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MEC0253 – INTEGRIDADE

ESTRUTURAL

FADIGA
CRITÉRIOS DE FALHA

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Prof. Me. Eng. Mec. Vagner Grison
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Critérios de Falha por Fadiga


• Após o conhecimento das propriedades de resistência à fadiga
de corpos de prova sujeitos à tensões completamente
invertidas e aplicar os devidos fatores para corrigir tal
resistência para um nível correspondente a uma peça
estrutural com características particulares, resta obter
métodos capazes de analisar tais propriedades em diferentes
casos de carregamentos.
• Nesta etapa, será apresentado o efeito das tensões médias
diferentes de zero nos carregamentos de fadiga.
• As figuras nos slides seguintes ilustram gráficos contendo
resultados experimentais e características básicas das
resistências à fadiga variando em função das tensões médias e
alternantes aplicadas ao material. 2
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Critérios de Falha por Fadiga

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Critérios de Falha por Fadiga

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Critérios de Falha por Fadiga

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Critérios de Falha por Fadiga


Uma série de diagramas foram desenvolvidos ao longo dos tempos com a
finalidade de definir um critério consistente de falhas por fadiga.
Dentre os modelos desenvolvidos, o mais utilizado é o gráfico de sm
versus sa. Ele está ilustrado abaixo juntamente com 5 critérios de falha.

Carregamentos de sa e sm
abaixo das linhas de critérios de
falha são considerados seguros

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Critério de falha de Goodman modificado “aumentado”


sa
Este diagrama corresponde à
Nestes casos uma ampliação do diagrama de
verifica-se que o Goodman, o qual inclui tensões
Sy
limite de fadiga fica médias compressivas e a
limitado à sa < Se, correspondente região de
devendo respeitar a carregamento seguro.
curva de Langer. A curva de Langer utilizada
em conjunto com os critérios
Se de falha por fadiga previne o
tipo de falha conhecida
como de “Escoamento de
Primeiro Ciclo”

Região de Carregamento
Seguro

sm
-Sy Sy Sut
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Critério de falha de Goodman modificado e Langer


Equações da Intersecção Coordenadas da intersecão
LINHA DE GOODMAN
Sa Sm Sa rS e Sut Sa
 1 r Sa  Sm 
Se Sut Sm rS ut  S e r
LINHA DE LANGER
Sa Sm Sa rS y Sy
 1 r Sa  Sm 
Sy Sy Sm 1 r 1 r
INTERSECÇÃO
Sa Sm Sa Sm Sm 
S y  S e S ut Sa  S y  Sm
 1  1 S ut  S e
Se Sut Sy Sy rcrít  S a S m
FATOR DE SEGURANÇA DE FADIGA
1
Se sm  0 
 nf 
 n f 
sm  0  sa sm
sa 
Se Sut
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Critério de falha de Gerber e Langer


sa
A curva de Langer utilizada em
conjunto com os critérios de
falha por fadiga previne o tipo
Sy de falha conhecida como de
“Escoamento de Primeiro Ciclo”

Se

Região de
Carregamento
Seguro

sm
Sy Sut
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Critério de falha de Gerber e Langer


Equações da Intersecção Coordenadas da intersecão
PARÁBOLA DE GERBER
2   2S e  
2
Sa  Sm  r
Sa Sa 
r 2 Sut2 
 1  1    Sm 
Sa
    1 2S e   rS ut  
Se  Sut  Sm   r
LINHA DE LANGER
Sa Sm Sa rS y Sy
 1 r Sa  Sm 
Sy Sy Sm 1 r 1 r
INTERSECÇÃO
  2S e   S y  
2
Sut2 
2 Sm  1  1    1  
Sa  Sm  Sa Sm 2Se   ut   Se  
    1
S
 1  
Se  Sut  Sy Sy
Sa  S y  Sm rcrít  S a S m
FATOR DE SEGURANÇA DE FADIGA
 
2   
2
1 S s 2s S
n f   ut  a  1  1   m e  
2  s m  Se   Suts a  
 Vagner Grison 
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Critério de falha da ASME elíptico e Langer


sa
A curva de Langer utilizada em
conjunto com os critérios de
falha por fadiga previne o tipo
Sy de falha conhecida como de
“Escoamento de Primeiro Ciclo”

Se

Região de
Carregamento
Seguro

sm
Sy Sut
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Critério de falha da ASME elíptico e Langer


Equações da Intersecção Coordenadaalkjas da intersecão
ELÍPSE ASME
 Sa   Sm 
2 2
Sa r 2 Se2 S y2 Sa
      1 r Sa  Sm 
  Sm Se2  r 2 S y2 r
 Se   S y 
LINHA DE LANGER
Sa Sm Sa rS y Sy
 1 r Sa  Sm 
Sy Sy Sm 1 r 1 r
INTERSECÇÃO
2 S y S e2
 Sa   Sm 
2 2
S a  0,
      1
Sa Sm
 1 S e2  S y2
 
 Se   S y  Sy Sy
Sm  S y  Sa rcrít  S a S m
FATOR DE SEGURANÇA DE FADIGA
1
nf 
s a Se 2  s m S y 2 12
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Critério de falha de Goodman modificado “aumentado”


sa

Sut

Se

Região de Carregamento
Seguro
sm
-Sut Sut
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Critério de falha para materiais frágeis (Smith-Dolan)

Equações da Intersecção Coordenadas da intersecão


Primeiro quadrante Primeiro quadrante
S a 1  S m Sut rS  S e  4.r.Sut .S e  Sa
 S a  ut  1  1  Sm 
2 
S e 1  S m Sut 2  r .S ut  S e   r

Segundo quadrante
Sa
r S 
Sm S a  S e   e  1.S m  Sut  S m  0
 Sut 
FATOR DE SEGURANÇA DE FADIGA
S e 1  n f .s m Sut S
nf  ou nf  a
s a 1  n f .s m Sut sa

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Resistência à Fadiga Torcional


Ensaios realizados por Smith demonstram que a existência de uma
tensão torcional permanente, abaixo de Ssy, não tem efeito sobre o
limite de resistência torcional do material desde que ele seja dúctil,
polido, sem entalhe e cilíndrico.
Além disso, observou-se que a fadiga decresce monotonicamente com
a tensão torcional permanente em peças com entalhes ou
imperfeições superficiais. Sendo que a maioria das peças tem estas
características, esses resultados indicam que Gerber e ASME-
elíptica são bons critérios de falha a serem adotados.
Shigley apud Joerres, da Associated Spring-Barnes Group, confirma os
resultados de Smith e recomenda o uso da relação de Goodman
modificado fazendo:

Ssu = 0,67.Sut
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Concentração de tensão e sensibilidade a entalhe


Quando são estudados os carregamentos estáticos, observa-se que a
presença de descontinuidades de forma provoca um acúmulo de tensões nas
proximidades das mesmas, o qual é definido por um coeficiente Kt ou Kts.
Ocorre que alguns materiais não são completamente sensíveis à presença
de entalhes, assim, um fator reduzido de concentração de tensões pode ser
usado. Este fator é denominado de fator de concentração de tensão em fadiga Kf
ou Kfs. e pode ser determinado pela equação abaixo:
𝑡𝑒𝑛𝑠ã𝑜 𝑚á𝑥𝑖𝑚𝑎 𝑒𝑚 𝑚𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑒𝑛𝑡𝑎𝑙ℎ𝑎𝑑𝑜
𝐾𝑓 =
𝑡𝑒𝑛𝑠ã𝑜 𝑒𝑚 𝑚𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑠𝑒𝑚 𝑒𝑛𝑡𝑎𝑙ℎ𝑒
A sensibilidade à entatalhe q é definida pela equação 05

𝐾𝑓 − 1
𝑞=
𝐾𝑡 − 1 05

Em que q fica entre zero e a unidade. Este termo está disponível em alguns
diagramas ensaiados em determinados materiais, tais como os disponíveis nas
figuras 6-20 e 6-21 (Shigley, 2005).
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Aço e Alumínio

Sensibilidade ao entalhe em ferros fundidos


A sensibilidade a entalhes de ferros fundidos é muito pequena, variando
entre 0 e cerca de 0,2, dependendo da resistência à tração. Sendo conservador,
Shigley recomenda adotar q = 0,2 para estes materiais. 18
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Concentração de tensão e sensibilidade a entalhe


A figura 6-21tem como base a equação de Neuber que é fornecida pela
equação 06. 𝐾𝑡 − 1
𝐾𝑓 = 1 +
1 + 𝑎/𝑟 06
Sendo que 𝑎 é definida como a constante de Neuber. Para o aço, a
equação 07 consiste numa boa aproximação desta constante (Sut em kpsi).
2 3
𝑎 = 0,245799 − 0,307794 10−2 𝑆𝑢𝑡 + 0,150874 10−4 𝑆𝑢𝑡 − 0,266978(10−7 )𝑆𝑢𝑡
07
Heywood, propôs uma modificação na equação original de Neuber (eq. 08)
a qual tem associada valores de 𝑎 conforme a tabela abaixo.

Atributo √a (√pol) √a (√mm)


Kt Sut em ksi Sut em MPa
Kf 
2( K t  1) a Furo Transversal 5/Sut 174/Sut
1
Kt r 08 Ombro / Ressalto 4/Sut 139/Sut
Fenda (canal) 3/Sut 104/Sut
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Concentração de tensão e sensibilidade a entalhe


Segundo Dowling (1993), o fator de concentração de tensão média (sm)
deve ser calculado e aplicado conforme a condição abaixo apresentada
(somente para materiais dúcteis):

Se K f .s máx_ nominal  S y Então K fm  K f

S y  K f .s an
Se K f .s máx_ nominal  S y Então K fm 
s mn

Se K f .s máx_ nominal  s mín_ nominal  2.S y Então K fm  0

Sendo:
san = Tensão alternante nominal
smn = Tensão média nominal
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Projeto de Componentes sob Fadiga

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Fonte: da Rosa (2002) Prof. Me. Eng. Mec. Vagner Grison
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Limite de Resistência à Fadiga


• Os gráficos S-N obtidos experimentalmente e/ou por métodos empíricos são úteis
na estimativa da vida em fadiga.
• Como se trata, normalmente, de um gráfico de tensões alternantes
𝜎𝑎 completamente invertidas, nos casos em que a aplicação tem 𝜎𝑚 ≠ 0 é
necessário, com base nos critérios de falha, obter uma 𝜎𝑎(𝑒𝑞) . Abaixo, está
um exemplo, baseado no critério de Goodman.
𝑆𝑢𝑡
Sa Sm sa sm
𝑆𝑓103  1  1
Se Sut s f Sut

𝜎𝑎
𝜎𝑓 𝜎𝑓 = 𝜎
1 − 𝑚ൗ𝑆 09a
𝑢𝑡

𝑆𝑒

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Limite de Resistência à Fadiga


• Os gráficos S-N obtidos experimentalmente e/ou por métodos empíricos são úteis
na estimativa da vida em fadiga.
• Como se trata, normalmente, de um gráfico de tensões alternantes
𝜎𝑎 completamente invertidas, nos casos em que a aplicação tem 𝜎𝑚 ≠ 0 é
necessário, com base nos critérios de falha, obter uma 𝜎𝑎(𝑒𝑞) . Abaixo, está
um exemplo, baseado no critério de Gerber.
𝑆𝑢𝑡
2
sa sm 
2
Sa  Sm      1
𝑆𝑓103     1
Se  Sut  s f  Sut 
𝜎𝑎
𝜎𝑓 𝜎𝑓 =
𝜎 2
1 − 𝑚ൗ𝑆
𝑢𝑡
𝑆𝑒 09b

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Limite de Resistência à Fadiga


