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DINÂMICA

RITUALÍSTICA

DINÂMICA RITUALÍSTICA SECRETARIA RITUALISTICA –GOB- 2016

SECRETARIA RITUALISTICA –GOB-

2016

 

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 1)

Não são feitos sinais quando se circula normalmente pelo Templo, por dever de ofício ou não.

Os Sinais Maçônicos, de ordem ou de saudação, são executados somente quando o Obreiro está em pé e parado, a exceção quando da realização da marcha do Grau.

Não se executa o Sinal do Grau quando sentado.

Os Sinais são feitos com a mão e nunca com os instrumentos de trabalho (malhetes, espadas, bastões, sacolas, livros, etc).

Qualquer sessão maçônica deve ser aberta e fechada ritualisticamente, salvo nos casos previstos na legislação maçônica.

Não é permitido o Maçom paramentar-se no interior do Templo

Do mesmo modo não deve tirar os paramentos dentro do templo.

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NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 2) Não é permitido retirar metais do Tronco de
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 2) Não é permitido retirar metais do Tronco de
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 2) Não é permitido retirar metais do Tronco de

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 2)

Não é permitido retirar metais do Tronco de Beneficência durante sua circulação. É errado, ao colocar a sua contribuição no Tronco, o Obreiro anunciar que o faz por ele e por um Irmão ausente, ou por Lojas. Na transmissão da Palavra Semestral ou de Convivência Fraterna através da Cadeia de União, exige-se o máximo de silencio e postura ereta. É um erro arrastar os pés, balançar o corpo ou os braços nessa ocasião. Independente do Grau em que a Loja esteja trabalhando, o obreiro atrasado à Sessão, deverá dar somente três pancadas na porta. O Cobridor, quando não puder dar ingresso, ainda a um irmão retardatário, responderá com outras três pancadas, no lado interno da porta Não pode haver acúmulo da Sessão de Iniciação com qualquer outra, a não ser a de filiação.

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NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 3) A Circulação ordenada no espaço compreendido entre as
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 3) A Circulação ordenada no espaço compreendido entre as
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 3) A Circulação ordenada no espaço compreendido entre as

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 3)

A Circulação ordenada no espaço compreendido entre as Coluna do Norte e do Sul é feita no sentido Horário, circundando o Painel do Grau, uma vez que o pavimento mosaico ocupa todo o piso do Templo. No Oriente não há padronização da marcha. Nos Templos que possuem degraus de acesso ao Oriente os Obreiros devem subí-lo andando normalmente e não com passos em esquadria. O acesso ao Oriente deve ser feito pelo Nordeste( a esquerda de quem entra) e a saída pelo Sudeste ( a esquerda de quem sai). Aprendizes e Companheiros não devem ter acesso ao Oriente, (exceto na Iniciação e na Elevação). Com mais razão, as pessoas não iniciadas “profanos” presentes às Sessões abertas ao público, não devem ter acesso ao Oriente. Os homens sentam-se, exclusivamente na Coluna da Força ( 1° Vig ) e as mulheres na Coluna da Beleza (2° Vig )

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NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 4) Não é permitido correr o Tronco de Beneficência
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 4) Não é permitido correr o Tronco de Beneficência
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 4) Não é permitido correr o Tronco de Beneficência

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 4)

Não é permitido correr o Tronco de Beneficência entre “profanos” nas Sessões Públicas. Nenhum Obreiro pode sair do Templo sem autorização do Venerável. Se o Obreiro for sair definitivamente do Templo, deverá antes, colocar seu óbolo no Tronco de Beneficência, e entre colunas fazer a saudação ao Vene VVig Se a Loja Possuir Cob∴∴∴∴Ext∴∴∴∴, este ficará no átrio durante toda cerimônia de abertura da Sessão portando Espada, entrando depois e ocupando seu lugar a noroeste; só sairá se alguém bater à porta do Templo. A maneira correta de demonstrar em Loja, o pesar pelo falecimento de um Irmão é a Bateria de luto: - TRES PANCADAS EM SURDINA DADAS COM A MAO DIREITA, SOBRE O ANTEBRAÇO ESQUERDO. O tradicional minuto de silêncio é homenagem “profana”

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NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 5) Qualquer maçom retardatário, ao ter acesso ao Templo,
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 5) Qualquer maçom retardatário, ao ter acesso ao Templo,
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 5) Qualquer maçom retardatário, ao ter acesso ao Templo,

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 5)

Qualquer maçom retardatário, ao ter acesso ao Templo, deve fazê-lo com as devidas formalidades do Grau. Em Loja Simbólica, no Livro de PRESENÇAS, só deve constar o grau simbólico do Maçom

Aprendiz, Companheiro e Mestre, ou a sua qualidade de Mestre Instalado.

Não é permitido o uso de paramentos dos Altos Graus em sessões simbólicas. É errada a pratica de arrastar os pés no chão como sinal de desaprovação a um pronunciamento. No REAA são errados os estalos feitos com os dedos polegar e médio, para demonstrar aprovação ou aplauso. Ao sair do Templo, qualquer obreiro deve sair andando normalmente e não de costas, como muitos fazem.

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NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 6) O Obreiro que chegar atrasado não poderá entrar
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 6) O Obreiro que chegar atrasado não poderá entrar
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 6) O Obreiro que chegar atrasado não poderá entrar

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 6)

O Obreiro que chegar atrasado não poderá entrar durante o processo de votação de propostas. Não é permitida a circulação de outros Troncos cuja finalidade não seja a de beneficência, durante à sessões. Em Sessões em que seja usadas velas, elas deverão ser apagadas com abafadores e não soprando a chama. Só o Venerável ou outro Mestre Instalado é que pode fazer a sagração do Candidato, `Iniciação, Elevação ou Exaltação. Só o Venerável ou outro Mestre Instalado pode tocar a Espada Flamejante (Flamígera), por ser ela o símbolo do poder que se acham investidos ao fazer a sagração. Não pode um Aprendiz, ser impedido de falar em Loja, uma vez que é só simbólico o seu impedimento de fazer uso da palavra. Não existe um tempo específico para a duração de uma Sessão Maçônica

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NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 7) Não é permitida a presença de imagens de
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 7) Não é permitida a presença de imagens de
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 7) Não é permitida a presença de imagens de

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 7)

Não é permitida a presença de imagens de santos ou símbolos religiosos no Templo. No REAA não existe a Cerimônia de Incensasão é uma pratica considerada errada. Ela existe no Rito Adhonhiramita Quando um Aprendiz ou Companheiro tiver que apresentar um trabalho, deverá fazê-lo de seu lugar, na coluna e não do Oriente que lhe é vedado, ou entre colunas, local que tem uso específico. O uso da palavra “Entre Colunas” é específico: - caso algum Obr , seja flagrantemente impedido de falar, ou ignorado, em seu pedido pelo Vig de sua Coluna, em flagrante desrespeito ao seu direito de se expressar, poderá se Colocar entre Colunas, de onde pode pedir a Palavra, diretamente ao Venerável e de onde não pode ser interrompido, ou ter a palavra cassada, a não ser que se comporte sem o decoro exigido de um Maçom em Assembléia de MM

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NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 8) Durante a realização das Cerimônias de Iniciação, é
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 8) Durante a realização das Cerimônias de Iniciação, é
NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 8) Durante a realização das Cerimônias de Iniciação, é

NORMAS GERAIS DE COMPORTAMENTO RITUALISTICO (S 8)

Durante a realização das Cerimônias de Iniciação, é expressamente proibido

se utilizar de práticas que possam comprometer a integridade física e psíquica do Candidato, tais como:

