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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ

CAMPUS FORTALEZA

DIRETORIA DE ENSINO - DEPARTAMENTO DE INDÚSTRIA

COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA MECATRÔNICA

1.1.1.1.1.1.1.1
PROJETO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL

EQUIPE RESPONSÁVEL DE ELABORAÇÃO

Curso proposto e Elaborado em setembro de 2006 pelos professores:

 André Luiz de Souza Araújo

 Auzuir Ripardo de Alexandria

 Doroteu Afonso Coelho Pequeno

 Luis Francisco Coutinho

 Rogério da Silva Oliveira

 Willys Machado Aguiar

Reformulado e Atualizado em 2015 pelo NDE


NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE - NDE

Reformulado e Atualizado em 2016 pelo NDE a Composição do Núcleo Docente


Estruturante – NDE, instituída por portaria No 37/GDG

Nildo Dias dos Santos (Coordenador do curso)


http://lattes.cnpq.br/2904802605925860
André Luiz de Souza Araújo
http://lattes.cnpq.br/6536028205635553
Cláudio Marques de Sá Medeiros
http://lattes.cnpq.br/6151383171162544
Cícero Roberto de Oliveira Moura
http://lattes.cnpq.br/1974875745414657
Eloy de Macedo Silva
http://lattes.cnpq.br/1232790845162905
Pedro Urbano Braga Albuquerque
http://lattes.cnpq.br/3883968832051668
Rogério da Silva Oliveira
http://lattes.cnpq.br/2933660061001557
DADOS DA INSTITUIÇÃO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DO CEARÁ.

End.: Avenida 13 de maio, nº 2081, Benfica.

Cidade Fortaleza UF: CE CEP 60.040-530

Fone: (0853307.3666/33073646 Fax: (085) 3307.3711

E-mail: www.ifce.edu.br

Dirigente Principal do IFCE – Campus Fortaleza

Cargo: DIRETOR GERAL

Nome: Antônio Moises Filho de Oliveira Mota

e-Mail: moises@ ifce.edu.br

Diretor de Ensino do IFCE – Campus Fortaleza

Cargo: DIRETOR DE ENSINO

Nome: José Eduardo de Sousa Bastos

Fone: 3307.3665 Fax (085) 3307.3711

e-Mail: eduardobastos@ ifce.edu.br

CHEFE DO DEPARTAMENTO DA ÁREA DE INDÚSTRIA

Nome: Agamenon José Silva Gois

Fone: 085 3307 3698 Fax (085) 3307.3711

e-Mail: agamenon@ifce.edu.br

COORD. DE CURSO EM TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL.

Nome: Nildo Dias dos Santos

e-Mail: nildodias@ifce.edu.br
ÍNDICE

1 APRESENTAÇÃO ..................................................................................................................................... 6

2 INFORMAÇÕES GERAIS ......................................................................................................................... 7

3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA ........................................................................................... 8

3.1 JUSTIFICATIVA ..................................................................................................................................... 8

3.2 OBJETIVOS DO CURSO .....................................................................................................................13

3.2.1 Objetivo Geral .............................................................................................................................13

3.2.2 Objetivos Específicos ..................................................................................................................13

3.3 FORMAS DE ACESSO ........................................................................................................................13

3.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO .........................................................................................................................13

3.5 PERFIL ESPERADO DO FUTURO PROFISSIONAL ..........................................................................14

3.6 METODOLOGIA ..................................................................................................................................15

4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR .............................................................................................................16

4.1 MATRIZ CURRICULAR .......................................................................................................................16

4.1.1 Matriz Curricular 2958 – (2011.2) .......................................................................................... 16

4.2 FLUXOGRAMA ....................................................................................................................................19

4.3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ..........................................................................................................20

4.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ( NORMAS, EM ANEXO) .......................................................................117

4.5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC ...........................................................................117

4.6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES .................................................................................................118

4.7 ENSINO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO ..................................................................................118

4.8 AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO ..........................................................................................119

4.9 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM .....................................................119

4.10 DIPLOMA ...........................................................................................................................................119

5 CORPO DOCENTE ...............................................................................................................................121

6 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO ................................................................................................122

7 INFRA ESTRUTURA .............................................................................................................................123

7.1 BIBLIOTECA (ACERVO, EQUIPAMENTOS E MÓVEIS). .............................................................................123

7.2 INFRA -ESTRUTURA FÍSICA E RECURSOS MATERIAIS ................................................................................144

7.2.1 Distribuição do espaço físico existente e/ou em reforma para o curso em questão. ...............144

7.2.2 Outros Recursos Materiais .......................................................................................................145


7.3 INFRA-ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS ......................................................................................145

7.3.1 Laboratórios Básicos (comum aos diversos cursos) ................................................................145

7.3.2 Laboratórios Específicos à Área do Curso ...............................................................................145

ANEXO 1 ........................................................................................................................................................162

ANEXO 2 ........................................................................................................................................................163

ANEXO 3 ........................................................................................................................................................167
1 APRESENTAÇÃO
O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE) é uma
tradicional instituição tecnológica que tem como marco referencial de sua história
institucional a evolução contínua, com crescentes indicadores de qualidade. A nossa
missão se traduz no pensamento de “produzir, disseminar e aplicar o conhecimento
tecnológico e acadêmico, para formação cidadã, por meio do ensino, da pesquisa e da
extensão, contribuindo para o progresso socioeconômico local, regional e nacional, na
perspectiva do desenvolvimento sustentável e da integração com as demandas da
sociedade e do setor produtivo”.

O IFCE, ao longo de sua história centenária, atuando na educação profissional e


tecnológica do Estado, tem se estabelecido como um elemento de desenvolvimento
regional, formando profissionais de reconhecida qualidade para o setor produtivo e de
serviços. Neste momento em que abraça definitivamente as dimensões do ensino, da
pesquisa tecnológica e da extensão, espera continuar com o atendimento às demandas da
sociedade e do setor produtivo.

De forma a ampliar o leque de cursos de graduação, o IFCE campus de Fortaleza


apresenta o curso de tecnologia em Mecatrônica Industrial, de modo a formar profissionais
com uma maior fundamentação teórica convergente a uma ação integradora com a prática.

O curso vem ao encontro de anseios da sociedade e do setor industrial, e contribuirá


para melhorar a oferta da educação superior nas áreas tecnológicas no Estado,
viabilizando aos jovens e trabalhadores formação de qualidade que lhes possibilitará novas
oportunidades de trabalho.

A Direção
2 INFORMAÇÕES GERAIS

Denominação do Curso: Tecnologia em Mecatrônica Industrial

Eixo tecnológico: Controle e Processos Industriais

Nível: Graduação

Titulação conferida: Tecnólogo em Mecatrônica Industrial

Modalidade: Presencial

Duração: 04 anos (oito semestres)

Regime escolar: Semestral (100 dias letivos)


ENEM/SISU, transferência e
Formas de ingresso:
graduados.
Número de vagas: 30 por semestre

Turno de funcionamento: Noturno

Início do Curso: 1999.1

Carga horária das disciplinas obrigatórias: 2880 horas

Carga horária das disciplinas optativas: 200horas

Carga horária de estágio 400 horas

Carga horária Total (Obrigatórias + 3480


estágio+optativas)

Sistema da carga horária Créditos (01 crédito = 20horas/aula)


3 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA

3.1 JUSTIFICATIVA

O mundo moderno, com a globalização que eliminou fronteiras e ampliou mercados,


necessita de um crescimento sustentável baseado em ciência e tecnologia, exigindo que a
educação e a formação profissional sejam direcionadas para o desenvolvimento atrelado à
evolução dos conhecimentos nessas áreas. Exemplos expressivos de nações que
adotaram essa estratégia para seus programas educacionais são o Japão e a Coréia do
Sul, cujos investimentos maciços em educação científica e tecnológica elevaram suas
economias a um patamar de primeiro mundo.

Dentro deste contexto, o Brasil, para que possa crescer de modo sustentável e se
manter competitivo no mercado mundial, precisa aumentar a oferta de cursos e
profissionais de ciência e tecnologia. Hoje o país tem 50% das matriculas em cursos
superiores nas áreas de Direito, Pedagogia e Administração, o que o coloca na contramão
dos exemplos citados do Japão e Coréia. Estudos mostram que as matriculas em
tecnologia correspondem a apenas 5% do total, sendo necessário que esse percentual
seja da ordem de 25% para que quaisquer planos de governo para o crescimento do país
possam ser atendidos.

Especificamente em relação ao Ceará, o estado conta hoje com 51 instituições que


trabalham com o ensino superior, sendo que apenas 7 possuem cursos na área
tecnológica industrial (IPECE, 2009). O Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Ceará (IFCE) tem a maior abrangência no estado, com 23 campi
distribuídos por todas as macro regiões e atendendo à demanda de formação técnica e
tecnológica.

Quanto à economia do Ceará, já em 2009, segundo dados do IPECE, havia 15.431


empresas industriais instaladas no estado, sendo 12.660 indústrias de transformação,
todas demandantes de mão de obra técnica especializada.

De acordo com o IBGE e o IPECE, até 2008, o estado do Ceará apresentava a


seguinte distribuição na participação dos setores econômicos: o setor de serviços com
69%, o setor industrial com 24% e o setor agropecuário com 7%, conforme Figura 1.
Figura 1: Participação dos setores econômicos no valor adicionado

a preços básicos – Ceará (2009):Fonte: IBGE (2009)

Todos estes setores precisam de mão de obra técnica para aprimorar os seus
produtos e os seus processos. Segundo informações do Conselho Regional de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA), são apenas pouco mais de 1.500
profissionais da área da indústria registrados no estado, dentro de um universo de
aproximadamente 27.000 profissionais na área de atuação do Conselho, em sua maioria,
engenheiros civis e agrônomos.

A distribuição do número de pessoas por setor produtivo no estado encontra-se


equilibrada: o setor da indústria possui 217.782 pessoas empregadas, o setor de serviços,
199.247 e o setor de comércio, 228.405 pessoas empregadas (IBGE, 2008)

Pesquisa Industrial Anual - Empresa 2009


Número de unidades locais 4.709 unidades locais
Pessoal ocupado em 31.12 217.782 pessoas
Salários, retiradas e outras remunerações 2.159.269 mil reais
Encargos sociais e trabalhistas, indenizações
985.682 mil reais
e benefícios
Custos e despesas 16.999.835 mil reais
Receita líquida de vendas 21.556.976 mil reais
Receita líquida de vendas industrial 19.154.880 mil reais
Receita líquida de vendas não industrial 2.402.096 mil reais
Custos das operações industriais 9.710.075 mil reais
Consumo de matérias-primas,
8.204.752 mil reais
materiais auxiliares e componentes
Valor bruto da produção industrial 19.175.857 mil reais
Valor da transformação industrial 9.465.782 mil reais
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Indústria,
Pesquisa Industrial Anual - Empresa 2009

Pesquisa Anual de Serviços - PAS 2008


Número de empresas 13.313 Unidades

Pessoal ocupado em 31/12 199.247 Pessoas

Receita bruta de serviços 10.739.791 Mil Reais

Salários, retiradas e outras remunerações 1.915.605 Mil Reais


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio,
Pesquisa Anual de Serviços 2008

Pesquisa Anual de Comércio - PAC 2009

Número de unidades locais com receita de revenda gráfico 60.124 Unidades

Pessoal ocupado em 31/12 em empresas comerciais gráfico 228.405 Pessoas

Gastos com salários, retiradas e outras remunerações em empresas


1.847.849 Mil Reais
comerciais gráfico

Margem de comercialização em empresas comerciais 7.309.049 Mil Reais

Receita bruta de revenda de mercadorias 40.248.306 Mil Reais


Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Serviços e Comércio,
Pesquisa Anual de Comércio 2009.

Isso ocorre mesmo com a qualificação da mão de obra sendo ainda deficiente pela
sua concentração nas localidades das instituições de formação e qualificação profissional.

Outro fator importante a ser considerado é o crescimento do PIB do estado, que


passou de pouco mais 32 bilhões de reais em 2003 para mais de 60 bilhões em 2008,
quase duplicando seu valor em 5 anos, conforme tabela 1.

Tabela 1. Produto Interno Bruto a preços de mercado da região metropolitana

de Fortaleza e municípios selecionados – Ceará (2003-2008)

Produto Interno Bruto a preços de mercado (R$ mil)

2003 2004 2005 2006 2007 2008

32.565.454 36.866.273 40.935.248 46.303.058 50.331.383 59.922.416

Fonte: IBGE, 2009.

Nos primeiros quatro meses, do ano de 2006, as exportações cearenses tiveram


como acréscimo as vendas dos produtos industrializados, que representaram 73,2% de
todas as exportações realizadas nesse período. As vendas com os produtos
industrializados alcançaram o montante de US$ 220 milhões, aproximadamente, ou 4,3% a
mais do valor registrado de janeiro a abril de 2005 (US$ 211 milhões). Por sua vez, os
produtos básicos totalizaram um valor de US$ 81 milhões ou um aumento de 3,3% sobre a
receita obtida no mesmo período de 2005. Estes dados reforçam a necessidade de
profissionais que atuem no aperfeiçoamento das técnicas de produção e em projetos e
pesquisas aplicadas na área de manufatura.

Além de todos esses dados, destaca-se hoje no Ceará a instalação do terceiro grande
distrito industrial junto ao recém criado porto do Pecém, que irá abrigar indústrias do setor
de petróleo e gás (refinaria), setor de geração de energia, siderúrgica e outras empresas
ligadas a estas indústrias-âncora. O estado conta também com os dois polos industriais de
Maracanaú e de Horizonte, com toda a infraestrutura em funcionamento. Ressalta-se,
ainda, que nas últimas três décadas, a industrialização tem ocorrido no interior do estado,
principalmente na região do Cariri e Sobral, fortalecendo e elevando o setor calçadista ao
quarto polo do país. Em outras regiões têm-se, também, os incentivos fiscais para que
ocorra o desenvolvimento com a industrialização.

No Ceará, na década de 2008-2009, o número de empresas ativas de extração


mineral, de construção civil, de transformação e de utilidade pública, pode ser visualizado
na tabela 2.

Tabela 2. Empresas industriais ativas, por tipo - Ceará (2008-2009)


Total Extrativa mineral Construção civil Utilidade pública Transformação

2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009

15.431 15.431 218 222 2.381 2.439 111 111 12.660 12.659
Fonte: Fonte: IBGE, 2009.

Na tabela 3 estão colocadas as indústrias de transformação ativas, por gênero,


nessa mesma década.

Tabela 3. Indústrias de transformação ativas, por gênero - Ceará (2008-2009)

Indústrias de transformação ativas


Gêneros de atividades

Produtos de Material elétrico,


Total Material de
minerais não Metalurgia Mecânica eletrônica de
transporte
metálicos comunicação

2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009

12.660 12.659 950 950 821 821 170 170 140 140 98 98

Fonte: IBGE, 2009.

Paralelamente ao aumento da demanda por produtos industrializados, o estudo do


Sistema Estadual de Análise de Dados (SEAD) em relação ao perfil de escolaridade do
estado, apontou uma melhoria em termos absolutos e relativos da população com ensino
fundamental, com aumento de 17,5%, significando a incorporação de quase 40 mil
pessoas a este nível educacional.

Todo esse quadro descrito justifica plenamente a formação e a qualificação de mão


de obra na área tecnológica no estado do Ceará. Mais especificamente, a necessidade de
profissionais qualificados aumenta diretamente, com a renovação de máquinas, sistemas
industriais e comerciais, cada vez mais automatizados e que utilizam novas tecnologias,
nas quais se percebe uma crescente preocupação com a questão da preservação do meio
ambiente.

Na era do conhecimento quase todo tipo de indústria e empresa de serviços utiliza


algum processo ou equipamento que necessita de automação, seja para aperfeiçoar
tarefas ou para melhorar a qualidade dos produtos. A automação industrial ou predial, bem
como a qualidade de vida no trabalho, é uma realidade já estabelecida e sem volta.
Observa-se também uma grande expansão e modernização de empresas de manufatura
em geral. Em suma, as empresas de manutenção, de sistemas de produção e de
prestação de serviços de automação têm solicitado, com urgência, profissionais que
disponham de conhecimentos e habilidades técnicas. Este perfil profissional é
perfeitamente atendido pela Mecatrônica Industrial.

Mecatrônica é acrônimo dos termos mecânica e eletrônica. Em si, é a união de


tecnologias na área de mecânica, eletrônica, software e controle de processos. O estudo
da mecatrônica está se ampliando e, é, cada vez maior, a oferta de cursos de graduação e
pós-graduação nesta área em todo o mundo.

O mercado de trabalho do profissional em mecatrônica, ou automação e controle


acompanha a renovação e a busca de melhorias constantes, do setor industrial,
demandando a contratação de mais profissionais, necessários para a manutenção, projeto
e montagem de equipamentos e sistemas empregados pelas empresas do setor.

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará, ciente da


importância do seu papel no cenário de transformações, que é hoje o mundo do trabalho,
desempenha tal tarefa com qualidade, reinterpretando o seu relacionamento com o
segmento produtivo e buscando novos modelos curriculares.
3.2 OBJETIVOS DO CURSO

3.2.1 Objetivo Geral

Formar e qualificar profissionais para o setor produtivo e de serviços, com


conhecimentos de tecnologias aplicadas em células flexíveis de manufatura, na operação e
manutenção de sistemas industriais integrados de manufatura, realizar pesquisa aplicada
para o desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, em estreita articulação
com os setores produtivos e a sociedade.

3.2.2 Objetivos Específicos

Compreender o desenvolvimento de processos de produção eletromecânica.

● Entender o gerenciamento e operação sistemas de automação.


● Desenvolver a capacidade empreendedora.
● Entender o desenvolvimento, a execução e a manutenção de sistemas de
automação.
● Compreender o processo de manutenção de sistemas integrados de
manufatura.
● Dominar os conceitos da pesquisa e da investigação científica.
● Buscar o permanente aperfeiçoamento profissional.

3.3 FORMAS DE ACESSO


O ingresso no curso realiza-se através do ENEM, por transferência interna e
externa, obedecendo às datas fixadas no calendário escolar, e por portadores de diploma
de nível superior, se restarem vagas após matrícula dos alunos classificados no ENEM e
após o atendimento das transferências.

As considerações sobre o preenchimento de vagas por transferência e graduados


encontram-se na forma regimental, no Título II, nos Capítulos II e V do Regulamento da
Organização Didática (ROD) do IFCE (em anexo).

3.4 ÁREAS DE ATUAÇÃO


O tecnólogo em Mecatrônica Industrial está habilitado a atuar nas indústrias, nas
empresas de engenharia e de equipamentos industriais; nas empresas usuárias de
processos mecânicos e eletroeletrônicos; empresas de consultoria que atuam na área da
indústria; no gerenciamento e controle de processos produtivos discretos, células flexíveis
de manufatura; em indústrias de metalmecânica; como professor na área de tecnologia e
como gerente industrial. Outra área de atuação desse profissional é a pesquisa aplicada,
desenvolvida em institutos de pesquisa e em empresas, tanto no país como no exterior.

3.5 PERFIL ESPERADO DO FUTURO PROFISSIONAL


O curso forma profissionais com competências e habilidades voltadas para o
desenvolvimento de soluções na efetivação dos processos produtivos ligados aos setores
industriais e de serviços, sendo sua atividade caracterizada pela automatização e
otimização dos processos industriais, atuando na execução de projetos, instalação e
manutenção desses processos, além da coordenação de equipes.

Dessa forma, o tecnólogo em Mecatrônica Industrial terá desenvolvido competências


e habilidades para:

● Planejar, gerenciar, implementar e supervisionar processos industriais


automatizados;
● Implantar, desenvolver e monitorar manutenção de sistemas de automação;
● Participar e supervisionar equipes multiprofissionais de operacionalização e
manutenção dos processos produtivos, por meio de montagem, de análise e
teste em dispositivos nos sistemas automatizados;
● Aplicar a legislação e as normas técnicas referentes à automação industrial, à
saúde e segurança do trabalho, à qualidade e ao meio ambiente;
● Especificar materiais, componentes e equipamentos utilizados em projetos e
no desenvolvimento de atividades relacionadas à automação industrial;
● Elaborar relatórios técnicos referentes a testes, a ensaios, a experiências e a
inspeções;
● Utilizar recursos da microinformática como ferramentas de trabalho cotidiano;
● Atuar na área de produção-piloto, em ensaios, em desenvolvimento e em
pesquisa de produtos e processos manufaturados;
● Empregar conceitos e técnicas de gestão da produção;
● Melhorar o funcionamento e efetuar manutenção de equipamentos em
sistemas mecatrônicos industriais.
3.6 METODOLOGIA
O desenvolvimento do Currículo vai muito além das atividades convencionais da
sala de aula, pois ele é tudo que afeta direta ou indiretamente o processo ensino-
aprendizagem. Dessa forma, o papel dos educadores é fundamental para consolidar
um processo participativo em que o aluno possa desempenhar papel ativo na construção
de seu próprio conhecimento, com a mediação do professor, o que pode ocorrer através do
desenvolvimento de atividades integradoras como: debates, reflexões, seminários,
momentos de convivência, palestras e trabalhos coletivos.

Assim como as demais atividades de formação acadêmica, as aulas práticas e de


laboratório são essenciais para que o aluno possa experimentar diferentes metodologias
pedagógicas adequadas ao ensino de tecnologia. O contato do aluno com a prática deve
ser planejado, considerando os diferentes níveis de profundidade e complexidade dos
conteúdos envolvidos, o tipo de atividade, os objetivos, as competências e habilidades
específicas. Inicialmente, o aluno deve ter contato com os procedimentos a serem
utilizados na aula prática, realizada simultaneamente por toda a turma e acompanhada
pelo professor. No decorrer do curso, o contato do aluno com a teoria e a prática deve ser
aprofundado por meio de atividades que envolvem a criação, o projeto, a construção e
análise, e os modelos a serem utilizados. O aluno também deverá ter contato com a
análise experimental de modelos, através de iniciação científica.

Para formar profissionais com autonomia intelectual e moral tornando-os aptos para
participar e criar, exercendo sua cidadania e contribuindo para o desenvolvimento
tecnológico visando uma economia sustentável, cabe ao professor do curso organizar
situações didáticas para o aluno buscar através de estudo individual e em equipe, soluções
para os problemas que retratem a realidade profissional do tecnólogo. A articulação entre
teoria e prática deve ser uma preocupação constante do professor, assim como, as
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial do IFCE, campus de
Fortaleza, visa a atender aos objetivos propostos na Resolução CNE/CP 3, de 18 de
dezembro de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a
organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia, os dispositivos da Lei
9394/96, assim como, está adequado ao Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de
Tecnologia.

A matriz curricular do curso envolve conteúdos do núcleo de formação básica e


profissional, distribuídos em 8 (oito) semestres, totalizando 2880 horas-aula (de 50 min) ou
2400 horas, acrescidas de 400 horas de estágio obrigatório . O Trabalho de Conclusão de
Curso–TCC, também é obrigatório. Esses conteúdos constituem-se em conhecimentos
científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição do curso de
Tecnologia em Mecatrônica Industrial e garantirão o desenvolvimento das competências e
habilidades estabelecidas nas diretrizes curriculares do curso.

O Curso oportuniza ao aluno disciplinas optativas, não obrigatórias sendo ofertada


de acordo com a demanda e disponibilidade da coordenação.

4.1 MATRIZ CURRICULAR


A matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial,
respeitando o que determina a legislação a ela pertinente, está assim organizada:

4.1.1 Matriz Curricular 2958 – (2011.2)

SEMESTRE COMPONENTE CURRICULAR CÓDIGO CH PRÉ-REQUISITOS

Eletricidade CC MECI018 80 -

Física Aplicada MECI027 80 -


1
Matemática Aplicada MECI043 120 -

Ciência e Tecnologia dos Materiais MECI044 120 -

Linguagem de Programação MECI037 80 -

Eletricidade CA MECI017 120 MECI018


2
Eletromagnetismo MECI020 80 MECI018+MECI027

Resistência dos Materiais MECI056 80 MECI044


Higiene e Segurança no Trabalho AMB024 40 -

Eletrônica Analógica MECI022 120 MECI018

Desenho Técnico Mecânico IND.091 80 -

3 Mecanismos MECI045 40 MECI027

Sistemas Digitais CMIN005 80 -

Metrologia Dimensional MECI049 80 -

Desenho Assistido por Computador MECI014 80 IND091

Elementos de Maquinas MECI016 80 MECI056

4 Eletrônica Industrial MECI025 120 MECI022 + CMIN005

Sistemas de Controle MECI061 80 MECI022+MECI043

Inglês Instrumental MECI033 40 -

SEMESTRE COMPONENTE CURRICULAR CÓDIGO C/H PRÉ-REQUISITOS

Tecnologia Mecânica MECI064 80 MECI044


Acionamentos de Máquinas Elétricas CMIN006 120 MECI025 + MECI061
5 Instrumentação Eletrônica MECI036 80 MECI043+MECI025

Planejamento e Controle da Produção MECI052 80 -


Controle de Qualidade MECI013 40 -
Usinagem MECI066 120 MECI049+MECI064

Acionamento Hidráulico e Pneumático MECI001 120 CMIN006


6
Robótica I MECI057 80 MECI036+MECI045
Sistemas de Controle Distribuído MECI060 80 CMIN006
CAM/ CNC/ CIM MECI008 120 MECI014+MECI064
Gestão da Manutenção MECI028 80 -
7 Sistema de Supervisão MECI059 120 MECI060
Metodologia da pesquisa científica

Metodologia do Trabalho Científico IND.012 40


Projeto Social TELM053 40 -
8 Gestão Empresarial MECI029 40 -
Projeto de Conclusão de Curso MECI053 80 -
Carga horária das disciplinas obrigatórias 2820
Estágio 400
Carga horária das disciplinas optativas 200
Carga horária total das disciplinas obrigatórias + estágio +
3420
optativa(s)
COMPONENTE CURRICULAR CÓDIGO C.H. PRÉ-REQUISITO
DISCIPLINAS OPTAIVAS
Microcontroladores IND.033 80 MECI023+MECI037

Laboratório de Microcontroladores CEME.153 40 MECI023+MECI037

Acionamentos de máquinas I MECI002 80 MECI025+MECI061

Acionamentos de máquinas II MECI003 80 MECI002+MECI050

Robótica II IND.089 80 MECI057

Libras 80

Comandos Eletro-eletrônico 80
4.2 FLUXOGRAMA
FLUXOGRAMA DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA
INDUSTRIAL

* Disciplinas optativas em azul; pré-requisitos nos quadros vermelhos à esquerda.


4.3 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ELETRICIDADE CC

Código: MECI018
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S1
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Campo elétrico e capacitores, resistores, geradores, circuitos simples, Leis de


Kircchhoff.

OBJETIVO

Adquirir uma compreensão dos elementos e princípios básicos dos circuitos elétricos
CC

PROGRAMA

Unidade 1: Eletrostática:

Campo elétrico e potencial elétrico; Capacitores; Capacitor equivalente, energia


armazenada no capacitor.

Unidade 2: Eletrodinâmica

Resistores; Associação de resistores; Geradores e receptores; Corrente elétrica;


Lei de Ohm; Potência elétrica e teorema da máxima transferência de potência.

Unidade 3: Análise de Circuitos:

Leis de Kirchhoff e análise de malhas e nós; Divisão de corrente e tensão;


Teoremas da superposição, Milman, Norton e Thevenin; Parâmetros R, G, H.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO
Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos de circuitos elétricos.


Porto Alegre (RS): Bookman, 2006/2008. 857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441;
446 621.3192 A375f

ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos de circuitos elétricos.


3.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2008. 857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441;
446 621.3192 A375f

BOYLESTAD, Robert. Introdução à análise de circuitos. 10.ed. São Paulo (SP): Pearson
Prentice Hall, 2008/2010. 828p. 621.3192 B792i

CUTLER, Phillip. Análise de circuitos CC: com problemas ilustrativos. São Paulo (SP):
McGraw-Hill, 1981. 397p. 621.31912 C989a

HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos em engenharia. São
Paulo (SP): McGraw-Hill, 1973. 619p. 621.3192 H426a

HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos em engenharia.


7.ed.ampl. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 2008. 619p. 621.3192 H426a

NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. 6.ed. Rio de Janeiro (RJ):
LTC, 2003. 656p. 621.3192 N712c

O'MALLEY, John. Análise de circuitos. 2.ed. São Paulo (SP): Makron Books, 1994. 679p.
(Schaum). 621.3192 O54a

O'MALLEY, John. Análise de circuitos. São Paulo (SP): Makron Books, 1983. 679p.
(Schaum). 621.3192 O54a

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CLOSE, Charles M. Circuitos lineares. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ): Livros Técnicos e
Científicos, 1990. 550p. 621.31921 C645c

MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada: teoria e


exercícios. 6.ed. São Paulo (SP): Érica, 2006. 286 p. 621.3192 M346c

NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph. Teoria e problemas de circuitos elétricos.


