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MANUAL

DE MANUTENÇÃO

Modelo / Modelo / Model: VDA 400 / 421 / 600 / 621 / 700 / 721 / 700SM
Manual de Manutenção

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

Publicação: 50103151_03 Edição: 07/2011 Pg. 2 de 29


Manual de Manutenção

1) Verifique o modelo de seu equipamento, pois este manual é genérico para


todos os modelos de Vibro Acabadora de Asfalto da BOMAG Latin America.

2) Algumas imagens apresentadas neste manual são meramente ilustrativas,


em função da possibilidade de adição de itens opcionais.

Publicação: 50103151_03 Edição: 07/2011 Pg. 3 de 29


Manual de Manutenção

PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

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Manual de Manutenção

1. MANUTENÇÃO PERIÓDICA I ..................................................................................................... 6


1.1. PONTOS DE LUBRIFICAÇÃO ............................................................................................................................... 6
1.2. MOTOR DIESEL .................................................................................................................................................... 7
1.2.1. NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR ....................................................................................................................... 7
1.2.2. RADIADOR – SISTEMA DE ARREFECIMENTO .......................................................................................... 8
1.2.3. SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR E EXAUSTÃO .......................................................................................... 9
1.2.4. FILTRO DE ÓLEO ......................................................................................................................................... 9
1.2.5. FILTRO DE COMBUSTÍVEL.......................................................................................................................... 9
1.3. CONJUNTO DE ALIMENTAÇÃO DE CONCRETO ASFÁLTICO ......................................................................... 10
1.3.1. TENSIONAMENTO DAS CORRENTES DE ACIONAMENTO .................................................................... 10
1.3.2. TENSIONAMENTO DO SISTEMA TRANSPORTADOR ............................................................................. 10
1.3.3. BORRACHA DE CONTENÇÃO DE MATERIAL .......................................................................................... 10
1.4. SISTEMA HIDRÁULICO ....................................................................................................................................... 11
1.4.1. CILINDROS ................................................................................................................................................. 11
1.4.2. MANGUEIRAS ............................................................................................................................................. 11
1.4.3. NÍVEL E TEMPERATURA DO ÓLEO HIDRÁULICO ................................................................................... 11
1.4.4. FILTROS DO SISTEMA HIDRÁULICO ........................................................................................................ 12
1.4.4.1. TROCA DOS FILTROS DO SISTEMA HIDRÁULICO............................................................................... 12
1.4.5. TROCA DO ÓLEO HIDRÁULICO ................................................................................................................ 12
1.5. SISTEMA DE TRAÇÃO ........................................................................................................................................ 13
1.5.1. REDUTORES DE TRAÇÃO......................................................................................................................... 13
1.5.2. CALIBRAGEM DOS PNEUS ....................................................................................................................... 14
1.5.3. ESTICAMENTO DAS ESTEIRAS DE TRAÇÃO (TRUCK)........................................................................... 14
1.6. ENCOSTO DE CAMINHÃO.................................................................................................................................. 15
1.7. MESA COMPACTADORA .................................................................................................................................... 16
1.7.1. CHAPA ALISADORA DA MESA .................................................................................................................. 16
1.7.2. BRAÇOS DE LEVANTE DA MESA ............................................................................................................. 18
1.7.3. REGULADOR DO ÂNGULO DE ATAQUE .................................................................................................. 18
1.7.4. REGULADOR DO ABAULAMENTO ............................................................................................................ 18
1.7.5. VIBRADOR DA MESA ................................................................................................................................. 19
1.8. MANCAIS E ROLAMENTOS ................................................................................................................................ 19
1.9. SISTEMA ELÉTRICO ........................................................................................................................................... 19
1.9.1. BATERIA...................................................................................................................................................... 19
1.9.2. BUZINA ........................................................................................................................................................ 20
2. LUBRIFICAÇÃO / ESPECIFICAÇÃO DE ÓLEOS E GRAXAS ................................................. 20
2.1. MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO .......................................................................................................................... 20
2.2. ESPECIFICAÇÃO DE GRAXA ............................................................................................................................. 20
2.3. ESPECIFICAÇÃO DE ÓLEOS ............................................................................................................................. 22
2.4. CAPACIDADES .................................................................................................................................................... 23
2.4.1. VDA 400/421................................................................................................................................................ 23
2.4.2. VDA 600/621................................................................................................................................................ 23
2.4.3. VDA 700/721................................................................................................................................................ 23
2.4.4 VDA 700/721SM ........................................................................................................................................... 23
3. MANUTENÇÃO PERIÓDICA II .................................................................................................. 24
3.1. MANUTENÇÃO QUANDO NECESSÁRIA ........................................................................................................... 24
3.2. MANUTENÇÃO A CADA 10 HORAS DE OPERAÇÃO OU DIÁRIA ..................................................................... 24
3.3. MANUTENÇÃO A CADA 50 HORAS DE OPERAÇÃO OU SEMANAL................................................................ 24
3.4. MANUTENÇÃO A CADA 100 HORAS DE OPERAÇÃO OU QUINZENAL .......................................................... 24
3.5. MANUTENÇÃO A CADA 250 HORAS DE OPERAÇÃO OU MENSAL ................................................................ 25
3.6. MANUTENÇÃO A CADA 500 HORAS DE OPERAÇÃO OU TRIMESTRAL ........................................................ 25
3.7. MANUTENÇÃO A CADA 1.000 HORAS DE OPERAÇÃO OU ANUAL ................................................................ 25
3.8. MANUTENÇÃO A CADA 10.000 KM DE OPERAÇÃO ........................................................................................ 25
3.9. MANUTENÇÃO A CADA 50.000 KM DE OPERAÇÃO ........................................................................................ 25
3.10. MANUTENÇÃO A CADA 100.000 KM DE OPERAÇÃO .................................................................................... 25
4. SUGESTÃO DE KITS DE PEÇAS DE REPOSIÇÃO ................................................................. 26
5. TROUBLESHOOTING ............................................................................................................... 27