Movimentos bruscos, Tábuas de pregos Arame farpado Agulhas Provas de coragem

Visitas a cemitérios Passeio em porta-malas Rampa inclinada Forca Gangorras

Cachimbo em chamas, etc

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POSTURA EM LOJA (S 9) USO DAS ESPADAS Continência com a Espada faz-se apontando a
POSTURA EM LOJA (S 9)
USO DAS ESPADAS
Continência com a Espada
faz-se apontando a espada para baixo, ao lado
direito do corpo formando um ângulo de 45º no
prolongamento do braço direito, voltando o olhar
para a bandeira
A Ordem com a Espada
faz-se portando a espada na mão direita, junto a
lateral do corpo, punho a altura da cintura, ponta
voltada para cima
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POSTURA EM LOJA (S 10) USO do BASTÃO O Bastão é um instrumento de trabalho
POSTURA EM LOJA (S 10)
USO do BASTÃO
O Bastão é um instrumento de trabalho maçônico
usado durante as sessões de alguns ritos.
No REAA o M∴∴∴∴CCer ∴∴∴∴portará o Bastão :
Na Entrada ao Templo conduzindo o Venerável Mestre
Na abertura e no encerramento dos trabalhos
acompanhando o Orador ao Altar dos Juramentos.
Para conduzir um Irmão que se apresentar no Templo
após iniciados os trabalho
Quando o Ritual assim o determinar
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POSTURA EM LOJA (S 11) PAVILHÃO NACIONAL Recepção de acordo com o RGF, em seu
POSTURA EM LOJA (S 11) PAVILHÃO NACIONAL Recepção de acordo com o RGF, em seu
POSTURA EM LOJA (S 11) PAVILHÃO NACIONAL Recepção de acordo com o RGF, em seu

POSTURA EM LOJA (S 11)

PAVILHÃO NACIONAL

Recepção

de acordo com o RGF, em seu art 221 e Art 3° do Dec 0084/97 de 19/11/1997 do GOB, a Bandeira Nacional deve ser recebida por uma comissão de 13 Mestres Maçons armados de Espadas e munidos de Estrelas e

de uma guarda de honra de três membros, armados de espadas, sendo um dos quais o Mestre de Cerimônias.

ATENÇÃO – durante o cerimonial de recepção do Pavilhão Nacional, a Guarda de Honra permanece o tempo todo com a Espada sempre a Ordem

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POSTURA EM LOJA (S 12) PAVILHÃO NACIONAL ENTRADA Comissão de 13 M ∴∴∴∴ M ∴∴∴∴
POSTURA EM LOJA (S 12) PAVILHÃO NACIONAL ENTRADA Comissão de 13 M ∴∴∴∴ M ∴∴∴∴
POSTURA EM LOJA (S 12) PAVILHÃO NACIONAL ENTRADA Comissão de 13 M ∴∴∴∴ M ∴∴∴∴

POSTURA EM LOJA (S 12)

PAVILHÃO NACIONAL ENTRADA

Comissão de 13 M∴∴∴∴M∴∴∴∴(sete ao Norte e seis ao sul)

Guarda de Honra com 3 M M ( portando Espadas)

Ao iniciar o Hino Nacional, todos ficam em pé, perfilados e descobertos.

Ao término do Hino, todos restabelecem o sinal de Ordem.

Depois de cantado o Hino Nacional, a Comissão de 13 IIr abatem as espadas em continência à Bandeira.

O Porta Bandeira e a Guarda iniciam o deslocamento.

Após a ultrapassagem da Guarda e da Bandeira, a Comissão

volta a posição de espadas à Ordem

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POSTURA EM LOJA (S 13)

PAVILHÃO NACIONAL

SAÍDA

 

1. O Porta Bandeira retira a Bandeira do pedestal e a sustenta na vertical, sem segurá-la pelo pano.

2. O Irmão escalado para fazer a Saudação, posta-se no Oriente de frente para a Bandeira

3. Guarda de Honra com 3 Mestres Maçons (portando espadas) aguarda no Ocidente, na entrada do Oriente

4. Ao ser iniciada a Saudação, somente a Guarda de Honra abate Espadas e ao término da saudação ela volta à Ordem com as Espadas.

5. Durante o Canto do Hino à Bandeira, os Irmãos permanecem, em pé, perfilados e descobertos.

6. Ao Término do Hino à Bandeira, a Comissão de 13 Mestres Maçom ( 7 ao Norte e 6 ao Sul) portanto Espadas e Estrelas , abatem Espadas em continência à Bandeira

7. Depois da passagem da Bandeira a Comissão volta com as Espadas na posição original, ou seja, à Ordem

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POSTURA EM LOJA (S 14) PAVILHÃO NACIONAL NO DESLOCAMENTO A Bandeira deve ser conduzida sempre
POSTURA EM LOJA (S 14) PAVILHÃO NACIONAL NO DESLOCAMENTO A Bandeira deve ser conduzida sempre
POSTURA EM LOJA (S 14) PAVILHÃO NACIONAL NO DESLOCAMENTO A Bandeira deve ser conduzida sempre

POSTURA EM LOJA (S 14)

PAVILHÃO NACIONAL

NO DESLOCAMENTO

A Bandeira deve ser conduzida sempre na vertical. NUNCA INCLINA-LA para a frente

A Guarda de Honra e o Mestre de Cerimônias não sobem ao Oriente, somente o Irmão Porta Bandeira com a Bandeira, colocando-a no seu lugar (ao lado direito do Altar do Venerável, próximo à parede de fundo do Templo).

PARADA

Quando o Porta Bandeira estiver parado para a execução do Hino Nacional, a Bandeira deverá estar na posição vertical, do lado direito do corpo do Port Band , que devera estar segurando o mastro com as duas mãos, cruzando o braço esquerdo na frente do corpo, antebraço na horizontal e a mão direita sustentando o mastro no prolongamento do braço

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INDUMENTÁRIA (S 15) SESSÕES MAGNAS Terno completo e Avental conforme a Legislação em vigor (
INDUMENTÁRIA (S 15) SESSÕES MAGNAS Terno completo e Avental conforme a Legislação em vigor (
INDUMENTÁRIA (S 15) SESSÕES MAGNAS Terno completo e Avental conforme a Legislação em vigor (

INDUMENTÁRIA (S 15)

SESSÕES MAGNAS

Terno completo e Avental conforme a Legislação em vigor (RGF)

Observadas as peculiaridades de cada Rito

SESSÕES ORDINÁRIAS

Admite-se o uso do Balandrau. na cor preta,

comprido (talar), sem desenho, gola fechada e desde que o obreiro esteja de:

Calças preta ou azul marinho, Sapatos e Meias pretas

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CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 16) Em LOJA FECHADA Sem qualquer ritualística e sem qualquer formalidades
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 16) Em LOJA FECHADA Sem qualquer ritualística e sem qualquer formalidades
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 16) Em LOJA FECHADA Sem qualquer ritualística e sem qualquer formalidades

CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 16)

Em LOJA FECHADA

Sem qualquer ritualística e sem qualquer formalidades Sem Sinal de Ordem Sem fazer a saudação maçonica Sem regra de circulação no Ocidente

Em LOJA ABERTA

Com ritualística e com formalidades Sem o Sinal de Ordem

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CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 17) Em LOJA ABERTA – no Ocidente Sentido destrocêntrico da esquerda
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 17) Em LOJA ABERTA – no Ocidente Sentido destrocêntrico da esquerda
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 17) Em LOJA ABERTA – no Ocidente Sentido destrocêntrico da esquerda

CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 17)

Em LOJA ABERTA – no Ocidente

Sentido destrocêntrico da esquerda para a direita, ou seja no sentido horário.

Referenciado no Painel do Grau que fica no centro do Ocidente.

“A CIRCULAÇÃO NO OCIDENTE, EM LOJA ABERTA, REPRESENTA A MARCHA DO SOL AO REDOR DA TERRA”

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CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 18) Em LOJA ABERTA – no Oriente Não existe padronização na
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 18) Em LOJA ABERTA – no Oriente Não existe padronização na
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 18) Em LOJA ABERTA – no Oriente Não existe padronização na

CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 18)

Em LOJA ABERTA – no Oriente

Não existe padronização na circulação

Quem circula no Oriente deve deslocar-se livremente, sem a necessidade de fazer a saudação ao Venerável ou ao Delta. Não existe nenhuma regra de circulação no Oriente.

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CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 19) Em LOJA ABERTA – circulação do: Tronco de Beneficência Saco
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 19) Em LOJA ABERTA – circulação do: Tronco de Beneficência Saco
CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 19) Em LOJA ABERTA – circulação do: Tronco de Beneficência Saco

CIRCULAÇÃO EM LOJA (S 19)

Em LOJA ABERTA – circulação do:

Tronco de Beneficência Saco de Propostas e Informações Escrutínio Secreto Feito com ritualística dentro da seguinte ordem:

Primeiro Triângulo Ven∴∴∴∴M - 1° Vig 2°Vig Segundo Triângulo Orad ∴∴∴∴ Secr ∴∴∴∴ CCobr ∴∴∴∴IInt ∴∴∴∴ Continuidade do giro MMest∴∴∴∴Or∴∴∴∴ MMest∴∴∴∴Col do Sul MMest∴∴∴∴Col do Norte CComp∴∴∴∴ AApr. Antes de encerrar a coleta, ele deposita sua proposta, óbolo ou voto, auxiliado pelo Cobr Int

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SAUDAÇÃO (S 20) Em LOJA ABERTA Entrada e Saída do Oriente Saudação é feita somente
SAUDAÇÃO (S 20)
Em LOJA ABERTA
Entrada e Saída do Oriente
Saudação é feita somente ao Venerável
Entrada ao Templo – após o inicio dos
trabalhos
Ao Venerável e aos Vigilantes
Saída Definitiva do Templo - antes do
término dos trabalhos em Loja aberta
Ao Venerável e Vigilantes
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SAUDAÇÃO (S 21) Toda Saudação, no Grau de Aprendiz é feita pelo Sinal Gutural; EXCETO
SAUDAÇÃO (S 21) Toda Saudação, no Grau de Aprendiz é feita pelo Sinal Gutural; EXCETO
SAUDAÇÃO (S 21) Toda Saudação, no Grau de Aprendiz é feita pelo Sinal Gutural; EXCETO

SAUDAÇÃO (S 21)

Toda Saudação, no Grau de Aprendiz é feita pelo Sinal Gutural;

EXCETO quando estiver portando algum instrumento ou objeto de trabalho, neste caso, fará uma parada rápida e formal dirigindo o olhar ao Venerável, ao entrar e sair do Oriente, SEM NENHUM MOVIMENTO, BALANÇO OU INCLINAÇAO COM A CABEÇA, PESCOÇO OU TRONCO

AO CIRCULAR NO OCIDENTE

Cruzando a linha imaginaria do Equador do Templo, No REAA, não é feita a saudação ao DELTA e nem ao VM, não existe parada regulamentar ao cruzar a linha do equador

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SINAIS MAÇÔNICOS (S 22) SINAL DE ORDEM É o sinal executado, de acordo com o
SINAIS MAÇÔNICOS (S 22)
SINAL DE ORDEM
É o sinal executado, de acordo com o grau e da maneira
prescrita no referido ritual, quando:
Estiver em pé e parado
Ao fazer uso da palavra durante as sessões ritualísticas
Para se abster durante um processo de votação
Como forma de agradecimento
Durante a marcha ritualística
Quando determinar o ritual.
O SINAL DE ORDEM SÓ PODERÁ SER DESFEITO POR
DETERMINAÇAO E A CRITÉRIO DO VENERÁVEL
MESTRE. Vigilantes NÃO dispensam o Sinal de Ordem.
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SINAIS MAÇÔNICOS (S 23) SINAL DE ORDEM Estando em pé e com os pés em
SINAIS MAÇÔNICOS (S 23) SINAL DE ORDEM Estando em pé e com os pés em
SINAIS MAÇÔNICOS (S 23) SINAL DE ORDEM Estando em pé e com os pés em

SINAIS MAÇÔNICOS (S 23)

SINAL DE ORDEM

Estando em pé e com os pés em esquadria ( I ), colocar a mão direita aberta com a palma para baixo, sobre a garganta, tendo os quatro dedos unidos e estendidos e o polegar separado formando uma esquadria. O ante- braço direito forma um ângulo reto (90 ) com o tronco.

SINAL GUTURAL OU DE SAUDAÇÃO MAÇÔNICA

Estando à Ordem, levar a mão direita na horizontal até o ombro direito e depois deixar cair ao longo do Corpo formando uma esquadria, voltar depois ao sinal de ordem.

ATENÇÃO: “O SINAL DE ORDEM SÓ PODERÁ SER DESFEITO POR DETERMINAÇAO E A CRITÉRIO SOMENTE DO VENERÁVEL MESTRE”.

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SINAIS MAÇÔNICOS (S 24) SINAL DE APROVAÇÃO É empregado nos processos de votação NOMINAL (Ordem
SINAIS MAÇÔNICOS (S 24) SINAL DE APROVAÇÃO É empregado nos processos de votação NOMINAL (Ordem
SINAIS MAÇÔNICOS (S 24) SINAL DE APROVAÇÃO É empregado nos processos de votação NOMINAL (Ordem

SINAIS MAÇÔNICOS (S 24)

SINAL DE APROVAÇÃO

É empregado nos processos de votação NOMINAL (Ordem do Dia)

É feito – estendendo-se o braço direito para frente em linha reta com a mão aberta, dedos unidos e a palma da mão voltada para baixo.

“É TOTALMENTE INCORRETO USAR ESTE SINAL COMO FORMA DE AGRADECIMENTO”.

Se o Irmão deseja agradecer, deve ficar em pé e com o Sinal de Ordem. Desfazer o Sinal e sentar-se.

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TOQUE (S 25)

 

TOQUE DE APRENDIZ

 

Tom:.

com a m:. dir:. a do Ir:. , e toc:. lev:.

com o pol:. a prim:. fal:. do ded:. ind:. , tr:. vvez:. igualm:.

ATENÇÃO: prim:. fal:. do ded:. ind:.

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PALAVRA SAGRADA (S 26)

 

Pede-se dizendo:

Dai-me a Pal:. Sagr:., ou depois de dar o toq:. , crav:. Ligeir:. a unh:. do pol:. da m:. dir:. no ded:. ind:. do interrogado.

De qualquer modo, deve-se responder

 

n:.

v:.

p:. d:. s:.

s:. – dai-me a

prim:. l:.

e eu

v:.

d:.

a

s:.

(os dois se alternam, começando pela l:. B. Dada a última pelo interrogado, o interrogante pronuncia a prim:. síl:. e o interrogado a seg:.)

 
 

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USO DA PALAVRA (S 27) Em Loja Aberta No momento adequado, conforme previsto no Ritual
USO DA PALAVRA (S 27) Em Loja Aberta No momento adequado, conforme previsto no Ritual
USO DA PALAVRA (S 27) Em Loja Aberta No momento adequado, conforme previsto no Ritual

USO DA PALAVRA (S 27)

Em Loja Aberta

No momento adequado, conforme previsto no Ritual

Solicitada diretamente aos Vigilantes quando estiver nas Colunas Solicitada ao Venerável quando no Oriente.

Quando a mesma for concedida:

Ficar em pé e com Sinal de Ordem, saudando hierarquicamente as Dignidades, Autoridades, Mestres Instalados e Irmãos presentes.

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USO DA PALAVRA (S 28)

 

Havendo necessidade do retorno da palavra, após passar pelas Colunas, esta será solicitada pelos Vigilantes ao Venerável, que poderá ou não concedê-la. Caso o faça, deverá ser sempre de forma ritualística, passando novamente pelas CCol:. e Ao fazer uso da palavra o Irmão deve ser:

Objetivo

Falar pouco, não sendo prolíxo nem repetitivo

 

Aplicar

as

palavras

corretamente,

medindo-as,

empregando

 

expressões

comedidas,

evitando

discursos

intermináveis

e

repletos de lirismo.

 

ATENÇÃO: NAS INICIAÇÕES OS IRMÃOS DO QUADRO DEVEM EVITAR DE FAZEREM USO DA PALAVRA, POIS O ORADOR JÁ FALA PELA LOJA, SAUDANDO O(S) INICIADO(S).

 
 

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MARCHA DO GRAU (S 29) Est:. à Ord:. - dar tr:. ppas:. para fr:. com:.
MARCHA DO GRAU (S 29) Est:. à Ord:. - dar tr:. ppas:. para fr:. com:.
MARCHA DO GRAU (S 29) Est:. à Ord:. - dar tr:. ppas:. para fr:. com:.

MARCHA DO GRAU (S 29)

Est:. à Ord:. - dar tr:. ppas:. para fr:.

com:. c:. o p:.

esq:. – e unin:. o p:. dir:. em esquad:. a cada pas:. , de maneira a ter os ccalc:. uun:. a cada pas:. , depois fazer

o sin:. gut:. em cumpr:. às LLuz:.

a cada pas:. , de maneira a ter os ccalc:. uun:. a cada pas:. , depois
a cada pas:. , de maneira a ter os ccalc:. uun:. a cada pas:. , depois
30
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ENTRADA APÓS O INICIO DOS TRABALHOS (S 30)

Independente do grau que se está trabalhando, o Irem atraso, deverá dar somente TRES BATIDAS (Bateria universal). Não sendo possível o ingresso, o CobIntresponderá pelo lado interno da porta com a mesma Bateria. Caso a Loja esteja trabalhando em grau de Comp ou Mesto CobExtou Intdeverá ir a sala dos PP PP e verificar se o Irmão possui qualidade e regularidade para participar da sessão, através do telhamento relativo ao grau e documentos maçônicos.

 

Não existe repique, nem aumento do número de batidas para atingir o grau acima subseqüente.

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ENTRADA APÓS O INICIO DOS TRABALHOS (S 31) Concedida a autorização para adentrar ao Templo,
ENTRADA APÓS O INICIO DOS TRABALHOS (S 31) Concedida a autorização para adentrar ao Templo,
ENTRADA APÓS O INICIO DOS TRABALHOS (S 31) Concedida a autorização para adentrar ao Templo,

ENTRADA APÓS O INICIO DOS TRABALHOS (S 31)

Concedida a autorização para adentrar ao Templo, o Irmão procederá com toda formalidade:

Realizando a Marcha do Grau

Saudar as Luzes ( Ven , 1ºVig , 2º Vig )

Aguardar em Pé e a Ordem entre Colunas a determinação do Venerável

O Mest de CCer estará, portando o Bastão, ao lado do Ir para conduzí-lo ao lugar a ele destinado

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ORDEM DOS TRABALHOS (S 32) SESSÃO ORDINÁRIA Preparação – cabe ao Arquiteto verificar todos os
ORDEM DOS TRABALHOS (S 32) SESSÃO ORDINÁRIA Preparação – cabe ao Arquiteto verificar todos os
ORDEM DOS TRABALHOS (S 32) SESSÃO ORDINÁRIA Preparação – cabe ao Arquiteto verificar todos os

ORDEM DOS TRABALHOS (S 32)

SESSÃO ORDINÁRIA

Preparação – cabe ao Arquiteto verificar todos os detalhes, antes

da abertura dos trabalhos, para tanto ele deve estar na Loja 30 minutos antes do inicio dos trabalhos.

OBSERVAÇÕES : No R E A A não existe a queima de incenso ou similares, antes, durante ou depois da sessão

O Mestre de Harmonia deve selecionar as músicas adequadas, preferencialmente orquestradas

Todos devem aguardar na sala dos PP PP onde os IIr devem paramentar-se até a chamada do M CCerpara dirigirem-se ao Átrio, onde deve ser local de meditação e preparação para a Sessão. Não é permitido brincadeiras ou conversas desnecessárias. Não existe, no REAA, oração, preleção, leitura de textos, minuto de silêncio e outros procedimentos similares antes do início dos trabalhos

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ORDEM DOS TRABALHOS (S 33) SESSÃO ORDINÁRIA Entrada Ritualística. Orientados pelo M ∴ CCer ∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S 33) SESSÃO ORDINÁRIA Entrada Ritualística. Orientados pelo M ∴ CCer ∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S 33) SESSÃO ORDINÁRIA Entrada Ritualística. Orientados pelo M ∴ CCer ∴

ORDEM DOS TRABALHOS (S 33)

SESSÃO ORDINÁRIA

Entrada Ritualística.

Orientados pelo M CCer , portando o Bastão na mão direita, os Irmãos organizarão uma fila dupla obedecendo a seguinte ordem:

Fileira Norte (lado esquerdo de quem entra)
Fileira Norte
(lado esquerdo de quem entra)
•Aprendizes •MM∴MM ∴sem cargos •OOfic ∴com assento no Norte •Orador •1º Vigilante
•Aprendizes
•MM∴MM ∴sem cargos
•OOfic ∴com assento no Norte
•Orador
•1º Vigilante
Fileira Sul (lado direito de quem entra)
Fileira Sul
(lado direito de quem entra)
•Companheiros •MM∴MM ∴sem cargos •OOfic ∴com assento no Sul •Secretario •2º Vigilante
•Companheiros
•MM∴MM ∴sem cargos
•OOfic ∴com assento no Sul
•Secretario
•2º Vigilante
Mestres Instalados
Mestres Instalados
AAut ∴Mac ∴ - quando dispensar o protocolo
AAut ∴Mac ∴ - quando dispensar o protocolo
Venerável Mestre
Venerável Mestre

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ORDEM DOS TRABALHOS (S 34) ABERTURA RITUALÍSTICA Verificação da cobertura do templo Cobr ∴ Int
ORDEM DOS TRABALHOS (S 34) ABERTURA RITUALÍSTICA Verificação da cobertura do templo Cobr ∴ Int
ORDEM DOS TRABALHOS (S 34) ABERTURA RITUALÍSTICA Verificação da cobertura do templo Cobr ∴ Int

ORDEM DOS TRABALHOS (S 34)

ABERTURA RITUALÍSTICA

Verificação da cobertura do templo

CobrIntbate com o punho da Espada ou com a mão fechada, a bateria do grau, pelo lado interno da porta do Templo.

(ATENÇÃO: O Cobridor Externo, ou Guarda do Templo, ou Telhador verificará se existem IIr do Quadro no Átrio, que serão convidados a entrar, informalmente, sem saudar as Luzes. A Loja ainda não foi aberta, está fechada.)

Após a verificação ele comunica ao CobInt

O CobrInt fará a comunicação ao 1ºVig e este ao Venerável

No cumprimento de suas funções, ritualísticamente , os CCobr portam as Espadas na Mão Direita, verticalmente com o punho na altura da cintura

Nas demais situações a Espada permanece na bainha ou no encosto da cadeira.

35

ORDEM DOS TRABALHOS (S 35)

 

Transmissão da Palavra Sagrada

 

Todos ficam em pé, perfilados, SEM O SINAL DE ORDEM, pois a Loja ainda não foi aberta.

 

O 1º Diacsem portar o bastão ou espada sobe os degraus do Altar, PELO LADO NORTE, com passos normais, colocando-se à frente do Venerável, se aproxima recebendo APENAS NO OUVIDO DIREITO, a Pal Sagr LETRA POR LETRA, SÍLABA POR SÍLABA, sem nada responder e sem fazer nenhum tipo de sinal ou movimento de cabeça.

O 1º Diac∴∴∴∴ desce do Oriente dirigindo-se à mesa do 1°Vig∴∴∴∴, diretamente sem fazer o giro em torno do painel, e transmite a ele a Pal∴∴∴∴Sagr∴∴∴∴, da mesma forma como a recebeu do Ven∴∴∴∴ M∴∴∴∴, voltando ao seu lugar

O 2º Diacdirige-se ao 1°Vig, sem portar bastão ou espada, recebendo deste a PalSagrda mesma forma

Em seguida leva a Pal∴∴∴∴ ao 2°Vig∴∴∴∴, diretamente, sem executar o giro em torno do painel

Transmite-a da mesma forma como a recebeu e retorna diretamente ao seu lugar

 

36

ORDEM DOS TRABALHOS (S 36)

ATENÇÃO

Na recepção e transmissão da Palavra Sagrada do Grau na abertura dos trabalhos, não se faz nenhum tipo de sinal ou saudação, assim como não existe a necessidade de fazer o giro ritualístico, com formalidades, pois a Loja ainda não foi aberta. Também não existe paradas ao cruzar a linha do equador

37

ORDEM DOS TRABALHOS (S37)

ABERTURA DO LIVRO DA LEI

O M CCer , por determinação do Ven M , toma seu bastão com a mão direita, adentra o Oriente, diretamente, sem fazer o giro e sem nada falar, parando em frente ao Orador, que o acompanha até ao Altar dos JJur .

O M CCer se coloca atrás do Orador, segurando o Bastão na posição vertical .

ATENÇÃO: No REAA não existe a formação do pálio.

O Orador toma o Livro da Lei com ambas as mãos, abre no Texto Bíblico apropriado e faz sua leitura, SEM ESTAR COM O SINAL DE ORDEM,

Em seguida recoloca-o sobre o Altar dos JJur , aberto, sobrepondo o Esq e o Comp na posição referente ao grau no qual a Loja está trabalhando.

Ao comando do Venerável todos ficam à Ordem, pois a Loja foi aberta.

38

ORDEM DOS TRABALHOS (S38)

 

ABERTURA DO LIVRO DA LEI

O Orador saúda o Venerável Mestre, que responde a saudaçãoe retorna ao seu lugar acompanhando o M de CCer .

Em seguida desce do Oriente e vai a centro do Templo e expõe o Painel do Grau, voltando ao seu lugar.

A seguir o Venerável e os Vigilantes acendem suas luzes na ordem hierárquica.

 

Se as luzes forem velas, o acendimento será feito pelo Mestre de Cerimônias

Na Aclamação

H H H todos os IIr estarão à Ordem.

39

ORDEM DOS TRABALHOS (S39) LEITURA DA ATA A Ata, ou Balaústre da última Sessão, será
ORDEM DOS TRABALHOS (S39)
LEITURA DA ATA
A Ata, ou Balaústre da última Sessão, será lida. Não havendo
emendas será considerada aprovada pelo Venerável.
Após sua aprovação o M ∴∴∴∴ CCer ∴∴∴∴ ( E NÃO O DIÁCONO ) colhe as
assinaturas do Ven ∴∴∴∴ Mestre e Orador, retornando a mesma ao Secretário.
ATENÇÃO - Havendo emendas:
Estas serão submetidas à votação, dela participando somente os IIr ∴∴∴∴
presentes naquela oportunidade à Sessão. Os Irmãos que não estiveram
presentes, ficarão em pé e à Ordem a fim de não serem confundidos com os
votos contrários à emenda apresentada.
O M ∴∴∴∴ CCer ∴∴∴∴, ficando em pé e à Ordem, confere os votantes e conta o
número de votos nas CCol ∴ e no Or ∴ dando conta ao Ven ∴ M ∴ se a
proposta foi ou não aprovada.
40

ORDEM DOS TRABALHOS (S40)

 

ATENÇÃO

 

Não são utilizadas as expressões:

Por maioria Pela totalidade Por unanimidade para a aprovação ou reprovação em qualquer votação, basta a manifestação da metade mais um dos votos válidos ( 50% + 1 ) Os IIr manifestam seu voto através do sinal de costume – BRAÇO DIREITO PARA FRENTE, COM A PALMA DA MAO VOLTADA PARA BAIXO E OS DEDOS UNIDOS. No caso da existência de emendas haverá necessidade do parecer da Oratória – somente sobre a legalidade das mesmas As emendas aprovadas serão consignadas na própria ata em questão

 

41

ORDEM DOS TRABALHOS (S41) EXPEDIENTE PREVIAMENTE organizado, o Ir ∴ ∴ ∴ ∴ Secr ∴∴∴∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S41) EXPEDIENTE PREVIAMENTE organizado, o Ir ∴ ∴ ∴ ∴ Secr ∴∴∴∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S41) EXPEDIENTE PREVIAMENTE organizado, o Ir ∴ ∴ ∴ ∴ Secr ∴∴∴∴

ORDEM DOS TRABALHOS (S41)

EXPEDIENTE

PREVIAMENTE organizado, o Ir Secr∴∴∴∴ faz um resumo

do expediente recebido, devendo fazer parte deste:

as comunicações das Obediências As comunicações das Oficinas Os Boletins Oficiais Os convites de co-irmãs

Os convites de Irmãos Propostas Pranchas diversas

Após a leitura o Ven M dará o devido destino ao expediente. Havendo necessidade de aprovação, o expediente será remetido para a Ordem do Dia

42

ORDEM DOS TRABALHOS (S42) EXPEDIENTE Se houver DECRETOS ou LEIS , os textos serão lidos
ORDEM DOS TRABALHOS (S42) EXPEDIENTE Se houver DECRETOS ou LEIS , os textos serão lidos
ORDEM DOS TRABALHOS (S42) EXPEDIENTE Se houver DECRETOS ou LEIS , os textos serão lidos

ORDEM DOS TRABALHOS (S42)

EXPEDIENTE

Se houver DECRETOS ou LEIS, os textos serão lidos pelo Orador

Todos permanecem sentados Somente no caso de entrega de condecorações e medalhas, a critério de que dirige os trabalhos, os IIr estarão em pé e à Ordem quando a sessão for magna e apenas em pé quando for pública.

Os Atos e os Comunicados serão lidos pelo próprio Ir Secr com todos Sentados ( lei 0041/99 AFL)

43

ORDEM DOS TRABALHOS (S43) SACO DE PROPOSTAS E INFORMAÇÕES O M ∴∴∴∴CCer ∴∴∴∴ posiciona-se entre
ORDEM DOS TRABALHOS (S43)
SACO DE PROPOSTAS E INFORMAÇÕES
O M ∴∴∴∴CCer ∴∴∴∴ posiciona-se entre CCol ∴∴∴∴, sem estar com o Sinal de Ordem e
Portando o Saco de PProp ∴∴∴∴ e IInf ∴∴∴∴
Segurando-o com ambas as mãos
`a altura da cintura
Do lado esquerdo do corpo
O giro deverá ser realizado com toda formalidade obedecendo a seguinte sequência:
Primeiro Triângulo Ven∴∴∴∴M ∴∴∴∴ - 1° Vig 2°Vig
Segundo Triângulo Orad ∴∴∴∴ Secr ∴∴∴∴ CCobr ∴∴∴∴
Continuidade do giro MMest∴∴∴∴Or∴∴∴∴ MMest∴∴∴∴Col do Sul MMest∴∴∴∴Col do Norte
CComp∴∴∴∴ AApr∴.
Antes de encerrar a coleta, ele deposita sua proposta, óbolo ou voto, auxiliado pelo
Cobr ∴∴∴∴ Int ∴∴∴∴
Terminado o giro ele retorna para entre CCol ∴∴∴∴, com a mesma postura inicial,
sem fazer nenhum tipo de sinal
44

ORDEM DOS TRABALHOS (S44)

SACO DE PROPOSTAS E INFORMAÇÕES

 

No OCIDENTE a circulação é feita no sentido horário - destrógiro

Ao entrar e sair do oriente fará uma parada rápida e formal em saudação ao Venerável Mestre, sem balançar a cabeça ou movimentar o tronco.

No ORIENTE não existe padronização ritualística para a circulação

Ao comando do Ven M o M CCer dirige-se ao Oriente, chegando no Altar do Venerável pelo lado Norte, deposita todo conteúdo da Bolsa, tomando o cuidado de mostrar que nada ficou em seu interior.

ATENÇÃO: Se o número de presentes for elevado, excepcionalmente poderá ser convocado o Hospitaleiro para auxiliar na coleta, após o M CCer completar os dois triângulos, formando a Estrela de Davi ou de Seis Pontas.

 

45

ORDEM DOS TRABALHOS (S45) ESCRUTÍNIO SECRETO A ritualística é idêntica ao Sac ∴∴∴∴ PProp ∴∴∴∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S45) ESCRUTÍNIO SECRETO A ritualística é idêntica ao Sac ∴∴∴∴ PProp ∴∴∴∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S45) ESCRUTÍNIO SECRETO A ritualística é idêntica ao Sac ∴∴∴∴ PProp ∴∴∴∴

ORDEM DOS TRABALHOS (S45)

ESCRUTÍNIO SECRETO

A ritualística é idêntica ao Sac∴∴∴∴PProp∴∴∴∴ e Inf∴∴∴∴ quando de seu giro em Loja

A distribuição das esferas (brancas e pretas) é feita pelo M CCer

Os votantes retiram uma de cada cor, para expressar seu voto

Brancas aprovam Pretas rejeitam

Os IIr que não desejarem fazer uso de seu legítimo direito de voto, poderão solicitar

cobertura temporária do Templo, assim que o Ven M fizer o anúncio que vai iniciar a leitura das sindicâncias.

Quem estiver dentro do Templo e for do quadro da loja, não poderá abster-se de votar.

O M CCer recolherá, ritualisticamente e com formalidades, as esferas não utilizadas.

46

ORDEM DOS TRABALHOS (S46) ORDEM DO DIA É um período destinado EXCLUSIVAMENTE, a discussão e
ORDEM DOS TRABALHOS (S46)
ORDEM DO DIA
É um período destinado EXCLUSIVAMENTE, a discussão e
votação de propostas
Deve ser preparada previamente, com antecedência, pelo
Secretário.
As propostas devem ser, sempre que possível, obtidas com
os pareceres das diversas comissões.
Outros assuntos podem ser incluídos na pauta,
independente dos pareceres regimentais, porém com a
anuência da Oratória e do Venerável.
47
ORDEM DOS TRABALHOS (S47) ORDEM DO DIA Após a discussão de qualquer assunto, é indispensável
ORDEM DOS TRABALHOS (S47)
ORDEM DO DIA
Após a discussão de qualquer assunto, é indispensável a
conclusão do Orador.
O Orador fará suas considerações, do ponto de vista
ESTRITAMENTE LEGAL, não lhe sendo permitido externar sua
opinião, favorável ou contrária, em relação a qualquer proposta.
Se LEGAL, será votada pelos presentes, que se manifestam pelo sinal
de costume.
Se ILEGAL, (inconstitucional, anti-regulamentar ou anti-regimental) o
Orador dará como encerrada qualquer discussão.
48
ORDEM DOS TRABALHOS (S48) ENTRADA DE VISITANTES Depois da Ordem do Dia, após passar pelo
ORDEM DOS TRABALHOS (S48)
ENTRADA DE VISITANTES
Depois da Ordem do Dia, após passar pelo Telhamento e exibir a documentação
maçônica atualizada, acompanhada da identidade civil profana.
Dar prova de regularidade através da “Palavra Semestral” ou da palavra de
“Convivência Fraternal”
Visitantes portadores de representação especial ou títulos de autoridade, bem
como as Autoridades Maçônicas do Simbolismo, serão recebidos conforme o
Protocolo do RGF
49
ORDEM DOS TRABALHOS (S49) TEMPO DE ESTUDOS Tempo destinado a apresentação de peças de arquitetura
ORDEM DOS TRABALHOS (S49) TEMPO DE ESTUDOS Tempo destinado a apresentação de peças de arquitetura
ORDEM DOS TRABALHOS (S49) TEMPO DE ESTUDOS Tempo destinado a apresentação de peças de arquitetura

ORDEM DOS TRABALHOS (S49)

TEMPO DE ESTUDOS

Tempo destinado a apresentação de peças de arquitetura pelo Venerável, Orador ou Irmão convidado. Os assuntos devem versar sobre temas maçônicos, de interesse geral:

História, Filosofia, Legislação, Simbologia, Instrução do Grau, Ritualística, Artístico ou científico.

O Tempo de Estudos não poderá ser suprimido sob nenhum pretexto Nele não deverão ser abordados temas proibidos pelas nossas leis

Político-partidário Religioso-sectário

50

ORDEM DOS TRABALHOS (S50) TRONCO DE BENEFICÊNCIA Ir ∴ Hospitaleiro – posiciona-se entre colunas, sem
ORDEM DOS TRABALHOS (S50) TRONCO DE BENEFICÊNCIA Ir ∴ Hospitaleiro – posiciona-se entre colunas, sem
ORDEM DOS TRABALHOS (S50) TRONCO DE BENEFICÊNCIA Ir ∴ Hospitaleiro – posiciona-se entre colunas, sem

ORDEM DOS TRABALHOS (S50)

TRONCO DE BENEFICÊNCIA

Ir Hospitaleiro – posiciona-se entre colunas, sem Sinal de Ordem, portando a Bolsa (Tronco) de Beneficência com ambas as mãos, a altura da cintura, do lado esquerdo do corpo Ao comando do Ven M inicia seu trajeto, semelhante ao do Saco de PPor e Inf com todas as formalidades ritualísticas. Após realizado seu giro o Hosp Aguarda ordens entre CCol Em seguida dirige-se à mesa do Tesoureiro e com ele confere o produto da coleta ( Decr 0467 GOB) O resultado é fornecido em moeda corrente do país, na mesma sessão, não sendo permitido deixá-lo sob malhete para ser conferido na sessão futura.

51

ORDEM DOS TRABALHOS (S51) PALAVRA A BEM DA ORDEM E DO QUADRO Os VVig ∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S51)
PALAVRA A BEM DA ORDEM E DO QUADRO
Os VVig ∴ comunicam ao V.’. M.’. Que concede a palavra ao Ir ∴ que dela
queira fazer uso, nas Colunas.
No Oriente ela é solicitada diretamente ao Venerável.
Para fazer uso da palavra nas colunas, o Ir ∴ deverá levantar a mão e
aguardar a autorização do Vigilante .
Uma vez concedida ele se colocará em Pé e à Ordem, iniciando a
saudação às Luzes, autoridades respeitando a hierarquia dos cargos e
empregando corretamente o tratamento previsto no RGF.
Poderá o Ven ∴Mestre (e não os Vigilantes), por sua liberalidade e após o
término das saudações, dispensar o Ir ∴ do Sinal de Ordem.
Ao final da exposição, faz o Sinal Gutural e senta-se
∴∴∴∴
52
ORDEM DOS TRABALHOS (S52) PALAVRA A BEM DA ORDEM E DO QUADRO EM PARTICULAR O
ORDEM DOS TRABALHOS (S52) PALAVRA A BEM DA ORDEM E DO QUADRO EM PARTICULAR O
ORDEM DOS TRABALHOS (S52) PALAVRA A BEM DA ORDEM E DO QUADRO EM PARTICULAR O

ORDEM DOS TRABALHOS (S52)

PALAVRA A BEM DA ORDEM E DO QUADRO EM PARTICULAR

O Ir deve procurar, ao fazer uso da palavra, ser breve e objetivo Evitar ser prolixo e repetitivo Deve usar da palavra para acrescentar algo novo ao que já foi dito Ao final de sua exposição faz o Sinal Gutural e senta-se Saudar e agradecer a presença de visitantes, parabenizar pelo trabalho realizado por algum Irmão, etc É FUNÇAO E COMPETENCIA DO ORADOR NINGUEM poderá fazer uso da palavra sem autorização Não existe autorização para mudar de coluna ou deslocar-se para o Oriente a fim de fazer, novamente, uso da palavra. O Ven Mestre pode cassar a palavra do Ir se entender que o assunto esta sendo abordado em momento inoportuno ou de forma inadequada. Orador e Secretário podem falar sentados Neste período não são apresentados projetos, muito menos para discussão e votação dos mesmos.

53

ORDEM DOS TRABALHOS (S53) ENCERRAMENTO O Orador faz suas conclusões da Sessão sob o ponto
ORDEM DOS TRABALHOS (S53) ENCERRAMENTO O Orador faz suas conclusões da Sessão sob o ponto
ORDEM DOS TRABALHOS (S53) ENCERRAMENTO O Orador faz suas conclusões da Sessão sob o ponto

ORDEM DOS TRABALHOS (S53)

ENCERRAMENTO

O Orador faz suas conclusões da Sessão sob o ponto de vista legal

Recordando de forma sucinta o que ocorreu

Não faz comentários pessoais

Saúda os visitantes

Dando ao final da sua fala, a sessão como “JUSTA E PERFEITA” voltando a

palavra ao Ven M para o encerramento ritualístico dos trabalhos.

Estando presente o Grão-Mestre, este é o momento em que ele fará uso da palavra

54

ORDEM DOS TRABALHOS (S54)

 

ENCERRAMENTO Transmissão da Palavra Sagrada

 

Todos ficam em pé, COM O SINAL DE ORDEM, pois a Loja está aberta.

 

O 1º Diac∴∴∴∴ sem portar bastão ou espada sobe os degraus do Altar, PELO LADO NORTE, com passos normais, colocando-se à frente do Venerável COM SINAL DE ORDEM , se

 

aproxima recebendo APENAS NO OUVIDO DIREITO, a Pal

SÍLABA POR SÍLABA, sem nada responder e sem fazer nenhum tipo de sinal ou movimento

∴∴∴∴Sagr ∴∴∴∴

LETRA POR LETRA,

de cabeça.

O 1º Diac∴∴∴∴ , defaz o Sinal, desce do Oriente fazendo a saudação pelo Sinal Gutural ao Venerável dirigindo-se à mesa do 1°Vig∴∴∴∴, fazendo o giro em torno do painel, e não sauda o Delta ao cruzar a linha imaginária do Equador no Ocidente e nem faz nernhuma parada regulamentar. Ao chegar junto a mesa do 1°Vig∴∴∴∴ transmite a Pal∴∴∴∴Sagr∴∴∴∴, da mesma forma

como a recebeu do Ven∴∴∴∴ M∴∴∴∴, voltando ao seu lugar. Antes de adentrar ao Oriente faz a saudação ao Ven pelo Sinal Gutural

 

O 2º Diac∴∴∴∴ sem portar bastão ou espada dirige-se ao 1°Vig∴∴∴∴, da mesma forma como o 1°Diac∴∴∴∴, recebendo deste a Pal∴∴∴∴Sagr∴∴∴∴

Em seguida leva a Pal∴∴∴∴ ao 2°Vig∴∴∴∴, executando o giro no Ocidente sem fazer saudação ao DELTA ou fazer parada regulamentar ao cruzar a linha imaginaria do Equador. Após comunicar a Pal∴∴∴∴ da mesma forma como a recebeu retorna ao seu lugar, .

 

55

ORDEM DOS TRABALHOS (S55) ATENÇÃO TANTO NA RECEPÇÃO COMO NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGR ∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S55) ATENÇÃO TANTO NA RECEPÇÃO COMO NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGR ∴
ORDEM DOS TRABALHOS (S55) ATENÇÃO TANTO NA RECEPÇÃO COMO NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGR ∴

ORDEM DOS TRABALHOS (S55)

ATENÇÃO

TANTO NA RECEPÇÃO COMO NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA SAGR DO GRAU NO ENCERRAMENTO DOS TRABALHOS, FAZ-SE O SINAL GUTURAL OU SAUDAÇÃO MAÇÔNICA, POIS A LOJA ESTA ABERTA

56

ORDEM DOS TRABALHOS (S56)

O M CCer , por determinação do Ven M toma seu bastão, faz a circulação formal e sem parada ao cruzar a linha imaginária do equador, sem nenhuma saudação ao Delta e adentra ao Oriente, fazendo parada formal sem maneios ou trejeitos com bastão ou com a cabeça, indo para frente do Orador, sem falar nenhuma palavra. O Or o acompanha até ao Altar dos JJur ∴∴∴∴. O M CCer se coloca atrás do Orador, segurando o bastão na posição vertical. No REAA não existe a formação do Pálio. Após o fechamento do “L da L ” todos desfazem o Sinal de Ordem. O Orador Volta ao seu Lugar acompanhando o M CCer . Na sequência, o M CCer retorna ao seu lugar, tendo o cuidado de antes cobrir o Painel do Grau. O Ven M e os VVig∴∴∴∴ apagam as luzes na ordem inversa. A Aclamação e a Bateria do Grau são executadas SEM estarem os IIr à Ordem, pois ao fechar o L da L a Loja também foi FECHADA.

57

CADEIA DE UNIÃO (S57) Deve ser realizada após o término dos trabalhos, EXCLUSIVAMENTE Para a
CADEIA DE UNIÃO (S57) Deve ser realizada após o término dos trabalhos, EXCLUSIVAMENTE Para a
CADEIA DE UNIÃO (S57) Deve ser realizada após o término dos trabalhos, EXCLUSIVAMENTE Para a

CADEIA DE UNIÃO (S57)

Deve ser realizada após o término dos trabalhos, EXCLUSIVAMENTE

Para a transmissão da Palavra Semestral Para a transmissão da Palavra de Convivência Fraternal

Somente os IIr do quadro, regulares, é que poderão tomar parte dela.

∴∴∴∴ NÃO É PERMITIDA SUA PRÁTICA PARA QUALQUER OUTRA FINALIDADE

(orações, pedidos, reflexões, etc)

ATENÇÃO: Durante a transmissão da Palavra, não se arrasta e nem bate com os pés no chão,

não se balança a Cadeia, não se encosta as pontas dos sapatos, etc. Todos devem

permanecer eretos e em silêncio.

58

CADEIA DE UNIÃO (S58) FORMAÇAO DA CADEIA Todos ficam em pé no Ocidente, formando um
CADEIA DE UNIÃO (S58)
FORMAÇAO DA CADEIA
Todos ficam em pé no Ocidente, formando um círculo ou uma oval.
Cada Ir∴∴∴∴cruza o ANTEBRAÇO DIREITO SOBRE O ESQUERDO dando as
mãos aos que estão ao seu lado.
Ap∴∴∴∴
Ap∴∴∴∴
IIr∴∴∴∴
IIr∴∴∴∴
O
IIr∴∴∴∴
IIr∴∴∴∴
O
C
1
R
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Orad
Vig∴∴∴∴
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I
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Vig∴∴∴∴
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E
IIr∴∴∴∴
IIr∴∴∴∴
IIr∴∴∴∴
IIr∴∴∴∴
Comp
Comp∴∴∴∴
∴∴∴∴
59
CADEIA DE UNIAO (S59) PROCEDIMENTO Ven ∴ ∴ ∴ ∴ M ∴ ∴ ∴ ∴
CADEIA DE UNIAO (S59) PROCEDIMENTO Ven ∴ ∴ ∴ ∴ M ∴ ∴ ∴ ∴
CADEIA DE UNIAO (S59) PROCEDIMENTO Ven ∴ ∴ ∴ ∴ M ∴ ∴ ∴ ∴

CADEIA DE UNIAO (S59)

PROCEDIMENTO

Ven M diz ao OUVIDO ESQ do Orador e no OUVIDO DIR do Secretário a palavra recebida.

A Palavra seguirá por ambos os lados até chegar ao M CCer , que após recebê-la por ambos os lados (ouvidos), sai da cadeia pelo lado de dentro, tendo o cuidado de fechá-la com os Irmãos que o ladeavam.

Dirige-se ao Ven M e lhe diz no ouvido esquerdo a palavra que recebeu do lado esquerdo e ao ouvido direito a palavra que recebeu pelo lado direito.

Se ambas as palavras forem iguais, o Ven M diz: - A PALAVRA ESTÁ CERTA.

SE HOUVER DIVERGÊNCIA NA TRANSMISSÃO DA PALAVRA, REPETE-SE NOVAMENTE TODO O PROCEDIMENTO.

60

BATERIA DO GRAU (S60) BATERIA DO GRAU É dada mantendo-se a mão esquerda parada com
BATERIA DO GRAU (S60) BATERIA DO GRAU É dada mantendo-se a mão esquerda parada com
BATERIA DO GRAU (S60) BATERIA DO GRAU É dada mantendo-se a mão esquerda parada com

BATERIA DO GRAU (S60)

BATERIA DO GRAU É dada mantendo-se a mão esquerda parada com a palma da mão voltada para cima e sobre ela movimentando-se a mão direita, bater por três vezes.

ATENÇÃO: BATERIA NÃO É APLAUSO.

61

TRIPLO E FRATERNAL ABRAÇO (S61)

O Triplo e Fraternal Abraço é dado por três vezes, de forma alternada,

 

mantendo sempre a mão esquerda apoiada junto às costas do Neófito, e a direita livre para se movimentar, em bateria, por três vezes

TOPO DA COLUNA

A expressão “Topo da Coluna” significa qualquer assento entre os lugares reservados aos Aprendizes e não necessariamente na extremidade próxima da Balaustrada.

Topo não significa “ponta” ou Coluna do Norte.

“extremidade” mas sim toda a extensão da

 

62

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S62)

 

ORIENTAÇÕES GERAIS PARA UMA SESSÃO DE INICIAÇÃO

As Luzes e Oficiais devem fazer uma leitura cuidadosa do Ritual.

O cuidado com a preparação de qualquer trabalho ritualístico, principalmente em uma Sessão Magna de Iniciação, deve ser ponto de honra para qualquer administração.

Durante o transcorrer dos trabalhos as leituras devem ser claras, com desenvoltura, em tom firme, voz empostada, segura e de forma audível.

Existindo mais de um candidato, nunca mais de três, as perguntas podem ser feitas alternadamente entre eles.

