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AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO AXIAL EM PRISMAS

DE BLOCOS CERÂMICOS PARA ALVENARIA DE VEDAÇÃO EM


FUNÇÃO DA ESPESSURA DA ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO
EVALUATION OF AXIAL COMPRESSION RESISTANCE IN PRISMS OF CERAMIC
BLOCKS FOR NON-STRUCTURAL MASONRY IN FUNCTION OF THE LAYING
MORTAR’S THICKNESS

André Miranda dos Santos (1); Allison Rodrigo Pessoa da Silva (2); João Manoel de Freitas Mota
(3)

(1) Mestrando do programa de pós Graduação em Materiais de Construção da Universidade Católica de


Pernambuco
(2) Técnico de Laboratório, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco
(3) Professor Doutor, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco

(1) andresantos@recife.ifpe.edu.br; (2) allisonpessoa@recife.ifpe.edu.br;


(3) joaomota@recife.ifpe.edu.br

Resumo
A utilização dos blocos cerâmicos se destina predominantemente à alvenaria de vedação que, apesar de
não ter função estrutural, é importante que apresente satisfatória resistência, com o cunho de atender a
pequenas deformações estruturais, e, especialmente para os casos das edificações (de pequeno porte)
cujas paredes são resistentes, ou seja, de vedação com função estrutural. Nessas premissas, o objetivo do
presente trabalho busca avaliar a resistência à compressão axial em função da espessura da argamassa de
assentamento dos prismas de alvenaria de blocos cerâmicos de vedação. Para a investigação foram
rompidos prismas com a espessura da argamassa de assentamento variando, a saber: família 1: 10 mm;
família 2: 18 mm e família 3: 26 mm. Os procedimentos experimentais foram baseados conforme ABNT
NBR 15812-3/2017, que normaliza os procedimentos para ensaios com prismas de blocos cerâmicos para
alvenaria estrutural. Portanto, os blocos, materiais e o compósito argamassa foram amplamente
caracterizados, donde os resultados experimentais evidenciaram que o aumento na espessura da
argamassa de assentamento reduz as resistências dos prismas.
Palavra-Chave: alvenaria de vedação; espessura da argamassa de assentamento; prisma de alvenaria.

Abstract
The use of the ceramic blocks is predominantly intended for non-structural masonry which, although it has no
structural function, is important to have satisfactory resistance, with the imprint of meeting small structural
deformations, and, for the cases of Buildings (small) whose walls are sturdy, that is, sealing masonry with
structural function. In these premises, the objective of the present work seeks to assess the resistance to
axial compression depending on the thickness of the laying mortar for non-structural masonry prisms with
ceramic blocks. For the investigation, prisms were ruptured with the thickness of the settling mortar varying,
namely: family 1: 10 mm, family 2: 18 mm and family 3: 26 mm. The experimental procedures were based
and adapted from ABNT NBR 15812-3/2017, which normalizes the procedures for testing with prisms of
ceramic blocks for structural masonry. Therefore, the blocks, materials and mortar were widely
characterized, where the experimental results showed that the increase in the thickness of the nesting mortar
decreases the resistances of the prisms.
Keywords: Masonry non-structural, thickness of the laying mortar, masonry of prisms.

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1 Introdução

A única função de suporte das alvenarias de vedação é de seu próprio peso. Não
obstante, se faz necessário que todo elemento (bloco), assim como seu processo de
construção, atenda aos requisitos mínimos exigidos pela NBR 8545/1984 (Execução de
Alvenaria sem função estrutural de tijolos e blocos cerâmicos) para garantir a mínima
segurança e habitabilidade.

Considera-se uma alvenaria como sendo um conjunto coeso de unidades unido por
argamassa, onde os blocos são responsáveis pelo suporte compressivo e a argamassa
de assentamento pela absorção das deformações sofridas pela parede (THOMAZ;
HELENE, 2000).

No caso da alvenaria estrutural, existem normas que indicam o procedimento para a


estimativa da resistência à compressão da alvenaria por meio de testes em protótipos,
com especificação para procedimento de moldagem e ruptura de prismas e pequenas
paredes de blocos cerâmicos (NBR 15812-3/2017). Contudo, a NBR 15961-2/2011 indica
o procedimento para a moldagem e ruptura de prismas e de pequenas paredes de blocos
de concreto estrutural.

Em relação à argamassa de assentamento, a norma pertinente fixa a espessura máxima


da junta de assentamento em 10 mm, sem mencionar espessura mínima. Entretanto, é
relevante destacar que a resistência à compressão das paredes deriva da espessura da
junta horizontal e da resistência à compressão da argamassa.

A argamassa de assentamento horizontal deve estar com espessura adequada para que
os blocos não se toquem, bem como ocorra o estado de confinamento necessário para
que a argamassa não se rompa. Esse confinamento impõe significativo comportamento
mecânico da parede devido o estado triaxial de tensões de compressão surgidas na
argamassa e, no bloco, compressão no sentido paralelo ao carregamento e um estado
biaxial de tensões de tração nas duas direções horizontais (OLIVEIRA, 2001). A Figura 1
apresenta o protótipo de um prisma e a Figura 2 o estado de tensões triaxial que
promovem o confinamento.

Figura 1 – Protótipo de um prisma

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Figura 2 – (a): tensões de compressão no prisma; (b): tensões no bloco; (c): tensões na argamassa
(GOMES, 2001)

A resistência à compressão da argamassa de assentamento não influencia


consideravelmente na resistência da parede, devendo, por conseguinte, ter como
resistência em torno de 70% da resistência do bloco. Assim, aumentando a resistência da
argamassa de assentamento, aumentará a resistência da parede até o patamar de
resistência da argamassa entre (3 e 4) MPa, donde acima desse valor não mais
influenciará significativamente a resistência da parede (MOTA; OLIVEITA, 2007).

Portanto, diversos trabalhos apontam para que acima 4 MPa ou 50% da resistência do
bloco a argamassa não influi sobre a resistência à compressão da parede de alvenaria. A
Figura 3 ilustra percentuais de resistência à compressão relacionada com traços de
argamassas (CARASEK, 2005).

Figura 3 – Suporte de parede de alvenaria em relação a traços/resistências de argamassas

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Observa-se que, a espessura da argamassa de assentamento deve ser igual a 1 cm,
onde a cada 0,3 cm de acréscimo na espessura ocorrerá redução de 15% na resistência
da parede (RAMALHO; CORRÊA, 2003). Por sua vez, Lordsleem (2000) diz que as juntas
horizontais devem ter 10 mm de espessura, variando entre 8 e 18 mm, pois aquém a
alvenaria perde a capacidade de absorver as deformações e, além perde resistência
mecânica, bem como se utilizam materiais desnecessariamente.

Sahlin (1971) apud Thomaz; Helene (2000) ressaltou que juntas com mais de 15 mm já
podem provocar diminuição na resistência em até 50%.

Gross et al. (1980) apud Sabbatini (1984) verificaram que a elevação da espessura da
argamassa de assentamento de 10 mm para 17 mm reduziu a resistência dos prismas em
46%, entretanto, produzindo junta de 6,3 mm aumentou a resistência em 12%.

Khalaf (1996) verificou em prismas de blocos de concreto estrutural que, o aumento da


junta de assentamento de 5 mm para 20 mm diminuiu em 18% a resistência à
compressão.

Mohamad (1999) analisou a resistência em prismas de alvenaria estrutural variando a


espessura da argamassa de assentamento, e concluiu que houve elevação da resistência
quando se reduziu de 10 mm para 7 mm a espessura da junta.

Lima (2010) verificou que a elevação da espessura da argamassa de assentamento


diminui a resistência à compressão dos prismas, para todas as resistências das
argamassas ensaiadas. Este decréscimo foi de 35% para a resistência da argamassa de
7,5 MPa, de 29% para a resistência da argamassa de 10,2 MPa e de 23% para a
resistência de 18,9 MPa, em todos os casos variando a espessura de 10 mm para 20 mm.

Mota et al. (2012) avaliaram a influência da espessura da argamassa de assentamento na


resistência à compressão de prismas de blocos cerâmicos estruturais e verificaram que o
aumento da espessura de 10 mm para 20 mm da argamassa de assentamento diminui a
resistência do prisma em até 59%.

2 Materiais e Método
2.1 Materiais

Os blocos utilizados no programa experimental pertencem à família dos blocos cerâmicos


de vedação com furo na horizontal (NBR 15270-1/2017). As dimensões nominais de
fabricação são 9x9x19 cm. A título de avaliação da conformidade, foram realizados os
ensaios de aceitação, de caráter normativo, conforme descrito na NBR 15270-2/2017.

Seguiu-se a NBR 15270-1 utilizando amostragem com 13 blocos para os ensaios de


caracterização geométrica e resistência à compressão. Os blocos foram coletados
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aleatoriamente de um lote proveniente de uma fábrica do município de
Vicência/Pernambuco.

Para a determinação da resistência à compressão, produziu-se a preparação da


superfície realizando um capeamento com pasta de cimento com espessura média de 3
mm e relação água/cimento 0,40. As devidas precauções em relação à temperatura e
umidade foram tomadas para evitar retração e quebra do capeamento (Figura 4).

Figura 4 – Prismas no processo de capeamento

Após os testes com os blocos individuais foi montado o aparato experimental, modelando
os prismas com dois blocos, assentados na sua posição com furos na horizontal, e com
argamassa de assentamento mista com traço de 1:1:6:1,5 (cimento, cal, areia e relação
água/cimento). O cimento utilizado foi CP V – ARI, cal hidratada tipo CH I e agregado
miúdo com curva granulométrica otimizada.

A água utilizada foi proveniente da rede de abastecimento da Companhia Pernambucana


de Saneamento (Compesa). Verificou-se que o pH da água no ato de sua utilização
estava próximo de 6,7.

2.2 Método
O experimento contemplou análise das características mecânicas de três famílias, tendo 6
exemplares cada.

Nesse contexto, as famílias se caracterizaram pelas espessuras das argamassas de


assentamento diferentes, a saber:

► Família 1: prismas com 10 mm de espessura da argamassa de assentamento (Figura


5);
► Família 2: prismas com 18 mm de espessura da argamassa de assentamento;
► Família 3: prismas com 26 mm de espessura da argamassa de assentamento.

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Figura 5 – Modelo de prismas com dois blocos e junta horizontal com 1 cm

Cuidadosamente, verificou-se o prumo dos prismas, evitando algum desvio de


excentricidade e, consequentemente, variável extrínseca influenciando a ruptura e tensão
resistente dos prismas. Todos os primas foram rompidos aos 28 dias.

3 Resultados

A argamassa utilizada e os blocos apresentam algumas propriedades na Tabela 1.

Tabela 1 – Resultados dos ensaios de caracterização dos materiais


Argamassa de assentamento (Média)
Consistência (mm) – NBR 13276 211
Densidade Fresca (g/cm³) – NBR 13278 2,05
Densidade Endurecida (g/cm³) – NBR 13280 1,71
Absorção (%) – NBR 9778 15,14
Resistência à compressão (MPa) – NBR 13279 8,08
Tração por compressão diametral (MPa) – NBR 7222 0,75
Modulo de elasticidade (GPa) – NBR 8802 11,12
Blocos cerâmicos de vedação (90x90x190) mm (Média)
Massa (g) – NBR 15270 2.128
Absorção Inicial (g/171cm²)/min) – ASTM C-67 16,4
Absorção Total - NBR 15270 15,9
Resistência à compressão (MPa) - NBR 15270 3,64

Os prismas moldados foram submetidos à compressão axial em uma prensa


servocontrolada da fabricante EMIC, a uma velocidade de ruptura constante de 0,05 ±
0,01 MPa/s. Os resultados obtidos com as rupturas são evidenciados na Tabela 2.

Tabela 2 – Resultados da resistência à compressão axial nos prismas


Tensão (MPa) Eficiência
Famílias
CP01 CP02 CP03 CP04 CP05 CP06 Média CV
Família 1 (10 mm) 2,80 3,75 2,86 3,71 3,22 3,07 3,23 12,7 0,89
Família 2 (18 mm) 3,16 2,27 2,61 2,63 2,02 2,29 2,50 16 0,69
Família 3 (26 mm) 1,35 1,72 2,06 2,79 1,96 2,95 2,14 28,9 0,59

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Podemos observar que à medida que cresce a espessura da argamassa de
assentamento, a resistência à compressão dos prismas reduz. A família 2, em relação à
família 1 teve uma queda na resistência de 23%. Já a família 3 em relação à família 1 teve
uma queda na resistência de 34%. A Figura 6 apresenta os desvios.

Figura 6 - Resistência média à compressão dos prismas de blocos cerâmicos para cada família dada
(barras de erro tomadas como o desvio padrão dos resultados)

A forma de ruptura foi em todos os casos especialmente inadequada, tendo em vista


ausência total de ductilidade [ruptura extremamente brusca (Figura 7)].

(a) (b)

Figura 7 – (a): Prisma antes do ensaio; (b): Forma de ruptura, brusca

O fator de eficiência (relação do prisma pelo bloco) citado na literatura é importante,


devido possível simplificação na operação de ensaio para obter dado de entrada para o
cálculo matemático da resistência da parede, na medida em que com a simples ruptura do
bloco chega-se ao valor do prisma solicitado na expressão normativa.
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Nessa premissa, este trabalho apresentou uma matriz de eficiência entre 0,89 para
espessura ideal (1 cm) até 0,59. Para alvenaria de vedação, esses valores estão
relativamente alinhados com a literatura, haja vista que Mota (2006) e Mota (2015)
encontraram eficiências para alvenaria de vedação análogas 0,69 e 0,79 respectivamente.

4 Conclusões

As análises dos resultados conduzem as seguintes conclusões:

Os resultados apresentam conformidade com diversos autores em pesquisas com


alvenaria estrutural, pois quanto maior a espessura da argamassa de assentamento,
menor a resistência dos prismas.

Portanto, pode-se dizer que a espessura da argamassa de assentamento com 10 mm


deve ser praticada, uma vez que, para essa pesquisa, verificou-se maior resistência
média e maior fator de eficiência.

Todos os prismas apresentaram forma de ruptura absolutamente frágil, denotando


inexistência de ductilidade.

Vale sugerir, novas pesquisas objetivando caracterização da influência desse efeito em


paredinhas e paredes, variando o traço e a espessura da argamassa de assentamento.

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