Você está na página 1de 1
HISTORIA DE UMA PONTE Os dias q Ni iquei sabendo . Nessa época, eu tinha apenas cabana perto do riacho, assou os fins de semana olhando as Aguas, o bosque. € 0 povoado, Contempkiva 0s outros com um olhar profundo No segundo més, comegou a cortar g1 semana apareceu i porta da nossa casa € pediu-nos que Ihe empres- inta de bois. Meu tio, mais tarde, por curiosidade, foi tava 0s troncos para perto do riacho. Ire vit que ele arras- — Vai fazer uma waco! Quer Faz noite sonhei com uma linda ponte de madeira que fa ind sobre ela. ideira abaixo. Sem dizer uma pedras. Ao entardecer o homem disse: mana, juntaram-se a nds dois homens © uma ribanceira da frente, Durante todo o dia, houve 9 me dei conta de que “os da inhos. e conta eram Go maus como diziam os vi ize pessoas, em ambos os lados do rie, No ramos quarenta, louve, entiio, um sério problema do nosso facto. Uns goles de p mais prove alos queriam ser “chefe ine de cresceu € mes pedras como se Fossem pequenos seixos. ave rastou cons 1008 NOSSOS IFONCOS © EMpUTTOL m de semana se; costa comegar tudo de nove. te, Gramos apenas sete, limpan Cinco meses depois, dlos da ponte nte, colocdvamos as protegdes dos la- — Vamos colocar umas boas protegdes para que as criangas possam cer pela ponte sem perigo — disse © homem. Fomos oitenta, os que tarde, oitenta ¢ um. O me Naquela noite, mortos de jamo-nos ao redor de um geal amos a ponte, o rio e de que gostivamos de esta iativas que tomamos mais tarde. (0 ndo nos abandonow mais nas scjo de recuperar o tempo perdido, os muitos anos em que nem sequer ys oh mos.