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1. MANUTENÇÃO PERIÓDICA I Inspeções, verificações e manutenções devem ser


efetuadas, de acordo com os intervalos descritos neste manual.
Acessórios, dispositivos de segurança e de proteção
somente podem ser desabilitados ou removidos por pessoal
autorizado. Sem estes acessórios devem ser tomadas medidas Verifique o correto funcionamento do horímetro, pois as
para garantir segurança ao pessoal envolvido na manutenção e manutenções preventivas são baseadas no número de horas
prevenir danos ao equipamento. trabalhadas.

Precauções de Segurança (Antes de iniciar a manutenção)

1. Antes de iniciar manutenção do equipamento, consulte


1.1. PONTOS DE LUBRIFICAÇÃO
o responsável pelo equipamento.
2. Sempre utilize os equipamentos de proteção individual PONTO DE
ILUSTRAÇÃO AÇÃO
(EPI's) apropriados. LUBRIFICAÇÃO
3. Utilize macacões apropriado para seu tamanho e que
resistam a substâncias para limpeza pesada. Não
utilize roupas largas, gravatas, cintos e jóias que
possam vir a se prender nas partes móveis do
equipamento. Encosto de
Engraxar
4. Assegure que a área de manutenção esteja limpa e o caminhão
piso sem óleo, graxa e obstáculos que possam causar
acidente.
5. Siga as regulamentações locais sobre prevenção de
acidentes.
6. Não faça manutenção com o equipamento em
funcionamento ou com motor aquecido.
7. Não opere o equipamento com falhas ou estragado.
8. Não limpe os componentes elétricos com água ou
líquidos.
9. Cuidado quando utilizar fortes produtos de limpeza.
Siga as instruções do fabricante. Utilize roupas
resistentes aos agentes de limpeza.
10. Todas as manutenções e reparos devem ser Esticador do
supervisionados por somente uma pessoa. transportador de Engraxar
11. Antes de iniciar qualquer manutenção desligar o motor material
e remover a chave de ignição. Devem ser tomadas
medidas para evitar que o equipamento possa ser
ligado por outras pessoas.
12. Manutenções devem ser efetuadas por uma equipe
treinada e qualificada, adequadamente para este tipo
de serviço.
13. Antes de iniciar manutenção no sistema hidráulico,
aliviar a pressão do sistema hidráulico.
14. Pessoal não autorizado não deve se aproximar do
equipamento.

