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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE

CENTRO DE CIÊNCIA EXATAS E DA TERRA


DEPARTAMENTO DE GEOLOGIA

CINTURÃO ITABUNA-SALVADOR-CURAÇÁ

DOCENTE: Prof. Dr. Fernando César Alves da Silva


Prof. Dr. Francisco Oliveira da Silva
Prof. Dr. Jaziel Martins Sá
DISCENTES: José Alexandre Paixão da Cunha
Lucas Henrique Medeiros da Silva
Mattheus da Cunha Prudêncio
Rafael Danúzio Moura de Andrade

NATAL, 2014
SUMÁRIO PÁGINA
1. INTRODUÇÃO 1
2. GEOLOGIA REGIONAL DO CINTURÃO ITABUNA- 1
SALVADOR-CURAÇÁ
2.1. Suíte São José do Jacuípe 1
2.2. Complexo Caraíba 1
2.3. Complexo Tanque Novo-Ipirá 2
2.4. Corpos Máfico-Ultramáficos associados ao 2
Complexo Caraíba e ao Complexo Tanque Novo-Ipirá
2.5. Corpos granitpoides paleoproterozóicos alojados no 2
Cinturão Salvador-Curaçá
2.6. Domínio Da Costa Atlântica 3
2.6.1. Rochas supracrustais e granitos anatéticos 3
associados
2.6.2. Metagabros/metabasaltos e 3
matatonalitos/metatrondhjemitos
2.6.3. Metamonzonitos 3
3. CONTEXTO ESTRUTURAL E EVOLUÇÃO TECTÔNICA 3
4. METAMORFISMO E MAGMATISMO 4
4.1. Porção Norte 4
4.1.1. Suíte São José do Jacuípe 4
4.1.2. Complexo Caraíba 4
4.1.3. Granitóides Paleoproterozóicos 5
4.2. Porção Sul 5
5. CONCLUSÃO 5
REFERÊNCIAS 6
1. INTRODUÇÃO
O Orógeno Itabuna-Salvador-Curaçá, antes dividido em dois segmentos, ao sul,
Cinturão Costa Atlântica (Mascarenhas, 1979) e ao norte o Cinturão Salvador-Curaçá
(Barbosa, 1997), se estende em uma faixa contínua de aproximadamente 800 Km desde
o sul até o norte do estado da Bahia. Formado no Paleoproterozóico em um intervalo de
tempo de cerca de 200-300 Ma. O Orógeno é resultado da colisão de quatros blocos
(Gavião, Serrinha, Jequié e Itabuna-Salvador-Curaçá) compostos por rochas Arqueanas,
cuja colisão foi de caráter transpressivo, levando à sua estruturação (Figura 1).
Figura 1: (A) Posição
relativa dos blocos antes
das colisões paleoprote-
rozóicas. (B) Estruturação
do Cráton São Francisco.
Fonte: (Rabelo et al.,
2008).

2. GEOLOGIA REGIONAL DO CINTURÃO ITABUNA-SALVADOR-


CURAÇÁ
O Cinturão Salvador-Curaçá é constituído pela Suíte São José do Jacuípe e pelos
complexos Caraíba e Tanque Novo–Ipirá, além de corpos máfico-ultramáficos e diversas
gerações de granitóides intrusivos paleoproterozóicas, dentre as quais destaca-se o
Maciço Sienítico de Itiúba (Kosin et al., 2003).
2.1.Suíte São José do Jacuípe (>2.7 Ga em U-Pb, Silva et al. 1997)

Apresenta-se a leste, composta principalmente por grabonorito com níveis


cumuláticos e de maneira mais restrita por leucogabros e a oeste por ferrogabros e
ultramáficas perídotíticas e piroxeníticas. Ainda ocorrem diques máficos (Diques de
Aroeira) que truncam todas as unidades litoestratigráficas constituídos por gabros,
dioritos e dacitos alcalinos (Kosin et al., 2003).

2.2.Complexo Caraíba (≈2.6 Ga em U-Pb, Silva et al. 1997)

Segundo Kosin et al. (2003), este é composto por uma suíte bimodal de fácies
granulitos. Apresenta um polo félsico constituido por ortognaisses enderbítico,
charnoenderbítico e raramente charnockítico, de coloração cinza a esverdeados e um polo
básico composto por lentes gabro-dioríticas. Segundo Teixeira (1997), os protólitos
desses ortognaisses são rochas produto da reciclagem de uma crosta ígnea com
participação de material sedimentar.

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2.3.Complexo Tanque Novo-Ipirá (Arqueano ao Paleoproterozóico, Kosin et al.,
1999)

Representa uma sequência vulcanossedimentar metamorfizada na fácies


anfibolito a granulito sendo formado por seis unidades informais definidas por Kosin et
al. (1999): (i) Biotita gnaisses aluminosos, kinzigíticos ou rico em granada, quase sempre
migmatizados, associados a gnaisses bandados, calcissilicáticas, quartzitos, formações
ferríferas, rochas grafitosas e, principalmente, rochas metamáficas e metaultramáficas;
(ii) Rochas calcissilicáticas e quartzitos, além de metacalcários, anfibolitos e formações
ferríferas; (iii) Hornblenda-biotita gnaisses, parcialmente migmatizados, com bandas
quartzo-feldspáticas, em parte granatíferas, intercalado com abundantes níveis
anfibolíticos de largura centimétrica a decamétrica; (iv) Gnaisses grafitosos associados
a rochas calcissilicáticas com abundantes intercalações de quartzitos ferríferos,
anfibolitos, biotita gnaisses parcialmente migmatizado, gnaisses kinzigíticos, gnaisses
quartzo-feldspático, com ou sem granada, e quartzito; (v) Gnaisses bandados, marcado
pela alternância de bandas granítico-granodioríticas e gabróico-dioríticas, com
intercalações de gnaisses tonalítico,anfibolitos e calcissilicáticas subordinadas; (vi)
Gnaisse quartzo-feldspáticos com ou sem granada e rara biotita, freqüentemente
associado a níveis de quartzitos recristalizados.

2.4.Corpos Máfico-Ultramáficos associados ao Complexo Caraíba e ao


Complexo Tanque Novo-Ipirá (2.6 – 2.1 Ga em U-Pb, Oliveira et al. 2002c)

Apresentam na base piroxenitos maciços, que passam a norito e melanorito


bandados com intercalações descontínuas de piroxenito. Sulfetos de cobre maciço e
disseminado ocorrem associados ao piroxenito e, subordinadamente, ao melanorito, com
maiores teores nas porções basais. No topo ocorrem norito e gabronorito, localmente
bandados. (Mandetta 1982 apud Kosin et al., 2003).

2.5.Corpos granitóides paleoproterozóicos alojados no Cinturão Salvador-


Curaçá (2.1 – 1.9 Ga em U-Pb, Rb-St, Melo (1991), Otero & Conceição (1996),
Silva et al., (1997)
Esses corpos estão agrupados em dois conjuntos: corpos sintectônicos e corpos
pós-tectônicos, além do Maciço Sienítico de Itiúba, sin a tarditectônico (Conceição &
Otero, 1996). O conjunto sintectônico está representado principalmente pelo granitóide
Riacho da Onça que é composto por biotita-hornblenda augengnaisses quartzo
monzonítico, monzonítico e granítico, foliados, porfiroclásticos. Ainda são encontrados
a esse conjunto granitos e granodioritos com biotitas, hornblendas ou granadas, cálcio-
alcalinos de alto K, meta e peraluminosos. O conjunto pós-tectônico são constituídos por
sienogranitos e monzogranitos com biotitas e/ou hornblendas, além de granodioritos e
monzonitos subordinados, finos a médios, localmente porfiríticos e com estruturas de
fluxo magmático. O Maciço Sienítico de Itiúba constitui uma intrusão batolítica que é
constituido por alcali-feldspato sienito e sienito, leucocráticos, cinza-claro a rosados,
médios a grossos. Contém estruturas magmáticas tais como acumulações de
clinopiroxênio e apatita (Kosin et al., 2003).

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2.6.Domínio Da Costa Atlântica
A maioria das rochas desse bloco são magmáticas, intensamente deformadas e
recristalizadas na fácies granulito e exibem-se como rochas homogêneas, cinza-
esverdeadas e com textura de fina a média.

2.6.1. Rochas supracrustais e granitos anatéticos associados


Constituem enclaves tectônicos nos metatonalitos e metatrondhjemitos que nesse
bloco apresentam-se em faixas dispersas compostas por quartzitos associados a
formações ferríferas e mangnesíferas bandadas, rochas cálcio-silicáticas, níveis de rochas
grafitosas, bandas quartzo-feldspáticas, gnaisses alumino-magnesianos e rochas
metabásicas (Barbosa et al., 2003).
2.6.2. Metagabros/metabasaltos e metatonalitos/metatrondhjemitos (2.6-
2.5Ga)
Os metagabros/metabasaltos estão associados aos gnáisses
tonalíticos/trondhjemíticos. Eles ocorrem como enclaves, deformados e paralelizados ao
bandamento/foliação regional. Apresentam espessuras que variam desde centímetros a
alguns metros. Os metatonalitos/metatrondhjemitos constituem as rochas mais
abundantes da parte sul do Orógeno mostrando-se bastante deformadas e metamorfisadas,
em alguns casos milonitizadas. Apresentam-se com coloração verde-acinzentadas,
relativamente homogêneas, e de granulação média a grossa compondo bandas de
espessura variável entre centímetros e alguns poucos metros (Barbosa et al., 2003).

2.6.3. Metamonzonitos
Ainda observa-se a presença de metamonzonitos no domínio da Costa Atlântica
quem apresentam idade ≈2,4Ga a partir do método Sm/Nd (Marinho et al. 1992).

3. CONTEXTO ESTRUTURAL E EVOLUÇÃO TECTÔNICA


O Orógeno Itabuna-Salvador-Curaçá é caracterizado por um regime compressivo de
cisalhamento dúctil, originado pelas colisões dos blocos (Gavião, Serrinha, Jequié e
Itabuna-Salvador-Curaçá) no Paleoproterozóico, com orientação NW-SE (Barbosa,
2003).
O segmento sul (antes denominado Cinturão Costa Atlântica) se delimita entre o bloco
Jequié a oeste e o oceano atlântico a leste, e de acordo com Barbosa e Sabaté, 2004, foi
resultado da colisão entre o maciço Gabão no oeste da África e o microcontinente Jequié,
cujas etapas iniciais foram marcadas pela sobreposição do bloco Itabuna-Salvador-
Curaça no bloco Jequié e ambos no bloco Gavião (Figura 3).

São propostas duas fases de deformação (D1 e D2) sendo a primeira ligada a uma
tectônica reversa e a segunda transcorrente sinistral, na qual se desenvolveram zonas de
cisalhamento sinistrais e dobras apertadas mascarando o primeiro evento e marcando a
fase final de amalgamação dos diferentes blocos.

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A evolução do segmento norte (antes Salvador-Curaçá), se deu segundo episódios
reversos e transcorrentes progressivos (Melo et al., 1995). As unidades presentes neste
orógeno (Suíte São José do Jacuípe e complexos Caraíba e Tanque Novo-Ipirá)
encontram-se dispostas em forma de lentes e imbricadas tectonicamente, formando uma
trama anastomosada controlada pelas zonas de cisalhamento transcorrentes sinistrais com
trend NNW-SSE. Essas zonas de cisalhamento culminam uma configuração de estrutura
em flor positiva assimétrica, com cavalgamento sobre o bloco serrinha a leste, o
fragmento de Mairí, e o complexo Saúde a oeste.
Figura 3: Perfis tectônicos E-
W no segmento sul do
orógeno Itabuna-Salvador-
Curaçá Evidenciando em A)
Estágio intermediário da
colisão e em B) O
cavalgamento do Bloco
Itabuna-Salvador-Curaçá
sobre o Bloco Jequié e este
sobre o Bloco Gavião.
Compilado de Barbosa e
Sabaté, 2003.

4. METAMORFISMO E MAGMATISMO
4.1.Porção Norte
Durante o Paleoproterozóico (Sideriano/Riaciano), ocorreu o Ciclo
Transamazônico, onde o metamorfismo na faixa atingiu a fácies granulito (pico entre 2,07
e 2,08 Ga) e permitiu várias intrusões de granitóides. A deformação foi tão intensa que
obliterou quase por completo os elementos estruturais de orogêneses anteriores (Kosin et
al., 2003).

4.1.1. Suíte São José do Jacuípe


Como foi descrita como sendo resultado da fusão parcial do manto profundo com
baixíssimas taxas de contaminação crustal, sugere-se que seja um magmatismo que
representa o fundo oceânico primitivo, gerado durante a evolução de um rifte na zona de
transição continente/oceano. (Kosin et al., 2003). O metamorfismo foi observado em
diferentes fácies, gradando desde xisto verde até granulito. Porém há corpos que sofreram
no máximo uma fase de deformação ou nenhuma (Melo et al. 1995).

4.1.2. Complexo Caraíba


Foi sugerido uma transição da fácies anfibolito para granulito (hidrogranulito),
pois tem-se a presença do hiperstênio em equilíbrio com hornblenda e biotita, ocorrendo
ainda fusão parcial em comum. Ocorre ainda retrometamorfismo na porção oeste do
Maciço Sienítico de Itiúba devido às deformações superpostas ao longo de zonas de
cisalhamento (Kosin et al., 2003).

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4.1.3. Granitóides Paleoproterozóicos
Esses granitoides são divididos em dois tipos: os sin-tectônicos e os pós-
tectônicos. Existe ainda um sin- a tardi-tectônico que merece uma atenção, pois se trata
da maior intrusão sienítica da Bahia (Kosin et al., 2003): o Maciço Sienítico de Itiúba.

No que diz respeito aos sin-tectônicos, o granitoide Riacho da Onça é a melhor


escolha para representar a proposta. Ele se localiza na borda leste e é um corpo alongado
NW-SE que foi balizado por zonas de cisalhamento transcorrentes sinistrais. Enclaves
máficos e xenólitos do Complexo Caraíba, gerados por migling de magma alcalino e
magma de fusão parcial, ocorrem associados com esses granitóides. A presença de cristais
pseudomórficos de ortopiroxênio indica que eles alcançaram a fácies granulito. Granitos
e granodioritos gerados pela mistura de magmas mantélicos e crustais e pela reciclagem
crustal (fusão de sedimentos) também ocorrem associados com esses granitoides sin-
tectônicos na porção central do Cinturão Salvador-Curaçá (Kosin et al., 2003).

Os granitóides pós-tectônicos são mais predominantes na porção sul do Cinturão


Salvador-Curaçá e no extremo meridional do Maciço Sienítico de Itiúba. Este último
consiste em uma intrusão batolítica de 1800 km2, alongada N-S, com 150km de
comprimento (Kosin et al., 2003), cuja fonte é mantélica e foi gerado, possivelmente, em
sistema pull-apart (Corrêa-Gomes et al., 1996; Kosin et al., 2003).

4.2.Porção Sul
O metamorfismo ocorrido foi progressivo, apresenta condições físico-química
uniformes durante a formação do Orógeno. Isso sugere que a maioria das rochas, durante
o pico máximo de metamorfismo, reequilibraram na fácies granulito (Barbosa et al.,
2003). A Banda de Ipiaú, durante a colisão dos blocos no Paleoproterozóico, ficou
posicionada entre os Blocos Jequié e Itabuna-Salvador-Curaçá, permitindo assim que
ficasse protegida do processo de granulitização e atingisse somente a fácies anfibolito.

Com base em pares de Opx-Cpx e Grt-Cpx foi possível estimar que a temperatura
alcançada pela fácies granulito foi de 830 a 850ºC com pressões entre 5 e 7 Kbar (Barbosa
1990, Barbosa & Fonteilles 1991). Estudos indicam que os episódios de deformação D1
e D2 ocorreram em ambiente da fácies granulito. Há exceções que ocorrem em shear
zones, onde rochas granulíticas foram trazidas, por tectônica, para níveis crustais
compatíveis com a fácies anfibolito (Barbosa et al., 2003).

5. Conclusão
O Orógeno Itabuna-Salvador-Curaçá, antes considerado dois seguimentos
distintos, a partir da colisão dos blocos (Serrinha e Gavião) tem no segmento norte as
unidades (Suíte São José do Jacuípe, Complexo Caraíba e Complexo Tanque Novo-Ipirá)
atingindo fácies granulito, com magmatismo de manto profundo e crosta oceânica
primitiva. Já na porção sul com a colisão dos blocos (Jequié e Itabuna-Salvador-Curaçá)
é possível identificar as unidades metamórficas atingindo igualmente fácies granulito.

5
Com base nas estruturas/deformações, litologias e grau metamórfico é possível
inferir a colocação pré-colisional dos blocos arquenaos, e seu desenvolvimento com o
tempo. De um modo geral o modelo geotectônico para o cinturão Itabuna-Salvador-
Curaçá evidencia o estágio final da colisão continente-continente que resulta da formação
de um arco continental e de uma cadeia de montanhas, cujas rochas de alto grau
metamórfico, hoje são expostas por processos erosivos.

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