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«mas deixemos os poetas livres, deixemos viver, em cada época, até para exemplo, um punhado de almas livres, inteiramente livres, de almas
desviadas, mas que se castiguem e fiquem presas na sua própria liberdade!...» ­ António Ferro

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01/10/2016

Os fantasmas do Modernismo ou a viagem interior de Cabral Martins
Poesia

Cabral Martins como Fernando Pessoa
Um dos protagonistas de Conversa acabada (1981) de João Botelho
 
A vida
Fernando [Manuel] Cabral Martins, nasceu em Mangualde, em 1950.
É um professor universitário, ensaísta, crítico, editor literário, tradutor, ficcionista
(romance e conto) e ator.

Escritores de A a Zink

Agustina Bessa­Luís
(CLABL)
António Boto (Ler)
António Cândido Franco
(LLL)
António Lobo Antunes
(blogue)
António Lobo Antunes
"A afirmação da loucura em Orpheu", comunicação (site)
apresentada no colóquio 100 anos de ORPHEU, Lisboa, FCG.
Aquilino Ribeiro (Ler
[Clique na legenda para aceder ao vídeo, no Youtube] AR)
Clarice Lispector
Fernando Cabral Martins licenciou-se em Literaturas Românicas pela Faculdade de Letras (Arquivo)
da Univ. de Lisboa, em 1977 e obteve o grau mestre em Literatura Francesa pela mesma Clarice Lispector (ed.
faculdade com a tese Une  poétique  du  symbolisme:  les  minutes  de  sable  mémorial  d'Alfred Rocco)

Jarry  (Lisboa, 1985). Doutorou-se em Literatura Portuguesa pela Faculdade de Ciências Sociais Eça de Queirós (BNP,
obra digital)
e Humanas (FCSH) da Universidade Nova de Lisboa (UNL), onde é docente do Departamento de
Eça de Queirós
Estudos Portugueses, com a tese Mário de Sá­Carneiro e o modernismo (Lisboa, 1992). As suas (Fundação)
principais áreas de interesse são a literatura e cultura portuguesas dos séculos XIX e XX, crítica Eduardo Lourenço (Ler)
textual e teoria da edição. Eduardo Pitta
Dirigiu as revistas Correspondências 1 (Lisboa 2000) e Cadernos do Centro de Estudos do Fernando Pessoa (Casa)
Surrealismo 2 (Vila Nova de Famalicão, 2002), tendo colaboração literária dispersa por várias Fernando Pessoa (Um FP
publicações periódicas como a Colóquio/Letras. Fez crítica de cinema no semanário Expresso. Fernando Pesssoa
(Multipessoa)
Coorganizou encontros científicos na FCSH da UNL: o III Congresso da Associação de
Florbela Espanca (Ler)
Literatura Comparada (1998) e o I Encontro sobre Edição de Textos Modernos (2005). Coordena
Graciliano Ramos
ainda o projeto de investigação FCT “Modernismo Online”: um arquivo virtual que tem por
(oficial)
objetivo a organização dos textos literários, peças de arte e documentos que constituem o
Guerra Junqueiro
Modernismo português. (Junqueiriana)
Helder Magalhães
Henrique Levy
Joana Varela
João Morgado
Jorge Amado (Fundação
Casa de)
Jorge de Sena (Ler)
José Luís Peixoto
José Régio
José Saramago
(Fundação)
José Terra
É considerado um dos mais reputados especialistas portugueses  do Modernismo, tendo
Lídia Jorge (site)
dedicado vasta obra, de estudo e de edição, às três maiores figuras do grupo da revista Orpheu.
Luís Amaro
Tendo consagrado a sua investigação doutoral a Mário  de  Sá­Carneiro  e  o  modernismo
Luís de Camões (blog
(Lisboa: UNL, 1992), tese editada em 1994, organizou de seguida uma antologia da Poesia  de Camoniana)
Mário  de  Sá­Carneiro  (1996), seguindo-se-lhe Poemas  completos (1996), Primeiros Luís Filipe Castro
contos  (1998), a narrativa A  confissão  de  Lúcio  (1998), Céu  em  fogo:  oito  novelas  (1999), Mendes
culminando no volume completo de Verso  e  prosa (2010). Recentemente, organizou em Luís Miguel Nava
colaboraçãoo com a BNP o recurso eletrónico Mário de Sá­Carneiro, 1890­1916 (Lisboa,  2016), (Fundação)

disponível no endereço http://mariosacarneiro.bn.pt/. Luísa Dacosta


Luíz Pacheco
Machado de Assis (ABL)
Machado de Assis
(Espaço)
Manuel Alegre
Maria Graciete Besse
Mário de Sá­Carneiro
Online
Moacyr Scliar (oficial)
Ondjaki
Paulo Coelho (oficial)
Richard Zimler
Sophia de Mello Breyner
Andresen (BNP, espólio)
Vitorino Nemésio
Zetho Cunha Gonçalves

Ficção

Autor do premiado volume  Introdução  ao  estudos  de  Fernando


Pessoa (2014), coordenou o monumental  Dicionário  de  Fernando
Pessoa  e  do  Modernismo  Português  (2008), que teve uma segunda
edição no Brasil (2010).
É também o responsável direto por vários volumes da edição da
obra de Fernando Pessoa em curso na Assírio & Alvim: Mensagem
(1997; 9.ª ed., 2012); Ficções do Interlúdio: 1914­1935 (1998; 2.ª ed.,
rev. por António Lampreia, 2012); Poesia.  Alberto  Caeiro (2001; 3.ª
ed. corrigida, 2009); Crítica: ensaios, artigos e entrevistas (2000; 3.ª
ed., 2014). Mais recentemente, sempre em parceria com Richard Zenith, editou os seguintes
volumes pessoanos: Teoria da heteronímia (2012); Poemas escolhidos de Alberto Caeiro (2013);
Odes escolhidas de Ricardo Reis (2013); Cancioneiro: uma antologia (2013); Poemas escolhidos
de  Álvaro  de  Campos (2013); Poemas  esotéricos (2014); Mensagem  e  outros  poemas  sobre
Portugal (2014); Prosa escolhida de Álvaro de Campos (2015); Sobre Orpheu e o sensacionismo
(2015).

Fernando Cabral Martins também é o coordenador da edição da obra de José de Almada


Negreiros, na mesma casa editorial. Com Luís Manuel Gaspar, Mariana Pinto dos Santos, editou
Nome de guerra (2001; 3.ª ed., 2013); Poemas (2001; 2.ª ed. corrigida, 2005); Ficções (2002);
Manifestos e conferências (2006). Recentemente, em 2015, escreveu a introdução para o volume
de Almada Negreiros – Orpheu 1915­1965.
Organizou ainda antologias críticas da Poesia  simbolista  portuguesa (1990), período
literário objeto de estudo da sua investigação de mestrado, acerca da obra de Alfred Jarry (1985);
e, em coautoria com Irene Freire Nunes, da poesia de Os trovadores provençais (2014).
Organizou, apresentou e anotou edições da obra de Luiza Neto Jorge: Poesia:  1960­1989
(1993) e Poemas  de  Luiza  Neto  Jorge:  antologia (1997); em coautoria com Maria Antónia
Oliveira, de Alexandre O'Neill: Anos 70: poemas dispersos (2005) e Já cá não está quem falou
(2008).
Contam-se, entre as suas publicações em livro, vários ensaios, para além dos já
referidos: Cesário Verde ou a transformação do mundo (1988), leitura
crítica “considerada reformuladora de lugares-comuns que o tempo
ajudou a cristalizar”; O  trabalho  das  imagens (2000);  Julio:  o
realismo mágico (2005). 
Desde 1974. Cabral Martins dedicou-se à tradução, sobretudo na
área dos estudos literários e para a Arcádia editores: O sujeito, o corpo
e  a  letra:  ensaios  de  escrita  psicanalítica, de Jacques Lacan e outros
(1977); Semiótica  do  romance, de Julia Kristeva (1977) e Discurso  da
narrativa, de Gérard Genette (1979). Em colaboração com Irene Freire
Nunes, traduziu Canções e poemas, de Boris Vian (1997).

Cabral Martins é  também autor de uma singular obra ficcional, sobretudo no domínio da
escrita breve. À estreia em 1986, com Sub estâncias, segue-se a coletânea de contos  Ao cair da
noite (1989), reconhecida pelo Prémio Municipal Eça de Queiroz; o romance A cidade vermelha
(1991); publicando sucessivamente volumes de contos: Western (1995); O  deceptista  (2003);
Viagem  ao  interior (2005), com ilustrações de Carlos Ferreiro; A  flor  fatal  (2009) e Os
fantasmas de Lisboa (2012). Como já foi observado, “enquanto ficcionista, pode-se dizer que dá
voz a uma narrativa da vida urbana, próxima da tradição dos guionistas anglo-americanos.
Alguns tiques formais não beliscam o retrato desse particular universo geracional (os  sixties),
contido numa escrita seca avessa a qualquer derrame.” (verbete, in site da DGLB).
Com a obra Ao  cair  da  noite (Lisboa: Contexto, 1989), recebeu o
Prémio Municipal Eça de Queiroz, em 1989.

O seu recente ensaio, global e sintético, Introdução  ao  estudo  de


Fernando Pessoa (Lisboa: Assírio & Alvim, 2014), foi distinguido com
  Prémio Jacinto do Prado Coelho da Associação Portuguesa dos
Críticos Literários, em 2015.

Foi ator em três filmes de João Botelho: Conversa


Acabada (1981), 
Tráfico (1998), e 
Tempos Difíceis (1988). 

No primeiro dos filmes, Conversa Acabada, realizado nos 120 anos do nascimento de


Fernando Pessoa, Cabral Martins deu rosto e voz ao autor dos heterónimos, amigo de Mário de
Sá-Carneiro, o interlocutor da conversa visada.

Clique na legenda para aceder ao vídeo, no Youtube.

A obra

1 – Ficção

Sub estâncias [ficção]. Lisboa: Black Sun, 1986. – 45 p.


Ao cair da noite [contos].  Lisboa: Contexto, 1989. – 130 p.
A cidade vermelha: romance.  Lisboa: Contexto, 1991. – 125 p.
Western [contos]. S.l.: Black Sun, 1995. / Lisboa: Colibri-Artes Gráf. – 50 p.
O deceptista [contos].  Hors-texte Carlos Ferreiro. Lisboa: & etc, 2003.
Viagem ao interior [contos].  Il. Carlos Ferreiro. Lisboa: & Etc, 2005.
A flor fatal: conto. Rev. António Lampreia. Lisboa: Assírio & Alvim, 2009.
Os fantasmas de Lisboa. Lisboa: & Etc, 2012.
2 – Crítica, ensaio, editorial
Poesia simbolista

 
Une  poétique  du  symbolisme:  les  minutes  de  sable  mémorial  d'Alfred  Jarry – Tese de mestrado em

Literatura Francesa. 

Lisboa: FLUL, 1985. – 182 p. (30cm).

Poesia simbolista portuguesa. 
Apresent. crítica, seleç., notas e linhas de leitura de FCM.

Lisboa: Comunicação, 1990.

Obra de Mário de Sá-Carneiro


Mário  de  Sá­Carneiro  e  o  modernismo – Tese dout. Literatura Portuguesa.
Lisboa: FCSH-UNL, 1992. – 609 p. (30cm); bibl., p. 583-605.

O modernismo em Mário de Sá-Carneiro. Lisboa: Estampa, 1994. / 1997. –


Col. Leituras, 7; 353 p. (21cm).

Poesia  de  Mário  de  Sá­Carneiro:  antologia. Org. FCM. Lisboa:


Presença, 1996.

Poemas completos, Mário de Sá-Carneiro. Ed. FCM. Lisboa: Assírio & Alvim, 1996.


/ 2.ª ed. corrigida, 2001. / 3.ª ed., 2005.

Primeiros contos, Mário de Sá-Carneiro. Ed. FCM. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998. 


A  confissão  de  Lúcio:  narrativa, Mário de Sá-Carneiro. Ed. FCM. Lisboa:
Assírio & Alvim, 1998. / 2.ª ed., 2004. / Lisboa: Planeta DeAgostini, 2006.

Céu  em  fogo:  oito  novelas, Mário de Sá-Carneiro. Ed. FCM. Lisboa: Assírio &
Alvim, 1999.
Verso e prosa, Mário de Sá-Carneiro. Ed. FCM; rev. António Lampreia. Lisboa : Assírio & Alvim, 2010.
Mário  de  Sá­Carneiro,  1890­1916 [Recurso eletrónico] / Fernando Cabral Martins, Fátima Lopes; coord. ed.
Fátima Lopes, Ana Carolina Correia; coord. técnica e design Miguel Mimoso Correia, Dulce Fontes. Lisboa: BNP, 2016. –

URL: http://mariosacarneiro.bn.pt/.

Obra de Fernando Pessoa

Mensagem, Fernando Pessoa. Ed. de FCM. Lisboa: Assírio & Alvim, 1997. / 2.ª ed., 2000. / 3.ª ed. corrigida, 2002. / 4.ª
ed., 2004. / Lisboa: Planeta DeAgostini, 2006. /  [2.ª ed.] Lisboa: Soc. Edit. de Livros de Bolso, 2009. / 8.ª ed., Lisboa:

Assírio & Alvim, 2010. / 9.ª ed., Porto: Assírio & Alvim, 2012. / 2014.

Ficções  do  Interlúdio:  1914­1935,  Fernando Pessoa. Ed. FCM. Lisboa: Assírio & Alvim, 1998. / Lisboa: Planeta
DeAgostini, 2006. / 2.ª ed., rev. António Lampreia. Lisboa: Assírio & Alvim, 2012. / Lisboa, 2007. – Ed. com o título

Ficções do Interlúdio: poemas publicados em vida.
Poesia. Alberto Caeiro, Fernando Pessoa. Ed. FCM e Richard Zenith. Lisboa: Assírio & Alvim, 2001. / 2.ª ed., 2004. /
Lisboa: Planeta DeAgostini, 2006. / / 3.ª ed. corrigida, Lisboa: Assírio & Alvim, 2009.

Crítica:  ensaios,  artigos  e  entrevistas. Fernando Pessoa. Ed. FCM. Lisboa: Assírio & Alvim, 2000. / 3.ª ed.,
reimp., Lisboa: Assírio & Alvim, 2014.

Dicionário de Fernando Pessoa e do Modernismo português. Coord. FCM. Lisboa: Caminho, 2008. – 959 p.


a 2 colns; il. (25cm); bibl., 925-959.

Teoria da heteronímia, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith. Lisboa: Assírio & Alvim, 2012.
Os poemas sobre Pessoa: antologia, Sophia de Mello Breyner Andresen. Pref. FCM; sel. e org. Maria Andresen de
Sousa Tavares. Alfragide: Caminho, 2012.

Poemas escolhidos de Alberto Caeiro, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith. Porto: Assírio & Alvim, 2013. /
reimp. 2014.

Odes escolhidas de Ricardo Reis, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith. Porto: Assírio & Alvim, 2013.
Cancioneiro: uma antologia, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith. Lisboa: Assírio & Alvim, 2013.
Poemas  escolhidos  de  Álvaro  de  Campos, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith.  Porto: Assírio &
Alvim, 2013. / reimp. 2014.

Poemas esotéricos, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith. Lisboa: Assírio & Alvim, 2014. 
Mensagem  e  outros  poemas  sobre  Portugal, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith.  Lisboa: Assírio &
Alvim, 2014.

Introdução ao estudo de Fernando Pessoa. Lisboa: Assírio & Alvim, 2014.


Prosa escolhida de Álvaro de Campos, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith. Porto: Assírio & Alvim, 2015.
Sobre Orpheu e o sensacionismo, Fernando Pessoa. Ed. FCM, Richard Zenith. Porto: Assírio & Alvim, 2015.
Obra de José de Almada Negreiros
Nome de guerra, José de Almada Negreiros. Ed. FCM, Luís Manuel Gaspar, Mariana Pinto dos Santos. Lisboa: Assírio
& Alvim, 2001. / 2.ª ed., 2004. / 3.ª ed., 2013.

Poemas, José de Almada Negreiros. Ed. FCM, Luis Manuel Gaspar, Mariana Pinto dos Santos.  Lisboa: Assírio &
Alvim, 2001. / 2.ª ed. corrigida, 2005.

Ficções, José de Almada Negreiros. Ed. FCM, Luis Manuel Gaspar, Mariana Pinto dos Santos.  Lisboa: Assírio &
Alvim, 2002.

Manifestos e conferências, José de Almada Negreiros. Ed. FCM et al.. Lisboa: Assírio & Alvim, 2006.
Orpheu 1915­1965, José Sobral de Almada Negreiros. Introd. FCM. Lisboa: Babel, 2015.

Diversa
Versos, Augusto Gil. Pref. FCM. Lisboa: Ulmeiro, 1981.
Cesário Verde ou a transformação do mundo. Lisboa: Comunicação, 1988.
Poesia: 1960­1989: os sítios sitiados: a lume: dispersos, Luiza Neto Jorge. Org. e pref. FCM. Lisboa: Assírio
& Alvim,  1993. / Noutra editora, posteriormente: Poemas  de  Luiza  Neto  Jorge  :  antologia. Org. FCM. Lisboa:

Presença, 1997.

Correspondências, Departamento de Línguas e Literaturas Românicas da FCSH da UNL; dir. Fernando Cabral
Martins. Lisboa: Colibri. 1998.

O trabalho das imagens. Lisboa: Aríon, 2000. – Col. Parque dos poetas, 2; 265 [6] p. (24cm).


Marginálias, Ramón Gómez de La Serna. Des. José de Almada Negreiros; pref. Juan Manuel Bonet, Fernando Cabral
Martins. Lisboa: Bedeteca de Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.

Anos 70: poemas dispersos, Alexandre O'Neill. Ed. Maria Antónia Oliveira, Fernando Cabral Martins; pref. Vítor
Sousa Tavares; il. Luís Manuel Gaspar. Lisboa: Assírio & Alvim, 2005. / 2009.

Julio: o realismo mágico. Lisboa: Caminho : Edimpresa, 2005.


Já cá não está quem falou, Alexandre O'Neill. Ed. Maria Antónia Oliveira, FCM. Lisboa: Assírio & Alvim, 2008.
Manifesto da mulher futurista: manifesto futurista da luxúria, Valentine de Saint-Point. Introd. FCM; trad.
Célia Henriques. Lisboa: Edições Culturais do Subterrâneo, Lda., 2009.

Os trovadores provençais. Sel., org. e trad. Irene Freire Nunes, FCM. Lisboa: Sistema Solar, 2014.
O nome das coisas, Sophia de Mello Breyner Andresen; pref. Fernando Cabral Martins. Porto: Assírio & Alvim, 2015.
Mário Cesariny e o virgem negra ou a morte do autor e o nascimento do actor. Lisboa:
Documenta, 2016.

Tradução
Sobre a China, Karl Marx, Friedrich Engels. Porto: Escorpião, 1974.
A criança, essa desconhecida, Françoise Lazard-Levaillant. Lisboa: Moraes, 1977.
O sujeito, o corpo e a letra: ensaios de escrita psicanalítica, Jacques Lacan et al. Trad. Fernando Cabral
Martins, Maria Margarida Calvet Barahona. Lisboa: Arcádia, 1977.

Semiótica do romance, Julia Kristeva. Lisboa: Arcádia, 1977. / 2.ª ed., 1978.


Discurso da narrativa: ensaio de método, Gérard Genette. Lisboa: Arcádia, 1979.
Canções e poemas, Boris Vian. Trad. Irene Freire Nunes, Fernando Cabral Martins; pref. Patrick Besnier. Lisboa:
Assírio & Alvim, 1997.

 
Algumas referências
“Fernando Cabral Martins”,  Centro de Documentação de Autores Portugueses, in site da DGLB, Lisboa, abril
2000.

Coordenador do projeto: Fernando Cabral Martins, in Projecto Modernismo online: Arquivo virtual da geração
de Orpheu. – UNL, FCSH, IELT. Lisboa.

 
 

Publicada por José à(s) 01:40   

Etiquetas: Fernando Cabral Martins, Modernismo

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