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TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – TCU


Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO


SECRETARIA-GERAL DE ADMINISTRAÇÃO
COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO
CONCORRÊNCIA Nº001/2010
E D I T A L

A Comissão Especial de Licitação, designada pela Portaria Segedam n.º 2


4, de, 5 de agosto de
2010, leva ao conhecimento dos interessados que, na forma da Lei n.º 8
.666, de 21 de junho de 1993 e
alterações posteriores, realizará licitação na modalidade de CONCORRÊNCIA, do tipo MENOR PR
, sob o
regime de empreitada por preço unitário, destinada à contratação de empresa para a construç
da Sede da
Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União no Estado do Amapá– SECE
X-AP, em Macapá,
mediante as Condições estabelecidas neste Edital e seus Anexos.

RECEBIMENTO E INÍCIO DA ABERTURA DOS ENVELOPES "DOCUMENTAÇÃO" E "PROPOSTA”


LOCAL: SECEX-AP – Secretaria de Controle Externo no
Estado do Amapá – Rua Cândido
Mendes 501, Bairro Perpétuo So
corro, CEP 68.905-670, Centro, Macapá-AP,
Auditório Central da Auditoria Geral do Estado.
DATA: 23/09/2010.
HORÁRIO: 10 horas.
SEÇÃO I – DISPOSIÇÕES INICIAIS
1. Se no dia supracitado não houver expediente, o recebimento
e o início da abertura dos
envelopes referentes a esta Concorrência serão realizados no primeiro dia út
il de funcionamento do
Tribunal de Contas da União que se seguir.
2. No local indicado serão realizados os procedimentos relativos a es
ta Concorrência, com respeito
a:
2.1- recebimento dos envelopes “Documentação” e “Proposta”;
2.2- abertura dos envelopes “Documentação” e verific
ação da situação da licitante
perante o SICAF;
2.3- devolução dos envelopes “Proposta” às licitantes inabilitad
as;
2.4- abertura dos envelopes “Proposta” das licitantes habi
litadas.
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3. As decisões da Comissão Especial de Licitação serão comunicadas mediante pu


blicação no Diário
Oficial da União, em jornal de grande circulação e no sítio do Tribunal de
Contas da União, no endereço
www.tcu.gov.br, pelo menos por 1 (um) dia, salvo aquelas que puderem
ser comunicadas diretamente,
mediante ofício, aos representantes legais das licitantes, principalmente, quanto
a:
3.1- julgamento da habilitação da licitante;
3.2- julgamento das propostas;
3.3- resultado de recurso porventura interposto;
3.4- resultado de julgamento desta Concorrência.
4. A solicitação de esclarecimento a respeito de condições deste Ed
ital e de outros assuntos
relacionados à presente licitação deverá ser efetuada pelas empresas interessad
as em participar do
certame, preferencialmente até o 3 (terceiro) dia útil que anteceder a dat
a estabelecida no preâmbulo
deste instrumento convocatório para a reunião de recebimento e abertura dos envelope
s “Documentação”
e “Proposta”.
5. A resposta ao esclarecimento solicitado será divulgada mediante pub
licação de notas no sítio do
Tribunal de Contas da União, no endereço www.tcu.gov.br / O TCU / Institucional / Li
citações e contratos do
TCU / Concorrência n. 001/2010, cabendo aos interessados acessá-lo para obt
enção das informações
prestadas pela Comissão Especial de Licitação.
SEÇÃO II – DO OBJETO
6. A presente licitação tem como objeto a contratação de empresa para a con
strução da Sede da
Secretaria de Controle Externo do Tribunal de Contas da União no Estado do Amapá– SECE
X-AP, em Macapá,
conforme descrito no Anexo I – Projeto Básico.
6.1- O local em que será construída a Sede da SECEX-
AP situa-se na Rodovia Juscelino
Kubitscheck, km 02 – Bairro Zerão, em frente ao campus d
a Universidade Federal do
Amapá – Município de Macapá-AP, limites com a Associ
ação dos Advogados do
Amapá e próximo ao Posto Avançado do Hospital Sarah Kubits
check.
6.2- A mídia contendo os projetos executivos necessário
s à elaboração da proposta e à
execução dos serviços deve ser retirada junto ao Serviço de
Administração da SECEX-
AP, na Rua Cândido Mendes 501, Centro, Macapá-AP, em dat
a e horário previamente
agendados por meio dos telefones (96) 3223-773
0/7731/7733, ou à Secretaria de
Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP da Secreta
ria Geral de Administração -
SEGEDAM do Tribunal de Contas da União, no Set
or de Administração Federal Sul,
Quadra 04 Lote 01 – Edifício Anexo I, sala 143,
em data e horário previamente
agendados por meio dos telefones (61) 3316-5330/7418
/7559.
Observação: O licitante deverá, obrigatoriamente, t
razer DVD apto à gravação de
todos os arquivos na data combina
da.
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SEÇÃO III – DA PARTICIPAÇÃO NA LICITAÇÃO


7. Poderão participar desta Concorrência quaisquer
licitantes que comprovarem possuir os
requisitos mínimos de qualificação exigidos na Seção VI – Da Habilitação Preliminar e cujo
to social da
empresa, expresso no estatuto ou contrato social, especifique atividade de prest
ação de serviços pertinente
e compatível com o objeto desta Concorrência.
7.1- O cadastramento e a habilitação parcial da licita
nte no Sistema de Cadastramento
Unificado de Fornecedores – SICAF, de que trata
a IN MARE n 05/95, são válidos
como parte dos requisitos mínimos da HABILITAÇÃO PRELIMINA
R;
7.2- O cadastramento e a habilitação parcial no SICAF poderão s
er realizados em qualquer
unidade dos órgãos/entidades que integram o Sistem
a de Serviços Gerais – SIASG,
localizados nas Unidades da Federação, até 3 (três)
dias antes da data prevista para
recebimento e abertura dos envelopes “Documentação” e “Propost
a”.
Observação: O Tribunal de Contas da União não é
unidade cadastradora, apenas
consultora.
8. Não poderão participar desta Concorrência:
8.1- sociedades empresariais cujo objeto social não seja pe
rtinente nem compatível com o
objeto deste procedimento licitatório;
8.2- sociedades empresariais suspensas de partici
par de licitações ou impedidas de
contratar com o Tribunal de Contas da União;
8.3- sociedades empresariais que foram declaradas inidôneas
para licitar ou contratar com
a Administração Pública, enquanto perdurarem os motivos da
punição.
SEÇÃO IV – DO PROCEDIMENTO
9. O representante da licitante, identificado
por documento hábil, deverá entregar,
impreterivelmente, os envelopes “Documentação” e “Proposta”, até o dia, horário e
al fixados no
preâmbulo deste Edital.
9.1- Não será aceita, em qualquer hipótese, a participação de licit
ante retardatária, exceto
como ouvinte.
9.2- As pessoas que não comprovarem possuir poderes
para representação legal das
licitantes somente poderão participar da sessão como ouv
intes.
10. Uma vez iniciada a abertura dos envelopes “Documentação” e “Proposta” não se
ermitidas
quaisquer retificações, ressalvado o disposto na Condição 37.
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11. Na primeira sessão, os envelopes contendo os documentos relativos à h


abilitação serão abertos,
na presença das interessadas, pela Comissão Especial de Licitação, que fará a conferência e
dará vista da
documentação, a qual deverá ser rubricada por todos os representantes legais das licit
antes presentes.
11.1- Abertos os envelopes “Documentação”, a Comissão Especial de Li
citação, a seu juízo
exclusivo, poderá apreciar os documentos de cada
licitante e, na mesma reunião,
divulgar o nome das habilitadas e das inabilitadas,
devendo ser devolvidos às últimas
os envelopes “Proposta”, devidamente fechados, desde que
não tenha havido recurso
ou após sua denegação.
12. A regularidade do cadastramento e habilitação parcial da licit
ante que optar por prestar suas
informações mediante o SICAF será confirmada por meio de consulta on-line,
quando da abertura dos
envelopes “Documentação”.
13. Realizada a consulta on-line, serão impressas declarações demons
trativas da situação de cada
licitante (Anexo V da IN MARE n 05/95), as quais serão juntadas aos au
tos do processo licitatório, após
terem sido assinadas pelos membros da Comissão e por todos os represent
antes legais das licitantes
presentes.
14. Havendo irregularidade no cadastramento ou na habilit
ação parcial da licitante que for
cadastrada no SICAF, será esta inabilitada.
15. No caso de a licitante ser inabilitada por conta de irregularidad
e constatada, quando da consulta
no SICAF, e comprovar, exclusivamente mediante apresentação do formulário de Recibo de
Solicitação de
Serviço (Anexo III da IN MARE n 05/95), ter entregue a documentação à sua Unidade Cadastr
adora no prazo
regulamentar, o Presidente da Comissão suspenderá os trabalhos e comunicará o fato ao Ór
gão gestor do
SICAF.
16. As licitantes que deixarem de apresentar quaisquer dos doc
umentos exigidos no envelope
“Documentação”, ou os apresentarem em desacordo com o estabelecido nesta Conco
rrência, ou, ainda,
com irregularidades, serão inabilitadas, não se admitindo complementação posterior.
17. Não sendo necessária a suspensão da reunião para análise da documen
tação ou realização de
diligências ou consultas, a Comissão decidirá sobre a habilitação de cada licitante.
17.1- Se, eventualmente, surgirem dúvidas que não possam ser d
irimidas de imediato pela
Comissão Especial de Licitação e conduzam à interrupção
dos trabalhos, serão elas
consignadas em ata e a conclusão da habilitação da
r-se-á em sessão convocada
previamente, ou mediante publicação de aviso no Diário Ofi
cial da União e em jornal
de grande circulação e no sítio do Tribunal de Contas da U
nião.
17.2- Ocorrendo o desdobramento da sessão de habilitação,
nova data e horário serão
estabelecidos pela Comissão Especial de Licitação pa
ra a abertura dos envelopes
“Proposta”.
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17.3- As licitantes serão convocadas a comparecer, ficando


os envelopes “Proposta” sob a
guarda da Comissão Especial de Licitação, devidament
e rubricados no fecho pelos
seus membros e pelos representantes legais das licit
antes presentes.
18. Após a abertura dos envelopes “Documentação”, os demais, contendo a
“Proposta”, serão
abertos:
18.1- se houver renúncia registrada em ata ou formalizada po
r escrito de todas as licitantes
ao direito de interposição de recurso; ou
18.2- após transcorrido o prazo regulamentar, sem que
tenha havido interposição de
recurso; ou
18.3- após dado a conhecer o deferimento ou indeferimento de
recurso interposto.
19. As aberturas dos envelopes “Documentação” e “Proposta” serão realizadas em s
pública,
da qual se lavrará ata circunstanciada, assinada pelos membros da Comissão Especial
de Licitação e pelos
representantes legais das licitantes presentes.
19.1- Consideradas as ressalvas contidas neste Edital, qua
lquer reclamação deverá ser feita
no ato da reunião pelos representantes legais das lici
tantes presentes.
19.2- A inabilitação da licitante importa preclusão do se
u direito de participar das fases
subsequentes.
20. Se não houver tempo suficiente para a abertura dos envelopes “Document
ação” e “Proposta”
em um único momento, em face do exame da documentação e da con
formidade das propostas
apresentadas com os requisitos deste Edital, os envelopes não abertos, já rubricados
no fecho, ficarão em
poder da Comissão Especial de Licitação até a data e o horário marcados para
prosseguimento dos
trabalhos.
21. Todos os documentos e, igualmente, as propostas serão rubricados pel
os membros da Comissão
Especial de Licitação e pelos representantes legais das licitantes presentes à sessão.
22. Após a fase de habilitação, não caberá desistência das propostas, s
lvo por motivo justo
decorrente de fato superveniente e aceito pela Comissão Especial de Licitação.
23. Ultrapassada a fase de habilitação das licitantes e abertas as propos
tas, não caberá desclassificá-
las por motivo relacionado com a habilitação, salvo em razão de fatos supervenientes o
u só conhecidos após
o resultado do julgamento.
24. É facultada à Comissão Especial de Licitação ou à autoridade superior, em qu
lquer fase desta
Concorrência, a promoção de diligência destinada a esclarecer ou completar a
instrução do processo,
vedada a inclusão posterior de documento ou informação que deveria c
onstar originariamente das
propostas.
25. Considera-se como representante legal qualquer pessoa invest
ida de poderes pela licitante,
mediante contrato, procuração ou documento equivalente, para falar em seu nome duran
te a reunião de
abertura dos envelopes, seja referente à documentação ou à proposta.
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25.1- Entende-se por documento credencial:


a) contrato social, quando a pessoa credenciad
a for sócia da licitante;
b) procuração ou declaração da licitante com
poderes para que a pessoa
credenciada possa falar em seu nome em qualquer fase
desta licitação
25.2- cada representante poderá representar apenas uma licit
ante;
25.3- o documento de representação poderá ser apresentado
à Comissão Especial de
Licitação no início dos trabalhos, isto é,
antes da abertura dos envelopes
“Documentação” e “Proposta”, ou quando esta o exigir.
25.4- a não apresentação do documento legal
de representação não inabilitará ou
desclassificará a licitante, mas impedirá o seu represen
tante de se manifestar em seu
nome.
26. Os envelopes contendo as propostas das empresas inabilitadas ficarão
à disposição destas pelo
período de 10 (dez) dias úteis, contados do encerramento da licitação (transcorrido o pr
azo regulamentar
para interposição de recurso contra o resultado da licitação ou, se for o caso, quando d
enegados os recursos
interpostos), após o que serão destruídos pela Comissão Especial de Licitação.
SEÇÃO V – DO RECEBIMENTO DOS ENVELOPES
27. Até o dia, horário e local fixados no preâmbulo deste Edital,
as licitante deverão apresentar à
Comissão Especial de Licitação, simultaneamente, sua documentação e propostas de preço, em
envelopes
separados, fechados e rubricados no fecho, contendo em suas partes ext
ernas e frontais, em caracteres
destacados, além da razão social e do CNPJ da licitante, os seguintes dizeres:
CONCORRÊNCIA N 001/2010
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO
DOCUMENTAÇÃO - ENVELOPE N 01

CONCORRÊNCIA N 001/2010
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO
PROPOSTA - ENVELOPE N 02
SEÇÃO VI – DA HABILITAÇÃO PRELIMINAR- ENVELOPE N° 1 (DOCUMENTAÇÃO)
28. A HABILITAÇÃO PRELIMINAR para participar desta Concorrência compreende:

28.1- a licitante que NÃO OPTAR por serem verificados no SIC


AF seu cadastro e habilitação
parcial deverá apresentar, dentro do ENVELOPE N 01, os
documentos relacionados a
seguir, bem como aqueles relacionados no item 29 des
te Edital.
28.1.1- Relativos à Habilitação Jurídica:
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a) ato constitutivo, estatuto ou contrato so


cial em vigor devidamente
registrado, em se tratando de sociedades
empresariais e, no caso de
sociedades por ações, acompanhado de document
os de eleição de
seus administradores;
a.1) os documentos em apreço deverão estar
acompanhados de
todas as alterações ou da consolidação respecti
va;
b) inscrição do ato constitutivo, no c
aso de sociedades simples,
acompanhada de prova de diretoria em exercício;
e
c) decreto de autorização, em se tratando de e
mpresa ou sociedade
estrangeira em funcionamento no
País, e ato de registro ou
autorização para funcionamento expedido pelo Ór
gão competente,
quando a atividade assim o exigir.
28.1.2- Relativos à Regularidade Fiscal:
a) prova de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas
Jurídicas (CNPJ);
b) prova de inscrição no cadastro de contribuintes es
tadual ou municipal,
se houver, relativo ao domicílio ou sede da lici
tante, pertinente ao seu
ramo de atividade e compatível com o objeto lici
tado;
b.1) Em razão de o objeto do certame re
ferir-se a prestação de
serviços, deverá ser apresentada, obrig
atoriamente, a prova de
inscrição no cadastro de contribuintes dist
rital/municipal.
c) prova de regularidade para com as Fazendas Fed
eral, Estadual/Distrital
e Municipal do domicílio ou sede da licitante, o
u outra equivalente, na
forma da lei; e
c. 1) Faz parte da prova de regularidade par
a com a Fazenda Federal,
a Certidão Quanto à Dívida Ativa
da União, fornecida pela
Procuradoria da Fazenda Nacional.
d) prova de regularidade relativa à Seguridade Soci
al (CND) e ao Fundo de
Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), demonstran
do situação regular
no cumprimento dos encargos sociais instituídos
por lei.
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28.1.3- Relativos à Qualificação Econômico-Financeira:


a) balanço patrimonial e demonstrações contábeis do
último exercício
social (2009), já exigíveis e apresenta
dos na forma da lei, que
comprovem a boa situação financeira da empr
esa, vedada a sua
substituição por balancetes ou balanços pr
ovisórios, podendo ser
atualizados, quando encerrados há mais de 3 (três
) meses da data de
apresentação da proposta, tomando como base
a variação, ocorrida
no período, do ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISPONIBILI
DADE INTERNA
- IGP-DI, publicado pela Fundação Getúlio Var
gas - FGV ou de outro
indicador que o venha substituir.
a.1) Serão considerados aceitos como na
forma da lei o balanço
patrimonial e demonstrações contábeis assim apres
entados:
a.1.1) sociedades regidas pela Lei n 6.404/76 (soc
iedade anônima):
- publicados em Diário Oficial; ou
- publicados em jornal de grande circulação; ou
- por fotocópia registrada ou autenticada na Junt
a Comercial da sede ou
domicílio da licitante.
a.1.2) sociedades por cota de responsabilidade li
mitada (LTDA):
- por fotocópia do livro Diário, inclusive com os T
ermos de Abertura e de
Encerramento, devidamente autenticado na
Junta Comercial da sede
ou domicílio da licitante ou em outro órgão equival
ente; ou
- por fotocópia do Balanço e d
as Demonstrações Contábeis
devidamente registrados ou autenticados na Ju
nta Comercial da sede
ou domicílio da licitante.
a.1.3) sociedade criada no exercício em curso:
- fotocópia do Balanço de Abertura,
devidamente registrado ou
autenticado na Junta Comercial da sede ou dom
icílio da licitante;
a.1.4) o balanço patrimonial e as demonstrações contábeis
deverão estar
assinados por Contador ou por
outro profissional equivalente,
devidamente registrado no Conselho Regional d
e Contabilidade;
b) a boa situação financeira será avaliada pelos Índ
ices de Liquidez Geral
(LG), Solvência Geral (SG) e Liquide
z Corrente (LC), que deverão
apresentar o valor mínimo igual a 1 (um), r
esultantes da aplicação das
seguintes fórmulas:
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LG = ATIVO CIRCULANTE + REALIZÁVEL A L


ONGO PRAZO
PASSIVO CIRCULANTE + EXIGÍVEL A
LONGO PRAZO
SG = _________________ATIVO TOTAL _____
_________
PASSIVO CIRCULANTE + EXIGÍVEL A
LONGO PRAZO
LC = ATIVO CIRCUL
ANTE
PASSIVO CIRCUL
ANTE
b.1) as fórmulas deverão estar devi
damente aplicadas em memorial de
cálculos juntado ao balanço;
b.1.1) caso o memorial não se
ja apresentado, a Comissão reserva-se
o direito de efetuar
os cálculos;
b.2) se necessária a atualização do balanço
e do capital social, deverá ser
apresentado, juntamente
com os documentos em apreço, o
memorial de cálculo corresponde
nte;
c) certidão negativa de falênci
a, concordata ou recuperação judicial,
expedida pelo distribuidor da s
ede da pessoa jurídica, ou de execução
patrimonial, expedida no domicílio da
pessoa física.
28.2- As licitantes optantes pelo SICAF deverão apres
entar habilitação válida no referido
sistema ou os documentos que supram tal habilitação den
tro do Envelope n 01.
29. Todas as licitantes, inclusive as optantes pelo SICAF, deverão apre
sentar, dentro do Envelope n
01, os seguintes documentos:
29.1- declaração de que as informações constantes dos documentos
exigidos nos subitens
28.1.1 a 28.1.3 deverão ser verificadas pelo c
adastramento e habilitação parcial no
SICAF (declaração exigida somente para a empresa que pr
etender que suas condições
sejam verificadas junto ao SICAF);
29.2- prova de inscrição ou registro da licitante, junto ao C
onselho Regional de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia – CREA , que comprove ativida
de relacionada com o objeto;
29.3- 1 (um) ou mais atestado(s), devidamente regis
trado(s) no CREA da região onde os
serviços foram executados, acompanhados(s) da(s)
respectiva(s) Certidão(ões) de
Acervo Técnico – CAT, expedida(s) por este(s) Co
nselho(s), que comprove(m) que a
licitante tenha executado para órgão ou entidade da adm
inistração pública direta ou
indireta, federal, estadual, municipal ou do Distri
to Federal, ou ainda, para empresas
privadas, os seguintes serviços com as respectivas qu
antidades mínimas:
a) execução de prédio público, comercial ou industri
al, com 500m² (quinhentos
metros cúbicos) de área construída,
contendo instalações hidrossanitárias,
elétricas, rede estruturada e ar-condicionado;
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b) execução de prédio público, comercial ou industrial, com 5 (


cinco) toneladas de
estrutura metálica e 80m³ (oitenta metros cúbicos) de estru
tura em concreto
armado, numa mesma edificação.
29.4- comprovação da licitante de possuir em seu corpo técnico, na data
de abertura das
propostas, profissional(is) de nível superior, A
RQUITETO OU ENGENHEIRO,
reconhecido(s) pelo CREA, detentor(es) de atestado(s) de re
sponsabilidade técnica,
devidamente registrado(s) no CREA da região onde os serviços
foram executados,
acompanhados(s) da(s) respectiva(s) Certidão(ões)
de Acervo Técnico – CAT,
expedidas por este(s) Conselho(s), que comprove(m) ter o(s) profis
sional(is) executado
para órgão ou entidade da administração pública direta ou indireta, federal
estadual,
municipal ou do Distrito Federal, ou ainda, para empresa privada,
que não a própria
licitante (CNPJ diferente), serviço(s) relativo(s) a:
a) execução de prédio público, comercial ou industri
al, contendo instalações
hidrossanitárias, elétricas, rede estruturada e ar-condicionado;

b) execução de prédio público, comercial ou industrial, com estrutura me


tálica e em
concreto armado, numa mesma edificação.
29.4.1- A comprovação de vínculo profissional se fará com a apre
sentação de cópia
da carteira de trabalho (CTPS) em que conste a licitant
e como contratante, do
contrato social da licitante em que conste o pr
ofissional como sócio, do
contrato de trabalho ou, ainda, de declaração de co
ntratação futura do
profissional detentor do atestado apresentado, des
de que acompanhada de
declaração de anuência do profissional.
29.4.2- No caso de duas ou mais licitantes apresentarem
atestados de um mesmo
profissional, como comprovação de qualific
ação técnica, ambas serão
inabilitadas.
29.5- declaração indicando o nome, CPF, número do registro no CREA,
do responsável
técnico que acompanhará a execução dos serviços de que trata o ob
jeto desta
licitação.
29.5.1- O nome do responsável técnico indicado deverá constar
dos atestados de
responsabilidade técnica apresentados para qualificação técnica
da licitante.
29.6- declaração fornecida pela Comissão Especial de Licitação compr
ovando que a
licitante recebeu todos os documentos necessários ao cumprimento do
objeto desta
Concorrência.
29.6.1- Se, por qualquer motivo, a referida d
eclaração não estiver junto à
documentação, será considerada, se houver, a segunda v
ia em poder da
Comissão Especial de Licitação, para fins de habilitação;
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29.6.2- a declaração de que trata esta subcondição será emitida a


utomaticamente
quando da retirada do Edital no sítio do Tribunal de Conta
s da União (emitida
com controle eletrônico), na qual não constará assinatura;
29.7- certidão negativa de falência, concordata ou recuperação judicial,
expedida pelo
distribuidor da sede da pessoa jurídica;
29.8- comprovação de patrimônio líquido não inferior a 10% (dez por cento) do valo
r total
da proposta;
29.9- comprovação de índices de Liquidez Geral, Liquidez Corrente e S
olvência Geral com
resultado igual ou superior a 1 (um);
29.9.1- Para as empresas que optarem pela verificação junto ao SICAF
, a informação
relativa a esses índices será obtida mediante consulta ao re
ferido sistema.
29.10- declaração, observadas as penalidades cabíveis, da superveniência de fato i
mpeditivo
da habilitação (exigível somente em caso positivo);
29.11- declaração da licitante de que não possui em seu quadro de pes
soal empregado(s)
com menos de 18 (dezoito) anos em trabalho noturno, perigoso ou in
salubre e a de
qualquer trabalho a menores de 16 (dezesseis) anos, salvo na condição
de aprendiz, a
partir de 14 (quatorze) anos, nos termos do inciso XXXIII
do art. 7 da Constituição
Federal de 1998 (Lei n. 9.854/99).
Observações:
1) todos os documentos de habilitação emitidos em língua e
strangeira deverão
ser entregues acompanhados da tradução para língua portu
guesa, efetuada
por Tradutor Juramentado, e também dev
idamente consularizados ou
registrados no Cartório de Títulos e Documentos. Documentos d
e procedência
estrangeira, mas emitidos em língua portug
uesa, também deverão ser
apresentados devidamente consularizados ou regist
rados no Cartório de
Títulos e Documentos;
2) as declarações relacionadas na Condição 29 (exceto aquela
do Subitem 29.6,
que poderá ser expedida pela Comissão Especial de Licitação), dev
erão estar
emitidas em papéis timbrados dos Órgãos ou Empresas que as expe
diram;
3) o representante legal que assinar pela empresa lic
itante os documentos de
que trata a Condição 29 deverá estar credenciado para esse fim,
comprovando
seu credenciamento, caso a Comissão Esp
ecial de Licitação exija tal
comprovação; e
4) os documentos pertinentes e exigidos neste Edital, dentro
do Envelope n 01,
deverão, de preferência, ser entregues numerados seqüenci
almente e na
ordem indicada neste Edital, a fim de permitir ma
ior rapidez durante a
conferência e exame correspondente.
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30. Sob pena de inabilitação, todos os documentos apresentados para habil


itação deverão estar:
30.1- em nome da licitante, e, preferencialmente, c
om número do CNPJ e endereço
respectivo:
a) se a licitante for a matriz, todos os document
os deverão estar em nome da matriz;
ou
b) se a licitante for a filial, todos os document
os deverão estar em nome da filial;
c) serão dispensados da filial aqueles docu
mentos que, pela própria natureza,
comprovadamente, forem emitidos somente em nome
da matriz;
d) os atestados de capacidade técnica
/responsabilidade técnica poderão ser
apresentados em nome e com CNPJ da matriz e/ou
da(s) filial(ais) da licitante;
30.2- datados dos últimos 180 (cento e oitenta) dias até a dat
a de abertura do Envelope n.
01, quando não tiver prazo estabelec
ido pelo órgão/empresa competente
expedidor(a).
a) Não se enquadram no prazo de que trata e
ste item os documentos que, pela
própria natureza, não apresentam prazo de validade
, que é o caso dos atestados
de capacidade (responsabilidade) técnica
31. Os documentos exigidos nesta Concorrência poderão ser apresentados no
original, por qualquer
processo de cópia autenticada por Cartório competente ou por membro da Comissão Especi
al de Licitação
ou publicação em órgão da imprensa oficial.
31.1- Os documentos serão autenticados pela Comissão Esp
ecial de Licitação, a partir do
original, até às 18 (dezoito) horas do dia anterior à data
marcada para o recebimento e
abertura dos envelopes “Documentação” e “Proposta”;
31.2- serão aceitas somente cópias legíveis;
31.3- não serão aceitos documentos cujas datas estejam rasurad
as; e,
31.4- a Comissão Especial de Licitação reserva-se o direito de s
olicitar o original de qualquer
documento, sempre que julgar necessário.
SEÇÃO VII – DA VISTORIA
32. A licitante poderá vistoriar o local onde serão executados o
s serviços até o segundo dia útil
anterior à data fixada para o recebimento dos envelopes “Documentação” e “Proposta”, com o
etivo de
se inteirar das condições e do grau de dificuldade existentes, mediante p
révio agendamento de horário,
junto à SECEX/AP, pelos telefones (96) 3223-7730 / 7731 / 7733, das 10 às 18 horas.

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32.1- Tendo em vista a faculdade da realização de vistoria, as


licitantes não poderão alegar
o desconhecimento das condições e do grau
de dificuldade existentes como
justificativa para se eximirem das obrigações
assumidas em decorrência desta
Concorrência.
SEÇÃO VIII – DA PROPOSTA - ENVELOPE N 02
33. A proposta de preço, apresentada no Envelope n 02, deverá conter os se
guintes documentos:
33.1- Proposta de preços, conforme modelo constante do Anexo
VIII - A;
33.2- Planilha Orçamentária Sintética, conforme modelo constante
do Anexo Anexo VIII - B;
33.3- Planilha de Composição de Custos Unitários de todos
os itens e subitens que
compõem o Anexo IV – Orçamento Estimativo e Compos
ição de Custos Unitários,
conforme modelo constante do Anexo V – Composição de Custo
s Unitários;
33.4- Planilha de Composição de BDI, conforme modelo constante
do Anexo VIII - C;
33.5- Planilha de Encargos Sociais de horistas e mensalist
as, conforme modelo constante do
VIII - D.
34. A não apresentação de qualquer dessas planilhas e composições acarretará a d
sclassificação da
licitante.
35. Em caso de divergência entre o preço constante da Planilha de Composição
de Custos Unitários
(Condição 33.3) e o constante da Planilha Orçamentária Sintética (Condição 33.2), prevalece
primeiro.
36. A proposta de preços deverá ser apresentada da seguinte forma:
36.1- de preferência, emitida por computador, redigida com c
lareza, sem emendas, rasuras,
acréscimos ou entrelinhas, devidamente datada, assinad
a e rubricada;
36.2- fazer menção ao número desta Concorrência e conter a
razão social da licitante, o
CNPJ, número(s) de telefone(s) e de fax-símile e,
se houver, correio eletrônico e o
respectivo endereço com CEP, podendo fazer referên
cia ao banco, à agência e
respectivos códigos e ao n. da conta corrente p
ara efeito de emissão de nota de
empenho e posterior pagamento;
36.3- conter quaisquer outras informações julgadas n
ecessárias e convenientes pela
licitante.
37. As licitantes deverão, para fins de elaboração da proposta, ve
rificar e comparar todos os
projetos fornecidos para execução dos serviços.
37.1- No caso de falhas, erros, discrepâncias ou omis
sões, bem como transgressões às
Normas Técnicas, regulamentos ou posturas, caberá à
licitante formular imediata
comunicação escrita à Comissão Especial de Licitação, no
prazo estabelecido na
Condição 4 deste Edital, para fins de esclarecimento por
parte da Comissão.
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38. Em nenhuma hipótese o conteúdo das propostas poderá ser altera


do, seja com relação às
características técnicas, marcas, modelos, prazo de entrega, prazo de garan
tia e preço dos serviços,
equipamentos e materiais ou de qualquer outra condição que importe modific
ação dos seus termos
originais, ressalvadas aquelas destinadas a sanar apenas falhas
formais, alterações essas que serão
analisadas pela Comissão Especial de Licitação.
38.1- Serão corrigidos automaticamente pela Comissão Espe
cial de Licitação quaisquer
erros aritméticos, bem como as divergências que porventu
ra ocorrerem entre o preço
unitário e o total do item, quando prevalecerá sempre o
primeiro;
38.2- a falta de data e/ou rubrica da propo
sta somente poderá ser suprida pelo
representante legal presente à reunião de abertura dos e
nvelopes “Proposta” e com
poderes para esse fim, sendo desclassifica
da a licitante que não satisfizer tal
exigência;
38.3- a falta do CNPJ e/ou endereço completo poderá, t
ambém, ser suprida com aqueles
constantes dos documentos apresentad
os dentro do Envelope n. 01 –
“Documentação”.
SEÇÃO IX – DOS PREÇOS
39. A licitante deverá indicar os preços unitário e total por item
e subitem, e, ainda, o global da
proposta, conforme documentos exigidos na Condição 33 do presente instrumento convoc
atório.
40. Os quantitativos indicados nas planilhas constantes deste Edital são
meramente estimativos, não
acarretando à Administração do Tribunal de Contas da União qualquer obrigação quanto à sua
cução ou
pagamento.
40.1- A data-base da planilha orçamentária é maio de 2010.
40.2- As composições de preços unitários elaboradas pelo TC
U (Anexo V) são meros
instrumentos para elaboração do orçamento da licitante.
40.2.1- Cada licitante deverá elaborar suas composições
de custos incluindo todos os
materiais, equipamentos e mão-de-obra que en
tenderem necessários para a
conclusão do serviço, de acordo com as especif
icações técnicas.
41. Nos preços cotados deverão estar inclusos os encargos
sociais e trabalhistas, todos os
equipamentos, instrumentos, ferramentas e máquinas necessários ao desenvolvim
ento dos trabalhos,
enfim, quaisquer outras despesas necessárias à realização dos serviços, bem assi
m, deduzidos quaisquer
descontos que venham a ser concedidos.
42. Os impostos, as taxas, as despesas indiretas e o
lucro bruto da licitante deverão estar
considerados em item específico-BDI, conforme planilha constante do Anexo VIII - C
deste Edital.
42.1- A cotação apresentada e levada em consideração para efeito d
e julgamento será de
exclusiva e total responsabilidade da licitante, não
lhe cabendo o direito de pleitear
qualquer alteração.
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43. Só será aceita cotação em moeda nacional, ou seja, em Real (R$


), em algarismo arábico e, de
preferência, também por extenso, prevalecendo este último, em caso de divergên
cia, desprezando-se
qualquer valor além dos centavos.
SEÇÃO X – DA COMPOSIÇÃO DO BDI
44. Todas as licitantes deverão apresentar, como parte integrant
e de suas propostas, composição
analítica do BDI (bonificação e despesas indiretas) segundo a fórmula:
BDI = [(1/(1-IMP))*(1+ADM)*(1+DEF)*(1+RIS)*(1+LB) -1] x 100

onde:
IMP = impostos incidentes sobre o faturamento;
ADM = despesas administrativas (central e local)
;
DEF = despesas financeiras e seguros;
RIS = riscos e imprevistos;
LB = lucro bruto.
Observação: A parcela IMP deverá considerar os valores de PIS, CONF
INS e ISS.
45. No orçamento estimado pelo Tribunal, foram adotados os seguintes va
lores, que conduziram a
um BDI de 21,21%:
IMP = 4,65%;
ADM = 3,00%;
DEF = 1,00%;
RIS = 1,00%;
LB = 10,00%.
Os impostos incidentes sobre o faturamento considerados foram
:
ISS = 1,00% (2% sobre mão-de-obra, consid
erada como 50% do total);
PIS = 0,65%;
COFINS = 3,00%.
SEÇÃO XI – DOS PRAZOS
46. A obra deverá ser executada no prazo máximo de 8 (oito) meses, contad
os a partir do início dos
serviços.
46.1- O prazo para início das obras será de até 5 (cinco) dias,
contado do recebimento da
Ordem de Serviço expedida pelo Tribunal de Contas da U
nião.
47. O prazo de garantia da obra não poderá ser inferior a 5 (
cinco) anos, contado do Termo de
Recebimento Definitivo da obra a ser emitido por comissão designada pela autoridad
e competente.
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48. A proposta deverá ter a validade mínima de 60 (sessenta) dias, contada


da data estabelecida no
preâmbulo desta Concorrência para o recebimento dos envelopes “Documentação” e “Proposta”.
49. Caso os prazos estabelecidos nas condições anteriores não estejam expres
samente indicados na
proposta, estes serão considerados como aceitos para efeito de julgamento.
50. O prazo previsto na condição 46, subcondição 46.1, poderá ser exce
pcionalmente prorrogado,
quando solicitado pelo CONTRATADO, durante o seu transcurso, e desde q
ue ocorra motivo justificado,
devidamente comprovado e aceito pela Administração do Tribunal de Contas da União.
51. Se, por motivo de força maior, a adjudicação não puder ocorrer dentro do p
eríodo de validade
das propostas, ou seja, 60 (sessenta) dias, e caso persista o interesse do Tribu
nal de Contas da União, poderá
ser solicitada prorrogação geral da validade referida a todas as licitantes classif
icadas, por igual prazo, no
mínimo.
52. Decorridos 60 (sessenta) dias da data do recebimento e início da abe
rtura dos envelopes, sem a
solicitação ou a convocação de que tratam as condições 50 e 72, respectivamente
as licitantes ficam
liberadas dos compromissos assumidos.
53. Deverá ser apresentado pelo CONTRATADO seu próprio planejamento
, levando em conta a
produtividade de suas máquinas, equipamentos e mão-de-obra, sem, contudo, exceder o
prazo de 8 (oito)
meses para conclusão da obra.
53.1- O planejamento apresentado, incluindo plano de ataque
, maquinário a ser utilizado e
produção esperada, deverá ser submetido à aprovação prévi
da fiscalização até 10
(dez) dias após a assinatura do contrato.
SEÇÃO XII – DO ENQUADRAMENTO LEGAL DA LICITAÇÃO
54. Trata-se de licitação na modalidade CONCORRÊNCIA, do tipo “MENOR PREÇO”, enqu
drada nos
artigos 10, inciso II, alínea “b”, 22, inciso I, e 45, § 1 , inciso I, todos da Lei n. 8.6
6/93.
SEÇÃO XIII – DA DESCLASSIFICAÇÃO DAS PROPOSTAS
55. Após a análise das propostas, serão desclassificadas, com base no artigo
48, incisos I e II da Lei
n. 8.666/93, as propostas que:
55.1- apresentarem valor global superior ao
orçamento estimado ou com preços
manifestamente inexequíveis, assim considerados aqu
eles que não venham a ter
demonstrada sua viabilidade por meio de documentação que
comprove que os custos
dos insumos são coerentes com os de mercado e que os co
eficientes de produtividade
são compatíveis com a execução do objeto;
55.2- apresentarem preços unitários superiores aos estimad
os pelo Tribunal de Contas da
União, conforme Anexo IV – Orçamento Estimativo;
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55.2.1- Em condições especiais, devidamente


justificadas em relatório técnico
circunstanciado, elaborado por
profissional habilitado e aprovado pela
autoridade competente, os pr
eços unitários poderão ultrapassar os
respectivos custos medianos constantes da
tabela SINAPI para a região, sem
prejuízo da avaliação dos órgãos de controle interno
e externo;
55.2.2- Conforme Lei 12.017/2009, art. 112 (L
DO), a diferença percentual entre o
valor global do contrato e o obtido a part
ir de custos unitários do SINAPI não
poderá ser reduzida, em favor do contratado,
em decorrência de aditamentos
que modifiquem a planilha orçamentária.
55.3- não atenderem às exigências contidas nesta Concorrência.
56. Consideram-se manifestamente inexequíveis as propostas cujos valores
sejam inferiores a 70%
(setenta por cento) do menor dos seguintes valores:
56.1- média aritmética dos valores das propostas superiores a 5
0% (cinqüenta por cento) do
valor orçado pela Administração; ou
56.2- valor orçado pela Administração.
57. Das licitantes classificadas na forma da Condição 56 cujo valor global
da proposta for inferior a
80% (oitenta por cento) do menor valor a que se referem as subcondições 56.1 e 56.2,
será exigida, para
assinatura do contrato, prestação de garantia adicional, dentre as modalidades previ
stas no § 1 do art. 56
da Lei 8.666/93, igual à diferença entre o valor resultante da Condição 56
e o valor da correspondente
proposta.
58. Quando todas as licitantes forem inabilitadas ou todas as
propostas forem desclassificadas, a
Comissão Especial de Licitação poderá fixar às licitantes o prazo de 08 (oito) dias úteis p
ra apresentação de
nova documentação ou de outras propostas escoimadas das causas de inabilitação ou descla
ssificação.
SEÇÃO XIV – DO JULGAMENTO DAS PROPOSTAS
59. Após analisar a conformidade das propostas com o estabelecid
o nesta Concorrência, será
declarada como mais vantajosa para a Administração a oferta de menor preço global.
59.1- Considera-se preço global o valor total apurado na prop
osta, ou seja, o somatório de
todos os itens da planilha de preços apresentada.
60. A Comissão Especial de Licitação poderá solicitar parecer de técnicos perten
centes ao Quadro de
Pessoal do Tribunal de Contas da União ou, ainda, de pessoas físicas ou j
urídicas estranhas a ele, para se
orientar na sua decisão.
60.1- A Comissão Especial de Licitação reserva-se o direito de s
olicitar das licitantes, para
efeito de análise e caso entenda necessário, a apresentação d
a relação da marca e do
modelo dos materiais considerados na composição dos preços
ofertados.
60.2- A Comissão Especial de Licitação efetuará análise indivi
dual dos preços unitários
cotados nas propostas das licitantes.
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60.2.1- Caso se verifique na proposta de menor va


lor global a ocorrência de itens com
preços unitários superiores aos orçados pe
lo Tribunal de Contas da União
(Anexo IV - Orçamento Estimativo), a
licitante deverá apresentar relatório
técnico circunstanciado, justificando a
composição e os preços unitários
ofertados.
60.2.2- Caso as justificativas apresentadas
não sejam acatadas pela Comissão
Especial de Licitação, a licitante deverá adequ
ar sua proposta ao orçamento-
base elaborado pelo Tribunal, sob pena de
desclassificação da proposta.
61. Não se considerará qualquer oferta de vantagem não prevista ne
sta Concorrência, inclusive
financiamentos subsidiados ou a fundo perdido, preço ou vantagem baseados
nas ofertas das demais
licitantes.
62. Não se admitirá proposta que apresentar preços global ou unitário
simbólicos, irrisórios ou de
valor zero, incompatíveis com os preços dos insumos e salários de mercado,
acrescidos dos respectivos
encargos, ainda que esta Concorrência não tenha estabelecido limites mínimos, exceto q
uando se referirem
a materiais e instalações de propriedade da própria licitante, para os quai
s ela renuncie a parcela ou à
totalidade da remuneração.
63. À Comissão Especial de Licitação, além do recebimento e exame das
propostas, caberá o
julgamento da obediência às condições aqui estabelecidas, bem como em seus Anexos, e a d
ecisão quanto
às dúvidas ou omissões deste Edital.
SEÇÃO XV – DO DESEMPATE
64. No caso de empate entre duas ou mais propostas, será efetuado sorte
io em ato público, para o
qual todas as licitantes serão convocadas.
SEÇÃO XVI – DO DIREITO DE PETIÇÃO
65. Observado o disposto no artigo 109 da Lei n. 8.666/93, a licitante
poderá apresentar recurso ao
Presidente da Comissão Especial de Licitação, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, a conta
r da intimação do ato
ou lavratura da ata, nos casos de habilitação ou inabilitação da licitante ou do julgam
ento das propostas,
anulação ou revogação desta Concorrência.
65.1- Para efeito do disposto no § 5 do art. 109 da Lei n.° 8.6
66/93, ficam os autos desta
Concorrência com vista franqueada aos interessados.
66. Interposto, o recurso será comunicado às demais licitantes, que poderão
impugná-lo no prazo de
05 (cinco) dias úteis.
67. Findo o período previsto na condição anterior, impugnado ou não o recurso
, a Comissão Especial
de Licitação poderá, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, reconsiderar a sua
decisão ou fazê-lo subir,
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devidamente informado, ao Secretário-Geral de Administração do Tribunal de Co


ntas da União, para
encaminhamento ao Presidente do Tribunal de Contas da União.
68. Quaisquer argumentos ou subsídios concernentes
à defesa da licitante que pretender
modificação total ou parcial das decisões da Comissão Especial de Licitação deverão ser apr
ntados por
escrito, exclusivamente, anexando-se ao recurso próprio.
68.1- O recurso interposto deverá ser comunicado à Comissão
Especial de Licitação, logo
após ter sido protocolizado no Serviço de Protocolo da Se
cretaria de Controle Externo
do Tribunal de Contas da União no Estado do Amapá – SECEX-A
P.
SEÇÃO XVII – DA ADJUDICAÇÃO
69. A execução dos serviços correspondentes ao objeto será adjudicada GLOBALME
NTE a uma única
empresa, depois de atendidas as condições desta Concorrência.
SEÇÃO XVIII – DO TERMO DE CONTRATO
70. Sem prejuízo do disposto no Capítulo III a IV da Lei n. 8.666/93, o con
trato referente à execução
das obras de construção da Sede da SECEX-AP será formalizado e conterá, necessariamente,
as condições já
especificadas neste instrumento convocatório.
71. Quaisquer condições apresentadas pela adjudicatária em sua proposta, se
pertinentes, poderão
ser acrescentadas ao contrato a ser assinado.
SEÇÃO XIX – DA ASSINATURA DO TERMO DE CONTRATO
72. O Tribunal de Contas da União convocará oficialmente a adjudicatária, du
rante a validade da sua
proposta para, no prazo máximo de 05 (cinco) dias úteis, assinar o contrato, sob pen
a de decair o direito à
contratação, sem prejuízo das sanções previstas no art. 81 da Lei n. 8.666/93.
73. O prazo da convocação poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, qu
ando solicitado pela
adjudicatária durante o seu transcurso, desde que ocorra motivo justificado e acei
to pela Administração do
Tribunal de Contas da União.
74. É facultado à Administração do Tribunal de Contas da União, quando a convoca
da não assinar o
referido documento no prazo e condições estabelecidos, chamar as licitantes remanesc
entes, obedecida a
ordem de classificação, para fazê-lo em igual prazo e nas mesmas condições pro
postas pela primeira
classificada, inclusive quanto aos preços atualizados, ou revogar esta Concorrência,
independentemente da
cominação prevista no art. 81 da Lei n. 8.666/93.
74.1- A recusa injustificada da adjudicatária em assina
r o contrato, aceitar ou retirar o
instrumento equivalente, dentro do prazo es
tabelecido pela Administração do
Tribunal de Contas da União, caracteriza o descu
mprimento total da obrigação
assumida, sujeitando-a às penalidades legalmente estabe
lecidas.
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74.1.1- O disposto nesta subcondição não se aplica


às licitantes convocadas nos
termos do art. 64, § 2 da Lei n. 8.666/93, que
não aceitarem a contratação,
nas mesmas condições propostas pela primeira a
djudicatária, inclusive quanto
ao prazo e preço.
SEÇÃO XX – DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS
75. No caso de divergência de informações entre os desenhos de ex
ecução dos projetos e as
especificações, prevalecerá primeiramente o contido nas especificações, seguido da planilh
a orçamentária e,
por último, dos desenhos, sempre consultada a FISCALIZAÇÃO.
76. As dúvidas e/ou omissões, porventura existentes nas Especificações constan
tes do Anexo II deste
Edital, serão resolvidas pela FISCALIZAÇÃO.
77. Todos os trabalhos deverão ser executados por
mão-de-obra qualificada, devendo o
CONTRATADO estar ciente das normas técnicas da ABNT, correspondente
s a cada um dos serviços
constantes das Especificações Técnicas.
78. O CONTRATADO ficará obrigada a executar fie
lmente os serviços programados nas
especificações, não se admitindo modificações sem prévia consulta e concordância do Tribuna
e Contas da
União.
SEÇÃO XXI – DISPOSIÇÕES FINAIS
79. Tratando-se de produtos de procedência estrangeira, o Tribuna
l de Contas da União poderá
exigir do CONTRATADO a apresentação, no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, contado d
a entrega dos
equipamentos e materiais, dos documentos relativos à importação.
80. A licitante deverá indicar em sua proposta, ou encaminhar até a data d
e assinatura do contrato,
o nome e o número do telefone do seu preposto, sujeito à aceitação da Administração do Trib
nal de Contas
da União, para representá-la durante a execução do contrato.
81. Em caso de dúvida, a interessada deverá contatar a Comissão Especial de
Licitação por meio dos
telefones: (61) 3316-7559/7772 ou do correio eletrônico cpl@tcu.gov.br, no horário d
as 10 às 12 e das 14 às
18 horas, para obtenção dos esclarecimentos que julgar necessários.
SEÇÃO XXII – DA IMPUGNAÇÃO DO EDITAL
82. É facultado a qualquer cidadão impugnar, por escrito, os ter
mos do presente Edital, até 05
(cinco) dias úteis antes da data fixada para recebimento dos envelopes “D
ocumentação” e “Proposta”,
devendo a Administração do Tribunal de Contas da União, por intermédio da Comissão Especia
l de Licitação,
julgar e responder à impugnação em até 03 (três) dias úteis.
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83. Decairá do direito de impugnar os termos deste Edital perante o Tri


bunal de Contas da União a
licitante que não o fizer até o segundo dia útil que anteceder à data marc
ada para recebimento dos
envelopes “Documentação” e “Proposta”, apontando as falhas ou irregularidades que o viciari
m, hipótese
em que tal comunicação não terá efeito de recurso.
84. A impugnação feita tempestivamente pela licitante
não a impedirá de participar desta
Concorrência, até o trânsito em julgado da decisão a ela pertinente.
84.1- A impugnação interposta deverá ser comunicada à Comis
são Especial de Licitação,
logo após ter sido protocolizada no Serviço de P
rotocolo do Tribunal de Contas da
União.
SEÇÃO XXIII – DA CONCORRÊNCIA
85. A Administração do Tribunal de Contas da União, com relação a esta Concorrênc
a:
85.1- deverá anulá-la, se houver ilegalidade, de ofício o
u por provocação de terceiros,
mediante parecer escrito e devidamente fundamentado;
85.2- poderá revogá-la, a seu juízo, se for considerada
inoportuna ou inconveniente ao
interesse público, em decorrência de fato superven
iente devidamente comprovado,
pertinente e suficiente para justificar tal conduta;
85.3- poderá transferir a data de abertura dos envelo
pes “Documentação” e “Proposta”,
por sua conveniência exclusiva.
86. Será observado, ainda, quanto ao procedimento desta Concorrência:
86.1- a anulação do procedimento licitatório por motivo de ilega
lidade não gera obrigação
de indenizar, ressalvado o disposto no parágrafo único d
o art. 59 da Lei n 8.666/93;
86.2- a nulidade do procedimento licitatório induz à do
contrato, ressalvado, ainda, o
dispositivo citado na subcondição anterior;
86.3- no caso de desfazimento do processo licitatório,
fica assegurado o contraditório e a
ampla defesa.
SEÇÃO XXIV – DOS ANEXOS
87. São partes integrantes deste Edital os seguintes anexos:
ANEXO I - Projeto Básico - Síntese;
ANEXO II - Especificações Técnicas e Normas de Medição e Paga
mento;
ANEXO III - Memorial Descritivo
ANEXO IV - Orçamento Estimativo e Fonte de Custos Uni
tários;
ANEXO V - Composição dos Custos Unitários;
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ANEXO VI - Cronograma Físico-Financeiro;


ANEXO VII - Marcos Temporais de Execução dos Serviço
s;
ANEXO VIII – A - Modelo de Proposta de Preço;
ANEXO VIII – B - Modelo de Planilha Orçamentária – Orçamento Sintétic
;
ANEXO VIII – C - Modelo de Planilha de Composição do BDI;
ANEXO VIII – D - Modelo de Planilha – Encargos Sociais;
ANEXO IX - Modelos de documentos exigidos na
Condição 29;
ANEXO X - Minuta do Contrato;
ANEXO XI - Desenhos.
SEÇÃO XXV – DO FORO
88. As questões decorrentes da execução deste instrumento,
que não possam ser dirimidas
administrativamente, serão processadas e julgadas na Justiça Federal, no Foro da Cid
ade de Brasília, Seção
Judiciária do Distrito Federal, com exclusão de qualquer outro, por mais
privilegiado que seja, salvo nos
casos previstos no art. 102, inciso I, alínea “d” da Constituição Federal.

Comissão
Especial de Licitação, em 18 de agosto de 2010.

Presidente: ROBERTO TRONCOSO RODRIGUES NETO

Membro: DARIO FAVA CORSATTO

Membro: TÂNIA LOPES PIMENTA

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ANEXO I – PROJETO BÁSICO - SÍNTESE


OBJETO
A Contratação de empresa para construção da Sede da Secretaria de Controle
Externo no
Estado do Amapá do Tribunal de Contas da União – SECEX/AP, em Macapá/AP.
PRAZOS DE EXECUÇÃO
O prazo previsto para execução dos serviços é de 8 (oito) meses, contados a partir
do início
das obras.
O CONTRATADO terá 5 (cinco) dias a contar do recebimento da Ordem de Serviço pa
ra o
B
início das obras.
O prazo de vigência do contrato será de 18 (dezoito) meses, contado
da assinatura do
contrato, prorrogáveis por iguais e sucessivos períodos, até o limite d
e 54 (cinquenta e
quatro) meses, ou até o término da obra.
VALOR ESTIMADO DA CONTRATAÇÃO
R$ 2.425.284,92 (dois milhões, quatrocentos e vinte e cinco mil, duzentos e o
itenta e quatro
reais e noventa e dois centavos)
C REGIME DE EXECUÇÃO
EMPREITADA: ( ) Preço Global ( X ) Preço
Unitário
FORMA DE ADJUDICAÇÃO
ADJUDICAÇÃO DO OBJETO: ( X ) Global ( ) Por Item

LOCAL DE EXECUÇÃO
D Rodovia Juscelino Kubistcheck, km 02 – Bairro Zerão, em frente ao campus da Uni
versidade
Federal do Amapá – Município de Macapá/AP, limites com a Associação dos Advogados do
Amapá e próximo ao Posto Avançado do Hospital Sarah Kubitscheck.

UNIDADE RESPONSÁVEL PELO PROJETO


SESAP/DENGE/SESPE – Serviço de Estudo e Projetos de Engenharia.
E
UNIDADE FISCALIZADORA
SECEX/AP – Secretaria de Controle Externo no
Estado do Amapá ou servidor(es)
designado(s) pelo titular da SEGEDAM.

LOCAL ONDE PODERÁ SER EXAMINADO E ADQUIRIDO O PROJETO BÁSICO


F
SECEX/AP – Secretaria de Controle Externo no Estado do Amapá.

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ANEXO II – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS E NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO


I. DISPOSIÇÕES GERAIS

Para efeito das presentes especificações, o termo CONTRATADO define a prop


onente vencedora do
certame licitatório, a quem for adjudicada a obra, o termo FISCALIZAÇÃO define a equip
e que representa o
Tribunal de Contas da União perante o CONTRATADO e a quem esta última deverá se repor
tar e o termo
CONTRATANTE define o Tribunal de Contas da União - TCU.

Objeto
O objeto dessa licitação é a construção da Sede da Secretaria de Con
trole Externo no Estado do
Amapá do Tribunal de Contas da União, em Macapá/AP. Serão feitos todos os serviços de infr
a-estrutura,
super-estrutura, acabamentos e instalações prediais.

Proposta
Antes de apresentar sua proposta, o licitante deverá analisar todos os d
ocumentos do edital, sendo
recomendada a vistoria do local da obra, executando
todos os levantamentos necessários ao
desenvolvimento de seus trabalhos, de modo a não incorrer em omissões, as quais não po
derão ser alegadas
em favor de eventuais pretensões de acréscimo de preços.
A licitante poderá vistoriar o local onde será executada a obra objeto des
ta Licitação para inteirar-se
das condições e grau de dificuldades existentes, até o segundo dia útil ante
rior ao da apresentação das
propostas, em companhia de servidor(a) da Secretaria de Controle Externo no Esta
do do Amapá do Tribunal
de Contas da União.
O TCU coloca-se à disposição para agendamento de visitas à obra, o
qual deverá ser previamente
solicitado à SECEX/AP pelos telefones (96) 3223-7730/7731/7733, das 10 às 18 horas.

A visita tem como objetivo a análise do local em que serão realizados os s


erviços, para conhecimento
de peculiaridades que possam vir a influenciar nos preços ofertados pelos licitant
es.
Possíveis indefinições, omissões, falhas ou incorreções dos projetos ora
fornecidos não poderão
constituir pretexto para o CONTRATADO cobrar “serviços extras” e/ou alterar
a composição de preços
unitários. Considerar-se-á o CONTRATADO como altamente especializado nos ser
viços em questão e que,
por conseguinte, deverá ter computado, no valor global da sua proposta, também, as c
omplementações e
acessórios por acaso omitidos nos projetos, mas implícitos e neces
sários ao perfeito e completo
funcionamento de todas as instalações, máquinas, equipamentos e aparelhos.
Considerações Técnicas
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Os materiais a serem empregados, as obras e os serviços a sere


m executados deverão obedecer
rigorosamente:
1. às normas e especificações constantes deste caderno;
2. às normas da ABNT;
3. às disposições legais da União e do Governo do Amapá;
4. aos regulamentos das empresas concessionárias;
5. às prescrições e recomendações dos fabricantes;
6. às normas internacionais consagradas, na falta das normas da ABNT;
7. às normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho; e
8. às práticas SEAP – Projetos, execução e manutenção.
Os projetos executivos da obra serão fornecidos às licitantes. Quaisquer d
os itens mencionados no
presente caderno e não incluídos nos desenhos de execução dos projetos, ou v
ice-versa, terão a mesma
significação como se figurassem em ambos, sendo a sua execução de responsabilidade do CO
NTRATADO.
Os casos não abordados serão definidos pela FISCALIZAÇÃO, de maneira
a manter o padrão de
qualidade previsto para a obra em questão.
No caso de divergência de informações entre os desenhos de
execução dos projetos e as
especificações, prevalecerá primeiramente o contido nas especificações, seguido da planilh
a orçamentária e,
por último, dos desenhos, sempre consultada a FISCALIZAÇÃO.
Em caso de divergência entre desenho de escalas diferentes, prev
alecerão sempre os de maior
escala. Na divergência entre cotas dos desenhos e suas dimensões medidas
em escala, prevalecerão as
primeiras, sempre consultada a FISCALIZAÇÃO.
Nenhuma modificação poderá ser feita nos desenhos e nas especifi
cações dos projetos sem
autorização expressa da FISCALIZAÇÃO.
Os cronogramas apresentados como anexos ao Edital deverão servir
como referência para os
licitantes elaborarem suas Propostas. O CONTRATADO deverá apresentar seu cronogram
a físico-financeiro
detalhado em até 10 (dez) dias após a assinatura do contrato, que será su
bmetido a aprovação pela
FISCALIZAÇÃO. Esse cronograma servirá como base para os cronogramas das empresas subco
ntratadas.
O cronograma físico-financeiro apresentado pelo CONTRATADO e aprov
ado pela FISCALIZAÇÃO
dentro do prazo de execução contratualmente estipulado servirá como base par
a o acompanhamento da
evolução dos serviços e eventual indicativo de atraso, passível de sanções, conf
rme item específico do
Edital.
O CONTRATADO deverá efetuar seu próprio planejamento, levando em c
onta a produtividade de
suas máquinas, equipamentos e mão-de-obra, sem, contudo, exceder o
prazo aqui estipulado. Tal
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planejamento, incluindo plano de ataque, maquinário a ser utilizado, e p


rodução esperada, deverá ser
submetido à aprovação prévia da fiscalização até 10 (dez) dias após a assinatura do contrat
Os equipamentos que o CONTRATADO levar para o canteiro, ou as instalações p
or ele executadas e
destinadas ao desenvolvimento de seus trabalhos, só poderão ser retirados
com autorização formal da
FISCALIZAÇÃO.
Todos os materiais a serem empregados nos serviços deverão ser comprovadame
nte de primeiro uso
e devem atender rigorosamente aos padrões especificados e às normas da ABNT, devendo
ser submetidos à
aprovação da FISCALIZAÇÃO.
A FISCALIZAÇÃO não aceitará a alegação de atraso dos serviços devido a
não fornecimento
tempestivo dos materiais pelos fornecedores.
As marcas e produtos indicados nas plantas, especificações e listas de mate
rial admitem o similar se
devidamente comprovado seu desempenho através de testes e ensaios previstos por no
rmas e desde que
previamente aceito pela FISCALIZAÇÃO.
A similaridade indicada é em relação ao atendimento aos req
uisitos e critérios mínimos de
desempenho especificados e normatizados, coincidência de aspectos visuais
(aparência/acabamento), de
materiais de fabricação, de funcionalidade e de ergonomia. A similaridade será avaliad
a pela FISCALIZAÇÃO,
antes do fornecimento efetivo, mediante apresentação do material proposto p
elo contratado, laudos
técnicos do material ou produto, laudos técnicos comparativos entre o prod
uto especificado e o produto
alternativo, emitidos por laboratórios conceituados, com ônus para o CONTRATADO.
Se julgar necessário, a FISCALIZAÇÃO poderá solicitar ao CONTRA
TADO a apresentação de
informação, por escrito, dos locais de origem ou de certificados de conformidade ou
de ensaios relativos aos
materiais, aparelhos e equipamentos que pretende aplicar, empregar ou utilizar,
para comprovação da sua
qualidade. Os ensaios e as verificações serão providenciados pelo CONTRATADO
sem ônus para o TCU e
executados por laboratórios reconhecidos pela ABNT ou outros aprovados pela FISCAL
IZAÇÃO.
O CONTRATADO deverá submeter à aprovação da FISCALIZAÇÃO amostras dos ma
eriais a serem
empregados, e cada lote ou partida de material será confrontado com res
pectiva amostra previamente
aprovada pela FISCALIZAÇÃO.
Depois de autenticadas pela FISCALIZAÇÃO e pelo CONTRATADO, as amostras serão
cuidadosamente
conservadas no canteiro de obras, até o final dos trabalhos, de forma
a facultar, a qualquer tempo, a
verificação de sua perfeita correspondência com os materiais fornecidos ou já empregados
.
Caberá ao CONTRATADO executar, na presença da FISCALIZAÇÃO, os testes
de recebimento dos
equipamentos especificados. Tais testes serão executados de acordo com as normas p
ertinentes.
Os produtos e subprodutos florestais de origem nativa da flora brasilei
ra aplicados na obra deverão
ser provenientes de empresas que pratiquem o manejo sustentável, devidamente cadas
tradas e fiscalizadas
pelo IBAMA e/ou com certificação de instituições reconhecidas pelo mesmo. Tais
produtos englobam as
madeiras em toras, toretes, postes não imunizados, escoramentos, palanques roliços,
dormentes, estacas e
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mourões, fôrmas, achas e lascas, pranchões desdobrados com motossera e madeira serrada
sob qualquer
forma, faqueada ou em lâminas.
O CONTRATADO fica obrigada a apresentar as notas fiscais exped
idas na compra dos subprodutos
florestais utilizados na obra, sempre que a fiscalização solicitar, discrim
inando produto e quantidade em
metros cúbicos, bem assim o número do Documento de Origem Florestal – DOF, Guias Flore
stais e/ou outros
eventualmente criados para o controle de produtos e subprodutos florestais, rela
tivos à respectiva operação
de venda.
Os materiais que não atenderem às especificações não poderão ser estocados no cant
iro de obras.
Os materiais inflamáveis só poderão ser depositados em áreas autorizad
as pela FISCALIZAÇÃO,
devendo o CONTRATADO providenciar para estas áreas os dispositivos de pr
oteção contra incêndios
determinados pelos órgãos competentes.
As cores de quaisquer materiais e pinturas a serem executadas
na obra serão confirmadas pela
FISCALIZAÇÃO.

Obrigações gerais do contratado


O CONTRATADO será responsável, nas áreas em que estiver executando os serviços,
pela proteção de
toda a propriedade pública e privada, linhas de transmissão de energia elét
rica, adutoras, telégrafo ou
telefone, dutos de água, esgoto e drenagem pluvial e outros serviços de utilidade públ
ica, nas áreas do TCU
e adjacentes, devendo corrigir imediatamente, às suas expensas, quaisquer
avarias que nelas provocar,
deixando-as em conformidade como o seu estado original.
No caso em que o CONTRATADO venha a, como resultado das suas operações, pre
judicar áreas não
incluídas no setor de seu trabalho, ele deverá recuperá-las deixando-as em conformidad
e como o seu estado
original.
Correrá por conta exclusiva do CONTRATADO a responsabilidad
e por quaisquer acidentes na
execução das obras e serviços contratados, pelo uso indevido de patentes registradas e
pela destruição ou
danificação das demais obras em construção até sua definitiva aceitação.
As normas de segurança constantes destas especificações não desobrigam
o CONTRATADO do
cumprimento de outras disposições legais, federais e estaduais perti
nentes, sendo de sua inteira
responsabilidade os processos, ações ou reclamações movidos, por pessoas
físicas ou jurídicas, em
decorrência de culpa nas precauções exigidas no trabalho ou da utilização de m
ateriais inaceitáveis na
execução dos serviços.
O CONTRATADO cuidará para que as obras a serem executadas acarr
etem a menor perturbação
possível aos serviços públicos, às vias de acesso, e a todo e qualquer bem, público ou pri
vado, adjacente ao
terreno do TCU.
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Todas as questões, reclamações, demandas judiciais, ações por perdas ou


danos e indenizações
oriundas de danos causados pelo CONTRATADO serão de sua inteira responsa
bilidade, não cabendo
responsabilidade solidária ou subsidiária por parte do Tribunal.
O CONTRATADO cuidará para que o transporte de cargas especiais se
ja feito sem causar danos ou
interrupções nas vias públicas de acesso ao terreno do TCU. Serão escolhidos trajetos e
veículos adequados
e controladas as cargas, a fim de compatibilizar as solicitações com os meios de ace
sso disponíveis.
Se o CONTRATADO necessitar deslocar para o terreno do TCU qualquer equi
pamento, completo ou
em partes, que possa acarretar danos nas vias públicas – pavimentos, pont
es, viadutos, canalizações ou
outras instalações, deverá comunicar o fato à FISCALIZAÇÃO, informando-a também das
ovidências que
pretende adotar para a proteção e o eventual reforço das obras viárias existentes, fican
do o CONTRATADO
responsável pela efetivação de todas as providências necessárias junto a órgãos públicos fe
s, estaduais
e municipais, a entidades privadas e a pessoas físicas envolvidas.
Cumpre ao CONTRATADO providenciar o pessoal habilitado necessário para a
execução da obra até o
cumprimento integral do Contrato.
Os representantes da FISCALIZAÇÃO da obra darão suas instruções diretame
nte ao Engenheiro
residente do CONTRATADO ou seu preposto.
A equipe técnica do CONTRATADO responsável pelos serviços deverá conta
r com profissionais
especializados e devidamente habilitados para desenvolverem as diversas atividad
es necessárias à execução
da obra.
A qualquer tempo a FISCALIZAÇÃO poderá solicitar a substituição de qual
quer membro da equipe
técnica do CONTRATADO, desde que entenda que seja benéfico ao desenvolvimento dos tr
abalhos.
Os representantes da FISCALIZAÇÃO e toda pessoa autorizada pela me
sma terão livre acesso às
obras, ao canteiro, e a todos os locais onde estejam sendo realizados trabalhos,
estocados e/ou fabricados
materiais e equipamentos relativos à execução dos serviços contratados, no entanto, quan
do for necessário
o acesso às dependências do CONTRATADO, deverá haver autorização do representante da empre
sa.
Todas as atividades que ocorrerem fora do horário padrão de execução de serviços
(entre 7h e 18h)
deverão ser precedidas de autorização expressa da FISCALIZAÇÃO.
O CONTRATADO interromperá total ou parcialmente a execução dos trabalhos semp
re que:
1. assim estiver previsto e determinado no Contrato;
2. for necessário para execução correta e fiel dos trabalhos, nos termos d
e Contrato e de acordo com o
projeto;
3. houver influências atmosféricas sobre a qualidade ou a segurança dos tr
abalhos na forma prevista no
Contrato;
4. houver alguma falta cometida pelo CONTRATADO, desde que esta, a j
uízo da FISCALIZAÇÃO, possa
comprometer a qualidade dos trabalhos subseqüentes; e
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5. a FISCALIZAÇÃO assim o determinar ou autorizar por escrito, no Diário de Obra.