4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 478p. (Coleção Schaum) 621.3192 N154t
PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: FÍSICA APLICADA

Código: MECI027
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S1
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Leis de Newton. Estática e dinâmica da partícula. Trabalho e energia. Conservação


da Energia. Momento linear e sua conservação. Momento angular da partícula e de
sistemas de partículas. Temperatura. Calorimetria e Condução de Calor. Leis da
Termodinâmica; Sistemas Termodinâmicos. Variáveis e Equações de estado,
diagramas PVT. Trabalho e Primeira Lei da Termodinâmica. Equivalente mecânico
de calor. Energia interna, entalpia, ciclo de Carnot. Mudanças de fase. Segunda lei
da termodinâmica e entropia. Funções termodinâmicas. Aplicações práticas de
Termodinâmica.

OBJETIVO

Adquirir compreensão da teoria de física geral e suas aplicações relacionadas com a


área de Mecatrônica.

PROGRAMA

Leis de Newton.

Primeira Lei de Newton.

Medida dinâmica da força.

Medida dinâmica da massa.

Segundo Lei de Newton, massa e peso.

Terceira Lei de Newton, medida estática da força.

Estática e dinâmica da partícula.

Coeficiente de atrito.

Forças de atrito.
Dinâmica do movimento circular uniforme.

Forças inerciais.

Trabalho e energia.

Trabalho de uma força constante.

O trabalho como a integral de uma força variável.

Teorema da energia cinética.

Potência.

Conservação da Energia.

Forças conservativas.

Forças não conservativa.

Energia potencial.

Energia mecânica.

Conservação da energia mecânica.

Teorema da conservação de energia.

Momento linear e sua conservação.

Centro de massa.

Movimento do centro de massa.

Momento linear.

Conservação do momento linear.

Colisões.

Impulso e momento linear.

Momento angular da partícula e de sistemas de partículas.

Movimento de um Objeto Complexo

Sistemas de Duas Partículas

Sistemas de Múltiplas Partículas

Centro de Massa de Objetos Sólidos


Conservação da Quantidade de Movimento em um Sistema de Partículas

Temperatura.

Conceito de temperatura.

Funcionamento dos diversos tipos de termômetros.

Principais escalas termométricas.

Coeficiente de dilatação.

Equações de dilatação dos sólidos e dos líquidos.

Anomalia na dilatação da água.

Calorimetria e Condução de Calor.

Calor, capacidade térmica e calor específico.

Equação fundamental da calorimetria.

Calor sensível e latente.

Mudança de fase da matéria.

Termodinâmica

Variáveis e Equações de estado, diagramas PVT.

Trabalho e Primeira Lei da Termodinâmica.

Equivalente mecânico de calor.

Energia interna, entalpia, ciclo de Carnot.

Mudanças de fase.

Segunda lei da termodinâmica e entropia.

Funções termodinâmicas.

Aplicações práticas de Termodinâmica.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas teóricas.

AVALIAÇÃO

Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, bem como


em listas de exercícios a serem resolvidas totalmente ou parcialmente em sala de
aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de física – v.1. 2.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 1993. 530 H188f

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de física – v.1. 6.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2002. 530 H188f

HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de física – v.1. 8.ed. Rio de Janeiro:
LTC, 2009. 530 H188f

RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física (4 volumes) - v.1. 5.ed.
Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2003.

TIPLER, Paul A. Física para cientistas e engenheiros - v.1. 4.ed. Rio de Janeiro (RJ):
LTC, 2000. 530 T595f

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Tipler, Paul A. Mosca, Gene. Física para Cientistas e Engenheiros - Vol. 1. 5ª ed. 2006.
LTC.

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: MATEMÁTICA APLICADA

Código: MECI043
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: -
Semestre: S1
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Noções preliminares; Limites e continuidade de funções; Derivação; Aplicações da


derivada; Integração; Aplicações da integral.; Integral definida; Funções
trigonométricas.

OBJETIVO

Conhecer as ferramentas básicas do Cálculo Diferencial e Integral, bem como


capacitá-lo a aplicar tais ferramentas na resolução de problemas afins a sua
atividade.

PROGRAMA

Unidade 1: NOÇÕES PRELIMINARES:

Números reais; Plano cartesiano; Conceito de função; Tipologia das funções;


Composição e inversão de funções;

Unidade 2: LIMITES E CONTINUIDADE DE FUNÇÕES:

Noção intuitiva e exemplos; Definição de limite; Propriedades operatórias dos limites;


Teoremas sobre limites; Limites laterais; Limites fundamentais; Funções contínuas;

Unidade 3: DERIVAÇÃO:

Velocidade; Coeficiente angular; Definição de derivada; Função derivada;


Propriedades operatórias da derivada; Derivadas das funções elementares; Regra
da cadeia; Derivada da função inversa; Derivação implícita; Aplicações da derivada;
Estudo da variação das funções; Funções convexas; Máximos e mínimos; Taxas de
variação; Taxas de variação relacionadas; Expressões indeterminadas (regra de
L‟Hopital)

Unidade 3: INTEGRAÇÃO:
Antiderivadas; Área; Definição de integral; Integral definida; Propriedades da integral
definida; Teorema fundamental do Cálculo; Técnicas de integração;

APLICAÇÕES DA INTEGRAL:

Cálculo de áreas; Volumes de sólidos de revolução; Comprimento de arco; Centros


de massa de regiões do plano

Unidade 4: INTEGRAL DEFINIDA:

Área entre duas curvas; Volume de um sólido; Comprimento de arco; Superfícies de


revolução.

Unidade 5: FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS:

Funções trigonométricas; Derivada de funções trigonométricas; Integração de


funções trigonométricas; Funções trigonométricas inversas; Derivada de funções
trigonométricas inversas.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas teóricas.

AVALIAÇÃO

Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, bem como


em listas de exercícios a serem resolvidas totalmente ou parcialmente em sala de
aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: funções, limite,


derivação, integração. 6.ed. São Paulo (SP): Makron Books, 2007. 617p. 515 F599c

LEITHOLD, Louis, O Cálculo com geometria analítica – v.1. 3.ed. São Paulo: Harbra,
1994/2002. 515.15 L533c

SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica - v.1. São Paulo (SP): Makron
Books, 1987/88. 515.15 S592c

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com geometria analítica - v.1. 2,ed,. São Paulo (SP):
Makron Books, 1994. 515.15 S979c
PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

Código: MECI044
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: -
Semestre: S1
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Introdução: perspectiva histórica; ciência e engenharia dos materiais; por que


estudar ciência e engenharia dos materiais? Classificação dos materiais; materiais
avançados; necessidades de materiais modernos. Estrutura atômica e ligação
interatômica. A estrutura de sólidos cristalinos. Imperfeições em sólidos. Difusão.
Propriedades mecânicas dos metais. Discordâncias e mecanismos de aumento de
resistênciaFalha em materiais. Diagramas de fase. Transformações de fases em
metais: desenvolvimento da microestrutura e alterações das propriedades
mecânicas. Processamento térmico de ligas metálicas. Ligas metálicas. Materiais
cerâmicos. Polímeros. Propriedades elétricas e magnéticas dos materiais.

OBJETIVO

Compreender a importância dos materiais no desenvolvimento da humanidade.


Entender o papel da ciência e engenharia dos materiais.Distinguir as diversas
famílias de materiais. Compreender os modelos atômicos. Entender os princípios
das ligações interatômicas. Entender o efeito dos defeitos cristalinos nas
propriedades dos materiais. Conhecer os mecanismos de deformação plástica dos
materiais metálicos. Compreender os conceitos das diversas propriedades dos
materiais. Compreender as transformações de fases que ocorrem nos materiais.
Entender o processo de obtenção dos materiais. Compreender as transformações de
fases das ligas Ferro-Carbono em condições de equilíbrio. Compreender as
transformações de fases das ligas em condições fora do equilíbrio. Entender a
relação entre tratamentos térmicos e propriedades mecânicas dos materiais.
Conhecer as estruturas dos ferros fundidos. Conhecer os diferentes tipos de aços.
Conhecer os principais materiais metálicos não-ferrosos, cerâmicos e poliméricos.
Compreender a origem das propriedades elétricas e magnéticas dos materiais.
PROGRAMA

Perspectiva histórica dos materiais.Ciência dos materiais. Engenharia dos


materiais.Classificação dos materiais.Materiais avançados. Materiais modernos
Estrutura atômica. Ligações químicas. Estrutura cristalina. Propriedades dos
materiais. Defeitos pontuais. Defeitos de linha. Defeitos de superfície. Deformação
por escorregamento. Deformação por escorregamento mediante o movimento das
discordâncias. Planos e direções de escorregamento. Deformação por maclação.
Deformação plástica dos metais policristalinos. Deformação a frio e deformação a
quente. Recristalização.Fases do recozimento. Propriedades físicas, químicas e
mecânicas. Diagrama de equilíbrio de fases dos materiais. Processos siderúrgicos
de obtenção dos aços e ferros fundidos. Diagrama de equilíbrio Fe-C. Diagramas
temperatura, tempo, transformação-TTT. Diagrama de transformações da austenita
no resfriamento contínuo-TRC. Tratamentos térmicos dos aços.Tratamentos
termoquímicos dos aços. Tipos de ferros fundidos. Propriedades dos diversos tipos
ferros fundidos. Aplicações dos ferros fundidos. Classificação dos aços. Aços para
construção. Aços para ferramenta. Aços inoxidáveis. Aços com características
particulares. Cobre e suas ligas. Alumínio e suas ligas. Materiais cerâmicos:
estrutura e propriedades. Polímeros: propriedades, aplicações. Propriedades
elétricas: resisitividade e condutividade. Materiais condutores, isolantes e semi-
condutores. Propriedades magnéticas. Tipos de magnetismo: diamagnetismo,
paramagnetismo, ferromagnetismo, ferrimagnetismo e antiferromagnetismo.
Histerese. Materiais magnéticos moles e duros. Supercondutividade.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aula expositiva. Aulas práticas.

AVALIAÇÃO

Prova escrita, relatórios, trabalhos escritos, aulas práticas em laboratório


(metalografia, ensaios mecânicos).

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CALLISTER, William D., Jr. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 5.ed. Rio
de Janeiro (RJ): LTC, 2002. 589p. 620.11 C162c

VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo (SP): Edgard
Blücher, 1985. 427p. 620.11 V284p
VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de
Janeiro (RJ): Elsevier : Campus, 1984. 567p. 620.11 V284p

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos: características gerais, tratamentos


térmicos, principais tipos. São Paulo (SP): Associação Brasileira de Metais, 1988. 576p.
669.142 C532a

CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica - v.1. 2.ed. São Paulo (SP): McGraw-Hill,
1986. 621.1 C532t

GUY, A. G. Ciência dos materiais. Rio de Janeiro (RJ): Livros Técnicos e Científicos, 1980.
435p. 620.112 G986c

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO

Código: MECI037
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S2
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Introdução ao conceito de algoritmo. Desenvolvimento de algoritmos. Os conceitos


de variáveis, tipos de dados, constantes, operadores aritméticos, expressões,
atribuição, estruturas de controle (atribuição, seqüência, seleção, repetição).
Metodologias de desenvolvimento de programas. Representações gráfica e textual
de algoritmos. Estrutura e funcionalidades básicas de uma linguagem de
programação procedural. Implementação de algoritmos através da linguagem de
programação “C”. Depuração de Código e Ferramentas de Depuração, Módulos
(Procedimentos, Funções, Unidades ou Pacotes, Bibliotecas). Recursividade,
Ponteiros e Alocação Dinâmica de Memória, Estruturas de Dados Heterogêneas
(Registros ou Uniões, Arrays de Registros), Arquivos: Rotinas para manipulação de
arquivos, Arquivos texto, Arquivos Binários. Introdução a programação orientada a
objetos. Interfaces de hardware. Linguagem adotada C/C++.

OBJETIVO

Compreender noções básicas de algoritmo. Capaz de usar uma linguagem de


programação como ferramenta na implementação de soluções que envolvem
sistemas computadorizados.

PROGRAMA

Unidade 1: Técnicas de Elaboração de Algoritmos e Fluxogramas

Algoritmos

Fluxograma

Unidade 2: Linguagem C

Constantes: numérica, lógica e literal;


Variáveis: formação de identificadores, declaração de variáveis, comentários e
comandos de atribuição;

Expressões e operadores aritméticos, lógicos, relacionais e literais, prioridade das


operações;

Comandos de entrada e saída;

Estrutura seqüencial, condicional e de repetição.

Unidade 3: Estrutura de dados

Variáveis compostas homogêneas unidimensionais (vetores)

Variáveis compostas homogêneas multidimensionais (matrizes)

Variáveis compostas heterogêneas (registros)

Arquivos

Unidade 4: Modularização.

Procedimentos e funções

Passagens de parâmetros

Regras de escopo

Unidade 5: Interfaces

Porta paralela no PC

Porta Serial RS232

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas.

Práticas de laboratório.

AVALIAÇÃO

Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, bem como


em listas de exercícios a serem resolvidas totalmente ou parcialmente em sala de
aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPÄCHER, Henri Frederico. Lógica de


programação. 2.ed. São Paulo (SP): Makron Books, 2000. 195 p. 005.131 F692l
KERNIGHAN, Brian W.; RITCHIE, Dennis M. C, a linguagem de programação. Rio de
Janeiro: Elsevier, 1986. 208p. 005.133 K39c

SCHILDT, Herbert. C: completo e total. São Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1990.
889p. 005.13 S334c

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C. 5.ed. São


Paulo (SP): Pioneira, 2000. 267p. 005.131 Z82p

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ELETRICIDADE CA

Código: MECI017
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: ELETRICIDADE CC
Semestre: S2
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Capacitores, Transitórios, Comparação do efeito de cada elemento em um circuito


CA (análise trigonométrica). Transformador. Circuitos trifásicos.

OBJETIVO

Solucionar problemas envolvendo circuitos transitórios, capacitivos e indutivos em


corrente alternada. Solucionar problemas em circuitos alimentados em tensão
alternada. Resolver problemas sobre circuitos trifásicos. Conhecer transformadores
elétricos.

PROGRAMA

Unidade 1: Capacitores

Capacitor elementar

Dielétrico : influência na capacitância do capacitor elementar

Associação de capacitores

Rigidez dielétrica dos dielétricos

Unidade 2: Transitórios

Circuitos RC

Circuitos RL

Unidade 3: Relembrar grandezas CA e conceituar

Cálculo de valor eficaz

Unidade 4: Comparar o efeito de cada elemento em um circuito CA (análise


trigonométrica)
Circuito puramente resistivo

Circuito puramente capacitivo

Circuito puramente indutivo

Circuitos RL, RC e RLC

Unidade 5: Representação fasorial de grandezas em CA

Tensão e corrente fasoriais

Impedância: forma retangular e forma polar

Circuitos monofásicos

Cálculo de potência complexa

Fator de potência e correção.

Unidade 6: Circuitos trifásicos.

Gerador trifásico

Conceituação de tensão simples e composta

Circuitos de 3 e 4 fiios, equilibrado e desequilibrado.

Medição de potência trifásica.

Unidade 7: Ressonância e os seus efeitos e aplicações

Ressonância

Unidade 8: Circuitos trifásicos

Sistema a quatro condutores equilibrado ou não

Sistema a três condutores em triângulo equilibrado ou não

Construir diagramas fasoriais trifásicos

Unidade 9: Transformador.

Conceitos

Transformador ideal.

Transformador real.

Circuitos equivalentes

Transformador trifásico.
Paralelismo de transformadores.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos de circuitos elétricos.


Porto Alegre (RS): Bookman, 2006/2008. 857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441;
446 621.3192 A375f

ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos de circuitos elétricos.


3.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2008. 857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441;
446 621.3192 A375f

EDMINISTER, Joseph A. Circuitos elétricos. 2.ed. São Paulo (SP): McGraw-Hill,


1985/1991. 442 p. (Schaum). 621.3192 E24c

EDMINISTER, Joseph A. Circuitos elétricos. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1981. 442 p.
(Schaum). 621.3192 E24c

HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos em engenharia. São
Paulo (SP): McGraw-Hill, 1973. 619p. 621.3192 H426a

HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos em engenharia.


7.ed.ampl. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 2008. 619p. 621.3192 H426a

NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. 6.ed. Rio de Janeiro (RJ):
LTC, 2003. 656p. 621.3192 N712c

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

BOYLESTAD, Robert. Introdução à análise de circuitos. 10.ed. São Paulo (SP): Pearson
Prentice Hall, 2008. 828p. 621.3192 B792i

KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto Alegre (RS): Globo,


1979/2005. 632 p. 621.31042 K86m

MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e corrente alternada: teoria e


exercícios. 6.ed. São Paulo (SP): Érica, 2006. 286 p. 621.3192 M346c

NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph. Teoria e problemas de circuitos elétricos.


4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 478p. (Coleção Schaum) 621.3192 N154t

O'MALLEY, John. Análise de circuitos. 2.ed. São Paulo (SP): Makron Books, 1994. 679p.
(Schaum). 621.3192 O54a

O'MALLEY, John. Análise de circuitos. São Paulo (SP): Makron Books, 1983. 679p.
(Schaum). 621.3192 O54a

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ELETROMAGNETISMO APLICADO

Código: MECI020
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: ELETRICIDADE CC+FÍSICA APLICADA
Semestre: S2
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Magnetismo, Eletromagnetismo, Indução Eletromagnética.

OBJETIVO

Reconhecer os fenômenos magnéticos. Resolver problemas de indução


eletromagnética. Descrever o princípio básico de funcionamento de equipamentos e
sensores magnéticos

PROGRAMA

Unidade 1: Magnetismo

Origem do Magnetismo

Campo Magnético e suas Unidades

Evolução das teorias explicativas do Magnetismo

Magnetismo Terrestre

Aplicações de magnetismo

Unidade 2: Eletromagnetismo

A experiência de Oersted

Lei de Ampère

Lei de Biot-Savart

Fluxo magnético e suas Unidades

Histerese Magnética

Propriedades magnéticas dos materiais


Circuitos Magnéticos

Lei de Lorentz

Princípio de funcionamento de Instrumentos de Medidas Elétricas

Motor de Corrente Contínua

Unidade 3: Indução Eletromagnética

Lei de Faraday e a Lei de Lenz.

Princípio da geração CA

Princípio de funcionamento do motor de indução trifásico

Auto-indutância e indutância mútua

Princípio de funcionamento do transformador

Aplicações

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física (4 volumes) - v.3. 5.ed.
Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2003/2004. 530 R434f

RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física (4 volumes) - v.3. 4.ed.
Rio de Janeiro (RJ): LTC, 1994/1996. 530 R434f

SADIKU, Matthew N. O. Elementos de eletromagnetismo. 3.ed. Porto Alegre (RS):


Bookman, 2006. 687p. 537 S125e

TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros - v.2. 5.ed. Rio de
Janeiro (RJ): LTC, 2006. 530 T595f

TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros - v.2. 4.ed. Rio de
Janeiro (RJ): LTC, 2000. 530 T595f

TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros - v.2. 6.ed. Rio de
Janeiro (RJ): LTC, 2009. 530 T595f
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

EDMINISTER, Joseph A. Teoria e problemas de eletromagnetismo. 2.ed. Porto Alegre:


Bookman, 2006. 352p. (Coleção Schaum) 537 E24t

HAYT, William H., Jr.; BUCK, John A. Eletromagnetismo. São Paulo (SP): McGraw-Hill,
2008. 574p. 537 H426e CD 422/424

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS

Código: MECI056
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
Semestre: S2
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Tração e compressão em sistemas hipostáticos, isostáticos e hiperestáticos.


Cisalhamento simples.

OBJETIVO

Analisar o comportamento de estruturas e componentes ou sistemas mecânicos,


submetidos à forças externas, isto é, o estado de tensões que se originam no corpo
analisado, através do conhecimento e aplicações das propriedades dos materiais.

PROGRAMA

Unidade 1: Tração e compressão – sistemas hipostáticos e isostáticos

Carregamento axial, esforços internos, tensão normal, deformação linear

Diagrama tensão x deformação: obtenção, utilização.

Lei de Hooke, módulo de elasticidade, propriedades mecânicas.

Tensão admissível, coeficiente de segurança, coeficiente de dilatação linear.

Cilindros de paredes finas – aplicações em vasos de pressão.

Unidade 2: Tração e compressão – sistemas hiperestáticos

Tipos de apoios

Exemplos de estruturas hiperestáticas

Análise física de estruturas hipestáticas

Análise de estruturas hiperestáticas, envolvendo variação de temperatura

Unidade 3: Corte – cisalhamento simples

Força cortante.
Tensão de cisalhamento

Tensões tangenciais, deformação no cisalhamento, distorção.

Aplicações do cisalhamento em rebites, parafusos, pinos e chapas soldadas.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas.

AVALIAÇÃO

Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, bem como


em listas de exercícios a serem resolvidas totalmente ou parcialmente em sala de
aula.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARRIVABENE, Wladimir. Resistência dos materiais. São Paulo (SP): Makron Books, 1994.
400 p. 620.112 A777r

BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell, Jr. Resistência dos materiais. 2.ed. São
Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1982. 654 p. 620.112 B415r

BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell, Jr. Resistência dos materiais. 3.ed. São
Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1996/2008. 654 p. 620.112 B415r

HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo (SP): Pearson Prentice Hall,
2006. 670 p. 620.112 H624r

HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo (SP): Pearson Prentice Hall,
2009/2010. 670 p. 620.112 H624r

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

TIMOSHENKO, Stephen P. Resistência dos materiais - v.1. Rio de Janeiro (RJ): Ao Livro
Técnico, 1966. 620.112 T585r

TIMOSHENKO, Stephen P. Resistência dos materiais - v.2. Rio de Janeiro (RJ): Ao Livro
Técnico, 1966. 620.112 T585r

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

Código: AMB024
Carga Horária: 40
Número de Créditos: 2
Código pré-requisito: -
Semestre: S2
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Conceito legal e prevencionista do acidente de trabalho, e fatores que contribuem


para o acidente e sua análise. Insalubridade e periculosidade, responsabilidade civil
e criminal. Legislação. Especificação e uso de EPI e EPC. Organização e
funcionamento da CIPA e SESMT. Controle a princípio de incêndio. Ergonomia.
Segurança em instalações e serviços em eletricidade. Segurança em instalações e
serviços em máquinas e equipamentos. Primeiros socorros.

OBJETIVO

Ser capaz de executar as tarefas na vida profissional dentro dos padrões e normas
de segurança, utilizando-se do senso prevencionista em acidentes do trabalho.
Proporcionar ao profissional na área de Mecratrônica melhor qualidade de vida no
exercício do seu trabalho, reconhecendo, avaliando, eliminando ou controlando os
riscos ambientais de acidentes para si e para os outros que o rodeiam.

PROGRAMA

Unidade 1: Conceito e aspectos legais

Aspectos legais e prevencionistas do acidente de trabalho.

Fatores que contribuem para o acidente de trabalho, sua análise e medidas


preventivas.

Insalubridade e periculosidade.

Responsabilidade civil e criminal no acidente de trabalho.

Lei 8213.

Normas Regulamentadoras do MTE


Unidade 2: Segurança na indústria

Especificação e uso de EPI e EPC.

Prevenção e combate a princípio de incêndio.

Sinalização.

Condições ambientais de trabalho.

Programas de Prevenção – PPRA e PCMSO.

Mapa de riscos ambientais.

CIPA e SESMT.

Unidade 3: Ergonomia

Fundamentos da Ergonomia

LER/DORT.

Exercícios laborais.

Unidade 4: Segurança em instalações e serviços em eletricidade

NR10.

Introdução à segurança com eletricidade.

Riscos em instalações e serviços com eletricidade.

Choque elétrico, mecanismos e efeitos.

Medidas de controle do risco elétrico.

Unidade 5: Segurança em instalações e serviços em máquinas e equipamentos

NR12.

Unidade 6: Primeiros socorros.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e aulas práticas.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades práticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
MICHEL, Oswaldo. Guia de primeiros socorros: para cipeiros e serviços especializados
em medicina, engenharia, e segurança do trabalho. São Paulo (SP): LTr, 2003. 272p.
616.0252 M623g

SALIBA, Sofia C. Reis; SALIBA, Tuffi Messias. Legislação de segurança, acidente do


trabalho e saúde do trabalhador. 2.ed. São Paulo (SP): LTr, 2003. 468p. 616.9803
S165l

SALIBA, Tuffi Messias. Curso básico de segurança e higiene ocupacional. São Paulo
(SP): LTr, 2004. 453p. 616.9803 S165c

SEGURANÇA e medicina do trabalho. 44.ed. São Paulo (SP): Atlas, 1999. 644p. (Manuais
de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803 S456

SEGURANÇA e medicina do trabalho. 51.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2002. 644 p. (Manuais
de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803 S456

SEGURANÇA e medicina do trabalho. 52.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003. 644 p. (Manuais
de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803 S456

SEGURANÇA e medicina do trabalho. 57.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2005. 644 p. (Manuais
de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803 S456

SEGURANÇA e medicina do trabalho. 60.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2007. 644 p. (Manuais
de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803 S456

SEGURANÇA e medicina do trabalho. 62.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2008. 644 p. (Manuais
de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803 S456

SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – SENAC. Primeiros socorros:


como agir em situações de emergência. 2.ed. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2008. 139p.
616.0252 S474p

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ELETRÔNICA ANALÓGICA

Código: MECI022
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: ELETRICIDADE CC
Semestre: S3
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Elementos Não-Lineares em circuitos, Circuitos com dispositivos não-lineares de 2


terminais, Dispositivos não-lineares de 3 terminais, Fontes Reguladas,
Amplificadores Operacionais.

OBJETIVO

Conhecer e aplicar os principais dispositivos eletrônicos usados em circuitos


lineares. Conhecer e analisar os principais circuitos de retificação; regulação em
tensão; amplificadores básicos a TJB; FET e MOSFET; Multivibradores e circuitos
básicos com amplificador operacional.

PROGRAMA

Unidade 1: Elementos Não-Lineares em circuitos

Teoria dos semicondutores usados na confecção de componentes eletrônicos.

Conhecer e especificar os principais componentes não-lineares construídos a partir


de uma junção PN (diodos).

Unidade 2: Circuitos com dispositivos não-lineares de 2 terminais

Conhecer os principais circuitos com diodos, tais como: retificadores, ceifadores e


multiplicadores de tensão. Especificar componentes.

Unidade 3: Dispositivos não-lineares de 3 terminais

Conhecer os principais circuitos não-lineares (que utilizam dispositivos eletrônicos


de três terminais, tais como:TJB; FET‟s; MOSFET‟s e componentes
opticos/eletrônicos ).

Unidade 4: Fontes Reguladas


Conhecer os principais circuitos reguladores de tensão. Especificar proteções e
dimensionar componentes.

Unidade 5: Amplificadores Operacionais

Conhecer, analisar e propor circuitos com amplificadores operacionais, na solução


de problemas concretos

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos.


3.ed. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 1984. 700 p. 621.3815 B792d

BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos.


8.ed. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 2009/2010. 700 p. 621.3815 B792d

BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos.


5.ed. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 1994. 700 p. 621.3815 B792d

BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos.


6.ed. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 1999. 700 p. 621.3815 B792d

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.1. 4.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 1995/2009. 621.381 M262e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.1. São Paulo (SP): Makron Books,
1987. 621.381 M262e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 2.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 1987. 621.381 M262e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 4.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 1995/2009. 621.381 M262e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 7.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 2007. 621.381 M262e

SEDRA, Adel S. E.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5.ed. São Paulo: Pearson Prentice
Hall, 2010. 848p. 621.3815 S449m
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CIPELLI, Antonio Marco V.; SANDRINI, Waldir J.; MARKUS, Otávio. Teoria e
desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 12.ed. São Paulo: Érica, 1986.
580p. 621.3815 C577t

CIPELLI, Antonio Marco V.; SANDRINI, Waldir J.; MARKUS, Otávio. Teoria e
desenvolvimento de projetos de circuitos eletrônicos. 23.ed. São Paulo: Érica, 2010.
580p. 621.3815 C577t

MILLMAN, Jacob; HALKIAS, Christos C. Eletrônica: dispositivos e circuitos - v.1. São


Paulo (SP): McGraw-Hill do Brasil, 1981. 621.3815 M655e

MILLMAN, Jacob; HALKIAS, Christos C. Eletrônica: dispositivos e circuitos - v.2. São


Paulo (SP): McGraw-Hill do Brasil, 1981. 621.3815 M655e

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: DESENHO TÉCNICO MECÂNICO

Código: IND.091
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S3
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Representação de Peças, Normas para Desenho, Dimensionamento, Roscas,


Recartilhas, Conicidade e Inclinação, Sinais Convencionais, Supressão de Vistas,
Sistemas de Cortes.

