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Plasmídios, incompatibilidade, transferência lateral de gens. Conjugação.
Descrição geral de plasmídios:
Geralmente DNA circulares, feixe duplo, em forma de círculo fechado na célula,
contendo uma origem de replicação. Forma supertorcida é a principal vista em gel de
agarose (e uma minoria de "círculo aberto").
Também existem alguns plasmídios lineares (ex, ë  e 
 ).
Maioria das bactérias contem plasmídios. Algumas diferenças entre plasmídios de gram
positivas e gram negativas.
Tamanho de plasmídio: pode ser bem pequeno, da ordem de 2kb ou bem grande da
ordem de 200kb.
Número de cópias de um determinado plasmídio pode ser pequena (1 cópia por célula),
ou grande (100 cópias por célula), mas cada plasmídio mantem seu número
característico de cópias.
Pode ter mais de um tipo de plasmídio diferente dentro da mesma célula.
Tipo de informação contida nos plasmídios. Geralmente informações não essenciais,
mas podendo dar vantagem ecológica.
Plasmídios encontrados até em organismos eucarióticos tais como leveduras, onde o
plasmídio denominado de 2u é bem estudado.
Espectro de hospedeiras:
Alguns plasmídios são de espectro de hospedeiro estreito, presentes em só uma ou
poucas espécies. Outros são denominados de promíscuos, se replicando em muitas
espécies.
Os de gram negativas geralmente não se replicam em muitas espécies, mas tem
exceções importantes. RK2 e outros da familia P se replicam em muitas espécies gram
negativas.
Plasmídios de gram positivas geralmente se replicando em várias gram positivas.
Replicação e sua regulação em gram negativas:
Geralmente origem de replicação (centenas de bp), e elementos controladores, em 3kb
ou menos. Inclui sítios de reconhecimento para proteinas envolvidas na iniciação.
A maioria dos plasmídios tem tambem gen rep, plasmidial, necessário para o início da
replicação. Esta proteina Rep pode normalmente atuar em trans.
Para a maioria dos plasmídios de gram negativas, a replicação pode ser uni ou
bidirecional, mas em forma da letra teta, ou seja, sem desfazer o círculo. Alguns poucos
plasmídios se replicando por círculo rolante.
Diferente de gram positivas, onde a maioria se replica por círculo rolante.
Geralmente uma única origem de replicação, mas às vezes tem mais. Plasmídio R6K
tem 3 origens de replicação.
Gram negativas e regulação da replicação: feedback negativo responsável pela
manutenção do plasmídio em certo numero de cópias.
Controle do número de cópias deve ter ajuste fino para equilibrar pequenas flutuações
no número de plasmídios ou conseguir replicar bastante no caso de entrada numa nova
célula após transformação por exemplo.
Dois modos básicos de regulação estudados em gram negativas: Regulação por RNA
(transcrito antisenso), fazendo uma regulação negativa num ponto chave da replicação.
Outro modo: plasmídios com iterons, série de repetições diretas na origem de
replicação, necessárias para início e regulação.
Plasmídios regulados por RNAs: mais estudados é ColE1.
ColE1 pequeno RNA, RNAI controla funcionamento do iniciador de RNA, RNAII que
é necessário para a iniciação.
ColE1 não tem proteina Rep de iniciação de replicação.
ColE1 usa DNA polI para síntese inicial de feixe lider (lembrar que a replicação geral
do DNA é feita pela DNApolIII).
Hibridização do RNAII com o DNA depende da formação de estrutura secundária na
parte 5', que permite a formação de uma região secundária na parte 3'. Esta estrutura
secundária na parte 3' é reconhecida por RNase H que faz um corte no ponto onde vai
ser a origem. Aí a DNA polI começa a sintetisar.
Controle negativo feito por pequeno RNAI, de 108bp. Ele se pareia ao RNAII,
impedindo a formação de híbrido RNAII/DNA.
ColEI tem proteina Rop que baixa número de cópias, estabilizando complexo
RNAI/RNAII, se ligando a ambas as moleculas. Com isso menos iniciação de
replicação.
Alguns outros plasmídios também dependem de DNA polI.
Plasmídios regulados por iterons, de gram negativas, por exemplo, pSC101 e F.
Um ou mais grupos de repetições diretas na região da origem, chamados iterons, com
tamanho da ordem de 20bp.
Servem para ligação de proteina de iniciação.
Uma região típica de iniciação deste tipo de plasmídio contem uma regiao rica em A/T,
alguns sítios de ligação de DnaA da hospedeira, e a série de repetições (iterons) onde se
liga a proteina Rep feita pelo plasmídio.
Forma-se um complexo DNA-proteina. DNA polIII usada na replicação.
Dois caminhos possíveis para os plasmídios. Ou tem pouco plasmídio e vai replicar, ou
tem muito plasmídio e 2 plasmídios se acoplam via Rep, modelo de algemas ou
acoplamento.
Replicação de plasmídios e sua regulação em bactérias gram positivas.
Circulares, dupla fita, supertorcidos, tamanho variável. Alguns plasmídios são lineares.
Tipos de replicação descritas em gram positivas.