O CONTRATADO deverá providenciar Diário de Obra como disposto nas condições do
Edital.
O CONTRATADO cuidará para que todas as partes do cantei
ro de obras e da própria obra
permaneçam sempre limpas e organizadas, com os materiais estocados e empilhados em
local apropriado,
por tipo e qualidade. Providenciará, ainda, a retirada imediata de detri
tos dos acessos e das áreas e vias
internas e adjacentes ao canteiro que tenham sido resultado de operações relativas às
obras.
A remoção de todo entulho para fora do canteiro e para local permitido pelo
Governo Estadual e/ou
Municipal será feita pelo CONTRATADO e o pagamento realizado em
item específico da planilha
orçamentária.
As instalações deverão apresentar sempre bom aspecto,
não sendo admitidas construções
desalinhadas, desleixo, barracões que não inspirem segurança e que sejam desagradáveis à v
ista e ao uso.
Os níveis de segurança e higiene a serem providenciados pelo CONT
RATADO aos usuários das
instalações na obra serão, no mínimo, os determinados pelo Departamento Nacional de Higi
ene e Segurança
do Trabalho do Ministério do Trabalho.
Se, para facilitar seus trabalhos, o CONTRATADO necessita
r elaborar desenhos de execução
adicionais, além dos detalhamentos constantes dos desenhos apresentados pe
la FISCALIZAÇÃO, deverá
fazê-lo às suas expensas exclusivas, submetendo-os à aprovação da FISCALIZAÇÃO.
Os desenhos de execução adicionais, se necessários, poderão ser entreg
ues por partes, de acordo
com as prioridades e em função do cronograma da obra, em três vias, sendo
uma delas devolvida ao
CONTRATADO após análise. Os serviços contidos nestes desenhos não poderão ser iniciados se
m aprovação
formal da FISCALIZAÇÃO.
Para as obras e serviços objetos destas especificações e projetos, caberá ao CO
NTRATADO fornecer e
conservar equipamento mecânico e o ferramental necessários, usar mão-de-obra hábil e idône
a, agrupando
permanentemente em serviço uma equipe homogênea e suficiente de operários, me
stres e encarregados
que assegurem progresso satisfatório às obras, bem como obter os materiais necessários
e em quantidades
suficientes para a conclusão da obra no prazo fixado.
A FISCALIZAÇÃO não aceitará a transferência de qualquer responsabilidade
do CONTRATADO para
outras entidades, sejam fabricantes, técnicos, sub-empreiteiros, entre outros.
A FISCALIZAÇÃO poderá admitir os sub-empreiteiros previamente autoriza
dos pela Administração,
sem que tal aprovação implique qualquer aceitação de transferência de responsabilidade.
Não será permitido que o pessoal do CONTRATADO permaneça no canteir
o fora dos horários de
trabalho definidos.
De forma a não prejudicar o desenvolvimento dos serviços de outro
s CONTRATADOS que estarão
trabalhando concomitantemente, as vias de acesso internas e externas não
poderão ser bloqueadas por
equipamentos, materiais, instalações ou assemelhados do CONTRATADO.
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Quando houver necessidade de movimentar ou modificar outr


os equipamentos e elementos
existentes no local da obra a fim de facilitar a execução de seus serviços, o CONTRATA
DO deverá solicitar
previamente à FISCALIZAÇÃO autorização para tais deslocamentos e modificações.
Não poderão ser realizados na obra processos industrias que empreg
uem produtos ou produzam
e/ou desprendam resíduos corrosivos ou tóxicos sólidos, líquidos, pulverulentos ou gasos
os, nem que sejam
origem de ruídos que causem incômodo à obra ou à vizinhança.
São inaceitáveis na obra:
a) decapagem ou limpeza química de metais;
b) qualquer processo de eletrodeposição química;
Processos industriais ruidosos, a exclusivo critério da FISCALIZAÇÃO,
poderão ser empregados na
obra desde que o local onde se desenvolvam sejam providos de tratamento acústico p
ara que os níveis de
ruído externo junto ao elemento divisor sejam inferiores a:
1. 85 dB em freqüências abaixo de 100 Hz;
2. 75 dB em freqüências entre 100 e 500 Hz;
3. 70 dB em freqüências entre 500 e 1000 Hz;
4. 65 dB em freqüências acima de 1000 Hz.
O impedimento de realização de processos de industrialização na obra, apontado
pela FISCALIZAÇÃO,
não acarretará acréscimos aos preços propostos, sejam decorrentes de transporte
s, carga e descarga,
embalagem ou acondicionamento, tributos de qualquer natureza, aumento de
mão de obra ou quaisquer
outros.
Também não acarretarão quaisquer acréscimos aos preços propostos as exigências da
ISCALIZAÇÃO
relativas à instalação, colocação, emprego ou utilização de equipamentos de proteção indivi
oletiva e
ambiental e outros que julgar necessários, visto que já deverão estar previstos em seu
s preços unitários.
O CONTRATADO fornecerá as máquinas, os equipamentos, as fer
ramentas, os materiais, a
mão-de-obra (inclusive os encargos sociais), os insumos, todos os tipos de transpo
rte e tudo mais que for
necessário para a execução, a conclusão e a manutenção das obras, sejam eles definitivos ou
temporários.
Os custos relativos a esses itens deverão estar embutidos nos respectivos custos u
nitários ou no BDI.
Também serão de responsabilidade do CONTRATADO todos os impostos,
taxas, emolumentos,
alvarás e encargos necessários à execução dos serviços. Nenhum pagamento adiciona
será efetuado em
remuneração aos serviços descritos nesse documento.
Considera-se sempre que o CONTRATADO dispõe da totalidade
dos conhecimentos técnicos,
gerenciais e administrativos e dos meios de produção necessários, suficientes e adequa
dos à execução dos
serviços para a realização do objeto, os quais deverá mobilizar e empregar c
om eficiência e eficácia no
cumprimento do Contrato que celebrar. Não caberá qualquer pleito de alteração
dos valores contratados
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pela substituição de métodos e meios de produção incompatíveis com o conjunto dos serviços
ealizar nas
quantidades, prazos e qualidade requeridos.
As composições de custos unitários elaboradas pelo TCU são instrumento
s para a elaboração do
orçamento estimativo. Cada licitante deve elaborar suas composições de
custos incluindo todos os
materiais, equipamentos e mão-de-obra que entenderem necessário para a conclusão do se
rviço de acordo
com a especificação técnica. Não poderá haver nenhum pleito de alteração de valores do CONT
ADO em
função das composições apresentadas pelo TCU.
O julgamento da compatibilidade de métodos e meios de produção com
a obra será sempre
faculdade intransferível e irrecorrível da FISCALIZAÇÃO.
É da competência do CONTRATADO registrar no Diário de Obras todas as
ocorrências diárias, bem
como especificar detalhadamente os serviços em execução, devendo a FISCALIZAÇÃO, neste mes
mo Diário,
confirmar ou retificar o registro. Caso o Diário de Obras não seja preenc
hido no prazo de 48 (quarenta e
oito) horas após a ocorrência de evento relevante ao CONTRATADO, a FISCALIZAÇÃO poderá faz
er o registro
que achar conveniente e destacar imediatamente as folhas, ficando o CO
NTRATADO, no caso de dias
improdutivos passíveis de prorrogação de prazos, ou em qualquer outro caso,
sem direito a nenhuma
reivindicação.
A abertura do diário de obras deverá ser feita juntamente com a
Fiscalização no dia de início dos
serviços. Será tolerado um prazo máximo de 48 horas, em casos excepcionais,
para o preenchimento do
Diário de Obras durante a execução do objeto. A partir desse prazo poderá ser aplicado a
s sanções previstas
no contrato.

Preços dos serviços


As despesas com despachantes, deslocamentos de funcionários, utilização de veíc
ulos, entre outros,
que não forem computados nos itens próprios da Planilha Orçamentária serão sempre consider
adas como
incluídas no custo de administração central do CONTRATADO e não deve
m, portanto, constar nas
composições de preços de serviços.
De acordo com as condições do Edital, serão incorporadas nos preços
dos serviços, além das
despesas com fornecimento dos materiais e da mão de obra essenciais à execução
dos serviços, todas as
decorrentes do emprego, aplicação ou utilização de:
1. ferramentas manuais, elétricas ou não;
2. ferramentas de corte e/ou desbaste;
3. equipamentos de proteção individuais (EPI);
4. andaimes;
5. escoramentos;
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6. outros serviços auxiliares necessários e não individualizados como itens de


custo próprio na Planilha
Orçamentária.
Deverão ser incorporadas nos preços dos serviços, quaisquer que sejam, as pe
rdas ou desperdícios de
insumos diretos ou indiretos, inclusive mão de obra.

Prazos
Haverá entregas parciais do objeto da licitação conforme especifica
do no Anexo VI deste edital. O
cronograma a ser apresentado pelo CONTRATADO deverá indicar esses marcos contratua
is de liberação das
áreas discrimindas no referido anexo. Os prazos para cada entrega estão d
efinidos no Anexo VI e não
poderão ser modificados. O atraso na entrega parcial poderá ensejar sanções, nos termos
do contrato.
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II. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

1. SERVIÇOS INICIAIS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhadas


no CADERNO 1 –
SERVIÇOS INICIAIS, DESPESAS ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.
2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS
O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhadas
no CADERNO 1 –
SERVIÇOS INICIAIS, DESPESAS ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.

3. SERVIÇOS TÉCNICOS E DE APOIO

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhadas


no CADERNO 1 –
SERVIÇOS INICIAIS, DESPESAS ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.

4. MOVIMENTO DE TERRA
O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada
s no CADERNO 1 –
SERVIÇOS INICIAIS, DESPESAS ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.

5. FUNDAÇÕES E INFRA-ESTRUTURA

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 2 –
FUNDAÇÕES, INFRA-ESTRUTURA E SUPERESTRUTURA.
6. SUPERESTRUTURA

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 2 –
FUNDAÇÕES, INFRA-ESTRUTURA E SUPERESTRUTURA.

7. COBERTURA E PROTEÇÕES

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O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 3 –
COBERTURA, PAREDES E DIVISÓRIAS.

8. PISOS, CONTRAPISOS E RODAPÉS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 4 –
PISOS/CONTRAPISOS E RODAPÉS.

9. PAREDES E PAINÉIS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 3 –
COBERTURA, PAREDES E DIVISÓRIAS.

10. MASSAS E ARGAMASSAS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 5 –
MASSAS E ARGAMASSAS.

11. REVESTIMENTO DE PAREDES

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 6 –
REVESTIMENTO DE PAREDES.
12. FORROS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 7 –
FORROS.

13. ESQUADRIAS E BRISES

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 8 –
ESQUADRIAS E BRISES.

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14. PINTURAS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 9 –
PINTURAS.

15. VIDROS E ASSEMELHADOS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 10
– VIDROS E ASSEMELHADOS.

16. IMPERMEABILIZAÇÕES E TRATAMENTOS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 11
– IMPERMEABILIZAÇÕES E TRATAMENTOS.

17. METAIS, BANCADAS E COMPLEMENTOS


O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada
s no CADERNO 12
– COMPLEMENTOS.

18. SERRALHERIA

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 13
– SERRALHERIA.

19. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 14–
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS.
20. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

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O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 15
– INSTALAÇÕES ELÉTRICAS.

21. REDE ESTRUTURADA

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 16
– REDE ESTRUTURADA.

22. INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 17
– AR CONDICIONADO.
23. INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO
O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada
s no CADERNO 18
- COMBATE A INCÊNDIO.

24. LIMPEZA, SERVIÇOS FINAIS E DESMOBILIZAÇÃO

O CONTRATADO deverá seguir rigorosamente as especificações técnicas detalhada


s no CADERNO 19
– LIMPEZA, SERVIÇOS FINAIS E DESMOBILIZAÇÃO.
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III. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS COMPLEMENTARES – ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

1. GERAL

Os serviços em fundações, contenções e estrutura em concreto armado serão execut


dos em estrita
observância às disposições do projeto estrutural. Para cada caso, deverão ser seguidas as
Normas Brasileiras
específicas, em sua edição mais recente, entre outras:
A. NBR-6118 Projeto de estruturas de concreto – Procedimento;

B. NBR-7480 Barras e fios de aço destinados a armaduras para c


oncreto armado;
C. NBR-5732 Cimento Portland comum – Especificação;
D. NBR-5739 Concreto – Ensaio de corpos de prova cilíndricos;
E. NBR-6120 Cargas para o calculo de estruturas de edificações;

F. NBR-8800 Projeto e execução de estruturas de aço de edifícios.

Nenhum conjunto de elementos estruturais poderá ser concretado


sem a prévia e minuciosa
verificação, por parte do CONTRATADO, e aprovação, pela FISCALIZAÇÃO, das fôrmas
armaduras, bem
como do exame da correta colocação de tubulações elétricas, hidráulicas e outras
que, eventualmente,
sejam embutidas na massa de concreto. As passagens das tubulações através de vigas e o
utros elementos
estruturais deverão obedecer ao projeto executivo, não sendo permitidas mudanças em su
as posições, a não
ser com autorização do autor do projeto ou da FISCALIZAÇÃO.
Deverá ser verificada a calafetação nas juntas dos elementos embutidos.
Sempre que a FISCALIZAÇÃO tiver dúvida a respeito da estabilidade
dos elementos da estrutura,
poderá solicitar provas de carga para avaliar a qualidade da resistência das peças. Ca
so o resultado do ensaio
aponte pela rejeição da peça ou elemento estrutural, caberá ao CONTRATADO o proj
eto e a execução do
reparo ou reforço ou, mesmo, a demolição e nova execução da estrutura, sem ônus para o Trib
nal.
Quando da execução de concreto aparente liso o CONTRATADO deverá
tomar providências e um
rigoroso controle para que as peças tenham um acabamento homogêneo, com juntas de co
ncretagem pré-
determinadas, sem brocas ou manchas.
O CONTRATADO, durante e após a execução das fundações, contenções e estruturas,
esponsável
civil e criminal por qualquer dano à obra, às edificações vizinhas e/ou a p
essoas, seus funcionários ou
terceiros.

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2. FÔRMAS E ESCORAMENTOS
A. As fôrmas e escoramentos obedecerão aos critérios das Normas Técnicas
Brasileiras que regem a
matéria.
B. O dimensionamento das fôrmas e dos escoramentos será feito
de forma a evitar possíveis
deformações devido a fatores ambientais ou provocados pelo adensame
nto do concreto fresco. As
fôrmas serão dotadas das contra-flechas necessárias conforme especificadas n
o projeto estrutural, e
com a paginação das formas conforme as orientações do projeto arquitetônico.
C. Antes do início da concretagem, as fôrmas deverão estar limpas e
calafetadas, de modo a evitar
eventuais fugas de pasta.
D. Em peças com altura superior a 2,0m, principalmente as estreita
s, será necessária a abertura de
pequenas janelas na parte inferior da fôrma, para facilitar a limpeza.
E. As fôrmas serão molhadas até a saturação a fim de evitar-se a absorção da água de
samento do
concreto.
F. Os produtos antiaderentes, destinados a facilitar a desmoldagem
, serão aplicados na superfície da
fôrma antes da colocação da armadura.
G. Deverão ser tomadas as precauções para evitar recalques prejudiciais provoca
dos no solo ou na parte
da estrutura que suporta o escoramento, pelas cargas por este transmit
ida.
H. As fôrmas de superfícies curvas serão apoiadas sobre cambotas de m
adeira pré-fabricadas. O
CONTRATADO, para esse fim, procederá à elaboração de desenhos de det
alhes dos escoramentos,
submetendo-os oportunamente a exame e aprovação da FISCALIZAÇÃO.

I. Os andaimes deverão ser perfeitamente rígidos, impedindo, desse mo


do, qualquer movimento das
fôrmas no momento da concretagem. É preferível o emprego de andaimes metálicos
.
J. As fôrmas deverão ser preparadas pelo CONTRATADO tal que fique a
ssegurada sua resistência aos
esforços decorrentes do lançamento e vibrações do concreto, sem sofrer deformaçõe
fazendo com
que, por ocasião da desforma, a estrutura reproduza o determinado em pro
jeto.
K. A FISCALIZAÇÃO poderá condenar a montagem das fôrmas, cabendo ao CONTRATADO as
custas pelo
refazimento.
L. Imediatamente antes do lançamento do concreto, o CONTRATADO deverá realiza
r cuidadosa vistoria
nas formas para verificação da geometria,
estanqueidade, rigidez e limpeza, molhando-as
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perfeitamente a fim de evitar a absorção da nata de cimento.


M. Na retirada das fôrmas, devem ser tomados os cuidados necessários
a fim de impedir que sejam
danificadas as superfícies de concreto.
N. As fôrmas para a execução dos elementos de concreto armado aparente, sem a u
tilização de massa
corrida, serão de compensado laminado com revestimento plástico, metálico ou
fibra de vidro.
O. É vedado o emprego de óleo queimado como agente desmoldante, bem
como o uso de outros
produtos que, posteriormente, venham a prejudicar a uniformidad
e de coloração do concreto
aparente.
P. A variação na precisão das dimensões deverá ser de no máximo 5,0mm (cinco milímet
).
Q. O alinhamento, o prumo, o nível e a estanqueidade das fôrmas se
rão verificados e corrigidos
permanentemente, antes e durante o lançamento do concreto.
R. A retirada das fôrmas obedecerá a NBR-6118, atentando-se para os prazos re
comendados:
• faces laterais: 3 dias;
• faces inferiores: 14 dias, com escoramentos, bem encunhados e conv
enientemente espaçados;
• faces inferiores sem escoramentos: 21 dias.
S. A retirada do escoramento de tetos será feita de maneira conveniente e p
rogressiva, particularmente
para peças em balanço, o que impedirá o aparecimento de fissuras
em decorrência de cargas
diferenciais. Cuidados especiais deverão ser tomados nos casos d
e emprego de "concreto de alto
desempenho" (fck > 40 MPa), em virtude de sua baixa resistência inicial.

T. É vedada a retirada dos escoramentos do fundo de vigas e lajes antes de


21 dias.
3. ARMADURAS
A. A FISCALIZAÇÃO poderá exigir a realização dos ensaios previstos nas N
ormas Brasileiras para o
recebimento das partidas de aço, correndo as respectivas despesas por c
onta do CONTRATADO.

B. A armadura não poderá ficar em contato direto com a fôrma, obedecendo-se pa


ra isso à distância
mínima prevista na NBR-6118 e no projeto estrutural. Deverão ser
empregados afastadores de
armadura dos tipos "clips" plásticos ou pastilhas de argamassa.
C. Os diâmetros, tipos, posicionamentos e d
emais características da armadura, devem ser
rigorosamente verificados quanto à sua conformidade com o proje
to, antes do lançamento do
concreto.
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D. Todas as barras a serem utilizadas na execução do concreto armado deverão p


assar por um processo
de limpeza prévia e deverão estar isentas de corrosão, defeitos, entre outr
os.
E. As armaduras deverão ser adequadamente amarradas a fim de manterem as p
osições indicadas em
projeto, quando do lançamento e adensamento do concreto.
F. As armaduras que ficarem expostas por mais de 30 dias deverão ser pinta
das com nata de cimento
ou tinta apropriada, o que as protegerá da ação atmosférica no período entre a
colocação da forma e
o lançamento do concreto. Antes do lançamento do concreto, esta nata deve
rá ser removida.
4. CONCRETO
A. Nas peças sujeitas a ambientes agressivos, recomenda-se o uso
de cimentos que atendam a NBR-
5732 e NBR-5737.
B. A fim de se evitar quaisquer variações de coloração ou textura, se
rão empregados materiais de
qualidade rigorosamente uniforme.
C. Todo o cimento será de uma só marca e tipo, quando o tempo de duração da obra
o permitir, e de
uma só partida de fornecimento.
D. Os agregados serão, igualmente, de coloração uniforme, de uma única procedência
e fornecidos de
uma só vez, sendo indispensável à lavagem completa dos mesmos.
E. As fôrmas serão mantidas úmidas desde o início do lançamento até o endurecimento
do concreto e
protegidas da ação dos raios solares por lonas ou filme opaco de polietil
eno.
F. Na hipótese de fluir argamassa de cimento por abertura de junta de for
ma e que essa aguada venha
a depositar-se sobre superfícies já concretadas, a remoção será imedia
ta, o que se processará por
lançamento, com mangueira de água, sob pressão.
G. As juntas de trabalho decorrentes das interrupções de lançamento,
especialmente em paredes
armadas, serão aparentes, executadas em etapas, conforme indicações nos pro
jetos.
H. O CONTRATADO deverá apresentar à FISCALIZAÇÃO a seqüência de lançamento
o concreto de
modo a garantir nitidamente a reprodução do projeto.
I. A concretagem só poderá ser iniciada após a colocação prévia de todas
as tubulações e outros
elementos exigidos pelos demais projetos.

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J. Todo concreto estrutural utilizado na obra deverá ser usinado


em central de produção industrial,
especializada na fabricação de concreto.
K. O CONTRATADO deverá efetuar a cura do concreto durante, no míni
mo, 7 (sete) dias, após a
concretagem.
L. Não será permitido o uso de concreto remisturado.
M. A concretagem deverá obedecer a um plano de lançamento, com especiais cuid
ados na localização
dos trechos de interrupção diária.
N. A altura máxima de lançamento será de 2 (dois) metros.
O. O concreto deverá ser convenientemente adensado após o lançamento,
de modo a se evitar as
falhas de concretagem e a segregação da nata de cimento.
P. O adensamento será obtido por meio de vibradores de imersão. Os equipamen
tos a serem utilizados
terão dimensionamento compatível com as posições e os tamanhos das peças a sere
m concretadas.
Q. Além daqueles que serão utilizados normalmente na obra, o CONTRATADO deve
rá ter vibradores de
imersão de reserva, em perfeito funcionamento, para qualquer eventualid
ade.
R. Na hipótese de ocorrência de lesões, como "ninhos de concretagem", vazios o
u demais imperfeições,
a FISCALIZAÇÃO fará exame da extensão do problema e definirá os caso
s de demolição e ou
recuperação das peças.
S. Em caso de não-aceitação, por parte da FISCALIZAÇÃO, do elemento concretado, o
CONTRATADO se
obriga a demolí-lo imediatamente, procedendo à sua reconstrução, sem ônus para
o Tribunal.
T. Como diretriz geral, nos casos em que não haja indicação precisa
no projeto estrutural, haverá a
preocupação de situar os furos, tanto quanto possível, na zona de
tração das vigas ou outros
elementos atravessados.
U. Para perfeita amarração das alvenarias com pilares, paredes de c
oncreto entre outros, serão
empregados fios de aço com diâmetro mínimo de 5,0mm ou tela soldada própria p
ara este tipo de
amarração distanciados entre si a cada duas fiadas de tijolos, engastados
no concreto por intermédio
de cola epóxi ou chumbador.
5. ADITIVOS
A. É terminantemente proibido o uso de aditivo que contenha clore
tos ou qualquer substância que
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possa favorecer a corrosão das armaduras. De cada fornecimento


será retirada uma amostra para
comprovações de composição e desempenho.
B. Os aditivos só poderão ser usados quando previstos no projeto e
especificações ou, ainda, após a
aprovação da FISCALIZAÇÃO e do projetista. Estarão limitados aos teore
s recomendados pelo
fabricante e observados os prazos de validade.
C. Só poderão ser usados os aditivos que tiverem suas propriedades atestadas
por laboratório nacional
especializado e idôneo.
6. DOSAGEM
A. O estabelecimento do traço do concreto será função da dosagem experimental (r
acional), na forma
preconizada na NBR-6118, de maneira que se obtenha, com os materiais
disponíveis, um concreto
que satisfaça às exigências do projeto estrutural.
B. Todas as dosagens de concreto serão caracterizadas pelos seguintes elem
entos:
• Resistência de dosagem aos 28 dias (fck28);
• Dimensão máxima característica (diâmetro máximo) do agregado em função
dimensões
das peças a serem concretadas;
• Consistência medida através de "slump-test", de acordo com o método
NBR-7223;
• Composição granulométrica dos agregados;
• Fator água/cimento em função da resistência e da durabilidade desejad
as;
• Controle de qualidade a que será submetido o concreto;
• Adensamento a que será submetido o concreto;
• Índices físicos dos agregados (massa específica, peso unitário
, coeficiente de inchamento e
umidade).
C. A fixação da resistência de dosagem será estabelecida em função da re
istência característica do
concreto (fck) estabelecida no projeto
7. CONTROLE TECNOLÓGICO
A. O controle tecnológico abrangerá as verificações da dosagem utilizada
, da trabalhabilidade, das
características dos constituintes e da resistência mecânica.
B. Os ensaios deverão ser realizados por empresa idônea, não sendo a
dmitidos relatórios fornecidos
pela Concreteira. As cópias dos relatórios deverão ser entregues à FISCALIZAÇÃO.

C. Independentemente do tipo de dosagem adotado, o controle da resistência


do concreto obedecerá
rigorosamente ao disposto na NBR-6118 e ao adiante especificado.
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D. Deverá ser adotado controle sistemático de todo concreto estrutur


al empregado na obra. A
totalidade de concreto será dividida em lotes. Um lote não terá
mais de 20m³ de concreto,
corresponderá no máximo a 200m² de construção e o seu tempo de exec
ução não excederá a 2
semanas. No edifício, o lote não compreenderá mais de um andar. Quando houv
er grande volume de
concreto, o lote poderá atingir 50m³, mas o tempo de execução não e
xcederá a uma semana. A
amostragem, o valor estimado da resistência característica à compressão e o índ
ice de amostragem a
ser adotado serão conformes ao preconizado na NBR-6118.
8. TRANSPORTE
A. O transporte do concreto será efetuado de maneira que não haja
segregação ou desagregação de
seus componentes, nem perda sensível de qualquer deles por vazamento ou
evaporação.
B. Poderão ser utilizados na obra, para transporte do concreto do
caminhão-betoneira ao ponto de
descarga ou local da concretagem, carrinhos de mão com roda d
e pneu, jiricas, caçambas, pás
mecânicas, etntre outros, não sendo permitido, em hipótese alguma, o uso de
carrinhos com roda de
ferro ou borracha maciça.
C. No bombeamento do concreto, deverá existir um dispositivo especial na s
aída do tubo para evitar a
segregação. O diâmetro interno do tubo será, no mínimo, 3 vezes o diâmetro máxim
o agregado,
quando utilizada brita, e 2,5 vezes o diâmetro, no caso de seixo rolado
.
D. O transporte do concreto não excederá ao tempo máximo permitido para seu la
nçamento, que é de
1,5 horas, contadas a partir do início da mistura na central.
E. Sempre que possível, será escolhido sistema de transporte que pe
rmita o lançamento direto nas
fôrmas. Não sendo possível, serão adotadas precauções para manuseio do
concreto em depósitos
intermediários.
F. O transporte a longas distâncias só será admitido em veículos espec
iais dotados de movimentos
capazes de manter uniforme o concreto misturado.
G. No caso de utilização de carrinhos ou jiricas, buscar-se-ão condições de
percurso suave, tais como
rampas, aclives e declives, inclusive estrados.
H. Quando os aclives a vencer forem muito grandes (caso de 1
ou mais andares), recorrer-se-á ao
transporte vertical por meio de elevadores de obra (guinchos).
9. LANÇAMENTO

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A. Competirá ao CONTRATADO informar, com oportuna antecedência, à FISCALIZAÇÃO e a


o laboratório
encarregado do controle tecnológico, dia e hora do início das operações de co
ncretagem estrutural,
tempo previsto para sua execução e os elementos a serem concretados.
B. O processo de lançamento do concreto será determinado de acordo
com a natureza da obra,
cabendo ao CONTRATADO submetê-lo previamente à aprovação da FISCALIZAÇÃO.
C. O CONTRATADO deverá programar todas as concretagens de maneira
a que se iniciem e se
completem dentro do horário normal da obra – de segunda a sexta-feira, da
s 7h às 17h – podendo-
se, excepcionalmente, admitir a conclusão da concretagem até as
20h. Nesse último caso, haverá
necessidade de aprovação formal prévia da FISCALIZAÇÃO.
D. Não será permitido o lançamento do concreto de altura superior a 2,0m para
evitar segregação. Em
quedas livres maiores, utilizar-se-ão calhas apropriadas; não send
o possíveis as calhas, o concreto
será lançado por janelas abertas na parte lateral ou por meio de funis ou
trombas.
E. Nas peças com altura superior a 2,0m, com concentração de ferragem e de difíc
il lançamento, além
dos cuidados do item anterior será colocada no fundo da forma uma camad
a de argamassa de 5 a
10cm de espessura, feita com o mesmo traço do concreto que vai ser util
izado, evitando-se com isto
a formação de "nichos de pedras".

F. Será de 1,5 horas o intervalo máximo de tempo permitido entre


o término do amassamento do
concreto e o seu lançamento.
G. Quando do uso de aditivos retardadores de pega, o prazo para lançamento
poderá ser aumentado
em função das características do aditivo, a critério da FISCALIZAÇÃO.
m nenhuma hipótese será
permitido o lançamento após o início da pega.
H. Nos lugares sujeitos à penetração de água, serão adotadas providências para que
concreto não seja
lançado havendo água no local; e mais, a fim de que, estando fresco, não se
ja levado pela água de
infiltração.
I. A concretagem seguirá rigorosamente o programa de lançamento preestabelec
ido para o projeto.
J. Não será permitido o "arrastamento" do concreto, pois o deslocam
ento da mistura com enxada,
sobre formas, ou mesmo sobre o concreto já aplicado, poderá pro
vocar perda da argamassa por
adesão aos locais de passagem. Caso seja
inevitável, poderá ser admitido, a critério da
FISCALIZAÇÃO, o arrastamento até o limite máximo de 3,0m.
10. ADENSAMENTO

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A. Somente será admitido o adensamento manual em peças de pequena responsabi


lidade estrutural, a
critério da FISCALIZAÇÃO. As camadas não deverão exceder a 20cm de altura.
B. O adensamento será cuidadoso, de forma que o concreto ocupe todos os re
cantos da fôrma.
C. Serão adotadas precauções para evitar vibração da armadura, de modo a não formar
vazios ao seu
redor nem dificultar a aderência com o concreto.
D. Os vibradores de imersão não serão deslocados horizontalmente. A vibração será a
enas a suficiente
para que apareçam bolhas de ar e uma fina película de água na superfície do c
oncreto.
E. A vibração será feita a uma profundidade não superior à agulha do vibra
dor. As camadas a serem
vibradas terão, preferencialmente, espessura equivalente a ¾ do comprimen
to da agulha.
F. As distâncias entre os pontos de aplicação do vibrador serão da ordem de 6 a
10 vezes o diâmetro da
agulha (aproximadamente 1,5 vezes o raio de ação). É aconselhável a vibração po
períodos curtos
em pontos próximos, ao invés de períodos longos num único ponto ou em pontos
distantes.
G. Será evitada a vibração próxima às formas (menos de 100mm), no caso
de se utilizar vibrador de
imersão.
H. A agulha será sempre introduzida na massa de concreto na posição vertical,
ou, se impossível, com a
inclinação máxima de 45°, sendo retirada lentamente para evitar form
ação de buracos que se
encherão somente de pasta. O tempo de retirada da agulha pode estar com
preendido entre 2 ou 3
segundos ou até 10 a 15 segundos, admitindo-se, contudo, maiores interv
alos para concretos mais
secos, ouvida previamente a FISCALIZAÇÃO, que decidirá em função da plasticidad
e do concreto.
I. Na vibração por camadas, far-se-á com que a agulha atinja a camad
a subjacente para assegurar a
ligação duas a duas.
J. Admitir-se-á a utilização, excepcionalmente, de outros tipos de vib
radores (formas, réguas, entre
outros).
11. JUNTAS DE CONCRETAGEM
A. Durante a concretagem poderão ocorrer interrupções previstas ou imprevistas
. Em qualquer caso, a
junta então formada denomina-se fria, se não for possível retomar a concret
agem antes do início da
pega do concreto já lançado.
B. Cuidar-se-á para que as juntas não coincidam com os planos de
cisalhamento. As juntas serão
localizadas onde forem menores os esforços de cisalhamento.
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C. Quando não houver especificação em contrário, as juntas em vigas serão feitas,


preferencialmente,
em posição normal ao eixo longitudinal da peça (juntas verticais).
Tal posição será assegurada
através de forma de madeira, devidamente fixada.
D. As juntas verticais apresentam vantagens pela facilidade de a
densamento, pois é possível fazer-se
fôrmas de sarrafos verticais. Estas permitem a passagem dos ferros de a
rmação e não do concreto,
evitando a formação da nata de cimento na superfície, que se verifica em ju
ntas inclinadas.
E. Na ocorrência de juntas em lajes, a concretagem deverá ser interrompida l
ogo após a face das vigas,
preservando as ferragens negativas e positivas.
F. Antes da aplicação do concreto deve ser feita a remoção cuidadosa de detritos
.
G. Antes de reiniciar o lançamento do concreto, deve ser removida
a nata da pasta de cimento
(vitrificada) e feita limpeza da superfície da junta com a retirada de
material solto. Pode ser retirada
a nata superficial com a aplicação de jato de água sob forte pre
ssão logo após o fim da pega. Em
outras situações, para se obter a aderência desejada entre a camada remanes
cente e o concreto a
ser lançado, é necessário o jateamento de abrasivos ou o apicoamento da sup
erfície da junta, com
posterior lavagem, de modo a deixar aparente o agregado graúdo.
H. As juntas permitirão a perfeita aderência entre o concreto já end
urecido e o que vai ser lançado,
devendo, portanto, a superfície das juntas receber tratamento co
m escova de aço, jateamento de
areia ou qualquer outro processo que proporcione a formação de redentes,
ranhuras ou saliências.
Tal procedimento será efetuado após o início de pega e quando a
peça apresentar resistência
compatível com o trabalho a ser executado.
I. Quando da retomada da concretagem, a superfície da junta
concretada anteriormente será
preparada efetuando-se a limpeza dos materiais pulverulentos, nata de
cimento, graxa ou quaisquer
outros prejudiciais à aderência, e procedendo-se a saturação com jat
os de água, deixando a
superfície com aparência de "saturado superfície seca", conseguida
com a remoção do excesso de
água superficial.
J. Especial cuidado será dado ao adensamento junto a "interface" entre o c
oncreto já endurecido e o
recém-lançado, a fim de se garantir a perfeita ligação das partes.
K. Nos casos de juntas de concretagem não previstas, quando do lançamento de
concreto novo sobre
superfície antiga, poderá ser exigido, a critério da FISCALIZAÇÃO, o emprego de
adesivos estruturais.
12. CURA DO CONCRETO

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A. Qualquer que seja o processo empregado para a cura do concreto, a apl


icação deverá iniciar-se tão
logo termine a pega. O processo de cura iniciado imediatamente após o f
im da pega continuará por
período mínimo de 7 dias.
B. Quando no processo de cura for utilizada uma camada permanen
temente molhada de pó de
serragem, areia ou qualquer outro material adequado, esta terá no mínimo
5,0cm de espessura.
C. Quando for utilizado processo de cura por aplicação de vapor d'água, a temp
eratura será mantida
entre 38 e 66°C, pelo período de aproximadamente 72 horas.
D. Admitem-se os seguintes tipos de cura:
- Molhagem contínua das superfícies expostas do concreto;
- Cobertura com tecidos de aniagem, mantidos saturados;
- Cobertura por camadas de serragem ou areia, mantidas saturadas
;
- Lonas plásticas ou papéis betumados impermeáveis, mantidos sobre sup
erfícies expostas, mas
de cor clara, para evitar o aquecimento do concreto e a subsequen
te retração térmica;
- Películas de cura química.
13. LIMPEZA E TRATAMENTO FINAL DO CONCRETO
A. Para a limpeza, em geral, é suficiente uma lavagem com água;
B. Manchas de lápis serão removidas com uma solução de 8% (oito por cento) de ácid
o oxálico ou com
tricloroetileno;
C. Manchas de tinta serão removidas com uma solução de 10% (dez por cento) de ác
ido fosfórico;
D. Manchas de óxido serão removidas com uma solução constituída por 1 (
uma) parte de nitrato de
sódio e 6 (seis) partes de água, com espargimento, subsequente, de pequen
os cristais de hiposulfito
de sódio;
E. As pequenas cavidades, falhas ou trincas, que porventura resultarem
nas superfícies, será tomado
com argamassa de cimento, no traço que lhe confira estanqueida
de e resistência, bem como
coloração semelhante a do concreto circundante;

F. As rebarbas e saliências maiores, que acaso ocorram, serão eliminadas;


G. A execução dos serviços de repasse e correção ficará na dependência d
prévia inspeção da
FISCALIZAÇÃO.
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IV. NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO

As medições serão realizadas mensalmete, ou em periodicidade menor, a critério


da Administração
com base no cronograma aprovado, contados a partir do início efetivo do
s serviços, considerando os
serviços efetivamente realizados e concluídos satisfatoriamente no período. En
tendem-se como serviços
concluídos satisfatoriamente aqueles formalmente aprova
dos pela FISCALIZAÇÃO, dentro do prazo
estipulado.
Perdas, sobras, quebras de unidades, ineficiência de mão-de-obra e outros,
deverão ser considerados
na composição de custos unitários, não sendo, em hipótese alguma, considerados na medição.
Após aprovada a medição pela FISCALIZAÇÃO e para que o Tribunal poss
a efetuar o devido
pagamento, nos termos do Edital e do contrato, poderá o CONTRATADO emit
ir e apresentar a respectiva
nota fiscal, devidamente acompanhada dos documentos pertinentes abaixo relaciona
dos:
1. Certidão Negativa de Débito da Previdência Social – CND;
2. Certidão Conjunta Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida
Ativa da União;
3. Certidão Negativa de Débitos junto aos Governos Estadual/Municipal;
4. Certificado de Regularidade do FGTS – CRF.
A critério da Administração, poderá haver adiantamento de pagamento para aqui
sição de materiais e
equipamentos junto aos fabricantes. Para que haja o adiantamento, o CO
NTRATADO deverá apresentar
garantia complementar no valor integral da compra, com prazo de validade de, no
mínimo, 30 (trinta) dias
após data de entrega prevista para os materiais e equipamentos, a fim de que possa
ser executada em caso
de inadimplência do CONTRATADO. Deverá ser apresentada ainda cópias dos pedi
dos de compras e da
confirmação de compra do fabricante, bem como a nota fiscal referente aos equipament
os adquiridos.

1. SERVIÇOS INICIAIS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 1 – SERVIÇOS IN


ICIAIS, DESPESAS
ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.

2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 1 – SERVIÇOS IN


ICIAIS, DESPESAS
ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.

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3. SERVIÇOS TÉCNICOS E DE APOIO


Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 1 – SERVIÇOS I
NICIAIS, DESPESAS
ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.

4. MOVIMENTO DE TERRA

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 1 – SERVIÇOS I


NICIAIS, DESPESAS
ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA.

5. FUNDAÇÕES E INFRA-ESTRUTURA

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO


2 – FUNDAÇÕES, INFRA-
ESTRUTURA E SUPERESTRUTURA.

6. SUPERESTRUTURA

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO


2 – FUNDAÇÕES, INFRA-
ESTRUTURA E SUPERESTRUTURA.

7. COBERTURA E PROTEÇÕES

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO


3 – COBERTURA, PAREDES E
DIVISÓRIAS.

8. PISOS, CONTRAPISOS E RODAPÉS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO


4 – PISOS/CONTRAPISOS E
RODAPÉS.

9. PAREDES E PAINÉIS
4
9
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Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO


3 – COBERTURA, PAREDES E
DIVISÓRIAS.

10. MASSAS E ARGAMASSAS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 5 – MASSAS


E ARGAMASSAS.

11. REVESTIMENTO DE PAREDES

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 6 – REVESTI


MENTO DE PAREDES.

12. FORROS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 7 – FORROS.

13. ESQUADRIAS E BRISES

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 8 – ESQUADR


IAS E BRISES.

14. PINTURAS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 9 – PINTURA


S.

15. VIDROS E ASSEMELHADOS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 10 – VIDROS


E ASSEMELHADOS.

16. IMPERMEABILIZAÇÕES E TRATAMENTOS

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Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 11


– IMPERMEABILIZAÇÕES E
TRATAMENTOS.

17. METAIS, BANCADAS E COMPLEMENTOS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 12 –COMPLEM


ENTOS.

18. SERRALHERIA

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 13 – SERRAL


HERIA.

19. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do


s CADERNO 14 – INSTALAÇÕES
HIDROSSANITÁRIAS.
20. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 15 – INSTAL


AÇÕES ELÉTRICAS.

21. REDE ESTRUTURADA

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 16 – REDE E


STRUTURADA.

22. INSTALAÇÕES DE AR CONDICIONADO

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 17 – AR CON


DICIONADO.

23. INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO

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Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 18 – COMBATE


A INCÊNDIO.
24. LIMPEZA, SERVIÇOS FINAIS E DESMOBILIZAÇÃO

Serão medidos e pagos de acordo com item específico do CADERNO 19 – LIMPEZA,


SERVIÇOS FINAIS
E DESMOBILIZAÇÃO.
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ANEXO III – MEMORIAL DESCRITV


O
DISCRIMINAÇÕES TÉCNICAS

CONSIDERAÇÕES INICIAIS
OBJETIVO
A presente Discriminação Técnica objetiva fixar as condições para a execução das ob
de reforma no
imóvel abaixo discriminado:
Obra: TCU – SECRETÁRIA DE CONTROLE EXTERNO NO AMAPÁ.
NORMAS GERAIS
MATERIAIS
Todos os materiais a serem empregados deverão obedecer às especif
icações dos projetos e deste
memorial. Na comprovação da impossibilidade de adquirir e empregar determinad
o material especificado
deverá ser solicitado sua substituição, a juízo da fiscalização e aprovação dos
itetos e engenheiros
autores dos projetos.
Há a possibilidade de substituição de materiais especificados por outros eq
uivalentes, desde que o
novo material proposto possua, comprovadamente, equivalência nos itens qualidade,
resistência, aspecto e
preço.
PLANEJAMENTO DA OBRA
As obras serão executadas de acordo com o cronograma de execução, devendo o
CONTRATADO, sob
a coordenação da Fiscalização, definir um plano de obras coerente com os critérios de segu
rança.
MANUAL DE MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO E INSTRUÇÕES DE OPERAÇÃO E USO
Ao final da obra, antes da sua entrega definitiva, o CONTRAT
ADO deverá apresentar o Manual de
Manutenção e Conservação e as Instruções de Operação e Uso, sendo que a sua a
ntação deverá
obedecer ao roteiro a seguir:
a) o Manual de Manutenção e Conservação deverá reunir as especificações dos fab
antes de todos os
equipamentos, as normas técnicas pertinentes, os termos de garantia e a
rede nacional de assistência
técnica, bem como as recomendações de manutenção e conservação de tais equipamentos;
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b) as Instruções de Operação e Uso deverão reunir todas as recomendações forneci


pelos fabricantes
dos equipamentos acerca de seu funcionamento e operação, a fim de permitir sua adequ
ada utilização.
SERVIÇOS QUE DEVERÃO SER CONSIDERADOS:
- Instalações elétricas, hidrossanitárias, de ar condicionado, de proteção contra incêndio,
sonorização, de
telefonia e lógica, CFTV, SPDA;
- Impermeabilizações;
- Estruturas;
- Coberturas;
- Revestimentos de paredes, pisos e forros;
- Esquadrias, divisórias, ferragens, vidros;
- Todos os outros necessários a execução dos projetos.

CONTROLES TECNOLÓGICOS
O CONTRATADO se obrigará a efetuar um rigoroso controle tecnológico dos e
lementos utilizados na
obra.
VERIFICAÇÕES E ENSAIOS
O CONTRATADO se obrigará a verificar e ensaiar os elementos da obra ou
serviço onde for realizado
processo de impermeabilização, a fim de garantir a adequada execução da mesma.
AMOSTRAS
O CONTRATADO deverá submeter à apreciação da Fiscalização, amost
as dos materiais e/ou
acabamentos a serem utilizados na obra, podendo as mesmas serem danificadas no p
rocesso de verificação.
As despesas decorrentes de tal providência correrão por conta do O CONTRA
TADO.
ASSISTÊNCIA TÉCNICA
Até o recebimento definitivo da obra ou serviço e durante todo o período de
garantia, de 10 anos, o
CONTRATADO deverá fornecer toda a assistência técnica necessária à solução das imperfeições
adas
na vistoria final, bem como as decorrentes de
serviços mal executados, independente de sua
responsabilidade civil.
APROVAÇÃO DE PROJETOS
Em caso de necessidade de revalidação da aprovação dos projetos, esta será de r
esponsabilidade do
CONTRATADO.
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IMPOSTOS
Correrão por conta do CONTRATADO as despesas referentes a impostos em g
eral, os quais deverão
estar computados no BDI.
TRANSPORTE E ALIMENTAÇÃO DE PESSOAL
As despesas decorrentes do transporte de pessoal administrativo e técni
co, bem como de operários,
serão de responsabilidade do CONTRATADO e deverão estar embutidos nos encargos socia
is.
DETALHAMENTO COMPLEMENTAR
Qualquer detalhamento complementar será elaborado pelo CONTRATADO, com
o acompanhamento
da empresa projetista/ fiscalização.
ARREMATES FINAIS
Após a conclusão dos serviços de limpeza, o CONTRATADO se obrigará a executar
todos os retoques e
arremates necessários, apontados pela Fiscalização.
5
5
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CADERNO 01
SERVIÇOS INICIAIS, DESPESAS ADMINISTRATIVAS, EQUIPAMENTOS E MOVIMENTO DE TERRA

Autor:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

SERVIÇOS INICIAIS
Mobilização
Abrange as despesas referentes à mobilização
de máquinas, equipamentos e pessoal do
CONTRATADO, inclusive despesas com fretes e carretos.

Barracões – Vestiários/Sanitários/Almoxarifado/Refeitório/Depósitos
O CONTRATADO deverá providenciar o canteiro de obras, de acordo com as
recomendações da NR
18, contendo escritórios, vestiários, sanitários, almoxarifado, refeitório, depósitos e de
mais ambientes para
a sua completa instalação durante a execução da obra.
Os projetos dos barracões deverão ser fornecidos pelo CONTRATADO
e submetidos à aprovação
prévia da FISCALIZAÇÃO.
Serão de responsabilidade do CONTRATADO, todas as ligações provisória
s necessárias, como água,
esgoto, telefone, pluvial, etc. As instalações provisórias deverão ser feitas
de acordo com as normas
municipais vigentes.
Licenças, Taxas e Seguros
Engloba todas as taxas e emolumentos inerentes aos serviços, c
omo, ART, seguros para risco de
engenharia e de acidentes do trabalho, alvará de construção, taxas de aprovação de projeto
s, entre outros.
Placas da Obra
A placa indicativa da obra deverá ser em chapa galvanizada mo
ntada em estrutura de madeira,
pintada com tinta esmalte sintético, contendo as principais características do contr
ato, como nome da obra,
órgão contratante e valor investido, conforme modelo a ser apresentado pelo TCU. Sua
s dimensões deverão

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ser de, no mínimo, 2,0x3,0m (altura x base), em local visível, de acordo


com as exigências do CREA, da
Prefeitura de Macapá.

Tapume
O tapume será executado com chapa de compensado resinado, cola fenólica, c
om 6mm de espessura
mínima. A altura mínima do tapume deverá ser de 2,20m.
O tapume deverá ser pintado externamente com, no mínimo, duas demãos de tint
a acrílica na cor
branca. Não será permitida a pintura/impressão de logotipo da empresa no tapume sem prév
ia autorização
da FISCALIZAÇÃO.

DESPESAS ADMINISTRATIVAS
Despesas com Pessoal
Constituem-se nas despesas com pessoal do CONTRATADO ligadas d
iretamente aos serviços. Para
referência de orçamentação foi considerada a seguinte equipe técnica e administrativa do
CONTRATADO:
• 1 (um)engenheiro responsável técnico – Integral;
• 1 (um) encarregado geral (mestre de obra) – integral;
• 1 (um) técnico administrativo – pessoal/suprimento/financeiro – integral;
• vigilante (1 posto) – 24 horas.

O CONTRATADO deverá apresentar qual a equipe utilizada para com


posição desse item e deverá
apresentar os currículos dos profissionais à FISCA IZAÇÃO antes do
início dos trabalhos.
As instruções transmitidas a esses profissionais, pela CONTRATANTE, terão cu
nho contratual, como
se fossem transmitidas ao próprio CONTRATADO, os quais, dentro de suas
esferas de responsabilidade,
deverão adotar ações em nome da mesma.
O Mestre de Obras auxiliará o(s) Engenheiro(s) na superv
isão e execução dos trabalhos de
construção, e deverá possuir experiência comprovada, adquirida no exercício de função idênt
em obras
de características semelhantes ao CONTRATADO. Deverá ainda possuir, no mínimo
, grau de escolaridade
médio ou treinamento especializado no SENAI.
Os Encarregados de fôrma, armação, concretagem, alvenaria, revestimen
tos, instalações elétrica,
hidráulica, entre outros, possuirão, obrigatoriamente, experiências adquiridas
no exercício de idênticas
funções em obras de características semelhantes a esta obra.

Consumos Gerais

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São as despesas de consumo relativas ao canteiro, incluindo barracões. Inc


luem gastos mensais de
água/esgoto, energia elétrica, telefone, cópias xerográficas e de projet
os, plotagens, medicamentos,
materiais de escritório, materiais de limpeza, despesas com despachantes, entre ou
tros.

Móveis e Utensílios
O CONTRATADO deverá manter seus escritórios dotados de móveis, equi
pamentos e utensílios
mínimos capazes de permitir a adequada realização de todos os serviços, dentro do prazo
e padrão técnico
aqui especificados.
Para referência de orçamentação foram considerados os seguint
es móveis e utensílios do
CONTRATADO:
• 1 (um) computador com acesso à Internet, dotado de software de leitura/e
laboração de projetos –
compatível com Autocad 2004 ou superior ou Microstation Power Draft XM, e os
demais com softwares
MS Word, MS Excel e MS Project;
• uma impressora a jato de tinta colorida, com capacidade para imprimir
tamanho A4 (ABNT);
• uma linha telefônica.

Medicina e Segurança do Trabalho


Engloba as ações necessárias para o atendimento às exigências legais, f
ederais e municipais, além
daquelas constantes nas presentes especificações, referentes à Medicina e Seg
urança do Trabalho. Para
todos os fins, inclusive perante a FISCALIZAÇÃO, o CONTRATADO será
responsável, por todos os
trabalhadores da obra, incluindo os ligados diretamente a eventuais subempreitei
ros.
Todos os trabalhadores deverão estar uniformizados, e munidos do
s Equipamentos de Proteção
Individual (EPI) exigidos para cada tipo de atividade – como botas, cap
acetes, luvas, óculos, cintos trava-
queda, entre outros.
Faz parte desse item toda a sinalização, telas, guarda-cor
pos, barreiras, bandejas e demais
Equipamentos de Proteção Coletiva, exigíveis por norma, que visem preservar a segurança
dos empregados
e a de terceiros.
Cabe ao CONTRATADO responsabilizar-se pelo cumprimento das NRs – Normas
Regulamentadoras de
Segurança e Medicina do Trabalho N 4, 7 e 18, bem como as demais NRs aplicáveis às medi
das preventivas
de acidentes de trabalho.
O CONTRATADO deverá apresentar, até o 15 dia após o início da obra,
o PCMAT – Programa de
Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. Deverá ser elaborado por
rofissional
habilitado e devidamente registrado no CREA, indicando e especificando todas as
medidas de segurança aos
empregados e a terceiros, bem como de limpeza, a serem adotados durante todo o p
eríodo de duração da
obra, de acordo com a legislação específica do Ministério do Trabalho.
Deverá elaborar e implementar, até o 15 dia após o início da obra, o PCMSO – Pro
rama de Controle
Médico de Saúde Operacional com o objetivo de promover e preservar a saúde de seus tra
balhadores.
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Será de responsabilidade do CONTRATADO a elaboração e implementação do PCMAT nas


obras com
20 (vinte) trabalhadores ou mais, contemplando os aspectos da
NR-18 e os demais dispositivos
complementares de segurança.
O PCMAT deverá ser elaborado por Engenheiro de Segurança
e executado por profissional
legalmente habilitado na área de Segurança do Trabalho.
O PCMAT deve ser mantido na obra, à disposição da Fiscalização e do órgão region
do Ministério do
Trabalho.

Limpeza Permanente da Obra


Refere-se à limpeza permanente do canteiro de obras e dos barracões, incl
usive o da FISCALIZAÇÃO.
Prevê-se uma equipe mínima de 1 (um) servente com dedicação exclusiva e caçamba para entul
ho.
A área de trabalho deverá ser limpa pelo menos uma vez por dia, devendo se
r instalados containeres
específicos para o uso de entulhos, em local acordado com a Fiscalização.
Os containeres com entulhos deverão ser periodicamente removidos do can
teiro e encaminhados às
áreas de deposição liberadas pelo órgão regional competente.

SERVIÇOS TÉCNICOS E DE APOIO

Topografia
O serviços abaixo relacionados deverão ser realizados por topógrafo:
1. locação da obra;
2. locação de elementos estruturais;
3. locação e controle de cotas de redes de utilidades enterradas;
4. implantação de marcos topográficos;
5. transporte de cotas por nivelamento geométrico;
6. levantamentos cadastrais, inclusive de redes de utilidades enterradas
;
7. verificação da qualidade dos serviços – prumo, alinhamento, nível;
8. quantificação de volumes, inclusive de escavação.
Sempre que solicitado pela FISCALIZAÇÃO, o
CONTRATADO deverá fornecer relatório dos
levantamentos topográficos, composto de uma breve descrição das atividades desenvolvid
as e de planilhas
de cálculo, cadernetas de campo e, se necessário, desenhos.

Máquinas e Ferramentas

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Engloba os custos com máquinas e ferramental que não estejam dir


etamente envolvidos com
serviços específicos, mas necessários à execução dos trabalhos. Para referência d
orçamentação, foram
consideradas as seguintes máquinas e ferramentas do CONTRATADO:
1. Máquina de cortar ferro: 1 unid.
2. Furadeira de bancada: 1 unid.
3. Máquina de solda: 1 unid.
4. Bomba submersível (tipo “sapo”) 3,0/5,0 CV: 1 unid.
5. Compressor a diesel: 1 unid.
6. Andaime tipo torre: 2 torres de 6,0 m.
A mão-de-obra de operação das máquinas deve estar considerada na composição de se
custo.
O ferramental que deve ser considerado consiste em pás, picaret
as, marretas, cavadeiras, pés-de-
cabra, martelos, serras manuais, alicates, chaves diversas (fenda, grifo, entre
outros), entre outras.

MOVIMENTO DE TERRA


Escavação Mecanizada – Material 1 Categoria
A execução dos trabalhos de escavações obedecerá, além do transcrito nesta especi
icação, todas as
prescrições da NBR 6122.
Caberá ao CONTRATADO executar escavação de áreas específicas para possi
bilitar a realização de 
seus trabalhos. As escavações serão todas realizadas
 em material de 1 categoria.
Entende-se como material de 1 categoria todo o depósito solto o
u moderadamente coeso, tais
como cascalhos, areias, siltes ou argilas, ou quaisquer de suas mistur
as, com ou sem componentes
orgânicos, formados por agregação natural, que possam ser escavados com ferr
amentas de mão ou 
maquinaria convencional para esse tipo de trabalho. Considerar-se-á também 1 categori
a a fração de rocha,
pedra solta e pedregulho que tenha, isoladamente, diâmetro igual ou inferior a 0,1
5m qualquer que seja o
teor de umidade que apresente, e, em geral, todo o tipo de material que não possa
ser
 classificado
 como de
2 ou 3 categoria.
Antes de iniciar os serviços de escavação, a topo
grafia do CONTRATADO deverá efetuar
levantamento da área da obra que servirá como base para os levantamentos dos quantit
ativos efetivamente
realizados. O produto final deste levantamento – planta – deverá s
er apresentado previamente à
FISCALIZAÇÃO para aprovação.
As escavações além de 1,50m de profundidade serão taludadas ou prote
gidas com dispositivos
adequados de contenção. Quando se tratar de escavações permanentes deverão segui
r os projetos
pertinentes.
Se necessário, o CONTRATADO deverá proteger os taludes das escavações
contra os efeitos de
erosão interna e superficial.
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A execução das escavações implicará responsabilidade integral do CONTRATADO pela


sua resistência
e estabilidade.


Escavação Mecanizada de Vala – Material 1 Categoria – até 2m
Para a realização de serviços localizados ou lineares, como a impl
antação de novas redes de
utilidades enterradas, inclusive caixas e PV’s, prevê-se a necessidade de
escavação de vala em solo. Esse
serviço deverá ser realizado por retroescavadeira, com concha de dimensão compatível com
os trabalhos. A
largura máxima admissível para a vala linear, para fins de medição e pagamento está defini
da no Item de
Normas de Medição e Pagamento.
Este serviço compreende as escavações mecanizadas de valas em profundidade não
superior a 2,0m.
Será de responsabilidade exclusiva do CONTRATADO a decisão de escorar ou não
a vala. Assim, caso
o licitante julgue necessário o escoramento, deverá considerar tal custo na composição d
o custo unitário do
item, não sendo aceita sua cobrança em separado. De qualquer forma, deverá ser respeit
ada a NBR-9061 ou
justificada tecnicamente a solução adotada.
Se necessário, o CONTRATADO deverá esgotar as águas que pe
rcolarem ou adentrarem nas
escavações. O custo das bombas já está considerado no Item de máquinas e ferramentas.
Escavação Manual de Vala – Material 1ª Categoria
Para serviços específicos, a critério da FISCALIZAÇÃO, haverá a necessidade de se
realizar escavação
manual em solo, em profundidade não superior a 2,0m. Para fins desse serviço, a prof
undidade é entendida
como a distância vertical entre o fundo da escavação e o nível do terreno
a partir do qual se começou a
escavar manualmente.
Será de responsabilidade exclusiva do CONTRATADO a decisão de escorar ou não
a vala. Assim, caso
o licitante julgue necessário o escoramento, deverá considerar tal custo na composição d
o custo unitário do
item, não sendo aceita sua cobrança em separado. De qualquer forma, deverá ser respeit
ada a NBR-9061 ou
justificada tecnicamente a solução adotada.
Se necessário, o CONTRATADO deverá esgotar as águas que pe
rcolarem ou adentrarem nas
escavações. O custo das bombas já está considerado no Item de máquinas e ferramentas.
Carga e transporte de Material 1ª Categoria DMT = 0,5km

Consiste no carregamento e transporte de material proveniente de escav


ação ou já depositado em
área de estoque, transportado para disposição final a uma distância média de transporte de
até 500m.

Carga de Material 1ª Categoria


Consiste no carregamento de material proveniente de escavação ou
já depositado em área de
estoque.
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Transporte de Material 1ª Categoria


Consiste no transporte de material proveniente de escavação ou já depositad
o em área de estoque,
transportado para disposição final a uma distância média de transporte efetivamente comp
rovada.

Reaterro e Compactação Manual de Valas


Trata-se de serviço relacionado ao reaterro de cavas executadas
conforme itens de escavação de
valas.
O reaterro, no caso de cava aberta para assentamento
de tubulação, deverá ser executado
manualmente com solo isento de pedregulhos em camada única, até 10cm acim
a da geratriz superior do
tubo, compactado moderadamente, completando-se o serviço com compactação através
de compactador
tipo sapo até o nível do terreno natural. Em hipótese alguma será aceito re
aterro com solo contendo
material orgânico.
Reaterro compactado mecanicamente
Trata-se de serviço relacionado ao reaterro de cavas executadas
conforme itens de escavação de
valas.
O reaterro, no caso de cava aberta para assentamento
de tubulação, deverá ser executado
manualmente, nos demais casos é obrigatório executar o reaterro compactado
mecanicamente. Em
hipótese alguma será aceito reaterro com solo contendo material orgânico.
Nivelamento e Compactação do Terreno

Consiste no nivelamento e compactação de


todo o terreno que sofrerá intervenção pelo
CONTRATADO, a fim de deixar a base pronta para os serviços a serem posteriormente
executados.
O nivelamento se dará, sempre que possível, com o próprio material retirado
durante as escavações
que se fizerem necessárias durante a obra, devendo ser o material retirado reserva
do para esse fim.

NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


1. Serviços Iniciais
1.1. Mobilização – vb
Será realizada medição de 50% do valor proposto para o item na
primeira medição desde que o
contratado tenha efetivamente realizado mobilização
de parcela equivalente de suas máquinas,
equipamentos e pessoal necessário e, ainda, tenha cumprido todos os demais itens d
o programados para a
primeira medição. A segunda parcela deste item será medida e paga na segun
da medição, desde que o
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contratado tenha efetivamente completado a mobilização de suas máquinas, equi


pamentos e pessoal e,
ainda, tenha cumprido todos os demais itens do programados para a segunda medição.
1.2. Barraco do Canteiro de Obras – m²
Será medido por área efetivamente construída e aprovada pela FISCALIZAÇÃO com ba
se na projeção
horizontal de suas paredes externas. Qualquer acréscimo nos quantitativos especifi
cados na planilha deverá
ser previamente autorizado da FISCALIZAÇÃO.
1.3. Licenças, Taxas e Seguros – cj
Este item será considerado na medição em que o CONTRATADO tenha a
lcançado o integral
adimplemento de todas as suas obrigações relacionadas em sua proposta para esse item
de serviço, desde
que atendidas as exigências pertinentes contidas nas especificações técnicas e no edital
– ART, seguros para
risco de engenharia e de acidentes do trabalho.
A quantia a ser reembolsada representará o somatório dos respectivos compr
ovantes de pagamento,
estando limitada ao valor proposto pelo CONTRATADO.
1.4. Placas da Obra – m²
Será medido e pago por m² de placa efetivamente instalada e apr
ovada pela FISCALIZAÇÃO, de
acordo com as especificações técnicas e a orientação da FISCALIZAÇÃO.
1.5. Tapume – m²
Será medido por m² de tapume efetivamente montado, de acordo com as especi
ficações.
2. Despesas Administrativas
Todas as despesas administrativas serão medidas e pagas por mês. No caso d
e atraso na execução do
cronograma, por responsabilidade do CONTRATADO, o número de meses medidos ao final
do contrato ficará
limitado ao especificado no orçamento estimativo do Tribunal.
2.1. Despesas com Pessoal – mês
Esse item será medido mensalmente. A relação apresentada nas especificações técni
as representa o
valor máximo da equipe a ser reembolsada pelo Tribunal.
2.2. Consumos Gerais – mês
Serão pagas, mensalmente, as despesas relacionadas nas especificações
técnicas, além de outras
pertinentes, a critério da FISCALIZAÇÃO, limitadas ao valor máximo mensal cons
tante na proposta do
CONTRATADO.
2.3. Móveis e Utensílios – mês
Será medido e pago mensalmente o valor constante da proposta vencedora d
o certame.

