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NOTA À MATÉRIA PÚBLICADA NO PORTAL AZ NO DIA 18/12/2018.

Em atenção a matéria publicada no Portal az “Humorista piauiense é


processado por ex-candidata a deputada federal”, vêm-se esclarecer que o
motivo de a ex-candidata a deputada Federal Fabíola de Azevedo Lemos ter
buscado a reprimenda estatal à conduta do aludido humorista não se deve a
uma simples publicação de um vídeo, gravado de forma clandestina em sala de
aula, divulgado na pagina Teresina Comedia News, em nítida violação aos
seus direitos de imagem.

Na realidade, ao contrário do que não foi colocado na reportagem, a


abertura do inquérito policial versa sobre os crimes de injúria e difamação que
ocorreram por meio da figura do administrador da supramencionada página por
meio de um ataque sistematizado à figura da candidata por cerca de 4 (quatro)
dias consecutivos após os resultados do segundo turno das eleições.

Na ferramenta stories foram colocados todos os tipos de impropérios à


sua figura, acusando-a de doutrinadora, duvidando de sua capacidade técnica
de lecionar aulas, inclusive associando o seu nome ao uso de drogas e
banalização do sexo. Vejamos o trecho de um dos Stories:

Nunca é demais lembrar que essa galera naturaliza o


uso de drogas e a banalização do sexo. Fiquem
alertas”. (Texto de um dos Stories)

Não obstante, o humorista passou a divulgar na sua conta, por meio da


ferramenta stories, de maneira anônima, diversos relatos de supostos alunos
que também seriam contrários à pessoa da candidata, imputando fatos
ofensivos, tudo isso em uma rede social com mais de 40 mil seguidores.

Durante diversos dias a professora Fabíola Lemos se sentiu abalada por


conta desse linchamento virtual e em decorrência, sobretudo, dos pedidos dos
seus eleitores e apoiadores, ela não pôde deixar tal situação ficar impune,
porque o desrespeito não foi só à sua figura, mas à todos que caminham
consigo.

Importante ressaltar que a pagina Teresina Comedia News não divulgou


nenhuma manifestação de apoio a sua pessoa, sendo que diversos alunos a
procuraram no whatsapp dizendo que estavam enviando mensagens, relatando
que a situação não era aquela, que havia um equívoco ali e em nenhum
momento foi publicada quaisquer delas.

É importante ressaltar que casos como esses são frutos da famigerada


perseguição que professores estão sofrendo dentro das salas de aula por meio
do projeto político “escola sem partido”, projeto este nitidamente
inconstitucional conforme já sinalizado pelo Supremo Tribunal Federal, que
compromete a liberdade de cátedra e visa amordaçar professores.

Atenciosamente,

ASCOM- ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO.