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ANO 1 N 2 06 - OUTUBRO / 95

RIA DE

CR IX

INTRODUÇÃO Nesta data tão marcante e, tocante para nds,

que residimos e 'nascemos em' Crixás, 'não poderíamos deixar de. abordar a história de Crixás, que muitos, mesmo crixaenses, não conhecem. Os anos da descoberta de Crixás, ,através do afamado Bandeirante 'Domingos Rodrigues de Prado, oscilavam entre 1723 e 1734, quem sabe até no mês de maio, isto nos mostra que Crixás

tem de 261 à 272 anos. Os Bandeirantes ao descobrirem à aldeia Crixás,

que já habitaVa a tribo Kirirás, alguns- emissários levaram para São Paulo 'as boas novas ,e, sem nenhuma demora, uma leva de gente audaz, como os primeiros, começam aqui chegar. A maioria deles andava só a pé, outros beneficiados tinham seus animais, seus burros acangalhados,. carregando as bagagens. Não sabemos como eles fizeram, quanto tempo gastaram para até aqui chegar, mas o certo é que eles desbravaram, trabalharam, pesquisaram; trduxerom", recursos de fora e foraril-se organizando, cultivando e fixando Após a 'pesquisa das Lavras, que até hoje tem seu nome, à margem do Rio Vermelho se localizaram. Agora então o garimpo prosperava, isto devido os maquinários trazidos de fora. Em 1740 este povoado já eia uni arraial. As minas de Rodrigues' de Prado já' haviam

remanescentes' só ficaram no povoado, apenas três personagens: Ana Freire, Ana Fragaie João

Fra'nguinho. A história é-muito triste depois de tanta euforia, depois de tantas ,conquistas; de lutas e de vitórias, agora áparece essa guerrra. No ano de 1921 os inglese§ e alemães anexaram

à lavras, retornou ao seu garimpo novos trilhos, novos dias, outras máquinas chegando, até um aiitomóvel que'nem se sabe como, chegou assustando' muita gente. Em' 12 de julho de 1935,uma notícia esperada e que ficou registrada, Crixás torna-se 'Vila. Agora até PilauGo tinha que curvar-se a ela, tinha que vir aqui, pra fazer os registros. Porém a Vila tão empolgada viveu ,apenas três anos, levantaram-se contra ela, tomando-lhe à posição e agora, era Ela (Crixás) que tinha, que se curvar diante de Pilar, pra fazer seus registros e seus ditos importantes.

Alguns anos passados Pilar que " erk_a-vila

deu coljtá sustentá-là.,

e Crixás) a curvarem-se como distritos dá antiga

Floresta que é hoje ltapaci.

_ passando ambas (Pilai:-

origeíti .dos Kirirás, a Aldeia encontrada é batizada,. recebendo o nome Crixás.'

ORIGEM DO NOME RIO VERMELHO O Urucum., madeira vermelha, era

abundante

na margem do' Rio e assim sendo,, inspiraram-se

para chamá-io de. Rio Vermelho; Dizem tambèm que os garimpeiros sujavam sua água, buscando„a rique-2a, e' assim também Ror este motivo batizaram-no de Rio, Vermelho.

DO ANIVERSÁRIO Crixás nesta data, 30 de outubro de 199-5, completa seus 42 anos dê Emancipação Política, .muita luta e também Muita vitória, pois nós sabemos que drixás na atualidade, é uma cidade que pode ter um alto 'desenvolvimento. Quero em nome de todos crixaenses e moradores de Crixás, deixar os noss 's Parabéns a nossa cidade

.

nãe.,_qyeri_d

ÇM NAS 'esquisailsonPr- B.Crispin Fonte de Pesquisa:,Terra dos Kirirás Autora: Sebástiana E. Diet2 de Oliveira

,

'DA CRIAÇÃO DO MUNICÍPIO Chegando o ano de 1953, entre os tantos lutadores, foi ,o cidadão João Frederico Dietz que ,entrou com o Projeto Lei ,n.2 850 para criar o município, sendo publicada no "Diário Oficial", em 17 de novembro de 53. E foi com muita alegria que em '30 de outubro de 1953 selou-se' a Emancipação de tão grande municipio e em janeiro de 1954 Cruas- ja tinha o seu primeiro Prefeito. Segue abaixo a ordem e os ' prefeitos até a atual .administração:

,

1.2) João Ferreira de Faria (1954);

2.°) André Ferreira de Carvalho (1955 à 1958); 3.°) Joaquim Xavier Maciel (1959 à 1960); 4.°) Jair de Carvalho Feitoza (dois mandatos - 1961 à

1965 / 1973 à 1976);

5.°) Joaquim Frederico Dietz (dois mandatos - 1966 à

1969 / 1977 à 1982);

6.°) Erotides de Souza Vilas Boas (1970 à 1972); - 7.°) André Machado de AZevedõ'(1983 à 1988);

9.2) Francisco Pereira Lemes (atual,p refeito

1993 à 1996).

DA ORIGEM DO NOME _Os Bandeirantes vieram chegando, se embrenhando e desbravando, junto com eles outros tantos homeris, que chegaram na Aldeia encontrada pelos índios Kirirás, que atravès da

prdsperado,- muito ouro

daqui já havia sido

'Nossa Sra

retirado. 1 Em 10 de janeiro de 1755 o desenvolvimento foi tanto com a febre alta 'do ouro; que Crixás; já,

era uma Paróquia. Além de Paróquia chamavam

Crixás naquela época de Freguesia de

de Conceição, e assim ocorrendo, ficou sendo ela a Padroeira da Região. Naqueles dias depois de tanta prdsperidade, 'fartura, hào sei se porsorte, ou por azar, surgiu uma febre terrível, que muitos não sabiam, julgando ser resfriado,, febre chamada malina, mas não era nada disso, era/muito mais que isso, era uma febre terrível cognolnada -"Amarela". Todas as famílias foram atingidas. Só se' ouvia choro e os

rumores de 'uma epidemia, r.em rjuase todos os

lares sem nenhuma_ distinção, assim,: em tão . 8.2) Orlando Silva Naziozeno (1989 à 1992).

poucos dias, já tinha portanto dor e luto. Os tantos 'que escaparam daquela catástrofe febra!, foi porque daqui fugiram, correndo pra outras plagas sem querer e nem saber quem descobriudescobriu Crixás, quem 'fundou o Povoado; se tinha ouro ou nãolinha; queriam era fugir; carregar suas famílias e salvar as suas vidas. Dos

Autor 'do Projeto-Lei de Emancipação d Município

Wel" ADVOCACIA\

Dr. Wilson Leandro Si' eLxcts

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JORNAL CULTURAL ESTUDANTIL

PÁG. 02

EDITORIAL

Era uma vez um povo que morava numa montanha onde havia muitas quedas-d'água. O trabalho era árduo e o grão era moído em pifões. As mãos ficavam calejadas e as costas doloridas. Um dia quando um jovem suava ao pilão, seus olhos bateram na queda-d'água onde se banhavam diariamente. Já havia visto milhares de vezes. E também seus antepassados. Conhecia a força da água, mais poderosa que o braço de muitos homens. Eterna e incansável, dia e noite. Uma faísca lhe iluminou a mente:

Não seria possível domesticá-la, ligando-a ao pilão? Substituir os braços, libertar os corpos, domá-la, pô-la a trabalhar? Assim foi inventando o monjolo.

O exemplo acima, nos lembra o início das atividades

para criação do "JCE", muitas idéias, vontade, críticas, movimentos contrários e ceticismo, mas graça a força de vontade dos jovens Jailson e José Welton, aliados à participação da DireçãO, Coordenação, Professores e alunos do Colégio João Xavier Ferreira, conseguimos a implantação do nosso tablóide com edição mensal a serviço da comunidade crixaense, com destaque para os escritores da terra.

Com as dificuldades de sempre, mas com o olhar no futuro a equipe do JCE não poderia debar de agradecer

ao vereador Pedrão pelo incentivo e participação, ao ex- Deputado Estadual Rubens Otoni por seu incentivo e contribuição, aos escritores que contribuem com as

matérias publicadas financeiramente para

aos anunciantes que colaboram impressão do material.

O

conhecimento

tá a -serviço da necessidade dõ

viver

E essas necessidades criaram no homem os

órgãos do conhecimento.

CLÉVER BOMFIM

NOTA DE AGRADECIMENTO

Não poderia deixar de agradecer aos meus colegas do 2. 0 Colegial A, pela surpresa de chá-de-berço que me fizeram. Surpresa esta que me deixou muito emocionada. Eu não esperava. Recebi muitos presentes. Gostei muito de saber que em nosso meio existe carinho, solidariedade e antes de tudo amizade. Obrigada coleguinhas, isso vai ficar registrado no fundo do meu coração.

Lúcia Cristiany -(2. 0 Científico A)

NOTA DE PROTESTO

. Os professores da rede estadual de Ensino estão protestando contra a atitude do Banco do Estado de Goiás - BEG, Ag. Crixás, em "Segurar" o pagamento dos servidores estaduais por 03 dias, pois fomos os últimos servidores da Educação a receber em Goiás. "Com a palavra do Presidente do BEG, a Secretária da Educa- ção, o Secretário da Fazenda e o Governador Maguito Vilela".

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MAGISTÉRIO ERRA E LEVA TORTA NA CARA

EQUIPE VENCEDORA (COLEGIAL) RECEBE TROFÉU

ASS -1.1k

Descontração, entretenimento e muita cultura marca- ram a realização do 2. 0 "Passe eRepasse" do Colégio João X. Ferreira. Um jeito gostoso de aprender, que chamou atenção de centenas de pessoas que ocuparam toda lateral do colégio.

O "passe e repasse" é uma brincadeira educativa

campeã de audiência no ST, que empolga os alunos numa competição sadia e instigante, que mobilizou uma disputa entre os dois cursos oferecidos pelo colégio, magistério (matutino) e o colegial (noturno).

O apresentador Tuquinha iniciou o "passe e repasse" com um clima de muita éonipetição, onde as duas torcidas 'Vibravam a cada resposta do seu grupo.

Mas o resultado final favoreceu a turma do colegial (noturno), que se mostrou impecável na disputa.

O evento contou com a presença da diretora da

Instituição e secretária que fez a entrega dos troféus.

Comentários: José Welton

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JORNAL CULTURAL ESTUDANTIL

A Missão da Igreja no Brasil

A Igreja Católica do Brasil viveu, nas últimas décadas, uma redefinição de sua identidade e de sua missão específica. Essa redefinição teve a evangelização como eixo central. Nesse processo de mudança, verificamos um elemento catalisador de extrema importância: Trata-se ,da mudança de lugar social da parte da Igreja, ou seja, do deslocamento do centro para a periferia da sociedade. Na base disso está o face-a-face com o pobre, alguém bem concreto. Esse face-à-face com o pobre fez-nos tomar consciência de que a situação de pobreza e de miséria está se agravando para a imensa maioria de nossos irmãos. Esses carecem dos mais elementares bens materiais. Também carecem de uma plena participação social

e política. Uma nova evangelização está tomando forma no Brasil. Ela se

funda no encontro entre fé e a realidade. Esta realidade, marcada péla pobreza e miséria, não é superficialmente percebida como a soma de fatos isolados que nada teriam em comum entre si, diante dos quais reagiríamos apenas com atos pontuais de ajuda e de assistência. Ela é analisada criticamente, decifrada a partir dos mecanismos que mantêm

e reproduzem esta situação de contraste entre dois Brasis: "Um,

altamente desenvolvido, pujante, lançado rumo ao progresso e à opulência; outro, que se reflete em desmesuradas zonas de pobreza, de doença, de analfabetismo, de marginalização". Diante desses fatos, surge a necessidade de uma evan- gelização libertadora. A missão de evangelizar constitui a identidade da Igreja. A missão

não é definida a partir da Igreja, mas a Igreja a partir da missão de Cristo. E Jesus não pregou a si, mas pregou o Reino de Deus. Desde