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2.4. Medicina e Segurança do Trabalho – mês


Será medido e pago por mês, desde que atendidas integralmente todas as exi
gências constantes das
especificações técnicas e das normas pertinentes.
2.5. Limpeza Permanente da Obra – mês
Será medido e pago por mês, desde que a obra esteja sendo limpa permanente
mente. Caso a equipe
de limpeza seja inferior à especificada, será efetuada medição proporcional a esta.
3. Serviços Técnicos e de Apoio
3.1. Topografia – mês
Será medida e paga por mês, desde que os serviços topográf
icos venham sendo realizados
satisfatória e tempestivamente de acordo com as especificações técnicas e, ain
da, tenham sido utilizados
equipamentos em quantidade e padrão, no mínimo, igual aos especificados.
3.2. Manutenção do Canteiro – mês
Será medido e pago mensalmente com base no custo unitário proposto pelo CO
NTRATADO, desde
que a manutenção do canteiro seja efetuada de forma satisfatória, ainda que
tenham sido consumidos
outros insumos (material e mão-de-obra) diferentes dos considerados para fins de o
rçamentação.
3.3. Máquinas e Ferramentas – mês
Esse item será medido e pago mensalmente desde que estejam mobilizados e
operando as máquinas
e o ferramental mínimos necessários à correta execução dos trabalhos.
3.4. Manutenção de Tapumes – m²
Será medido e pago por m² de tapume revitalizado e aprovado pel
a FISCALIZAÇÃO, conforme
especificação técnica. A delimitação da área a ser recuperada caberá à FISCALIZAÇÃO.
4. Movimento de Terra
4.1. Escavação Mecanizada – Material 1ª Categoria – m³
Será considerado o volume medido no corte (sem empolamento), em projeto,
sendo considerados
nas medições parciais (mensais) os levantamentos da equipe de topografia d
o CONTRATADO – os quais
serão confrontados com os levantamentos da FISCALIZAÇÃO.
4.2. Escavação Mecanizada De Valas – Material 1ª Categoria até 2m – m³
Será medido e pago o volume escavado, medido no corte, sem empolamento,
considerando taludes
verticais, a partir da base, e, ainda, os seguintes limites:
- largura das valas igual a D+0,60m, sendo D o diâmetro nominal da tubul
ação, no caso de escavações
lineares, para assentamento de redes, por exemplo;
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- largura das valas igual a L+0,80m, sendo L a largura da


estrutura, no caso de escavações não
lineares – poços de visita, blocos de fundação, entre outros.
4.3. Escavação Manual de Vala – Material 1ª Categoria – m³
Será medido e pago o volume efetivamente escavado manual
mente, medido no corte, sem
empolamento, levando em conta os seguintes limites:
- largura das valas igual a D+0,60m, sendo D o diâmetro nominal da tubul
ação, no caso de escavações
lineares, para assentamento de redes, por exemplo;
- largura das valas igual a L+0,80m, sendo L a largura da
estrutura, no caso de escavações não
lineares – poços de visita, blocos de fundação, entre outros.
4.4. Carga e transporte de Material 1ª Categoria – m³ (DMT=0,5km)
Será medido o volume transportado, levando em conta para as distâncias de
transporte percorridas
de até 500m. O volume medido será o considerado no corte, mais um empolame
nto de 30%, no caso de
material escavado, ou 10%, no caso de material em área de estoque.
4.5. Carga de Material 1ª Categoria – m³
Será medido o volume efetivamente carregado. O volume medido será o consid
erado no corte ou na
área de estoque, sem empolamento.
4.6. Transporte de Material 1ª Categoria – m³xKm
Será medido o volume transportado, levando em conta a distância
de transporte percorrida. O
volume medido será o considerado no corte, mais um empolamento de 30%, no caso de
material escavado,
ou 10%, no caso de material em área de estoque.
A distância de transporte será aquela efetivamente comprovada, limitada a
22 km.
4.7. Reaterro e Compactação Manual de Valas – m³
Será medido e pago o volume efetivamente reaterrado e compactad
o, conforme especificações
técnicas, medido no aterro após compactação.
4.8. Reaterro Compactado Mecanicamente – m³
Será medido e pago o volume efetivamente aterrado e compactado
, conforme especificações
técnicas, medido no aterro, após compactado.
4.9. Nivelamento e Compactação de Terreno – m³
Será medido e pago por metro quadrado de nivelamento e compactação efetivame
nte executada
pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas.
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CADERNO 02
FUNDAÇÕES, INFRAESTRUTURA E SUPERESTRUTURA

Autor:
Fábio Parente Martins Santos
Eng° Civil CREA 11716/D – GO

Todo desenvolvimento do projeto estrutural em questão baseou-se nos elem


entos fornecidos pelo
projeto arquitetônico.
O projeto estrutural da edificação denominada: Secex Amapá – utiliza
elementos resistentes
constituídos de concreto armado moldado in loco, e estruturas de aço. Tal
solução vem de encontro às
necessidades oriundas do cronograma previsto para o empreendimento e de racional
ização dos processos
construtivos.
Desta maneira, este memorial será dissertado em grandes tópicos, a saber:

• Orientações gerais;
• Orientações construtivas.
Orientações Gerais
A estrutura foi concebida em elementos hábeis para usufruir todo o potencial
que suas formas e relações
internas e externas oferecem. O projeto estrutural e o cálculo estático de
todas as peças obedeceram às
imposições de valor universal da estabilidade das construções e aos dispositiv
os das normas brasileiras,
particularmente da NBR-6118, NBR-6120 e NBR-6122. A construção, portanto, s
eguirá rigorosamente as
prescrições destas normas com relação aos procedimentos construtivos, cuidados e control
e de materiais e
elementos auxiliares de construção. O detalhamento do projeto deverá ser obe
decido em todos os seus
detalhes, sendo que dúvidas de qualquer natureza serão dirimidas, em instânc
ia final obrigatória, com os
autores do projeto.
No que segue, alguns itens de interesse mais geral serão destacados
em caráter orientativo, não
substituindo o conhecimento e aplicação dos textos normativos, inclusive aqueles ou
tros todos referentes
aos materiais a serem utilizados.
Projeto
O projeto básico, integrante da licitação, deverá ser detalhado até o
nível de projeto executivo,
seguindo rigorosamente os procedimentos recomendados pelos textos pertinentes ma
ntidos pela ABNT.
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Locação da Obra
A obra deverá ser locada com instrumentos de apurada precisão, capazes de d
eterminar com erro
máximo de um milésimo (1/1000) de metro a posição dos centros de gravidade
e arestas dos blocos de
fundação, pilares e vigas do baldrame, em seus diversos níveis. Todo dispos
itivo de memória da locação,
auxiliar da construção, deve ter vida útil, em perfeita operação, compatível com o prazo pr
visto para uso,
sem deformações ou deslocamentos.
Alinhamentos e Posições
Em todas as etapas, em todos os níveis, a determinação da posição de
qualquer elemento da
estrutura será decisiva em seu desempenho, pois garantirá a correta inter-
relação dele com os demais
componentes da estrutura. Em especial, os desvios de prumo dos pilares
devem ser implacavelmente
descartados, pois introduziriam esforços não previstos por razões econômicas. Apenas res
ervas obrigatórias
da norma, insuficientes para fazer frente a excessos de qualquer nature
za, prejudiciais à operação destes
elementos, foram considerados neste projeto.
Memória Técnica
Todas as etapas de construção deverão ser cuidadosamente anotadas em diário própr
io (um diário
de obra, por exemplo), de forma que permita estabelecer com perfeição o estágio em que
se encontra toda
a obra por ocasião de qualquer evento de construção, como execução de qualquer elemento ou
retirada de
escoras, por exemplo.
Carregamentos e pesos específicos adotados neste projeto:
Concreto = 2500 kgf/m³
Gesso Acartonado = 60 kgf/m³
Alvenaria de tijolo cerâmico 6 furos = 230 kgf/m²
Forro + instalações = 100 kgf/m²
Divisórias leves em qualquer posição = 50 kgf/m²
Impermeabilização + proteção mecânica = 50 kgf/m²
Carga acidental de uso, carga útil de multidão:
Gabinetes, cozinhas = 200 kg/m²
Auditórios, Salas de reuniões= 300 kgf/m²
Sanitários (equipamentos + multidão) = 300 kgf/m²
Sobrecarga de cobertura = 25 kgf/m²
Esquadrias + vidros = 50 kgf/m²
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Painel de fachada pré-fabricado concreto GRC (# 14 g = 90


kgf/m²) = 810 kgf/ml. (fechamento
externo apoiado em todo perímetro da laje do auditório)
Orientações Construtivas
Concreto
É necessária a observância nas etapas de concretagem no local da obra, que são
indispensáveis para
a perfeita execução da estrutura do projeto em questão.
O concreto pré-misturado ou não, moldado no local deverá ter curva
granulométrica fechada
(usando duas granulométricas de areia mais cinza ou sílica), abundante em argamassa
para concreto a vista,
com dosagem volumétrica ou a peso e controle de umidade dos agregados, conforme NB
R, para resistência
característica aos 28 dias (fck) conforme indicado em projeto e com fator água / cim
ento menor que 0,55,
salvo indicado em contrário. Todos os concretos, exceto as faces que ficam em cont
ato com o solo ou faces
superiores de lajes deverão receber moldes adequados e estanques para concreto de
acabamento “a vista”.
Cimento
O cimento recebido em obra deve ser acompanhado de documento que compro
ve o atendimento às
especificações das normas vigentes correspondente ao período de produção do lote entregue.
Não deverá
ser aceito se tiver sua embalagem original danificada no transporte, só podendo se
r aberto quando de sua
aplicação. Deverá ser refugado cimento que apresentar sinais de início de hidratação (empe
ramento).
Em caso de dúvida quanto à adequação do material, o mesmo deverá ser su
bmetido a ensaios de
verificação previstos na NBR-5741.
O armazenamento será em local coberto e ventilado (mas
ao abrigo de correntes de ar,
principalmente em dias úmidos). Os sacos deverão ser estocados sobre estrado de made
ira distante cerca de
30cm do piso e paredes, e 50cm do teto. O empilhamento deverá ser feito com no máxim
o 10 sacos ou, caso
o período de armazenagem seja inferior a 15 dias, 15 sacos. Na impossibilidade de
estocar em local coberto,
os sacos deverão ser protegidos com lona plástica impermeável e de cor clara, por períod
o inferior a 5 dias.
A ordem de disposição no depósito deve ser tal que permita sempre o consu
mo do cimento recebido
anteriormente.
Agregados
Os agregados não poderão ser reativos com o cimento, e deverão ser suficiente
mente estáveis diante
da ação dos agentes externos com os quais a obra estará em contato. A estocagem deverá s
er feita de modo
a não permitir a junção de dois ou mais tipos diferentes de agregado, ou
a contaminação por materiais
estranhos como terra, vegetação, cavacos e serragem de madeira etc. Para evitar que
porções inferiores da
pilha de agregados tenham umidade superior às das porções superiores, recomenda-se o d
esprezo de uma
faixa de agregados de 15 centímetros próxima ao solo, que deverá ser previamente incli
nado para permitir a
drenagem. Este procedimento evita também a contaminação do agregado com o solo.
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Tendo em vista que a elevação de temperatura dos agregados altera a trabalh


abilidade do concreto
fresco, podendo até causar fissuras na fase de endurecimento, recomenda-se abrigá-lo
s da incidência direta
do sol, principalmente no verão. Caso isto não seja possível, aconselha-se,
para o agregado graúdo, o
umedecimento da pilha em tempo suficiente para que permita a evaporação do excesso d
e umidade antes
da utilização do material.
Os agregados deverão estar isentos de substâncias prejudiciais; tais como t
orrões de argila, materiais
friáveis, materiais carbonosos, materiais pulverulentos, matéria orgânica, etc; que po
ssam vir a diminuir sua
aderência à pasta de cimento, ou que prejudiquem as reações de pega e endur
ecimento do concreto, e
alteram sua resistência mecânica e durabilidade, além de provocar possível desagregação do
oncreto.
A qualificação de um agregado, graúdo ou miúdo, para o emprego em concretos est
ruturais baseia-se
no atendimento das exigências mínimas preconizadas pela NBR-7211 e NBR-12654. Esta q
ualificação deverá
ser comprovada mediante documento entregue pelo fornecedor, representativo de um
período máximo de
seis meses de produção.
De acordo com a NBR-7211, agregados miúdos são areias de origem
natural ou resultante da
britagem de rochas estáveis, ou a mistura de ambos; cujos grãos passam p
ela peneira #4,8mm, e ficam
retidos na peneira #0,075 mm. A carência de finos no lote de agregados
miúdos pode gerar coesão
deficiente do concreto fresco, permitindo a ocorrência de segregação e fuga de nata de
cimento, além de
dificultar as operações de lançamento e acabamento do concreto (a mistura a
presenta-se “áspera”). Por
outro lado, um excesso de finos pode resultar na necessidade de adição de mais água pa
ra manutenção de
trabalhabilidade. Com isso, se não for aumentado o teor de cimento da
mistura, haverá redução da
resistência mecânica do concreto e da sua durabilidade.
Segundo a NBR-7211, os agregados graúdos são pedregulhos de origem natural
ou britas obtidas de
rochas estáveis, ou a mistura de ambos; cujos grãos passam por uma penei
ra com abertura nominal de
152mm e ficam retidos na peneira #4,8mm. A utilização de agregados graúdos de maiores
dimensões gera
concretos mais resistentes, devido tanto à menor quantidade de pasta de
cimento para uma mesma
trabalhabilidade, quanto pelo maior volume de partículas mais resistentes no concr
eto.
O agregado empregado na fabricação do concreto para as regiões de alta taxa d
e armadura será a
brita tamanho máximo 19mm, recomendando-se o mesmo procedimento para o c
oncreto das peças “a
vista”.
Água de Amassamento
A água utilizada para amassamento do concreto deverá ser analisada
quando não se conhecerem
antecedentes de sua utilização em concretos estruturais, ou quando existire
m dúvidas quanto à sua
qualidade.
A utilização de água inadequada pode gerar alterações nos tempos de início e fim d
pega, redução
da resistência mecânica, corrosão das armaduras, eflorescências e ações negativas sobre a d
rabilidade do
concreto.
Devido à alta concentração de sais de cloro nas águas do mar, e as
águas com elevado “pH”, as
mesmas jamais podem ser utilizadas para amassamento de concreto estrutural.
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Aditivos
Os aditivos não podem ser usados indiscriminadamente, devendo ser emprega
dos em casos precisos
e somente após a realização de ensaios recomendados pelo fabricante. É imprescindível a co
nsideração das
características e dosagens de todos os materiais a serem utilizados no
concreto, bem como as condições
externas.
O emprego de doses inadequadas pode causar efeitos contrários aos esperad
os, além de problemas
patológicos no concreto. A dosagem de aditivo, portanto, deve ser precis
a em obra, sendo seu uso
recomendado somente em obras onde haja controle de qualidade dos materiais, da d
osagem e da execução.
Como regra geral, recomenda-se que se evite o emprego de aditivos, reco
rrendo ao uso de materiais,
dosagem, mistura, lançamento e cura para obtenção de concretos com as propriedades des
ejadas. Caso seja
absolutamente necessário o emprego de aditivos, deve-se utilizar a
queles com larga experiência e
reconhecidos pela boa prática.
Dosagem
A aplicação da dosagem deverá resultar num produto final homogêneo e
com traço que assegure
massa trabalhável de acordo com as dimensões e a armadura dos elementos estruturais,
bem como com os
processos de lançamento e adensamento utilizados.
A granulométrica, geometria e proporção dos agregados, quantidade e tipo de c
imento, o fator água
/ cimento e a presença de aditivos são fatores que influenciarão diretamente na traba
lhabilidade de uma
mistura. Assim sendo, tais fatores devem, por ocasião da dosagem, ser avaliados e
otimizados.
Os métodos de dosagem do concreto deverão seguir as prescrições da NBR-2655.
Mistura e Amassamento
Para concretos de função estrutural a mistura deverá ser obrigatoria
mente mecânica. Em dias
quentes recomenda-se umedecer previamente a cuba da betoneira e agregados graúdos,
com o objetivo de
reduzir a temperatura dos mesmos. Se houver resíduo de água ou unidade não evaporada,
deve-se reduzir
(corrigir) a quantidade de água de amassamento, para permanecer o mesmo
fator água/cimento do
concreto.
Observar a capacidade da betoneira, lembrando que o volume de concreto
misturável corresponde
por volta de 30 a 40% de sua capacidade nominal, a fim de se obter uma mistura h
omogênea.
O tempo de mistura dos materiais dependerá do número de rotações do misturador.
Caso o tempo
mínimo de mistura não seja obedecido, pode haver prejuízo para a homogeneid
ade e a resistência do
concreto. A NBR-12655 recomenda um tempo mínimo de mistura de 60 segund
os, aumentando-se 15
segundos para cada metro cúbico de capacidade nominal da betoneira, ou
conforme especificação do
fabricante. O prolongamento deste tempo na razão de três vezes do limite
mínimo causará um certo
enrijecimento do concreto prejudicando, conseqüentemente,
a trabalhabilidade e favorecendo a
segregação.
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Com relação à ordem de colocação dos materiais na betoneira recomenda-s


e: 100% do agregado
graúdo; 50% da água de amassamento; 100% do cimento; 50% da água de amassamento; 100%
do agregado
miúdo.
Cabe lembrar que a ordem em que os materiais são colocados na betoneira,
influi diretamente na
trabalhabilidade do concreto e na aderência pasta / agregado e, deste modo, na res
istência do concreto.
Transporte
Durante esta fase deverão ser tomadas precauções para
evitar segregação ou perda dos
componentes do concreto. Neste sentido, quando transportado em carrinhos de mão ou
elevadores, dever-
se-á evitar vibrações que possam causar segregação. Concretos de consistência fluída (abati
to > 70 mm
no ensaio de consistência), são facilmente segregáveis neste tipo de transporte.
A perda da trabalhabilidade poderá se dar pela evaporação da água, p
elo início das reações de
hidratação do cimento, pela perda de pasta que fica aderida à betoneira ou, ainda, dev
ido aos elementos
utilizados no transporte. Nestes casos, de forma alguma deverá ser adici
onada mais água à mistura para
melhoria da trabalhabilidade, sem avaliação da necessidade de uma nova dosagem de ma
teriais, sob o risco
de se ter significativa redução da resistência mecânica do concreto quando en
durecido e prejuízo à sua
durabilidade.
O tempo transcorrido entre a retirada de concretos sem aditivos retarda
dores de pega do misturador
e o seu lançamento não deverá exceder a 60 minutos, tendo em vista o início das reações de
idratação dos
compostos do cimento e o conseqüente endurecimento do concreto.
Lançamento
As concretagens deverão ser precedidas de acurada verificação da rigidez dos
moldes, e da geometria
dos moldes e armaduras, em todos seus aspectos. Previamente deverão ser
garantidos a suficiência de
materiais, pessoal e equipamentos, a fim de evitar descontinuidades imprevistas.
Os moldes deverão estar
isentos de qualquer material estranho. O uso de janelas nos moldes, principalmen
te em elementos verticais,
facilitará a limpeza. Caso os moldes sejam absorventes,
os mesmos deverão ser umedecidos
abundantemente para não reterem a água de amassamento do concreto.
O concreto deverá ser lançado o mais próximo possível do local de s
ua aplicação, a fim de evitar
perda de pasta de cimento em transportes sucessivos e impedir o início de pega por
demora no lançamento
definitivo. A altura de queda livre do concreto no lançamento não deverá
exceder 2,0 m sob o risco de
ocorrência de segregação.
Deverão ser tomadas precauções para evitar a perda de homogeneidade e de past
a de cimento do
concreto, fato este que ocorre quando o mesmo é lançado contra as parede
s das formas e armaduras,
resultando em segregação. Utilizar funis, tremonhas ou calhas.
O lançamento do concreto deverá ser feito em camadas sucessivas com altura
entre 40 e 50 cm com
a utilização de adensamento mecânico (vibradores de imersão). Não será permitido o adensame
to manual.
No caso da utilização de vibradores de fôrma salientamos que os moldes dev
em ser dimensionados para
resistir a massa do concreto e as vibrações, sem perder sua rigidez.
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Quando o lançamento for feito através de bombas ou tremonhas, a extremidade


da mesma deverá
estar muito próxima ou praticamente submersa no concreto, e subir à medid
a que a concretagem tenha
andamento. Evitar queda livre do concreto na extremidade do mangote.
Quando houver necessidade de interrupção da concretagem, a posição da junta d
everá ser previamente
determinada, em pontos da estrutura onde os esforços atuantes sejam mínimos. Neste a
specto, recomenda-
se dispor as juntas de concretagem à aproximadamente 1/5 do vão a partir dos apoios,
tanto em vigas como
em lajes.
As superfícies de contato entre o concreto “velho” e o concreto “novo” são suscetí
s à formação de
ninhos de concretagem, caracterizando-se como locais de aderência
deficiente, e poderão afetar a
estanqueidade, resistência mecânica e a durabilidade da estrutura.
Para concretagem em contato direto com o solo, em todas as superfícies de
terra contra as quais o
concreto será lançado deverão ser compactadas e livres de água empoçada, lama ou detritos,
com paredes
preparadas com chapisco de cimento e areia 1/3. Solos menos resistente
s deverão ser removidos e
substituídos por concreto magro ou por solos selecionados e compactados
até a densidade das áreas
vizinhas. A superfície do solo deverá ser convenientemente umedecida antes do lançamen
to.
Qualquer imperfeição ou falha de concretagem deverá ser objeto de e
studos por engenheiro
habilitado e experiente nesta área técnica, não se admitindo uso de materia
is diversos de argamassas
minerais especiais para reparos superficiais ou grautes e micro-concretos aditiv
ados para reparos profundos.
Adensamento
Um mau adensamento resultará não somente na existência de “bicheiras” (ninhos de
concretagem),
bem como em uma redução da resistência mecânica pela presença de ar aprisionado no interio
r da massa.
Em certos pontos as operações de adensamento poderão ser dificultadas pela c
oncentração de armadura
devido à presença de barras de grande diâmetro e/ou em grande quantidade (
armadura densa). Nestes
casos, recomenda-se que seja estudada uma alteração no traço do concreto em função do diâme
ro máximo
do agregado aplicável à estrutura. Não é permitido o adensamento manual, sob qualquer pr
etexto.
Para a utilização do vibrador de imersão (tipo agulha), devem ser tomadas seg
uintes precauções: a) a
altura da camada de concreto a ser adensada deve ter de 40 a 50 cm de altura (co
rrespondente à cerca de ¾
do comprimento da agulha do vibrador); b) quando a camada inferior aind
a estiver em estado plástico, a
penetração da agulha até a mesma assegurará homogeneidade ao concreto das duas camadas,
evitando a
formação de juntas frias; c) a remoção da agulha do vibrador para colocação em outros pont
s da massa de
concreto deve ser feita de forma lenta, a fim de possibilitar ao conc
reto a ocupação completa do espaço
vazio deixado, nunca devendo ser retirada a agulha com o equipamento
desligado; d) o tempo de
adensamento em cada ponto, deve situar-se entre 5 e 15 segundos; e)
deve-se evitar a vibração das
armaduras, sob o risco de prejudicar a aderência das mesmas ao concreto, principal
mente em concretos de
baixa trabalhabilidade; f) deve-se manter a agulha do vibrador distan
te das formas, a fim de evitar a
formação de bolhas na região ou o acúmulo de nata de cimento.
A vibração deve ter duração adequada, uma vibração muito breve pode deixar bicheir
s no concreto,
enquanto que uma vibração muito prolongada pode causar segregação dos componen
tes, afetando a
resistência mecânica da estrutura.
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Cura e proteção do Concreto
Enquanto não atingir endurecimento satisfatório, o concreto deverá se
r protegido contra agentes
prejudiciais, tais como mudanças bruscas de temperatura, secagem, chuva t
orrencial, agentes químicos,
bem como contra choques ou vibrações de intensidade tal que possa produzi
r fissuração na massa do
concreto ou prejudicar a sua aderência à armadura.
A cura terá por objetivo principal manter a água de amassamento no interior
da massa de concreto
durante os primeiros dias, período este que compreende a pega e o início do endureci
mento, ou até que o
desenvolvimento das reações de hidratação tenha alcançado níveis satisfatórios; evitando as
, a formação
de fissuras.
Dependendo das condições locais, dimensões e posição dos elementos, pode
-se optar entre os
seguintes métodos de cura consagrados pela prática: a)lâmina de água; b)cama
da de areia saturada; c)
camada de serragem saturada; d) sacos de pano umedecidos; e)umedecimento das
formas.
A pulverização de água sobre o concreto como método de cura somente
poderá ser empregado
quando houver um controle rigoroso de periodicidade da molhagem, sob o risco de
ocorrência de fissuras no
concreto pela alternância de ciclos molhar / secar.
No caso de cura úmida, o processo deverá iniciar assim que o co
ncreto atingir um grau de
endurecimento satisfatório.
Os tempos ideais de cura do Cimento Portland comum são: tempo mínimo de cur
a: 7 dias; tempo
ideal de cura: 14 dias.
Controle Tecnológico
Deverá ser efetuado controle de qualidade do concreto e de seus
componentes por pessoal
qualificado, os quais seguirão as orientações das NBRs, pertinentes, com esp
ecial atenção à evolução da
resistência mecânica e do módulo de deformação.
Moldes e Escoramentos
Os moldes deverão ser executados rigorosamente conforme as dimensões indica
das em projeto, com
linearidade e prumada perfeitas, incluindo as contraflechas definidas em
projeto, com materiais de boa
qualidade e adequados ao tipo de acabamento que se pretende para as superfícies da
s peças concretadas.
Todos os moldes deverão ser fabricados com materiais estáveis em presença de água, enten
do-se como tal,
aqueles capazes de enfrentar as intempéries em prazo previsto para seu uso.
Tendo em vista que eventuais movimentações dos moldes, entre o mo
mento do lançamento do
concreto e o início da pega, podem causar fissuras na estrutura de concr
eto, os moldes e o escoramento
devem ser rígidos, estáveis e convenientemente contraventados, dimensionados
e projetados de modo a
impedir estas deformações prejudiciais, quer sob a ação dos fatores ambientais (sol, chu
va), quer sob ação
de carregamentos assimétricos, em especial do concreto fresco, considerand
o seu empuxo e o efeito do
adensamento. Os moldes para concreto comum são em madeira compensada res
inada, e os moldes dos
elementos de concreto com acabamento “a vista” são em madeira compensada plastificada.

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Os moldes e escoramentos compõem uma estrutura auxiliar para realizar a e


strutura permanente e
definitiva objeto deste projeto, e é responsabilidade do engenheiro responsável pela
execução da estrutura
definitiva, a quem cabe providenciar sua estabilidade antes, durante e,
pelo prazo necessário, após as
concretagens; sem deformações laterais ou verticais, impedindo, assim, a in
trodução de quaisquer mal
formações na estrutura permanente de concreto. Além disto, deverão ser capazes de auxili
ar a manutenção
das armaduras em suas corretas posições, sem deslocamentos que alterem seus desempen
hos no interior
das peças de concreto.
Nos concretos aparentes deverão ser evitados moldes que apresente
m marcas ou irregularidades
oriundas da esfoliação de painéis de madeira, e rugosidade excessiva
proveniente da ausência de
desmoldantes. Deverá ainda ser tomado cuidado nas emendas dos diversos componentes
dos moldes, bem
como com o emprego de aditivos e desformantes, que poderão causar manchas no concr
eto.
Antes do lançamento do concreto as juntas dos moldes deverão ser
vedadas e as superfícies que
ficarão em contato com o concreto deverão estar isentas de gorduras e impurezas prej
udiciais à qualidade
do acabamento. Os moldes de madeira deverão ser molhados até a saturação.
Descimbramento e Desforma
Os moldes e o escoramento deverão ser mantidos no local o tempo suficient
e para que o concreto
desenvolva as resistências previstas, para evitar a deformação excessiva do
conjunto e conseqüente
formação de fissuras.
Da mesma forma, o carregamento da estrutura poderá se processar
somente quando o concreto
apresentar resistência suficiente.
Sabe-se que a relação entre a tensão e a deformação do concreto é função do
. Sob uma tensão
constante (carga), há um aumento progressivo da deformação com o tempo, sendo que a de
formação final
pode ser bem maior que a deformação que ocorre no momento da aplicação da carga (deformação
elástica
instantânea). Este fenômeno é denominado fluência do concreto. Dentre os inúmeros fatores
que afetam a
fluência de uma peça de concreto, pode-se destacar como um dos mais impo
rtantes à resistência do
concreto no momento da aplicação da carga. Dentro de amplos limites, a f
luência é inversamente
proporcional à resistência do concreto no momento da aplicação do carregamento
. Portanto, todo e
qualquer fator que influir no desenvolvimento da resistência do concreto,
estará, conseqüentemente,
afetando o fenômeno da fluência.
Por tratar-se de estrutura em concreto com vãos acima de 10,0m
é prudente que a estrutura
definitiva de concreto permaneça escorada o maior tempo possível (o tempo que o cron
ograma permitir),
afim de diminuir as deformações iniciais das peças. No caso de se deixar
pontaletes após a retirada do
molde, estes não deverão ser colocados em posições tais que possam produzir esforços contrá
ios àqueles
para os quais a peça foi projetada. Um exemplo comum deste erro é a permanência de esc
oras somente na
extremidade de lajes em balanço, fazendo com que a mesma se comporte como bi-apoia
da; resultando, na
maioria dos casos, em deformações excessivas na peça e fissuras.
No caso presente, o estrado em grelha de concreto do anexo sul, estrutu
ra definitiva e monolítica,
deverá ficar escorado no mínimo 30 dias, contados da conclusão da concretagem.
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Armaduras para Concreto Armado


Todas armaduras serão constituídas em aço CA-50, CA-60 e Cordoalhas
Engraxadas, conforme
especificações constantes no projeto.
Deverão ser evitadas barras de aço estocadas inadequadamente po
r longo tempo devido às
alterações de diâmetro induzidas por corrosão e oxidação. As barras deverão estar
erfeitamente limpas,
sem quaisquer resquícios de materiais graxos e óleos nas superfícies, a fim
de evitar deficiências de
aderência ao concreto.
O armazenamento das barras de aço far-se-á tomando o cuidado de deixar as b
arras afastadas cerca
de 30 cm do solo, que deverá estar coberto por uma camada de brita, a fim de evita
r danos oriundos do
excesso de umidade e agentes biológicos. Além disso, a proteção com filme de
poliestireno (lona preta)
também é recomendada.
As armaduras deverão ser executadas de acordo com o projeto, ob
servando-se rigorosamente as
características do aço, número de camadas, dobramento de estribos e das bar
ras retas ou dobradas. O
espaçamento entre camadas deverá ser de 2cm.
O aparelhamento das barras deverá atentar para os diâmetros de do
bramento de cada bitola,
preconizados pela NBR-6118, para evitar escoamento e fragilização antes da introdução do
s carregamentos
de serviço.
Depois de montadas as armaduras deverão manter suas posições de projeto sem d
eformações até e
durante a concretagem, de maneira a desempenhar suas funções nas seções de concreto.
Cuidados especiais deverão ser tomados para providenciar o cobrim
ento protetor especificado no
projeto, de estribos, armaduras principais e de pele, e extremidade das barras r
etas, a fim de garantir vida
útil compatível com os níveis de agressão do ambiente em que a peça está inserida, e princi
almente das
faces do concreto estrutural arquitetônico com acabamento “a vista”.
Deve-se considerar a rigidez da armadura e as características do elemento
estrutural na definição do
espaçamento e distribuição dos espaçadores, que não deverão distar mais de 1.5m entre si. N
deverão ser
utilizadas barras de aço, brita ou outros elementos semelhantes como espaça
dores entre barras ou entre
barra e moldes. Também não será permitido elevar a armadura após o lançamento do concreto.
Jamais fazer
“garrafa” nas esperas dos pilares, para evitar “engaiolamento” do concreto com a formação d
vazios no pé
destes elementos.
Não cometer excessos na aplicação de líquidos desmoldantes, sob pena de prejudi
ca seriamente o
cobrimento protetor das armaduras.
Estruturas de Aço
As estruturas de aço das escadas, sustentação dos fechamentos laterais, rampa
s e demais estruturas
principais e auxiliares de aço, nas regiões onde não existirão lajes de concreto, serão co
mpostas por treliças
soldadas a partir de perfis de chapa dobrada e perfis laminados de aço ASTM-A35 ou
superior, soldadas com
eletrodos descritos em projeto, indicados para cada tipo de perfil.
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Descrições específicas e particularidades


Nas folhas do projeto estrutural desta obra, apresentamos Not
as Gerais, Seqüência Construtiva, e
Procedimentos, que caracterizam as particularidades e descrições específicas pertinent
es.
Juntas
O projeto estrutural não prevê juntas de dilatação.
Etapas Construtivas
As demais etapas construtivas das estruturas necessárias,
(execução do piso, montagem das
estruturas de aço, rampas, acesso e fechamentos) devem ter início após o d
escimbramento completo da
estrutura.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
5. Fundações e Infraestrutura
5.1. Estacas
5.1.1. Escavação de Estacas – m³
Será medida e paga por volume, considerando o diâmetro de projeto e a pro
fundidade efetivamente
escavada até a cota de assentamento.
5.1.2. Armação de Estacas – kg
Será medido e pago por peso de aço aplicado, de acordo com o quantitativo
de projeto.
5.1.3. Concreto fck = 25MPa – m³
Será medido e pago por volume, considerando a geometria
de projeto e a profundidade
efetivamente escavada. A cota de coroamento da estaca deverá coincidir com a cota
de fundo do bloco.
5.2. Tubulões
5.2.1. Escavação do Fuste – m³
Será medida e paga por volume, considerando o diâmetro de projeto e a pro
fundidade efetivamente
escavada até a cota de assentamento.
5.2.2. Escavação da Base – m³
Será medida e paga por volume, considerando a geometria de projeto – diâmet
ro e altura da base,
descontado o volume do fuste.

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5.2.3. Concreto fck = 25MPa – m³


Será medido e pago por volume, considerando a geometria
de projeto e a profundidade
efetivamente escavada. A cota de coroamento do tubulão deverá coincidir com a cota d
e fundo do bloco.
5.2.4. Armação CA-50 de Tubulões – kg
Será medido e pago por peso de aço aplicado, de acordo com o quantitativo
de projeto.
6. Superestrutura
6.1. Estruturas de Concreto
6.1.1. Formas para Pilares, inclusive travamento (montagem) – m²
Será medido e pago por área da superfície da estrutura que ficará em contato
com a fôrma. O custo
do travamento e do escoramento deve estar embutido no custo unitário proposto.
6.1.2. Formas para lajes e vigas, inclusive travamento (fornecimento e montagem)
– m²
Será medido e pago por área da superfície da estrutura que ficará em contato
com a fôrma. O custo
do travamento e do escoramento deve estar embutido no custo unitário proposto.

6.1.3. Concreto fck = 20MPa – m³


Será medido e pago por volume, considerando a geometria de projeto.
6.1.4. Concreto fck = 25MPa – m³
Será medido e pago por volume, considerando a geometria de projeto.
6.1.5. Armação CA-50 – kg
Será medido e pago por peso de aço aplicado, de acordo com o quantitativo
de projeto.
6.1.6. Armação CA-60 – kg
Será medido e pago por peso de aço aplicado, de acordo com o quantitativo
de projeto.
6.2. Estrutura Metálica
6.2.1. Projeto de Fabricação - cj
Será medido e pago na primeira medição seguinte à aprovação do projeto pela FISC
LIZAÇÃO.
6.2.2. Estrutura Metálica – Telhado – kg
Será medido e pago por peso de estrutura de telhado posta em
obra, com base no projeto de
fabricação aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Serão considerados apenas os pesos dos el
ementos estruturais
principais – perfis, chapas de piso, chapas de solidarização e reforço. Não se
rão medidos os pesos de
parafusos, rebites, soldas, pinos. O custo desses elementos deverá estar diluído no
custo da estrutura.
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6.2.3. Montagem – kg
Será medido e pago por peso de estrutura de telhado montada e pintada,
quando for o caso, com
base no projeto de fabricação aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Serão considerados ape
nas os pesos dos
elementos estruturais principais – perfis, chapas de piso, chapas de sol
idarização e reforço. Não serão
medidos os pesos de parafusos, rebites, soldas. O custo desses elementos deverá es
tar diluído no custo da
estrutura.
6.3. Laje
6.3.1. Laje Treliçada Pré-Moldada – m²
Será medido e pago por área da superfície da estrutura que ficará em contato
com a fôrma.
6.3.2. Tela Soldada Q-92 – m²
Será medida e paga por área da superfície da estrutura que receberá a tela es
pecificada em projeto.
6.3.3. Escoramento em Madeira para Lajes Maciças, 3 usos – m²
Será medido e pago por área da superfície da estrutura escorada que ficará em
contato com a fôrma.
O custo do travamento deve estar embutido no custo unitário proposto.
6.4. Caixa D’Água e Reservatório Inferior
6.4.1. Formas para lajes e vigas, inclusive travamento (fornecimento e montagem)
– m²
Será medido e pago por área da superfície da estrutura que ficará em contato
com a fôrma. O custo
do travamento e do escoramento deve estar embutido no custo unitário proposto.
6.4.2. Concreto fck = 20MPa – m³
Será medido e pago por volume, considerando a geometria de projeto.
6.4.3. Concreto fck = 25MPa – m³
Será medido e pago por volume, considerando a geometria de projeto.
6.4.4. Armação CA-60 – kg
Será medido e pago por peso de aço aplicado, de acordo com o quantitativo
de projeto.

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CADERNO 03
COBERTURA, PAREDES E DIVISÓRIA
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

3.1 LAJE DE CONCRETO PARA TETO JARDIM


Tipo: Concreto armado
Traço: indicado no projeto estrutural.
Armadura: indicado no projeto estrutural.
Aplicação: Lajes de teto do 1º pavimento que receberão plantio de vegetação tipo suculenta.

3.2 LAJE PRÉ-MOLDADA


Características: Indicadas no projeto estrutural. Adotar TR20 para fins de orçamento
.
Aplicação: Lajes de teto do térreo.

3.3 TELHA EM ALUMÍNIO COM ISOLAMENTO ACÚSTICO


Tipo: As telhas serão do tipo Alcoflon Ondulada, tipo “sanduíche”, com recobr
imento duplo, espessura
nominal 5mm, fabricação Alcoa ou similar, sobre estrutura metálica treliçada, com inclin
ação mínima de 10%
para as telhas retas, onde houver, e acabamento “Liso Pintado” em ambas
as faces, na cor branca, com
dimensões indicadas em projeto.
Instalação:
A espessura das telhas e o recobrimento entre elas deverão seguir estr
itamente as recomendações
dos fabricantes e das normas da ABNT pertinentes.
Nos fechamentos de onda – externos e internos –, em todas as sobreposições de
telhas, bem como
em todos os encontros e juntas, deve-se garantir a estanqueidade do conjunto com
aplicação de espuma de
poliéster embebida em betume, com o mesmo formato do perfil da telha, espuma expan
dida, polipropileno
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e/ou polietileno expandido, Proespuma Comércio e Indústria Ltda., ou simila


r, nos encontros e juntas,
escolhida a solução que melhor se aplicar no caso em questão quanto à garan
tia de estanqueidade do
conjunto.
A fixação longitudinal das telhas será feita por hastes ou parafuso
s em aço inox, fabricadas sobre
medida, acompanhadas de arruelas e porcas do mesmo material com arruela de vedação e
m neoprene. O
número de fixadores por conjunto de telhas também deverá seguir o projeto
executivo elaborado pelo
CONTRATADO, devendo haver, pelo menos, 4 fixações transversais por telha,
sempre em suas cumeeiras
(onda alta), com fixações longitudinais espaçadas de, no mínimo, 500mm entre um
conjunto de fixação e
outro.
Não serão admitidas telhas soltas ou mal fixadas à estrutura e umas às outras.

O transporte, recebimento, manuseio, instalação e armazenagem


das telhas deverão seguir
estritamente as recomendações dos fabricantes e das normas da ABNT pertinentes, em e
special NBR 6123 e
NBR 14331, com especial atenção ao tráfego de operários sobre as telhas durante sua inst
alação.
O sistema de isolamento térmico deverá ser próprio para coberturas
em telhas onduladas em
alumínio e exercer simultaneamente as funções de isolar térmica e acusticamente o edifício
de perturbações
externas, de maneira a garantir desempenho técnico e resultado estético adequados.

O item compreende o fornecimento e instalação de painéis em espuma de poliure


tano projetado de
tal maneira que proporcione o perfeito encaixe e o total preenchimento do espaço l
ivre entre o telhado e o
forro. O referido isolamento pode ser fornecido juntamente com as telhas,
desde que atendidas todas as
demais exigências contidas nas presentes especificações.
Aplicação: Cobertura dos prédios

3.4 CALHAS, RUFOS, CUMEEIRAS, CONTRARUFOS E COROAMENTOS

Tipo: Rufos e acabamentos em alumínio e calhas em aço zincado


Instalação:
Deverão ser instalados todos os itens necessários à perfeita estanqueidade d
a cobertura e proteção
dos elementos de fachada. Todos os elementos de acabamento (ru
fos, contrarufos, coroamentos,
cumeeiras, etc) deverão ser em chapa de alumínio dobrada “Alcoflon”, ou similar, espessu
ra mínima 0,5mm,
conforme projeto executivo apresentado pelo CONTRATADO.
As dimensões das chapas, métodos de fixação e extensão do recobrimento entre os e
lementos e as
telhas da cobertura deverão seguir o projeto executivo, além das recomendações
dos fabricantes e das
normas da ABNT pertinentes.
Nas sobreposições de elementos lisos como rufos, contrarufos, arre
mates e cumeeiras lisas, serão
empregados de dois a três cordões de massa de vedação para evitar a infiltração, por capila
idade, da água.
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Deverá ser aplicada massa de vedação pastosa, aderente, isenta de óleo, impermeável e endu
recedora, EC-
981 da marca 3M do Brasil Ltda., ou similar.
Esse item compreende ainda o fornecimento e instalação de
calhas em aço zincado para
recolhimento de águas pluviais com inclinações mínimas iguais às indicadas em projeto, des
de que maiores
que 1%. As calhas devem ser instaladas em todo o perímetro da cobertura, em seu ba
nzo superior e com
caimentos para as tubulações de queda, conforme projeto apresentado pelo CONTRATADO.

As calhas, rufos, contrarufos, coroamentos e demais elementos da cober


tura deverão ser instaladas
pela mesma equipe especializada que instalará as telhas. Essa exigência deve-se ao g
rau de complexidade da
cobertura, que demanda completa harmonia e perfeitos encaixes entre as peças.

PAREDES E DIVISÓRIAS
Os desenhos de arquitetura indicam as paredes de concreto, alvenarias,
divisórias fixas e amovíveis e
outras, suas posições, medidas e acabamentos.

 As paredes de alvenaria serão executadas com tijolos cerâmicos de


1 categoria, 10 x 20 x 20cm,
conforme NBR 8545 e 7200, com acabamento em pintura, fórmica ou cerâmica.
As paredes divisórias compreendem as que serão instaladas nos san
itários e copas e as divisórias
amovíveis que definem as salas de trabalho.

3.5 PAREDES

3.5.1. De alvenaria de tijolos furados de barro


Normas: NB-788/83 - Execução de alvenaria sem função estrutural de tijolos e blocos cerâmi
cos (NBR-8545),
EB-20/83 Bloco cerâmico para alvenaria (NBR-7171).
Todas as paredes indicadas nos projetos serão executadas em alvenaria de
tijolos furados, de acordo
com as espessuras indicadas em planta, exceto quando discriminado de outra forma
.
As paredes de alvenaria serão executadas de acordo com a NB-788/83 - Exe
cução de alvenaria sem
função estrutural de tijolos e blocos cerâmicos (NBR-8545), com os seguintes destaques
:
• nível, prumo e alinhamento rigorosos;
• tijolos cerâmicos de primeira categoria, 10x20x20cm;
• há locais em que as paredes serão executadas com alvenaria de meia vez, 10cm
, espessura final com
revestimento em argamassa = 15cm;
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• há locais em que as paredes serão executadas com alvenaria parede de uma vez
, 20 cm, espessura
final com revestimento em argamassa = 25cm.
As alvenarias deverão obedecer fielmente às dimensões, alinhamentos e
espessuras indicadas nos
projetos;
Apresentarão dimensões uniformes, faces planas e arestas vivas. Porosidade
específica inferior a 20%
e serão de primeira qualidade e de procedência conhecida e idônea, bem cozidos, com te
xtura homogênea,
não vitrificados, compactos, sonoros, suficientemente duros para o fim a
que se destinam, isentos de
fragmentos calcários ou outro qualquer corpo estranho.
Nas alvenarias serão usados tijolos de 8 furos com limite de compressão mai
or ou igual a 35kgf/cm²,
(satisfazendo a EB-20).
Tipo: Tijolo com oito furos.
Dimensões: 20x20x10 cm.
Assentamento: Assentamento com as peças umedecidas, juntas de 15mm, desen
contradas, preenchidas
com argamassa de cimento, cal e areia, traço 1:2:9. As arestas devem ser aprumadas
e niveladas;
Execução: Prever a execução de todos os reforços necessários (percintas, para-peitos, respa
dos, pilaretes de
muros, etc.) para travamento das paredes e vergas/contravergas de concreto armad
o em aberturas.
As paredes de vedação, sem função estrutural, serão apertadas sob vigas e lajes c
om argamassa com
expansor para altura aproximada de 3 cm; com cunhas de concreto pré-fabricadas par
a altura aproximada
de 8 cm e com tijolos dispostos obliquamente para altura de 15 cm. Este respaldo
só poderá ser executado
depois de decorridos 8 dias de concluído o pano de parede.

Aplicação: Nas paredes indicadas em projeto.


Observações:
1. Amostras deverão ser submetidas à FISCALIZAÇÃO para aprovação.
2. Nos ambientes climatizados em que estiver previsto zoneamento, as área
s demarcadas no projeto
de ar condicionado, executar alvenaria até a laje para garantir a estanqu
eidade requerida.
3. Os materiais componentes da argamassa deverão observar rigoros
amente as especificações
constantes nas Normas sobre: aglomerantes, agregados e água. Igualmente d
everá ser observado, no
que couber, a NBR-7200 (NB-231).
4. O controle tecnológico das argamassas de assentamento e de r
evestimento será exercido por
laboratório especializado contratado pelo CONTRATADO, com aprovação da FISCAL
IZAÇÃO.
5. Não será permitida a mistura manual. Não será permitido o uso de saibro.
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3.5.2. De alvenaria de tijolos maciços de barro
Normas: normatizados pela NBR-7170 e padronizados pela NBR-8041.
Tipo: Tijolo maciço de cerâmica.
Dimensões: 20x10x5cm.
Execução:
As paredes de vedação, sem função estrutural, serão apertadas sob vigas e lajes
com argamassa com
expansor para altura aproximada de 3 cm; com cunhas de concreto pré-fabricadas par
a altura aproximada
de 8 cm e com tijolos dispostos obliquamente para altura de 15 cm. Este respaldo
só poderá ser executado
depois de decorridos 8 dias de concluído o pano de parede.
O assentamento dos tijolos ou blocos deverá ser efetuado com argamassa i
ndustrializada apropriada,
devendo as suas fieiras serem executadas alternadamente, permitindo a amarração das
mesmas. Poderá ser
utilizado aditivo para dar trabalhabilidade à argamassa em substituição a cal.
Em todas as alvenarias a serem revestidas, será aplicado chapis
co/emboço/reboco com espessura
média total de 2,5 cm, que devidamente desempenado, liso e nivelado est
ará pronto para receber o
revestimento.
As alvenarias recém-terminadas deverão ser mantidas ao abrigo das chuvas.

Não assentar tijolos encharcados, ou sobre a ação direta de chuvas, para evi
tar a reação de eventuais
sulfatos dos tijolos com álcalis do cimento dando lugar a eflorescências.
As fiadas serão niveladas, alinhadas e aprumadas perfeitamente. As junta
s terão a espessura máxima
de 15mm e serão rebaixadas, à ponta de colher, para que o emboço possa aderir fortemen
te à parede.

Aplicação: Nos apertos das paredes de alvenaria.

3.5.1. De blocos de concreto


Normas: NBR 7173:1982, NBR 5712:1982, NBR 6136:1994, NBR8798:1985, NBR8949:1985,
NBR9287:1986,
NBR10837:19889.
Tipo: Bloco em concreto com função estrutural.
Dimensões: 15x20x40 cm, designação M-15.
Assentamento: Argamassa industrializada para alvenaria fabricada à base de
cimento Portland, minerais
pulverizados, cal hidratada, areia de quartzo termotratada e aditivos especiais.
A resistência à compressão
aos 28 dias entre os limites de 4 a 8 Mpa.
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Execução:
O acabamento da parede estrutural em bloco de concreto de
verá ser com argamassa tipo
“Reboco”, acabamento liso, desempenado, camurçado. A alvenaria de blocos vaza
dos de concreto será
construída de forma a não ocorrerem obstruções nos furos. O padrão de assentamento deverá s
r de junta
amarrada. A armadura deverá ser colocada na base e no topo e preenchida com graute
.
Aplicação: Contenções e arrimos, além das paredes indicadas em projeto.

3.6 DIVISÓRIAS

3.6.1 Amovíveis

Normas: NB-345/81 - Divisória modular vertical interna (NBR-5721), MB-2179/85 - Pa


redes e divisórias sem
função estrutural - determinação da resistência ao fogo (NBR-10636).
Os desenhos de arquitetura indicam suas posições, quantidades e medidas.

3.6.1.1 Tipo: DV2


Compreende o fornecimento e a instalação de divisórias do tipo pis
o a teto com espessura de no
mínimo, 35mm (trinta e cinco milímetros), estruturada com miolo em réguas v
erticais de aglomerado de
madeira enchido em lã de vidro, requadrado em madeira maciça com , no mín
imo 50mm (cinquenta
milímetros) de espessura/largura, montante duplo e rodapé duplo, para passa
gem de fiação elétrica,
eletrônica e de telefone em ambos, em perfis de alumínio anodizado ao natural e sis
tema de encaixes sem
parafusos aparentes, revestimento em laminado de fenólico melamínico texturizado, co
r ovo.
Divisórias tipo painel/vidro liso/painel, painel/vidro liso/
vidro liso ou painel/vidro liso/vidro
canelado, com tipos, medidas e padrões de montagem mostrados em projeto.
Vidros: incolores, temperados, com selo blindex de segurança e espessura de 6 mm c
ada.

3.6.1.2 Tipo: DV3


Compreende o fornecimento e a instalação de divisórias do tipo pis
o a teto com espessura de no
mínimo, 35mm (trinta e cinco milímetros), estruturada com miolo em réguas v
erticais de aglomerado de
madeira enchido em lã de vidro, requadrado em madeira maciça com , no mín
imo 50mm (cinquenta
milímetros) de espessura/largura, montante duplo e rodapé duplo, para passa
gem de fiação elétrica,
eletrônica e de telefone em ambos, em perfis de alumínio anodizado ao natural e sis
tema de encaixes sem
parafusos aparentes, revestimento em laminado de fenólico melamínico texturizado, co
r ovo.
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Divisórias tipo, painel/painel/painel, com tipos, medidas e padrões


de montagem mostrados em
projeto.

3.6.1.3 Tipo: DV4


Compreende o fornecimento e a instalação de divisórias do tipo pis
o a teto com espessura de no
mínimo, 35mm (trinta e cinco milímetros), estruturada com miolo em réguas v
erticais de aglomerado de
madeira enchido em lã de vidro, requadrado em madeira maciça com , no mín
imo 50mm (cinquenta
milímetros) de espessura/largura, montante duplo e rodapé duplo, para passa
gem de fiação elétrica,
eletrônica e de telefone em ambos, em perfis de alumínio anodizado ao natural e sis
tema de encaixes sem
parafusos aparentes, revestimento em laminado de fenólico melamínico texturizado, co
r ovo.
Divisórias tipo, painel/painel/painel, com revestimento de tecido
de alumínio com sistema para
absorção de diferenças de altura do pé-direito.
Tipo do tecido: Revestimento com tecido Lã Flora (TH) – composição: tecido 100%. Pura lã t
ingida na cor a
ser definida pela fiscalização. Gramatura: 350 – em torno de 20g/m2.
Desenho: crepe
Aplicação: Parede da Sala multimídia.

3.6.1.4 Tipo: Portas


Compreende o fornecimento e a montagem de conjunto de porta, composta
por painéis sanduiche,
formado por duas chapas de compensado de 6mm (seis milimetros) e miolo em colme
ia(Honeycomb), com
encabeçamento maciço de madeira de no mínimo, 5cm, e revestimento laminado
fenólico melaminico,
medindo 0,90m x 2,10m e de bandeira ( ou em placa de aglomerado em madeira do me
smo padrão da porta
– ou vidro liso/canelado, intercalado ou painel envidraçado) com instalação de
fechadura (ref. 030/120 –
acabamento CR) e dobradiças 3 x 3 latao 6 furos (ref. 85), tipo La Fonte ou simi
lar, que necessariamente
serão fornecidas juntamente com as portas, conforme projeto.
3.6.2 Divisória em Gesso acartonado
Fornecimento e instalação de divisória de gesso acartonado, com perfis de aço galvanizad
o, com estrutura
dupla, conforme projeto de arquitetura.
Divisória: Chapas de gesso acartonado que atendam às normas NBR-14715, NBR
-14716 e NBR-14717 da
ABNT, do tipo Standard nas dimensões de 12,5mm de espessura, 1,20m de lar
gura e de 1,80 a 3,00m de
comprimento.
Montantes: Os montantes deverão ser duplos, tipo C90, montados com espaçamento de 0,
40m entre eles.
Sua fixação, no teto e no piso, deverá seguir as recomendações do fabricante.

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Observações: As paredes de gesso acartonado só poderão receber revestimento após


o tratamento das
juntas e dos cantos.
Aplicação: Diversos locais, conforme projeto de arquitetura, prancha - DET. 15/20.

3.6.3 De sanitários e vestiários

Os sanitários e vestiários foram organizados com divisórias de granito, espessura 3cm.


Boxes dos sanitários e
vestiários, h=1.80m do piso acabado.
Tipo: Granito Verde pavão para os sanitários e Cinza Andorinha para os vestiários.
Espessura: 3cm
Acabamento: Polimento em todas as faces e arestas aparentes, de forma
que apresentem superfícies
planas, lisas, isentas de trincas ou defeitos inclusive de coloração da peça.
Execução: Fixação das peças no piso e na parede com argamassa traço 1:3 de cimento e areia,
profundidade
2cm;
Conexões entre peças com pinos de latão ou aço inoxidável colados nos furos com “iberê”, in
s.
Rejuntamento: Da Quartzolit na cor do granito.
Aplicação: Sanitários e vestiários conforme projeto de arquitetura.
Observações:
1. A locação e dimensões das placas de granito estão definidas nos detalhes de arqui
tetura.
2. Os furos para a colocação das ferragens deverão ser feitos com brocas novas para
não lascar ou quebrar
as divisórias, que deverão ser colocadas após o término das instalações sanitári
e ter um perfeito
acabamento com o revestimento e pavimentação.

3.7 FECHAMENTO LATERAL COM PLACA CIMENTÍCIA

Os fechamentos superiores das fachadas serão executados com placas cimentícias, conf
orme detalhamento
de projeto. O Sistema de fixação das placas está incluso no item.
Tipo: Placa cimentícia Eterplac branca, da Eternit, ou similar. Deve atender à ISO 8
336, Classe A III.
Espessura: 10mm
Execução e acabamento: Fixação das peças e detalhes de acabamento conforme projetos de arq
uitetura.

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3.8 PAINEL EM GESSO

Fornecimento e instalação de painel em módulos de gesso acartonado com acabamento em p


intura acrílica.
Tipo: Gesso acartonado nas medidas de 60cm x 42cm
Espessura: 2 a 5cm
Execução e acabamento: Fixação das peças e detalhes de acabamento conforme projetos de arq
uitetura (PR
15/20).
Aplicação: Recepção
Observações:
1. A locação e dimensões dos módulos estão definidas nos detalhes de arquitetura.
2. Após a fixação das peças elas deverão ser lixadas, receber 01 demão de
elador e logo após duas
demãos de tinta acrílica na cor branco neve.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
7. Cobertura e Proteções
7.1. Cobertura de Telha Alumínio (fornecimento e instalação) – m²
Será medido e pago por área da superfície da telha em projeto, ou seja, não s
erá considerada sua
inclinação. Este custo deve estar embutido no custo unitário proposto.
7.2. Calha em chapa de aço galvanizado – m
Será medida e paga por metro linear de calha efetivamente for
necida e instalada, conforme
especificações técnicas e fixações inclusas.
7.3. Rufo em chapa de alumínio (0,65x250mm) – m
Será medido e pago por metro linear de rufo efetivamente forn
ecido e instalado, conforme
especificações técnicas e fixações inclusas.
7.4. Fechamento Lateral com Placa Cimentícia – m²
Será medido e pago por área de placa cimentícia instalada. O cus
to dos acessórios e suportes de
fixação devem estar embutidos no custo unitário proposto.
9. Paredes e Painéis

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9.1. Parede de Alvenaria


9.1.1. Alvenaria de Tijolos Maciços ½ vez – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as paredes inteiramente executa
das pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
9.1.2. Alvenaria de tijolos furados de ½ vez – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as paredes inteiramente executa
das pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
9.1.3. Alvenaria de tijolos furados de 1 vez – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as paredes inteiramente executa
das pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
9.1.4. Alvenaria de tijolos de bloco de concreto (15cm) – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as paredes inteiramente executa
das pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
9.2. Divisórias
9.2.1. Divisórias Tipo Piso a Teto – Mista (DV2) – m²
Será medida e paga por metro quadrado a divisória inteiramente f
ornecida e montada pelo
CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas.
9.2.2. Divisórias Tipo Piso a Teto – Cega (DV3) – m²
Será medida e paga por metro quadrado a divisória inteiramente f
ornecida e montada pelo
CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas.
9.2.3. Divisórias Acústicas com revestimento em tecido – m²
Será medida e paga por metro quadrado a divisória inteiramente f
ornecida e montada pelo
CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas.
9.3. Divisórias em Granito
9.3.1. Divisória em Granito Cinza Andorinha – m²
Será medida e paga por metro quadrado a divisória inteiramente e
xecutada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
9.3.2. Divisória em Granito Verde Pavão – m²
Será medida e paga por metro quadrado a divisória inteiramente e
xecutada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
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9.4. Divisórias em Gesso


9.4.1. Divisória em Gesso Acartonado – m²
Será medida e paga por metro quadrado a divisória em gesso acartonado int
eiramente fornecida e
montada pelo CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas.
9.5. Painel em Gesso
9.5.1. Painel em Bloco de Gesso Irregulares – m²
Será medido e pago por metro quadrado o painel inteiramente fornecido e montado pe
lo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas.

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CADERNO 04
PISOS, CONTRAPISOS E RODAPÉS
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

4.1 ÁREA EXTERNA

4.1.1 PREPARAÇÃO PARA PAVIMENTAÇÃO

PREPARAÇÃO DA BASE
Toda área a ser pavimentada (pistas de acesso e estacionamentos) deverá te
r o subleito regularizado
e compactado. Consistirão em serviços de corte, carga, transporte, descarga e aterro
s indispensáveis, assim
como substituição dos materiais instáveis por material apropriado de acordo com o proj
eto do pavimento.
Nos aterros, os solos a serem utilizados deverão ter característic
as uniformes e possuir qualidades
iguais ou superiores às do material previsto no projeto do pavimento; em qualquer
caso, não será admitida a
utilização de solos turfosos, micáseos ou que contenham substâncias orgânicas.
Concluída a compactação, a superfície deverá ser regularizada com moton
iveladora, de modo que
assuma a forma determinada pela seção transversal e demais elementos do projeto, sen
do comprimida com
equipamento adequado, até que se apresente lisa e isenta de partes solt
as ou sulcadas. O material a ser
usado na base deverá ser uniforme, homogêneo e possuir características iguais ou super
iores às do material
previsto no projeto do pavimento (CBR>20).
O sub-leito sobre o qual será executada a base, deverá
estar perfeitamente regularizado e
consolidado.
O material umedecido e homogeneizado será distribuído de forma re
gular e uniforme em toda a
largura do leito, de tal forma que, após a compactação, sua espessura não exceda de 15 c
m.
A compactação será procedida por equipamento adequado ao tipo de solo de tal
maneira que atinja
o grau de compactação aprovado pela fiscalização.
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Concluída a compactação, a superfície deverá ser regularizada com motoni


veladora, de modo que
assuma a forma determinada pela seção transversal e demais elementos do projeto, sen
do comprimida com
equipamento adequado, até que se apresente lisa e isenta de partes soltas ou sulca
das.

GUIAS

Tipo: Guias de concreto pré-moldadas e sarjetas de concreto moldadas in


loco e outros elementos de
transição de pisos, com dimensões de 10 cm de largura e 15 de altura.
Execução: Construção de sarjeta de concreto 12 Mpa com brita 1 e 2, em forma de madeira
e assentamento
de guias com argamassa de cimento e areia.
Aplicação: Em toda a extensão das calçadas internas e externas, indicados no projeto de
arquitetura.
Observação: Antes da execução da pavimentação, deverá ser
ita amostra para aprovação da
FISCALIZAÇÃO.
As guias deverão ter as dimensões de projeto e serão assentes sobre uma base de concre
to com largura de
30 cm e espessura uniforme de 10 cm.
O assentamento das guias deverá ser feito antes de decorrida uma hora
do lançamento do concreto na
forma.
As guias serão escoradas nas juntas por meio de blocos de concreto (bo
las) com a mesma resistência da
base.
As juntas serão preenchidas com argamassa de cimento e areia com traço de 1:3. A fac
e exposta da junta
será dividida ao meio por um friso de aproximadamente 3 mm de diâmetro, normal ao pl
ano do piso.
A faixa de 1,00 m contígua às guias deverá ser aterrada com material de boa qualidade.

4.1.2 PISO DE CONCRETO CIMENTADO ÁSPERO - CALÇADAS


Tipo: Concreto usinado espessura 7 cm, consumo de cimento de no mínimo
250 Kg/m³, acabamento
conforme indicado em projeto, com juntas na modulação de 1 ½ vez a largur
a da calçada ou conforme
indicado em projeto.
Armadura: Tela Telcon.
Execução: Instalação de lona plástica e tela, espalhamento, desempenamento e alisamento de
concreto na
espessura indicada em projeto.
Aplicação: Calçadas internas, calçada externa no perímetro do lote e demais áreas indicad
s na planta de
piso – pavimento térreo – prancha detalhamento 003/020.
Observações: Antes da execução da pavimentação, deverá ser
ita amostra para aprovação da
FISCALIZAÇÃO.
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O concreto a ser utilizado na execução das calçadas deverá apresentar um con


sumo de cimento de no
mínimo 250 Kg/m³. O preparo do concreto será feito sempre em betoneiras que poderão esta
r localizadas
no canteiro de serviço ou em instalações centrais fixas ou montadas em caminhões.
As calçadas serão executadas com espessura mínima de 6 cm e largur
as conforme indicadas no
projeto. Deverão ser apoiadas em lastros de pedra britada devidamente co
mpactados com espessura
mínima de 5 cm.
As calçadas terão caimentos, em direção às guias, não inferiores a 0,5%.
As juntas serão de madeira com espessura de 1 cm e altura igual a camada
de concreto.
O acabamento deverá ser do tipo desempenado áspero, obtido com desempenadei
ra de madeira.

4.1.3 PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA


Normas: Conforme recomendações e normas dos órgãos competentes de cada cidade.
Tipo: Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ).
Traço: Conforme recomendações e normas dos órgãos competentes de cada cidade para estacion
amento.
Espessura: 5 cm.
Aplicação: Acesso da edificação.
Observações: Com a base de solo devidamente regularizada e consolidada, a superfície d
everá ser lançado o
pavimento com espessura e larguras indicadas no projeto.
O fornecimento, transporte incluso, e aplicação de concreto betuminoso usin
ado a quente ocorrerá de
acordo com as especificações a seguir descritas. Deverá seguir ainda o cont
ido na Norma Rodoviária n
031/2006-ES do Dnit.
As vias a serem executados em pavimento flexível ou as áreas a terem sua pa
vimentação recomposta
deverão ter seu revestimento em CBUQ. A espessura da capa em CBUQ deverá ser de 5cm.

Todo o carregamento de cimento asfáltico que chegar à obra deve


apresentar por parte do
fabricante/distribuidor certificado de resultados de análise dos ensaios d
e caracterização exigidos pela
especificação, correspondente à data de fabricação ou ao dia de carregamento para transpor
te com destino
ao canteiro de serviço, se o período entre os dois eventos ultrapassar d
e 10 dias. Deve trazer também
indicação clara da sua procedência, do tipo e quantidade do seu conteúdo e distância de tr
ansporte entre a
refinaria e o canteiro de obra.
Os equipamentos a serem utilizados deverão atender ao disposto na Norma R
odoviária n 031/2006-
ES do Dnit.
O cimento asfáltico de petróleo deverá ser do tipo CAP-50/70. Os a
gregados deverão atender ao
disposto na mencionada norma do Dnit e, em termos granulométrico, atender a faixa “C”
da mesma norma.
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Não será permitida a execução dos serviços em dia de chuva. Sendo dec
orridos mais de sete dias
entre a execução da imprimação e a do revestimento, ou no caso de ter havido trânsito sobr
e a superfície
imprimada, ou, ainda ter sido a imprimação recoberta com areia, pó-de-pedra, entre out
ros, deve ser feita
uma pintura de ligação. Este serviço deverá atender ao disposto na Norma Rodoviária n 307/
7-ES do Dnit.
A distribuição do concreto asfáltico deve ser feita por equ
ipamentos adequados, conforme
especificado na Norma Rodoviária n 031/2006-ES do Dnit. Caso ocorram irre
gularidades na superfície da
camada, estas devem ser sanadas pela adição manual de concreto asfáltico, s
endo esse espalhamento
efetuado por meio de ancinhos e rodos metálicos. Após a distribuição do conc
reto asfáltico, tem início a
rolagem. Como norma geral, a temperatura de rolagem é a mais elevada q
ue a mistura asfáltica possa
suportar, temperatura essa fixada, experimentalmente, para cada caso. Ca
so sejam empregados rolos de
pneus, de pressão variável, inicia-se a rolagem com baixa pressão, a qual deve ser aum
entada à medida que
a mistura seja compactada, e, conseqüentemente, suportando pressões mais elevadas. A
compactação deve
ser iniciada pelos bordos, longitudinalmente, continuando em direção ao eix
o da pista. Nas curvas, de
acordo com a superelevação, a compactação deve começar sempre do ponto mais baixo para o p
onto mais
alto. Cada passada do rolo deve ser recoberta na seguinte de, pelo menos, metade
da largura rolada. Em
qualquer caso, a operação de rolagem perdurará até o momento em que seja at
ingida a compactação
especificada. Durante a rolagem não são permitidas mudanças de direção e inversões bruscas
da marcha,
nem estacionamento do equipamento sobre o revestimento recém-rolado. As r
odas do rolo devem ser
umedecidas adequadamente, de modo a evitar a aderência da mistura.
Os revestimentos recém-acabados devem ser mantid
os sem tráfego, até o seu completo
resfriamento.
Caberá ao CONTRATADO o fornecimento dos resultados dos ensaios previstos
nos itens 7.1 e 7.2 da
Norma Rodoviária n 031/2006-ES do Dnit.
A FISCALIZAÇÃO realizará a verificação da espessura da camada de revestimento e d
o alinhamento da
pavimentação por meio topográfico.
Deverão ser fornecidos PELO contratado os ensaios de controle tecnológico d
a usina de produção do
CBUQ referentes às partidas do produto aplicado na obra.
Reitera-se que o custo unitário proposto deverá incluir, além dos serviços espe
cificados, o transporte
do material.

8.20.1. Sub-base
Esse serviço deverá seguir, além do aqui descrito, ao contido na Norma Rodoviár
ia n ES-301/97 do
Dnit.
Após as operações de mistura, pulverização e umedecimento ou secagem, s
erão realizados o
espalhamento e a compactação do material. A sub-base deverá ser executada na espessura
total de 0,20m,
em duas camadas de 0,10m, após compactadas. O material deverá obedecer:
- Índice de Suporte Califórnia (ISC) > 20;
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- expansão máxima de 1,0%.


O material a ser utilizado para sub-base encontra-se próximo ao
canteiro de obras, devendo-se
considerar uma distância média de transporte de 500m. Assim, o custo unitár
io proposto deverá incluir,
além dos serviços especificados, a carga e o transporte do material.
8.20.2. Base
Esse serviço deverá seguir, além do aqui descrito, ao contido na Norma Rodov
iária n ES-303/97 do
Dnit.
Após as operações de mistura, pulverização e umedecimento ou secagem,
serão realizados o
espalhamento e a compactação do material. A base deverá ter espessura total de 0,20m,
em duas camadas
de 0,10m, após compactadas. O material deverá obedecer:
- Índice de Suporte Califórnia (ISC) > 60%;
- expansão máxima de 0,5%.
O custo unitário proposto deverá incluir, além dos serviços especificados, a c
arga e o transporte do
material. O CONTRATADO deverá utilizar material estocado próximo ao canteiro, numa d
istância média de
transporte de 500m.
Não será admitido o tráfego sobre a base acabada sem imprimação. Também não será
tida a
realização de serviços em dias de chuva.
8.20.3. Imprimação
Consiste no fornecimento, transporte incluso, e aplicação de material betu
minoso para imprimação
da base acabada. Esse serviço deverá seguir, além do aqui descrito, ao con
tido na Norma Rodoviária n
031/2006-ES do Dnit.
Esse serviço deverá seguir, além do aqui descrito, ao contido na Norma Rodov
iária n ES-306/97 do
Dnit.
Sobre a base acabada, o CONTRATADO deverá executar imprimação com material b
etuminoso, que
poderá ser asfalto diluído CM-30 ou CM-70 ou alcatrão AP-2 a AP-6. A taxa mínima de apli
cação da pintura
será de 1,0 litro/m². O CONTRATADO deverá apresentar certificado de análise do ligante e
deverá informar o
tipo, procedência, quantidade e distância de transporte entre refinaria e canteiro.
Antes da aplicação da imprimação, deverá ser providenciada varredura manual ou m
ecânica da base.
Em seguida, será efetuada a aplicação do material, respeitando-se a taxa de consumo es
pecificada. Todo o
serviço deverá ser realizado no mesmo dia, tomando-se o cuidado para não s
erem deixadas áreas sem
imprimação.

4.1.4 PISO INTERTRAVADO DE CONCRETO


Cor: cinza
Espessura: 08 cm
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

Resistência: 35 Mpa.
Dimensões: 10.5 x 21 cm.
Referência: Linha Holand Natural.
Fabricante: Maski ou equivalente.
Aplicação: Garagem e áreas de estacionamento.
Observações:
Os serviços de reaterro para execução do subleito e sub-base deverão utilizar
material proveniente
da escavação da própria obra.
O caimento do pavimento acabado deverá respeitar as indicações de p
rojeto e será dado pelo
subleito, o qual terá espessura variável. As camadas de base e sub-base terão espessur
a constante.
Após o acerto do greide do subleito, proceder-se-á à escarificação geral na profu
ndidade de 0,20m,
seguida de pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento.
Para a sub-base, após as operações de mistura, pulverização e umedecime
nto ou secagem, serão
realizados o espalhamento e a compactação do material. A sub-base deverá ser executada
nas espessuras
determinadas pelas cotas do greide final, em média de 0,20 m, em duas
camadas de 0,10m, após
compactadas. O material deverá obedecer:
• Índice de Suporte Califórnia (ISC) > 20;
• expansão máxima de 1,0%.
A base será constituída por areia ou pó de pedra, com 0,05m de e
spessura, antes e depois da
compactação. Será compactada com utilização de placa vibratória, tomando-se o cui
ado de impedir o
tráfego sobre a base de areia, após compactada.
Deverão ser fornecidos blocos intertravados de concreto, sextavados, para
tráfego médio, espessura
de 0,08m, assentados conforme discriminado a seguir. Os blocos deverão s
er pré-fabricados, seguindo o
constante na NBR-9781, e apresentar resistência à compressão aos 28 dias igual ou supe
rior a 35MPa.
Os blocos deverão ser assentados a partir de um meio-fio lateral e devem
ser dispostos próximos o
suficiente entre si, de maneira a garantir o intertravamento - as juntas entre a
s unidades vizinhas não devem
exceder a 3 mm. O assentador deve-se posicionar sobre a área já pavimentada e a colo
cação feita de forma
cuidadosa, a fim de evitar tanto o deslocamento de blocos já assentados como o des
nivelamento da camada
de areia. O acabamento próximo do meio-fio ou de outras interrupções do pavimento (bue
iros e caixas de
inspeção, por exemplo) é feito com blocos serrados ou cortados, observando que eles de
vem ter a dimensão
mínima de um terço da peça inteira. Junto das interrupções é necessário que os blocos fique
igeiramente
elevados (3 mm) em relação ao nível geral da pavimentação.
Concluído o assentamento, o pavimento deve então ser submetido à ação de uma plac
a vibratória
para adensamento da areia e eliminação de eventuais desníveis. Duas, ou no máximo três, pa
ssadas sobre o
mesmo ponto são suficientes para que se conclua essa etapa. Deve-se cui
dar para que a vibração seja
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realizada a uma distância mínima de 1 m dos blocos não confinados (que não
estejam limitados por uma
guia, sarjeta ou sarjetão).
Durante a vibração, uma camada de areia fina deve ser espalhada
sobre a superfície, a fim de
garantir o preenchimento completo dos espaços das juntas do pavimento e conseqüente
intertravamento
dos blocos, fator importante para o desempenho adequado do pavimento. Os pequeno
s espaços existentes
entre eles e as bordas de acabamento devem ser preenchidos com argamassa de cime
nto e areia.

4.1.5 PISO INTERTRAVADO DE CONCRETO - ACESSIBILIDADE


Cor: amarelo
Espessura: 06 cm
Resistência: 35 Mpa.
Dimensões: 20 x 20 cm.
Referência: Linha Podotátil Alerta Amarelo.
Fabricante: Maski ou equivalente.
Aplicação: Próximo à vaga de PNE.
Observações: Durante a execução dos serviços, os mesmo cuidados descritos no item
anterior devem ser
observados.

4.2 ÁREA INTERNA

4.2.1 CONTRAPISO
Traço: Cimento/areia lavada: traço 1:3, lançado diretamente sobre a laje, ou
poderá ser executado sobre
uma base de concreto não estrutural.
Dimensões: Espessura média de 25mm a qual não poderá ser, em nenhum ponto, inferior a 15
mm.
Acabamento: Desempenado camurçado do próprio contrapiso, ainda em estado plástico.
Aplicação: Locais de revestimentos de piso cerâmico, granito.

4.2.2 PISO ELEVADO

Placas: Piso elevado em AÇO, modelo AX – 1000 – em placas.


Dimensões: 600mm x 600mm
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Altura: 15 cm.
Revestimento Superior: piso em laminado fenólico melamínico com padrão: madeira
Fabricantes: Axxion ou equivalente.
Aplicação: Nas áreas de escritório.
Rodapé: No padrão do piso especificado acima.
Observações:
1. Prever acabamentos como testeira.
2. Todo material assentado em base não regularizada (imper
feições e desnivelamentos) será
automaticamente recusado pela FISCALIZAÇÃO.
3. Fornecer quantidade de saca-placa suficiente.
4. Para o revestimento superior em laminado fenólico melamínico, ob
servar as recomendações dos
fabricantes.
5. A junção do piso elevado com o piso de granito será feita por meio de perfi
l de alumínio em T, nos
locais indicados em projeto. O custo do perfil em alumínio deverá
estar embutido no custo do piso
elevado.

4.2.3 GRANITO EM PLACAS

Tipo: Piso granito Verde Pavão em placas de 60 x 60 x 2 cm.


Assentamento: Argamassa Quartzolit ou similar sobre superfície nivelada.
Rejuntamento: Da Quartzolit ou similar.
Aplicação: Hall de entrada, áreas de circulação, banheiros sociais e copas.
Rodapé: Granito, polido em 2 faces, com dimensões de :
• 30x91,6x2cm, com juntas secas e perfeitamente alinhadas com o piso no ha
ll de entrada e circulação;
• 30x90x2cm, com juntas secas e perfeitamente alinhadas com o piso dos ban
heiros sociais.
Assentamento: Aplicar nata de cimento em toda a face inferior da pedra. Assenta
r sobre farofa de cimento,
areia e cal. Nivelamento das peças primoroso tomados previamente por meio de ap
arelho e conferido à
régua. Peças da mureta assentadas com Quartzolit ou similar.

Observações:
1. As pedras deverão ser aprovadas pela FISCALIZAÇÃO antes do fornecimento.
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2. Limpeza dos pisos: Fazer criteriosa impermeabilização do piso já polido, co


m utilização do produto
TEWAX - cera in crema, fabricante Tenax S.P.A ou similar. Até obter-se bri
lho especular.

4.2.4 GRANITO DAS ESCADAS

Tipo: Granito Verde pavão polido em placas de 1,00m x 0,30m ( pisos) e 0,17mx0,30
m nos espelhos, com
faixas antiderrapantes flameadas nos pisos.
Espessura: Pisos (cobertores) = 3cm e espelhos e patamares = 2cm.
Assentamento: Argamassa de alta adesividade da Quartzolit ou equiv
alente para assentamento sob
concreto previamente nivelado para garantia da execução final.
Rejuntamento: Da Quartzolit ou similar.
Aplicação: Nas escadas.
4.2.5 CERÂMICA

Tipo: De alta resistência.


Tamanho: 31cm x 31cm
Referência: Rustique prata PEI5
Fabricante: Gyotoku ou similar.
Cor: cinza claro.
Execução: A disposição das peças obedecerá aos detalhes fornecidos para paginação
pisos e será
convenientemente programada de acordo com as características do ambiente, de forma
a diminuir o recorte
das peças e acompanhar, quando possível, as juntas verticais do eventual
revestimento das paredes.
Cuidados especiais serão necessários, também, nos casos de juntas de dilatação
da edificação. De modo
geral, as peças recortadas serão colocadas com o recorte escondido por ro
dapés. Os rodapés serão
executados com a mesma peça empregada no piso.
A colocação será feita com cuidado, de maneira a que a superfície fique unifor
me, sem saliências de
uma peça em relação às outras.
Depois de terminada a pega da argamassa, será verificada a per
feita colocação, percutindo-se as
cerâmicas e substituindo-se as peças que denotarem pouca segurança.
Nos planos ligeiramente inclinados - 0,3%, no mínimo - constituíd
os pelas pavimentações de
cerâmica, não serão toleradas diferenças de declividade em relação à prefixada ou flechas d
baulamento
superiores a 1cm em 5 metros, ou seja, 0,2%.
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Juntas: Perfeitamente alinhadas, com profundidade de 14 mm e largura de 6 a 8 mm


. O alinhamento das
juntas será rigoroso e constantemente controlado, sendo que a espessura
delas deverá obedecer às
recomendações do fabricante.
Aplicação: Nos pisos do depósito, vestiários e copa de serviço.
Rodapé: Da própria cerâmica no depósito na altura de 15cm.
4.2.6 PORCELANATO

Tipo: Eterniwood canela


Dimensões: 290mm x 500mm
Referência: Eliane ou similar
Aplicação: Circulação 1 pavimento.
Características do produto: Porcelanato para piso, acetinado com junta de
assentamento 2mm, com alta
resistência a abrasão superficial. Assentamento com Ligamax Extra ou similar e reju
ntamento com Juntaplus
Epoxi SP 50 ou similar.

4.2.7 ENCHIMENTO DE PISO COM CONCRETO CELULAR

Referência: concreto leve constituído de água, cimento e composto químico a b


ase de silicato de cálcio.
Densidade de 450 - 550 Kg/m³, resistência à compressão de 15 Kgf/cm², condutividade térmica
0,12 Kcal/mH
C (a partir da espessura mínima de 6 cm), incombustível e não tóxico.
Aplicação: Locais diversos, para compensar desníveis. Ver detalhes específicos no projet
o de arquitetura.

4.2.8 CARPETE

Tipo: Carpete em placa modular, tamanho 61x61 cm, fibra da superfície:10


0% nylon padrão bouclê alto
tráfego.
Características:
1 - Tratamento nas fibras antibacteriano e antialérgico, aplicado à base;
2 - Base acolchoada, de células abertas, composta de espuma de poliuretano, livres
de betume e PVC;
3 - Espessura: 10 mm;
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4 - Referência/Cor: a definir.
Fabricante: Milliken ou similar.
Execução: Sobre piso elevado devidamente limpo, aplicar o piso com adesivo atóxico, a
base de água que
permita remover suas placas tantas vezes quanto necessário sem perder a aderência.

Aplicação: Sala multimídia.


Considerações gerais: O carpete deverá ter certificado de garantia de 10 anos. Numa in
speção visual deverá
apresentar aparência homogênea de textura e cor.
Deve ser antialérgico, autoextinguível (ASTM 2859), 100% antiestático
, não desbotar, ter alta
resistência ao desgaste e a micro-organismos (antimicrobial), ser impermeável, e de
fácil limpeza.
Deverá ser de primeira qualidade e fornecido por empresa de re
conhecida capacidade, com a
classificação ISO 14001 e aprovado pela CONTRATANTE.

4.2.9 Rodapé em Alumínio Anodizado


Tipo: Alumínio Anodizado na cor natural
Dimensões: 10cm de altura
Referência: Albra ou similar
Aplicação: Circulação 1 pavimento.
Observações:
As peças deverão ser fornecidas nas dimensões previstas em projeto,
não deverão apresentar
defeitos de acabamento final.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
8. Cobertura e Proteções
8.1. Contrapiso – m²
Será medido e pago por metro quadrado o contrapiso inteiramente executad
o pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
8.2. Enchimento de piso com concreto celular – m³
Será medido e pago por metro cúbico o enchimento inteiramente exe
cutado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
8.3. Piso intertravado de concreto 35MPa (10,5x21x8cm) – m²
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Será medido e pago por metro quadrado o piso intertrav


ado inteiramente executado pelo
CONTRATADO e pronto para uso, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme
especificações técnicas e
desenhos.
8.4. Cerâmica de alta resistência PEI-5 (31x31cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente inst
alado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor a ser pago o seu respec
tivo rejuntamento conforme
especificações técnicas e desenhos.
8.5. Rodapé em cerâmica Ref. Rustique Prata (h = 15cm) - m
Será medido e pago por metro linear o rodapé inteirament
e executado e instalado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor o respectivo
rejuntamento, conforme
especificações técnicas e desenhos.
8.6. Piso em Granito Verde Pavão Polido (60x60x2cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente executado pelo
CONTRATADO e pronto
para uso, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor pago o seu re
spectivo rejuntamento, se
necessário, e a aplicação de impermeabilização no piso já polido, conforme espec
ficações técnicas e
desenhos.
8.7. Piso em Granito Verde Pavão Flameado (esp = 3cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente executado pelo
CONTRATADO e pronto
para uso, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor pago o seu re
spectivo rejuntamento, se
necessário, e a aplicação de impermeabilização no piso já polido, conforme espec
ficações técnicas e
desenhos.
8.8. Piso em Granito Verde Pavão Flameado com faixa de segurança para escada (esp =
2cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente executado pelo
CONTRATADO e pronto
para uso, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor pago o seu re
spectivo rejuntamento, se
necessário, a aplicação de impermeabilização no piso já polido e a instalação d
ixa de segurança,
conforme especificações técnicas e desenhos.
8.9. Rodapé em Granito Verde Pavão (h = 30cm, esp = 2cm) – m
Será medido e pago por metro linear o rodapé inteirament
e executado e instalado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor o respectivo
rejuntamento, conforme
especificações técnicas e desenhos.
8.10. Rodapé em Granito Verde Pavão (h = 20cm, esp = 2cm) – m
Será medido e pago por metro linear o rodapé inteirament
e executado e instalado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor o respectivo
rejuntamento, conforme
especificações técnicas e desenhos.
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8.11. Soleira em Granito Verde Pavão (esp = 2cm) – m


Será medido e pago por metro linear a soleira inteiramente executado e i
nstalado pelo CONTRATADO
e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor o respectivo rejuntamento,
conforme especificações
técnicas e desenhos.
8.12. Piso Tátil (20x20x6cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente executado pelo
CONTRATADO e pronto
para uso, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
8.13. Piso Elevado em Aço (60x60x15cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente executado pelo
CONTRATADO e pronto
para uso, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor a ser pago toda a estrut
ura do piso, execução
de todos os furos determinados nos projetos de instalações e os saca-plac
as, conforme especificações
técnicas e desenhos.
8.14. Porcelanato Acetinado Eliane (50x50x2cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente inst
alado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor a ser pago o seu respec
tivo rejuntamento conforme
especificações técnicas e desenhos.
8.15. Piso em Concreto Cimentado Áspero (esp = 7cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente exec
utado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor a ser pago o acabamento final, con
forme especificações
técnicas e desenhos.
8.16. Rodapé Metálico (h = 10cm) – m
Será medido e pago por metro linear o rodapé inteirament
e executado e instalado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se acessórios e peças
de fixação, conforme
especificações técnicas e desenhos.
8.17. Acabamento Perfil “T” em alumínio – m
Será medido e pago por metro linear o perfil inteiramente executado e in
stalado pelo CONTRATADO
e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se acessórios e peças de fixação, conforme especifi
ações técnicas
e desenhos.
8.18. Carpete em Placas – m²
Será medido e pago por metro quadrado o piso inteiramente executado pelo
CONTRATADO e pronto
para uso, aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
8.19. Guia em Concreto (L = 10cm) – m
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Será medida e paga por metro linear de guia em concreto exec


utada, conforme especificações
técnicas.
8.20. Pavimento Asfáltico
8.20.1. Sub base – m³
Será medido e pago por volume, com base nos valores efetivame
nte executados, limitados às
dimensões de projeto em planta e especificadas – espessura total da sub-base de 0,20
m. O custo unitário
proposto deverá incluir a carga e o transporte do material.
8.20.2. Base – m³
Será medido e pago por volume, com base nos valores efetivame
nte executados, limitados às
dimensões de projeto em planta e especificadas – espessura total da base
de 0,20m. O custo unitário
proposto deverá incluir a carga e o transporte do material.
8.20.3. Imprimação – kg
Será medida e paga por peso de material aplicado na imprimação, na taxa esp
ecificada em projeto.
8.20.4. CBUQ – m³
Esse item será medido e pago por volume de pavimento efetivamente aplicado, consid
erando a espessura
de projeto – 0,05m. No custo unitário proposto, já deverá estar incluso o transporte do
material.

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CADERNO 05
MASSAS E ARGAMASSAS
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União
Os serviços de argamassa serão realizados conforme NB-231- Execução de revesti
mento de paredes e
tetos de argamassas inorgânicas - Procedimento (NBR-7200).
As superfícies de base devem ser executadas com argamassas específicas par
a cada caso e indicadas
para os respectivos acabamentos.
As paredes acabadas têm suas medidas indicadas nos desenhos do projeto e
xecutivo.
Para os revestimentos industrializados prevalecem as especificações dos fa
bricantes.

5.1 CHAPISCO

Tipo: Chapisco comum.


Traço: Cimento:Areia = 1:3.
Execução: Limpar e molhar a superfície antes de execução.
Aplicação: Em toda alvenaria de tijolo furado/maciço, muros, além dos blocos de concreto
quando indicado
em projeto.
5.2 EMBOÇO/REBOCO LISO

Tipo: Emboço/reboco comum interno e externo – massa única.


Traço: Argamassa traço 1:2:7 (externo) e traço 1:2:9 (interno), cimento, cal e areia.

Acabamento: Liso/desempenado e camurçado.


Cantoneira: Aplicar cantoneira para massa, na proteção dos cantos vivos, ref. Y – 006
da Potyguar ou similar.
Aplicação: Em toda alvenaria de tijolo furado/maciço e muros que receberão pintura.
Observações: As etapas de acabamento serão mantidas em cura úmida nas primeiras 24h de s
ua execução.
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5.3 EMBOÇO/REBOCO SARRAFEADO

Tipo: Emboço/reboco comum interno e externo – massa única.


Traço: Argamassa traço 1:2:7 (externo) ou traço 1:2:9 (interno), cimento, cal e areia.

Acabamento: Sarrafeado, rústico.


Aplicação: Fundos para assentamento de cerâmica, internas ou fachadas.
Observações: As etapas de acabamento serão mantidas em cura úmida nas primeiras 24h de s
ua execução.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO
10. Massas e Argamassas
10.1. Chapiso – m²
Será medido e pago por metro quadrado o chapisco inteiramente e
xecutado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
10.2. Reboco – m²
Será medido e pago por metro quadrado o reboco inteiramente ex
ecutado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
10.3. Chapiso para muro – m²
Será medido e pago por metro quadrado o chapisco inteiramente
executado em muro pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
10.4. Reboco para muro – m²
Será medido e pago por metro quadrado o reboco inteiramente executado em muro pelo
CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
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CADERNO 06
REVESTIMENTO DE PAREDES
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

6.1 CERÂMICA SOBRE PAREDE

Características: Modulação adotada 31cm x 63cm. Paginação acabada s/ corte nas peças limite
.
Tipo: Ártico Branco 31x42
Fabricante: Gyotoku ou similar.
Cor: Branco
Aplicação: Paredes das copas.

6.2 PASTILHAS VITRIFICADAS

Tipo: Ecoglass
Tamanho: Placas de 30cmx30cm, pastilhas de 1cm.
Fabricante: Gyotoko ou similar.
Cor: Camurça /Verde Oliva
Aplicação: Paredes dos Banheiros Sociais

6.3 PASTILHAS DE MADEIRA

Tipo: Revestimento de madeira certificada, padrão Tijolinho 3cm, fornecido em caix


as de papelão contendo
placas de aproximadamente 30cmX30cm
Fabricante: Oca Brasil
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Cor: Teca Natural


Aplicação: Painel da circulação.
Observações:
É importante que o instalador ou a equipe de instalação tenha noções básicas de ma
cenaria, uma
vez que se faz necessária a utilização de serras para madeira.
A superfície sobre a qual o produto será aplicado deverá estar per
feitamente limpa, curada e
nivelada, com cantos e arestas alinhados e esquadrejados, livre de des
níveis ou buracos e isenta de
partículas soltas, gordura e umidade permanente.
Observe-se que em superfícies pintadas a tinta esteja plenamente aderida.

As placas deverão estar limpas e secas na superfície a colar.


Em localidades com umidade relativa do ar inferior a 50%, as
placas deverão estar fora da
embalagem e em temperatura ambiente durante um período mínimo de 48 horas antes da i
nstalação.
Para adequação do tamanho das placas às dimensões das superfícies onde serão aplic
das, utilizar
serra para madeira (serra circular, serra tico-tico ou arco de serra).
Em paredes com reboco:
• O adesivo recomendado é o BST Urethane, da Bostik Hardwood Produc
ts (adesivo de poliuretano
mono-componente), do fornecedor: BOSTIK BRASI
• Cada m² de revestimento aplicado consome, em média, 1 kg de cola.
• O adesivo deverá ser preferencialmente aplicado na parede, embora possa tam
bém ser aplicado na
placa.
• O adesivo deverá ser aplicado na superfície de maneira uniforme e regular, co
m ajuda de uma
• espátula dentada larga, formando fios de adesivo com altura de 2 mm.
• Aguardar 30 minutos para início do tack (quando o adesivo começa a ficar pega
joso) antes de aplicar
as
• placas sobre a superfície.
• O open time (tempo para colocação das placas após a aplicação do adesivo) é de até
ras.
• Deverá ser observado que a área já adesivada não exceda o tempo neces
sário para a fixação das
placas, ultrapassando o limite de open time.
A conservação deverá ser realizada:
• Primeira aplicação: 06 (seis) meses após a instalação.
• Aplicações subseqüentes: Anuais.
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• Produto: Osmocolor Castanho UV Deck


• Rendimento: 80 ml/ m2
• Aplicação: com trincha comum (pincel quadrado de cerdas largas).
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
11. Revestimento de Paredes
11.1. Revestimento Cerâmico Ártico Branco (31x42cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o revestimento inteiramen
te fornecido e aplicado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item o
respectivo rejuntamento,
conforme especificações técnicas e desenhos.
11.2. Pastilha de Vidro Ecoglass Camurça – m²
Será medido e pago por metro quadrado o revestimento fornecido e aplicad
o pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme recomendações do fabricante, especificações técnicas e
senhos.
11.3. Pastilha de Vidro Ecoglass Verde Oliva – m²
Será medido e pago por metro quadrado o revestimento fornecido e aplicad
o pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme recomendações do fabricante, especificações técnicas e
senhos.
11.4. Pastilha de Madeira, padrão Tijolinho – m²
Será medido e pago por metro quadrado o revestimento fornecido e aplicado pelo CON
TRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme recomendações do fabricante, especificações técnicas e
senhos.
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CADERNO 07
FORROS
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

7.1 FORRO DE GESSO ACARTONADO

Tipo: Gesso acartonado monolítico, com acabamento liso.


Dimensões: Placas de 240 x 120 x 1,25 cm
Estrutura: Perfis metálicos suspensos por tirantes rígidos fixados na laje com bucha
s de nylon e parafusos
auto-atarrachantes fosfatizados.
Junta de Dilatação: Conforme detalhes constantes no projeto executivo de arquitetura
.
Fabricantes: Forro - Lafarge / Tabica - Kofar, ou similares.
Execução: O nivelamento da estrutura de sustentação será rigoroso, o alinhamento
dos painéis de gesso
será tomado a cada fiada instalada e deverá ser executada tabica de aço g
alvanizado, modelo K4048, da
Kofar ou similar, com pintura eletrostática na cor branca em todo o perímetro do for
ro e no contorno de
pilares.
Para regularização das superfícies, junto ao rebaixo das bordas, será empregada fita per
furada e mata-junta.
A superfície final deverá ser perfeitamente uniforme sem marcas de emendas
das chapas de gesso ou
manchas de qualquer natureza.
Aplicação: Nos diversos locais indicados no projeto executivo de arquitetura.
Observações:
1. Não se admitirá, em hipótese alguma, a fixação dos tirantes em tubulações elétricas, hid
s ou d As
chapas de gesso são aparafusadas a cada 30 cm em canaletas de aço galvanizado, afast
adas a cada 60 cm,
que são fixadas à laje por tirantes de aço galvanizado e pino com rosca-aço.
2. Para regularização das superfícies, junto ao rebaixo das bordas, será empregada fita
perfurada e mata-
junta. A superfície final deverá ser perfeitamente uniforme sem marcas de emendas da
s chapas de gesso ou
manchas de qualquer natureza.
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3. Após a limpeza da superfície, com a retirada de todo o excesso de gesso, recomend


a-se a aplicação de
massa corrida para receber acabamento em pintura PVA, nos locais indicados no pr
ojeto de arquitetura.
4. O arremate junto às paredes será feito conforme detalhe do projeto de arquitetura
, junta de 1cm. Junto a
esquadria, descolar 7cm do montante e arrematar na vertical com placa do mesmo m
aterial até o encontro
com a laje. O alinhamento deverá ser rigoroso nos trechos retos e nas curvas utili
zar gabarito para corte com
o raio correspondente.

7.2 FORRO DE GESSO ACARTONADO COM TABICA

Tipo: Gesso acartonado monolítico, com acabamento liso, com tabica.


Observações:
Todas as demais características do forro de gesso acartonado com tabica coincidem
com o especificado no
item 7.1.

7.3 FORRO DE GESSO COMUM


Tipo: Placas de gesso comum para forro.
Dimensões: 60cmx60cm, cada placa.
Estrutura: Fixação com arame galvanizado e finca-pinos.
Execução: As chapas de gesso são aparafusadas a cada 30cm em canaletas de aço galvanizad
o, afastadas a
cada 60cm, que são fixadas à laje por tirantes de aço galvanizado e pino com rosca-aço.

Aplicação: Nos diversos locais indicados no projeto executivo de arquitetura.


Observações:
1. Não se admitirá, em hipótese alguma, a fixação dos tirantes em tubulações elétricas, hid
s ou d As
chapas de gesso são aparafusadas a cada 30 cm em canaletas de aço galvanizado, afast
adas a cada 60 cm,
que são fixadas à laje por tirantes de aço galvanizado e pino com rosca-aço.
2. Para regularização das superfícies, junto ao rebaixo das bordas, será empregada fita
perfurada e mata-
junta. A superfície final deverá ser perfeitamente uniforme sem marcas de emendas da
s chapas de gesso ou
manchas de qualquer natureza.
3. Após a limpeza da superfície, com a retirada de todo o excesso de gesso, recomend
a-se a aplicação de
massa corrida para receber acabamento em pintura PVA, nos locais indicados no pr
ojeto de arquitetura.
4. O arremate junto às paredes será feito conforme detalhe do projeto de arquitetura
, junta de 1 cm. Junto a
esquadria, descolar 7cm do montante e arrematar na vertical com placa do mesmo m
aterial até o encontro
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com a laje. O alinhamento deverá ser rigoroso nos trechos retos e nas curvas utili
zar gabarito para corte com
o raio correspondente.

7.4 FORRO ACÚSTICO

Tipo: Forro metálico Tegular, 625x625mm SM 625T,com lã de vidro ensacada 625x625x25m


m 18kg/m3. Ref.
Hunter Douglas, REFAX ou Equivalente
Referência: REFAX ou similar
Fabricante: HunterDouglas ou equivalente.
Aplicação: salas de escritório e sala multimídia.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
12. Forros
12.1. Forro de gesso acartonado liso com tabica – m²
Será medido e pago por metro quadrado o forro de gesso acart
onado fornecido e instalado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor a ser pago
ferragens metálicas de
fixação, fitas de vedação e a execução da tabica, conforme especificações técnicas e desenh
12.2. Forro de gesso monolítico (60x60cm) – m²
Será medido e pago por metro quadrado o forro de gesso monolít
ico fornecido e instalado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor a ser pago todo o mat
erial necessário
para a fixação das peças, conforme especificações técnicas e desenhos.
12.3. Forro Metálico Tegular (625x625mm) com lá de vidro – m²
Será medido e pago por metro quadrado efetivamente instalado de forro m
etálico tegular, fornecido e
instalado pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no val
or a ser pago ferragens
metálicas de fixação e chapas acústicas de lã de vidro, conforme especificações técnicas e
hos.
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CADERNO 08
ESQUADRIAS E BRISES
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

Serão executadas de acordo com os desenhos indicativos do projeto executivo de arq


uitetura.
Quando executadas em metalon serão previamente tratadas e pintadas de ac
ordo com o item "Pintura",
deste Caderno de Especificações.
Deverão ser executados detalhes construtivos para aprovação pela fiscalização da obra.

8.1 ESQUADRIAS DE ALUMÍNIO

Normas: EB-1968/89 - Caixilho para edificação - janela (NBR-10821), MB-1226/89


Janelas, fachadas-
cortina e portas externas em edificação - penetração de água (NBR-6486), MB-1227/89 - Jane
las, fachadas-
cortina e portas externas em edificação - resistência à carga de vento (NBR-6497).
Modelo: de acordo com detalhamento do projeto de arquitetura.
Vidro: liso bronze, temperado e = 8mm a 10mm, conforme projetos e orçamento.
Fabricante: Alcan do Brasil ou similar.
Execução: As esquadrias serão confeccionadas com perfis extrudados em liga 6063, têmpera
T5, atendendo
às normas NBR 8116. A usinagem do alumínio será feita com ferramental adeq
uado e não deverão
apresentar ranhuras ou rebarbas. Os cortes deverão ser precisos e as meias esquadr
ias deverão ser ajustar
perfeitamente. A mão-de-obra para a fabricação, montagem e instalação das esquadrias e vid
ros deverá ser
especializada com comprovada experiência.
Acabamentos: Os alumínios deverão ser anodizados, cor bronze, de acordo com as norma
s da ABNT / NBR
12609 e NBR 9243 e a anodização será classe A18 (processo de oxidação anódico
para proporcionar
recobrimento de óxido pigmentado com espessura mínima de 18 micras), isent
o de defeitos. No caso de
cortes após a anodização dos perfis, as superfícies sem anodização não poderão estar visíve
Aplicação : Fachadas do edifício, conforme indicado no projeto executivo de arquitetur
a.
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8.2 PORTAS DE MADEIRA

8.2.1 DIVISÓRIAS DOS SANITÁRIOS

Tipo: Porta em compensado naval.


Dimensões: 60 mm x 165mm x 30mm
Acabamento: laminado fenólico melamínico liso, nas duas faces,
com encabeçamento de madeira
recoberto, na cor Branca.
o
Dobradiça: Com mola n 521-30 (duas por folha); fabricante: La Fonte ou similar.
Fechadura: Tarjeta de sobrepor, tipo tranca ref. 719 cr; fabricante: La Fonte ou
similar.
Acessórios: Batente ref. 520-30 cr e Parafuso ref. 462 C; fabricante: La Fonte ou
similar.
Acabamento : Cromado
Aplicação: Entrada dos boxes dos sanitários e vestiários, conforme projeto executivo de
arquitetura.
Observações : Deverá ser utilizada cola a prova d’água, para a fixação do laminado.

8.2.2 COPAS E SANITÁRIOS

Tipo: Porta em compensado com requadro em madeira maciça, espessura de 35 mm. Comp
osição de duas
chapas de madeira compensada, 5mm, estrutura interna tipo colméia. Encabeçamentos ma
ciços aparentes.
Marcos/Guarnições: Batentes em cedro maciço, espessura 30mm, largura de acord
o com a espessura da
parede e acrescida de 10mm. Batedor ou veda-luz em baguete 10x20mm, maciço. Acabam
ento encerado.
Dimensões: 80mm x 210mm
Dobradiça: Em latão do tipo palmela, ref. 563 (dois por folha); fabricante: La Fonte
ou similar.
Fechadura: Conjunto 030/120 Fabricante: La Fonte ou similar no padrão cromado liso
.
Aplicação: Sanitários e copas conforme projeto executivo de arquitetura.

8.2.3 PORTA DIVISÓRIA - ESCRITÓRIOS

Tipo: Portas em MDF revestidas em todas as faces com laminado melamínico de Baixa
Pressão em textura
madeirada tipo Castanho Dourado (Ref. MaDeFibra BP ou similar), nas dimensões apro
ximadas de 1100mm
x 2465mm com sistema de abertura pivotante em acabamento cromado (Ref. La Fonte
Pivô 150 ou similar),
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estrutura em alumínio anodizado natural. Fechaduras com trinco rolete em acabament
o cromado (Ref. La
Fonte ST2 Evolution –55 ou similar) e puxadores em alúminio no formato de barra quad
rados, com 600mm
em acabamento cromado (Ref. La Fonte 060 ou similar).
Dimensões: 1100X2500MM
Fixação : Os pivôs são fixados aos batentes e piso através de parafusos em aço galvanizado,
proporcionando
uma fixação firme e uniforme.
Ferragens : sistema de abertura pivotante em acabamento cromado (Ref.
La Fonte Pivô 150 ou similar).
Fechaduras com trinco rolete em acabamento cromado (Ref. La Fonte ST2
Evolution –55 ou similar) e
puxadores em alúminio no formato de barra quadrados, com 600 mm em aca
bamento cromado (Ref. La
Fonte 060 ou similar).
Vedação : Através de borrachas epdm, dureza à tração de 60 a 70; 7.0 mpa no mínimo. Com alo
mento
mínimo de 250% com resistência ao ozônio, com comprovação através de relatório
inspeção de
laboratórios (RIA) que são encaixadas nos Batentes, garantindo estabilidade e acústica
ao sistema.
Aplicação: Escritórios conforme projeto executivo de arquitetura (padrão divisórias).

8.2.4 PORTA DIVISÓRIA – CAMARÃO

Tipo: Porta camarão em compensado com requadro em madeira maciça, espessura de 35 m


m. Composição
de duas chapas de madeira compensada, 5mm, estrutura interna tipo colméi
a. Encabeçamentos maciços
aparentes.
Dimensões: conforme projeto.
Aplicação: Sala multimídia conforme projeto executivo de arquitetura.

8.3 BRISE-SOLEIL
Tipo: Móvel.
Dimensões: 250cm x13cmX5cm ( cada lâmina)
Lâminas horizontais tipo “asa de avião” com 13cm de largura e 5cm de espess
ura em alumínio. Serão
instalados horizontalmente em estrutura metálica fixada nas fachadas dos prédios.
Acabamento: padrão pintura marrom.
Referência: Metal Brise.
Fabricante: HunterDouglas ou equivalente.
Aplicação: nas fachadas conforme indicado no projeto executivo de arquitetura.
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Observação: Submeter ao cálculo estrutural. O fabricante deverá apresentar desenhos exec


utivos e preparar
protótipo para aprovação da fiscalização.

8.4 CLARABÓIA

Tipo: Em estrutura de alumínio bronze com borracha vedação de silicone inc


luindo fornecimento e
instalação de vidro laminado 6mm incolor.
Dimensões: ver no projeto executivo de arquitetura
Acabamento: Aluminio anodizado na cor bronze
Aplicação: Na laje de cobertura do teto jardim, conforme indicado no projeto executi
vo de arquitetura.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
13. Esquadrias e Brises
13.1. Janelas de Alumínio
13.1.1. Janela em Alumínio Bronze, com Vidro Temperado (esp = 6mm) – m²
Será medida e paga por metro quadrado a esquadria confeccionada e insta
lada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todos os vidros,
as ferragens, puxadores,
elementos de vedação, de forma que a esquadria esteja pronta para uso, conforme espe
cificações técnicas e
desenhos.
13.1.2. Janela em Alumínio Bronze, com Vidro Temperado (esp = 8mm) – m²
Será medida e paga por metro quadrado a esquadria confeccionada e insta
lada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todos os vidros,
as ferragens, puxadores,
elementos de vedação, de forma que a esquadria esteja pronta para uso, conforme espe
cificações técnicas e
desenhos.
13.2. Portas em Alumínio
13.2.1. Porta em Alumínio Bronze PA1 (0,80x2,10m) – m²
Será medida e paga por metro quadrado a porta confeccionada e
instalada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças
, fechaduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.2.2. Porta em Alumínio Bronze PV1 (1,00x2,45m) – m²
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Será medida e paga por metro quadrado a porta confeccionada e


instalada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças
, fechaduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.2.3. Porta em Alumínio Bronze PV2 (1,50x2,45m) – m²
Será medida e paga por metro quadrado a porta confeccionada e
instalada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças
, fechaduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.3. Porta de Madeira
13.3.1. Porta de Madeira PM1 (0,80x2,10m)e PM2 (0,90x2,10m) – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as portas confeccionadas e inst
aladas pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças, fech
aduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.3.2. Porta para Vestiário PD1 (0,60x1,60m) – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as portas confeccionadas e ins
taladas pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças, fech
aduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.3.3. Porta para Divisórias PD2 (0,80x2,10m) – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as portas confeccionadas e inst
aladas pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças, fech
aduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.3.4. Porta Camarão PD3 (3,75x2,10m) – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as portas confeccionadas e inst
aladas pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças, fech
aduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.3.5. Porta de Banheiro PNE (0,90x2,10m) – m²
Serão medidas e pagas por metro quadrado as portas confeccionadas e inst
aladas pelo CONTRATADO
e aprovadas pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as dobradiças, fech
aduras, puxadores e
demais elementos necessários à sua perfeita utilização, conforme especificações técnicas e
enhos.
13.4. Brise
13.4.1. Metalbrise Padrão Jacarandá – m²
Será medido e pago por metro quadrado o brise soleil confeccionado e ins
talado pelo CONTRATADO
e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todos os elem
entos complementares de
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Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

movimentação dos brises e toda a estrutura metálica de suporte, conforme es


pecificações técnicas e
desenhos.
13.5. Clarabóia
13.5.1. Clarabóia em vidro laminado (esp = 6mm) com estrutura de alumínio bronze – uni
d
Será medida e paga por unidade a clarabóia confeccionada e instalada pelo CONTRATADO
e aprovada pela
FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor do item todas as ferragens e elementos
de vedação, de forma que a
clarabóia esteja pronta para uso, conforme especificações técnicas e desenhos.
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Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC
CADERNO 09
PINTURAS
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

9.1 POLIURETANO PARA SUPERFÍCIES METÁLICAS – SEM EMASSAMENTO

Tipo: A base de poliuretano alifático do tipo Interthane 493, ou similar.


Fabricante: International ou similar.
Cor: bronze.
Acabamento: Fosco.
Execução: Aplicar uma demão de primer de aderência a base de epóxi isocianato do tipo galv
erette e duas
demãos de tinta de acabamento com base de poliuretano alifático.
As escadas de marinheiro, no interior dos reservatórios, receberão uma demão de primer
de acabamento
epóxi de alto sólidos e secagem rápida, tolerante a superfícies de aço prepara
das mecanicamente com
pigmento anti corrosivo de fosfato de zinco do tipo Interseal 623 ou similar.
Aplicação: bronze: estruturas e elementos metálicos externos;
Observação: As superfícies metálicas, antes da pintura, serão submetidas a remoção de qualq
vestígio de
ferrugem, com escova de aço e lixa, com tratamento adequado para as soldas.

9.2 PVA COM EMASSAMENTO

Tipo: Látex PVA.


Fabricante: Sherwin Williams ou similar.
Cor: Branco
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Acabamento: Fosco aveludado. Prever regularização com massa acrílica em todas as super
fícies.
Execução: Aplicação direta sobre massa corrida seca, livre de poeira, nata de
cimento, manchas de óleo,
graxa ou quaisquer outros elementos que possam prejudicar o seu perfeito acabame
nto e aderência.
Aplicação: Em todos os tetos do Prédio não especificados de modo diverso.

9.3 TINTA ACRÍLICA

Tipo: Suvinil da linha ecológica ou similar.


Fabricante: Suvinil ou similar.
Cor: Branco.
Acabamento: Acetinado.
Execução: Conforme instruções do fabricante.
• Aplicação: Nas paredes de alvenaria indicados no projeto de arquite
tura. As especificações do
projeto são genéricas para pintura branca. Pared
es coloridas, eventuais, serão indicadas
oportunamente na ambientação final do prédio.
• Será aplicada nas paredes de alvenaria indicadas no projeto de arquitetura
, diretamente sobre massa
acrílica corrida seca, livre de poeira, nata de cimento, manchas de óleo,
graxa ou quaisquer outros
elementos que possam prejudicar o seu perfeito acabamento e aderência.

9.4 ESMALTE SINTÉTICO SOBRE FERRO/AÇO - TUBOS

Tipo: Esmalte sintético, linha automotiva.


Fabricante: Glasurit do Brasil ou similar.
Cor: a definir, linha selfcolor ou similar.
Acabamento: Fosco.
Execução: Aplicação de fundo preparador próprio diluído 1/1 com Aguarrás, seguido
e três demãos de
esmalte sintético diluído com 10% a 20% de Aguarrás.
Aplicação: Exterior.
Observações:
2. As superfícies danificadas deverão ser recuperadas e tratadas pr
eviamente com estucamento e
lixamento, antes da pintura final.
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9.5 PINTURA TEXTURIZADA PARA MURO

Tipo: Pintura texturizada industrializada, tipo grafiato.


Fabricante: Sherwin Williams, ou similar.
Cor: cor camurça.
Acabamento: Fosco.
Execução: Todas as paredes a serem pintadas com textura tipo grafiato rec
eberão emboço paulista com
argamassa de cimento e areia lavada no traço volumétrico de 1:3. As pare
des externas de alvenaria com
reboco indicadas no projeto de arquitetura, receberão selador acrílico e posterior t
extura do tipo grafiato na
cor camurça da Suvinil, Coral ou Sherwin Williams.
Aplicação: Muros.

9.6 SINALIZAÇÃO

As superfícies internas e externas deverão estar perfeitamente limpas, sem partes so


ltas ou desagregadas,
nata de cimento, óleo, desmoldante, etc., devendo ser previamente lavadas
com escova de aço e água.
Ninhos e falhas de concretagem devem ser reparados com argamassa de c
imento e areia no traço 1:3,
amassada com solução de água e emulsão adesiva, à base de resina sintética compatível com c
nto e cal
utilizada como aditivo para concreto e argamassas, proporcionando
maior aderência, resistência e
plasticidade.
No estacionamento, as faixas demarcatórias das vagas e numeração das vagas
serão pintadas com tinta
epóxi de alta espessura, semi-brilhante, em dois componentes, aplicada em duas demão
s, sendo a 1 diluída 
com gta 029 a 15% e a 2 sem diluição, do tipo integard 567 da INTERNAT
IONAL ou similar, e serão
determinadas pelo projeto de comunicação visual.
Tipo: Epóxi de alta espessura, do tipo Intergard 567 ou similar.
Fabricante: International ou similar.
Cor: Diversas, conforme determinado pelo projeto de comunicação visual a s
er desenvolvido no projeto
executivo.
Acabamento: Semi brilhante (em dois componentes).

a a
Execução: Deverá ser aplicada em duas demãos, sendo a 1 diluída com gta 029 a 15% e a 2
sem diluição.
N de demãos:No mínimo duas.
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Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

Aplicação:
1. Na demarcação de faixas de passagem de pedestres, setas de sentido de direção, zebrad
os, numeração e
indicação escrita no piso - palavra PARE.
2. Nas faixas de borda das rampas de acesso ao estacionament
o, na demarcação de vagas de
estacionamento para automóveis, motos e específicas para deficientes, com símbolo padrão
e faixa listrada
de circulação especial.
3. Como fundo indicativo, em toda a área das vagas de deficientes.
Observações : As superfícies danificadas deverão ser recuperadas e tratadas previamente
antes da pintura
final.

9.7 SUPERFÍCIES INTERNAS E EXTERNAS DE CONCRETO

Normas: NBR-7340 - Tintas e vernizes - Determinação do teor de substâncias


voláteis e não voláteis -
Método de ensaio.
Preliminares: Vistoriar o concreto para detecção de fissuras, falhas, etc.
Limpeza: Executar limpeza com hidrojateamento com água quente e detergente.
Proteção: Hidrofugante à base de silano/siloxano solúvel em água.
Aplicação: Reservatório.
Observações:
1. Deverá ser feito um teste na obra, com amostra para verificação de res
ultados e aprovação da
FISCALIZAÇÃO.
2. Juntamente com a lavagem para limpeza, deverá ser executado um lixamento fino e
m pontos específicos
para a retirada de sujeira.

NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


14. Pinturas
14.1. Emassamento de Forro com Massa Corrida PVA – m²
Será medido e pago por metro quadrado de emassamento com massa
corrida executado pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor pago o resp
ectivo lixamento e a
estrutura de apoio ao profissional, conforme especificações técnicas e desenhos.
14.2. Pintura com Tinta PVA – m²
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Será medida e paga por metro quadrado a pintura com tinta PVA
executada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
14.3. Emassamento de Paredes com Massa Acrílica – m²
Será medido e pago por metro quadrado o emassamento de paredes com massa
acrílica executado
pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluindo-se no valor pago o
respectivo lixamento,
conforme especificações técnicas e desenhos.
14.4. Pintura de Paredes com Tinta Acrílica – m²
Será medida e paga por metro quadrado a pintura de parede com
tinta acrílica executada pelo
CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
14.5. Pintura Texturizada para Muro – m²
Será medida e paga por metro quadrado a pintura textur
izada para muro executada pelo
CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
14.6. Tratamento de fundo sobre ferro – m²
Será medido e pago por metro quadrado o tratamento de fundo s
obre ferro executado pelo
CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
14.7. Esmalte sintético sobre ferro/aço (tubos) – m
Será medido e pago por metro linear de tubo pintado com tinta esmalte fo
rnecida e aplicada pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
14.8. Tratamento de concreto aparente – m²
Será medido e pago por metro quadrado de tratamento em superfíci
es internas e externas de
concreto fornecido e aplicado pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, incluind
o-se no valor pago
o respectivo jateamento, lixamento e estucamento necessários, confor
me especificações técnicas e
desenhos.

14.9. Sinalização Horizontal (símbolos/identificação de vagas) – unid


Os serviços serão medidos e pagos por unidade de sinais, placas,
mensagens e outro tipo de
sinalização horizontal pintado conforme especificações técnica e projeto. Entende-
se por unidade uma
mensagem do tipo “PARE” pintada no pavimento ou o número “16” pintado para identificação de
a vaga,
por exemplo. Cada número com mais de um algarismo corresponde a uma unidade de sin
alização.
14.10. Sinalização Horizontal (faixas) – m²
Será medida e paga por metro quadrado de faixas de sinalização co
m largura média de 0,10 m,
pintadas pelo CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e
desenhos.

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CADERNO 10
VIDROS E ASSEMELHADOS
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União

10.1 ESPELHOS

Tipo: Espelhos cristal e=6mm


Aplicação: Sanitários e vestiários, sobre bancadas de granito. Sanitários de por
tadores de necessidades
especiais e privativos, na parede sobre lavatório, de sobrepor.
Execução: Fixação c/ silicone e fita dupla face. Arremate inferior com chato
de alumínio 1” x 3/16”, para
sanitários e vestiários, sobre a bancada dos lavatórios. Para os lavatórios de sobrepor,
espelho c/ 55 x 95 cm,
fixação idem aos demais e arremates laterais c/ barra de alumínio de 3” x 3/16”.

10.2 PAINEL DE VIDRO COLORIDO

Fornecimento e instalação de vidro colorido para painel da circulação do 1 pavimento.


Tipo: Vidro extraclear 6mm.
Fabricante: PKOl, ou similar.
Cor: Incolor
Acabamento: temperado e pintado na cor Branco neve
Aplicação: Painel da circulação do 1 pavto, conforme detalhamento PR 15/20.
Observações:
1. Primeiramente o vidro deverá receber um promotor de aderência a b
ase d’agua, REf YL212800 da
Syerlack ou similar, a ser aplicado conforme indicações do fabricante;
2. Em seguida receberá a tinta de acabamento para efeito “laca” tipo PU NITRO
da Sayerlack ou similar,
a ser aplicado conforme indicações do fabricante.
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NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


15. Vidros e Assemelhados
15.1. Espelho Lapidado (esp = 6mm) – m²
Serão medidos e pagos por metro quadrado os espelhos fornecidos e insta
lados pelo CONTRATADO e
aprovados pela FISCALIZAÇÃO pelo CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme espec
ificações
técnicas e desenhos.
15.2. Vidro Colorido para Painel – m²
Serão medidos e pagos por metro quadrado os vidros coloridos para paine
l fornecidos e instalados pelo
CONTRATADO e aprovados pela FISCALIZAÇÃO pelo CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, c
onforme
especificações técnicas e desenhos.
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CADERNO 11
IMPERMEABILIZAÇÕES E TRATAMENTOS
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
Tribunal de Contas da União
Os serviços de impermeabilização terão primorosa execução por pessoal especializa
o que ofereça
garantia por escrito dos trabalhos a realizar, deverão obedecer rigorosamente às nor
mas da ABNT.
As superfícies a impermeabilizar deverão estar limpas, secas e is
entas de partículas soltas ou
desagregadas, nata de cimento, óleo, desmoldante, entre outros.
Os caimentos de 1% em direção às captações de águas pluviais definidas
em projeto deverão ser
dados na própria concretagem das lajes e/ou execução da cobertura.
Caso haja necessidade de
regularização, a mesma deverá ocorrer com argamassa de cimento e areia no
traço 1:3 (isenta de
hidrofugantes). Cantos e arestas deverão ser arredondados.
Nichos e falhas de concretagem deverão ser reparados com argamassa de ci
mento e areia traço 1:3
com solução fixadora.
Em superfícies verticais ou de grande inclinação, a argamassa deverá
estar armada com tela
galvanizada.

11.1 IMPERMEABILIZAÇÃO TELHADO VERDE

Manta impermeabilizante pré-fabricada de alto desempenho, a base de asfa


lto modificado com alto
teor de polímeros elásticos de SBS (estireno, butadieno, estireno) estruturada com u
ma armadura não tecida
de filamentos contínuos de poliéster.
Preliminares: o substrato deverá estar firme, limpo, sem pó, desmoldantes,
ligeiramente poroso e com
cantos arredondados.
Deverá ser feita uma regularização com argamassa de cimento e ar
eia traço 1:3 ou 1:4, com
espessura de 2 cm e com caimento mínimo de 1% para os coletores d’água.
Nas áreas verticais, o arremate da impermeabilização deverá ter uma cota mínim
a de 60 cm acima
do nível do jardim.
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Execução:

Laje em concreto armado, com traço do concreto e armadura co


nforme indicado no projeto
executivo da cobertura, base impermeabilizada, coberta por camada de pr
oteção mecânica, camada
drenante, camada filtrante, terra ou argila expandida e plantio de vegetação.
O teto-jardim deverá ser composto pelas seguintes camadas:
- Laje convencional lisa em concreto armado;
- Solução asfáltica elastomérica de imprimação;
- Camada de impermeabilização com manta asfáltica plastomérica 4mm AR (
anti-raiz), tipo IV -
NBR 9952/98, estruturada com não tecido de filamentos contínuos de poliéster
e herbicida inibidor do
ataque de raízes, com filme plástico de polietileno sobre a manta;
- Camada de proteção mecânica em argamassa cimento areia, traço 1:4, es
pessura mínima 3cm
cm e com caimento mínimo de 1% para os coletores d’água;
- Camada drenante constituída de agregados graúdos, como brita 2 e
seixo rolado;
- Camada filtrante composta por manta do tipo bidim-OP30;
- Camada de vegetação – com terra - de espécie vegetal de baixa manutenção
e resistente á
seca, tipo suculenta.
Proteção: Proteção mecânica com argamassa no traço 1:4 (3a camada), com juntas
e dilatação (15mm)
formando quadros com dimensões de 1,20m x 1,20m, preenchidas com asfalto elastoméric
o e armada nas
verticais com tela galvanizada.
Referência: Denvermanta Elastic High Top 4mm antirraiz ou similar (colada
e arrematada com asfalto
elastomérico aquecido a 180°).
Fabricante: Viapol S.A, Denver Impermeabilizante ou similar.
Aplicação: Lajes de teto do 1º pavimento que receberão plantio de grama.
Observação: Seguir rigorosamente todas as recomendações do fabricante, i
nclusive, em relação ao
tratamento das juntas de dilatação.
O mecanismo de drenagem, em contato com o substrato, onde há o desenvolv
imento dos vegetais,
deve realizar a filtragem da água, promover a aeração do sistema, funcionar
como barreira mecânica às
raízes e, ainda efetuar o escoamento da água por meio das instalações de água
s pluviais da edificação,
dimensionada de acordo com as normas vigentes.

11.2 IMPERMEABILIZAÇÃO DA LAJE DO RESERVATÓRIO SUPERIOR


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A face externa superior da tampa do reservatório, assim como t


oda a laje de cobertura do
reservatório superior, externamente, serão protegidas por manta asfáltica Viap
ol Torodin PL ou EL, ou
similar que atenda ao tipo III-A da NBR 9952/2006, de espessura 3 mm
. As superfícies deverão ser
previamente lavadas, isentas de pó, areia, resíduos de óleo, graxa, desmolda
nte, entre outros. Todos os
cantos e arestas deverão ser arredondados com raio aproximado de 5cm a 8cm. Alinha
r a manta asfáltica em
função do requadramento da área, procurando iniciar a colagem no sentido das bordas pa
ra as cotas mais
elevadas.
Todas as recomendações do fabricante deverão ser observadas.

11.3 IMPERMEABILIZAÇÃO DO RESERVATÓRIO ENTERRADO

Compreende impermeabilização interna do reservatório por Manta de po


liolefina (TPO) reforçada
com fibra de vidro 1,5mm
Esse sistema consiste na aplicação de uma membrana termoplástica à ba
se de poliolefinas (TPO)
reforçada com tela de fibra de vidro para impermeabilização de reservatórios de água potáve
.
A impermeabilização com manta termoplástica à base de poliolefinas flexíveis (T
PO) reforçada com
tela de fibra de vidro será aplicada nas caixas d’água de água potável, reservatório superi
r, e inferior.
As paredes laterais, teto e o fundo do reservatório serão cuidad
osamente impermeabilizados pela
face interna com manta termoplástica à base de poliolefinas flexíveis (TPO).

Aplicação: No reservatório inferior deverá ser aplicada manta de termoplástica à


base de poliolefinas
flexíveis (TPO) reforçada com tela de fibra de vidro.
Execução: será aplicada com sistema de fixação com parafusos galvanizados, e arruelas espe
ciais, conforme
especificação do fabricante. Os espaçamentos das fixações serão definidos no proj
to executivo. Nas
emendas das mantas o transpasse mínimo para soldagem será de 50mm. As soldagens deve
rão ser feitas
preferencialmente com equipamentos automáticos próprios para esse tipo de serviço. Nos
locais onde não
for possível a solda com equipamento automático ela deverá ser feita utiliz
ado equipamentos manuais
próprios para esse fim. Deverão ser seguidos os parâmetros de soldagem como temperatur
a e velocidade
indicados pelo fabricante.
As superfícies de aplicação da manta de TPO deverão estar limpas e secas, isen
tas de óleos, graxas,
poeira e partículas soltas, livre de irregularidades e elementos que pos
sam danificar a membrana como
pontas de ferro ou madeira, etc. A limpeza também deverá constar de lava
gem com uma solução de
hipoclorito de sódio a 15% diluído em água limpa (10%).
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Os arremates de borda deverão ser feitos com perfil em chapa


laminada de aço galvanizada com
membrana de TPO e deverão ser fixados com parafusos, com espaçamentos a serem defini
dos no projeto
executivo, e aderidos ao substrato com adesivo epóxi.
Os serviços serão medidos por metro quadrado de projeção de
manta aplicada, não sendo
considerada a duplicidade das emendas. Serão descontados vazados com área superior a
0,30m2.
Antes da manta de TPO, será executada uma camada de proteção intermediária com
manta geotêxtil,
gramatura mínima de 200 g/m² e com com resistência a tração Faixa Larga de 9kN/m, conforme
NBR-12824
(Bidim RT 09, ou similar).
Todo o material utilizado na aplicação da solução de desinfecção deverá ser novo
impo e ter sido
desinfetado previamente. Após o período de cura das correções, se pr
ocederá com os testes de
estanqueidade deixando-os com pressão de serviço por no mínimo 72 horas. Caso se const
ante a eficácia
dos reparos, se procederá com a desinfecção do reservatório. Para tanto, deverão ser adota
das as seguintes
providências:
Limpeza das superfícies internas do reservatório (teto, pare
des e fundo) com jato de água,
esgotando-se completamente a água de lavagem;
Aplicação de solução de cloro ativo na concentração de 2% (hipoclorito de sódio n
orma de água
sanitária), diluída na proporção de 5 partes de água para uma da solução (água sanitá
nas superfícies
internas da células tratada (teto, parede e fundo).

11.4 IMPERMEABILIZAÇÃO DAS VIGAS BALDRAMES


Preliminares: o substrato deverá estar firme, limpo, sem pó, desmoldantes,
ligeiramente poroso e com
cantos arredondados. A superfície deverá ser previamente lavada, isenta de
pó, areia, resíduos de óleo,
graxa, desmoldante, entre outros.
Estucar pequenos orifícios ou bolhas no concreto e eventuais falhas de c
oncretagem com argamassa
de cimento e areia, traço 1:3, amassada com solução de água e emulsão adesiva.
Tipo: Revestimento impermeabilizante tipo membrana
de poliuretano modificado com asfalto.
Impermeabilizante flexível, para moldagem no local, bi-componente, f
ormulado a base de asfalto
modificado com elastômeros de poliuretano dispersos em meio solvente, com excelent
e estabilidade físico-
química, elasticidade permanente e grande durabilidade, Denverpren PU, ou similar.

Consumo: 2,5kg/m2 com 1 tela de poliéster.


Fabricante: Viapol S.A., Denver Impermeabilizante, ou similar.
Execução: Seguir rigorosamente todas as recomendações do fabricante.
Aplicação: Vigas baldrames do subsolo.

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NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


16. Impermeabilizações e Tratamentos
16.1. Impermeabilização do Telhado Verde – m²
Os serviços de impermeabilização serão medidos por metro quadrado de projeção de
a em que o
sistema impermebilizante tenha sido aplicado, testado e aprovado
pela FISCALIZAÇÃO, não sendo
considerada a duplicidade das emendas, quando for o caso.
16.2. Impermeabilização do Reservatório Superior – m²
Os serviços de impermeabilização serão medidos por metro quadrado de projeção de
ea em que o
sistema impermebilizante tenha sido aplicado, testado e aprovado
pela FISCALIZAÇÃO, não sendo
considerada a duplicidade das emendas, quando for o caso.
16.3. Impermeabilização do Reservatório Enterrado – m²
Os serviços de impermeabilização serão medidos por metro quadrado de projeção de
a em que o
sistema impermebilizante tenha sido aplicado, testado e aprovado
pela FISCALIZAÇÃO, não sendo
considerada a duplicidade das emendas, quando for o caso.
16.4. Impermeabilização do Baldrame – m²
Os serviços de impermeabilização serão medidos por metro quadrado de projeção de área em qu
sistema
impermebilizante tenha sido aplicado, testado e aprovado pela FISCALIZAÇÃO,
não sendo considerada a
duplicidade das emendas, quando for o caso.
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CADERNO 12
COMPLEMENTOS
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
12.1 BACIA SANITÁRIA

Tipo: Targa Bacia com caixa acoplada.


Fabricante: Deca ou similar.
Cor: branca
Aplicação: Nos sanitários de serviço e sociais.
Observações: As bacias a serem fornecidas deverão vir acompanhadas de assent
o e tampa laqueado ou
poliéster.

12.2 BACIA SANITÁRIA ACESSÍVEL

Tipo: Conforto Ref. P51 ou similar.


Fabricante: Deca ou similar.
Cor: branca
Aplicação: Nos sanitários de portadores de necessidades especiais.
Observações: As bacias a serem fornecidas deverão vir acompanhadas de assent
o e tampa laqueados ou
poliéster;

12.3 CUBA PARA TAMPO DE LAVATÓRIO

Tipo: Lavatório de embutir Ref. Deca L37 ou similar.


Fabricante: Deca ou similar.
Cor: Branca
Aplicação: Tampos de granito dos sanitários, conforme indicado em projeto executivo de
arquitetura.
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Observações: Incluir neste item conjunto completo de acessórios para fixação e instalação,
luindo sifão
cromado 1"x1 1/2" (ref. 1680C) e válvula de escoamento cromada (ref. 1602C) da Dec
a ou similar.

12.4 CUBA PARA TAMPO DE COPA

Tipo: Cuba no tamanho 46X34X18cm, cromo níquel (18/8 ) AISI 304 espessura de 0,7 m
m.
Fabricante: Franke ou similar. Ref.Franke Essenza 460 50194 A
Material: Aço inox
Aplicação: Tampos de granito das copas, conforme indicado em projeto executivo de ar
quitetura.
Cuba Franke Essenza 460 50194 A.B 46X34X18cm 4 1/2 S/V em aço inox, c
romo níquel (18/8 ) AISI 304
espessura de 0,7 mm.

12.5 TORNEIRA PARA LAVATÓRIO

Tipo: Cromada, com acionamento por toque e fechamento automático, com arejador, ti
po Decamatic Eco,
de mesa, ref. 1173C, da Deca ou similar.
Fabricante: Deca ou similar.
Aplicação: Lavatórios (cubas e pias) dos sanitários, conforme indicado em projeto de arq
uitetura.
Observações: Incluir neste item conjunto completo de acessórios para fixação e instalação,
luindo ligação
flexível malha aço inox 40cm (ref. 4607C040) da Deca ou similar.

12.6 MICTÓRIOS
Tipo: Com sifão integrado, ref. Ref. 007.051 ou similar.
Fabricante: Deca ou similar.
Cor: Branca
Aplicação: Sanitários masculinos, conforme indicado em projeto de arquitetura.
Observações: Incluir neste item, kit de fixação de mictório ref. FM-712 ou similar. Ralo h
ermético d=150mm
e Ralo d=150mm em aço inox.

12.7 VÁLVULA DE DESCARGA PARA MICTÓRIO


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Tipo: Cromada, com acionamento por toque e fechamento automático, tipo Decamatic M
ictório, ref. 2570C,
da Deca ou similar.
Fabricante: Deca ou similar.
Aplicação: Mictórios dos sanitários masculinos, conforme indicado em projeto executivo d
e arquitetura.

12.8 CHUVEIRO

Tipo: Três temperaturas, sendo uma a potência econômica para verão, teclas deslizantes,
em termoplástico
de alta resistência e acabamento na cor branca, ref. Maxi Banho ou similar.
Fabricante: Lorenzetti ou similar.
Aplicação: Nos Box de chuveiros dos vestiários, conforme indicado no projeto executivo
.

12.9 TORNEIRA PARA LIMPEZA

Tipo: Torneira de pressão para uso geral com arejador, ref. 1154 C39 ou similar.
Fabricante: Deca ou similar.
Aplicação: Nos sanitários, copas, subsolo, áreas externas, casas de máquinas de ar condici
onado, cobertura
e outras áreas afins.

12.10 TORNEIRA DE PRESSÃO PARA PIA DE COPA

Tipo: Cromada, de parede, fixa, com arejador Ref. 1176 C 40 CR ou similar.


Fabricante: Deca ou similar.
Aplicação: Pias das copas, conforme indicado no projeto executivo.

12.11 SIFÃO PARA PIA DE COPA

Tipo: Cromado, tipo 11/2"x2"-CR, cód. 1680C112200 ou similar.


Fabricante: Deca ou similar.
Aplicação: Cubas das pias copas, conforme indicado no projeto executivo.

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12.12 VÁLVULA DE ESCOAMENTO PARA PIA DE COPA

Tipo: Cromada, tipo 3 1/2" DN85 -CR, cód. 1623C ou similar.


Fabricante: Deca ou similar.
Aplicação: Cubas das pias das copas, conforme indicado no projeto executivo.

12.13 TOALHEIRO, PORTA PAPEL E SABONETEIRA

Tipo: Dispenser toalha 3 dbs ref. 0225 ou similar


Dispenser para papel higiênico 300 mts ref. 5768 ou similar.
Dispenser saboneteira Micro Spray ref. 2702
Fabricante:
Fabricante: Kimberly ou similar
Aplicação: Sanitários coletivos, portadores de necessidades especiais, privativos e ve
stiários

12.14 BARRA DE APOIO PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS

Tipo:
1) Tubular em aço inox, reto (700mm), fixado na parede, ref. Apoio Thema 700, linh
a Bath ou similar.
2) Tubular em aço inox, em "L" (730x480x180mm), fixado na parede e no piso, ref. S
uporte para Bacia, linha
Bath ou similar.
Acabamento: Alumínio Natural.
Fabricante: Udinese ou similar.
Fixação: Buchas, parafusos e arruelas, fornecidas com o produto.
Aplicação:
1) Atrás da bacia (um por bacia), nos sanitários de deficientes
, conforme indicado no projeto
executivo.
2) Ao lado da bacia (um por bacia), nos sanitários de deficient
es, conforme indicado no projeto
executivo.

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12.15 BANCADAS DE GRANITO


12.15.1 De sanitários e vestiários

Os sanitários e vestiários receberão bancadas de granito, com dimensões variadas especif


icadas em projeto,
incluindo saia e rodabanca.
Tipo: Granito Verde pavão Cinza Andorinha.
Espessura: 2cm, com saia de 8cm e rodabanca de 15cm.
Acabamento: Polimento em todas as faces e arestas aparentes, de forma
que apresentem superfícies
planas, lisas, isentas de trincas ou defeitos inclusive de coloração da peça.
Execução: Fixação das peças na parede com estrutura de metalon especidicada em projeto.
Aplicação: Sanitários, copas e vestiários conforme projeto de arquitetura.
Observações:
1. A locação e dimensões das bancadas de granito estão definidas nos detalhes de arq
uitetura.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
17. Metais, Bancadas e Complementos
17.1. Bancada em Granito Verde Pavão para Banheiros – m²
Será medida e paga por metro quadrado a bancada executada e i
nstalada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
17.2. Bancada em Granito Cinza Andorinha para Vestiários – m²
Será medida e paga por metro quadrado a bancada executada e i
nstalada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
17.3. Bancada em Granito Verde Pavão para Copa – m²
Será medida e paga por metro quadrado a bancada executada e i
nstalada pelo CONTRATADO e
aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
17.4. Conjunto Barra de Apoio para PNE – cj
Serão medidas e pagas por conjunto as barras fornecidas e instaladas pel
o CONTRATADO e aprovadas
pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
17.5. Barra de Apoio em Aço Inox para Lavatório – unid
Serão medidas e pagas por unidade as barras fornecidas e instaladas pelo CONTRATAD
O e aprovadas pela
FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
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CADERNO 13
SERRALHERIA
Autor:
Laessa C. Estrela
Arq. CREA 9332/D – GO
Revisão:
Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia
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Serão executadas de acordo com os desenhos indicativos do projeto execu


tivo de arquitetura.
Quando executadas em metalon serão previamente tratadas e pinta
das de acordo com o item
"Pintura", deste Caderno de Especificações.
Deverão ser executados detalhes construtivos antes da confecção das peças par
a aprovação prévia
pela fiscalização da obra.

13.1 PORTÕES E GRADES DE FERRO

Portões e grades de ferro executado em metalon e alumínio, conforme detalhes de proj


eto na prancha PR
006/020.
Acabamento: Acabamento pintura poliuretano bronze.
Tipo: Portão em alumínio anodizado pintado na cor bronze, com pilaretres
de perfis retangulares de
70mmx70mm, com fechamento em tela metálica artística malha “1”, incluindo portão para pede
stres.
Guarnições: Aduela e arremate superior do pórtico com chapa ¼”. Roldanas de ferro d=4”x5/8”
rilho em
latão ou aço inox, chapa 16, guia em chapa 14.
Aplicação: Entrada da edificação.
Observações: É obrigação do CONTRATADO também o fornecimento do motor PPA para
portão de
entrada de veículos, além de todas as guarnições para o perfeito funcionamento dos portões
e grades.

13.2 CORRIMÃO E GUARDA-CORPO

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Normas: NBR 14718 - Guarda-corpos para edificação.
Tipo: aço inox.
Execução: Corrimão e guarda-corpo em aço inox d=50mm, com vidro temperado 6
mm incolor laminado,
suportes intermediários em inox d=10 mm fixadas na alvenaria, conforme detalhe de
arquitetura, prancha
017/020.
Acabamento: polido.
Aplicação: Nas escadas e rampas, conforme indicado no projeto de arquitetura.
Observação:
1. A rigidez e o perfeito acabamento final do conjunto deverão estar garan
tidos.
2. Deverá ser apresentado protótipo para aprovação da FISCALIZAÇÃO.
3. Utilizar curvas industriais de mesmo diâmetro do tubo nas inflexões. As p
eças soldadas deverão ter
acabamento primoroso. As correções com massa plástica, se necessário, não
deverão apresentar
mossas ou depressões e acabamento final liso para receber a pintura.

13.3 TAMPAS PARA ACESSO AO TELHADO VERDE


Tipo: Em chapa galvanizada
Execução: Tampa para acesso ao telhado verde. Requadro da borda em cantoneira de 40x
40mmx3/16” de
ferro laminado. Tampa em chapa de ferro galvanizada #14, estruturada internament
e.
Acabamento: pintura poliuretano grafite escuro.
Aplicação: No acesso ao telhado verde.
Observações: Prever a instalação de cadeado e respectivo suporte.
13.4 TAMPAS PARA ACESSO AOS RESERVATÓRIOS
Tipo: Em chapa galvanizada
Execução: Tampa para acesso ao telhado verde. Requadro da borda em cantoneira de 60x
60mmx3/16” de
ferro laminado. Tampa em chapa de ferro galvanizada #14, estruturada internament
e.
Acabamento: pintura poliuretano bronze.
Aplicação: Acessos aos reservatórios.
Observações: Prever a instalação de cadeado e respectivo suporte.
13.5 GRADE EM ALUMÍNIO

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Tipo: Grade em alumínio, tubos chatos, verticais, 30mmx15mm, a cada 20mm


, fixados a caixilho de
40x25mm.
Acabamento: Pintura poliuretano, cor branca.
Aplicação: Fechamento dos condensadores de ar-condicionado, conforme indicado nos pr
ojetos executivos.

13.6 ESCADA MARINHEIRO COM GRADE DE PROTEÇÃO

Tipo: Estrutura em ferro chato 2 1/2”x 3/8", lateral. Degraus com tubo
d=20mm, conforme detalhe de
arquitetura. Grade de proteção, tipo gaiola, em ferro ao longo da escada.
Acabamento: Pintura poliuretano, cor bronze.
Aplicação: Acesso aos reservatórios e conforme indicado nos projetos executivos.

NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


18. Serralheria
18.1. Portão de Acesso de Pedestre/Veículos – m²
Será medido e pago por metro quadrado o portão de acesso execut
ado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
18.2. Motor PPA para Portão – unid
Será medido e pago por unidade o motor para portão fornecido e
instalado pelo CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme recomendações do fabricante, especificações técnicas e
senhos.
18.3. Grade em Alumínio para fechamento dos Condensadores – m²
Será medida e paga por metro quadrado a grade em alumínio para fechamento
dos condensadores
de ar condicionado executada pelo CONTRATADO e aprovada pela FISCALIZAÇÃO, conforme
especificações
técnicas e desenhos.
18.4. Conjunto de Guarda-Corpo e Corrimão em Alumínio e Vidro – m²
Será medido e pago por metro quadrado o conjunto de guarda-corpo e corri
mão em alumínio e vidro
executado pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e
desenhos.
18.5. Tampa em Chapa Galvanizada para Acesso ao Telhado – unid
Será medida e paga por unidade a tampa em chapa galvanizada p
ara acesso ao telhado verde
fornecida e instalada pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conform
e recomendações do
fabricante, especificações técnicas e desenhos.

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18.6. Tampa Metálica (60x60cm) para Reservatório – unid


Será medida e paga por unidade a tampa metálica para o reservatór
io fornecida e instalada pelo
CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme recomendações do fabricante,
especificações
técnicas e desenhos.
18.7. Alçapão em Chapa de Aço – unid
Será medido e pago por metro quadrado o alçapão em chapa de aço executado pelo
CONTRATADO e
aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
18.8. Escada Marinheiro Interna ao Reservatório – m
Será medida e paga por metro linear a escada marinheiro executada pelo C
ONTRATADO e aprovada
pela FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
18.9. Escada Marinheiro Externa ao Reservatório – m
Será medida e paga por metro linear a escada marinheiro executada pelo
CONTRATADO e aprovada pela
FISCALIZAÇÃO, conforme especificações técnicas e desenhos.
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CADERNO 14
INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS
Autores:
Eng. Civil: Pedro Augusto de Alencar Neto CREA 2959/D - GO
Eng.Civil: Roger Pacheco Piaggio Couto CREA 2001/D
- GO

14.1 MEMORIAL DESCRITIVO:


14.1.1 - Esta é uma obra onde a alimentação d'água e o destino final do esgoto serão defin
idos em função do
local a ser construído e da inclinação do terreno, pela fiscalização do Tribunal de Contas
da União.
14.2.1 - Foram estudados neste projeto:
- Água Potável (Água Fria) (14.2);
- Esgoto Sanitário (14.3);
- Esgoto Pluvial (14.4);
- Instalações para Combate à Incêndio (14.5).
14.2 ÁGUA POTÁVEL (Água Fria):
14.2.1 - Alimentação – O abastecimento de água fria sera feito através do reservatório em c
ncreto armado,
conforme detalhe de projeto.
14.2.2 - Barrilete - Será executado na saída de água do reservatório, conforme detalhe c
onstante no projeto,
em tubos e conexões de PVC soldável, com luvas de união para desmontagem.
14.2.3 - Colunas - Serão de PVC soldável nos diâmetros indicados no projet
o, bem como os ramais, que
também serão de PVC soldável. Todos os registros instalados em paredes no
interior da edificação serão
com canopla cromada, sendo que os demais poderão ser brutos e com volante reforçado.

14.3 - ESGOTO SANITÁRIO:


14.3.1 - Esgoto primário - Será executado em tubos e conexões de PVC. As
caixas de inspeção serão
conforme indicado no projeto e detalhes anexos.
14.3.2 - Esgoto secundário - Será executado em tubos e conexões de PVC diâmetro 40mm e 5
0mm, próprios
para este fim.

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14.3.3 - Colunas de ventilação - Serão em tubos e conexões de PVC, e deverão ser prolongad
as 0,30m acima
de cobertura.
14.4 - ESGOTO PLUVIAL:
14.4.1 - Será executado em tubos e conexões de PVC. As caixas de areia e distribuido
ras de águas pluviais
serão conforme indicado no projeto e detalhes.
14.5 - MATERIAIS:
- Generalidades:
- Os materiais a serem empregados, adiante especificados, foram escolhi
dos visando principalmente uma
grande economia de água, de maneira que satisfaçam aos padrões aconselhados pela técnica
, dentro do tipo
das instalações em apreço.
No caso de dúvidas ou omissões, serão empregados materiais de boa qualidade, aprovados
pelo engenheiro
responsável técnico do TCU, de maneira que as instalações obedeçam as que pres
crevem as Normas
Brasileiras.

- Tubos e Conexões de PVC:


- Os tubos e conexões de PVC, para água e esgoto, serão de fabricação Tigre,
Fortilit ou equivalente,
soldáveis e isentos de impurezas, normatizados conforme a NBR 5648/99 pa
ra água e NBR 5688/99 para
esgoto, bem como conexões.
- METAIS (Deca, Docol, Oriente, ou equivalente):
- Registro de Esfera:
- Será de fabricação Docol, modelo com alavanca azul, com volante reforçado, ou equivale
nte.
- Registro de gaveta.
- Será de fabricação Docol, modelo Registro de Gaveta ABNT, com volante fabricado em a
lumínio silício, com
acabamento em pintura epóxi, ou do mesmo tipo das marcas acima. Na tub
ulação embutida (sanitários,
banheiro, copa, etc.) serão usados registros Docol, modelo Docolbase, com acabamen
to Docol linha Reggia
ou equivalente.
- Registro de Pressão:

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- Marca Docol, modelo Docolbase, com acabamento Docol linha Reggia, ou equivalen
te.
- Engate:
- Será em PVC flexível, marca Akros ou equivalente nos lavatórios.
- Válvula de Bóia:
- Marca Deca, modelo 1350 BSA, para alta pressão, acabamento bruto, ou equivalente
.
- Tubo de Ligação para Vaso Sanitário:
- Será de PVC cromado, marca Cipla, ou equivalente.
- Caixa de Inspeção para Esgoto Sanitário:
- Será de alvenaria com fundo e tampa de ferro fundido, conforme projeto. As caixa
s localizadas no interior
do prédio, além da tampa de ferro fundido, deverão ter tampa revestida com
material idêntico ao piso
circundante.
14.6 - EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS:
- Os serviços deverão ser feitos de acordo com o que prescrevem as Normas Brasileira
s para execução de
Instalações Hidrossanitárias, e como segue:
14.6.1 - As colunas correrão sempre embutidas na alvenaria e chumbadas com massa d
e cimento 1:3.
14.6.2 - As derivações para água e esgoto serão sempre embutidas na alvenaria, vazios e
lajes rebaixadas,
nunca em concreto.
14.6.3 - Todas as aberturas em lajes e vigas, para passagem de tubul
ações, serão executadas com prévia
indicação do instalador, baseando-se no projeto de instalações, não se admitindo a modific
ação na posição
dessas aberturas nem sua marcação, sem a orientação e responsabilidade do instalador.
14.6.4 - Durante a construção e até o início da montagem dos aparelhos sani
tários, as extremidades das
canalizações permanecerão vedadas com plugs ou caps, não se admitindo o uso
de papel ou buchas de
madeira.
14.6.5 - Os caimentos das canalizações de esgoto serão no mínimo de 2% para tubos de 100
mm.
14.6.6 - Todos os aparelhos serão instalados com os suportes necessários, não se admit
indo improvisações.

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14.6.7 - Os aparelhos serão fixados pôr meio de parafusos apropriados, não


se permitindo o uso de
argamassa de cimento. A fixação dos vasos, mictórios, lavatórios, tanques, pias, etc, de
ve ser feita conforme
recomendações existentes nos catálogos dos fabricantes, usando-se todos os ac
essórios indicados pelo
mesmo.
14.6.8 - Antes do revestimento e pintura, todas as canalizações deverão ser testadas,
afim de se constatar
possíveis vazamentos.
14.6.9 - As juntas rosqueadas dos tubos e conexões, serão invariavelmente vedadas co
m fios apropriados de
sisal e massa de zarcão ou calafetadores a base de resina sintética.
14.6.10 - Nas uniões de PVC roscável, deverão ser
utilizadas, para vedação de rosca, fita de
politetrafluoretileno, tipo veda rosca da Tigre ou equivalente.
14.6.11 - Os coletores de esgoto serão assentados sobre leito fortemente compactad
o com uma camada de
brita, cuja espessura será determinada pela natureza do solo.
14.6.12 - Os tubos de ponta e bolsa serão assentados com as bolsas vo
ltadas para montante, isto é, em
sentido oposto ao do escoamento.
14.6.13 - Na execução da tubulação de PVC, as partes soldadas deverão ser limpas com soluçã
impadora
própria para este fim.
14.6.14 - Nas ligações de aparelhos ou metais, torneiras de pia, engates, chuveiros,
etc., com tubulação de
PVC soldável, serão usadas conexões de PVC azul com bucha de latão.
14.6.15 - As caixas de inspeção externas ao prédio serão de tijolos de 1/2 vez, assentad
os na argamassa de
cimento e areia, traço 1:3, queimado a colher, sobre fundo de concreto
e providas de tampa de ferro
fundido. Para uma profundidade acima de 1,00m, deverão ser usados tubos de concret
o, diâmetro 110cm,
com bolsas para encaixes e tampas circulares de concreto.
O fundo deverá assegurar rápido escoamento e evitar formação de depósito. As t
ampas deverão ser
facilmente removíveis, permitindo perfeita vedação e facultando composição com revestiment
o idêntico ao
do piso circundante.
14.6.16 - As caixas de areia para captação de águas pluviais, serão de alvenaria de 1/2
vez, assentadas na
argamassa de cimento e areia traço 1:3, retangulares nas dimensões indicad
as no projeto. Estas serão
revestidas internamente com argamassa de cimento e areia, traço 1:3, que
imado a colher e provido de
tampa de concreto com grelha de ferro chato de 30 x 30cm e porta grelha.

14
2
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NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


Em função do regime de execução do contrato – empreitada por preço unitário – t
os itens serão
medidos com base nas unidades determinadas nas planilhas de composição de custos uni
tários e pagos com
base nos custos unitários propostos pelo CONTRATADO.
Será efetuada retenção de 5% do valor de cada fatura. O valor retido será pa
go após a realização de
testes e aprovação das instalações pela FISCALIZAÇÃO, conforme norma pertinente e especific
técnicas
e desenhos.
19. Instalações Hidrosanitárias / Pluviais (numeração de acordo com a planilha orçamentária
19.1. Metais, Louças e Registros
19.1.1. Vaso Sanitário para PNE Completo a 19.1.32. Registro de Pressão (diam = ¾”) – unid

Serão medidos e pagos por unidade efetivamente fornecida e instalada, c


onexões, fixação, abertura e
fechamento de rasgos, entre outros, conforme o caso, inclusos.
19.2. Tubulação e Acessórios
19.2.1. Tubo Soldável PVC Marrom (diam = 25mm) a 19.2.3. Tubo Soldável PVC Marrom (d
iam = 50mm) –
m
Serão medidos e pagos por metro linear de tubulação efetivamente
fornecida e instalada, nos
diâmetros indicados em projeto, conexões, fixação, abertura e fechamento de rasgos, entr
e outros, inclusos.
19.2.4. Adaptador em PVC Soldável para Caixa D’Água (32x1”) a 19.2.73. Tê Sanitário (diam =
100x100mm)
– unid
Serão medidos e pagos por unidade efetivamente fornecida e instalada, c
onexões, fixação, abertura e
fechamento de rasgos, entre outros, conforme o caso, inclusos.
19.2.74. Tubo Soldável para Esgoto (diam = 40mm) a 19.2.81. Tubo para Dreno (diam
= 100mm) – m
Serão medidos e pagos por metro linear de tubulação efetivamente
fornecida e instalada, nos
diâmetros indicados em projeto, conexões, fixação, abertura e fechamento de rasgos, entr
e outros, inclusos.

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19.3. Caixa de Retenção/Infiltração de Águas Pluviais


19.3.1. Com diâmetro de 1,40m a 19.3.3. Sumidouro com diâmetro de 1,40m – unid
Serão medidos e pagos por unidade efetivamente fornecida e instalada, c
onexões, fixação, abertura
e fechamento de rasgos, entre outros, conforme o caso, inclusos.

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CADERNO 15
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
Autor:
Wagner Luiz de O. Filho
Eng. Eletricista CREA 10.415/D – GO

O projeto de INSTALAÇÃO ELÉTRICA foi elaborado tendo em conta as plantas e


informações recebidas
do projeto básico de arquitetura, as Normas Brasileiras, os regulamentos das Compa
nhias Concessionárias
de Energia Elétrica, bem como as recomendações dos fabricantes dos
equipamentos e produtos
empregados.
Na ausência ou insuficiência de Normas Brasileiras, foram aplicadas Norma
s Internacionais (IEC).
Este Memorial Descritivo faz parte integrante do projet
o e tem o objetivo de orientar e
complementar o contido no projeto específico, visando assim o perfeito e
ntendimento das instalações
elétricas projetadas.
15.1 Características da Obra
Ocupação: Edifício Administrativo
Localização: Macapá-AP.

15.2 Obrigações da Instaladora


A firma Instaladora fornecerá os materiais e/ou a mão de obra e todas as fe
rramentas e equipamentos
necessários para a execução dos serviços, de acordo com as Normas Brasileiras e, outras
normas aplicáveis,
seguindo fielmente as indicações do projeto.
Quando houver necessidade comprovada de modificações, em conseqüência da
s condições locais e,
após a devida autorização do Proprietário e do Projetista, tais modificações dev
rão ser indicadas nos
desenhos específicos (“as built”) que no final da obra deverão ser entregues
ao Proprietário para seus
arquivos.
Quaisquer serviços executados com mão de obra ou materiais inadequados e
, em desacordo com o
projeto, deverão ser refeitos pelo Instalador sem quaisquer ônus para o Proprietário.

Durante a execução, deverá ser comunicado ao Eng. Fiscal qualquer diver


gência encontrada entre o
projeto de instalações e os demais projetos de execução, com a finalidade de definir a s
olução a ser adotada.
1
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15.3 Garantias
A Instaladora deverá garantir as instalações e os materiais por ela fornecido
s, pelo prazo mínimo de
doze meses, durante o qual substituirá os materiais ou as instalações defeituosas, r
essalvando-se os casos
decorrentes da má conservação ou o uso inadequado das instalações e aparelhos.
15.4 DOCUMENTOS APLICÁVEIS
NBR-5410/04 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão;
NBR-5111 - Fios e Cabos de cobre nu de secção circular para
os fios elétricos - Especificação;
NBR-NM247-3
(IEC 60227-3) - Fios e Cabos com isolação sólida extrudada de clor
eto de polivinila para tensões até
750 V - sem cobertura - Especificação;
NBR-NM280
(IEC 60228) - Condutores de cobre para cabos isolados - Pa
dronização;
NBR-7285 - Cabos de potência com isolação sólida extruda
da de polietileno – termofixo para
tensões de 0,6/1 KV - sem cobertura - Especificação;

NBR-7289 - Cabos de controle com isolação sólida extrudada co


m polietileno (PE) ou cloreto de
polivinila (PVC) para tensões até 1 KV - Especific
ação;
NBR-7290 - Cabos de controle com isolação sólida extru
dada com polietileno reticulado
(XLPE) ou borracha etileno-propileno (EPR) pa
ra tensões até 1 KV - Especificação.
15.5 DESCRIÇÃO DO PROJETO
15.5.1 Distribuição de Energia de Baixa Tensão Estabilizada
A distribuição foi subdividida em três sistemas:
- Sistema Normal: Atendido exclusivamente p
ela Concessionária, descrito neste presente
Memorial.
- Sistema Emergencial: Atendido pelo N
o Break. Nesse a distribuição será totalmente
independente do sistema norma
l descritos neste memorial.
15.5.2 Tensão Elétrica

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A tensão elétrica do Edifício será a seguinte:
- Força em geral - 380 V – trifásico
- Iluminação em geral - 220 V – monofásico
- Tomadas de uso comum - 220 V – monofási
co
- Tomadas No-Break - 380 ou 220 V
– trifásico ou monofásico

15.5.3 Alimentadores
a) Em cabos isolados
Do quadro de distribuição geral localizada no térreo dentro da guarita, der
ivarão os alimentadores do
Quadros do No-Break.
Os alimentadores em cabos isolados serão instalados em eletrocalhas per
furadas ou eletrodutos com
cabos unipolares, com isolação HEPR, com Cobertura de Poliolefina para 0,
6/1,0 kV tipo AFUMEX –
Qualidade mínima.

15.5.4 Quadros
Quadro de Tomadas Estabilizadas (QDFE)
- Alimentação - Alimentado pelo No-Break. correspon
dente em sistema 3F+N+T – 220/110V.
- Distribuição - Monofásica F+N+T – 220V.
- Geral - Monofásico com seccionadora para
régua DIN.
- Armário - Sobrepor e/ou embutir, conforme i
ndicado.
- Circuito - Disjuntores padrão IEC para rég
ua DIN com proteção sobrecarga e curto-
circuito independentes.

15.5.5 Tomadas de uso especifico - Estabilizada

Foi projetado um Quadro de Força Estabilizado.


Os circuitos para a rede de micros e impressoras são exclusivos.
No1° pavimento serão instalados eletrocalhas ente o piso e o piso elevado
e caixas próprias para alojar
tomadas quadradas de energia estabilizada e tomadas de Lógica e Telefonia.
Tomadas

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As tomadas para rede exclusiva deverão ser do tipo universal 2P+T, 250 V – 10A, Par
a as tomadas, utilizar
caixas apropriadas para piso elevado, mega-apoio ou similar.
Distribuição
Todas as tomadas de uso estabilizado serão em 220 V ligados no sistema estabilizad
o.
Serão monofásicas trifásica a três fios, com condutor de proteção, conforme indi
ação nas plantas do
projeto.
Dos quadros terminais partirão os circuitos agrupando os pontos de utilização de tomad
as.
Tomadas Nobreakeadas
A quantidade de tomadas Nobreakeadas foi projetada conforme layout, porém
com previsão final de 1
tomada a cada 7m2.
Energia Nobreakeada
Todas as tomadas Nobreakeadas serão em 220 V com circuitos distribuídos conforme lay
out.
Os circuitos correspondentes serão agrupados em quadros próprios QGFE, inde
pendentes da energia
comum.
15.5.6 Canalização
Todos os materiais a serem empregados neste projeto deverão obedecer a
o critério geral abaixo e,
inclusive de acordo com as especificações do Caderno Técnico.
- Embutidos em parede dry-wall
. eletrodutos - PVC flexíveis reforçados
. caixas - PVC rígido próprios
- Embutidos em lajes ou em alvenarias
. eletrodutos - Ferro esmaltado.
. caixas - Metálicas esmaltadas
. quadros - em PVC reforçado ou metálico
- Aparente interna a edificação

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. eletrodutos - Ferro galvanizado eletrolítico tipo pesado


. caixas - Metálicas galvanizadas.
. quadros - em PVC reforçado ou metálico
- Aparente externa a edificação, ou sujeito a intempéries diretas ou indiretamente

. eletrodutos - Ferro galvanizado à fogo


. caixas - Condulet em alumínio fundido.
- Aparente nos locais úmidos, tais como: cozinha, copa, casa de bombas
. eletrodutos - Ferro galvanizado à fogo
. caixas - Condulet em alumínio fundido.
- Enterrados (subterrâneos)

. eletrodutos - Ferro galvanizado à fogo.


. caixas - Em alvenaria
15.5.7 Shafts
Foram previstos em conjunto com a Arquitetura e com a Estrutura, shafts para
interligações verticais das
seguintes instalações:
prumada de luz e força
prumada de Telecom (voz e dados)
prumada de lógica
Acabamento de Shafts
Os shafts acima descritos serão acessíveis do piso ao teto e p
rotegidos por meio de portas com
ventilações permanentes, ou de acordo com os detalhes de projeto.
As furações de lajes após a instalação completa dos cabos deverão ser
adequadamente vedadas
contra passagens de fumaça de um pavimento a outro.

Estas vedações poderão ser executadas através de fibra cerâmica Kaowo


ol de fabricação Thermal
Ceramics, ou por processos semelhantes desde que facilmente removíveis
e que não reajam com as
isolações dos cabos.

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16.6 SPDA
16.6.1 Referências Normativas
ABNT-NBR-5419:2005 - Proteção de Estruturas Contra Descarg
as Atmosféricas
ABNT-NBR-5410:2004 - Instalações Elétricas de Baixa Tensão – Pro
cedimento
ABNT-NBR-14306:1999 - Proteção Elétrica e Compatibilidade Eletromagnét
ica em Redes Externas de
Telecomunicações em Edificações – Projeto.
16.6.2 Enquadramento Normativo
De conformidade com a Norma NBR-5419 de Julho/2005, o enquad
ramento deste Edifício foi
baseado no seguinte:
16.6.3 Características Construtivas do Edifício
- Fundação de Concreto Armado
16.6.4 Seleção do Nível de Proteção
Para a estrutura em questão, a NBR-5419/2005, exige a instalação
de um sistema de SPDA pelos
seguintes parâmetros:
Nível de proteção II, conforme tabela B.6 da NBR 5419 ABNT
É NECESSÁRIA A INSTALAÇÃO DE PÁRA-RAIOS
Dados Técnicos: Norma NBR5419 da ABNT
Fonte: Anexo B da norma
15.6.5 Cálculo do número de descidas
Uma edificação comercial (nível 2 de proteção) com 165 metros de perímetro.
Espaçamento = 15 m
N. de descidas = perímetro/espaçamento
N. de descidas = 165/15 = 11 => deverão ser usadas, no mínimo, 11 descida
s.
15.6.6 Especificações
• Seção dos condutores de captação 35mm;

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• Seção dos condutores de descida 16mm;


• Seção dos condutores de aterramento 50mm;
• Espessura das estruturas metálicas (telhas metálicas) usadas como captor 0,
5mm.
15.6.7. SISTEMA DE CONTRATAÇÃO DE MONTADORAS (sugestão)
O projeto de SPDA apesar de ser um projeto unidisciplinar, envolve vária
s Empreiteiras, Fabricantes
e/ou Montadora para realização final e integral dos serviços definido no presente Proj
eto.
Essa participação de diversos executores se fundamenta principalme
nte para que terceiros não
interfiram no componente de cada fornecedor, por exemplo, interferir na
s ferragens da estrutura, furar:
caixilhos, dutos de ar condicionado, guias de elevadores, corrimãos, telhas, etc.,
para efetuar o aterramento;
portanto, nossa recomendação é a seguinte:
a) Estrutura de Concreto Armado
Caberá a Executora de Concreto Armado efetuar a Gaiola de Faraday, com a
s próprias ferragens da
estrutura de concreto armado em todo o Edifício, bem como
executar todos os rabichos, de
aterramento das estruturas metálicas.
b) Elementos metálicos do Edifício
O aterramento dos corrimãos caixilhos, portas, portões, alçapões, peit
oris, gradis, guarda corpo,
clarabóias, guias de elevadores, etc., ou melhor,
quaisquer elementos metálicos agregados a
construção; sugerimos delegar ao respectivo Fabricante e/ou Montadora para ins
talar o terminal no seu
produto e, interligando ao rabicho executado pela empreiteira de Estrutura
de Concreto Armado.
O Fabricante e/ou Montadora dos elementos metálicos descritos ac
ima, será o responsável da
continuidade elétrica da peça como um todo, interligando a estrutura
do Edifício, como determina a
NBR-5419/05.
c) Pré-Moldados
O Fabricante de pré-moldados previamente deve interligar 50% das
ferragens da peça conforme
NBR-5419/05, deixando “insert” com a possibilidade de interligação na obra
com a estrutura seja de
concreto ou metálica.
Esses pré-moldados entende-se desde as estacas até a superestrutu
ra, inclusive os pranchões de
cortina simples ou duplas.
Da mesma forma do item “b” o Fabricante e/ou Montadora terá a responsabilid
ade de continuidade
elétrica da peça fornecida.
d) Laje Impermeabilizada
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Delegar para Empreiteira de Construção Civil ou para Instaladora


Elétrica, a execução de cabos
embutidos ou aparentes em laje impermeabilizada.
e) Estrutura Metálica
O fabricante e/ou Montadora correspondente da estrutura de cobertura
de marquise, de pergolado,
metálicos, etc. deve garantir a continuidade elétrica como um todo, interliga
ndo nos rabichos previstos
na estrutura de concreto armado.
f) Instalações (Elétrica, Hidráulica, Telecomunicações)
As Instaladoras de Elétrica, Hidráulica, Telecom, etc., devem garantir ta
mbém a continuidade elétrica
de todos os sistemas, executando a interligação à partir dos rabichos executand
o os TAPs, TATs, LEPs,
etc. conforme indica o projeto.
A execução de Terminais (TAP, TAT, LEP, etc.) caberá a Instaladora Elétrica c
onforme os detalhes do
projeto.
O aterramento dos cabos de sinal e voz do sistema Telecom caberá a empr
esa dessas instalações, a
partir dos TAT’s, previsto em todas as Salas de Rack do projeto.
A malha aparente nos telhados, platibandas, peitoris, laje impermeabi
lizada, etc. poderá ser delegada
para Instaladora Elétrica e/ou para a Montadora do telhado devido às garantia
s, pois a execução requer
quase sempre a perfuração das telhas para fixação do cabo captor.

g) Ar Condicionado
Da mesma forma, a empresa Montadora do sistema de A
r Condicionado, deve garantir a
continuidade elétrica como um todo, isto é, de dutos de ar, de tubos de água ge
lada, de equipamentos
em geral, de grelhas de fachada, etc., cabendo a mesma a inter
ligação dos elementos descritos nos
rabichos previstos pela Executora da estrutura de concreto armado ou estr
utura metálica.
15.6.8. Generalidades do Projeto
A proteção da ESTRUTURA do presente Edifício contra as descargas at
mosféricas, será por meio da
utilização das ferragens da própria armadura do concreto armado, bem como as armaduras
das ferragens
das fundações que terão a função de eletrodos d
e aterramento. Será efetivado também a
equipotencialização dos elementos metálicos da construção com a armadura do concreto armad
o.

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Este projeto foi elaborado tendo em conta as Normas Brasileiras que rege
m o assunto, bem como a
anuência do Projetista de Estrutura de concreto armado. Na ausência ou insuficiência d
e Normas Brasileiras,
foram aplicadas as Normas Internacionais (IEC).
Por outro lado, um SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) pr
ojetado e instalado
conforme as Normas em vigor, não pode assegurar a proteção absoluta de uma estrutura,
como das pessoas
e como dos bens. Entretanto, a aplicação destas Normas teve como objetivo reduzir de
forma significativa os
riscos de danos devido às descargas atmosféricas.
Este Memorial Descritivo faz parte integrante do Projeto de Instalação Elétric
a e tem como objetivo
orientar e complementar o contido no citado Projeto, visando a
ssim o perfeito entendimento das
instalações projetadas.
Dentre os vários sistemas normalizados de Proteção de estruturas cont
ra Descargas Atmosféricas
(SPDA), optou-se para o presente Projeto o sistema de GAIOLA DE FARADAY NÃO ISOLAD
A, isto é, utilizando
os elementos naturais que constituem a construção, tais como a armadura metálica do co
ncreto armado,
das fundações e da super-estrutura.
Este Projeto de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA) abrangerá
a Proteção externa e
interna da Edificação contra descargas atmosféricas, conforme descrito adiante.
15.6.9. Proteção Externa
Armadura Metálica do Concreto Armado
A Proteção Externa do Edifício contra descargas atmosféricas (SPDA) será pelo si
stema de Gaiola de
Faraday, utilizando para descidas de correntes elétricas principais do raio para a
s fundações, as ferragens de
pilares e interligação com as ferragens de vigas e lajes, isto é, equalização de potencial
de toda estrutura de
concreto armado, conforme NBR-5419 de 29/07/2005.
Para esta finalidade a Montadora deve providenciar o seguinte:
a) Nas Fundações
• Amarração entre si de ferragens de estacas (nos transpasses e nos cruzame
ntos);
• Amarração de ferragens de estacas com as dos Blocos (nos transpasses e no
s cruzamentos);
• Amarração entre si de ferragens de Blocos (nos transpasses e nos cruzamen
tos);
• Amarração de ferragens de pilares com as dos Blocos (nos transpasses e no
s cruzamentos);
• Amarração de ferragens de vigas baldrames (se tiver);
• Amarração de estribos com os ferros correspondentes;
• Amarração ou soldagens de chumbadores de pilar metálico, com as f
erragens de apoios ou dos
blocos das fundações.
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b) Nos Pilares
• Amarração nos transpasses de ferro com ferro;
• Amarração de cruzamentos das ferragens com os da viga e laje;
• Amarração de estribos com os ferros correspondentes;
• Nos pilares metálicos; deve garantir a continuidade elétrica desde as fun
dações, até a cobertura.
c) Nas Lajes
• Amarração nos transpasse de ferro com ferro;
• Amarração de cruzamentos das ferragens com os do pilar e viga;
• Executar estas amarrações no entorno de todos os pilares;
• Garantir a continuidade elétrica entre as lajes e pilares, nos locais c
om estrutura metálica.
d) Amarrações
• As citadas amarrações entre ferro com ferro, ferro com estribo e nos cruz
amentos das ferragens,
devem ser amarrados firmemente com arame torcido ou soldad
os, em pelo menos 50% das
ferragens de toda a estrutura de concreto armado (pilares,
vigas, lajes, blocos, estacas, etc.),
conforme NBR-5419/05.
e) Proteção de Coberturas
Foram projetados captores aéreos em cabo de cobre nu sobre
o telhado, nas platibandas e/ou
peitoris, fixados nos rufos e captores embutidos ou apare
ntes sobre a proteção mecânica da
impermeabilização, conforme demonstra os detalhes do Projeto.
Todos os elementos metálicos, tais como; telhas, domus, lumi
nárias, antenas, rufos, calhas, etc.,
foram interligados à estrutura, bem como todas as instalações complementares
que o usuário venha
efetuar após a conclusão da obra, devem ser interligadas também na estrutura.

f) Condutores de Descidas
Para os condutores de descidas das correntes elétricas
dos raios, doravante denominadas
simplesmente de "descidas", foram utilizadas as ferragens dos pilares d
o concreto armado, interligadas
na extremidade superior com o captor da cobertura e, na extremidade inf
erior com as ferragens das
fundações que terão a função de eletrodo de aterramento interligadas co
m as ferragens de vigas e
lajes em todos os pavimentos para equalização de potencial, conforme indica
do no projeto.
g) Proteções das Fachadas
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As Montadoras de peitoris, breezes, caixilhos, peles de vidro, etc


., devem garantir a continuidade
elétrica das peças fornecidas como um todo e efetuar a interligação
elétrica por sua conta, com as
ferragens da estrutura de concreto armado do prédio, nos rabichos conform
e indicado no projeto.
Para tal, serão executados pela obra os rabichos necessários indicados
, afim de que a Montadora
execute a equipotencialização elétrica com as
ferragens da Estrutura do Edifício, por sua
responsabilidade e conforme a NBR-5419/05.
h) Pré-moldados
Ficará a cargo do Fabricante e/ou da Montadora dos elementos pré-molda
dos de qualquer espécie,
a garantia de continuidade elétrica da armadura metálica do pré-mold
ado propriamente dito e, da
disponibilização de um “insert” para a interligação elétrica com as ferragens da e
utura de concreto
armado do prédio, isto é, com as ferragens de pilares, vigas, lajes e com o
s perfis metálicos.
Para as cortinas com prancheamento poderá ser adicionado um ferro po
r pranchão, concretado na
obra e, soldado no perfil metálico eliminando o “insert” como alternativa e,
conforme os detalhes do
projeto.
Porém, esse ferro adicional não isenta o fabricante da interl
igação das ferragens do pranchão
propriamente dito, conforme NBR-5419/05.
i) Estrutura Metálica
O Fabricante e/ou Montadora de estrutura metálica de qualquer tipo,
seja marquise, pergolado,
cobertura metálica ou mesmo a superestrutura, será o responsável pel
a garantia da continuidade
elétrica entre si de toda estrutura bem como interligar com as
ferragens da estrutura de concreto
armado. Essa interligação elétrica com as ferragens da estrutura de concreto
armado, isto é, com as
ferragens dos pilares, das vigas e das lajes, devem ser execu
tadas através dos rabichos conforme
indicados no projeto.
j) Peitoril, Corrimão, Grelha, Gradil
Todos os peitoris, corrimãos, grelhas, gradis, etc. devem ser aterr
ados nas ferragens de laje, viga
ou pilar, conforme indica o projeto.
Portanto, o Fabricante de peitoril, corrimão, grelha, etc., deve an
tecipadamente verificar a posição
do local de aterramento como indicado no projeto, a fim de p
rever um dispositivo para ligação no
rabicho previsto.
k) Poço de Elevador
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Os guias de contra-peso, de cabina e o gancho na Casa de


Máquinas, devem ser interligadas pelo
Fabricante e/ou Montadora de elevadores no rabicho previsto pela obra.
15.6.10. Proteção Interna
a) Equalização de Potencial
Para reduzir os riscos de incêndio, explosão e choques elétricos dentro do
Edifício foram projetadas a
equalização de potencial no mínimo a cada 20 metros de altura e, conforme indicado n
o Projeto.
Essa equalização de potencial é obtida mediante condutor de ligação interligado
as massas metálicas
das diversas instalações dentro do Edifício com a estrutura de concreto armado, conf
orme descrito adiante:
Ligação Equipotencial
Deve ser efetuada no Edifício uma ligação equipotencial integrada, composta
de:
- equipotencialização do sistema elétrico;
- equipotencialização do sistema eletrônico;
- equipotencialização do sistema de telecomunicação;
- equipotencialização da canalização metálica de entrada e saída no Ed
fício ou seja: de água, de
telefone, de energia e de gás, este se for o caso;
- equipotencialização da rede de tubulação, dutos, etc., de ar condicionado,
ventilação, etc.;
- equipotencialização de todos elementos metálicos acessíveis às pessoas.
Essas equipotencializações são efetuadas por meio de cabo de aterr
amento (CA) interligados aos
“TAP’s”, “LEP’s” e TAT’s, adiante descritos.
b) Ligação Equipotencial Principal (LEP)
O LEP deve ser interligada à estrutura de concreto armado das fundações nec
essariamente e, locar em
nível mais próximo ao solo ou mais próximo ao Quadro Geral de entrada de Baixa Tensão,
inclusive em local
de fácil acesso para inspeção.
A Ligação Equipotencial Principal (LEP) será constituída de uma barra de cobr
e onde serão interligadas
as seguintes ligações equipotenciais:
- o condutor de ligação equipotencial de aterramento das fundações;
- o condutor de proteção principal (PE);
- o condutor neutro (uma única ligação no LEP, pois trata-se de um sistema TN-S);
- o condutor de ligação equipotencial de aterramento isolad
o e

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telecomunicações (TAT);
- o condutor de ligação equipotencial de aterramento de equipamentos eletrônicos;
- o condutor de ligação equipotencial de canalizações metálicas das entradas de água, tel
fone, energia, etc;
c) Terminal de Aterramento Principal (TAP)
Em todos os pavimentos do Edifício será instalado um ou mais TAP´s interli
gando com as ferragens de
vigas ou de lajes.
Nessa barra será interligada a ligação equipotencial do sistema elétrico e de si
nal, tais como:
- Eletrodutos metálicos;
- Blindagem dos condutores;
- Condutores do sistema elétrico e de sinal, ligados direta ou indiretamente;
- Condutores vivos; só devem ser ligados diretamente através de Dispositivo de Pro
teção Contra Surto (DPS)
(quando a ligação equipotencial direta não for permitida);
- Condutores PE; devem ser ligados diretamente;
- O condutor PE; deve ser ligado a outras instalações equipotenciais;
- Condutor neutro não deve ser ligado uma vez no LEP;
- Os condutores de ligações equipotenciais dos motores, máquinas e dutos
metálicos de ar condicionado,
ventilação, etc;
- Os condutores de ligações equipotenciais dos elementos metálicos acessíveis as pess
oas.
A construção do TAP é idêntica ao LEP, descrito no item acima, p
orém, a diferença é que o LEP
necessariamente deve ser ligado na fundação.
d) Condutor de Ligação Equipotencial (seção mínima)
Quando a continuidade elétrica das instalações metálicas não for gara
ntida por ligações naturais,
devem-se utilizar os seguintes condutores de seção mínima:
- Para suportar toda a corrente de descarga atmosférica, ou parte subst
ancial dela, a secção mínima do
condutor de equipotencialização deve ser de 35 mm2 de cobre nu.
- Para os demais casos, a secção mínima do condutor para equipotencialização deve ser de 1
6 mm2 de cobre
nu ou conforme indicado no projeto.
No local instalado do LEP e do TAP, não deve ter acesso fácil aos leigos
, entretanto por questões de
segurança, nas ligações dos condutores de equipotencialização nessas barras d
evem ser providas de
etiquetas ou plaqueta “NÃO REMOVA”.

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15.6.11. ATERRAMENTO
a) Aterramento da Estrutura
Para assegurar a dispersão da corrente de descarga atmosférica na ter
ra sem causar sobre tensões
perigosas, optou-se para um único aterramento integrando com as fu
ndações e as estruturas de
concreto armado do Edifício.
Para utilização dessa alternativa, deve interligar as amarrações
das armaduras de aço das
fundações com a superestrutura de concreto armado.
b) Aterramento de Luz e Força
A instalação de TAPs em cada pavimento, interligadas na estrutura de
concreto armado.
c) Aterramento de Ar Condicionado
A Montadora de Ar Condicionado deve aterrar nos rabichos previsto
s, a rede de dutos, grelhas,
tubos de água gelada, fancoil, motores, etc., de acordo com a NBR-5419/05 e
conforme indica o Projeto.
d) Aterramento dos Postes de Iluminação
O aterramento será por meio dos chumbadores dos postes interligados
as ferragens da base de
apoio de concreto.
e) Aterramento de Cercas Metálicas
A abrangência destes serviços ficará limitada ao indicado na planta de
implantação.
f) Resistência de Aterramento
Para assegurar a dispersão da corrente de descarga atmosférica na ter
ra sem causar sobre tensões
perigosas, serão utilizadas as fundações como eletrodos de aterramento,
constituídas pelas próprias
armaduras embutidas no concreto das fundações, tais como: armadura de aço das es
tacas, dos blocos,
das vigas e dos baldrames. Serão utilizadas hastes de terra e interligadas e
ntre si por meio de cordoalha
de cobre nu #50mm², enterradas a uma profundidade mínima de 50 cm,
conforme detalhado em
projeto. Isto será suficiente para se obter um aterramento com ca
racterísticas elétricas adequadas,
sendo dispensável qualquer medida suplementar, conforme NBR-5419/05.
15.6.12. INSPEÇÃO DO SPDA (CONFORME NBR-5419/05)
a) Objetivo das Inspeções
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As inspeções visam a assegurar que:


1) O Sistema de Proteção de Descargas Atmosféricas (SPDA) está conforme o Projeto;
2) Todos os componentes do SPDA estão em bom estado, as conexões de
fixações estão firmes e
livres de corrosão;
3) Tratando-se de aterramento pelas fundações do Edifício, o valor da resistência d
e aterramento é
dispensado a medição.
4) Todas as construções acrescentadas à estrutura posteriormente ao projeto origi
nal, devem estar
integradas no volume a proteger, mediante ligação ao SPDA ou ampliando o s
istema do SPDA.
b) Seqüência das Inspeções
As inspeções descritas acima devem ser efetuadas na seguinte ordem cronológica
:
1) Durante a construção da estrutura, verificar a correta instalação das condições par
utilização das
armaduras como integrantes da Gaiola de Faraday;
2) Após o término da instalação do SPDA, para as inspeções acima prescritas em
06.1.a / 6.1.b /
6.1.c. (NBR-5419/05);
3) Periodicamente, para todas as inspeções prescritas em 6.1
e respectiva manutenção, em
intervalos não superiores aos estabelecidos em 6.3 (NBR-5419/05);
4) Após qualquer modificação ou reparo no SPDA, para inspeções completas c
onforme 6.1 (NBR-
5419/05);
5) Quando for constatado que o SPDA foi atingido por uma descarg
a atmosférica, para inspeções
conforme 6.1.b. / 6.1.c (NBR-5419/05).
c) Periodicidade das Inspeções
1) Uma inspeção visual do SPDA deve ser efetuada anualmente.
2) Inspeções completas conforme 6.1 devem ser efetuadas periodicamente, em inter
valos de:
.. 5 anos, para estruturas destinadas a fins residenciais, comer
ciais, administrativos, agrícolas ou
industriais, excetuando-se áreas classificadas com risco de incêndio ou e
xplosão;
.. 3 anos, para estruturas destinadas a grandes concentrações públicas
(por exemplo: hospitais,
escolas, teatros, cinemas, estádios de esporte, centros comerciai
s e pavilhões), indústrias
contendo áreas com risco de explosão, conforme a NBR-9518,
e depósitos de material
inflamável;
.. 1 ano, para estruturas contendo munição ou explosivos, ou em lo
cais expostos à corrosão
atmosférica severa (regiões litorâneas, ambientes industriais com atmosfera
agressiva, etc.).

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d) Documentação Técnica do Sistema de Aterramento


A seguinte documentação técnica deve ser mantida no local, ou em poder d
os responsáveis pela
manutenção do SPDA:
1) Relatório de verificação de necessidade do SPDA e de seleção do re
spectivo nível de proteção,
elaborado conforme anexo B da NBR-5419/05;
2) Desenhos em escala mostrando as dimensões, os materiais e as posições de
todos os componentes
do SPDA, inclusive eletrodos de aterramento;
NOTAS:
a) Resistividade do solo, medições de resistência de aterramento no
presente Projeto não é
necessário por utilizar as fundações como eletrodo de aterramento.
b) A elaboração do “As-Built” será de responsabilidade de cada executor.
15.6.13. Obrigações das Montadoras
a) As empresas executoras dos serviços de SPDA devem fornecer os m
ateriais e/ou a mão de obra e
todas as ferramentas e equipamentos necessários para a execução dos serviço
s, de acordo com as
Normas Brasileiras e, outras normas aplicáveis, seguindo fielmente as in
dicações do projeto.
b) Após a conclusão dos serviços de montagem, cada empresa deve emitir
toda documentação, bem
como o “As-Built”, isto é, “conforme construído”, incorporando inclusive,
quaisquer alterações que
tenham sido implementadas na fase de montagem, em relação ao Projeto Origin
al.
c) Toda a documentação deve ser entregue em meio eletrônico, sendo os desenhos (
diagramas, plantas,
desenhos de fabricantes, listas de materiais e componentes, et
c.), entregues no formato “DWG”
(AutoCAD).
d) Durante a execução dos serviços, deve ser comunicado ao En
g. Fiscal qualquer divergência
encontrada entre o projeto de SPDA e os demais projetos de execução, tais
como, de Arquitetura, de
Concreto Armado, de Estrutura Metálica, de Ar Condicionado, de
Elétrica, de Automação, de
Hidráulica, etc., com a finalidade de definir a solução a ser adotada.
e) Quaisquer serviços executados com mão de obra ou materiais inadequados e,
em desacordo com o
Projeto, a Montadora deve refazer os serviços sem quaisquer ônus para o Pr
oprietário, ressalvando-
se os casos decorrentes de má conservação ou o uso inadequado das instalações.
f) A Montadora deve garantir as instalações por 12 (doze) meses ou outro prazo
a ser acordado com o
Contratante.
g) Cabe à Montadora o fornecimento de ATESTADO DE FIE EXECUÇÃO, fir
mado pelo Engenheiro
Responsável da obra.
15.7. Luminárias

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15.7.1 Luminária de Embutir no piso

Características Técnicas:
Tipo: Luminária circular, de embutir em piso em alumínio injetado. Linha Single Pret
a.
Dimensões: L= Ø 92 mm
Tipo de Lâmpada: Led branco.
Fabricante: EVERLIGHT ou equivalente.
APLICAÇÃO: Rampa e escada.
15.7.2 Luminária de Embutir no piso

Características Técnicas:
Luminária circular de embutir no solo, para 1 lâmpada refletora
vapor metálico PAR30 de 50W.
Corpo em alumínio injetado com acabamento em pintura eletrostáti
ca epóxi-pó na cor preta ou
branca. Difusor em vidro plano temperado transparente. Tubo rígido em
PVC com grau de proteção
IP65 para instalação da luminária. Alojamento cilíndrico em alumínio
injetado, desvinculado do
corpo da peça, para equipamentos auxiliares (peça 8240). Para i
nstalação dos embutidos de solo
em piso não permeável (ex.: concreto), é necessário prever passagem para o c
abo de alimentação e,
além disso, é fundamental elaborar saída para escoamento da água.
Necessita reator, ignitor e
capacitor.
Dimensões: L=Ø220 x A1=320 X A=160 mm. / Nicho: Ø190 mm.
Tipo de lâmpada: 01 x PAR 30S – 50W 230-30 - PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Características da Lâmpada:
Potencia: 50W;
Tensão: 230 V;
Base: E 27.
Intensidade Luminosa: 2000 cd;
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Abertura de facho: 30 ;
IRC: 100;
Temperatura de Cor: 2900K;
Vida Mediana – 2.000h.
Fabricante: PHILIPS.
Código do fabricante: YBYPÊ 01 x PAR 30S
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: Fachada.
15.7.3 Luminária de Embutir no teto

Características Técnicas:
Luminária de embutir em forro de gesso ou modulado para 4 lâmpadas fluor
escentes tubulares de
14W. Corpo e aletas planas em chapa de aço tratada com acaba
mento em pintura eletrostática
epóxi-pó na cor branca. Refletor em alumínio anodizado de alto
brilho. Equipada com porta-
lâmpada antivibratório em policarbonato, com trava de segurança e proteção con
tra aquecimento
nos contatos.
Dimensões: A= 70 x L= 618 x C= 618 mm. / NICHO: 605 x 605 mm.
Tipo de lâmpada: 04 x TL5 – 14W – PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Potencia: 14W;
Base: G13;
Fluxo Luminoso a 25 : 1200 lm;
IRC: 85;
Temperatura de Cor: 4000K;
Eficiência Luminosa a 35 : 75lm/W;
Vida Mediana – 15.000h.
Tipo de reator: CÓD. - HF- RTD 218 TLD EII – PHILIPS.
Código do fabricante: 2750 4x TL5 14W
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: 1 Pavimento – áreas de trabalho.
15.7.4 Luminária de Embutir no teto
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Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

Características Técnicas:
Luminária de embutir em forro de gesso modulado para 4 lâmpada
s fluorescentes tubulares de
14W. Corpo / refletor em chapa de aço tratada com acabamento em pintur
a eletrostática epóxi-pó
na cor branca. Difusor em acrílico leitoso. Equipada c
om porta-lâmpada antivibratório em
policarbonato, com trava de segurança e proteção contra aquecimento nos co
ntatos.
Dimensões: A= 70 x L= 618 x C= 618 mm. / NICHO: 605 x 605 mm.
Tipo de lâmpada: 04 x TL5 – 14W – PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Potencia: 14W;
Base: G13;
Fluxo Luminoso a 25 : 1200 lm;
IRC: 85;
Temperatura de Cor: 4000K;
Eficiência Luminosa a 35 : 75lm/W;
Vida Mediana – 15.000h.
Tipo de reator: CÓD. - HF- RTD 218 TLD EII – PHILIPS.
Código do fabricante: 2205 4x TL5 14W
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: Recepção.
15.7.5 LUMINÁRIA DE EMBUTIR NO TETO

Características Técnicas:
163
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Luminária quadrada, de embutir, para 02 lâmpadas fluorescentes co


mpactas de 26W, duplas, 2
pinos. Corpo e refletor em chapa de aço tratada com acabamento em pintu
ra eletrostática epóxi-pó
na cor branca. Difusor em acrílico leitoso. Série CIANITA 2x26w.
Dimensões: A= 110 x L= 254 x C= 254 mm. / NICHO: 220 x 220 mm.
Tipo de lâmpada: 02 x PLC26W 840 -2P – PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Potencia: 26W;
Base: GX2 4 D-3;
Tensão: 105 V;
Corrente: 0,33 A;
Fluxo Luminoso: 1800 lm;
IRC: 82;
Temperatura de Cor: 4000K;
Eficiência Luminosa: 69lm/W;
Vida Mediana – 10.000h.
Tipo de reator: 2X SPC 26D – 26P - PHILIPS.
Código do fabricante: CIANITA 2x PLC 26W.
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: copas, sanitários e circulações.
15.7.6 Luminária de Embutir no teto

Características Técnicas:
Luminária de embutir para 3 lâmpadas fluorescentes tubulares de 28W. Corp
o / refletor em chapa
de aço tratada com acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na
cor branca. Difusor em
acrílico leitoso. Pode ser utilizada para aplicações em RGB
. Equipada com porta-lâmpada
antivibratório em policarbonato, com trava de segurança e
proteção contra aquecimento nos
contatos.
Dimensões: A= 80 x L= 192 x C= 1243 mm. / Modulação: 202 x 1250. / Nicho: 1
80 x 1233
Tipo de lâmpada: 04 x TL5 – 28W – PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Potencia: 28W;
Base: G13;
Fluxo Luminoso a 25 : 1200 lm;
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IRC: 85;
Temperatura de Cor: 4000K;
Eficiência Luminosa a 35 : 75lm/W;
Vida Mediana – 15.000h.
Tipo de reator: CÓD. - HF- RTD 218 TLD EII – PHILIPS.
Código do fabricante: 2108 3x TL5 28W.
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: Estacionamento.
15.7.7 Luminária de Embutir no teto

Características Técnicas:
Luminária retangular de embutir, com 1 foco orientável, para 1 lâmpada ha
lógena dicróica de 50W,
12V. Corpo em chapa de aço tratada com acabamento em pintura
eletrostática epóxi-pó na cor
branca. Refletor anti-ofuscante assimétrico em
alumínio acetinado.Necessita transformador
eletromagnético ou eletrônico.
Dimensões: A= 98 x L= 150 x C= 150 mm. / Nicho: 130 x 130 mm.
Tipo de lâmpada: 04 x TL5 – 28W – PHILIPS.
Tipo de lâmpada: 01x ALR 111 12V 50W
Características da Lâmpada:
Potencia: 50W;
Tensão: 12 V;
Base: G53;
Intensidade Luminosa: 23.000 cd;
Abertura do facho: 8 ;
IRC: 100;
Temperatura de Cor: 3000K;
Vida Mediana – 3.000h. 
Tipo de transformador: ET-E 50 22/236P – PHILIPS;
Código do fabricante: CARUARU 1x DICRÓICA 50W.
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: Recepção.

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15.7.8 Luminária de Sobrepor no teto

Características Técnicas:
Luminária de sobrepor para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares de 32W. Co
rpo em chapa de aço
tratada com acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na cor b
ranca. Refletor em alumínio
anodizado de alto brilho. Alojamento do reator na ca
beceira. Equipada com porta-lâmpada
antivibratório em policarbonato, com trava de segurança e proteção
contra aquecimento nos
contatos.
Dimensões: 58x227x1326mm.
Tipo de lâmpada: 02 x TLDRS – 32W
Características da Lâmpada:
Potencia: 32W;
Tensão: 127 V;
Corrente: 0,29 A;
Fluxo Luminoso: 1250 lm;
IRC: 90;
Eficiência Luminosa: 48lm/W;
Vida Mediana – 18.000h.
Tipo de reator: Reator Eletrônico ED 32A 26 AP – 2X32W – PHILIPS.
Código do fabricante: 3540 02 x TLDRS -32W
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: Depósito.
15.7.9 Luminária de Sobrepor

Características Técnicas:
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Luminária quadrada de sobrepor, para 02 lâmpadas fluorescentes co


mpactas de 18W, duplas,
02pinos. Corpo em chapa de aço tratada com acabamento em pintura eletro
stática epóxi-pó na cor
branca. Difusor em vidro plano temperado jateado. Necessita reator el
etromagnético.
Dimensões: A= 90 x L= 260 x C= 260 mm.
Tipo de lâmpada: 02 x PLC – 18W 840 2P – PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Potencia: 18W;
Base: GX24D-2
Tensão: 100V;
Corrente: 0.22A;
Fluxo Luminoso: 1200 lm;
IRC: 82;
Temperatura da cor: 4000K
Eficiência Luminosa: 67lm/W;
Vida Mediana – 10.000h.
Fabricante: PHILIPS.
Código do fabricante: PLATINA 02 x PLC -18W
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: Guarita.
15.7.10 Luminária Externa

Características Técnicas:
Luminária retangular de sobrepor tipo arandela, para 1 lâmpada de vapor metál
ico de 150W. Corpo
em chapa de aço tratada zincada com acabamento em pintura eletrostática epóxi
-pó na cor preta.
Refletor simétrico em alumínio anodizado. Difusor em vidro
plano temperado transparente.
Alojamento para os equipamentos auxiliares na própria luminár
ia.Necessita reator, ignitor e
capacitor.
Dimensões: A= 130 x L= 320 x C= 680 mm.
Tipo de lâmpada: 01 x CDM - TD 150W/830 – PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Potencia: 145W;
Base: RX7S-24;
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Tensão: 96 V;
Corrente: 1.8A;
Tensão mínima para ignição: 198V;
Fluxo Luminoso: 13.500 lm;
IRC: 85;
Temperatura de Cor: 3.000K;
Vida Mediana – 15.000h.
Código do fabricante: CALCARIO A 01 x 150W
Fabricante: ITAIM ou equivalente.
APLICAÇÃO: Área Externa.
15.7.11 Poste Externo

Características Técnicas:
Tipo: Luminária retangular para poste, tipo pétala, para 01 lâmpada de vapor metálico el
ipsoidal de 15W.
Corpo em chapa de aço tratada zincada com acabamento em pintura eletrostát
ica epóxi-pó na cor preta.
Refletor simétrico em alumínio anodizado. Difusor em vidro plano temperado
transparente. Alojamento
para os equipamentos auxiliares na própria luminária. Poste H= 4 m.
Dimensões: 130 x320 x735 mm.
Tipo de lâmpada: 01 x CDM - TD 150W/830 – PHILIPS.
Características da Lâmpada:
Potencia: 145W;
Base: RX7S-24;
Tensão: 96 V;
Corrente: 1.8A;
Tensão mínima para ignição: 198V;
Fluxo Luminoso: 13.500 lm;
IRC: 85;
Temperatura de Cor: 3.000K;
Vida Mediana – 15.000h.
Tipo de Reator: Eletrônico – CÓD. HID-PV 150/S CDM – PHILIPS.
Código do fabricante: Série CALCÁRIO - P – 1XCDM-TD 150
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Fabricante: ITAIM.
APLICAÇÃO: Área externa térreo.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
20. Instalações Elétricas
20.1. Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas – cj
Será medido e pago quando o conjunto de todo o sistema for
fornecido, instalado e testado de
acordo com as Normas pelo CONTRATADO e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, conforme especifi
cações técnicas
e desenhos.
20.2. Luminárias
20.2.1. Luminária de Embutir Ref. 2205, 4x14W a 20.2.11. Luminária de Emb
utir Ref. Caruaru, 1x50W
(Dicróica) – unid
Serão medidas e pagas por unidade efetivamente fornecida
e instalada completa, conforme
especificações técnicas.
20.3. Quadros e Rede Elétrica
20.3.1. Eletroduto Rígido Galvanizado ¾” e 20.3.2. Eletroduto Rígido Galvanizado 2 ½” – m
Serão medidos e pagos por metro linear de eletroduto efetivame
nte fornecido e instalado, nos
diâmetros indicados em projeto, conexões, fixação, abertura e fechamento de rasgos, entr
e outros, inclusos.
20.3.3. Eletrocalha Galvanizada a Fogo Perfurada (100x25x3000m) a 20.3.31. Caixa
com Tomada e Espelho
2P+T (2x4”) – unid
Serão medidos e pagos por unidade efetivamente fornecida
e instalada completa, conforme
especificações técnicas, com conexões, adaptadores e fixação inclusos.
20.3.32. Cabo Unipolar, 0,6/1kV (2,5mm²) a 20.3.37. Cabo Unipolar 0,6/1kV (35mm²) – m

Serão medidos e pagos por metro linear de cabo efetivamente f


ornecido e instalado, conforme
especificações técnicas, nas seções indicadas em projeto.
20.4. Ligações Primárias (Poste/Medidor)

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20.4.1. Instalação de Padrão Polifásico em Poste de 5m – unid
Serão medidos e pagos por unidade efetivamente fornecida e instalada, na
s especificações de projeto,
conexões, fixação, abertura e fechamento de rasgos em grana ou calçada, entre outros, in
clusos.

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CADERNO 16
REDE ESTRUTURADA
Autor:
Wagner Luiz de O. Filho
Eng. Eletricista CREA 10.415/D – GO

O projeto propõe um sistema de rede local através de cabeamento


estruturado, integrando
os serviços de voz e dados, que possa ser facilmente redirecionado no sen
tido de prover um caminho de
transmissão entre quaisquer pontos da rede. A integração ao serviço de telefonia deverá ga
rantir os serviços
de comunicação de maneira ampla e irrestrita.
O sistema de cabeamento estruturado obedecerá ao
mesmo princípio das instalações
elétricas quanto à utilização dos "caminhos" pelo forro e/ou teto, descendo pelas divisóri
as e/ou paredes, de
modo a atingirem as estações de trabalho;
Os pontos de rede serão instalados em
caixas fixas no piso(sistema alveolar), ou
paredes,sendo dois pontos por posto de trabalho, atendendo os pontos indistintam
ente aos segmentos de
voz e dados, com conectores do tipo Keystone Rj-45.
Além dos pontos mencionados no item anterior, foram pr
ojetados pontos em todos os
ambientes onde possa haver a necessidade de um telefone ou microcomput
ador, inclusive depósitos e
copas;
Os rack's com equipamentos do sistema de cabeamento
estruturado foram projetados nos
ambientes indicados no projeto.
O cabeamento deverá atender à norma ANSI/TIA/EIA-568
-B e seus adendos, sendo o
cabeamento horizontal executado em cabos UTP categoria 6 (conforme adendo ANSI/T
IA/EIA-568-B.2-1).
O sistema de cabeamento estruturado deverá prever a organização e
identificação de todos
os seus componentes de acordo com as normas NBR 14565 de j
ulho/2000 e ANSI/TIA/EIA-606 de
fevereiro/1993, sendo que a norma brasileira tem precedência nos pontos de divergênc
ia, principalmente no
que diz respeito à nomenclatura e siglas.
16.1 Cabeamento Horizontal
16.1.1 Cabos
Deverão ser utilizados cabos de 4 pares trançados não bli
ndados tipo UTP CATEGORIA 6e,
composto de condutores sólidos de cobre nu, 24 AWG, isolados em composto
especial. Capa externa em
PVC não propagante à chama, na cor azul ou outra aceita pela fiscalização da obra, com m
arcação seqüencial
métrica; As cores dos pares serão as padronizadas pelas normas supracitadas, a saber
:
AZUL/BRANCO DO AZUL;
LARANJA/BRANCO DO LARANJA;
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VERDE/BRANCO DO VERDE;
MARROM/BRANCO DO MARROM.
Os fios brancos dos pares deverão ter marcações na cor c
orrespondente a seu par, por
exemplo: o fio branco do par azul/branco-do-azul terá marcações na cor azul.
O cabo deverá atender a todas as características elétricas em tran
smissões de alta velocidade
especificadas na norma ANSI/TIA/EIA 568 A.
O cabo deverá ser do tipo FAST-LAN 6 de fabricação AMP ou similar
de outro fabricante.
16.1.2 Conector RJ-45
As tomadas (ou conector) de acesso serão do tipo modular jack
padrão RJ-45 (M8v), com os
contatos banhados a ouro, conforme descrição abaixo:
Corpo em termoplástico de alto impacto não propagante à chama (UL
94 V-0).
Vias de contatos planas para aumentar a superfície de
contato com o conector macho,
produzidas em cobre-berílio, com camada de ouro de 1,27 mm sobre 1,27 mm de níquel.
Terminais de conexão em bronze fosforoso estanhado, padrão 110 I
DC, para condutores de
22 a 26 AWG (diâmetro isolado até 1,27 mm). Montado em placa de circuito impresso de
quatro camadas
para controlar o NEXT.
Fornecido com protetores traseiros para as conexões e tampa de
proteção frontal para evitar
acúmulo de poeira quando não estão em uso.
Possibilidade para codificação por cores com o uso de ícones de id
entificação.
Disponível na pinagem T568A, identificado por etiquetas colori
das nos terminais de conexão.
16.1.3 Patch-Cord
O Instalador/Integrador fornecerá patch-cords no comprime
nto de 3 metros para a ligação
dos PC’s com a tomada de dados (RJ-45), e patch-cords no comprimento de 1,5 metro
para interligação do
equipamento (switch) ao patch-panel gerenciador de rede, todos em
cabo UTP CATEGORIA 6, tipo
superflexível, com um plug RJ-45 em cada extremidade para cada estação de trabalho de
dados, conforme
descrição abaixo:
Produzido em fábrica, com técnicas de montagem e conexão
exclusivas, que garantem ao
produto, quando utilizado em conjunto com os demais produtos que compõem a solução de
Categoria 6,
excelente performance de transmissão.
Possui capas termoplásticas coloridas, que acompanham a
cor do cabo, inseridas sobre os
conectores RJ-45 macho, dificultando a desconexão acidental do produto.
Disponível em pinagem T568 A.
16.1.4 Painéis de Distribuição

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Todo cabeamento horizontal concentrar-se-á em painéis


de distribuição  (patch panel)
instalados nos Rack s.
Os painéis serão do tipo Patch Panel de 24 portas padrão RJ-45 cate
goria 6, com montagem
em Rack 19" conforme detalhado no projeto de telefonia e dados e características a
baixo:
Corpo plástico fabricado em termoplástico de alto impacto não propa
gante à chama (UL 94 V-
0).
Painel frontal construído em chapa de alumínio com espess
ura de 2,5 mm, com proteção
contra corrosão pintura de alta resistência a riscos e acabamento em epóxi na cor pret
a.
Terminais de conexão em bronze fosforoso estanhado, padrão 110 ID
C, para condutores de
22 a 26 AWG (diâmetro isolado até 1,27 mm).
Os conectores RJ-45 do painel frontal são conectados a
circuitos impressos de quatro
camadas para proporcionar melhor performance elétrica e suas vias de con
tato, em configuração de
curvatura altamente resistente à fadiga, são produzidas em cobre-berílio, com camada d
e ouro de 1,27 mm
sobre 1,27 mm de níquel.
Possibilitam ainda codificação por cores com o uso de ícones de iden
tificação.
Possui borda de reforço para evitar empenamento.
Possui suporte traseiro para braçadeiras, possibilitando a amar
ração dos cabos.
Placa de circuito impresso mecanicamente protegida por cobert
ura plástica, sobre a qual são
gravados números e setas que facilitam a identificação traseira dos conectores M8v.
Apresenta largura de 19", conforme requisitos da norma ANSI/E
IA-310D e altura de 1 U.
Disponível em pinagem T568A, identificado por código de cores nos
terminais de conexão.
Fornecido com etiquetas de identificação e parafusos e arruelas p
ara fixação.
Disponível em 24 posições.
Fornecido na cor preta.
Os painéis serão agrupados por utilização. Cada tipo de utilização será
ntificada, com ícone
colorido: os módulos para dados terão cor amarela; os módulos destinados a
rede telefônica terão cor
verde, etc.
Para interligação entre Concentradores (Switchs e Roteadore
s) e Patch Panel`s (módulos)
deverão ser fornecidos cordões de manobra (patch cords) de quatro pares t
ransçados. Os cordões serão
CATEGORIA 6 superflexível, com conector RJ 45 macho nas duas pontas e
comprimento suficiente para
realizar a conexão; conforme projeto de telefonia e dados.
Cada cordão de manobra deverá apresentar identificação alfanumér
ica única através de
anilhas tipo hellerman em ambas extremidades, cuja codificação consta do projeto;
Os painéis deverão ter uma boa apresentação, de forma
que seja possível uma fácil
visualização da identificação alfanumérica dos módulos. Para tanto, deverão ser f
ecidos e instalados
organizadores de cabos intercalados com os Patch Panel´s, ou seja um Patch Panel,
um organizador, outro
Patch Panel outro organizador e assim por diante. A finalidade será a de prover ro
teamento aos cordões de 
manobra, conforme mostrado no detalhe das vistas dos rack s do projeto.
O comprimento dos cordões de manobra deverá ser suficiente para p
ercorrer o trajeto desde
o módulo de origem até o do usuário, passando pelos guias horizontais e verticais, con
forme detalhado no
projeto.
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Cada módulo dos painéis de distribuição deverá ser provido de
um porta-etiqueta para
identificação alfanumérica para cada porta RJ-45. Os caracteres de identificação
nas etiquetas serão
impressos por processo a laser ou jato de tinta com letras pretas; 
O Instalador/Integrador deverá fornecer os Rack s comple
tos, ou seja, incluindo todos os
acessórios, conforme vistas dos Rack s do projeto.
16.2 Cabeamento Vertical (BACK BONE) para Transmissão de DadosS
16.2.1 Ótico
O cabeamento vertical deverá ser instalado com cabo de
fibra ótica multimodo de 6 fibras
50/125μm (FOMM6F) de fabricação AMP, Furukawa ou Panduit, em topologia física de estrela
;
Os cabos ópticos serão do tipo cabo INDOOR/OUTDOOR com as caract
erísticas abaixo:
Cabo óptico "tight", constituído por fibras ópticas com re
vestimento primário em acrilato e
revestimento secundário em material polimérico colorido (900 mm), reunidas
e revestidas por fibras
sintéticas dielétricas para suporte mecânico (resistência à tração) e cobertas po
uma capa externa em
polímero especial para uso interno e externo, na cor preta.
CARACTERÍSTICAS:
• Imune a interferência eletromagnéticas.
• Totalmente dielétrico, garantindo a proteção dos equipamentos ativos d
e transmissão contra
propagação de descargas elétricas atmosféricas.
• Resistência à umidade, fungos, intempéries e ação solar (proteção UV).
• Retardante à chama.
• Alta resistência à chama.
• Dimensão externa reduzida.
• Fácil manuseio sem utilização de geléia na sua construção.
• Baixo custo da instalação, pois dispensa a emenda de transição interna/externa.
• Para uso interno e externo. 
• Os Distribuidores internos Óticos (DIO s) de cada Rack serão encami
nhados para o Rack -01 na
sala dos servidores (SS1), conforme cabeação do projeto.
• O Rack Central deverá conter em seu interior 01 switch com 12 por
tas de fibra para receber os 
6 cabos provenientes dos rack s dos diversos
 pavimentos
• Os Distribuidores internos Óticos (DIO s) terão as características ab
aixo:
Descrição:
Constituído por dois componentes principais: Módulo Básico e Kits de conexão.

Módulo Básico
Confeccionado em alumínio, com espessura de 1,5 mm, é responsável por acomod
ar e proteger as
emendas ópticas de transição entre o cabo óptico e as extensões ópticas (pig tail

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Kits de Conexão
Compostos pelos suportes de adaptadores ópticos (sempre com ca
pacidade para 12 conexões
de fibras), os adaptadores ópticos e as extensões ópticas (pig tails).
• Os kits de Conexão possuirão capacidade para até 12 conexões de fibras.
• Ambos os componentes do produto são resistentes e protegidos contra corrosão
.
• O suporte com os adaptadores ópticos, bem como, as áreas de emenda óptica e ar
mazenamento do
excesso de fibras, ficam internos ao produto, conferindo maior proteção e
segurança ao sistema.
• Apresenta gaveta deslizante que facilita a instalação e a manobra de cordões ópt
icos.
• Possui 4 acessos laterais para a entrada de cabos e/ou cordões ópticos.
• Permite a configuração com até 12 fibras, dos tipos multimodo e/ou monomodo, p
ara conectores do
tipo ST, SC, MT-RJ e/ou SC Duplex.
• Fornecido com todos os materiais auxiliares necessários à sua insta
lação (bandeja e protetores de
emenda, braçadeiras, anilhas de identificação etc.).
• Possui altura de 1U (44,45 mm), largura de 488 mm e profundidade de 330
mm.
• Fornecido na cor preta.
Características:
• Adequado para instalações em racks padrão 19".
• Possibilita configuração híbrida.
• Manuseio simples, sem a necessidade de ferramentas especiais.
• Permite manobras em sistemas de alta densidade de fibras, com
perspectivas de expansão e
necessidade de modularidade.
16.2.2 Conectores e Cordões Ópticos:
Os conectores ópticos serão do tipo MT-RJ MM 50/125μm, send
o conectores duplex e não
necessitam de cola nem de polimento.
Os cordões ópticos serão duplex MM 50/125μm terão no mínimo 1 metro de
omprimento e
estes terão terminações com conectores do tipo MT-RJ.
16.3 Diagrama Esquemático de Ligação entre Equipamentos Ativos:
O esquema de ligação entre equipamentos ativos e seus r
espectivos back bone seguirá o
esquema vertical conforme projeto.
Todas as fibras sairão do rack 01 sala provedor – e estas serão co
nectorizadas em suas pontas
com conectores ópticos tipo MT-RJ e todas passarão por DIO’s em cada rack
respectivo e destes serão
interligadas ao switch por meio de cordões ópticos tipo duplex MT
-RJ e de no mínimo 1,5m de
comprimento.

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16.4 Testes
16.4.1 Certificação do Cabeamento
Serão executados testes em todo cabeamento metálico (hori
zontal), conforme descrição
abaixo, para verificação quanto à performance, com vistas à certificação de conformidade às
racterísticas
exigidas nas normas anteriormente.
16.4.2 Equipamento de Teste
O Instalador/ Integrador realizará a certificação do cabeamento ho
rizontal com aparelho de
certificação de rede ethernet e fast-ethernet do tipo analisador de cabos
tipo Scanner de fabricação
MICROTEST, INC, modelo PENTA SCANNER +, ou similar, próprio para testes em categor
ia 5E, na presença da
fiscalização da obra.
O PENTA SCANNER é composto por duas unidades: o injetor e o an
alisador. As medições de
NEXT (Near End Crosstalk) e ACR (Attenuation-to-Crosstlak Ratio) devem
ser efetuadas tanto do lado do
injetor como do analisador.
Portanto, seria necessário trocar as posições do injetor com relação ao analisa
dor, realizando-se duas
medições. Contudo, o modelo sugerido possui um dispositivo interno que permite ao an
alisador funcionar
como injetor. Por seu lado, o injetor armazena os resultados e os envia ao anali
sador.
Deverá ser feita a identificação de todos os pontos de rede, nos p
atch panels, patch cords e
nas tomadas RJ45, utilizando a seguinte nomenclatura:
PONTO DE TELECOMUNICAÇÃO-ANDAR-NÚMERO DO PONTO, sendo que para os
pontos de
dados deverão ser utilizados números pares e para telefonia números ímpares. Exemplos: P
T2P020 (ponto
020 do segundo pavimento), PTTE078 (ponto 078 do pavimento térreo).
16.4.3 Procedimentos
Como o injetor é de duas vias, tanto este quanto o
analisador pode ser conectado em
qualquer dos lados do enlace.
O enlace será composto pelo conjunto analisador (ou in
jetor), cabo de manobra (cabo de
ligação elemento ativo-patch panel), módulo de conexão amarelo do painel de d
istribuição (patch panel),
cordão de manobra (patch cord), módulo de conexão azul, cabo UTP Categoria 6E, tomada/
conector RJ-45, o
cordão de ligação da estação de trabalho e finalmente o injetor (ou analisador);
Após a conclusão dos testes (até um máximo de 500 medições),
os dados armazenados na
memória do analisador são transferidos para um micro com
putador, ficando os resultados
disponíveis em meio magnético, podendo também ser impresso em form
a de relatório;
O Instalador/Integrador fornecerá uma cópia dos resultados
em papel A-4 e também em
mídia digital.
16.4.4 Grandezas
176
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Serão realizadas medições das seguintes grandezas na certificação do ca


beamento horizontal:
• Comprimento do enlace em metros (em todos os pares);
• Resistência de loop dos 4 pares em ohms;
• Mapa de fios - continuidade e polaridade;
• Impedância dos 4 pares, em ohms;
• Capacitância, em pF (pico faraday);
• NEXT (Near End Crosstalk) - atenuação de Paradiafonia, em dB (decibéis);
• Atenuação, em dB;
• ACR (Attenuation-to-Crostalk-Ratio).
• Perda de retorno (Return Loss - RL) - É uma medida da energia refletida ca
usada por descasamento
de impedâncias no sistema de cabeamento, é especialmente importante para a
plicações que usam
transmissão full-duplex.
• Quando componentes do cabeamento, por exemplo cabo e conector,
têm valores de impedâncias
diferentes, ao passar de um para o outro, parte do sinal é refletida de
volta e o sinal que prossegue é
mais fraco ( por isso o nome "perda de retorno").
• Far End Crosstalk (FEXT) & Equal Level Crosstalk (ELFEXT) (par-
a-par e "power-sum") - FEXT é o
acoplamento indesejado de energia do sinal de um transmissor localizad
o na extremidade distante
nos pares vizinhos, medido na extremidade próxima.
• ELFEXT compara o nível do sinal recebido daquele transmissor com
o nível do "crosstalk"(em
oposição ao NEXT que usa o nível de transmissão do sinal ao invés do nível de rec
pção).
• Power Sum ELFEXT leva em conta o efeito cumulativo de sinais e
m múltiplos pares (trasmissão de
sinais em 3 dos 4 pares do cabo causando crosstalk no 4º par).
• Delay Skew - O atraso de propagação (Propagation Delay) é a medida de quanto t
empo o sinal leva
para viajar de uma extremidade a outra do link.
• Em sistemas que usam vários pares para a transmissão simultânea de
sinais é importante que o
tempo de viagem seja o mesmo em todos os pares.
• Delay Skew é a medida da diferença entre os tempos de propagação nos diferentes
pares.
• Há um limite máximo para esse valor, de forma que se um sinal t
ransmitido é dividido em
componentes e cada componente usa um par diferente, o recepto
r na outra extremidade deve
receber todos os componentes ao mesmo tempo (dentro dessa tol
erância estabelecida pelo delay
skew).
16.4.5 Teste Físico
Previamente à certificação mencionada acima, será realizado teste físic
o para verificação das
seguintes condições:
Inversão de pares;
Curto-circuito;
Continuidade.

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16.5 Infraestrutura
16.5.1 Caixas
Caixas comuns, estampadas em chapa de ferro, esmaltadas a qu
ente interna e externamente,
com orelhas para fixação e olhais para colocação de eletrodutos, quadrada 4"
x 4", retangular 4" x 2" e
octogonal 4" x 4" fundo móvel, de fabricação PASCHOAL THOMEU ou similar.
Caixas especiais, em chapa de ferro, com toda superfíc
ie metálica previamente decapada e
pintada com tinta antiferrugem, com tampa frontal aparafusada, dimensões
de acordo com projeto, de
fabricação PASCHOAL THOMEU ou similar.
16.5.2 Eletrodutos e Acessórios
Os eletrodutos, serão em pvc rígido roscável, de fabricação t
igre, ou similar de outro
fabricante.
Luvas e Curvas: a emenda entre os eletrodutos será fe
ita por meio de luvas de pvc rígido
roscável ou similar de outro fabricante.
Arruelas e Buchas: as ligações dos eletrodutos com os quadros e
caixas serão feitas através
de buchas e arruelas, sendo todas as juntas vedadas com adesivo "não secativo".
As arruelas e buchas serão exclusivamente metálicas, de ferro ga
lvanizado ou em liga especial
de Al, Cu, Zn e Mg de fabricação Blinda Eletromecânica Ltda, ou metalúrgica Wetzel S.A.
Estas conexões, quando expostas ao tempo, serão de material cadm
iado.
Nenhuma modificação da rede de eletrodutos poderá se
r efetivada sem anuência da
FISCALIZAÇÃO.
No momento oportuno, por toda a rede de eletrodutos no piso,
deverá ser passada bucha de
estopa até que saia limpa e seca.
16.5.3 Caminhos de Forro e/ou Teto/ Piso Utilizados
Os cabos elétricos (rede estabilizada via No-Break) e
o cabeamento estruturado serão
lançados, separados, em caminhos pelo forro e/ou teto/piso, independentes para cad
a sistema indicado em
projeto. O tronco do cabeamento estruturado será instalado, pelos forros
e/ou tetos, em eletrocalha lisa
com tampa, pré-zincada a fogo com 18 micra de zinco por face, chapa #16 (acima de
300mm de largura),
chapa #18 (acima de 75mm de largura), chapa #20 para o restante, ou
similar ELETROFORT MOPA,
enquanto, nas descidas pelas divisórias, os cabos serão instalados dentro de eletrod
utos metálicos flexíveis
revestidos com capa de PVC, do tipo “SEAL-TUB”.
No piso deverá ser instala e eletrocalha entre o piso
e o piso elevado lisa com tampa, pré-
zincada a fogo com 18 micra de zinco por face, chapa #16 (acima de 300mm de larg
ura), chapa #18 (acima
de 75mm de largura), chapa #20 para o restante, ou similar ELETROFORT MOPA
16.6 Documentação Técnica, Treinamento e Garantia

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16.6.1 Documentação Técnica


Caberá ao Instalador/Integrador o fornecimento dos seguintes
documentos em vegetal e em
meio magnético:
a) Planilhas e resultados dos testes, em formulário de papel e em CD (arquivos *.T
XT);
b) Manual de Operação da Rede;
c) Plantas e desenhos relativos ao "As Built” da instalação definitiva, con
stando todas as instalações
existentes no prédio.
16.6.2 Treinamento
Caberá ao Instalador/Integrador ministrar treinamento de
operação da rede com duração
mínima de 16 horas aula para no mínimo 10 pessoas. O programa deverá incl
uir treinamento com o
aparelho de certificação (Penta Scanner, ou similar). Deverá também incluir ap
resentação detalhada do
sistema de identificação e operação/manobra dos painéis de conexão cruzada.
16.6.3 Garantia
O sistema de cabeamento estruturado a ser instalado será gara
ntido pelo prazo de 5 anos a
contar da data do recebimento definitivo.
A garantia abrangerá os reparos e substituições necessárias
provenientes de falhas de
material, montagem ou componentes defeituosos.
16.7 Projetos ''AS BUILT''
O Construtor/Instalador deverá, no final da obra, antes do re
cebimento provisório, entregar
todos os projetos atualizados e cadastrados de acordo com a execução da obra (''As B
uilt'') à fiscalização da
obra, em sistema computadorizado tipo ''Auto cad 2000'' com extensão dwg.

NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


21. Rede Estruturada
21.1. Rack fechado de 40U – und
Serão medidos e pagos por unidade efetivamente fornecida
e instalada completa, conforme
especificações técnicas, teste incluso.

21.2. Cabo UTP 4 pares Categoria 6 – m


Serão medidos e pagos por metro linear de cabo efetivamente fo
rnecido e instalado, conforme
especificações técnicas, nas seções indicadas em projeto.
21.3. Cabo CCI-2 – m
Serão medidos e pagos por metro linear de cabo efetivamente fo
rnecido e instalado, conforme
especificações técnicas, nas seções indicadas em projeto.
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21.4. Cabo CTP APL 50-50 – m


Serão medidos e pagos por metro linear de cabo efetivamente f
ornecido e instalado, conforme
especificações técnicas, nas seções indicadas em projeto.
21.5. Conector RJ45 Macho – un
Serão medidos e pagos por conector macho efetivamente fornecido e insta
lado completo, conforme
especificações técnicas, teste incluso.

21.6. Conector RJ45 Fêmea – un


Serão medidos e pagos por conector fêmea efetivamente fornecido e instala
do completo, conforme
especificações técnicas, teste incluso.

21.7. Eletroduto Rígido Galvanizado ¾” – m


Serão medidos e pagos por metro linear de eletroduto efetivame
nte fornecido e instalado, nos
diâmetros indicados em projeto, acessórios de conexão, suporte e fixação entre outros, inc
lusos.
21.8. Eletrocalha Galvanizada a Fogo Perfurada (100x25x3000) – un
Serão medidas e pagas por unidade efetivamente fornecida
e instalada completa, conforme
especificações técnicas, com conexões, adaptadores e fixação inclusos.
21.9. Caixa de tomadas para piso elevado com 4 furos de ¾” – un
Serão medidas e pagas por unidade efetivamente fornecida e instalada completa, con
forme especificações
técnicas, com conexões, adaptadores e fixação inclusos.
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CADERNO 17
AR CONDICIONADO
Autor:
José Antônio C. S. Ferreira
Eng. Mecânico CREA 9892/D – GO

17.1 Objetivo
As presentes especificações do projeto executivo do sistema de ar condici
onado têm por finalidade
beneficiar o prédio do Tribunal de Contas da União, situado no estado do
AMAPÁ, estabelecendo uma
completa definição dos equipamentos e materiais em geral previstos para a obra.
Deseja-se no final dos serviços, obter os sistemas abaixo descritos sob a forma to
talmente operacional, de
modo que o fornecimento de materiais, equipamentos e serviços deverão ser previstos
de forma que todos
os componentes necessários, mesmo aqueles que embora não claramente citados, sejam n
ecessários para
se atingir o perfeito funcionamento dos sistemas.
17.2 Critério de Similaridade
As referências comerciais mencionadas no texto das especificações
visam apenas estabelecer,
rigorosamente, o padrão de qualidade exigido pelo projeto.
Materiais similares de outros fabricantes poderão ser adquiridos, sempre
que necessário, desde que
atendam as mesmas características técnicas e de acabamento das marcas especificadas,
e sejam aprovadas
pela Fiscalização da Contratante ou por ela designada.
17.3 Cores
As cores dos materiais de acabamento e/ou aparentes estarão de
terminadas nos respectivos
desenhos de ar condicionado ou serão definidas oportunamente pela Fiscalização.
17.4 Critério de Prevalência
As presentes especificações complementarão informações constantes nos de
senhos, e caso haja
discrepância entre as mesmas, prevalecerão as mais rigorosas.

17.5 Ar condicionado
A distribuição de ar em todos os pavimentos será feita com a utilização de cond
icionadores de ar tipo
Split’s de ambiente.
1
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17.6 Normas e Documentos Aplicáveis


Na implantação dos sistemas de condicionamento de ar, deverão ser obedecid
as as prescrições da
última edição das seguintes normas e/ou códigos, onde aplicáveis:
NBR - 6401 - ABNT Instalação de Ar Condicionado
NBR-7541 Tubo de Cobre sem Costura p
ara
Refrigeração e Ar Condicionado
NBR-5648 Tubos Plásticos de Uso Predia
l e Industrial
ASHRAE Guide and Data Book
NEC National Electric Code
NFPA National Fire Protection Co
ntractors
SMACNA Sheet Metal and Air Conditi
oning Contractors National Association
AMCA Air Moving e Conditioning A
ssociation
17.7 Descrição do Sistema
Está prevista instalação de aparelhos do tipo split para todo o edifício, os
mesmos serão instalados
nos ambientes (equipamentos aparentes), visando obter o melhor desempenh
o energético do conjunto e
maior confiabilidade.
Todos os Splits terão controle remoto sem fio
Insuflamento de ar exterior por Gabinetes de Ventilação dotados de Filtro
s Classe G3 (ABNT).
A concepção do sistema é fundamentada nos seguintes propósitos:
Garantir que a temperatura do ar dos ambientes condicionados sejam ma
ntidas entre 22 e 26 C, em
condição de ar externo de verão e inverno (NBR 6401/80) e com carga térmica interna plen
a e parcial.
Térreo (condensadores): a partir das condensadoras saem as tubulações de cobre para at
ender os Splits de
todos os pavimentos que sobem por “shaft” devidamente localizados de acordo com o pr
ojeto.

Térreo e 1° Pavimento: Estes pavimentos são beneficiados por condicionadores de ar tip


o Split de ambiente
individuais com controle remotos sem fio, conforme plantas componentes deste pro
jeto.
CONDIÇÕES DE PROJETO
Premissas de Cálculo:
Foram utilizados no cálculo e no projeto do sistema de ar condicionado,
os parâmetros e condições
operacionais abaixo relacionadas:
Condições Externas:

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Temperatura de Bulbo Seco 35,0°C


Temperatura de Bulbo Úmido 26,0°C
Foram levados em consideração os diferenciais de temperatura para os diversos moment
os de cálculo.
- Condições Internas:
Temperatura Interna de Bulbo Seco 24,0 C +/- 2,0 C
Umidade Relativa 50%
sem controle
Portas e Janelas
Foram consideradas no cálculo da carga térmica que todas as por
tas e janelas dos ambientes
condicionados que se comunicam com áreas não condicionadas (ambientes internos não con
dicionados ou
para o exterior) permanecem fechadas, onde se faz necessário à instalação de
molas para fechamento
automático nas portas.
Vidros Externos
Consideramos todos os ambientes com vidros externos na fachada. Para
efeito de redução da carga
térmica por insolação, foram protegidos com vidros fumê e persianas internas em cor clar
a.
Ocupação / Taxas de Renovação de Ar / Filtragem
Ocupação:
A taxa de ocupação dos ambientes condicionados está em conformidad
e ao Lay out e com as
premissas adotadas pela ABNT.

Taxas de renovação de ar:


- 27 m/3 por pessoa Conforme ABNT.6401.
Carga Térmica
Carga térmica conforme relatório do Programa HAP – E20 da Carrier
, vide arquivo: TCU - Carga
Térmica - Secex AMAPÁ.pdf
17.8 Descrição das Especificações dos Equipamentos
Tubulações de Refrigerante
A tubulação de refrigerante que interliga o condensador r
emoto à unidade evaporadora do
condicionador, deverá ser executada em tubos de cobre, tipo L, com diâmetro recomend
ado pelo fabricante
e deverão satisfazer à ABNT-NBR-7541.
1
83
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Todas as conexões entre tubos e acessórios deverão ser através de s


olda prata 15%, sendo esta
operação de solda realizada com o interior do tubo em ambiente neutro à base de nitrogên
io, obtido com a
injeção de nitrogênio antes da soldagem.
Após a execução da solda de toda a tubulação esta deverá ser testada a pressão d
00 PSIG com
nitrogênio.
Não se tomando esta providência, o Instalador deverá executar as uniões a fr
io empregando o sistema
LOKRING da Vulkan, ou similar.
Após o teste de pressão, toda tubulação deverá ser evacuada através de bomba de a
to vácuo, até o
nível de pressão negativa de aproximadamente 500 microns.
A carga de refrigerante só poderá ser efetuada após a manutenção dest
e nível de vácuo por um
período de no mínimo seis horas.
Isolamento da Tubulação Frigorigena
O isolamento dos tubos será efetuado com tubos em espuma elast
omérica (esponjosa), com cada
tubo sendo isolado separadamente.
Para as redes frigorígenas dos splits e bi splits, as tubulações já isoladas,
juntamente com o cabeamento
elétrico de interligação das unidades externas / internas, deverão ser envolvidas totalm
ente com fita plástica
não adesiva. Apenas nas extremidades deverá ser aplicada fita plástica adesi
va para garantir o não
desenrolar da fita não adesiva.
Os trechos de tubulações expostas ao tempo deverão ser revestidos
com folhas de alumínio
corrugado para proteção mecânica dos mesmos.
Condicionador de ar tipo Split, com condensação a ar:
Deverá ser fornecida e instalada a unidade condicionadora de ar conforme
descrito em projeto.
Será do tipo compacta, de expansão direta, com condensação a ar, de fabricação Hitachi, Car
ier, Trane ou
equivalente, completas com todos os seus pertences e acessórios.
As unidades serão basicamente compostas de:
Gabinete em chapa de aço galvanizada tratado contra corrosão e pintado com
esmalte sintético de
boa qualidade, possuindo painéis removíveis para inspeção e limpeza, isolado internament
e com placas de
borracha polimerizada de 10 mm de espessura e aplicação de pintura específi
ca sobre o isolamento
térmico.
Deverá possuir uma bandeja para coleta de condensado, sob o evaporador,
executada em chapa # 14
e revestida internamente com “underseal” ou em aço inox para evitar a corr
osão prematura e possuir
inclinação para o dreno de forma evitar acúmulo de água parada após o desligamento da unid
ade;
Compressor hermético, preferencialmente tipo SCRO
L adequados à capacidade da mesma e
destinado a trabalhar com refrigerante R-22 ou ecológico. O compressor deverá ser to
talmente protegido
contra condições operacionais anormais, por meio de pressostato de alta e
baixa pressão (com rearme
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manual na alta) e por meio de elemento térmico interno para proteção do motor contra v
ariação de tensão
elétrica;
Compressor deverá possuir uma válvula de serviço na descarga e uma na sucção;
Motor do compressor deverá ser fornecido para tensão indicada na folha de d
ados, aceitando uma
variação de tensão de aproximadamente 10% do valor nominal;
Compressor deverá ser montado sobre molas de modo a não transmitir sua vibr
ação à estrutura da
unidade;
A serpentina do evaporador deverá ser do tipo expansão direta, construída em
tubo de cobre sem
costura e diâmetro mínimo de 3/8", com aletas de alumínio, sendo o número de tubos e o núm
ero de filas
em profundidade especificado pelo fabricante, de maneira que a capacidade do equ
ipamento seja adequado
a especificada;
Válvula de expansão termostática com equalização externa para controlar o fluxo d
e refrigerante ao
evaporador.
O condensador deverá ser remoto, de construção similar ao evaporador da própria
unidade, inclusive
o aletamento que deverá ser de alumínio, montado em gabinete, próprio para instalação ao t
empo;
Ventiladores do tipo centrífugo, com pás para frente e de dupla aspiração. Deve
rão ser acionados por
motor elétrico trifásico, na tensão indicada na folha de especificação, anexa a esta, acei
tando uma variação
de tensão de aproximadamente 10% do valor nominal;
Os rotores deverão ser balanceados estática e dinamicamente
e montados com mancais de
rolamentos auto alinhantes e permanentemente lubrificados;
A unidade deverá vir completa e totalmente montada na fábrica, contendo, ai
nda para cada circuito
de refrigeração:
Carga de refrigerante e óleo apropriado;
- Pressostato de alta e baixa;
- Válvula de expansão termostática.
- Válvula de serviço e carga para carga de refrigerante.
- A fiação de todos os controles e comandos das unidades deverão ser de fábrica, dev
endo ser necessário
no campo, somente as conexões elétricas, de dreno e a interligação das tubulações de cobre;
A unidade condicionadora de ar deverá ser equipada pelo fabricante com paine
l elétrico de comando e
proteção, fornecido incorporado ao gabinete. O quadro deverá ser completo,
incluindo no mínimo os
seguintes componentes:
- Contactor magnético de partida;
- Rele bimetálico contra sobrecarga no motor elétrico;
- Fusíveis de proteção da rede trifásica de alimentação;
- Fusíveis de proteção de comando;
A unidade condensadora terá tratamento contra corrosão, adequado para insta
lação ao tempo.
17.9 Controles
O controle de temperatura será através de termostato de retorno que comanda
rá o acionamento do
compressor em função da carga térmica demandada, de forma a garantir as condições de proje
to.
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A localização do termostato poderá ser externamente ou no próprio condicionado


r, dependendo do
modelo adquirido. Se estiver externamente será instalado a 1,80 metros do piso.
Faz parte do escopo de fornecimento de cada unidade evaporado
ra, o seu respectivo controle
remoto.
17.10 Alimentação elétrica
Os sistemas de condicionamento de ar deverão ter alimentação elétrica fornecid
a pelo Instalador a
partir do ponto de força ou será fornecido junto da unidade condicionadora.
O instalador deverá providenciar o adequado
aterramento dos equipamentos conforme
recomendação do fabricante.

17.11 Ventiladores Centrífugos

Serão do tipo centrífugo de dupla/simples aspiração, com rotor de pás


curvadas para trás, tipo
Sirocco, com as seguintes características:
- vazão de ar em m³/h: conforme projeto;
- pressão estática: conforme projeto;
- acionamento: por motor elétrico de alto rendimento, trifásico, 380 Volts, 60 Hz, c
om potência indicada, de
marca GE ou WEG;
- acoplamento: por polias e correias em V, com relação de redução de velocidade de rotação
superior a
5 para 1;arranjo construtivo: AMCA – Arranjo 1 – SWSI;
- velocidade do ar na descarga: não superior a 8 m/s, devendo a proporção entre a área d
a boca de descarga
e o diâmetro do rotor ser de acordo com AMCA STANDARD-99-2001-82;
- acessórios: deverão ser fornecidos os seguintes acessórios:
. peça de proteção das correias,
. trilhos esticadores de correias,
. conexão flexível nas bocas de aspiração e descarga,
. tela de proteção removível nas bocas de sucção, quando não estiverem conectadas a
dutos,
. base única para o conjunto motor-ventilador, em perfilados de aço, com calço
s anti-vibrantes, tipo
VAC da Vibtech,
. damper de regulagem de vazão, do tipo multipalheta de lâminas op
ostas, posicionadas de forma
perpendicular ao eixo do rotor, com alavanca de comando e quadrante de fixação, com
indicação de posição
"aberta" e "fechada".
Gaveta para filtros classe G3 (abnt).
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17.12 Rede de dutos de ar


Dutos de ar

Serão feitos de chapa de aço galvanizado, nas bitolas recomendadas


pela ABNT, e obedecendo ao
dimensionamento e disposição indicados no desenho.
Os detalhes construtivos deverão ser de acordo com as recomendações da SMACN
A, de tal modo a
atender à classe C de estanqueidade (para pressão estática de até 2” de coluna de água).
Serão feitos em trechos flangeados e aparafusados, com guarnição estanque ti
po Powermatic ou TDC
nas juntas, permitindo a desmontagem para inspeção e limpeza.
A ligação desses dutos com a descarga do ventilador deverá ser feita com con
exão flexível de lona ou
plástico.
Todas as dobras, nas quais a galvanização tenha sido danificada, deverão ser
pintadas com tinta anti-
corrosiva, antes da aplicação do isolamento.
Todas as juntas deverão ser vedadas com massa plástica para garantir a est
anqueidade.
Todos os ramais deverão ter spliters ou dampers para regulagem de vazão.
Todas as curvas deverão ter veias defletoras.
Os dispositivos de fixação e sustentação (tirantes e braçadeiras), serão
de ferro chato ou ferro
cantoneira, com pintura de tinta anti-corrosiva (cromato de zinco).

Bocas de ar

De modo geral, as unidades internas serão do tipo cassete ou de gabinete


horizontal para montagem
aparente no teto, dispensando-se bocas de ar.
No Refeitório/Estar Funcionários, na cobertura, as bocas de insuflame
nto serão grelhas de lâminas
ajustáveis de alumínio com dispositivo de regulagem de vazão, de fabricação da TROX ou sim
ilar aprovado.
As quantidades, dimensões, disposição e modelos de referencia acham-se indic
ados nos desenhos.

Base dos Equipamentos

As condensadoras serão instaladas sobre base de concreto e em


Suportes metálicos no térreo,
conforme descrito em projeto.
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17.13 Encargos do Contratado


O CONTRATADO deverá prover todos os serviços necessários, de modo
a entregar os sistemas
completos, em condições de funcionamento e deverá incluir toda a supervisão,
materiais, mão de obra,
equipamentos, máquinas e ferramental necessários ao fornecimento e instalação dos sistem
as.
É intenção desta especificação e desenhos anexos definirem os sistemas
em sua forma acabada,
testada e pronta para operação.
Todos os equipamentos que forem especificados no singular terão, todavia
, sentido amplo e deverá
prover e instalar o número de equipamentos indicados nos desenhos e nas especificações
, de acordo com o
requerido, de modo a fornecer os sistemas completos.
Vibração e ruído
Todos os equipamentos para os sistemas descritos, deverão ser
de operação silenciosa, sem
vibrações, em quaisquer condições de carga. Se ocorrerem casos em que equip
amentos venham a
apresentar ruído ou vibrações anormais, isso será considerado inaceitável e o C
ONTRATADO deverá
providenciar a imediata correção da anormalidade.
Os níveis de ruído dos equipamentos medidos a 1,0 m em ambiente aberto,
nas faixas de oitavas de
63 Hz a 8 kHz, não deverão ultrapassar 55 D.B, para equipamentos instala
dos em locais distantes aos
ambientes ocupados e 75 D.B. quando instalados próximos a ambientes ocupados.
A medição de ruído nos ambientes que abrigam equipamentos obedece
rá a norma ARI Standard
575-87.
Proteção dos equipamentos

O CONTRATADO deverá proteger todos os equipamentos e materiais


que serão instalados. O
CONTRATADO será responsável por seu trabalho e pelos equipamentos até a data da inspeção f
inal.
Transporte
O CONTRATADO será responsável por todo o transporte dos equipame
ntos, materiais e pessoal,
tanto até o local da obra como seu transporte horizontal e vertical quando necessári
o, devendo remover os
equipamentos utilizados para o transporte tão logo a sua utilização estiver concluída.
Materiais e mão de obra
Todos os materiais e equipamentos requeridos para esta instalação
deverão ser sempre novos, de
qualidade reconhecida e deverão ser fornecidos, entregues e montados de acordo com
as melhores técnicas
de execução de cada um destes serviços.
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Manutenção e garantia do sistema


O CONTRATADO deverá prover toda mão de
obra especializada necessária e garantir os
equipamentos e materiais contra defeitos de fabricação e montagem pelo perío
do de 12 (doze) meses,
contados a partir da data de início de operação dos mesmos. A garantia deverá cobrir qua
lquer defeito ou
falha de fabricação de equipamento, material ou montagem.
Placas de Identificação
Os equipamentos e seus componentes deverão ser identificados através de pl
acas fixadas sobre os
mesmos em lugar visível.
As placas de identificação deverão conter, no mínimo, as seguintes informações:
- Nome do fabricante;
- Mês e ano de fabricação;
- Nome e tipo dos equipamentos;
- Principais características operacionais;
- Número de série
17.14 Inspeções e Ensaios
O Instalador será responsável pela execução dos testes de fábrica se julgar nece
ssário e dos testes
finais após a montagem no campo, adiante discriminados, realizados sob o
rientação do Fabricante ou
Instalador, na presença da Fiscalização da Construtora e do próprio Instalador.
Documentos Certificados
O Instalador deverá enviar à Construtora 2 (duas) cópias dos certi
ficados de ensaios efetuados.
Nesses relatórios deverão constar no mínimo os seguintes itens:
- Descrição do método de ensaio e norma seguida;
- Resultado do ensaio;
- Comparação com os valores garantidos e eventuais explicações dos desvios.
Testes de Comissionamento
O Instalador deverá realizar testes de campo, em cada equipamento, após su
a montagem na obra.
Os resultados deverão coincidir com os valores obtidos ou sugeridos pela
fábrica. Serão realizados, no
mínimo, os seguintes testes/medições:
- Confirmação do ponto e operação dos equipamentos;
- Níveis de ruído do equipamento em carga, junto ao mesmo;
- Vibração anormal do equipamento em carga;
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- Verificação do funcionamento dos equipamentos;


- Verificação de vazamento nas redes de tubulações de gás refrigerante;
- Nível de ruído no interior de cada ambiente de trabalho com o equ
ipamento de ar condicionado
desligado, com anotação de data e horário;
- Nível de ruído no interior de cada sala com o equipamento de ar condicionado
ligado, com anotação de
data e horário.
17.15 Relatórios de Testes
Os relatórios dos ensaios de tipo, de rotina e especiais deverão ser assi
nados pelo Fiscal da
Construtora que serão a base de liberação do pagamento das respectivas faturas de serv
iço.
Equipamentos, Instrumentos e Dispositivos para testes e Comissionamento
Os equipamentos, instrumentos e dispositivos para os testes de comiss
ionamento deverão ser
fornecidos pelo Instalador.

NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)


22. Ar Condicionado
22.1. Equipamentos

22.1.1. Condicionador de Ar Tipo Split Cassete 18.000BTU/h – pç


Serão medidos e pagos por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas e recomendações do fabricante, teste incluso.
22.1.2. Condicionador de Ar Tipo Split Cassete 36.000BTU/h – pç
Serão medidos e pagos por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas e recomendações do fabricante, teste incluso.
22.1.3. Gabinete de Ventilação para ar exterior, Vazão de ar 800 m³/h – pç
Serão medidos e pagos por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas e recomendações do fabricante, teste incluso.
22.1.4. Gabinete de Ventilação para ar exterior, Vazão de ar 1.000 m³/h – pç
Serão medidos e pagos por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas e recomendações do fabricante, teste incluso.

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22.2. Rede de Dutos


22.2.1. Chapa Galvanizada #26, 0,5mm (2,0x1,2m) – kg
Será medida e paga por peso de chapa fornecida e instalada,
de acordo com as especificações
técnicas. Peças e acessórios inclusos.
22.3. Difusão de Ar
22.3.1. Grelha de Alumínio Anodizado Natural (225x125mm) – pç
Serão medidas e pagas por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas, com adaptadores e fixação inclusos.
22.3.2. Grelha de Alumínio Anodizado Natural (225x165mm) – pç
Serão medidas e pagas por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas, com adaptadores e fixação inclusos.
22.3.3. Grelha de Alumínio Anodizado Natural (325x165mm) – pç
Serão medidas e pagas por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas, com adaptadores e fixação inclusos.
22.3.4. Veneziana Exterior em Alumínio Anodizado Natural (385x330mm) – pç
Serão medidas e pagas por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas, com adaptadores e fixação inclusos.
22.4. Rede Frigorígena
22.4.1. Rede Frigorígena 18.000 BTU/h (½x¼”) – m
Será medida e paga por metro linear de rede frigorígena efetivamente forn
ecida, instalada e testada,
nas especificações de projeto, acessórios de conexão, suporte e fixação entre outros, inclu
os.
22.4.2. Rede Frigorígena 36.000 BTU/h (7/8x3/8”) – m
Será medida e paga por metro linear de rede frigorígena efetivamente forn
ecida, instalada e testada,
nas especificações de projeto, acessórios de conexão, suporte e fixação entre outros, inclu
os.
22.4.3. Acessórios para alongamento para Split de 18.000BTU/h – und
Serão medidas e pagas por peça efetivamente
fornecida e instalada completa, conforme
especificações técnicas, com adaptadores, fixação e testes inclusos.

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22.5. Elétrica
22.5.1. Quadro Elétrico de Força e Comando – un
Será medido e pago por unidade efetivamente fornecida e instalada comple
ta, conforme especificações
técnicas, teste incluso.

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CADERNO 18
COMBATE À INCÊNDIO
- Sistema Móvel:
- Será feito através de extintores do tipo pó químico seco capacidade de 20 BC, extintor
es com dióxido de
carbono capacidade 5BC e extintor carga dágua capacidade 2A, conforme projeto. Os
extintores serão de
marca Bandeirantes, Extinband, Protege ou equivalente.
- Os extintores de incêndio deverão ser inspecionados anualmente pelo Corp
o de Bombeiros Militar,
atendidas as seguintes exigências:
- deverão ser carregados em firmas cadastradas e credenciadas pelo Corpo de Bombei
ro Militar;
- desde que não seja detectada pelo vistoriante a necessidade de manutenção dos extint
ores, estes deverão
ser manutenidos nos prazos fixados pelas normas técnicas pertinentes do órgão normativ
o oficial.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
23. Combate à incêndio
23.1. Extintor de co2 (6,0 kg) – und
Será medido e pago por extintor fornecido e instalado, conforme especi
ficações técnicas e projetos.
23.2. Extintor de pó químico seco (6,0 kg)– und
Será medido e pago por extintor fornecido e instalado, conforme especi
ficações técnicas e projetos.
23.3. Extintor de água pressurizada (10 litros) – und
Será medido e pago por extintor fornecido e instalado, conforme especi
ficações técnicas e projetos.
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CADERNO 19
LIMPEZA, SERVIÇOS FINAIS E DESMOBILIZAÇÃO
LIGAÇÕES DEFINITIVAS
Ao término da obra, caberá ao CONTRATADO efetuar todas as atividades técnica
s e administrativas,
incluindo o pagamento de taxas, junto à concessionária local para realização da ligação def
nitiva de água e
esgoto sanitário à rede pública, além de apoio à energização da subestação.
HABITE-SE E AS BUILT
Ao final dos serviços deverá a Contratada requerer junto a Prefeitura do
referido Município, Habite-
se junto ao ISS, a CND – Certidão Negativa de Débitos, e os demais docum
entos necessários para a
regularização da obra.
Antes da entrega definitiva da obra, a CONTRATADA deverá apresentar o r
espectivo “as built”, sendo
que a sua elaboração deverá obedecer ao seguinte roteiro:
1 ) representação sobre as plantas dos diversos projetos, denotando
como os serviços resultaram
após a sua execução; (As retificações dos projetos deverão ser feitas sobre cóp
dos originais, devendo
constar, acima do selo de cada prancha, a alteração e respectiva data.).
2 ) caderno contendo as retificações e complementações das Discriminaçõe
Técnicas do presente
Caderno, compatibilizando-as às alterações introduzidas nas plantas.
O “as built” consistirá em expressar todas as modificações, acréscimos ou reduçõ
vidas durante a
construção, devidamente autorizadas pelo TCU, e cujos procedimentos tenham
sido de acordo com o
previsto pelas Disposições Gerais deste Caderno.
Cópias do as built de todos os projetos executivos deverão ser
entregues à FISCALIZAÇÃO, em
arquivos eletrônicos, além de 2 cópias em papel. A entrega do projeto “as b
uilt” deverá ser feita até o
término do prazo de execução contratual do objeto.
Deverão ainda ser:
• reparados, corrigidos, removidos, reconstruídos ou substituídos, às
suas expensas, no total ou
em parte, as partes do objeto do contrato em que
se constatarem vícios, defeitos ou
incorreções resultantes da execução ou de materiais empregad
os, sendo ainda responsável
pelos danos causados diretamente à Administração ou a terceiros;
• lavados e limpos convenientemente, de acordo com as especific
ações técnicas e orientações
dos fabricantes, todos os elementos e materiais utilizados;
• fornecido “as built” de todas as instalações executadas (água,
esgoto, dados, telefone,
iluminação, segurança e incêndio, automação e controle, entre outros);

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• testados e feitos os ajustes finais em todos os equipamentos e


instalações;
• revisados todos os materiais de acabamento, sendo feito os rep
aros finais ou substituição, se
necessário;
• providenciada a carta de “Habite-se” e os demais certificados das
Concessionárias locais;
• entregue o Certificado de Conformidade das Instalações Elétricas con
forme a norma técnica
da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) NBR 5410 em seu
capítulo 7, emitido por
entidade credenciada pelo INMETRO, na área eletro-eletrônica;
• fornecidos todos os manuais e termos de garantia, com
plano de Manutenção Periódica
Preventiva e Corretiva dos equipamentos instalados durante
a execução da obra, bem como
dos elementos da edificação: estrutura, pisos, paredes, forros,
lajes, coberturas, esquadrias,
entre outros.
LIMPEZA FINAL DA OBRA
Consiste na limpeza final de todas as instalações da Secex para entrega ao
Tribunal. A limpeza deverá
abranger, mas não se limitar, à retirada de eventuais respingos e marcas de tinta, g
esso, solda, cola e demais
materiais. Os revestimentos de pisos e paredes deverão ser limpos de ac
ordo com a recomendação dos
fabricantes, evitando-se o uso de produtos químicos e/ou abrasivos que p
ossam danificá-los. Incluem-se,
ainda, na limpeza final, eventuais retoques em pinturas, ou mesmo demão adicional,
para tornar a superfície
isenta de marcas e sujeiras.
DESMOBILIZAÇÃO
Consiste na desmontagem e retirada de todas as instalações provisór
ias e equipamentos do
CONTRATADO.
NORMAS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO (numeração de acordo com a planilha orçamentária)
24. Limpeza, Serviços Finais e Desmobilização
24.1. Ligações Definitivas – cj
Somente será devido o valor proposto pelo CONTRATADO referente a esse it
em, caso demonstre ter
incorrido em despesa específica para implementá-lo. Nessa hipótese, a medição se
rá realizada após a
realização da ligação definitiva de água, esgoto e energia elétrica da Secex, p
la Concessionária do
Estado/Município.
24.2. Limpeza Final – m²
Os serviços realizados de acordo com as especificações técnicas serão
medidos e pagos por área
construída efetivamente limpa. Caso alguma área tenha sido limpa parcialment
e – piso e teto, faltando a
limpeza de vidros, por exemplo – não será considerada para fins de medição. Também não será
da área
que, tendo sido limpa, foi suja por responsabilidade do CONTRATADO.
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24.3. Desmobilização – vb
Será medida e paga na medição seguinte à completa desmobilização do CONTRATADO.
24.4. Projeto “Como Construído” e Habite-se – cj
Este item será medido e pago após a obtenção do “habite-se” da Secex e a entrega
do “as built” de
todos os projetos e demais exigências, conforme especificações técnicas.

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CADERNO 20
RELAÇÃO DE PROJETOS
RELAÇÃO DE PROJETOS:
- PROJETO DE ARQUITETURA – PRANCHAS DE 001/007 A 007/007
- PROJETO DE DETALHAMENTO – PRANCHAS DE 001/020 A 020/020
- PROJETO DE ALARME – PRANCHAS DE 001/002 A 002/002
- PROJETO DE AR CONDICIONADO – PRANCHAS DE 001/004 A 004/004
- PROJETO ELÉTRICO – PRANCHAS DE 001/008 A 008/008
- PROJETO ESTABILIZADO– PRANCHAS DE 001/004 A 004/004
- PROJETO DE ESTRUTURA – PRANCHAS DE 001/013 A 013/013
- PROJETO HIDRO-SANITÁRIO – PRANCHAS DE 001/005 A 005/005
- PROJETO DE INCÊNDIO – PRANCHAS DE 001/002 A 002/002
- PROJETO DE REDE ESTRUTURADA – PRANCHAS DE 001/004 A 004/004
- PROJETO DE SPDA – PRANCHAS DE 001/006 A 006/006
- PROJETO DE SOM – PRANCHA 001/001
RESPONSÁVEIS TÉCNICOS
EMPRESA PROJETISTA: PROGETTO ARQUITETURA, ENGENHARIA E CONSTRUÇÕES LTDA.
CREA: 10.427/RF
ENDEREÇO: Rua 84, n 644, sl. 03 – Setor Sul, Goiânia/GO.
PROJETO DE ARQUITETURA E DETALHAMENTO:
Autor Projeto Básico: Arq. Fernanda B. Guimarães
CREA: 14524/D – DF.
Autor Projeto Executivo: Arq. Laessa C. Estrela
CREA: 9332/D – GO.
Revisões: Serviço de Estudos e Projetos de Engenharia/TCU.
PROJETO DE FUNDAÇÃO E ESTRUTURA:
Autor: Eng. Civil Fabio P. Martins Santos
CREA:11716/D – GO.
PROJETO ELÉTRICO, SPDA, REDE, SOM, ESTABILIZADO E ALARME:
Autor: Eng. Eletricista Wagner Luiz de O. Filho
CREA:10.415/D – GO.
PROJETO DE AR CONDICIONADO:
Autor: Eng. Mecânico José A. C. S. Ferreira
CREA:9892/D.
PROJETO HIDRO-SANITÁRIO E INCÊNDIO:
Autor: Eng. Civil Pedro A. Alencar Neto
CREA:2969/D – GO.
Autor: Eng. Civil Roger P. Piaggio Couto
CREA:2001/D – GO.

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IMAGENS DA EDIFICAÇÃO
PERSPECTIVA GERA
L DA EDIFICAÇÃO I

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PERSPECTIVA GERAL DA EDIFICAÇÃO II


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FACHADA NORTE

FACHADA SUL

FACHADA FRONTAL

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FACHADA POSTERIOR

DETALHE DA ARQUITETURA I

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DETALHE DA ARQUITETURA II

DETALHE DA ARQUITETURA III

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ANEXO IV – ORÇAMENTO ESTIMAT
IVO E FONTE DE CUSTOS UNITÁRIOS
PLANILHA ORÇAMENTÁRIA

ITEM DISCRIMINAÇÃO
UNID. QUANT. CUSTOS (
R$)

CÓD. COMP.

UNITÁRIO
TOTAL
1. SERVIÇOS INICIAIS
32.768,46
1.1 Mobilização
vb 1,00 2.794,30
2.794,30 COMP. PRÓPRIA
1.2 Barraco do Canteiro de Obras
m² 90,00 131,68
11.851,20 73805/001
1.3 Licenças, taxas, seguros
cj 1,00 8.666,00
8.666,00 COMP. PRÓPRIA
1.4 Placas da obra
m² 12,00 157,33
1.887,96 9101
1.5 Tapume
m² 300,00 25,23
7.569,00 74220/001
2. DESPESAS ADMINISTRATIVAS
119.097,84

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2.1 Despesas com Pessoal


mês 8,00 11.179,53
89.436,24 COMP. PRÓPRIA
2.2 Consumos gerais
mês 8,00 1.094,90
8.759,20 COMP. PRÓPRIA
2.3 Móveis e utensílios
mês 8,00 365,00
2.920,00 COMP. PRÓPRIA
2.4 Medicina e Segurança do Trabalho, inclusive EPI/EPC
mês 8,00 1.383,00
11.064,00 COMP. PRÓPRIA
2.5 Limpeza permanente da obra
mês 8,00 864,80
6.918,40 COMP. PRÓPRIA
3. SERVIÇOS TÉCNICOS E DE APOIO
23.269,56
3.1 Topografia
mês 3,00 2.018,40
6.055,20 COMP. PRÓPRIA
3.2 Manutenção do canteiro
mês 8,00 54,20
433,60 COMP. PRÓPRIA
3.3 Máquinas e Ferramentas
mês 8,00 1.908,37
15.266,96 COMP. PRÓPRIA
3.4 Manutenção de tapumes
m² 60,00 25,23
1.513,80 74220/001
4. MOVIMENTO DE TERRA E CONTENÇÕES
26.329,14

4.1 Escavação mecanizada - material 1 categoria
m³ 300,00 4,14 1
.242,00 74222/001

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4.2 Escavação mecanizada de valas - material 1 categoria - até 2 m
m³ 250,00 4,14
1.035,00 74220/001

4.3 Escavação manual de valas - material 1 categoria
m³ 150,00 19,37
2.905,50 73965/010

4.4 Carga e transporte de material 1 categoria - DMT = 0.5km
m³ 200,00 3,37
674,00 72834

4.5 Carga de material 1 categoria
m³ 500,00 1,02
510,00 74011/001

4.6 Transporte de material 1 categoria
m³xkm 11.000,00 0,59
6.490,00 5626
4.7 Reaterro e compactação manual de valas
m³ 400,00 14,37
5.748,00 74015/001
4.8 Reaterro compactado mecanicamente
m³ 300,00 4,9
6 1.488,00 73964/005
4.9 Nivelamento e compactação de terreno
m² 3.408,00 1,83
6.236,64 74009/001
5. FUNDAÇÕES E INFRAESTRUTURA
49.466,52
5.1 Estacas

5.1.1 Escavação estacas ( diâm. 25cm)


m³ 13,20 153,89
2.031,35 73703
5.1.2 Armação CA-50
kg 180,40 6,66
1.201,46 74254/002

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5.1.3 Concreto FCK=25MPa


m³ 9,37 520,
44 4.876,52 74138/003
5.2 Tubulões
5.2.1 Escavação fuste ( diâm. 60cm)
m³ 32,34 153,89
4.976,80 73703
5.2.2 Escavação de base
m³ 21,16 153,89
3.256,31 73703
5.2.3 Concreto FCK=20MPa
m³ 53,50 484,
51 25.921,29 74138/002
5.2.4 Armação CA-50
kg 1.081,50 6,6
6 7.202,79 74254/002
6. SUPERESTRUTURA
372.410,57
6.1 Estrutura de Concreto

6.1.1 Fôrmas para pilares, inclusive travamento (montagem)


m² 284,17 41,3
0 11.736,22 74075/ 2
6.1.2 Fôrmas para lajes e vigas, inclusive travamento(fornecimento e montagem
) m² 1.304,61 55,4
7 72.366,72 73654
6.1.3 Concreto fck = 20MPa
m³ 5,42 484,
51 2.626,04 26311/5
6.1.4 Concreto fck =25MPa
m³ 114,02 520,
44 59.340,57 26311/8

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6.1.5 Armação CA-50


kg 14.319,70
6,66 95.369,20 74254/002
6.1.6 Armação CA-60
kg 1.132,37
7,22 8.175,71 5618
6.2 Estrutura Metálica

6.2.1 Projeto de Fabricação


cj 1,00 3.102,
00 3.102,00 COMP. PRÓPRIA
6.2.2 Estrutura metálica - Telhado e suporte para forro
kg 6.000,00
5,83 34.980,00 73970/001
6.2.3 Montagem
kg 6.000,00
1,19 7.140,00 74254/003
6.3 Laje

6.3.1 Laje Treliçada Pre-Moldada


m² 840,90 37
,75 31.743,98 COMP. PRÓPRIA
6.3.2 Tela soldada Q-92
m² 840,90
4,93 4.145,64 23736/001
6.3.3 Escoramento em madeira para lajes maciças, 03 usos
m² 840,90 11
,44 9.619,90 74107/001
6.4 Caixa Dágua e reservatório inferior

6.4.1 Fôrmas para lajes e vigas, inclusive travamento (fornecimento e montag


em). m² 162,62 50
,97 8.288,74 73654

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6.4.2 Concreto fck = 20MPa


m³ 5,70 484,51
2.761,71 26311/5
6.4.3 Concreto fck =25MPa
m³ 13,56 520,44
7.057,17 26311/8
6.4.4 Armação ( CA-60 )
kg 1.933,10 7,22
13.956,98 5618
7. COBERTURA E PROTEÇÕES
74.082,44
7.1 Cobertura de telha alumínio (Fornecimento e instalação)
m² 438,00 100,60
44.062,80 COMP. PRÓPRIA
7.2 Calha em chapa de aço galvanizado
m 62,00 26,67
1.653,54 COMP. PRÓPRIA
7.3 Rufo em chapa de alumínio, esp=0,65mm larg.=25cm
m 90,00 18,89
1.700,10 72107
Fechamento lateral com placa cimentícia Eterplac ou equivalente, inclus
ive
7.4 estrutura metálica para fixação
m² 420,30 63,45
26.666,00 COMP. PRÓPRIA
8. PISOS E CONTRAPISOS
255.976,24
8.1 Contrapiso
m² 872,00 19,84
17.300,48 SINAPI - 73907/007
8.2 Enchimento de piso com concreto celular
m³ 56,40 184,92
10.429,49 COMP. PRÓPRIA
Piso intertravado de concreto cor cinza natural, resistência 35 Mpa, di
mensão
8.3 0,10x2,0x0,08m
m² 1.050,00 45,77
48.058,50 COMP. PRÓPRIA

208
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Cerâmica de alta resistência Pei 5 - Ref. Rustique Prata, dim.=31 x 31 c


m - Cor
8.4 Cinza Claro, Gyotoku ou Equivalente.
m² 59,00 43,70
2.578,30 COMP. PRÓPRIA
8.5 Rodapé cerâmica h= 15cm ref. Rustique Prata - Gyotoku
ml 10,00 6,8
4 68,40 COMP. PRÓPRIA
8.6 Piso em granito verde pavão polido, Esp.= 2 cm dim.= 60X60 cm.
m² 190,00 175,96
33.432,40 COMP. PRÓPRIA
8.7 Piso em granito verde pavão flameado, Esp.= 3 cm em Placas.
m² 99,00 169,37
16.767,63 COMP. PRÓPRIA
Piso em granito verde pavão polido, esp. 2cm, com faixa de segurança flam
eada.
Dimensões escada (espelhos:20 peças de 0.17x1.50m e pisos=20 peças de 0.30m
8.8 x 1.50m).
m² 14,10 220,55
3.109,76 COMP. PRÓPRIA
8.9 Rodapé em granito verde pavão h=30cm, esp. 2cm, polido em duas faces
ml 39,82 58,72
2.338,23 COMP. PRÓPRIA
8.10 Rodapé em granito verde pavão h=20cm, esp. 2cm,polido em duas faces
ml 14,77 39,15
578,25 COMP. PRÓPRIA
8.11 Soleiras em granito verde pavão esp. 2cm
ml 12,35 33,
22 410,27 COMP. PRÓPRIA
Piso Elevado em aço, modelo AX-1000 ou Equivalente em Placas de 60 x 60
cm -
8.12 Altura=15 cm, revestido fórmica padrão madeira
m² 388,00 216,31
83.928,28 COMP. PRÓPRIA
Porcelanato Eterniwood canela, Dimensões: 500mm x 500mm, acetinado com
junta de assentamento 2mm, com alta resistência a abrasão superficial.
8.13 Referência: Eliane ou similarEterniwood canela, ref. Eliane
m² 45,00 101,75
4.578,75 COMP. PRÓPRIA
8.14 Piso de concreto cimentado aspero esp. 7 cm
m² 489,20 40,41
19.768,57 73675

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8.15 Rodapé metálico h=10cm (para o painel e circulação do 1 Pavimento)


ml 25,15
57,99 1.458,45 COMP. PRÓPRIA
8.16 Acabamento em Perfil "T" em alumínio (junção granito/piso elevado)
ml 14,34
6,13 87,90 COMP. PRÓPRIA
8.17 Carpete em placas para sala Multimídia
m² 46,50
98,82 4.594,93 COMP. PRÓPRIA
8.18 Guia em concreto L=10cm
ml 65,80
20,71 1.362,72 23404/ 1
8.19 Pavimento asfáltico

8.19.1 Sub-base
m³ 27,27
7,00 190,89 72911
8.19.2 Base
m³ 27,27
7,00 190,89 72911
8.19.3 Imprimação
kg 181,80
1,26 229,07 0504
8.19.4 Revestimento CBUQ
m³ 9,09
496,60 4.514,09 1520
9. PAREDES E PAINÉIS
113.471,21
9.1 Parede de alvenaria

9.1.1 Alvenaria de tijolos maciços 1/2 vez


m² 120,00
78,42 9.410,40 72131

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9.1.2 Alvenaria de tijolos furados 1/2 vez


m² 619,38
26,72 16.549,75 73935/001
9.1.3 Alvenaria de tijolos furados 1 vez
m² 150,00
46,53 6.979,50 73935/002
9.1.4 Alvenaria de tijolos de bloco de concreto 15cm
m² 200,00
32,41 6.482,00 73998/004
9.2 Divisórias

9.2.1 Divisórias tipo Piso a Teto - Mista ( DV2 )


m² 75,60
250,80 18.960,48 COMP. PRÓPRIA
9.2.2 Divisórias tipo Piso a Teto - Cega ( DV3 )
m² 120,20
250,80 30.146,16 COMP. PRÓPRIA
9.2.3 Divisória acústica com revestimento em tecido
m² 36,00 395,
10 14.223,60 COMP. PRÓPRIA
9.3 Divisória de Granito

9.3.1 Divisória em Granito cinza andorinha ( vestiários)


m² 5,51 267
,02 1.471,28 COMP. PRÓPRIA
9.3.2 Divisória em Granito verde pavão ( banheiros)
m² 17,04 330
,02 5.623,54 COM.PRÓPRIA
9.4 Divisória em Gesso

9.4.1 Divisória em Gesso acartonado (ver projeto detalhado)


m² 25,00
59,93 1.498,25 COMP. PRÓPRIA

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9.5 Painel em Gesso


9.5.1 Painel em blocos de gesso irregulares (ver projeto detalhado)
m² 15,75 135
,00 2.126,25 COMP. PRÓPRIA
10. MASSAS E ARGAMASSAS
23.754,99
10.1 Chapisco (Cimento:Areia = 1:3)
m² 1.118,00 3,0
6 3.421,08 74161/001
10.2 Reboco
m² 1.118,00 9,4
0 10.509,20 74001/001
10.3 Chapisco para o muro (Cimento:Areia = 1:3)
m² 788,50 3,0
6 2.412,81 74161/001
10.4 Reboco para o muro
m² 788,50 9,4
0 7.411,90 74001/001
11. REVESTIMENTO DE PAREDES
18.867,60
11.1 Revestimento cerâmico 31 x 42 cm - Ártico Branco - Gyotoku ou equivalente
m² 160,00 45,43
7.268,80 COMP. PRÓPRIA
11.2 Pastilha de Vidro Ecoglass Camurça - Gyotoku ou Equivalente
m² 8,80 270,20
2.377,76 COMP. PRÓPRIA
11.3 Pastilha de Vidro Ecoglass Verde Oliva - Gyotoku ou Equivalente
m² 16,43 270,20
4.440,47 COMP. PRÓPRIA
Pastilha de Madeira, Padrão Tijolinho 3cm, Cor Teca Natural 30x30cm- Oc
a Brasil
11.4 ou Equivalente
m² 12,40 385,53
4.780,57 COMP. PRÓPRIA

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12. FORROS
61.544,08
12.1 Forro de gesso acartonado liso com tabica
m² 630,00 42
,20 26.586,00 COMP. PRÓPRIA
12.2 Forro de gesso monolítico 60x60cm
m² 4,50 16,7
0 75,15 23754/2
Forro metálico Tegular, 625x625mm SM 625T,com lã de vidro ensacada
12.3 625x625x25mm 18kg/m3. Ref. Hunter Douglas, REFAX ou Equivalente
m² 393,18 88
,72 34.882,93 COMP. PRÓPRIA
13. ESQUADRIAS E BRISES
278.605,35
13.1 Janelas em alumínio

13.1.1 janelas em alumínio bronze com vidro temperado 6mm


m² 290,04 375
,67 108.959,33 74067/1 + 26292/11
13.1.2 janelas em alumínio bronze com vidro temperado 8mm
m² 54,54 401
,23 21.883,08 74067/1 + 26292/16
13.2 Portas em alumínio

13.2.1 Porta alumínio bronze em veneziana (PA1 - 0,80x2,10)m


m² 10,08 440
,23 4.437,52 74071/2
13.2.2 Porta alumínio bronze (PV1-1,00x2,15) ,com vidro temperado 10mm
m² 2,15 558
,56 1.200,90 COMP.PRÓPRIA
13.2.3 Porta alumínio bronze (PV3-2,57x2,10),com vidro temperado 10mm
m² 5,40 534
,04 2.882,20 COMP.PRÓPRIA

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13.3 Porta de Madeira


13.3.1 Porta de madeira (PM1 e PM2 0,80x2,10)m laminado melamínico branco ne
ve m² 21,14
345,00 7.293,30 71020/1
13.3.2 Porta para vestiário (PD1)0,60x2,10m laminado melamínico branco neve
m² 8,64 16
4,17 1.418,43 26302/2
13.3.3 Porta para divisórias (PD2) - laminado melamínico castanho dourado
m² 16,17 34
5,00 5.578,65 71020/1
Porta Camarão para sala Multimídia (PD3)-Porta camarão em compensado com
requadro em madeira maciça, espessura de 35 mm. Composição de duas chapas
de madeira compensada, 5mm, estrutura interna tipo colméia. Encabeçament
os
13.3.4 maciços aparentes
m² 9,19
661,47 6.077,26 COMP. PRÓPRIA
13.3.5 Porta de banheiro PNE-laminado melamínico branco neve
m² 1,89
164,17 310,28 26302/2
13.4 Brise

Metalbrise com pintura na cor marrom e sistema móvel (de barra de coma
ndo
13.4.1 manual), conforme projeto de brise.
m² 171,30 6
83,77 117.129,80 COMP. PRÓPRIA
13.5 Clarabóia

Clarabóia em estrutura de alumínio bronze com borracha vedação de silicone


13.5.1 incluindo fornecimento e instalação de vidro laminado 6mm incolor
unid. 3,00
478,20 1.434,60 COMP.PRÓPRIA
14. PINTURAS
31.380,67

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14.1 Emassamento de forro com massa corrida PVA
m² 693,00 5,31
3.679,83 73955/002
14.2 Pintura com tinta PVA
m² 693,00 5,42
3.756,06 73750/001
14.3 Emassamento de paredes com massa acrílica
m² 442,88 6,77
2.998,31 74134/002
14.4 Pintura de paredes com tinta acrílica
m² 1.109,65 8,57
9.509,67 73954/002
14.5 Pintura texturizada para o muro
m² 856,90 8,22
7.043,72 23761/2
14.6 Tratamento de fundo sobre ferro
m² 60,00 5,66
339,60 74251/001
14.7 Esmalte sintético sobre ferro/aço - tubos
m 102,00 12,02
1.226,04 73924/003
14.8 Tratamento de concreto aparente
m² 360,00 5,66
2.037,60 74251/001
14.9 Sinalização horizontal simbolos/identificação de vagas
und 36,00 10,97
394,92 72947
14.10 Sinalização horizontal faixas
m² 36,00 10,97
394,92 72947
15. VIDROS E ASSEMELHADOS
6.000,93
15.1 Fornecimento e instalação de espelho lapidado esp. 6mm
m² 25,00 189,90
4.747,50 COMP.PRÓPRIA

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15.2 Fornecimento e instalação de vidro colorido para painel


m² 5,70 219,90
1.253,43 26292/15
16. IMPERMEABILIZAÇÕES E TRATAMENTOS
30.302,28
16.1 Impermeabilização do telhado verde
m² 242,00 85,79
20.761,18 COMP.PRÓPRIA
16.2 Impermeabilização do reservatório superior
m² 123,90 62,71
7.769,77 COMP.PRÓPRIA
16.3 Impermeabilização do reservatório enterrado
m² 18,90 81,60
1.542,24 COMP.PRÓPRIA
16.4 Impermeabilização do baldrame
m² 13,50 16,97
229,10 68468/ 1
17. METAIS, BANCADAS E COMPLEMENTOS
3.543,83
17.1 Bancada em granito verde pavão (para banheiros)
m² 7,07 254,25
1.797,55 COMP. PRÓPRIA
17.2 Bancada em granito cinza andorinha (para vestiários)
m² 3,56 239,95
854,22 COMP. PRÓPRIA
17.3 Bancada para copa (verde pavão)
m² 2,00 254,25
508,50 COMP. PRÓPRIA
Conjunto barra de apoio para PNE Tubular em aço inox, em "L"
(730x480x180mm), fixado na parede e no piso, ref. Suporte para Bacia,
linha Bath
17.4 ou similar.
cj 1,00 255,03
255,03 COMP. PRÓPRIA
Barra de apoio em aço inox reto 70mm tubular para lavatório, fixado na pa
rede,
17.5 ref. Apoio Thema 700, linha Bath ou similar
unid. 1,00 128
,53 128,53 COMP. PRÓPRIA

216
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18. SERRALHERIA
126.987,13
18.1 Portão acesso pedestre/ veículos em alumínio bronze (inclusive guarnições)
m² 95,40 498,50 47.556,
90 COMP.PRÓPRIA
18.2 Motor DV4 turbo para portão de entrada de veículos ( fornecimento e insta
lação) unid. 1,00 650,00 6
50,00 COMP.PRÓPRIA
Grade em alumínio com pintura poliuretano cor branca para fechamento do
s
18.3 condensadores de ar-condicionado.
m² 28,76 279,11
8.027,20 73737/3
Conjunto de Guarda corpo(h=1,05m) e corrimão(h=0,85m) em alumínio brilhan
te
18.4 e vidro incolor 6mm (escada e rampa).
m² 121,80 563,50
68.634,30 COMP.PRÓPRIA
Tampa em chapa galvanizada, com acabamento pintura poliuretano grafite
18.5 escuro (acesso ao telhado verde).
unid 1,00 423,98
423,98 68588/ 1
Tampa metálica 60x60cm, com acabamento pintura poliuretano bronze (para
o
18.6 reservatório).
unid 1,00 423,98
423,98 68588/ 1
18.7 Alçapão chapa de aço
unid 1,00 58,69
58,69 74073/002
Escada de marinheiro em tubo metálico 25mm, cor cinza graffite ( res
ervatório)
18.8 (com grade de proteção) ( interna ao reservatório)
m 3,00 151,51
454,53 74194/001
Escada marinheiro - tubo metálico degraus em tubo d=20mm, acabamento
18.9 pintura poliuretano bronze ( externa ao reservatório )
m 5,00 151,51
757,55 74194/001
19. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS / PLUVIAL
3
6.694,03
19.1 Metais, louças e registros
217
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Vaso sanitário para PNE completo, VOG PLUS LINHA CONFORT P51. Assento
DECA
19.1.1 ESP. VOG PLUS CONFORT AP 01.
unid 1,00 656,18
656,18 COMP.PRÓPRIA
Válvula de descarga -HIDRO DUO 1 1/2"- Ref. 2545C - DECA ou similar, c
om
19.1.2 acabamento.
unid 1,00 186,48
186,48 COMP.PRÓPRIA
Vaso sanitario c/caixa acoplada completo, linha Targa e assento DECA
universal
19.1.3 AP -01 gelo 17
unid 8,00 194,28
1.554,24 COMP.PRÓPRIA
19.1.4 Ligacao p/saida de vaso (100 mm)
unid 9,00 2,15
19,35 6141
19.1.5 Conjunto de fixacao p/vaso sanitario (par)
unid 9,00 2,69
24,21 4351
19.1.6 Dispenser porta papel higiênico 300 mts ref. 5768
unid 8,00 73,23
585,84 COMP.PRÓPRIA
19.1.7 Dispender papel toalha 3 dbs ref. 0225
unid 6,00 69,33
415,98 COMP.PRÓPRIA
19.1.8 Ligacao flexivel p/lavatorio pvc diametro 1/2"
unid 10,00 16,18
161,80 11684
19.1.9 Sifao p/lavatorio metalico diam.1"x1.1/2"
unid 10,00 60,05
600,50 26327/002
19.1.10 Torneira p/lavatorio diametro 1/2"
unid 10,00 162,76
1.627,60 COMP. PRÓPRIA
19.1.11 Valvula p/lavatorio ou bebedouro metalico diametro 1"
unid 10,00 40,48
404,80 73975/001
19.1.12 Cuba de louca de embutir oval
unid 9,00 50,54
454,86 COMP. PRÓPRIA

218
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19.1.13 Lavatório com coluna suspensa REF. L510/C510 ou G17- Branco - DECA, o
u similar unid 1,00 244,94
244,94 COMP.PRÓPRIA
Mictório de louca, PERTENCES, c/sifão integrado e acessórios (Kit
19.1.14 ferr.p/mict.louca (espude,conexão entr.parafusos)
unid 1,00 375,13
375,13 74234/001
Valvula descarga p/mictório diam. 3/4" - 1/2" HIDRA DUO 1 1/2 ref. 2
545C -
19.1.15 DECA
unid 1,00 583,81
583,81 COMP. PRÓPRIA
19.1.16 Torneira p/pia diam. 1/2" e 3/4" parede
unid 2,00 82,17
164,34 8858 2/3
19.1.17 Sifao p/pia 1.1/2" x 2" metal
unid 2,00 69,16
138,32 26327/001
19.1.18 Sifao p/pia 1.1/2"x2" pvc cromado
unid 2,00 60,05
120,10 26328/001
19.1.19 Valvula p/pia tipo americana diam.3.1/2" (metal)
unid 2,00 27,07
54,14 11546/001
Cuba Franke Essenza 460 50194 A.B 46X34X18cm 4 1/2 S/V em aço inox, c
romo
19.1.20 níquel (18/8 ) AISI 304 espessura de 0,7 mm.
unid 2,00 309,16
618,32 COMP. PRÓPRIA
19.1.21 Chuveiro eletrico pvc c/braco metalico
unid 2,00 26,14
52,28 9535
19.1.22 Cabide tipo gancho (louca)
unid 2,00 60,89
121,78 COMP. PRÓPRIA
19.1.23 Dispenser saboneteira Micro Spray ref. 2702
unid 8,00 92,38
739,04 COMP.PRÓPRIA
19.1.24 Torneira de limpeza
unid 2,00 101,23
202,46 COMP. PRÓPRIA

219
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19.1.25 Torneira de jardim c/bico p/mangueira diam.1/2"


unid 5,00 26,40
132,00 26576/001
19.1.26 Tampa T-5 articulada 20x20
unid 7,00 11,74
82,18 SINAPI - 00011289
19.1.27 Caixa alv.p/torneira jardim
unid 7,00 14,94
104,58 SINAPI - 00003278
19.1.28 Registro de gaveta bruto diametro 1"
unid 1,00 21,42
21,42 SINAPI - 74184/001
19.1.29 Registro de gaveta bruto diametro 1.1/2"
unid 1,00 33,05
33,05 SINAPI - 74182/001
19.1.30 Registro de gaveta c/canopla diametro 3/4"
unid 4,00 31,92
127,68 SINAPI - 74176/001
19.1.31 Registro de gaveta c/canopla diametro 1"
unid 4,00 48,06
192,24 SINAPI - 74175/001
19.1.32 Registro de pressao c/canopla cromada diam.3/4"
unid 2,00 50,84
101,68 SINAPI - 73663
19.2 Tubulação e acessórios
19.2.1 Tubo soldavel pvc marrom diametro 25 mm
m 132,00 8,01
1.057,32 SINAPI - 40741
19.2.2 Tubo soldavel pvc marrom diametro 32 mm
m 150,00 12,27
1.840,50 SINAPI - 40742
19.2.3 Tubo soldavel pvc marrom diam. 50 mm
m 48,00 17,46
838,08 SINAPI - 40744

220
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19.2.4 Adaptad.pvc sold.long.c/fl.liv.p/cx.dagua 32x1"


unid 2,00 13,32
26,64 SINAPI - 72798
19.2.5 Adaptad.pvc sold.long.c/fl.p/cx.dagua 50x1.1/2
unid 1,00 30,28
30,28 SINAPI - 72801
19.2.6 Adaptad.sold.curto c/bolsa e rosca p/reg.25x3/4"
unid 10,00 11,00
110,00 SINAPI - 72797
19.2.7 Adaptad.sold.curto c/bolsa e rosca p/reg.32x1"
unid 10,00 18,46
184,60 SINAPI - 0097
19.2.8 Adaptad.sold.curto c/bolsa/rosca p/reg.50x11/2"
unid 2,00 24,74
49,48 SINAPI - 0099
19.2.9 Luva sold.c/bucha de latao 25x3/4" cor azul
unid 2,00 5,29
10,58 SINAPI - 3870
19.2.10 Bucha de reducao sold.curta 32 x 25 mm
unid 8,00 0,44
3,52 SINAPI - 829
19.2.11 Bucha de reducao soldavel longa 50 x 25 mm
unid 2,00 1,68
3,36 SINAPI - 813
19.2.12 Bucha de reducao soldavel longa 50 x 32 mm
unid 2,00 2,47
4,94 SINAPI - 820
19.2.13 Joelho 45 graus soldavel 25 mm
unid 1,00 0,88
0,88 SINAPI - 3500
19.2.14 Joelho 45 graus soldavel 50 mm
unid 1,00 4,00
4,00 SINAPI - 3503
19.2.15 Joelho 90 graus soldavel diametro 25 mm
unid 27,00 0,42
11,34 SINAPI - 3529

221
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19.2.16 Joelho 90 graus soldavel diametro 32 mm (1")


unid 16,00 1,09
17,44 SINAPI - 3536
19.2.17 Joelho 90 graus soldavel 50 mm (marrom)
unid 3,00 2,94
8,82 SINAPI - 3540
19.2.18 Joelho red.90 graus sold.c/bucha latao 25x1/2"
unid 19,00 3,62
68,78 SINAPI -20147
19.2.19 Te 90 graus soldavel diametro 25 mm
unid 8,00 3,19
25,52 SINAPI - 72439
19.2.20 Te 90 graus soldavel diametro 32 mm
unid 4,00 4,76
19,04 SINAPI -72440
19.2.21 Te 90 graus soldavel diametro 50 mm
unid 3,00 9,54
28,62 7136
19.2.22 Te reducao 90 graus soldavel 32 x 25 mm
unid 7,00 6,38
44,66 72451
19.2.23 Te reducao 90 graus soldavel 50 x 32 mm
unid 2,00 13,23
26,46 SINAPI -72455
19.2.24 Te reducao 90 graus sold.c/rosca 25x25x1/2"
unid 10,00 5,20
52,00 72530
19.2.25 Adesivo plastico - frasco 850 g
unid 3,00 23,82
71,46 122
19.2.26 Solução limpadora 1000 cm3
unid 3,00 28,22
84,66 20083
19.2.27 Torneira de boia diam 1"
unid 1,00 63,17
63,17 11823

222
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19.2.28 Bucha de reducao longa diam. 50 x 40 mm


unid 2,00 1,68
3,36 819
19.2.29 Cap diametro 100 mm esgoto primario
unid 5,00 9,84
49,20 21059
19.2.30 Corpo cx. Sifonada diam. 100 x 150 x 50
unid 1,00 9,84
9,84 21059
19.2.31 Corpo cx. Sifonada diam. 150 x 150 x 50
unid 4,00 9,84
39,36 21059
19.2.32 Corpo ralo sifonado conico diam. 100 x 40
unid 2,00 6,22
12,44 11711
19.2.33 Curva 90 graus curta diam. 40 mm
unid 12,00 2,39
28,68 1933
19.2.34 Curva 90 graus curta diam. 50 mm
unid 3,00 6,70
20,10 1932
19.2.35 Curva 90 graus curta diam. 100 mm
unid 8,00 12,28
98,24 1951
19.2.36 Curva 87,5 graus para pé de coluna diam. 100 mm
unid 8,00 24,84
198,72 1970
19.2.37 Curva 87,5 graus para pé de coluna diam. 150 mm
unid 5,00 60,23
301,15 1952
19.2.38 Grelha quadrada cromada diam. 150 mm
unid 4,00 9,84
39,36 21059
19.2.39 Grelha quadrada cromada diametro 100 mm
unid 2,00 9,84
19,68 21059

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19.2.40 Tampa p/cx.passag.ferro fund.60x53


unid 5,00 129,71
648,55 21072
19.2.41 Caixa de inspeção 60 x 60 cm
unid 4,00 101,52
406,08 74104/001
19.2.42 Caixa de areia 60 x 60 c/tampa de concreto
unid 6,00 101,52
609,12 72286
19.2.43 Caixa de areia c/grelha metalica 40 x 40
unid 4,00 113,52
454,08 72285+21071
19.2.44 Caixa de gordura 112 l concreto
unid 1,00 70,60
70,60 3280
19.2.45 Terminal de ventilacao diametro 50 mm
unid 3,00 4,42
13,26 20155
19.2.46 Terminal de ventilacao diametro 75 mm
unid 1,00 14,69
14,69 20151
19.2.47 Joelho 45 graus diametro 40 mm
unid 12,00 3,86
46,32 20149
19.2.48 Joelho 45 graus diametro 50 mm
unid 4,00 4,42
17,68 20149
19.2.49 Joelho 45 graus diametro 100 mm
unid 8,00 14,69
117,52 20151
19.2.50 Joelho 45 graus diametro 150 mm
unid 3,00 45,60
136,80 20152
19.2.51 Joelho 90 graus diametro 40 mm
unid 12,00 3,20
38,40 20154

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19.2.52 Joelho 90 graus diametro 50 mm


unid 16,00 5,05
80,80 20155
19.2.53 Joelho 90 graus diametro 75 mm
unid 1,00 10,82
10,82 20156
19.2.54 Joelho 90 graus diametro 100 mm
unid 11,00 17,93
197,23 20157
19.2.55 Joelho 90 graus diametro 150 mm
unid 9,00 66,82
601,38 20158
19.2.56 Joelho 90 graus c/visita diam.100 x 50 mm
unid 1,00 17,93
17,93 20157
19.2.57 Juncao simples diametro 50 x 50 mm
unid 2,00 4,59
9,18 3662
19.2.58 Juncao simples diam. 100 x 50 mm
unid 1,00 11,45
11,45 3670
19.2.59 Juncao simples diam. 100 x 100 mm
unid 5,00 11,45
57,25 3670
19.2.60 Junção dupla diametro 100 mm
unid 2,00 43,66
87,32 20139
19.2.61 Luva simples diam. 100 mm
unid 7,00 6,58
46,06 3819
19.2.62 Luva simples diam. 150 mm
unid 6,00 6,58
39,48 3819
19.2.63 Luva simples diam. 200 mm
unid 11,00 10,69
117,59 3821

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19.2.64 Luva simples diam. 250 mm


unid 1,00 16,84
16,84 3814
19.2.65 Porta grelha quadrada branco diam. 150 mm
unid 4,00 15,51
62,04 11714
19.2.66 Porta grelha quadrado p/grel.quadrada diam. 100 mm
unid 3,00 15,51
46,53 11714
19.2.67 Reducao excentrica 75 x 50 mm
unid 2,00 0,99
1,98 20042
19.2.68 Reducao excentrica 100 x 50 mm
unid 4,00 2,93
11,72 20046
19.2.69 Te sanitario diametro 50 x 50 mm
unid 17,00 4,08
69,36 7097
19.2.70 Te sanitario diametro 75 x 50 mm
unid 2,00 7,64
15,28 11657
19.2.71 Te sanitario diametro 75 x 75 mm
unid 2,00 19,28
38,56 20177
19.2.72 Te sanitario diametro 100 x 50 mm
unid 8,00 9,52
76,16 11655
19.2.73 Te sanitario diametro 100 x 100 mm
unid 2,00 10,37
20,74 7091
19.2.74 Tubo sold.p/esgoto diam. 40 mm
m 32,00 6,24
199,68 9874
19.2.75 Tubo sold. P/esgoto diam. 50 mm
m 34,00 7,32
248,88 9875

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19.2.76 Tubo soldavel p/esgoto diam.75 mm


m 22,00 20,87
459,14 9871
19.2.77 Tubo soldavel p/esgoto diam. 100 mm
m 134,00 42,84
5.740,56 9870
19.2.78 Tubo leve pvc rigido diametro 150 mm
m 99,00 18,27
1.808,73 9881
19.2.79 Tubo leve pvc rigido diametro 200 mm
m 85,00 22,88
1.944,80 9880
19.2.80 Tubo leve pvc rigido diametro 250 mm
m 10,00 36,35
363,50 9877
19.2.81 Tubo dreno diam. 100 mm
m 46,00 14,62
672,52 20072
19.3 Caixa de retenção/infiltração de águas pluviais

19.3.1 Diametro 1,40 m


unid 1,00 1.045,54
1.045,54 74124/002
19.3.2 Fossa séptica volume útil 7.000 litros
unid 1,00 1.008,85
1.008,85 23773/001
19.3.3 Sumidouro diam. 1,40 metros
unid 2,00 1.292,71
2.585,42 74198/002
20. INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
141.581,47
20.1 Sistema de proteção contra descargas atmosféricas - SPDA
cj 1,00 11.335,94
11.335,94 COMP.PRÓPRIA

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20.2 LUMINÁRIAS

Luminária de embutir para 04 lâmpadas fluorescentes tubulares de 14w. Co


rpo /
refletor em chapa de aço tratada com acabamento em pintura eletrostática
epóxi-pó na cor branca. Difusor em acrílico leitoso. Equipada comporta-lâmpa
da
antivibratório em policarbonato, com trava desegurança e proteção contra
aquecimento nos contatos. Ref. 2205 4x 14w. Itaim ou equivalente, lâmp
ada
20.2.1 fluorescente tubular philips tl5-14w-he/840, dim. 70x618x618mm
unid 4,00 393,47
1.573,88 COMP. PRÓPRIA
Luminária de embutir, para 02 lâmpadas fluorescentes compactas duplas, 2
pinos
de 26w. Corpo e refletor em chapa de aço tratada com pintura na cor br
anca.
Difusor em acrílico leitoso. Série cianita 2x 26w. Itaim ou equivalente,
lâmpada
fluorescente compacta dupla, 2 pinos, philipsplc 26w 840-2p, dim.
20.2.2 110x254x254mm
unid 60,00 116,08
6.964,80 COMP. PRÓPRIA
Luminária de sobrepor para 2 lâmpadas fluorescentes tubulares de 32w. Co
rpo
em chapa de aço tratada com acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na
cor branca. Refletor em alumínio anodizado de alto brilho. Alojamento
do reator
na cabeceira. Ref. 3540 2x 32w. Itaim ou equivalente, lâmpada fluores
cente
20.2.3 tubular philips tldrs 32w, dim. 58x227x1326mm
unid 1,00 156,21
156,21 COMP. PRÓPRIA
Luminária quadrada de sobrepor, para 2 lâmpadas fluorescentes compactas
de
26w, duplas, 2 pinos. Corpo em chapa de aço tratada com acabamento em
pintura eletrostática epóxi-pó na cor branca.difusor em vidro plano temper
ado
jateado. Necessita reator eletromagnético. Ref. Platina 2x 26w.itaim ou
equivalente lâmpada fluorescente compacta dupla, 2 pinos, philipsplc 2
6w 840-
20.2.4 2p, dim. 90x260x260mm
unid 3,00 158,83
476,49 COMP. PRÓPRIA
Luminária de piso em alumínio injetado - linha single preta. Everlight,
Itaim ou
20.2.5 equivalente, lâmpada led - cor branco diam=92mm
unid 22,00 179,25
3.943,50 COMP. PRÓPRIA
Luminária retangular para poste, tipo pétala, para 01 lâmpada de vapor metál
ico
20.2.6 elipsoidal de 150w. Corpo em chapa de aço tratada zincada com acabamen
to em unid 6,00 917,86
5.507,16 COMP. PRÓPRIA

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pintura eletrostática epóxi-pó na corpreta. Difusor em vidro plano tempera


do
transparente. Série caucário -p.itaim ou equivalente, lâmpada vapor metálico
1xcdm-td 150/830 - philips ,dim. 130x320x628mm, h poste=4m
Luminária circular de embutir no solo, para 1 lâmpada refletora halógena p
ar20
de 50w. Corpo em alumínio injetado com acabamento em pintura eletrostáti
ca
epóxi-pó na cor preta ou branca. Difusor em vidro plano temperado transp
arente.
Tubo rígido em pvc com grau de proteção ip65 para instalação da luminária. Ref.
Ybypê 1xpar20 50w. Itaim ou equivalente, lâmpada halógena philips par 20-
20.2.7 50w230-25 1x50w , .l=ø118 x a1=160 , a=167 mm. Nicho: ø108 mm.
unid 11,00 153,54
1.688,94 COMP. PRÓPRIA
Luminária retangular de sobrepor, tipo arandela, para 1 lâmpada de vapor
metálico elipsoidal de 150w. Corpo em chapa de aço tratada zincada com
acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na cor preta. Refletorsimétrico
em
alumínio anodizado. Difusor em vidro plano temperado transparente. Alo
jamento
para os equipamentos auxiliares na própria luminária.necessita reator, i
gnitor e
capacitor. Ref. Calcário-a 1xhie 150w. Itaim ou equivalente, lâmpada vap
or
20.2.8 metálico 1xcdm-td 150/830 - philips, dim. 130 x 320 x 680 mm
unid 9,00 528,26
4.754,34 COMP. PRÓPRIA
Luminária de embutir em forro de gesso ou modulado para 4 lâmpadas
fluorescentes tubulares de 14W. Corpo e aletas planas em chapa de aço
tratada
com acabamento em pintura eletrostática epóxi-pó na cor branca. Refletor e
m
alumínio anodizado de alto brilho. Equipada com porta-lâmpada antivibratór
io
em policarbonato, com trava de segurança e proteção contra aquecimento nos
20.2.9 contatos. Ref.: 2750 4x 14W.
unid 81,00 351,47
28.469,07 COMP. PRÓPRIA
Luminária de embutir para 3 lâmpadas fluorescentes tubulares de 28W. Cor
po /
refletor em chapa aço tratada com acabamento em pintura eletrostática epóx
i-pó
na cor branca. Difusor em acrílico leitoso. Pode ser utilizada para ap
licações em
RGB. Equipada com porta-lâmpada antivibratório em policarbonato, com tra
va de
20.2.10 segurança e proteção contra aquecimento nos contatos.Ref.2108 3x28W
unid 22,00 322,30 7
.090,60 COMP. PRÓPRIA
Luminária retangular de embutir com foco orientável, para 01 lâmpada halógen
a
20.2.11 dicróica de 50W. Corpo em chapa de aço tratada com acabamento em pintura
unid 6,00 109,82
658,92 COMP. PRÓPRIA

229
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eletrostática epóxi-pó na cor branca. Refletor anti-ofuscante assimétrico em

alumínio acetinado. Necessita transformador eletrônico. Ref.CARUARU 1x


DICRÓICA 50W
20.3 Quadros e rede elétrica

Eletroduto Rígido Galvanizado 3/4", inclusive acessórios de conexão, supor


te e
20.3.1 fixação
m 750,00 9,80
7.350,00 72308
Eletroduto Rígido Galvanizado 2 1/2", inclusive acessórios de conexão, sup
orte e
20.3.2 fixação
m 12,00 28,88
346,56 COMP.PRÓPRIA
Eletrocalha galvanizada a fogo totalmente perfurada, com tampa dimen
sões
20.3.3 100x25x3.000mm, inclusive acessórios de conexão, suporte e fixação
unid 35,00 100,00 3.
500,00 COMP.PRÓPRIA
QDG - Quadro elétrico com corpo em chapa #16 MSG com porta e capacidad
e
20.3.4 para 24 disjuntores e barramentos
unid 1,00 273,32
273,32 74131/005
QLF1 - Quadro elétrico com corpo em chapa #16 MSG com porta e capacida
de
20.3.5 para 24 disjuntores e barramentos
unid 1,00 273,32
273,32 74131/005
QLF2 - Quadro elétrico com corpo em chapa #16 MSG com porta e capacida
de
20.3.6 para 24 disjuntores e barramentos
unid 1,00 273,32
273,32 74131/005
QLF3 - Quadro elétrico com corpo em chapa #16 MSG com porta e capacida
de
20.3.7 para 24 disjuntores e barramentos.
unid 1,00 273,32
273,32 74131/005
QDAR - Quadro elétrico com corpo em chapa #16 MSG com porta e capacida
de
20.3.8 para 24 disjuntores e barramentos.
unid 1,00 273,32
273,32 74131/005
20.3.9 Disjuntor Unipolar de 10A
unid 33,00 10,46
345,18 26324/2
20.3.10 Disjuntor Unipolar de 15A
unid 32,00 10,46
334,72 26324/2

230
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20.3.11 Disjuntor Unipolar de 20A


unid 1,00 10,46
10,46 26324/2
20.3.12 Disjuntor Unipolar de 25A
unid 1,00 10,46
10,46 26324/2
20.3.13 Disjuntor DR 25A 1P
unid 2,00 48,27
96,54 26324/4
20.3.14 Disjuntor DR 10A 3P
unid 1,00 48,27
48,27 26324/4
20.3.15 Disjuntor DR 100A 3P
unid 1,00 48,27
48,27 26324/4
20.3.16 Disjuntor tripolar de 10A
unid 4,00 48,27
193,08 26324/4
20.3.17 Disjuntor tripolar de 25A
unid 2,00 48,27
96,54 26324/4
20.3.18 Disjuntor tripolar de 40A
unid 2,00 48,27
96,54 26324/4
20.3.19 Disjuntor tripolar de 70A
unid 2,00 48,27
96,54 26324/4
20.3.20 Disjuntor tripolar de 100A
unid 1,00 48,27
48,27 26324/4
20.3.21 Braçadeira galvan. tipo cunha 3/4"
unid 400,00 1,89
756,00 400
20.3.22 Parafuso e Bucha de nylon S6
unid 400,00 0,53
212,00 7568

231
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20.3.23 Condulete Tipo X


unid 20,00 15,93
318,60 2597
20.3.24 Condulete Tipo T
unid 20,00 8,71
174,20 2586
20.3.25 Condulete Tipo LR
unid 20,00 7,39
147,80 2570
20.3.26 Condulete Tipo
unid 20,00 14,60
292,00 12019
20.3.27 Condulete Tipo LB
unid 20,00 14,71
294,20 12015
20.3.28 Interruptor com Espelho - 3 Simples
unid 6,00 55,29
331,74 COMP. PRÓPRIA
20.3.29 Interruptor com Espelho - 2 Simples
unid 24,00 55,29
1.326,96 COMP. PRÓPRIA
20.3.30 Interruptor com Espelho - Simples
unid 23,00 55,29
1.271,67 COMP. PRÓPRIA
20.3.31 Caixa com Tomada e Espelho - 2P+T - 2x4"
unid 120,00 66,21
7.945,20 68614/17
20.3.32 Cabo unipolar - 0,6/1kV - 2.5 mm²
m 8.000,00 2,37
18.960,00 74117/001
20.3.33 Cabo unipolar - 0,6/1kV - 4.0 mm²
m 1.200,00 3,02
3.624,00 73860/004
20.3.34 Cabo unipolar - 0,6/1kV - 6.0 mm²
m 1.200,00 3,51
4.212,00 74173

232
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20.3.35 Cabo unipolar - 0,6/1kV - 10.0 mm²


m 800,00 5,31
4.248,00 73860/006
20.3.36 Cabo unipolar - 0,6/1kV - 16.0 mm²
m 600,00 5,72
3.432,00 73860/012
20.3.37 Cabo unipolar - 0,6/1kV - 35.0 mm²
m 600,00 11,36
6.816,00 73860/022
20.4 Ligações Primárias (Poste/Medidor)

20.4.1 Instalação de padrão polifásico completo em poste de 5,0m, conforme projeto.


unid. 1,00 611,22
611,22 68542/1
21. REDE ESTRUTURADA
45.623,54
Rack fechado de 40U para equipamentos passivos padrão 19" de piso con
stando
de: régua com 08 tomadas, 12 patch panel`s de 24 portas, 14 organizado
res, 02
21.1 blocos de conexão 110IDC 100 pares, uma bandeja DIO.
un 1,00 15.802,14
15.802,14 COMP. PRÓPRIA
21.2 Cabo UTP 4 pares cat 6
m 3.000,00 5,39
16.170,00 COMP. PRÓPRIA
21.3 Cabo CCI - 2
m 25,00 2,84
71,00 COMP. PRÓPRIA
21.4 Cabo CTP APL 50-50
m 100,00 15,32
1.532,00 COMP. PRÓPRIA
21.5 Conector RJ 45 macho
un 100,00 4,10
410,00 COMP. PRÓPRIA
21.6 Conector RJ 45 fêmea
un 100,00 26,54
2.654,00 COMP. PRÓPRIA

233
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Eletroduto Rígido Galvanizado 3/4", inclusive acessórios de conexão, supor


te e
21.7 fixação
m 500,00 11,17
5.585,00 72308
Eletrocalha galvanizada a fogo totalmente perfurada, com tampa dimen
sões
21.8 100x25x3.000mm, inclusive acessórios de conexão, suporte e fixação
unid 20,00 81,67
1.633,40 COMP. PRÓPRIA
Caixa de tomadas redonda em nylon na cor preta, para piso elevado, c
om quatro
21.9 furos de 3/4" constando de suporte dois furos quadrados para RJ-45.
unid 100,00 17,66
1.766,00 COMP. PRÓPRIA
22. AR CONDICIONADO
112.547,32
22.1 EQUIPAMENTOS

Condicionador de AR Tipo SPLIT CASSETE 4 vias, Capacidade de Refrige


ração
18.000 BTU/h, Mod. Evaporadora 40KMC0180BA02THC , Mod. Condensadora
38XCD018515MC, somente frio, tensão 220V, Gás R22, Fabricante: Springer
22.1.1 Carrier ou Equivalente
PÇ 17,00 2.940,00
49.980,00 COMP. PRÓPRIA
Condicionador de AR Tipo SPLIT CASSETE 4 vias, Capacidade de Refrige
ração
36.000 BTU/h, Mod. Evaporadora 40KMC0360BA02THC , Mod. Condensadora
38XCD036515MC, somente frio, tensão 220V, Gás R22, Fabricante: Springer

22.1.2 Carrier ou Equivalente


PÇ 1,00 4.550,00
4.550,00 COMP. PRÓPRIA
Gabinete de Ventilação para ar exterior, Vazão de ar 800 m³/h, Pressão estática
de 25,0 mmCA, Mod. BRCS 160, com filtros (G3-ABNT), tensão 220V, Fabri
cante:
22.1.3 Planifer ou Equivalente
PÇ 1,00 2.580,00
2.580,00 COMP. PRÓPRIA
Gabinete de Ventilação para ar exterior, Vazão de ar 1.000 m³/h, Pressão estáti
a
de 25,0 mmCA, Mod. BRCS 160, com filtros (G3-ABNT), tensão 220V, Fabri
cante:
22.1.4 Planifer ou Equivalente
PÇ 1,00 2.680,00
2.680,00 COMP. PRÓPRIA
234
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22.2 REDE DE DUTOS

22.2.1 Chapa Galvanizada (0,5mm) #26 - 2,0 x 1,2 m


KG 600,00
5,10 3.060,00 COMP. PRÓPRIA

22.3 DIFUSÃO DE AR
COMP. PRÓPRIA
Grelha em aluminio anodizado natural, dupla deflexão com registro, Mo
d. VAT-
22.3.1 DG, Dim. 225 x 125 mm, Fabricante: Trox ou Equivalente
PÇ 6,00
85,50 513,00 COMP. PRÓPRIA
Grelha em aluminio anodizado natural, dupla deflexão com registro, Mo
d. VAT-
22.3.2 DG, Dim. 225 x 165 mm, Fabricante: Trox ou Equivalente
PÇ 2,00
102,00 204,00 COMP. PRÓPRIA
Grelha em aluminio anodizado natural, dupla deflexão com registro, Mo
d. VAT-
22.3.3 DG, Dim. 325 x 165 mm, Fabricante: Trox ou Equivalente
PÇ 2,00
137,00 274,00 COMP. PRÓPRIA
Veneziana exterior, moldura e lâminas em perfis de alumínio extrudado,
anodizado na cor natural, tela protetora de plástico, Mod. AWG, Dim.
385 x 330
22.3.4 mm, Fabricante: Trox ou Equivalente
PÇ 2,00
129,00 258,00 COMP. PRÓPRIA

22.4 REDE FRIGORIGENA


COMP. PRÓPRIA
Rede frigorigena, 18.000 BTU/h, Diâmetro das linhas - sucção / líquido - 1/
2"-
22.4.1 1/4", incluso suportes, gás R22 e nitrôgenio.
MT 570,00
65,00 37050,00 COMP. PRÓPRIA
Rede frigorigena, 36.000 BTU/h, Diâmetro das linhas - sucção / líquido - 7/
8"-
22.4.2 3/8", incluso suportes, gás R22 e nitrôgenio.
MT 35,00
95,00 3325,00 COMP. PRÓPRIA

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Acessórios para alongamento das linhas frigorigenas para Split de 18.0


00 BTU/h
22.4.3 (Rele de tempo, Válvula Solenóide de 1/4", Separador de líquido 750ml - 3
/4") UN 12,00 650,00
7800,00 COMP. PRÓPRIA

22.5 ELETRICA

Quadro elétrico de força e comando para caixas de ventilação, Suportes,


22.5.1 Cabeamento, Eletrodutos e acessórios
unid 1,00 273,32
273,32 74131/005
23. INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO
2.922,78
23.1 Extintor de co2 (6,0 kg)
unid 2,00 876,
18 1.752,36 72554
23.2 Extintor de pó químico seco (6,0 kg)
unid 3,00 221,42
664,26 73775/001
23.3 Extintor de água pressurizada (10 litros)
unid 2,00 253,08
506,16 73775/002
24. LIMPEZA, SERVIÇOS FINAIS E DESMOBILIZAÇÃO
9.877,50
24.1 Ligações definitivas
cj 1,00 1.253,20
1.253,20 COMP. PRÓPRIA
24.2 Limpeza final
m² 1.184,00 0,
95 1.124,80 9537
24.3 Desmobilização
vb 1,00 2.794,30
2.794,30 COMP. PRÓPRIA

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24.4 Projeto "como construído" e Habite-se


cj
1,00 4.705,20 4.705,20
COMP. PRÓPRIA

TOTAL CUSTOS DIRETOS


1.997.105,50

BDI
%
21,44% 428.179,42
PREÇO TOTAL
2.425.284,92

237
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AN
EXO V – COMPOSIÇÃO DE CUSTOS UNITÁRIOS
SALA 105 ANEXO II RAMAIS 7557 E 7534
Mês de Ref.: MAIO /2010
SECRETARIA DE CONTROLE EXTERNO NO ESTADO DO AMAPÁ
Encargos Socia
is de 123,20% (HORA), inclusos.
RODOVIA JUSCELINO KUBISCHECK, KM 02, BAIRRO ZERÃO, MACAPÁ/AP
Encargos Sociais
de 81,30% (MENSALISTA), inclusos.

COMPOSIÇÕES DE CUSTO UNITÁRIO


MOBILIZAÇÃO E DESMOBILIZAÇÃO
COMP. PROP
RIA Unidade: VB
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
70,00 5,54

387,80
2436 OFICIAL
H
70,00 7,88

551,60

MDO

939,40
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
3366 GUINCHO TIPO MUNCK CAP * 5T * MONTADO EM CAMINHAO CARROCERIA ,OU EQ
UIV H
15,00 72,00

1.080,00
1139 CAMINHÃO BASCULANTE 8,0M3/16T DIESEL TIPO MERCEDES 170HP LK-1418 OU E
QUIV (INCL MANUT/OPERACAO) H
15,00 51,66

774,90
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL SERV/EQUIP:

1.854,90

TOTAL: 2.794,30

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LICENÇAS, TAXAS E SEGUROS


1 COM
P. PROPRIA Unidade: VB
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFI
CIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA/MATERIAL / EQUIPAMENTO
SERVIÇOS CREA
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
* ART
vb
1,00 791,00

791,00
ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO
vb
1,00 375,00

375,00
** SEGUROS
%
0,0030 2.500.000,00

7.500,00
* CREA-AP ( TABELA DE VALORES-RESOLUÇÃO N 514, DE 18 DE DEZ. DE 2009.
** DD&B Deobeth Ass. e Corr. de Segs. SS Ltda - Eduardo Huan Barbosa
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 8.666,00
2.1 DESPESAS COM PESSOAL
C
OMP. PROPRIA Unidade: MÊS
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
MÃO-DE-OBRA

253 ALMOXARIFE
mês
1,00 957,84

957,84
2707 ENGENHEIRO OU ARQUITETO /PLENO
mês
1,00 8.091,57
8.091,57
4069 MESTRE DE OBRAS
mês
1,00 1.461,06

1.461,06
10508 VIGIA NOTURNO
mês
1,00 669,06

669,06

239
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PARA ESTA COMPOSIÇÃO FOI CONSIDERADO O ENCARGO SOCIAL DE 81,30% (MENSALISTA)


COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- MAIO-2010(codigo e preço)(ex
ceto dos itens com asterisco)

TOTAL: 11.179,53
CONSUMOS GERAIS (ÁGUA, ENERGIA, MAT ESCRIT, FERRAMENTAS LEVE)
MÊS COM
P. PROPRIA Unidade: MÊS
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COE
FICIENTE PREÇO TOTAL

MATERIAL / EQUIPAMENTO
TARIFA DE CONSUMO DE ENERGIA ELETRICA COMERCIAL, BAIXA TENSAO
KW/H
600,00 0,22 132,00
14250
TARIFA "A" ENTRE 0 E 20M3 FORNECIMENTO D'AGUA
m3
150,00 4,16 624,00
14583

1,00 127,50 127,50


26851 MATERIAL DE ESCRITORIO E FERRAMENTAS LEVES
vb
TELEFONE
min
800,00 0,25 200,00
PAPEL
vb
0,30 38,00 11,40
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE SINAPI 74916/3
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 1.094,90

240
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MÓVEIS E UTENSÍLIOS
COMP.
PROPRIA Unidade: MÊS
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
ESTAÇÃO DE TRABALHO (MESA)
unid.
0,10 250,00

25,00
COMPUTADOR
unid.
0,10 1.700,00

170,00
IMPRESSORA
unid.
0,10 750,00

75,00
APARELHO DE AR CONDICIONADO
unid.
0,10 750,00
75,00
RADIO INTERCOMUNICADOR
unid.
0,10 200,00

20,00
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (código e
preço)(exceto dos itens com asterisco)
TOTAL: 365,00
MEDICINA E SEGURANÇA DO TRABALHO, INCLUSIVE EPI/EPC
1 CO
MP. PROPRIA UNID. VB
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL

MATERIAL / EQUIPAMENTO
12893 BOTA DE COURO SOLADO DE BORRACHA VULCANIZADA
PAR
30,00 26,17 785,10
12894 CAPA PARA CHUVA
UNID
15,00 21,81 327,15
12895 CAPACETE PLASTICO RIGIDO
PAR
15,00 9,22 138,30
12892 LUVA COURO C/ SOLADO RASPA CANO CURTO
PAR
20,00 7,00 140,00
LUVA DE SEGURANÇA EM LATEX
PAR
26822
20,00 1,64 32,80

241
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UNIFORME (JALECO E CALÇA)
CJ
15,00
26821
43,30 649,50
MATERIAIS PARA PRIMEIROS SOCORROS
1,00
pini
VB
250,00 250,00
PROTETORES DE OUVIDO TIPO CONCHA
pini
PAR
3,00 13,53 40,59
PROTETOR AURICULAR
26824
UNID
20,00 1,40 28,00
MASCARA FACIAL DE PROTEÇÃO
pini
UNID
7,50 1,01 7,58
BEBEDOURO ELETRICO NATURAL/GELADA
26825
UNID
1,00 291,74 291,74
ÓCULOS DE PROTEÇÃO
26823
UNID
15,00 5,08 76,20
COMPOSIÇÃO PARA 60 OPERÁRIOS ESTIMADOS

1.383,00
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
* PINI DEZ. /2009
TOTAL: 1.383,00
LIMPEZA PERMANENTE DA OBRA
1 CO
MP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFI
CIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
120,00 5,54 664,80

MDO 664,80
MATERIAL / EQUIPAMENTO
* CAÇAMBA 5M3 PARA RETIRADA DE ENTULHO
UN.
2,00 100,00 200,00

242
----------------------- Page 243-----------------------
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MAT. 200,00
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* DISK ENTULHO 96-3223-4031

TOTAL: 864,80
TOPOGRAFIA
COMP. PROPRIA Unidade: MÊS
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
MÃO-DE-OBRA
7592 TOPÓGRAFO
H
60,00

8,10 486,00
6111 SERVENTE
H
60,00

5,54 332,40
MDO 818,40
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
ESTAÇÃO TOTAL
mês
1,00

1.200,00 1.200,00
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 2.018,40

243
----------------------- Page 244-----------------------
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MANUTENÇÃO DO CANTEIRO
COM
P. PROPRIA Unidade: MÊS
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
MATERIAL
1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
kg
25,00

0,57 14,25
0367 AREIA GROSSA
m3
0,60

37,50 22,50
9868 TUBO 25MM
m
5,00

2,01 10,05
981 CABO UNIPOLAR 4MM
m
5,00

1,48 7,40
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 54,20
MÁQUINAS E FERRAMENTAS
C
OMP. PROPRIA Unidade: MÊS
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
10531 BETONEIRA 320L
H
192,00

2,10 403,20
10528 ANDAIME METÁLICO TIPO TORRE
m²/mês
67,50

6,17 416,48
10790 BANCADA DE SERRA CIRCULAR C/ MOTOR ELÉTRICO *5HP* PICA-PAU MECAN
COM H
192,00

0,63 120,96
4037 MAQUINA DE CORTAR AÇO TIPO SOGEMAT OU EQUIV (MANUAL)
H
90,00

4,73 425,70
3366 GUINCHO TIPO MUNCK CAP * 5T * MONTADO EM CAMINHÃO CARROCERIA ,OU EQU
IV H
4,00

72,00 288,00
3291 FURADEIRA DE BANCADA
H
192,00

0,67 128,64

244
----------------------- Page 245-----------------------
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10485 VIBRADOR DE IMERSAO C/ MOTOR ELETRICO 2HP MONOFASICO QUALQUER DIAM


C/ MANGOTE H
110,00

1,14 125,40
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 1.908,37
FUNDAÇÃO E INFRAESTRUTURA E SUPERESTRUTURA
CONCRETO fck = 20MPa
26311/ 5 Unidade: M3
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFICI
ENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
26311/ 5 CONCRETO USINADO BOMBEADO FCK=20MPA, INCLUSIVE COLOCAÇÃO,
M3
1,00 484,51 484,51
ESPALHAMENTO E ACABAMENTO
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 484,51
CONCRETO fck = 25MPa
26311/ 8 Unidade: M3
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFICI
ENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
74138/008 CONCRETO USINADO BOMBEADO FCK=25MPA, INCLUSIVE COLOCAÇÃO,
M3
1,00 520,44 520,44
ESPALHAMENTO E ACABAMENTO
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 520,44
PROJETO DE ESTRUTURA METÁLICA
COMP.
PRÓPRIA Unidade: M3
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFICI
ENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2707 ENGENHEIRO OU ARQUITETO /PLENO - DE OBRA
H
50,00

62,04 3.102,00

245
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TOTAL: 3.102,00
LAJE TRELIÇADA
74202/ 2 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. CO
EFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
I 4750 PEDREIRO
H
0,400 7,61 3,04
I 6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
0,440 5,54 2,44
I 39 ACO CA-60 - 5,0MM
KG
0,470 5,25 2,47
I 3743 LAJE PRE-MOLDADA DE PISO CONVENCIONAL SOBRECARGA 200KG/M2 VAO ATE
M2 M2
1,050 28,39 29,81
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 37,75
FÔRMA PARA PILARES (3x REAPROVEITAMENTO)
74075/ 2 Unidade: M3
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
1213 CARPINTEIRO DE FORMA
H
1,350 7,61 10,27
I 242 AJUDANTE ESPECIALIZADO
H
1,350 5,94 8,02

MDO 18,29
I 1357 CHAPA MADEIRA COMPENSADA RESINADA 2,2 X 1,1M X 12MM P/ FORMA CONC
UNID.
0,186 37,49 6,99
I 4491 PECA DE MADEIRA 3A/4A QUALIDADE 7,5 X 7,5CM (3X3) NAO APARELHADA
M M
2,05 3,32 6,81
I 4509 PECA DE MADEIRA 3A QUALIDADE 2,5 X 10CM NAO APARELHADA
M
1,607 1,71 2,75

246
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I 5061 PREGO DE ACO 18 X 27
KG
0,250 6,75 1,69
I 6212 TABUA MADEIRA 3A QUALIDADE 2,5 X 30,0CM (1 X 12") NAO APARELHADA
M
1,680

3,04 5,11
I 7332 AGENTE DE DESFORMA P/ CONCRETO TP DESMOL CD-OTTO BAUMGART OU EQUI
V. L
0,11

5,51 0,58

MAT. 23,92
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)

TOTAL: 42,21
COBERTURA E PROTEÇÃO
COBERTURA DE TELHA ALUMÍNIO ( FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO)
1
71801/1 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
I 2700 MONTADOR
H
0,22 11,23 2,47
I 6128
H
0,22 5,54 1,22
AJUDANTE GERAL

MDO 3,69
I 11029 HASTE RETA P/ GANCHO FG C/ ROSCA - 1/4" X 30CM - P/ FIXACAO TELHA
METALICA - INCL PORCA E ARRUELAS DE
VEDACAO
cj
1,42 0,94 1,34
I 1607 CONJUNTO ARRUELAS DE VEDACAO 5/16" P/ TELHA FIBROCIMENTO (UMA ARRU
ELA METALICA E UMA ARRULA PVC
- CONICAS)
cj
1,42 0,09 0,13
I 4381
PARAFUSO ROSCA SOBERBA ACO ZINC CABECA CHATA FENDA SIMPLES 8 X 10m
m unid.
1,42 0,81 1,15
TERMOROOF PUR 30MM ALUMÍNIO ODD RAL 9003. REVETIMENTO EM AMBAS AS FA
CES EM CHAPAS DE ALUMÍNIO
TRAPEZOIDAIS COR BRANCA RAL 9003, COM 0,50MM DE ESPESSURA NOMINAL.
LARGURA ÚTIL 1140MM.
* E TOTAL DE 1365MM.
m2
1,00 94,30 94,30

MAT. 96,92
* DÂNICA TERMOINDUSTRIAL NORDESTE (81) 2125-1908

247
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MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01(codigo e preço)(exceto dos it


ens com asterisco)

TOTAL: 100,60
CALHA EM CHAPA DE AÇO GALVANIZADA (FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO )
1 COMP.
PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COE
FICIENTE PREÇO TOTAL
4750 PEDREIRO
H
0,25 7,61 1,90
I 6115 AJUDANTE
H
0,25 5,54 1,39
72104 CALHA EM CHAPA DE ACO GALVANIZADO N.24, DESENVOLVIMENTO 33CM
m
1,00 23,39 23,39
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 26,67
FECHAMENTO LATERAL COM PLACA CIMENTÍCIA ETERPLAC OU EQUIVALENTE, IN
CLUSIVE ESTRUTURA
Unidade: M2
METÁLICA PARA FIXAÇÃO
1 COMP. PR
OPRIA
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFIC
IENTE PREÇO TOTAL
* FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE FECHAMENTO LATERAL COM PLACA CIMENTÍCIA ETE
RPLAC (3,00X1,20X0,08)M M2
1,00 63,45 63,45
* ETERNIT/ ETERPLAC ( CARLINDO 91-32411545)

TOTAL: 63,45
PISOS E CONTRAPISOS
ENCHIMENTO DE PISO COM CONCRETO CELULAR
1 CO
MP. PROPRIA Unidade: M3
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFIC
IENTE PREÇO TOTAL
6111 SERVENTE
H
1,00

5,54 5,54
2436 OFICIAL
H
1,00

7,88 7,88

248
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13284 CIMENTO
kg
350,00

0,49 171,50
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)
TOTAL: 184,92
PISO INTERTRAVADO DE CONCRETO COR CINZA esp.=08 Cm, RESISTÊNCIA35 Mpa, DI
MENSÃO DE
Unidade: M2
(0,10x0,20x0,08)M .
1 C
OMP. PROPRIA
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFI
CIENTE PREÇO TOTAL
CALCETEIRO (QUE TRABALHA C/PAVIMENTACAO DE BLOCKET)
4759
H
0,40 6,60 2,64
SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
6111
H
0,60 5,54 3,32

MDO 5,96
EQUIPAMENTO
ROLO COMPACTADOR TANDEM 5 A 10T DIESEL 58,5CV (CI) INCL OPERADOR
73345
H
0,0010 24,73 0,02
ROLO COMPACTADOR TANDEM 5 A 10T DIESEL 58,5CV (CP) INCL OPERADOR
73371
H
0,0055 52,90 0,29
AREIA GROSSA
367
M3
0,120 37,50 4,50
PISO INTERTRAVADO DE CONCRETO RETANGULAR LISO 35 MPA DE 0,10x0,20x0,08CM
*
M2
1,00 35,00 35,00

MAT/EQUIP 39,82
COMPOSIÇÃO REF. PINI MDO: 02780.8.2.173765/1
COMPOSIÇÃO REF. SINAPI EQUIP./MAT: 73765/1
* PREMOLDADOS AMAPÁ LTDA (96) 3261-1107
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE

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MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos


itens com asterisco)
TOTAL: 45,77
CERÂMICA DE ALTA RESISTENCIA DE ALTA RESISTÊNCIA PEI 5- REF. RUSTIQUE PRATA
, DÂM. 31 x 31 cm - COR
Unidade: M2
CLARO, GYOTOKU OU EQUIVALENTE.
1 COMP. P
ROPRIA
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFICIENT
E PREÇO TOTAL
ASSENTAMENTO CERÂMICA RUSTIQUE PRATA 31X31CM
M2

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,00 5,54 5,54
4760 AZULEJISTA
H
1,00 7,61 7,61

MDO 13,15
EQUIPAMENTO/MATERIAL
1381
KG
4,50
ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMICA
0,33 1,49
KG
0,44
1380 CIMENTO BRANCO
1,87 0,82
CERÂMICA DE ALTA RESISTÊNCIA PEI 5 - REF. RUSTIQUE PRATA DIAM.=31 x 31 cm -
COR CINZA CLARO GYOTOKU OU
*
M2
1,05
EQUIVALENTE.
26,90 28,25

MAT 30,55
* LEO MADEIRAS (11)3812-3422
TOTAL: 43,70
RODAPÉ H= 15CM DE CERÂMICA DE ALTA RESISTÊNCIA PEI 5 - REF. RUSTIQUE PRATA, D
IAM. 31 x 31 cm - COR
Unidade: M
CINZA CLARO, GYOTOKU OU EQUIVALENTE.
1 COMP. P
ROPRIA
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEFICIENT
E PREÇO TOTAL
ASSENTAMENTO CERÂMICA RUSTIQUE PRATA 31X31CM
M2

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
0,05 5,54 0,28
4760 AZULEJISTA
H
0,03 7,61 0,23

250
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MDO 0,51
EQUIPAMENTO/MATERIAL
1381
KG
4,50 0,33
ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMICA
1,49

KG
0,44 1,87
1380 CIMENTO BRANCO
0,82
CERÂMICA DE ALTA RESISTÊNCIA PEI 5 - REF. RUSTIQUE PRATA, DIAM. 31 x 31 cm
- COR CINZA CLARO, GYOTOKU OU
*
M2
0,15 26,90
EQUIVALENTE.
4,04
Composição SEINFRA C4001
MAT 6,34
* LEO MADEIRAS (11)3812-3422
TOTAL: 6,84
PISO EM GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO, ESP. 2 cm dim.= 60X60 cm.
1 CO
MP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL
6111 SERVENTE
H
1,40 5,54 7,76
4760 AZULEJISTA
H
1,40 7,61 10,65

MDO 18,41
REJUNTE EPÓXI
kg
0,44 26,50

11,66
1381 ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMICA
KG
4,50 0,33

1,49
* PISO EM GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO, ESP. 2 cm dim.= 60X60 cm.
M2
1,05 120,00

126,00

MAT 157,56
* MARMORARIA SÃO JOSÉ-C H MENDES LTDA ME Contato: Heleno Mendes (96)3222-7974
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)
TOTAL: 175,96
PISO EM GRANITO VERDE PAVÃO FLAMEADO, Esp.= 3 cm EM PLACAS
1 C
OMP. PROPRIA Unidade: M2

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CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
6111 SERVENTE
H
1,50 5,54 8,31
4760 AZULEJISTA
H
1,50 7,61 11,42

MDO 19,73
REJUNTE EPÓXI
KG
0,44 26,50

11,66
1381
KG
4,50 0,33
ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMIC
A
1,49
* PISO EM GRANITO VERDE PAVÃO FLAMEADO, Esp.= 3 cm EM PLACAS
M2
1,05 130,00

136,50

MAT 149,65
* MARMORARIA SÃO JOSÉ-C H MENDES LTDA ME Contato: Heleno Mendes (96)322
2-7974
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 169,37
PISO EM GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO, ESPESSURA DE 2 CM, COM FAIXA
FLAMEADA. DIMENSÃO ESCADA

Unidade: M2
(ESPELHOS: 20 peças de 0.17x1.50m e PISOS=20 peças de 0.30m x 1.50m)
. 1
COMP. PROPRIA
CÓD. DESCR
IÇÃO UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
6111 SERVENTE
H
1,40 5,54 7,76
4760 AZULEJISTA
H
1,40 7,61 10,65

MDO 18,41
REJUNTE EPÓXI
0,44
KG
26,50 11,66
1381
KG
4,50
ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMI
CA
0,33 1,49
PISO EM GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO,ESPESSURA DE 2 CM, COM FAIXA F
LAMEADA. DIMENSÃO ESCADA (
*
M2
1,05
ESPELHOS:20 peças de 0.17x1.50m e PISOS=20 peças de 0.30m x 1.50m).
180,00 189,00

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MAT 202,15
* EQUADOR MARMORES E GRANITOS Contato: Alberto Gomez
Junior (96-32415032)
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01 (codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)
TOTAL: 220,55
RODAPÉ H=20CM - GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO DUAS FACES Esp.= 2 cm
1
COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓD. DESCR
IÇÃO UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
6111 SERVENTE
H
0,06 5,54 0,33
4760 AZULEJISTA
H
0,10 7,61 0,76

MDO 1,09
370
m3
0,006
AREIA MEDIA
38,12 0,23
1106
KG
0,92
CAL HIDRATADA
0,87 0,80
1379
KG
1,82
CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
0,57 1,04
* RODAPÉ H=20CM - GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO DUAS FACES Esp.= 2 cm
M2
0,20

180,00 36,00
COMPOSIÇÃO SEINFRA C4001
MAT 38,07
* EQUADOR MARMORES E GRANITOS Contato: Alberto Gomez
Junior (96-32415032)
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 39,15
RODAPÉ H=30CM - GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO EM DUAS FACES Esp.= 2 cm
1
COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓD. DESCR
IÇÃO UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
6111 SERVENTE
H
0,09 5,54 0,50
4760 AZULEJISTA
H
0,15 7,61 1,14

MDO 1,64

253
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Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
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I 370
m3
0,009
AREIA MEDIA
36,64 0,33
1106
KG
1,38
CAL HIDRATADA
0,87 1,20
1379
KG
2,73
CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
0,57 1,56
* RODAPÉ H=30CM - GRANITO VERDE PAVÃO POLIDO EM DUAS FACES Esp.= 2 cm
M2
0,30

180,00 54,00
COMPOSIÇÃO SEINFRA C4001
MAT 57,09
* EQUADOR MARMORES E GRANITOS Contato: Alberto Gomez
Junior (96-32415032)
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 58,72
SOLEIRA 15cm - GRANITO VERDE PAVÃO , Esp.= 2 cm
1 COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓD. DESCR
IÇÃO UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
6111 SERVENTE
H
0,25 5,54 1,39
4760 AZULEJISTA
H
0,50 7,61 3,81

MDO 5,19
I 370
m3
0,003
AREIA MEDIA
38,12 0,11
1106
KG
0,46
CAL HIDRATADA
0,87 0,40
KG
0,91
I 1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
0,57 0,52
* SOLEIRA 15cm - GRANITO VERDE PAVÃO , Esp.= 2 cm
M2
0,15

180,00 27,00
COMPOSIÇÃO SEINFRA C4001
MAT 28,03
* EQUADOR MARMORES E GRANITOS Contato: Alberto Gomez
Junior (96-32415032)
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)
TOTAL: 33,22
PISO TÁTIL -ALERTA AMARELA - LINHA PODOTÁTIL ESP.=06 cm, RESISTÊNCIA
35 Mpa, DIÂM.=20 x 20 cm, LINHA 1
COMP. PROPRIA Unidade: M2

254
----------------------- Page 255-----------------------
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PODOTÁTIL - MASKI, BORINDUS OU EQUIVALENTE


CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
PISO TÁTIL -ALERTA AMARELA - LINHA PODOTÁTIL ESP.=06 cm, RESISTÊNCIA 3
5 Mpa, DIÂM.=20 x 20 cm, LINHA
* PODOTÁTIL - MASKI, BORINDUS OU EQUIVALENTE
m2
1,00 55,00 55,00
*
BORINDUS (11) 3326-0800 Contato Claudio
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)
TOTAL: 55,00
PISO ELEVADO EM AÇO, MODELO AX– 1000 – DIMENSÃO DE 60X60CM - ALTURA DE 1
5CM, REVESTIDO COM
FÓRMICA PADRÃO MADEIRA
1
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
* MÃO DE OBRA PARA MONTAGEM DE PISO ELEVADO

1,00

10,50 10,50
* PISO ELEVADO MODELO Ax-1000 (Aço) COM ALTURA DE 150MM E REVESTIME
NTO EM FÓRMICA. m²
1,00

162,00 162,00
* TRANSPORTE DO MATERIAL

1,00

43,82 43,82
*
AXXIO PISOS ELEVADOS (11)2484-9294 Contato: Sabrina Alcantara
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 216,31
PORCELANATO ETERNIWOOD CANELA, DIMENSÃO 500X500MM, ACETINADO COM J
UTNAS DE ASSENTAMENTO
2MM, COM ALTA RESISTÊNCIA A ABRASÃO SUPERFICIAL. REF. ELIANE OU SIMI
LAR 1
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
ASSENTAMENTO CERÂMICA RUSTIQUE PRATA 31X31CM
M2

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,00 5,54 5,54
4760 AZULEJISTA
H
1,00 7,61 7,61

MDO
255
----------------------- Page 256-----------------------
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13,15

EQUIPAMENTO/MATERIAL
1381
KG
4,50
ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMIC
A
0,33 1,49

KG
0,44
1380 CIMENTO BRANCO
1,87 0,82
PORCELANATO ETERNIWOOD CANELA, DIMENSÃO 500X500MM, ACETINADO COM J
UTNAS DE ASSENTAMENTO 2MM,
* COM ALTA RESISTÊNCIA A ABRASÃO SUPERFICIAL. REF. ELIANE OU SIMILAR
M2
1,05 82,19 86,30

MAT 88,61
* SÃO GERALDO MAT. CONSTRUÇÃO ( 61) 3233-4122
TOTAL: 101,75
PISO DE CONCRETO CIMENTADO ÁSPERO ESP. 7CM
1
73675 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COE
FICIENTE PREÇO TOTAL
MDO/M
AT.
73675 PISO RUSTICO EM CONCRETO, ESPESSURA 7cm, COM JUNTAS EM MADEIRA
m2
1,00 40,41 40,41
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 40,41
RODAPÉ EM ALUMÍNIO ANODIZADO H=10cm
1 COM
P. PROPRIA Unidade: M
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COE
FICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
4760 AZULEJISTA OU LADRILHISTA
H
0,09 7,61 0,68
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
0,10 5,54 0,55

MDO 1,24
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
1381 ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO
KG
0,350 0,33 0,12

256
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* CHAPA ALUMÍNIO ANODIZADO (3X1,25)m e esp. de 1,5mm


m
1,00 6,64 6,64
** CORTE DE CHAPA H=10CM
chapa
1,00 50,00 50,00
COMPOSIÇÃO SEINFRA C4001
MAT 56,76
* JACINOX CONTATO: MARCOS 61-3355-7200/9119-5694
** DIMASAÇO 61-33540162
TOTAL: 57,99
ACABAMENTO EM PERFIL "T" EM ALUMÍNIO ( JUNÇÃO DE GRANITO/PISO ELEVADO)
1 COM
P. PROPRIA Unidade: M
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. C
OEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
4760 AZULEJISTA OU LADRILHISTA
H
0,09 7,61 0,68
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
0,15 5,54 0,83

MDO 1,52
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
1381 ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMI
CA KG
0,350 0,33 0,12
* PERFIL ALUMÍNIO T 1" x 1,50mm
M
6,000 0,75 4,50
COMPOSIÇÃO SEINFRA C4001
MAT 4,62
* JACINOX CONTATO: MARCOS 61-3355-7200/9119-5694
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 6,13
CARPETE EM PLACAS PARA SALA MULTIMÍDIA
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. C
OEFICIENTE PREÇO TOTAL
* FORNECIMENTO E COLOCAÇÃO DE CARPETE BAULIEU MODELO ASTRA ESP. 6mm
m2
1,00 98,82 98,82

257
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COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE


* * TP - Coml. De Pisos Forros e Divisórias (85) 4012-9900 - Ferrei
ra
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01- (codigo e preço)(exceto dos
itens com asterisco)
TOTAL: 98,82
GUIA EM CONCRETO L=10cm
23404/ 1 Unidade: M
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE
-OBRA
4750 PEDREIRO
H
0,25 7,61 1,90
6115 AJUDANTE
H
1,00 5,54 5,54

MDO 7,44
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
* MEIO FIO RETO DE CONCRETO PARA CONTORNO DE CALÇADA ( PADRAO DNER )
M
1,0000 12,00 12,00
C 5617 ARGAMASSA TRACO 1:4 (CIMENTO E AREIA NAO PENEIRADA), PREPARO MAN
UAL M3
0,0013 281,89 0,37
C 26286/029 ESCAVACAO MANUAL DE VALAS H <= 1,50 M
M3
0,0450 14,20 0,64
C26287/009 REATERRO MANUAL DE VALAS
M3
0,0190 14,20 0,27
* PREMOLDADOS AMAPÁ LTDA (96) 3261-1107
MAT 13,28
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)

TOTAL: 20,71

PAREDES E PAINÉIS

M2
ALVENARIA DE TIJOLO MACIÇO 1/2VEZ
72131 Unidade:

258
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CÓD. DESCRIÇÃO
UN. C
OEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
4750 PEDREIRO
H
1,60 7,61 12,18
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
1,70 5,54 9,42

MDO 21,59

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
C6028 ARGAMASSA TRACO 1:2:8 (CIMENTO, CAL E AREIA MEDIA NAO PENEIRADA,
PREP.MEC. M3
0,014 339,60 4,75
I 7258 TIJOLO CERAMICO MACICO 5 X 10 X 20CM
UNID.
84,000 0,62 52,08

MAT 56,83
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)

TOTAL: 78,42
ALVENARIA DE TIJOLO FURADO 1/2 VEZ
73935/ 1 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. C
OEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
4750 PEDREIRO
H
1,00 7,61 7,61
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
1,00 5,54 5,54

MDO 13,15

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
C 4885 ARGAMASSA TRACO 1:4 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MANUAL M3
M3
0,0110 301,82 3,32
I 7271 TIJOLO CERAMICO FURADO 8 FUROS 10 X 20 X 20CM
UNID.
25,000

259
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0,41 10,25
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT 13,57
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)

TOTAL: 26,72
ALVENARIA DE TIJOLO FURADO 1 VEZ
73935/ 2 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
4750 PEDREIRO
H
1,50 7,61 11,42
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
1,50 5,54 8,31

MDO 19,73

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
C 4886 ARGAMASSA TRACO 1:5 (CIMENTO E AREIA), PREPARO MANUAL
M3
0,03 264,91 7,95
I 7271 TIJOLO CERAMICO FURADO 8 FUROS 10 X 20 X 20CM
UNID.
46,00 0,41 18,86

MAT 26,81
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)

TOTAL: 46,53
ALVENARIA DE TIJOLO DE BLOCO DE CONCRETO 15CM
73998/ 4 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
4750 PEDREIRO
H
0,80 7,61 6,12

260
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6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO


H
0,91 5,54 5,04

MDO 11,16
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
I 1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
kg
5,204 0,57 2,99
I 25070 BLOCO CONCRETO ESTRUTURAL FCK 4,5MPA 14X19X39CM NBR 6136 PAREDE 15
cm=> UNID.
13,132 1,31 17,20
I 370 AREIA MEDIA
m3
0,013 36,64 0,49
I 1106 CAL HIDRATADA P/ ARGAMASSA
kg
0,652 0,87 0,57

MAT 21,25
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO: SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos i
tens com asterisco)

TOTAL: 32,41
DIVISÓRIAS TIPO PISO A TETO - MISTA (DV2)
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. C
OEFICIENTE PREÇO TOTAL

SERVIÇOS
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIA PISO A TETO-MISTA, COM MIOLO EM MA
TERIAL ISOLANTE ACÚSTICO
* (COLÇÕES DE FIBRA MINERAL/ DE VIDRO),
CONSTITUÍDA DE PLACAS AGLOMERADO DE MADEIRA COM ESPESSURA 15MM, COM
ENCABEÇAMENTO MACIÇO DE
CEDRO E RECOBERTO, REVESTIMENTO EXTERNO
E, ALMINADO MELAMÍNICO COR PERSTOP 196 (BEGE FOSCO) E REVESTIMENTO IN
TERNO COM LAMINADO DE
BALANCEAMENTO, MIOLO EM PLACA DE GESSO ACARTONADO.
m2
1,00 250,80 250,80
ESPESSURA COM ESTRUTURA DE ALUMÍNIO, PAINÉIS 2/3 FECHAMENTO EM MELAMÍNICO
15MM E 1/3 VIDRO DUPLO COM
PERSIANAS ACABAMENTO CASTANHO DOURADO COM LÃ DE ROCHA.

261
----------------------- Page 262-----------------------
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COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE


* Contrato n 13/2008 - CLK

TOTAL: 250,80
DIVISÓRIA TIPO PISO A TETO -CEGA (DV3)
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. C
OEFICIENTE PREÇO TOTAL

SERVIÇOS
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIA PISO A TETO-CEGA, COM MIOLO EM MAT
ERIAL ISOLANTE ACÚSTICO (
* COLÇÕES DE FIBRA MINERAL/ DE VIDRO),
CONSTITUÍDA DE PLACAS AGLOMERADO DE MADEIRA COM ESPESSURA 15MM, COM E
NCABEÇAMENTO MACIÇO DE
CEDRO E RECOBERTO, REVESTIMENTO EXTERNO

m2
1,00 250,80 250,80
E, ALMINADO MELAMÍNICO COR PERSTOP 196 (BEGE FOSCO) E REVESTIMENTO IN
TERNO COM LAMINADO DE
BALANCEAMENTO, MIOLO EM PLACA DE GESSO ACARTONADO.
ESPESSURA COM ESTRUTURA DE ALUMÍNIO, PAINÉIS 2/3 FECHAMENTO EM MELAMÍNICO
15MM E 1/3 VIDRO DUPLO COM
PERSIANAS ACABAMENTO CASTANHO DOURADO COM LÃ DE ROCHA.
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* Contrato n 13/2008 - CLK

TOTAL: 250,80
DIVISÓRIA ACÚSTICAS COM REVESTIMENTO EM TECIDO - PA
C
OMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. C
OEFICIENTE PREÇO TOTAL

MDO/SERVIÇOS
FORNECIMENTO DE DIVISÓRIA ACÚSTICA COM REVESTIMENTO EM TECIDO
*

1,00 250,00 250,00
INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIA ACÚSTICA COM REVESTIMENTO EM TECIDO
*

1,00 145,10 145,10

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COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE


* LADY ACOUSTICS (11)5519-1952

TOTAL: 395,10

11548/ 1 COMP.

M2
DIVISÓRIA EM GRANITO CINZA ANDORINHA
PROPRIA Unidade:
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
4755 MARMORISTA/GRANITEIRO
H
4,80 7,09 34,03
242 AJUDANTE ESPECIALIZADO
H
2,30 5,93 13,64

MDO 47,67
SERVIÇOS
370 AREIA MEDIA
M3
0,01
36,64 0,18
1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
KG
1,21

0,57 0,69
FERRAGENS P/DIVISORIAS DE GRANITO
CJ
1,00

28,95 28,95
REJUNTE EPÓXI
KG
0,02

26,50 0,53
* GRANITO CINZA ANDORINHA E=2,5 a 3,0CM
m2
1,05 180,00 189,00

MAT 219,35
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)
*
EQUADOR MARMORES E GRANITOS Contato: Alberto Gomez J
unior (96-32415032)
TOTAL: 267,02

263
----------------------- Page 264-----------------------
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11548/ 1 COMP.
DIVISÓRIA EM GRANITO VERDE PAVÃO
PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
4755 MARMORISTA/GRANITEIRO
H
4,80 7,09 34,03
242 AJUDANTE ESPECIALIZADO
H
2,30 5,93 13,64

MDO 47,67
SERVIÇOS
370 AREIA MEDIA
M3
0,01 36,64

0,18
1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
KG
1,21 0,57

0,69
FERRAGENS P/DIVISORIAS DE GRANITO
CJ
1,00 28,95

28,95
REJUNTE EPÓXI
kg
0,02 26,50

0,53
* GRANITO VERDE PAVÃO E=2,5 a 3,0CM
m2
1,05 240,00 252,00

MAT 282,35
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)
*
EQUADOR MARMORES E GRANITOS Contato: Alberto Gomez J
unior (96-32415032)
TOTAL: 330,02
DIVISÓRIA GESSO ACARTONADO
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MDO/SERVIÇOS
FORNECIMENTO DE DIVISÓRIA GESSO ACARTONADO
*

1,00 47,50 47,50

264
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INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIA GESSO ACARTONADO


*

1,00 12,43 12,43

TOTAL

MAT.: 59,93
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* REF. CONTRATO DELTA ENGENHARIA

TOTAL: 59,93
PAINEL GESSO ACARTONADO
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COE
FICIENTE PREÇO TOTAL

MDO/SERVIÇOS
FORNECIMENTO DE DIVISÓRIA GESSO ACARTONADO, CONFORME PROJETO.
*

1,00 100,00 100,00
INSTALAÇÃO DE DIVISÓRIA GESSO ACARTONADO, CONFORME PROJETO.
*

1,00 35,00 35,00

MAT 135,00
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* GYPSO AROLDO 3383-6625

TOTAL: 135,00
MASSAS E ARGAMASSAS
CHAPISCO
74161/001 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COE
FICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
CHAPISCO EM PAREDES TRACO 1:3 (CIMENTO E AREIA), ESPESSURA 0,5CM,
COM m2
1,00 3,06 3,06
PREPARO MECÂNICO

265
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TOTAL: 3,06
REBOCO
74001/001 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MDO/M
AT.
REBOCO COM ARGAMASSA PRE-FABRICADA, ESPESSURA 0,5CM, PREPARO MECÂNI
CO M2
1,00 9,40 9,40
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL: 9,40
REVESTIMENTO DE PAREDES
REVESTIMENTO CERÂMICO 31 x 42 cm - ÁRTICO BRANCO - GYOTOKU OU EQUIV.
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MATERIAL
6111 SERVENTE
H
1,00

5,54 5,54
2436 OFICIAL
H
1,00

7,88 7,88

MDO

13,42
1381
KG
4,50
ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMICA
0,33 1,49
* CERÂMICO 31 x 42 cm - Ártico Branco - Gyotoku
M2
1,05 28,30 29,72
26387
KG
0,42
ARGAMASSA COLTANTE ACIII PARA FIXAÇÃO USO INTERNO/EXTERNO
1,95 0,82

MAT
32,02

266
----------------------- Page 267-----------------------
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* DICASA (91)3201-0504 LIVIA

TOTAL: 45,43
PASTILHA DE VIDRO ECOGLASS CAMURÇA , GYOTOKU OU EQUIVALENTE
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
4751
H
0,70
PASTILHEIRO
7,61 5,33
6111
H
0,70
SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
5,54 3,88

MDO 9,21
** ARGAMASSA COLTANTE ACIII PARA FIXAÇÃO USO INTERNO/EXTERNO, REF. Porto
Koll Pflex OU EQUIVALENTE. 20kg KG
6,00

0,34 2,01
53165 PASTA DE CIMENTO BRANCO
M3
0,004

2.404,01 9,62
* PASTILHA DE VIDRO ECOGLASS CAMURÇA 2,3x2,3 cm - Gyotoku
m2
1,00
249,37 249,37
* VALLORI ( 61) 3222-4488

MAT 261,00
** AC COELHO- JULIANO (61) 3345-1052
COMPOSIÇÃO REF: SINAPI 26291/4
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-JAN..2010 (codigo e preço)(exc
eto dos itens com asterisco)

TOTAL : 270,20
PASTILHA DE VIDRO ECOGLASS VERDE OLIVA - GYOTOKU OU EQUIVALENTE
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
4751
H
0,70
PASTILHEIRO
7,61 5,33
6111
H
0,70
SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
5,54 3,88

MDO 9,21
267
----------------------- Page 268-----------------------
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** ARGAMASSA COLTANTE ACIII PARA FIXAÇÃO USO INTERNO/EXTERNO, REF. Porto


Koll Pflex OU EQUIVALENTE. 20kg KG
6,00

0,34 2,01
53165 PASTA DE CIMENTO BRANCO
M3
0,004

2.404,01 9,62
* PASTILHA DE VIDRO ECOGLASS - VERDE OLIVA - 2,3x2,3 cm- Gyotoku
m
2 1,00

249,37 249,37
* VALLORI ( 61) 3222-4488

MAT 261,00
** AC COELHO- JULIANO (61) 3345-1052
COMPOSIÇÃO REF: SINAPI 26291/4
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-JAN..2010 (codigo e preço)(exc
eto dos itens com asterisco)

TOTAL : 270,20
PASTILHA DE MADEIRA, PADRÃO TIJOLINHO 3CM, COR NATURAL - OCA BRASIL
OU EQUIVALENTE
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
4751
H
0,70
PASTILHEIRO
7,61 5,33
6111
H
0,70
SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
5,54 3,88

MDO 9,21
1381
KG
4,50
ARGAMASSA OU CIMENTO COLANTE EM PO PARA FIXACAO DE PECAS CERAMICA
0,33 1,49
53165 PASTA DE CIMENTO BRANCO
M3
0,004

2.404,01 9,62
* PASTILHA DE MADEIRA , PADRÃO TIJOLINHO 3CM, COR TECA NATURAL
M2
1,05 313,81 329,50
*
UNI
D. 1,50
COLA 1100FS DA BOSTIQUE ( REND. DE 1,5 CARTUCHOS POR M²)
23,82 35,73
* VALLORI ( 61) 3222-4488

MAT 376,33
** AC COELHO- JULIANO (61) 3345-1052

268
----------------------- Page 269-----------------------
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COMPOSIÇÃO REF: SINAPI 26291/4


MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 385,53
FORROS
FORRO DE GESSO ACARTONADO COM TABICA
1 COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
1. FORRO MONOLÍTICO CONSTITUIDO POR PAINÉIS DE GESSO
ACARTONADO (ST) COM 12,5mm DE ESPESSURA, COM m2
1,00 42,20 42,20
BORDAS REBAIXADAS PARAFUSADOS SOB PERFILADOS METÁLICOS
LONGITUDINAIS, ESPAÇADOS A CADA 600mm,
* SUSPENSOS POR PENDURAIS RÍGIDOS DA “PLACO DO BRASIL", COM NEGATIVO METÁL
ICO (TABICA).
* HUNTERDUGLAS / EMBAZZA
TOTAL : 42,20
FORRO DE GESSO MONOLÍTICO 60x60cm
1
23754/2 Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
I 6115
H
0,50
AJUDANTE
5,54 2,77
I 12872
H
0,50
GESSEIRO

7,61 3,81
I 345
kg
0,10
ARAME GALVANIZADO 18 BWG - 1,24MM - 9,0 G/M
7,14 0,71
I 3315
kg
1,50
GESSO
0,41 0,62

m2
1,10
I 4812 PLACA GESSO 60 X 60CM E=12MM P/FORRO
8,00 8,80
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 16,70
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE FORRO METÁLICO 625x6
25 SM 625T, MODELO TEGULAR.
COMP. PROPRIA Unidade: M2

269
----------------------- Page 270-----------------------
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CÓD. Descrição
Und
COEF. PREÇO TOTAL
* FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE FORRO METÁLICO TEGULAR 625x625MM SM 625T, - REF
AX OU EQUIVALENTE. m2
1,00

78,52 78,52
** FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE LÃ DE VIDRO, ENSADACA 18KG/M3
(625x625X25MM) m2
1,00

10,20 10,20
* SESPE: CONTATO N 27/2009 - PROCESSO 023.500/2009-2 GISPO SISTEMAS CONS
TRUTIVOS LTDA

TOTAL : 88,72
ESQUADRIAS
PORTAS PV1 EM ALUMÍNIO BRONZE COM VIDRO TEMPERADO BRONZE 10MM
CO
MP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL

m2
1,00
* PORTAS PV1(1,00X2,15)M EM ALUMÍNIO BRONZE COM VIDRO TEMPERADO 10MM
558,56 558,56
* ALUMIX/ MULTIPLUS VIDRAÇARIA- CONTATO MARTA SILVA ( 91-3243-4301)

TOTAL : 558,56
PORTAS PV3 EM ALUMÍNIO BRONZE COM VIDRO TEMPERADO 10MM
Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL
m2
1,00
* PORTAS PV3( 2,57*2,10)M EM ALUMÍNIO BRONZE COM VIDRO TEMPERADO 10MM
534,04 534,04
* ALUMIX/ MULTIPLUS VIDRAÇARIA- CONTATO MARTA SILVA ( 91-3243-4301)

TOTAL : 534,04
PORTÃO ESPECIAL, ALUMÍNIO BRONZE (48,00X2,00m),
COMP
. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL
PORTÃO EM ALUMÍNIO BRONZE COMPERIS RETANGULARES 70X30MM E TELA METÁLICA ARTÍS
TICA MALHA 1", COM m2
1,00
* MOTOR.
498,50 498,50

270
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* ALUMIX/ MULTIPLUS VIDRAÇARIA- CONTATO MARTA SILVA ( 91-3243-4301)

TOTAL : 498,50
MOTOR PPA PARA PORTÃO DE ACESSO A VEÍCULOS
COMP.
PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL
* MOTOR PPA PARA PORTÃO DE ACESSO A VEÍCULOS
UNID.
1,00 1.200,00 1.200,00
* ALUMIX/ MULTIPLUS VIDRAÇARIA- CONTATO MARTA SILVA ( 91-3243-4301)

TOTAL : 1.200,00
GUARDA CORPO e CORRIMÃO (ESCADA E RAMPA) EM ALUMÍNIO BRILHANTE
H=1,05M COMP.
PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL
* GUARDA CORPO e CORRIMÃO (ESCADA E RAMPA) EM ALUMÍNIO BRILHANTE
H=1,05M m2
1,00 563,50 563,50
* ALUMIX/ MULTIPLUS VIDRAÇARIA- CONTATO MARTA SILVA ( 91-3243-4301)
SUBTOTAL: 563,50

TOTAL : 563,50
CLARABÓIA
COM
P. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL
* CLARABÓIA
UNID.
1,00 478,20 478,20
* ALUMIX/ MULTIPLUS VIDRAÇARIA- CONTATO MARTA SILVA ( 91-3243-4301)

TOTAL : 478,20
ESCADA MARINHEIRO (EXTERNA AO RESERVATÓRIO)
COM
P. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN. COEF
ICIENTE PREÇO TOTAL

271
----------------------- Page 272-----------------------
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ESCADA MARINHEIRO DO RESERVATÓRIO, TUBO METÁLICO, PINTURA POLIURETANA


BRONZE(EXTERNA AO UNID.
1,00
* RESERVATÓRIO)
3.200,00 3.200,00
* MBA SERRALHERIA LTDA.ME Tel: (61) 3386-5555
TOTAL : 3.200,00
METALBRISE PADRÃO MADEIRA JACARANDÁ SISTEMA MÓVEL - HUNTER DOUGLAS OU E
QUIVALENTE C
OMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

m2
1,00

680,00 680,00
* METALBRISE PADRÃO MADEIRA JACARANDÁ SISTEMA MÓVEL - HUNTER DOUGLAS OU EQ
UIVALENTE

m2
1,00
73618 LOCACAO DE ANDAIME METALICO TIPO FACHADEIRO
3,77 3,77
* HunterDouglas Contato Paulo Testa ( 11) 2135-1040
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 683,77
FORNECIMENTO E MONTAGEM DE PORTAS DE PORTA CAMARÃO
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
4750 PEDREIRO
H
0,90 7,61 6,84
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
0,65 5,54 3,60
1214 CARPINTEIRO DE ESQUADRIA
H
1,00 7,61 7,61
6117 AJUDANTE DE CARPINTEIRO
H
1,00 5,54 5,54

MDO 23,59
MATERIAL / EQUIPAMENTO
c6013 ARGAMASSA TRACO 1:3 (CIMENTO E AREIA GROSSA NAO PENEIRADA), PREP.
MEC. m2
0,003 349,77 1,04
c6028 ARGAMASSA TRACO 1:2:8 (CIMENTO, CAL E AREIA MEDIA NAO PENEIRADA ,
PREP. MEC. m2
0,01 339,60 3,39

272
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ADUELA/BATENTE DUPLO/CAIXAO/GRADE CAIXA 15 X 3,5CM P/ PORTA 0,60


1,20 X 2,10M MADEIRA
175 IPE/MOGNO/CEREJEIRA OU SIMILAR
m2
0,60 82,09 48,86
188 ALIZAR / GUARNICAO 5 X 1,5CM MADEIRA IPE/MOGNO/CEREJEIRA OU SIMIL
AR m2
6,43 3,39 21,79
4301 PARAFUSO ZINCADO ROSCA SOBERBA 5/16" X 85MM P/ TELHA FIBROCIMENTO
m2
4,76 0,75 3,57
4419 PECA DE MADEIRA 1A QUALIDADE 10 X 10 X 3CM P/ FIXACAO ESQUADRIAS U
RODAPE m2
3,57 0,34 1,21
5061 PREGO DE ACO 18 X 27
m2
0,20 6,75 1,35
5066 PREGO DE ACO 12 X 12
m2
0,05 8,43 0,42
13363 PORTA MAD COMPENSADA REVESTIDA C/ FORMICA 2 FACES
m2
1,00 266,37 266,37
* DOBRADIÇA 4X3X1/2" esp. 3,17mm
m2
1,59 37,70 59,84
* FECHADURA DE CILINDRO Ref. 555TK/55
m2
0,53 382,00 202,11
* PAR DE MAÇANETAS Ref. 242 La Fonte
m2
0,53 34,80 18,41
* PAR DE ROSETAS Ref. CK 200R La FONTE INCLUSO ENTRADA EC CR
m2
0,53 18,00 9,52

MAT 637,88
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-JAN..2010 (codigo e preço)(exc
eto dos itens com asterisco)
* DEFEL (85) 3251-1101 - Deolindo

TOTAL : 661,47
SINALIZAÇÃO HORIZONTAL SIMBOLOS/ IDENTIFICAÇÃO DE VAGAS
COMP. PROPRIA PREÇO M
MÃO-DE-OBRA
6115 AJUDANTE
H
0,03 5,54 0,18

TOTAL MDO: 0,18


SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
CAMINHAO CARROCERIA ABERTA,EM MADEIRA, TOCO, 170CV - 11T (VU=6ANO)
- CUSTO HORÁRIO DE PRODUÇÃO
5824 DIURNA
CHP
0,00 84,64 0,28

273
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73538 MAQUINA DE DEMARCAR FAIXAS AUTOPROP. - CHP


CHP
0,00 43,67 0,15
5318 SOLVENTE DILUENTE A BASE DE AGUARRAS
L
0,13 7,22 0,94
7348 TINTA ACRILICA PARA PISO
L
0,03 7,80 0,23
26032 TINTA RETRORREFLETIVAS A BASE DE RESINA ACRÍLICA COM MICROESFERA E V
IDRO, DB-800 COR BRANCA N 9,5 L
0,60 15,31 9,19

-
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SINAPI 72947
10,79
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 10,97
ESPELHOS 6MM, FIXAÇÃO COM SILICONE E FITA DUPLA FACE. ARREMATE INFERI
OR COM CHATO DE ALUMÍNIO

M2
1” X3/16”
COMP. PROPRIA Unidade:
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE ESPELHOS 6MM, FIXAÇÃO COM SILICONE E FITA DUP
LA FACE. ARREMATE INFERIOR
* COM CHATO DE ALUMÍNIO 1” X3/16”
m2
1,00 189,90 189,90
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* VIDROSUL (69)3213-1007
TOTAL : 189,90
IMPERMEABILIZAÇÕES E TRATAMENTOS
IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJE (PARA TELHADO VERDE)
COM. PRÓPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

274
----------------------- Page 275-----------------------
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PREPARO DE LAJE PARA IMPERMEABILIZAÇÃO


24278/ 2 CONTRAPISO RÚSTICO TRACO 1:3 (CIMENTO E AREIA), ESPESSURA 2,0
M2
1,00 18,06 18,06
IMPERMEABILIZAÇÃO DE LAJE
4750 PEDREIRO
H
0,05 7,61 0,38
MANTA IMPERMEABILIZANTE A BASE DE ASFALTO MODIFICADO C/ POLIMEROS
DE APP TIPO TORODIM 5MM VIAPOL
4017 OU EQUIV
M2
1,10 30,19 33,20
11625 EMULPRIMER - TINTA PRIMARIA BETUMINOSA EM SUSPENSAO AQUOSA
KG
0,325 3,79 1,23
4016 MANTA IMPERMEABILIZANTE A BASE DE ASFALTO C/ POLIMEROS DE AP
M3
1,15 18,17 20,89
PROTEÇÃO MECANICA
C68510/001 PROTEÇÃO C/ ARGAMASSA CIMENTO/AREIA GROSSA TRAÇO 1:4, ESP.=3CM (MDO/MAT
.) M2
1,01 6,97 7,03
C74119/001 FORNECIMENTO E ASSENTAMENTO DE BRITA 2-DRENOS E FILTROS M3
M3
0,05 100,04 5,00

0,00

TOTAL

MDO/MAT.: 85,79
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 85,79
IMPERMEABILIZAÇÃO RESERVATÓRIO SUPERIOR
CO
M. PRÓPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
A IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO
4750 PEDREIRO
H
0,25 7,61 1,90
275
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MDO 1,90
370 AREIA MEDIA
M3
0,03 36,64 1,20
1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
KG
18,29 0,57 10,42

MAT 11,62
B APLICAÇÃO DE TELA DE POLIÉSTER LARGURA DE 1,00m
Unidade: m2
4030 VÉU DE POLIESTER
M2
1,00 7,78 7,78
IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEL ( MEMBRANA POLIMERO ) À BASE DE ARGAMASSA POLI
MÉRICA VIAPLUS 5000 e

Unidade:
VIAPLUS 1000.
C

* 2 DEMÃOS DE VIAPLUS 1000
KG
2,00 3,97 7,94
* 3 DEMÃOS DE VIAPLUS 5000
KG
3,50 9,57 33,47
*
CRISPIM IMPERMEABIIZANTES: (82) 3357-3399 -Lisiandro/Margarida
MAT 41,41
Composição SEINFRA C1473
SUB-TOTAL 62,71
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 62,71
IMPERMEABILIZAÇÃO ( INTERNA E EXTERNA) DE RESERVATÓRIO ENTERRADO
COM. PRÓPRIA Unidade: M2
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
A IMPERMEABILIZAÇÃO DE RESERVATÓRIO
4750 PEDREIRO
H
1,35 7,61 10,27
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
1,90 5,54 10,52

TOTAL MDO:

276
----------------------- Page 277-----------------------
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20,79
370 AREIA MEDIA
M3
0,03 36,64 1,20
1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
KG
18,29 0,57 10,42

TOTAL : 11,62
B APLICAÇÃO DE TELA DE POLIÉSTER LARGURA DE 1,00m
Unidade: m2
4030 VÉU DE POLIESTER
M2
1,00 7,78 7,78
IMPERMEABILIZAÇÃO FLEXÍVEL ( MEMBRANA POLIMERO ) À BASE DE ARGAMASSA POLI
MÉRICA VIAPLUS 5000 e

Unidade:
VIAPLUS 1000.
C

* 2 DEMÃOS DE VIAPLUS 1000
KG
2,00 3,97 7,94
* 3 DEMÃOS DE VIAPLUS 5000
KG
3,50 9,57 33,47

TOTAL
*
CRISPIM IMPERMEABIIZANTES: (82) 3357-3399 -Lisiandro/Margarida
MAT. 41,41
Composição SEINFRA C1469

SUB-TOTAL 81,60
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL :
IMPERMEABILIZAÇÃO (BALDRAME)
68596/2 Unidade: M2
68468/ 1 IMPERMEABILIZACAO COM TINTA BETUMINOSA EM FUNDACOES, BALDRAMES
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
12873 IMPERMEABILIZADOR
H
1,68 7,61 12,78
I 6115 AJUDANTE
H
0,40

277
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5,54 2,23

TOTAL MDO 15,02


MATERIAIS / EQ
UIPAMENTOS
I 7319 TINTA ASFALTICA P/ CONCRETO E ARGAMASSA TIPO NEUTROLIN OTTO
L
0,40 4,89 1,96
BAUMG RT OU MARCA EQUIVALENTE
TOTAL MAT. 1,96
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 16,97
METAIS , BANCADAS E COMPLEMENTOS
BANCADA EM GRANITO VERDE PAVÃO ( BANHEIROS E COPAS)
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓDIGO INSU
MO UNID.
COEF. UNIT. TOTAL

MATERIAL
370 AREIA MEDIA
M3
0,01 36,64

0,29
* BANCADA EM GRANITO ( VERDE PAVÃO), INCLUINDO COLAGEM DE CUBA

1,10 193,00

212,30
1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
KG
3,20 0,57

1,82

MAT

214,42

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
2,30

5,54 12,74
2436 PEDREIRO
H
3,56

7,61 27,09

278
----------------------- Page 279-----------------------
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Composição SEINFRA C0357


MDO

39,83
* C H MENDES LTDA ME
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 254,25
BANCADA EM GRANITO CINZA ANDORINHA
COMP. PROPRIA Unidade: M2
CÓDIGO INS
UMO UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
MATERIAL
370 AREIA MEDIA
M3
0,01 36,64

0,29
* BANCADA EM GRANITO (CINZA ANDORINHA), INCLUINDO COLAGEM DE CUBA
M2
1,10 180,00

198,00
1379 CIMENTO PORTLAND COMUM CP I- 32
KG
3,20 0,57

1,82

MAT

200,12

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
2,30

5,54 12,74
2436 PEDREIRO
H
3,56

7,61 27,09
Composição SEINFRA C0357
MDO

39,83
*
EQUADOR MARMORES E GRANITOS Contato: Alberto Gomez J
unior (96-32415032)
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 239,95
CONJUNTO BARRA DE APOIO PARA PNE TUBULAR EM AÇO INOX, EM "L" (730x48
0x180mm), FIXADO NA PAREDE E NO

Unidade: CONJ.
PISO, REF. SUPORTE PARA BACIA , LINHA BATH OU SIMILAR.
COMP. PROPRIA
CÓDIGO INS
UMO UNID.
COEF. UNIT. TOTAL

279
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MATERIAL
* BARRA DE APOIO PARA BACIA PARA PNE TUBULAR EM AÇO INOX, EM "L"(730x4
80x180mm). CONJ
1,00 241,88

241,88
MARCA UDINESE.
MAT

241,88
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,00

5,54 5,54
2436 OFICIAL
H
1,00

7,61 7,61
MDO

13,15
* UDINESE - REPRESENTANTE CHAVIER (61) 8160-8666
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 255,03
BARRA DE APOIO EM AÇO INOX RETO 700MM TUBULAR PARA
LAVATÓRIO, FIXADO NA PAREDE, LINHA THEMA

Unidade: CONJ.
700, LINHA BATH OU SIMILAR.
COMP. PROPRIA
CÓDIGO INSU
MO UNID.
COEF. UNIT. TOTAL

MATERIAL
* BARRA DE APOIO PARA LAVATORIO INOX RETO 700MM TUBULAR
CONJ
1,00 115,38

115,38

MAT

115,38
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,00

5,54 5,54
2436 OFICIAL
H
1,00

7,61 7,61
MDO

13,15

280
----------------------- Page 281-----------------------
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* UDINESE - REPRESENTANTE CHAVIER (61) 8160-8666


MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 128,53
INSTALAÇÕES HIDROSANITÁRIAS/ PLUVIAIS
VASO SANITÁRIO PARA PNE COMPLETO
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
I 2696
H
2,10 7,61
ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRAULICO
15,98
6130
H
2,00 5,21
AJUDANTE INSTALADOR HIDRAULICO
10,42

MDO 26,40
* VASO SANITÁRIO PARA PNE COMPLETO - VOG PLUS LINHA CONFORT P51
UNID.
1,00 251,00 251,00
* ASSENTO SANITÁRIO DECA ESP. VOG PLUS CONFORT AP 01
UNID.
1,00 378,78 378,78
MAT 629,78
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE/SINAPI-RN: 25230/1
* IRMÃOS SOARES ( 61) 3361-9911

TOTAL : 656,18
VASO SANITÁRIO COMPLETO
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
I 2696
H
2,10 7,61
ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRAULICO
15,98
6130
H
2,00 6,10
AJUDANTE INSTALADOR HIDRAULICO
12,20

MDO

28,18

281
----------------------- Page 282-----------------------
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* VASO SANITÁRIO CONVENCIONAL COMPLETO - LINHA TARGA


UNID.
1,00 127,98 127,98
* ASSENTO DECA UNIVERSAL AP-01 GELO - 17 RAVENA / TARGA
UNID.
1,00 35,99 35,99
6092 JUNTA PLASTICA DE VEDACAO - BISNAGA 250G
KG
0,10 21,32 2,13
SÃO GERALDO MAT. CONSTRUÇÃO (61) 3234-7021
**
MAT 166,10
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE/SINAPI-AP: 6021
* IRMÃOS SOARES ( 61) 3361-9911

TOTAL : 194,28
LAVATÓRIO COM COLUNA SUSPENSA G17 - Branco - DECA, O
U SIMILAR
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
I 2696
H
2,10 7,61
ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRAULICO
15,98
* LAVATÓRIO DECA VOGUE PLUS GE-17
UNID.
1,00 140,58 140,58
* COLUNA DECA VOGUE PLUS GE-17
UNID.
1,00 82,93 82,93
I 3146 FITA VEDA ROSCA EM ROLOS 18MMX10M
UNID.
0,04 1,80 0,07
I 4351 PARAFUSO NIQUELADO P/ FIXAR PECA SANITARIA - INCL PORCA CEGA, ARR
ELA E BUCHA DE NYLON S-8 UNID.
2,00 2,69 5,38
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE/SINAPI-AP:74057/ 2
* IRMÃOS SOARES ( 61) 3361-9911

TOTAL : 244,94
CUBA DE EMBUTIR OVAL L 37 GE-17
COMP. PROPRIA UNIDADE: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

282
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H
1,00 7,61
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRAULICO
7,61

H
1,00 6,10
6130 AJUDANTE INSTALADOR HIDRAULICO
6,10

MDO

13,71
6141 ENGATE OU RABICHO FLEXIVEL PLASTICO (PVC OU ABS) BRANCO 1/2" X 30
UNID.
1,00 1,92 1,92
6145 SIFAO PLASTICO P/ LAVATORIO/PIA TIPO COPO 40 MM
UNID.
1,00 5,92 5,92
6158 VALVULA EM PLASTICO BRANCO 1" SEM UNHO C/ LADRAO P/ LAVATÓRIO
UNID.
1,00 1,79 1,79
* CUBA DE EMBUTIR OVAL L 37 GE-17. COM COLAGEM EM BANCADA

1,00 37,12 37,12

MAT

46,75
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE/SEINFRA C0986
* SÃO GERALDO MAT. CONSTRUÇÃO (61) 3234-7021

TOTAL : 60,46
MICTÓRIO M712 COM SIFÃO INTEGRADO
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
3,20 7,61 24,35

6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
3,20 19,52

MDO 43,87
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO

283
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3146 FITA VEDA ROSCA EM ROLOS 18MMX10M


UND
0,08 1,80 0,14
4351 PARAFUSO NIQUELADO P/ FIXAR PECA SANITARIA - INCL PORCA CEGA, ARRE
LA E BUCHA DE NYLON S-8 UND
2,00 2,69 5,38
6021 REGISTRO PRESSAO 1/2" REF 1416 - C/ CANOPLA ACAB CROMADO SIMPLES
UND
1,00 32,57 32,57
* MICTORIO SIFONADO LOUCA BRANCA C/ PERTENCES
UND
1,00 293,18 293,18

MAT 331,27
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* COMJOL - Sr. JUNIOR - 84-3616-6050
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-JAN..2010 (codigo e preço)(exc
eto dos itens com asterisco)
TOTAL : 375,13
TORNEIRA DE BANCADA - LAVATÓRIO DIM. 1/2"
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
0,50 7,61 3,81

6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,50 3,05

MDO 6,86
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
3146 FITA VEDA ROSCA EM ROLOS 18MM X 10M
UND
0,03 1,80 0,05
11683 ENGATE OU RABICHO FLEXIVEL EM METAL CROMADO 1/2" x 30CM
UND
1,00 14,90 14,90
* TORNEIRA PRESSMATIC MESA ALFA CR DOCOL
UND
1,00 140,96 140,96

MAT

284
----------------------- Page 285-----------------------
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155,91
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-JAN..2010 (codigo e preço)(exc
eto dos itens com asterisco)
* COMJOL - Sr. JUNIOR - 84-3616-6050

TOTAL : 162,76
PORTA PAPEL HIGIÊNICO
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
0,50 7,61 3,81

6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,50 3,05

MDO 6,86
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
* Dispenser higiênico 300 mts ref. 5768
UND
1,00 66,38 66,38

MAT 66,38
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* DISTRITUIDORA ELA (61) 3325-5100 - Bruno
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 73,23
PORTA PAPEL TOALHA
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
0,50 7,61 3,81

285
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6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,50 3,05

TOTAL MDO: 6,86


SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
* Dispender toalha 3 dbs ref. 0225
UN
D 1,00 62,48 62,48

MAT 62,48
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
* DISTRITUIDORA ELA (61) 3325-5100 - Bruno
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 69,33
SABONETEIRA
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
0,50 7,61 3,81

6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,50 3,05

MDO 6,86
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
* Disp. Saboneteira MICRO SPRAY 400ML BENTIFILD
UN
D 1,00 85,53 85,53

MAT 85,53
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

286
----------------------- Page 287-----------------------
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

* DISTRITUIDORA ELA (61) 3325-5100 - Bruno

TOTAL : 92,38
CABIDEIRO
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
0,50 7,61 3,81
6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,50 3,05

MDO 6,86
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
* Cabide IZY 2060-C37 - DECA
UND
1,00 54,04 54,04

MAT 54,04
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)
* COMJOL - Sr. JUNIOR - 84-3616-6050

TOTAL : 60,89
VALVULA DE DESCARGA PARA VASO
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
0,25 7,61 1,90

6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,25 1,53

MDO

287
----------------------- Page 288-----------------------
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3,43

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
3146 FITA VEDA ROSCA EM ROLOS 18MM X 10M
UND
0,02 1,80 0,04
* VÁLVULA DE DESCARGA HIDRA DUO 1 1/2 ref. 2545C - DECA

1,00 183,02 183,02

MAT 183,06
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)
* COMJOL - Sr. JUNIOR - 84-3616-6050

TOTAL : 186,48
VALVULA DE DESCARGA PARA MICTÓRIO
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO
H
0,25 7,61 1,90

6,10
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,25 1,53

TOTAL MDO: 3,43


SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
3146 FITA VEDA ROSCA EM ROLOS 18MM X 10M
UND
0,02 1,80 0,04
* VÁLVULA DE DESCARGA MICTÓRIO ZENIT ELETRIC 391226 DOCOL

1,00 580,35 580,35

MAT 580,39
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

288
----------------------- Page 289-----------------------
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* MOINHO MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO (65) 3317-5002 VENDEDOR RENATO

TOTAL : 583,81

Unidade:
PIA EM AÇO INOX PARA COPA
COMP. PROPRIA UNID.
MÃO-DE-OBRA
6130 AJUDANTE DE INSTALADOR HIDRÁULICO
H
0,70 6,10 4,27
2696 ENCANADOR
H
0,70 7,61 5,33

MDO: 9,60

MATERIAL / EQUIPAMENTO
3146 FITA VEDAROSCA EM ROLOS 18MM X 10M
RL
0,084 1,80 0,15
* VALVULA DE ESCOAMENTO PARA PIA AMERICANA SEM LADRÃO 1 1/2" DN 40 C
R 1606C PÇ
1,00 36,73 36,73
* SIFÃO PARA PIA AMERICANA 1 1/2" x 1 1 /2" 1680 C

1,00 112,31 112,31
** CUBA ESSENZA 460 50194 A.B. 46X34X18 4 1/2 S/V

1,00 150,38 150,38

MAT 299,57
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE/SINAPI-25230/1
* COMJOL - Sr. JUNIOR - 84-3616-6050
** SÃO GERALDO MAT. CONSTRUÇÃO (61) 3234-7021 ZEZINHO
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 309,16
TORNEIRA DE LIMPEZA PARA USO GERAL
COMP. PROPRIA Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA

289
----------------------- Page 290-----------------------
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2696 ENCANADOR OU BOMBEIRO HIDRÁULICO


H
0,50 7,61 3,81
6116 AJUDANTE DE ENCANADOR
H
0,50 5,54 2,77

MDO 6,58
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
3146 FITA VEDA ROSCA EM ROLOS 18MM X 10M
UND
0,03 1,80 0,05
11683 ENGATE OU RABICHO FLEXIVEL EM METAL CROMADO 1/2" x 30CM
UND
1,00 14,90 14,90
* TORNEIRA STANDARD PARA PIA C/AREJ. - 1159 C39 - DECA
UND
1,00 79,71 79,71

MAT 94,66
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT. / MDO:SINAPI- Relatório de preços de insumo -PCI.811-01 -SET/2009 (codigo e pr
eço)(exceto dos itens marcados asterisco)
* COMJOL - Sr. JUNIOR - 84-3616-6050
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 101,23
CHUVEIRO ELÉTRICO FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO
1
9535 Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
2436 ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA
H
0,45 7,61 3,42
6115 AJUDANTE
H
0,30 5,54 1,66

MDO 5,09
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
3148 FITA VEDA ROSCA EM ROLOS 18MM X 50M
UND
0,01 7,85 0,08

290
----------------------- Page 291-----------------------
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1368 CHUVEIRO ELÉTRICO COMUM PLÁSTICO TP DUCHA 110/220 V


UND
1,00 20,98 20,98

MAT 21,06
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 26,14
TUBO LEVE PVC RÍGIDO DIÂMETRO 200 mm
COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓDIGO DESCR
IÇÃO UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
MATERIAL
9880 TUBO PVC TIPO LEVE PBL DN 200MM
m
1,00 27,07

27,07
20103 CURVA PVC

0,15 182,43

27,36
122 ADESIVO PVC

0,20 28,46

5,69

MAT

60,13
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
0,30

5,54 1,66
2436 OFICIAL
H
0,30

7,88 2,36

MDO:

4,03
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 64,15
TUBO LEVE PVC RÍGIDO DIÂMETRO 250 mm
COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓDIGO DESCR
IÇÃO UNID.
COEF. UNIT. TOTAL

MATERIAL
9877 TUBO PVC TIPO LEVE PBL DN 250MM
m
1,00 43,00

43,00

291
----------------------- Page 292-----------------------
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – TCU
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

20103 CURVA PVC


PÇ 0,10 580,71

58,07
122 ADESIVO PVC
PÇ 0,20 28,46

5,69

MAT

106,76
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H 0,30

5,54 1,66
2436 OFICIAL

H 0,30

7,61 2,28

MDO

3,95
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 110,70
20.2.18 TUBO DRENO DIÂM. 100 mm
COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓDIGO DESC
RIÇÃO UNID.
COEF. UNIT. TOTAL

MATERIAL
9833 TUBO PVC DRENAGEM CORRUGADO FLEXIVEL PERFURADO DN 100 OU 110
m 1,00 4,30

4,30
MAT

4,30
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H 0,30

5,54 1,66
2436 OFICIAL
H 0,30

7,61 2,28

MDO

3,95
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

292
----------------------- Page 293-----------------------
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Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

TOTAL : 8,24
LUMINÁRIAS
LUMINÁRIA DE EMBUTIR PARA 04 LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES DE 14W. CORP
O / REFLETOR EM
CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR B
RANCA. DIFUSOR
EM ACRÍLICO LEITOSO. EQUIPADA COM COMPORTA-LÂMPADA ANTIVIBRATÓRIO EM POLICAR
BONATO, COM CO
M. PROPRIA Unidade: PÇ
TRAVA DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO CONTRA AQUECIMENTO NOS CONTATOS Ref. 2205 4x 1
4w. ITAIM OU
EQUIVALENTE, LÂMPADA FLUORESCENTE TUBULAR PHILIPS tl5-14w-he/840, dim. 7
0x618x618mm.
6111 SERVENTE
H
1,35

5,54 7,48
2436 OFICIAL
H
1,35

7,61 10,27
COMP. MDO: SINAPI 73953/ 8
SUB-TOTAL MO:

17,75
MAT/EQUIPAMEN
TO
LUMINÁRIA DE EMBUTIR PARA 04 LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES DE 14W. CORP
O / REFLETOR EM CHAPA DE
AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR BRANCA. DI
FUSOR EM ACRÍLICO
* LEITOSO. EQUIPADA COM COMPORTA-LÂMPADA ANTIVIBRATÓRIO EM POLICARBONATO, CO
M TRAVA DE SEGURANÇA PÇ
1,00
E PROTEÇÃO CONTRA AQUECIMENTO NOS CONTATOS Ref. 2205 4x 14w. ITAIM OU EQUI
VALENTE, LÂMPADA
182,50 182,50
FLUORESCENTE TUBULAR PHILIPS tl5-14w-he/840, dim. 70x618x618mm.
* LÂMPADA PHILIPS FLUORESCENTE TL5-14w-HE 83/84/85.

4,00

17,86 71,44
REATOR ELETRÔNICO PARA LÂMPADA TUBULAR/ COMPACTA ALTO FATOR DE POTÊNCIA EL2
14-35a26 220V
*

2,00
2x14W/21W/28W/35W
60,89 121,78
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)

TOTAL : 393,47

293
----------------------- Page 294-----------------------
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Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

LUMINÁRIA DE EMBUTIR, PARA 02 LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS DUPLAS, 2


PINOS DE 26w. CORPO E
REFLETOR EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM PINTURA NA COR BRANCA. DIFUSOR EM
ACRÍLICO LEITOSO. SÉRIE
CIANITA 2x 26w.ITAIM OU EQUIVALENTE. LÂMPADA FLUORESCENTE COMPACTA DUP
LA, 2 PINOS, PHILIPS 26w 840-
COM. PROPRIA Unidade: PÇ
2p, dim. 110x254x254mm70x618x618mm
CÓDIGO INSUMO
UNID.
COEF. UNIT. TOTAL
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,35 5,54

7,48
2436 OFICIAL
H
1,35 7,61

10,27
COMP. MDO: SINAPI 73953/ 8
MDO

17,75

SERVIÇO/EQUIPAMENTO
LUMINÁRIA DE EMBUTIR, PARA 02 LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS DUPLAS, 2
PINOS DE 26w. CORPO E
REFLETOR EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM PINTURA NA COR BRANCA. DIFUSOR EM
ACRÍLICO LEITOSO. SÉRIE
* CIANITA 2x 26w.ITAIM OU EQUIVALENTE. LÂMPADA FLUORESCENTE COMPACTA DUP
LA, 2 PINOS, PHILIPS 26w 840-2p, PÇ
1,00 50,41 50,41
dim. 110x254x254mm70x618x618mm
* LÂMPADA PHILIPS FLUORESCENTE COMPACTA PL C2P 26w/840.

2,00 10,00
20,00
* REATOR ELETROMAGNÉTICO PHILIPS SPC 26B26 1x26w 220v

2,00 13,96

27,92
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702
Willian Gasparello)

TOTAL : 116,08
LUMINÁRIA DE SOBREPOR PARA 2 LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES DE 32W. CO
RPO EM CHAPA DE AÇO
TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁRICA EPÓXI-PÓ NA COR BRANCA. RE
FLETOR EM
ALUMÍNIO ANODIZADO DE ALTO BRILHO. ALOJAMENTO DE REATOR NA CABECEIRA R
ef. 3540 2x 32w. ITAIM OU
COM. PROPRIA Unidade: PÇ
EQUIVALENTE. LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES PHILIPS tldrs 32w, dim.
58x227x1326mm

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,35 5,54

294
----------------------- Page 295-----------------------
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Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

7,48
2436 OFICIAL
H
1,35 7,61

10,27
COMP. MDO: SINAPI 73953/ 8
MDO
17,75

SERVIÇO/EQUIPAMENTO
LUMINÁRIA DE SOBREPOR PARA 2 LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES DE 32W. COR
PO EM CHAPA DE AÇO
TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁRICA EPÓXI-PÓ NA COR BRANCA. REF
LETOR EM ALUMÍNIO
*

1,00 80,98
ANODIZADO DE ALTO BRILHO. ALOJAMENTO DE REATOR NA CABECEIRA Ref. 3540
2x 32w. ITAIM OU EQUIVALENTE.
80,98
LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES PHILIPS tldrs 32w, dim. 58x227x1326mm
* LÂMPADA PHILIPS FLUORESCENTE TLDRS 32w S84/85.

2,00 7,08

14,16
* REATOR ELETROMAGNÉTICO PARTIDA RÁPIDA PARA LÂMPADA FLUORESCENTE TUBULARES
DPR32A26 P 2x32 PÇ
1,00 43,32

43,32

-
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702
Willian Gasparello)

TOTAL : 156,21
LUMINÁRIA QUADRADA DE SOBREPOR, PARA 02 LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS
DE 26w, DUPLAS, 2
PINOS. CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM
PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR
BRANCA. DIFUSOR EM VIDRO PLANO TEMPERADO JATEADO. NECESSITA REATOR EL
ETROMAGNÉTICO Ref. Platina
COM. PROPRIA Unidade: PÇ
2x 26w. ITAIM OU EQUIVALENTE. LÂMPADAS FLUORESCENTE COMPACTA DUPLA, 2PI
NOS, PHILIPS splc 26w 840-2p,
dim. 90x260x260mm
MÃO-DE-OB
RA
6111 SERVENTE
H
1,35 5,54
7,48
2436 OFICIAL
H
1,35 7,61

10,27

295
----------------------- Page 296-----------------------
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – TCU
Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

COMP. MDO: SINAPI 73953/ 8


MDO

17,75

SERVIÇO/EQUIPAMENTO
LUMINÁRIA QUADRADA DE SOBREPOR, PARA 02 LÂMPADAS FLUORESCENTES COMPACTAS D
E 26w, DUPLAS, 2 PINOS.
CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI
-PÓ NA COR BRANCA.
* DIFUSOR EM VIDRO PLANO TEMPERADO JATEADO. NECESSITA REATOR ELETROMAGNÉTI
CO Ref. Platina 2x 26w. ITAIM PÇ
1,00 93,16 93,16
OU EQUIVALENTE. LÂMPADAS FLUORESCENTE COMPACTA DUPLA, 2PINOS, PHILIPS s
plc 26w 840-2p, dim. 90x260x260mm
* LÂMPADA PHILIPS FLUORESCENTE COMPACTA PL C2P 26w/840.

2,00 10,00

20,00
* REATOR ELETROMAGNÉTICO PHILIPS SPC 26B26 1x26w 220v.

2,00 13,96

27,92
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)

TOTAL : 158,83
LUMINÁRIA DE PISO EM ALUMÍNIO INJETADO - LINHA SINGLE PRETA. EVERLIGHT OU
EQUIVALENTE. LÂMPADAS
LED - COR BRANCA DIÂM.=92mm
COM. PROPRIA Unidade: PÇ

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,35 5,54

7,48
2436 OFICIAL
H
1,35 7,61

10,27
COMP. MDO: SEINFRA C4412
MDO

17,75
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
LUMINÁRIA DE PISO EM ALUMÍNIO INJETADO - LINHA SINGLE PRETA. EVERLIGHT OU
EQUIVALENTE. LÂMPADAS LED -
* COR BRANCA DIÂM.=92mm

1,00 161,50 161,50
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)

TOTAL : 179,25

296
----------------------- Page 297-----------------------
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

LUMINÁRIA RETANGULAR PARA POSTE, TIPO PÉTALA, PARA 01 LÂMPADA DE VAPOR METÁLIC
O ELIPSOIDAL DE
150w. CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA ZINCADA COM ACABAMENTO EM PINTURA EL
ETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ
NA COR PRETA. DIFUSOR EM VIDRO PLANO TEMPERADO TRANSPARENTE. SÉRIE CAUCÁRI
O -P . ITAIM OU
COM. PROPRIA Unidade: PÇ
EQUIVALENTE, LÂMPADA VAPOR METÁLICO,metálico 1xcdm-td 150/830 - philips
,dim. 130x320x628mm, h poste=4m
6111 SERVENTE
H
1,50 5,54

8,31
2436 OFICIAL
H
1,50 7,61

11,42
COMP. SEINFRA C1660/C3620
MDO

19,73
MATERIA
IS
370 AREIA MEDIA
M3
0,168 38,11

6,40
4718 BRITA
M3
0,211 90,00

18,99
1379 CIMENTO PORTLAND
KG
53 0,57

30,21

MDO

55,60
EQUIPAMENT
O
LUMINÁRIA RETANGULAR PARA POSTE, TIPO PÉTALA, PARA 01 LÂMPADA DE VAPOR METÁLIC
O ELIPSOIDAL DE 150w.
CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA ZINCADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁT
ICA EPÓXI-PÓ NA COR
* PRETA. DIFUSOR EM VIDRO PLANO TEMPERADO TRANSPARENTE. SÉRIE CAUCÁRIO -P .
ITAIM OU EQUIVALENTE, PÇ
1,00
LÂMPADA VAPOR METÁLICO,metálico 1xcdm-td 150/830 - philips ,dim. 130x320x62
8mm, h poste=4m

366,29

366,29
* LÂMPADA DE DESCARGA COMPACTA VAPOR METÁLICOCDM-TD 150W/830

1,00
* REATOR VAPOR METÁLICO AE1526VTA 220V 150W CDM/HQI,MHW,MHN

1,00

297
----------------------- Page 298-----------------------
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

* POSTE RETO FLANGEADO, EM TUBO DE AÇO GALV. À FOGO COM ACABAMENTO EM PINTU
RA NA COR PRETA. PÇ
1,00 392,03

392,03
CHUMBADOR 1/2\' , COMPRIMENTO 300mm, PARA FIXAÇÃO DE POSTES EM AÇO AC
ARBONO 1008/1010 COM ROSCA NA
* PARTE SUPERIOR ( SÃO NECESSÁRIOS 4 CHUMBADORES POR POSTE)

1,00 12,04 12,04
SUPORTE 1-P-CALCÁRIO- 8187SUPO1P SUPORTE SIMPLES PEQUENO, EM AÇO TRATADO E
ACABAMENTO EM PINTURA
* ELETROSTÁTICA NA COR BRANCA OU PRETA.

1,00 72,18 72,18

MAT.
842,54
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)

TOTAL : 917,86
LUMINÁRIA CIRCULAR DE EMBUTIR NO SOLO, PARA 01 LÂMPADA REFLETORA HALÓGENA PA
R20 DE 50w. CORPO
EM ALUMÍNIO INJETADO COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR P
RETA OU
BRANCA. DIFUSOR EM VIDRO PLANO TEMPERADO TRANSPARENTE . TUBO RÍGIDO EM P
VC COM GRAU DE
COM. PROPRIA Unidade: PÇ
PROTEÇÃO ip65 PARA INSTALAÇÃO DA LUMINÁRIA. Ref. Ybypê 1xpar20 50w. ITAIM O
EQUIVALENTE. LÂMPADA
HALÓGENA PHILIPS PAR 20-50w230-25 1x50w , .l=ø118 x a1=160 , a=167 mm. Nic
ho: ø108 mm.
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
0,50 5,54

2,77
2436 OFICIAL
H
0,50 7,61

3,81
COMP. MDO: SINAPI 74094/ 1
MDO

6,58
SERVIÇO/EQUIPAMENTO

298
----------------------- Page 299-----------------------
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

LUMINÁRIA CIRCULAR DE EMBUTIR NO SOLO, PARA 01 LÂMPADA REFLETORA HALÓGENA PA


R20 DE 50w. CORPO EM
ALUMÍNIO INJETADO COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR PRET
A OU BRANCA.
DIFUSOR EM VIDRO PLANO TEMPERADO TRANSPARENTE . TUBO RÍGIDO EM PVC COM G
RAU DE PROTEÇÃO ip65 PARA PÇ
1,00 125,93
INSTALAÇÃO DA LUMINÁRIA. Ref. Ybypê 1xpar20 50w. ITAIM OU EQUIVALENTE. LÂMPADA H
ALÓGENA PHILIPS PAR 20-
125,93
50w230-25 1x50w , .l=ø118 x a1=160 , a=167 mm. Nicho: ø108 mm.
LÂMPADA HALOGENA PAR 20-50W230-25.

1,00 21,04

21,04
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)

TOTAL : 153,54
LUMINÁRIA RETANGULAR DE SOBREPOR, TIPO ARANDELA, PARA 01 LÂMPADA DE VAPOR
METÁLICO ELIPSOIDAL
150w. CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA ZINCADA COM ACABAMENTO EM PINTURA EL
ETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ
NA COR PRETA. REFLETOR SIMÉTRICO EM ALUMÍNIO ANODIZADO. DIFUSOR EM VIDRO P
LANO TEMPERADO
TRANSPARENTE . ALOJAMENTO PARA OS EQUIPAMENTOS AUXILIARES NA PRÓPRIA LUM
INÁRIA. NECESSITA
COM. PROPRIA Unidade: PÇ
REATOR, IGNITOR E CAPACITOR. Ref. CALCÁRIO-a 1xhie 150w. ITAIM OU EQUIVA
LENTE, LÂMPADAS VAPOR
METÁLICO 1xcdm-td 150/830 - philips, dim. 130 x 320 x 680 mm.
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,00 5,54

5,54
2436 OFICIAL
H
1,00 7,61

7,61
COMP. MDO: SINAPI 73953/ 6
MDO

13,15
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
299
----------------------- Page 300-----------------------
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

LUMINÁRIA RETANGULAR DE SOBREPOR, TIPO ARANDELA, PARA 01 LÂMPADA DE VAPOR


METÁLICO ELIPSOIDAL 150w.
CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA ZINCADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁT
ICA EPÓXI-PÓ NA COR
PRETA. REFLETOR SIMÉTRICO EM ALUMÍNIO ANODIZADO. DIFUSOR EM VIDRO PLANO TE
MPERADO TRANSPARENTE .
* ALOJAMENTO PARA OS EQUIPAMENTOS AUXILIARES NA PRÓPRIA LUMINÁRIA. NECESSITA
REATOR, IGNITOR E PÇ
1,00 282,91 282,91
CAPACITOR. Ref. CALCÁRIO-a 1xhie 150w. ITAIM OU EQUIVALENTE, LÂMPADAS VAPO
R METÁLICO 1xcdm-td 150/830 -
philips, dim. 130 x 320 x 680 mm.
* LÂMPADA DE DESCARGA COMPACTA VAPOR METÁLICO CDM-TD 150W/830 pç

1,00 130,7

130,70
* REATOR VAPOR METÁLICO AE1526VTA 220V 150W CDM/HQI,MHW,MHN

1,00 101,5

101,50
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)

TOTAL : 528,26
LUMINÁRIA DE EMBUTIR EM FORRO DE GESSO OU MODULADO PARA 04 LÂMPADAS FLUORE
SCENTES TUBULARES
DE 14W. CORPO E ALETAS PLANAS EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM
PINTURA
ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR BRANCA. REFLETOR EM ALUMÍNIO ANODIZADO DE ALTO B
RILHO. EQUIPADA COM.
PROPRIA Unidade: PÇ
COM PORTA-LÂMPADA ANTIVIBRATÓRIO EM POLICARBONATO, COM TAVA DE SEGURANÇA E P
ROTEÇÃO
CONTRA AQUECIMENTO NOS CONTATOS.Ref.: 2750 4x14W.
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,35 5,54
7,48
2436 OFICIAL
H
1,35 7,61

10,27
COMP. MDO: SINAPI 73953/ 8
MDO

17,75
SERVIÇO/EQUIPAMENTO

300
----------------------- Page 301-----------------------
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Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

LUMINÁRIA DE EMBUTIR EM FORRO DE GESSO OU MODULADO PARA 04 LÂMPADAS FLUORE


SCENTES TUBULARES DE
14W. CORPO E ALETAS PLANAS EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PIN
TURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-
* PÓ NA COR BRANCA. REFLETOR EM ALUMÍNIO ANODIZADO DE ALTO BRILHO. EQUIPADA
COM PORTA-LÂMPADA PÇ
1,00 115,74
ANTIVIBRATÓRIO EM POLICARBONATO, COM TAVA DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO CONTRA AQUEC
IMENTO NOS
115,74
CONTATOS.Ref.: 2750 4x14W.
* LÂMPADAS OSRAM FLUORESCENTE T5 14w cor 21 (840 atual).

4,00 19,15

76,60
* REATOR ELETRÔNICO QUICKTRONIC PARA FLUORESCENTE OSRAM QTP5 2x14/28/35w
230 60 hz AFP. PÇ
2,00 70,69

141,38
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)
TOTAL : 351,47
LUMINÁRIA DE EMBUTIR PARA 03 LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES DE 28W. CORP
O/REFLETOR EM
CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR B
RANCA. DIFUSOR
EM ACRÍLICO LEITOSO. PODE SER UTILIZADA PARA APLOCAÇÕES EM RGB. EQUIPADA COM
PORTA-LÂMPADA COM
. PROPRIA Unidade: PÇ
ANTIVIBRATÓRIO EM POLICARBONATO, COM TRAVA DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO CONTRA AQUE
CIMENTO NOS
CONTATOS.Ref.2108 3x28W.

MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,35 4,73

6,39
2436 OFICIAL
H
1,35 7,38

9,96
COMP. MDO: SINAPI 73953/ 8
MDO

16,35
SERVIÇO/EQUIPAMENTO

301
----------------------- Page 302-----------------------
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Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

LUMINÁRIA DE EMBUTIR PARA 03 LÂMPADAS FLUORESCENTES TUBULARES DE 28W. CORP


O/REFLETOR EM CHAPA DE
AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-PÓ NA COR BRANCA. DI
FUSOR EM ACRÍLICO
* LEITOSO. PODE SER UTILIZADA PARA APLOCAÇÕES EM RGB. EQUIPADA COM PORTA-LÂMPA
DA ANTIVIBRATÓRIO EM PÇ
1,00 127,54 127,54
POLICARBONATO, COM TRAVA DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO CONTRA AQUECIMENTO NOS CONT
ATOS.Ref.2108 3x28W.
* LÂMPADA OSRAM FLUORESCENTE T5 28w cor 21(840).

3,00 19,15

57,45
* Reator OSRAM QT-FH 3 x 14/230-240 CW

1,00 120,97

120,97
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-9702 W
illian Gasparello)

TOTAL : 322,30
LUMINÁRIA RETANGULAR DE EMBUTIR COM FOCO ORIENTÁVEL, PARA 01 LÂMPADA HALÓGENA
DICRÓICA DE
50W. CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA
EPÓXI-PÓ NA COR
BRANCA. REFLETOR ANTI-OFUSCANTE ASSIMÉTRICO EM ALUMÍNIO ACETIANDO. NECESSI
TA TRANFORMADOR
COM. PROPRIA Unidade: PÇ
ELETRÔNICO. Ref.CARUARU 1x DICRÓICA 50W
MÃO-DE-OBRA
6111 SERVENTE
H
1,35 5,54

7,48
2436 OFICIAL
H
1,35 7,61

10,27
COMP. MDO: SINAPI 73953/ 8
MDO

17,75
SERVIÇO/EQUIPAMENTO
LUMINÁRIA RETANGULAR DE EMBUTIR COM FOCO ORIENTÁVEL, PARA 01 LÂMPADA HALÓGENA
DICRÓICA DE 50W.
CORPO EM CHAPA DE AÇO TRATADA COM ACABAMENTO EM PINTURA ELETROSTÁTICA EPÓXI-
PÓ NA COR BRANCA.
* REFLETOR ANTI-OFUSCANTE ASSIMÉTRICO EM ALUMÍNIO ACETIANDO. NECESSITA TRANF
ORMADOR ELETRÔNICO. PÇ
1,00 71,41 71,41
Ref.CARUARU 1x DICRÓICA 50W
* LÂMPADA STANDARD DECOSTAR 51S 10 Base GU5,3 - 12v - 50W

1,00

5,11 5,11

302
----------------------- Page 303-----------------------
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – TCU
Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

* TRANSFORMADOR TRANCIL ELETROMAGNÉTIC 50 w bivolt.



1,00

15,55 15,55
* Representante Luminárias Itaim:Secon Engenharia Elétrica (41- 3021-97
02 Willian Gasparello)

TOTAL : 109,82
QUADROS E REDE ELÉTRICA
QUADROS ELÉTRICOS
1
74131/005 Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
QUADRO DE DISTRIBUICAO DE ENERGIA EM CHAPA METALICA, DE SOBREPOR,
COM PORTA, PARA 24 DISJUNTORES
TERMOMAGNETICOS MONOPOLARES, SEM DISPOSITIVO PARA CHAVE GERAL, COM
BARRAMENTO TRIFASICO E
74131/005 NEUTRO, FORNE-CIMENTO E INSTALACAO.
m2
1,00 275,98 275,98
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE E SINAPI
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)
TOTAL : 275,98
FORNECIMENTO E INSTALACAO DE DISJUNTOR UNIPOLAR ATE 50 A (QUADRA D
ESCOBER)
1 26324/2 Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
I 2436 ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA
H
0,13 7,88 0,99

TOTAL MDO: 0,99

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
I 2386 DISJUNTOR TERMOMAGNETICO UNIPOLAR ATÉ 50A
UNID.
1,00 9,48 9,48

TOTAL

MAT. 9,48
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

303
----------------------- Page 304-----------------------
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Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

TOTAL : 10,46
FORNECIMENTO E INSTALACAO DE DISJUNTOR TRIFASICO ATE 20 A (QUADRA
DESCOBER)
1 26324/4 Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
I 2436 ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA
H
0,40 7,88 3,15
I 6113 AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
0,40 5,54 2,24

MDO 5,39

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
I 2392 DISJUNTOR TERMOMAGNETICO TRIPOLAR 10A a 50A
UNID.
1,00 42,88 42,88

MAT 42,88
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 48,27
INSTALACAO DE DISJUNTOR TRIFASICO ATE100 A (QUADRA DESCOBER) UN
1
26324/4 Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
I 2436 ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA
H
0,40 7,88 3,15
I 6113 AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
0,40 5,54 2,24

TOTAL MDO: 5,39

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
I 2373 DISJUNTOR TERMOMAGNETICO TRIPOLAR de 70 a 100A
UNID.
1,00 57,89 57,89

304
----------------------- Page 305-----------------------
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TOTAL

MAT. 57,89
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 63,28
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE CAIXA DE TOMADA E ESPELHO
2P +T 2x4 1
68614/17 Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA
H
2,20 7,88 17,34
AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
2,20 5,54 12,19

TOTAL MDO: 29,52


SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
2556 CAIXA DE PASSAGEM 4" X 2" EM FERRO GALV"
M
1,00 0,85 0,85
I 7528 TOMADA EMBUTIR 2P UNIVERSAL REDONDA 10A/250V C/ PLACA, TIPO SILEN
UNI
D. 1,00 5,20 5,20
21127 FITA ISOLANTE ADESIVA ANTI-CHAMA EM ROLOS 19MM X 5M
UNI
D. 0,50 0,76 0,38
I 21128 ELETRODUTO FERRO GALV OU ZINCADO ELETROLIT LEVE PAREDE 0,90MM - 3
M m
4,98 4,00 19,92
I 939 FIO RIGIDO, ISOLACAO EM PVC 450/750V 2,5MM2 M
m
10,00 0,82 8,20
C 5571 BUCHA/ARRUELA ALUMINIO 3/4" - P
c
j 2,00 1,07 2,14

TOTAL MAT. 36,69


MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 66,21

305
----------------------- Page 306-----------------------
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

Unidade:
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE INTERRUPTORES
1
68690/3 UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL
MÃO-DE-OBRA
2436 ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA
H
3,20 7,88 25,22
6113 AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
3,20 5,54 17,73

TOTAL MDO: 42,94

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
5571 BUCHA/ARRUELA ALUMINIO 3/4" - P
CONJ
2,00 0,62 1,24
2556 CAIXA DE PASSAGEM 4" X 2" EM FERRO GALV"
UNID.
1,00 0,85 0,85
7561 CONJUNTO EMBUTIR 1 a 3 INTERRUPTORES SIMPLES 10A/250V S/ PLACA, T
P SILENTOQUE PIAL OU EQUIVUN UNID.
1,00 9,12 9,12
21127 FITA ISOLANTE ADESIVA ANTI-CHAMA EM ROLOS 19MM X 5M
UNID.
1,50 0,76 1,14

TOTAL

MAT. 12,35
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 55,29
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE CABOS UTP 4 pares cat 6
1
COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2436 ELETRICISTA
H
0,25 7,88 1,97
26049 AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
0,25 5,54

306
----------------------- Page 307-----------------------
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Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

1,39

TOTAL MDO: 3,36


SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
sinapi-26659 CABO ELETRONICO BLINDADO GIGALAN AUGMENTED CAT.6A PARA REDE,
M
1,02 2,00 2,04
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE SEINFRA C4533
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 5,39
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE CABOS CCI-2
1
COMP. PROPRIA Unidade: M
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2436 ELETRICISTA OU OFICIAL ELETRICISTA
H
0,20 7,88 1,58
6111 SERVENTE OU OPERARIO NAO QUALIFICADO
H
0,15 5,54 0,83

TOTAL MDO: 2,41

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
I0382 CABO TELEFONICO CCI-2
M
1,02 0,43 0,44
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE SEINFRA C0563
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 2,84
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE CABOS CTP APL 50-50
1
C0579 Unidade: M
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

307
----------------------- Page 308-----------------------
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Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

MÃO-DE-OBRA
2436 ELETRICISTA
H
0,25 7,88 1,97
26049 AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
0,25 5,54 1,39

MDO 3,36
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
I0398 CABO TELEFONICO CTP-APL 50
M
1,02 11,74 11,97
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE SEINFRA C0579
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 15,32

Unidade:
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE CONECTOR RJ 45 MACHO
1
C3485 UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2436 ELETRICISTA
H
0,25 7,88 1,97
26049 AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
0,25 5,54 1,39
TOTAL MDO: 3,36
SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
sinapi26636 CONECTOR RJ45 MACHO, CAT 5, PARA REDE
unid.
1,00 0,75 0,75
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE SEINFRA C3485

308
----------------------- Page 309-----------------------
TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO – TCU
Secretaria de Licitações, Contratos e Patrimônio – SELIP
Divisão de Licitações – DILIC
Serviço de Pregão e Cotação Eletrônica - SPC

MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it


ens com asterisco)

TOTAL : 4,10
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE CONECTOR RJ 45 FÊMEA
1
C3485 Unidade: UNID.
CÓD. DESCRIÇÃO
UN.
COEFICIENTE PREÇO TOTAL

MÃO-DE-OBRA
2436 ELETRICISTA
H
0,25 7,88 1,97
26049 AJUDANTE DE ELETRICISTA
H
0,25 5,54 1,39

TOTAL MDO: 3,36

SERVIÇOS / EQUIPAMENTO
I6163 TOMADA DE PISO FÊMEA PARA RJ-45 (LÓGICA)
unid.
1,00 23,19 23,19
COMPOSIÇÃO (COEFICIENTE) DE REFERÊNCIA: SESAP/SESPE SEINFRA C3485
MAT/MDO:SINAPI-Relatório de preços de insumo-PCI.811-01-(codigo e preço)(exceto dos it
ens com asterisco)

TOTAL : 26,54
FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE ELETRODUTO RÍGIDO GALV. 3/4"
1
72308 Unidade: