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AGÊNCIA INHAPIM SR LESTE DE MINAS PROJETO DE AR CONDICIONADO MEMORIAL DESCRITIVO Coordenador/Arquiteto: Arq.Emmerson Ferreira CREA

AGÊNCIA INHAPIM

SR LESTE DE MINAS

PROJETO DE AR CONDICIONADO

MEMORIAL DESCRITIVO

Coordenador/Arquiteto:

Arq.Emmerson Ferreira

CREA 60.018/D-MG

Responsáveis Técnicos Eng. Mauro Lucio Vieira

CREA-MG 57.845/D

SETEMBRO / 2006

1° PARTE – CONSIDERAÇÕES INICIAIS

  • 1 – OBJETIVO

A presente especificação técnica objetiva definir os materiais e serviços, necessários para a execução da obra de melhoria da climatização da agência Inhapim, orientando e disciplinando o relacionamento técnico entre a CONTRATADA e a área de Engenharia da GIMAT/BH e/ou a FISCALIZAÇÃO da CAIXA.

  • 2 – RESPONSÁVEIS TÉCNICOS

Arq. Emmerson Ferreira / CREA: 60-018/D – MG Eng. Mauro Lúcio Vieira / CREA MG 57.845/D

  • 2 – UNIDADES CONDICIONADORAS DE AR

    • 2.1 – Fornecimento e instalação de split de ambiente 24000 Btu/h com condensador remoto.

Inclusive rede frigorigena completa (tubo de cobre 1/4" e tubo de cobre 5/8") e interligações

elétricas.

  • 4 – FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE QUADROS ELETRICOS E INTERLIGAÇÕES

    • 4.1 – Quadro eletrico e interligações para split de 24000 btu;

2º PARTE – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

1- SISTEMA DE AR CONDICIONADO

1.1- PARÂMETROS DE PROJETO

  • 1.1.1 DESCRIÇÃO

Os projetos foram desenvolvidos considerando os parâmetros de projeto a seguir:

Premissas de Cálculo:

O Cálculo da Carga Térmica foi apropriado através do Método de Fatores de Transferência - T.F.M. -, preconizado pela “ASHRAE” e ratificada pelo “Software” Block Load 3.01, desenvolvido pela Carrier.

Para essa metodologia e algorítmo foram adotadas as seguintes premissas:

  • 1.1.2 BASES DE CÁLCULO

1.1.2.1 LOCAL / ESTADO / ALTITUDE

O empreendimento localiza-se na rua Francisco Neiva, número 26, centro, na cidade de Inhapim/MG, a uma altitude de 482 metros.

  • 1.1.3 CONDIÇÕES EXTERNAS

Temperatura de bulbo seco Temperatura de bulbo úmido

VERÃO 32,0 O C 27.0 O C

  • 1.1.4 CONDIÇÕES INTERNAS

Temperatura de bulbo seco

23ºC

2º C

Umidade Relativa

50 %

Sem controle

  • 1.1.5 CARGA DE ILUMINAÇÃO

BANCO

20

W/m² com reatores (distribuição uniforme)

  • 1.1.6 CARGA DE PESSOAS

Carga sensível

71.8

W/pessoa

Carga latente

60.1

W/pessoa

1.1.7

TAXA DE AR EXTERNO

Loja

12

  • 1.1.8 FATOR DE SEGURANÇA

m3/h/pessoa

Fator de segurança aplicado para cálculo de carga térmica: 10% (dez por cento).

  • 1.1.9 TABELA DEMONSTRATIVA DE CALCULOS

Ver tabela contida no projeto.

1.2- DESCRIÇÃO GERAL

Tratando-se de obra a ser executada em uma etapa e considerando o condicionamento de 1 pavimento, foram definidos os seguintes equipamentos:

  • - 08 condicionadores de ar tipo “Janela”, existentes e instalados, sendo 02 na área de auto atendimento, 02 na Sala Técnica e 04 no hall de público;

  • - 02 condicionadores de ar tipo “Split” de ambiente com condensadores a ar remoto, a serem fornecidoe e instalados na área do hall de publico;

  • - 01 Caixas de ventilação para renovação do ar a ser fornecida e instalada;

Para esta reforma um condicionador de ar tipo “Janela” de 30000 BTU existente no Hall de Publico deverá ser retirado e instalado na área do Auto Atendimento para operar simultaneamente com os ACJ existentes. Deverão ser fornecidos e instalados 02 splits de ambiente. As unidades evaporadoras serão instaladas no ambiente do hall de publico e as condensadoras em área externa, conforme mostrado nos desenhos. O insuflamento e retorno serão pelos painéis dos condicionadores.

Também para esta reforma deverá ser fornecida e instalada 01 caixa de ventilação composta de ventilador centrífugo, grelha de captação e filtro classe G-3 ABNT, a ser instalada na parede externa da agencia para insuflar o ar exterior no hall de publico.

Deverá ser ser feita a substituição do vidro temperado da fachada da Agência, onde será instalado o novo ACJ, sendo fornecido com a furação necessária.

Deverão ser fornecidos e instalados os quadros elétricos, assim como toda a rede elétrica, frigorígena e o sistema de controle de temperatura do ar condicionado.

  • 1.2.1 CRITÉRIOS FUNCIONAIS

Os condicionadores estão projetados para funcionamento simultâneo, no entanto, nos períodos de carga térmica reduzida, poderão funcionar alternadamente, com operação manual.

1.3- EXECUÇÃO

A instalação das unidades condicionadoras deverá estar em conformidade com os desenhos e detalhes de projeto e também com os critérios estabelecidos nos projetos de arquitetura, principalmente com relação às características dimensionais dos espaços disponíveis, considerando as áreas necessárias recomendadas pelo fabricante para manutenção.

Todos os equipamentos deverão ter amortecedores de vibração do tipo Borracha de Neoprene, dimensionados para isolar 90% das vibrações de excitação.

1.4- CONDICIONADORES TIPO “SPLIT”

  • 1.4.1 DEFINIÇÃO

Aparelho projetado para proporcionar condições de conforto térmico a um ambiente fechado. Compõe-se de um sistema de refrigeração com condensação a ar, dotado de elementos que executam a circulação e limpeza do ar, incluindo ou não renovação de ar e aquecimento. Podem ser do tipo monobloco ou modular, sendo concebidos para instalação aparente, sem dutos.

Os condicionadores do tipo monobloco, comercialmente conhecidos como aparelhos de janela, são instalados, em janelas, paredes ou consoles.

Os condicionadores modulares, comercialmente conhecidos como “minisplit” ou “split”, são constituídos de uma ou mais unidade interna (evaporadora) interligada a uma unidade externa (condensadora). A interligação se dá através de tubos de cobre, pôr onde circula o fluído frigorígeno (refrigerante).

  • 1.4.2 ESPECIFICAÇÃO

1.4.2.1 NORMAS APLICÁVEIS

Os condicionadores devem atender as seguintes normas brasileiras, ou a normas estrangeiras comprovadamente equivalentes ou superiores:

•NBR 5858 – Condicionador de ar doméstico – Especificação •NBR 5882 – Condicionador de ar doméstico – Determinação das características - Método de Ensaio; •NBR 6675 – Instalação de condicionadores de ar de uso doméstico (tipo monobloco ou modular); •NBR 9318 – Condicionadores de ar domésticos - Requisitos de segurança elétrica Especificação; •NBR 9327 – Condicionador de ar domésticos – Ensaios de segurança elétrica – Método de ensaio; •NBR 12010 – Condicionador de ar doméstico – Determinação de coeficiente de eficiência energética – Método de ensaio

1.4.2.2 ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA

Até a capacidade de 36.000 Btu/h (3 TR), será monofásica/bifásica. Acima dessa capacidade, até o limite de 60.000 Btu/h (5 TR), será trifásica com dispositivo de proteção contra falta e inversão de fases, quando de compressores rotativos ou orbitais do tipo espiral (“scroll”).

Nota – Preferencialmente, os componentes responsáveis pela operação e proteção dos condicionadores serão fornecidos montados em fábrica. Admitir-se-á montagens em campo, somente se constar no Manual de Instalação e operação do fabricante, instruções detalhadas (com desenhos, esquemas, etc.) em português.

  • 1.4.2.3 GABINETE/CHASSIS

Confeccionados em chapa de aço-galvanizado tratada contra corrosão, ou em plástico de engenharia de alta resistência. Serão dotados de meios para escoamento ou remoção automática de condensado. Deverão possuir aletas para direcionamento do ar de insuflamento. No caso de condicionadores do tipo monobloco, o chassis deverá ser deslizante.

  • 1.4.2.4 SERPENTINAS EVAPORADORAS/CONDENSADORAS

Cada serpentina deverá ser testada em fábrica contra vazamentos a uma pressão de 24 bar (350 psi). Evaporadoras: Tubos de cobre sem costura, mecanicamente expandidos contra aletas de alumínio. Condensadoras: Possuirão subresfriador incorporado. Admitir-se-á dois tipos de serpentinas, ambas, confeccionadas de tubos sem costura mecanicamente expandidos contra aletas.

Quando de metais similares, serão do tipo alumínio/alumínio ou cobre/cobre. Quando de metais dissimilares, ou tubos serão de cobre e as aletas de alumínio tratadas contra corrosão galvânica. Obs: O tratamento anticorrosivo das aletas dos condensadores só se aplica a condicionadores do tipo modular.

  • 1.4.2.5 DISPOSITIVO DE EXPANSÃO

Poderá ser tubo capilar, dispositivo com orifício(s) calibrado(s), válvula de expansão termostática ou válvula de expansão automática.

  • 1.4.2.6 FILTRO DE AR

Fixos, planos, com meio filtrante viscoso ou seco, constituídos de fibras sintéticas, fibras de vidro, celulose ou feltros. Eficiência mínima 30%, gravimétrico, conforme normas ASHRAE 52/ “gravimétrico”, classificação GO segundo ABNT.

  • 1.4.2.7 COMPRESSOR

Hermético ou orbital do tipo espiral, comercialmente conhecido como “scroll”, com dispositivo que proteja o motor elétrico contra sobreaquecimento decorrente de sobrecarga ou partidas sucessivas.

  • 1.4.2.8 REFRIGERANTE

R – 22,

R – 407C,

R – 410 A

ou

R-417

1.4.3 LINHAS DE REFRIGERANTE

:1

A interligação entre os compressores e a serpentina do condensador (self) ou serpentina do evaporador (split) deverá ser através de tubos de cobre maleável, sendo uma linha de descarga (self) ou sucção (split) e outra de líquido, com diâmetros nominais conforme desenho.

:2

Por medida de segurança a linha de descarga deverá ser isolada com borracha esponjosa tipo Monteflex II nos trechos internos às casas de máquinas. Nos trechos externos as linhas de líquido deverão ser isoladas com o mesmo material.

:3

A linha de sucção deverá ser isolada por meio de borracha esponjosa tipo Monteflex II.

:4

Para fixação dos tubos de cobre deverão ser usadas braçadeiras galvanizadas, Walsywa do tipo "B", com bitola de acordo com o diâmetro dos mesmos, mantendo um espaçamento mínimo de 5 cm entre os tubos. Entre as braçadeiras e os tubos deverá ser utilizada juntas de borracha 2 mm de espessura com o objetivo de reduzir as vibrações transmitidas à estrutura.

:5

Após a conclusão dos serviços, os sistemas deverão ser limpos e testados a uma pressão mínima de 400 psig., utilizando nitrogênio líquido, bem como submetê-los a um vácuo de 250 microns de Hg.

:6

Não existindo umidade e impurezas nas linhas, completar ou recarregar o sistema com gás refrigerante R22.

:7

Deverão ser previstos os seguintes cuidados na construção das linhas de descarga de gás:

Sifão simples na saída do evaporador Sifão duplo nos trechos verticais a cada 3 m de desnível Sifão invertido com dimensão superior à altura do condensador na entrado do mesmo Inclinação de 10 mm a cada 2 m no trechos horizontais em direção aos sifões de entrada do condensador e saída do evaporador. Deverão ser utilizadas curvas de raio longo

:8

Na execução dos serviços deverá ser utilizada solda apropriada e fluxo de nitrogênio.

:9

O vácuo deverá ser medido com vacuômetro eletrônico não sendo aceita a utilização do manifold para este fim.

:10

O filtro secador não deverá ficar exposto à atmosfera mais que 15 minutos, caso isto ocorra o mesmo deverá ser descartado.

:11

A carga adicional de gás e óleo deverá ser de acordo com o recomendado pelo fabricante.

Nota: Observar todas as recomendações fornecidas pelo fabricante do equipamento em seu manual de instalação. Demais orientações, ver anexo III.

1.5- VENTILADORES

1.5.1 CAIXAS DE INSUFLAMENTO

O sistema de insuflamento do ar nas salas internas será por ventilação forçada através de caixa ventiladora composta de Ventilador centrífugo, filtro, grelhas de captação e admissão do ar.

1.5.2

ESPECIFICAÇÃO

São os seguintes os fabricantes de equipamentos aceitos para este empreendimento. Outras marcas devem manter estrita equivalência quanto aos mesmos:

MONITRON (VENTIBOX)

WESTAFLEX (VENTOKIT)

A velocidade máxima de descarga do ar será de 8 m/s.

1.6- SISTEMAS ELÉTRICOS

Caberá à CONTRATADA, o fornecimento e a execução dos pontos de força para os equipamentos que serão fornecidos, bem como das ligações de todas as chaves, motores e aparelhos de controle dos sistemas, a partir dos quadros existentes na agência.

Igualmente caberá à Proponente, o fornecimento e a ligação dos quadros elétricos necessários às ligações de todos os equipamentos e, demais componentes dos sistemas de condicionamento.

  • 1.6.1 GENERALIDADES

Esta seção define os critérios básicos que deverão nortear a montagem e instalação dos itens de maior relevância, quais sejam:

- Quadros elétricos e interligações elétricas;

Os quadros elétricos serão montados tendo por base o diagrama e esquema funcional apresentados nos respectivos desenhos de ar condicionado, atendendo à norma NBR-6808.

Os quadros elétricos serão fornecidos com 1 (uma) via do desenho certificado do diagrama unifilar e do esquema funcional, colocados em porta desenhos, instalado internamente ao quadro.

O quadro terá placa de identificação do painel, fabricada em acrílico, aplicada sobre a face anterior do mesmo.

Deverão possuir régua de bornes numerada, por fiação.

Toda a fiação interna deverá ser anilhada.

Deverão ser utilizados terminais prensados e do tipo específico para cada conexão.

Os quadros deverão ser montados com espaços de reserva para eventuais expansões. Deverá ser previsto também um espaço para eventual condensação de umidade.

Os quadros serão fornecidos com uma barra interna para aterramento adequado para cabos de cobre.

As ligações elétricas dos equipamentos do sistema de ar condicionado obedecerão às prescrições da

ABNT e aos regulamentos das empresas concessionárias de fornecimento de energia elétrica.

As ligações serão feitas entre os painéis elétricos e os respectivos motores, controles e demais equipamentos.

Toda a fiação deverá ser feita com condutores de cobre, com encapamento termoplástico, devendo ser utilizados cabos com encapamento nas cores normalizadas pela ABNT e, anilhas numeradas nos circuitos de comando e controle para melhor identificação.

A ligação final entre os eletrodutos rígidos e os equipamentos deverá ser executada com eletrodutos flexíveis, fixados por meio de buchas e bornes apropriados.

ANEXO III INTERLIGAÇÃO FRIGORÍFICA

  • 1- MATERIAIS UTILIZADOS:

    • 1.1- Tubos de cobre maleável e curvas sempre de raio longo;

      • 1.2- Solda foscoper;

1.3- Nitrogênio;

  • 1.4- Carga adicional de refrigerante e óleo, na quantidade estabelecida no manual de Instalação do fabricante;

    • 1.5- Filtros secadores;

      • 1.6- Braçadeiras galvanizadas para fixação dos tubos ref. Walsywa do tipo B, com bitola de acordo com os diâmetros dos mesmos.

        • 1.7- Juntas de borrachas de 2mm de espessura entre os tubos e braçadeiras

1.8- Sifões:

  • 1.8.1- Sifão simples na saída do evaporador;

    • 1.8.2- Sifão duplo nos trechos verticais, a cada 3 metros de desnível;

1.8.3- Sifão

invertido

na

entrada

da

unidade

condensadora,

evaporadora, a uma altura superior à serpentina.

caso

esteja

acima

da

umidade

  • 1.9- Isolante Térmico:

1.9.1- Os isolantes deverão ser fabricados em espuma elastomérica Armaflex, referência Armstrong, fixados aos tubos com cola apropriada.

2-

PROCEDIMENTOS:

  • 2.1- Utilização de fluxo de nitrogênio no interior dos tubos para evitar oxidação durante a execução da solda;

    • 2.2- Inclinação de 10 mm a cada 2 metros nos trechos horizontais e criação dos devidos sifões;

      • 2.3- As tubulações que passam em pisos, em locais de passagem de pessoas, deverão possuir proteção mecânica feita de alvenaria (h = 10 cm) nas laterais e grade de ferro na parte superior;

2.4-

Limpeza interna do circuito;

  • 2.5- Vácuo, utilizando vacuômetro, preferencialmente eletrônico até atingir 250 Mícrons de Hg

    • 2.6- Teste de vazamento, sempre com nitrogênio, a uma pressão mínima de 400 Psig;

      • 2.7- Carga de gás e óleo adicional, com posterior balanceamento termodinâmico, objetivando alcançar os valores de superaquecimento e sub-resfriamento, informado pelo fabricante;

        • 2.8- Substituir os filtros secadores caso os mesmos fiquem abertos e expostos à atmosfera por mais que 15 minutos;

          • 2.9- Todos os trechos que tenham sido danificados/amassados deverão ser trocados e executados todos os serviços necessários à completa recomposição;

            • 2.10- Isolamento térmico:

              • 2.10.1 A linha de descarga deverá ser isolada, para evitar acidentes, em todos os trechos que possam haver contato humano;

              • 2.10.2 Toda a linha de sucção deverá ser isolada;

              • 2.10.3 A linha de líquido deverá ser isolada nos trechos externos, onde há incidência de radiação solar direta.

              • 2.10.4 O material isolante deverá ser colocado antes do fechamento do circuito, afim de evitar que se corte o mesmo, reduzindo a sua capacidade de isolamento.

              • 2.10.5 Deverá ainda receber pintura, fornecida pelo mesmo fabricante, nos trechos expostos ao sol devido à ação dos raios ultra-violeta que atacam o material.

2.11 Na transposição em laje e/ou alvenaria, a tubulação deverá ser revestida com o material isolante e tubo PVC na bitola necessária, com posterior vedação completa do vão.