 Por círculo rolante, maioria dos plasmídios, geralmente plasmídios menores, até
10kb.
 Replicação em forma teta.
 inear, do tipo de Borrelia, com grampo nas extremidades.
 inear, do tipo de Streptomyces. Proteina covalentemente ligada nas
extremidades 5' terminais.

Replicação de círculo rolante:


Iniciação do feixe lider por quebra num único feixe, a partir do feixe duplo.
Algumas vezes proteina que cortou fica ligada na ponta 5' por ligação fosfo-tirosina.
Estrutura da região de início: região rica em AT, depois grampo GC que forma região
cruciforme, depois uns sítios de ligação da proteina de iniciação. As proteinas de
iniciação também tem papel na terminação da síntese.
Síntese do outro feixe ocorrendo após afastamento da parte 5'.
São bastante comuns em gram positivas.
Replicação de plasmídios lineares:

 , tem plasmidios lineares com proteinas nas pontas que serviriam como
primers para síntese de DNA
No entanto, nos dois plasmídios de Streptomyces analisados a replicação começa no
interior e é bidirecional.
A replicação iniciada nas proteinas serviria apenas para fazer os términos nas
extremidades. Já em ë  existem plasmídios lineares com extremidades
covalentemente fechadas, em grampo com os 2 feixes ligados por alça.
Na replicação uma dos feixes de uma das pontas seria cortado e esticado, permitindo a
duplicação de uma das extremidades, começando o processo de cópia de todo o
plasmídio.
Mecanismos de manutenção estável de plasmídios (ou mecanismos para evitar a perda
de plasmídios):
Plasmidios naturais normalmente são muito estáveis.
A estabilidade é dividida em estabilidade hereditária (manutenção no hospedeiro) e
estabilidade estrutural (manutenção da estrutura do plasmídio).
Instabilidade dos dois tipos acontece principalmente por transferência para outros
hospedeiros ou manipulação in vitro.
Estabilidade estrutural. Questão de modificações ocorridas nos plasmídios em outros
hospedeiros, tais como deleções.
Estabilidade hereditária. Mudanças de hospedeiros, mutações ou DNA extra podem
alterar a estabilidade hereditária.
Os plasmídios asseguram sua estabilidade hereditária usando um alto número de cópias
ou por mecanismos genéticos específicos.
Entre os mecanismos genéticos específicos temos:

 resolução de multímeros,
 equipartição,
 morte pos segregação (sistemas toxina-anti-toxina.)

. Quando os plasmídios se replicam mas não se separam eficientemente temos na


verdade uma diminuição do número de cópias, que poderia levar a uma perda do
plasmídio.
Alguns plasmídios evitam isto codificando proteinas envolvidas exatamente com a
recombinação das cópias terminadas, levando a uma separação mais eficiente dos
plasmídios. Por exemplo o plasmídio ColE1.
Equipartição, também denominada de mecanismo de partição.
Geralmente usada por plasmídios de pequeno ou médio número de cópias.
Emprega sítios do plasmídio que se ligam a sítio da membrana, para garantir pelo
menos uma cópia do plasmídio em cada célula-filha. Plasmídios também sintetizam
proteinas que se ligam a estes sítios e à membrana.
Sistemas toxina-antitoxina.
Alguns plasmídios sintetizam uma toxina e uma anti-toxina. Assim, as células que
contem o plasmídio não são afetadas por esta toxina.
No entanto, existe uma meia vida maior da toxina que da antitoxina. Assim, células que
perderam o plasmídio são mortas pela toxina residual.
Incompatibilidade de plasmídios.
Plasmídios muito semelhantes normalmente não se mantem juntos dentro de uma
mesma linhagem.
Uma classificação importante de plasmídios é feita de acordo com seu grupo de
incompatibilidade, por exemplo, IncF, IncW.
Plasmídios muito semelhantes compartilham mecanismos de início de replicação e de
partição para as células filhas. Desta forma não conseguem se manter, ambos, de forma
estável numa linhagem.
Seleção aleatória para replicação causa disparidades nos números de dois plasmidios
semelhantes e dentro do mesmo hospedeiro.
O mesmo ocorre na partição dos plasmídios. ( Obs:Sistemas de partição em gram
positivas ainda não foram caracterizados).
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Bactérias obtem uma fração significativa da diversidade genética através da aquisição
de sequências de organismos mais distantes.A transferência horizontal de gens produz
um genoma dinâmico, com introduções e deleções de gens.
Importância da transferência lateral de gens reconhecida nos anos 50 com a rápida
disseminação dos gens de resistência a antibióticos.
Como detetar a transferência horizontal de gens?
Dois métodos: comparação de gens específicos entre diferentes espécies e comparação
global de genomas.
Gens transmitidos por transferência lateral, normalmente vão estar presentes em
algumas linhagens da espécie receptora, mas não como um traço comum da espécie.
Além disso estas regiões transferidas mostram uma grande homologia entre as duas
espécies envolvidas na transferência ao contrário de outros gens das duas espécies.
Existem testes estatísticos para verificar isso.
A outra forma e comparar o genoma todo verificando a taxa de GC ao longo do mesmo.
Isto normalmente é homogêneo ao longo do genoma, e regiões que se afastam muito
dos valores médios podem ter vindo de outro organismo. Também o uso de codons da
espécie e o uso de di e trinucleotídeos são checados, e se forem discordantes podem
indicar uma transferência lateral de gens.
A abrangência da transferência lateral de gens:
A disponibilidade de sequências de genomas completas permitindo uma análise da
quantidade de DNA das sequencias adquiridas pelo genoma.
19 genomas comparados. Existe boa variação de tamanho no genoma e também na
quantidade de DNA vindo de transferencia lateral.
Genomas com nada detetado e outros com 15-17% de DNA adquirido.
Uma certa fração do DNA transferido é constituida de fagos, plasmídios ou elementos
de transposição.
No entanto uma boa fração do DNA transferido é constituido de outros gens.
Um caso interessante de transferência: duas espécies bacterianas, hipertermófilas,
Aquifex aeolicus e Thermotoga maritima, contem um grande número de gens
homólogos a gens de Archae termofílicas. Isto já não acontece numa comparação entre
bactérias mesofílicas e Archaes.
Ambos os metodos de detecção, gens ou genoma, revelam o potencial de genomas
bacterianos de incorporar um grande numero de sequências, mesmo de organismos bem
divergentes.
Como é que sequências são adquiridas.
É necessário que haja a entrada do DNA na célula receptora e que ela se incorpore ao
genoma, ou faça parte de algum replicon na célula. Estas duas etapas podem ocorrer
indistintamente com qualquer sequência.
Uma terceira etapa no processo de aquisição de novas sequências (e sua manutenção na
espécie) tem a ver com a sequência mesmo, e se ela beneficia de alguma forma o novo
hospedeiro.
A introdução dos gens pode ocorrer por transformação, conjugação ou transdução.
Algumas poucas espécies permanentemente transformáveis, e apresentam alto índice de
transformação. Não quer dizer no entanto que receba muito DNA de outras espécies. No
caso de å    tem bem pouco DNA adquirido.
Por transdução também pode introduzir DNA, mesmo se bactérias não estão juntas.
A conjugação pode ocorrer entre organismos diversos, inclusive entre domínios
distintos, tais como bactérias e plantas ou bactérias e leveduras.
Mecanismos de permanência na receptora: manutenção como plasmídio, ou integração
no genoma por recombinação homóloga, ou outros mecanismos de recombinação.
Importante: o tamanho total do genoma não vai aumentando paulatinamente, assim
espera-se que ocorram perda de gens também.
Traços introduzidos por tranferência lateral.
Resistência a antibióticos
Benefício da aquisição de gens de resistência e transiente, geralmente estão em DNAs
móveis.
Gens de virulência
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Característica importante de plasmídios: habilidade que alguns plasmídios tem de se
transferir para outras células, ou mesmo de mobilizar outros DNAs celulares para
transferência para outras células.
A habilidade de uma célula ser doadora vem da presenca de um agente de DNA
infeccioso.
Uma classificação de plasmídios em:

 Conjugativos ou transmissíveis ou fatores sexuais,


 Mobilizáveis,
 Não transmissíveis.

Conjugação ocorre em gram negativas e gram positivas e todos os tipos de plasmídios,


conforme a classificação acima, são encontrados em gram positivas e gram negativas.
Descrição básica, após contato celular, plasmídio tem um feixe do feixe duplo
quebrado, e vai passando um feixe de DNA (iniciando na ponta 5') para dentro da célula
receptora. Processo denominado de círculo rolante. Na receptora este plasmídio se torna
feixe duplo. Por outro lado, na doadora, também ocorre síntese de DNA na ponta 3' do
mesmo feixe que foi quebrado, refazendo o feixe que foi transferido para a receptora.
Ao final do processo as duas células contem o plasmídio em feixe duplo.
Alguns plasmídios se transferam só para a mesma espécie ou outras muito próximas.
Outros, os plasmídios promíscuos, se transferem para espécies distantes, ou mesmo
entre reinos.
Existe passagem descrita até de plasmídios de E. coli para leveduras (Heinemann,
Nature 340:205, 1989).
Importância fundamental evolutiva e ecológica.
Estudos de transferência de DNA em gram-negativas:
Estudos com plasmídio F e outros plasmídios de bacterias entéricas e pseudomonas.
Contatos celulares iniciados pelos pili F, presentes na célula doadora, que contatam a
célula receptora, trazendo-a para perto.
Pilus é receptor para diversos bacteriófagos, icosaédricos, que se ligam aos lados dos
pili, ou filamentosos, que se ligam na ponta do pilus.
Estrutura de F, 100kb.
Região lider, vai de oriT, origem de transferência, até repFIA, região de replicação de F.
Gens presentes aí ajudam estabelecimento de F na receptora.
RepFIA, replicação de F, 2 ori de replicação, uma unidirecional (oriS) e outra
bidirecional (oriV), que é a que funciona normalmente na replicação do plasmídio.
RepIB é região secundaria de replicação, pode funcionar na ausência de RepIA. RepIC
não é funcional apesar de homologias.
Tem uma cópia do transposon gama delta, ou Tn1000 e IS2, e 2 cópias de IS3. IS3
dentro de finO (sem inibição de conjugação).
Região de transferência, região tra, tem 33,3kb, e é a última a passar. Vai de oriT ao IS3
no alto. Este fragmento clonado faz outros plasmídios se tornarem conjugativos.
Existem vários outros plasmídios semelhantes a F, com afinidades similares por
bacteriófagos.
Subdivisão em grupos de incompatibilidade, Inc, 7 grupos, IncFI a IncFVII.
Plasmídios semelhantes a F em toda a família ÿ    .
Outros tipos de plasmídios, variados Inc, mas basicamente 2 tipos, por causa do pilus
formado:

 flexível, transmissível em líquido, susceptível ao fago filamentoso M13,


 outro tipo de pilus, pequeno e rígido, conjugação sobre superfícies, sensíveis a
fagos do tipo PR4.

Processo de conjugação de F:
contato: ponta de pilus e superficie da célula recipiente. Retração do pilus,
despolimerização no envelope da doadora e/ou na receptora.
Depois ocorre a estabilização do contato doadora/receptora, região maior do que so
ponto de passagem.
Formação de poro para passagem de DNA, diretamente para o citoplasma da receptora.
(Obs: DNA não passa através do pilus!)
Mecanismo de transferência do DNA: oriT forma complexo com proteina TraI. Um
feixe então cortado. TraI funciona no corte de DNA e como helicase, na separação dos
feixes. Esta proteina fica ligada na extremidade 5' do DNA. O feixe de DNA vai sendo
separado e transferido, mas região 5' fica associada a ponto de passagem intercelular
TraI fica associada com a conexão intercelular durante a transferência, e também
cataliza a recircularização do feixe transferido.
Organização da região de transferência tra do plasmídio F.
36 ORFs na região. Um grande transcrito, e alguns outros. O transcrito maior comeca
em pTraY e tem uns 34 gens, e 32kb.
Existem na região tra vários gens envolvidos com a síntese e a montagem do pilus.
Estrutura e formação do pilus F.
Pilina F é produto do gen traA. Proteina fica arranjada de forma helicoidal no pilus.
Inicialmente prepilina é formada, de 12,8kDa, depois vira pilina de 7,2kDa.
Para processamento depende da expressão de traQ, usada no transporte da membrana
interna, e traX, usada na acetilação da extremidade N da pilina.
As subunidade de pilina estão na maioria na membrana interna, em grupos em
determinados locais, que também contem as outras proteinas de montagem de F,
formando um "complexo de montagem".
A montagem do filamento depende de energia, e começa a partir da base do pilus.
Proteinas TraN e TraG envolvidas na estabilização dos pares. TraN está na membrana
externa e tra G na membrana interna.
Pode haver interações entre porções periplasmáticas destas proteinas.
Fenômeno de exclusão de superfície (Sfx):
células hospedeiras de F não atuam como receptoras na conjugação. Pilus F não a
reconhece como receptora, por ter proteinas codificadas por F
traS na membrana interna e traT na membrana externa, responsáveis por diferentes
aspectos do fenômeno.
Existem 5 classes de exclusão de superfície descritas, de SfxI a V, para diferentes
plasmídios.
A proteina TraT é comum ou pelo menos similar em todas elas. A TraS é diferente.
Função de TraT inibição da formação de agregados e TraS previne o início do
metabolismo de DNA da doadora.
Regulação da expressao da região tra.
O promotor principal é traYp, que dá origem ao transcrito longo, envolvendo quase
todos os gens. A proteina TraJ faz a regulação positiva de traYp.
Assim, a expressão de TraJ é importante, pois ela por sua vez regula os outros gens.
A expressão do gen traJ é regulada por um fenômeno denominado inibição de
fertilidade FinOP.
Ocorre com a maioria de plasmídios semelhantes a F, mas não com o F propriamente
dito.
A expressão de traJ é inibida pelos produtos combinados dos gen finO e finP.
O produto de finP é um pequeno RNA, estabilizado pelo polipeptideo que é o produto
de finO.
No caso de F em si mesmo não tem FinO porque existe um elemento de inserção IS3
inserido dentro do gen finO.
FinP é um RNA de 78 nucleotídeos, sintetisado na direção oposta a traJ, e na região
lider de traJ.
RNA finP se pareia ao mRNA traJ, e acontece o corte por RNase III.
FinO estabiliza RNA finP, mudando a vida média de 2 min para mais de 40min.
Assim, um plasmídio que tenha uma sistema de inibição de fertilidade, será
transmissível com frequência logo após a sua introdução dentro da célula, mas depois
terá a região tra reprimida, diminuindo a frequência de transferência do plasmídio.
Existem outros sistemas de inibição de fertilidade, pelo menos outros 5 sistemas
descritos, atuando sobre diversos plasmídios.
Plasmídios mobilizáveis e sua transferência para receptoras:
Estes plasmídios não fazem todos os produtos para transferência autônoma, mas
conseguem se transferir na presença de plasmídios conjugativos.
A passagem do plasmídio mobilizável se faz de forma independente ao plasmídio
transmissível. Para uma receptora pode passar só um dos plasmídios, ou o outro, ou os
dois, e eles não estão ligados entre si.
Na presença de plasmídios transmissíveis, a passagem do plasmídio mobilizável se faz
com alta frequência, comparável à do outro plasmídio.
Em particular o plasmídio mobilizável deve ter a oriT, e geralmente tem ainda gens
envolvidos na transferência de DNA, mas não na formação do pilus.
Plasmídios não mobilizáveis e sua transferência para receptoras.
Estes plasmídios não se transferem nem na presença de plasmídios transmissíveis.
No entanto, com baixa frequência, podem ainda ser transferidos por eles. Isto ocorre,
quando os dois plasmídios sofrem fusão, havendo então a transferência deste plasmídio
maior.
Este processo recebe o nome de "condução" de um plasmídio por outro.
Mecanismo de passagem de marcadores cromossômicos por plasmídios.
Alguns plasmídios podem também se incorporar ao cromossoma bacteriano e fazer a
passagem de gens cromossômicos para uma receptora.
Formação de linhagens Hfr (alta frequência de recombinação.
Mecanismos de integração de plasmídio F ao genoma: geralmente mediado por
recombinação homóloga entre elementos de inserção do plasmídio e sequências iguais
presentes no cromossoma, em diferentes posições.
F pode se integrar nas duas orientações possíveis, dependendo da orientação da
sequência de inserção homóloga que encontra no cromossoma. Os gens cromossomicos
que vão ser transferidos inicialmente podem estar à direita ou esquerda do local onde F
se integrou. Isto depende da orientação de entrada do plasmídio F.

