- veis.

(D)

a tentativa de burla da segurança é um direito do usuário.

(E)

a atividade de segurança não influi no bem-estar e na satisfação do usuário.

33

Ética é um conjunto de deveres, princípios e normas adap- tados a cada categoria profissional. Em relação ao vigilan- te, citam-se os princípios fundamentais a seguir, EXCETO

(A)

cumprir os deveres que a profissão impõe.

(B)

servir ao interesse público e defender as instituições.

(C)

defender os integrantes da categoria profissional em qualquer situação.

(D)

proteger as pessoas contra atos ilegais.

(E)

respeitar as leis e os direitos humanos.

ilegais. (E) respeitar as leis e os direitos humanos. 6 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
ilegais. (E) respeitar as leis e os direitos humanos. 6 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
6
6
(E) respeitar as leis e os direitos humanos. 6 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
(E) respeitar as leis e os direitos humanos. 6 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

34 Em toda e qualquer atividade profissional em que se vá participar de uma equipe
34 Em toda e qualquer atividade profissional em que se vá participar de uma equipe
34 Em toda e qualquer atividade profissional em que se vá participar de uma equipe
34 Em toda e qualquer atividade profissional em que se vá participar de uma equipe
34 Em toda e qualquer atividade profissional em que se vá participar de uma equipe

34

Em

toda e qualquer atividade profissional em que se vá

participar de uma equipe de trabalho e se deseje obter êxi- to, algumas situações devem ser consideradas.

I Não seja mais um, pois você jamais será reconheci- do se não se esforçar para isso.

-

II Olhe para dentro de si mesmo, reconheça suas limi- tações e descubra seu potencial.

-

III Descubra como alcançar seus objetivos – cada che- fe tem uma maneira de ser – e, para alcançar seus objetivos, não deve medir esforços para convencer seu chefe de sua capacidade.

-

IV - Lembre-se que seu crescimento como ser humano passa pelo crescimento intelectual e profissional.

V - Sua empresa é como sua casa; assim, sempre priorize as suas tarefas como as mais importantes a serem realizadas no dia a dia.

Estão corretas APENAS as orientações

(A)

II

e III.

(B) I, II e III.

(C)

I,

IV e V.

(D) I, II e IV.

(E)

III, IV e V.

35

É assegurada ao pedestre a utilização de passeios e pas- sagens apropriados das vias urbanas e dos acostamentos

das

vias rurais para circulação, podendo a autoridade com-

petente permitir a utilização de parte da calçada para ou-

tros

fins, desde que não seja prejudicial ao fluxo de pedes-

tres. A esse respeito, qual a situação que está em DESA- CORDO com a legislação?

(A)

Nas áreas urbanas, quando não houver passeios, ou

quando não for possível a utilização destes, a circula- ção de pedestres na pista de rolamento será feita com prioridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única, exceto em locais proibidos pela sinalização e nas situações em que a segurança ficar comprometida.

(B)

Nas vias rurais, quando não houver acostamento ou quando não for possível a utilização dele, a circulação de pedestres, na pista de rolamento, será feita com pri- oridade sobre os veículos, pelos bordos da pista, em fila única, exceto em locais proibidos pela sinalização e nas situações em que a segurança ficar comprometida.

(C)

Nos trechos urbanos de vias rurais e nas obras de arte

serem construídas, deverá ser previsto passeio des- tinado à circulação dos pedestres, que não deverão, nessas condições, usar o acostamento.

a

(D)

Onde houver obstrução da calçada ou da passagem para pedestres, o órgão ou entidade com circunscri-

ção sobre a via deverá assegurar a devida sinalização

e

proteção para a circulação de pedestres.

(E)

O

ciclista, montado e em deslocamento pela via, equi-

para-se ao pedestre, em direitos e deveres.

36

A habilitação para conduzir veículos automotores e elétri-

cos será apurada por meio de exames que deverão ser

realizados junto ao órgão ou entidade executiva do Estado ou do Distrito Federal, do domicílio ou residência do candi- dato – Art. 140 do CTB. Um dos requisitos para a obtenção da CNH é

(A)

possuir higidez física e mental.

(B)

estar quite com a justiça eleitoral.

(C)

não estar respondendo a inquérito criminal.

(D)

saber ler e escrever.

(E)

não ser portador de aparelho de correção visual.

37

A passagem da arma, ao final do serviço, demonstrará o

grau de profissionalismo e a segurança do vigilante com

sua ferramenta de trabalho. Assim, para a passagem do revólver de serviço, o vigilante adotará os seguintes proce-

dimentos:

W - escolher um local, fora das vistas do público, com segurança, e que não ofereça a possibilidade de ri- cochete, caso ocorra um disparo acidental;

X - abrir o tambor e desmuniciar o revólver, permane- cendo a arma na mão esquerda, com o tambor aberto e a munição na mão direita;

Y - primeiro passar a arma (aberta) e, após a verifica- ção, passar a munição;

Z - retirar a arma do coldre, com a mão direita, passan- do-a para a mão esquerda.

