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Self- Dialógico

MODELOS CONSTRUTIVISTAS E CONSTRUCIONISTAS SOCIAIS

Discentes | Paula Jesus | 21502916


| Carina Costa | 21502916
| Felipe Martins | 21507918

Docente | Mestre| Armando Pinho


Índice
Introdução .......................................................................................................................... 2
O SELF PARA WILLIAM JAMES ....................................................................................... 3
ROMANCE POLIFÓNICO DE MIKHAIL BAKHTIN ............................................................ 3
A CONCEPÇÃO DE SELF DIALÓGICO PARA HUBERT HERMANS ............................... 4
CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO SELF DIALÓGICO ............................................... 4
A APLICAÇÃO DO SELF DIALÓGICO NA PSICOTERAPIA ............................................ 7
Método Auto Confrontação ...……………………………………………………………….. ... 7
Método Dialógico-Semiótica ...……………………………………………………………….. . 8
INSTRUMENTOS DA PSICOTERAPIA ............................................................................ 9
SLIDES ............................................................................................................................ 11
BIBLIOGRAFIA ............................................................................................................... 25

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INTRODUÇÃO

A compreensão de Self Dialógico desenvolvida por Hubert Hermans é entendido a


partir do Self como algo descentralizado, sendo para isso necessário, a noção de que o self
funciona como uma sociedade pertencente a uma sociedade maior.

Da mesma forma que a cultura influencia o Self também ocorre o contrário, pois
ambos possuem uma multiplicidade de posições que criam as suas próprias características
através das relações dialógicas.

Hermans relacionou os trabalhos de William James sobre a expansão do Self e o


Romance Polifónico de Mikhail Bakhtin para o desenvolvimento da sua teoria sobre o Self
diferenciando da sua conceção clássica amplamente aceite pelo meio científico.

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O SELF PARA WILLIAM JAMES

Na conceção de James, o Self está dividido em Eu (I-Self), o Eu como sujeito e que


entende o Self como conhecedor e o Me-self, o Eu como objeto que entende o Self como
conhecido.

O Eu como conhecedor possui três características fundamentais: continuidade,


distinção e vontade própria. A continuidade é a noção do Eu como conhecedor que vê o
Self como pertencente ao sujeito (identidade própria). A distinção é a noção de que o Self
é distinto dos outros. A vontade própria é expressa quando o indivíduo toma as suas
decisões sem levar em conta a influência dos outros.

O Eu como conhecido engloba, além das suas características psíquicas e o seu


corpo, abrangendo tudo o que faz parte da sua realidade (mundo empírico, por exemplo:
pessoas, objetos, valores).

Assim é possível compreender que para James o Self compreende não só o


indivíduo (Noção clássica do Self), mas o ambiente e tudo que venha interagir com ele.

ROMANCE POLIFÓNICO DE MIKHAIL BAKHTIN

Devido ao trabalho de Bakhtin, Hermans desenvolveu a noção de que existiriam


diferentes vozes que ao interagirem entre si permitiam a criação de novos significados em
relação a um assunto.

Influenciado pelas obras de Dostoievsky, o autor criava uma história em que haviam
vários autores com as suas próprias ideias e significações, permitindo um melhor
conhecimento sobre o verdadeiro autor.

Bakhtin utilizou essa metáfora para explicar que no mundo interior de cada indivíduo,
existiam diferentes vozes e mesmo constituindo-se como opostas, ao interagirem e
dialogarem entre si permitem a criação das significações, em contraposição da noção
clássica onde há apenas uma voz no Self.

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Partindo dessa multiplicidade de consciências, organizadas espacialmente de
formas distintas e ocupando lugares singulares na consciência do indivíduo, dessa forma
ele é capaz de diferenciar o seu próprio mundo interior, além de não estar preso a um
significado fixo de um determinado tema, pois as diferentes vozes estariam criando novos
significados através da constante interação.

A CONCEPÇÃO DE SELF DIALÓGICO PARA HUBERT HERMANS

Com a conceção de continuidade do Self de James e a descontinuidade do Self


(diferentes vozes) de Bakhtin, Hermans desenvolveu a compreensão de Self como
variedade de posições (espaciais) do Eu que interagem de forma dinâmica e relativamente
autónomas, sendo que o Eu se altera em diferentes posições, o I – Positions dependendo
da situação e do tempo.

Com as diferentes posições, o Eu vai adquirindo voz para cada uma, permitindo o
estabelecimento de uma relação dialógica entre elas, sendo capazes de expressarem as
diferentes experiências e significações que possuem.

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS DO SELF DIALÓGICO

As principais características são: O outro no Self, Multiplicidade na unidade, Domínio


e poder social e a abertura à inovação.

O papel do outro no Self, refere-se às representações que temos dos outros em


nossa mente, por exemplo: conversas internas com pessoas significativas na nossa vida
(pais, amigos, professores). Sendo que o Self dialógico só pode existir se assumirmos que
o outro não está fora do self, faz parte do self e até é um dos seus constituintes. Assim o
self não existe isoladamente nem autonomamente, é repetidamente influenciado pelos

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outros e pelo ambiente, só podendo ser entendido tendo em conta que o outro é parte
intrínseca do self.

A existência de figuras imaginárias e semi-imaginárias (baseadas em personagens


reais) demonstram a importância dos diálogos imaginados, assim tanto estes diálogos
como interações reais existem em simultâneo e muitas vezes estão intimamente ligados.
Permitindo assim uma construção narrativa do mundo à nossa volta, a imaginação traz
outras pessoas para o self que ajudam na criação de significados.

A multiplicidade na unidade está relacionada com o facto de dentro do Self existirem


diferentes vozes (até opostas), como numa sociedade, a soma dessas relações resulta no
comportamento que o indivíduo adotará.

A visão do self como unitário e indivisível centrado em si mesmo parece contrariar


com a existências de múltiplas vozes constituintes da teoria do self dialógico, no entanto
segundo esta teoria a unidade não é um ponto de partida, mas sim um processo
desenvolvimental. Em geral um self saudável não pode ser visto como fragmentado.

As posições do Eu permitem incluir tanto na unidade como na multiplicidade no self


simultaneamente. A oposição entre a unidade e multiplicidade considera que unidade
implica continuidade do Eu entre variadas posições enquanto a multiplicidade implica
descontinuidade entre posições diferentes, mas ambas são partes complementares do self.
A unidade entre as diferentes vozes é conseguida através da relação dialógica entre elas.

Esta abordagem não pode ser interpretada ou confundido com Perturbações de


Personalidade Múltipla/Dissociativa, nestas o Eu não é capaz de se orientar de uma parte
do self para outra e o diálogo entre as partes é impedido. Num self dialógico saudável pode
existir oposições e conflitos entre posições, mas este é manifestado por uma troca ativa
entre posições incompatíveis, mas nunca existindo fragmentação/separação.

O domínio e poder social no Self Dialógico, está relacionado a uma ideia em qualquer
relação social. Assim como nas diferentes posições do Eu (I-position) existe uma assimetria
no diálogo, neste diálogo é necessário que haja um orador (dominante) e um ouvinte
(dominado), além disso, há ainda em casos, certas vozes que são silenciadas por outras
com um papel mais importante.

Este é um processo alternado, cada um toma o papel de orador e ouvinte à vez, no


entanto mesmo nesta alternação pode existir o domínio de um indivíduo em relação ao

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outro, seja por falar mais tempo que o outro, ou por tomar mais vezes iniciativa ou introduzir
novos tópicos de discussão.

Isto acontece de uma forma similar nos diálogos internos, certas vozes internas tem
um papel mais importante do que as outras, é mais forte, mais alta e influencia mais do que
elas. Assim certas vozes podem não ser ouvidas e até silenciadas. É importante notar que
a interação entre estas vozes é penetrada pela cultura/contexto tanto no seu conteúdo
como no jogo de poder entre as diferentes vozes.

A abertura à inovação, está relacionada à introdução de novas posições (um novo


conhecimento/informação que leva a uma reorganização do Self), posição de fundo
emergindo para um primeiro plano (vozes que antes estavam silenciadas conseguem um
papel mais destacado no Self devido a uma reorganização do mesmo) e duas ou mais
posições que partindo de um diálogo levam a um novo comportamento.

Esta nova posição possui uma autonomia superior às outras posições já existentes
no self, traz novos conhecimentos/informação, diferentes das posições do self o que causar
alterações na dinâmica entre as posições ou alterar posições, causa uma reorganização do
self.

No caso das posições de fundo que se movem para primeiro plano, assim posições
que já existiam no sistema do self, mas não eram proeminentes passam a sê-lo novamente
devido a uma reorganização do self.

Finalmente no caso da reorganização de relações entre posições dá-se inovação


quando duas ou mais posições interagem e cooperam umas com as outras para criar um
novo subsistema no self.

Portanto o Self Dialógico faz uma transição gradual entre a parte interna e a parte
externa e suas respetivas posições. Por vezes algumas dessas posições podem ser
silenciadas ou suprimidas por outras, levando a prevalência de um monólogo ou um
reconhecimento e aceitação quando ocorre o contrário.

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A APLICAÇÃO DO SELF DIALÓGICO NA PSICOTERAPIA

No self dialógico e na psicoterapia existe uma aplicação de ideias de diálogos a


narrativa e a simbiose no contexto terapêutico apesar de estas serem duas vertentes
distintas. A primeira vertente existe numa combinação teórica e de reflexões elaboradas a
partir da prática clínica esta preceptiva dialógica é fundamentada pelo processo
psicoterapêutico que propõe um modelo dialógico de intervenção em que consiste no
método de auto confrontação e método dialógico- semiótico de psicoterapia

Método Auto Confrontação

Este método é um modelo psicoterapêutico de Hermans, a psicoterapia é descrita


como um processo narrativo onde o self apresenta temas que dão estrutura ao discurso
através de motivações estas são atribuições significativas de intensidade.

O indivíduo na terapia é compreendido como contador de histórias motivado, e este


define a textura de eventos elaborados, na qual cada evento é influenciado pelo episódio
precedente e influência outros episódios que se seguem, sendo todos afetados pelos
múltiplos agentes comprometidos em ações. Este ato de contar histórias pode ser
comprado ao narrar acontecimentos, numa remissão do conceito narrativo de Bakhtin, que
para este autor a narrativa é uma história sobre algo que é contado por alguém e para
alguém. Portanto, é preciso perceber os conceitos dialógicos e das relações dialógica (isto
é, entre o contador e o ouvinte) estão na base de uma compreensão narrativa entre estes
conceitos aplicam-se numa organização temporal de eventos estruturados que relacionam
o passado, presente e futuro de uma forma significativa. Esta perspetiva dialógica permite-
nos conhecer o indivíduo como um contador de história e também um agente motivado,
esta motivação ou os motivos da história estão relacionados com os temas. O indivíduo na
história seleciona os motivos que vão orientar a narrativa numa direção de um ou mais
significados que compreenda a relação dialética entre o enredo, estes podem inferirem ou
modificarem o significado do outro.

O papel do terapeuta é conduzir o sujeito no tratamento numa atitude de


autoexploração a partir da organização feita pelo indivíduo, este tema da narrativa funciona
como um princípio de organizador na estrutura do enredo e funciona como critério de
destaque de um evento em relação ao outro. O cerne da terapia é compreender o indivíduo,

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as suas motivações psicológicas, sendo que estas definem o contexto e estabelecem o
enredo.

A psicoterapia confronta-se com motivos básicos transversalmente das valorizações


pessoais tendo como objetivo (re)significações das histórias de vida, isto é, são discutidos
os temas ou os enredos das histórias de vida a partir da multiplicidade de vozes das
personagens do enredo e do ato individual que atribuiu significados. Portanto o método de
Auto Confrontação é um conjunto de passos que leva o indivíduo a confrontar-se
pessoalmente com as posições envolvido pelo self.

Este confronto surge nos valores e motivos estruturais no enredo e a sua relação de
afeto experimentado na posição face ao contexto. O resultado final é a tomada de
consciência sobre a atribuição de significados que (re)coloca o self como o ator da sua
própria historia e da possibilidade da (re) significação dos temas e as histórias de vida.

Método Dialógico – Semiótico

A terapia semiótica surgiu da necessidade de se dialogar com as terapias


tradicionais, para restituir ao self o papel de gerador de significados no contexto de
mudanças terapêuticas. Quando uma prática como a psicoterapia toma o self como seu
objeto e utiliza certos quadros conceituais clínicos como sua base, os terapeutas e
pesquisadores devem estar cientes do campo mutável no qual seus construtos são erigidos
(Barclay e Kee, 2001).

“A análise semiótica e suas categorias de análise linguística podem, portanto,


oferecer um campo proveitoso para uma teoria da psicoterapia. Ao tomar a psicoterapia
como um processo essencialmente comunicativo e sígnico (signo é entendido aqui como
algo que representa alguma coisa para alguém), argumenta-se que a função essencial da
terapia tem sua base na interpretação de signos. De igual modo, situa-se como campo
central desse processo a comunicação entre terapeuta e paciente. Visto que o self é
também um signo (Peirce, 1931-1958), ele passa a ser, ao mesmo tempo, o objeto e o
sujeito da psicoterapia. Tomado como objeto semiótico, ele pode ser analisado em sua
existência narrativa (a fala de uma identidade, ou posição do self). Por sua vez, se tomado
como sujeito (self como interpretante) pode ser analisado em sua função narrativa, como
ação geradora de significados (a fala do sujeito sobre as falas das identidades, ou posições
do self).

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O diálogo estabelecido entre o terapeuta e o paciente, a partir dessa perspectiva, o
terapeuta convoca o self-sujeito a posicionar-se em relação às posições do self (ou self-
objeto) e a estabelecer uma dialogicidade entre as diferentes vozes dos selfes. A partir
dessa convocação, as diferentes narrativas que emergem dos selfes podem ser
reestruturadas e configurar um processo de ressignificação identificado com as mudanças
terapêuticas.

A estrutura narrativa e semiótica do sujeito constitui-se como uma importante


dimensão a ser considerada pelo clínico quando exerce a psicoterapia, especialmente
porque o entendimento sobre quem é uma pessoa num dado momento ou em um dado
contexto constitui uma base essencial para um tratamento apropriado.

A história sobre alguém – um signo tanto de eventos passados como de eventos


futuros potenciais – pode ser vista como um objeto semiótico, ou seja, um self deve ser
usualmente considerado mais como um trabalho não terminado de ficção do que um objeto
real com atributos em um mundo concreto. O self torna-se um trabalho flexível em
progresso tanto em termos semióticos quanto narrativos.

Em consequência dessa abordagem, a teoria semiótica passa a ser fundamental


para a psicoterapia, devido à interpretação semiótica que se constitui como uma chave para
que o terapeuta possa diferenciar elementos da compreensão do paciente de elementos da
taxonomia do discurso clínico. A pessoa em tratamento dirá coisas sobre ela cujos
significados o terapeuta deverá compreender para formar um diagnóstico que servirá de
base para estabelecer os objetivos do tratamento. Sem tal compreensão, o tratamento
tende a ser menos efetivo e com resultados menos vantajosos.

INSTRUMENTOS DA PSICOTERAPIA

Hermans desenvolveu o repertório de posições pessoais (RPP) este instrumento


tronou-se uma grande pertinência no contexto clínico dialógico devido ao facto de
possibilitar o acesso e a uma introdução de mudanças no conteúdo e na organização do
sistema pessoal de significado este método é apresentado por três princípios organizadores
sendo que o primeiro é a construção de um sistema repleto de posições, contrastes,

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conflitos, fragmentos narrativos, o segundo potencializa a descentração da entidade e o
terceiro estabelece uma relação dialógica entre as posições.

Este procedimento metodológico é desenvolvido ao longo das sessões terapêuticas


através da colaboração entre o terapeuta e o paciente. Numa primeira fase, através do
auxílio de listas, o paciente identifica o seu conjunto pessoal de posições de identidade
internas e externas. As posições internas são concetualizadas como autorreflexivas e auto
avaliativas, e são exploradas como sendo situacionalmente específicas (por exemplo, Eu
como Compreensiva, Eu como Vulnerável, Eu como filha, Eu como Mulher). Relativamente
às posições externas, estas correspondem às vozes de outros significativos que fazem
parte de forma ativa da identidade dos pacientes (por exemplo, o meu amigo, a minha mãe,
o meu marido). A partir deste sistema de posições é criada uma matriz de dupla entrada,
com as posições internas e as posições externas, onde é cotado o grau de superioridade
de cada posição. O aceder à audiência de cada posição identitária permite um primeiro
estudo de reação entre vozes. Contudo esta trata-se de uma avaliação quantitativa, o que
não dá a possibilidade de indicar de forma objetiva as dimensões qualitativas das dinâmicas
intrapessoais. Apesar deste indicador é pedido ao paciente que este tenha um diário das
experiências diárias pertinentes e das posições envolvidas. Este método tem como objetivo
aumentar a perceção dos pacientes a cerca do tipo de reações disfuncionais que podem
ocorrer entre as posições do repertório.

Em suma o paciente tendo noção deste tipo de dinâmicas, terá de perspetivar e


experimentar formas mais adaptativas de encontro entre as posições do eu. As mudanças
conseguidas devem ser transformadas em partes adquiridas e estabelecidas do repertório,
sendo que devem ser práticas até de tornarem novos hábitos, novos comportamentos.

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Bibliografia
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