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Esterilização e desinfecção são parte da rotina diária em


laboratórios de microbiologia e constituem atividades vitais
que asseguram que as culturas, contentores, meios e
equipamentos são tratados de forma a que apenas os
organismos desejado que são inoculados vai crescer e
todos os outros serão eliminados. Estas são realizadas pelo
uso de calor, produtos químicos, radiação ou filtração. Um
importante algumas definições que são frequentemente
utilizados são apresentados a seguir:

  
 m a destruição ou remoção (por filtração)
de todos os microorganismos, incluindo bactmrias, vírus,
fungos e príons. Foi concebida como um absoluto.

c  descreve um processo de tratamento para


tornar um item contaminado em um estado que não
haverá mais infeccioso. O processo implica a destruição de
bactmrias, fungos e vírus, mas não necessariamente de
esporos.

 
m um processo que envolve a destruição ou
inibição da micoorganisms em tecido vivo limitando ou
evitando os efeitos prejudiciais da infecção.

Ao longo dos anos, o calor tem provado ser o mmtodo mais


popular de esterilização. É econômica, segura e confiável
mmtodo mais. O calor m acreditado para matar
microorganismos por desnaturação e coagulação das
proteínas dos seus sistemas vitais. Oxidação e outras
reações químicas são tambmm muito acelerado, como a
temperatura aumenta, praticamente dobrando a cada
aumento de 10 ° C. Existem essencialmente dois mmtodos
de esterilização tmrmica: 
    (vapor saturado) e
calor seco (ar quente) de esterilização. O calor úmido tem
a vantagem de agir mais rapidamente e exigem
temperaturas mais baixas.

Relativamente poucos produtos químicos são capazes de


realizar a esterilização e tem as propriedades adicionais de
estabilidade, segurança, ausência de cor etc, que tornam
aceitáveis. Alguns deles podem ser dispensadas como
gases que lhes dá a capacidade de penetrar em materiais
(por exemplo, óxido de etileno, formaldeído), enquanto
outros são usados como líquidos em aplicações em que a
volatilidade dos gases não seria adequado (por exemplo,
glutaraldeído, peróxido de hidrogênio).

Ñ Ñ 
      


A ampla aplicação dos processos de esterilização torna


obrigatória a imposição de medidas rigorosas de controle
para validar os resultados obtidos (Tabela 15.1). Esses
processos são de três tipos: físicas, químicas e biológicas.
Almm disso, testes de esterilidade nos produtos tratados
são necessários. Em vários indicadores, os indicadores
biológicos ganharam popularidade máxima.

½

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  foi anteriormente considerado
ideal para o acompanhamento, porque este organismo
carece, pirogenicidade patogenicidade e toxicidade.
Indicadores biológicos fabricados hoje são geralmente
impregnado com uma população de esporos para atender a
uma exigência de desempenho de sobreviver a um
determinado período de tempo em uma atmosfera de
esterilização, mas ser morto em um período maior de
tempo na esterilização nas mesmas condições. O número
de esporos, que deve estar presente quando a esterilização
está sendo monitorado m 10 abril - 10 junho de
 
 
  e cerca de 10 6 de     
a  î  

Ñ     


 

   

  


É necessário saber se o agente esterilizante m


efetivamente fazendo o trabalho destinado a ela. Cada
mmtodo de esterilização m diferente e cada um requer o seu
procedimento próprio teste.

  
  
 

ara a esterilização por calor, o primeiro requisito m o


conhecimento que a temperatura está gravando
corretamente. Almm disso, o operador deve saber que a
temperatura está chegando a todas as partes da carga e m
mantida para o período de tempo desejado. termómetros e
barómetros de gravação para esterilizadores a vapor deve
ser empregado para as câmaras e termopares podem ser
enterrados no interior da carga. Tiras de papel tratados
com produtos químicos que mudam de cor na temperatura
necessária pode ser usado. Se, em uma autoclave, um
container m bem fechado e não recebe a vapor, ela pode
atingir a temperatura correta, mas isso não irá garantir
que a esterilização vai ocorrer. ara dar essa garantia
requer o uso de testes biológicos sob a forma de esporos
resistentes ao calor. Com o calor húmido, esporos de 
 
 
  são usados, e com os esterilizadores,
os esporos de   var î  são selecionados. Os
esporos são secos em papel tratados com mmdia de
nutrientes e produtos químicos. Após o tratamento de
esterilização, que são incubados durante a germinação e
crescimento e uma mudança de cor indica se eles têm ou
não foi ativado. Este mmtodo pode levar vários dias de
incubação, ao passo que os mmtodos físicos e químicos são
imediatos, mas os testes biológicos são mais confiáveis.

  
 "  

ara a esterilização química, existem fitas de cor indicador


para o dióxido de etileno e formaldeído, que mostram ou
não, esses gases têm penetrado em quantidade suficiente,
a temperatura prevista para proporcionar a esterilização.
Mas aqui, como com outros mmtodos, mmtodos biológicos
são preferíveis. Com óxido de etileno, tiras tratados com
  var î  estão empregados, enquanto que com
 
 
  formaldeído m usado.

îo caso dos esterilizantes líquidos, esporos de var


  î  e ©
 

 são testados. Os
esporos são secos para as transportadoras que podem ser
ou aço inoxidável ou sutura loops de porcelana. Eles estão
expostos à solução de esterilizante químico na
concentração desejada, dada uma determinada
temperatura e tempo de imersão, após o que são
incubados em um meio rico para a germinação eo
crescimento. Estes testes são replicadas inúmeras vezes e,
se qualquer uma das repetições mostram um crescimento,
o esterilizante candidato não passar no teste.

  
   


Com a esterilização de filtragem, filtros de membrana


pode ser facilmente testada para a passagem de
microrganismos de diferentes tamanhos. Esporos de
  var î  , Cmlulas de     bacteriófagos
e outros vírus dar uma variedade de tamanhos. O ensaio
de ponto de bolha tambmm pode ser usado. Isso se
correlaciona com o diâmetro dos poros da pressão de ar
necessária para causar a primeira bolha de romper um
filtro. filtros de profundidade pode ser testada pela
passagem de organismos selecionados ou pela penetração
de aerossóis feita de pó químico de tamanho de partículas
conhecidas. or exemplo, partículas secas de cloreto de
sódio pode ser detectada e quantificada com um fotômetro
de chama de hidrogênio.

½

 ©  
 

O aumento da atividade esterilizante pode ocorrer se dois


ou mais processos, química ou física, são empregados em
conjunto. Existem vários tipos de tratamentos, como
discutido a seguir:

 

   "    Com o aumento da
temperatura a atividade antimicrobiana dos compostos
diferentes aumentos. Uso de óxido de etileno a 60 º C e
vapor a baixa temperatura com formol são exemplos
marcantes desses tratamentos combinados.

½

  "     

  curante a radiação,
se determinados produtos químicos tambmm estão
presentes, os esporos obter esterilizados e responder
melhor à ação da radiação. Estes resultados ainda têm que
encontrar aplicação.

½ 
O uso simultâneo de calor e radiação
ionizante pode proporcionar bons resultados desde que a
temperatura m cuidadosamente selecionado para evitar a
inversão paradoxal de thermorestoration que podem
ocorrer em determinadas temperaturas.

½

 Ñ           
  

    

 

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abaixadores ? ?tubos de ? ?
de língua borracha??

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