o início, convida os seus discípulos a participar em sua missão e

envia-os a anunciar o "Reino" pela palavra e por sinais (CF. Mc 6,12). Proclamar a vinda do Reino e torná-lo já presente constituem o centro da mensagem de Jesus e de sua missão. A Igreja encontra a sua

razão de ser na realização dessa Missão. Pela evangelização, ela a prolonga pelos caminhos da história de nosso povo, aqui e agora. Então, respondendo a abordagem "qual a missão da Igreja Católica no Brasil", eu afirmaria: Que a evangelização libertadora exige uma conscientização e essa, emerge como um processo que toca o homem todo, fazendo-o crescer na tomada de consciência de sua situação, na _participação, na inserção e na organização local. Esse procdsso, que é permanente, está na base de uma consciência crítica. "monstro capitalismo". Ficar fora desse método é abordar o projeto do Pai.

Pe. Borges

NOTA

Faz-se necessário nesta edição, registrar o nosso apreço e reconhecimento à iniciativa da fundação do JORNAL FOLHA DE CRIXÁS. Pois nós já sabemos que cultivar as letras é trabalho para a grandeza e pela glória de uma nação. 'Estais, pois, de parabéns vós todos que trabalhastes para a instalação deste jornal. Estais certos de que a sociedade e a pátria vos serão gratos.

J. C. E.

Hospital das Clinicas Naziozeno

Rua do Contorno, 566 - Vila São João

Fone: 765-1354 - CRIXÁS - GO

Plantão Permanente

PÁG. 07

POESIA

Lembrança do Passado

Tudo isso que escrevo tudo foi realidade Quem não conhece a história de Crixás: na antiguidade

É uma história bonita um pouco triste também

Por que teve uma tragédia quase não sobra. ninguém.

Vou contar bem direitinho como tudo se passou, A fundação de Crixás 261 anos completou, Através dos viajantes portugueses que aqui chegou, Para explorar o ouro uma vila começou, Chegou também alemães formaram um povoado Que hoje é nossa cidade, recordação do passado.

Vou contar esta história por que assim vi falar Dizem que há muitos anos na cidade de Crixás, Existia muita gente residente no lugar Mas uma febre maligna fez quase tudo acabar Uma epidemia estranha chegou só para matar Sobrou muito pouca gente para a história contar Mas como nosso bom Deus é tão bom e poderoso Aumentou a nossa vila gente, formou a vila de novo.

Botei a memória em dia, pra falar da antiguidade Por que das coisas históricas hoje só resta saudades, Como a coroa de ouro feita há muitos anos atrás De Nossa Senhora da Conceição a padroeira de Crixás

A antiga Casa Grande hoje só resta lembranças,

Abrigava muita gente: homens, mulheres e crianças,

Naquela época de festas, tradições e esperanças.

Na época não tinha asfalto e nem carro a gasolina; Não tinha médico no bairro com diploma de medicina, Nos lombos dos animais levavam mercadorias, , Pra trocar em Goiás Velho: viajavam muitos dias, Na maiória felicidade, todos com grande alegria.

Para falar de costumes vou falar de tradição, Coisas que não se vê mais, boas festas de São João, Como a dança do botuque, a catira e cavalhada, Moçambique e catUpé, folias de Reis e congada, O folclore brasileiro parece que chega ao fim, Pois está tudo mudado por isso que falo assim.

Aqui em Crixás existe um 'documento histórico Constando uma partilha de bens arquivada em cartório O papel está tão velho, que não podemos pegar Se colocarmos a mão ele é capaz de rasgar

É um papel bem escrito com a pena de tinteiro,

Caneta suigiu depois, a tinta surgiu primeiro.

Eu deixo agora o passado, depois falo do presente Peço a Deus que o futuro traga paz pra toda gente Vou estudar mais um pouco pra ter mais conhecimento Pra falar do presente com sinceros pensamentos.

Autor: Raimundo Félix Araújo Práf.: Joventina E N. Oliveira

#11

Vereador PEDRAO

A razão está ao lado do trabalhador

JORNAL CULTURAL ESTUDANTIL

Experiência Artística

Sobre a experiência artística, tem-se uma bpágina admirável do grande poeta que foi Rilre: "Versos não são como tanta gente imagina simplesmente sentimentos, são experiências: é preciso ver muitas cidades, homens e coisas, conhecer o vôo dos pássaros e o gestà das flores, quando se abrem pela., manhã; voltar em pensamento aos caminhos das regiões desconhecidas, às separações já de longe previstas, às doenças' da infância carregadas ,de profundas e graves transformações, aos dias fechados ou de sol, às manhãs de vento ao mar às noites de' travessia e de fuga. E tudo isto não basta. É preciso, ,também, as memórias das vivências passadas e mesmo estas não bastam. Pois é preciso também saber esquecê-las, guando são muitas, e ter-se a imensa paciência de esperar que voltem novamente. E, quando tudo então tiver retomado dentro de nós, como o sangue, a brilhar e a gesticular sem se distinguir de nós mesmos, só então pode acontecér que, na hora rara, a primeira palavra de um poema se levante ao meio daquelas experiências e delas prossiga.

A descrição ,do processo poético de Rilre,

pode aplicar-se a qualquer outra arte.

A vivência artística é a realidade de uma

vida intensamente vivida interiormente, onde os acontecimentos grandes e pequenos, originais ou rotineiros, têm um valor eterno.

É indispensável que exista esta integração

perfeita das experiências' com a vida do artista. Que lhe façam parte de seu sangue,. como diz Rilre, para que mais tarde frutifique como obra de arte. A uma cor não estará

praticando um gesto vazio de sentido, mas realizando o que sua experiência exigiu de um modo particular e sincero. A escolha das cores; e formas é espontânea e identifica cada artista, traduzindo sua personalidade.

Andrades - Maria Helena Vivência e Arte - Agir, Rio, 1996

RECADO

Carta à Redação do J.C.E.

Sensível ao significativo trabalho de informação que a Equipe do jornal Cul- tural Estudantil vem prestando à comunidade crixaense através deste jornal, venho por meio desta, (creio que em nome de muitos), parabenizá-la por sua dedicação exemplar já demonstrada

a tantos leitores de vários lugares.

Tudo isso é bom e deve continuar assim, sempre querendo melhorar mais

e mais aquilo que se quer passar a todos, priorizando sempre, é evidente, pela qualidade; princípio este que ofereça a todos os leitores conteúdo seletivo que atenda aos mais diversificados gostos.

É significativo para o jornal que muitos contribuam com artigos, reportagens, etc., construindo, assim, aquele jornal que todos queremos: Rico de informação e participação.

Acredito no J.C.E. porque tem riqueza

e crescimento em potência. As 5 edições

anteriores contém muita coisa boa. A quinta edição, então, nem se fala: tem

um da Promotora de Justiça Ana Maria R. Cunha; Saúde/hanseníase, com o Dr. Higínio Alvarenga; Poesia; Retalhos;

Espaço Cristão (A sentença de Cristo)

Um bom recurso pedagógico.

etc

Parabéns J.C.E., Parabéns Equipe!

Prof. Edivaldo do Carmo

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PÁG. 08

POESIA

Manoel Bento (2.2 B)

Ao Jornal Cultural Estudantil quero parabenizar pela sua sexta edição que vem a informação prestar.

São distribuídos mensalmente 1.000 exemplares com notícias, fatos, poemas e entrevistas para nos informar.

O Jornal Cultural Estudantil não só depende de seu Diretor para que possa ser impresso, fica o espaço aberto a você leitor que colabore com o J.C.E. para que ele possa ter mais valor.

Para que você possa colaborar, o endereço vou deixar, fica na Vila Nova, Av. 10 n. 2 204 Fone: 765-1403 na cidade de Crixás.

Parabenizando o J.C.E. não podia deixar de citar, a "Folha de Crixás" que está a circular.

Já foi distribuída a primeira edição, com o objetivo de prestar também a informação, tendo uma equipe bem organizada para sua elaboraçãd.

QUEM LE

mais

Pensa melhor

Compara idéias

Prepara-se melhor

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o que falar

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o que responder

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o que esstá acontecendo.

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