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Manual do Utilizador do Monaco®

Versão 5.10 do Monaco

ID do documento: LUGMON0510-PT
C#98960-PT
Idioma: Português
ii Copyright 2007 – 2015, IMPAC Medical Systems, Inc.
LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
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Manual do Utilizador do Monaco® Índice

Índice
CAPÍTULO 1: ANTES DE COMEÇAR ..................................................................................................................... 1
INTRODUÇÃO ....................................................................................................................................................................... 1
UTILIZADORES PREVISTOS DO MONACO ...................................................................................................................................... 1
UTILIZAÇÃO PREVISTA DO MONACO ........................................................................................................................................... 1
SEGURANÇA E RISCO RESIDUAL DO PACIENTE/UTILIZADOR ............................................................................................................... 2
NOTIFICAÇÃO REGULAMENTAR ................................................................................................................................................. 3
Food and Drug Administration (FDA) .......................................................................................................................... 3
RENÚNCIA DE RESPONSABILIDADE............................................................................................................................................. 3
FORMAÇÃO NO MONACO ........................................................................................................................................................ 3
ASPETOS A CONSIDERAR .......................................................................................................................................................... 4
RECOMENDAÇÕES DE SEGURANÇA.............................................................................................................................................. 5
CONVENÇÕES DO DOCUMENTO ................................................................................................................................................. 5
Convenções do teclado ............................................................................................................................................... 5
Comandos de menu .................................................................................................................................................... 6
Convenções do rato .................................................................................................................................................... 6
Avisos, advertências, notas e sugestões ...................................................................................................................... 6
COMPREENDER AS LIMITAÇÕES DO MONACO................................................................................................................................ 7
Configuração mínima do hardware (Monaco com funcionalidade Dose) ................................................................... 7
Configuração mínima do hardware (Monaco Sim 5.00.00 com funcionalidade Sem dose) ........................................ 8
Sistemas validados ...................................................................................................................................................... 9
Algoritmo de feixe pontual ....................................................................................................................................... 10
ID, nomes e descrições ............................................................................................................................................. 10
Anatomia do paciente .............................................................................................................................................. 11
REQUISITOS DO PLANO DE TRATAMENTO .................................................................................................................................. 11
MAPEAMENTOS DA UNIDADE DE TRATAMENTO ........................................................................................................................... 11
CONFIGURAR TRANSFERÊNCIAS ENTRE PC ................................................................................................................................. 12
ASSOCIAÇÕES DE FICHEIROS BITMAP......................................................................................................................................... 12
NÚMERO DE INSTÂNCIAS....................................................................................................................................................... 12
CAPÍTULO 2: INFORMAÇÃO DO PACIENTE .........................................................................................................13
ABRIR ESPAÇO DE TRABALHO DO PACIENTE................................................................................................................................ 13
Separador Local Patient (Paciente local)................................................................................................................... 13
Separador Remote Focal Patient (Paciente do Focal remoto) ................................................................................... 13
BOTÕES DO ESPAÇO DE TRABALHO DO PACIENTE......................................................................................................................... 14
Plans (Planos) ............................................................................................................................................................ 15
Condições que impedem a disponibilização de planos no Monaco ......................................................................... 16
Coordenadas do conjunto de imagens no Monaco 5.00 vs. 5.10 .............................................................................. 17
IMPORTAR DADOS DO PACIENTE ............................................................................................................................................. 18
Importar dados de imagens DICOM .......................................................................................................................... 18
Caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM) .............................................................................................. 19
Ficheiros de densidade de eletrões .......................................................................................................................... 23
EXPORTAR DADOS DO PACIENTE ............................................................................................................................................. 24
Caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM) ................................................................................................ 24
Exportar dados DICOM .............................................................................................................................................. 28
Exportar dados do paciente para um sistema compatível com DICOM .................................................................... 31
Planos Monaco numa estação de trabalho Sim ........................................................................................................ 31
CAPÍTULO 3: ATIVIDADE PLANNING (PLANEAMENTO) .........................................................................................33
Posicionar os elementos no ecrã .............................................................................................................................. 33
VISTAS E ESQUEMAS ............................................................................................................................................................. 34
Vistas......................................................................................................................................................................... 34
Vistas de plano único ................................................................................................................................................ 35
Vista das bordas ........................................................................................................................................................ 35

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Índice Manual do Utilizador do Monaco®

Apresentar plano de imagem na vista 3D ................................................................................................................. 36


Esquemas .................................................................................................................................................................. 37
IMAGENS DE ESPECIALIDADE ................................................................................................................................................... 42
GRUPOS ANATÓMICOS .......................................................................................................................................................... 43
GERIR MODELOS.................................................................................................................................................................. 44
Modelos de isodose ................................................................................................................................................... 44
CONTORNO ........................................................................................................................................................................ 45
ECRÃ CONTOURING (DEFINIÇÃO DE CONTORNOS)........................................................................................................................ 45
Restrições de definição de contornos ....................................................................................................................... 47
Gerar contornos – Desenho de estrutura em 3D ...................................................................................................... 52
Editar um contorno ................................................................................................................................................... 53
Copiar um contorno para uma secção adjacente ..................................................................................................... 53
Copiar um contorno entre conjuntos de estudos ..................................................................................................... 53
INCLUSÃO DA COBERTURA DA MESA ......................................................................................................................................... 54
Importar mesas ......................................................................................................................................................... 54
Biblioteca de mesas de tratamento .......................................................................................................................... 54
Utilizar em planos ..................................................................................................................................................... 55
PLANEAMENTO DE SIMULAÇÃO ............................................................................................................................................... 55
FEIXES .............................................................................................................................................................................. 56
PONTOS DE ORIGEM DEFINIDOS PELO UTILIZADOR....................................................................................................................... 57
RADIOGRAFIAS DIGITALMENTE RECONSTRUÍDAS .......................................................................................................................... 58
Opções de radiografia ............................................................................................................................................... 59
PLANEAMENTO DA IMRT (“STEP AND SHOOT”).......................................................................................................................... 59
Processos de otimização em duas etapas ................................................................................................................. 59
ACERCA DAS VÁRIAS PRESCRIÇÕES ............................................................................................................................................ 60
Características das várias prescrições ........................................................................................................................ 60
Planos base ............................................................................................................................................................... 60
DVH ........................................................................................................................................................................... 60
Otimização e cálculo ................................................................................................................................................. 60
Grid Size (Tamanho da grelha) .................................................................................................................................. 61
Exportação do plano de dose .................................................................................................................................... 61
CARACTERÍSTICAS DO PLANEAMENTO PROSPETIVO PARA PLANOS “STEP AND SHOOT”........................................................................... 62
ARCOTERAPIA VOLUMÉTRICA MODULADA (VMAT) ....................................................................................................................... 62
Taxa de dose constante ............................................................................................................................................. 64
Otimização da forma dos segmentos ........................................................................................................................ 64
TERAPIA DE ARCO MODULADO ................................................................................................................................................ 65
ARCOTERAPIA CONFORMACIONAL DINÂMICA .............................................................................................................................. 65
DCAT semelhante à IMRT .......................................................................................................................................... 66
Acerca dos feixes em arco ......................................................................................................................................... 66
Cálculo da dose ......................................................................................................................................................... 66
FUNÇÕES DE CUSTO ............................................................................................................................................................. 68
Modelo Target EUD (DUE alvo) .................................................................................................................................. 68
Target Penalty (Penalidade-alvo) .............................................................................................................................. 69
Modelo Serial (Série) ................................................................................................................................................. 69
Modelo Parallel (Paralelo) ......................................................................................................................................... 69
Quadratic Overdose (Dose excessiva quadrática) ...................................................................................................... 69
Quadratic Underdose (Dose inferior quadrática) ...................................................................................................... 69
Overdose DVH (DVH de dose excessiva) .................................................................................................................... 69
Underdose DVH (DVH de dose inferior) .................................................................................................................... 69
Maximum Dose (Dose máxima)................................................................................................................................. 70
Conformality (Conformacionalidade) ........................................................................................................................ 70
IMRT: CONTROLOS ............................................................................................................................................................. 70
Medidor de progresso da otimização ........................................................................................................................ 70
Vistas da fluência ...................................................................................................................................................... 70
PLANEAMENTO 3D .............................................................................................................................................................. 71
Funcionalidades dos Planos 3D ................................................................................................................................ 72

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PLANEAMENTO PROSPETIVO DE IMRT (TÉCNICA 3D AVANÇADA) .................................................................................................... 72


Características do planeamento prospetivo de IMRT para planos 3D ...................................................................... 73
Editar uma dose do feixe e regras de invalidação dos segmentos ............................................................................ 75
Funcionalidades das isolinhas .................................................................................................................................. 76
FROZEN DOSE (DOSE CONGELADA) .......................................................................................................................................... 76
Planos de QA ............................................................................................................................................................. 78
Aprovação do plano .................................................................................................................................................. 79
Várias prescrições ..................................................................................................................................................... 79
PLANOS DA DOSE DE ENVIESAMENTO ....................................................................................................................................... 80
PLANOS DO CONE ESTEREOTÁTICO ........................................................................................................................................... 82
PLANOS DE ELETRÕES ........................................................................................................................................................... 82
Aplicadores ............................................................................................................................................................... 82
Aberturas .................................................................................................................................................................. 84
QA DA IMRT ..................................................................................................................................................................... 84
QA DINÂMICO ................................................................................................................................................................... 87
NAVEGAÇÃO....................................................................................................................................................................... 87
Atalhos de teclado .................................................................................................................................................... 87
Utilizar o botão direito do rato................................................................................................................................. 89
Utilizar a roda de deslocamento do rato .................................................................................................................. 89
Navegar em imagens T/S/C ....................................................................................................................................... 89
CAPÍTULO 4: ATIVIDADE IMAGE FUSION (FUSÃO DE IMAGENS) ............................................................................91
REGISTO POR PONTOS .......................................................................................................................................................... 93
CAPÍTULO 5: ATIVIDADE PLAN REVIEW (REVISÃO DO PLANO) ..............................................................................95
REVISÃO DO PLANO ............................................................................................................................................................. 95
NAVEGAÇÃO....................................................................................................................................................................... 96
Atalhos de teclado .................................................................................................................................................... 96
Botão direito do rato ................................................................................................................................................ 96
MODOS DE PLANO ÚNICO E DE VÁRIOS PLANOS .......................................................................................................................... 97
COMPREENDER AS LIMITAÇÕES DA REVISÃO DO PLANO ................................................................................................................. 97
SOMA E SUBTRAÇÃO DE PLANOS .............................................................................................................................................. 98
HISTOGRAMA DOSE-VOLUME.................................................................................................................................................. 99
Cálculo do volume .................................................................................................................................................. 101
COMBINAÇÕES DE ESTRUTURAS DO DVH ................................................................................................................................ 101
Cálculo do volume para a combinação de estruturas ............................................................................................ 101
CÁLCULOS DO DVH ........................................................................................................................................................... 101
Cálculo da dose ....................................................................................................................................................... 102
Prescrição da dose .................................................................................................................................................. 102
Cálculo e atribuição da dose................................................................................................................................... 102
RESOLUÇÃO DE AMOSTRAGEM DO DVH .................................................................................................................................. 103
MODOS DE APRESENTAÇÃO DA ISODOSE.................................................................................................................................. 103
Barra de ferramentas Volume ................................................................................................................................ 104
ISOCURVAS E CURSORES DE DOSE DE REFERÊNCIA ...................................................................................................................... 105
NORMALIZAÇÃO................................................................................................................................................................ 105
COMPARAÇÃO DE PLANOS ................................................................................................................................................... 106
Comparações de intensidades de dose ................................................................................................................... 106
Plan Approval (Aprovação do plano) ...................................................................................................................... 107
IMAGENS DE ESPECIALIDADE ................................................................................................................................................ 109
ANEXO A: MENSAGENS DE AVISO ................................................................................................................... 111
MENSAGENS DE AVISO CLÍNICAS ............................................................................................................................................ 111
MENSAGENS DE AVISO CLÍNICAS PROGRAMADAS ........................................................................................................................ 116
ANEXO B: CONTROLO DO PLANEAMENTO E FAIXAS .......................................................................................... 125
CONTROLO DO PLANEAMENTO ............................................................................................................................................. 126

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Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) ................................................................................ 126


Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – All (Todas) ............................................................ 127
Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – Layers (Camadas) ................................................. 128
Controlo do planeamento: Separador Prescription (Prescrição) ............................................................................. 130
Controlo do planeamento: Separador Prescription - Segments (Prescrição - Segmentos) ...................................... 132
Controlo do planeamento: Separador Beams - General (Feixes - Geral) ................................................................. 135
Controlo do planeamento: Separador Beams - Geometry (Feixes - Geometria) ...................................................... 137
Controlo do planeamento: Separador Beams - Setup Beams (Feixes - Feixes de configuração) ............................. 138
Controlo do planeamento: Separador Beams - Treatment Aids (Feixes - Auxiliares de tratamento) ...................... 140
Planos do Monaco ................................................................................................................................................... 141
Plano 3D ................................................................................................................................................................. 142
Planos de simulação ............................................................................................................................................... 144
Controlo do planeamento: Separador IMRT Constraints - Constraints (Restrições de IMRT - Restrições) ................ 145
Controlo do planeamento: Separador Dose Reference Points (Pontos de referência da dose) ............................... 146
Controlo de visibilidade do feixe ............................................................................................................................ 148
Controlo do misturador .......................................................................................................................................... 149
Controlo de diferença de dose ................................................................................................................................ 150
Controlo da isodose ................................................................................................................................................ 151
Controlo de normalização....................................................................................................................................... 154
Controlo de navegação multiplanos ....................................................................................................................... 154
FRISOS ............................................................................................................................................................................ 155
Separador Tools (Ferramentas) ............................................................................................................................... 155
Separador Workspace (Espaço de trabalho) ............................................................................................................ 158
Separador Fusion (Fusão) ........................................................................................................................................ 160
Separador Contouring (Contorno) ........................................................................................................................... 163
Separador Plan Options (Opções do plano) ............................................................................................................. 167
Separador Planning (Planeamento) ........................................................................................................................ 171
Separador Output (Saída) ........................................................................................................................................ 176
ANEXO C: CRIAÇÃO DE CÓPIA DE SEGURANÇA E RESTAURO DAS UNIDADES DE TRATAMENTO .............................. 181
CRIAÇÃO DE CÓPIA DE SEGURANÇA DA BASE DE DADOS ............................................................................................................... 181
Definições da cópia de segurança da base de dados .............................................................................................. 181
Resultado da cópia de segurança da base de dados ............................................................................................... 184
RESTAURO DA BASE DE DADOS .............................................................................................................................................. 186
ANEXO D: TREATMENT UNIT STORE ............................................................................................................... 187
Adicionar unidades de tratamento ......................................................................................................................... 187
Ativar ou desativar as unidades de tratamento para cálculo.................................................................................. 188
Ver parâmetros da unidade de tratamento ............................................................................................................ 188
Sincronizar dados.................................................................................................................................................... 188
ANEXO E: RESTRIÇÕES DAS LÂMINAS DO MODELO MLC .................................................................................... 189
RESTRIÇÕES DAS LÂMINAS DO MODELO MLC DA ELEKTA ............................................................................................................. 189
RESTRIÇÕES DAS LÂMINAS DO MODELO MLC DA SIEMENS ........................................................................................................... 190
RESTRIÇÕES DAS LÂMINAS DO MODELO MLC DA VARIAN ............................................................................................................ 190
ÍNDICE REMISSIVO ....................................................................................................................................... 191

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Manual do Utilizador do Monaco® Figuras

Figuras
Figura 1: Caixa de diálogo Open Patient Workspace (Abrir espaço de trabalho do paciente) ............................................ 13
Figura 2: Espaço de trabalho do paciente .......................................................................................................................... 14
Figura 3: Coordenadas do Monaco 5.00 ............................................................................................................................. 17
Figura 4: Coordenadas do Monaco 5.10 ............................................................................................................................. 17
Figura 5: Caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM) ......................................................................................... 20
Figura 6: caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM) ........................................................................................... 24
Figura 7: Caixa de diálogo Additional Plan Export Options (Opções adicionais de exportação do plano) ......................... 28
Figura 8: Caixa de diálogo DICOM Settings (Definições DICOM) ......................................................................................... 31
Figura 9: Controlo dos feixes para um Plano Monaco numa estação de trabalho Sim ...................................................... 31
Figura 10: Controlos de posição ......................................................................................................................................... 33
Figura 11: Apresentação do plano ..................................................................................................................................... 36
Figura 12: Vista IMRT clássico ............................................................................................................................................ 37
Figura 13: Vista transversal ampla ..................................................................................................................................... 37
Figura 14: Vista de contorno em 6 painéis......................................................................................................................... 38
Figura 15: Revisão de planos múltiplos 3x3 ....................................................................................................................... 38
Figura 16: P-S lado a lado .................................................................................................................................................. 38
Figura 17: Lados sobrepostos ............................................................................................................................................. 39
Figura 18: Lado a lado personalizável................................................................................................................................ 39
Figura 19: Janela Contouring (Contorno) ............................................................................................................................ 45
Figura 20: Janela Beams (Feixes) ........................................................................................................................................ 55
Figura 21: Exemplos de feixes ............................................................................................................................................ 56
Figura 22: Exemplos de radiografias digitalmente reconstruídas (DRR) ............................................................................ 59
Figura 23: Separador Prescription (Prescrição) do Controlo do planeamento ................................................................... 71
Figura 24: Separador IMRT Prescription Parameters (Parâmetros de prescrição de IMRT): Bias Contribution
(Contribuição do viés): 7fldprostate .................................................................................................................. 80
Figura 25: Separador IMRT Prescription Parameters (Parâmetros de prescrição de IMRT): Bias Contribution
(Contribuição para o enviesamento): RxA ......................................................................................................... 81
Figura 26: Janela IMRT QA (QA da IMRT) ............................................................................................................................ 85
Figura 27: Janela Image Fusion (Fusão de imagens) .......................................................................................................... 91
Figura 28: Janela Plan Review (Revisão do plano) .............................................................................................................. 95
Figura 29: Exemplo de histograma dose-volume (DVH) ..................................................................................................... 99
Figura 30: Colorwash ........................................................................................................................................................ 103
Figura 31: Isofill ............................................................................................................................................................... 103
Figura 32: Isobands .......................................................................................................................................................... 104
Figura 33: Isolines ............................................................................................................................................................ 104
Figura 34: 3D Dose Display (Visualização da dose em 3D) ............................................................................................... 104
Figura 35: Reference Dose (Dose de referência) ............................................................................................................... 104
Figura 36: Plano 1 para comparação ............................................................................................................................... 107
Figura 37: Plano 2 para comparação ............................................................................................................................... 107
Figura 38: Diferença de dose ........................................................................................................................................... 107
Figura 39: Somatório da dose .......................................................................................................................................... 107
Figura 40: Aviso clínico programado: exemplo 1 ............................................................................................................. 116
Figura 41: Aviso clínico programado: exemplo 2 ............................................................................................................. 116
Figura 42: Aviso clínico programado: exemplo 3 ............................................................................................................. 117
Figura 43: Aviso clínico programado: exemplo 4 ............................................................................................................. 117
Figura 44: Aviso clínico programado: exemplo 5 ............................................................................................................. 118
Figura 45: Aviso clínico programado: exemplo 6 ............................................................................................................. 118
Figura 46: Aviso clínico programado: exemplo 7 ............................................................................................................. 119
Figura 47: Aviso clínico programado: exemplo 8 ............................................................................................................. 119
Figura 48: Aviso clínico programado: exemplo 9 ............................................................................................................. 120
Figura 49: Aviso clínico programado: exemplo 10 ........................................................................................................... 120
Figura 50: Aviso clínico programado: exemplo 11 ........................................................................................................... 120
Figura 51: Aviso clínico programado: exemplo 12 ........................................................................................................... 121

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Figuras Manual do Utilizador do Monaco®

Figura 52: Aviso clínico programado: exemplo 13 ........................................................................................................... 121


Figura 53: Aviso clínico programado: exemplo 14 ........................................................................................................... 121
Figura 54: Aviso clínico programado: exemplo 15 ........................................................................................................... 122
Figura 55: Aviso clínico programado: exemplo 16 ........................................................................................................... 122
Figura 56: Aviso clínico programado: exemplo 17 ........................................................................................................... 123
Figura 57: Aviso clínico programado: exemplo 18 ........................................................................................................... 123
Figura 58: Aviso clínico programado: exemplo 19 ........................................................................................................... 123
Figura 59: Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) ......................................................................... 126
Figura 60: Controlo do planeamento: Separador Prescription (Prescrição) ..................................................................... 130
Figura 61: Controlo do planeamento: Separador Prescription - Segments (Prescrição - Segmentos) ............................... 133
Figura 62: Controlo do planeamento: Separador Beams - General (Feixes - Geral) .......................................................... 135
Figura 63: Controlo do planeamento: Separador Beams - Geometry (Feixes - Geometria) .............................................. 137
Figura 64: Controlo do planeamento: Separador Beams - Setup Beams (Feixes - Feixes de configuração) ...................... 139
Figura 65: Controlo do planeamento: Separador Beams - Treatment Aids (Feixes - Auxiliares de tratamento) ............... 141
Figura 66: Controlo do planeamento: Beams – 3D Plan (Feixes - Plano 3D) .................................................................... 142
Figura 67: Controlo do planeamento: Beams – Sim Plans (Feixes - Planos Sim) .............................................................. 144
Figura 68: Controlo do planeamento: Separador IMRT Constraints - Constraints (Restrições de IMRT - Restrições) ........ 145
Figura 69: Controlo do planeamento: Separador Dose Reference Points (Pontos de referência da dose) ....................... 146
Figura 70: Controlo de visibilidade do feixe ..................................................................................................................... 148
Figura 71: Controlo Beam Visibility (Visibilidade do feixe) com várias prescrições .......................................................... 149
Figura 72: Controlo do misturador ................................................................................................................................... 150
Figura 73: Controlo de diferença de dose ........................................................................................................................ 150
Figura 74: Dose absoluta/percentual ............................................................................................................................... 151
Figura 75: Vistas Isoline/Isofill/Isoband............................................................................................................................ 152
Figura 76: Controlo de normalização ............................................................................................................................... 154
Figura 77: Controlo de navegação multiplanos ................................................................................................................ 154
Figura 78: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Navigate (Navegação) ......................................................................... 155
Figura 79: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Window and Level (Janela e nível) ..................................................... 156
Figura 80: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Tools (Ferramentas)............................................................................ 157
Figura 81: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Layout (Esquema) ............................................................................... 158
Figura 82: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Visibility (Visibilidade) ....................................................................... 158
Figura 83: Separador Tools (Ferramentas): Grupo View Options (Opções de visualização) .............................................. 159
Figura 84: Separador Fusion (Fusão): Grupo Display (Visor) ............................................................................................. 160
Figura 85: Separador Fusion (Fusão): Grupo Display (Visor) ............................................................................................. 161
Figura 86: Separador Fusion (Fusão): Grupo Color Map (Mapa de cores) ......................................................................... 161
Figura 87: Separador Fusion (Fusão): Grupo Masking (Máscara) ...................................................................................... 162
Figura 88: Separador Contouring (Contorno): Grupo Structure Edit (Edição da estrutura) ............................................... 163
Figura 89: Separador Contouring (Contorno): Grupo Contour Edit (Edição de contornos) ............................................... 163
Figura 90: Separador Contouring (Contorno): Grupo Manual Contouring (Contorno manual) ......................................... 164
Figura 91: Separador Contouring (Contorno): Grupo Auto Contouring (Contorno automático)........................................ 165
Figura 92: Separador Contouring (Contorno): Grupo Auto Structure (Estrutura automática) ........................................... 166
Figura 93: Separador Contouring (Contorno): Grupo PET (TEP) ........................................................................................ 167
Figura 94: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Plan (Plano) ..................................................................... 167
Figura 95: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Optional (Opcional) ......................................................... 168
Figura 96: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Review (Revisão) .............................................................. 168
Figura 97: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo DVH ................................................................................. 169
Figura 98: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Dose Normalization (Normalização da dose) .................. 169
Figura 99: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo DRR.................................................................................. 170
Figura 100: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Particle (Partículas) ....................................................... 170
Figura 101: Separador Planning (Planeamento): Grupo Plan (Plano) ............................................................................... 171
Figura 102: Separador Planning (Planeamento): Grupo Beam (Feixe) ............................................................................. 172
Figura 103: Separador Planning (Planeamento): Grupo Port (Porta) ................................................................................ 172
Figura 104: Separador Planning (Planeamento): Grupo Calculation (Cálculo) ................................................................. 173
Figura 105: Separador Planning (Planeamento): Grupo Fluence (Fluência) ..................................................................... 174
Figura 106: Separador Planning (Planeamento): Grupo Grid Volume (Volume da grelha) .............................................. 175
Figura 107: Separador Planning (Planeamento): Grupo Status (Estado) ........................................................................... 176

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Manual do Utilizador do Monaco® Tabelas

Figura 108: Separador Output (Saída): Grupo Peer (Elementos da rede) ......................................................................... 176
Figura 109: Separador Output (Saída): Grupo Export to File (Exportar para ficheiro) ...................................................... 177
Figura 110: Separador Output (Saída): Grupo Individual Reports (Relatórios individuais) .............................................. 177
Figura 111: Separador Output (Saída): Grupo Reports (Relatórios) .................................................................................. 178
Figura 112: Separador Output (Saída): Grupo Print Options (Opções de impressão) ....................................................... 179
Figura 113: Barra de ferramentas de acesso rápido ........................................................................................................ 179
Figura 114: Ferramenta Backup (Cópia de segurança): Separador Settings (Definições) ................................................. 182
Figura 115: Ferramenta Backup (Cópia de segurança): Separador View result (Ver resultado) ....................................... 185

Tabelas
Tabela 1: Configuração mínima do hardware (Monaco com funcionalidade Dose) ............................................................ 7
Tabela 2: Configuração mínima do hardware (Monaco Sim 5.00.00 com funcionalidade Sem dose) ................................. 8
Tabela 3: Sistemas validados................................................................................................................................................ 9
Tabela 4: Conjunto de estudos, ID de plano, Nomes de grupo e Limitações dos nomes das estruturas ........................... 10
Tabela 5: Limitações de contorno ...................................................................................................................................... 11
Tabela 6: Botões do espaço de trabalho do paciente ........................................................................................................ 15
Tabela 7: Descrições dos campos da caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM) .............................................. 20
Tabela 8: Descrições dos campos da caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM) ................................................ 25
Tabela 9: Descrições dos campos da caixa de diálogo Additional Plan Export Option (Opção adicional de
exportação do plano) ........................................................................................................................................ 29
Tabela 10: Fluxos de trabalho e atividades ........................................................................................................................ 40
Tabela 11: Esquemas e fluxos de trabalho globais ............................................................................................................ 41
Tabela 12: Descrições dos campos da janela Contouring (Contorno) ................................................................................. 45
Tabela 13: Mensagens e comentários ao relatório de planos compostos e QA Plans (Planos QA) ..................................... 78
Tabela 14: Condições de congelamento do plano QA ........................................................................................................ 79
Tabela 15: Descrições dos campos da janela IMRT QA (QA da IMRT) ................................................................................. 86
Tabela 16: Atalhos de teclado ............................................................................................................................................ 88
Tabela 17: Descrições dos campos da janela Image Fusion (Fusão de imagens) ............................................................... 92
Tabela 18: Descrições dos campos da janela Plan Review (Revisão do plano) ................................................................... 95
Tabela 19: Atalhos de teclado Plan Review (Revisão do plano) ......................................................................................... 96
Tabela 20: Mensagens de aviso clínicas ........................................................................................................................... 111
Tabela 21: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Structures (Estruturas) .............................. 126
Tabela 22: Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – Descrições dos campos All (Todas) .............. 127
Tabela 23: Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – Descrições dos campos Layers (Camadas) ... 128
Tabela 24: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Prescription (Prescrição) .......................... 130
Tabela 25: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Prescription – Segments
(Prescrição - Segmentos) ................................................................................................................................. 133
Tabela 26: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – General (Feixes - Geral) .............. 136
Tabela 27: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – Geometry
(Feixes - Geometria) ........................................................................................................................................ 137
Tabela 28: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – Setup Beams
(Feixes - Feixes de configuração) ..................................................................................................................... 139
Tabela 29: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – Treatment Aids
(Feixes - Auxiliares de tratamento).................................................................................................................. 141
Tabela 30: Controlo do planeamento: Descrições dos campos Beams – 3D Plan (Feixes - Plano 3D) ............................. 142
Tabela 31: Controlo do planeamento: Descrições dos campos Beams – Sim Plans (Feixes - Planos Sim) ........................ 144
Tabela 32: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador IMRT Constraints - Constraints
(Restrições de IMRT - Restrições) ..................................................................................................................... 145
Tabela 33: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Dose Reference Points
(Pontos de referência da dose) ....................................................................................................................... 147
Tabela 34: Descrições dos campos de Controlo de diferença de dose ............................................................................. 150
Tabela 35: Descrições dos campos da Dose absoluta/percentual .................................................................................... 151
Tabela 36: Descrições dos campos das Vistas Isoline/Isofill/Isoband (Isolinha/Isofill/Isoband) ....................................... 152

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Tabelas Manual do Utilizador do Monaco®

Tabela 37: Descrições dos campos do Controlo de normalização .................................................................................... 154


Tabela 38: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Navigate (Navegação) .............................. 155
Tabela 39: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Tools (Ferramentas) ................................. 157
Tabela 40: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Layout (Esquema) .................................... 158
Tabela 41: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Visibility (Visibilidade) ............................. 158
Tabela 42: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo View Options (Opções de visualização) .... 159
Tabela 43: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Display (Visor) .................................................. 160
Tabela 44: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Display (Visor) .................................................. 161
Tabela 45: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Color Map (Mapa de cores)............................... 162
Tabela 46: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Masking (Máscara) ............................................ 162
Tabela 47: Separador Contouring (Contorno): Grupo Structure Edit (Edição da estrutura) .............................................. 163
Tabela 48: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Contour Edit (Edição de contornos) ..... 163
Tabela 49: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Manual Contouring
(Contorno manual) .......................................................................................................................................... 164
Tabela 50: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Auto Contouring
(Contorno automático) .................................................................................................................................... 166
Tabela 51: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Auto Structure
(Estrutura automática) .................................................................................................................................... 166
Tabela 52: Separador Contouring (Contorno): Grupo PET (TEP) ........................................................................................ 167
Tabela 53: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Plan (Plano) .......................... 168
Tabela 54: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Optional (Opcional) .............. 168
Tabela 55: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Review (Revisão) ................... 168
Tabela 56: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo DVH ...................................... 169
Tabela 57: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Dose Normalization
(Normalização de dose) ................................................................................................................................... 169
Tabela 58: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo DRR ....................................... 170
Tabela 59: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Particle (Partículas) ............... 171
Tabela 60: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Plan (Plano) ...................................... 171
Tabela 61: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Beam (Feixe) ..................................... 172
Tabela 62: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Port (Porta) ....................................... 172
Tabela 63: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Calculation (Cálculo)......................... 173
Tabela 64: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Fluence (Fluência) ............................ 174
Tabela 65: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Grid Volume (Volume da grelha) ...... 175
Tabela 66: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Status (Estado) .................................. 176
Tabela 67: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Peer (Par) ......................................................... 176
Tabela 68: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Export to File (Exportar para ficheiro) .............. 177
Tabela 69: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Individual Reports (Relatórios individuais) ...... 177
Tabela 70: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Reports (Relatórios) .......................................... 178
Tabela 71: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Print Options (Opções de impressão) ............... 179
Tabela 72: Descrições dos campos da Barra de ferramentas de acesso rápido ................................................................ 179
Tabela 73: Restrições das lâminas do modelo MLC da Elekta .......................................................................................... 189
Tabela 74: Restrições das lâminas do modelo MLC da Siemens ....................................................................................... 190
Tabela 75: Restrições das lâminas do modelo MLC da Varian .......................................................................................... 190

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 1: Antes de começar

Capítulo 1: Antes de começar

Introdução
O Monaco TPS é uma aplicação de software robusta de radioterapia de intensidade modulada (IMRT). Este
programa autónomo de 64 bits funciona em interface com sistemas compatíveis com DICOM.

As suas principais funcionalidades são:

 Conjunto abrangente de ferramentas de definição de contornos e manipulação de feixes


 Otimização multicritério para aumentar os constrangimentos, se viável, durante a otimização
 Definições melhoradas de propriedades de voxels para facilitar o processo de otimização
 Conjunto de funções de custo biológico e baseado na dose
 Otimização da fluência e abertura com constrangimentos (ou seja, forma e ponderação dos
segmentos)
 Análise da sensibilidade para avaliar as decisões de prescrição após a otimização
 Simulação Monte Carlo para o cálculo da dose no âmbito do ciclo de otimização.

Utilizadores previstos do Monaco


Os utilizadores previstos do produto Monaco são indivíduos devidamente qualificados, sob a supervisão de
um médico. Estes utilizadores deverão ter bons conhecimentos sobre as convenções de planeamento de
tratamentos com radiação, incluindo IMRT, estar certificados pela respetiva entidade de certificação nacional
e ter as devidas licenças profissionais.

Utilização prevista do Monaco


O sistema Monaco é utilizado para fazer planos de tratamento para pacientes com prescrições de radioterapia
externa. O sistema calcula a dose para planos de tratamento com fotões e apresenta, no ecrã e em cópia
impressa, as distribuições de dose de radiação em 2D ou 3D nos pacientes, para determinadas configurações
do plano de tratamento.

A linha de produtos Monaco destina-se a ser utilizada no planeamento de tratamentos com radiação. Utiliza
métodos geralmente aceites de:

 Contorno
 Manipulação de imagens
 Simulação
 Fusão de imagens

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Capítulo 1: Antes de começar Manual do Utilizador do Monaco®

 Otimização de planos
 Revisão de planos e QA

A utilização do sistema de uma forma diferente da especificada poderá resultar na utilização de informações
incorretas de definição de contornos num plano de tratamento, resultando, por sua vez, na administração da
dose incorreta ao paciente.
NOTA: a capacidade opcional de cálculo da dose de eletrões foi introduzida no Monaco 5.00. A seguinte
Utilização prevista do Monaco aplica-se aos clientes que utilizam o Monaco 5.00 e versões
subsequentes com uma licença ativa de planeamento 3D. Esta Utilização prevista e a
disponibilidade de planeamento 3D aguardam autorização regulamentar em alguns países.

O sistema Monaco é utilizado para fazer planos de tratamento para pacientes com prescrições de radioterapia
externa. O sistema calcula a dose para planos de tratamento com fotões e eletrões e apresenta, no ecrã e em
cópia impressa, as distribuições da dose de radiação em 2D ou 3D nos pacientes, para determinadas
configurações do plano de tratamento.

A linha de produtos Monaco destina-se a ser utilizada no planeamento de tratamentos com radiação. Utiliza
métodos geralmente aceites de:

 Contorno
 Manipulação de imagens
 Simulação
 Fusão de imagens
 Otimização de planos
 Revisão de planos e QA

Segurança e risco residual do paciente/utilizador


A Elekta concebe os seus produtos diligentemente, com o intuito de minimizar os riscos para a segurança do
paciente e utilizador.* A Elekta incorpora precauções exaustivas destinadas à resolução de potenciais perigos
do sistema. Devido à natureza do produto, pode existir um nível baixo de risco residual durante a sua
utilização. Todos os riscos residuais inerentes a este produto foram considerados os mais baixos possíveis, em
termos praticáveis. A Elekta fornece formação e documentação para o utilizador e espera que os utilizadores
utilizem o sistema com a devida diligência, prestando atenção e cumprindo rigorosamente todas as mensagens
e avisos. Por não lhe ser possível oferecer proteção contra todas as utilizações indevidas, falhas e avarias do
dispositivo, a Elekta reforça que apenas pessoal que tenha estudado este material está qualificado para usar
este produto. Este produto deverá ser usado em conformidade com todas as diretrizes de segurança do
utilizador, do paciente e ambientais, por utilizadores com formação, experiência e qualificação devidos.

* A Elekta cumpre as normas ISO 14971 relativas à aplicação de


gestão de risco aos dispositivos médicos.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 1: Antes de começar

Notificação regulamentar
Food and Drug Administration (FDA)
A legislação federal dos EUA restringe a venda deste dispositivo a
médicos ou por indicação destes.
ADVERTÊNCIA

Renúncia de responsabilidade
A Elekta não se responsabiliza pela utilização deste documento se forem efetuadas alterações não autorizadas
ao seu conteúdo ou formato. As informações contidas neste manual foram revistas e validadas quanto à sua
precisão. As instruções e descrições baseiam-se na versão atual do Monaco. A Elekta reserva-se o direito de
atualizar o documento para melhorar o conteúdo e/ou design.

Este manual é fornecido sem garantias de qualquer tipo, quer implícitas ou explícitas, incluindo, mas não
limitado a garantias implícitas de comercialização ou adequação a uma determinada finalidade.

A Elekta não se responsabiliza por danos incorridos, direta ou indiretamente, decorrentes da inobservância
das instruções, avisos e advertências contidos neste manual ao utilizar o software Monaco.

Formação no Monaco
A Elekta faculta formação completa e disponibiliza peritos em Assistência a Clientes para responder a
questões detetadas durante a utilização diária.

O Monaco Training Guide (Manual de formação do Monaco) foi concebido para servir de complemento à
formação da Elekta. A documentação online do Monaco contém explicações detalhadas sobre o
funcionamento do sistema. Estes manuais não deverão substituir a formação.

O centro de tratamento é responsável por garantir que todos os utilizadores dos produtos Monaco receberam
formação adequada antes de utilizarem os dados no âmbito de um tratamento. Caso contrário, os dados do
paciente poderão não estar corretos, podendo ser administrada uma dose incorreta ao paciente.

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Capítulo 1: Antes de começar Manual do Utilizador do Monaco®

Aspetos a considerar
Antes de utilizar os produtos Monaco em aplicações clínicas, deverá determinar a adequação e a precisão do
software relativamente à utilização prevista. O software só deverá ser utilizado na clínica ou hospital após a
execução de testes exaustivos e respetiva aceitação para utilização.
Tenha em atenção que os planos de tratamento derivados da utilização deste equipamento dependem dos dados
introduzidos por profissionais com formação para utilizar o sistema. Deste modo, os planos de tratamento
derivados deste equipamento não devem ser substituídos pelo critério pessoal. Deverá verificar todos os planos
de tratamento, bem como os dados relativos ao paciente e às fontes, antes de os utilizar num tratamento.

Certifique-se de que os sistemas recetores digitais recebem o paciente e plano corretos.

AVISO

O sistema de RTP Monaco não oferece uma verificação de redundância, ou soma de


verificação (checksum), para proteger a integridade dos dados transferidos ou
recebidos. Os clientes que configurem e utilizem um MD5 ou uma ferramenta de
AVISO
verificação de integridade checksum de terceiros para verificar alterações imprevistas
do software do Monaco são aconselhados a incluir todos os ficheiros .exe e .dll que se
encontram no diretório C:\ProgramFiles\CMS\Monaco e nas máquinas de tratamento
guardadas em C:\Documents and Settings\All Users\Shared
Documents\CMS\FocalData\clinicname\tele.

Certifique-se de que os sistemas recetores DICOM recebem o paciente e plano corretos.

AVISO

Os utilizadores do Monaco não deverão carregar no computador utilizado para


executar o Monaco nenhum outro software, de modo a evitar interferências entre o
Monaco e outros programas. É da responsabilidade do utilizador validar o sistema
AVISO
Monaco depois de carregar outro software no mesmo computador, de forma a garantir
que o produto permanece clinicamente seguro e eficaz.

O Monaco não vem com software de proteção antivírus instalado. A Elekta não testa
nem aprova software antivírus de terceiros. O software antivírus pode ter um impacto
negativo nos recursos do sistema.
AVISO
A Elekta faz as seguintes recomendações:
 Depois de instalar o software antivírus, execute um plano típico de paciente para confirmar se a
aplicação de RTP continua a realizar as suas tarefas previstas.
 Não realize uma verificação de vírus durante a execução das aplicações. Faça uma análise completa
ao disco quando não estiver a executar as aplicações de RTP (por exemplo, depois do horário de
expediente da clínica).

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 1: Antes de começar

Recomendações de segurança
A Elekta envia os novos sistemas com as predefinições de segurança recomendadas. É da sua
responsabilidade garantir que a rede dispõe de segurança adequada.
Estas são as recomendações de segurança mínimas.
 Histórico da palavra-passe e idade mínima da palavra-passe: deve definir os requisitos do histórico da
palavra-passe de modo a que não possa utilizar continuamente palavras-passe antigas. Defina a idade
mínima da palavra-passe para uma predefinição superior a zero. Esta ação garante que não pode
alterar palavras-passe em sucessão rápida.
 Comprimento e complexidade da palavra-passe: recomendamos um comprimento mínimo da palavra-
passe de 7 carateres. Esta deve incluir carateres de 3 das 4 categorias abaixo:
 Letras maiúsculas
 Letras minúsculas
 Dígitos numéricos de 0 a 9
 Símbolos não alfanuméricos ($, %)
Os requisitos de complexidade e comprimento devem ser aplicados no momento da criação inicial da
palavra-passe e quando a mesma é alterada.
 Expiração da palavra-passe: as palavras-passe devem expirar a cada 30 a 90 dias. Isto proporciona aos
utilizadores vários dias de aviso para expiração da palavra-passe. Dá-lhes ainda tempo para criarem
uma palavra-passe forte.

Convenções do documento
Este documento utiliza convenções ou regras específicas nas instruções, para ajudá-lo a executar as tarefas
corretamente. Esta secção explica as convenções de teclado, menu e rato utilizadas neste documento.

Convenções do teclado
As teclas que não digitam carateres são todas apresentadas em negrito estilo frase. Entre elas incluem-se:
 Teclas de funções F1, F2, F3, F4, F5, F6, F7, F8, F9, F10, F11 e F12.
 Teclas de reforço Alt, Ctrl e Shift.
 Teclas de movimento do ponteiro HOME, PAGE UP, PAGE DOWN, END, TAB e as teclas de
seta.
 Outras teclas Retrocesso, Delete, Insert, Caps Lock, Esc, Enter, barra de espaços, Print Scrn, Scroll
Lock, Pause e Num Lock.
 Um sinal de mais divide duas ou mais teclas a premir ao mesmo tempo. Exemplo: prima CTRL+F4.
Exemplo: prima ALT+N.

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Capítulo 1: Antes de começar Manual do Utilizador do Monaco®

Comandos de menu
Os comandos de menu são:
 Sempre etapas, mesmo que sejam procedimentos de uma única etapa
 Negrito
 Feitos em sequência
 Divididos por linhas verticais. Exemplo: clique em File | System Utilities | Supplies (Ficheiro |
Utilitários do sistema | Consumíveis)

Convenções do rato
Realize as seguintes ações com o rato:
 Clicar: prima e solte o botão esquerdo do rato.
 Fazer duplo clique: clique duas vezes, rapidamente, no botão esquerdo do rato.
 Clicar com o botão direito do rato: prima e solte o botão direito do rato.
 Arrastar: mova o rato enquanto mantém premido o botão esquerdo.
 Destacar: arraste o ponteiro do rato pelos dados, o que mostra que as informações estão selecionadas.

Avisos, advertências, notas e sugestões


Os avisos são indicações que, em caso de inobservância, podem constituir um perigo para a saúde ou causar
ferimentos graves ou fatais, podendo também resultar em negligência médica.

Exemplo de aviso:
Não utilize cabos e outros peças não especificadas ou fornecidas
pela Elekta. Poderão ocorrer ferimentos graves ou fatais ou
negligência médica.
AVISO

As advertências são indicações que, no caso de não serem seguidas, podem causar uma corrupção da base de
dados ou resultar numa produção de dados sistematicamente erróneos.

Exemplo de advertência:
Após a ativação da Codificação personalizada, deixa de poder
digitar texto livre no campo Block (Bloco) na caixa de diálogo
Treatment Field Definition (Definição do campo de tratamento).
ADVERTÊNCIA Nesse caso, a máquina 4DITC deixa de poder tratar o campo.

As notas incluem informações de apoio.

Exemplo de nota:

Também pode premir para apresentar a janela eCHART Navigator (Navegador eCHART).

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 1: Antes de começar

As sugestões incluem indicações para ajudá-lo a utilizar o sistema.

Exemplo de sugestão:
Imprima as ilustrações a partir das ferramentas de referência da Ajuda para incluir com os
materiais didáticos do paciente.

Compreender as limitações do Monaco


Configuração mínima do hardware (Monaco com funcionalidade Dose)
Tabela 1: Configuração mínima do hardware (Monaco com funcionalidade Dose)
De s cri ç ão d o h a r dw a re Re q ui si t os mí ni m o s
Unidade de processamento do Modelo HP Z600 com dois processadores de núcleo
sistema (SPU) quádruplo
Chips de processador (2) 3,0 GHz Xeon c/12 MB de memória
RAM da CPU 16 GB
Disco rígido 300 GB
Unidade de CD/DVD 16x
Teclado USB padrão
Rato USB padrão
Monitor LCD de 24 polegadas
Placa gráfica NVIDIA Quadro FX570 PCIe

Requisitos da placa gráfica

Para aumentar a velocidade do algoritmo de cálculo Collapsed Cone (Cone fechado), utilize uma GPU de
cálculo. Esta é uma placa gráfica apenas para cálculo para uso geral.

NOTA: recomenda-se vivamente que utilize uma GPU de cálculo ao utilizar o ABAS e o Monaco no
mesmo sistema.

Utilize apenas placas NVIDIA com memória ECC e suporte para CUDA 5.0. As placas gráficas compatíveis
são:
 NVIDIA Tesla C2050
 C2075
 K20

O CUDA 5.0 é compatível com a versão 307.45 e superior do controlador de visualização NVIDIA Tesla.
Transfira os mais recentes controladores certificados da WHQL de nvidia.com.
Para um desempenho máximo, coloque a placa numa ranhura PCI Express 2.0 x16 ou 3.0 x16. A placa requer
dois cabos de alimentação PCI Express (o cabo de 6 pinos ou o cabo de 8 pinos, dependendo do modelo).
Certifique-se de que a fonte de alimentação tem potência suficiente para suportar a placa extra.

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Capítulo 1: Antes de começar Manual do Utilizador do Monaco®

Para informações de instalação, contacte o seu parceiro de assistência do Monaco.

NOTA: o cálculo da dose com a GPU deve ser colocado em serviço após uma atualização do controlador da
GPU e antes da utilização clínica.

Configuração mínima do hardware (Monaco Sim 5.00.00 com funcionalidade Sem


dose)
Tabela 2: Configuração mínima do hardware (Monaco Sim 5.00.00 com funcionalidade Sem dose)
De s cri ç ão d o Re q ui si t os mí ni m o s Re q ui si t os
h ar dw a r e re co m e n da d o s
Unidade de Intel à base de Pentium de Intel à base de Xeon de núcleo
processamento do núcleo duplo quádruplo
sistema (SPU)
Chips de 2.70 GHz 3 GHz
processador (2)
RAM da CPU 8 GB 16 GB
Disco rígido 250 GB 250 GB
Unidade de 16x 16x
CD/DVD
Teclado USB padrão USB padrão
Rato USB padrão USB padrão
Monitor LCD de 24 polegadas LCD de 24 polegadas
Placa gráfica NVIDIA Quadro FX570 PCIe NVIDIA Quadro K600 PCIe

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 1: Antes de começar

Sistemas validados
Monaco 5.10 validado pela Elekta nos seguintes sistemas de hardware e software:

Tabela 3: Sistemas validados


Componente Sistema operativo Fim de vida do hardware

Estações de trabalho
HP Z600 (4 núcleos duplos) XP Professional de 64 bits* 30-09-2015
Windows 7 Professional de 64 bits
HP Z800 (WM772AV) MB Rev. XP Professional de 64 bits* 30-06-2016
(4 núcleos duplos) Windows 7 Professional de 64 bits
HP Z800 (WM772AV) MB Rev. Windows 7 Professional de 64 bits 30-06-2016
(4 núcleos duplos)
HP Z800 (WM772AV) MB Rev. Windows 7 Professional de 64 bits 31-01-2019
(6 núcleos duplos)
HPZ820 (8 núcleos duplos) Windows 7 Professional de 64 bits 31-03-2020
HPZ820 (8 núcleos duplos) Windows 8.1 Professional de 64 bits 31-03-2020
HPZ820 (12 núcleos duplos) Windows 7 Professional de 64 bits A determinar
HPZ820 (12 núcleos duplos) Windows 8.1 Professional de 64 bits A determinar
Servidores
DL 380 G5 XP Professional de 64 bits* 30-04-2015
Windows 2008 R2 de 64 bits
DL380 G5 Windows 2008 R2 de 64 bits 30-04-2015
DL380 G6 (4 núcleos duplos) XP Professional de 64 bits* 30-09-2016*
Windows 2008 R2 de 64 bits
DL380 G6 (4 núcleos duplos) Windows 7 Professional de 64 bits 30-09-2016
DL380 G6 (4 núcleos duplos) Windows 2008 R2 de 64 bits 30-09-2016
DL380 G7 (6 núcleos duplos) Windows 2008 R2 de 64 bits 28-02-2019
DL380 G8 (8 núcleos duplos) Windows 2008 R2 de 64 bits 31-03-2020
DL380 G8 (12 núcleos duplos) Windows 2008 R2 de 64 bits A determinar
Elekta Data Center VM 5.5 Windows 2008 R2 de 64 bits A determinar
*Os sistemas operativos instalados irão atingir o fim de vida antes da data de fim de vida do hardware. Pode ser
necessário atualizar o sistema operativo para suportar versões mais recentes do software dos produtos.
A partir de 31-12-2013, a Elekta vai deixar de suportar o sistema operativo Windows XP de 64 bits. Irá precisar de
atualizar o seu sistema operativo para o Windows 7 antes desta data.
A Elekta não pode garantir o desempenho de qualquer sistema que utilize outras plataformas que não as validadas.

Descrição da tabela
 Componente indica os sistemas onde o software foi validado.
 Sistema operativo indica o sistema operativo do sistema validado.

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 Fim de vida do hardware indica a data em que a Elekta deixará de suportar o sistema de hardware.
A partir dessa data, a Elekta irá deixar de instalar ou validar software em sistemas.

Algoritmo de feixe pontual


O algoritmo de feixes pontuais finitos (FSPB) é um algoritmo rápido e preciso concebido
para a otimização da IMRT. A Elekta não validou este algoritmo para a dose final. Não
deve utilizá-lo como algoritmo de cálculo final. Podem existir modelos de máquinas de
AVISO
tratamento e situações de plano em que o algoritmo de feixes pontuais forneça
resultados precisos, mas tal acontece apenas para determinados modelos e planos.

O motor de cálculo da dose de Monte Carlo pode calcular doses de forma imprecisa
através de e/ou junto às proximidades de materiais de elevada densidade (Z elevado),
como titânio e trabalhos dentários.
AVISO

Os algoritmos de feixe pontual e Monte Carlo podem calcular de forma imprecisa a dose
para tamanhos de segmentos muito pequenos (inferiores a 1 cm2).
AVISO

Recomenda-se a utilização do Monte Carlo (MC) como método de cálculo final da dose. O algoritmo de
cálculo da dose de MC modela a transmissão de folhas e os detalhes das folhas do MLC com maior precisão
do que o FSPB. Consequentemente, os cálculos de MC são, de uma forma geral, mais precisos.

ID, nomes e descrições


A tabela seguinte identifica as limitações à criação de ID de plano e conjunto de estudos, nomes de grupo e
nomes de estruturas. As ID e os nomes podem incluir os carateres a-z, A-Z e 0-9. As descrições podem
também incluir pontuação e espaços.

Tabela 4: Conjunto de estudos, ID de plano, Nomes de grupo e Limitações dos nomes das estruturas
It em Li mi t e
Nome da estrutura anatómica (nome do contorno) 14 carateres
ID do conjunto de estudos 14 carateres
Descrição do conjunto de estudos 24 carateres
ID do plano 14 carateres
Descrições do plano 24 carateres
ID do paciente 14 carateres
Nome do paciente 24 carateres

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Anatomia do paciente
A Tabela 5 lista as limitações de contorno no Monaco.

Tabela 5: Limitações de contorno


It em Li mi t e
Número de estruturas anatómicas por local anatómico 80
Número de imagens por orientação num conjunto de estudos 240
Número de estruturas anatómicas num conjunto de estudos 487
Número de contornos numa única imagem 100

Requisitos do plano de tratamento


Pode iniciar um plano de Simul., um plano 3D ou um plano de IMRT com modelos predefinidos. Pode
selecionar um modelo quando cria um novo plano. Pode também personalizar e guardar modelos.

Os modelos são planos de tratamento de amostra que são utilizados como modelos para a criação de planos.
Os modelos incluem informações como:

 Informações de prescrição
 Parâmetros de otimização IMRT
 Informação sobre a disposição de feixes

Adicionalmente, pode importar feixes de diferentes modelos para um plano de tratamento. Selecione os feixes
a importar na caixa de diálogo Import Beams from Templates (Importar feixes a partir dos modelos).

Mapeamentos da unidade de tratamento


Uma unidade do tratamento é uma coleção de modelos de feixes associados a um acelerador linear físico.
Dentro da unidade do tratamento, estes feixes lógicos apresentam-se subdivididos em energias disponíveis
relativas e algoritmos de cálculo.

Para utilizar o algoritmo Collapsed Cone (Cone fechado) para fotões ou Monte Carlo para eletrões, a unidade
de tratamento tem de começar por ser armazenada na base de dados utilizando a ferramenta Treatment Unit
Storing (Armazenamento da unidade de tratamento).

É necessário possuir permissões de Médico para mapear as Unidades de Tratamento. Tem de mapear as
unidades de tratamento antes de poder criar um plano de tratamento ou abrir planos existentes antes da
atualização 5.0. As unidades de tratamento são configuradas utilizando o caminho Botão Elekta Application |
Settings (Aplicação Elekta | Definições) e clicando no separador Treatment Unit Mapping (Mapeamento da
unidade de tratamento). A unidade de tratamento está disponível para planeamento.

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Configurar transferências entre PC


As transferências entre PC permitem a partilha de informações sobre pacientes entre os diferentes PC na
clínica. Estas transferências são autorizadas pela concessão, a outros utilizadores, de acesso ao seu PC. Para
que seja possível executar a transferência, os restantes utilizadores na clínica terão igualmente de conceder-
lhe acesso aos respetivos PC.

É possível remover o acesso a um PC em qualquer altura, desde que o utilizador disponha dos direitos
necessários para executar esta função. Se as informações nos outros PC forem alteradas, terá de editar as
informações no seu PC.

Associações de ficheiros bitmap


Não altere a associação de ficheiros de imagens bitmap (.bmp) do programa predefinido Windows Picture and
Fax Viewer (Visualizador de imagens e de fax do Windows). A alteração desta associação poderia causar a
apresentação de uma imagem incorreta ao imprimir imagens do ecrã, tais como imagens em vistas
transversais, sagitais e coronais ou imagens do DVH.

Número de instâncias
O número de instâncias que pode executar na sua clínica aumentou de 2 para 3. Isto aplica-se às aplicações
Monaco e MonacoSim.

NOTA: se utilizar várias instâncias para tarefas como contorno, configuração do feixe e revisão do plano
durante o cálculo de um plano, a Elekta recomenda que utilize a opção “Lower Priority of
calculating threads to speed up the shared data” (Baixar prioridade do cálculo de sequências para
acelerar os dados partilhados) na caixa de diálogo Settings (Definições). Se utilizar hardware antigo
com processadores de baixa capacidade e executar várias instâncias, o desempenho poderá ser
inferior ao ideal.

NOTA: o MonacoSim permite que a clínica utilize até 10 instâncias da aplicação quando o acesso direto se
encontra em utilização.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 2: Informação do paciente

Capítulo 2: Informação do paciente

Abrir espaço de trabalho do paciente


Este espaço de trabalho permite-lhe selecionar um paciente para planeamento.

Figura 1: Caixa de diálogo Open Patient Workspace (Abrir espaço de trabalho do paciente)

Separador Local Patient (Paciente local)


Este separador inclui uma lista dos pacientes atualmente alojados no PC Monaco. Uma pasta amarela designa
uma clínica. Ao selecionar uma pasta, os pacientes aparecem no lado direito da janela.

Separador Remote Focal Patient (Paciente do Focal remoto)


Este separador inclui a lista de pacientes atualmente alojados noutros computadores Monaco ou Focal. Uma pasta
amarela designa os computadores na clínica. Ao selecionar uma pasta, aparecem as clínicas definidas no PC. Ao
selecionar a pasta da clínica, os pacientes disponíveis nessa clínica aparecem no lado direito da janela. Ao abrir
um paciente desta lista no Monaco, o paciente ficará inacessível em todos os outros computadores Monaco.

Método de transferência de dados


O Monaco utiliza dois métodos de transferência de dados de uma localização para outra. O método utilizado é
determinado automaticamente com base no tipo de transferência executada pelo utilizador.

 O método Standard DICOM é utilizado para importar e exportar dados de e para um sistema de
planeamento de tratamento de outro fornecedor.
 Para importar e exportar dados entre sistemas Monaco é utilizado um método de transferência TCP/IP
normal do Windows.

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Capítulo 2: Informação do paciente Manual do Utilizador do Monaco®

Botões do espaço de trabalho do paciente

Figura 2: Espaço de trabalho do paciente


O controlo do espaço de trabalho permite-lhe:
 Carregar vários conjuntos de estudos ou planos
 Carregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Descarregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Criar novos planos de Sim., IMRT, QA e Bias Dose (Dose de viés)
 Ver informações DICOM para cada conjunto de estudos
 Criar planos de soma ou subtração

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É a seguir apresentada uma lista dos botões do espaço de trabalho do paciente e respetiva descrição.
Tabela 6: Botões do espaço de trabalho do paciente
Nú m er o Ca m po De s cri ç ão

1 Activity (Atividade) Uma atividade constitui um conjunto específico de funções. No Monaco, as


atividades são:
 Planeamento
 Fusão
 Revisão do plano
2 Studysets and Plans Estudo
(Conjuntos de Conjunto de estudos
estudos e Planos)
Conjunto de estruturas
Plano congelado
Plano convencional
Plano convencional com dose
Plano de XiO IMRT
Plano de XiO IMRT com dose
Plano do Monaco
Várias prescrições sem dose
Plano do Monaco com dose
Várias prescrições com dose
Plano de QA do Monaco
Plano de soma
Plano de subtração
Plano base (utilizado para criar um plano composto)
Plano composto (dose de viés)
Plano composto (com dose)
Aprovação do plano
Itálico sublinhado a azul = conjunto de estudos, planos ou prescrições ativos
Preto, negrito = conjunto de estudos, planos ou prescrições carregados e inativos
Verde, itálico = conjunto de estudos ou planos secundário
Preto = conjunto de estudos, planos ou prescrições não carregados

3 Load (Carregar) Carrega o conjunto de estudos ou plano selecionado

4 Unload Descarrega o conjunto de estudos ou plano selecionado. É possível voltar a


(Descarregar) carregar conjuntos de estudos e planos descarregados.

5 Unload All Descarrega todos os conjuntos de estudos e planos carregados.


(Descarregar todos)

Plans (Planos)
Para os conjuntos de estudos carregados a partir de uma fonte DICOM, pode criar novos planos de
tratamento, guardá-los, calcular doses (apenas na atividade Planning [Planeamento]) e enviá-los para outro

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Capítulo 2: Informação do paciente Manual do Utilizador do Monaco®

sistema. Os planos de tratamento novos ou editados têm de ser guardados para tornar permanentes as funções
do plano.

Se o plano for um plano Monaco sem dose calculada, é aberto na atividade Planning (Planeamento). Todos os
planos com dose abrem na atividade Plan Review (Revisão do plano).

Se não guardar o plano, quaisquer alterações que realize enquanto o plano estiver aberto serão eliminadas. Ao
guardar o plano, a cópia será guardada no disco rígido do seu PC.

A aplicação mantém as seguintes informações do paciente:


 Nome da instalação e clínica de origem dos dados (para que os dados do paciente possam ser
transferidos de volta para o mesmo local)
 Nome do paciente
 Nome do conjunto de estudos
 Nome do plano

Os conjuntos de estudos não abrirão caso:


 Contenham menos de cinco secções.
 Não contenham nenhuma imagem de TAC, RM ou TEP.
 Estejam definidos com um ângulo transversal diferente de 0 ou 180 (em decúbito dorsal ou ventral).

Condições que impedem a disponibilização de planos no Monaco


Existem alguns casos em que não conseguirá abrir determinados planos. A lista que se segue apresenta alguns
desses casos:

 O plano destina-se a braquiterapia.


 O plano destina-se a radiocirurgia estereotática com cones que não foram criados no Monaco.

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Coordenadas do conjunto de imagens no Monaco 5.00 vs. 5.10


Quando são importados conjuntos de imagens no Monaco 5.00, os conjuntos de imagens ficam centrados no
eixo longitudinal (Y) do Monaco. Assim, as coordenadas X e Z do Monaco do centro de volume do conjunto
de imagens são definidas para X = 0,0 e Z = 0,0.

Figura 3: Coordenadas do Monaco 5.00

NOTA: na figura acima, note-se que o eixo Y do planeamento Monaco interseta o centro do volume da
imagem, mas a origem do sistema de coordenadas DICOM não se encontra necessariamente dentro
do volume da imagem.

Com o Monaco 5.10, os conjuntos de imagens deixaram de estar centrados no eixo longitudinal, mas mantêm
a sua posição original no espaço. Verifica-se a mesma transformação entre os espaços de coordenadas de
pacientes DICOM e do planeamento Monaco, tal como no Monaco 5.00, mas não ocorre a deslocação para o
centro após a importação.

Figura 4: Coordenadas do Monaco 5.10

NOTA: os conjuntos de imagens importados antes da atualização para o Monaco 5.10 continuarão a ser
posicionados de forma centrada no eixo longitudinal (Y).

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Capítulo 2: Informação do paciente Manual do Utilizador do Monaco®

Importar dados do paciente


Importar dados de imagens DICOM
Pode transferir dados de imagens DICOM para o Monaco utilizando scanners de:

 TAC
 RM
 TEP
 Outro sistema de RTP
 Outro dispositivo DICOM
Quando importa pacientes 4D utilizando DICOM, o Monaco altera automaticamente os
nomes dos conjuntos de imagens utilizando a descrição da série com informações da
fase, se disponível. Um paciente poderá ser prejudicado se o nome predefinido do
AVISO
conjunto de imagens estiver incorreto.

O software guarda automaticamente as imagens no PC Monaco na localização de dados DICOM. Pode


importar os seguintes tipos de imagem:

 Conjuntos de imagens não-RCCT, incluindo TAC, RM e TEP


 Conjuntos de estruturas RT
 Pontos de interesse como parte de um conjunto de estruturas
 Plano RT
 Dose de RT

A caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM) é utilizada para transferir dados de pacientes
DICOM para o sistema Monaco. O Monaco extrairá os seguintes dados das séries de imagens na sequência da
importação:

 Dados demográficos do paciente


 Orientação do paciente
 Orientação da imagem
 Etiquetagem da imagem
Pode selecionar os dados de imagens, conjuntos de estruturas, planos e/ou doses para importação. Pode
importar informações do paciente registo a registo ou em múltiplos registos.

Esta caixa de diálogo tem três usos principais:


 Selecione uma ou várias séries de imagens a partir de múltiplas modalidades que podem ou não
incluir conjuntos de estruturas, planos e dados de dose e importe-as para o Monaco
 Importe dados de imagens que gostaria de fundir com a fusão de imagens no Monaco
 Funda várias séries de imagens do mesmo conjunto de estudos num único conjunto de estudos para
importação

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 Antes de concluir estas tarefas, deverá ter enviado dados DICOM para o Monaco

Para obter uma descrição completa das interfaces do Monaco, consulte a declaração de conformidade
Focal/Monaco DICOM, disponível online em www.elekta.com.

Caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM)


Utilize a caixa de diálogo para importar dados do paciente DICOM, tais como diversos planos de radioterapia
(RT). Pode também importar objetos de dose RT que têm o mesmo grupo de imagens por tomografia
computorizada (TC), ressonância magnética (RM) ou tomografia por emissão de positrões (PET). Pode importar:

 Imagens de tomografia computorizada (TC)


 Imagens de ressonância magnética (RM) (axiais e oblíquas)
 Imagens de tomografia por emissão de positrões (PET)
 Conjuntos de estruturas de RT
 Planos RT DICOM
 Planos de iões RT DICOM
 Dose RT DICOM

Utilize a funcionalidade de importação também para:

 Modificar ID de conjuntos de estudos durante a importação


 Selecionar imagens específicas entre todas as da série

Abra a caixa de diálogo de uma das seguintes formas:

1. Utilize um método abaixo para abrir a caixa de diálogo Patient Selection (Seleção de pacientes).

 Clique em Open Patient (Abrir paciente) na barra de ferramentas de acesso rápido.


 Prima CTRL + O.
 Clique em Open Patient (Abrir paciente) no menu Application (Aplicação).

2. Clique no botão Import New Data (Importar novos dados). O sistema abre a caixa de diálogo DICOM
Import (Importação DICOM).

É necessário certificar-se de que não existem artefactos significativos nas imagens. Se


estiverem presentes artefactos, os cálculos píxel a píxel poderão estar incorretos,
resultando na administração de uma dose incorreta ao paciente.
AVISO

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Capítulo 2: Informação do paciente Manual do Utilizador do Monaco®

Figura 5: Caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM)

Tabela 7: Descrições dos campos da caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM)
Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
1 DICOM Patient Apresenta todos os pacientes DICOM disponíveis para importação que estão
(Paciente DICOM) situados na localização predefinida de dados DICOM. Esta localização de
armazenamento é feita durante a instalação do programa. Selecione um paciente a
ser transferido a partir da lista pendente.
2 Browse (Procurar) Clique para encontrar uma localização para os seus dados DICOM. O sistema abre
uma janela de diretório que lhe permite navegar até à unidade e ao diretório que
contém os dados (PC local, rede, CD).

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Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
3 DICOM data Selecione um pacote de dados a importar. Utilize a tecla CTRL para efetuar várias
(Dados DICOM) seleções.
As escolhas possíveis são:
 Imagens de TC, RM ou PET
 Conjunto de estruturas RT com o respetivo conjunto de imagens
 Plano RT com o respetivo conjunto de estruturas RT e imagens
 Plano de iões RT com o respetivo conjunto de estruturas RT e imagens
 Dose RT com o respetivo plano, conjunto de estruturas RT e imagens
 Imagens de especialidade 4D
 Projeção de intensidade máxima (PIM)
 Projeção de intensidade mínima (PIMín)
 Imagens de intensidade média
Notas: o Monaco filtra os conjuntos de estudos. Caso não seja possível importar
um conjunto de estudos, é apresentada uma mensagem.
Os nomes do conjunto de estudos RM têm uma extensão que indica o número da
orientação da imagem no conjunto de estudos. As orientações da imagem são:
 xC = Coronal
 xO = Oblíqua
 xS = Sagital
 xT = Transversal
Exemplo: um paciente que contenha conjuntos de estudos com orientações de
imagem (T, S, C, O, O, O) contém os conjuntos de estudos: MR1xT, MR1xS,
MR1xC, MR1xO, MR2xO e MR3xO.
4 Local Installation Localização para o armazenamento local de dados do paciente.
(Instalação local)
5 Demographic Selecione os dados a partir do menu pendente. Pode selecionar:
Information
(Dados  Local Clinic (Clínica local)
demográficos)  Patient ID (ID do paciente): a ID do paciente onde os dados devem ser
guardados. Pode atribuir uma nova ID do paciente aos dados ou a uma ID
existente. Quando especifica os dados DICOM a adicionar a uma ID do
paciente existente, pode combinar conjuntos de estudos. Os conjuntos de
estudos podem ser extraídos de diferentes fontes ou em diferentes alturas e
combinados na mesma ID do paciente. Se a ID do paciente DICOM for
superior a 14 carateres, o sistema guarda apenas os primeiros 14 carateres.
 Nome do paciente
6 Clear (Apagar) Clique para eliminar todos os ficheiros da caixa de transferência.
7 Add (Adicionar) Clique para adicionar um paciente DICOM para a transferência.
8 Merge (Juntar) Clique para fundir os ficheiros selecionados num só ficheiro.
9 Transfer Box Recolhe todos os dados DICOM a importar.
(Caixa de
transferência)
10 Menu do botão O menu do botão direito do rato fornece os comandos abaixo:
direito do rato

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Capítulo 2: Informação do paciente Manual do Utilizador do Monaco®

Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
 Adicionar
 Juntar
 Apagar
 Procurar
 Renomear
 Importar
 Fechar
11 CTtoED Utilize a lista pendente para selecionar a densidade de eletrões para os dados
Assignment importados.
(Atribuição de TC
para DE)
12 Anatomical Group Utilize o menu pendente para selecionar o grupo anatómico para os dados
Data (Dados do importados.
grupo anatómico)
13 Delete After Clique para eliminar os dados do servidor DICOM depois de os ter transferido.
Transfer (Eliminar
após transferência)
14 Import (Importar) Clique para importar os itens selecionados.
O botão é ativado quando:
 Seleciona planos RT, objetos de dose RT, imagens, conjuntos de estudos
ou conjuntos de estruturas RT
 Seleciona uma Local Installation (Instalação local), uma Local Clinic
(Clínica local) e uma Patient ID (ID do paciente)
 Adiciona o paciente para transferência
 Seleciona uma CT-to-ED Assignment (Atribuição de TC para DE)
O botão mantém-se inativo se selecionar estes planos:
 Um conjunto de imagens rodadas não RM
 Um conjunto de estudos de RM não contém imagens suficientes no
conjunto com a mesma orientação da imagem (paciente) para criar um
conjunto de estudos
15 Close (Fechar) Clique para fechar a caixa de diálogo.
16 Show Log Clique para abrir o registo de importação DICOM numa janela do browser. Utilize
(Mostrar registo) este registo para ver informações acerca da importação. Pode utilizar estas
informações para resolver problemas de importação quando contacta a equipa de
suporte para obter assistência.
17 Supplemental Mostra informações DICOM complementares relativas aos dados importados.
Information
(nformações
complementares)
18 Preview Image) Faça duplo clique para abrir uma janela de pré-visualização da imagem em ecrã
Pré-visualização de completo.
imagem
19 Controlo de Utilize esta barra de deslocamento para controlar a janela/nível da pré-visualização

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Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
deslocamento de imagem.
20 Slice Selector Selecione um corte único ou grupos de cortes para eliminar ou restaurar.
(Selecionador de
corte)
21 Position (Posição) Apresenta o plano à volta do qual as imagens rodam e o grau de rotação como:
 LR (deg) (AP [grau]): grau esquerda, direita
 AP (deg) (AP [grau]): grau anterior, posterior
 FH (deg) (PC [grau]): grau pé, cabeça
Rotated About (Rodado sobre): Plano rodado como C = Coronal, O = Oblíquo,
S = Sagital, T = Transversal
22 Botões Remove Utilize o botão Remove (Remover) para remover cortes selecionados.
(Remover)
Utilize o botão Remove Odd (Remover ímpar) ou Remove Even (Remover par)
para remover cortes pares ou ímpares.
Nota: os botões mudam para Restore (Restaurar) após a eliminação dos cortes.

Ficheiros de densidade de eletrões


A aplicação de informações de densidade de eletrões a imagens de TAC ajuda os criadores dos planos a terem
em conta as heterogeneidades dos tecidos. A densidade de eletrões será calculada a partir da tabela CT-to-ED,
de acordo com os valores de Hounsfield das imagens de TAC. As medições da densidade de eletrões,
realizadas a partir de um fantoma equipado com materiais equivalentes a tecido, produzem uma curva de
calibração que é armazenada e, em seguida, utilizada para aplicar correções de densidade. O Monaco pode
utilizar valores de densidade de eletrões forçados na atividade Planning (Planeamento). Pode criar e editar
uma tabela CT-to-ED (TC-para-DE) no menu Setup (Configuração); depois pode atribuir a tabela a um
conjunto de estudos a utilizar para o cálculo da dose.

Para obter cálculos precisos da dose, é necessário que introduza tabelas CT-to-ED
(CT-para-ED) precisas.
AVISO

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Exportar dados do paciente


Caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM)
A caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM) é utilizada para exportar dados DICOM do seu
sistema Monaco para um servidor DICOM ou para um ficheiro. Segue-se uma ilustração da caixa de diálogo.

Figura 6: caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM)

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Tabela 8: Descrições dos campos da caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM)
Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
1 Select Modalities Assinale os objetos DICOM que pretende exportar. As opções disponíveis são:
to Export  Images (Imagens): envia os ficheiros de imagens associados.
(Selecionar
modalidades a  Structure Sets (Conjuntos de estruturas): envia os conjuntos de estruturas
exportar) do paciente com os dados exportados Inclui automaticamente as estruturas
visíveis no plano. Pode desmarcar a seleção ao lado de uma estrutura para
excluí-la da exportação.
 Total RT Plan (Plano RT total): envia as informações do plano RT com os
dados exportados.
 RT Images (Imagens RT) (DRRs) [All RT Images (DRR) for multiple
prescriptions (Rx)] [Todas as imagens RT (DRR) para várias prescrições
(Rx)]: envia as imagens RT com os dados exportados. Permite-lhe
selecionar imagens RT individuais ou todas. Estas imagens são exportadas
utilizando a resolução fina.
 Total Dose (Dose total) [Total Plan Dose for multiple Rx] (Dose do plano
total para várias prescrições): envia as informações da dose com os dados
exportados.
o Individual Beams (Feixes individuais) [All Individual Beam
Doses for multiple Rx] (Todas as doses dos feixes individuais para
várias prescrições): pode selecionar todos os feixes, doses dos
feixes individuais ou segmentos dos feixes individuais.
 DVH: inclui as informações do histograma dose-volume com os dados
exportados. O DVH inclui as estruturas que selecionar.
 Rx ID (Multiple Rx only) (ID de prescrição [apenas várias prescrições]):
envia as informações de prescrição com os dados exportados. Podem existir
várias prescrições no Monaco.
Nota: este elemento não aparece para os planos Sim/XiO.
o ID da Série
o Plan Intent (Objetivo do plano)
o Prescrição de Tratamento para planos XiO/Sim
o Dose de prescrição (cGy) para planos XiO/Sim
o Taxa de dose (UM/min)
o Tabela de tolerância
Se as orientações do exame e do plano não forem idênticas, verá a mensagem de
aviso na parte de cima da página.
2 Destination Assinale um ou mais destinos para exportar.
(Destino)
3 Use Monaco Assinale este campo para utilizar o ID do paciente e o nome do paciente do Monaco
Patient ID and nos campos Patient ID (ID do paciente) e Patient Name (Nome do paciente).
Patient Name
(Utilizar ID do
paciente e nome
do paciente do
Monaco)
4 Patient ID (ID do Introduza um código de identificação para o paciente. Por predefinição, é a ID do
paciente) paciente DICOM, que pode ter um máximo de 64 carateres; se o nome tiver mais de

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Capítulo 2: Informação do paciente Manual do Utilizador do Monaco®

Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
64 carateres, o sistema divide-o.
5 Patient Name Introduza o nome do paciente. Por predefinição, é o Nome do paciente DICOM, que
(Nome do pode ter um máximo de 64 carateres; se o nome tiver mais de 64 carateres, o sistema
paciente) divide-o.
6 Block/Apertures Introduza a identificação para blocos ou aberturas dentro do plano.
ID (ID do
bloco/aberturas)
7 Plan ID (ID do Introduza um código de ID para o plano em si.
plano)
8 Composite Field Assinale para criar um grupo a partir dos feixes com o mesmo ângulo da mesa. O
Sequencing grupo tem uma sequência simples de ponto de controlo. Esta opção não está
(Sequenciação de disponível em várias máquinas, planos micro-MLC ou se o plano utilizar a terapia
campos de arco modulado (mARC).
compostos)
9 Include Setup Assinale para incluir feixes de verificação da configuração que criou no separador
Beams (Incluir Setup Beams (Feixes de configuração) na Beam Spreadsheet (Folha de cálculo de
feixes de feixes).
configuração)
10 Add-On TCS (Apenas máquinas micro-MLC) Selecione a informação de posicionamento do MLC
(TCS para exportação.
complementar)
11 OIS Accessory (Apenas máquinas micro-MLC) Selecione o código do acessório para o seu tipo de
(Acessório OIS) montagem.
Nota: esta opção é apresentada se desativar a opção Activate single export for
Apex and DICOM Applicator ID for Micro-MLC (Ativar exportação única para
ID de aplicador Apex e DICOM para micro-MLC) na janela Monaco Application |
Settings | Preferences (Aplicação Monaco | Definições | Preferências). Quando
este campo está ativo, os valores disponíveis são 95, 96 e 97. A predefinição é 96.
12 Addt’l Options Clique para abrir a caixa de diálogo Additional Plan Export Options (Opções
(Opções adicionais de exportação de planos).
adicionais)
13 Add Overlays Assinale para incluir sobreposições para os feixes da imagem de RT. As
(Adicionar sobreposições incluem:
sobreposições)
 Ícone de orientação
 Retículo
 Esboço do campo
 Delimitação da porta (feixes não IMRT)
 Delimitação máx. da extensão do campo (feixes IMRT)
14 Add Anatomy Assinale para incluir a anatomia nos feixes da imagem de RT. Isto inclui:
(Adicionar
anatomia)  Estruturas
 Pontos de interesse
 Marcador
15 Add Annotations Assinale para incluir anotações para os feixes da imagem de RT. As anotações
(Adicionar

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 2: Informação do paciente

Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
anotações) incluem:
 Nome do paciente
 ID do paciente
 ID do plano
 Número do feixe
 Beam Parameters (Gantry, Collimator, Couch, Field Size) (Parâmetros do
feixe [gantry, colimador, mesa, tamanho do campo])
 Aparelho
 Source-to-Skin Distance (Distância da fonte à pele) (SSD)
 Document Number (Número do documento)
16 Map Machine Clique para abrir a caixa de diálogo Map Machine (Máquina de mapas).
(Máquina de
mapas)
17 Export (Exportar) Clique para iniciar a exportação.
18 Cancel (Cancelar) Clique para fechar a caixa de diálogo. Perderá todas as alterações que tiver
introduzido na página.

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Capítulo 2: Informação do paciente Manual do Utilizador do Monaco®

Exportar dados DICOM


Esta função é utilizada para exportar dados via DICOM SCP ou para um ficheiro. Os formatos exportáveis
são os seguintes:

 Imagens de TAC, RM ou TEP


 DRR de captura secundária (através das opções de impressão no menu do botão direito do rato na
vista DRR)
 Conjuntos de estruturas
 Planos RT totais
 Imagens de RT
 Dose total
 DVH
 Várias prescrições (ID de Rx)

Opções adicionais de exportação do plano


Quando exportar o seu plano para o MOSAIQ, terá de definir opções adicionais de exportação.

Figura 7: Caixa de diálogo Additional Plan Export Options (Opções adicionais de exportação do plano)

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 2: Informação do paciente

Tabela 9: Descrições dos campos da caixa de diálogo Additional Plan Export Option
(Opção adicional de exportação do plano)
Número Nome do Descrição
campo
1 Course ID (ID Introduza o número do curso de tratamento do MOSAIQ.
da Série)
2 Plan Intent Selecione o objetivo do plano que corresponde ao Objetivo do plano do MOSAIQ. As
(Objetivo do opções são:
plano)  Curative (Curativo)
 Palliative (Paliativo)
 Prophylactic (Profilático)
 Verificação
 Machine QA (QA da máquina)
 Research (Investigação)
 Assistência Técnica
IMRT plans default to Curative (Planos de IMRT predefinidos para Curativo). QA plans
default to Verification (Planos de QA predefinidos para Verificação).
3 Rx ID Apresenta a ID da prescrição como Rx A, Rx B e assim sucessivamente.
(ID de Rx)
4 Rx Site (Local) Selecione um local de prescrição na lista pendente. Pode definir locais no separador Rx
Sites (Locais de Rx) da caixa de diálogo Settings (Definições).
5 Rx Dose Introduza a dose de prescrição.
(Dose de Rx)
(cGy)
6 Num. Fractions Mostra o número de frações no plano.
(Num. Frações)
7 Fractional Dose Mostra a dose por fração no plano.
(Dose
fracionada)
8 Dose Rate Introduza a taxa de dose.
(MU/min)
(Taxa de dose
(UM/min))
9 Tolerance Selecione uma tabela de tolerância. Pode definir tabelas de tolerância no separador
Table (Tabela Tolerance Table (Tabela de tolerância) da caixa de diálogo Settings (Definições).
de tolerância

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Sequenciação de campo composta


A Sequenciação de campo composta (CFS) é uma opção de exportação que agrega todos os pontos de controlo
(feixes/arcos) numa coleção contígua de pontos de controlo. Se selecionar esta opção, o feixe não se inicia nem
para no final de um feixe/arco e no início do seguinte. Isto elimina lacunas na administração de tratamento.

Esta funcionalidade só está disponível quando:

 O plano de trabalho é do tipo RT Conformacional, “Step and Shoot”, dMLC, Conformacional


dinâmico ou VMAT
 O plano possui uma dose final calculada
 Todos os feixes têm o mesmo isocentro
 Um grupo de pontos de controlo de todos os feixes com os mesmos ângulos da mesa
 Utiliza máquinas Elekta (não Micro-MLC)

A CFS não está disponível nas seguintes condições:


 Feixes/arcos feitos com diferentes máquinas ou energias.
 Feixes/arcos com diferentes ângulos da mesa.
 Feixes/arcos que utilizam máquinas micro-MLC da Varian ou Elekta.
 Feixes/arcos que utilizam diferentes isocentros.
 Quando a dose final não está disponível.
 Quando não marca a caixa de verificação Plan (Plano) na caixa de diálogo DICOM Export
(Exportação DICOM).
 Quando o plano é de arcoterapia conformacional dinâmica.
 Quando o plano utiliza a terapia de arco modulado (mARC).

Nos planos VMAT, a ordem de sequenciação dos arcos é a seguinte:

 Comece com o primeiro arco na lista de feixes e viaje na direção rotacional definida.
 O sistema preenche os arcos que se seguem desde o fim do arco anterior até ao início do arco
seguinte.
 Pode exportar arcos para administração por ordem sequencial. Pode definir a ordem na caixa de
diálogo Beam Setup (Configuração do feixe).

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 2: Informação do paciente

Exportar dados do paciente para um sistema compatível com DICOM


O Monaco oferece-lhe um método de envio de dados para outro sistema. A aplicação autónoma do Monaco
só pode enviar dados para dispositivos DICOM.

A caixa de diálogo DICOM Settings (Definições DICOM) permite-lhe ajustar as definições para importar ou
exportar dados DICOM.

Figura 8: Caixa de diálogo DICOM Settings (Definições DICOM)

Planos Monaco numa estação de trabalho Sim


É possível criar um plano 3D com uma licença SIM. Quando o plano é carregado, a barra de estado no
controlo Beam (Feixe) mostra que o plano de administração não está licenciado e o método de administração
na folha de cálculo de feixes é apresentado a vermelho. Estas seleções de administração são 3D e 3D Static
Arc (Arco estático 3D). Depois de efetuar todos os ajustes nos campos, pode guardar o plano e enviá-lo para
uma estação de trabalho com uma licença completa. Calcule a dose para este plano quando importar o plano.

Figura 9: Controlo dos feixes para um Plano Monaco numa estação de trabalho Sim
Pode criar um plano 3D ou um plano 3D Static Arc (Arco estático 3D) numa estação de trabalho Monaco
com uma licença SIM. Quando o plano é carregado, a barra de estado mostra que o modo de administração
não está licenciado e o modo de administração na folha de cálculo de feixes é apresentado a vermelho. Depois
de efetuar todos os ajustes nos campos, pode guardar o plano e enviá-lo para uma estação de trabalho com
uma licença completa. Aí, pode calcular a dose para o plano.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)


Posicionar os elementos no ecrã

Figura 10: Controlos de posição

Pode posicionar os controlos de modo a configurar o seu ecrã para uma utilização ótima. Com o rato, pode
arrastar o controlo para qualquer ponto no ecrã (ou para fora, para o segundo monitor).

Contudo, pode também utilizar o controlo de posição, que surge quando arrasta uma barra de ferramentas ou
controlo para:

 Ajustar a posição da sua barra de ferramentas ou controlo para um quadrante específico no ecrã
 Definir a ordem da sobreposição

Existem quatro controlos de posição separados, localizados nestas posições na janela principal:

 direito
 esquerdo
 centro
 baixo
 cima

Ao clicar numa posição de controlo numa área específica da janela principal, o elemento do ecrã é colocado
dentro da sua região. Assim, por exemplo, se deslocar um controlo sobre o controlo da posição do centro e

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

escolher a opção cima, o controlo surgirá na parte de cima da janela principal, abaixo das outras barras de
ferramentas.

Quick Locator (Localizador rápido)


É possível alterar rapidamente as imagens para mostrar uma localização em 3D especificada em todas as
vistas. Desta forma altera também a distância de referência para todos os conjuntos de imagens carregados.
Esta função também se encontra disponível em todas as atividades. Para utilizar esta função:

Faça duplo clique com o botão esquerdo do rato numa vista T/S/C - Ativa o Localizador Rápido, caso não
haja mais nenhuma função selecionada (por exemplo, se a ferramenta de medida estiver ativada, o duplo
clique não funciona).

Prima a tecla L ou l do teclado - Prima a tecla L com o ponteiro do rato numa localização específica. Esta
função funciona sempre, mesmo que esteja selecionada outra função ou ferramenta.

Vistas e esquemas
Vistas
Utilize a área de apresentação gráfica para configurar a janela de várias formas. Cada modo apresenta uma
configuração diferente das vistas disponíveis. É apresentada de seguida uma lista das vistas:

3D: reconstrução gráfica tridimensional das estruturas anatómicas, feixes e superfícies de dose.

AP: radiografia coronal digitalmente reconstruída (DRR) com visualização de anterior para posterior.

Ponto de vista do feixe (BEV): vista DRR em que os objetos mostrados estão limitados a um feixe
selecionado com os respetivos auxiliares de tratamento, contornos do paciente, pontos de interesse e
marcadores. A imagem é apresentada de acordo com a vista do feixe selecionado, na direção do eixo central
do feixe, no plano do isocentro.

Os cantos do MLC arredondados da Elekta para Agility, MLCI ou MLCI2 são apresentados na vista BEV.

Cine: tomografia computorizada (TC) a quatro dimensões (4D) que lhe permite aproximar o movimento
durante os ciclos respiratórios normais. O software apresenta uma vista cine, uma orientação de vários
conjuntos de imagens a distâncias equivalentes. Este filme mostra o movimento do paciente, tumor e órgãos
durante um ciclo respiratório.

A vista cine ajuda a determinar o movimento do tumor enquanto um paciente respira. Ajuda a determinar as
fases em que um paciente respira nas quais o tumor está mais estacionário. A vista cine está disponível para
as imagens transversal/sagital/coronal (T/S/C).

Histograma dose-volume (DVH): utilize esta vista para mostrar a dose numa forma gráfica. Os cinco tipos
de linha da grelha mostram a dose na grelha do DVH. A espessura da linha aumenta um pixel de cada vez que
a linha aparece. A linha aparece de novo a cada cinco planos. Vistas XE:DVH

Lateral (Lat): DRR sagital com visualização do lado direito ou do lado esquerdo.

Oblíqua: utilize esta vista para mostrar conjuntos de estudos de RM não axiais carregados na mesma
orientação que a primeira imagem. Só está disponível se:

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

 A orientação das imagens for não axial.


 A orientação não for sagital ou coronal.
 O conjunto de imagens é o conjunto de imagens primário carregado.

Campo de visão da sala (REV): utilize esta vista para mostrar a gantry, a mesa, a iluminação, as decorações,
os eixos e o feixe de tratamento ativo numa sala para verificar a posição do paciente. Esta vista situa-se na
seleção do tipo de vista a partir do menu do botão direito do rato nas atividades Planning (Planeamento) e
Plan Review (Revisão do plano).

Vistas de plano único


 Transversal: corte normal para o eixo Y do paciente. Se o paciente estiver em decúbito dorsal, o
corte é normal relativamente à mesa. Cria um plano que vai da direita para a esquerda. As imagens
nesta vista são dados de TC ou RM importados ou reconstruídos.
 Sagital: corte normal para o eixo X do paciente. Se o paciente estiver em decúbito dorsal, o corte é
normal relativamente à mesa. Cria um plano que vai da cabeça aos pés. O software cria as imagens
nesta vista a partir de dados da imagem importada. A vista sagital pode também ser a imagem nativa
no caso da importação de um conjunto de dados sagital.
 Coronal: corte normal para o eixo Z do paciente. Se o paciente estiver em decúbito dorsal, a secção é
paralela à mesa. O software cria as imagens nesta vista a partir de dados de TC ou RM importados. A
vista coronal pode também ser a imagem nativa no caso da importação de um conjunto de dados sagital.
 Oblíqua: a vista oblíqua é qualquer orientação diferente de T/S/C e só está disponível se os dados
originais importados DICOM forem dados oblíquos de IRM.

Vista das bordas


Pode identificar o tipo de vista pela cor da borda:

 3D: borda azul


 Ativa: borda vermelha
 BEV/DRR: borda púrpura
 Coronal: borda turquesa
 Sagital: borda amarela
 Transversal: borda verde

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Apresentar plano de imagem na vista 3D


Nas vistas 3D, pode ver o contorno do plano de imagem na vista 3D. O Display Plane (Apresentação do
plano) serve de localizador de cortes 3D, em que cada plano é atualizado para a localização da respetiva vista
de plano único (SPV). Pode ativar/desativar a funcionalidade Display Image Plane (3D View) (Apresentar
plano de imagem [vista 3D]) no menu de contexto ao clicar com o botão direito do rato nas imagens. Tenha
em atenção que as cores dos planos de imagens na vista 3D são iguais à cor da borda da vista de imagem.

Figura 11: Apresentação do plano

Para apresentar/ocultar o plano de imagem na vista 3D:

 Clique no botão Display Plane (Apresentação do plano) na barra de imagem ou clique com o botão
direito do rato e selecione Display Image Plane (3D View) (Apresentar plano de imagem [vista
3D]).

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Esquemas
Um esquema é um conjunto definido de definições de visualização. Por exemplo, o esquema em 3D é
constituído pelas vistas transversal, coronal, oblíqua, vista do feixe e 3D. Todos os esquemas globais e de
utilizador encontram-se disponíveis no grupo Layout (Esquema) nas faixas Workspace (Espaço de trabalho).
As opções disponíveis do menu do esquema são determinadas pelos tipos de vistas que contêm. Os esquemas
não se encontram todos disponíveis a todo o momento.

Os exemplos que se seguem são alguns dos esquemas básicos.

Figura 12: Vista IMRT clássico

Figura 13: Vista transversal ampla

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Figura 14: Vista de contorno em 6 painéis

Figura 15: Revisão de planos múltiplos 3x3

Figura 16: P-S lado a lado

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Figura 17: Lados sobrepostos

Figura 18: Lado a lado personalizável

As outras opções disponíveis no submenu Layouts (Esquemas) são Save Layout (Guardar esquema) e
Manage Layout (Gerir esquema). Com estas duas funções, pode guardar e eliminar um esquema.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Cada fluxo de trabalho numa atividade tem um esquema predefinido. O fluxo de trabalho e as atividades
correspondentes são mostrados na tabela abaixo:

Tabela 10: Fluxos de trabalho e atividades

Atividades

Fluxo de trabalho Planeamento Fusão Revisão do plano


Fusão X
Contorno X
Múltiplos estudos X
Simulação X
IMRT (apenas a partir de planos do
Monaco) X
Revisão de plano único X
Revisão do plano múltiplo X
CQ X
3D X

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Esquemas globais
Os esquemas globais estão disponíveis para todos os utilizadores e são carregados quando os seleciona no
grupo Layout (Esquema) no separador Workspace (Espaço de trabalho) ou quando clica no submenu do botão
direito do rato. O esquema global predefinido e o fluxo de trabalho correspondente são mostrados na tabela
abaixo.

Tabela 11: Esquemas e fluxos de trabalho globais


Fluxos de trabalho

Revisão de plano único


Múltiplos estudos

Revisão do plano
Contorno

múltiplo
Fusão

IMRT
SIM

3D
CQ
Esquemas
3D X X X X
Definição de contornos em 4 painéis X* X* X X X X X
IMRT clássico X X* X* X*
Simulação clássica X* X X X
Revisão em 4 painéis X X X X X*
Definição de contornos em 6 painéis X X X X X
DVH amplo X X X X X
Vista transversal ampla X X X X X X X
MPR 3x3 X X
Planeamento em 6 painéis X X X X
Lado a lado (disponível quando estão
registados/carregados vários conjuntos
de estudos) X X
Lados sobrepostos (disponível quando
estão registados/carregados vários
conjuntos de estudos) X X
Fluoroscopia virtual X X X X X
Lado a lado P-S (disponível quando os
conjuntos de estudos principal e
secundário estão registados/carregados) X X
Lados sobrepostos P-S
(disponível quando os conjuntos de
estudos principal e secundário estão
registados/carregados) X X
*Indica que se trata de um esquema predefinido.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Esquemas de utilizador
Os esquemas de utilizador são esquemas globais que o utilizador pode alterar. O nome do esquema é
apresentado como {Custom} ({Personalizado}) antes de guardar o esquema que está a utilizar. Esta vista
editada torna-se um esquema de utilizador após ser guardada.

Um esquema de utilizador tem as seguintes características:

 Pode criá-los conforme necessário.

 Estes esquemas ficam guardados apenas no PC no qual os cria.

Imagens de especialidade
A função de imagens de especialidade é uma função licenciada. Combina 2 ou mais conjuntos de imagens
para criar uma imagem de especialidade. Esses conjuntos de imagens ajudam o utilizador a definir o volume
alvo afetado pelo movimento respiratório.
Pode criar imagens de especialidade que utilizam os seguintes valores de píxeis:
 Projeção de intensidade máxima (PIM): apresenta o número de TC máximo de todos os píxeis na
mesma localização espacial ao longo do ciclo respiratório.

A TC 4D reconstruída reflete a amplitude de movimento do alvo e, geralmente, é utilizada para a


definição do volume alvo interno (ITV) no planeamento de radioterapia do corpo estereotático do
pulmão.
 Projeção de intensidade mínima (PIMín): apresenta o número de TC mínimo de todos os píxeis na
mesma localização espacial ao longo do ciclo respiratório.

 Projeção de intensidade média (Média): apresenta o número de TC médio de todos os píxeis na


mesma localização espacial ao longo do ciclo respiratório.

As informações da imagem de especialidade são apresentadas no relatório de plano.

Não se recomenda o cálculo de dose em conjuntos de imagens MIP


ou MinIP.
AVISO

“Average” (Média) pressupõe que os conjuntos de imagens dos


componentes têm a fase em segmentos. Se os conjuntos de imagens
AVISO dos componentes apresentarem a amplitude em segmentos,
poderão ocorrer erros no modelo do paciente e no cálculo da dose.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Grupos anatómicos
Um grupo anatómico é uma descrição de uma área específica do corpo. Em geral, estes grupos correspondem
à anatomia em torno de uma região específica do corpo. Os grupos anatómicos disponíveis no Focal e no
Monaco são criados e transferidos a partir de um sistema XiO.

Cada nome de estrutura anatómica tem atribuído um de dois tipos de classificações:

 General (Geral) - inclui os nomes das estruturas automaticamente incluídos em cada local anatómico.
As estruturas gerais são ainda divididas nas seguintes categorias:

 Patient (Paciente) - para o contorno do paciente

 Tumor (TUM) - para o tumor a tratar.

 Target volumes 1 through 5 (Volume alvo 1 a 5) (TV1, TV2, TV3, TV4 e TV5) - para a área definida
como o tumor mais uma margem definida pelo utilizador

 Specific (Específicos) - inclui todos os nomes de estruturas definidos pelo utilizador para locais
individuais. Os nomes de estruturas específicos são sempre de categoria interna (int) e são utilizados
para os nomes de estruturas dentro do contorno do paciente que não do tumor e dos volumes alvo.

O software dispõe de uma biblioteca de estruturas anatómicas, que inclui recomendações de contorno para
cada estrutura. Pode aceder a esta biblioteca selecionando Anatomical Groups (Grupos anatómicos) no
separador Tools (Ferramentas) | grupo Tools (Ferramentas).

O software permite-lhe realizar estas tarefas na caixa de diálogo Anatomical Groups (Grupos anatómicos):

 Adicionar

 Copiar

 Eliminar

 Editar

 Selecione

Utilize o ícone Add Anatomical Group (Adicionar grupo anatómico) no separador Contouring (Contorno) |
grupo Structure Edit (Edição da estrutura) para aplicar estes grupos anatómicos a estruturas.

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Gerir modelos
As funcionalidades de gestão de modelos permitem-lhe partilhar modelos de planos ao exportar e importar.
Utilize-as para que as outras clínicas possam aprender diferentes técnicas de planeamento.

Pode realizar estas tarefas na caixa de diálogo Manage Templates (Gerir modelos):

 Seleção de modelos por nome

 Exportar: copiar ficheiros para uma pasta comum

 Importar: copiar os ficheiros da pasta comum

O pessoal com permissão para visualizar e editar dados físicos pode importar e exportar modelos de planos.

Modelos de isodose
Os modelos de isodose permitem-lhe aplicar definições padrão à sua escolha a pacientes e planos. Pode
guardar as seguintes propriedades no modelo:

 Cores para:

 Isofill

 Isoband

 Isolines

 Definições de visibilidade:

 Espessura das linhas 2D

 Tipos de linhas 3D

 Valores de dose

Pode guardar vários modelos e aplicá-los a um plano. Esta função é iniciada a partir do controlo da isodose.
Aplica a caixa de diálogo do modelo Save As (Guardar como) para guardar o modelo para utilização
posterior.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Contorno
As ferramentas de definição de contornos permitem-lhe utilizar uma variedade de técnicas para contornar
estruturas.

Existem várias formas de ativar as ferramentas de definição de contornos. Pode:

 Selecionar a ferramenta de definição de contornos a partir da barra de ferramentas


 Escolher a ferramenta de definição de contornos a partir do menu Contour (Contorno)
 Clicar com o botão direito do rato em qualquer vista transversal, sagital, coronal ou oblíqua e
selecionar uma ferramenta de definição de contornos

Ecrã Contouring (Definição de contornos)


A figura seguinte identifica os componentes principais do ecrã da aplicação.

Figura 19: Janela Contouring (Contorno)

Tabela 12: Descrições dos campos da janela Contouring (Contorno)


Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
1 Menu Application Opções de menu para todas as atividades.
(Aplicação)
2 Patient Information Mostra o nome do paciente, o conjunto de estudos, o nome do plano, o nome da
(Informação do máquina e o nome da estação de trabalho.
paciente)
3 Separador Contour Contém ferramentas de contorno manual e automático

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

(Contorno)
4 Workspace O controlo do espaço de trabalho permite-lhe:
Control (Controlo
do espaço de  Carregar vários conjuntos de estudos ou planos
trabalho)  Carregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Descarregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Criar novos planos de Simul. e de IMRT
 Ver informações DICOM para cada conjunto de estudos
 Criar planos de soma ou subtração
5 Beam Visibility Permite ativar/desativar a visibilidade do feixe e ativar/desativar a dose calculada.
Control (Controlo
da visibilidade do
feixe)
6 Image Bar (Barra Mostra os conjuntos de estudos e planos. Também possui botões de acesso à vista
de imagem) cine, à apresentação do plano e à minimização/maximização da imagem.
7 Views (Vistas) Cada janela contém uma vista em separado. As opções de vistas incluem:
 Sagital, coronal, transversal, oblíqua
 3D
 Lado a lado
8 Progress meter Permite-lhe controlar a visibilidade das estruturas no plano.
(Medidor de
progresso)
9 Planning Control O Controlo do planeamento permite-lhe introduzir alterações nas estruturas,
(Controlo do prescrição, feixes, restrições de IMRT e pontos de referência de dose.
planeamento)
10 Slice Bar (Barra Apresenta as coordenadas de corte e permite-lhe percorrer os cortes de imagem.
de corte)
O botão Slice Mode (Modo de corte) apresenta e oculta o Navegador de secções
onde se pode mover sequencialmente através dos cortes de imagem. O Navegador
de secções apresenta a abreviatura para o tipo de imagem:
 C = Coronal
 O = Oblíqua
 S = Sagital
 T = Transversal

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Restrições de definição de contornos


Se utilizar o Monaco com o XiO, lembre-se que o XiO utiliza as informações de contorno criadas no Monaco.
Por este motivo, é importante que compreenda a forma como o XiO interpreta os contornos, bem como as
limitações impostas por esta interpretação. Consulte a documentação do XiO para obter mais informações
sobre cada um destes itens.

Por vezes, é necessário definir duas estruturas que se sobrepõem entre si. Se o fizer, tenha em atenção que
será atribuída à região de sobreposição a densidade do contorno introduzido mais recentemente, quando
utilizar a correção de heterogeneidade generalizada durante o planeamento.

3D Structure Drawing (Desenho de estrutura em 3D)


A função 3D Structure Drawing (Desenho de estrutura em 3D) utiliza um processo de três passos para criar
contornos:

 Colocar os pontos de controlo.


 É criada uma superfície temporária com base nos pontos de controlo.
 Gerar contornos com base na superfície temporária.

O Monaco utiliza os pontos de controlo introduzidos pelo utilizador para gerar superfícies em 3D que utiliza
para criar contornos nas secções transversais.

Auto Threshold (Limite automático)


A função Auto Threshold (Limite automático) cria uma curva em torno de uma estrutura altamente
contrastada. Pode definir a quantidade de contraste de imagem.

NOTA: pode utilizar a função Auto Threshold (Limite automático) para contornar todos os conjuntos de
imagens que são axiais. No caso das imagens nativas não axiais (coronais, sagitais ou oblíquas), a
função Auto Threshold (Limite automático) não está disponível.

A função Auto Threshold (Limite automático) permite-lhe gerar automaticamente contornos de estruturas
anatómicas, numa ou em mais secções do conjunto de estudos. A função Auto Threshold (Limite automático)
utiliza um método de cálculo que depende do contraste entre uma cor especificada pelo utilizador (vermelho)
e os níveis de cinzentos. Utilize este método se a imagem atual tiver muito contraste ou caso seja possível
ajustá-la para ter mais contraste. Os estudos ósseos, pulmonares e do exterior do paciente adequam-se a este
método de definição de contornos, uma vez que as estruturas são bem delineadas.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Manual Tracing (Traçado manual )


Pode definir o contorno de uma estrutura anatómica com o rato, utilizando as seguintes técnicas:

 Arraste à volta do perímetro da estrutura num movimento único e contínuo.


 Clique para criar vários pontos sequenciais à volta do perímetro da estrutura. O Monaco irá desenhar
um contorno que liga os pontos.
 Arraste e clique em qualquer combinação de movimentos contínuos e pontos individuais.
 Defina uma área de cor sólida que fique delimitada por um contorno.
 Adicione rapidamente uma forma geométrica predefinida (círculo, quadrado, etc.) que possa ser editada.

Contornos do Paintbrush (Pincel)


Pode utilizar o rato para desenhar (ou pintar) áreas de cor que são transformadas em contornos depois de
terminar de pintar. O pincel pinta uma área abrangida pelos movimentos do rato, de largura definida pelo
utilizador. Quando está no modo Paintbrush (Pincel) e clica com o botão esquerdo do rato, o pincel pinta os
voxels por baixo do cursor. Ao sair do modo Paintbrush (Pincel), o Monaco faz um círculo em torno dos
voxels coloridos para criar o contorno. A ferramenta Paintbrush (Pincel) também inclui uma borracha que
remove a cor apenas dos voxels pintados.

O modo Paintbrush (Pincel) permanece ativo até selecionar outro modo de desenho, outra função do Focal,
uma estrutura anatómica diferente ou um corte transversal diferente. Tem de guardar o conjunto de estudos
para guardar o novo contorno. Se tentar eliminar um contorno não guardado, o Monaco perguntar-lhe-á se
pretende guardar o conjunto de estudos.

Edge Detection (Deteção de margens)


A ferramenta Edge Detection (Deteção de margens) encontra automaticamente a margem de uma estrutura.
Quando deteta as margens, a ferramenta muda a forma do guia de círculo do pincel.

Esta ferramenta está disponível no modo transparente, opaco ou delineado.

Utilize a ferramenta Edge Detection Sensitivity (Sensibilidade de deteção de margem) para ajustar a sensibilidade
da margem da estrutura. Esta ferramenta define o rigor com que o pincel segue os valores de píxeis da imagem.

Structure Avoidance (Evitar estruturas)


A função Structure Avoidance (Evitação de estruturas) permite-lhe evitar estruturas adjacentes às estruturas
que está a contornar. Utilize a caixa de diálogo Structure Avoidance (Evitação de estruturas) para:

 Designar estruturas a evitar


 Definir margens.

A caixa de diálogo não afetará os contornos existentes. Só afeta os contornos que cria com a função de evitação.

EZSketch
O EZSketch é uma ferramenta de definição de contornos que pode utilizar para criar ou editar
automaticamente uma estrutura 3D.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

NOTA: pode utilizar a função EZSketch para contornar todos os conjuntos de imagens que são axiais. No
caso das imagens nativas não axiais (coronais, sagitais ou oblíquas), a função EZSketch não está
disponível.

Em qualquer vista T/S/C, quando a ferramenta EZSketch está ativa, o cursor utilizado para a amostragem de
dados de píxeis é mostrado como um círculo. Pode ajustar o tamanho do cursor com as setas de direção no
teclado que aumentam/diminuem a área de amostragem.

Para a obtenção de melhores resultados, recomenda-se a realização de esboços em dois ou mais planos.
Depois de a estrutura ser criada, a ferramenta EZSketch passa para o modo de edição. No caso da adição de
novos esboços, o resultado inicial só é atualizado na área onde os novos esboços são desenhados. A ROI para
edição é determinada pelo campo do raio de edição.

Para criar um esboço no interior de uma estrutura,

 Clique com o botão esquerdo do rato e arraste o cursor para o interior da estrutura. Os esboços no
interior da estrutura são apresentados a vermelho.
 Clique em Shift + botão esquerdo do rato e arraste o cursor para fora da estrutura. Os esboços no
exterior da estrutura são apresentados a azul.

EZClean
A EZClean é uma ferramenta que pode utilizar para remover pequenos contornos abaixo de um volume
específico. Pode especificar os volumes na caixa de diálogo EZClean. Existe um ícone na barra de
ferramentas de definição de contornos que abre esta caixa de diálogo. Permite-lhe:

 Definir os volumes dos contornos que pretende remover (o valor predefinido é de 2 cc).
 Limpar a estrutura ativa ou todas as estruturas num conjunto de estudos.
 Apresentar contornos e volumes removidos.

Pode aplicar a EZClean automaticamente quando utilizar as ferramentas de definição de contornos EZSketch
ou PET Threshold (Limite de TEP). Clique no ícone na barra de ferramentas EZSketch ou selecione a opção
na caixa de diálogo PET Threshold Contouring (Definição de contornos dos limites de TEP).

Interpolação
Pode utilizar o Monaco para criar contornos, interpolando de um contorno para outro. Os contornos
interpolados serão gerados em todas as secções entre o contorno selecionado e o próximo contorno disponível
dessa estrutura.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Ao interpolar contornos, o Monaco:

 Localiza a próxima secção que contém um contorno para a estrutura selecionada.


 Determina as secções entre duas distâncias de referência que contêm a estrutura selecionada.
 Coloca um novo contorno em cada secção.

Os pontos de contorno são determinados através da interpolação dos pontos de contorno dos dois contornos
selecionados. Deste modo, não é possível interpolar, de forma fiável, contornos em forma de “C” ou “U”.

Por vezes, é necessário definir duas estruturas que se sobrepõem entre si. Nesse caso, tenha em atenção que
será atribuída à região de sobreposição a densidade do contorno introduzido mais recentemente.

Auto Segmentation (Segmentação autom ática)


A segmentação automática é um processo em que uma curva é gerada automaticamente à volta de uma
estrutura de densidade relativamente uniforme. As estruturas em que é possível utilizar a segmentação
automática são o fígado, os rins, o baço e, possivelmente, a bexiga.

NOTA: pode utilizar a Auto Segmentation (Segmentação automática) para contornar todas as imagens de TC.

Ao selecionar Auto Segmentation (Segmentação automática), irá gerar contornos através da aplicação de
diversos métodos de processamento de imagens na imagem do paciente. Os objetos existentes em imagens
podem ser descritos por um modelo (ou segmento) com o tamanho e forma do objeto ou pelo limite do objeto
(ou contorno), uma vez que um pode ser imediatamente calculado a partir do outro. A segmentação
automática utiliza as propriedades de textura do nível de cinzentos do interior do objeto, os gradientes do
nível de cinzentos nas extremidades do objeto e informações de formato anteriores, para determinar o
contorno. Uma vez iniciada, a função Auto Segmentation (Segmentação automática) é executada de secção
transversal em secção transversal, utilizando as sobreposições das imagens do objeto para facilitar o cálculo
do contorno na secção seguinte. Uma amostra do interior do objeto (área de amostra) da primeira secção,
criada pelo utilizador, dará início a todo o processo.

A segmentação automática requer a especificação, por parte do utilizador, da área de amostra dentro do objeto
a contornar, como se estivesse a criar um contorno utilizando o Manual Tracing (Traçado manual). Selecione
uma área de amostra que seja o mais semelhante possível à estrutura. A área pode ter uma forma irregular. Ao
fazer duplo clique com o botão esquerdo do rato para fechar o contorno da área de amostra, o Monaco tenta
calcular um contorno para o objeto utilizando as informações de pixéis da área de amostra. O Monaco
inspeciona o segmento, identifica os eventuais tecidos com as mesmas características de pixéis e desenha uma
linha de contorno à volta do segmento.

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PET Threshold Contouring (Definição de contornos dos limites de TEP)


A função PET Threshold Contouring (Definição de contornos dos limite de TEP) permite-lhe definir limites
fixos utilizados para delinear alvos metabólicos em conjuntos de estudos de TEP. Pode utilizar esta
ferramenta para definir estruturas em conjuntos de estudos de TEP carregados como primários ou
secundários. Pode definir um valor limite fixo como a percentagem do valor máximo no volume de interesse
ou como um valor absoluto. A ferramenta pode ser utilizada para imagens de TEP em valores de píxeis RAW
ou em valores SUV. Consulte a ajuda online e o guia de formação do Monaco para obter informações
adicionais sobre a definição de contornos dos limites de TEP e o cálculo do SUV.

Bolus Generation (Geração de bólus)


O bólus permite-lhe adicionar uma camada de material, de espessura e densidade especificadas pelo
utilizador, diretamente na pele do paciente. As estruturas de bólus são classificadas como Bolus (Bólus) na
folha de cálculo Structure (Estrutura). É criado quando coloca dois pontos (um ponto de início e um ponto de
fim) num plano. Pode editar estruturas de bólus com todas as ferramentas de contorno existentes.

Para atribuir um bólus a feixes, utilize a folha de cálculo Beams (Feixes), em Treatment Aids (Auxiliares de
tratamento). As informações do bólus, incluindo um nome, descrição, espessura e densidade dos eletrões, são
apresentadas no cursor do volume quando o posiciona sobre uma estrutura de bólus.

NOTA: no caso das imagens oblíquas, a criação automática de bólus não está disponível.

Auto Margin (Margem automática)


A função Auto Margin (Margem automática) cria contornos automaticamente em 3D, com base numa
combinação de estruturas existentes. Pode definir margens em torno de estruturas e criar combinações de
estruturas, com nove estruturas no máximo. Pode executar este procedimento ao “incluir” ou “excluir”
estruturas específicas, para além de uma margem de distância dessas estruturas. Deve selecionar o nome da
estrutura e o ID do conjunto de estruturas ao criar os contornos automáticos da margem. Consulte a ajuda
online do Monaco para obter mais informações sobre a função Auto Margin (Margem automática).

Advanced Margin (Margem avançada)


A ferramenta Advanced Margin (Margem avançada) permite-lhe ter em consideração os erros sistemáticos e
aleatórios durante o planeamento e personalizar a introdução de valores. É possível guardar modelos de
margem avançada para utilizar com outros pacientes.

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A margem (M) PTV prescrita numa dimensão única, necessária para administrar, pelo menos, X% da dose de
prescrição para o CTV para Y% da população, pode ser calculada a partir da seguinte fórmula:

M PTV , X %,Y %   Y    X  2   p2   X  p

Em que:
Y é um valor sem unidade relacionado com a percentagem de
população à qual a margem pretendida é aplicável
i é a soma em quadratura de todos os erros sistemáticos
 
n 1
2
Si

βX é um valor sem unidade relacionado com a distância entre a linha de


isodose de prescrição e a linha de isodose de 50%
i é a soma dos quadrados de todos os erros aleatórios
 2    2 Ri
n 1

p descreve a largura da região de penumbra modelada por uma


distribuição gaussiana cumulativa.

Gerar contornos – Desenho de estrutura em 3D


É possível gerar e aceitar contornos (tornar permanente). Os contornos são gerados ao localizar a intersecção
do plano de cada secção com a superfície temporária. Os contornos resultantes são adicionados à estrutura
que está a editar. Ao adicionar os contornos a secções em que já existam contornos, poderá selecionar uma
das seguintes regras para resolver o conflito:
 Dar prioridade aos contornos existentes (eliminar os contornos gerados recentemente).
 Dar prioridade aos contornos gerados recentemente (eliminar os contornos existentes).
 Manter ambos (adicionar à estrutura os contornos gerados recentemente).

Se desativar a ferramenta ou mudar de estrutura sem ter aceite os contornos gerados, terá ainda a
oportunidade para aceitar antes de continuar.

Pode igualmente eliminar o conjunto atual de pontos de controlo e começar de novo em qualquer altura
enquanto a ferramenta está ativa. Se mudar de estrutura, pode eliminar ou manter os pontos existentes.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Editar um contorno
É possível editar a forma de um contorno existente (independentemente da forma como foi criado) com o
rato, editando, redimensionando ou movendo o contorno. Existe interação entre a edição de um contorno e o
modo de corte: porque a edição deve ocorrer diretamente numa secção transversal, substituir ou remodelar um
contorno ativa automaticamente o modo de corte.

Seguem-se algumas das outras funções que podem ser executadas num contorno:
 Substituir um segmento de contorno.
 Editar atributos do contorno.
 Apresentar contornos com linhas grossas.

Copiar um contorno para uma secção adjacente


O Monaco fornece as funções Copy Inferior (Copiar inferior) e Copy Superior (Copiar superior) para que seja
possível copiar rapidamente um contorno para a secção seguinte no modo de desenho ou no modo de edição
(substituir ou remodelar um contorno).

No modo de desenho, todos os contornos dessa estrutura serão copiados para a secção adequada. No modo
editar (Substituir ou Remodelar um contorno), será copiado o contorno atual.

Copiar um contorno entre conjuntos de estudos


A caixa de diálogo Copy Structure (Copiar estrutura) permite-lhe transferir contornos de um conjunto de
estudos (ativo) para outro conjunto de estudos registado. Tem de mudar o nome da estrutura, aceitando o
nome predefinido sugerido pelo Monaco ou atribuindo um novo nome. Nesta caixa de diálogo, as estruturas
são agrupadas por local anatómico.

Se o contorno copiado já existir no conjunto de estudos de destino, será solicitado ao utilizador que introduza
um novo nome de contorno.

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Inclusão da cobertura da mesa


Pode incluir coberturas da mesa de tratamento e outros dispositivos externos nos seus planos. O Monaco
inclui uma biblioteca de mesas de tratamento que contém diversas estruturas de mesa comuns. Também pode
adicionar mesas e dispositivos novos à biblioteca.

Importar mesas
O Monaco alinha automaticamente as mesas importadas com o paciente de modo a que:

 as margens do contorno do paciente e da mesa fiquem centradas entre si da esquerda para a direita e
de cima para baixo
 as extensões do topo da mesa fiquem situadas na parte inferior das extensões do paciente.

Quando adicionar uma mesa à biblioteca, terá de definir cada parte dela como “Couch” (Mesa) na caixa de
diálogo Structure Control Properties (Propriedades de controlo da estrutura). O Monaco adicionará
automaticamente estruturas da mesa à prescrição para novos planos de IMRT.

Biblioteca de mesas de tratamento


Pode encontrar todas as informações sobre mesas armazenadas na Treatment Couch Library (Biblioteca de
mesas de tratamento). Pode importar ou eliminar novas mesas na biblioteca, conforme necessário.

Densidades da mesa de amostra


Os ficheiros de parâmetros das mesas de amostra são fornecidos com as versões 3.10.00 ou posteriores do
Monaco. Pode aceder a estes ficheiros a partir da biblioteca de mesas de tratamento. Quando clica num
ficheiro de mesa,

 pode editar as propriedades de densidade na folha de cálculo Structures (Estruturas).


 de seguida, utilize a opção “Save as Treatment Couch” (Guardar como mesa de tratamento) para
introduzir um nome exclusivo para o ficheiro de parâmetros da mesa modificado.

Os ficheiros de amostra e os respetivos valores predefinidos não se


destinam a utilização clínica. A mesa de amostra deve ser validada e
AVISO guardada com um novo nome.

Quando os ficheiros dos parâmetros da mesa de amostra são:


 Editado
 As densidades alteradas
 “Save” (Guardar) está selecionado

Os ficheiros de amostras são atualizados com estas novas densidades definidas pelo utilizador.

Utilize a opção Save as Treatment Couch (Guardar como mesa de tratamento) para guardar o ficheiro de mesa
de amostra editado com um novo nome. Isto permite-lhe evitar substituir o ficheiro. Isto sucede quando atualiza
o software e um ficheiro de parâmetros da mesa de amostra foi editado e guardado com o nome original, antes
da atualização. Isto afeta atualizações até às as versões 3.10 ou posteriores do Monaco.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

A aplicação Monaco definiu os parâmetros da mesa de amostra para alterar todas as densidades predefinidas
para zero (0 relativamente à densidade dos eletrões). Todas as atribuições de densidade forçada são geridas
através da folha de cálculo Structures (Estruturas) e mostradas na interface do utilizador quando conjuntos de
estudos são carregados e estruturas da mesa são adicionadas aos conjuntos de estudo de planeamento. Para
incluir mesas no cálculo da dose, elas devem ser ativadas no separador Treatment Aids (Auxiliares de
tratamento) da folha de cálculo Beam (Feixe).

Antes de utilizar uma mesa de tratamento de amostra, tem de:

AVISO  Analisar a precisão das mesas de amostra


 Atribuir valores de sobreposição da densidade de eletrões. O
valor predefinido do Monaco é 1. Deve substituí-lo por um
valor mais realista antes de calcular a dose.

Utilizar em planos
Pode incluir coberturas de mesa em todos os Cálculos do Plano Monaco. As edições nas estruturas da mesa
na biblioteca de mesas de tratamento não afetam as doses calculadas em planos Monaco existentes. A mesa só
é incluída no cálculo da dose depois de ser marcada para cada feixe na folha de cálculo Beam (Feixe) |
separador Treatment Aids (Auxiliares de tratamento).

Planeamento de simulação
O Monaco fornece um sistema de simulação de TAC que aplica hardware de PC padrão e tecnologia
Windows em funcionalidades de simulação física e virtual. Este combina um pacote de definição de
contornos avançada com uma função de fluoroscopia virtual fácil de utilizar e, em seguida, adiciona
funcionalidades de simulação, registo de imagens e posicionamento dos feixes.

Agora, é possível criar um plano 3D com uma licença SIM. Quando o plano é carregado, a barra de estado
mostra que o modo de administração não está licenciado e o método de administração na folha de cálculo de
feixes é apresentado a vermelho. Pode selecionar o algoritmo.

Em seguida, pode guardar o plano e enviá-lo para uma estação de trabalho com uma licença completa. Aí,
pode calcular a dose para o plano.

Figura 20: Janela Beams (Feixes)

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Feixes
Um feixe é um caminho específico ao longo do qual a radiação viajará até à localização do tumor do paciente.
O feixe é gerado fora do paciente e o seu alvo é o local do tumor.

Pode adicionar um novo feixe a um plano de tratamento aberto. A informação de configuração para o novo feixe
é introduzida no Beam Control (Controlo de feixes). O número máximo de feixes permitido por plano é 999.

O software apresenta agora o novo número de feixes na primeira caixa de texto e posiciona um novo feixe na
localização nominal de zero graus do sistema de coordenadas da gantry. O novo feixe é o feixe ativo.

Pode editar qualquer feixe não-VMAT utilizando a caixa de diálogo Beam Summary (Resumo do feixe) ou
através do rato, do Beam Control (Controlo de feixes) ou da Beam Spreadsheet (Folha de cálculo de feixes).

Para além de criar e editar feixes, pode eliminar feixes do plano. Um plano tem de incluir pelo menos um
feixe, pelo que pode eliminar todos os feixes, exceto um (o último feixe só pode ser eliminado ao eliminar o
plano). Qualquer edição efetuada (incluindo a eliminação de feixes) tem de ser guardada com o plano de
tratamento para tornar permanentes as alterações.

Quando existe num plano, o feixe de fotões ou eletrões é apresentado em todas as vistas da imagem
(transversal, coronal e sagital) e como BEV na vista DRR e na vista 3D. Os feixes são apresentados no
sistema de coordenadas definido pelo utilizador. O sistema de coordenadas pode ser IEC ou Native (Nativo).

São também graficamente representados no ecrã os MLC, as portas personalizadas (blocos e aberturas), os
esboços do feixe, os modificadores do feixe e os isocentros do feixe. O feixe selecionado (ativo) é vermelho.
Todos os outros feixes são azuis.

Figura 21: Exemplos de feixes

O utilizador tem controlo interativo de todos os ajustes dos feixes, incluindo os ângulos da gantry, do
colimador e da mesa; o isocentro; as definições das garras do colimador e outros parâmetros de feixes. A

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partir do menu Beam (Feixe), da barra de ferramentas e dos menus frequentes do botão direito do rato, os
ajustes dos feixes são fáceis de introduzir e produzem feedback visual imediato.

Para além de criar e editar feixes, estas funções afetam o posicionamento e ajuste dos feixes:

 Copiar feixes paralelos e opostos


 Rodar a gantry, o colimador e a mesa ao definir o grau de rotação
 Ajuste do campo simétrico e assimétrico
 Ajuste do isocentro dos feixes
 Desenho interativo da porta no BEV
 Aberturas geradas automaticamente.

Pontos de origem definidos pelo utilizador


Um ponto de referência de leitura pode tornar os estudos de simulação mais convenientes, na medida em que
permitem ao utilizador estabelecer um centro de coordenadas secundário e, em seguida, trabalhar com
distâncias de referência e marcas anatómicas suplementares relativas a este ponto. Frequentemente, o ponto
de referência de leitura será definido no isocentro de tratamento. Os pontos de referência de leitura afetam os
conjuntos de estudos e os planos de tratamento.

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O ponto de referência de leitura pode ser determinado a partir de qualquer centro da estrutura anatómica ou
isocentro do feixe. A utilização de um ponto de referência de leitura é totalmente opcional e o seu conjunto de
estudos não incluirá quaisquer informações de referência de configuração até que as crie expressamente.
Após estabelecer o ponto de referência de leitura, o software apresenta coordenadas espaciais importantes
relativas a este ponto.

Existem quatro formas de se deslocar do seu isocentro original:

 Deslocar-se para o centro de uma estrutura.


 Deslocar-se para o isocentro do feixe assim que o feixe tiver sido posicionado.
 Deslocar-se para um ponto de interesse ou localização de marcador.
 Deslocar-se para um isocentro definido manualmente utilizando a Virtual Fluoroscopy (Fluoroscopia
virtual).
 Clicar no botão Scan and Setup Reference (Referência de leitura e configuração) na barra de
ferramentas Simulation (Simulação) para apresentar a caixa de diálogo Setup Reference (Referência
de configuração).
 Percorrer as imagens transversais para encontrar os marcadores fiduciais. Depois de localizados,
alinhar as barras verdes verticais e horizontais na janela da imagem transversal, de modo que se
cruzem com estes pontos.

Radiografias digitalmente reconstruídas


As radiografias digitalmente reconstruídas (DRR) são uma parte central da simulação de TAC, na medida em
que substituem películas de simulação convencional no posicionamento dos feixes e no processo de
estruturação do campo. As radiografias fornecem informações BEV (campo de visão do feixe) volumétricas
em escala de cinzentos acerca da localização e densidades das estruturas anatómicas de um paciente virtual.

As películas de simulação e as DRR ajudam na:

 Visualização do alvo para verificar a localização do isocentro ou a posição do tumor.


 Visualização das propriedades volumétricas e de posição dos volumes-alvo e das estruturas normais,
para determinar as disposições de feixes e estruturação do campo adequadas.
 Visualização de detalhes subtis e de tecidos de grande contraste característicos de determinados tipos
de tecido canceroso ou normal.
 Identificação de movimento do órgão e verificação da estabilidade posicional das estruturas
anatómicas.
 Garantia da qualidade, adequação e exatidão dos parâmetros planeados de configuração do feixe e do
paciente.

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Figura 22: Exemplos de radiografias digitalmente reconstruídas (DRR)

Opções de radiografia
As opções gerais de radiografia controlam os filtros de entrada a aplicar, o tipo de radiografia calculada [DRR
ou projeção de intensidade máxima (MIP)], a qualidade de resolução utilizada na imagem e o pós-
processamento da imagem de radiografia.

Podem especificar-se filtros para realçar uma ou mais estruturas de tecidos, como osso e tecido. Os filtros do
Monaco limitam os valores de TAC considerados aquando da geração de DRR. Os valores excluídos são
definidos para zero para efeitos de cálculo de DRR. As escolhas de filtro disponibilizadas são para tecidos
ósseos, tecidos moles, todos os tipos de tecidos, películas de simulação e películas de porta.

Planeamento da IMRT (“Step and Shoot”)


Ao selecionar a atividade Planning (Planeamento), está a utilizar métodos de planeamento inverso altamente
desenvolvidos para gerar um plano de tratamento com base em imagens de TC ou RM transversais. O
software de IMRT do Monaco permite-lhe identificar primeiro os objetivos clínicos e, em seguida, utilizar o
algoritmo de otimização para encontrar a melhor configuração de intensidades de feixe. Durante a primeira
etapa de otimização, o Monaco divide os campos de feixes em feixes pequenos (frequentemente centenas ou
milhares) de intensidades variáveis que, quando somados, administram a dose prescrita.

O Monaco otimiza os planos de tratamento utilizando funções de custo que modelam vários tipos diferentes
de tecidos e respostas de radiação específicas do volume. O Monaco utiliza a otimização com
constrangimentos, na qual são cumpridos constrangimentos que limitam a dose, ao mesmo tempo que se tenta
administrar os objetivos de dose-alvo. Os algoritmos de otimização funcionam no âmbito de parâmetros que
impõem diversos limites às variáveis de decisão, de modo que a dose administrada ao tumor seja a dose
máxima efetiva sob os constrangimentos de dose determinados. O Monaco permite disposições de feixes
coplanares e não coplanares, utilizando feixes isocêntricos não SSD.

Processos de otimização em duas etapas


A primeira produz o resultado preliminar, para que possa avaliar com que precisão as funções de custo
atingem os objetivos que definiu. Pode optar por executar a etapa um repetidamente, após ajustar os
parâmetros de cálculo e as propriedades da função de custo.

A segunda etapa converte a fluência ideal em segmentos administráveis, utilizando a mesma prescrição
definida na fase um. Estes planos podem ser administrados utilizando a técnica de IMRT com gantry estática
“step-and-shoot” ou, se estiver selecionado o modo VMAT, a técnica de arcoterapia volumétrica modulada.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Para esta etapa de otimização, utiliza-se o algoritmo de cálculo da dose de Monte Carlo para calcular a
distribuição da dose.

Quando atribuir sobreposições de densidade e existir sobreposição entre estruturas, as


densidades serão aplicadas com base na disposição em camadas aplicada à folha de
cálculo Structure (Estrutura). Por exemplo, um PTV e uma bexiga que se sobreponham
AVISO
com diferentes densidades uniformes, e se o PTV estiver mais acima na ordem de
sobreposição do que a bexiga, a densidade uniforme atribuída à bexiga será aplicada
apenas aos voxels na estrutura da bexiga que não se sobrepõem com o PTV.

Acerca das várias prescrições


O termo clínico sinónimo de “várias prescrições” é “planeamento composto”. Este tipo de planeamento inclui
todas as fases do tratamento por radiação num plano e permite-lhe avaliar a prescrição da dose total para um
determinado regime de tratamento.

Na radioterapia, um regime de tratamento pode incluir várias prescrições que resultam numa dose total
composta que o médico pretende administrar. Esta funcionalidade melhora a utilidade clínica e aborda a
necessidade de editar uma prescrição individual (ID de Rx) e respetivos feixes de tratamento associados em
tempo real. Deixa de existir a necessidade de somar planos individuais para avaliar a dose prescrita total para
um regime de radioterapia. Um plano somado não proporciona qualquer funcionalidade de edição do feixe
quando os objetivos do médico não são cumpridos. Esta funcionalidade proporciona uma funcionalidade de
planeamento completo para cada ID de Rx com capacidade para rever a dose composta em tempo real à
medida que são efetuadas alterações.

Características das várias prescrições


Pode utilizar planos de várias prescrições como um plano base para os Planos Bias (Viés).

Não pode aprovar um plano num nível de prescrição individual.

Planos base
Quando adiciona uma nova prescrição a um plano base existente, desaparece o ícone B no controlo do espaço de
trabalho. Esta mensagem é apresentada na janela da prescrição: “Base plan has changed” (Plano base foi
alterado).

DVH
Quando são utilizadas várias prescrições, o DVH de volume total está disponível. Apresenta todas as
estruturas num conjunto ativo. O controlo de visibilidade do feixe está ativado para todas as opções com dose.

Otimização e cálculo
Com um plano de várias prescrições, pode controlar a otimização e cálculo do plano quando utiliza a opção de
prescrição ativa (Prescrição ativa). Pode encontrar estes itens no separador Planning (Planeamento) | grupo
Calculation (Cálculo). O botão Optimize (Otimizar) está ativo se conseguir otimizar a prescrição ativa.

O botão Calculate (Calcular) está ativo se conseguir calcular a prescrição ativa. Só pode calcular a prescrição
ativa por predefinição. Existe a opção para calcular todas as prescrições elegíveis num plano ativo. A opção
Calculate All (Calcular tudo) só está disponível nestas instâncias:

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Se a opção Calculate (Calcular) estiver disponível:

 Existem feixes calculáveis em qualquer prescrição inativa do plano ativo.

 Esta função também calcula todas as prescrições calculáveis (elegíveis) dentro do plano ativo.

Grid Size (Tamanho da grelha)


O tamanho da grelha é sincronizado em todas as ocasiões e através de todas as prescrições no plano. Por
predefinição, é o tamanho da grelha do plano quando importa uma nova prescrição.

Aparece uma mensagem de aviso e diz-lhe que o campo (tamanho da grelha) se aplica a todas as prescrições
num plano ativo.

Existem 2 opções para planos criados em versões anteriores que utilizam uma grelha diferente do sistema
atual:

 Quando se abre a caixa de diálogo Import Beam Template (Modelo para importar feixe), é
apresentada uma mensagem que indica “Plan was saved in an old format. Dose recalculation of saved
beams/segments will be needed. Review calculation parameters if you wish to edit the settings.”
(O plano foi guardado num formato antigo. Será necessário um recálculo da dose de feixes/segmentos
guardados. Reveja os parâmetros do cálculo se pretender editar as definições.)
 Quando é adicionado um novo modelo de feixe, tal provoca a remoção de todas as doses de plano
existentes.

Exportação do plano de dose


Se uma prescrição tiver dose, a exportação do plano de dose estará, então, ativada. Se a prescrição não tiver
uma dose, uma mensagem indica que não existe uma dose válida. Escolha All Beams (Todos os feixes),
Individual Beams (Feixes individuais) ou Visible Beams (Feixes visíveis) a partir da opção de exportação.
Estas seleções estão disponíveis para todas as prescrições calculadas.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Características do planeamento prospetivo para planos “Step


and Shoot”
Pode mudar os segmentos para ajudar a alcançar os objetivos do plano para um plano “Step and Shoot”
calculado. Após selecionar um segmento, pode realizar 1 das seguintes funções:

 Alterar a forma do segmento e a sua percentagem relativa de ponderação de MU.


 Adicionar, copiar, editar ou eliminar um segmento.

A mensagem “Sequencer generated segments have been manually modified” (Os segmentos gerados pelo
sequenciador foram modificados manualmente) é apresentada quando um segmento é alterado num plano otimizado.

Arcoterapia volumétrica modulada (VMAT)


O Monaco inclui VMAT (Volumetric Modulated Arc Therapy - arcoterapia volumétrica modulada), que é um
tipo de IMRT rotativa em que o MLC e a gantry se deslocam enquanto o feixe de radiação está ativo. As
alterações na velocidade da gantry e na taxa de dose permitem ao Monaco obter MU variáveis por grau
durante a administração. Em comparação com a IMRT com gantry estática, é necessário menos tempo de
tratamento para tratar um determinado tamanho de fração e manter um nível comparável de preservação dos
tecidos normais e conformidade da dose. A VMAT encontra-se disponível apenas para máquinas de
tratamento que possam administrar planos dinâmicos necessários para os planos de VMAT.

A solução de VMAT implementada no Monaco segue a implementação e fluxo de trabalho dos planos de
IMRT com gantry estática. O utilizador especifica:

 O intervalo máximo de rotação da gantry


 A frequência em que os perfis de fluência estáticos tiram amostras deste arco.

Pode especificar múltiplas rotações da gantry com diferentes ângulos da mesa. Isto faz com que a etapa inicial
da otimização se assemelhe à otimização de um plano de IMRT com gantry estática com feixes espaçados
uniformemente. Deve utilizar uma discretização pequena dos perfis de fluência ou uma largura de feixes
pequenos de 2 mm.

Durante esta etapa inicial, o Monaco utiliza os constrangimentos especiais de uma administração rotativa para
otimizar os perfis de fluência idealizados. Deve posicionar estes perfis de fluência estáticos mais próximos
(10-15 graus) em casos em que:

 A geometria do paciente se desvie consideravelmente de uma simetria rotativa


 Diversos órgãos em risco necessitem de ser preservados ao mesmo tempo.

O Monaco pode otimizar mais rotacionalmente casos simétricos com maiores intervalos entre os perfis de
fluência (40 graus). Isto permite ao Monaco acelerar substancialmente.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Após a etapa inicial da otimização, o Monaco examina os perfis de fluência idealizados em relação à
complexidade do plano. O Monaco verifica se um único arco contínuo, múltiplos arcos ou uma combinação
de arcos estáticos contínuos e múltiplos é mais eficaz em termos de tempo de administração e unidades de
monitorização. O Monaco faz esta determinação com:

 O grau de modulação
 A largura média do campo
 A dose total administrada por fração.

Para alguns MLC, pode ser benéfico parar o feixe durante o deslocamento das folhas para evitar uma radiação
excessiva dos órgãos em risco. Dado que o deslocamento das folhas controla o tempo total de tratamento em
casos complexos, isto não prolonga a administração do tratamento.

Em seguida, o sistema altera os perfis de fluência idealizados para arcos onde segue constrangimentos
definidos pelo utilizador, nomeadamente:

 Taxa mínima da dose


 Espaçamento mínimo dos pontos de controlo em termos de unidades de monitorização ou graus de
rotação da gantry
 Tamanho mínimo dos segmentos.

Um algoritmo de Monte Carlo calcula obrigatoriamente a dose destes segmentos dinâmicos. A vantagem é
que um feixe administrado sob a rotação da gantry não tem de ser discretizado por múltiplos feixes estáticos,
mas pode ser calculado tal como está. As histórias das partículas simuladas pelo algoritmo de Monte Carlo
recebem um carimbo de tempo único que verifica a posição das folhas, garras e gantry aquando da sua
emissão. O cálculo da dose para um plano de VMAT ou IMRT com gantry estática necessita de tempos
aproximadamente iguais para a mesma incerteza de dose no alvo.

O Monaco reotimiza os segmentos em arco em termos da respetiva forma e pondera o mesmo que na
implementação de IMRT com gantry estática.

O sequenciador VMAT é perfeitamente integrado no fluxo de trabalho da IMRT com gantry estática. Surge
como uma extensão da funcionalidade já existente.

O sequenciador VMAT do Monaco é um sequenciador de movimento circular para perfis de fluência,


equivalente aos sequenciadores de janelas deslizantes. Um sequenciador de folhas de movimento circular
desloca as folhas da sua posição inicial até à final, de uma forma contínua e unidirecional. Para modular a
intensidade da fluência administrada, altere o intervalo de folhas. Para obter mais fluência, acelere a folha
inicial. Para obter menos fluência, acelere a folha final.

O sequenciador VMAT utiliza o sequenciador de movimento circular porque a velocidade das folhas é o fator
mais limitador das administrações moduladas. O sequenciador de movimento circular requer mais MU, mas
diminui o deslocamento das folhas. Assim são evitadas paragens frequentes dos feixes, múltiplos arcos e
movimentos da gantry sem irradiação. Isto torna o sequenciador de movimento circular na seleção mais
versátil que se encontra disponível.

Durante a primeira etapa de otimização, o sequenciador de movimento circular fornece um perfil de fluência e
otimiza-o.

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Durante a segmentação, o sequenciador reordena os perfis de fluência ao longo do sector de ângulo da gantry
para alterar a direção de movimento das folhas entre os sectores. As folhas no limite esquerdo do campo num
setor deslocam-se para o limite direito do campo à medida que a gantry roda. Os limites das folhas chegam ao
limite do campo no início do sector subsequente, onde mudam de direção.

Isto resulta em sequências que são dispostas do seguinte modo:

 O tempo de deslocamento da gantry não pode exceder o tempo de deslocamento das folhas
 Se o tempo total de deslocamento das folhas for superior ao tempo total da gantry, a gantry diminui
de velocidade perto do ângulo para o qual criou o perfil de fluência. Isto poderia causar uma paragem
completa nas modulações complexas
 Se o arco não for fechado, a administração começa com uma gantry estática que não se deslocará até
o tempo de administração dos últimos segmentos ser igual ao tempo de rotação da gantry para o final
do setor.

Taxa de dose constante


Um plano VMAT normal exige que o acelerador linear possa administrar a saída da taxa de dose variável
juntamente com velocidades variáveis da gantry. Caso a sua clínica disponha de um acelerador linear mais
antigo sem esta capacidade, pode utilizar a VMAT de taxa de dose constante.

Para utilizar a CDR VMAT, marque a caixa de verificação Constant Dose Rate (Taxa de dose constante) na
caixa de diálogo Sequencing Parameters (Parâmetros de sequenciação). Os planos CDR VMAT têm uma
MU/grau constante ao longo da sequência. Também dividem de forma equivalente o número de pontos de
controlo entre os setores do arco.

Pode criar planos CDR para MLC da Varian (Millennium 120 e HD120) e máquinas Apex.

Otimização da forma dos segmentos


 A otimização da forma dos segmentos (SSO) é uma opção de sequenciação. Pode incluí-la nos
cálculos da etapa dois.
 A SSO combina segmentos e repondera-os de modo a criar uma melhor qualidade do plano e tempos
de administração de tratamento mais eficientes.
 Quando utiliza esta funcionalidade, são necessários incrementos de arco maiores do que os definidos
previamente na secção. Incrementos de arco de 30 a 33 graus tendem a fornecer as melhores soluções
de plano, em comparação com 10 a 15 graus sem a SSO ativada.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Terapia de arco modulado


A Terapia de arco modulado (mARC) só está disponível quando a licença da mARC é aplicada. A máquina
Siemens Artiste suporta o modo de administração mARC. A mARC é diferente da VMAT no sentido em que
o movimento da lâmina permanece estático enquanto o feixe de radiação está ligado. Utilize pontos de
controlo para que seja apresentado para onde as folhas do MLC se movem, enquanto o feixe está desligado, e
onde é que param, quando o feixe é administrado. O incremento do arco e o número máximo de pontos de
controlo para cada parâmetro do arco fornecem a distância entre os pontos de controlo utilizados para o
percurso da folha do MLC. Cada Segmento é definido por dois conjuntos de pontos de controlo consecutivos:
a posição “Start” (Início) (período silencioso) e a posição “End” (Fim) (administração do arco) do segmento.

NOTA: a sequenciação de campo composta (CFS) não é permitida com planos que utilizam a mARC.

Arcoterapia conformacional dinâmica


A terapia de arco conformacional dinâmico (DCAT) combina as capacidades conformacionais de colimadores
multifolhas (MLC) com um feixe de arco rotacional. Isto cria uma distribuição de dose em constante mudança
que se ajusta ao local da lesão. Esta técnica permite-lhe selecionar volumes-alvo em 3D das estruturas no plano
e evitar da melhor forma o tecido em risco. Esta abordagem de tratamento faz com que:
 as folhas do colimador se ajustem ao volume do tumor e às alterações no contorno (e margem) do
tumor
 a gantry rotativa se desloque num arco especificado pelo utilizador.

Se necessário, poderá ter de dividir o feixe em múltiplos arcos.


Deve ter uma licença para criar planos conformacionais dinâmicos no Monaco.

Tem de escolher o tipo de feixe conformacional dinâmico na caixa de diálogo New IMRT Plan (Novo plano
de IMRT). Isto ativa algumas caixas de diálogo e campos nestas caixas de diálogo:

 New IMRT Plan (Novo plano de IMRT)


 Sequencing Parameters (Parâmetros de sequenciação)

Um feixe conformacional dinâmico distribui a dose prescrita através de um arco. Isto permite que o feixe
atinja uma boa cobertura do tumor e preserve o tecido adjacente.

 Coloque caminhos do arco de modo a que não estabeleçam uma intersecção com o órgão em risco
 Utilize a definição global Avoidance Structure (Fuga de estruturas) na caixa de diálogo Calculation
Properties (Propriedades de cálculo). Qualquer estrutura nas restrições de IMRT que tenha a “fuga”
ativada é evitada quando o arco estabelece uma intersecção com a mesma.

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 Não utilize a ferramenta de fuga; ao invés, coloque as funções de custo nas estruturas e ative-as. Se
tiver de evitar vários alvos ou estruturas, poderá dividir o feixe conformacional dinâmico em vários
arcos. O sistema permite-lhe selecionar uma largura de evitação para as estruturas, de modo a definir
a forma de abertura do MLC para cada aumento de ângulo na caixa de diálogo IMRT Calculation
Parameters (Parâmetros de cálculo de IMRT). O Monaco utiliza esta margem em torno das estruturas
e alvos para gerar aberturas do MLC.

DCAT semelhante à IMRT


A arcoterapia conformacional dinâmica (DCAT) e a radioterapia com intensidade modulada (IMRT) utilizam
múltiplas posições de feixes com posições do MLC individualmente moduladas para ajustar a dose ao tumor e
evitar a administração de dose às estruturas críticas. Diferem entre si em três aspetos importantes:
 A conformacional dinâmica trata em arcos. A IMRT trata em ângulos da gantry estática com
múltiplos segmentos por ângulo.
 A conformacional dinâmica utiliza unidades de monitorização iguais por grau de arco. A IMRT varia
as unidades de monitorização por segmento.
 A conformacional dinâmica utiliza constrangimentos firmes. Se uma estrutura tiver de ser evitada, ela
é absolutamente evitada. A IMRT permite doses parciais para estruturas evitadas.

Quando designa as estruturas-alvo e as estruturas de evitação, o Monaco gera as aberturas para as folhas do
MLC. Um mapa de intensidades gerado pelo Monaco acompanha a definição da abertura. Neste mapa:
 valor de 1 indica dose
 valor de 0 indica sem dose

A resolução do mapa de intensidades é de 1 mm na direção de deslocamento da lâmina do MLC. Dentro da


abertura, o Monaco define a área-alvo para 1, excetuando para áreas em que uma estrutura evitada se sobreponha ao
alvo. Em seguida, o Monaco define a área sobreposta para 0. A segmentação final produz um ou mais segmentos
por grau de arco para o feixe da terapia de arco conformacional dinâmica. O Monaco atribui estes segmentos ao
arco original ou a novos feixes em arco complementares.

Acerca dos feixes em arco


A ponderação total de todos os arcos equivale à ponderação especificada para o feixe conformacional
dinâmico (o que significa que a contribuição de dose de cada subfeixe em arco pode não ser constante). A
ponderação de cada arco é proporcional à percentagem da dose total administrada pelo feixe conformacional
dinâmico original.

O Monaco processa o feixe conformacional dinâmico como múltiplos arcos formados pelo MLC com a
abertura formada pelo MLC a variar consoante o ângulo da gantry do subfeixe. O Monaco gera a abertura em
cada alteração de 1° no ângulo à medida que a cabeça do MLC se desloca através do arco. Estas aberturas de
1° são as formas do MLC exportadas que são enviadas em intervalos especificados pelo utilizador para o
controlador do MLC da máquina de tratamento.

Cálculo da dose
O feixe conformacional dinâmico é um feixe rotativo com algumas características adicionais. Este tipo de
feixe pode ser descrito como:

 rotação da gantry em torno de um eixo rotativo mecânico


 administração da taxa da dose/unidade de monitorização constante durante a rotação da gantry

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

 forma de campo que varia durante a rotação da gantry


 eixo central mecânico que pode ser abrangido pela deslocação excessiva das folhas do MLC (se a sua
máquina o permitir)

O tratamento de arco dinâmico utiliza um feixe rotativo no qual as folhas do MLC se atualizam
continuamente durante a rotação da gantry para se ajustarem ao volume-alvo e, ao mesmo tempo, protegerem
quaisquer órgãos críticos. Para efeitos de cálculo e administração da dose, um tratamento conformacional
dinâmico pode equivaler aproximadamente à soma dos feixes SAD estáticos pouco espaçados com os MLC
definidos para se ajustarem a um tumor, protegendo preferencialmente os órgãos em risco.

O Monaco gera aberturas do MLC para cada 1° de arco. Não serão geradas quaisquer aberturas para ângulos
da gantry em que a abertura seja mais pequena do que o tamanho mínimo do campo quadrado equivalente
definido pelo utilizador. O feixe termina quando se atinge um ângulo da gantry em que a abertura seja mais
pequena que o tamanho mínimo do campo quadrado equivalente. Um novo feixe (arco) começará no próximo
ângulo da gantry em que a abertura seja maior que o tamanho mínimo do campo quadrado equivalente. No
final do cálculo da dose, o otimizador repondera o feixe original e quaisquer arcos para administrar a dose
prescrita.

Tenha em atenção que os ângulos de exportação/revisão e os ângulos do cálculo podem ser diferentes. O
Monaco irá interpolar entre dois ângulos de exportação/revisão, de modo a gerar as aberturas necessárias para
o cálculo da dose.

Diferentes partes do campo e paciente serão bloqueadas pelas folhas do MLC durante a rotação da gantry, à
medida que as posições relativas do tumor e das estruturas críticas mudam. Por este motivo, não se pode
utilizar um ponto de ponderação fixo (nas coordenadas do paciente ou do feixe) para o cálculo da dose. Por
conseguinte, utilizam-se pontos de ponderação virtuais para cada abertura (de uma forma semelhante aos
arcos assimétricos) durante o cálculo da dose e soma iniciais. Depois de calculada a contribuição de dose de
todas as aberturas, calcula-se a dose para o ponto de ponderação inicial especificado pelo utilizador e o feixe
é reponderado para administrar a dose prescrita. A reponderação tem em conta o requisito de que a dose tem
de ser administrada com uma MU/grau constante.

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Otimização da forma dos segmentos


A otimização da forma dos segmentos (SSO) é uma opção que pode selecionar para os planos DCA. O
objetivo da SSO consiste em refinar as formas dos segmentos e aplicá-la após a sequenciação inicial dos
segmentos. A otimização dos segmentos é executada para suprir as restrições de órgão em risco. É possível
que os segmentos otimizados nem sempre reflitam a forma do alvo. As características da SSO são:
 Aumento da qualidade do plano
 Diminuição do tempo de administração
 Diminuição do número de segmentos
NOTA: se marcar SSO para um plano de administração do arco conformacional dinâmico na caixa de diálogo
Sequencing Parameters: Dynamic Conformal Arc (Parâmetros de sequenciação: Arco conformacional
dinâmico), o plano resultante poderá não ser administrável porque a taxa de dose mínima é violada. A taxa de
dose mínima nunca é violada se a SSO não for marcada.

Taxa de dose constante


Agora, o modo de administração do arco conformacional dinâmico tem uma caixa de verificação Constant
Dose Rate (Taxa de dose constante) na caixa de diálogo Sequencing Parameters (Parâmetros de
sequenciação). Está selecionado o valor predefinido. Isto significa que o software está limitado à unidade de
monitor por grau de rotação da gantry constante.

Ao anular a seleção da caixa de verificação Constant Dose Rate (Taxa de dose constante), permite que o
software varie a unidade de monitor por grau de rotação da gantry.

A predefinição da opção Constant Dose Rate (Taxa de dose constante) é ON (Ativada). Esta seleção
encontra-se inativa e sombreada para todos os MLC suplementares (Apex, todos os micro MLC). Este
software não suporta a taxa de dose variável para MLC suplementares.

Funções de custo
O Monaco oferece um conjunto de funções de custo biológico e baseado na dose que calculam a penalidade
aplicável em caso de violação do constrangimento ou objetivo individual utilizado para otimizar o seu plano.

A maioria dos sistemas de IMRT utiliza a otimização sem constrangimentos. Com estes sistemas, o objetivo
clínico é formulado como metas que podem ser respeitadas, mas que não são cumpridas com rigor. A solução
global é um compromisso entre todos os objetivos de dose determinados nos alvos e órgãos em risco.

Em alternativa, o Monaco utiliza a otimização com constrangimentos. Todas as funções de custo que limitam
a dose são definidas como constrangimentos firmes que serão cumpridos enquanto a dose-alvo é maximizada
durante o processo de otimização. O conceito de otimização com constrangimentos torna irrelevantes funções
como a ponderação da importância, porque os constrangimentos de dose são sempre alcançados.

Modelo Target EUD (DUE alvo)


A função de custo Target EUD (DUE alvo) é um objetivo e é a função de custo obrigatória para todos os alvos.
Calcula a probabilidade de sobrevivência das células através do modelo Target EUD (DUE alvo) para a
probabilidade de controlo do tumor (TCP) com base no modelo linear-quadrático de resposta à dose. O modelo
linear-quadrático de resposta à dose é utilizado para o cálculo da dose uniforme equivalente (DUE).

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Target Penalty (Penalidade-alvo)


Esta função de custo é um objetivo (não um constrangimento). Não é uma função de custo necessária se
definir uma DUE alvo. Por comparação, a função Target Penalty (Penalidade-alvo) criará um gradiente de
dose progressivo depois de atingir o objetivo da dose-alvo. Se definir um objetivo-alvo, pode realizar a
otimização. A penalidade-alvo deriva da posição de que o isoefeito é um parâmetro físico derivado do DVH.

Modelo Serial (Série)


A função de custo Serial (Série) implementa o modelo de volume crítico de complicações em tecidos
normais. É o constrangimento preferido para órgãos em série. Avalia a integral dos danos causados ao órgão
pela dose administrada e é prescrito como uma dose uniforme equivalente. O modelo Serial (Série) é o
equivalente biológico de uma penalidade de dose máxima.

Modelo Parallel (Paralelo)


A função de custo Parallel Model (Modelo Paralelo) é o equivalente biológico do constrangimento de dose-
volume. É a função de custo preferida para os OARs paralelos. Implementa o modelo de volume crítico de
complicações em tecidos normais e avalia a integral dos danos causados ao órgão pela dose administrada.

Quadratic Overdose (Dose excessiva quadrática)


A função de custo Quadratic Overdose (Dose excessiva quadrática) é um constrangimento que define a dose
máxima para além da qual o optimizador implicará penalidades. O isoconstrangimento é o valor quadrático
médio (RMS) do excesso de dose para além da dose máxima prescrita. O RMS define a violação de dose
média tolerada. A Quadratic Overdose (Dose excessiva quadrática) limita a dosagem em excesso na estrutura
em que é aplicada. É utilizada mais frequentemente com o objetivo de DUE alvo para limitar os pontos
quentes no alvo. Sem uma função de custo que limite a dose, o objetivo de eliminação de células aumenta
forçosamente a dose para valores superiores à prescrição.

Quadratic Underdose (Dose inferior quadrática)


A função de custo Quadratic Underdose (Dose inferior quadrática) requer a introdução de uma dose mínima.
O isoconstrangimento é o valor quadrático médio (RMS) do défice de dose abaixo da dose mínima prescrita.
O RMS define a violação de dose média tolerada. Esta função de custo implementa uma penalidade
quadrática para a dosagem inferior. Como tal, implica que o seu volume seja um alvo. Este constrangimento
deverá ser gerido com cuidado: pode dar-se o caso de excluir uma solução viável do problema de otimização.
Se ocorrer um problema desses, este constrangimento é realçado como inviável.

Overdose DVH (DVH de dose excessiva)


A função de custo Overdose DVH (DVH de dose excessiva) é um constrangimento que equivale a um
constrangimento do DVH para um OAR. Requer que especifique a dose-limiar, para que o volume que receba
mais do que a dose-limiar esteja abaixo do isoconstrangimento especificado pelo utilizador (que é introduzido
como uma percentagem do volume total).

Underdose DVH (DVH de dose inferior)


A função de custo Underdose DVH (DVH de dose inferior) é um constrangimento que equivale a um
constrangimento do DVH para um alvo. Requer que especifique a dose-limiar, para que o volume que receba
menos do que a dose-limiar esteja acima do isoconstrangimento especificado pelo utilizador (que é introduzido
como uma percentagem do volume total). Esta função de custo é o espelho oposto da função de custo Overdose
DVH (DVH de dose excessiva). Pode dar-se o caso de esta função de custo não conseguir produzir uma solução
viável do problema de otimização. Se isso acontecer, este constrangimento é realçado como inviável.

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Maximum Dose (Dose máxima)


A função de custo Maximum Dose (Dose máxima) é um constrangimento que pode ser utilizado com alvos
ou OARs. Define uma dose máxima que não pode ser excedida. Esta função de custo não requer parâmetros
adicionais. O isoconstrangimento é a dose máxima tolerada que não será excedida em lugar algum no volume
em que é aplicada.

Conformality (Conformacionalidade)
A função de custo Conformality (Conformacionalidade) é uma função de custo híbrida. Esta controla tecido
normal não definido em vez de órgãos em risco. A função de custo Conformality (Conformacionalidade)
molda o volume de dose alta firmemente em torno de um ou mais volumes-alvo, sem ser demasiado restritiva
à dose ideal. A função de custo diminui a necessidade de definição de contornos e de funções de custo (Dose
excessiva quadrática) adicionais para controlar os níveis normais de dose no tecido.

IMRT: Controlos
Medidor de progresso da otimização
O medidor de progresso apresenta dinamicamente o progresso do otimizador. O progresso do otimizador é
medido ao comparar os gráficos dos efeitos relativos totais por repetição com os da folga complementar por
repetição para um número fixo de repetições.

O efeito relativo é uma indicação de quão fielmente os objetivos foram cumpridos. É a média de todos os
objetivos-alvo, ou seja, 1,0 indica que, em média, 100% das doses uniformes equivalentes (DUEs) prescritas
foram alcançadas.

A folga complementar é uma indicação do nível de desempenho dos constrangimentos; se a folga


complementar for zero, considera-se que o constrangimento foi cumprido. Os valores máximos de folga
complementar para todos os constrangimentos são incluídos na determinação da convergência (valores
negativos indicam folga). Quando o otimizador atinge a convergência ideal, a função de custo foi minimizada
e a folga complementar é zero (todos os constrangimentos foram cumpridos).

O grau de modulação é uma indicação de complexidade dos mapas de fluência utilizados no plano. A fórmula
para o grau de modulação é calculada para todos os feixes ou sequências e é definida da seguinte forma.

Grau de modulação = MU total / [Soma de (área por segmento x MU por


segmento)/Área de feixe total]
Para os planos conformacionais, não existe modulação nos campos, pelo que este valor será igual a um. Para
os planos de IMRT e VMAT, existe um grau de modulação (dependendo da complexidade do plano), pelo
que este valor será superior ou igual a um.

Vistas da fluência
O Monaco gera vistas da fluência que são apresentações visuais da intensidade de radiação (MU)
administrada para cada feixe. Um cursor de MU encontra-se disponível para visualizar as MU por feixe
pequeno ou segmento.

Pode utilizar as vistas da fluência para analisar um plano de IMRT com qualquer uma das seguintes
ferramentas:

 Sobrepor contornos anatómicos na vista da fluência.


 Sobrepor contornos da forma do segmento e contornos da folha na vista da fluência.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

 Dimensionar, mover, deslocar ou maximizar a janela com a vista da fluência.


 Tirar amostras dos valores MU.
 Imprimir qualquer vista da fluência.
 Percorrer os segmentos de feixes.

Dado que o modelo MLC Varian tem determinadas limitações físicas, é possível que alguns
feixes de IMRT tenham de ser divididos em diversos feixes secundários para administração.
Neste casos, o algoritmo de segmentação do Monaco criará feixes secundários com uma
divisão exata. Não se observam segmentos sobrepostos nem dissipação de segmentos. Se as
tolerâncias de transporte de um acelerador linear Varian estiverem demasiado frouxas, isto
AVISO pode gerar regiões de fluência quente ou fria ao lado da divisão. Certifique-se de que
submete o plano a um procedimento de QA antes da administração.

Planeamento 3D
O Planeamento 3D é uma funcionalidade sujeita a licença no Monaco. O Monaco suporta as opções de
administração 3D da gantry estática e da gantry dinâmica. Pode adaptar feixes 3D estáticos quando utiliza
colimadores de várias garras ou blocos e aberturas personalizados. O suporte total das cunhas de software,
físicas e motorizadas, inicia-se com a utilização do algoritmo de cálculo Collapsed Cone (Cone fechado).

Os feixes de eletrões só estão disponíveis para os feixes estáticos. São calculados com o algoritmo Electron Monte
Carlo.

Todos os requisitos de dados para a modelagem de feixes estão disponíveis através da sua equipa de físicos
regional de assistência ao cliente.

Figura 23: Separador Prescription (Prescrição) do Controlo do planeamento

O separador Prescription (Prescrição) do Controlo do planeamento é utilizado para simplificar os fluxos de


trabalho de planeamento 3D:

 Defina a intenção do médico - Rx ID (ID de Rx), Rx site (Prescrição de tratamento), Prescribe to


point (Prescrever até ponto), Rx dose (Dose de Rx), Number of fractions (Número de frações),
Fractional dose (Dose por fração).

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

 O pino minimizável mostra ou oculta os feixes atuais. Pode editar pesos de feixe antes ou depois do
cálculo quando introduz ou utiliza as barras de deslocamento. Isto tem uma opção para bloquear
pesos do feixe.
 Pese feixes por MU utilizada para planos de QA quando proceder a um novo cálculo com uma MU
específica. Permite uma verificação da dose se o tratamento for interrompido.
 Barra de reajuste - todo o reajuste do plano é processado aqui com as seguintes opções:
o Dose mín./máx./média para estrutura
o Dose at point (Dose no ponto)
o Relative isoline (Isolinha relativa)
o Absolute isoline (Isolinha absoluta)

Funcionalidades dos Planos 3D


Quando um plano 3D ou de Arco Estático 3D está ativo, pode:

 criar e editar feixes


 copiar e eliminar feixes
 criar e editar blocos/aberturas
 definir formas MLC
 selecionar e utilizar cunhas
 selecionar e utilizar cones estereotáticos
 introduzir valores da largura, comprimento e das garras
 fazer ajustes assimétricos e simétricos
 reajustar a dose
 mostrar dose para cada feixe após o cálculo em todas as vistas
 utilizar o algoritmo Collapsed Cone (Cone fechado) ou Monte Carlo com base no auxiliar do
tratamento
 criar um plano de QA somado

No caso dos planos de Arco Estático 3D, as Portas e os MLC que pode criar com Auto
Conform (Ajuste automático) serão adaptados até às extensões máximas da estrutura
AVISO visada ao longo do caminho do arco.

Todos os planos têm de ser validados em termos de correção por pessoal qualificado
antes da utilização clínica.
AVISO

Planeamento prospetivo de IMRT (Técnica 3D avançada)

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

O planeamento prospetivo de IMRT cria um plano de tratamento que utiliza ferramentas padrão de radioterapia
conformacional 3D. Isto permite-lhe criar segmentos manuais do feixe e pesar as MU de modo a obter uma
distribuição da dose homogénea. O responsável pelo planeamento examina a cobertura do volume alvo à
medida que os segmentos são criados e calculados para cada feixe. Esta modulação da intensidade simples
utiliza menos segmentos para cada feixe do que aqueles criados pelos algoritmos de IMRT de planeamento
inverso.

A utilização do planeamento prospetivo de IMRT é mais comum para planos de tratamento mamário, mas
pode ser utilizado sempre que seja útil.

O software utiliza ferramentas padrão de criação/edição de porta para a criação de feixes multissegmentados.
Pode também adicionar segmentos a um feixe no separador Segments (Segmentos) da caixa de diálogo
Prescription (Prescrição). As seguintes funções estão disponíveis neste separador: adicionar, copiar, eliminar,
editar e aplicar ponderação de MU aos segmentos.

Pode realizar estas tarefas com um feixe que tenha vários segmentos:

 Definir inserção das lâminas por segmento


 Definir posição das lâminas fechadas por segmento
 O botão Port Properties (Propriedades da porta) não está disponível
 Editar segmentos com a porta pela ferramenta de formas
 Dispor de um contorno portal guardado e várias aberturas de porta por segmento

A opção Snap Jaws to Port (Ajustar mandíbulas à porta) por segmento não está disponível para feixes com
vários segmentos.

A informação para o feixe ativo no separador Segments (Segmentos) está sempre sincronizada. Estão
incluídas todas as seguintes áreas do software:

 Beam Spreadsheet (Folha de cálculo de feixes)


 Barra de ferramentas Fluence (Fluência)
 Separador Prescription (Prescrição)
 Beam Visibility (Visibilidade do feixe)
 BEV
 T/S/C views (Vistas T/S/C)
 3D view (Vista 3D)
 REV
 Dose Reference Control (Controlo da referência de dose)

Características do planeamento prospetivo de IMRT para planos 3D


O objetivo do planeamento prospetivo num plano 3D é conseguir uma maior homogeneidade da dose do que a
alcançada com um feixe 3D de uma única porta. Quando o plano é calculado, pode realizar as seguintes ações:

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

 Utilizar as linhas de isodose no BEV para o ajudar a criar o novo segmento, que bloqueia o ponto
quente.
 Aplicar uma percentagem das unidades de monitor dos feixes ao segmento e calcular para atualizar a
distribuição da dose.
 Repetir o mesmo processo para o feixe seguinte.
 Após alcançar os objetivos do plano e o plano estar aprovado, pode exportá-lo.
 O campo de posição da mandíbula no controlo do feixe (folha de cálculo) é apenas de leitura.
 Adicionar, copiar, editar ou eliminar um segmento.

Todos os planos de arco 3D e 3D estático apresentam sempre, pelo menos, 1 segmento, mesmo que a
definição seja a mesma da extensão das aberturas da mandíbula. Não pode adicionar aberturas, blocos, cones
ou cunhas em liga de Lipowitz a feixes 3D com vários segmentos.

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Editar uma dose do feixe e regras de invalidação dos segmentos


Sempre que edita um feixe destas formas, remove a dose e os segmentos da prescrição:

 Modo de administração
 Unidade de tratamento para outra com modelo de MLC diferente
 Direção das sequências do arco: a dose e os segmentos são removidos apenas por arco, para arcos não
otimizados
 Incremento para sequências de arco: a dose é removida apenas por arco, para arcos não otimizados
 Comprimento do arco para sequências de arco: a dose é removida apenas por arco, para arcos não
otimizados
 Gantry para sequências de arco: a dose é removida apenas por arco, para arcos não otimizados
 Alterar as restrições de IMRT quando o otimizador está inativo
 Alterar um destes itens nos parâmetros de IMRT
 Margem de flash automático quando o otimizador está inativo
 Margem de superfície quando o otimizador está inativo
 Largura do feixe pequeno
 Margem alvo

O software remove a dose quando altera as seguintes propriedades do feixe:

 Algorithm (Algoritmo)
 Isocenter location (Localização do isocentro)
 Energy (Energia)
 TU to another with an identical MLC Model (TU para outra com um modelo de MLC idêntico)
 Gantry for non-arc beams (Gantry para feixes de não arco)
 Collimator (Colimador)
 Couch (Mesa)
O software remove a dose quando altera as seguintes propriedades para estruturas:

 Campos Force/Fill ED (Forçar/preencher DE)


 CT-to-ED files (Ficheiros TC-para-DE)

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

A dose é removida se alterar os seguintes parâmetros da dose:

 Grid Size (Tamanho da grelha)


 Calculate dose to Medium/Water (Calcular dose para meio/água)
 Statistical uncertainty/per plan/per CP (Incerteza estatística/por plano/por CP)
 Minimum CT number (Número de TC mínimo)

Funcionalidades das isolinhas


Estas são as características relacionadas com a forma como as isolinhas funcionam com a caixa de diálogo
Create/Edit Ports (Criar/editar portas):

 As edições feitas, que fazem com que o feixe perca a sua dose, não removem isolinhas no BEV
quando a caixa de diálogo Create/Edit Ports (Criar/editar portas) está aberta
 Quando a caixa de diálogo Create/Edit Ports (Criar/editar portas) é fechada, as isolinhas são
removidas do BEV se o plano deixar de ter uma dose válida.
 Quando é reaberta, a caixa de diálogo Create/Edit Ports (Criar/editar portas) apresenta as últimas
isolinhas válidas visíveis apenas no BEV, caso não sejam feitas alterações para remover a dose.

Frozen Dose (Dose congelada)


Frozen Dose (Dose congelada) é um estado que o Monaco atribui à dose guardada com um Plano Monaco
quando algo no modelo do paciente ou unidade de tratamento que afeta o cálculo da dose mudou desde que a
dose original foi guardada.
A dose congelada é a dose guardada que já não é atual. Ao carregar um plano com a dose congelada, pode
optar por manter a dose congelada ou recalcular. O recálculo utilizará as definições do modelo do paciente ou
da unidade de tratamento atuais e atualiza a dose congelada para a dose atual.
Para indicar que o plano está congelado, é apresentado um floco de neve junto aos planos com a dose
congelada no controlo do espaço de trabalho. Ao passar o cursor sobre o ícone da dose congelada no controlo
do espaço de trabalho, é apresentada uma descrição que indica o motivo por que o plano foi congelado.
Ao fazer determinadas alterações nas estruturas pertencentes a um conjunto de estudos, a dose do atual plano
ativo é removida e qualquer dose guardada para planos guardados para esse conjunto de estudos fica congelada.
As alterações a estes itens ao nível do conjunto de estudos causam uma dose congelada:

 Atribuição de ficheiros CT to ED (TC para DE)


 External Structure (Estrutura externa)
 Internal Structure (Estrutura interna) com densidade de eletrões
 Bolus (Bólus) (Atribuído)
 Couch (Mesa) (Atribuída)

Além disso, se estas definições da unidade de tratamento forem alteradas, a dose de todos os planos Monaco
5.10 que utilizem esta máquina modificada são congeladas:

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 MLC Dynamics (Dinâmica do MLC)


 MLC Geometry (Geometria MLC)
 MLC Leakage (Fuga MLC)
 Cone Model (Modelo de cone)

NOTA: apenas estas alterações específicas da unidade de tratamento provocam o congelamento da dose. A
dose é congelada para todos os planos (vários pacientes) que utilizam a(s) unidade(s) de tratamento
em questão. Os planos Monaco 5.0 e anteriores não são afetados pelas alterações da unidade de
tratamento.

A dose congelada não tem um DVH congelado. Quando a dose congelada é carregada, o DVH será para a
dose congelada com os volumes atuais do conjunto de estruturas, não aqueles que estavam presentes no
momento em que a dose foi congelada. Esta é uma limitação do Monaco porque apenas é guardada uma única
versão do conjunto de estruturas.

Pode, então, recalcular a dose de um plano congelado de modo a atualizá-lo para uma dose atual. Quando o
recálculo do plano fica concluído, pode guardá-lo para substituir a dose congelada ou guardar um novo plano
Monaco com a dose atual.

Existem 7 tipos de mensagens que surgem na descrição quando passa o cursor sobre um ícone congelado no
controlo do espaço de trabalho:

 CT-to-ED file Changed (Ficheiro TC para DE alterado)


 External Structure Changed (Estrutura externa alterada)
 Internal Structure Changed (Estrutura interna alterada)
 Bolus Changed (Bólus alterado)
 Couch Changed (Mesa alterada)
 Beam Model Changed (Modelo de feixe alterado)
 DICOM Structure ED Updated (DE da estrutura DICOM atualizada)

As informações na tabela que se segue fornece-lhe a mensagem no comentário da vista e relatório.

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Tabela 13: Mensagens e comentários ao relatório de planos compostos e QA Plans (Planos QA)
Planos compostos Planos de QA
Mensagem no ecrã: Base plan dose frozen Mensagem no ecrã: Frozen Dose (Dose congelada)
(Dose do plano base congelada)
Esta mensagem é apresentada nas seguintes Esta mensagem é apresentada nas seguintes vistas:
vistas:
 T/S/C  T/S/C
 3D  3D
 DVH  DVH
Comentário ao relatório: Base plan dose frozen Comentário ao relatório: Frozen Dose (Dose congelada)
(Dose do plano base congelada)

Pode criar planos compostos que utilizem os seguintes tipos de planos congelados:

 Bias (Viés)
 Summed (Somado)
 Subtracted (Subtraído)

Para planos Bias (Viés) com dose, se fizer alguma alteração ao conjunto de estudos para congelar a dose, a
dose dos planos Bias (Viés) baseados no mesmo conjunto de estudos modificado é congelada.

O sistema remove a dose dos planos XiO através da funcionalidade Get/Send (Obter/Enviar) ao fazer as
seguintes alterações:

 Atribuição de ficheiros CT to ED (TC para DE)


 External Structure (Estrutura externa)
 Internal Structure (Estrutura interna) com densidade de eletrões
 Valores da densidade de eletrões
 Adição de estruturas de mesa

Os planos DICOM importados funcionam da mesma forma que os planos Monaco.

Planos de QA
Quando são efetuadas alterações no conjunto de estudos que congelam o plano QA, o software permite-lhe
fazer planos QA com planos congelados.

No caso dos planos QA baseados no mesmo conjunto de estudos modificado, são congelados. Caso contrário,
os pIanos QA existentes permanecem no estado atual. Não congelam.

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A tabela que se segue mostra as condições que levam ao congelamento de um plano QA:

Tabela 14: Condições de congelamento do plano QA


Plano QA no mesmo Plano QA num conjunto de estudos
conjunto de estudos diferente
Plano QA existente Congelar plano Plano QA não congelado
Novo plano QA em dose congelada
Plano QA não congelado Plano QA não congelado
principal

Aprovação do plano
É mantido o mesmo estado de aprovação quando o plano é guardado. Tal indica-lhe se o plano e a dose
congelada estão aprovados.

Várias prescrições
No caso dos planos com várias prescrições, se alguma prescrição calculada tiver a dose congelada, o ícone de
floco de neve é mostrado pelo plano. Este plano não tem de ser calculado na íntegra.

Em caso de alteração das definições de MLC Dynamics (Dinâmica de MLC), MLC Geometry (Geometria de
MLC), MLC Leakage (Fuga de MLC) e dados de Cone Model (Modelo de cone) da máquina, o software
congela a dose dos planos, que inclui planos de várias prescrições.

As seguintes situações ocorrem quando remove uma dose congelada de um plano carregado:

 Se uma prescrição congelada for modificada, a dose é invalidada para todas as prescrições.
 Se existir um plano de dose congelada parcialmente calculado e o utilizador calcular qualquer
prescrição não calculada, as doses anteriormente congeladas são removidas.
 Se uma prescrição for adicionada ou eliminada de um plano de dose congelada, a dose é removida.

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Planos da dose de enviesamento


Pode ter em consideração a dose anteriormente administrada a um paciente (dose de viés) utilizando-a
durante o processo de otimização de um novo plano.

Qualquer plano que importar para o Monaco com dose pode ser utilizado como um plano de dose de
enviesamento. Tal inclui, mas não se limita, aos seguintes tipos de plano:

 XiO
 ERGO
 Plano Gama (10.0 ou posterior)

Pode também escolher um plano Monaco com dose válida para usar como um contribuidor para a dose de
viés durante a otimização de um novo plano. Para criar um plano de dose de viés, clique com o botão direito
do rato em Workspace Controlo (Controlo do espaço de trabalho) e escolha a opção “New Bias” (Novo viés).
Abre-se a caixa de diálogo do modelo. Isto permite-lhe selecionar um modelo de plano para o novo plano.
Depois de o modelo ser carregado, pode começar a criar o plano composto.

Pode ativar ou desativar a otimização no separador IMRT Prescription Parameters (Parâmetros de prescrição
de IMRT) (ver Figura 24).

Figura 24: Separador IMRT Prescription Parameters (Parâmetros de prescrição de IMRT): Bias
Contribution (Contribuição do viés): 7fldprostate

Para visualizar a Bias Dose (Dose de viés) enquanto otimiza o novo plano, ative/desative a dose a partir do
Beam Visibility Control (Controlo de visibilidade do feixe). Isto também atualiza os dados estatísticos do

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DVH. Pode visualizar “Optimized Dose” (Dose otimizada) ou “Total Optimized Dose” (Dose total otimizada)
durante o processo de planeamento para rever as doses DVH do plano composto ou atual.

O relatório de plano composto irá incluir a informação do Plano de dose de enviesamento no cabeçalho do
relatório.

Existem duas opções para guardar o plano composto concluído: com ou sem as doses de base. Se guardar o
plano com as doses de base, pode recolher todo o plano composto para visualização posterior. Porém,
qualquer plano de QA posterior irá apenas incluir os novos segmentos de plano e as informações sobre
dosagem.

Uma segunda opção para a otimização com uma contribuição da dose de viés consiste em criar um plano de
prescrição múltiplo.

Para criar um plano de prescrição múltiplo, aceda ao separador Prescription (Prescrição) do plano que deseja
utilizar como o contribuidor do viés e clique no botão “Add Rx” (Adicionar prescrição). Surge a caixa de
diálogo New Plan Template (Novo modelo de plano) e a predefinição é a opção “Import beams into new Rx”
(Importar feixes para nova prescrição).

O Monaco apresenta como predefinição Rx B (Prescrição B) como a prescrição ativa na interface do


planeamento, para que possa iniciar o planeamento nesta próxima fase de tratamento. Os controlos de
planeamento são utilizados para refletir a prescrição ativa (ID de Rx) selecionada pelo utilizador.

O separador IMRT Prescription Parameters (Parâmetros de prescrição de IMRT) enumera todas as ID de


prescrições disponíveis para a contribuição para o enviesamento. (consulte a Figura 25).

Figura 25: Separador IMRT Prescription Parameters (Parâmetros de prescrição de IMRT): Bias
Contribution (Contribuição para o enviesamento): RxA

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Planos do cone estereotático


Pode criar planos do cone estereotático para a radiocirurgia estereotática. Para criar planos do cone
estereotático, a sua instalação tem de possuir licença para planos 3D.

Para iniciar um plano do cone estereotático:

 Crie um plano 3D ou um plano de arco estático 3D e selecione um tipo de máquina adequado


 Edite os feixes na vista Beam Spreadsheet (Folha de Cálculo Feixe) ou 2D/3D

Pode alterar alguns parâmetros na caixa de diálogo Settings (Definições):

 Para alterar as preferências gráficas, como o desvio ou a representação 3D, utilize o separador
Graphical Preferences (Preferências gráficas).

Para descrever os seus modelos de cone para a exportação DICOM, utilize o separador Stereo Cones Parameter
(Parâmetro do cone estereotático) da caixa de diálogo Setup (Configuração).

Planos de eletrões
Pode criar um plano de eletrões se a sua instalação tiver licença para o planeamento 3D e Monte Carlo com
eletrões.

Para utilizar uma máquina de eletrões, deve utilizar a Treatment Unit Store para importar a máquina de
eletrões para a sua clínica. Necessita de permissões de médico para criar Unidades de Tratamento. Torna-se
necessário criar um mapa para a unidade de tratamento antes de poder selecioná-la. Consulte o Anexo C para
informações adicionais.

Os feixes de eletrões podem ser SSD ou SAD. Tem de se certificar de que a sua máquina de tratamento tem
aprovação SSD suficiente antes de calcular a dose e exportar o plano.

Aplicadores
Os feixes de eletrões incluem automaticamente um aplicador de eletrões. Pode alterar o aplicador de eletrões
no separador Treatment Aids (Auxiliares de tratamento) da folha de cálculo Beam (Feixe). Pode conservar o
aplicador de eletrões com o modelo do plano.

Modelos MONACO® apenas aplicador de eletrões quadrado ou retangular. Os cantos arredondados dos
aplicadores de eletrões das máquinas Varian ou Siemens não são explicitamente modelados.

Não pode calcular a dose sem a abertura dos eletrões, à exceção dos planos de QA. Pode calcular a dose para
os aplicadores de eletrões sem uma abertura personalizada para o plano QA.

Possibilidade de ferimentos graves se um paciente for colocado em contacto à força


com um aplicador de eletrões. No caso de todos os feixes de eletrões, o Monaco verifica
se a distância da fonte à pele ao longo do eixo central e dos quatro cantos do aplicador
AVISO
é igual ou superior à distância da fonte ao aplicador. Se a verificação falhar, o cálculo
da dose e a exportação do plano são desativados. Contudo, esta verificação não é, em si
mesma, adequada para garantir a segurança do paciente. Por conseguinte, devem ser
tomadas precauções durante a configuração clínica do paciente para garantir que não
ocorrem colisões. Contudo, esta verificação da distância do eixo central não é, em si

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

mesma, adequada para garantir a segurança do paciente. Por exemplo, o último


raspador de um aplicador de 25 x 25 cm situa-se, geralmente, a 95 cm da fonte, sendo
que a sua extremidade exterior se situa habitualmente a cerca de 15 cm do eixo
central. Se a superfície anterior do paciente fosse plana, e no caso da utilização de um
aplicador de 25 x 25 cm num ângulo da gantry de 45° com uma distância da fonte à
pele de 100 cm, a extremidade do aplicador seria de 7,1 cm no interior do paciente
(15 cm * sin(45°) – (100 cm – 95 cm) * sin(45°)). Por conseguinte, devem ser tomadas
precauções durante a configuração clínica do paciente para garantir que não ocorrem
colisões.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

O Monaco modela o campo aberto (abertura padrão) de um aplicador de eletrões como


um retângulo perfeito. Este modelo é adequado no caso da maioria dos ensaios
dosimétricos e, como tal, os cálculos de campo aberto são autorizados no modo de QA.
AVISO
Contudo, no caso do planeamento do tratamento, o cálculo da dose está desativado
exceto se existir disponível uma abertura específica do paciente. O motivo para isto é o
facto de a abertura padrão de um aplicador de eletrões à venda no mercado ter
habitualmente cantos arredondados que fazem com que o campo de radiação não seja
verdadeiramente retangular. Caso se pretenda utilizar uma abertura padrão num
plano de tratamento, a forma correta deve ser introduzida no sistema, tal como sucede
com qualquer outra abertura de eletrões utilizada para tratar um paciente.

Se a abertura distal do seu aplicador de eletrões tiver cantos arredondados, defina


uma porta personalizada para evitar sobrestimar a dose nos cantos do campo.
AVISO

Aberturas
Os planos de eletrões só podem ter uma abertura para cada feixe. Pode alterar a abertura na caixa de diálogo
Create/Edit Ports (Criar/editar portas).

 Especifique o material e a espessura da abertura durante a modelação do feixe. O MONACO®


calcula a dose com base na pressuposição de que o material e a espessura são idênticos aos registados
no momento da modelação do feixe. Se fizer uma abertura na clínica e utilizar diferentes materiais ou
diferentes espessuras do mesmo material, podem ocorrer erros significativos na forma e distribuição
da dose e nas unidades de monitorização calculadas.
 As aberturas não podem ser maiores do que os limites do aplicador de eletrões. Pode utilizar a opção
Cut Aperture at Applicator Limits (Cortar abertura nos limites do aplicador) na caixa de diálogo
Edit Ports (Editar portas). Esta opção corta automaticamente a abertura na extremidade do aplicador
de eletrões. Caso mantenha a opção desmarcada, o MONACO® não calculará a dose se o tamanho da
abertura for superior aos limites do tamanho.

O Monaco calcula a dose pressupondo que o material e a espessura do encaixe de


eletrões específico do paciente são idênticos aos utilizados quando o feixe de eletrões
foi modelado. No caso de uma abertura ser criada clinicamente utilizando outros
AVISO
materiais, ou uma espessura diferente do mesmo material, podem ocorrer erros
significativos a nível tanto da forma da distribuição da dose como das unidades de
monitorização calculadas.

O Monaco não permite o cálculo da dose para uma abertura de eletrões especificada
pelo utilizador, exceto se todos os pontos que definem a abertura se situarem dentro
dos limites do campo do aplicador de eletrões.
AVISO

QA da IMRT
Pode utilizar a QA da IMRT para aplicar o seu plano de tratamento (assim como os feixes e segmentos
individuais) a um fantoma definido pelo utilizador. Dá-lhe a possibilidade de comparar os dados medidos

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

com os dados calculados utilizando configurações de feixes clínicos. Para utilizar esta atividade, tem de ter
um plano Monaco guardado com dose calculada.

O termo fantoma refere-se a um conjunto de estudos baseado em imagens que se destina a ser utilizado para
efeitos de QA. Consiste normalmente em exames de TAC de material equivalente a um bloco de água ou
dispositivos de QA mais elaborados à venda no mercado utilizados para o QA por paciente.

No âmbito do modo QA, pode utilizar um dos seguintes modos:

 Modo composto (original), em que todos os feixes/sequências do plano são aplicados ao fantoma
selecionado na geometria original do plano do paciente.
 Modo nominal, em que todos os feixes/sequências são repostos para a posição da gantry nominal
predefinida.

Figura 26: Janela IMRT QA (QA da IMRT)

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Tabela 15: Descrições dos campos da janela IMRT QA (QA da IMRT)


Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
1 Informação do Mostra o nome do paciente, o conjunto de estudos, o nome do plano, o nome da
paciente máquina e o nome da estação de trabalho.
2 Menu Principal Opções de menu para a atividade de simul. de TAC.
3 Barras de As barras de ferramentas variam para cada atividade.
ferramentas
4 Controlo do O controlo do espaço de trabalho permite-lhe:
espaço de
trabalho  Carregar vários conjuntos de estudos ou planos.
 Carregar conjuntos de estudos principais e secundários.
 Descarregar conjuntos de estudos principais e secundários.
 Criar novos planos de Sim. e de IMRT.
 Ver informações DICOM para cada conjunto de estudos.
 Criar planos de soma ou subtração.
 Recalcular planos DICOM.
5 Controlo de Permite-lhe definir os feixes visíveis no plano.
visibilidade do
feixe
6 Paleta de feixe Permite-lhe configurar as definições de cada feixe.
7 Controlo de Permite-lhe controlar a visibilidade das estruturas no plano.
estruturas

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

QA Dinâmico
Pode adicionar um feixe Dinâmico de QA a um plano QA. Um feixe Dinâmico de QA move dinamicamente
os MLC com ou sem uma garra em X de backup final. Existem dois pontos de controlo, início e fim, e o
campo é moldado como uma barra. Um feixe Dinâmico de QA permite que um utilizador:

 Exporte o feixe Dinâmico de QA para testar a capacidade de administração de um feixe Dinâmico de MLC.
 Exporte a dose do feixe Dinâmico de QA para testar a distribuição da dose MLC dinâmico do sistema
de planeamento contra uma fonte exterior.
 Avalie o efeito dos detalhes do canto da garra do MLC em distribuições dinâmicas da dose MLC para
ajustar os parâmetros de fuga do canto.
 Os feixes Dinâmicos de QA apresentam um único segmento onde as lâminas formam uma pequena janela
que desliza da esquerda para a direita. Na folha de cálculo de feixes, as colunas Width (Largura) definem
onde começa e termina a janela. A coluna Width 1 (Largura 1) define onde começa a extremidade
esquerda da janela e a coluna Width 2 (Largura 2) define onde termina a extremidade direita da janela.
 No caso das colunas Width (Largura), os limites usam uma linha de número modificado na qual os
valores diminuem à medida que as lâminas se aproximam do eixo central. Os valores aumentam,
então, à medida que as lâminas se afastam do eixo central. No caso das lâminas da esquerda, um valor
negativo indica que as lâminas se situam do lado direito do eixo central e as lâminas da direita
situam-se no lado esquerdo do eixo central.

Nos feixes Dinâmicos de QA definidos para “MLC Only” (Apenas MLC), os limites da largura utilizam estes
cálculos:

 Máx.: Deslocação excessiva da lâmina + Largura da janela


 Mín.: -(Max PJaw Overtravel) - Deslocação excessiva máx. da mandíbula P, negada.

Nos feixes Dinâmicos de QA definidos para “Jaws and MLC” (Mandíbulas e MLC), os limites da largura
utilizam estes cálculos:

 Máx.: PJaw Overtravel (Deslocação excessiva máx. da mandíbula P) + Jaw Trailing Distance
(Distância de arrasto da mandíbula) + Window Width (Largura da janela)
 Ou, se a deslocação excessiva da lâmina for inferior à deslocação excessiva máx. da mandíbula P,
utiliza-se o mesmo cálculo que “MLC Only” (Apenas MLC)
 Mín.: (Max PJaw Overtravel) - Deslocação excessiva máx. da lâmina P, negada.
 A funcionalidade de arrasto da mandíbula só está disponível quando o tipo de campo está definido
para Jaws and MLC (Mandíbulas e MLC). Jaws and MLC (Mandíbulas e MLC) só está disponível
para máquinas que conseguem mover as mandíbulas P em sequência. Este valor define quanto as
mandíbulas se devem arrastar atrás das lâminas enquanto se deslocam da esquerda para a direita. Se o
arrasto das mandíbulas não estiver disponível, o campo está desativado e não pode editá-lo.

Navegação
Atalhos de teclado
Estão disponíveis os seguintes atalhos de teclado para o Monaco.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

Tabela 16: Atalhos de teclado

Todas as atividades
Guardar os dados do paciente Ctrl + S
Anular a última ação de edição de bloco ou contorno Ctrl + Z
Cortar o contorno selecionado Ctrl + X
Copiar o contorno selecionado Ctrl + C
Colar o contorno cortado ou copiado Ctrl + V
Sair do Monaco Ctrl + Q ou Alt +
F4
Imprimir o DRR BEV Ctrl + P
Abrir a ajuda online F1
Visualizar a imagem superior/inferior seguinte Page Up/Page
Down
Mais zoom + do teclado
numérico
Menos zoom - do teclado
numérico
Imprimir ecrã completo Ctrl + Prnt Scrn
Imprimir janela ativa apenas para a área de transferência Ctrl + Alt +
PrntScrn
A ti vi d a de s Pl an ni ng ( Pl a ne a m en to )
Exportação DICOM Ctrl + E
Iniciar um novo plano Ctrl + N
Fechar um plano Ctrl + W
Eliminar planos Ctrl + D
Abrir um paciente Ctrl + O
Copiar os contornos selecionados para a imagem Ctrl + Page Up
superior/inferior (copiar superior)
Ctrl + Page Down
(copiar inferior)
Eliminar o último ponto ou secção do contorno desenhado Tecla de
retrocesso
Eliminar um objeto de porta ou contorno selecionado Eliminar
Remover a estrutura atualmente selecionada do conjunto de Shift + Delete
estudos
Abandonar uma operação incompleta de edição ou desenho Esc

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento)

Aumentar o valor do raio-guia  ou  ou >


Reduzir o valor do raio-guia  ou  ou <

Ca m po d e vi s ã o d a s al a
Alternar modo de ecrã completo F
Mostrar cobertura da mesa U
Ocultar cobertura da mesa I
Alternar desenho da cobertura da mesa como linhas O
Alternar desenho da cobertura da mesa como pontos P
Alternar visibilidade da gantry G
Alternar visibilidade das decorações D
Alternar ativação/desativação dos lasers da sala L
Alternar ativação/desativação dos eixos A
Comando Atalho
Percorrer segmentos na Fluence View (Vista de fluências) Ctrl + setas
direita/esquerda

Utilizar o botão direito do rato


Muitas funções encontram-se disponíveis através do menu de atalhos e apenas algumas se encontram
exclusivamente disponíveis através deste método [por exemplo, Print (Imprimir)]. Para aceder ao menu de
atalhos, clique no botão direito do rato. É apresentada uma lista com as opções disponíveis. Estas opções são
alteradas consoante a atividade em curso.

Utilizar a roda de deslocamento do rato


Se tiver um rato com roda de deslocamento, pode clicar com o botão esquerdo do rato numa janela
transversal, sagital, coronal ou oblíqua para ativar a mesma. Utilize a roda de deslocamento do rato para
percorrer as imagens.

Navegar em imagens T/S/C


Para percorrer imagens coronais, mantenha premido o botão esquerdo do rato e arraste a barra T/linha azul-
turquesa na janela sagital ou transversal. O Monaco atualiza automaticamente a imagem coronal à medida que
a barra T/linha é deslocada.

Para percorrer imagens sagitais, mantenha premido o botão esquerdo do rato e arraste a barra T/linha amarela
na janela coronal ou transversal. O Monaco atualiza automaticamente a imagem sagital à medida que a barra
T/linha é deslocada.

Este método de navegação aplica-se a todas as imagens, incluindo as imagens transversais.

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Capítulo 3: Atividade Planning (Planeamento) Manual do Utilizador do Monaco®

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 4: Atividade Image Fusion (Fusão de imagens)

Capítulo 4: Atividade Image Fusion (Fusão de imagens)


Em geral, o termo fusão de imagens descreve o processo de combinação de informações de um único paciente
a partir de diversas modalidades de imagiologia. A fusão de imagens permite tirar partido dos pontos fortes
das diferentes modalidades na delimitação do alvo e de estruturas críticas.

A chave para a fusão de imagens é o alinhamento dos dois conjuntos de estudos. Um conjunto de estudos é
designado o conjunto de estudos principal. O conjunto de estudos principal é composto por imagens baseadas
em TAC, que servirão de comparação para o registo e, posteriormente, para o cálculo da dose. O outro
conjunto de estudos corresponde ao conjunto de estudos secundário. O conjunto de estudos secundário é
composto por imagens baseadas em TAC, RM ou TEP que são manipuladas durante o processo de
alinhamento. O resultado do processo de alinhamento é designado por registo (isto é, o conjunto de dados que
contém todas as informações necessárias para alinhar dois conjuntos de estudos).

Quando o registo resultante é aceite, os conjuntos de imagens são considerados fundidos. Os conjuntos de
estudos principais e secundários podem agora ser apresentados em simultâneo no Monaco.

Os principais componentes do ecrã de fusão de imagens são os seguintes:

Figura 27: Janela Image Fusion (Fusão de imagens)

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Capítulo 4: Atividade Image Fusion (Fusão de imagens) Manual do Utilizador do Monaco®

Tabela 17: Descrições dos campos da janela Image Fusion (Fusão de imagens)
Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
1 Menu Application Opções do menu principal para o Monaco.
(Aplicação)
2 Informação do Mostra o nome do paciente, o conjunto de estudos e o nome do plano.
paciente
3 Barras de As barras de ferramentas variam para cada atividade.
ferramentas
4 Controlo do O controlo do espaço de trabalho permite-lhe:
espaço de trabalho
 Carregar vários conjuntos de estudos ou planos
 Carregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Descarregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Criar novos planos de Simul. e de IMRT
 Ver informações DICOM para cada conjunto de estudos
 Criar planos de soma ou subtração
5 Vistas Cada janela contém uma vista em separado. As opções de vistas incluem:
 Sagital, coronal, transversal, oblíqua
 3D
 Lado a lado
6 Controlo de Permite-lhe controlar a visibilidade das estruturas no plano.
estruturas
7 Controlo do O Controlo do planeamento permite-lhe fazer alterações em:
planeamento
 Feixes
 Estruturas
 Prescrição
 Restrições
 Pontos de referência de dose

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 4: Atividade Image Fusion (Fusão de imagens)

Registo por pontos


O registo por pontos pode ser realizado entre imagens de TC, IRM e PET. Quando 2 ou mais conjuntos de
imagens são importados para o mesmo paciente, pode fundir os conjuntos de imagens importados para uma
melhor visualização. Isto permite-lhe verificar a correspondência visualmente, com as informações da
imagem e as posições do ponto.

Estas são as características do registo por pontos:

 Posicione os marcadores emparelhados nos conjuntos de imagens TC e RM de modo a ser possível


identificar as sementes ou marcadores
 Visualize o ponto de TC que pertence ao ponto de RM emparelhado
 Registe um conjunto de imagens RM num conjunto de imagens TC e visualize os pontos fiduciários
em cada conjunto de imagens

Pode marcar um número ilimitado de pontos, ainda que seja habitual utilizar 5 a 20 pares de pontos. Os
marcadores primário e secundário são distinguidos por cores.

Pode iniciar ou reiniciar o registo por pontos em qualquer altura para adicionar pontos. São necessários pelo
menos 3 pares de pontos para iniciar um registo por pontos. Uma tabela dos pontos emparelhados que inclui
nome, posição, distância e outros atributos ajuda-o a seguir os pontos nas vistas. Ambos os conjuntos de
pontos são visíveis na vista de fusão, de modo a que as respetivas posições relativas possam ser revistas.

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Capítulo 4: Atividade Image Fusion (Fusão de imagens) Manual do Utilizador do Monaco®

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)

Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)


A atividade Plan Review (Revisão do plano) funciona como uma aplicação de revisão para radiação em
oncologia. Permite rever, comparar e aprovar planos de tratamento que tenham sido gerados no Monaco ou
noutro sistema de RTP. Esta atividade permite visualizar as disposições de feixes, histogramas dose-volume e
distribuições de dose sobrepostos em dados de TAC volumétricos. A atividade Plan Review (Revisão do
plano) está disponível apenas para os planos com uma dose calculada. Estão também disponíveis pontos de
interesse e marcadores para utilização nesta atividade.

Revisão do plano
A Figura 28 identifica os componentes principais do ecrã quando inicia o programa e este apresenta mais de
um plano de tratamento.

Figura 28: Janela Plan Review (Revisão do plano)

Tabela 18: Descrições dos campos da janela Plan Review (Revisão do plano)
Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
1 Menu Application (Aplicação) Opções do menu principal para o Monaco.
2 Informação do paciente Mostra o nome do paciente, o conjunto de estudos e o nome do plano.
3 Separador Planning Barras de ferramentas disponíveis para a atividade de revisão do plano.
(Planeamento)

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Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano) Manual do Utilizador do Monaco®

Nú m er o Ca m po De s cri ç ão
4 Controlo do espaço de trabalho O controlo do espaço de trabalho permite-lhe:
 Carregar vários conjuntos de estudos ou planos
 Carregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Descarregar conjuntos de estudos principais e secundários
 Criar novos planos de Simul. e de IMRT
 Ver informações DICOM para cada conjunto de estudos
 Criar planos de soma ou subtração
5 Imagens de TAC As imagens podem ser apresentadas em qualquer uma das janelas.
6 Histograma dose-volume Mostra o histograma dose-volume (DVH) do plano.
7 Visibilidade das estruturas Lista todas as estruturas no paciente carregado. Cada estrutura é
apresentada na cor do respetivo contorno.
8 Controlo da isodose Permite-lhe ver a variação da dose através do espetro de cores.
9 Controlo de visibilidade do Permite-lhe definir os feixes visíveis no plano.
feixe
10 Controlo do planeamento O Controlo do planeamento permite-lhe introduzir alterações nos
feixes, estruturas, prescrição, constrangimentos e pontos de referência
da dose.

Navegação
Atalhos de teclado
Estão disponíveis os seguintes atalhos de teclado na revisão do plano.

Tabela 19: Atalhos de teclado Plan Review (Revisão do plano)


Co ma n d o A tal h o
Mais zoom + do teclado numérico
Menos zoom - do teclado numérico
Mostrar a medição da
dose e as coordenadas Shift + botão Volume Cursor (Cursor de volume)
Apresentar a imagem No indicador de plano de referência, clique na caixa T (transversal), S (sagital) ou C
superior/inferior (coronal). Utilize as teclas Page Up e Page Down para apresentar a imagem.
Mover o cursor de dose Quando o cursor de dose de referência for apresentado no gráfico do DVH, clique no
quente (vermelho) DVH e arraste o cursor com o rato.
Mover o cursor de dose Quando o cursor de dose de referência for apresentado no gráfico do DVH, clique no
fria (azul) DVH e arraste o cursor com o rato.

Botão direito do rato


Existem várias funções que apenas estão disponíveis através dos menus do rato. Estas funções incluem:

 Print (Imprimir)
 Maximize/restore (Maximizar/Restaurar)

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)

Para aceder aos menus do rato, mova o cursor dentro de um dos quadrantes e, em seguida, clique com o botão
direito do rato. É apresentada uma lista das opções disponíveis para o quadrante selecionado. Estas opções
são alteradas consoante a atividade em curso.

Modos de plano único e de vários planos


É possível abrir um ou mais planos na revisão do plano para analisar as disposições de feixes e as
distribuições da dose.

No modo Single Plan (Plano único), a dose global máx. do plano aparece na barra de tarefas ao lado do
número do documento. Em planos de diferença, este número é a diferença global máx.

No modo Multiple Plan (Vários planos):

 Está disponível apenas um controlo da isodose. O controlo específico depende do plano ativo.
 Pode utilizar os menus pendentes nas janelas de visualização para mostrar visualizações de plano
diferentes no DVH.

Compreender as limitações da revisão do plano


Os planos de tratamento de um paciente são selecionados num diretório de planos disponíveis para revisão.
Os planos seguintes não podem ser utilizados com o Monaco:

 2D  Campo irregular
 Estereotático com cones  Braquiterapia
A revisão do plano permite subtrair e adicionar planos com modalidades diferentes e
estados de heterogeneidade de cálculo diferentes. Por exemplo, um plano homogéneo
pode ser adicionado ou subtraído de um plano heterogéneo.
AVISO

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Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano) Manual do Utilizador do Monaco®

Soma e subtração de planos


Pode criar planos de soma ou subtração com o controlo Workspace (Espaço de trabalho):

 Selecione dois planos no controlo Workspace (Espaço de trabalho).


 Clicar com o botão direito num dos planos selecionados.
 Selecionar a partir da lista de opções de soma ou subtração disponíveis.

Para planos baseados em vários conjuntos de estudos, a soma ou subtração ocorre no conjunto de estudos
selecionado.

É possível somar vários planos em simultâneo. É possível subtrair apenas dois planos em simultâneo.

É possível somar planos com uma dose válida, como parte do mesmo conjunto de estudos. É possível somar os
planos, desde que estes sejam importados com uma dose válida. Estão disponíveis os seguintes tipos de plano
para soma:

 Monaco
 Todos os planos suportados por DICOM Import (Importação DICOM)

Quando os planos são somados, as dimensões da grelha de cálculo para a nova grelha são determinadas pela
soma da extensão máxima das grelhas de cálculo do plano em causa.

A ID do plano para o plano de soma será “Plano1 + Plano2” (em que Plano1 e Plano2 são os nomes dos
planos em causa). Esta ID é utilizada para todos os relatórios do plano de soma e para identificar as janelas de
gráficos do plano de soma, incluindo o DVH.

NOTA: quando cria planos de soma, o Monaco tenta juntar as grelhas de dose. Tenta encontrar o mesmo
tamanho da grelha em todas as três direções da grelha (X,Y,Z). A sequência do plano pode causar
uma pequena diferença na grelha de dose que cria. Por este motivo, a amostra da dose pode resultar
em pequenas diferenças para um ponto específico. As alterações no isocentro podem afetar os
pontos de dose quando o Monaco cria a grelha de dose de soma. Exemplo: podem ocorrer pequenas
diferenças na dose quando o Monaco soma Plano1 + Plano2 versus quando soma Plano2 + Plano1.

É possível editar as propriedades da estrutura que não afetam a dose na lista de controlo de estruturas. As
propriedades deverão incluir a cor e a representação.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)

O plano de soma só está disponível na revisão do plano. Os planos de soma não são
guardados. Guardar um plano de soma e disponibilizá-lo em outras atividades pode
apresentar os seguintes riscos:
AVISO
Se o plano de soma for guardado e disponibilizado no planeamento, a prescrição não
será válida para o plano resultante.
Se guardar o plano de soma na revisão do plano, este aparece no controlo do espaço
de trabalho com o ícone + junto ao mesmo. A exportação DICOM não conseguirá
separar corretamente as duas fases de tratamento.
Se a extensão da grelha de dose dos dois planos não for idêntica, é apresentada uma
mensagem de aviso. A dose só será somada se as matrizes de doses do plano em causa
se sobrepuserem. Se as matrizes de dose em causa e a região de sobreposição não
AVISO
forem claramente indicadas, o utilizador pode assumir incorretamente que uma
região ou órgão recebeu uma dose menor do que a que realmente recebeu.

Quando acede à Plan Review (Revisão do plano), a resolução e a largura do compartimento predefinidas do
DVH são retiradas do primeiro plano carregado. Todos os planos de soma ou outros carregados no modo
“Review Multiple Plans” (Rever vários planos) irão utilizar estas predefinições.

Histograma dose-volume
O Monaco fornece um histograma dose-volume (DVH) de cada estrutura contornada em duas ou mais
imagens transversais. O DVH resume as informações de distribuição da dose pelo tecido normal e pelos
tumores. Localiza-se sempre no quadrante superior direito da área de imagem.

O diagrama apresentado no quadrante superior direito apresenta um histograma para cada estrutura elegível
no(s) plano(s) de tratamento. Este histograma representa graficamente a distribuição da dose face aos
volumes de tumores e estruturas.

Figura 29: Exemplo de histograma dose-volume (DVH)

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Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano) Manual do Utilizador do Monaco®

Os histogramas dose-volume são representados graficamente como histogramas cumulativos e não diferenciais
que apresentam o volume total para cada estrutura definida no paciente. O DVH cumulativo apresenta o
volume de uma estrutura que irá receber uma dose específica ou superior. Os DVH são criados através da soma
do número de pontos de dose desde a dose elevada até à dose baixa. Este método adiciona o número de pontos
de dose no compartimento da dose mais elevada aos pontos no compartimento da dose mais elevada
imediatamente a seguir (inferior). Em seguida, adiciona este total aos pontos de dose no compartimento da
dose mais elevada imediatamente a seguir e assim sucessivamente. Assim, no DVH cumulativo, os volumes
das doses mais elevadas serão sempre inferiores ou iguais aos volumes das doses mais baixas.

A apresentação do DVH é afetada pelas estruturas selecionadas. O controlo de estruturas anatómicas lista
todas as estruturas anatómicas designadas no plano e o utilizador poderá apresentá-las todas ou, no mínimo,
uma estrutura.

Para todas as apresentações do DVH em dose absoluta, a escala do eixo X é determinada através do seguinte
método: A granularidade da escala do eixo X é definida como a potência de 10, que é uma ordem de grandeza
menos do que a da dose máxima. O intervalo do gráfico será de 0 até ao múltiplo mais próximo da
granularidade que exceda a dose máxima. As marcas principais estão uniformemente espaçadas para evitar
colisões de etiquetas no intervalo do gráfico em múltiplos da granularidade, de modo a dividirem o intervalo
do gráfico em mais de 2 e menos que 10 subdivisões. As marcas menores serão espaçadas uniformemente
com distância suficiente para que permaneçam visualmente distinguíveis, dividindo o espaço entre as marcas
principais em 1, 2, 5 ou 10 subdivisões.

NOTA: para os intervalos do gráfico que resultariam em apenas 3 marcas principais, a granularidade será
metade da acima especificada de modo a permitir 5 marcas principais.

Poderá alterar o eixo Y para volume absoluto em centímetros cúbicos. Esta definição será guardada com o
plano e o modelo.

A apresentação Optimized DVH (DVH otimizado) (apenas na atividade de planeamento) deteta apenas os
itens selecionados para otimização. A caixa de diálogo Prescription (Prescrição) apresenta essas estruturas e
outras informações.

Pode criar combinações de estruturas para o plano aberto e visualizar as combinações (em vez das estruturas
individuais) no DVH. As combinações de estruturas estão também incluídas no resumo de estruturas
anatómicas.

As combinações de estruturas que estão apenas parcialmente incluídas no volume de


cálculo ou no conjunto de estudos serão representadas incorretamente no DVH. O
utilizador deve verificar a percentagem no conjunto de estudos da combinação de
AVISO
estruturas para evitar uma interpretação errada da dose durante a avaliação. Se uma
estrutura confinar um conjunto de estudos, é assinalada como “no” (não) na coluna
Inside Studyset (No conjunto de estudos).

Existem ainda linhas verticais vermelhas e azuis opcionais: os cursores de dose que definem os limiares
quente (vermelho) e frio (azul) para as apresentações da dose de referência.

A caixa de diálogo DVH Statistics (Estatísticas do DVH) é concebida para que possa alterar as propriedades
da janela do DVH. Quando a caixa de diálogo DVH Statistics (Estatísticas do DVH) é aberta, os cursores para
o DVH para a estrutura selecionada são mostrados depois de introduzir o valor da dose (quente ou frio). A
caixa de diálogo DVH Statistics (Estatísticas do DVH) expande-se para acomodar todas as estruturas. A caixa

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de diálogo DVH Statistics (Estatísticas do DVH) apresenta as estruturas pela mesma ordem que são
mostradas na caixa de diálogo IMRT Prescription (Prescrição de IMRT). Após a introdução dos valores, são
calculadas as correspondentes doses de Referência.

Quando seleciona uma estrutura na caixa Structure Combo (Combinação de estrutura), e está no modo
Reference Dose (Dose de referência) com a caixa de diálogo Statistics (Estatísticas) aberta, é selecionada a
correspondente linha na caixa de diálogo Statistics (Estatísticas).

Quando seleciona uma estrutura na caixa Structure Combo (Combinação de estrutura), e está no modo
Reference Dose (Dose de referência) com a caixa de diálogo Statistics (Estatísticas) aberta, e edita um
valor, os valores de Referência Quente/Frio no Controlo da Isodose são preenchidos com os valores da
célula selecionada.

Cálculo do volume
O volume total da estrutura anatómica corresponde ao número de pontos dentro da combinação de estruturas
a multiplicar pelo volume por ponto, em que o volume por ponto é igual ao cubo da resolução de
amostragem. A precisão do cálculo do volume não está limitada pela resolução da matriz da dose. Mesmo que
a grelha da matriz da dose não seja precisa, a resolução de amostragem do cálculo do volume pode ser
ajustada, para que possam ser determinados os volumes exatos.

Combinações de estruturas do DVH


Todas as estruturas anatómicas contornadas no conjunto de estudos do paciente são apresentadas na função
do DVH. Se necessitar de trabalhar com volumes provenientes de alguma combinação de mais do que uma
estrutura anatómica contornada, tem de criar uma combinação de estruturas. Poderá pretender obter, por
exemplo, um DVH com uma combinação de ambos os pulmões.

É possível combinar várias estruturas anatómicas utilizando as operações de conjunto união, intersecção e
diferença para criar combinações de estruturas. As operações de conjunto permitem a expressão simples de
relações de dose intuitivas e fáceis de compreender. Após criar uma combinação de estruturas, essa
combinação é apresentada no relatório de estruturas do DVH, no gráfico do DVH ou no controlo de estruturas
anatómicas.

Cálculo do volume para a combinação de estruturas


As combinações de estruturas contêm mais do que uma estrutura anatómica. O Monaco calcula um volume
combinado para as combinações de estruturas.

O volume total da combinação de estruturas corresponde ao número de pontos dentro da combinação de


estruturas a multiplicar pelo volume por ponto, em que o volume por ponto é igual ao cubo da resolução de
amostragem.

Cálculos do DVH
É necessário contornar uma estrutura anatómica para que a mesma fique disponível para o cálculo do DVH.
Os limites das estruturas anatómicas relevantes do paciente podem ser definidos na atividade CT Sim
(Simulação de TAC) do Monaco ou através de uma aplicação de terceiros e importados como dados DICOM.
São frequentemente utilizados dados de TAC, sendo os contornos definidos em várias imagens. A função do

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Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano) Manual do Utilizador do Monaco®

DVH soma automaticamente os volumes das estruturas destes componentes e tem em consideração as doses
para todas as estruturas de componentes ao calcular o DVH para uma estrutura anatómica.

Cálculo da dose
A dose é calculada no âmbito de um volume de cálculo definido pelo sistema e um espaçamento de grelha de
cálculo definido pelo utilizador. A dose é definida para zero fora do volume de cálculo.

Após o cálculo da matriz da dose, a grelha pode ser subdividida na função do DVH através da definição de
uma resolução de amostragem, que é mais precisa do que o espaçamento da grelha de cálculo. A dose nos
pontos da amostra é então calculada através da interpolação trilinear da matriz da dose calculada.

Prescrição da dose
Só é possível visualizar no Monaco os planos no modo de ponderação de dose absoluta ou os planos para os
quais possa ser calculada uma prescrição de dose absoluta. As doses absolutas são sempre utilizadas para os
cálculos do DVH.

Cálculo e atribuição da dose


A dose para cada voxel é determinada simultaneamente com a soma dos voxels, pelo que todos os voxels em
causa são acumulados no compartimento da dose do histograma adequado para cada estrutura. Se existisse
uma correspondência individual entre os pontos de amostragem e os pontos de cálculo da dose, a divisão em
compartimentos corresponderia apenas à localização de cada ponto de dose na estrutura, atribuindo ao
compartimento o ponto de dose correspondente. Geralmente, a resolução de amostragem é diferente da
resolução de cálculo da dose, ou a grelha de amostragem está deslocada da grelha de cálculo, e a dose em
cada ponto de amostragem tem de ser localizada através da interpolação trilinear da grelha de cálculo.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)

Resolução de amostragem do DVH


A resolução de amostragem especifica o espaçamento entre os pontos de amostragem na dose de um paciente
que serão utilizados para os DVH.

Quando são criadas estruturas, os pontos de amostragem dentro das estruturas contornadas são atribuídos a
essas estruturas. A dose nestes pontos de amostragem é determinada através da interpolação entre os pontos
da matriz de dose no volume de cálculo. O volume de cada estrutura é a soma dos voxels a multiplicar pelo
volume por voxel. Os pontos de amostragem são então agrupados em compartimentos ou intervalos de dose
definidos pela largura do compartimento. Estes dados são utilizados no cálculo dos histogramas dose-volume
cumulativos que são apresentados.

Quanto mais ajustar a resolução de amostragem, mais pontos serão amostrados. Isto pode fornecer mais
informações de dose para a geração de DVH. Contudo, também causa um aumento do tempo de cálculo, que
poderá ser problemático para volumes maiores. Selecionar uma resolução mais grosseira pode dar origem a
maus resultados.

Modos de apresentação da isodose


A função Plan Review (Revisão do plano) na atividade Planning (Planeamento) apresenta as intensidades da
dose de radiação de várias formas, e o utilizador deve selecionar a que é mais informativa para si. Estes são os
diversos modos de apresentação dos valores de isodose. O controlo Normalization (Normalização) permite-
lhe especificar e normalizar o nível de dose, de modo que a visualização da dose e o DVH apresentem
informações de dose nos mesmos termos.

As cores da dose variam do vermelho (dose mais elevada) ao azul (dose baixa) no espetro de cores. O
software apresenta até 10 níveis de cores intermédias e pode especificar esses níveis de cores ou deixar que o
sistema determine os intervalos habituais.

Uma banda de cor contínua desde o vermelho-escuro ao azul-escuro do espetro.


Este modo mostra uma distribuição da dose 3D bem como todos os vóxeis no
intervalo de dose de cor. Apresenta-se também de forma transparente nos dados
das imagens de TC.
Pode introduzir os limites de dose superior e inferior e o software divide de forma
equivalente o intervalo de dose restante pelo espetro. Não é apresentada qualquer
dose abaixo do limite inferior.
Figura 30: Colorwash
Regiões planas de cores distintas que representam os 10 intervalos de dose
distintos que é possível ajustar. Os intervalos utilizados no modo isofill aplicam-se
também a isobands, modo de visualização de isolinhas e superfícies de dose 3D.
Os níveis de dose no controlo da isodose representam os limites inferiores. Uma
cor específica apresenta doses iguais ou superiores ao valor na legenda, e
inferiores ao seguinte valor mais alto.

Figura 31: Isofill

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Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano) Manual do Utilizador do Monaco®

Bandas de cores representam os 10 níveis de dose distintos, onde a espessura é


mostrada como uma percentagem da dose de normalização. Pode ajustar a
espessura das bandas.
A dose é apresentada nas bandas para as doses que são:
 superiores ou iguais ao valor na legenda
 inferiores ou iguais a esse valor acrescido da espessura da dose de
Figura 32: Isobands normalização em percentagem.
Por exemplo, quando a dose de normalização corresponde a 2000 cGy, o nível de
Isoband é especificado como 1500 cGy e a espessura da banda é especificada
como 1% (que corresponde a 20 cGy), a Isoband é apresentada com um valor
superior às doses 1500 cGy a 1520 cGy.
As cores da isodose são mostradas pelas linhas à volta dos limites dos níveis de
isodose individuais. Selecione a caixa de verificação Isolines (Isolinhas) para
adicionar as linhas da isodose aos modos de visualização colorwash, isofill e
isobands.

Figura 33: Isolines


Corresponde à isodose apresentada como uma superfície contínua e sólida, que
representa os pontos onde o valor de dose imediatamente mais alto e o valor de
dose imediatamente mais baixo se encontram. Pode gerar esta isosuperfície a partir
dos valores de isodose em 2D utilizados nos modos Isofill, Isobands e Isolines. A
representação pode corresponder a uma superfície sólida, aqui ilustrada, ou a uma
rede de linhas (predefinição) ou a uma superfície translúcida (25%, 50% ou 75%
transparente). Ao ativar uma apresentação da isodose para vista 3D, ativa a mesma
apresentação no BEV.
Figura 34: 3D Dose As linhas de isodose no BEV aparecem mais espessas do que as linhas de estrutura
Display (Visualização no BEV.
da dose em 3D)

Corresponde à visualização da dose “quente”/”fria” para as áreas “frias”


(apresentadas a azul) e as áreas “quentes” (apresentadas a vermelho) especificadas
pelo utilizador. Todas as áreas abaixo do nível de dose mínimo são apresentadas
como áreas “frias” e todas as áreas acima da dose máxima são apresentadas como
áreas “quentes”. As doses de radiação entre os limites “quente” e “frio” são
apresentadas a laranja.
Figura 35: Reference
Dose (Dose de referência)

Barra de ferramentas Volume


A barra de ferramentas Volume permite-lhe escolher diferentes opções de apresentação para o volume
secundário (por exemplo, conjunto de estudos registado e dose). Quando a dose é selecionada, o Volume
Cursor (Cursor de volume) apresenta um valor numérico para a dose administrada na atual localização do
cursor do rato. Quando move o rato sobre a imagem, a leitura é apresentada no ecrã. Para ver as coordenadas,

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)

mantenha premida a tecla Shift enquanto move o cursor. Pode especificar que as unidades são Gy ou cGy ao
definir e guardar as unidades no controlo de normalização.

Quando utiliza a ferramenta de medição da dose na apresentação da diferença de dose, as leituras são da
diferença entre os dois planos. Quando o plano 1 é superior ao plano 2, o valor de dose é um número positivo.
Quando o plano 2 é superior ao plano 1, o valor de dose é um número negativo.

Isocurvas e cursores de dose de referência


Os DVH resumem graficamente a distribuição de dose numa estrutura. Fornecem informações sobre a
existência e as grandezas dos pontos frios e quentes, mas não onde eles ocorrem. Os DVH não podem ser o
único critério de avaliação de um plano ou de comunicação do melhor plano de tratamento. Por este motivo,
são necessárias apresentações de dose em 2D e 3D para mostrar a espacialidade da distribuição de dose.

Os cursores de dose de referência são valores de dose definidos pelo utilizador que são apresentados como
linhas verticais no gráfico do DVH. Estão disponíveis quando se seleciona o modo Reference Dose (Dose de
referência) no Isodose Control (Controlo da isodose) ou quando se abre a caixa de diálogo DVH Statistics
(Dados estatísticos do DVH) e se seleciona uma estrutura em particular com um valor de dose de referência
definido. Podem ser definidos ao introduzir valores com o teclado ou ao movê-los com o rato. Os cursores de
dose têm duas funções.

A primeira função consiste em restringir os limites de intervalo para as doses de referência da estrutura.

A segunda função dos cursores de dose consiste em especificar os valores de isodose que podem ser
apresentados como isocurvas.

A capacidade de ligar o gráfico do DVH às apresentações de distribuição melhora as informações ao


apresentar a localização no paciente onde a dose é recebida.

A percentagem no conjunto de estudos é uma informação importante, já que todas as estruturas anatómicas
contornadas pelo utilizador no conjunto de estudos para a ID do paciente se encontram listadas no DVH, mas
podem não estar totalmente incluídas no volume de cálculo. A percentagem no conjunto de estudos identifica
ainda os casos em que uma estrutura confina o conjunto de estudos; ou seja, a estrutura tem um contorno na
primeira ou última imagem do conjunto de estudos e pode não estar totalmente incluída no conjunto de estudos.

As estruturas que estão apenas parcialmente incluídas no volume de cálculo ou no


conjunto de estudos serão representadas incorretamente no DVH. O utilizador deve
verificar a percentagem no conjunto de estudos da combinação de estruturas para
AVISO
evitar uma interpretação errada da dose durante a avaliação.

Normalização
Pode especificar que o método de normalização seja absoluto (a dose é representada em unidades exatas) ou
percentagem (a dose é representada como uma percentagem de algum valor especificada pelo utilizador).

Existem quatro campos que contribuem para o método de normalização utilizado pelo Monaco. O utilizador
especifica-os a todos no controlo de normalização.

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Se o modo de normalização for percentagem, o controlo de isodose (legenda) e os eixos do DVH são
apresentados em percentagens relativas à dose de normalização. Se alterar o valor de dose ou a percentagem,
o Monaco atualiza a distribuição de isodose.

Se o modo de normalização for absoluto, o controlo de isodose (legenda) e os eixos do DVH são apresentados
em unidades de Gy ou cGy (consoante as unidades que escolher). Não pode alterar a dose ou percentagem de
normalização no modo absoluto. Quando alterar o modo de absoluto para percentagem, os valores mostrados
nesse momento na legenda de isodose mudam também para percentagens utilizando os valores de
percentagem e dose de normalização definidos.

Se alternar o modo de normalização entre percentagem e absoluto, o Monaco ajusta os valores de controlo de
isodose, de modo a preservar os respetivos intervalos de cores adequados para a dose atual. Os cursores de
dose mudam também de posição no gráfico do DVH.

Quando calcula a dose com o algoritmo Monte Carlo e normaliza a dose para um
ponto, pode introduzir uma maior incerteza estatística.
AVISO

Comparação de planos
A atividade Plan Review (Revisão do plano) permite-lhe abrir até três planos e visualizar em simultâneo as
disposições de feixes e distribuições de dose. Estes são fatores importantes na avaliação dos planos
alternativos desenvolvidos para o paciente. Quando utiliza a vista de planos múltiplos, abre um máximo de
três planos para o mesmo paciente. Estes planos são sincronizados para que os mesmos planos e distâncias de
referência sejam visíveis em simultâneo. Pode aplicar várias melhorias de visualização às imagens de TAC, à
medida que as manipula para determinar o melhor plano.

Comparações de intensidades de dose


Não só pode visualizar múltiplos planos para o mesmo paciente, como também pode comparar graficamente
os planos.

Nas imagens que se seguem, são apresentados dois planos com todos os elementos de feixe desativados. Na
diferença de dose, o vermelho mostra intensidades mais elevadas no plano 1 e o azul mostra intensidades
mais elevadas no plano 2. No somatório da dose, são combinadas as intensidades de dose dos dois planos.

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)

Figura 36: Plano 1 para comparação Figura 37: Plano 2 para comparação

Figura 38: Diferença de dose Figura 39: Somatório da dose

Plan Approval (Aprovação do plano)


Depois de determinar o melhor tratamento, utilize a funcionalidade de aprovação do plano para marcar o
plano como aprovado quando o guardar. TEM de possuir privilégios de aprovação para utilizar esta
funcionalidade (é necessário introduzir uma palavra-passe para aprovar um plano).

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Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano) Manual do Utilizador do Monaco®

Pode adicionar comentários a um plano e, em seguida, armazenar o plano no seu PC até o médico ou
dosimetrista responder. Pode também enviar o plano aprovado para o XiO ou outro sistema de RTP. A
aprovação do plano está disponível para os seguintes tipos de planos:

 3D
 Dose de enviesamento
 IMRT
 Monaco
 Várias prescrições
 CQ
 XiO

Os planos aprovados aparecem com uma marca de verificação verde no controlo do espaço de trabalho. O
nome de utilizador (ou nome apresentado, ver abaixo), o estado de aprovação e a data e hora da aprovação
são apresentados na parte inferior de todos os relatórios. Se introduzir alterações num plano aprovado, este
deixa de estar aprovado.

A aprovação do plano é desativada para os planos de soma/subtração. Se aprovar um plano da dose de


enviesamento, terá de aprovar a dose de base em separado. Visualizará uma mensagem no campo Reviewer
Comments (Comentários do revisor) da caixa de diálogo Plan Approval (Aprovação do plano) que lhe indica
que apenas o plano atual será aprovado.

O separador Preferences (Preferências) da caixa de diálogo Settings (Definições) permite-lhe controlar


algumas opções de aprovação. Com as autorizações adequadas, os utilizadores podem:

 Guardar sobre planos aprovados


 Exportar planos não aprovados para DICOM
 Ativar a exportação única para a ID do aplicador do APEX ou DICOM
 Ajustar as definições dos conjuntos de estudos de PET

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Manual do Utilizador do Monaco® Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano)

Imagens de especialidade
A função de imagens de especialidade é uma função licenciada. Combina 2 ou mais conjuntos de imagens
para criar uma imagem de especialidade. Esses conjuntos de imagens ajudam o utilizador a definir o volume
alvo afetado pelo movimento respiratório.

Pode criar imagens de especialidade que utilizam os seguintes valores de píxeis:

 Projeção de intensidade máxima (PIM): apresenta o número de TC máximo de todos os píxeis na


mesma localização espacial ao longo do ciclo respiratório.
A TC 4D reconstruída reflete a amplitude de movimento do alvo e, geralmente, é utilizada para a
definição do volume alvo interno (ITV) no planeamento de radioterapia do corpo estereotático do
pulmão.
 Projeção de intensidade mínima (PIMín): apresenta o número de TC mínimo de todos os píxeis na
mesma localização espacial ao longo do ciclo respiratório.
 Projeção de intensidade média (Média): apresenta o número de TC médio de todos os píxeis na
mesma localização espacial ao longo do ciclo respiratório.

As informações da imagem de especialidade são apresentadas no relatório de plano.

Não se recomenda o cálculo de dose em conjuntos de imagens MIP ou MinIP.

AVISO

“Average” (Média) pressupõe que os conjuntos de imagens dos componentes têm a


fase em segmentos. Se os conjuntos de imagens dos componentes apresentarem a
amplitude em segmentos, poderão ocorrer erros no modelo do paciente e no cálculo
AVISO
da dose.

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Capítulo 5: Atividade Plan Review (Revisão do plano) Manual do Utilizador do Monaco®

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo A: Mensagens de aviso

Anexo A: Mensagens de aviso


Este é um resumo de todas as mensagens de aviso na ajuda online.

Mensagens de aviso clínicas


Tabela 20: Mensagens de aviso clínicas
Me ns ag e m ( e m i n gl ê s ) Me ns ag e m (l oc al i z a d a)
Evaluating a plan based on Optimized DVH A avaliação de um plano com base no DVH
instead of Total Volume DVH could lead to otimizado em vez do DVH de volume total
mistreatment of the patient. This is because poderia causar tratamentos incorretos do
AVISO Optimized DVH uses partial volumes based on paciente. Isto deve-se ao facto do DVH
applied structure or cost function properties. otimizado utilizar volumes parciais baseados
em estruturas aplicadas ou propriedades da
função de custo.

Because of statistical noise in Monte Carlo Devido ao ruído estatístico nos cálculos de dose
dose calculations, interest point doses may not do Monte Carlo, as doses dos pontos de
be accurate. interesse podem não ser precisas.
AVISO

It is necessary to verify that significant É necessário certificar-se de que não existem


artifacts do not exist in the images. If artifacts artefactos significativos nas imagens. Se
are present, the pixel-by-pixel calculations estiverem presentes artefactos, os cálculos píxel
AVISO may be incorrect, resulting in an incorrect a píxel poderão estar incorretos, resultando na
dose administered to the patient. administração de uma dose incorreta ao
paciente.

Accurate dose calculations require that you Para obter cálculos precisos da dose, é
input accurate CT-to-ED tables. necessário que introduza tabelas CT-to-ED
(CT-para-ED) precisas.
AVISO

Windows will let you run multiple instances of O Windows permite-lhe executar várias
an application at the same time. You cannot instâncias de uma aplicação ao mesmo tempo.
open patients that are open in a different Não pode abrir pacientes que já se encontrem
AVISO instance of the application. If you try to open a abertos numa instância diferente da aplicação.
patient that is already open, you will see the Se tentar abrir um paciente que já se encontra
error message “The patient is already open by aberto, ser-lhe-á apresentada a mensagem de
another user.” erro “O paciente já se encontra aberto por
outro utilizador”.

Do not modify or change any data or Não modifique nem altere qualquer ficheiro de
application file using operating system and/or dados ou aplicações utilizando o sistema
utilities without specific instructions or under operativo e/ou utilitários sem instruções
AVISO the assistance of an authorized IMPAC service específicas ou sem a ajuda de um representante
representative. autorizado de assistência técnica da IMPAC.

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Anexo A: Mensagens de aviso Manual do Utilizador do Monaco®

Me ns ag e m ( e m i n gl ê s ) Me ns ag e m (l oc al i z a d a)
You must verify correct transfer and Tem de verificar a transferência correta e a
interpretation of the DICOM plans after interpretação dos planos DICOM após a
export. See the Monaco/Focal DICOM exportação. Consulte a declaração de
AVISO Conformance Statement for more information. conformidade DICOM do Monaco/Focal para
obter mais informações.

DRR print size is dependent on the window O tamanho de impressão do DRR depende do
size. Please verify the correct zoom factor for tamanho da janela. Verifique o fator de zoom
all DRR printouts. correto para todas as impressões DRR.
AVISO

Setup beams that you create in Planning on Os feixes de configuração que criou durante o
the Setup Beam tab are not included in the planeamento no separador Setup Beam (Feixe
dose calculation for the given plan. Monaco de configuração) não são incluídos no cálculo da
AVISO does not account for dose accumulation for dose para o plano indicado. O Monaco não
setup beams. The system exports any assigned considera a acumulação de doses para feixes de
monitor units for use during filming. configuração. O sistema exporta quaisquer
unidades de monitorização atribuídas para
utilização durante a filmagem.

Visually Verify All Auto Registration Results! Verifique visualmente todos os resultados de
Auto Registration may not produce clinically registo automático! É possível que o registo
acceptable results. If Auto Registration does automático não produza resultados
AVISO not produce clinically acceptable results, and clinicamente aceitáveis. Se o registo automático
you save the registration, plans created using não produzir resultados clinicamente aceitáveis
the registration will be inaccurate. To avoid e guardar esse registo, os planos criados
inaccurate plans, visually verify all Auto utilizando o registo estarão imprecisos. Para
Registration results before saving the evitar planos imprecisos, verifique visualmente
registration. todos os resultados de registo automático antes
de guardar o registo.

You have the option to “Export DVH” as Tem a opção de “Export DVH” (Exportar
either cumulative or differential. Export as a DVH) como cumulativa ou diferencial. Exporte
CSV, ASCII text file of all currently displayed como CSV, um ficheiro de texto ASCII de todas
AVISO DVH structures using the user defined bin as estruturas DVH que utilizem a largura do
width and resolution. Include the bin width comportamento e a resolução definidas pelo
and resolution in the header of the text file. utilizador. Inclua a largura do compartimento e
a resolução no cabeçalho do ficheiro de texto.

The DVH export text file will be labeled O ficheiro de texto de exportação do DVH será
“PatientID_Plan ID_DVH_n.txt”, where “n” is identificado como “PatientID_Plan
an incremental number to be used when ID_DVH_n.txt”, em que “n” corresponde a um
AVISO multiple exports are done for the same patient número incremental a ser utilizado quando são
and plan. The default export path will be efetuadas várias exportações para o mesmo
“C:\Documents and Settings\All paciente e plano. O caminho de exportação
Users\Documents\CMS\FocalData\DVH predefinido será “C:\Documents and
Output”. You are able to change this path. Settings\All
Users\Documents\CMS\FocalData\DVH
Output”. Pode alterar este caminho.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo A: Mensagens de aviso

Me ns ag e m ( e m i n gl ê s ) Me ns ag e m (l oc al i z a d a)
Structure combinations that are only partially As combinações de estruturas que estão apenas
contained within the calculation volume or parcialmente incluídas no volume de cálculo ou
studyset will be misrepresented in DVH. You no conjunto de estudos serão representadas
AVISO must verify the percent inside studyset of the incorretamente no DVH. O utilizador deve
structure combination to avoid verificar a percentagem no conjunto de estudos
misinterpreting the dose during evaluation. If da combinação de estruturas para evitar uma
a structure abuts the studyset, it is flagged as interpretação errada da dose durante a
“no” in the Inside Studyset column. avaliação. Se uma estrutura confinar um
conjunto de estudos, é assinalada como “no”
(não) na coluna Inside Studyset (No conjunto de
estudos).

Monaco does not check to see if the machine O Monaco não verifica se os dados da máquina
data has changed since the plan was saved on foram alterados desde que o plano foi guardado
XiO. Therefore it is possible to approve a plan no XiO. Por conseguinte, é possível aprovar um
AVISO on Monaco but have the plan become plano no Monaco mas que ficará com o estado
unapproved when recalling it back into XiO de não aprovado quando for reaberto no XiO
(this will occur if the machine data has been (isto ocorrerá se os dados da máquina tiverem
changed after the plan was saved). sido alterados após o plano ter sido guardado).

Do not change the file association of bitmap Não altere a associação de ficheiros de imagens
(.bmp) images from the default program of bitmap (.bmp) do programa predefinido
Windows Picture and Fax Viewer. Changing Windows Picture and Fax Viewer (Visualizador
AVISO this association could cause an incorrect image de imagens e de fax do Windows). A alteração
to be displayed when printing on-screen desta associação poderia causar a apresentação
images such as transverse, sagittal, coronal or de uma imagem incorreta ao imprimir imagens
DVH images. do ecrã, tais como imagens em vistas
transversais, sagitais e coronais ou imagens do
DVH.

The optimizer will not take into account any O otimizador não terá em conta qualquer
structure outside the patient (for example, estrutura fora do paciente (por exemplo, mesa
couch or immobilization device) for dose ou dispositivo de imobilização) para o cálculo
AVISO calculation unless you add that structure to da dose, a não ser que essa estrutura seja
the prescription. Imported couch structures adicionada à prescrição. As estruturas de mesa
automatically get added to the prescription for importadas são adicionadas automaticamente à
new IMRT plans. prescrição para novos planos de IMRT.

When you add structures to the prescription, Quando adiciona estruturas à prescrição,
any assigned uniform densities will be applied quaisquer densidades uniformes atribuídas
according to the layering order. This is serão aplicadas de acordo com a ordem da
AVISO important in those cases where you assign sobreposição. Tal é importante nos casos em
different uniform densities to one or more que atribui diferentes densidades uniformes a
overlapping structures. For example, if you uma ou mais estruturas sobrepostas. Por
create a prescription with a PTV and bladder exemplo, se criar uma prescrição com um PTV
that overlap with different uniform densities e uma bexiga que se sobrepõem com diferentes
assigned, and the PTV is higher in the layering densidades uniformes, e o PTV estiver mais
order than the bladder, then the uniform acima na ordem de sobreposição do que a
density assigned to the bladder will only be bexiga, a densidade uniforme atribuída à bexiga
applied to those voxels in the bladder será aplicada apenas aos voxels na estrutura da
structure don’t overlap with the PTV. bexiga que não se sobrepõem com o PTV.

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Anexo A: Mensagens de aviso Manual do Utilizador do Monaco®

Me ns ag e m ( e m i n gl ê s ) Me ns ag e m (l oc al i z a d a)
Patches may become corrupt during Os patches podem ficar corrompidos durante a
download. If there was any problem or errors transferência. Se for comunicado qualquer
reported, download another copy of the patch. problema ou erro, transfira outra cópia do
AVISO patch.
You must verify that you have the patch for
your version of the software before you install Deve certificar-se de que tem o patch adequado
it. para a sua versão de software antes de o
instalar.

This export can transfer data to many Esta exportação pode transferir dados para
applications. For all clinical users, the user muitas aplicações. No caso dos utilizadores
must verify correct transfer and clínicos, o utilizador tem de verificar a exatidão
AVISO interpretation. Please confirm that all da transferência e da interpretação. Confirme
necessary approvals have been obtained on se foram obtidas todas as aprovações
plan information prior to exporting. necessárias sobre a informação do plano antes
See the Monaco DICOM Conformance de efetuar a exportação.
Statement on the Elekta web-site for more Consulte a Declaração de Conformidade
information about Elekta data export. Monaco DICOM no website da Elekta para
obter mais informações sobre a exportação de
dados Elekta.

Before you use a sample treatment couch, you Antes de utilizar uma mesa de tratamento de
must: amostra, tem de:

AVISO Review sample couches for accuracy Analisar a precisão das mesas de amostra

Assign electron density override values Atribuir valores de sobreposição da densidade


de eletrões

When importing 4D patients using DICOM, Ao importar pacientes 4D utilizando DICOM, o


Monaco automatically renames image sets Monaco altera automaticamente os nomes dos
using the series description with phase conjuntos de imagens, utilizando a descrição da
AVISO information if it is available. A patient could série com informações da fase, se disponível.
be harmed if the default name of the image set Um paciente poderá ser prejudicado se o nome
is incorrect. predefinido do conjunto de imagens estiver
incorreto.

Structures did not originate on displayed As estruturas não tiveram origem em imagens
images. apresentadas.

AVISO

Plans did not originate on displayed images. Os planos não tiveram origem em imagens
apresentadas.

AVISO

All plans must be validated for correctness by Todos os planos têm de ser validados em termos
qualified personnel before clinical use. de correção por pessoal qualificado antes da
utilização clínica.
AVISO

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo A: Mensagens de aviso

Me ns ag e m ( e m i n gl ê s ) Me ns ag e m (l oc al i z a d a)
Make sure the DICOM receiving systems Certifique-se de que os sistemas recetores
receive the correct patient and plan. DICOM recebem o paciente e plano corretos.

AVISO

It is not recommended to perform dose Não se recomenda o cálculo de dose em


calculations on MIP or MinIP image sets. conjuntos de imagens MIP ou MinIP.

AVISO

“Average” assumes the component image sets “Average” (Média) pressupõe que os conjuntos
are phase binned. If component image sets are de imagens dos componentes têm a fase em
amplitude binned, patient model and dose segmentos. Se os conjuntos de imagens dos
AVISO calculation errors could result. componentes apresentarem a amplitude em
segmentos, poderão ocorrer erros no modelo do
paciente e no cálculo da dose.

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Anexo A: Mensagens de aviso Manual do Utilizador do Monaco®

Mensagens de aviso clínicas programadas


O sistema tem de gerir os isocentros separados, de modo que o utilizador consiga verificar adequadamente o
planeamento no modo QA e exportar adequadamente os dados. É possível misturar dados de QA com dados
do plano quando procede à exportação. Tal pode causar o envio do plano errado.

Figura 40: Aviso clínico programado: exemplo 1

A dose só será somada se as matrizes de doses do plano em causa se sobrepuserem. Se as matrizes de dose em
causa e a região de sobreposição não forem claramente indicadas, o utilizador pode assumir incorretamente
que uma região ou órgão recebeu uma dose menor do que a que realmente recebeu.

Figura 41: Aviso clínico programado: exemplo 2

O utilizador pode não saber que as estruturas apresentadas não começaram neste conjunto de imagens.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo A: Mensagens de aviso

Figura 42: Aviso clínico programado: exemplo 3

O utilizador pode não saber que as estruturas apresentadas ou o plano não tiveram origem neste conjunto de
imagens.

Figura 43: Aviso clínico programado: exemplo 4

As edições nos parâmetros de geometria do MLC afetam os resultados do cálculo da dose.

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Anexo A: Mensagens de aviso Manual do Utilizador do Monaco®

Figura 44: Aviso clínico programado: exemplo 5

As alterações dos parâmetros da geometria do MLC irão prejudicar a qualidade dosimétrica do modelo da
máquina. Neste caso, deve utilizar o conjunto de parâmetros modificado para criar um novo modelo de
máquina. Deve colocá-lo em serviço antes da utilização clínica. A incapacidade para criar um novo modelo
de máquina neste cenário pode causar:

 futuros cálculos da dose incorretos e


 tratamento errado do paciente, ou
 ferimentos

Os planos guardados não refletem as alterações efetuadas. Recalcule os planos para mostrar as alterações.

Figura 45: Aviso clínico programado: exemplo 6

É apresentada uma mensagem que indica que o número de pontos de interesse e marcadores no Monaco não
corresponde aos do XiO.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo A: Mensagens de aviso

Figura 46: Aviso clínico programado: exemplo 7

É apresentada uma mensagem quando compara dois planos de diferentes conjuntos de estudos e as estruturas não
tiveram origem no conjunto de imagens apresentado, e o plano não teve origem nas estruturas apresentadas.

Figura 47: Aviso clínico programado: exemplo 8

É apresentada a seguinte mensagem quando:

 abre um plano composto e um ou mais planos de dose mudaram. O controlo do espaço de trabalho
tem identificadores atribuídos a planos utilizados para uma dose de base num plano composto.
 abre um plano composto e um ou mais planos de dose não tiveram origem no conjunto de imagens ou
estruturas apresentados.
 as grelhas de dose de dois ou mais planos têm diferentes propriedades de cálculo e são somadas ou
subtraídas.

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Anexo A: Mensagens de aviso Manual do Utilizador do Monaco®

Figura 48: Aviso clínico programado: exemplo 9

Esta mensagem é apresentada nas vistas e material impresso se não tiver um recorte personalizado definido.

Figura 49: Aviso clínico programado: exemplo 10

Esta mensagem aparece se tentar exportar um plano com uma SSD inválida.

Figura 50: Aviso clínico programado: exemplo 11

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo A: Mensagens de aviso

Esta mensagem aparece se criar um plano de tratamento ou importar um modelo com uma orientação do
tratamento que difere do conjunto de estudos ativo.

Figura 51: Aviso clínico programado: exemplo 12

Esta mensagem aparece se a orientação do seu plano de QA não corresponder à orientação do plano de
tratamento selecionado.

Figura 52: Aviso clínico programado: exemplo 13

Esta mensagem é apresentada se a orientação do seu plano de tratamento não corresponder à orientação do
exame do paciente.

Figura 53: Aviso clínico programado: exemplo 14

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Anexo A: Mensagens de aviso Manual do Utilizador do Monaco®

A dose Monte Carlo num ponto pode corresponder a alguns desvios-padrão da dose verdadeira. As
ponderações dos feixes devem usar resultados globais, como isodoses e DVH.

Figura 54: Aviso clínico programado: exemplo 15

O ponto de prescrição está fora do campo.

Figura 55: Aviso clínico programado: exemplo 16

A consola apresenta a mensagem “Ray may not hit surface contour” (O raio não pode tocar na superfície
de contorno).

Não termine o cálculo. Esta pode ser a disposição designada do feixe para casos cerebrais.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo A: Mensagens de aviso

Figura 56: Aviso clínico programado: exemplo 17

Esta mensagem é apresentada quando altera a SSD máxima autorizada para uma determinada máquina e cria
planos na SSD prolongada mas não valida os cálculos da dose na prolongada.

Figura 57: Aviso clínico programado: exemplo 18

Esta mensagem é apresentada para lhe indicar que as unidades de tratamento que o software sugere não são
correspondências perfeitas.

Figura 58: Aviso clínico programado: exemplo 19

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Anexo A: Mensagens de aviso Manual do Utilizador do Monaco®

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Anexo B: Controlo do planeamento e faixas


Utilize o Controlo do planeamento para fazer alterações nos planos de tratamento. Possui separadores que lhe
permitem fazer alterações a:

 Feixes
 Restrições
 Pontos de referência da dose
 Prescrições
 Estruturas

Os frisos substituem as barras de ferramentas e os menus das versões anteriores do Monaco. Existem 7
separadores de friso:

 Tools (Ferramentas) – Contém os controlos de manipulação de imagens e de vista gerais.


 Workspace (Espaço de trabalho) – Contém os controlos de esquema, de vista e de visibilidade.
 Fusion (Fusão) – Contém os controlos de fusão de imagens, de máscara, de visualização e do mapa de
cores.
 Contouring (Contorno) – Contém os controlos para o contorno automático, para o contorno manual,
para a edição da estrutura e de SUV PET.
 Plan Options (Opções do plano) – Contém ferramentas que, geralmente, não são necessárias depois
de o planeamento ser iniciado. (inclusão da mesa, atribuição de CT a ED, etc.).
 Planning (Planeamento) – Contém conjuntos de ferramentas para novos planos, modelos, portas,
otimização e cálculo.
 Output (Saída) – Contém os controlos do plano e da exportação DICOM, juntamente com as opções
de impressão de relatórios.

Cada friso contém vários grupos diferentes. Estes grupos mantêm juntos botões semelhantes.

Adicionalmente, existe um botão Elekta Application (Aplicação Elekta), que lhe permite guardar planos, abri-
los e fechá-los e fazer alterações às definições do sistema.

Pode mover botões que utiliza com frequência para a barra de ferramentas de acesso rápido, para que não
tenha de mudar para um friso diferente quando trabalha num plano de tratamento.

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Controlo do planeamento
Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas)
Este separador ajuda a gerir estruturas. Pode editar as propriedades da estrutura fazendo duplo clique no nome
da estrutura ou editando as células nas colunas que se seguem.

Figura 59: Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas)

Tabela 21: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Structures (Estruturas)
Número Nome do campo Descrição
Clique num separador para filtrar a lista das estruturas. As opções são:
 Contoured (Contornado) - Mostra estruturas.
1 View (Ver)  All (Tudo) - Mostra todas as estruturas.
 Layers (Camadas) - Mostra estruturas.

Este é o nome da estrutura. Clique no nome do cabeçalho para alterar a ordem da lista da
2 Name (Nome) estrutura (de A-Z ou Z-A). Para alterar o nome da estrutura, introduza um novo nome no
campo.
Este campo indica a cor da estrutura. Clique com o botão esquerdo do rato no campo
3 Color (Cor)
para alterar a cor.
4 Visible (Visível) Marque este campo para ativar e desativar as vistas na estrutura.
5 Volume (Volume) Esta coluna mostra o volume da estrutura em centímetros cúbicos.
Este campo indica o tipo de estrutura. As seleções são:
 Bólus

6 Type (Tipo)  Mesa


 Interna
 Externo

Marque esta opção se existir um objeto no tratamento que tenha de manter uma
Force ED
7 densidade da massa constante. Clique no cabeçalho da coluna para ativar ou desativar a
(Forçar ED)
funcionalidade forçar densidade para todas as estruturas.
Fill ED
8 Marque para preencher a estrutura com uma densidade mínima de eletrões.
(Preencher ED)

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Número Nome do campo Descrição


Este campo mantém-se vazio até marcar os campos Force ED (Forçar ED) ou Fill ED
(Preencher ED). Mostra, então, a densidade predefinida dos eletrões para a estrutura.
Pode introduzir um novo valor para:
 Fotão Monte Carlo de 0,010 a 15,000
 Eletrão Monte Carlo de 0,01 a 2,456
Relative ED
9  Cone fechado de 0,01 a 2,456
(ED relativa)
NOTA: o campo mostra o valor para Water (Água) quando seleciona a opção
Force entire volume to be treated as water (Forçar o volume
inteiro a ser tratado como água) na caixa de diálogo Calculation
Properties (Propriedades de cálculo). Water (Água) aparece também
no relatório Structure (Estrutura).

Show 2D Outlines
Marque esta caixa para mostrar a delimitação do volume. Clique no cabeçalho da coluna
10 (Mostrar
para ativar ou desativar as delimitações para todas as estruturas.
delimitações 2D)
Esta barra de deslocamento controla o nível de transparência na vista 2D. Desloque a
2D Transparency
11 barra de deslocamento para a esquerda para aumentar o nível de transparência. Desloque
(Transparência 2D)
a barra de deslocamento para a direita para diminuir o nível de transparência.
Esta barra de deslocamento controla o nível de transparência na vista 3D. Desloque a
3D Transparency
12 barra de deslocamento para a esquerda para aumentar o nível de transparência. Desloque
(Transparência 3D)
a barra de deslocamento para a direita para diminuir o nível de transparência.
<click to add new
row>
13 (<clicar para Clique neste link para adicionar uma nova estrutura à lista.
adicionar nova
linha>)

Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – All (Todas)


Este separador ajuda a gerir estruturas. Pode editar as propriedades da estrutura fazendo duplo clique no nome
da estrutura ou editando as células nas colunas que se seguem.

Tabela 22: Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – Descrições dos campos All
(Todas)
Número Nome do campo Descrição
Clique num separador para filtrar a lista das estruturas. As opções são:
 Contoured (Contornadas) - Mostra apenas as estruturas contornadas.
1 Ver  All (Tudo) - Mostra todas as estruturas.
 Layers (Camadas) - Mostra as estruturas pela ordem em que as colocou em
camadas.
Este é o nome da estrutura. Clique no nome do cabeçalho para alterar a ordem da
2 Name (Nome) lista da estrutura (de A-Z ou Z-A). Para alterar o nome da estrutura, introduza um
novo nome no campo.
Este campo indica a cor da estrutura. Clique com o botão esquerdo do rato no
3 Color (Cor)
campo para alterar a cor.
4 Visible (Visível) Marque este campo para ativar e desativar as vistas na estrutura.

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Número Nome do campo Descrição


5 Volume (Volume) Esta coluna mostra o volume da estrutura em centímetros cúbicos.
Este campo indica o tipo de estrutura. As seleções são:
 Bólus
6 Type (Tipo)  Mesa
 Interna
 Externo

Marque esta opção se existir um objeto no tratamento que tenha de manter uma
7 Force ED (Forçar ED) densidade da massa constante. Clique no cabeçalho da coluna para ativar ou
desativar a funcionalidade forçar densidade para todas as estruturas.
8 Fill ED (Preencher ED) Marque para preencher a estrutura com uma densidade mínima de eletrões.
Este campo mantém-se vazio até marcar os campos Force ED (Forçar ED) ou Fill
ED (Preencher ED). Mostra, então, a densidade predefinida dos eletrões para a
estrutura. Pode introduzir um novo valor para
 Fotão Monte Carlo de 0,010 a 15,000
 Eletrão Monte Carlo de 0,01 a 2,456
9 Relative ED (ED relativa)  Cone fechado de 0,01 a 2,456
NOTA: o campo mostra o valor para Water (Água) quando seleciona a
opção Force entire volume to be treated as water (Forçar o
volume inteiro a ser tratado como água) na caixa de diálogo
Calculation Properties (Propriedades de cálculo). Water (Água)
aparece também no relatório Structure (Estrutura).

Show 2D Outlines Marque esta caixa para mostrar a delimitação do volume. Clique no cabeçalho da
10
(Mostrar delimitações 2D) coluna para ativar ou desativar as delimitações para todas as estruturas.
Esta barra de deslocamento controla o nível de transparência na vista 2D. Desloque
2D Transparency a barra de deslocamento para a esquerda para aumentar o nível de transparência.
11
(Transparência 2D) Desloque a barra de deslocamento para a direita para diminuir o nível de
transparência.
Esta barra de deslocamento controla o nível de transparência na vista 3D. Desloque
3D Transparency a barra de deslocamento para a esquerda para aumentar o nível de transparência.
12
(Transparência 3D) Desloque a barra de deslocamento para a direita para diminuir o nível de
transparência.
<click to add new row>
13 (<clicar para adicionar Clique neste link para adicionar uma nova estrutura à lista.
nova linha>)

Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – Layers (Camadas)


Este separador ajuda a gerir estruturas. Pode editar as propriedades da estrutura fazendo duplo clique no nome
da estrutura ou editando as células nas colunas que se seguem.

Tabela 23: Controlo do planeamento: Separador Structures (Estruturas) – Descrições dos campos Layers
(Camadas)
Número Nome do campo Descrição
1 View (Ver) Clique num separador para filtrar a lista das estruturas. As opções são:

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Número Nome do campo Descrição


 Contoured (Contornado) - Mostra estruturas.
 All (Tudo) - Mostra todas as estruturas.
 Layers (Camadas) - Mostra estruturas.

Setas Cima Baixo Clique na seta para cima ou para baixo para posicionar a estrutura na posição correta.
Este é o nome da estrutura. Clique no nome do cabeçalho para alterar a ordem da lista da
2 Name (Nome) estrutura (de A-Z ou Z-A). Para alterar o nome da estrutura, introduza um novo nome no
campo.
Este campo indica a cor da estrutura. Clique com o botão esquerdo do rato no campo para
3 Color (Cor)
alterar a cor.
Marque esta opção se existir um objeto no tratamento que tenha de manter uma densidade
Force ED
4 da massa constante. Clique no cabeçalho da coluna para ativar ou desativar a
(Forçar ED)
funcionalidade forçar densidade para todas as estruturas.
Fill ED
5 Marque para preencher a estrutura com uma densidade mínima de eletrões.
(Preencher ED)
Este campo mantém-se vazio até marcar os campos Force ED (Forçar ED) ou Fill ED
(Preencher ED). Mostra, então, a densidade predefinida dos eletrões para a estrutura. Pode
introduzir um novo valor para:
 Fotão Monte Carlo de 0,010 a 15,000
 Eletrão Monte Carlo de 0,01 a 2,456
Relative ED (ED
6  Cone fechado de 0,01 a 2,456
relativa)
NOTA: o campo mostra o valor para Water (Água) quando seleciona a opção
Force entire volume to be treated as water (Forçar o volume inteiro
a ser tratado como água) na caixa de diálogo Calculation Properties
(Propriedades de cálculo). Water (Água) aparece também no relatório
Structure (Estrutura).

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Controlo do planeamento: Separador Prescription (Prescrição)


O separador Prescription (Prescrição) permite-lhe definir todas as informações de prescrição relevantes num
único local. O separador Prescription (Prescrição) permite-lhe:
 Adicionar uma prescrição
 Eliminar uma prescrição
 Editar a intenção do médico
 Gerir os pesos dos feixes e Prescrever para entrada no caso dos planos 3D
 Reajustar os detalhes de normalização

As informações sobre a prescrição e o reajuste são guardadas com o plano.

Multiple Prescription (Várias prescrições)


A opção Multiple prescriptions (Várias prescrições) permite-lhe adicionar várias prescrições a um plano ou
editar uma prescrição individual (ID de Rx) e respetivos feixes de tratamento associados em tempo real. Esta
funcionalidade proporciona uma funcionalidade de planeamento completa para cada Rx ID e permite-lhe
rever a dose composta em tempo real à medida que são efetuadas alterações.

Figura 60: Controlo do planeamento: Separador Prescription (Prescrição)

Tabela 24: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Prescription (Prescrição)
Número Nome do campo Descrição
1 Add Rx Abre a caixa de diálogo Import Prescription Template (Importar modelo de
(Adicionar prescrição) prescrição) para adicionar uma nova prescrição.
2 Delete Rx Remove a prescrição ativa. Não pode remover a última prescrição num plano.
(Eliminar prescrição)
3 Physician’s Intent Mostra a prescrição do médico para uma fase do tratamento.
(Intenção do médico)
4 Rx ID (ID de Rx) Um identificador exclusivo para um conjunto de feixes pertencentes a uma prescrição.
5 Local Clique na seta pendente para selecionar o nome do local de tratamento de um
paciente. Esta informação liga-se à informação Opções Adicionais de Exportação
DICOM.
6 Prescribe To Clique na seta pendente para selecionar um ponto, volume ou profundidade de
(Prescrever para) prescrição. Pode também introduzir a localização X, Y, Z.
7 Rx Dose (cGy or Gy) Mostra a dose total pretendida do médico para a Rx Site prescrição de tratamento.
(Dose Rx Esta informação liga-se à informação Opções Adicionais de Exportação DICOM.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Número Nome do campo Descrição


(cGy ou Gy))
8 Number of Fractions Mostra o número pretendido de frações de tratamento do médico para a prescrição de
(Número de frações) tratamento. Esta informação liga-se à informação Opções Adicionais de Exportação
DICOM.
9 Fractional Dose Mostra a dose por fração pretendida do médico para a prescrição de tratamento. Esta
(cGy or Gy) informação liga-se à informação Opções Adicionais de Exportação DICOM.
(Dose fracional
(cGy ou Gy))
10 Actual Dose Mostra a dose para a localização Prescrever para.
(cGy or Gy)
(Dose real
(cGy ou Gy))
11 Rescale (Reajuste) Muda para a informação de Reajuste para a atualização em tempo real com uma opção
para reposição.
 Rescale Dose (cGy or Gy) (Reajustar a dose [cGy ou Gy]): a dose pretendida
da dose a ser aplicada a uma função de reajuste.
 To… (Para…): a lista de opções de reajuste disponíveis para normalizar a
dose de prescrição. As opções disponíveis são:
o to cover (para cobrir): mostra os campos % e Structure (Estrutura)
o to min (para mín.): mostra o campo Structure (Estrutura)
o to mean (para média): mostra o campo Structure (Estrutura)
o to max (para máx.): mostra o campo Structure (Estrutura)
o to dose at point (para dose no ponto): mostra todos os pontos
disponíveis
o to relative isolines (para isolinhas relativas): mostra um campo de
número que lhe permite introduzir um valor para a isolinha
percentual.
o to absolute isolines (para isolinhas absolutas): mostra um campo de
número que lhe permite introduzir um valor para a isolinha cGy ou Gy.
 Reset (Reposição): permite-lhe repor os valores para a dose original.

Esta opção não está disponível quando o plano está em processo de otimização.
12 Weight beams by Este é o peso dos feixes por:
(Pesos dos feixes por)  Dose: pesa os feixes de acordo com a dose relativa.
 MU: pesa os feixes de acordo com as unidades de monitor em vez da dose
relativa. Esta seleção alterna entre a dose MU e a barra de deslocamento.

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Número Nome do campo Descrição


13 Equal Weights Distribui de forma equitativa o peso dos feixes desbloqueados.
(Pesos iguais)
14 Beam (Feixe) Esta folha de cálculo permite-lhe editar a prescrição por feixe. A folha de cálculo
contém os campos seguintes:
 Beam (Feixe): é o número do feixe. É um campo editável.
 Description (Descrição) esta é uma descrição do feixe. É um campo editável.
 Field ID (ID do campo): introduza um ID para o campo com um máximo de
5 carateres.
 %: utilize a barra de deslocamento para ajustar as ponderações dos feixes.
Desloque a barra de deslocamento para a esquerda para diminuir a
percentagem. Desloque a barra de deslocamento para a direita para aumentar
a percentagem. Introduza manualmente uma percentagem utilizando o campo
do número à direita das barras de deslocamento.
 Lock (Bloquear): marque esta caixa de verificação para impedir a atualização
automática da ponderação do feixe.
 MU/Fx: corresponde às Unidades de monitor por fração para cada feixe. É
um campo editável.

15 Total MU/Fx Adiciona todos os valores na coluna MU/Fx. É um campo editável quando os feixes
são pesados por MU.

Controlo do planeamento: Separador Prescription - Segments (Prescrição - Segmentos)


Utilize este separador para ajustar a ponderação do feixe, o peso do feixe e os fluxos de trabalho do segmento.
Este separador abre-se quando seleciona o separador Prescription (Prescrição) | separador Segments
(Segmentos).

Todas as vistas mostradas na interface do utilizador são atualizadas para refletir o feixe e segmento ativos
selecionados nas seguintes áreas:

 Vista 3D
 Beam's Eye View (Vista a partir do feixe) (BEV)
 Beam Spreadsheet (Folha de cálculo de feixes)
 Beam Visibility (Visibilidade do feixe)
 Barra de ferramentas Fluence (Fluência)
 Separador Prescription (Prescrição)
 Separador Segments (Segmentos)
 Room's Eye View (Campo de visão da sala)
 T/S/C Views (Vistas T/S/C)

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Pode editar as informações sobre os seguintes tipos de planos:

 3D
 Arco estático 3D
 RT conformacional
 “Step and Shoot”

Não pode editar as informações sobre os seguintes tipos de planos:

 dMLC
 Arco conformacional dinâmico
 VMAT

Figura 61: Controlo do planeamento: Separador Prescription - Segments (Prescrição - Segmentos)


Tabela 25: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Prescription – Segments
(Prescrição - Segmentos)
Número Nome Descrição
1 Beam (Feixe) É o número do feixe. Mostra o feixe ativo ou permite-lhe escolher um feixe na lista
pendente.
2 Add Segment Permite-lhe adicionar um segmento ao feixe ativo. As predefinições da mandíbula
(Adicionar segmento) para o feixe principal abrem consoante o tamanho do campo. Pode adicionar até
99 segmentos por feixe.
3 Copy Segment Permite-lhe copiar um segmento ativo. O peso predefinido do novo segmento é 0.
(Copiar segmento) Deve existir 1 ou mais segmentos para que esta função fique ativa. O novo
segmento é apresentado em último lugar na lista de ordem dos segmentos.
4 Delete Segment Permite-lhe eliminar um segmento ativo. Quando é eliminado um segmento, a dose
(Eliminar segmento) é espalhada proporcionalmente aos pesos atuais dos segmentos.

Deve existir 2 ou mais segmentos para que esta função fique ativa.
5 Edit Segment Clique neste botão para efetuar alterações num segmento. Se selecionar um
(Editar segmento) segmento ativo, abre-se a caixa de diálogo Create/Edit Ports (Criar/editar portas).

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

O BEV é atualizado com informações do segmento ativo.

Este botão está ativo quando o botão Create and Edit Ports (Criar e editar portas)
está ativo no separador Planning (Planeamento) | grupo Port (Porta).
6 Equal Weights Distribui de forma equitativa o peso dos feixes desbloqueados. Este botão está
(Pesos iguais) desativado quando todos os segmentos exceto 1 estão bloqueados, existe apenas
1 segmento num feixe ou o segmento é o único segmento desbloqueado no feixe.
7 Segment (Segmento) Apresenta a atribuição do número do segmento. O número máximo de segmentos é
100.
8 % Define a percentagem de MU atribuídas a um segmento. Utilize a barra de
deslocamento para ajustar os pesos dos segmentos. Desloque a barra de
deslocamento para a esquerda para diminuir a percentagem. Desloque a barra de
deslocamento para a direita para aumentar a percentagem. Introduza manualmente
uma percentagem utilizando o campo do número à direita das barras de
deslocamento. A soma dos pesos dos segmentos equivale a 100% da MU do feixe.

A pesagem dos segmentos só é de leitura quando:


 Só existe 1 segmento no feixe
 Todos os segmentos estão bloqueados
 O segmento é o único segmento desbloqueado no feixe
9 Lock (Bloquear) Marque a caixa de verificação para impedir a atualização automática do peso do
segmento. Anule a seleção da caixa de verificação para permitir a atualização do
peso do segmento. A predefinição é não marcada.
10 MU/Fx Mostra as Unidades de Monitor/Fração para o segmento. Este é um valor só de
leitura que é atualizado quando edita os pesos do segmento.
11 Segment Area (cm2) Este é o tamanho do segmento.
(Área do segmento [cm2])
12 Width1 (cm)/ Introduza os valores da largura esquerda e direita em centímetros.
Width2 (cm)
(Largura1 [cm]/ Estes campos estão disponíveis para edição quando altera as propriedades de um
Largura2 [cm]) segmento. As mandíbulas ajustam-se à extensão máxima do segmento, exceto as
mandíbulas de largura Siemens e Agility™ e os planos IMRT que utilizam um tipo
de máquina Varian. Caso contrário, estes valores são só de leitura.

A não ser que contenham vários segmentos, pode editar estes campos para os
feixes 3D da Varian.
13 Length1 (cm)/ Introduza os valores da largura superior e inferior em centímetros.
Length2 (cm)
(Comprimento1 [cm]/ Os valores de comprimento das mandíbulas são editáveis quando o seu tipo de
Comprimento2 [cm]) plano é 3D ou “Step and Shoot”.

Os valores de comprimento das mandíbulas são editáveis para os seguintes tipos de


máquinas:
 Agility™
 Todos os modelos de máquinas Siemens
 MLCI2
 MLCi
 3D

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Não pode editar as posições da mandíbula para moduladores de feixes ou planos


“Step and Shoot” da Varian.

Controlo do planeamento: Separador Beams - General (Feixes - Geral)


Utilize este separador para:

 Adicionar feixes
 Eliminar feixes
 Dispor feixes
 Alterar opções dos feixes, incluindo:
 Tratamento
 ID do Aparelho
o Isocenter location (Localização do isocentro)
Para editar um campo, clique no interior e introduza o novo valor.

Caso o plano contenha feixes divididos, não pode fazer alterações nos feixes secundários.

Figura 62: Controlo do planeamento: Separador Beams - General (Feixes - Geral)

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Tabela 26: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – General (Feixes - Geral)
Número Nome do campo Descrição
1 New Beam (Novo feixe) Clique para adicionar um novo feixe ao final da lista.
Duplicate Beam
2 Clique para criar uma cópia do feixe atual. O novo feixe aparece no final da lista.
(Duplicar feixe)
Delete Beam
3 Clique para eliminar o feixe selecionado.
(Eliminar feixe)
Beam Up
4 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para cima na lista.
(Feixe para cima)
Beam Down
5 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para baixo na lista.
(Feixe para baixo)
Delete Parent Beam
6 Clique para eliminar todos os feixes principais no plano.
(Eliminar feixe principal)
Mostra o número do feixe. Quando adiciona um novo feixe, este tem o número
7 Beam (Feixe) seguinte disponível na sequência. Pode alterar o número para um número que não
faça parte do plano.
A predefinição é New beam (Novo feixe). Pode alterá-la para uma breve descrição
8 Descrption (Descrição)
do novo feixe. Não pode fazer alterações neste campo no caso de feixes divididos.
Introduza um ID para o campo com um máximo de cinco carateres. Esta informação
9 Field ID (ID do campo)
faz parte do plano quando o exporta.
10 Visible (Visível) Marque esta opção se pretender que este feixe seja visível nas vistas na janela.
Clique para abrir um menu pendente que inclui as opções de administração para o
feixe. As opções são:
 IMRT do tipo “Step & Shoot”
 RT conformacional
 dMLC
11 Delivery (Tratamento)
 VMAT
 Arco conformacional dinâmico
 3D
 Arco estático 3D

Treatment Unit (Unidade


12 Selecione uma unidade de tratamento na lista pendente.
de tratamento)
Selecione o modo da máquina de tratamento. As opções são Photon (Fotão) ou
13 Modality (Modalidade)
Electron (Eletrão).
Selecione um algoritmo. As opções são:
 Collapsed Cone (Cone fechado)
14 Algorithm (Algoritmo)  Monte Carlo (Monte Carlo)
 Pencil Beam (Feixe pontual)

15 Energy (Energia) Selecione a energia para a unidade de tratamento.


16 MU/fx Mostra as Unidades de Monitorização/Fração para o feixe.
17 SSD (cm) Mostra a distância da fonte à pele em centímetros.
Isocenter location
18 (Localização do Selecione a localização do isocentro a partir do menu pendente.
isocentro)
19 X/Y/Z Mostra a posição do isocentro selecionado. Pode alterar manualmente a posição.

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Controlo do planeamento: Separador Beams - Geometry (Feixes - Geometria)


Utilize este separador para:

 Adicionar novos feixes a um plano


 Editar a configuração de feixes já incluídos no plano
Caso o seu plano contenha apenas feixes de arco, só verá este campos quando abrir este separador.

Para editar um campo, clique no interior e introduza o novo valor. Caso o plano contenha feixes divididos,
não pode fazer alterações nos feixes secundários.

Figura 63: Controlo do planeamento: Separador Beams - Geometry (Feixes - Geometria)

Tabela 27: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – Geometry
(Feixes - Geometria)
Número Nome do campo Descrição
New Beam
1 Clique para adicionar um novo feixe ao final da lista.
(Novo feixe)
Duplicate Beam
2 Clique para criar uma cópia do feixe atual. O novo feixe aparece no final da lista.
(Duplicar feixe)
Delete Beam
3 Clique para eliminar o feixe selecionado.
(Eliminar feixe)
Beam Up
4 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para cima na lista.
(Feixe para cima)
Beam Down
5 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para baixo na lista.
(Feixe para baixo)
Delete Parent Beam
6 (Eliminar feixe Clique para eliminar todos os feixes principais no plano.
principal)
7 Beam (Feixe) Esta é a descrição do feixe.
Description A predefinição é New beam (Novo feixe). Pode alterá-la para uma breve descrição do
8
(Descrição) novo feixe. Não pode fazer alterações neste campo no caso de feixes divididos.
9 SSD (cm) Mostra a distância da fonte à pele do feixe em centímetros.
10 Gantry Introduza um ângulo da gantry. As entradas válidas variam entre 0,0 e 359,9.
Collimator
11 Introduza um ângulo para o colimador. As entradas válidas variam entre 0,0 e 359,9.
(Colimador)
12 Couch (Mesa) Introduza um ângulo para a mesa. As entradas válidas variam entre 0,0 e 110,0 ou 250,0

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e 359,9.
Selecione uma forma à qual adaptar o tamanho do campo. Caso selecione uma estrutura,
os campos Width (Largura) e Length (Comprimento) mudam para aceitar a estrutura. Se
13 Field (Campo)
selecionar Fixed (Fixo), pode alterar manualmente os campos Width (Largura) e Length
(Comprimento) para que o campo tenha o tamanho pretendido.
Defina a margem em redor da estrutura selecionada na coluna Field (Campo). A
14 Margin (Margem)
predefinição é de 1,0 cm.
Quando esta opção está ativada, utiliza garras assimétricas. Quando a opção está
15 Asym (Assimétrico)
desativada, o Monaco utiliza garras simétricas.
Mostra as definições da garra da direita e da esquerda. Pode alterar estes valores se
16 Width (Largura)
selecionar Fixed (Fixo) na coluna Field (Campo).
Length Mostra as definições da garra de comprimento superior e inferior. Pode alterar estes
17
(Comprimento) valores se selecionar Fixed (Fixo) na coluna Field (Campo).

Controlo do planeamento: Separador Beams - Setup Beams (Feixes - Feixes de


configuração)
Utilize este separador para configurar os feixes de verificação. Pode realizar as seguintes funções neste
separador:

 Adicionar feixes
 Eliminar feixes
 Dispor feixes
 Alterar opções dos feixes, incluindo:
 Tratamento
 ID do Aparelho
 Localização do isocentro
Para editar um campo, clique no interior e introduza o novo valor. Caso o plano contenha feixes divididos,
não pode fazer alterações nos feixes secundários.

Os feixes de configuração que criou durante o planeamento no separador Setup Beam (Feixe
de configuração) não são incluídos no cálculo da dose para o plano indicado. O Monaco não
considera a acumulação de doses para feixes de configuração. O sistema exporta quaisquer
unidades de monitorização atribuídas para utilização durante a filmagem.
AVISO

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Figura 64: Controlo do planeamento: Separador Beams - Setup Beams (Feixes - Feixes de configuração)

Tabela 28: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – Setup Beams
(Feixes - Feixes de configuração)
Número Nome do campo Descrição
1 New Beam (Novo feixe) Clique para adicionar um novo feixe ao final da lista.
Duplicate Beam Clique para criar uma cópia do feixe atual. O novo feixe aparece no final da
2
(Duplicar feixe) lista.
3 Delete Beam (Eliminar feixe) Clique para eliminar o feixe selecionado.
4 Beam Up (Feixe para cima) Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para cima na lista.
Beam Down
5 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para baixo na lista.
(Feixe para baixo)
Delete Parent Beam
6 Clique para eliminar todos os feixes principais no plano.
(Eliminar feixe principal)
7 Beam (Feixe) Mostra o número do feixe.
8 Description (Descrição) Mostra a descrição do feixe.
Introduza um ID para o campo com um máximo de cinco carateres. Esta
9 Field ID (ID do campo)
informação faz parte do plano quando o exporta.
10 Visible (Visível) Marque esta opção se pretender que este feixe seja visível nas vistas na janela.
Clique para abrir uma seta pendente para selecionar as opções de administração
11 Delivery (Tratamento)
para o feixe. As opções são Static (Estático) e Arc (Arco).
Treatment Unit
12 Clique para selecionar uma máquina a partir da lista pendente.
(Unidade de tratamento)
13 Modality (Modalidade) Mostra a modalidade. Os feixes de fotões são a única opção disponível.
Clique para abrir uma seta pendente para selecionar o algoritmo. As seleções
disponíveis são as seguintes:

14 Algorithm (Algoritmo)  Collapsed Cone (Cone fechado)


 Monte Carlo (Monte Carlo)
 Pencil Beam (Feixe pontual)

15 Energy (Energia) Selecione a energia para a Treatment Unit (Unidade de tratamento).


16 MU/Fx Mostra as Unidades de Monitorização/Fração para o feixe.
17 Dir Mostra a direção do arco de tratamento.
18 Gantry Introduza o ângulo da gantry.
19 Arc (Arco) Mostra o arco total do feixe.
20 Inc Mostra os incrementos do feixe.
21 Collimator (Colimador) Introduza a posição do colimador.
22 Couch (Mesa) Introduza a posição da mesa.
23 Asym (Assimétrico) Marque este campo para tornar o feixe assimétrico.
24 Width (Largura) Introduza os valores da largura esquerda e direita em centímetros.
25 Length (Comprimento) Introduza os valores da largura superior e inferior em centímetros.
Isocenter location Selecione o ponto que define o centro da rotação à volta do qual a máquina
26
(Localização do isocentro) administrará um feixe ou grupo de feixes ligados.
27 X/Y/Z Mostra as coordenadas do isocentro. Pode alterar manualmente a posição.

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Controlo do planeamento: Separador Beams - Treatment Aids (Feixes - Auxiliares


de tratamento)
Utilize este separador para editar auxiliares de tratamento num plano. Os auxiliares de tratamento disponíveis são:

 Cunhas
 Bólus
 Mesa
 Aplicadores de eletrões
 Cones estereotáticos
Na folha de cálculo, os campos da unidade de tratamento mostram opções por sequência alfabética.

O otimizador não terá em conta qualquer estrutura fora do paciente para o cálculo da dose, a
não ser que essa estrutura seja adicionada à prescrição.

O motor de cálculo não terá em conta qualquer estrutura do tipo Bólus ou Mesa, a não ser
que a atribua no separador Treatment Aids (Auxiliares de tratamento) da folha de cálculo
Beam (Feixe) aos feixes.
AVISO

Deixa de ser necessário adicioná-las às restrições de IMRT para planos IMRT.

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Planos do Monaco
Estas opções mudam consoante o tipo de administração.

Figura 65: Controlo do planeamento: Separador Beams - Treatment Aids (Feixes - Auxiliares de tratamento)

Tabela 29: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Beams – Treatment Aids
(Feixes - Auxiliares de tratamento)
Número Nome do campo Descrição
1 New Beam (Novo feixe) Clique para adicionar um novo feixe ao final da lista.
Duplicate Beam
2 Clique para criar uma cópia do feixe atual. O novo feixe aparece no final da lista.
(Duplicar feixe)
Delete Beam
3 Clique para eliminar o feixe selecionado.
(Eliminar feixe)
Beam Up
4 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para cima na lista.
(Feixe para cima)
Beam Down
5 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para baixo na lista.
(Feixe para baixo)
Delete Parent Beam
6 Clique para eliminar todos os feixes principais no plano.
(Eliminar feixe principal)
7 Beam (Feixe) Esta coluna mostra o número do feixe.
Esta é uma breve descrição do feixe. A predefinição é New beam (Novo feixe).
8 Description (Descrição)
Não pode fazer alterações neste campo no caso de feixes divididos.
Selecione um bólus para o feixe.
9 Bolus (Bólus)
Nota: pode atribuir um bólus por feixe para os planos 3D e QA. No caso dos
planos IMRT, pode atribuir o bólus a todos os feixes ou nenhum.
O campo Source to Bolus Distance (Distância da fonte ao bólus) está disponível
10 SBD (cm) para os planos Monaco. Mostra a distância da fonte ao bólus ao longo do eixo
central.
11 Couch (Mesa) Marque para incluir a mesa no plano de tratamento.

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Plano 3D

Figura 66: Controlo do planeamento: Beams – 3D Plan (Feixes - Plano 3D)

Tabela 30: Controlo do planeamento: Descrições dos campos Beams – 3D Plan (Feixes - Plano 3D)
Número Nome do campo Descrição
1 New Beam (Novo feixe) Clique para adicionar um novo feixe ao final da lista.
Duplicate Beam
2 Clique para criar uma cópia do feixe atual. O novo feixe aparece no final da lista.
(Duplicar feixe)
Delete Beam
3 Clique para eliminar o feixe selecionado.
(Eliminar feixe)
4 Beam Up (Feixe para cima) Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para cima na lista.
Beam Down
5 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para baixo na lista.
(Feixe para baixo)
Delete Parent Beam
6 Clique para eliminar todos os feixes principais no plano.
(Eliminar feixe principal)
7 Beam (Feixe) Esta coluna mostra o número do feixe.
Esta é uma breve descrição do feixe. A predefinição é New beam (Novo feixe).
8 Description (Descrição)
Não pode fazer alterações neste campo no caso de feixes divididos.
Esta coluna mostra o nome da cunha depois de selecionada. O nome predefinido é
No Wedge (Sem cunha).

9 Wedge ID (ID da cunha) Clique no cabeçalho da coluna para selecionar o identificador ou escolha None
(Nenhuma) para remover a cunha. Este campo mostra quando um plano de
simulação ou os modos de administração 3D e arco estático 3D estão a ser
utilizados. Não pode existir um Aplicador quando este campo está a ser utilizado.
Este é o ângulo da cunha de 1° a 60°, em incrementos de 1. Selecione o ângulo da
cunha na lista pendente. Este campo mostra quando um plano de simulação está a
10 Angle (Ângulo)
ser utilizado. Este campo mostra quando os modos de administração 3D e arco
estático 3D estão a ser utilizados.

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No caso dos planos do Monaco, esta é a orientação do ID da cunha selecionada.


No caso dos planos de simulação, clique na seta pendente para alterar a
orientação para uma outra orientação disponível. As escolhas disponíveis são:
 Int
 Amb
 Esquerda
 Direita
11 Orient (Orientação)

Estas opções estão disponíveis se a cunha suportar esta orientação ou se o


tamanho do campo do feixe for igual ou inferior ao tamanho máximo do campo
da cunha.

Este campo mostra quando um plano de simulação está a ser utilizado. Este
campo mostra quando os modos de administração 3D e arco estático 3D estão a
ser utilizados.
Mostra uma marca de verificação se o feixe contém uma porta. Este campo
12 Portal mostra quando um plano de simulação está a ser utilizado. Este campo mostra
quando os modos de administração 3D e arco estático 3D estão a ser utilizados.
Mostra uma marca de verificação se o feixe contém um MLC. Este campo mostra
13 MLC quando um plano de simulação está a ser utilizado. Este campo mostra quando os
modos de administração 3D e arco estático 3D estão a ser utilizados.
Este é o nome do ID do aplicador. Existe disponível informação para o ID do
bocal. Este campo mostra quando um plano de simulação está a ser utilizado. O
ID do bocal só é apresentado se existir um campo de protões a partir do controlo
Beam (Feixe). Este campo permite um máximo de 16 carateres. Este campo só é
Applicator ID
14 apresentado quando os modos de administração 3D e 3D Static Arc (Arco estático
(ID do aplicador)
3D) estão a ser utilizados. Os aplicadores estereotáticos não estão disponíveis
para planos de simulação. Este campo mostra os cones na lista pendente se a
máquina for uma máquina de fotões ou eletrões. Não pode existir uma cunha
quando este campo está a ser utilizado.
O campo contém uma marca de verificação se o feixe tiver um bólus. Pode editar
o bólus na caixa de diálogo Generate Bolus (Gerar bólus).
15 Bolus (Bólus)
Nota: pode atribuir um bólus por feixe para os planos 3D e QA. No caso dos
planos IMRT, pode atribuir o bólus a todos os feixes ou nenhum.
O campo Source to Bolus Distance (Distância da fonte ao bólus) está disponível
16 SBD para os planos Monaco. Mostra a distância da fonte ao bólus ao longo do eixo
central.
17 Couch (Mesa) Marque para incluir a mesa no plano de tratamento.

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Planos de simulação

Figura 67: Controlo do planeamento: Beams – Sim Plans (Feixes - Planos Sim)

Tabela 31: Controlo do planeamento: Descrições dos campos Beams – Sim Plans (Feixes - Planos Sim)
Número Nome do campo Descrição
New Beam
1 Clique para adicionar um novo feixe ao final da lista.
(Novo feixe)
Duplicate Beam
2 Clique para criar uma cópia do feixe atual. O novo feixe aparece no final da lista.
(Duplicar feixe)
Delete Beam
3 Clique para eliminar o feixe selecionado.
(Eliminar feixe)
Beam Up
4 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para cima na lista.
(Feixe para cima)
Beam Down
5 Clique para deslocar o feixe selecionado uma posição para baixo na lista.
(Feixe para baixo)
Delete Parent Beam
6 (Eliminar feixe Clique para eliminar todos os feixes principais no plano.
principal)
7 Beam (Feixe) Esta coluna mostra o número do feixe.
Description Esta é uma breve descrição do feixe. A predefinição é New beam (Novo feixe). Não
8
(Descrição) pode fazer alterações neste campo no caso de feixes divididos.
Esta coluna mostra o nome da cunha selecionada. O nome predefinido é No Wedge
(Sem cunha).
Wedge ID (ID da
9 Clique no cabeçalho da coluna para selecionar o identificador ou escolha None
cunha)
(Nenhuma) para remover a cunha. Este campo mostra quando um plano de simulação
está a ser utilizado. Não pode existir um Aplicador quando este campo está a ser
utilizado.
Este é o ângulo da cunha de 1° a 60°, em incrementos de 1. Selecione o ângulo da cunha
10 Angle (Ângulo)
na lista pendente. Esta coluna está disponível para os planos 3D e de Arco Estático 3D.

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Número Nome do campo Descrição


Esta é a orientação da cunha. Clique na seta pendente para alterar a orientação para uma
outra orientação disponível. As escolhas disponíveis são:
 Int
 Amb
11 Orient (Orientação)  Esquerda
 Direita

Estas opções estão disponíveis se a cunha suportar esta orientação ou se o tamanho do


campo do feixe for igual ou inferior ao tamanho máximo do campo da cunha.
12 Factor (Fator) Este valor é atualizado a partir do serviço da dose.
13 Portal Mostra uma marca de verificação se o feixe contém uma porta.
14 MLC Mostra uma marca de verificação se o feixe contém um MLC.
Este é o nome do ID do aplicador. Existe disponível informação para o ID do bocal. O
ID do bocal está disponível para os campos Proton (Protão).
Applicator ID
15 Este campo permite um máximo de 16 carateres. Os aplicadores estereotáticos não estão
(ID do aplicador)
disponíveis para planos de simulação. Este campo mostra os aplicadores na lista
pendente se a máquina for uma máquina de protões ou eletrões Não pode existir uma
cunha quando este campo está a ser utilizado.
O campo contém uma marca de verificação se o feixe tiver um bólus. Pode editar o bólus
16 Bolus (Bólus)
na caixa de diálogo Generate Bolus (Gerar bólus).
Margin (cm) Introduza uma margem em redor do campo. Apenas disponível se selecionar um
17
(Margem (cm)) Structure Name (Nome da estrutura) na coluna Field (Campo).

Controlo do planeamento: Separador IMRT Constraints - Constraints (Restrições de


IMRT - Restrições)
Utilize este separador para definir os objetivos alvo de IMRT e constrangimentos de órgãos em risco.

Figura 68: Controlo do planeamento: Separador IMRT Constraints - Constraints


(Restrições de IMRT - Restrições)

Tabela 32: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador IMRT Constraints -
Constraints (Restrições de IMRT - Restrições)
Número Nome do campo Descrição
Clique na seta Up (Cima) para deslocar a estrutura selecionada um lugar para
1 Up/Down (Cima/baixo)
cima na lista. Clique na seta Down (Baixo) para deslocar a estrutura

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Número Nome do campo Descrição


selecionada um lugar para baixo na lista.
Pareto/Constrained Mode
(Modo sem Clique para alternar entre o modo sem constrangimento e o modo com
2
constrangimento/com constrangimento.
constrangimento)
3 Color (Cor) Mostra a cor da estrutura.
4 Strucure (Estrutura) Mostra o nome da estrutura.
5 Cost Function (Função de custo) Mostra a função de custo aplicada à estrutura.
6 Enabled (Ativado) A estrutura participa na otimização do plano.
7 Status (Estado) Mostra a estrutura como On (Ligada) ou Off (Desligada).
Marque para introduzir alterações manuais nos pesos da estrutura ao invés do
8 Manual
peso atribuído pelo otimizador.
Mostra a pesagem atribuída à estrutura. Para alterar o valor, tem de marcar o
9 Weight (Peso)
campo Manual.
Reference Dose (cGy)
10 Mostra a dose de referência para cada função de custo.
(Dose de referência (cGy))
Marque esta caixa de verificação para tratar a função de custo como um
objetivo multicritérios. Isto permite que o otimizador continue a trabalhar
11 Multicriterial (Multicritérios) mais arduamente na restrição assinalada para baixar o isoconstrangimento
para além daquilo que o utilizador definiu enquanto as doses de objeto do
alvo são mantidas.
Isoconstraint
12 Mostra o valor do constrangimento. Pode alterá-lo ao longo da otimização.
(Isoconstrangimento)
Mostra o efeito de uma dose calculada para cada complicação individual ou
13 Isoeffect (Isoefeito)
função de custo.
Relative Impact Mostra o impacto da função de custo na prescrição. Quantos mais símbolos +,
14
(Impacto relativo) maior será o impacto.

Controlo do planeamento: Separador Dose Reference Points (Pontos de referência


da dose)
Utilize este separador para colocar, editar ou rever pontos de referência da dose para planos IMRT do
Monaco. Os pontos de referência da dose são pontos definidos pelo utilizador onde é possível visualizar a
dose. Existe um DRP para cada feixe.

Figura 69: Controlo do planeamento: Separador Dose Reference Points (Pontos de referência da dose)

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Tabela 33: Controlo do planeamento: Descrições dos campos do separador Dose Reference Points
(Pontos de referência da dose)
Número Nome do campo Descrição
Show/Edit DRPs
1 Clique para alternar os pontos de referência da dose nas vistas do paciente.
(Mostrar/editar DRPs)
Reset All to Isocenter Clique para alterar a localização de todos os pontos de referência da dose para
2
(Repor tudo para isocentro) os isocentros do feixe.
3 Beam # (N.º do feixe) Este é o número do feixe a partir do plano.
Beam Description
4 Esta é a descrição do feixe.
(Descrição do feixe)
5 Location (Localização) Localização dentro do volume.
6 X/Y/Z(cm) Mostra as coordenadas do isocentro. Pode alterar manualmente a posição.
7 Description (Descrição) Descreve o ponto de referência da dose de cada feixe.
Beam Dose (cGy or Gy)
8 A dose de cada feixe no seu ponto de referência da dose.
(Dose do feixe (cGy ou Gy))
Total Dose (cGy or Gy)
9 Dose total para o plano.
(Dose total (cGy ou Gy))

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Controlo de visibilidade do feixe

Figura 70: Controlo de visibilidade do feixe

Utilize o controlo de visibilidade do feixe para mostrar ou ocultar feixes de teleterapia.

 Beam (Feixe): A cor de cada linha indica o estado do feixe:


 Vermelho - O feixe está visível e selecionado.
 Púrpura - O feixe está visível.
 Verde - Feixes de protões.
 Cinzento - O feixe está oculto.
 No Background (Sem fundo) - O feixe faz parte de um plano de base. Os planos de base aparecem
sempre no final da lista.
 Dose: Marque para mostrar a dose no feixe. Pode ativar ou desativar a dose em todas as atividades.
No caso dos planos compostos, alternar a visualização da dose atualiza o DVH.

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Várias prescrições
O controlo Beam Visibility (Visibilidade do feixe) pode apresentar ou ocultar listas expansíveis de feixes por
grupos de prescrição. Além das características do controlo de visibilidade do feixe acima listadas, esta é a
lista para várias prescrições:

Figura 71: Controlo Beam Visibility (Visibilidade do feixe) com várias prescrições

 Ligue ou desligue todos os feixes numa prescrição individual


 Ligue ou desligue todas as doses numa prescrição individual
 Ligue ou desligue um feixe numa prescrição individual
 Ligue ou desligue todas as doses a partir de um feixe numa prescrição individual
 Mostre o feixe ativo sem qualquer dose

Planos múltiplos
O controlo de visibilidade do feixe de planos múltiplos pode apresentar ou ocultar listas expansíveis de
prescrições por grupos de plano. Além das características do controlo de visibilidade do feixe acima listadas,
esta é a lista para planos múltiplos:

 Ligar e desligar todos os feixes de prescrição visíveis numa revisão de planos múltiplos
 Ligar e desligar todas as doses visíveis numa revisão de planos múltiplos
 Ligar e desligar todos os feixes de prescrição em qualquer plano individual
 Ligar e desligar todas as doses em qualquer plano individual
 Ligar e desligar quaisquer feixes de prescrição individuais em qualquer plano
 Ligar e desligar a dose a partir de qualquer prescrição individual em qualquer plano

Controlo do misturador
Utilize este controlo para facilitar ver os dados do paciente quando um conjunto de estudos principais e
secundários estão ambos abertos.

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Utilize a barra de deslocamento Blender (Misturador) para proceder a uma transição gradual entre os
conjuntos de estudos principais e secundários. Isto tem o efeito de um conjunto de estudos a aparecer
gradualmente enquanto o outro conjunto de estudos desaparece gradualmente.

Utilize a lista Colormap (Mapa de cores) para selecionar um mapa de cores.

Figura 72: Controlo do misturador

Controlo de diferença de dose


Este controlo representa a variação da dose através do espectro de cores. O software fornece um intervalo de
cores que indica a percentagem da dose normalizada.

Figura 73: Controlo de diferença de dose

Tabela 34: Descrições dos campos de Controlo de diferença de dose


Número Nome do campo Descrição
1 Espectro de cores Mostra a cor que representa a diferença da dose (em percentagem).
Percentagem da dose
2 Introduza o valor mais alto da percentagem da dose a mostrar na janela.
(alta)
Percentagem da dose
3 Introduza o valor mais baixo da percentagem da dose a mostrar na janela.
(baixa)
Thickness % Escolha um valor de espessura para visualização da dose a partir do menu pendente.
4 (Percentagem de Opção ativa apenas se escolher o item IsoBand no campo Display Mode (Modo de
espessura) visualização).
Cutoff % Escolha um valor de percentagem onde pretende marcar a alteração em valores da
5
(Percentagem de cutoff) dose no Espetro de cores.
6 Isolines Marque este campo para mostrar a visualização colorwash, isofill ou isoband com

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Número Nome do campo Descrição


linhas que mostram os níveis de isodose.
Escolha uma opção de visualização de dose a partir do menu pendente.
 Colorwash
 Isofill
7 Modo de visualização  IsoBand
 IsoLine
 Reference Dose (Dose de referência)

Controlo da isodose
O controlo da isodose é uma representação das diversas intensidades da dose pelas cores do espectro. A
predefinição é um intervalo de 10 cores que variam entre o vermelho (dose mais elevada) e o azul escuro
(dose baixa) no espetro de cores.

O controlo da isodose apresenta unidades absolutas ou percentagem dependendo do modo de normalização.


Utilize as caixas de texto para alterar o modo de visualização e outras propriedades do visor.

Dose absoluta/percentual
Para alternar entre os modos de normalização, utilize o grupo Dose Normalization (Normalização da dose) no
friso Plan Options (Opções do plano).

Figura 74: Dose absoluta/percentual

Tabela 35: Descrições dos campos da Dose absoluta/percentual


Número Nome do campo Descrição
Se o plano for um plano de diferença ou soma, Summation (Soma) ou Subtraction
1 Modo
(Subtração) aparece aqui.
Mostra a cor que representa o valor da dose na janela. Vermelho indica doses mais altas.
2 Espectro de cores
Azul indica valores de dose mais baixos.
3 Dose Mostra o valor da dose. Introduza os valores da dose alta e baixa.

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Número Nome do campo Descrição


Thickness % Escolha um valor de espessura para visualização da dose a partir do menu pendente.
4 (Percentagem de Opção ativa apenas se escolher o item IsoBand no campo Display Mode (Modo de
espessura) visualização).
Cutoff %
5 (Percentagem de Escolha um valor onde pretende cortar a representação da isolinha.
cutoff)
6 Isolines Marque esta caixa de verificação para mostrar linhas de isodose nas janelas.
Escolha uma opção de visualização de dose a partir do menu pendente.
 Colorwash
Modo de  Isofill
7  IsoBand
visualização
 IsoLine
 Reference Dose (Dose de referência)

Vistas Isoline/Isofill/Isoband (Isolinha/Isofill/Isoband)

Figura 75: Vistas Isoline/Isofill/Isoband

Tabela 36: Descrições dos campos das Vistas Isoline/Isofill/Isoband (Isolinha/Isofill/Isoband)


Número Nome do campo Descrição
1 Modo Aqui é apresentado o tipo de plano, soma ou substração. Este campo surge quando
o plano se abre em Plan Review (Revisão do plano).
2 Unidade de dose Este campo indica o tipo de dose. Pode ser apresentado como cGy, Gy ou %.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

3 Nome do modelo Clique na seta pendente para selecionar um modelo para aplicar ao plano.
4 Save as (Guardar como) Clique neste botão para guardar um novo modelo.
5 Color Picker Mostra a cor que representa o valor da dose na janela. Vermelho indica doses mais
(Seletor de cor) altas. Azul indica valores de dose mais baixos.
6 Dose Mostra o valor da dose.
7 2D Selecione uma seta pendente nesta coluna para apresentar o valor da dose no visor 2D.
8 3D Selecione uma seta pendente nesta coluna para apresentar o valor da dose que utiliza
uma das seguintes opções:
 W: Wireframe (Modelo de arame): Mostra a estrutura 3D como um modelo
de arame
 S: Solid (Sólido): Mostra a estrutura 3D como uma imagem sólida (sem
transparência)
 T25, T50 ou T75: Transparency levels (Níveis de transparência). Define o
nível de transparência para as estruturas 3D. Quanto mais alto for o valor,
mais transparente será a estrutura.
9 Criar estrutura Clique para abrir a caixa de diálogo Create Structure from Isodose (Criar estrutura a
partir da isodose).
10 All 2D On/Off Clique para alternar a ativação/desativação de todas as isodoses 2D.
(Todas as vistas 2D
ativadas/desativadas)
11 All 3D On/Off Clique para alternar a ativação/desativação de todas as vistas de isodoses 3D.
(Todas as vistas 3D
ativadas/desativadas)
12 Thickness % Escolha um valor de espessura para as isodoses a partir do menu pendente. Opção
(Percentagem de ativa apenas se escolher o item IsoBand no campo Display Mode (Modo de
espessura) visualização).
13 Cutoff % Escolha um valor para cortar a representação da isolinha.
(Percentagem de cutoff)
14 Modo de visualização Escolha uma opção de visualização de dose a partir da lista pendente. Estas são as
opções:
 Colorwash
 Isofill
 IsoBand
 IsoLine
 Reference Dose (Dose de referência)
15 Isolines Marque esta caixa de verificação para mostrar linhas de isodose nas vistas.
As isolinhas em BEV apresentam-se 3 vezes mais espessas do que uma linha de
estrutura no BEV.

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Controlo de normalização
Este controlo especifica a normalização percentual ou absoluta. O valor da normalização muda quando a
intenção do médico (cGy/Gy) é alterada. Isto atualiza igualmente os valores da isolinha.

Figura 76: Controlo de normalização

Tabela 37: Descrições dos campos do Controlo de normalização


Número Nome do campo Descrição
Escolha um modo de normalização:

1 Norm (Norm.)  Percent (Percentagem)


 Absolute (Absoluta)

2 Ponto de normalização Introduza um ponto onde pretende que a dose seja normalizada.
3 Unidades Selecione se pretende ver os valores da dose em cGy ou Gy.
4 Percentagem Introduza a percentagem da dose que pretende normalizar.

Controlo de navegação multiplanos


Apenas no caso das vistas multiplanos, este controlo mantém as imagens TC sincronizadas. Surgem imagens
idênticas (ou seja, a mesma orientação do plano e a mesma posição de referência) à medida que seleciona as
imagens superiores e inferiores dos estudos.

O controlo abre-se automaticamente quando abre um plano de subtração.

Figura 77: Controlo de navegação multiplanos

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Frisos
Separador Tools (Ferramentas)

Grupo Navigate (Navegação)


O grupo Navigate (Navegação) permite-lhe manipular e ampliar as imagens de plano cortado.

Figura 78: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Navigate (Navegação)

Tabela 38: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Navigate (Navegação)
Número Nome do campo Descrição
Clique para obter uma panorâmica da vista transversal/sagital/coronal/oblíqua
1 Pan (Panorâmica)
selecionada.
2 Zoom Clique para ampliar ou reduzir manualmente a vista selecionada.
Volume Cursor
3 Clique para ligar ou desligar a ferramenta de medição da dose.
(Cursor de volume)
Jump To Point Selecione um ponto a partir do menu pendente. Isto define o controlador de corte e as
4
(Ir até ao ponto) vistas do ecrã para o ponto que selecionar.
Zoom Area
5 Clique para ampliar a área de interesse selecionada.
(Área do zoom)
Magnifying Glass
6 Clique para ampliar uma área definida pelo utilizador.
(Lupa)
Clique para selecionar e repor as vistas transversal/sagital/coronal/oblíqua nas
7 Reset (Repor)
predefinições.
3D Rotate
8 Clique para rodar a imagem 3D.
(Rotação 3D)
3D Translate X/Y
9 (Translação 3D Clique para mover a imagem 3D ao longo dos eixos x e y.
X/Y)
3D Translate X/Z
10 (Translação 3D Clique para mover a imagem 3D ao longo dos eixos x e z.
X/Z)

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Grupo Window and Level (Janela e nível)


Este grupo controla os valores da janela e do nível para que possa alterar a luminosidade e o contraste do
visor da imagem. Isto tornará as estruturas anatómicas individuais mais diferenciáveis.

Figura 79: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Window and Level (Janela e nível)

Número Nome do campo Descrição

Window and Level


1 Clique para alterar a luminosidade da janela/nível com o rato.
(Janela e nível)

Escolha um conjunto de estudos ou DRR para as alterações da janela/nível afetarem.


2 Affects (Afeta) Os conjuntos de imagens são codificados por cores para corresponder aos planos no
controlo do espaço de trabalho.

Escreva um valor para a janela. Pode utilizar as setas para cima/para baixo para
3 Janela
alterar o valor.

4 Presets (Predefinições) Selecione um valor predefinido na lista pendente.

Introduza um valor para o nível. Pode utilizar as setas para cima/para baixo para
5 Nível
alterar o valor.

Apply to same type Marque para aplicar as definições de janela/nível a todos os mesmos tipos de
6
(Aplicar ao mesmo tipo) imagem no plano carregado.

Save as Preset Abre a caixa de diálogo Window/Level Preset Values (Valores predefinidos de
7 (Guardar como janela/nível). Esta caixa de diálogo permite-lhe editar e guardar os valores de
predefinição) janela/nível.

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Grupo Tools (Ferramentas)


O grupo Tools (Ferramentas) permite-lhe ver medições, visualizar estatísticas e controlar os pontos de
interesse e marcadores.

Figura 80: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Tools (Ferramentas)

Tabela 39: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Tools (Ferramentas)
Número Nome do campo Descrição

Measure Tool
1 Clique para ativar a ferramenta de medição.
(Ferramenta de medida)

Remove Measures (Remover Clique para fechar a ferramenta de medida e remover os gráficos de medida do
2
medidas) ecrã.

Clique para mostrar a grelha. Clique em Grid Options (Opções da grelha) no


3 Grid (Grelha)
menu pendente para abrir a caixa de diálogo (Opções da grelha).

Grid Editing (Edição da Este botão só fica disponível se tornar a grelha visível. Clique nele para usar o
4
grelha) rato para rodar, reposicionar ou alterar a forma da grelha.

Show Interest Points


5 Marque a caixa de verificação para mostrar pontos de interesse nas vistas.
(Mostrar pontos de interesse)

Show Markers
6 Marque a caixa de verificação para mostrar marcadores nas vistas.
(Mostrar marcadores)

Contour Autosave
7 (Gravação automática dos Marque para guardar automaticamente os seus contornos.
contornos)

Interest Points and Markers


Clique para abrir a caixa de diálogo Interest Points & Markers (Pontos de
8 (Pontos de interesse e
interesse e marcadores).
Marcadores)

Image Statistics
9 Clique para abrir a caixa de diálogo Image Statistics (Estatística da imagem).
(Estatística da imagem)

Anatomical Groups (Grupos Clique para abrir a caixa de diálogo Manage Anatomical Groups
10
anatómicos) (Gerir grupos anatómicos).

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Separador Workspace (Espaço de trabalho)

Grupo Layout (Esquema)


O grupo Layout (Esquema) permite-lhe controlar os esquemas. Pode alterar o número de vistas, definir
esquemas predefinidos ou criar novos esquemas.

Figura 81: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Layout (Esquema)

Tabela 40: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Layout (Esquema)
Número Nome do campo Descrição

Clique para mudar a vista para o esquema lado a lado. Clique no menu
1 Side By (Esquema lado a lado)
pendente para selecionar o número de vistas no esquema.

2 Layouts (Esquemas) Clique para selecionar um esquema predefinido na lista pendente.

Save Layout as Preset (Guardar Clique para guardar o esquema atual como um esquema predefinido, que
3
esquema como predefinição) pode selecionar na lista Layouts (Esquemas).

4 Manage Layouts (Gerir esquemas) Clique para abrir a caixa de diálogo Manage Layouts (Gerir esquemas).

Clique para alterar o cursor para trocar o modo de vista Pode arrastar uma
5 Swap Views (Trocar vistas)
vista para uma nova posição e arrastá-la com a vista no lugar.

Grupo Visibility (Visibilidade)


O grupo Visibility (Visibilidade) permite-lhe selecionar os controlos que aparecem no ecrã.

Figura 82: Separador Tools (Ferramentas): Grupo Visibility (Visibilidade)

Tabela 41: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo Visibility (Visibilidade)
Número Nome do campo Descrição

1 Controls (Controlos) Clique para selecionar os controlos que pretende abrir na lista pendente.

2 Reset Controls (Repor controlos) Clique para repor os controlos para as predefinições.

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Grupo View Options (Opções de visualização)


O grupo View Options (Opções de visualização) permite-lhe controlar como vê cortes, linhas de contorno e
apresenta TC sintéticas.

Figura 83: Separador Tools (Ferramentas): Grupo View Options (Opções de visualização)

Tabela 42: Separador Tools (Ferramentas): Descrições dos campos do grupo View Options
(Opções de visualização)
Número Nome do campo Descrição

Partial Slice Trackers Marque a caixa de verificação para mostrar as extremidades dos controladores de
1 (Controladores de corte corte e omitir os intermédios. Remova a marca para mostrar as extremidades
parcial) como miras que atravessam totalmente a imagem.

Thick Contour Lines


2 (Linhas de contorno Marque esta caixa de verificação para tornar as linhas de contorno mais grossas.
grossas)

Marque a caixa de verificação para apresentar a TC sintética na vista do espaço de


trabalho para conjuntos de imagens de RM e TC. Apresenta as densidades
sobrepostas da escala de cinzentos.
Ao selecionar a opção:
A área contornada das estruturas com Forced ED (DE forçada) são apresentadas
em tons de cinzento que correspondem à DE relativa da estrutura.
Display Synth. CT As estruturas com valores baixos de DE relativa surgem mais escuros e as
3
(Apresentar TC sintética) estruturas com valores mais elevados de DE relativa são apresentados em tons de
branco.
As regiões que não fazem parte de estruturas com Force ED (Forçar DE) apenas
mantêm a imagem original para TC.
As regiões em estruturas com Forced ED (DE forçada) apenas apresentam um
valor de DE através do Volume Cursor (Cursor de volume).
É apresentada uma TC sintética nas vistas T/S/C.

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Separador Fusion (Fusão)

Grupo Tools (Ferramentas) (Faixa Fusion [Fusão])


O grupo Tools (Ferramentas) permite-lhe iniciar a fusão e ver a VOI e os dados de transformação para o
plano de fusão.

Figura 84: Separador Fusion (Fusão): Grupo Display (Visor)

Tabela 43: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Display (Visor)
Número Nome do campo Descrição

Start/Stop Automatic Fusion Clique para iniciar o processo de registo automático. Clique uma segunda
1
(Iniciar/parar fusão automática) vez para parar o registo automático.

Clique para abrir a caixa de diálogo (Utilizar registo anterior), onde pode
Use Prior Registration
2 aplicar um registo de um conjunto de estudos diferente ao conjunto de
(Utilizar registo anterior)
estudos carregados.

Transformation Data Clique para abrir a caixa de diálogo View Transformation Matrix (Ver matriz
3
(Dados de transformação) de transformação).

Point Registration (Registo por


4 Clique para abrir a caixa de diálogo Point Registration (Registo por pontos).
pontos)

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Grupo Display (Visor)


O grupo Display (Visor) permite-lhe definir opções de visualização para planos de fusão.

Figura 85: Separador Fusion (Fusão): Grupo Display (Visor)

Tabela 44: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Display (Visor)
Número Nome do campo Descrição

Clique para visualizar alternadamente o conjunto de estudos principal ou secundário


Horizontal Strips
1 num padrão de barras horizontais. Utilize o menu pendente para escolher um padrão de
(Barras horizontais)
barras diferente.

Vertical Stripes Clique para visualizar alternadamente conjuntos de estudos num padrão de barras
2
(Barras verticais) verticais. Utilize o menu pendente para escolher um novo padrão de barras.

Checkerboard Clique para visualizar alternadamente conjuntos de estudos num padrão axadrezado.
3
(Tabuleiro) Utilize o menu pendente para escolher um padrão de tabuleiro diferente.

4 Blended (Combinado) Clique para misturar os conjuntos de estudos principais e secundários no ecrã.

Slider Deslize para mostrar mais do conjunto de estudos principais ou secundários. Clique em
5 (Barra de P para mostrar apenas o conjunto de estudos principais. Clique em S para mostrar
deslocamento) apenas o conjunto de estudos secundários.

6 Pan (Panorâmica) Clique para obter a panorâmica do tabuleiro em toda a vista.

7 Reset (Repor) Clique para repor o tabuleiro em panorâmica na posição predefinida.

Grupo Color Map (Mapa de cores)


O grupo Color Map (Mapa de cores) permite-lhe definir opções do mapa de cores para imagens carregadas.

Figura 86: Separador Fusion (Fusão): Grupo Color Map (Mapa de cores)

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Tabela 45: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Color Map (Mapa de cores)
Número Nome do campo Descrição

Show Images (Mostrar Escolha um volume do conjunto de estudos para a atribuição de mapa de
1
imagens) cores.

2 As (Como) Escolha a opção de visualização do mapa de cores.

Grupo Masking (Máscara)


Utilize o grupo Masking (Máscara) para gerir a quantidade de dados de imagem que o registo automático
utiliza para determinar o melhor registo.

Figura 87: Separador Fusion (Fusão): Grupo Masking (Máscara)

Tabela 46: Separador Fusion (Fusão): Descrições dos campos do grupo Masking (Máscara)
Número Nome do campo Descrição

Selecione uma opção de máscara para o conjunto de estudos principais:


 Patient Contours (Contornos do paciente): aplica a máscara apenas
Primary Masking aos contornos do paciente.
1
(Máscara principal)  Shape/Intensity Model (Modelo de forma/intensidade)
 RE Segmentation (Segmentação RE)
 No Mask (Sem máscara): nenhuma máscara aplicada a este
conjunto de estudos.

Selecione uma opção de máscara para o conjunto de estudos secundários:


 Patient Contours (Contornos do paciente): aplica a máscara apenas
Secondary Masking aos contornos do paciente.
2
(Máscara secundária)  Shape/Intensity Model (Modelo de forma/intensidade)
 RE Segmentation (Segmentação RE)
 No Mask (Sem máscara): nenhuma máscara aplicada a este
conjunto de estudos.

Volume of Interest
3 Clique para mostrar o Volume de interesse e restringir o registo automático.
(Volume de interesse)

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Separador Contouring (Contorno)

Grupo Structure Edit (Edição da estrutura)


O grupo Structure Edit (Edição da estrutura) permite-lhe fazer alterações nas estruturas selecionadas.

Figura 88: Separador Contouring (Contorno): Grupo Structure Edit (Edição da estrutura)

Tabela 47: Separador Contouring (Contorno): Grupo Structure Edit (Edição da estrutura)
Número Nome do campo Descrição

1 Structure (Estrutura) Selecione uma estrutura na lista pendente.

Delete Structure (Eliminar


2 Clique para eliminar a estrutura selecionada.
estrutura)

Copy Structure
3 Clique para copiar a estrutura selecionada.
(Copiar estrutura)

Add Anatomical Group


4 Clique para adicionar um grupo anatómico.
(Adicionar grupo anatómico)

Grupo Contour Edit (Edição de contornos)


Utilize o grupo Contour Edit (Edição de contornos) para fazer alterações no contorno selecionado.

Figura 89: Separador Contouring (Contorno): Grupo Contour Edit (Edição de contornos)

Tabela 48: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Contour Edit
(Edição de contornos)
Número Nome do campo Descrição

1 Undo (Anular) Clique para anular a última ação que realizou.


Interpolate Contours
2 Clique para interpolar o contorno.
(Interpolar contornos)
3 Copy Superior Clique para copiar o contorno selecionado para o corte superior seguinte.

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Número Nome do campo Descrição

(Copiar superior)
Copy Inferior
4 Clique para copiar o contorno selecionado para o corte inferior seguinte.
(Copiar inferior)
Clear Contours
5 Clique para remover os contornos do paciente selecionado.
(Apagar contornos)
Mirror Selection
6 Clique para criar um contorno ou estrutura em espelho.
(Inverter seleção)
Clique para remover o objeto selecionado e movê-lo para a área de
7 Cortar
transferência.
8 Copiar Clique para copiar o objeto selecionado para a área de transferência.
Clique para colar o conteúdo da área de transferência para onde tem o cursor
9 Colar
posicionado.
10 Eliminar Clique para eliminar o objeto selecionado.

Grupo Manual Contouring (Contorno manual)


Utilize o grupo Manual Contouring (Contorno manual) para criar e editar contornos.

Figura 90: Separador Contouring (Contorno): Grupo Manual Contouring (Contorno manual)

Tabela 49: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Manual Contouring
(Contorno manual)
Número Nome do campo Descrição

Draw Contour
1 Clique para desenhar um contorno manualmente.
(Desenhar contorno)

2 Assistente de desenho Clique para abrir o Drawing Assistant (Assistente de desenho).

3 Substituir contorno Clique para substituir um segmento de contorno.

Clique para trocar o contorno para o outro resultado possível depois de substituir um
4 Trocar contorno
segmento de contorno.

5 Remodelar contorno Clique para remodelar um contorno.

Definir contorno por Clique para criar um contorno com formas predefinidas. Escolha uma nova forma a
6
formas partir do menu pendente.

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Número Nome do campo Descrição

Clique para criar um contorno com a ferramenta pincel. Selecione uma nova forma de
7 Pincel
pincel no menu pendente.

8 Evitar estruturas Clique para abrir a caixa de diálogo Structure Avoidance (Evitar estruturas).

Marque para ativar a deteção de margens. Utilize a barra de deslocamento Deteção de


Edge Detection
9 margens para definir o grau de rigor com que o pincel segue os valores do pixel da
(Deteção de margens)
imagem.

Sensibilidade de
10 O controlo de cursor ajusta a sensibilidade de deteção de margens.
deteção de margens

Grupo Auto Contouring (Contorno automático)


Utilize os controlos no grupo Auto Contouring (Contorno automático) para ativar funcionalidades como EZ
Sketch e EZ Clean.

Figura 91: Separador Contouring (Contorno): Grupo Auto Contouring (Contorno automático)

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Tabela 50: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Auto Contouring
(Contorno automático)
Número Nome do campo Descrição

Clique para ativar o EZ Sketch.


NOTA: pode utilizar a função EZSketch para contornar todos os conjuntos de
imagens que são axiais. No caso das imagens nativas não axiais
(coronais, sagitais ou oblíquas), a função EZSketch não está disponível.
1 EZ Sketch
No menu pendente, pode escolher se:
 Pretende utilizar o EZ Clean para remover automaticamente pequenos contornos
quando utilizar o Sketch.
 Pretende utilizar o Quick Scheme (Esquema rápido) para desenhar rapidamente
grandes estruturas com resolução grosseira.

2 Raio de edição Introduza um raio para a região de edição local. Pode também utilizar as setas para
aumentar ou diminuir o valor em incrementos de 0,10.
3 Execute (Executar) Clique para criar o contorno a partir do desenho do EZ Sketch.

4 Reset (Repor) Clique para apagar o esboço e começar novamente.


5 EZ Clean Clique para remover pequenos contornos inferiores a uma volume específico.

Grupo Auto Structure (Estrutura automática)


O grupo Auto Structure (Estrutura automática) contém controlos para criar e editar estruturas automaticamente.

Figura 92: Separador Contouring (Contorno): Grupo Auto Structure (Estrutura automática)

Tabela 51: Separador Contouring (Contorno): Descrições dos campos do grupo Auto Structure
(Estrutura automática)
Número Nome do campo Descrição

1 Margem Clique para abrir a caixa de diálogo Auto Margin (Margem automática).
automática
Clique para abrir a caixa de diálogo Auto Threshold (Limite automático).
NOTA: pode utilizar a função Auto Threshold (Limite automático) para contornar
2 Limite automático todos os conjuntos de imagens que são axiais. No caso das imagens
nativas não axiais (coronais, sagitais ou oblíquas), a função Auto
Threshold (Limite automático) não está disponível.

Clique para abrir a caixa de diálogo Auto Segment (Segmentação automática).


Segmentação
3 NOTA: pode utilizar a Auto Segmentation (Segmentação automática)
automática
para contornar todas as imagens de TC.

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Número Nome do campo Descrição

4 Bólus Clique para abrir a caixa de diálogo Generate Bolus (Gerar bólus).

Grupo PET
Utilize os controlos no grupo PET (TEP) para definir os parâmetros da imagem TEP.

Figura 93: Separador Contouring (Contorno): Grupo PET (TEP)

Tabela 52: Separador Contouring (Contorno): Grupo PET (TEP)


Número Nome do campo Descrição

SUV Calculation
1 Clique para abrir a caixa de diálogo SUV Calculation (Cálculo do SUV).
(Cálculo do SUV)

2 PET Clique para abrir a caixa de diálogo PET Threshold (Limite TEP).

Raw Image
Display Clique para abrir a Raw Image Display (Apresentação de imagens Raw) para entre
3
(Apresentação de imagens interpoladas e pixelizadas.
imagens Raw)

Separador Plan Options (Opções do plano)

Grupo Plan (Plano)


Utilize os controlo no grupo Plan (Plano) para definir a referência de leitura e configuração.

Figura 94: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Plan (Plano)

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Tabela 53: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Plan (Plano)
Número Nome do campo Descrição

Scan and Setup Reference Clique para abrir a caixa de diálogo Setup Reference
1
(Pontos de referência de leitura e configuração) (Pontos de referência de configuração).

Grupo Optional (Opcional)


O grupo Optional (Opcional) contém controlos que lhe permitem incluir mesas de tratamento, agrupar feixes
e mostrar extensões da dose.

Figura 95: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Optional (Opcional)

Tabela 54: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Optional (Opcional)
Número Nome do campo Descrição

Import Treatment Couch


1 Clique para adicionar uma cobertura da mesa ao plano.
(Importar mesa de tratamento)

Clique para abrir a caixa de diálogo Fluence Statistics


2 Fluence Statistics (Estatística de fluência)
(Estatística de fluência).

Clique para alternar a delimitação máxima da extensão do


3 Show Dose Extents (Mostrar extensão da dose)
campo (apena planos IMRT).

Clique para abrir a caixa de diálogo Assign CT-to-ED


4 Assign CT to ED (Atribuir TC a ED)
(Atribuir TC a ED) para o Conjunto de Estudos.

Treatment Aid Display Options Clique para abrir a caixa de diálogo Treatment Aid Display
5
(Opções de visualização do auxiliar de tratamento) Options (Opções de visualização do auxiliar de tratamento).

Grupo Review (Revisão)


O grupo Review (Revisão) contém controlos que lhe permitem ver imagens de mapa de bits e resumos de
feixes no plano.

Figura 96: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Review (Revisão)

Tabela 55: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Review (Revisão)

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Número Nome do campo Descrição

Image Viewer (Visualizador de


1 Clique para abrir o Image Viewer (Visualizador de imagem).
imagens)

Beam Summary
2 Clique para abrir o Beam Summary (Resumo do feixe).
(Resumo do feixe)

Grupo DVH
O grupo DVH permite-lhe fazer alterações no visor do DVH.

Figura 97: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo DVH

Tabela 56: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo DVH
Número Nome do campo Descrição

DVH Properties Clique para abrir a caixa de diálogo DVH Properties (Propriedades do
1
(Propriedades do DVH) DVH).

Structure Combination Clique para abrir a caixa de diálogo Structure Combination (Combinação
2
(Combinação de estruturas) de estruturas).

DVH Color Setup Clique para abrir a caixa de diálogo DVH Color Setup (Configuração de
3
(Configuração de cores do DVH) cores do DVH).

DVH Statistics Clique para abrir a caixa de diálogo DVH Statistics (Estatísticas de
4
(Estatísticas de DVH) DVH).

Grupo Dose Normalization (Normalizaçã o de dose)


Utilize as ferramentas no grupo Dose Normalization (Normalização da dose) para definir unidades e pontos
de normalização.

Figura 98: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Dose Normalization (Normalização da dose)

Tabela 57: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Dose
Normalization (Normalização de dose)
Número Nome do campo Descrição

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Número Nome do campo Descrição


1 Ponto de normalização Introduza um ponto onde pretende que a dose seja normalizada.

2 Percentagem Introduza a percentagem da dose que pretende normalizar.

Relative Mode Marque para definir o modo de normalização para Relativo. Caso contrário, o
3
(Modo relativo) modo de normalização da dose será Absoluto.

4 Unidades Selecione se pretende ver os valores da dose em cGy ou Gy.

Grupo DRR
Utilize os controlos no grupo DRR para definir volumes de interesse.

Figura 99: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo DRR

Tabela 58: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo DRR
Número Nome do campo Descrição

Volume of Interest
1 Clique para ativar a funcionalidade de máscara do volume de interesse.
(Volume de interesse)

Grupo Particle (Partículas)


O grupo Particle (Partículas) contém controlos para o planeamento ocular com OcuPro.

Figura 100: Separador Plan Options (Opções do plano): Grupo Particle (Partículas)

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Tabela 59: Separador Plan Options (Opções do plano): Descrições dos campos do grupo Particle (Partículas)
Número Nome do campo Descrição

1 OcuPro Clique para abrir a caixa de diálogo OcuPro.

2 Rotate Eye (Rodar olho) Clique para utilizar o rato para rodar o olho.

3 Translação do olho em X/Y Clique para utilizar o rato para mover o olho ao longo dos planos x ou y.

4 Translação do olho em X/Z Clique para utilizar o rato para mover o olho ao longo dos planos x ou z.

5 Centrar no olho Clique para centrar a vista no olho.

Reset Eye Position


6 Clique para repor a visualização do olho no seu alinhamento dianteiro.
(Repor posição do olho)

Separador Planning (Planeamento)

Grupo Plan (Plano) (faixa Planning [Planeamento])


O grupo Plan (Plano) contém controlos que lhe permitem criar, fechar ou eliminar planos.

Figura 101: Separador Planning (Planeamento): Grupo Plan (Plano)

Tabela 60: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Plan (Plano)
Número Nome do campo Descrição

Clique para abrir a caixa de diálogo New Monaco Plan (Novo plano Monaco).
1 New Plan (Novo plano)
Pode selecionar diferentes tipos de plano na lista pendente.

2 Fechar plano Clique para fechar o plano atual.

3 Eliminar plano Clique para eliminar o plano atual.

Clique para abrir a caixa de diálogo Import Template into Existing Plan
Importar modelo para plano
4 (Importar modelo para plano existente), onde pode adicionar um modelo ao
existente
plano atual.

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Grupo Beam (Feixe)


Os controlos do grupo Beam (Feixe) permitem-lhe adicionar, editar e eliminar feixes.

Figura 102: Separador Planning (Planeamento): Grupo Beam (Feixe)

Tabela 61: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Beam (Feixe)
Número Nome do campo Descrição

1 New Beam (Novo feixe) Clique para criar um novo feixe.

2 Delete Beam (Eliminar feixe) Clique para eliminar o feixe ativo.

3 Edit Beam (Editar feixe) Clique para editar o feixe ativo.

Grupo Port (Porta)


Os controlos do grupo Port (Porta) permitem-lhe adicionar e editar portas.

Figura 103: Separador Planning (Planeamento): Grupo Port (Porta)

Tabela 62: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Port (Porta)
Número Nome do campo Descrição

Create and Edit Ports MLC


1 Clique para abrir a caixa de diálogo Create/Edit Ports (Criar/editar portas).
(Criar e editar portas MLC)
2 Anular Clique para anular a última ação que realizou.
3 Encaixar garras à porta Clique para adaptar as garras ao formato da porta.
Clique para fazer com que o feixe simétrico mantenha os limites de campo
4 Manter limites de campo
definidos pelo campo assimétrico e ajuste o isocentro.
5 Trocar bloco Clique para trocar o bloco atual.
6 Cortar Clique para mover a porta selecionada para a área de transferência.
7 Copiar Clique para copiar a porta selecionada para a área de transferência.
Clique para colar a porta selecionada da área de transferência na posição do
8 Colar
cursor.
9 Eliminar Clique para eliminar a porta selecionada.

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Grupo Calculation (Cálculo)


O grupo Calculation (Cálculo) permite-lhe iniciar, parar e controlar o cálculo da dose. Permite-lhe ainda
definir os parâmetros de sequenciamento e as propriedades de cálculo.

Figura 104: Separador Planning (Planeamento): Grupo Calculation (Cálculo)

Tabela 63: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Calculation (Cálculo)
Número Nome do campo Descrição
1 Rx ID (ID de Rx) Clique no menu pendente para selecionar a prescrição.
2 Optimize (Otimizar) Clique para iniciar a otimização.
Clique no menu pendente para selecionar a prescrição para iniciar o
cálculo da dose. Estas são as opções para o cálculo:
3 Calculate (Calcular)  Calculate Active Rx (Calcular prescrição ativa)
 Calculate All Rx (Calcular todas as prescrições)

Faça clique para retroceder a otimização para o último estado inativo.


4 Retroceder Clique no botão uma vez para pausar a otimização. Clique nele uma
segunda vez para repor a fluência no estado anterior.
5 Repor motor de cálculo Clique para repor o motor de cálculo.
Clique para saltar a pausa após a otimização da etapa 1 e avançar
6 Otimização por lote
diretamente para a etapa 2.
Faça clique para avançar a otimização para a etapa seguinte. Se estiver na
7 Avançar etapa 1, avançará para a etapa 2. Se estiver na etapa 2, avançará para o
final da otimização.
Clique para abrir a caixa de diálogo Calculation Properties (Propriedades
8 Propriedades do cálculo
do cálculo).
Clique para abrir a caixa de diálogo Sequencing Parameters (Parâmetros
9 Parâmetros de sequenciação
de sequenciação).

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Grupo Fluence (Fluência)


Este grupo está associado à visualização da fluência. Contém controlos para alterar o feixe ou sequência ativa,
alterar o segmento para o feixe e alterar o mapa de cores de cores para a escala de cinzentos. As unidades de
monitorização do segmento atual são apresentadas, bem como as MU máximas e mínimas para o feixe atual.

Aqui refletem-se as alterações feitas no número de feixes ativos e no número de segmentos ativos pelo
utilizador no menu do botão direito do rato.

Figura 105: Separador Planning (Planeamento): Grupo Fluence (Fluência)

Tabela 64: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Fluence (Fluência)
Número Nome do campo Descrição
Para escolher um feixe:
 Introduza o número do feixe na caixa de diálogo.
1 Beam (Feixe)
 Utilize as setas cima/baixo para ir para um número de feixe.
 Escolha um número de feixe a partir do menu pendente.
MU Cursor
2 Clique para visualizar a dose na posição do cursor.
(Cursor MU)
3 Gantry Mostra o ângulo da gantry no feixe selecionado.
Unidades de monitor
4 Mostra o nível mais baixo de unidades de monitorização no segmento.
[baixas]
Mapa de cores/Escala de
5 Clique para alternar a apresentação entre mapa de cores e escala de cinzentos.
cinzentos
Unidades de monitor
6 Mostra o nível mais alto de unidades de monitorização no segmento.
[altas]
Para escolher um segmento:
 Introduza o número do segmento na caixa de diálogo.
7 Segment (Segmento)
 Utilize as setas cima/baixo para ir para um número de segmento.
 Escolha um número de segmento a partir do menu pendente.
Escolha uma posição do segmento no menu pendente. As opções são:
 Start (Início): disponível para feixes dinâmicos
8 Posição do segmento
 End (Fim): disponível para feixes dinâmicos
 Static (Estático): disponível para feixes estáticos
9 MU (UM) Mostra as unidades de monitorização para o segmento atual.

Grupo Grid Volume (Volume da grelha)


Utilize o grupo Grid Volume (Volume da grelha) para alternar a visualização entre o conjunto de estudos e a
grelha. Pode também selecionar opções de visualização para o conjunto de estudos secundários.

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Figura 106: Separador Planning (Planeamento): Grupo Grid Volume (Volume da grelha)

Tabela 65: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Grid Volume (Volume da grelha)
Número Nome do campo Descrição

Volume Cursor
1 Clique para ativar o cursor de volume.
(Cursor de volume)
Selecione o tipo de grelha a partir do menu pendente. Isto permite-lhe definir a
ferramenta de visualização que pretende utilizar. As opções são:
 None (Nenhum): nenhum volume secundário escolhido.
 Dose: mostra a distribuição da dose interpolada.
 Raw Dose (Dose bruta): mostra a distribuição da dose não interpolada.
 MC STD DEV (Desvio-padrão MC): mostra o plano em colorwash.
Disponível após a otimização da dose. Esta opção não está disponível se
utilizar o algoritmo Pencil beam (Feixe pontual) para otimização. (apenas
planos IMRT)
 Electron Density (Densidade de eletrões): mostra a densidade dos eletrões
Grid Type por voxel (disponível apenas em Planning [Planeamento] e QA).
2
(Tipo de grelha)  VOI Occupancy (Ocupação de VOI): mostra a ocupação de voxel por
código de cor da estrutura selecionada. O cursor do volume muda para
mostrar a percentagem do voxel no interior da estrutura.
 Cost Function Occupancy (Função de custo de ocupação): mostra as
funções de custo de ocupação por voxel (apenas Planning [Planeamento]).
 Cost Function Relax Response (Resposta de descontração da função de
custo): mostra a alteração aproximada na dose por voxel por relaxamento
unitário de um isoconstrangimento (apenas Planning [Planeamento]).
 Statistical Uncertainty (Incerteza estatística): mostra a incerteza estatística
de Monte Carlo por voxel. Só está disponível quando se utiliza o
algoritmo Monte Carlo para o cálculo da dose (disponível apenas em
Planning [Planeamento] e QA).
Selecione uma estrutura a partir do menu pendente. Ativa apenas quando escolher
estes tipos de grelha:
 VOI Occupancy (Ocupação de VOI)
3 Structrure (Estrutura)  CF Occupancy (Ocupação de CF)*
 Variation (Variação)*
 Relax Response (Resposta de relaxamento)*
*Mostra também a função de custo aplicada à estrutura.
Arraste a barra para mostrar mais do conjunto de estudos ou da grelha. Clique no
4 Barra de deslocamento botão SS para mostrar apenas o conjunto de estudos. Clique no botão G para
mostrar apenas a grelha.
Unidades de
5 Mostra o nível mais baixo de unidades de monitorização no segmento.
monitorização (baixas)

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Número Nome do campo Descrição

Mapa de cores/Escala de
6 Clique para alternar a apresentação entre mapa de cores e escala de cinzentos.
cinzentos
Unidades de
7 Mostra o nível mais alto de unidades de monitorização no segmento.
monitorização (altas)

Grupo Status (Estado)


Utilize os controlos do grupo Status (Estado) para aprovar planos concluídos.

Figura 107: Separador Planning (Planeamento): Grupo Status (Estado)

Tabela 66: Separador Planning (Planeamento): Descrições dos campos do grupo Status (Estado)
Número Nome do campo Descrição

1 Plan Approval (Aprovação do plano) Clique para abrir a caixa de diálogo Plan Approval (Aprovação do plano).

Separador Output (Saída)

Grupo Peer (Par)


Os controlos do grupo Peer (Elementos da rede) permitem-lhe exportar planos DICOM.

Figura 108: Separador Output (Saída): Grupo Peer (Elementos da rede)

Tabela 67: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Peer (Par)
Número Nome do campo Descrição

DICOM Export (Exportação Clique para abrir a caixa de diálogo DICOM Export (Exportação
1
DICOM) DICOM).

Grupo Export to File (Exportar para ficheiro)


Os controlos do grupo Export to File (Exportar para ficheiro) permitem-lhe exportar DVH e planos de dose.

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Figura 109: Separador Output (Saída): Grupo Export to File (Exportar para ficheiro)

Tabela 68: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Export to File (Exportar para ficheiro)
Número Nome do campo Descrição

1 Export DVH (Exportar DVH) Clique para guardar o DVH como um ficheiro .txt ou .csv.

2 Dose Plane (Plano da dose) Clique para exportar o plano da dose.

Grupo Individual Reports (Relatórios individuais)


Os controlos do grupo Individual Reports (Relatórios individuais) permitem-lhe executar relatórios
individuais do Monaco.

Figura 110: Separador Output (Saída): Grupo Individual Reports (Relatórios individuais)

Tabela 69: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Individual Reports
(Relatórios individuais)
Número Nome do campo Descrição

1 Plan (Plano) Clique para abrir o relatório Plan (Plano).


DVH Statistics
2 Clique para abrir o relatório DVH Statistics (Estatísticas de DVH).
(Estatísticas de DVH)
3 Structure (Estrutura) Clique para abrir o relatório Structure (Estrutura).
Fluence Statistics
4 Clique para abrir o relatório Fluence Statistics (Estatística de fluência).
(Estatística de fluência)
5 DVH Index (Índice DVH) Clique para abrir o relatório DVH Index (Índice DVH).
Beam Summary
6 Clique para abrir o relatório Beam Summary (Resumo do feixe).
(Resumo do feixe)
Segment Summary
7 Clique para abrir o relatório Segment Summary (Resumo do segmento).
(Resumo do segmento)
8 IMRT Constraints
Clique para abrir o relatório IMRT Constraints (Constrangimentos IMRT).
(Constrangimentos IMRT)

IMRT Constraints (advanced) Clique para abrir o relatório Advanced IMRT Constraints (Constrangimentos
9
(Constrangimentos IMRT) IMRT avançados).

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Número Nome do campo Descrição

(avançados))
Interest Points and Markers
Clique para abrir o relatório Interest Points & Markers (Pontos de interesse e
10 (Pontos de interesse e
Marcadores).
Marcadores)
11 DICOM Plan (Plano DICOM) Clique para abrir o relatório DICOM Plan (Plano DICOM).
Control Point Summary
Clique para abrir o relatório Control Point Summary (Resumo de pontos de
12 (Resumo de pontos de
controlo).
controlo)
Segment Details
13 Clique para abrir o relatório Segment Details (Detalhes do segmento).
(Detalhes do segmento)
Auto Margin
14 Clique para abrir o relatório Auto Margin (Margem automática).
(Margem automática)
Print Screen (Impressão do
15 Clique para imprimir o campo de visão da sala.
ecrã)

Grupo Reports (Relatórios)


Os controlos do grupo Reports (Relatórios) permitem-lhe criar relatórios personalizados e imprimir vistas a
partir do ecrã.

Figura 111: Separador Output (Saída): Grupo Reports (Relatórios)

Tabela 70: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Reports (Relatórios)
Número Nome do campo Descrição

Customized Reports Clique para abrir a caixa de diálogo Customized Reports (Relatórios
1
(Relatórios personalizados) personalizados).

2 Print Views (Imprimir vistas) Clique na lista pendente para selecionar uma vista a imprimir.

Grupo Print Options (Opções de impressão)


Os controlos do grupo Print Options (Opções de impressão) permitem-lhe adicionar ou remover opções de
relatórios impressos.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo B: Controlo do planeamento e faixas

Figura 112: Separador Output (Saída): Grupo Print Options (Opções de impressão)

Tabela 71: Separador Output (Saída): Descrições dos campos do grupo Print Options
(Opções de impressão)
Número Nome do campo Descrição

DICOM Coordinates
1 Marque para incluir as coordenadas DICOM com os relatórios impressos.
(Coordenadas DICOM)

Include Base Dose


2 Marque para incluir a dose de base nos relatórios impressos.
(Incluir Dose de Base)

Barra de ferramentas de acesso rápido


A barra de ferramentas de acesso rápido inclui diversos botões predefinidos que utiliza habitualmente. Pode
adicionar botões adicionais à barra de ferramentas de acesso rápido conforme necessário.

Figura 113: Barra de ferramentas de acesso rápido

Tabela 72: Descrições dos campos da Barra de ferramentas de acesso rápido


Número Nome do campo Descrição

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Anexo B: Controlo do planeamento e faixas Manual do Utilizador do Monaco®

Número Nome do campo Descrição


1 Barra de ferramentas de Contém botões que utiliza com frequência. Pode definir os botões incluídos na barra de
acesso rápido ferramentas. Os botões predefinidos são:
 Open Patient (Abrir paciente)
 Save (Guardar)
 Close Patient (Fechar paciente)
 Window and Level (Janela e nível)
 Print (Imprimir)
2 Opções personalizáveis Marque os controlos que pretende que apareçam na barra de ferramentas.
 Para adicionar comandos diferentes, clique em More Commands
(Mais comandos).
 Para mover a barra de ferramentas para baixo da faixa, clique em Show Below
the Ribbon (Mostrar abaixo da faixa).
 Para ocultar a faixa, clique em Minimize Ribbon (Minimizar a faixa).

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo C: Criação de cópia de segurança e restauro das unidades de tratamento

Anexo C: Criação de cópia de segurança e restauro


das unidades de tratamento

Criação de cópia de segurança da base de dados


Deve criar uma cópia de segurança da base de dados do Monaco Physics numa base diária. Quando realiza
uma cópia de segurança, esta só deve ser criada no servidor do Monaco ou sistemas autónomos, não em
sistemas cliente. Realize estas cópias de segurança para garantir que não perde dados da unidade de
tratamento no caso de falha de hardware do computador.

A cópia de segurança da base de dados inclui dois passos:

1. Criar uma cópia de segurança online da base de dados numa outra pasta ou num outro disco.

2. Copiar a cópia de segurança da base de dados que criou a partir do sistema Monaco para um outro
suporte de dados ou um outro nó.

O Monaco tem uma base de dados de física que inclui uma série de bancos de dados que são armazenados em
ficheiros. Cada ficheiro é automaticamente tão grande quanto precisa de ser. Caso não exista espaço
suficiente para o armazenamento dos novos dados, o gestor da base de dados Mimer aumentará o tamanho do
ficheiro.

O gestor da base de dados do Monaco (Mimer) conserva um registo (LOGDB) de todas as transações na base
de dados. (O registo tem por finalidade restaurar as transações realizadas desde a última cópia de segurança
caso a base de dados fique corrompida.)

A cópia de segurança da base de dados, conforme descrito abaixo, remove os dados armazenados no registo.
Por conseguinte, as cópias de segurança diárias impedem que esta parte da base de dados aumente demasiado.

Definições da cópia de segurança da base de dados


Para iniciar a ferramenta Backup (Cópia de segurança), selecione START | ALL PROGRAMS | ELEKTA |
PHYSICS | TREATMENT UNIT BACKUP (Iniciar| Todos os programas | Elekta | Física | Cópia de segurança da
unidade de tratamento)

Utilize a cópia de segurança da unidade de tratamento para programar e executar cópias de segurança Mimer
online da base de dados Monaco Physics (Monaco_Physics_DB).

Ao programar uma cópia de segurança, adiciona-a como um trabalho à lista de trabalho processados pelo
Windows Scheduler.

A ferramenta de Backup suporta também a criação imediata de uma cópia de segurança, sem programar um
trabalho.

Da primeira vez que iniciar a ferramenta de Backup, não existem cópias de segurança programadas. Nem
existem disponíveis quaisquer cópias de segurança iniciadas pela ferramenta de Backup. Para programar
cópias de segurança, selecione o separador Settings (Definições).

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Anexo C: Criação de cópia de segurança e restauro das unidades de tratamento Manual do Utilizador do Monaco®

Figura 114: Ferramenta Backup (Cópia de segurança): Separador Settings (Definições)

Agendar hora e localização da cópia de segurança


Especifique a data e hora da cópia de segurança. Se possível, inicie a cópia de segurança quando a carga no
servidor do Monaco ou sistemas autónomos for baixa.

Selecione os dias para realizar a cópia de segurança. A Elekta recomenda-lhe que realize cópias de segurança
diárias.

Selecione a pasta de saída para a cópia de segurança. Se utilizar subpastas (ver secção seguinte), a aplicação
cria essas subpastas nesta pasta de saída. Por predefinição, a pasta de saída da cópia de segurança é definida
para a mesma localização que a pasta da base de dados do Monaco. Se possível, deve alterar isto e colocar a
pasta de saída da cópia de segurança num outro disco.

NOTA Para melhorar a segurança bem como o desempenho da cópia de segurança, deve colocar a base de
dados Monaco Physics num disco. Coloque a pasta de saída da cópia de segurança num outro disco.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo C: Criação de cópia de segurança e restauro das unidades de tratamento

Opção da pasta de saída


Se selecionar Do not use subfolders (Não utilizar subpastas), o sistema guarda a cópia de segurança na
mesma pasta todos os dias. No caso de uma cópia de segurança existente, a nova cópia de segurança substitui
esta cópia de segurança.

NOTA Só deve utilizar a opção Do not use subfolders (Não utilizar subpastas) se deslocar ou copiar os
ficheiros da cópia de segurança para um suporte secundário quando a cópia de segurança online
Mimer terminar.

Se selecionar Use subfolders, alter between a number of different folders (Utilizar subpastas, alterar entre
uma série de diferentes pastas), o sistema cria a cópia de segurança numa nova pasta de cada vez. O nome da
pasta baseia-se na data e hora atuais.
Se a cópia de segurança for bem-sucedida, o sistema manterá o número especificado de pastas de cópia de
segurança (as pastas mais recentes) e removerá todas as outras pastas de cópia de segurança e respetivos
conteúdos.
Se selecionar Use subfolders, use one subfolder for each day in the week (Utilizar subpastas, utilizar uma
subpasta para cada dia da semana), a cópia de segurança é criada numa subpasta que tem o mesmo nome que
o dia do agendamento para a criação da cópia de segurança.
Se programar cópias de segurança para cada segunda-feira e sexta-feira, e a pasta de saída for
D:\MonacoBackup, as cópias de segurança são criadas em D:\MonacoBackup\Physics\Monday à
segunda-feira e em D:\MonacoBackup\Physics\Friday à sexta-feira.
A opção Do not overwrite last successful backup (Não substituir última cópia de segurança bem-sucedida)
impede que a ferramenta de Backup substitua a última cópia de segurança bem-sucedida. Esta opção aplica-se
apenas se selecionar mais do que um dia de cópia de segurança.
As cópias de segurança foram agendadas para segunda, quarta e sexta, e a opção Use subfolders, use one
subfolder for each day in the week (Utilizar subpastas, utilizar uma subpasta para cada dia da semana) foi
selecionada. Imaginemos que numa semana a cópia de segurança de segunda-feira e a cópia de segurança de
quarta-feira falham. Quando a cópia de segurança de sexta-feira vai ser realizada, a ferramenta de Backup
deteta que a cópia de segurança feita na sexta-feira anterior é a única bem-sucedida, sem nenhuma outra
criada desde então.

Configurar correio
A ferramenta de Backup inclui a funcionalidade que informa os utilizadores por e-mails quando a cópia de
segurança termina ou falha.

Para enviar e-mails a partir da aplicação, tem de aceder a um servidor SMTP e a uma pequena conta com
capacidade para enviar correios a partir de uma aplicação. (O software antivírus pode impedir o envio de
e-mails pela aplicação.)

Deve introduzir endereços de e-mail no formato x@y. Caso introduza mais do que um endereço de receção,
utilize ponto e vírgula (;) para separar os endereços.

Aplicar definições
Utilize o botão Apply (Aplicar) para programar a cópia de segurança de acordo com as definições.

Na caixa de diálogo Set Backup Account Information (Definir informações da conta da cópia de segurança),
introduza o nome de utilizador e palavra-passe.

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Anexo C: Criação de cópia de segurança e restauro das unidades de tratamento Manual do Utilizador do Monaco®

NOTA se possível, utilize uma conta com uma palavra-passe que não expire. Caso contrário, deve atualizar
a tarefa programada sempre que alterar a palavra-passe.

Clique em OK. As cópias de segurança são criadas de acordo com as definições incluídas no separador
Settings (Definições).

Criar cópia de segurança agora


Utilize o botão Run Backup Now (Criar cópia de segurança agora) para criar de imediato uma cópia de
segurança, sem ter de agendá-la.

Se escolher a opção Do not use subfolders (Não utilizar subpastas), o sistema cria a cópia de segurança
diretamente nas pastas de base de dados da pasta de saída.

Se a pasta de saída selecionada for D:\MonacoBackup, a cópia de segurança da base de dados Physics é
criada em D:\MonacoBackup\Physics.

Se selecionar qualquer uma das opções de Use subfolders (Utilizar subpastas), a aplicação cria a cópia de
segurança numa subpasta chamada ManualBackup na pasta da base de dados na pasta de saída.

A pasta de saída selecionada é D:\MonacoBackup, a cópia de segurança da base de dados Physics é criada
em D:\MonacoBackup\Physics\ManualBackup.

Se fizer alguma alteração nas definições da pasta de saída ou nas definições de correio, deve aplicá-la antes de
o botão Run Backup Now (Criar cópia de segurança agora) ser ativado.

Resultado da cópia de segurança da base de dados


O separador View result (Ver resultado) mostra o resultado cópias de segurança e se estas foram
programadas ou não.

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Manual do Utilizador do Monaco® Anexo C: Criação de cópia de segurança e restauro das unidades de tratamento

Figura 115: Ferramenta Backup (Cópia de segurança): Separador View result (Ver resultado)

A cópia de segurança realizada com êxito pela última vez foi terminada com êxito

A cópia de segurança realizada com êxito pela última vez falhou

Nenhuma cópia de segurança encontrada

Foi programada uma cópia de segurança

Não foi programada uma cópia de segurança

Foi programada uma cópia de segurança mas é possível que não exista espaço suficiente no disco
para uma cópia de segurança

Na área de topo, encontrará um link para a cópia de segurança de cada base de dados (exceto se não tiver sido
realizada qualquer cópia de segurança com esta ferramenta). Pode utilizar o link para saltar para a pasta de
saída da cópia de segurança para a última cópia de segurança feita.

Na área de topo, se o espaço de disco calculado necessário exceder o espaço de disco disponível, o espaço de
disco calculado necessário é realçado a vermelho.

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Anexo C: Criação de cópia de segurança e restauro das unidades de tratamento Manual do Utilizador do Monaco®

Na área de baixo, expanda a vista da árvore para ver o estado das cópias de segurança previamente realizadas.
Clique com o botão direito do rato numa pasta ou num ficheiro para abrir a pasta no Windows Explorer. Faça
duplo clique num ficheiro de registo para abri-lo no Notepad.

Utilize o botão de atualização para atualizar a vista.

Restauro da base de dados


Para proceder a um restauro da base de dados, ligue-se ao servidor do Monaco ou ao sistema autónomo como
um utilizador como direitos de administrador.

1. Utilize a ferramenta de administração Mimer para localizar os ficheiros da base de dados. Selecione
Properties (Propriedades) no menu contextual para Monaco_Physics_DB. A localização predefinida
da base de dados é chamada de diretório inicial. Por exemplo, a localização predefinida da base de
dados no Windows 7 é C:\ProgramData\Database\Physics.

2. Selecione Stop Server (Parar servidor) no menu contextual para Monaco_Physics_DB na ferramenta
do administrador Mimer para parar o gestor da base de dados. Remova a base de dados de física atual
ou, se tiver espaço no disco suficiente, mova o conteúdo para uma localização temporária.

3. Copie os ficheiros da cópia de segurança da base de dados para a localização ativa da base de dados.
Caso tenha movido os ficheiros da sua cópia de segurança para um suporte secundário, utilize a
ferramenta que utilizou quando copiou a base de dados para o suporte secundário para copiar os
ficheiros da cópia de segurança para a localização da base de dados ativa.

4. Utilize a ferramenta do administrador Mimer para iniciar novamente o gestor da base de dados.
Selecione Iniciar Servidor no menu contextual para Monaco_Physics_DB.

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Manual do Utilizador do Monaco® Anexo D: Treatment Unit Store

Anexo D: Treatment Unit Store


Se a sua clínica utilizar o algoritmo Collapsed Cone ou Monte Carlo de eletrões, tem de instalar as unidades
de tratamento. Para tal, utilize a aplicação Treatment Unit Store.

Tem ainda de realizar cópias de segurança diárias da sua base de dados. Para tal, utilize o utilitário de cópia
de segurança e restauro. Consulte o Anexo C para obter instruções.

Adicionar unidades de tratamento


É importante que largue a unidade de tratamento num espaço vazio na janela da base de
dados; caso contrário, os dados não serão armazenados. O sistema apresentará uma
mensagem de aviso se a unidade de tratamento não for largada na localização correta.
AVISO
Antes de seguir estes passos, tem de dispor de informações modeladas sobre a unidade de tratamento da
Elekta. No caso de cada unidade de tratamento, isto inclui:

 um ficheiro XML
 vários ficheiros de dados

Tem de fechar o Monaco antes de abrir o utilitário Treatment Unit Storing. Não inicie o Monaco enquanto
instala as suas máquinas da unidade de tratamento.

1. Insira o CD ou suporte de dados utilizado que contém os dados da unidade de tratamento.


2. Abrir a aplicação Treatment Unit Store:
 Windows 8: abra a barra de atalhos e selecione Treatment Unit Store na lista de aplicações.
 Windows 7, Windows Server 2008 e XP: selecione Start | All Programs | Elekta | Physics
| Treatment Unit Store (Iniciar| Todos os programas | Elekta | Física | Treatment Unit Store).
3. Selecione File | Select File (Ficheiro | Selecionar Ficheiro) para abrir uma janela de navegação.
4. Procure o suporte de dados que contém os dados da sua unidade de tratamento.
5. Selecione os ficheiros XML e clique em Abrir. As unidades de tratamento aparecerão na coluna da
esquerda da aplicação.
6. Clique numa máquina e arraste-a para a coluna da direita. Para armazenar uma cunha ou aplicador,
arraste-o da coluna da esquerda para abaixo da unidade de tratamento na coluna da direita.
7. Introduza o Nome de utilizador e Palavra-passe na janela de confirmação. Contacte o Suporte
Global da Elekta para obter o Nome de utilizador e Palavra-passe.
8. Clique em Sim para confirmar que pretende transferir os dados da máquina.

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Anexo D: Treatment Unit Store Manual do Utilizador do Monaco®

Ativar ou desativar as unidades de tratamento para cálculo


Antes de ativar uma unidade de tratamento para cálculo, certifique-se de que esta contém
os dados corretos. Os dados incorretos podem constituir um perigo para o paciente.
AVISO
Por predefinição, a aplicação Treatment Store ativa automaticamente as unidades de tratamento. As unidades
ativas surgem a negrito na coluna da direita. As unidades inativas surgem em texto normal e têm a indicação
<Inactive> ao lado.

Pode desativar a ativação automática. Para tal, clique em Settings | Activate for calculation by default
(Definições | Ativar o cálculo por predefinição).

Se tiver uma unidade de tratamento que precisa de ativar, clique com o botão direito do rato e selecione
Activate for Calculation (Ativar para cálculo). Antes de ativar uma unidade de tratamento, certifique-se de
que contém os dados corretos.

Caso deixe de necessitar de utilizar uma unidade de tratamento, energia, cunha ou aplicador, clique com oi
botão direito do rato e selecione Deactivate for Calculation (Desativar para cálculo).

Quando ativar ou desativar uma unidade de tratamento, tem de digitar um nome de utilizador ou palavra-
passe. Contacte o apoio ao cliente da Elekta para o nome de utilizador e a palavra-passe.

Ver parâmetros da unidade de tratamento


No caso dos dados armazenados na base de dados, pode ver parâmetros para:

 Unidades de tratamento
 Energias
 Cunhas e aplicadores

Para ver os parâmetros, clique com o botão direito do rato na etiqueta adequada e selecione View (Ver).

Sincronizar dados
Antes de poder utilizar as unidades de tratamento no planeamento, tem de adicionar os dados das tabelas de
cálculo da dose às tabelas de modelação do feixe. Quando sair da aplicação, esta sincroniza automaticamente
os dados. Para sincronizar manualmente as tabelas, selecione Tools | Synchronize (Ferramentas |
Sincronizar). Tem de fechar o Monaco antes de sincronizar as bases de dados.

A sincronização não remove informações desativadas da unidade de tratamento das tabelas de modelação do
feixe.

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Manual do Utilizador do Monaco® Anexo E: Restrições das lâminas do modelo MLC

Anexo E: Restrições das lâminas do modelo MLC


Esta secção apresenta as restrições das lâminas do modelo para a Elekta, a Siemens e a Varian.

Restrições das lâminas do modelo MLC da Elekta


Tabela 73: Restrições das lâminas do modelo MLC da Elekta

Modulador
de feixes

Agility
MLCi2

Ápice

3mm

5mm

7mm
MLCi
Posição das lâminas
10,5 -12,5 - 12,5 0.0 -12,75 - 12,75 -2,9 -2,9 -3,1 - 3,1 -2,4 - 2,4 -2,3 - 2,3
fechadas (cm)
Número de pares de
40 40 80 40 56 24 24 24
lâminas
Intervalo de lâminas 0,0 0,0 0,0 0,0
0 5 40 5
fechadas (mm) Estático Estático Estático Estático
Sim,
Interdigitação (mm) largura Sim, 250 Sim, 198 Não Sim, 58 Sim, 62 Sim, 48 Sim, 46
completa
Sim
Guarda-lâminas Não Sim - 1
(0-3 lâminas)
Sim - 1 Não Não Não Não

Retração máx. das lâminas


10,5 1 e 40: 16,4 1 e 40: 16,1 1 e 40: 16,4 5,8 3,4 5,1 4,8
(cm)
2 e 39: 17,5 2 e 79: 16,7 2 e 39: 17,5
3 e 38: 18,4 3 e 78: 17,3 3 e 38: 18,4
4 e 37: 19,5 4 e 77: 17,8 4 e 37: 19,5
Outros: 20,0 5 e 76: 18,3 Outros: 20,0
6 e 75: 18,8
7 e 74: 19,2
8 e 73: 19,7
Outros: 20,0
Campo
6,5
Extensão máx. das lâminas integral até 32,5 32,5 8,7 7,5 7,1
20,0 (3,1 +
(cm) parqueamento (20,0 + 12,5) (20,0 + 12,5) (5,8 + 2,9)
3,4)
(2,4 + 5,1) (2,3 + 4,8)
sob mó
Deslocação excessiva CAX Campo
12,5 15,0 12,5 2,9 3,1 2,4 2,3
máx. (cm) integral
Eixo central Entre Entre Entre Entre Entre Entre Entre Entre

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LUGMON0510-PT/1.0/28-01-2015
Anexo E: Restrições das lâminas do modelo MLC Manual do Utilizador do Monaco®

Restrições das lâminas do modelo MLC da Siemens


Tabela 74: Restrições das lâminas do modelo MLC da Siemens
Siemens160 Siemens82
-20,0 a 19,950
Posição das lâminas fechadas (cm) -10,05 a 10,05
(posição de 1 lâmina)
Número de pares de lâminas 80 41
Intervalo de lâminas fechadas (mm) ,5 1
Interdigitação (mm) Sim, 200 Não
Guarda-lâminas Não Não
Retração máx. das lâminas (cm) 20 20
Extensão máx. das lâminas (cm) 20 30 (20,0 + 10,0)
Deslocação excessiva CAX máx. (cm) Campo integral 10
Eixo central Entre No par central (par 21)

Restrições das lâminas do modelo MLC da Varian


Tabela 75: Restrições das lâminas do modelo MLC da Varian
Varian120 VarianHD120
Posição das lâminas
-20,005 a 20,005 -19,995 a 19,995
fechadas (cm)
Número de pares de
60 60
lâminas
Intervalo de lâminas
0,1 (estático) 0,1 (estático)
fechadas (mm)
Interdigitação (mm) Sim, 150 Sim, 150
Guarda-lâminas Não Não
Retração máx. das lâminas
20,0 20,0
(cm)
15,0 15,0
Extensão máx. das lâminas
(para além da lâmina mais retraída no (para além da lâmina mais retraída no
(cm)
grupo de lâminas) grupo de lâminas)
Deslocação excessiva CAX
20,0 20,0
máx. (cm)
Eixo central Entre Entre

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Manual do Utilizador do Monaco® Índice remissivo

Índice remissivo

3 B
3D, 34 Barra de ferramentas de acesso rápido, 179
borda azul, 35 Barras de ferramentas Volume, 104
3D Dose Display (Visualização da dose em 3D), 104 Beam’s Eye View (vista ótica do feixe), 34
3D Structure Drawing (Desenho de estrutura em 3D), 47 BEV, 34
BEV/DRR
borda púrpura, 35
A Biblioteca de mesas de tratamento, 54
Aberturas, 84 Densidades da mesa de amostra, 54
Abrir espaço de trabalho do paciente, 13 Bolus Generation (Geração de bólus), 51
Botões do espaço de trabalho do paciente, 14 Botão direito do rato
Local Pacient (Paciente local), 13 Ecrã Plan Review (Revisão do plano)
Planos, 15 utilizar, 96
Remote Focal Patient (Paciente do Focal remoto), 13 QA Dinâmico
Acerca das várias prescrições, 60 utilizar, 89
Acerca dos feixes de arco, 66 Botões do espaço de trabalho do paciente, 14
Adicionar unidades de tratamento, 187
Advertências, 6 C
Algorithm (Algoritmo), 10
Algoritmo Caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM), 24
Feixe pontual, 10 Caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM), 19
Algoritmo de feixe pontual, 10 Cálculo da dose, 102
Anatomia do paciente, 11 Cálculo do volume, 101
AP, 34 Cálculo do volume para a combinação de estruturas, 101
Aplicadores, 82 Cálculo e atribuição da dose, 102
Aplicar definições, 183 Cálculos do DVH, 101
Apresentar plano de imagem, 36 Atribuição da dose, 102
Apresentar plano de imagem na vista 3D, 36 Cálculo da dose, 102
Arcoterapia conformacional dinâmica, 65 Dose, 102
Associações de ficheiros, 12 Prescrição da dose, 102
Bitmap, 12 Campo de visão da sala, 35
Associações de ficheiros bitmap, 12 Características das várias prescrições, 60
Atalho da atividade Planning (Planeamento), 88, 89 Características do planeamento prospetivo de IMRT para
Atalho Todas as atividades, 88 planos 3D, 73
Atalhos de teclado Editar uma dose do feixe e regras de invalidação dos
Atividade Planning (Planeamento), 88, 89 segmentos, 75
Ecrã Plan Review (Revisão do plano), 96 Funcionalidades das isolinhas, 76
QA Dinâmico, 87 Características do planeamento prospetivo para planos, 62
Todas as atividades, 88 Cine, 34
Ativa Colorwash, 103
borda vermelha, 35 Comandos de menu, 6
Ativar as unidades de tratamento para cálculo, 188 Combinações de estruturas do DVH, 101
Atividade Combinações de estruturas DVH
Image Fusion (Fusão de imagens), 91 Cálculo do volume, 101
Plan Review (Revisão do plano), 95 Comparação de planos, 106
Planeamento da IMRT (, 59 Comparações de intensidades de dose, 106
QA da IMRT, 84 Plan Approval (Aprovação do plano), 107
Atividade Image Fusion (Fusão de imagens), 91 Compreender as limitações da revisão do plano, 97
Atividade Plan Review (Revisão do plano), 95 Compreender as limitações do Monaco, 7
Atividade Planning (Planeamento), 33 Algoritmo de feixe pontual, 10
Auto Margin (Margem automática), 51 Anatomia do paciente, 11
Auto Segmentation (Segmentação automática), 50 Configuração mínima do hardware
Auto Threshold (Limite automático), 47 Monaco com funcionalidade Dose
Avisos, 6 Requisitos da placa gráfica, 7
Avisos, advertências, notas e sugestões, 6 Monaco e funcionalidade Dose, 7
Monaco Sim 5.00.00 com funcionalidade Sem dose, 8

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Índice remissivo Manual do Utilizador do Monaco®

IDs, nomes e descrições, 10 Medidor de progresso da otimização, 70


Sistemas validados, 9 Vistas da fluência, 70
Condições que impedem a disponibilização de planos no Convenções do documento, 5
Monaco, 16 Convenções do rato, 6
Configurar correio, 183 Convenções do teclado, 5
Configurar transferências entre PC, 12 Coordenadas do conjunto de imagens no Monaco 5.00 vs.
Conformality (Conformacionalidade), 70 5.10, 17
Contorno, 45 Copiar um contorno entre conjuntos de estudos, 53
Advanced Margin (Margem avançada), 51 Copiar um contorno para uma secção adjacente, 53
Auto Margin (Margem automática), 51 Coronal, 35
Bolus Generation (Geração de bólus), 51 borda turquesa, 35
Contornos dos limites de PET, 51 Criação de cópia de segurança, 181
Copiar um contorno para uma secção transversal Definições da cópia de segurança da base de dados, 181
adjacente, 53 Resultado da cópia de segurança da base de dados, 184
Desenho de estrutura em 3D, 47 Criação de cópia de segurança da base de dados, 181
Edge Detection (Deteção de margens), 48 Definições da criação de cópia de segurança da base de
Editar, 53 dados
Editar um contorno, 53 Agendar hora e localização da cópia de segurança, 182
EZClean, 49 Aplicar definições, 183
EZSketch, 48 Configurar correio, 183
restrições, 47 Criar cópia de segurança agora, 184
Structure Avoidance (Evitar estruturas), 48 Opção da pasta de saída, 183
Contornos do Paintbrush (Pincel), 48 Criar cópia de segurança agora, 184
Controlo da isodose, 151 Cursores de dose de referência, 105
Dose absoluta/percentual, 151
Vistas
Isoband, 152
D
Isofill, 152 Dados do paciente
Isoline (Isolinha), 152 Exportar, 24
Controlo de diferença de dose, 150 Importar, 18
Controlo de navegação multiplanos, 154 DCAT semelhante à IMRT, 66
Controlo de normalização, 154 Definição de contornos
Controlo de visibilidade do feixe, 148 Auto Segmentation (Segmentação automática), 50
Controlo do misturador, 149 Auto Threshold (Limite automático), 47
Controlo do planeamento, 125, 126 Copiar um contorno entre conjuntos de estudos, 53
Controlo da isodose, 151 Gerar contornos – Desenho de estrutura em 3D, 52
Controlo de diferença de dose, 150 Interpolação, 49
Controlo de navegação multiplanos, 154 Paintbrush (Pincel), 48
Controlo de normalização, 154 Definição de contornos dos limites de TEP, 51
Controlo de visibilidade do feixe, 148 Definições da cópia de segurança da base de dados, 181
Planos múltiplos, 149 Definições da criação de cópia de segurança da base de dados
Várias prescrições, 149 Agendar hora e localização da cópia de segurança, 182
Controlo do misturador, 149 Aplicar definições, 183
Separador Beams – 3D Plan (Feixes - Plano 3D), 142 Configurar correio, 183
Separador Beams – Treatment Aids (Feixes - Auxiliares de Criar cópia de segurança agora, 184
tratamento), 144 Opção da pasta de saída, 183
Separador Beams (Feixes) Densidades da mesa de amostra, 54
General (Geral), 135 Desativar as unidades de tratamento para cálculo, 188
Geometry (Geometria), 137 Descrição da tabela, 9
Setup Beams (Feixes de configuração), 138 DICOM, 18
Treatment Aids (Auxiliares de tratamento), 140 Exportar, 28
Separador Dose Reference Points (Pontos de referência da Importar, 18
dose), 146 Dose
Separador IMRT Constraints - Constraints (Restrições de Cálculo da dose, 102
IMRT - Restrições), 145 Cálculo e atribuição da dose, 102
Separador Prescription - Segments (Prescrição - Comparações, 106
Segmentos), 132 Cursores de dose, 105
Separador Prescription (Prescrição), 130 Isocurvas, 105
Multiple Prescription (Várias prescrições), 130 Dose Absoluta, 151
Separador Structures (Estruturas), 126 Dose absoluta/percentual, 151
Layers (Camadas), 128 Dose congelada, 76
Controlos de IMRT Dose percentual, 151

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Manual do Utilizador do Monaco® Índice remissivo

DRR, 58 Faixa Plan Options (Opções do plano), 125


Opções de radiografia, 59 Faixa Planning (Planeamento), 125
DVH, 34, 60, 99 Faixa Tools (Ferramentas), 125
Cálculos, 101 Faixa Workspace (Espaço de trabalho), 125
Combinações de estruturas, 101 Faixas
Resolução de amostragem, 103 Contouring (Contorno), 125
Fusion (Fusão), 125
Output (Saída), 125
E Plan Options (Opções do plano), 125
Ecrã Contouring (Contorno) Planning (Planeamento), 125
Posicionar os elementos no ecrã, 33 Separador Contouring (Contorno), 163
Ecrã Contouring (Definição de contornos), 45 Grupo Auto Contouring (Contorno automático), 165
Ecrã Plan Review (Revisão do plano) Grupo Auto Structure (Estrutura automática), 166
Botão direito do rato Grupo Contour Edit (Edição de contornos), 163
utilizar, 96 Grupo Manual Contouring (Contorno manual), 164
Navegação Grupo PET, 167
Atalhos de teclado, 96 Grupo Structure Edit (Edição da estrutura), 163
Edge Detection (Deteção de margens), 48 Separador Fusion (Fusão), 160
Editar um contorno, 53 Grupo Color Map (Mapa de cores), 161
Editar uma dose do feixe e regras de invalidação dos Grupo Display (Visor), 161
segmentos, 75 Grupo Masking (Máscara), 162
Esquemas, 37 Grupo Tools (Ferramentas), 160
básicos, 37 Separador Output (Saída), 176
Lado a lado personalizável, 39 Grupo Export to File (Exportar para ficheiro), 176
Lados sobrepostos, 39 Grupo Individual Reports (Relatórios individuais), 177
P-S lado a lado, 38 Grupo Peer (Par), 176
Revisão do plano múltiplo, 38 Grupo Print Options (Opções de impressão), 178
Vista de contorno em 6 painéis, 38 Grupo Reports (Relatórios), 178
Vista IMRT clássico, 37 Separador Plan Options (Opções do plano), 167
Vista transversal ampla, 37 Grupo Dose Normalization (Normalização de dose),
globais, 41 169
Lado a lado personalizável, 39 Grupo DRR, 170
Lados sobrepostos, 39 Grupo DVH, 169
P-S lado a lado, 38 Grupo Optional (Opcional), 168
Revisão do plano múltiplo, 38 Grupo Particle (Partículas), 170
utilizador, 42 Grupo Plan (Plano), 167
Vista de contorno em 6 painéis, 38 Grupo Review (Revisão), 168
Vista IMRT clássico, 37 Separador Planning (Planeamento), 171
Vista transversal ampla, 37 Grupo Beam (Feixe), 172
Esquemas básicos, 37 Grupo Calculation (Cálculo), 173
Esquemas de utilizador, 42 Grupo Fluence (Fluência), 174
Esquemas globais, 41 Grupo Grid Volume (Volume da grelha), 174
Exportação do plano de dose, 61 Grupo Plan (Plano), 171
Exportar Grupo Port (Porta), 172
Dados do paciente, 18, 24 Grupo Status (Estado), 176
Exportar dados DICOM, 28 Separador Tools (Ferramentas), 155
Opções adicionais de exportação do plano, 28 Grupo Navigate (Navegação), 155
Sequenciação de campo composta, 30 Grupo Tools (Ferramentas), 157
Exportar dados do paciente, 24 Grupo Window and Level (Janela e nível), 156
Caixa de diálogo DICOM Export (Exportação DICOM), Separador Workspace (Espaço de trabalho), 158
24 Grupo Layout (Esquema), 158
Exportar dados DICOM, 28 Grupo View Options (Opções de visualização), 159
Exportar dados do paciente para um sistema compatível com Grupo Visibility (Visibilidade), 158
DICOM, 31 Tools (Ferramentas), 125
EZClean, 49 Workspace (Espaço de trabalho), 125
EZSketch, 48 Feixes, 56
Feixes de arco
acerca, 66
F Ficheiros de densidade de eletrões, 23
Faixa Contouring (Contorno), 125 Frisos, 125, 155
Faixa Fusion (Fusão), 125 Função de Localizador Rápido, 34
Faixa Output (Saída), 125 Funcionalidades das isolinhas, 76

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LUGMON0510-PT/1.0/09-02-2015
Índice remissivo Manual do Utilizador do Monaco®

Funcionalidades dos Planos 3D, 72 Imagens T/S/C


Funções de custo, 68 QA Dinâmico
Conformality (Conformacionalidade), 70 navegar, 89
Maximum Dose (Dose máxima), 70 Importar dados do paciente, 18
Modelo Parallel (Paralelo), 69 Caixa de diálogo DICOM Import (Importação DICOM),
Modelo Serial (Série), 69 19
Modelo Target EUD (DUE alvo), 68 Ficheiros de densidade de eletrões, 23
Overdose DVH (DVH de dose excessiva), 69 Importar mesas, 54
Quadratic Overdose (Dose excessiva quadrática), 69 Utilizar em planos, 55
Quadratic Underdose (Dose inferior quadrática), 69 IMRT
Target Penalty (Penalidade-alvo), 69 Atividade Planning (Planeamento) (, 59
Underdose DVH (DVH de dose inferior), 69 Controlos, 70
QA da IMRT, 84
Inclusão da coberta do leito
G Biblioteca de mesas de tratamento, 54
Gerar contornos – Desenho de estrutura em 3D, 52 Importar mesas, 54
Gerir modelos, 44 Inclusão da cobertura da mesa, 54
Grid Size (Tamanho da grelha), 61 Informação do paciente, 13
Grupo Auto Contouring (Contorno automático), 165 Abrir espaço de trabalho do paciente, 13
Grupo Auto Structure (Estrutura automática), 166 Informações do paciente
Grupo Beam (Feixe), 172 Exportar dados do paciente, 24
Grupo Calculation (Cálculo), 173 Importar dados do paciente, 18
Grupo Color Map (Mapa de cores), 161 Instâncias
Grupo Contour Edit (Edição de contornos), 163 Número de, 12
Grupo Display (Visor), 161 Intensidades de dose
Grupo Dose Normalization (Normalização da dose), 169 Comparações, 106
Grupo DRR, 170 Interpolação, 49
Grupo Export to File (Exportar para ficheiro), 176 Isobands, 104
Grupo Fluence (Fluência), 174 Isocurvas, 105
Grupo Grid Volume (Volume da grelha), 174 Isodose
Grupo Individual Reports (Relatórios individuais), 177 Modos de apresentação, 103
Grupo Layout (Esquema), 158 Isofill, 103
Grupo Manual Contouring (Contorno manual), 164 Isolines, 104
Grupo Masking (Máscara), 162
Grupo Navigate (Navegação), 155
Grupo Optional (Opcional), 168
L
Grupo Particle (Partículas), 170 Lado a lado personalizável, 39
Grupo Peer (Elementos da rede), 176 Lados sobrepostos, 39
Grupo PET, 167 Lat, 34
Grupo Plan (Plano), 167, 171 Lateral, 34
Grupo Port (Porta), 172 Limitações
Grupo Print Options (Opções de impressão), 178 Compreender o Monaco, 7
Grupo Reports (Relatórios), 178 Configuração mínima do hardware
Grupo Review (Revisão), 168 Monaco com funcionalidade Dose, 7
Grupo Status (Estado), 176 Requisitos da placa gráfica, 7
Grupo Structure Edit (Edição da estrutura), 163 Revisão do plano
Grupo Tools (Ferramentas), 157 compreender, 97
Grupo Tools (Ferramentas) (friso Fusão), 160 Sistemas validados, 9
Grupo View Options (Opções de visualização), 159
Grupo Visibility (Visibilidade), 158
Grupo Window and Level (Janela e nível), 156 M
Grupos anatómicos, 43 Mapas, 70
Fluência, 70
H Mapeamentos da unidade de tratamento, 11
mARC, 65
Histograma dose-volume, 34, 99 Margem avançada, 51
Combinações de estruturas, 101 Maximum Dose (Dose máxima), 70
Medidor de progresso da otimização, 70
Mensagens de aviso, 111
I Clínicas, 111
ID nomes e descrições, 10 Clínicas programadas, 116
Imagens de especialidade, 109 Mensagens de aviso clínicas, 111

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Manual do Utilizador do Monaco® Índice remissivo

Mensagens de aviso clínicas programadas, 116 P


Método de transferência de dados, 13
Modelo Parallel (Paralelo), 69 Penalidade-alvo, 69
Modelo Serial (Série), 69 Plan Approval (Aprovação do plano), 79, 107
Modelo Target EUD (DUE alvo), 68 Plan Review (Revisão do plano)
Modelos Navegação, 96
Gerir, 44 Planeamento 3D, 71
Isodose, 44 Funcionalidades, 72
Modelos de isodose, 44 Planeamento prospetivo de IMRT (Técnica 3D avançada),
Modo de visualização da isodose 72
Barras de ferramentas Volume, 104 Planeamento prospetivo de IMRT para planos 3D, 73
Modos de apresentação da isodose, 103 Planeamento da IMRT (, 59
Modos de plano único, 97 Planeamento de simulação, 55
Modos de plano único e de vários planos, 97 Planeamento prospetivo de IMRT (Técnica 3D avançada), 72
Modos de planos múltiplos, 97 Plano, 106
Modos de visualização da isodose Comparação e aprovação, 106
Colorwash, 103 Limitações da revisão, 97
Dose de referência, 104 Plano 3D, 142
Isobands, 104 Planos
Isofill, 103 Condições, 16
Isolinhas, 104 Coordenadas do conjunto de imagens no Monaco 5.00 vs.
Visualização da dose em 3D, 104 5.10, 17
Monaco, 1 Planos, 62
Antes de começar, 1 Planos base, 60
Aspetos a considerar, 4 Planos da dose de enviesamento, 80
Formação, 3 Planos de eletrões, 82
Introdução, 1 Aberturas, 84
Número de instâncias, 12 Aplicadores, 82
Utilização prevista, 1 Planos de QA, 78
Utilizadores previstos, 1 Planos de simulação, 144
Multiple Prescription (Várias prescrições), 130, 149 Planos do cone estereotático, 82
Planos Monaco, 141
Planos múltiplos, 149
N Plans (Planos), 15
Navegação Pontos de origem
Atalhos de teclado Definidos pelo utilizador, 57
Atividade Planning (Planeamento), 88, 89 Pontos de origem definidos pelo utilizador, 57
Todas as atividades, 88 Posicionar os elementos no ecrã, 33
Ecrã Plan Review (Revisão do plano) Quick Locator (Localizador rápido), 34
Botão direito do rato, 96 Prescrição da dose, 102
Plan Review (Revisão do plano), 96 Processos de otimização em duas etapas, 59
QA Dinâmico, 87 Programar hora e localização da cópia de segurança, 182
Botão direito do rato, 89 P-S lado a lado, 38
Imagens T/S/C, 89
Roda do rato, 89 Q
Normalização, 105
Notas, 6 QA da IMRT, 84
Notificação regulamentar, 3 QA Dinâmico, 87
Número de instâncias, 12 Botão direito do rato
utilizar, 89
navegação, 87
O Navegação
Oblíqua, 35 Atalhos de teclado, 87
Opção da pasta de saída, 183 Navegação
Opções adicionais de exportação do plano, 28 Imagens T/S/C, 89
Opções de radiografia, 59 Roda do rato
Otimização, 59, 70 utilizar, 89
Medidor de progresso, 70 Quadratic Overdose (Dose excessiva quadrática), 69
Otimização da forma dos segmentos, 64 Quadratic Underdose (Dose inferior quadrática), 69
Otimização e cálculo, 60
Overdose DVH (DVH de dose excessiva), 69

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Índice remissivo Manual do Utilizador do Monaco®

R Grupo Individual Reports (Relatórios individuais), 177


Grupo Peer (Par), 176
Radiografias digitalmente reconstruídas. Ver DRRs Grupo Print Options (Opções de impressão), 178
Radioterapia de intensidade modulada. Ver IMRT Grupo Reports (Relatórios), 178
Recomendações de segurança, 5 Separador Plan Options (Opções do plano), 167
Reference Dose (Dose de referência), 104 Grupo Dose Normalization (Normalização de dose), 169
Registo por pontos, 93 Grupo DRR, 170
Renúncia de responsabilidade, 3 Grupo DVH, 169
Requisitos, 11 Grupo Optional (Opcional), 168
Plano de tratamento, 11 Grupo Particle (Partículas), 170
Requisitos do plano de tratamento, 11 Grupo Plan (Plano), 167
Resolução de amostragem do DVH, 103 Grupo Review (Revisão), 168
Restauro da base de dados, 186 Separador Planning (Planeamento), 171
Restauro das unidades de tratamento, 181 Grupo Beam (Feixe), 172
Restrições Grupo Calculation (Cálculo), 173
contorno, 47 Grupo Fluence (Fluência), 174
Restrições das lâminas do modelo MLC, 189 Grupo Grid Volume (Volume da grelha), 174
Elekta, 189 Grupo Plan (Plano), 171
Restrições das lâminas do modelo MLC da Elekta, 189 Grupo Port (Porta), 172
Restrições de definição de contornos, 47 Grupo Status (Estado), 176
Resultado da cópia de segurança da base de dados, 184 Separador Prescription - Segments (Prescrição -
REV, 35 Segmentos), 132
Revisão de planos múltiplos 3x3, 38 Separador Prescription (Prescrição), 130
Revisão do plano, 95 Separador Remote Focal Patient (Paciente do Focal remoto),
Roda do rato 13
QA Dinâmico Método de transferência de dados, 13
utilizar, 89 Separador Structures (Estruturas), 126, 127
Separador Structures (Estruturas) – Layers (Camadas), 128
Separador Tools (Ferramentas), 155
S Grupo Navigate (Navegação), 155
Sagital, 35 Grupo Tools (Ferramentas), 157
borda amarela, 35 Grupo Window and Level (Janela e nível), 156
Segurança e risco residual do paciente/utilizador, 2 Separador Workspace (Espaço de trabalho), 158
Separador Beams - General (Feixes - Geral), 135 Grupo Layout (Esquema), 158
Separador Beams - Geometry (Feixes - Geometria), 137 Grupo View Options (Opções de visualização), 159
Separador Beams - Setup Beams (Feixes - Feixes de Grupo Visibility (Visibilidade), 158
configuração), 138 Sequenciação de campo composta, 30
Separador Beams - Treatment Aids (Feixes - Auxiliares de Sincronizar dados, 188
tratamento), 140 Sistemas validados, 9
Monaco Plans (Planos Monaco), 141 Soma de planos, 98
Sim Plans (Planos Sim), 144 Soma e subtração de planos, 98
Separador Beams (Feixes) Structure Avoidance (Evitar estruturas), 48
3D Plan (Plano 3D), 142 Subtração de planos, 98
Separador Contouring (Contorno), 163 Sugestões, 6
Grupo Auto Contouring (Contorno automático), 165
Grupo Auto Structure (Estrutura automática), 166 T
Grupo Contour Edit (Edição de contornos), 163
Grupo Manual Contouring (Contorno manual), 164 Taxa de dose constante, 64
Grupo PET, 167 Terapia de arco conformacional dinâmico
Grupo Structure Edit (Edição da estrutura), 163 Acerca dos feixes de arco, 66
Separador Dose Reference Points (Pontos de referência da Cálculo da dose, 66
dose), 146 DCAT semelhante à IMRT, 66
Separador Fusion (Fusão), 160 Terapia de arco modulado, 65
Grupo Color Map (Mapa de cores), 161 Terapia de arco modulado do volume, 62
Grupo Display (Visor), 161 Otimização da forma dos segmentos, 64
Grupo Masking (Máscara), 162 Taxa de dose constante, 64
Grupo Tools (Ferramentas), 160 Transferências entre PC, 12
Separador IMRT Constraints - Constraints (Restrições de Transversal, 35
IMRT - Restrições), 145 borda verde, 35
Separador Local Patient (Paciente local), 13 Treatment Unit Store, 187
Separador Output (Saída), 176 Adicionar unidades de tratamento, 187
Grupo Export to File (Exportar para ficheiro), 176 Ativar as unidades de tratamento para cálculo, 188

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Desativar as unidades de tratamento para cálculo, 188 AP, 34


Sincronizar dados, 188 BEV, 34
Ver parâmetros da unidade de tratamento, 188 Campo de visão da sala, 35
Cine, 34
Histograma dose-volume, 34
U Lat, 34
Underdose DVH (DVH de dose inferior), 69 Lateral, 34
Unidades de tratamento, 11 Oblíqua, 35
Utilizar em planos, 55 Ponto de vista do feixe, 34
REV, 35
Vistas da fluência, 70
V Vistas de plano único, 35
Várias prescrições, 79 Coronal, 35
Acerca, 60 Oblíqua, 35
Características, 60 Sagital, 35
DVH, 60 Transversal, 35
Exportação do plano de dose, 61 Vistas e esquemas, 34
Otimização e cálculo, 60 Apresentar plano de imagem, 36
Planos base, 60 Apresentar plano de imagem na vista 3D, 36
Tamanho da grelha, 61 básicos, 37
Ver parâmetros da unidade de tratamento, 188 Esquemas, 37
Vista das bordas, 35 Vista IMRT clássico, 37
3D, 35 Vista transversal ampla, 37
amarela, 35 Lado a lado personalizável, 39
Ativa, 35 Lados sobrepostos, 39
azul, 35 P-S lado a lado, 38
BEV/DRR, 35 Revisão do plano múltiplo, 38
coronal, 35 Vista das bordas, 35
púrpura, 35 Vista de contorno em 6 painéis, 38
Sagital, 35 Vistas, 34
Transversal, 35 Vistas de plano único, 35
turquesa, 35 Vistas Isoband, 152
verde, 35 Vistas Isofill, 152
vermelho, 35 Vistas Isoline (Isolinha), 152
Vista de contorno em 6 painéis, 38 VMAT, 62
Vista IMRT clássico, 37 Otimização da forma dos segmentos, 64
Vista transversal ampla, 37 Volume
Vistas, 34 Barras de ferramentas, 104
3D, 34

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