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projeto urbano setor 1

A área compreendida pelo setor 1, localiza-se perto da unicamp


e da estrada da Rhodia. Por ser a região mais próxima aos
estudantes, optou-se por criar quadras com alta densidade,
preservação ambiental destinadas principalmente ao uso residencial multifamiliar e
essa diretriz é marcada, principalmente, pela criação do parque público comercial. A zona de comércio se situaria em frente a estrada da
central, que tem o intuito de preservar a fauna e a flora locais ao mesmo Rhodia, enquanto as residências - em conjunto com a expansão
tempo em que abriga equipamentos de cultura e lazer, de forma a não se da moradia, creche, um centro cultural e esportivo e um teatro -
tornar uma barreira física em meio à área de intervenção. Outros pontos se localizariam ao longo de todo o setor. Para os lotes destinados
de ação importantes dessa diretriz são a restauração do curso dos rios a uso residencial, a taxa de ocupação (T.O) giraria em torno de
provenientes do lago central - antes canalizados -, a adoção de medidas 5 65% e o coeficiente de aproveitamento (C.A.) por volta de 1,3.
de prevenção de enchentes ao redor dos mesmos, a qualificação dos Os lotes dos demais usos - comercial, institucional e cultural e
espaços rurais - de forma a evitar o uso danoso ao ambiente - a instalação de lazer - teriam uma T.O. de 70% e um C.A. de 2,1.
de ecopontos e as áreas destinadas a reflorestamento de plantas.
6 setor 2
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transição urbano-rural Compreende a região dos condomínios preexistentes Rio das
a transição está marcada pelo setor 5, onde as quadras apresentam Pedras e Barão do Café. Como a área é destinada em sua maioria
um tamanho intermediário entre os dos setores 3 e 4 e o 6. Além do ao uso residencial, optou-se por preservar essa característica,
desenho da malha, também é ação da diretriz a taxa de ocupação que vai ainda que eliminando as barreiras entre os espaços e integrando-
diminuindo conforme a aproximação do setor 6, assim como o coeficiente os à malha urbana. Junto às residências, acrescentou-se alguns
de aproveitamento. Alguns usos foram propostos para o diálogo entre 4 usos destinados à população, como um asilo, um cursinho
as áreas mais urbanas com as rurais: a horta e pomar comunitários, a popular e um centro social. Para o uso residencial considerou-
feira de orgânicos, o pesqueiro e hotel, e as vias com áreas verdes e se um T.O. de 50% e um C.A. de 1,5, enquanto que para o uso
priorização dos pedestres. de serviços, o T.O. foi de 50% e o C.A. de 1.
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integração com a cidade universitária setor 3
a integração com a cidade universitária tentou ser bastante enfatizada Situa-se entre a área dos condomínios e o parque público. Por
no projeto. A extensão da moradia no setor 1, em conjunto com diversos ser uma região que - a princípio - é um vazio urbano, pensou-
equipamentos de cunho cultural e educativo, como a creche, um teatro se em criar duas vias principais, de forma a torná-la atrativa.
e um centro cultural e esportivo, atraem para região estudantes que Lotes destinados a comércios, serviços e residências foram
buscam por espaços que oferecem lazer e são de fácil comunicação com distribuídos pelo setor com o intuito de diversificar seu uso. A
a universidade. Suas necessidades básicas também são atendidas pela zona comercial se situaria ao redor do prolongamento da avenida
zona comercial, situada numa área do setor. A criação de novas faixas de 3, junto a alguns respiros verdes em sua extensão. Haveria
ciclovias e a ampliação das rotas de ônibus da moradia facilita o acesso N também um lote central destinado a uma creche e escola pública
setores
à universidade e atende não só os moradores do setor como pessoas em e outro para a criação de um pronto socorro, um pouco mais
escala 1:30.000
geral. Além disso, outra importante ação de integração foi a extensão da isolado. O restante dos lotes seria ocupado com residências e
chamada avenida 3 (Av. Oscar Pedroso Horta), que passa a chegar até o serviços locais ao longo de todo o setor. O T.O e o C.A. para
final das áreas do setor 2 e 3. o uso de comércio e serviços ficariam em torno de 60% e 1,2
respectivamente. Já as residências apresentariam um T.O. de
diversificação de usos/usuários 50% e um C.A. de 1.
VI V
a área de intervenção, antes gentrificada, ocupada por famílias classe IV I
média-alta e nenhum equipamento urbano público, foi reformulada de setor 4
modo a diversificar seus usos e usuários, tornando-a mais dinâmica Abrange a área que se forma entre os rios do parque público,
e acessível. A diversificação dos usos se dá pela criação de vários cuja restauração ao curso original é proposta. Para essa região
equipamentos de educação, assistência social, lazer, cultura, saúde haveria alguns usos destinados ao comércio ao redor do parque
e transporte espalhados por todos os setores. Já a diversificação de e usos de serviços, como um posto de saúde para atender
usuários é possibilitada em dois sentidos: tanto a pessoas não residentes, todos os moradores da região. Já o restante das quadras seria
quanto a própria comunidade local. Os usuários de fora são atraídos destinado a uso predominantemente residencial, tendo seus
pela presença de grandes aparelhos, como o teatro, o centro cultural e tamanhos variados conforme se aproximam da área de transição
esportivo e o grande parque central. A conexão intermodal e facilidade de do urbano para o rural. Por isso, nesse setor a média do T.O e
mobilidade possibilita o acesso. Por outro lado, a população permanente C.A. para o uso de serviços girariasetores
em torno de 35% e 0,35,
tem seu perfil mais diversificado com a manutenção do tamanho dos lotes respectivamente. A média para o uso residencial seria de 30%
densid
e acesso facilitados aos aparelhos públicos e serviços inseridos, além da de T.O e 0,3 para C.A. principais vias e acessos
ampliação da moradia e integração com a cidade universitária.
setor 5
A transição do urbano para o rural é proposta nesse setor, onde se
encontrariam grandes quadras pouco povoadas, por se tratarem
de plantações e lagos. Alguns serviços que dialogam com a área
rural 6 foram sugeridos, como é o caso da horta comunitária e
da feira de orgânicos. Por se tratar de uma região menos densa
e já mais voltada para o uso rural, sua taxa de ocupação seria de
20% e seu coeficiente de aproveitamento de 0,2.

setor 6
Setor mais ao extremo da área de intervenção, é onde se
encontram as áreas de uso rural. Seu uso já era pré-existente,
fazendo com que as propostas fossem mais de ordenação dos
espaços, com o traçado de novas ruas e divisão em quadras.
Alguns usos específicos foram propostos com a intenção de
N N incentivo ao ecoturismo e preservação da natureza, é o caso
área de intervenção transição de densidade do de hotelaria e dos ecopontos. As médias de T.O. e C.A. são
s/ Escala escala 1:30.000 de 10% e 0,1, respectivamente, com exceção dos usos turístico,
com T.O. de 35% e C.A. de 0.35.

corte AA corte BB corte CC


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