• Os gráficos S-N obtidos experimentalmente e/ou por métodos empíricos são úteis
na estimativa da vida em fadiga.
• Como se trata, normalmente, de um gráfico de tensões alternantes
𝜎𝑎 completamente invertidas, nos casos em que a aplicação tem 𝜎𝑚 ≠ 0 é
necessário, com base nos critérios de falha, obter uma 𝜎𝑎(𝑒𝑞) . Abaixo, está
um exemplo, baseado no critério da ASME.
𝑆𝑢𝑡 2 2 2
 Sa   Sm 
2
 sa  sm 
𝑆𝑓103       1     1
  s  S 
 Se   S y   f   y
𝜎𝑎
𝜎𝑓 𝜎𝑓 =
2
𝜎
1 − 𝑚ൗ𝑆
𝑢𝑡
𝑆𝑒 09b

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Limite de Resistência à Fadiga


• Tendo as constantes empíricas A e D calculadas, é possível obter uma certa tensão
alternante 𝜎𝑎 = 𝑆𝑓 para uma dada vida de N ciclos. De forma semelhante, é possível
estimar uma vida do componente sujeito à uma tensão alternante 𝜎𝑎 .

ALTO CICLO 1ൗ
𝜎𝑓 𝐷
𝑆𝑢𝑡 𝑁=
𝐴 (10)
𝑆𝑓103

𝜎𝑓

𝑆𝑒

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Limite de Resistência à Fadiga


• De forma conservadora também, é possível obter, para a região de baixo ciclo, uma
certa tensão alternante 𝜎𝑎 = 𝑆𝑓 para uma dada vida de N ciclos. De forma semelhante,
é possível estimar uma vida do componente sujeito à uma tensão alternante 𝜎𝑎 .

BAIXO CICLO 3ൗ
𝜎𝑓 log 𝑓
𝑆𝑢𝑡 𝑁=
𝜎𝑓 𝑆𝑢𝑡
(11)
𝑆𝑓103

𝜎𝑓 = 𝑆𝑢𝑡 𝑁 log 𝑓 /3
(12)

𝑆𝑒

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Vida em Fadiga - Dano Acumulado


• Conforme Da Rosa (2002), a maioria das aplicações de fadiga
estarão sujeitas a cargas variáveis com amplitudes de
diferentes magnitudes.
• Em muitos casos a sequência com que a magnitude da carga
varia é aleatória.
• Um processo simples para tratar tais dados aleatórios e avalia-
los pelo método S-N que tipicamente conta com dados vindos
de ensaios controlados e com amplitudes constantes, foi
proposto por Palmgren e reapresentado por Miner (Da Rosa, 2002).
• Esse processo é conhecido como a regra de Palmgren-Miner
ou regra linear de acúmulo de dano.

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Vida em Fadiga - Dano Acumulado


• De acordo com a regra de Palmgren-Miner, o dano que a peça sofreu sob a
ação de uma dada amplitude de tensão cíclica é diretamente proporcional
ao número de ciclos em que atuou aquela amplitude de tensão (Da Rosa, 2002).
• Sendo ni o número de ciclos atuantes, para a amplitude de
tensão si , o dano provocado por essa solicitação cíclica é:
𝐷𝑖 = 𝑛𝑖 Τ𝑁𝑖

• Sendo, Ni a vida que o material teria quando submetido ao carregamento


de amplitude si atuando isoladamente.

• Para vários níveis de tensão, o dano total, pela regra 𝑛


linear de acúmulo de dano é dada por: 𝐷=෍ 𝐷𝑖
𝑖=1

• O critério de falha por fadiga, em uma situação com acúmulo


de dano, indica que a falha ocorrerá quando o dano D = 1.
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Referências
• Da Rosa, Edison. “Análise de Resistência Mecânica
(mecânica da fratura e fadiga)”. UFSC. 2002.
• Dowling, Norman E. “Mechanical Behavior of
Materials”. Prentice-Hall. 1993.
• Norton, Robert L. “Projeto de Máquinas”. Editora
Bookman. 2a edição. 2004.
• Shigley, J. E., et. al. “Projeto de Engenharia
Mecânica”. 7ª edição. Bookman. 2004.

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