A ordem correta a ser adotada é

(A)

W,

Y,

Z,

X

(B)

W,

Z,

X,

Y

(C)

W,

Z,

Y,

X

(D)

Z,

W,

X,

Y

(E)

Z,

W,

Y,

X

38

Tendo em vista as inúmeras tentativas de invasão de suas instalações industriais e administrativas por integrantes de movimentos sociais, a gerência de segurança de uma em- presa decide-se por implantar um Grupo de Reação, em defesa dessas instalações. Tomando-se por base o prescri-

to

na Portaria n o 387/06 do Departamento de Polícia Fede-

ral,

NÃO poderão ser adquiridos os seguintes materiais:

(A)

máscara contra gases e granadas de gás lacrimogê- neo.

(B)

capacetes em fibra e munições de festim.

(C)

granadas lacrimogêneas e borrifador de gás de pimenta.

(D)

granadas fumígenas e munições cal. 12 com balins de borracha.

(E)

armas de choque de contato e de dardos energizados.

(E) armas de choque de contato e de dardos energizados. 7 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR
(E) armas de choque de contato e de dardos energizados. 7 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR
7
7
(E) armas de choque de contato e de dardos energizados. 7 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR
(E) armas de choque de contato e de dardos energizados. 7 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

39 Compreende-se por armamento leve aquele que possui peso e volume relativamente reduzidos, podendo ser
39 Compreende-se por armamento leve aquele que possui peso e volume relativamente reduzidos, podendo ser
39 Compreende-se por armamento leve aquele que possui peso e volume relativamente reduzidos, podendo ser
39 Compreende-se por armamento leve aquele que possui peso e volume relativamente reduzidos, podendo ser
39 Compreende-se por armamento leve aquele que possui peso e volume relativamente reduzidos, podendo ser

39

Compreende-se por armamento leve aquele que possui peso e volume relativamente reduzidos, podendo ser trans- portado por um só homem, ou em fardos, por mais de um, além de possuir calibre inferior a 0.60 pol. ou 15,24mm.

Para efeito didático, pode-se classificar o revólver do vigi- lante como arma

(A)

semiautomática, de porte, de emprego individual, refri- gerada a ar.

(B)

semiautomática, de porte, de emprego coletivo, refri- gerada a ar.

(C)

de repetição, de porte, de emprego coletivo, refrigera- da a ar.

(D)

de repetição, de porte, de emprego individual, refrige- rada a ar.

(E)

de repetição, portátil, de emprego individual, refrigera- da a ar.

40

No posto de serviço o vigilante recebe, através do rádio,

mensagem de seu supervisor, que, por segurança, se utili- za de um código. Entre outras, foram emitidas as seguin-

tes expressões: “mensagem para você”, “escutar a men-

sagem” e “manter-se alerta”. Utilizando-se o código Q, es-

sas

mensagens são assim expressas:

(A)

QNS, QTC, QAP.

(B)

QRS, QAP, QTO.

(C)

QSN, QTX, QTH.

(D)

QTC, QSN, QTX.

(E)

QTC, QAP, QSN.

41

Em um dia chuvoso, na comunicação entre operadores de

rádio, a central-rádio comanda três mensagens, utilizan- do-se do código Q: QSY, QRO e QRS. Neste contexto, considere os significados a seguir.

V

- Falar mais devagar

W

- Escutar a mensagem

X

- Interferência provocada pela natureza

Y

- Mudar a freqüência

Z

- Aumentar a intensidade dos sinais

As

mensagens QSY, QRO e QRS têm, respectivamente,

os seguintes significados:

 

QSY

QRO

QRS

(A)

W

X

Y

(B)

X

W

V

(C)

Y

X

Z

(D)

Y

Z

V

(E)

Z

W

V

42

Quando utilizado convenientemente, o telefone é de gran- de valia para o trabalho da segurança patrimonial, geran- do rapidez nas comunicações e solução nas situações de emergência. Quando de sua utilização, deve-se:

I manter flexivel o cabo espiral que liga o telefone ao aparelho, quando se usar telefone com fio;

-

II verificar se o telefone está na posição correta, após encerrar a ligação;

-

III - realizar uma limpeza periódica do aparelho, tendo por finalidade evitar a transmissão de doenças como herpes, hepatite, tuberculose, etc.

Está(ão) correto(s) o(s) procedimento(s)

(A)

II, apenas.

(B)

I e II, apenas.

(C)

I e III, apenas.

(D)

II e III, apenas.

(E)

I, II e III.

43

Tratando-se da segurança das informações, são medidas a serem adotadas por quem detém conhecimento sensível as apresentadas a seguir, EXCETO:

(A)

documentos internos da empresa não devem ficar ex- postos à curiosidade de pessoas não credenciadas.

(B)

todo documento que envolva a segurança da empresa deve receber uma classificação sigilosa.

(C)

não se deve tratar, por telefone, de assuntos sensíveis, que possam causar risco à empresa.