OBJETIVO

Compreender o valor do Desenho Mecânico na Indústria. Desenvolver habilidades


psicomotoras. Conhecer normas da associação Brasileira de Normas Técnicas-
ABNT. Identificar e aplicar as normas para o desenho mecânico. Executar esboço e
desenho definitivo de peças. Distribuir as cotas corretamente nos desenhos de
peças. Identificar e aplicar corretamente os diferentes tipos de cortes.

PROGRAMA

UNIDADE 01: REPRESENTAÇÃO DE PEÇAS

Empregar o tipo de projeção ortogonal na representação de peças.

UNIDADE 02: NORMAS PARA DESENHO

Reconhecer os tipos de projeções empregadas no desenho mecânico, identificar


os tipos de linhas e empregos e diferenciar a aplicação dos diversos tipos de linhas.

UNIDADE 03: DIMENSIONAMENTO (regras de colocação e distribuição de cotas).

Reconhecer o valor e importância das cotas, aplicar e distribuir devidamente as


cotas e reconhecer os tipos de rupturas nos desenhos de peças.

UNIDADE 04: ROSCAS

Identificar os diversos tipos de roscas/ emprego.

UNIDADE 05: RECARTILHAS


Identificar os diversos tipos de recartilhas.

UNIDADE 06: CONICIDADE E INCLINAÇÃO

Identificar conicidade e inclinação

UNIDADE 07: SINAIS CONVENCIONAIS

Reconhecer a finalidade dos sinais convencionais.

UNIDADE 08: SUPRESSÃO DE VISTAS

Reconhecer o valor e a vantagem na simplificação nas vistas do desenho.

UNIDADE 09 : SISTEMAS DE CORTES

Corte Total. Corte em desvio. Meio Corte. Corte parcial. Corte rebatido.

UNIDADE 10. SECÇÕES

Secções. Vistas auxiliares.

UNIDADE 11: OMISSÃO DE CORTES.

UNIDADE 12: VISTAS.

Vista auxiliar simplificada. Vista parcial.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aula expositiva, aula prática, trabalho individual, trabalho em grupo, pesquisa.

AVALIAÇÃO

Avaliações teóricas.

Avaliações práticas desenvolvida no computador.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BUENO, Cláudia Pimentel; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. Desenho técnico para


engenharias. Curitiba: Juruá, 2011. 196p. 604.2 B928d

MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: Hemus, 1982/2004. 257p.
604.2 M213d

MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Manual de desenho técnico


mecânico - v.1. São Paulo (SP): Renovada Livros Culturais, 1977. 604.2 M276m

MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Manual de desenho técnico


mecânico - v.2. São Paulo (SP): Renovada Livros Culturais, 1977. 604.2 M276m
MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Manual de desenho técnico
mecânico - v.3. São Paulo (SP): Renovada Livros Culturais, 1977. 604.2 M276m

PROVENZA, Francesco. Desenhista de máquinas. 46.ed. São Paulo (SP): Escola Pro-Tec,
1991. Pag. irregular. 621.815 P969d

PROVENZA, Francesco. Desenhista de máquinas. São Paulo (SP): Escola Pro-Tec,


1978/1989. Pag. irregular. 621.815 P969d

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: MECANISMOS

Código: MECI045
Carga Horária: 40
Número de Créditos: 2
Código pré-requisito: FÍSICA APLICADA
Semestre: S3
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Introdução ao Estudo dos Mecanismos. Estudo dos movimentos realizados pelos


mecanismos. Fases do Movimento, Graus de Liberdade e Pares de Elementos. Peça
e Cadeia Cinemática. Transmissão de Movimento. Estudo de vibrações.

OBJETIVO

Compreender o princípio de funcionamento dos diferentes tipos de mecanismos.


Identificar os diferentes tipos de mecanismos quanto a sua aplicação. Compreender
os conceitos físicos pertinentes ao estudo dos movimentos dos mecanismos e
vibrações.

PROGRAMA

Unidade 1: Introdução ao Estudo dos Mecanismos.

Polias.

Rodas dentadas.

Alavancas.

Roldanas.

Catracas.

Manivelas.

Bielas.

Cames.

Fusos.

Juntas de ligação de árvores.


Unidade 2: Movimentos realizados pelos mecanismos.

Fases do Movimento.

Graus de Liberdade.

Pares de Elementos.

Unidade 3: Peças e Cadeia Cinemática.

Simples e Composta.

Aberta e Fechada.

Restrita e Livre.

Unidade 4: Transmissão de Movimento.

Através de um elemento intermediário ou biela.

Através de um elemento flexível.

Contato direto entre dois corpos.

Unidade 5: Introdução ao estudo de vibrações.

Conceitos básicos.

Classificação das vibrações.

Etapas da análise de vibrações.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas onde através dos diversos recursos didáticos disponíveis é


apresentado o conteúdo da disciplina sempre incentivando a participação e o
questionamento por parte dos alunos.

Exemplos práticos da aplicação dos conteúdos apresentados.

Apresentação, por parte dos alunos, de trabalhos referentes a tópicos específicos


das bases tecnológicas.

AVALIAÇÃO
Provas envolvendo conceitos e cálculos.

Atividades em sala de aula e laboratórios de máquinas.

Pesquisas bibliográficas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SHIGLEY, J. E.; MISCHKE, C. E. Mechanical Engineering Design; New York:


McGraw-Hill, 2005.

NORTON, R.L. Machine Design, An Integrated Approach; New Jersey: Prentice-


Hall, 2000.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: SISTEMAS DIGITAIS

Código: CMIN.005
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S3
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Portas lógicas e aritméticas binária. Teoremas da álgebra booleana. Projeto lógico


combinacional. Projeto lógico seqüencial. Memórias. Conversores A/D e D/A.
Características tecnológicas das famílias lógicas. Blocos funcionais básicos MSI.

Dispositivos de lógica programável.

OBJETIVO

Estudar e descrever o funcionamento das portas lógicas, bem como identificar suas
funções em circuitos lógicos combinacionais para solução de problemas lógicos.
Descrever o funcionamento dos elementos de memória( flip-flop‟s), projetar circuitos
seqüenciais e conversores A/D, D/A. Conceituar dispositivos de lógica programável.

PROGRAMA

Unidade 1: Funções Lógicas.

Efetuar conversões de sistemas de numeração.

Desenhar CLC empregando portas lógicas básicas.

Desenhar diagramas de tempo para diversos CLC.

Empregar portas lógicas em CLC.

Determinar a equivalência entre blocos lógicos.

Analisar CLC simples.

Levantar a tabela verdade de CLC.

Unidade 2: Projeto e Análise de Circuitos Lógicos.


Aplicar os teoremas e leis booleanas.

Desenhar CLC a partir de situações diversas.

Simplificar CLC utilizando a algebra Booleana.

Simplificar CLC utilizando mapas de Karnaugh.

Usar circuitos integrados comerciais para implementar CLC.

Unidade 3: Circuitos de Processamento de dados.

Desenhar circuitos Multiplexadores e Demultiplexadores.

Analisar circuitos com MUX e DEMUX.

Projetar circuitos Decodificadores.

Descrever o funcionamento dos circuitos geradores e verificadores de paridade.

Descrever o funcionamento de uma ROM.

Aplicar ROM para resolver problemas de lógica combinacional.

Desenvolver bancos de memórias a partir de ROM‟s comerciais.

Descrever o funcionamento básico dos dispositivos de lógica programável.

Unidade 4: Circuitos Aritméticos.

Desenhar circuitos aritméticos básicos.

Efetuar cálculos básicos.

Operar com números negativos e positivos.

Implementar circuitos lógicos aritméticos completos.

Utilizar circuitos integrados comerciais para operações básicas de soma e


subtração.

Unidade 5: Descrever o funcionamento dos principais elementos de memória.

Descrever o funcionamento dos flip-flop‟s tipo RS, JK, D e T.

Realizar operações síncronas e assíncronas.

Desenhar e descrever diagramas de tempo.


Descrever o funcionamento de registradores de deslocamento.

Descrever uma memória RAM.

Unidade 6: Projetar circuitos seqüenciais.

Descrever diagramas de transição de estado.

Contadores síncronos e assíncronos.

Projetar um relógio digital.

Unidade 7: Circuitos conversores Analógico x Digital e Digital x Analógico.

Conhecer os principais circuitos conversores D/A.

Conhecer os principais circuitos conversores A/D.

Princípios de precisão, exatidão, erro, resolução para aplicação nos conversores.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas.

Simulação de circuitos usando microcomputadores e atividades práticas no


laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das simulações e atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica digital: princípios e aplicações -


v.2. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 198. 621.3815 M262e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica digital: princípios e aplicações -


v.1. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1987. 621.3815 M262e

TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais: princípios e
aplicações. 10.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2008/2010. 588 p. 621.3815 T631s

TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas digitais: princípios e
aplicações. 7.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2000. 588 p. 621.3815 T631s
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José Sidnei C. Eletrônica digital: teoria e laboratório.
2.ed. São Paulo: Érica, 2010. 182p. 621.3815078 G216e

IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de eletrônica digital. São Paulo
(SP): Érica, 1982/2007. 504 p. 621.3815 I21e

IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de eletrônica digital. 40.ed. São
Paulo (SP): Érica, 2011. 504 p. 621.3815 I21e

TAUB, Herbert. Circuitos digitais e microcomputadores. São Paulo (SP): McGraw-Hill,


1984. 510 p. 004.16 T222c

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: METROLOGIA DIMENSIONAL

Código: MECI049
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S3
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Histórico (Introdução). Unidades legais de medidas. Terminologia adotada em


metrologia. Elementos importantes para uma conduta na prática metrológica.
Escalas. Paquímetro. Micrometro. Medidores de deslocamento (Relógios
comparadores). Medidores de ângulos. Medidores de ângulos. Blocos padrões.
Instrumentos auxiliadores de medição. Calibradores. Transdutores.

OBJETIVO

Realizar, com eficácia, segurança e economia, o controle de qualidade metrológica


dimensional com vistas à filosofia de comprovar e garantir a qualidade adequada
conforme conceitos e normas em gerais como: a família NBR ISO 9000, a NBR ISO
10011, NBR ISO 10012, NBR ISO 10013, ISO/TAG 4, ABNT ISO/IEC GUIA 25 e
outros.

PROGRAMA

Unidade 1.Histórico (Introdução)

Despertar curiosidade e interesse pela disciplina

Unidade 2. Unidades legais de medidas

Conhecer as Unidades legais de medidas

Resolver problemas de conversão de Unidades legais

Unidade 3. Terminologia adotada em metrologia

Identificar os termos legais de metrologia

Unidade 4. Metrologia

Descrever o que é medir


Definir o que é erro de medição

Determinar o resultado da medição

Identificar os parâmetros característicos metrológicas de um sistema de medição

Definir qualificação de instrumentos

Compreender controle geométrico

Unidade 5. Elementos importantes para uma conduta na prática metrológica

Despertar a curiosidade e interesse por uma organização da medição

Reconhecer e compreender a necessidade de uma boa organização do local de


trabalho

Unidade 6. Escalas

Reconhecer e utilizar as escalas graduadas

-Reconhecer outros tipos de escalas.

Unidade 7. Paquímetro

-Reconhecer os tipos de paquímetros e suas nomenclaturas

Calcular os parâmetros metrológicos do paquímetro em geral

Utilizar os paquímetros

Unidade 8. Micrometro

Reconhecer os principais tipos de micrômetros e suas nomenclaturas

Calcular os parâmetros metrológicos dos micrômetros

Utilizar os micrômetros

Unidade 9. Medidores de deslocamento (Relógios comparadores)

Reconhecer os principais tipos de medidores de deslocamento e suas


nomenclaturas

Calcular os parâmetros metrológicos dos medidores de deslocamento

Utilizar os medidores de deslocamento

Unidade 10.Medidores de ângulos

Reconhecer os principais tipos e utilização de medidores de ângulos

Calcular os parâmetros metrológicos dos medidores de ângulos


Utilizar os medidores de ângulos

Unidade 11. Blocos padrões

Reconhecer os principais tipos de utilização de blocos padrões

Utilizar blocos padrões

Unidade 12. Instrumentos auxiliadores de medição

Reconhecer e utilizar os principais tipos

Unidade 13. Transdutores

Reconhecer os principais transdutores, seus princípios e utilizações

METODOLOGIA DE ENSINO

O curso será realizado de forma expositiva com o auxílio de recursos audiovisuais,


práticas e complementados por exercícios programados, práticas gerais de
medições/ calibrações / verificações e estudos de casos direcionados a indústria.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

Avaliação prática.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DOEBELIN, Ernest O. Measurement systems: application and design. Boston (EUA):


McGraw-Hill, 1990. 960p. 681.2 D649m

LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 2.ed. São Paulo (SP): Érica, 2002.
246p. 681.2 L768m

LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 6.ed. São Paulo (SP): Érica, 2007/2008.
246p. 681.2 L768m

LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 7.ed. São Paulo (SP): Érica, 2010.
246p. 681.2 L768m

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL


- INMETRO . Vocabulário de metrologia legal e vocabulário de termos fundamentais e
gerais de metrologia. Duque de Caxias (RJ): INMETRO, 1989. 37p. R389.03 I57v
Consulta Local

WAENY, José Carlos de Castro. Controle total da qualidade em metrologia. São Paulo (SP):
Makron Books, 1992. 152 p. 389.63 W127c

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR

Código: MECI014
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: DESENHO TÉCNICO MECÂNICO
Semestre: S4
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Introdução, Tipos de CAD, Menus, Comandos de Desenhos, Comandos de Auxílio,


Comandos de Edição, Controle da Imagem, Hachuras, Textos, Geração de
Bibliotecas, Dimensionamento, Comandos de Averiguação, Desenhos Isométricos,
Comandos em 3D.

OBJETIVO

Escolher entre os diversos tipos de CAD do mercado, um que atenda às suas


necessidades. Aplicar as normas para o desenho técnico. Fazer uso de um
programa de CAD, nele construindo desde as primitivas geométricas, desenhos de
conjuntos, desenho de detalhes e apresentação em 3D. Criar rotinas para a
otimização do software de CAD.

PROGRAMA

CAD: Conceitos, classificação e plataformas.

Comandos de edição.

Comando de modificação.

Comandos de verificação.

Comandos para gerar o desenho em 3 dimensões.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aula expositiva, aula prática, trabalho individual, trabalho em grupo, pesquisa.

AVALIAÇÃO

Avaliações teóricas.
Avaliações práticas desenvolvida no computador.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2009 – utilizando totalmente. 2.ed. São Paulo: Érica,
2010. 480p. 006.68 B175a

EDS COMPANY. Solid Edge: conceitos básicos: versão 15 - v.1. São Caetano do Sul
(SP): [s.n.], 2003. 005.68 E24s

EDS COMPANY. Solid Edge: conceitos básicos: versão 15 - v.2. São Caetano do Sul
(SP): [s.n.], 2003. 005.68 E24s

MENEGOTTO, José Luis. O Desenho digital: técnica e arte. Rio de Janeiro: Interciência,
2000. 136p. 006.68 M541d

OMURA, George; CALLORI, B. Robert. AutoCAD 2000: guia de referência. São Paulo
(SP): Makron Books, 2000. 333p. 006.68 O57a

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CORAINI, Ana Lúcia Saad; SIHN, Ieda Maria Nolla. Curso de AutoCAD 14 - v.1. São Paulo
(SP): Makron Books, 1998. 006.68 C787c

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ELEMENTOS DE MÁQUINAS

Código: MECI016
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
Semestre: S4
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Elementos de Máquinas de Fixação: Parafusos, rebites, pinos e cavilhas, chavetas e


estrias. Elementos de Máquinas de Apoio: Mancais de deslizamento e rolamentos.
Elementos de Máquinas Elásticos: Molas e Amortecedores. Elementos de Máquinas
de Transmissão de Potência: Eixos e árvores, polias e correias, correntes, roscas de
transmissão, engrenagens, cames e acoplamentos.

OBJETIVO

Identificar os esforços em elementos de máquinas. Capaz de dimensionar elementos


de máquinas e selecionar os materiais adequados, em função dos esforços externos
aplicados. Capaz de analisar a estabilidade de estruturas metálicas.

PROGRAMA

Unidade 1: Elementos de Máquinas de Fixação: Parafusos, rebites, pinos e cavilhas,


chavetas e estrias.

Introdução; Dimensionamento para casos comuns e levando-se em conta a


elasticidade; Tipos, características geométricas e cálculos das constantes elásticas;
Tensões admissíveis; Critérios de dimensionamento; Materiais para os elementos de
fixação; Exercícios de aplicação.

Unidade 2: Elementos de Máquinas de Apoio: Mancais de deslizamento e


rolamentos.

Considerações gerais; Tipos de rolamentos; Classificação dos mancais; Cálculo


de mancais para o regime de atrito fluido; Roteiro para seleção; Exercícios de
aplicação.

Unidade 3: Elementos de Máquinas Elásticos: Molas e Amortecedores


Introdução; Tipos e generalidades; Formulário; Materiais empregados na
fabricação de molas e amortecedores; Exercícios de aplicação.

Unidade 4: Elementos de Máquinas de Transmissão de Potência: Eixos e árvores,


polias e correias, correntes, roscas de transmissão, engrenagens, cames e
acoplamentos.

Introdução; Projeto para flexão ou torção e para tensões combinadas; Forças de


flexão produzidas por correias, correntes e engrenagens; rigidez flexional;
Dimensionamento de polias, correias e correntes: considerações gerais; tipos
principais; Dimensionamento de roscas de transmissão e engrenagens:
características geométricas; tipos; correção e grau de recobrimento; forças no
engrenamento e critérios de dimensionamento; Cames e acoplamentos:
considerações gerais e dimensionamento.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e aulas práticas.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FAIRES, Virgil Moring. Elementos orgânicos de máquinas - v.1. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Ao Livro Técnico, 1971. 621.812 F163e

FAIRES, Virgil Moring. Elementos orgânicos de máquinas - v.2. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Ao Livro Técnico, 1971. 621.812 F163e

NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem integrada. 2.ed. Porto Alegre
(RS): Bookman, 2007. 931 p. Acompanha CD – Cds 445; 520/529 621.815 N887p

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ELETRÔNICA INDUSTRIAL

Código: MECI025
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: ELETRÔNICA ANALÓGICA+SISTEMAS DIGITAIS
Semestre: S4
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Chaves Eletrônicas de Potência. Circuitos discretos e digitais para comando de


chaves de potência. Conversores CA / CC. Conversores CC / CC. Conversores CC /
CA. Reguladores de tensão.

OBJETIVO

Conhecer os principais dispositivos eletrônicos de potência. Compreender o


funcionamento dos circuitos eletrônicos para comando de chaves eletrônicas de
potência. Compreender o princípio de funcionamento de conversores de potência
eletrônicos. Interpretar diagramas esquemáticos de circuitos eletrônicos. Analisar o
comportamento de dispositivos de chaveamento. Analisar os principais circuitos
usados para o comando de chaves eletrônica de potência.

PROGRAMA

Unidade 1: Tiristores.

A trava ideal.

Modelo com transistores.

Diodo Shokley.

SCR e suas variações.

DIAC.

TRIAC.

Precauções no uso de tiristores.

Unidade 2: Comando de Tiristores.

Circuito integrado 741.


Circuitos básicos com o 741.

Circuito Integrado 555.

Circuitos básicos com o 555.

TUJ – Transistor de unijunção.

TCA 785 e o controle do ângulo de disparo.

Unidade 3: Retificação.

Revisão dos retificadores não controlados usando cálculo integral. Monofásicos e


trifásicos.

Retificação monofásica controlada de meia onda.

Retificação monofásica controlada de onda completa com derivação central.

Retificação monofásica controlada em ponte e suas variações com a carga.

Retificação trifásica controlada de meia onda.

Retificação trifásica controlada de onda completa.

Unidade 4: Reguladores de tensão.

Revisão: Regulador série com amplificação de erro.

Limitadores de corrente.

Reguladores integrados.

Reguladores CA.

Unidade 5: Conversores.

Conversores de tensão CC/CC e CC/CA.

Fontes chaveadas ( princípio de funcionamento e controle ).

Cicloconversores.

Inversor monofásico em ponte.

Inversor trifásico em ponte.

Inversor com fonte CC.

Unidade 6: Controle de Máquinas CC.

Equações básicas de uma máquina CC.

Controle de velocidade.
Acionamentos de tração.

Aplicações industriais

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AHMED, Ashfaq. Eletrônica de potência. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 479p.
621.317 A286e

LANDER, Cyril W. Eletrônica industrial: teoria e aplicações. São Paulo (SP): McGraw-Hill,
1988. 428 p. 621.381 L255e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 2.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 1987. 621.381 M262e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 4.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 1995/2009. 621.381 M262e

MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 7.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 2007. 621.381 M262e

MELLO, Luiz Fernando P. de. Análise e projeto de fontes chaveadas. São Paulo (SP):
Érica, 1996. 487 p. 621.381537 M527a

RASHID, Muhammad H. Eletrônica de potência: circuitos, dispositivos e aplicações. São


Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1999. 828 p. 621.317 R224e

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALMEIDA, José Luiz Antunes de. Eletrônica de potência. 4.ed. São Paulo (SP): Érica,
1986. 297 p. 621.317 A447e

PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria,


projetos, aplicações e laboratório. 6.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 304p. 621.395
P468a

PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria,


projetos, aplicações e laboratório. 4.ed. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1988. 359 p. 621.395
P468a
PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: SISTEMAS DE CONTROLE

Código: MECI061
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: ELETRÔNICA ANALÓGICA + MATEMÁTICA APLICADA
Semestre: S4
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Conceitos e definições de sistemas de controle de processos. Técnicas de controle.


Modelagem de sistemas. Estudo das qualidades dos sistemas e simulação.
Controladores industriais.

OBJETIVO

Identificar controle automático. Identificar as variáveis e elementos de um controle de


processo. Conhecer modelagem matemática de sistemas dinâmicos. Analisar as
condições de qualidade de um sistema de controle. Identificar controladores
analógicos e digitais.

PROGRAMA

Unidade 1: Introdução a Sistemas de Controle

Histórico/Evolução

Terminologia e conceitos fundamentais (Variáveis e elementos do cont. de


processo, exemplificação com sistemas reais)

Classificação dos sistemas de controle quanto à área de atuação (manufatura,


industrial, não industrial, discreto, contínuos e discretos/bateladas)

Classificação dos sistemas de controle quanto a aplicação (regulatório, servo


mecanismo, numérico, seqüencial e controle de processo)

Classificação dos sistemas de controle quanto à retroação (funções de


transferência)

Diagrama de blocos / álgebra de blocos

Modelamento (finalidades e técnicas)


Unidade 2: Transformada de Laplace

Domínio s.

Transformada e anti-transformada de Laplace;

Principais teoremas;

Sinais típicos utilizados em Controle;

Propriedades;

Teorema do valor inicial, teorema do valor final e exemplos.

Unidade 3: Modelagem de sistemas

Técnicas de modelagem de sistemas: equações diferenciais; funções de


transferência; diagramas de bloco e equações de estado;

Modelagem de sistemas físicos: sistemas mecânicos, elétricos, nível e calor

Unidade 4: Análise de resposta transitória

Regime permanente e transitório de sistemas; conceito de estabilidade;

Critérios de qualidade (Análise de sistemas de 1ª e 2ª ordem) (conceitos de


sensibilidade, exatidão/precisão/erro, linearidade, estabilidade e velocidade de
resposta)

Critérios de estabilidade: HURWITZ/ROUTH;

Lugar das raízes.

Unidade 5: Ações de controle (Controladores)

Controladores on-off; proporcional; derivativo; proporcional integral; proporcional


derivativo; proporcional, integrativo e derivativo.

Noções de sintonia de controladores.

Unidade 6: Simulação computacional de sistemas

Uso de ferramenta computacional para simulação análise de sistemas.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.


Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e


problemas de valores de contorno. 8.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2006/2008. 416 p.
515.35 B789e

BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais elementares e


problemas de valores de contorno. 7.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2002. 416 p. 515.35
B789e

DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 11.ed. Rio de
Janeiro (RJ): LTC, 2009. 659 p. 629.8 D695s

DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle modernos. 8.ed. Rio de
Janeiro (RJ): LTC, 2001. 659 p. 629.8 D695s

LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2008. 856p.
621.381011 L352s

OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 3.ed. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-
Hall do Brasil, 1998/2000. 813 p. 629.8312 O34e

OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 4.ed. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-
Hall do Brasil, 2008/2010. 813 p. 629.8312 O34e

OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5.ed. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-
Hall do Brasil, 2010. 813 p. 629.8312 O34e

OGATA, Katsuhiko. Projeto de sistemas lineares de controle com Matlab. Rio de Janeiro
(RJ): Prentice-Hall do Brasil, 1996. 202 p. 629.832 O34p

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

D'AZZO, John J.; HOUPIS, Constantine H. Análise e projeto de sistemas de controle


lineares. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara, 1988. 660 p. 629.832 D277a

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: INGLÊS INSTRUMENTAL

Código: MECI033
Carga Horária: 40
Número de Créditos: 2
Código pré-requisito: -
Semestre: S4
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Técnicas de tradução de leitura e tradução de textos em língua Inglesa. Aspectos


morfossintático, semântico, gramatical e cultural da língua Inglesa.

OBJETIVO

Saber comunicar-se em língua estrangeira. Compreender textos variados em língua


inglesa. Reconhecer o uso das estruturas gramaticais da língua inglesa

PROGRAMA

1. Conscientização da abordagem da Língua Instrumental – “Sensitizing”.

2. Contraste entre ESP e EGP.

3. Compreensão geral de leitura – “General Comprehension”.

.Iconografia do texto.

Reconhecimento de palavras cognatas.

Identificação de falsas cognatas.

Localização de palavras cognatas.

4. Leitura Rápida do texto: “Skimming”.

5. Leitura detalhada do texto: “Scanning”.

6. O uso da inferência do conteúdo do texto: “Prediction”.

7. O uso das informações do contexto: “Contextual Guessing”.

8. O uso do dicionário.

Termos referentes ao dicionário.


Símbolos.

Exemplos de dicionários: bilíngües e monolíngües.

9. Formação de palavras: “Word Fomation”.

Afixos: sufixos e prefixos.

“Compound Nouns” .

10.Palavras de Ligação/ conectivas: “Linking Words”.

11. Palavras chaves para compreensão dos pontos principais do texto: “Key Words”.

12.Aspectos lingüísticos-morfológicos, sintáticos e semânticos – relevantes para


uma melhor compreensão do texto.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e interativas através da execução de atividades em grupo,


exercícios escritos de compreensão e interpretação textuais e co-elaboração de
atividades textuais.

AVALIAÇÃO

Avaliação contínua através do desempenho diário de cada aluno.

Avaliação formal através de testes, provas e trabalhos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

AMORIM, José Olavo de. Longman gramática escolar da língua inglesa. São
Paulo (SP): Pearson Education do Brasil, 2009. 317 p. ISBN 978-85-872-1447-8.

LIBERATO, Wilson Antônio. Compact english book. São Paulo (SP): FTD, 1998.
431 p. ISBN 85-322-4196-4.

SWAN, Michael. Practical english usage. 3.ed. Oxford (Great Britain): Oxford
University, 2005. 658 p. ISBN 0-19-442098-1.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

HORNBY, A. S. Oxford advanced learner's dictionary of current english. 1. ed.


Oxford (Great Britain): Oxford University, 1985. 1041 p.
MERRIAN - WEBSTER. Webster's ninth new collegiate dictionary. Springfield
(EUA): Merrian - Webster, 1987. 1561 p.

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: TECNOLOGIA MECÂNICA

Código: MECI064
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: CIÊNCIA E TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
Semestre: S5
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Conformação Mecânica. Relação de Transmissão. Ferramentas Manuais. Relação


de Transmissão. Tecnologia da usinagem.

OBJETIVO

Determinar os diversos processos de conformação mecânica. Indicar a ferramenta


apropriada para o trabalho específico; conhecer os mecanismos de transmissão
adequados para uma aplicação; determinar o processo de usinagem para diversas
aplicações na mecânica; escolher pela aplicação o fluido de corte para as situações
de usinagem; reconhecer a usinabilidade dos materiais de construção mecânica.

PROGRAMA

Unidade 1 – Processo de Fundição/Conformação Mecânica.

Laminação, trefilação, extrusão, estampagem.

Noções de: Injeção de plásticos e metais.

Unidade 2 - Relação de Transmissão

Cálculo da velocidade periférica entre duas polias.

Cálculo da relação de transmissão entre duas ou mais polias.

Cálculo da relação de transmissão entre duas ou mais engrenagens.

Cálculo da relação de transmissão entre parafuso sem-fim e coroa.

Cálculo da relação de transmissão entre engrenagem e cremalheira.

Cálculo da relação de transmissão de um sistema misto.

Unidade 3 - Ferramentas Manuais


Estudo dos diferentes tipos de ferramentas manuais na usinagem.

Ferramenta de corte.

Aplicação das ferramentas manuais em operações diversas.

Unidade 4 - Tecnologia da usinagem

Tecnologia dos processos de usinagem que empregam ferramentas de corte de


geometria definida.

Mecanismos de formação de cavaco.

Ferramentas de corte.

Fluidos de corte.

Uso dos fluidos de corte para uma aplicação específica de usinagem.

Usinabilidade.

Condições econômicas de usinagem.

Torneamento, aplainamento, limadura, fresamento, mandrilhamento.

Outros Processos de usinagem.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, demonstrativas e práticas em laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica - v.2. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1986.
621.1 C532t

FREIRE, J. M. Fresadora. Rio de Janeiro (RJ): Livros Técnicos e Científicos, 1983. 173 p.
(Fundamentos de Tecnologia Mecânica). 621.93 F866f

FREIRE, J. M. Instrumentos e ferramentas manuais. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 1984. 184
p. (Fundamentos de Tecnologia Mecânica). 621.908 F866i

FREIRE, J. M. Introdução às máquinas ferramentas. Rio de Janeiro (RJ): Interciência,


1989. 280 p. (Fundamentos de Tecnologia). 621.902 F866i

FREIRE, J. M. Máquinas de serrar e furar. Rio de Janeiro (RJ): Livros Técnicos e


Científicos, 1983. 185 p. (Fundamentos de Tecnologia Mecânica). 621.91 F866m

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ACIONAMENTOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS

Código: CMIN006
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: ELETRÔNICA INDUSTRIAL + SISTEMAS DE CONTROLE
Semestre: S5
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Materiais e equipamentos empregados em circuitos de comando e controle de


cargas diversas e para acionamento de motores elétricos. Tensões nominais de
motores e tipos de ligações. Terminais de motores. Esquemas para ligações de
motores e outras cargas, Montagem de instalações para circuitos de comando e
força. Programação e montagem com módulo lógico programável para comando de
cargas diversas e acionamentos de motores. Diagnóstico de circuitos de comando e
força. Projetos de circuitos de comandos e força, convencional através dos
elementos de circuitos e virtual através do módulo lógico. Layout de quadros
eletromecânicos e eletroeletrônicos
OBJETIVO

Conhecer dispositivos / equipamentos utilizados em comandos eletromecânicos e


eletrônicos. Ler e interpretar desenhos, esquemas e projetos de comandos
eletroeletrônicos. Atuar na concepção de projetos de comandos eletroeletrônicos
PROGRAMA

Unidade 1: Tensões nominais padronizadas e múltiplas. Resolução 505 da ANEEL


(limite de tensão de fornecimento: Adequada, precária e crítica). Tensões usuais de
alimentação.

Unidade 2: Conceitos básicos de acionamentos CC: motor CC com excitação


independente e conversores eletrônicos.

Unidade 3: Conceitos básicos sobre motores de indução monofásicos e trifásicos:


pricipio de funcionamento, principais tipos de ligações dos terminais de motores.

Unidade 4: Comando convencional de motores de indução.

Terminologia empregada em comandos eletroeletrônicos.


Dispositivos de proteção e controle.
Circuitos de comando e força para partida de motores de indução: partida
direta, partida estrela-triângulo e partida compensada.

Unidade 5: Comando eletrônico de motores de indução:

Conceitos básicos das chaves de partidas estáticas.


Circuitos de comando e força das chaves de partidas estáticas;
Parametrização de chaves de partida estática.
Conceitos básicos dos conversores de frequencia (inversores).
Circuitos de comando e força dos conversores de frequencia;
Parametrização dos conversores de frequencia.

Unidade 6: Controlador Lógico Programável.

Definições básicas;
Aplicações gerais.
METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CASTRO, Raimundo César Gênova de. Manual de Comandos Elétricos. IFCE, Fortaleza,
2010,

COTRIM, Ademaro A. M. Bittencourt. Instalações elétricas. 2.ed. São Paulo (SP): McGraw-
Hill do Brasil, 1982. 277 p. 621.3192 C845i

COTRIM, Ademaro A. M. Bittencourt. Instalações elétricas. 3.ed. São Paulo (SP): McGraw-
Hill do Brasil, 1992. 277 p. 621.3192 C845i

COTRIM, Ademaro A. M. Bittencourt. Instalações elétricas. 5.ed. São Paulo (SP): McGraw-
Hill do Brasil, 2009/2010. 496 p. 621.3192 C845i

FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, Charles, Jr.; UMANS, Stephen D. Máquinas elétricas:


com introdução à eletrônica de potência. 6.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2007/2008. 648
p. 621.31042 F553m

GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas


sequenciais com PLCs. 9.ed. São Paulo (SP): Érica, 2009/2010. 236 p. 629.89 G352a

GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas


sequenciais com PLCs. 3.ed. São Paulo (SP): Érica, 2002. 236 p. 629.89 G352a
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

FRANCHI, Claiton Moro. Inversores de freqüência: teoria e aplicações. 2.ed. São Paulo:
Érica, 2011. 192p. 621.3815322 F816i

PAPENKORT, Franz. Esquemas elétricos de comando e proteção. 2.ed.rev.ampl. São


Paulo (SP): EPU, 1989. 136 p. 621.310221 P214e

SILVEIRA, Paulo Rogério da; SANTOS, Winderson E. dos. Automação e controle


discreto. 9.ed. São Paulo (SP): Érica, 2009/2010. 229 p. 629.89 S587a

SILVEIRA, Paulo Rogério da; SANTOS, Winderson E. dos. Automação e controle


discreto. 4.ed. São Paulo (SP): Érica, 2002. 229 p. 629.89 S587a

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA

Código: MECI036
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: MATEMÁTICA APLICADA + MICROCONTROLADORES
Semestre: S5
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Sistemas analógicos. Simbologia e nomenclatura de instrumentação industrial.


Condicionadores de sinais. Sensores e transdutores. Aquisição de dados.

OBJETIVO

Compreender o funcionamento de diversos tipos de sensores e transdutores.


Compreender, ler e interpretar esquemas de plantas industriais. Aplicação de
sensores e transdutores. Interpretar resultados de testes e ensaios com sensores e
transdutores.

PROGRAMA

Unidade 1: Introdução aos sistemas analógicos.

Grandezas analógicas; Teoria e propagação de Erros.

Espectro de freqüência.

Aterramento, Blindagem, Fontes de alimentação e interferências.

Modulação.

Unidade 2: Simbologia e nomenclatura de instrumentação.

Símbolos e nomenclaturas utilizadas em diagramas de processo e


instrumentação industrial.

Classificação de instrumentos em relação a sua função.

Normas.

Unidade 3: Condicionadores de sinais.

Amplificadores de sinais.
Filtros eletrônicos.

Transmissores de sinais e padrões e transmissão analógica.

Conversores analógico / digital.

Conversores digital / analógico.

Unidade 4: Sensores e transdutores.

Medição de grandezas elétricas.

Sensores de temperatura.

Sensores ópticos.

Sensores de vazão.

Sensores de força e pressão.

Sensores de presença, posição e deslocamento.

Sensores de nível.

Sensores de velocidade.

Sensores de gases e pH.

Sensores de aceleração.

Unidade 5: Aquisição de dados.

Equipamentos de aquisição de dados (data logger).

Redes de sensores.

Aplicação de sistemas de aquisição.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e interativas através da execução de atividades em laboratório.

Elaboração de projetos de circuitos de transdutores.

AVALIAÇÃO

Avaliação contínua através do desempenho diário de cada aluno.

Avaliação formal através de testes, provas e trabalhos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

SIGHIERI, Luciano; NISHINARI, Akiyoshi. Controle automático de processos industriais:


instrumentação. 2.ed. São Paulo (SP): Edgard Blücher, 1990. 234 p. 629.8 S575c

SIGHIERI, Luciano; NISHINARI, Akiyoshi. Controle automático de processos industriais:


instrumentação. 2.ed. São Paulo (SP): Edgard Blücher, 2009. 234 p. 629.8 S575c

THOMAZINI, Daniel; ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de. Sensores industriais:


fundamentos e aplicações. 5.ed. São Paulo (SP): Érica, 2008. 220 p. 681.2 T465s

THOMAZINI, Daniel; ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de. Sensores industriais:


fundamentos e aplicações. 7.ed. São Paulo (SP): Érica, 2010. 220 p. 681.2 T465s

THOMAZINI, Daniel; ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de. Sensores industriais:


fundamentos e aplicações. 3.ed. São Paulo (SP): Érica, 2007. 220 p. 681.2 T465s

WERNECK, Marcelo Martins. Transdutores e interfaces. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 1996.
225 p. 621.381536 W491t

DALLY, James W.; RILEY, William F.; MCCONNELL, Kenneth G. Instrumentation for
engineering measurements. 2.ed. New Jersey (EUA): John Wiley & Sons, 1993. 584 p.
621.381548 D147i

DOEBELIN, Ernest O. Measurement systems: application and design. Boston (EUA):


McGraw-Hill, 1990. 960p. 681.2 D649m

PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria,


projetos, aplicações e laboratório. 6.ed. Porto Alegre: Bookman, 2007. 304p. 621.395
P468a

PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e filtros ativos: teoria,


projetos, aplicações e laboratório. 4.ed. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1988. 359 p. 621.395
P468a

RAMSAY, D. C. Principles of engineering instrumentation. Oxford (Great Britain): Butter


Worth Heinemann, 2001. 216 p. 621.381548 R178p

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

PETROBRAS - PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. Instrumentação aplicada. Rio de Janeiro


(RJ): Petrobrás, 2003. 326 p. (Formação de Operadores de Produção e Refino de Petróleo e
Gás ; v. 11) 681.7665 P497i

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO

Código: MECI052
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S5
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Objetivos de uma Empresa e suas funções gerenciais básicas. Evolução da


Estrutura da Organização de uma Empresa. Fluxo de Informações do PCP.
Organização de uma empresa prestadora de serviços. Organização da produção.
Kanban. O Sistema MRP. Layout da Instalação de um Sistema Produtivo

OBJETIVO

Ter visão geral do funcionamento do departamento de pcp, através do conhecimento


das funções do pcp, do fluxo e estrutura das informações, dos métodos de
previsões, planejamentos das operações, políticas externas de produção,
balanceamento de linhas, controle de estoques, etc. Conhecer os sistemas
alternativos de PCP. Conhecer os fundamentos do planejamento estratégico.
Conhecer a evolução de uma empresa a partir de seu embrião. Conhecer as
funções gerenciais básicas para a criação de PCP.

PROGRAMA

Objetivos de uma empresa e suas funções gerenciais básicas.

Evolução da estrutura da organização de uma empresa.

Fluxo de Informações do PCP.

Organização de uma empresa prestadora de serviços.

Organização da Produção.

Kanban.

O Sistema MRP.

Layout da Instalações de um Sistema Produtivo.


METODOLOGIA DE ENSINO

Aula expositiva, aula prática, trabalho individual, trabalho em grupo, pesquisa.

AVALIAÇÃO

Avaliações teóricas.

Avaliações práticas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e operações. São Paulo (SP):


Thomson Learning, 2006. 619 p. 658.5 M838a

RUSSOMANO, Victor Henrique. Planejamento e controle da produção. 6.ed. São Paulo


(SP): Pioneira, 2000. 320 p. 658.503 R969p

TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de planejamento e controle da produção. 2.ed. São


Paulo (SP): Atlas, 2000. 217 p. 658.5 T885m

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LIKER, Jeffrey K. O modelo Toyota: manual de aplicação: um guia prático para a


implementação dos 4 PS da Toyata. Porto Alegre: Bookman, 2007. 432p. 658.5 L727m
658.5 L727m

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: CONTROLE DE QUALIDADE

Código: MECI013
Carga Horária: 40
Número de Créditos: 2
Código pré-requisito: -
Semestre: S5
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Controle Estatístico de Processo. Introdução à Estatística: conceitos básicos; análise


exploratória de dados (medidas de posição e de dispersão, distribuição de
freqüência e histograma). Outras ferramentas da qualidade: cartas de controle
(distribuição Normal de probabilidade, análise da capacidade e desempenho de
processos), folha de verificação, brainstorming, diagrama de Ishikawa, diagrama de
Pareto, diagrama de dispersão, estratificação, fluxograma. Gerenciamento da Rotina
do Trabalho do Dia-a-Dia: gerenciar para manter resultados e gerenciar para
melhorar resultados;.

OBJETIVO

Reconhecer a necessidade do estabelecimento da Qualidade Total por toda a


Empresa. Utilizar ferramentas estatísticas no controle da qualidade de processos.

PROGRAMA

Unidade 1: Introdução à Estatística para a Qualidade.

Unidade 2: Gerenciamento da Rotina.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas. Trabalhos em equipes. Pesquisas de campo. Jogos empresariais.


Avaliação individual.

AVALIAÇÃO

Testes de conhecimento baseados no conteúdo das aulas ministradas, bem como


em listas de exercícios a serem resolvidas totalmente ou parcialmente em sala de
aula.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CERQUEIRA, Jorge Pereira de. Sistemas de gestão integrados: ISO 9001, ISO 14001,
OHSAS 18001, SA 8000, NBR 16001: conceitos e aplicações. Rio de Janeiro (RJ):
Qualitymark, 2007. 499 p. 658.562 C416s

JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade - v.1. São Paulo (SP): Makron
Books do Brasil, 1991. 658.562 J95c

JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade - v.2. São Paulo (SP): Makron
Books do Brasil, 1991. 658.562 J95c

JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade - v.3. São Paulo (SP): Makron
Books do Brasil, 1991. 658.562 J95c

PALADINI, Edson Pacheco et al. Gestão da qualidade: teoria e casos. Rio de Janeiro (RJ):
Elsevier, 2006. 355p. 658.562 G393

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LIKER, Jeffrey K. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do maior fabricante do mundo.


Porto Alegre: Bookman, 2007. 316p. 658.5 L727m

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: USINAGEM

Código: MECI066
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: METROLOGIA DIMENSIONAL + TECNOLOGIA MECÂNICA
Semestre: S6
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Ferramentas manuais; Usinagem em máquinas-ferramentas tipo plainas, furadeiras,


tornos e fresadoras convencionais.

OBJETIVO

Identificar e empregar ferramentas manuais. Empregar corretamente os


instrumentos de medidas. Identificar e operar máquinas operatrizes convencionais.
Proceder cálculos inerentes às operações de usinagem. Identificar, escolher e
empregar as ferramentes de usinagem adequadas às operações.

PROGRAMA

Ferramentas manuais: identificação e emprego de ferramentas manuais de corte e


traçado e emprego de instrumentos de medidas.

Plainas limadoras: nomenclatura, dados técnicos, funcionamento e operações de


aplainamento.

Furadeiras: nomenclatura, dados técnicos, funcionamento e operações de furação.

Tornos paralelos: nomenclatura, dados técnicos, funcionamento e operações de


torneamento cilíndrico, cônico e de abertura de roscas e de canais.

Fresadoras: nomenclatura, dados técnicos, funcionamento e operações de


fresamento plano; confecções de engrenagens cilíndricas de dentes retos e
helicoidais.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas teóricas.

Aulas práticas em laboratório.


AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

FREIRE, J. M. Fresadora. Rio de Janeiro (RJ): Livros Técnicos e Científicos, 1983.


173 p. (Fundamentos de Tecnologia Mecânica). 621.93 F866f

FREIRE, J. M. Instrumentos e ferramentas manuais. Rio de Janeiro (RJ): LTC,


1984. 184 p. (Fundamentos de Tecnologia Mecânica). 621.908 F866i

FREIRE, J. M. Introdução às máquinas ferramentas. Rio de Janeiro (RJ):


Interciência, 1989. 280 p. (Fundamentos de Tecnologia). 621.902 F866i

FREIRE, J. M. Máquinas de serrar e furar. Rio de Janeiro (RJ): Livros Técnicos e


Científicos, 1983. 185 p. (Fundamentos de Tecnologia Mecânica). 621.91 F866m

FREIRE, J. M. Materiais de construção mecânica. Rio de Janeiro (RJ): Livros


Técnicos e Científicos, 1983. 240 p. (Fundamentos de Tecnologia Mecânica).
620.11 F866m

STEMMER, Caspar Erich. Ferramentas de corte - v.1. Florianópolis (SC): UFSC,


1995. v.1. (Didática). 621.93 S824f

STEMMER, Caspar Erich. Ferramentas de corte - v.2. Florianópolis (SC): UFSC,


1995. v.2. (Didática). 621.93 S824f

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ACIONAMENTO HIDRÁULICO E PNEUMÁTICO

Código: MECI001
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: ACIONAMENTOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS
Semestre: S6
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Meios de transmissão e fontes de energia hidráulica e pneumática; Válvulas e


atuadores hidráulicos e pneumáticos; comandos hidráulicos e pneumáticos básicos,
circuitos combinacionais e seqüenciais; eletropneumática e eletrohidráulica;
acionamentos através de CLP; práticas em bancada.

OBJETIVO

Identificar equipamentos hidráulicos e pneumáticos. Interpretar circuitos hidráulicos


e pneumáticos. Projetar e instalar circuitos hidráulicos e pneumáticos,
eletrohidráulicos e eletropneumáticos. Dar manutenção em equipamentos hidráulicos
e pneumáticos, eletrohidráulicos e eletropneumáticos.

PROGRAMA

UNIDADE 1: INTRODUÇÃO

Campos de aplicação de hidráulica e pneumática, vantagens e desvantagens.


Revisão de termodinâmica, propriedades físicas e características do ar atmosférico,
princípio de Pascal, Unidades de medidas de pressão.

UNIDADE 2: FLUIDOS HIDRÁULICOS.

Funções, propriedades e características, tipos e aplicações.

UNIDADE 3: COMPRESSORES

Classificação, características, métodos de regulagem, aplicações e simbologia.

UNIDADE 4: BOMBAS HIDRÁULICAS.

Tipos, características, aplicações e simbologia.

UNIDADE 5: EQUIPAMENTOS DE TRATAMENTO DO AR COMPRIMIDO. Filtros,


drenos, resfriadores secadores e lubrificadores: Necessidade de uso, tipos,
aplicações e simbologia.

UNIDADE 6: CILINDROS E MOTORES PNEUMÁTICOS E HIDRÁULICOS.

Tipos construtivos, características, aplicações, controle de velocidade, cálculos de


força e consumo de ar, simbologia. Prática em bancada.

UNIDADE 7: VÁLVULAS DE PRESSÃO.

Funções, tipos, aplicações e simbologia.

UNIDADE 8: VÁLVULAS DIRECIONAIS E DE FLUXO.

Tipos construtivos, funções, nº de vias e posições, acionamento e retorno,


simbologia.

UNIDADE 9: SERVOVÁLVULAS E VÁLVULAS PROPORCIONAIS.

princípios, tipos de acionamentos, aplicações e simbologia. Noções de direções


hidráulicas automotivas.

UNIDADE 10: CIRCUITOS PNEUMÁTICOS E HIDRÁULICOS.

Aplicações, estrutura, comandos básicos, circuitos seqüenciais, técnicas de


acionamento. Prática em bancada.

UNIDADE 11: Noções de eletropneumática e eletrohidráulica.

Vantagens e aplicações, componentes, comandos básicos, circuitos combinacionais,


circuitos seqüenciais temporizados. Prática em bancada.

UNIDADE 12: ACIONAMENTOS ATRAVÉS DE CLP.

Emprego do CLP na montagem de circuitos pneumáticos e hidráulicos, através da


linguagem Ladder. Prática em bancada.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e interativas através da execução de atividades em laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL, Valdir. Automação eletropneumática. 11.ed.


São Paulo (SP): Érica, 2008/2010. 137 p. 629.8045 B697a

BONACORSO, Nelso Gauze; NOLL, Valdir. Automação eletropneumática. 6.ed.


São Paulo (SP): Érica, 2002. 137 p. 629.8045 B697a

FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação hidráulica: projetos, dimensionamento e


análise de circuitos. 5.ed. São Paulo (SP): Érica, 2009/2010. 284 p. 629.8042
F438a

FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação hidráulica: projetos, dimensionamento e


análise de circuitos. 4.ed. São Paulo (SP): Érica, 2006. 284 p. 629.8042 F438a

FIALHO, Arivelto Bustamante. Automação pneumática: projetos, dimensionamento


e análise de circuitos. 6.ed. São Paulo (SP): Érica, 2008/2011. 324 p. 629.8045
F438a

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

CENTRO DIDÁTICO DE AUTOMAÇÃO SCHRADER BELLOWS. Princípios


básicos, produção, distribuição e condicionamento do ar comprimido. São
Paulo (SP): [s.n.], s.d. 103 p. 621.51 C397p

COSTA, Ennio Cruz da. Compressores. São Paulo (SP): Edgard Blücher, 1978. 172
p. 621.6 C837c

MEIXNER, H.; KOBLER, R. Análise e montagem de sistemas pneumáticos. s.l.:


Festo Didactic, 1976. 188 p. 621.51 M515a

MEIXNER, H.; KOBLER, R. Introdução à pneumática. s.l.: Festo Didactic, 1987.


621.51 M515i

MEIXNER, H.; SAUER, E. Introdução a sistemas eletropneumáticos. São Paulo


(SP): Festo Didactic - Brasil, 1987. 161 p. 629.804 M515i

PEQUENO, Doroteu Afonso Coelho. Hidráulica e pneumática. Fortaleza (CE):


CEFET-CE, 2008. 170p. 621.51 P425h (Apostila)

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: ROBÓTICA I

Código: MECI057
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA +MECANISMOS
Semestre: S6
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Sistemas de coordenadas. Tipos e estrutura de robôs. Rotação e translação de


corpos rígidos. Modelagem Cinemática direta. Modelagem Cinemática inversa.
Planejamento de trajetórias. Modelagem Dinâmica de Manipuladores. Controle de
manipuladores antropomórfico. Simuladores. Programação de robôs industriais

OBJETIVO

Fornecer aos alunos os conceitos e as ferramentas básicas necessários para a


modelagem matemática, a análise e o controle de robôs industriais. Lidar com
objetos espaciais. Conhecer e distinguir tipos de robôs industriais. Equacionar a
dinâmica de manipuladores. Especificar um sistema robótico. Equacionar situações
reais da robótica. Capacitar os alunos a programar robôs industriais.

PROGRAMA

Unidade 1: Álgebra linear

Sistemas de coordenadas

Descrição de objetos no espaço cartesiano

Operações básicas com matrizes

Movimento no espaço

Unidade 2: Fundamentos da Robótica

Tipos de robôs: estrutura e tipologia dos manipuladores

Cinemática direta

Cinemática inversa

Análise e controle de movimentos dos robôs.


Modelagem dinâmica e controle de movimentos.

Geração de trajetórias.

Unidade 3: Planejamento e controle de trajetória

Localização de robôs móveis

Navegação de robôs móveis

Planejamento de trajetória

Controle de trajetória

Unidade 4: Linguagens e programação de robôs

Instruções de movimento

Instruções de IO

Estruturas de dados

Sistemas de coordenadas

Instruções de controle de programa

Simulação off-line

Utilização de arquivos (Leitura e escrita)

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas

Uso de simuladores

Programação de robô industrial.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BEKEY, George A. Autonomous robots: from biological inspiration to implementation and


control. Massachusetts (EUA): Massachusetts Institute of Technology - MIT, 2005. 577 p.
629.892 B424a

CRAIG, John J. Introduction to robotics: mechanics and control. 3.ed. Upper Saddle River
(NJ): Pearson Prentice Hall, 2005. 400 p. 629.891 C886i
MITTAL, R. K.; NAGRATH, I. J. Robotics and control. New Delhi: Tata McGraw-Hill, 2006.
487p. 629.892 M685r

ROSÁRIO, João Maurício. Princípios de mecatrônica. São Paulo (SP): Pearson Prentice
Hall, 2006. 356p. 629.89 R789p

SALANT, Michael A. Introdução à robótica. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1990. 145 p.
629.892 S161i

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MADRID, Marconi Kolm. Curso sobre robôs industriais. Fortaleza (CE): Universidade
Federal do Ceará - UFC, 1992. 92 p. 629.892 M183c

SALES JÚNIOR, Esdras Ferreira. Sistema de controle inteligente para um braço


robótico. Campina Grande (PB): UFPB, 1997. 70 p. Dissertação (Mestrado) D 006.3
S163s

BEKEY, George A. Autonomous robots: from biological inspiration to implementation and


control. Massachusetts (EUA): Massachusetts Institute of Technology - MIT, 2005. 577 p.
629.892 B424a

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: SISTEMAS DE CONTROLE DISTRIBUÍDO

Código: MECI060
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: ACIONAMENTOS DE MÁQUINAS ELÉTRICAS
Semestre: S6
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Conceitos de Automação industrial; Introdução a Controladores Lógicos


Programáveis (CLP); Norma IEC 61131-3; Programação LADDER; Desenvolvimento
de Aplicativos utilizando LADDER (laboratório); Sistemas SCADA; Desenvolvimento
de Aplicativos SCADA (laboratório).

OBJETIVO

Estudar implementação de sistemas de controle baseados em CLP e sistemas


SCADA para os sistemas de manufatura e controle de processos.

PROGRAMA

Unidade 1: Controladores Lógicos Programáveis

Introdução a Automação Industrial;

Controladores industriais (tipos, características e aplicações);

Norma IEC 61131-3;

Programação LADDER;

Introdução a GRAFCET e

Desenvolvimento de Aplicativos utilizando LADDER (laboratório).

Unidade 2 : SCADA

Sistema de aquisição de dados e controle supervisório;

Características dos sistemas SCADA;

Arquitetura distribuída;

Interface homem-máquina gráfica;


Exemplos aplicativos e

Desenvolvimento de Aplicativos SCADA (laboratório).

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, demonstrativas e práticas em laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de; ALEXANDRIA, Auzuir Ripardo de. Redes
industriais: aplicações em sistemas digitais de controle distribuído: protocolos
industriais; aplicações SCADA. Fortaleza (CE): Livro Técnico, 2007. 253 p.
629.892 A345r

CAMPOS, Mário Cesar M. Massa de; TEIXEIRA, Herbert C. G. Controles típicos de


equipamentos e processos industriais. São Paulo: Edgard Blücher: Petrobrás,
2008. 396p. 629.895 C198c

CAMPOS, Mário Cesar M. Massa de; TEIXEIRA, Herbert C. G. Controles típicos de


equipamentos e processos industriais. 2.ed. São Paulo: Edgard Blücher:
Petrobrás, 2010. 396p. 629.895 C198c

CAPELLI, Alexandre. Automação industrial: controle do movimento e processos


contínuos. 2.ed. São Paulo: Érica, 2008/2010. 236p. 629.895 C238a

MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plínio de Lauro. Engenharia de


automação industrial. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2007. 347 p. 629.89 M827e

NATALE, Ferdinando. Automação industrial. 10.ed. São Paulo (SP): Érica,


2008/2009. 234 p. (Série Brasileira de Tecnologia). 629.89 N271a

NATALE, Ferdinando. Automação industrial. 4.ed. São Paulo (SP): Érica, 2002.
234 p. (Série Brasileira de Tecnologia). 629.89 N271a

SILVEIRA, Paulo Rogério da; SANTOS, Winderson E. dos. Automação e controle


discreto. 9.ed. São Paulo (SP): Érica, 2009/2010. 229 p. 629.89 S587a

SILVEIRA, Paulo Rogério da; SANTOS, Winderson E. dos. Automação e controle


discreto. 4.ed. São Paulo (SP): Érica, 2002. 229 p. 629.89 S587a
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de. Controladores industriais. Fortaleza:


CEFETCE, 2007. 52p. 629.89 A345c (Apostila)

FRANCHI, Claiton Moro; CAMARGO, Valter L. A. de. Controladores lógicos


programáveis: sistemas discretos. 2.ed. São Paulo: Érica, 2009/2011. 352p.
629.89 F816c

GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas


sequenciais com PLCs. 9.ed. São Paulo (SP): Érica, 2009/2010. 236 p. 629.89
G352a

GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: descrição e implementação de sistemas


sequenciais com PLCs. 3.ed. São Paulo (SP): Érica, 2002. 236 p. 629.89 G352a

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: CAM CNC CIM

Código: MECI008
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR + TECNOLOGIA MECÂNICA

Semestre: S7
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Programação NC; Sistema CAD/CAM; Descrição do sistema CAD/CAM; Software de


CAD/CAM - MasterCam; Comandos para geração de primitivas geométricas;
Comandos para a edição de um desenho; Projetar através do CAD; Desenho de
ferramentas; Desenho da peça a ser usinada; Gerar e transmitir o programa NC para
a máquina; Usinagem; Definição e histórico do CIM; Célula de manufatura flexível
(FMS); Componentes CIM, integração de dados e operações; Gerenciamento da
informação dos componentes CIM; Procedimentos e gerenciamento de projeto para
desenvolver uma estratégia CIM; Definição das cadeias de processo CIM; Software
de aplicações (ERP, MES); Casos CIM

OBJETIVO

Reconhecer as máquinas com Comando Numérico Computadorizado; Conhecer a


linguagem de máquinas NC; Conhecer um sistema CAD/CAM: suas vantagens e
aplicações; Identificar uma célula de fabricação flexível; Reconhecer um sistema
integrado de manufatura por computador, suas vantagens e desvantagens.

PROGRAMA

UNIDADE 1: PROGRAMAÇÃO CNC

Reconhecer o torno Comando Numérico Computadorizado.

Elaborar programas aplicados a torno CNC e fresadora CNC .

Analisar o funcionamento do torno CNC.

Executar operações fundamentais na usinagem de peças no torno CNC.

UNIDADE 2: SISTEMA CAD/CAM

Descrição do sistema CAD/CAM.


Software de Cad/Cam - MasterCam.

Comandos para geração de primitivas geométricas.

Comandos para a edição de um desenho.

Projetar através do CAD.

Desenho de ferramentas.

Desenho da peça a ser usinada.

Gerar o programa NC.

Transmissão do programa gerado para o trono CNC.

Usinagem da peça.

UNIDADE 3: INTRODUÇÃO AO CIM

Conceitos

Histórico

Sistemas Produtivos de Manufatura

PCP informatizado

UNIDADE 4: TECNOLOGIA CIM

Elementos do CIM

Modelo Y

Tecnologias de Implementação

ERP (Planejamento de Recursos Empresariais

FMS (Sistemas Flexíveis de Manufatura)

Noções de Robótica

UNIDADE 5: PRÁTICA EM CIM

Planta CIM: Características e Aplicações

Robótica Aplicada (FMS): - Visão Artificial; Robô FANUC; CNC Romi.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO
Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório

Projeto.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

BLACK, J. T. O Projeto da fábrica com futuro. Porto Alegre (RS): Bookman, 2001. 288 p.
658.5 B627p

IFAO - INFORMATIONSSYSTEME GMBH. Comando numérico CNC: técnica


operacional: curso básico. São Paulo (SP): EPU, 1984. 176 p. 621.9023 I23c

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: GESTÃO DA MANUTENÇÃO

Código: MECI028
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S7
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Importância e Evolução Histórica da Manutenção. Conceitos Básicos da


Manutenção. Estratégias de Manutenção. Técnicas Preditivas e de Inspeção
Estrutura e Organização da Manutenção. Planejamento e Controle da Manutenção.
Confiabilidade, Disponibilidade e Manutenibilidade. Manutenção Centrada na
Confiabilidade - RCM. Manutenção Produtiva Total – TPM. Engenharia de
Manutenção. Mecanismos e Análise de Falhas. Custos de Manutenção. Avaliação e
Indicadores de Manutenção. Documentos e Registro de Manutenção. Riscos
ambientais de residuos industriais.

OBJETIVO

Proporcionar aos alunos conhecimentos sólidos no campo gerencial voltados para a


manutenção industrial, com uma visão integrada dos conceitos, técnicas e
estratégicas da manutenção, visando desenvolver competência para tomar decisões
no âmbito da Gestão da Manutenção.

PROGRAMA

Unidade 1: Aspectos Conceituais de Manutenção

Unidade 2: Aspectos Gerenciais de Manutenção

Unidade 3: Gestão Ambiental: Descarte de Residuos da Manutenção

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas.

Trabalhos em equipes.

AVALIAÇÃO
Pesquisas de campo.

Avaliação individual.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

KARDEC, Alan; LAFRAIA, João Ricardo. Gestão estratégica e confiabilidade. Rio de


Janeiro (RJ): Qualitymark : ABRAMAN, 2002. 90 p. (Manutenção; v. 4). 658.202 K18g

KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção: função estratégica. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Qualitymark, 2001. 267 p. 658.27 K18m

KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção: função estratégica. 3.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Qualitymark, 2009/2010. 267 p. 658.27 K18m

KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção: função estratégica. Rio de Janeiro (RJ):
Qualitymark, 1998. 267 p. 658.27 K18m

KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio; BARONI, Tarcísio. Gestão estratégica e técnicas


preditivas. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark : ABRAMAN, 2002. 136 p. (Manutenção; v. 2).
658.202 K18g

KARDEC, Alan; RIBEIRO, Haroldo. Gestão estratégica e manutenção autônoma. Rio de


Janeiro (RJ): Qualitymark : ABRAMAN, 2002. 117 p. (Manutenção; v. 7). 658.202 K18g

SIQUEIRA, Iony Patriota de. Manutenção centrada na confiabilidade: manual de


implementação. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark, 2005. 374 p. 658.54 S618m

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

NEPOMUCENO, L. X. (Coord.). Técnicas de manutenção preditiva - v.1. São Paulo (SP):


Edgard Blücher, 1989. v. 1. 658.202 T255

NEPOMUCENO, L. X. (Coord.). Técnicas de manutenção preditiva - v.2. São Paulo (SP):


Edgard Blücher, 1989. v.2. 658.202 T255

VIANA, Herbert Ricardo Garcia. PCM, planejamento e controle da manutenção. Rio de


Janeiro (RJ): Qualitymark, 2002. 167 p. 658.27 V614p

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: SISTEMA DE SUPERVISÃO

Código: MECI059
Carga Horária: 120
Número de Créditos: 6
Código pré-requisito: SISTEMAS DE CONTROLE DISTRIBUÍDO
Semestre: S7
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Modelagem e controle de sistemas automatizados. Sistemas de manufatura e redes


de Petri. Análise de rede de Petri. Introdução às redes de Petri de alto nível.
Modelagem e supervisão de Sistemas de Manufatura usando redes de Petri.

OBJETIVO

Conhecer as diversas fases do projeto de um produto. Entender o conceito de


Sistemas Automatizados de Manufatura. Entender e usar ferramentas para
modelagem de sistemas a eventos discretos. Entender os conceitos básicos da
Teoria de Controle Supervisório utilizando Redes de Petri. Conhecer as Técnicas de
Modelagem e Supervisão de Sistemas de Manufatura usando Redes de Petri.

PROGRAMA

Unidade 1: Sistemas de Manufatura: Fabricando um Produto, Modelagem e


Problemas de Controle.

Unidade 2: Conceitos de autômatos e linguagens, Redes de Petri: Sistemas a


Eventos Discretos, Definição Formal, Classes e Propriedades, Análise das Redes de
Petri.

Unidade 3: Introdução às Redes de Petri de Alto Nível: Redes Temporizadas, Redes


de Petri Coloridas.

Unidade 4: Introdução à Teoria de Controle Supervisório: Definição clássica,


Controle Supervisório e Redes de Petri.

Unidade 5: Modelagem e Supervisão de Sistemas de Manufatura usando Redes de


Petri: Modelamento e Controle de Manufaturas com Redes de Petri.

METODOLOGIA DE ENSINO
Aulas expositivas e atividades práticas no laboratório.

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

Avaliação das atividades desenvolvidas em laboratório.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

DESEL, Jörg; ESPARZA, Javier. Free choise Petri nets. Cambridge (England): Cambridge
University Press, 1995. 244 p. 658.40352 D451f

MIYAGI, Paulo Eigi. Controle programável: fundamentos do controle de sistemas a


eventos discretos. São Paulo (SP): Blucher, 2007. 194 p. 629.895 M995c

MONTGOMERY, Eduard. Introdução aos sistemas a eventos discretos e à teoria de


controle supervisório. Rio de Janeiro (RJ): Alta Books. 120 p. 629.8312 M787i

MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plínio de Lauro. Engenharia de automação


industrial. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2007. 347 p. 629.89 M827e

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

LIMA, Itamar de Souza. Uma Ferramenta interativa baseada em redes de PETRI para
modelagem, simulação e análise de sistemas complexos. Campina Grande (PB): UFPB,
1997. 103 p. Dissertação (Mestrado) D 005.73 L732f

SOUSA, José Renato de Brito. Modelagem e supervisão de bancos de baterias em


sistemas de múltiplas fontes de energia utilizando redes de Petri. Campina Grande
(PB): UFCG, 2008. 184 p. Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica - Área de
Concentração: Processamento da Informação) T 621.312424 S725m

SOUSA, José Renato de Brito. SuperSin: uma ferramenta para sínteses de supervisores
baseada em Redes de Petri com funções de habilitação das transições. Fortaleza (CE):
Universidade Federal do Ceará - UFC, 2002. 107 p. Dissertação (Mestrado) D 629.89
S725s

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

Código: IND.012
Carga Horária: 40
Número de Créditos: 2
Código pré-requisito:
Semestre: S7
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

A natureza da ciência e da pesquisa: relação entre ciência, verdade, senso comum e


conhecimento. A produtividade do conhecimento científico. A pesquisa como
instrumento de intervenção. O projeto de pesquisa e seus componentes.
Abordagens alternativas de pesquisa. Técnicas de pesquisa: análise documental,
amostragem, coleta e análise de dados. Monografias, relatórios, artigos,
dissertações, teses e livros. Paráfrase, citação; referências e bibliografia;
apresentação de relatórios científicos; honestidade acadêmica.

OBJETIVO

Apresentar ao aluno as normas de desenvolvimento de trabalhos científicos bem


como orientação no sentido de elaboração de trabalhos escritos levando em conta a
honestidade e as normas acadêmicas.

PROGRAMA

UNIDADE I: Introdução ao método científico.

Analisar criticamente o conceito de ciência distinguindo os diferentes níveis de


conhecimentos e o método científico.

- Objetivos da Universidade e níveis de conhecimentos;

- Definição e história do desenvolvimento do método;

- O conceito de ciência.
UNIDADE II: Trabalhos acadêmicos e profissionais.

Identificar a configuração e justificar a finalidade de cada trabalho acadêmico e


profissional.

- Fichamentos;

- Resumos;

- Resenhas;

- Relatórios técnico-científicos (relatório de visita, de viagem, de estágio, etc.).

UNIDADE III: Pesquisa e trabalhos científicos.

Elaborar trabalhos de pesquisa científica, utilizando as técnicas e métodos sugeridos


nas NBR/ABNT.

- Definição de método e de pesquisa científica;

- Tipos de pesquisas científicas;

- Etapas da produção do trabalho de pesquisa científica;

- Elaboração do trabalho científico.

UNIDADE IV: Citações, roda pé e referências bibliográficas.

Diferenciar citações textuais e citações não textuais e conhecer os elementos


essenciais de uma referência bibliográfica.

- Definição e tipos de citações;

- Finalidade do rodapé;

- Referências bibliográficas.
V – Prática de escrita

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas teóricas.

Desenvolvimento e apresentação de trabalhos de natureza científica pelos alunos.

Acompanhamento dos trabalhos escritos em conjunto com o orientador

AVALIAÇÃO

Avaliação do conteúdo teórico.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 19.ed. São Paulo (SP): Perspectiva, 2005.
174p. 001.42 E19c

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 20.ed. São Paulo (SP): Perspectiva, 2006.
174p. 001.42 E19c

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21.ed. São Paulo (SP): Perspectiva,
2007/2008. 174p. 001.42 E19c

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 23.ed. São Paulo (SP): Perspectiva, 2010.
174p. 001.42 E19c

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho


científico. 6.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2001/2006. 219p. 001.42 M321m

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São


Paulo (SP): Cortez, 2002. 335p. 001.42 S498m

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São


Paulo (SP): Cortez, 2007. 335p. 001.42 S498m

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de


metodologia científica. 6.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2005. 315p. 001.42 M321m

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: PROJETO SOCIAL

Código: TELM053
Carga Horária: 40
Número de Créditos: 2
Código pré-requisito: -
Semestre: S8
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Fundamentos Sócio-Político-Econômico da realidade brasileira; Metodologia e


técnica de elaboração de projetos; Vivenciar práticas solidárias junto a comunidades
carentes; Desenvolver uma cultura solidária de partilha e de compromisso social, de
modo que possam construir e exercitar a sua cidadania vivenciando-a com a do
outro; Contribuir para melhoria da qualidade de vida dos cidadãos envolvidos no
projeto.

OBJETIVO

Compreender as relações que se estabelecem entre os grupos humanos nos


diferentes espaços. Entender as diversas e múltiplas possibilidades existentes na
sociedade a partir da experiência do presente. Desenvolver a criatividade, a
capacidade para debater problemas. Reconhecer direitos e responsabilidades como
agente de mudança mediante situações que permitam o exercício da crítica.
Construir laços de identidade pessoal e social e consolidar a formação da cidadania.
Analisar criticamente a relação entre os indivíduos e o espaço social e físico que
ocupam. Ver-se como cidadão situado historicamente no seu tempo e espaço social.
Desenvolver a capacidade de relacionamento e convivência social harmoniosa.
Desenvolver a capacidade de compreensão, de observação, de argumentação, de
raciocínio, de planejamento e de formular estratégias de ação.

PROGRAMA

Discussão em sala de aula dos objetivos e fins dos projetos sociais.

Acompanhamento e/ou visitas “In loco” das atividades sociais desenvolvidas nas
comunidades.

Simulação em sala de aula de “cases” direcionados as formas de participação social


e de resolução de problemas.

Convite às entidades voltadas à assistência social ao CEFET, para divulgação de


suas necessidades.

Realização de Workshop no final do semestre.

METODOLOGIA DE ENSINO

Discussão em sala de aula dos objetivos e fins dos projetos sociais.

Acompanhamento e/ou visitas “In loco” das atividades sociais desenvolvidas nas
comunidades.

Simulação em sala de aula de “cases” direcionados as formas de participação social


e de resolução de problemas.

Convite as entidades voltadas à assistência social ao CEFET, para divulgação de


suas necessidades.

Realização de Workshop no final do semestre.

AVALIAÇÃO

A avaliação da será processual no acompanhamentos dos trabalhos sociais


desenvolvidos em campo.

Ao término das efetivas 40 horas será realizado um Workshop na socialização e


divulgação do trabalho realizado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor. São


Paulo (SP): Saraiva, 2006. 278 p. 658.11 C532e

DEMO, Pedro. Participação é conquista: noções de política social. 5.ed. São Paulo:
Cortez, 2001. 176p. 323.042 D383p

DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo (SP): Cultura Editores Associados,
1999. 312 p. 658.11 D659s

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: GESTÃO EMPRESARIAL

Código: MECI029
Carga Horária: 40
Número de Créditos: 2
Código pré-requisito: -
Semestre: S8
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Relações de trabalho. Modelos de organizações empresariais e associações de


trabalho. Áreas de produção de bens e serviços. Código de defesa do consumidor.
Oportunidades de negócios. O caráter inovador. Avaliação de mercado.
Planejamento organizacional. Ética profissional e social, gerenciamento de residuos
sólidos e formas de minimizar o impacto ambiental com base na legislação vigente.
Plano de Negocio (trabalho). Questões etnico-racial.

OBJETIVO

Identificar modelos de organização empreendedora. Conhecer direitos e deveres do


consumidor. Compreender um projeto organizacional

PROGRAMA

Unidade 1

Períodos da Revolução Industrial;

Princípios da Administração Cientifica;

Pensamento de Taylor, Fayol, Ford;

Unidade 2

Conceitos básicos da administração;

Estrutura organizacional;

Objetivos competitivos;

Funções da administração;

Variáveis da administração;
Níveis e setores das organizações e empresas;

Unidade 3

Macro e micro ambiente;

Processo de planejamento financeiro;

Pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças;

Noções de planejamento estratégico;

Unidade 4

Características do empreendedor;

Necessidades do empreendedor;

Oportunidades de negócio;

Inovação, Inteligência competitiva;

Unidade 5

Gestão de pessoas

Gestão financeira;

Formação de preço

Unidade 6

Plano de negócio

Unidade 7

Gerenciamento de Residuos Sólidos.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas, discussão de textos, apresentação e discussão de filmes.

AVALIAÇÃO

Avaliações teóricas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao espírito


empreendedor. São Paulo (SP): Saraiva, 2006. 278 p. 658.11 C532e

DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo (SP): Cultura Editores


Associados, 1999. 312 p. 658.11 D659s

DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em


negócios. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier, 2005. 293 p. 658.11 D713e

SALIM, Cesar Simões et al. Construindo planos de negócios: todos os passos


necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. 3.ed. Rio de Janeiro
(RJ): Elsevier, 2005. 338 p. 658.11 C758 Acompanha CD – Cds 244/253

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru. Administração de projetos: como transformar


idéias em resultados. 2.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2006. 281 p. 658.404 M464a

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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PROGRAMA DE UNIDADE DIDÁTICA – PUD

DISCIPLINA: PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Código: MECI053
Carga Horária: 80
Número de Créditos: 4
Código pré-requisito: -
Semestre: S8
Nível: GRADUAÇÃO
EMENTA

Natureza da ciência e da pesquisa relação entre ciência, verdade, senso comum e


conhecimento. Definições referentes ao conhecimento, a ciência, a tecnologia e
metodologia e projeto de pesquisa científica, sua classificação e as etapas do
planejamento. Diretrizes para elaboração de projetos de pesquisa, monografias,
dissertações, teses e artigos científicos. Estruturação de um trabalho científico de
pesquisa com seus tópicos e elementos. Utilização de normas ABNT para
elaboração e formatação do TCC. Estruturação da apresentação do TCC com tema
relativo a área de Mecatrônica.

OBJETIVO

Proporcionar aos alunos conhecimentos sobre projeto e metodologia de pesquisa


científica, apresentando os elementos que compõem um trabalho acadêmico,
fundamentado em literaturas e normas, para a elaboração e apresentação do
trabalho de conclusão de curso (TCC).

PROGRAMA

Unidade 1: Metodologia Científica.

Unidade 2: Elaboração do TCC.

Unidade 3: Apresentação do TCC.

METODOLOGIA DE ENSINO

Aulas expositivas. Trabalhos em equipes. Pesquisas de bibliográficas.

AVALIAÇÃO

Avaliação individual através da elaboração e apresentado do TCC a uma banca


examinadora.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 19.ed. São Paulo (SP): Perspectiva, 2005. 174p.
001.42 E19c

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 20.ed. São Paulo (SP): Perspectiva, 2006. 174p.
001.42 E19c

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21.ed. São Paulo (SP): Perspectiva, 2007/2008.
174p. 001.42 E19c

ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 23.ed. São Paulo (SP): Perspectiva, 2010. 174p.
001.42 E19c

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22.ed. São Paulo (SP):
Cortez, 2002. 335p. 001.42 S498m

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23.ed. São Paulo (SP):
Cortez, 2007. 335p. 001.42 S498m

TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 11.ed. Rio de Janeiro: FGV,
2006. 150p. 001.42 T117c

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6.ed. São
Paulo: Atlas, 2006. 170p. 001.42 R934m

Coordenador do Curso Setor Pedagógico

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4.4 ESTÁGIO SUPERVISIONADO ( Normas, em anexo)
O Estágio Supervisionado tem caráter obrigatório e totaliza 400 horas de atividades
práticas, podendo ser desenvolvido pelo aluno a partir do 4º semestre letivo. Tem por
objetivos:

 Promover a integração entre teoria e prática dos conhecimentos, habilidades


e técnicas desenvolvidas no currículo;
 Proporcionar situações de aprendizagem em que o estudante possa interagir
com a realidade do trabalho, reconstruindo o conhecimento pela reflexão
prática;
 Complementar a formação profissional;
 Desencadear práticas alternativas;
 Atenuar o impacto da passagem da vida acadêmica para o mercado de
trabalho;
 Desenvolver e estimular as potencialidades individuais, proporcionando o
surgimento de profissionais empreendedores.

O estágio curricular é realizado sob a supervisão direta de um professor do curso,


designado Coordenador de Estágios, bem como de um profissional da empresa em que a
atividade se desenvolve.

As normas para a realização do Estágio encontram-se em anexo.

TERMO DE COMPROMISSO

Plano de Atividades

Ficha de Matricula

4.5 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC


O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma atividade curricular obrigatória
para todos os alunos regularmente matriculados no curso. Possui caráter individual, e a
sua natureza científica, e o campo de conhecimento em que é desenvolvido devem
obrigatoriamente manter correlação com os assuntos ministrados no curso superior em
questão. Para aprovação do aluno, exige-se a apresentação por escrito e a defesa, com
êxito, do trabalho desenvolvido.
O trabalho pode ser expresso como sistematização de experiência de estágio,
ensaio teórico e/ou exposição dos resultados de uma pesquisa bibliográfica ou de campo.
Deve ser submetido a uma banca examinadora, apresentado em texto e oralmente, como
exigência legal e requisito para a obtenção do grau de Tecnólogo em Mecatrônica
Industrial. As normas para a realização do TCC encontram-se em anexo.

4.6 ATIVIDADES COMPLEMENTARES


O desenvolvimento das Atividades Complementares visa à complementação do
processo de ensino-aprendizagem e são ofertadas como atividades didático-científicas,
caracterizadas por flexibilidade e contextualização. Asseguram a possibilidade de
introdução de novos elementos teórico-práticos gerados pelo avanço da área de
conhecimento em estudo, permitindo, assim, sua atualização.

Essas atividades complementares podem corresponder à participação em cursos,


congressos, seminários, palestras, jornadas, conferências, simpósios, viagens de estudo,
visitas técnicas, encontros, estágios, projetos de pesquisa ou de extensão, atividades
científicas, de integração ou qualificação profissional, publicação e apresentação de
trabalhos ou outras atividades a serem definidas.

A participação em projetos de iniciação científica é uma das atividades mais


frequentes. O IFCE conta com um programa de fomento à pesquisa bastante desenvolvido,
disponibilizando ao longo do ano bolsas pagas por órgãos como o CNPq e a CAPES. Os
projetos são selecionados através de editais específicos.

Outra atividade constantemente oferecida pelo Departamento de Indústria e


Coordenação do curso é uma visita técnica a diversas empresas do polo industrial da
Bahia, viagem essa que ocorre uma vez por ano.

4.7 ENSINO COM A PESQUISA E A EXTENSÃO


A relação ensino aprendizagem esta vinculado na aplicação desta em estudos de
pesquisa e/ou extensão buscando solução de problemáticas da comunidade, no âmbito
social, comercial ou industrial promovendo desta forma um aprofundamento dos estudos e
mantendo-se atualizados em novas tecnologias.
4.8 AVALIAÇÃO DO PROJETO DO CURSO
A avaliação do projeto do curso é feita de forma periódica e sistemática, sendo
realizado em dois âmbitos: no das ações relacionadas ao funcionamento de atividades
educativas e no das relativas ao processo de ensino e aprendizagem.

As avaliações dos encaminhamentos das ações educativas são de responsabilidade


da Comissão Própria da Avaliação (CPA) do IFCE, que organiza os dados levantados por
meio de entrevista em um relatório bi anual, divulgado aos componentes da comunidade
escolar, além de disponibilizar os resultados no sítio institucional.

A avaliação do processo de ensino e aprendizagem é coordenada pela


Coordenação Pedagógica, ocorrendo semestralmente na modalidade on line (no sistema
acadêmico) com os alunos. Os resultados são encaminhados aos docentes e ao
coordenador do curso. Os dados são analisados e os resultados são apresentados e
discutidos com professores, coordenadores de curso e representação estudantil.

4.9 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE ENSINO E


APRENDIZAGEM
Entendendo-se que avaliar é o ato de acompanhar a construção do conhecimento
do aluno, a avaliação da aprendizagem pressupõe: promover o aprendizado, favorecendo
progresso pessoal e a autonomia, em um processo global, sistemático e participativo.
Avaliar também pressupõe analisar se a metodologia de trabalho correspondeu a um
processo de ensino ativo, desprezando processos que levem o aluno a uma atitude
passiva, respectiva e alienante. Implica em redimensionar o conteúdo e a forma de
avaliação, oportunizando momentos para que o aluno expresse sua compreensão, análise
e julgamento de determinados problemas, relacionados à prática profissional em cada
módulo.

A avaliação segue o que determina o Regulamento da Organização Didática (ROD)


do IFCE, em seu Capítulo II – Da aprendizagem, Seção I – Da avaliação da
aprendizagem; Seção IV – Da sistemática de avaliação; Subseção III – Da sistemática de
avaliação no ensino superior, em anexo.

4.10 DIPLOMA
Ao aluno que conclui, com êxito, todas as disciplinas da matriz curricular e cumpre as
horas estabelecidas para o estágio supervisionado obrigatório, com entrega do relatório, e
apresenta o TCC, com obtenção, em ambos, de resultado satisfatório, é conferido o
Diploma de Tecnólogo em Mecatrônica Industrial.
5 CORPO DOCENTE

Professores CPF Titulação Vinculo


Achilles Chaves Ferreira Junior
http://lattes.cnpq.br/9359574441239238
242.207.103-10 Especialista DE
Alencar Tavares
http://lattes.cnpq.br/0483578729137127
073.175.223-68 Mestre DE
André Luiz de Souza Araújo 590.469.965-49 Doutor DE
http://lattes.cnpq.br/6536028205635553
André Pimentel Moreira
http://lattes.cnpq.br/3325629339853230
434.340.103-00 Mestre DE
Auzuir Ripardo De Alexandria
http://lattes.cnpq.br/2784997614182231
293.591.633-68 Doutor DE
Cícero Roberto de Oliveira Moura
144.409.893-49 Especialista DE
http://lattes.cnpq.br/1974875745414657
Danilo Nobre de Oliveira
http://lattes.cnpq.br/5335978248522388
770.394.083-68 Mestre DE
Doroteu Afonso Coelho Pequeno
http://lattes.cnpq.br/9075731781998527
122.177.003-91 Mestre DE
Eloy de Macedo Silva
http://lattes.cnpq.br/1232790845162905
241.309.903-49 Doutor DE
Evaldo Correia Mota
http://lattes.cnpq.br/4625129264211289
139.585.693-15 Mestre DE
Francisco Jose Macambira 057.394.623-04 Mestre DE
http://lattes.cnpq.br/4409418331384396
Flávio Roberto de Freitas Gonçalves
http://lattes.cnpq.br/2921905681838646
744.702.993-91 Especialista DE
Francisco Rilke Linhares Araújo
http://lattes.cnpq.br/0135327026155190
316.883.733-49 Mestre DE
George Cajazeiras Silveira
http://lattes.cnpq.br/2036359031581804
360.206.563-49 Mestre DE
José Valdeci de Lima
http://lattes.cnpq.br/5759917277840199
164.043.193-49 Especialista DE
Lorena Braga Moura
http://lattes.cnpq.br/6461304037196132
767.164.063-87 Mestre DE
Márcio Daniel Santos Damasceno
http://lattes.cnpq.br/0912431441827059
358.944.153-49 Especialista DE
Marcos Antonio de Lemos Paulo
http://lattes.cnpq.br/0199060026070640
245.945.203-91 Especialista DE
Maria Auxiliadora Ferreira Blum
http://lattes.cnpq.br/5745579149112314
132.689.104-91 Mestre DE
Nildo Dias dos Santos 703154694-04 Doutor DE
http://lattes.cnpq.br/2904802605925860
Paulo Roberto Melo Meireles 072.987.303-04 Mestre DE
Pedro Urbano Braga De Albuquerque
http://lattes.cnpq.br/3883968832051668
112.763.633-20 Mestre DE
Renata Jorge Vieira
http://lattes.cnpq.br/6096277207337997
230.845.103-34 Doutora DE
Rogério Da Silva Oliveira
http://lattes.cnpq.br/2933660061001557
552.826.794-34 Mestre DE
DE: Dedicação Exclusiva
6 CORPO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO
O corpo técnico administrativo atualmente é composto por 3(três) servidores, dos
quais dois atual no atendimento direto aos discente e um técnico laboratorista.

Nome Função CPF


Francisco Valdir saraiva Almeida Téc. Administrativo 539.484.083-00
Aldemira Cardoso da Silva Ferreira Tec. Administrativo 341.592.312-68
Alísio Costa da Silva Tec. Administrativo 258 258 363-49
7 Infra estrutura

7.1 BIBLIOTECA (acervo, equipamentos e móveis).


Acervo por semestre e disciplina

Eletricidade CC - 80h
S1 B ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos 8
de circuitos elétricos. Porto Alegre (RS): Bookman, 2006/2008.
857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441; 446 621.3192
A375f

S1 B ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos 10


de circuitos elétricos. 3.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2008.
857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441; 446 621.3192
A375f

S1 B BOYLESTAD, Robert. Introdução à análise de circuitos. 10.ed. 10


São Paulo (SP): Pearson Prentice Hall, 2008/2010. 828p.
621.3192 B792i

S1 B CUTLER, Phillip. Análise de circuitos CC: com problemas 19


ilustrativos. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1981. 397p.
621.31912 C989a

S1 B HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos 13


em engenharia. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1973. 619p.
621.3192 H426a

S1 B HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos 5


em engenharia. 7.ed.ampl. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 2008.
619p. 621.3192 H426a

S1 B NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. 6.ed. 8


Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2003. 656p. 621.3192 N712c

S1 B O'MALLEY, John. Análise de circuitos. 2.ed. São Paulo (SP): 31


Makron Books, 1994. 679p. (Schaum). 621.3192 O54a

S1 B O'MALLEY, John. Análise de circuitos. São Paulo (SP): Makron 3


Books, 1983. 679p. (Schaum). 621.3192 O54a
S1 C CLOSE, Charles M. Circuitos lineares. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ): 3
Livros Técnicos e Científicos, 1990. 550p. 621.31921 C645c

S1 C MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e 8


corrente alternada: teoria e exercícios. 6.ed. São Paulo (SP):
Érica, 2006. 286 p. 621.3192 M346c

S1 C NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph. Teoria e problemas de 20


circuitos elétricos. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 478p.
(Coleção Schaum) 621.3192 N154t

Física Aplicada - 80h


Sem Tipo Título Qtde/Bib
S1 B HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de física – 1
v.1. 2.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1993. 530 H188f

S1 B HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de física – 16


v.1. 6.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. 530 H188f

S1 B HALLIDAY, David; RESNICK, Robert. Fundamentos de física – 13


v.1. 8.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 530 H188f

S1 B RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 17


(4 volumes) - v.1. 5.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2003.

S1 B TIPLER, Paul A. Física para cientistas e engenheiros - v.1. 4.ed. 4


Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2000. 530 T595f

Matemática Aplicada - 120h 06


Sem Tipo Título Qtde/Bib
S1 B FLEMMING, Diva Marília; GONÇALVES, Mirian Buss. Cálculo A: 16
funções, limite, derivação, integração. 6.ed. São Paulo (SP):
Makron Books, 2007. 617p. 515 F599c

S1 B LEITHOLD, Louis, O Cálculo com geometria analítica – v.1. 3.ed. 45


São Paulo: Harbra, 1994/2002. 515.15 L533c

S1 B SIMMONS, George F. Cálculo com geometria analítica - v.1. São 27


Paulo (SP): Makron Books, 1987/88. 515.15 S592c

S1 C SWOKOWSKI, Earl W. Cálculo com geometria analítica - v.1. 2


2,ed,. São Paulo (SP): Makron Books, 1994. 515.15 S979c

Ciência e Tecnologia dos Materiais - 120h


S1 B CALLISTER, William D., Jr. Ciência e engenharia de materiais: 42
uma introdução. 5.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2002. 589p.
620.11 C162c

S1 B VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. 5


São Paulo (SP): Edgard Blücher, 1985. 427p. 620.11 V284p

S1 B VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência e tecnologia dos 11


materiais. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier : Campus, 1984. 567p.
620.11 V284p

S1 C CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos: características 1


gerais, tratamentos térmicos, principais tipos. São Paulo (SP):
Associação Brasileira de Metais, 1988. 576p. 669.142 C532a

S1 C CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica - v.1. 2.ed. São 26


Paulo (SP): McGraw-Hill, 1986. 621.1 C532t

S1 C GUY, A. G. Ciência dos materiais. Rio de Janeiro (RJ): Livros 3


Técnicos e Científicos, 1980. 435p. 620.112 G986c

Linguagem de Programação - 80h 04


Sem Tipo Título Qtde/Bib
S2 B FORBELLONE, André Luiz Villar; EBERSPÄCHER, Henri 18
Frederico. Lógica de programação. 2.ed. São Paulo (SP): Makron
Books, 2000. 195 p. 005.131 F692l

S2 B KERNIGHAN, Brian W.; RITCHIE, Dennis M. C, a linguagem de 11


programação. Rio de Janeiro: Elsevier, 1986. 208p. 005.133
K39c

S2 B SCHILDT, Herbert. C: completo e total. São Paulo (SP): Makron 3


Books do Brasil, 1990. 889p. 005.13 S334c

S2 C ZIVIANI, Nivio. Projeto de algoritmos: com implementações em 1


Pascal e C. 5.ed. São Paulo (SP): Pioneira, 2000. 267p. 005.131
Z82p

Eletricidade CA - 120h
S2 B ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos 8
de circuitos elétricos. Porto Alegre (RS): Bookman, 2006/2008.
857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441; 446 621.3192
A375f

S2 B ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos 10


de circuitos elétricos. 3.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2008.
857p. Acompanha CD – Cds 370/374; 439/441; 446 621.3192
A375f

S2 B EDMINISTER, Joseph A. Circuitos elétricos. 2.ed. São Paulo 33


(SP): McGraw-Hill, 1985/1991. 442 p. (Schaum). 621.3192 E24c

S2 B EDMINISTER, Joseph A. Circuitos elétricos. São Paulo (SP): 5


McGraw-Hill, 1981. 442 p. (Schaum). 621.3192 E24c

S2 B HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos 13


em engenharia. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1973. 619p.
621.3192 H426a

S2 B HAYT, William H., Jr.; KEMMERLY, Jack E. Análise de circuitos 5


em engenharia. 7.ed.ampl. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 2008.
619p. 621.3192 H426a

S2 B NILSSON, James W.; RIEDEL, Susan A. Circuitos elétricos. 6.ed. 8


Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2003. 656p. 621.3192 N712c

S2 C BOYLESTAD, Robert. Introdução à análise de circuitos. 10.ed. 5


São Paulo (SP): Pearson Prentice Hall, 2008. 828p. 621.3192
B792i

S2 C KOSOW, Irving L. Máquinas elétricas e transformadores. Porto 37


Alegre (RS): Globo, 1979/2005. 632 p. 621.31042 K86m

S2 C MARKUS, Otávio. Circuitos elétricos: corrente contínua e 8


corrente alternada: teoria e exercícios. 6.ed. São Paulo (SP):
Érica, 2006. 286 p. 621.3192 M346c
S2 C NAHVI, Mahmood; EDMINISTER, Joseph. Teoria e problemas de 20
circuitos elétricos. 4.ed. Porto Alegre: Bookman, 2008 478p.
(Coleção Schaum) 621.3192 N154t

S2 C O'MALLEY, John. Análise de circuitos. 2.ed. São Paulo (SP): 31


Makron Books, 1994. 679p. (Schaum). 621.3192 O54a

S2 C O'MALLEY, John. Análise de circuitos. São Paulo (SP): Makron 3


Books, 1983. 679p. (Schaum). 621.3192 O54a

Eletromagnetismo APLICADO - 80h


S2 B RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 14
(4 volumes) - v.3. 5.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2003/2004.
530 R434f

S2 B RESNICK, Robert; HALLIDAY, David; KRANE, Kenneth S. Física 20


(4 volumes) - v.3. 4.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 1994/1996.
530 R434f

S2 B SADIKU, Matthew N. O. Elementos de eletromagnetismo. 3.ed. 3


Porto Alegre (RS): Bookman, 2006. 687p. 537 S125e

S2 B TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e 1


engenheiros - v.2. 5.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2006. 530
T595f

S2 B TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e 4


engenheiros - v.2. 4.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2000. 530
T595f

S2 B TIPLER, Paul A.; MOSCA, Gene. Física para cientistas e 15


engenheiros - v.2. 6.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2009. 530
T595f

S2 C EDMINISTER, Joseph A. Teoria e problemas de 13


eletromagnetismo. 2.ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. 352p.
(Coleção Schaum) 537 E24t

S2 C HAYT, William H., Jr.; BUCK, John A. Eletromagnetismo. São 3


Paulo (SP): McGraw-Hill, 2008. 574p. 537 H426e CD 422/424
Resistência dos Materiais - 80h
S2 B ARRIVABENE, Wladimir. Resistência dos materiais. São Paulo 19
(SP): Makron Books, 1994. 400 p. 620.112 A777r

S2 B BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell, Jr. Resistência dos 4


materiais. 2.ed. São Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1982.
654 p. 620.112 B415r

S2 B BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON, E. Russell, Jr. Resistência dos 28


materiais. 3.ed. São Paulo (SP): Makron Books do Brasil,
1996/2008. 654 p. 620.112 B415r

S2 B HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5.ed. São Paulo 8


(SP): Pearson Prentice Hall, 2006. 670 p. 620.112 H624r

S2 B HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 7.ed. São Paulo 15


(SP): Pearson Prentice Hall, 2009/2010. 670 p. 620.112 H624r

S2 C TIMOSHENKO, Stephen P. Resistência dos materiais - v.1. Rio 24


de Janeiro (RJ): Ao Livro Técnico, 1966. 620.112 T585r

S2 C TIMOSHENKO, Stephen P. Resistência dos materiais - v.2. Rio 24


de Janeiro (RJ): Ao Livro Técnico, 1966. 620.112 T585r

HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO - 40h


S2 B MICHEL, Oswaldo. Guia de primeiros socorros: para cipeiros e 5
serviços especializados em medicina, engenharia, e segurança
do trabalho. São Paulo (SP): LTr, 2003. 272p. 616.0252 M623g

S2 B SALIBA, Sofia C. Reis; SALIBA, Tuffi Messias. Legislação de 4


segurança, acidente do trabalho e saúde do trabalhador. 2.ed.
São Paulo (SP): LTr, 2003. 468p. 616.9803 S165l

S2 B SALIBA, Tuffi Messias. Curso básico de segurança e higiene 7


ocupacional. São Paulo (SP): LTr, 2004. 453p. 616.9803 S165c

S2 B SEGURANÇA e medicina do trabalho. 44.ed. São Paulo (SP): 8


Atlas, 1999. 644p. (Manuais de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803
S456

S2 B SEGURANÇA e medicina do trabalho. 51.ed. São Paulo (SP): 37


Atlas, 2002. 644 p. (Manuais de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803
S456

S2 B SEGURANÇA e medicina do trabalho. 52.ed. São Paulo (SP): 1


Atlas, 2003. 644 p. (Manuais de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803
S456

S2 B SEGURANÇA e medicina do trabalho. 57.ed. São Paulo (SP): 1


Atlas, 2005. 644 p. (Manuais de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803
S456

S2 B SEGURANÇA e medicina do trabalho. 60.ed. São Paulo (SP): 5


Atlas, 2007. 644 p. (Manuais de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803
S456

S2 B SEGURANÇA e medicina do trabalho. 62.ed. São Paulo (SP): 1


Atlas, 2008. 644 p. (Manuais de Legislação Atlas; v. 16). 616.9803
S456

S2 B SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL – 10


SENAC. Primeiros socorros: como agir em situações de
emergência. 2.ed. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2008. 139p.
616.0252 S474p

Eletrônica-Analógica - 120h
S3 B BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos 4
eletrônicos e teoria de circuitos. 3.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Prentice-Hall do Brasil, 1984. 700 p. 621.3815 B792d

S3 B BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos 5


eletrônicos e teoria de circuitos. 8.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Prentice-Hall do Brasil, 2009/2010. 700 p. 621.3815 B792d

S3 B BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos 9


eletrônicos e teoria de circuitos. 5.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Prentice-Hall do Brasil, 1994. 700 p. 621.3815 B792d

S3 B BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis. Dispositivos 31


eletrônicos e teoria de circuitos. 6.ed. Rio de Janeiro (RJ):
Prentice-Hall do Brasil, 1999. 700 p. 621.3815 B792d

S3 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.1. 4.ed. 23


São Paulo (SP): Makron Books, 1995/2009. 621.381 M262e

S3 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.1. São 32


Paulo (SP): Makron Books, 1987. 621.381 M262e

S3 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 2.ed. 24


São Paulo (SP): Makron Books, 1987. 621.381 M262e

S3 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 4.ed. 12


São Paulo (SP): Makron Books, 1995/2009. 621.381 M262e

S3 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 7.ed. 10


São Paulo (SP): Makron Books, 2007. 621.381 M262e

S3 B SEDRA, Adel S. E.; SMITH, Kenneth C. Microeletrônica. 5.ed. São 12


Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010. 848p. 621.3815 S449m

S3 C CIPELLI, Antonio Marco V.; SANDRINI, Waldir J.; MARKUS, 31


Otávio. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos
eletrônicos. 12.ed. São Paulo: Érica, 1986. 580p. 621.3815
C577t

S3 C CIPELLI, Antonio Marco V.; SANDRINI, Waldir J.; MARKUS, 10


Otávio. Teoria e desenvolvimento de projetos de circuitos
eletrônicos. 23.ed. São Paulo: Érica, 2010. 580p. 621.3815
C577t

S3 C MILLMAN, Jacob; HALKIAS, Christos C. Eletrônica: dispositivos 16


e circuitos - v.1. São Paulo (SP): McGraw-Hill do Brasil, 1981.
621.3815 M655e

S3 C MILLMAN, Jacob; HALKIAS, Christos C. Eletrônica: dispositivos 19


e circuitos - v.2. São Paulo (SP): McGraw-Hill do Brasil, 1981.
621.3815 M655e

Desenho Técnico Mecânico - 80h


S3 B BUENO, Cláudia Pimentel; PAPAZOGLOU, Rosarita Steil. 6
Desenho técnico para engenharias. Curitiba: Juruá, 2011. 196p.
604.2 B928d

S3 B MAGUIRE, D. E.; SIMMONS, C. H. Desenho técnico. São Paulo: 11


Hemus, 1982/2004. 257p. 604.2 M213d

S3 B MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Manual de 4


desenho técnico mecânico - v.1. São Paulo (SP): Renovada
Livros Culturais, 1977. 604.2 M276m

S3 B MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Manual de 5


desenho técnico mecânico - v.2. São Paulo (SP): Renovada
Livros Culturais, 1977. 604.2 M276m

S3 B MANFÉ, Giovanni; POZZA, Rino; SCARATO, Giovanni. Manual de 5


desenho técnico mecânico - v.3. São Paulo (SP): Renovada
Livros Culturais, 1977. 604.2 M276m

S3 B PROVENZA, Francesco. Desenhista de máquinas. 46.ed. São 6


Paulo (SP): Escola Pro-Tec, 1991. Pag. irregular. 621.815 P969d

S3 B PROVENZA, Francesco. Desenhista de máquinas. São Paulo 10


(SP): Escola Pro-Tec, 1978/1989. Pag. irregular. 621.815 P969d

MECANÍSMOS - 80h
S3 B 15
SHIGLEY, J. E.; MISCHKE, C. E. Mechanical Engineering

B NORTON, R.L. Machine Design, An Integrated Approach; 16


New Jersey: Prentice-Hall, 2000.

Sistemas Digitais - 80h


S3 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica digital: 25
princípios e aplicações - v.2. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 198.
621.3815 M262e

S3 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica digital: 28


princípios e aplicações - v.1. São Paulo (SP): McGraw-Hill, 1987.
621.3815 M262e

S3 B TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas 16


digitais: princípios e aplicações. 10.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC,
2008/2010. 588 p. 621.3815 T631s
S3 B TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L. Sistemas 18
digitais: princípios e aplicações. 7.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC,
2000. 588 p. 621.3815 T631s

S3 C GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José Sidnei C. Eletrônica digital: 6


teoria e laboratório. 2.ed. São Paulo: Érica, 2010. 182p.
621.3815078 G216e

S3 C IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de 57


eletrônica digital. São Paulo (SP): Érica, 1982/2007. 504 p.
621.3815 I21e

S3 C IDOETA, Ivan V.; CAPUANO, Francisco G. Elementos de 20


eletrônica digital. 40.ed. São Paulo (SP): Érica, 2011. 504 p.
621.3815 I21e

S3 C TAUB, Herbert. Circuitos digitais e microcomputadores. São 10


Paulo (SP): McGraw-Hill, 1984. 510 p. 004.16 T222c

Metrologia Dimensional - 80h


S3 B DOEBELIN, Ernest O. Measurement systems: application and 18
design. Boston (EUA): McGraw-Hill, 1990. 960p. 681.2 D649m

S3 B LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 2.ed. São 24


Paulo (SP): Érica, 2002. 246p. 681.2 L768m

S3 B LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 6.ed. São 4


Paulo (SP): Érica, 2007/2008. 246p. 681.2 L768m

S3 B LIRA, Francisco Adval de. Metrologia na indústria. 7.ed. São 3


Paulo (SP): Érica, 2010. 246p. 681.2 L768m

S3 C NSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E 1


QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO . Vocabulário de
metrologia legal e vocabulário de termos fundamentais e
gerais de metrologia. Duque de Caxias (RJ): INMETRO, 1989.
37p. R389.03 I57v Consulta Local

S3 C WAENY, José Carlos de Castro. Controle total da qualidade em 1


metrologia. São Paulo (SP): Makron Books, 1992. 152 p. 389.63
W127c
Desenho Assistido por Computador - 80h
S4 B BALDAM, Roquemar. AutoCAD 2009 – utilizando totalmente. 4
2.ed. São Paulo: Érica, 2010. 480p. 006.68 B175a

S4 B EDS COMPANY. Solid Edge: conceitos básicos: versão 15 - v.1. 10


São Caetano do Sul (SP): [s.n.], 2003. 005.68 E24s

S4 B EDS COMPANY. Solid Edge: conceitos básicos: versão 15 - v.2. 10


São Caetano do Sul (SP): [s.n.], 2003. 005.68 E24s

S4 B MENEGOTTO, José Luis. O Desenho digital: técnica e arte. Rio 4


de Janeiro: Interciência, 2000. 136p. 006.68 M541d

S4 B OMURA, George; CALLORI, B. Robert. AutoCAD 2000: guia de 18


referência. São Paulo (SP): Makron Books, 2000. 333p. 006.68
O57a

S4 C CORAINI, Ana Lúcia Saad; SIHN, Ieda Maria Nolla. Curso de 1


AutoCAD 14 - v.1. São Paulo (SP): Makron Books, 1998. 006.68
C787c

Elementos de Máquinas - 80h


S4 B FAIRES, Virgil Moring. Elementos orgânicos de máquinas - v.1. 5
2.ed. Rio de Janeiro (RJ): Ao Livro Técnico, 1971. 621.812 F163e

S4 B FAIRES, Virgil Moring. Elementos orgânicos de máquinas - v.2. 7


2.ed. Rio de Janeiro (RJ): Ao Livro Técnico, 1971. 621.812 F163e

S4 B NORTON, Robert L. Projeto de máquinas: uma abordagem 12


integrada. 2.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2007. 931 p.
Acompanha CD – Cds 445; 520/529 621.815 N887p

Eletrônica Industrial - 120h


S4 B AHMED, Ashfaq. Eletrônica de potência. São Paulo: Pearson 20
Prentice Hall, 2010. 479p. 621.317 A286e

S4 B LANDER, Cyril W. Eletrônica industrial: teoria e aplicações. São 12


Paulo (SP): McGraw-Hill, 1988. 428 p. 621.381 L255e

S4 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 2.ed. 24


São Paulo (SP): Makron Books, 1987. 621.381 M262e

S4 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 4.ed. 12


São Paulo (SP): Makron Books, 1995/2009. 621.381 M262e

S4 B MALVINO, Albert Paul; LEACH, Donald P. Eletrônica - v.2. 7.ed. 10


São Paulo (SP): Makron Books, 2007. 621.381 M262e

S4 B MELLO, Luiz Fernando P. de. Análise e projeto de fontes 15


chaveadas. São Paulo (SP): Érica, 1996. 487 p. 621.381537
M527a

S4 B RASHID, Muhammad H. Eletrônica de potência: circuitos, 5


dispositivos e aplicações. São Paulo (SP): Makron Books do Brasil,
1999. 828 p. 621.317 R224e

S4 C ALMEIDA, José Luiz Antunes de. Eletrônica de potência. 4.ed. 6


São Paulo (SP): Érica, 1986. 297 p. 621.317 A447e

S4 C PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e 3


filtros ativos: teoria, projetos, aplicações e laboratório. 6.ed. Porto
Alegre: Bookman, 2007. 304p. 621.395 P468a

S4 C PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e 16


filtros ativos: teoria, projetos, aplicações e laboratório. 4.ed. São
Paulo (SP): McGraw-Hill, 1988. 359 p. 621.395 P468a

Sistemas de Controle - 80h


S4 B BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais 3
elementares e problemas de valores de contorno. 8.ed. Rio de
Janeiro (RJ): LTC, 2006/2008. 416 p. 515.35 B789e

S4 B BOYCE, William E.; DIPRIMA, Richard C. Equações diferenciais 8


elementares e problemas de valores de contorno. 7.ed. Rio de
Janeiro (RJ): LTC, 2002. 416 p. 515.35 B789e

S4 B DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle 3


modernos. 11.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2009. 659 p. 629.8
D695s

S4 B DORF, Richard C.; BISHOP, Robert H. Sistemas de controle 5


modernos. 8.ed. Rio de Janeiro (RJ): LTC, 2001. 659 p. 629.8
D695s

S4 B LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. 2.ed. Porto Alegre (RS): 14


Bookman, 2008. 856p. 621.381011 L352s

S4 B OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 3.ed. Rio 22


de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 1998/2000. 813 p.
629.8312 O34e

S4 B OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 4.ed. Rio 7


de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 2008/2010. 813 p.
629.8312 O34e

S4 B OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. 5.ed. Rio 5


de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 2010. 813 p. 629.8312
O34e

S4 B OGATA, Katsuhiko. Projeto de sistemas lineares de controle 10


com Matlab. Rio de Janeiro (RJ): Prentice-Hall do Brasil, 1996. 202
p. 629.832 O34p

S4 C D'AZZO, John J.; HOUPIS, Constantine H. Análise e projeto de 3


sistemas de controle lineares. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara,
1988. 660 p. 629.832 D277a

INGLES INSTRUMENTAL - 40h


S4 AMORIM, José Olavo de. Longman gramática escolar da
língua inglesa. São Paulo (SP): Pearson Education do Brasil,
2009. 317 p. ISBN 978-85-872-1447-8.

LIBERATO, Wilson Antônio. Compact english book. São


Paulo (SP): FTD, 1998. 431 p. ISBN 85-322-4196-4.

SWAN, Michael. Practical english usage. 3.ed. Oxford


(Great Britain): Oxford University, 2005. 658 p. ISBN 0-19-
442098-1.

Tecnologia Mecânica - 80h


S5 B CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecânica - v.2. São Paulo 18
(SP): McGraw-Hill, 1986. 621.1 C532t

S5 B FREIRE, J. M. Fresadora. Rio de Janeiro (RJ): Livros Técnicos e 7


Científicos, 1983. 173 p. (Fundamentos de Tecnologia Mecânica).
621.93 F866f

S5 B FREIRE, J. M. Instrumentos e ferramentas manuais. Rio de 27


Janeiro (RJ): LTC, 1984. 184 p. (Fundamentos de Tecnologia
Mecânica). 621.908 F866i

S5 B FREIRE, J. M. Introdução às máquinas ferramentas. Rio de 19


Janeiro (RJ): Interciência, 1989. 280 p. (Fundamentos de
Tecnologia). 621.902 F866i

S5 B FREIRE, J. M. Máquinas de serrar e furar. Rio de Janeiro (RJ): 12


Livros Técnicos e Científicos, 1983. 185 p. (Fundamentos de
Tecnologia Mecânica). 621.91 F866m

Acionamentos de Máquinas Elétricas -120h


S5 B CASTRO, Raimundo César Gênova de. Manual de Comandos 30
Elétricos. IFCE, Fortaleza, 2010,

S5 B COTRIM, Ademaro A. M. Bittencourt. Instalações elétricas. 2.ed. 15


São Paulo (SP): McGraw-Hill do Brasil, 1982. 277 p. 621.3192
C845i

S5 B COTRIM, Ademaro A. M. Bittencourt. Instalações elétricas. 3.ed. 1


São Paulo (SP): McGraw-Hill do Brasil, 1992. 277 p. 621.3192
C845i

S5 B COTRIM, Ademaro A. M. Bittencourt. Instalações elétricas. 5.ed. 6


São Paulo (SP): McGraw-Hill do Brasil, 2009/2010. 496 p.
621.3192 C845i

S5 B FITZGERALD, A. E.; KINGSLEY, Charles, Jr.; UMANS, Stephen D. 18


Máquinas elétricas: com introdução à eletrônica de potência. 6.ed.
Porto Alegre (RS): Bookman, 2007/2008. 648 p. 621.31042
F553m

S5 B GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: descrição e 6


implementação de sistemas sequenciais com PLCs. 9.ed. São
Paulo (SP): Érica, 2009/2010. 236 p. 629.89 G352a

S5 B GEORGINI, Marcelo. Automação aplicada: descrição e 43


implementação de sistemas sequenciais com PLCs. 3.ed. São
Paulo (SP): Érica, 2002. 236 p. 629.89 G352a

S5 C FRANCHI, Claiton Moro. Inversores de freqüência: teoria e 2


aplicações. 2.ed. São Paulo: Érica, 2011. 192p. 621.3815322
F816i

S5 C PAPENKORT, Franz. Esquemas elétricos de comando e 1


proteção. 2.ed.rev.ampl. São Paulo (SP): EPU, 1989. 136 p.
621.310221 P214e

S5 C SILVEIRA, Paulo Rogério da; SANTOS, Winderson E. dos. 6


Automação e controle discreto. 9.ed. São Paulo (SP): Érica,
2009/2010. 229 p. 629.89 S587a

S5 C SILVEIRA, Paulo Rogério da; SANTOS, Winderson E. dos. 36


Automação e controle discreto. 4.ed. São Paulo (SP): Érica,
2002. 229 p. 629.89 S587a

Instrumentação Eletrônica - 80h


S5 B SIGHIERI, Luciano; NISHINARI, Akiyoshi. Controle automático de 6
processos industriais: instrumentação. 2.ed. São Paulo (SP):
Edgard Blücher, 1990. 234 p. 629.8 S575c

S5 B SIGHIERI, Luciano; NISHINARI, Akiyoshi. Controle automático de 6


processos industriais: instrumentação. 2.ed. São Paulo (SP):
Edgard Blücher, 2009. 234 p. 629.8 S575c

S5 B THOMAZINI, Daniel; ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de. 2


Sensores industriais: fundamentos e aplicações. 5.ed. São Paulo
(SP): Érica, 2008. 220 p. 681.2 T465s

S5 B THOMAZINI, Daniel; ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de. 4


Sensores industriais: fundamentos e aplicações. 7.ed. São Paulo
(SP): Érica, 2010. 220 p. 681.2 T465s

S5 B THOMAZINI, Daniel; ALBUQUERQUE, Pedro Urbano Braga de. 20


Sensores industriais: fundamentos e aplicações. 3.ed. São Paulo
(SP): Érica, 2007. 220 p. 681.2 T465s

S5 B WERNECK, Marcelo Martins. Transdutores e interfaces. Rio de 1


Janeiro (RJ): LTC, 1996. 225 p. 621.381536 W491t

S5 C PETROBRAS - PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. Instrumentação 1


aplicada. Rio de Janeiro (RJ): Petrobrás, 2003. 326 p. (Formação
de Operadores de Produção e Refino de Petróleo e Gás ; v.
11) 681.7665 P497i

S5 B DALLY, James W.; RILEY, William F.; MCCONNELL, Kenneth G. 18


Instrumentation for engineering measurements. 2.ed. New
Jersey (EUA): John Wiley & Sons, 1993. 584 p. 621.381548 D147i

S5 B DOEBELIN, Ernest O. Measurement systems: application and 18


design. Boston (EUA): McGraw-Hill, 1990. 960p. 681.2 D649m

S5 B PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e 3


filtros ativos: teoria, projetos, aplicações e laboratório. 6.ed. Porto
Alegre: Bookman, 2007. 304p. 621.395 P468a

S5 B PERTENCE JÚNIOR, Antônio. Amplificadores operacionais e 16


filtros ativos: teoria, projetos, aplicações e laboratório. 4.ed. São
Paulo (SP): McGraw-Hill, 1988. 359 p. 621.395 P468a

S5 B RAMSAY, D. C. Principles of engineering instrumentation. 18


Oxford (Great Britain): Butter Worth Heinemann, 2001. 216 p.
621.381548 R178p

Planejamento e Controle da Produção - 80h


S5 B MOREIRA, Daniel Augusto. Administração da produção e 5
operações. São Paulo (SP): Thomson Learning, 2006. 619 p.
658.5 M838a
S5 B RUSSOMANO, Victor Henrique. Planejamento e controle da 18
produção. 6.ed. São Paulo (SP): Pioneira, 2000. 320 p. 658.503
R969p

S5 B TUBINO, Dalvio Ferrari. Manual de planejamento e controle da 31


produção. 2.ed. São Paulo (SP): Atlas, 2000. 217 p. 658.5 T885m

S5 C LIKER, Jeffrey K. O modelo Toyota: manual de aplicação: um guia 3


prático para a implementação dos 4 PS da Toyata. Porto Alegre:
Bookman, 2007. 432p. 658.5 L727m 658.5 L727m

Controle da Qualidade - 40h


S5 B CERQUEIRA, Jorge Pereira de. Sistemas de gestão integrados: 5
ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, SA 8000, NBR 16001:
conceitos e aplicações. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark, 2007.
499 p. 658.562 C416s

S5 B JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade - v.1. São 3


Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1991. 658.562 J95c

S5 B JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade - v.2. São 3


Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1991. 658.562 J95c

S5 B JURAN, J. M.; GRYNA, Frank M. Controle da qualidade - v.3. São 3


Paulo (SP): Makron Books do Brasil, 1991. 658.562 J95c

S5 B PALADINI, Edson Pacheco et al. Gestão da qualidade: teoria e 6


casos. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier, 2006. 355p. 658.562 G393

S5 C LIKER, Jeffrey K. O modelo Toyota: 14 princípios de gestão do 3


maior fabricante do mundo. Porto Alegre: Bookman, 2007. 316p.
658.5 L727m

Robótica I - 80h
S6 B BEKEY, George A. Autonomous robots: from biological inspiration 2
to implementation and control. Massachusetts (EUA):
Massachusetts Institute of Technology - MIT, 2005. 577 p.
629.892 B424a

S6 B CRAIG, John J. Introduction to robotics: mechanics and control. 2


3.ed. Upper Saddle River (NJ): Pearson Prentice Hall, 2005. 400 p.
629.891 C886i

S6 B MITTAL, R. K.; NAGRATH, I. J. Robotics and control. New Delhi: 2


Tata McGraw-Hill, 2006. 487p. 629.892 M685r

S6 B ROSÁRIO, João Maurício. Princípios de mecatrônica. São Paulo 16


(SP): Pearson Prentice Hall, 2006. 356p. 629.89 R789p

S6 B SALANT, Michael A. Introdução à robótica. São Paulo (SP): 4


McGraw-Hill, 1990. 145 p. 629.892 S161i

S6 C MADRID, Marconi Kolm. Curso sobre robôs industriais. Fortaleza 1


(CE): Universidade Federal do Ceará - UFC, 1992. 92 p. 629.892
M183c

S6 C SALES JÚNIOR, Esdras Ferreira. Sistema de controle inteligente 1


para um braço robótico. Campina Grande (PB): UFPB, 1997. 70
p. Dissertação (Mestrado) D 006.3 S163s

SIATEMAS DE CONTROLE DISTRIBUÍDOS - 80h

S6 B BEKEY, George A. Autonomous robots: from biological inspiration 2


to implementation and control. Massachusetts (EUA):
Massachusetts Institute of Technology - MIT, 2005. 577 p.
629.892 B424a

CAM,CNC,CIM - 120h
S7 B BLACK, J. T. O Projeto da fábrica com futuro. Porto Alegre (RS): 29
Bookman, 2001. 288 p. 658.5 B627p

S7 B IFAO - INFORMATIONSSYSTEME GMBH. Comando numérico 3


CNC: técnica operacional: curso básico. São Paulo (SP): EPU,
1984. 176 p. 621.9023 I23c
Gestão da Manutenção - 80h
S7 B KARDEC, Alan; LAFRAIA, João Ricardo. Gestão estratégica e 1
confiabilidade. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark : ABRAMAN,
2002. 90 p. (Manutenção; v. 4). 658.202 K18g

S7 B KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção: função estratégica. 1


2.ed. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark, 2001. 267 p. 658.27
K18m

S7 B KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção: função estratégica. 6


3.ed. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark, 2009/2010. 267 p. 658.27
K18m

S7 B KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio. Manutenção: função estratégica. 1


Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark, 1998. 267 p. 658.27 K18m

S7 B KARDEC, Alan; NASCIF, Júlio; BARONI, Tarcísio. Gestão 1


estratégica e técnicas preditivas. Rio de Janeiro (RJ):
Qualitymark : ABRAMAN, 2002. 136 p. (Manutenção; v. 2).
658.202 K18g

S7 B KARDEC, Alan; RIBEIRO, Haroldo. Gestão estratégica e 1


manutenção autônoma. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark :
ABRAMAN, 2002. 117 p. (Manutenção; v. 7). 658.202 K18g

S7 B SIQUEIRA, Iony Patriota de. Manutenção centrada na 10


confiabilidade: manual de implementação. Rio de Janeiro (RJ):
Qualitymark, 2005. 374 p. 658.54 S618m

S7 C NEPOMUCENO, L. X. (Coord.). Técnicas de manutenção 1


preditiva - v.1. São Paulo (SP): Edgard Blücher, 1989. v. 1.
658.202 T255

S7 C NEPOMUCENO, L. X. (Coord.). Técnicas de manutenção 1


preditiva - v.2. São Paulo (SP): Edgard Blücher, 1989. v.2.
658.202 T255

S7 C VIANA, Herbert Ricardo Garcia. PCM, planejamento e controle da 1


manutenção. Rio de Janeiro (RJ): Qualitymark, 2002. 167 p.
658.27 V614p
Sistemas de Supervisão - 120h
S7 B DESEL, Jörg; ESPARZA, Javier. Free choise Petri nets. 1
Cambridge (England): Cambridge University Press, 1995. 244 p.
658.40352 D451f

S7 B MIYAGI, Paulo Eigi. Controle programável: fundamentos do 9


controle de sistemas a eventos discretos. São Paulo (SP): Blucher,
2007. 194 p. 629.895 M995c

S7 B MONTGOMERY, Eduard. Introdução aos sistemas a eventos 2


discretos e à teoria de controle supervisório. Rio de Janeiro
(RJ): Alta Books. 120 p. 629.8312 M787i

S7 B MORAES, Cícero Couto de; CASTRUCCI, Plínio de Lauro. 8


Engenharia de automação industrial. 2.ed. Rio de Janeiro (RJ):
LTC, 2007. 347 p. 629.89 M827e

S7 C LIMA, Itamar de Souza. Uma Ferramenta interativa baseada em 1


redes de PETRI para modelagem, simulação e análise de
sistemas complexos. Campina Grande (PB): UFPB, 1997. 103 p.
Dissertação (Mestrado) D 005.73 L732f

S7 C SOUSA, José Renato de Brito. Modelagem e supervisão de 1


bancos de baterias em sistemas de múltiplas fontes de energia
utilizando redes de Petri. Campina Grande (PB): UFCG, 2008.
184 p. Tese (Doutorado em Engenharia Elétrica - Área de
Concentração: Processamento da Informação) T 621.312424
S725m

S7 C SOUSA, José Renato de Brito. SuperSin: uma ferramenta para 1


sínteses de supervisores baseada em Redes de Petri com
funções de habilitação das transições. Fortaleza (CE):
Universidade Federal do Ceará - UFC, 2002. 107 p. Dissertação
(Mestrado) D 629.89 S725s

METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA - 40h


S7 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 19.ed. São Paulo (SP): 1
Perspectiva, 2005. 174p. 001.42 E19c

S7 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 20.ed. São Paulo (SP): 1
Perspectiva, 2006. 174p. 001.42 E19c

S7 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21.ed. São Paulo (SP): 7
Perspectiva, 2007/2008. 174p. 001.42 E19c

S7 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 23.ed. São Paulo (SP): 3
Perspectiva, 2010. 174p. 001.42 E19c

S7 B SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho 18


científico. 22.ed. São Paulo (SP): Cortez, 2002. 335p. 001.42
S498m

S7 B SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho 1


científico. 23.ed. São Paulo (SP): Cortez, 2007. 335p. 001.42
S498m

S7 B TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 13


11.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 150p. 001.42 T117c

S7 C RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência 5


nos estudos. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 170p. 001.42 R934m

Projeto de Conclusão de Curso - 80h


S8 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 19.ed. São Paulo (SP): 1
Perspectiva, 2005. 174p. 001.42 E19c

S8 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 20.ed. São Paulo (SP): 1
Perspectiva, 2006. 174p. 001.42 E19c

S8 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 21.ed. São Paulo (SP): 7
Perspectiva, 2007/2008. 174p. 001.42 E19c

S8 B ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 23.ed. São Paulo (SP): 3
Perspectiva, 2010. 174p. 001.42 E19c

S8 B SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho 18


científico. 22.ed. São Paulo (SP): Cortez, 2002. 335p. 001.42
S498m

S8 B SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho 1


científico. 23.ed. São Paulo (SP): Cortez, 2007. 335p. 001.42
S498m

S8 B TACHIZAWA, Takeshy. Como fazer monografia na prática. 13


11.ed. Rio de Janeiro: FGV, 2006. 150p. 001.42 T117c

S8 C RUIZ, João Álvaro. Metodologia científica: guia para eficiência 5


nos estudos. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2006. 170p. 001.42 R934m

Projeto Social - 40h


S8 B CHIAVENATO, Idalberto. Empreendedorismo: dando asas ao 6
espírito empreendedor. São Paulo (SP): Saraiva, 2006. 278 p.
658.11 C532e

S8 B DEMO, Pedro. Participação é conquista: noções de política 11


social. 5.ed. São Paulo: Cortez, 2001. 176p. 323.042 D383p

S8 B DOLABELA, Fernando. O Segredo de Luísa. São Paulo (SP): 18


Cultura Editores Associados, 1999. 312 p. 658.11 D659s

7.2 Infra -estrutura física e recursos materiais

7.2.1 Distribuição do espaço físico existente e/ou em reforma para o curso em


questão.
2
Dependências Quantidade m
Sala de Direção (GDG/Diren/Digrad) 01/01//01 100/60/40
Salas de Coordenação 01 25
Sala de Professores 02 60
Salas de Aulas para o curso 35 52(cada)
Sanitários 14 18(cada)
Pátio Coberto / Área de Lazer / Convivência 01/01/01 19.000
Setor de Atendimento / Tesouraria 02/01 50/16/130
Praça de Alimentação(Merenda Escolar) 01/01 610/65
Auditórios 01/01 400/300
Sala de Áudio / Salas de Apoio 01/01 80/48
Sala de Leitura/Estudos 01/01 75/25
Outros ( Vídeo Conferência ) 01 90
( Saúde ) 01 80
( CIEE ) 01 87
( CCA ) 01 81
7.2.2 Outros Recursos Materiais

Item Quantidade
Projetores de Slides 20
Câmeras 3
Quadro Branco Nas salas

7.3 INFRA-ESTRUTURA DE LABORATÓRIOS

7.3.1 Laboratórios Básicos (comum aos diversos cursos)

Labotatórios Básicos Componente Curricular


QUÍMICA
Laboratório de QUÍMICA
Materiais para const. Mecânica
Laboratório de Física Experimental Física Experimental

7.3.2 Laboratórios Específicos à Área do Curso

Laboratórios Específicos Componente Curricular


Microcontroladores
Laboratório de Microcomputação (LMC-1)
Controle
Desenho Assistido por
Laboratório de CAD/CAM
Computador, CAM/CNC/CIM
Laboratório de LIE (Laboratório de Informática Linguagem de Programação,
Educacional) Programação Avançada
Ciência dos Materiais
Laboratório de Ensaios Mecânicos - LEM
Resistncia dos Materiais
Usinagem Convencional,
Laboratório de Máquinas Operatrízes - LMO
CAM/CNC/CIM
Acionamentos Hidráulicos e
Laboratório de Automação (Aut1)
Pneumáticos
Laboratório de Metrologia Dimensional Metrologia dimencional
Laboratório de Máquinas Térmicas
LAME-Laboratório de Acionamentos e Máquinas
Acionamentos de Máquinas II
Elétricas
LCEI - Laboratório de Comandos Elétricos Industriais Comandos Eletroeletrônicos
Instrumentação Eletrônica,
LIR - Laboratório de Instrumentação e Robótica Instrumentação Eletrônica II,
Robótica I
Eletrônica Analógica,
LEAD - Laboratório de Eletrônica Analógica e Digital
Eletrônica Digital

LIERP-Laboratório de Instalações Elétricas


Residenciais e Prediais

Instrumentação Eletrônica I e II,


LARI - Laboratório de Automação e Redes Industriais
Automação Industrial

Circuitos Elétricos I,
LE - Laboratório de Eletricidade
Circuitos Elétricos II
LEME - Laboratório de Eletricidade e Máquinas
Acionamentos de Máquinas I
Elétricas
LEPI- Laboratório de Eletrônica de Potência Industrial Eletrônica Industrial
LEMAG - Laboratório de Eletromagnetismo Eletromagnetismo,
Microcontroladores, Dispositivos
Periféricos,
LMC - Laboratório de Microcontrolades e Controle
Sistemas de Controle,
Programação Avançada

7.3.2.1 Laboratório de Eletrônica de Potência e Industrial (LEPI)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Eletrônica de 60 10 3,3
Potência e Industrial - LEPI
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a operação de retificadores controlados com cargas


R, RL e RLE (motores CC); operação de gradadores com cargas R, RL e RLE (motores de
indução); operação de conversores de frequência e motores de indução; operação de
fontes chaveadas. Também são desenvolvidas atividades relativas a práticas de eletrônica
analógica.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 01 Transformador trifásico 380/220V – 60kVA
Bancada com alimentação trifásica 380/220V e 220/127V e painel de
02 04
comando e medição
03 02 Bancada de apoio (ainda em reforma)
04 01 Armário com componentes eletrônicos
05 06 Variador de tensão trifásico: entrada 220V, saída 0-245V, 5A
06 04 Osciloscópio analógico duplo traço 20 MHz
07 04 Fonte CC variável de duplo canal, 0 – 32V, 5A, mostrador digital
08 04 Gerador de funções digital
09 03 Retificador monofásico semi-controlado de 45A/500V com dissipador
Retificador trifásico semi-controlado de 45A/500V com dissipador e com
10 01
circuito de comando e disparo
11 06 Retificador monofásico totalmente controlado de 12A/500V com dissipador
12 01 Retificador trifásico totalmente controlado de 45A/500V com dissipador
13 07 Placa de comando e disparo para SCRs e TRIACs
14 06 Fonte chaveada: 95-260V de entrada, saídas +5V/9A, +8V/0,5A,+12V/1,5A
15 02 Conversor de frequência
16 03 Banco com 03 resistores de 120/220/390Ω, 200W
17 04 Motor de indução trifásico 220/380V, 0,76A/0,44A, 3380rpm
18 04 Motor CC com excitação independente, 50V
19 13 Multímetro digital
20 20 Matriz de contato

7.3.2.2 Laboratório de Instalações Elétricas Residenciais e Prediais (LIERP)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Instalações Elétricas
60 6 3
Residenciais e Prediais - LIERP
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a instalações elétricas pricipalmente residenciais,


onde o aluno realiza a conexão da instalação à rede elétrica, interliga o quadro de medição,
distribui circuitos de iluminação e tomadas, instala diversos tipos de interruptores e
dispositivos de segurança, e realiza emendas.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
Conjunto de montagem de instalação elétrica de baixa tensão: 01 quadro de
01 10 medição, 01 quadro de distribuição, 06 caixas de embutir de 4”x2”, 01
conjunto Ar-Stop e 04 caixas de embutir octagonal de 3”.

7.3.2.3 Laboratório de Acionamento de Máquinas Elétricas (LAME)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Acionamento de
60
Máquinas Elétricas - LAME
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a operação em regime permanente e em transitórios


de carga em máquinas de indução, máquinas CC e máquina síncrona acionadas
convencionalmente; paralelismo de gerador síncrono com a rede elétrica; parametrização,
operação e transitório em máquinas de indução, máquinas CC e servomotores acionados
eletronicamente.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
Máquina CC: 2,5kW, 120V – 20,8A, bobinamento de campo em derivação
01 01
de 120V, 1800rpm, acoplado a máquina seguinte
02 01 Máquina de indução trifásica: 5CV, 220/380/440/760V, 60Hz, 1745rpm
Máquina CC: 2 kW, 125V – 16A, bobinamento de campo em derivação de
03 01
125V, 1800rpm, acoplado a máquina seguinte
Máquina Síncrona de campo fixo e armadura girante: 3kW, 220/380V,
04 01
9,9/5,7A, bobinamento de campo de 125V, 1800rpm
Máquina CC: 2kW, 125V – 16A, bobinamentos de campo série e em
05 01 derivação de 125V, bobinamento de interpólos, deslocamento manual de
escovas, 1710rpm, acoplado a máquina seguinte
Máquina de indução trifásica de rotor bobinado: 2,6kW, 220/380V, 10/5,8A,
06 01
60Hz, 1710rpm
Motor Shirager trifásico: 220V, 500/2000rpm, 1,8/9,0A, acoplado a máquina
07 01
seguinte
08 01 Máquina Síncrona auto-excitada: 3kVA, 220/380V, 7,8A, 60HZ, 1800rpm
Máquina de indução trifásica de pólos comutáveis: 3/5CV, 380V, 60Hz,
09 01
1730/3520rpm, 6,9/8,7A, acoplado a máquina seguinte
10 01 Máquina de indução trifásica de rotor bobinado
11 01 Painel de Comando e Sincronização Gerador – Rede
Banco de carga resistiva/capacitiva/indutiva: 12 lâmpadas de 150W, 6
12 01 capacitores de 2µF, 6 capacitores de 5µF, 12 capacitores de 10µF, 6
indutores de 310mH, 6 indutores de 620mH, 12 indutores de 1260mH
Conjunto didático: motor de indução trifásico do tipo gaiola de esquilo,
1,5CV, 60Hz, 220/380V, 4,32/2,50A, 1700rpm; conversor de freqüência com
13 02
controle vetorial, painel de comando, painel para simulação de defeitos, freio
de Foucault e dinamômetro
Conjunto didático: motor CC, 1kW, 230V – 5,5A, 20 – 1800rpm, ventilação
forçada; taco-gerador, conversor eletrônico CA/CC trifásico totalmente
14 02
controlado dual, painel de comando, painel para simulação de defeitos, freio
de Foucault e dinamômetro
Conjunto didático: motor de indução trifásico do tipo gaiola de esquilo, 4CV,
60Hz, 220/380/440V, 11,0/6,37/5,50A, 3450rpm; conversor eletrônico de
15 02
partida suave (soft-starter), painel de comando, painel para simulação de
defeitos e ventilador centrífugo
Conjunto didático: servomotor, 0,36kW, 230V - 2,4A, 2000rpm, 2,5Nm;
16 02 conversor eletrônico, resolver, painel de comando e painel para simulação
de defeitos
17 01 Computador completo

7.3.2.4 Laboratório de Informática Educacional (LIE)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Informática
Educacional – LIE
Descrição

São realizados treinamentos relativos a linguagem de programação, AUTOCAD e SOLID


EDGE

Equipamentos
Item Qtde Especificações
CPU: AMD Phenon II x2 550 – 3.09 GHz, 4 GB de RAM, 300 GB de HD,
01 21
placa de vídeo GeForce 8400GS – 512 MB
02 21 Monitor LCD
03 21 Teclado
04 21 Mouse
7.3.2.5 Laboratório de Comandos Eletro-Eletrônicos Industriais (LCEI)
2
Denominação Área (m2) m2 por Estação m por aluno

Laboratório de Comandos Eletro- 3,9


70 11,7
Eletrônicos Industriais - LCEI
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a implementação de sistemas de comando de


partida de motores de indução; detecção e remoção de falhas em circuitos de comandos;
implementação de comandos de motores com CLPs; parametrização e operação
conversores eletrônicos de motores de indução.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 06 Bancada de Trabalho com alimentação trifásica e monofásica.
02 06 Variador de tensão trifásico: entrada 380V, saída 0-415V, 6,3A, 4,5 KVA
Painel para Montagens de Comandos Elétricos industriais, constituído de:
contatores, relés temporizadores, porta fusíveis e fusíveis de força (NH) e de
03 06 comando (Diazed), botoeiras de comando e lâmpadas sinalizadoras. (04)
conversor de freqüência entrada monofásica 220V e saída trifásica 2,1 A
para motor de 1/2HP, (07) conversor de partida eletrônica suave 380V/16A
04 02 Conjunto motor driver, entrada 220V/60Hz, monofásico, motor trifásico 2CV.
05 02 Motor redutor 220/380V, 2,2/1,2 A, 370W,1680/35rpm.
06 01 Painel de simulação de defeitos em comando
07 05 Motor Darhlander 0,37/0,60kW, 380/380V, 60Hz, 2,11,85 A, 870/1785rpm.
08 02 Motor-freio, 220/380V, 2,9/1,68 A, 550W, 1720rpm
09 06 MIT ½ CV, 1720rpm, 380/660V, 1,2/0,69 A,
10 06 Motor de indução monofásico, 110/220V, 6,6/3,3 A, 1/3CV
11 02 MIT, 2CV , 220/380/440V, 6,6/3,81/3,3 A, 60Hz, 1715rpm
12 02 MITde dupla velocidade: 3/5CV , 380V, 60Hz, 1755/3495rpm
13 01 MIT, 2CV , 220/380V, 6,4/3,6 A, 60Hz, 3520rpm
14 01 MIT, 8,5kW, 400V, 15,5 A, 50Hz, 1425rpm
15 03 Autotransformador de chave compensadora.
16 04 Transformador trifásico, 380/127V, 5kVA, 60Hz.
17 04 Transformador monofásico, 220/130V, 60Hz, 300VA.
18 04 Transformador monofásico, 220/110V, 60Hz, 100VA.
19 03 Instrumento tipo cosifímetro trifásico 1,0 A, 100/220/380/500V, 60Hz
20 04 Instrumento tipo cosifímetro monofásico 1,0 A, 100/220/380/500V, 60Hz
21 03 Instrumento tipo wattímetro trifásico: 2,5/5 A, 48/120/240/480V, 60Hz
22 01 Instrumento tipo wattímetro monofácio: 0,5/5 A, 48/120/240/480V, 60Hz
23 03 Instrumento tipo amperímetro: calibres de 30µA a 20 A, CC e CA 60Hz
24 01 Equipamento gerenciador mecroprocessado automático de energia.
25 02 Equipamento testador de rigidez dielétrica de óleo isolante.
26 01 Medidor de kWh monofásico fae: 220V, 15/60 A, 60Hz
27 10 Chave de partida estrela-triângulo manual.
28 04 Micro CLPs 06 entradas digitais (100 a 240V) e 04 saídas a relé (8 A)
7.3.2.6 Laboratório de Eletricidade e Máquinas Elétricas (LEME)
Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Eletricidade e
50
Máquinas Elétricas - LEME
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a demonstração de fenômenos em máquinas


elétricas e seus controladores eletrônicos, além de demonstrações em circuitos elétricos.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 01 Transformador de potência: 10kVA, conexão delta/estrela, 380/208/120
02 02 Bancada para montagem dos módulos de ensaios
Módulo de fonte de tensão: 120/208Vca – 15 A; 0 – 120/208Vca – 5A;
03 01
120Vcc – 2A; 0 – 120Vcc – 5A
Módulo de medição CC: voltímetro 0 – 200V, amperímetro 0 – 0,5A,
04 01
amperímetro 0 – 5A
05 01 Módulo de medição de tensão CA: 03 voltímetros 0 – 250V
06 01 Módulo de medição de corrente CA: 03 amperímetros 0 – 8A
Módulo de medição trifásica de potência ativa e reativa: watímetro e
07 01
varímetro 240V/1,5A
08 01 Módulo de medição trifásica de potência ativa: 02 watímetros 300V/2,0A
09 01 Módulo de medição de ângulo de fase: 100 - 250V
10 01 Módulo de medição monofásico de potência ativa: 01 watímetros 150V/10A
11 03 Módulo de transformador monofásico: 120/208/120V, 60VA
Módulo da máquina de corrente contínua : bobinamento de campo série ( 3
12 01
A ), bobinamento de campo shunt ( 0,4A ), ¼hp, 120V, 2,8A, 1800rpm.
13 01 Módulo da máquina de indução trifásica : ¼hp, 208V, 1,2A, 1670rpm.
Módulo da máquina de indução trifásica de pólos comutáveis ( Dahlander ):
14 01
¼hp, 208V, 1,1/1,4A, 3200/1740rpm.
Módulo da máquina de indução trifásica com rotor bobinada: ¼hp, 208V,
15 01
1,3A, 1500rpm.
Módulo da máquina de indução monofásica : capacitor de regime, ¼hp,
16 01
120V, 2,8A, 1715rpm.
Módulo da máquina de indução monofásica : partida com capacitor, ¼hp,
17 01
120V, 4,6A, 1715rpm.
Módulo da máquina universal : enrolamento de compensação indutiva, ¼hp,
18 02
120Vca/Vcc, 3,0A, 1800rpm.
Módulo da máquina de indução monofásica de repulsão : ¼hp, 120V, 4,7A,
19 01
1570rpm.
20 01 Módulo da máquina síncrona trifásica : ¼hp, 208V, 0,8A, 1800rpm.
Módulo da máquina síncrona trifásica de relutância : ¼hp, 208V, 60 Hz,
21 01
2,1A, 1800rpm.
22 01 Módulo do eletro-dinamômetro : 0 – 27 lbf.in, 120V, 60 Hz, 2A, 0 - 5000rpm.
23 01 Módulo de partida automática de motor CC com resistor: ¼hp, 120V, 3A.
Módulo de controle eletrônico de velocidade de motor CC: 0 – 150V, 2A,
24 01
300W.
Módulo de partida reostática de motor de indução trifásico de rotor
25 01
bobinado: 16Ω, 192W, 2A.
26 01 Módulo de partida trifásica a contactor: ¼hp, 208V, 1A.
27 01 Módulo de partida de motor síncrono: ¼hp, 208V, 1A.
28 01 Módulo de sincronização de gerador síncrono trifásico: 240V, 2A.
29 01 Módulo do amplificador magnético: 240V, 2A.
30 02 Módulo de carga resistiva variável: 120V, 252W, 300/600/1200Ω.
31 07 Módulo de carga capacitiva variável: 120V, 252var, 60Hz, 2,2/4,4/8,8μF.
32 01 Módulo de carga indutiva variável: 120V, 252var, 60Hz, 0,8/1,6/3,2H.
33 02 Módulo de linha de transmissão trifásica: 120/208V, 0,33A, 60Hz
34 01 Módulo de controle eletrônico de velocidade de motor de indução trifásico
Módulo de controle eletrônico (PWM) de velocidade de motor de corrente
35 02
contínua com realimentação tacométrica.
Módulo de controle eletrônico de velocidade de motor CC com
36 02
realimentação a encoder.
37 01 Módulo de estudo de sensor de velocidade baseado em encoder.
38 06 Módulo de aquisição de dados com entrada e saída analógica e rs232.

7.3.2.7 Laboratório de Eletricidade e Magnetismo (LEMAG)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Eletricidade e
70 - 2,0
Magnetismo - LEMAG
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a demonstração de fenômenos em máquinas


elétricas e fenômenos relacionados a componentes de circuitos elétricos.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 01 Conjunto didático p/ demonstração do dínamo
02 01 Conjunto didático p/ demonstração do princípio de motor de indução
Conjunto didático desmontável p/ motor de indução trifásico (gaiola de
03 01
esouilo)
04 01 Motor de indução trifásico c/ alavanca p/ simulacão, de carga c/ atrito
05 01 Motor de indução trifásico didático c/ bobina exposta
06 01 Conjunto didático p/ demonstração de gerador síncrono
07 01 Transformador didático desmontável
Conjunto didático p/ demonstração de transformador c/ coeficiente de
08 01
acoplamento magnético variável
09 01 Conjunto didático p/ demonstração de força magnética
Conjunto didático p/ demonstração de campos magnéticos com limalha de
10 01
ferro
Conjunto didático desmontável p/ demonstração de instrumento de medição
11 01
baseado no efeito joule
12 01 Instrumento didático p/ demonstração de instrumentos eletrodinâmicos
13 01 Conjunto didático p/ demonstração de instrumentos de bobina móvel
14 01 Conjunto didático desmontável de medidor de energia monofásico
15 01 Conjunto didático p/ demonstração de capacitores
16 01 Conjunto didático p/ demonstração de isoladores
17 02 Conjunto didático de contactor aberto c/ camara de extinção de arco
18 01 Conjunto didático de demonstração do principio de extinção de arco (chifre)
19 01 Conjunto didático de lâmpada neon multi-colorida
20 01 Conjunto didático p/ demonstração do principio da lâmpada fluorescente
21 01 Conjunto didático p/ demonstração do principio da lâmpada neon
Conjunto didático p/ demonstração de ligação de 02 lâmpadas fluorescente
22 01
c/ reator único
23 01 Conjunto didático p/ demonstração de instalações elétricas
24 01 Conjunto didático p/ demonstração do platinado e distribuição
Conjunto didático p/ demonstração de cremalheira do motor de combustão
25 01
interna.

7.3.2.8 Laboratório de Microcontroladores e Controle (LMC)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Microcontroladores e
Controle - LMC
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a elaboração de programas embarcados de


comando e controle em microcontroladores, projeto de circuitos microcontrolados com
periféricos e elaboração de programas em controladores lógicos programáveis.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 11 CPU: Pentium 4 – 3.066 GHz, 512 MB de RAM e 80 GB de HD
02 12 Monitor
03 12 Teclado
04 11 Mouse
Conjunto didático de controlador lógico programável com IHM, 02 entradas
05 06
analógicas, 08 entradas digitais
06 01 Conjunto didático para implementação de controle de posição 2D

7.3.2.9 Laboratório de Instrumentação e Robótica (LIR)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Instrumentação e
Robótica - LIR
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a elaboração de programas embarcados de


comando e controle de braço manipulador robótico, apresentação de diversos tipos de
sensores e elaboração de programas em controladores lógicos programáveis para
aplicação de sensores.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 08 Computador completo
02 08 Monitor CRT
03 08 Teclado
04 08 Mouse
Painel para aplicação didática com controlador lógico programável, fonte
05 04
CC, 03 contactores, 05 botões e sinalizadores óticos
Conjunto didático de controlador lógico programável, controlador de
06 04
temperatura e sensor de temperatura
07 01 Armário com sensores e atuadores diversos
08 01 Manipulador robótico com 5 graus de liberdade + garra
Manipulador robótico industrial FANUC LRMate 200iB, com 6 graus de
09 01
liberdade, garra, teach pendant, precisão de 0,04 mm, com simulador.

7.3.2.10 Laboratório de Processamento de Energia (LPE)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Processamento de
Energia - LPE
Descrição

São desenvolvidas atividades de pesquisa e desenvolvimento principalmente relacionadas


a conversores eletrônicos de máquinas e fontes alternativas de energia

Equipamentos
Item Qtde Especificações
Megômetro Digital que realiza medidas de resistência de isolação até
01 01
2000M ohms
Wattimetro digital portátil para medidas de potência (kW) e THD%-F
02 01
monofásica e trifásica e leitura True RMS
03 04 Multímetro digital de bancada
04 02 Multímetro digital TRUE RMS
05 01 Alicate amperímetro
06 01 Tacômetro óptico e de contato
07 04 Fonte de Alimentação CC
08 02 Placa de aquisição de dados
09 04 Osciloscópio digital com aquisição de dados
10 01 Variador de tensão trifásico 380V - 7.5A
11 05 Computador completo
12 01 kit de desenvolvimento FPGA
13 02 Motor de indução trifásico de 1CV
14 01 Bancada de testes de motor de indução com freio de Foucult
15 04 Bancada de ensaios com alimentação 220/380V
16 01 Termômetro infra-vermelho
7.3.2.11 Laboratório de Automação e Redes Industriais (LARI)
Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Automação e 50
Redes Industriais - LARI
Descrição

O laboratório foi concebido para emular uma planta completa de tratamento de efluentes
industriais com processamento contínuo ou em batelada. Entretanto, são reconhecidos
dentro deste sistemas, subsistemas de controle de temperatura, de vazão, de nível, de
pH, e de pressão, que podem operar individualmente.

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 06 Computador desktop completo
02 04 CLP c/entradas e saídas digitais e analógicas e RS-485
03 03 Expansão remota para CLP EMA4-101-AAZ
04 01 Interface Humano-Máquina
05 03 Eletroválvula.
06 02 Termopar “J” tipo baioneta c/ ponta de aço inox.
07 03 Termômetro bi-metálico totalinox DN 115 mm.
08 02 Bóia multiponto
09 02 Banco de resistência trifásico
10 06 Chave estática
11 09 Conversor de freqüência
12 05 Conjunto motor bomba
13 02 Sensor de vazão
14 01 Sensor de temperatura PT-100
15 05 Agitador mecânico digital de uso universal.
16 03 Célula de carga p/ 500 g.
17 03 Bombas dosadoras tipo diafragma, eletromagnética Netzschs
18 01 Sensor de pressão
19 01 Sensor de nível capacitivo
20 01 Válvula proporcional ½ c/transdutor 0.10 V
21 01 Sensor/transmissor de nível ultra-som
22 01 Turbidímetro p/ monitoramento contínuo.
23 02 Sensor/ transmissor PH.
24 01 Sensor de oxigênio dissolvido mod. D63/544 OD mr. GLI
25 05 Tanques de PVC
26 01 Tanque de vidro
27 01 Filtro de areia em vidro
28 01 Transmissor via radio
29 01 Receptor via radio
7.3.2.12 Laboratório de Eletrônica Analógica e Digital (LEAD)
Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Eletrônica Analógica
e Digital - LEAD
Descrição

São desenvolvidas atividades relativas a práticas de eletrônica analógica: retificadores não-


controlados, polarização de transistores, registrador de deslocamento, flip-flops e etc

Equipamentos
Item Qtde. Especificações
01 06 Bancada
02 16 Fontes reguláveis
03 07 Gerador de função de 1 MHz
04 13 Gerador de função de 2 MHz
05 06 Osciloscópios duplo traço 20 MHz
06 05 Feqüencímetro
07 09 Multímetro analógico
08 06 Multímetro digital
09 21 Matriz de contato
10 06 Unilab digital
11 06 LC Meter(medidor de reatância)
12 01 Analisador de sinais

Laboratório de Eletricidade (LE)

Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno


Laboratório de Eletricidade - LE
Descrição

São realizada práticas de circuitos monofásicos e trifásicos com cargas resistivas, indutivas
e capacitivas

Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 04 Fonte de alimentação trifásica fixa e ajustável 220/380, 0-415V
02 04 Conjunto de cargas resistivas variável
03 04 Conjunto de cargas indutivas variável
04 04 Conjunto de cargas capacitivas variável
05 04 Sistema de aquisição de dados

7.3.2.13 Equipamentos no Almoxarifado do bloco de eletrotécnica


(compartilhado com todos os laboratórios)
Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 06 Wattímetros monofásicos Ganz HDA-2
02 06 Wattímetros Trifásicos Ganz HDA-2
03 10 Amperímetro Ganz HDA-2
04 10 Miliamperimetros Ganz HDA-2
05 04 Ohmímetro Ganz HDA-2
06 08 Cos  Ganz HDA-2
07 04 Pontes de Thompson – Wheatstone
08 04 Wattímetro
09 02 Alicates volt - amp.
10 01 Terrômetro
11 01 Banco de resistência
12 02 Alternador de tensão
13 03 Megôhmetro
14 08 Pontes de Thompson
15 01 Luxímetro
16 01 Reostato
17 02 Voltímetros em suporte de madeira
18 24 Shunt
19 02 Wattímetro EKM (antigo)
20 14 Amperímetros EKM (antigo)
21 29 Voltímetros EKM (antigo)
22 03 Milivoltímetro EKM (antigo)
23 11 Miliamperímetro EKM (antigo)
24 07 Microamperímetro EKM (antigo)
25 02 Wattímetros (caixa de madeira)
26 04 Cos 
27 01 Analisador de energia

7.3.2.14 Laboratório de Medidas Dimensionais (LMD)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Medidas
Dimensionais(LMD
Descrição
Realização de atividades e aulas práticas de medidas e tolerâncias em componentes
mecânicos
Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 1 Máquinas de medir por coordenada (500x700x400mm)
02 2 Indicador digital (1 entrada/R=0,001mm/ RS 232/ V24)
03 4 Transdutor de deslocamento tipo apalpador (12mm, R=0,000 1mm)
04 1 Máquina de medição horizontal universal 100mm R=0,0005mm
05 1 Projetor de perfis, Mitutoyo, 25x25mm R=0,005mm
06 1 Divisor ótico para eixos de comando de válvulas
07 1 Desempeno de granito (920x1220mm)
08 1 Mesa de seno 320mm
09 1 Aparelho pneumático de medição
10 1 Régua de seno L=100mm
11 1 Esquadro cilíndrico
12 1 desumificador do ar
13 1 Nível de alta exatidão para nivelamento de máquinas
14 2 termômetro digital 15 a 30oC, R=0,05oC
15 2 micrômetro digital (0 a 25mm)
16 1 Jogo de blocos padrão de aço com 47peças (1,09 a 70mm)
17 1 paquímetro digital (150mm)
18 1 Jogo de Blocos padrão de aço com 89 peças (1,0005 a 100mm)
19 Traçador de altura 0 – 250mm R=0,02mm; 0 – 10pol R = 0,001pol
20 2 Graminho vertical ,
21 1 Planos paralelos óticos ,
22 2 Medidor de ângulo (goniômetro) R=5‟
23 1 Régua de ajuste triangular 500mm 60o
24 4 Régua de ajuste triangular 500mm 45o
25 1 Suporte para blocos padrão (25 a 425mm)
26 4 Suporte para micrômetro
27 3 Paquímetro de profundidade - 0 a 200mm – R=0,02mm; 0 a 8pol – 0,001pol
Paquímetro p/ verificação da espessura de dentes de engrenagem
28 2
R=0,05mm
28 38 Paquímetro universal – 0 – 150mm R=0,05mm; 0 –6pol R=1/128pol
30 22 Paquímetro universal – 0 – 300mm R=0,02mm; 0 –12pol R=0,001pol
31 1 Micrômetro de profundidade – 0 a 8mm – R=0,01mm
32 12 Micrômetro externo – 25 a 50mm – R=0,01mm
33 18 Micrômetro externo – 0 a 25mm – R=0,01mm
34 1 Micrômetro externo – 0 a 12,5mm – R=0,001mm
35 2 Micrômetro externo – 0 a 75mm – R=0,01mm (conjunto)
36 4 Micrômetro externo – 0 a 1pol – R=0,001pol
37 2 Micrômetro externo – 0 a 4pol – R=0,0001pol (conjunto)
38 20 Escala de aço rígida 150mm
39 2 Impressora jato de tinta

7.3.2.15 Laboratório de Automação Pneumática e Hidráulica (LAPH)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Automação
(Pneumática e Hidraulica)
Descrição
Realização de atividades e aulas práticas de medidas e tolerâncias em componentes
mecânicos
Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 01 Bancada de pneumática, marca festo
02 01 Bancada de pneumática, marca schader bellows
03 01 Conjunto de sensores de grandezas geométricas
04 01 Conjunto de sensores de proximidade
05 01 Conjunto de sensores de força e pressão
06 01 Controlaador lógico programável
07 04 Computador pc - 486
08 01 Robô didático
09 01 Kit de eletropneumática
10 01 Tv 50 polegadas
11 01 Projetor multimidia
7.3.2.16 Laboratório de Simulação e Desenvolvimento de produtos (LSDP)
Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Simulação e
Desenvolvimento de
produtos(LSDP)

Descrição
Realização de atividades de Simulação em software de CNC/CAM/CAE
Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 19 Computadores

7.3.2.17 Laboratório de Maquinas Operatrizes (LMO)


Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Maquinas
Operatrizes(LMO)
Descrição
Este Laboratório e subdividido em 3 ambientes(Ajustagem mecânica, Usinagem
Convencional e Fresadoras) onde são aplicadas em atividades práticas e processos de
fabricação e manutenção mecânica
Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 01 Retificadora cilíndrica universal mr. tos-hostivar
02 01 Retificadora ferramenteira mr. mello
03 01 Retificadora plana frontal mr. zocca mod. rpv - 650
04 01 Retificadora cilindrica interna e faces. mr. jotes
05 01 Retificadora plana tangencial, mr. mello
06 01 Máquina de afiar brocas mr tos-hostivar
07 01 Mandriladora horizontal, tipo bft-63, mr union
08 01 Plaina de mesa ( 800 x 2000 ), mr union
09 01 Broqueadeira de coordenadas, tipo bkof
10 01 Furadeira radial, mod yr4a mr. mas
11 01 Afiadora de ferramentas p/ máquina pantográfica, mod swfgh6,
12 01 Fresadora pantográfica sempuco, tipo fg 220/440
13 01 Geradora de engrenagens rhenania, mr tos
14 01 Fresadora vertical, marca tos - tipo fa3a
15 01 Fresadora universal
16 01 Geradora de engrenagens fellows, marca tos
17 01 Fresadora ferramenteira, mr. strigon, tipo msu-250
18 01 Máquina para solda elétrica, marca bambozzi, tipo geradora
19 01 Serra mecânica alternativa (sem marca)
20 01 Viradeira de cano marca marinaro
21 01 Guincho, tipo girafa (s/m)
22 01 Forja elétrica, marca bromberg.
23 01 Máquina furadeira, marca yadoya mod. fy-a.50
24 02 Furadeira de coluna, marca yadoya mod. fy-538
25 03 Furadeira de bancada, tipo b2, c/ capacidade ¾ „ cone morse n°: 02
26 01 Prensa hidráulica manual, cap. 40 toneladas. mr. siwa
27 14 Torno mecânico universal
28 04 Plaina limadora zocca
29 02 Retificadora portátil, motor trifásico bipolar 220/380/440v-60hz
30 01 Serra de fita universal mr. univers, mod. u-400
31 01 Esmeril de chicote jowa tipo pc
32 02 Máquina transformadora p/ solda elétrica, marca simonek
33 01 Serra mecânica alternativa mr. chinelatto - mod sm - 02
34 03 Máquina transformadora para 250 amp. 220 ou 380, mr inelsa
35 01 Compressor de ar, pressão máxima 175 lbs/pol² c/ motor 5hp - mod. ms-v-
36 01 Prensa excentrica mr continental - capaciidade 60 ton.
37 01 Esmerilhadeira marca bosch-220v-potência 1600w-8500rpm
38 01 Simulador cnc marca romi - mod. sim-tronic tor 380v60hz c/equips.std
39 01 Torno cnc centur 35 - Romi
40 01 Máquina para virar chapa-manual-mr. Brasoto-mod. 2025
41 03 Máquina de solda elétrica super bantam 250 - mr. Esab
42 09 Moto esmeril
43 04 Micrômetro externo – 0 a 75mm – r=0,01mm (conjunto)
44 06 Micrômetro externo – 0 a 25mm – r=0,01mm
45 04 Micrômetro externo – 25 a 50mm – r=0,01mm
46 01 Suporte para micrômetro
47 08 Medidor de deslocamento mecânico 0 a 10mm – r=0,01mm
48 02 Traçador de altura 0 – 250mm r=0,02mm; 0 – 10pol r = 0,001pol
49 02 Graminho vertical
50 05 Paquímetro universal – 0 – 300mm r=0,02mm; 0 –12pol r=0,001pol
51 45 Paquímetro universal – 0 – 150mm r=0,05mm; 0 –6pol r=1/128pol
52 01 Paquímetro universal digital – 0 – 150mm r=0,02mm
53 12 Medidor de ângulo (goniômetro) (tipo meia lua)
54 01 Paquimetro universal 0 – 500mm - r=0,02
55 01 Máquina de solda a ponto
56 01 Esmeril portátil
57 01 Retificadora portátil
58 01 Prensa excêntrica 60t
59 02 Centros de Usinagem (CNC)
60 01 Torno Mecânico (CNC)

7.3.2.18 Laboratório de Desenho Assistido por Computador e Manufatura


Assistida por Computador (LCAD/CAM)
Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno
Laboratório de Desenho Assistido 50
por Computador e Manufatura
Assistida por Computador
(LCAD/CAM)
Descrição
São realizadas atividade de projetos mecânicos aplicando o software solidege e NX-CAM
em processo de usinagem computadorizadas por Comando numérico em 2 eixos(Torno
CNC) e 3 eixos(centro de Usinagem)
Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 20 Computadores
02 Software NX (Sistema CAM/CAE) Sistema em REDE
03 20 Software SSCNC( Simulador de Usinagem CNC)

Laboratório de Ensaios Mecânicos - LEM

Denominação Área (m2) m2 por Estação m2 por aluno


Laboratório de Ensaios Mecânicos -
LEM
Descrição
São realizadas atividade aplicando metalurgia, ensaios mecânicos destrutivos(tRação,
compressão, dureza, charpi etc) e não destrutivos(Raio X), tratamento térmico de ligas
metalizas, estudo metalograficos.
Equipamentos
Item Qtde Especificações
01 Máquina universal de ensaio de tração (0 – 20 tf) – WPM - ZD 20
01 Graduadora de corpo de prova – WPM
01 Máquina de ensaio Charpy e Izod – WPM - PS 30
01 Máquina de ensaio de dureza Brinell e Vickers – WPM – HPO 250
01 Máquina de ensaio de dureza Rockwell – Microtest 737
01 Máquina de ensaio de embutimento RM 501
01 Máquina para ensaio com partículas magnéticas – DEUTROFLUX
01 Máquina para ensaio de molas (0 – 50 kg) LUBESKIE FABRYKIWAG
01 Máquina para torção de arames – DV 8 - LOSENNHAUSEN
01 Máquina para dobramento de arames – DB 8 – LOSENNHAUSEN
01 Forno elétrico (1100 ºc) – NORBERTHERM
05 Lixadeira manual LUNN MINOR – STRUERS
02 Lixadeira rotativa – KNUTN ROTOR - STRUERS
06 Politriz DP 9 e DP 10 – STRUERS
02 Prensa para embutimento a quente para metalografia – STRUERS
01 Cortadeira metalográfica – DISCOTON – STRUERS
01 Microscópio metalográfico JENAPLAN – AUS JENA
01 Microscópio metalográfic EPTYP 2 - AUS JENA
01 Estéreo microscópio GSZ
01 Aparelho para limpeza de amostras metalográficas por ultra-som – STRUERS
01 Caneta gravadora de amostras metalográficas - STRUERS
01 Aparelho para polimento eletrolítico – STRUERS
01 Aparelho de raios – X – ANDREX
01 Contador Geiger – NA-DAIVES
01 Aparelho para medição de densidade radiográfica
01 Negatoscópio
01 Secador radiográfico
01 Aparelho de ultra-som – KARLDEUTSCHT
01 Bloco padrão V1 para ultra-som – IMADEM
02 Ampliador para fotografias
01 Microscópio metalográfico Olympus GX 51
01 Máquina universal de ensaios servo hidráulica de 30 t (Time Group)
01 Microdurômetro INSIZE ISH-TDV1000
01 Forno Mufla marca JUNG modelo LF0712 (1200 °C)
ANEXO 1: NORMAS DE ESTÁGIO

Através do CIEE - Coordenadoria de Integração Escola Empresa o IFCE, mantém


contato com empresas no que diz respeito a inserção do aluno no estágio curricular e
acompanhamento do mesmo. Estas empresas da área de Mecatrônica são cadastradas ee
mantém parcerias no desenvolvimento de projetos institucionais e/ou treinamento. Esta
parceria beneficia nossos alunos na parte de P&D e na possibilidade de sua inserção no
mercado de trabalho e beneficia os laboratórios envolvidos neta parceria. Os Alunos são
orientados a realizarem o estágio a partir do 6o período, onde já possuem um
embasamento básico e teórico para atuar estas empresas. A normativa de estágio é regida
pela lei de estágio publicado no link http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-
2010/2008/lei/l11788.htm.
ANEXO 2 : NORMAS DO TCC –
Tecnologia em Mecatrônica Industrial

Neste documento são apresentadas as normas para matrícula na disciplina de Trabalho


de Conclusão de Curso, instituídas por meio de reunião designada a esse fim, que passam
a vigorar a partir de 2011.2

SOBRE O TCC

O Trabalho de Conclusão do Curso é uma atividade curricular obrigatória para todos os


alunos regularmente matriculados no Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica
Industrial do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará. Possui caráter
individual, e a sua natureza científica, e o campo de conhecimento em que é desenvolvido
deve obrigatoriamente manter correlação com os assuntos ministrados no curso superior
em questão. Constitui-se do requisito final para a obtenção do grau de Tecnólogo em
Mecatrônica Industrial, tendo por finalidade a apresentação por escrito e a defesa, com
êxito, do trabalho desenvolvido.

CONDIÇÕES PARA MATRÍCULA NA DISCIPLINA DE TCC

A seguir são descritas as condições para efetivação de matrícula na disciplina de TCC,


para os cursos de Tecnologia em Mecatrônica Industrial

O aluno deve entregar, na coordenação, com antecedência de 45 dias da data da


matrícula, um pré-projeto, contendo os itens abaixo especificados. Este pré-projeto deverá
ser avaliado por uma comissão, instituída pela coordenação, a qual fará as recomendações
necessárias para a adequação do mesmo às questões institucionais, e, tendo estas sido
cumpridas dentro do prazo indicado pela comissão, será autorizado ao aluno a matrícula
na disciplina de TCC.

Escolha do orientador

A escolha do orientador deve ser feita antes do início do semestre, já que, no decorrer
do curso, o aluno apresenta maior afinidade com determinadas áreas e professores. A
escolha do orientador deve levar em conta a área de pesquisa do mesmo, em consonância
com os interesses do aluno.
Atribuições do orientador

Como o próprio termo denota, orientar e acompanhar o aluno na composição do seu


trabalho, principalmente no que diz respeito à abordagem teórica, definição das variáveis e
opção metodológica. A adequação do texto às normas do manual, bem como a revisão
ortográfica, embora deva ser lembrada e revisada pelo orientador, é de responsabilidade
do aluno. Ao orientador também compete revisar o trabalho e informar ao aluno as
mudanças necessárias, no que deve ser plenamente atendido. É importante lembrar que o
trabalho carrega o nome do aluno, do orientador e da Instituição.

Outros aspectos importantes para a disciplina de TCC

1. Escolha e convite da banca

A escolha da banca deve ser de comum acordo entre o orientador e o orientando,


sendo o primeiro o que vai decidir. O convite deve ser formalizado por meio escrito,
informando hora, local e data, bem como – principalmente – o tema e a área do trabalho a
ser apresentado. Pode ser feita verbalmente, dependendo do nível da relação do membro
da banca com o orientador e com o aluno; pode ser feita pelo aluno, mas deve ser
reiterada pelo orientador. Para escolher a banca, deve-se levar em conta a área de
conhecimento, de formação e de atuação do membro a ser convidado, e não o seu
comportamento – se austero, rigoroso, ou se informal e acessível

1.1 Atribuições da banca

A banca avaliadora tem como principal objetivo avaliar o trabalho de forma a verificar se
o mesmo atende ao nível desejado pela instituição e contribuir para a melhoria do mesmo.
As questões de qualidade, exeqüibilidade, repetibilidade, aderência à área do curso devem
estar presentes na avaliação. Além delas, é importante verificar clareza, coerência, coesão,
correção ortográfica, e a obediência à conectividade acadêmica entre as partes do
trabalho, quanto ao problema, os objetivos, a metodologia adotada, a análise dos
resultados com base no referencial teórico e a consideração de todo o trabalho na
exposição das conclusões.

14.2 Formalidades

Além do convite por escrito aos membros da banca, com todos os dados referentes à
defesa, é importante observar os seguintes aspectos:
- Divulgação: como se trata de uma defesa pública, deve ser divulgada no mínimo nas
dependências onde funciona o curso, para que as pessoas possam comparecer como
forma de aprender, testemunhar o fato e até contribuir.

- Entrega dos exemplares com antecedência: deve-se ter em mente que os membros
da banca têm outros afazeres e, portanto precisam ser consultados com antecedência
mínima de 20 dias e os exemplares devem ser entregues com pelo menos 10 dias para
leitura e análise.

- Reserva do local e preparação dos recursos para a defesa: uma defesa faz parte das
atividades acadêmicas do curso, e como tal não pode acontecer em qualquer lugar. É
como uma aula. Precisa de recursos e de local adequado.

- Documentação: Ao preparar a folha de aprovação oficial, a coordenação também deve


entregar aos membros da banca a documentação comprobatória do comparecimento à
defesa, que deve ser registrada no currículo lattes de cada um dos membros.

- Responsabilidade das providências: o aluno, como já concluiu o trabalho, pode fazer a


maior parte das providências, principalmente aquelas que não requerem formalidades,
como divulgação. A interação ideal entre orientador e orientando estabelece a divisão
destas tarefas.

15 Tipos de trabalhos aceitos

Serão aceitos como trabalhos oficiais e valerão a nota da disciplina de TCC os


trabalhos originais, cujo tema se adéqüe ao curso, e que tenham, como indicado no item
14.1, clareza, coerência, coesão, correção ortográfica, e a obediência à conectividade
acadêmica entre as partes do trabalho, quanto ao problema, os objetivos, a metodologia
adotada, a análise dos resultados com base no referencial teórico e a consideração de
todo o trabalho na exposição das conclusões. Os trabalhos devem seguir as normas
constantes no manual do curso.

2. Prazo para correção do trabalho

Tendo em vista que apenas trabalhos adequadamente elaborados devem ser


encaminhados à defesa, o aluno terá um prazo de 20 (vinte) dias para correção do
trabalho, para que a nota seja incluída no mesmo semestre, caso a defesa seja feita até 20
(vinte) dias antes do fechamento do sistema de registro das notas. Caso contrário, o aluno
deverá matricular-se novamente na disciplina e registrar a nota no semestre seguinte.

3. Calendário de defesa

A defesa deve ser realizada até 10 (vinte) dias antes do fechamento do semestre para que
a nota seja registrada no semestre vigente. Caso contrário, como esclarecido no item 15, o
aluno deverá matricular-se novamente na disciplina para registro da nota no semestre
seguinte.

4. Plágio

Trabalhos cujo plágio seja comprovado serão submetidos às punições legais.

5. Recursos

Os recursos devem ser apresentados à instituição, oficialmente e por escrito.

6. As punições deverão ser aplicadas a partir de formalização por escrito da situação


pelo orientador à coordenação e definidas pelo conselho, e podem ir desde
reprovação até expulsão da instituição.
ANEXO 3 : REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO
DIDÁTICA

CAPÍTULO II – Da aprendizagem

Seção I – Da avaliação da aprendizagem

Art. 40. A avaliação dá significado ao trabalho escolar e tem como objetivo mensurar a
aprendizagem nas suas diversas dimensões, quais sejam hábitos, atitudes, valores e
conceitos, bem como de assegurar aos discentes a progressão dos seus estudos.

Art. 41. A avaliação será processual e contínua, com a predominância dos aspectos
qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados parciais sobre os obtidos em provas
finais, em conformidade com o artigo 24, inciso V, alínea a, da LDB 9394/96.

Parágrafo único. O processo de avaliação será orientado pelos objetivos definidos nos
planos de cursos, considerando cada nível e modalidade de ensino.

Art.42. As estratégias de avaliação da aprendizagem deverão ser formuladas de tal modo


que o discente seja estimulado à prática da pesquisa, da reflexão, da criatividade e do
autodesenvolvimento.

Parágrafo único. A avaliação da aprendizagem se realizará por meio da aplicação de


provas, da realização de trabalhos em sala de aula e/ou em domicílio, da execução de
projetos orientados, de experimentações práticas, entrevistas ou outros instrumentos,
considerando o caráter progressivo da avaliação.

Seção IV – Da sistemática de avaliação

Subseção III – Da sistemática de avaliação no ensino superior

Art. 54. A sistemática de avaliação se desenvolverá em duas etapas.

§1º. Em cada etapa, serão atribuídas aos discentes médias obtidas nas avaliações
dos conhecimentos construídos.

§2º. Independentemente do número de aulas semanais, o docente deverá aplicar,


no mínimo, 02 (duas) avaliações por etapa.

§3º. A nota do semestre será a média ponderada das avaliações parciais, devendo o
discente obter a média mínima 7,0 para a aprovação.
Art. 55. A média final de cada etapa e de cada período letivo terá apenas uma casa
decimal; as notas das avaliações parciais poderão ter até duas casas decimais.

Art. 56. Caso o aluno não atinja a média mínima para a aprovação (7,0), mas tenha obtido,
no semestre, a nota mínima 3,0, ser-lhe-á assegurado o direito de fazer a prova final.

§1º. A prova final deverá ser aplicada no mínimo três dias após a divulgação do
resultado da média semestral.

§2º. A média final será obtida pela soma da média semestral com a nota da prova
final, dividida por 2 (dois); a aprovação do discente estará condicionada à obtenção da
média mínima 5,0.

§3º. A prova final deverá contemplar todo o conteúdo trabalhado no semestre.

§4º. A aprovação do rendimento acadêmico far-se-á, aplicando-se as equações a


seguir:

2X1  3X2
Xs   7,0
5

X f  X s  AF  5,0

Onde:

Xs: média semestral

X1: média da primeira etapa

X2: média da segunda etapa

Xf: média final

AF: avaliação final

Art. 57. Será considerado aprovado o discente que obtiver a média mínima, desde que
tenha frequência igual ou superior a 75% do total das aulas de cada componente curricular.