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FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS - FTC

LUCAS MELO

FICHAMENTO DE TRANSCRIÇÃO LIDERANÇA E


EMPREENDEDORISMO

VITORIA DA CONQUISTA – BA
2018
LUCAS MELO

FICHAMENTO DE TRANSCRIÇÃO LIDERANÇA E


EMPREENDEDORISMO

Fichamento para a disciplina


Liderança e empreendedorismo do
curso de Educação Física da
Faculdade de tecnologia e ciências –
FTC.

Orientador: Prof. SAULO TEXEIRA

VITORIA DA CONQUISTA – BA
2018
SANTANA, Eder Luis. Liderança e empreendedorismo. Bahia: IMES, 2016.
“Diante do desafio de influenciar um grupo para trabalhar unido na busca de
resultados, existem algumas características que potencializam o perfil de líder
capaz de desenvolver trabalhos eficazes.”. (p.12).

“Líder é diferente de chefe: enquanto o primeiro está dentro das características


que estudamos anteriormente, o chefe será aquele que apenas executa tarefas
e emite ordens. No cargo de chefia está o profissional que delega funções a
partir do cargo que ocupa, impondo suas decisões com base no poder
adquirido pela posição de comando. É crucial ser líder e assumir as rédeas da
equipe de modo planejado, e não vestir a camisa de chefe e apenas dar
ordens.” (p.12).

“Entende de tecnologia: você não precisa ser especialista em todos os detalhes


do universo da informática, mas é crucial enquanto líder que saiba gerenciar
redes sociais e outras ferramentas tecnológicas. Lidar com tecnologias pode
beneficiar a produtividade de seus liderados e, por consequência, a própria
organização.” (p.12).

“Sabe pedir ajuda: ser líder não significa que sabemos tudo. E nas horas de
dúvidas e incertezas devemos reconhecer as potencialidades dos membros da
nossa equipe. Um líder sabe reconhecer suas vulnerabilidades, além de ser
maduro suficiente para se desculpar quando comete erros.” (p.13).

“Acredita no potencial do grupo: o gestor sabe que é eficaz, em momentos


estratégicos, ouvir o grupo antes de tomar decisões. Isso porque nem sempre
será fácil tomar as decisões corretas sem o apoio dos liderados.” (p.13).

“Reconhece limites pessoais: o líder entende que cada liderado tem sua
individualidade. É preciso respeitar os limites e não ser invasivo. O bom gestor
sabe como suprir as expectativas dos seus liderados e respeita as dinâmicas
existentes entre cargos de comando e de setor operacional.” (p.13).

“Agora que identificamos algumas características que formam um bom líder,


vamos compreender a dinâmica de algumas práticas que são cruciais para o
comportamento que remeta à liderança eficaz. Existem cinco práticas e 10
compromissos que, segundo KOUZES;POSNER (2011, p.26).” (p.14).

“Representa a capacidade de entusiasmar os liderados e mobilizar para que as


metas sejam alcançadas. Isso envolve o diálogo amplo com o coletivo,
expondo sonhos, desejos e as pretensões de resultados futuros que o líder
espera. “Para isso, os líderes precisam conhecer seus liderados e falar sua
língua. As pessoas precisam acreditar que seus líderes entendem suas
necessidades e priorizam seus interesses. A liderança é um diálogo, não um
monólogo (KOUZES; POSNER, 2011, p.28).” (p.15).

“O líder não quer subordinados, ele busca colaboradores/parceiros que se


sintam capazes e comprometidos com o projeto no qual o grupo está envolvido.
É o uso constante do pronome “nós”, ao invés do “eu”, com o trabalho em
equipe colocado em primeiro plano. É a estratégia de fortalecer cada indivíduo
para solidificar a unidade do grupo. “A liderança autêntica é baseada na
confiança, e quanto mais as pessoas confiam em seu líder e umas nas outras,
mais se arriscam, fazem mudanças e mantêm a organização e o movimento
vivo”. (KOUZES;POSNER, 2011, p.31).” (p.15).

“O estilo de liderança é determinado pelo modo como o líder conduz os


liderados. Nessa etapa do nosso estudo, vamos começar analisando três tipos
de liderança que foram detalhados por Chiavenato (2012): a autocrática, a
liberal e a democrática. Um líder pode apresentar características das três
classificações, mas o importante é saber utilizar cada tipo de liderança da
maneira mais coerente com a situação que se apresenta.” (p.19).

“O segundo tipo de liderança é a liberal, caracterizada pela "extrema


liberalidade com relação às pessoas: o líder apenas sugere e não tem qualquer
ascendência sobre as pessoas". (CHIAVENATO, 2012, p.172)” (p.19).

“A terceira modalidade de liderança é a democrática. Tido como mais


adequada do que as duas modalidades vistas anteriormente, esse modelo é
conhecido pela capacidade do líder para expor ao grupo a real situação em que
se encontram, além de apresentar quais os objetivos pretendidos para
melhorar a situação.” (p.21).

“O desafio, neste caso, é compreender que o líder precisa ser confiante o


suficiente para não ter medo de demonstrar suas fragilidades e tampouco de
expor as fragilidades do grupo. Isso inclui admitir erros, saber quando é
necessário pedir desculpas, buscar ajuda nas horas certas e, acima de tudo,
reconhecer quando colaboradores estão aptos a desenvolver tarefas de ampla
responsabilidade.” (p.21).

“Os líderes comprometidos com a construção de uma equipe devem ter


tolerância zero para o foco no comportamento individual. A teoria é mais fácil
que a prática quando se considera o tamanho dos egos presentes em uma
equipe de liderança, e essa talvez seja a razão pela qual um líder que tenta
montar uma equipe realmente coesa faria bem se selecionasse integrantes
com egos pequenos. (LENCIONI, 2011,p.43).” (p.23).

“Seguindo essa linha de raciocínio, é importante observamos que o líder


constrói uma equipe e, desse modo, precisa valorizar a produção dessa
equipe. Um time, por mais talentos que tenha, precisa pensar como equipe, e
não como indivíduos que brilham isoladamente diante da competência. É
preciso manter o olhar acostumado a observar as relações humanas dentro da
seguinte máxima: somos mais fortes quando estamos unidos!” (p.23).

“Os estudiosos ligados à pesquisa sobre liderança desenvolveram diversos


trabalhos sobre estratégias de influência e como essa modalidade de
conhecimento se aplica no mundo dos negócios. Para nossa metodologia de
aprendizado, é válido trabalhar com 11 táticas proativas de influência
sistematizadas de modo didático por Yukl (2011).” (p.27).

“Os governos não podem liderar. A tecnologia não pode liderar. A estratégia
não pode liderar. Somente as pessoas podem colocar todas essas coisas em
movimento através de sua comunicação. Os líderes direcionam a ação com
suas vidas e seus lábios: mensagens claras, com foco, persuasivas, relevantes
e memoráveis. (BOOHER, 2011, p.55).” (p.30).

“Se você pretende ser um líder no mercado de trabalho e pouco entende de


comunicação, o passo inicial é conhecer os meios de comunicação e
compreender como eles podem ser utilizados a seu favor. As redes sociais, por
exemplo, são canais fortes de interação com o público. Por meio do Facebook,
Twitter, Instagram e outras redes é possível saber o que o público tem a dizer e
quais os anseios. A partir daí, compete ao líder traçar meios de suprir essa
necessidade.” (p.30).

“Para além do ambiente virtual, o líder precisa aprender a se comunicar de


modo simples e objetivo. A quantidade de mensagens que circulam nas redes
aumenta de modo vertiginoso, portanto, a comunicação de uma empresa aos
seus colaboradores precisa de um filtro (o líder), que será responsável por
facilitar a compreensão dos contextos e assegurar que a mensagem chegue
com maior agilidade aos colaboradores.” (p.31).

“E se sua mensagem for negativa? Escolha ser direto. Seja qual for a conversa,
anúncio, problema ou situação difícil – mecanismos defensivos, imaturidade
emocional, mau desempenho, medo de perder talentos, medo de admitir erros
pessoais, clientes insatisfeitos – a comunicação honesta pode levar à
mudança. (BOOHER, 2011, p.65).” (p.31).

“Precisamos o tempo todo de motivação. É a partir da motivação que atingimos


objetivos, buscamos novas conquistas e temos a certeza que o trabalho, ações
desenvolvidas podem trazer resultados satisfatórios. No caso do líder, é graça
a motivação constante que se torna possível manter acesa a capacidade de
influenciar pessoas e estabelecer processos de comunicação que facilitem o
trabalho em equipe. A motivação e a liderança andam de mãos dadas.” (p.33).