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Licença de uso exclusivo para CIA DISTRIBUIDORA DE GÁS DO RIO DE JANEIRO

Cópia impressa pelo sistema CENWEB em 29/11/2004

NORMA ABNT NBR


BRASILEIRA 12624

Segunda edição
30.11.2004

Válida a partir de
30.12.2004

Perfil de elastômero para vedação de junta


de dilatação de estruturas de concreto ou
aço   Requisitos

Elastomeric profile for sealing concrete or steel structure expansion


 joint   Requirements

Palavras-chave: El astômero. Estrutura de concreto.


concreto. Junta. Vedação. Perfil.
 Aço.
Descriptors: Elastomeric profile. Concrete structure. Expansion join. Steel.

ICS 91.100.50

Número de referência
 ABNT NBR 12624:2004
12624:2004
4 páginas

© ABNT 2004
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Sumário Página

Prefácio ........................................................................................................................................................iv
1 Objetivo.............................................................................................................................................1
2 Referências normativas ...................................................................................................................1
3 Definições.........................................................................................................................................1
4 Classificação ....................................................................................................................................2
5 Requisitos gerais..............................................................................................................................2
6 Requisitos específicos.....................................................................................................................2
7 Inspeção ...........................................................................................................................................3
7.1 Amostragem .....................................................................................................................................3
7.2 Ensaios .............................................................................................................................................4
8 Aceitação e rejeição.........................................................................................................................4

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Prefácio

 A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Fórum Nacional de Normalização.


 As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos
Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais Temporárias
(ABNT/CEET), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores
envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros).

 A ABNT NBR 12624 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados (ABNT/CB-18),
pela Comissão de Estudo de Especificação para Elastômero (CE–18:504.01). O Projeto circulou em Consulta
Nacional conforme Edital nº 04, de 30.04.2004, com o número Projeto NBR 12624.

Esta segunda edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 12624:1992), a qual foi tecnicamente
revisada.

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Perfil de elastômero para vedação de junta de dilatação de


estruturas de concreto ou aço   Requisitos

1 Objetivo

Esta Norma estabelece os requisitos mínimos exigíveis no recebimento de perfil elastomérico, para vedação
de junta de dilatação de estrutura de concreto ou aço.

2 Referências normativas

 As Normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem
prescrições para esta Norma. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação.
Como toda Norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que
verifiquem a conveniência de se usarem as edições mais recentes das Normas citadas a seguir.
 A ABNT possui a informação das Normas em vigor em um dado momento.

 ABNT NBR 6565:1982 – Elastômero vulcanizado – Determinação do envelhecimento acelerado em estufa –


Método de ensaio

 ABNT NBR 7318:1982 – Elastômero vulcanizado para uso em veículos automotores – Determinação da
dureza – Método de ensaio

 ABNT NBR 7462:1992 – Elastômero vulcanizado – Determinação da resistência à tração – Método de ensaio

 ABNT NBR 8360:1984 – Elastômero vulcanizado – Envelhecimento acelerado em câmara de ozônio – Ensaio
estático – Método de ensaio

 ABNT NBR 10025:1987 – Elastômero vulcanizado – Ensaio de deformação permanente à compressão –


Método de ensaio

 ABNT NBR 11407:1990 – Elastômero vulcanizado – Determinação das alterações das propriedades fí sicas,
por efeito de imersão em líquidos – Método de ensaio

 ABNT NBR 11911:1992 – Elastômero vulcanizado – Resistência ao rasgamento – Método de ensaio

 ASTM D395 -2003 – Standard test methods for rubber property – Compression set

 ASTM D412-2002 – Standard test methods for vulcanized rubber and thermoplastic elastomers – Tension

 ASTM D3183-2002 – Standard practice for rubber – Preparation of pieces for test purposes from products

3 Definições

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:

3.1 elastômero resistente ao óleo ASTM nº 1 e ASTM nº 3: Tipo de elastômero que é caracterizado por 
resistir a óleos parafínicos e aromáticos.

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3.2 elastômero não resistente ao óleo ASTM nº 1 ou ASTM nº 3:  Tipo de elastômero que é
caracterizado por não resistir a óleos parafínicos e aromáticos.

4 Classificação

4.1 Esta Norma classifica dois tipos diferentes de perfil de elastômero, descritos em 4.1.1 e 4.1.2

4.1.1 Perfil tipo 1 – Perfil produzido por um composto de elastômero resistente a óleos parafínicos e
aromáticos, respectivamente ASTM nº 1 e ASTM nº 3.

4.1.2 Perfil tipo 2 – Perfil produzido por um composto de elastômero não resistente a óleos parafínicos e
aromáticos, respectivamente óleos ASTM nº 1 e ASTM nº 3.

4.2 O fabricante deve indicar se o perfil por ele produzido se encaixa como do tipo 1 ou tipo 2 desta Norma.

5 Requisitos gerais

5.1 O perfil deve ser produzido com elastômero contendo resinas, plastificantes, estabilizadores ou
materiais adicionais necessários, de modo a assegurar um composto homogêneo, livre de bolhas ou outras
imperfeições, e a atender aos requisitos desta Norma.

5.2 O perfil deve ter forma, dimensões e respectivas tolerâncias dimensionais conforme indicadas nos
desenhos que acompanham as especificações do seu projeto.

5.3 O adesivo utilizado na emenda do perfil deve possuir características que não comprometam a sua
estanqueidade.

6 Requisitos específicos

Os ensaios devem ser realizados em corpos-de-prova extraídos, preferencialmente, de suas superfícies


externas superiores, que são as mais solicitadas às ações da intempérie.

Os parâmetros exigíveis para os dois diferentes tipos de perfil devem ser os especificados na tabela 1.

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Tabela 1  Caracteristicas exigíveis para os perfís

Método
Item Parâmetros Unidade Tipo 1 Tipo 2 de
ensaio
 A/pontos/
1 Dureza Shore A 55 a 65 60 a 70 7.2a
1
Tração
2 Tensão de ruptura MPa 12 mín. 10 mín. 7.2b
 Alongamento de ruptura % 350 mín. 350 mín. 7.2b

Envelhecimento acelerado em estufa, 70 h/100°C


 A/pontos/
Variação da dureza Shore A + 10 máx. + 10 máx. 7.2c
3 1
Variação da tensão de ruptura - 20 máx. - 25 máx. 7.2c
%
Variação do alongamento de ruptura - 25 máx. - 30 máx. 7.2c
%
Deformação permanente à compressão,
4 % 35 máx. Não exigível 7.2d
22 h/100°C
Deformação permanente à compressão,
5 % NE 30 máx. 7.2d
22 h/70°C

Resistência ao óleo ASTM nº 1, 70 h/100°C


 A/pontos/
Variação da dureza Shore A - 5 a + 10 Não exigível 7.2e
1
6 Variação da tensão de ruptura à tração - 25 máx. Não exigível 7.2e
%
Variação do alongamento de ruptura à tração - 40 máx. Não exigível 7.2e
%
Variação do volume  10 a + 15 Não exigível 7.2e
%
Resistência ao óleo ASTM nº 3, 70 h/100°C
7
Variação do volume % 120 máx. Não exigível 7.2f  
Envelhecimento acelerado em ozônio, Não
8 Fendas Não apresentar 7.2g
100 h/ 1ppm/ 40°C apresentar 
9 Resistência ao rasgo kN/m 26 mín. 26 mín. 7.2h

7 Inspeção

Efetuado o fornecimento, ou no decorrer deste, cabe ao comprador ou seu representante verificar, na fábrica
ou no local de entrega, se os requisitos gerais exigidos na seção 5 estão atendidos e rejeitar os segmentos
de perfil que não os atendam.

7.1 Amostragem

7.1.1  A amostragem é realizada no local de entrega ou na fábrica, pelo comprador ou seu representante.

7.1.2 Cabe ao comprador ou seu representante formar lotes de até 200 m lineares que apresentem seção
transversal de mesmas dimensões. Todos os segmentos de perfil do lote devem ser identificados e lacrados
de forma inviolável. De cada lote deve ser extraída, no mínimo, uma amostra de comprimento igual ou
superior a 1 m, para a realização dos ensaios pertinentes ao tipo de perfil .

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7.2 Ensaios

Os ensaios seguintes devem ser realizados em amostras do perfil acabado, devendo ser observada a
metodologia indicada na ASTM-D-3183 para a obtenção de corpos-de-prova:

a) dureza Shore A: de acordo com a ABNT NBR 7318;

b) tração: deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 7462 em corpos-de-prova preparados com o
cunho modelo 1, extraídos do eixo longitudinal do perfil. Dependendo da forma geométrica do perfil, os
corpos-de-prova devem ser preparados com o cunho modelo E, da ASTM D 412 – 98a;

c) envelhecimento acelerado em estufa: de acordo com a ABNT NBR 6565;

d) deformação permanente à compressão: de acordo com a ABNT NBR 10025, procedimento B. Em função
da geometria do perfil, admitem-se corpos-de-prova com empilhamento máximo de quatro camadas;
demais considerações devem ser de acordo com a ASTM D 395–98, método B, para corpos-de-prova
tipo 2;
o
e) resistência ao óleo ASTM n 1: de acordo com a ABNT NBR 11407;
o
f) resistência ao óleo ASTM n 3: de acordo com a ABNT NBR 11407;

g) envelhecimento acelerado em ozônio: de acordo com a ABNT NBR 8360, método A;

h) resistência ao rasgo: deve ser realizado de acordo com a ABNT NBR 11911, em corpos-de-prov a
extraídos com o dispositivo de corte modelo II. Em função da geometria do perfil, admitem-se corpos-de-
prova extraídos com o dispositiv o de corte modelo I reduzido.

8 Aceitação e rejeição

O lote deve ser aceito se os resultados dos ensaios obtidos na primeira amostragem atenderem ao
especificado na seção 6. Em contrário, deve ser realizada uma segunda amostragem para a realização de
ensaios de contraprova. O lote deve ser aceito se os resultados obtidos na contraprova atenderem aos
valores especificados na seção 6. Em contrário, o lote deve ser rejeitado.

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