(D)

a empresa deve realizar um acompanhamento perma- nente da vida de seus funcionários, nos aspectos de honestidade, idoneidade e competência.

(E)

o funcionário que toma conhecimento de assunto sen- sível, mas que não é de sua alçada, não é legalmente responsável pelo seu sigilo.

44

Nas empresas de interesse estratégico em que são produ- zidos conhecimentos ou produtos de grande importância econômica, é comum criarem-se dificuldades de acesso a determinados setores. De acordo com a atividade realiza-

da, cada profissional receberá uma autorização para acesso

ou conhecimento denominada

(A)

credencial de acesso.

(B)

credencial de segurança.

(C)

autorização de segurança.

(D)

autorização de acesso.

(E)

permissão de acesso.

autorização de acesso. (E) permissão de acesso. 8 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
autorização de acesso. (E) permissão de acesso. 8 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
8
8
autorização de acesso. (E) permissão de acesso. 8 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
autorização de acesso. (E) permissão de acesso. 8 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

45 48 Ao se tratar de segurança das informações, algumas re- A Portaria n o
45 48 Ao se tratar de segurança das informações, algumas re- A Portaria n o
45 48 Ao se tratar de segurança das informações, algumas re- A Portaria n o
45 48 Ao se tratar de segurança das informações, algumas re- A Portaria n o
45 48 Ao se tratar de segurança das informações, algumas re- A Portaria n o

45

48

Ao

se tratar de segurança das informações, algumas re-

A

Portaria n o 387/2006 - DG/DPF, em seu artigo 117, asse-

gras básicas devem ser observadas por quem lida com assuntos sigilosos, como as que constam a seguir, EXCETO

(A)

gura os direitos que assistirão aos vigilantes. Um dos direi- tos do vigilante, assegurado na Portaria, é

(A)

seguro de vida individual.

 

falar pouco, visando a ser discreto, não chamar a aten- ção sobre si e não perder a atenção do que se passa à sua volta.

prestar declarações à imprensa somente com autori- zação prévia da direção da empresa.

(B)

porte de arma, no período de deslocamento de casa para o local de trabalho.

(B)

(C)

utilização de sistema de comunicação em perfeito es- tado de funcionamento.

(D)

treinamento regular anual, às custas do empregador.

(C)

ouvir com atenção para poder interpretar as intenções das pessoas que o abordam.

(E)

prisão especial por ato decorrente de crime.

(D)

(E)

responder somente a perguntas que não comprome- tam a segurança da empresa.

evitar comentários sobre assuntos de serviço com es- tranhos, exceção feita aos vigilantes de serviço e fami- liares.

49

De acordo com a legislação pertinente, os vigilantes deve- rão possuir as qualificações a seguir, EXCETO

(A)

nacionalidade brasileira.

(B)

idade mínima de 21 anos.

 

(C)

nível de escolaridade correspondente ao ensino médio.

(D)

quitação com as obrigações eleitorais e militares.

46

(E)

registro no Cadastro de Pessoas Físicas.

Deixar de manter o sigilo de assuntos dos quais venha a tomar conhecimento, por força da atividade profissional, é crime, punível com pena de detenção e multa. O artigo 5 o , parágrafo XII, da Constituição Cidadã, de 1988, estabele- ce a garantia do sigilo

I - das correspondências;

50

O

vigilante pode utilizar armas contundentes, particularmen-

te

contra elementos desarmados ou de posse de arma bran-

ca. Sua utilização, entretanto, deve ser, se necessário, so- bre as partes do corpo humano que minimizem seus efei- tos, sem causar danos ao oponente. Assim, o vigilante deve considerar como ponto vulnerável e ponto fatal do corpo humano, respectivamente,

(A)

artelhos e garganta.

II - das comunicações telefônicas;

III - das comunicações telegráficas;

IV - da expedição de documentos;

(B)

virilha e costas.

V - do conhecimento das informações.

(C)

cabeça e garganta.

(D)

canela e virilha.

É inviolável o sigilo do contido APENAS em

(E)

lateral do pescoço e cabeça.

(A)

I e V.

 

(B)

III e IV.

(C)

I, II e III.

(D)

I, IV e V.

(E)

II, III e V.

47

O

Registro de Ocorrência – RO é o documento em que o

vigilante relata fatos anormais ocorridos em sua área de

responsabilidade. Dependendo do que for relatado, esse documento poderá colocar em risco a vida dos envolvidos,

por

isso deverá receber uma classificação sigilosa e será

de conhecimento restrito na empresa. O documento sigilo- so expedido pelos vigilantes será classificado como

(A)

reservado.

(B)

ultrassecreto.

(C)

ostensivo.

(D)

secreto.

(E)

confidencial.

ostensivo. (D) secreto. (E) confidencial. 9 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
ostensivo. (D) secreto. (E) confidencial. 9 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
9
9
ostensivo. (D) secreto. (E) confidencial. 9 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS
ostensivo. (D) secreto. (E) confidencial. 9 INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS

INSPETOR(A) DE SEGURANÇA INTERNA JÚNIOR CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS