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Seminário Presbiteriano JMC 2007 1

O SUPERINTENDENTE DA ESCOLA DOMINICAL


SUA RESPONSABILIDADE
Rev. Gildásio Reis (Th.M) 1
__________________________________________________________

O que significa ou qual a importância de um superintendente de Escola Dominical?


Para encontrar uma resposta a este pergunta, é importante começarmos com algumas
conceituações etimológicas.

1ª.) O termo no Hebraico: O termo “superintendente” procede do latim e significa, “aquele


que dirige na qualidade de chefe”; “aquele que inspeciona”, “aquele que supervisiona”. Ele
aparece em Gn 41.34: “O faraó também deve estabelecer supervisores para recolher um
quinto da colheita do Egito durante os sete anos de fartura” (Gn 41.34). No hebraico, o
paqîd é descrito como: inspetor, encarregado, capataz. Na Septuaginta ele é traduzido por
“toparkas”. Descreve um subordinado especial posto em uma posição de “supervisão de
outros”. O paqîd era um funcionário real de confiança que administrava o trabalho e
funções dos soldados, sacerdotes e levitas no Antigo Testamento. Em 2 Crônicas 31.13;
34.10,12,17 é o administrador do Templo.

2ª.) O termo no Grego: O “proistemi” (Rm 12.8) é o que “preside”, literalmente “aquele
que está à frente de”, “liderar” ou “dirigir”. De acordo com Paulo, os líderes são pessoas
capacitadas sobrenaturalmente pelo Espírito Santo para administrar, presidir e liderar
atividades executadas pelo Corpo de Cristo para o crescimento do Reino de Deus.

É comum nas igrejas evangélicas históricas a figura do superintendente da Escola


Dominical. Trata-se de uma pessoa escolhida para coordenar o ensino na Escola Bíblica
Dominical. No entanto, a função desta pessoa tem se restringido a um mero abrir e
encerrar o funcionamento das classes no domingo. Parece óbvio que tal função deve ir
além disso. Ser superintendente da EBD é muito mais abrangente.

Duas questões centrais precisam fundamentar a ação do superintendente da EBD:


Como favorecer a ministração de um ensino bíblico relevante? E o que fazer para
melhorar a EBD?

Tendo isso em mente quero sugerir alguns caminhos que, acreditamos,


contribuirão para o redimensionamento do trabalho do superintendente:

I. LÍDERANÇA EXEMPLAR

O superintendente é um líder e por isso ele deve ter vida exemplar. Existem duas
palavras na língua grega usadas para falar da exemplicação na vida do líder cristão:
“TIPOS” e “MIMETES”.

1
O autor é ministro presbiteriano, pastor da Igreja Presbiteriana de Osasco, formado em
psicanálise clínica, licenciado em Filosofia Plena pela FAI, Mestre em teologia pelo centro
Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (Educação Cristã), Mestre em Ciência das
Religiões pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e professor de Teologia Pastoral no Seminário
Presbiteriano “Rev. José Manoel da Conceição”.
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Paulo usa o termo mimetes para dizer que o professor ou líder cristão pode ensinar
muito com sua vida, desde que ela esteja em harmonia com as Escrituras. Em Filipenses
ele nos convida a olhar para a sua vida e imitar o seu comportamento: “Irmãos, sede
imitadores (mimetes) meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em
nós” (Fl 3:17) e “O que também aprendestes, e recebestes e vistes em mim, isso praticai”
(Fl 4:9).

O Superintendente é exemplar em seu conhecimento da Escritura, em sua vida de


oração, na maneira como dirige sua vida pessoal, pública e familiar.

II. PLANEJAMENTO

Definir os caminhos da ação é fundamental para o desenrolar do processo e um


bom começo para a direção da EBD. Esta importante etapa, segundo Danilo Gandin,
pode se dar através da caracterização da realidade existente, projeção da realidade
desejada e definição das necessidades. Entre o que se tem e o que se quer, há uma
distância que pode ser encurtada com um planejamento adequado.

"Planejar é, de fato, definir o que queremos alcançar; verificar a que


distância, na prática, estamos deste ideal e decidir o que se vai fazer
para encurtar esta distância."

III. FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES

A direção da EBD precisa ser criteriosa na composição do corpo docente. Os


professores devem ser bem escolhidos e preparados. O preparo precisa se consolidar
através de um programa de formação continuada que contemple ações integradas e
progressivamente dinamizadas.

Cremos que um superintendente de EBD pode contribuir para a formação de sua


equipe, encaminhando, entre outras coisas:

• Reunião Pedagógica periódica para estudo, reflexão, troca de experiência,


avaliação e redirecionamento da proposta de trabalho.
• Cursos que explorem aspectos diversos, a partir das necessidades dos
professores: Interpretação Bíblica; Metodologia de Ensino, Preparação de
Aulas; Aprofundamento Teológico; entre outros.
• A organização de uma biblioteca básica, adquirindo, pelo menos, a cada
período, um comentário bíblico a respeito do assunto em estudo.
• A entrega de material complementar como, por exemplo, comentários bíblicos
que possam esclarecer o texto a ser estudado.
• Pesquisas para levantamento das necessidades dos alunos e/ou da igreja.
• Avaliação periódica da EBD.; dos alunos, dos professores e liderança. (Ver
folhas em anexo)

III. A ABORDAGEM PEDAGÓGICA DO PROFESSOR.

Um superintendente de EBD precisa incluir em seu plano de ação o


acompanhamento do processo ensino-aprendizagem. 2 Não basta definir o que vai ser
ensinado, é fundamental que se preocupe com o como vai ser ensinado.

2 Em Dt 4:1 vemos o termo “ensinar” dMeîlm. e em 5:1 o termo “aprender” ~T,äd>m;l.W. Na língua Hebraica

tirando o sufixo e o prefixo das duas palavras vamos notar que se trata da mesma raiz. Isto
mostra que se trata de dois vocábulos que são dependentes. Não existe ensino sem aprendizagem
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Uma grande dificuldade da Escola Dominical tem sido justamente o


encaminhamento de aulas meramente expositivas, centradas predominantemente no
professor. (Abordagem tradicional 1 ). Sendo nossa meta um ensino bíblico com qualidade,
devemos considerar a possibilidade de que este aconteça a partir de um trabalho
educativo participativo.

O superintendente pode ajudar, criando oportunidades, como as que descrevemos


anteriormente, em que o corpo docente seja confrontado com uma proposta de
ministração de ensino em que se priorize a ação do aluno e do professor. Onde situações
de ensino sejam planejadas para possibilitar a participação do aluno de uma forma tão
efetiva quanto a do professor. O bom professor é aquele que consegue provocar nos seus
alunos a motivação de aprender. (Teste de Motivação em anexo). 3 Aprender é adquirir
domínio sobre o conteúdo ensinado, mas é mais que isto; é traduzir na prática o que foi e
está sendo ensinado. 4 A aprendizagem acontece dentro do indivíduo, mas seus efeitos
são comprovados exteriormente em comportamentos externos. Em outras palavras, a
mudança de vida é uma boa evidência de que está havendo aprendizagem.

“A verdadeira função do professor é criar condições para que o aluno


aprenda sózinho (...) Ensinar de fato não é passar conhecimento, mas
incentivar o aluno a buscá-lo. Poderíamos até dizer que ensina melhor
quem menos ensina.” John Milton Gregory

“Não se avalia a eficiência de um professor pelo que ele faz,


mas, com base no que seus alunos fazem” Howard Hendricks

IV. RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E ALUNO-ALUNO

É extremamente valioso quando há um envolvimento maior entre o aluno e o


professor. Expresso, inclusive, em experiências da vida real que extrapolem os limites das
aulas semanais. É importante que o aluno veja, na prática, na vida do seu professor o que
ele ensina. Quando o professor interessa-se pessoalmente pelos seus alunos,
aconselhando-os e ajudando-os em tudo o que for possível, está contribuindo
decisivamente para um ensino relevante.

Os alunos também precisam ser estimulados ao exercício da mutualidade. Isto é,


ministrarem uns aos outros, a fim de construírem a unidade (Integração da classe).

e também não existe aprendizagem sem ensino. O que o professor faz e o que aluno faz estão
ligados entre si. (cf. REIS, Gildásio J. Barbosa. Princípios Norteadores para a Educação Cristã
Reformada. In: Revista Teologia para Vida. SP: 2007).
3 “Ensinar, entretanto, não é somente transmitir, não é somente transferir conhecimentos de uma

cabeça a outra, não é somente comunicar. Ensinar é fazer pensar, é estimular para a identificação
e resolução de problemas; é ajudar a criar novos hábitos de pensamento e ação” (cf. Juan Diaz
Bordenave e Adair Martins Pereira, Estratégias de Ensino-Aprendizagem (Petrópolis: Ed. Vozes –
1977), 185)
4 CHAVES, Eduardo O. C. A Filosofia da Educação e a Análise de Conceitos Educacionais.

Disponível em <http://www.cfh.ufsc.br/~wfil/chaves.htm>. acesso em 02.03.2007


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Como vemos, o relacionamento interpessoal é um aspecto tremendamente


significativo, não podendo deixar de ser considerado pela direção da EBD. Atividades
extra-classe, células de comunhão, discipulado... são alguns procedimentos que podem
ser encaminhados pelo superintendente. Mas, sobretudo, insistir no desenvolvimento de
uma relação dialógica, quando, nas aulas, os alunos sentem-se a vontade para colocar
suas questões, compartilhar experiências, e o professor, habilmente, aproveita as
diferentes falas e situações para a exploração do conceito em estudo. É a busca pelo
predomínio da troca, da partilha, da comunhão, do cuidado uns com os outros...

V. DINÂMICA ORGANIZACIONAL

Para que as iniciativas já comentadas provoquem resultados minimamente


satisfatórios, torna-se necessário o cuidado com as condições para o trabalho. Nesse
sentido, é ação também do superintendente atentar, entre outras coisas, para os critérios
de formação dos grupos de estudo, a quantidade de alunos possível, o horário de
funcionamento, o material que vai ser utilizado e os registros atualizados.

Os grupos de estudos ou as classes, não devem obrigatoriamente ser divididas por


faixa etária e sexo. O que deve definir a organização é a proposta curricular. Um curso
básico precisa ser criado para os iniciantes. Após o término do curso básico, comum a
jovens e adultos, estes, então, poderão ser inscritos em classes ou departamentos, sem
que haja, no entanto, rigidez neste critério e forma. Por que não organizar os grupos por
interesses, conhecimentos bíblicos?

Quanto à quantidade ideal de alunos, temos a dizer que os grupos não devem ser
grandes. Preferencialmente não exceder a 20 alunos para cada professor. Justamente
para facilitar uma ministração de ensino a partir de um trabalho educativo participativo,
com o predomínio da relação dialógica e o cultivo de um bom relacionamento interpessoal
entre todos.

O horário de funcionamento, assim como o tempo dedicado ao ensino, não devem


ficar presos a costumes e hábitos. A Escola Bíblica não tem que necessariamente ser
dominical. E o tempo de aula deve ser um tempo suficiente para a ministração e debate
em classe.

Assim como nos demais aspectos, o que deve definir a escolha do material a ser
utilizado é a proposta curricular. Esse material, contudo, não pode resumir-se a revista.
Verificamos que a utilização da revista é uma prática comum para facilitar e, de certa
forma, uniformizar o estudo bíblico ministrado em nossas igrejas. É bom que os alunos
possuam um material que lhes auxilie na descoberta e arrumação dos conceitos bíblicos.
Podendo ser a revista ou não. O que não é bom é que este material deixe de ser um
auxílio e passe a ser um fim em si mesmo. O encaminhamento da aula não pode limitar-
se ao estudo da revista. Nosso conteúdo é o teológico, e a Bíblia é o livro-texto.
Precisamos, como nos indica Gagliardi Junior, 5

"...contar com ortodoxia de conteúdo. Isto é ter a Bíblia como o


seu livro-texto e ser fiel a ela em seus ensinos e doutrinas"

A organização pedagógica da EBD precisa considerar a utilização de instrumentos


que garantam a atualização dos registros: Cadastro dos professores; ficha individual dos

5
GAGLIARDI Jr., Angelo. Educação Religiosa Relevante. Rio de Janeiro: Vinde, 1993. p. 29
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alunos; lista de chamada, etc.... Estes dados ajudarão nos diferentes encaminhamentos
do trabalho.

VI. PROPOSTA CURRICULAR E AVALIAÇÃO PERIÓDICA

Em nossa aula anterior nos reportamos a necessidade de definição da proposta


curricular. Esta se constitui no eixo direcionador do trabalho. O superintendente que
deseja exercer uma ação significativamente pedagógica, não pode abster-se de se
envolver nesta área.

O currículo implica numa série de fatores: alunado a que se destina, realidade,


necessidades... Não é tarefa nossa, aqui, discutir os caminhos de sua construção, pois já
o fizemos. Pontuamos, no entanto, a necessidade da direção da EBD ampliar a sua visão
em relação a esse aspecto. Um procedimento que pode ajudar bastante, aliviar a carga
de responsabilidade do superitendente e facilitar a articulação desta construção, é a
organização de uma comissão de Educação Cristã, a qual será nomeada pelo Conselho
da Igreja. Esta comissão pode ser formada pelo pastor da igreja, por 1 professor de cada
departamento (adulto, infantil e adolescentes ), um pedagogo e por um secretário da EBD.
Juntos, encontrarão, mais facilmente, meios de avaliar, pesquisar e definir os ciclos de
estudo adequados a realidade e necessidade da igreja.

A avaliação precisa ser assumida como aliada. Com a função de diagnosticar o


processo, ela sinalizará os acertos a serem feitos. Assim, o superintendente da EBD deve
prever a sua prática sempre. Cada ciclo de estudo precisa ser avaliado. Colher, através
de pesquisas, a opinião dos alunos sobre o programa e desenvolvimento da classe e
sobre o desempenho dos professores, é uma das etapas avaliativas. A outra deve referir-
se à aprendizagem, e pode acontecer através de exercícios ou questões subjetivas. O
processo avaliativo deve estar intimamente articulado à proposta curricular.

VII. DIVULGAÇÃO

Divulgar a EBD é uma estratégia que, com certeza, influenciará no pedagógico. A


criatividade do superinetendente e sua equipe produzirá boas idéias. Para exemplificar,
contudo, destacamos algumas dicas :

• Cartas aos faltosos e membros da igreja que não são alunos, convidando para
novos cursos, classes ou projetos que foram planejados.
• Cartazes, faixas, mural da EBD, boletim da EBD, etc.

Um superintendente de Escola Dominical que não deseja reduzir a sua ação ao ato
de abri-la e fechá-la, tem pela frente uma longa jornada, perpassada de muitos caminhos
e descaminhos. O trabalho coletivo é uma saída. Aliar-se a pessoas da igreja que militam
na área de educação, mas sobretudo, com experiência de vida cristã, é uma atitude a ser
buscada.

São muitas as propostas e grandes os desafios. Esperamos que o Senhor nos


capacite e nos ajude a ampliar nossa visão e alcançar novos horizontes em educação
cristã.
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(Extraído e adaptado do site www.ebdweb.com.br)