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CAMPUS ALEGRETE

CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA


AL0011 – FÍSICA II
TURMA 80 B

RELATÓRIO N° 6

Calorímetro

Alegrete, 26 de Janeiro de 2015.


Ministério da Educação
Universidade Federal do Pampa
Campus Alegrete / Laboratório de Física

Sumário
1 INTRODUÇÃO ............................................................................................. 2

2 OBJETIVOS................................................................................................... 2

3 FUNDAMENTOS TEÓRICOS ..................................................................... 2

4 LISTA DE EQUIPAMENTOS ...................................................................... 3

5 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL ......................................................... 4

6 RESULTADOS OBTIDOS ........................................................................... 5

7 ANÁLISE DOS RESULTADOS ................................................................... 6

8 CONCLUSÃO ............................................................................................... 7

9 BIBLIOGRAFIA ............................................................................................ 8

Unipampa – Campus Alegrete: Avenida Tiarajú, 810 – Bairro Ibirapuitã


Alegrete, RS – CEP: 97546-550. Fone/fax: (55) 3426-1052
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1 INTRODUÇÃO
Este relatório se trata de um experimento envolvendo dilatação linear, o conteúdo
deste é de forma concisa, objetiva e cientifica, e tem por finalidade mostrar como a
dilatação linear ocorre e quais são as suas causas além de relacionar o coeficiente de
dilatação linear com essas causas e também mostrar as propriedades físicas envolvidas
com as mesmas.

2 OBJETIVOS

 Determinar a capacidade térmica do calorímetro;

 Determinar o calor específico de dois sólidos;

 Reconhecer e determinar as trocas de calor envolvidas no processo;

 Calcular a temperatura de equilíbrio de dois corpos inicialmente a diferentes


temperaturas quando colocados em contato;

 Diferenciar capacidade térmica de calor específico.

3 FUNDAMENTOS TEÓRICOS
Um calorímetro é um equipamento usado para determinar o calor específico © de cada
substância. O calor específico, por sua vez, é a quantidade de calor que se deve fornecer
a 1,0 g de determinada substância para que a sua temperatura se eleve em 1,0 ºC.

Cada material possui um calor específico diferente, por exemplo, quando estamos na
praia, notamos que a areia fica bem mais quente que a água do mar. Isso ocorre porque o
calor específico da água é maior que o da areia, ou seja, a água precisa receber bem mais
calor do que a areia para que sua temperatura aumente em 1,0 ºC.

Por meio do calorímetro é possível medir experimentalmente os valores do calor liberado


ou absorvido por determinado material nas reações químicas. A energia liberada aquece
determinada quantidade de água, tornando possível a medição da variação da temperatura
para, com isso, calcular a quantidade de calor.

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Em que:

Q = calor cedido ou absorvido pela água;


m = massa da água;
c = calor específico da água, que é igual a 1,0 cal/g . °C ou 4,18 J/g . °C;
∆t = variação da temperatura sofrida pela água, que é dada pela diminuição da temperatura
final pela inicial (tf – ti).

Capacidade térmica
É a quantidade de calor que um corpo necessita receber ou ceder para que sua temperatura
varie uma unidade.
Então, pode-se expressar esta relação por:

Sua unidade usual é cal/°C.

4 LISTA DE EQUIPAMENTOS

 Calorímetro com água e agitador;


 Termômetro -10 a 110 °C;
 Copo becker de 250 ml, com água a temperatura ambiente (~ 200 ml);
 Copo de becker de 250 ml, vazio;
 Água quente numa garrafa térmica (para acelerar o experimento);
 Proveta graduada;
 Tripé delta com haste e sapatas niveladoras amortecedoras;
 Haste metálica de 500 mm;
 Mufa dupla a 90 graus;
 Anel de ferro com mufa;
 Tela para aquecimento;

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 Corpo sólido de prova (Alumínio, latão, cobre etc.), com cordão para
transporte e massa conhecida;
 Fonte térmica (bico de bunsen, aquecedor etc.;
 Pano de limpeza;
 Caixa de fósforos;
 Gancho de cobre.

5 PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Após todos os equipamentos serem montados e colocados em seus respectivos
lugares ajustou-se o corpo de prova (uma barra de latão) à escala milimetrada de modo
que à temperatura ambiente a barra atingisse 500 mm, Logo ajustou-se o medidor de
dilatação de modo que o ponterio marcasse zero. Após isso foi conectado um medidor de
temperatura ao corpo de prova e foi medido a sua temperatura inicial
Depois de todos esses procedimentos, o corpo de prova foi submetido a uma fonte
de calor até determinada temperatura, e anotou-se essa temperatura e também a medida
mostrada no medidor de dilatação. A partir deste momento, foi então retirado a fonte de
calor, e como previsto pela lei zero da termodinâmica, o corpo de prova começou a entrar
em equilíbrio com o ambiente, então anotou-se gradualmente a dilatação e a temperatura
em pontos aleatórios.
A montagem dos equipamentos é mostrada na figura abaixo:
Figura 2: Montagem dos equipamentos do calorímetro.

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Fonte: Autor.

6 RESULTADOS OBTIDOS

Obteve-se uma tabela com os seguintes resultados:

Tabela1: Variação do comprimento da barra de latão em função da temperatura.

Latão
Temperatura L (mm)
(°C)
24 500
33 500,1
42 500,2
53 500,3
60 500,4
5
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70 500,5
75 500,57
90 500,7
Fonte: Autor.

Tabela 2: Variação do comprimento da barra de Latão no experimento.

Latão
Tempratura (°C) L (mm)
To = 24 500
Tf = 90 500,7
Fonte: Autor.

7 ANÁLISE DOS RESULTADOS

Notou-se que o comprimento da barra varia quase linearmente com a temperatura.

Gráfico 1: Comprimento da barra em função da temperatura.

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Fonte: Autor.

Pode-se calcular o coeficiente linear admitindo-se qualquer ponto do gráfico.


Usando-se a fórmula:

Com:
ΔL = 0,4 mm
Lo = 500 mm
ΔT = Tf – To = 60 – 24 = 36
α = 22,2 x 10^-6 °C^-1

8 CONCLUSÃO

Com base nos dados analisados percebe-se que o material se dilata quase
linearmente em função da mudança de temperatura.
A dilatação linear é muito útil no cotidiano pois com ela pode-se prever a mudança
de comprimento de determinado material a uma certa mudança de temperatura. Um
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exemplo são os trilhos de trem e metrô, existem pequenos espaços deixados entre as
placas de concreto ou entre os trilhos de ferro. Isso é feito de forma intencional. Esses
espaços são chamados de juntas de dilatação. Servem para permitir que esses materiais,
aquecidos pela passagem dos automóveis, possam dilatar sem deformar ou ruir as
estruturas.

9 BIBLIOGRAFIA
Desconhecido. (26 de Janeiro de 2015). sofisica. Fonte: sofisica:
http://www.sofisica.com.br/conteudos/Termologia/Dilatacao/linear.php

HALLIDAY, R. J. (2009). Fundamentos de Física (8 ed., Vol. 2). Rio de Janeiro: LTC.

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Aulas teóricas em sala.

Roteiro da aula prática de laboratório.

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