O Secretário deve preparar, em uma pasta, a documentação do candidato onde deverá incluir:

 

Testamento Ritual do Grau 1 As Constituições ( Estadual e Federal) RGF e Regimento Interno da Loja A Carteira Provisória

 

O Avental de Aprendiz Dois Pares de Luvas Brancas

63

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S63) O Mestre de Harmonia, deve ter o cuidado de montar
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S63)
O Mestre de Harmonia, deve ter o cuidado de montar a trilha sonora com
músicas adequadas, preferencialmente com clássicos orquestrados.
Deixar preparado o Hino à Bandeira (primeira e ultima estrofes) conforme
determina o RGF
O Arquiteto deve deixar preparado e nos devidos lugares:
Pavilhão Nacional (fora do Templo)
Estrelas e Espadas
Mar de Bronze (a sudoeste do Templo – próximo ao MCCER.:)
O Banco das reflexões
Taças Sagradas
Bebida doce – água e adoçante diet
Bebida Amarga – de preferência com raízes naturais
64
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S64) Sendo considerada a mais importante das práticas das ritualísticas, a
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S64) Sendo considerada a mais importante das práticas das ritualísticas, a
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S64) Sendo considerada a mais importante das práticas das ritualísticas, a

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S64)

Sendo considerada a mais importante das práticas das ritualísticas, a Sessão Magna de Iniciação requer mais esmero e dedicação de todos os participantes.

Nela o ator principal é o Candidato; ele é o centro das atenções, tudo deve ser feito para que os ensinamentos transmitidos durante os trabalhos sejam por ele assimilados.

Todo cuidado deve ser pouco e toda atenção deve ser dispensada para que ele possa tirar o maior proveito da cerimônia.

Todo tipo de brincadeiras, chacotas, conversas paralelas ou insinuações maldosas, não são condizentes com os princípios maçônicos requeridos para tais momentos.

Não são admissíveis e inaceitáveis qualquer atitude que possam colocar em risco a integridade física do Candidato, que antes, durante ou depois dos trabalhos.

65

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S65)

Iniciação não é trote – a Maçonaria é uma instituição séria e composta de homens sérios, e como tal devem agir e pensar.

O Candidato, após ser preparado deve estar tranquilo e confiante.

Deve ser orientado quanto a importância da cerimônia simbólica pela qual vai passar.

Alertá-lo para prestar atenção a tudo o que se passar ao seu redor e que ao

 

responder as perguntas que lhe forem feitas, com respostas sinceras, espontâneas e naturais. As respostas tem que ser do CANDIDATO.

Durante o desenvolvimento dos trabalhos, deverá ser conduzido com moderação, sendo proibido usar de violência e excessos, principalmente nas provas da TAÇA SAGRADA e nas VIAGENS.

 

66

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S66)

O emprego do Malhete por parte do Venerável Mestre e dos Vigilantes devem ser sincronizados, nítidos e com firmeza.

Os vigilantes devem estar atentos para os momentos de repique com o Malhete.

Tanto o Mestre de Cerimônias como os Expertos, que são peças fundamentais no desenvolvimento correto dos trabalhos devem atuar com toda formalidade e rigor que exige o Ritual; devem conhecer todos os procedimentos ritualísticos previstos e dominar com segurança os textos envolvidos na cerimônia maçônica.

Os efeitos da Ritualística e da Liturgia em qualquer trabalho maçônico somente pode ser sentido se o ritual for seguido integralmente.

Não se pode suprimir parte do Ritual.

Não existe trabalho ritualístico SEM FORMALIDADES.

 

67

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S67) ATIVIDADES EXERCIDAS PELO MESTRE DE CERIMÔNIAS Conduzir o Candidato até
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S67)
ATIVIDADES EXERCIDAS PELO MESTRE DE CERIMÔNIAS
Conduzir o Candidato até o altar e entregá-lo ao Ir∴∴∴∴ Sacrificador (Experto)
No momento do juramento orientar o Candidato em relação a posição correta de se
ajoelhar.
Sobre o L ∴∴∴∴da L ∴∴∴∴ deverá estar um exemplar da Constituição do GOB
Nunca utilizar o compasso que esta sobre o L ∴∴∴∴da L ∴∴∴∴ no momento do juramento.
Após o juramento o candidato é retirado para recompor-se, retornando ele deve ser
colocado entre colunas, mais ao centro do Ocidente.
Alguns irmãos que ocupam a primeira fila devem estar munidos de espadas na mão
direita, ficam em pé em seus lugares com a espada voltada para o Candidato.
NÃO SE FAZ O SEMI-CÍRCULO.
Acompanhar o Neófito ao Altar dos Juramentos para a Sagração.
Solicitar a presença do Porta-Espada com a Espada Flamejante, o Porta-Estandarte
empunhando o Estandarte, ficando atrás do candidato.
No momento da Sagração a Espada Flamejante não deve tocar a cabeça do Neófito.
Posicionar o neófito do lado Norte do Oriente para que ele possa receber o Avental,
as Luvas e os Regulamentos.
68
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S68) ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO O Experto é o perito da
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S68) ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO O Experto é o perito da
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S68) ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO O Experto é o perito da

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S68)

ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO

O Experto é o perito da Loja e suas funções são múltiplas.

Hierarquicamente, é o sexto Oficial da Loja, o primeiro depois das Cinco Dignidades.

Este cargo deve ser confiado a um Maçom experimentado que conheça a fundo os Rituais e a Dinâmica Ritualística.

Cabe ao Irmão Experto (corretamente paramentado com um Balandrau preto talar e um capuz para não ser reconhecido) receber o Candidato.

Preparar o Candidato na Câmara de Reflexões - descobrem-se-lhe o lado esquerdo do peito, arregaça a perna direita da calça acima do joelho direito, ficando o pé direito descalço (se necessário usar um chinelo).

Retirar todos os metais, depositando-os em uma bolsa que deverá ser entregue ao Tesoureiro.

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SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S69) ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO Durante os questionamentos, não responder ou
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S69) ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO Durante os questionamentos, não responder ou
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S69) ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO Durante os questionamentos, não responder ou

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S69)

ATIVIDADES EXERCIDAS PELO EXPERTO

Durante os questionamentos, não responder ou induzir o candidato a responder o que foi perguntado.

Na prova da Taça Sagrada, não permitir que o Candidato beba toda a bebida doce, pois se o fizer ele não poderá esgotar o amargo dos seus restos.

Ao adicionar a bebida amarga fazê-lo com cuidado para que o candidato não perceba o que esta ocorrendo.

A retirada do Candidato deverá ocorrer com moderação, sendo proibido qualquer exagero, violência ou brutalidade.

Durante as viagens o Experto conduzira o candidato pelo braço o tempo todo.

Em cada uma das viagens o Experto baterá com sua própria mão sobre as mesas dos Vigilantes e Altar do Venerável.

Deverá ficar atento para pergunta a ser-lhe dirigida (quem vem lá ?), bem como para a resposta a ser dada, que deverá ser memorizada.

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SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S70) VIAGENS - são em número de três representando os três
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S70) VIAGENS - são em número de três representando os três
SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S70) VIAGENS - são em número de três representando os três

SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S70)

VIAGENS - são em número de três representando os três elementos AR, ÁGUA e o FOGO.

PRIMEIRA VIAGEM – com ruídos, trovões e cheio de obstáculos simulados ou que não comprometam a integridade física do Candidato (usar de criatividade).

Ao final da 1ª Viagem – dirigir até a mesa do 2° Vig – executar a Bateria do grau sobre a mesa.

Após a interpelação, o candidato é colocado entre colunas SENTADO.

SEGUNDA VIAGEM – com ruído que imite o tinir das espadas e percorrendo um terreno mais plano e com obstáculos imaginários.

Ao final da viagem dirigir até a mesa do 1°Vig - executar a Bateria do grau.

Levar o candidato para ser purificado pela água junto ao Mar de Bronze (situado a Sudoeste do Templo ( coluna do Sul).

Após a purificação o candidato permanece em pé entre Colunas, sentando somente após o comando do Venerável.

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SESSÃO MAGNA DE INICIAÇÃO (S71)

TERCEIRA VIAGEM – sem ruídos e sem nenhum tipo de obstáculos ou sons.

 
 

Ao final da viagem levar o Candidato ao Altar do Venerável e executar a Bateria do grau.

Após

a

interpelação

descer do

 

Oriente

e

levar o Candidato

para

ser

purificado pelo Fogo.

 

Através de uma chama auxiliar colocada junto ao Mestre de Cerimônias e por ele auxiliado, fazer passar as mãos espalmadas por três vezes sobre a chama.

Não é permitido o emprego do “cachimbo de breu e enxofre”; Proibido também substâncias inflamáveis contidas em “aerosóis ou spray”.

 

Após

a

purificação

pelo

fogo

o

candidato

é

colocado

entre

colunas

SENTADO.

 

Durante toda Cerimônia o Experto deve permanecer de Balandrau. O Balandrau é retirado após sua participação na ritualística.

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