Precauções de Segurança (Após a manutenção) Rótula do cilindro de


levante da mesa Engraxar
1. Antes de iniciar operação, assegure que as (ângulo de ataque)
ferramentas foram removidas do equipamento e as
peças de reposição e ajustes estão firmemente fixadas.
2. Assegure que todos os instrumentos e controles
funcionem de forma eficiente, caso contrário, conserte
ou troque os itens avariados.
3. Assegure que o serviço foi efetuado completamente.
4. Assegure que o equipamento esteja funcionando
corretamente. Regulador do
5. Assegure que todos os acessórios de segurança estão limitador lateral de Engraxar
funcionando. material
6. Antes de ligar o equipamento, certifique-se de que não
haja ninguém trabalhando no equipamento ou em
posição de risco.

Sempre utilizar peças de reposição BomagLatin America


para garantir que não serão montadas peças com especificações
diferentes das requisitadas pelo fabricante.

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1.2. MOTOR DIESEL


A inspeção diária das condições do motor e dos seus
Cilindro guia da diversos sistemas é fundamental para o perfeito funcionamento
Engraxar da Vibro Acabadora de Asfalto. Antes de dar partida ao motor,
mesa
verifique os níveis do óleo lubrificante e do líquido de
arrefecimento.

Caixa de rolamentos Verificar se existe:


dos helicoidais Engraxar
(central)  Vazamentos

 Peças soltas ou danificadas

 Qualquer alteração na aparência do motor

 Inspecione toda a fiação com relação a conexões


Caixa de rolamentos frouxas
dos helicoidais
Engraxar  Verifique todos os filtros quando a vazamentos ou
(laterais
esquerda/direita) danos.

 Inspecione todas as mangueiras com relação a


vazamentos e conexões corretas.

 Inspecione visualmente a correia. Verifique a correia


quanto à existência de trincas. Trincas transversais
(através da largura da correia) se são aceitáveis.
Rótula do cilindro de Trincas longitudinais (através do comprimento da
Engraxar
levante da mesa correia) que interseccionam com trincas transversais
não são aceitáveis. Substitua a correia se a mesma
estiver esfiapada ou se faltarem pedaços de material.
Inspecione todas as correias com relação à tensão
apropriada.

Reguladores de
Engraxar
inclinação da mesa

Cilindros do sistema Correia do motor - trincas


de direção (VDA Engraxar
421/621/721)
1.2.1. NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR

Tensionamento da
esteira do truck
Engraxar
(VDA
400/600/700/700sm)
Atenção ao manusear fluidos quentes, pois podem
causar ferimentos pessoais.

NÃO DEIXE que os fluidos quentes ou os componentes

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quentes entrem em contato com a pele. prolongado poderá causar doenças de pele ou outros acidentes
pessoais. Mantenha o líquido refrigerante fora do alcance de
Nunca opere a Vibro Acabadora de Asfalto com óleo do crianças.
motor abaixo da marca de nível MÍNIMO ou acima da marca de
nível MÁXIMO na vareta de medição (3). Opere somente quando Aguarde até que a temperatura esteja abaixo de 50ºC
o nível de óleo estiver na área INDICADA na vareta de medição antes de remover a tampa de pressão do sistema de
(3). Espere, pelo menos 10 minutos, após ter desligado o motor arrefecimento. A não observância deste procedimento poderá
para verificar o óleo. Este tempo é necessário para drenar o óleo causar acidentes pessoais devido ao borrifo de líquido de
para o Carter. O Vibro Acabadora de Asfalto DEVE ESTAR arrefecimento aquecido (vapor). Durante o abastecimento do
nivelada para verificação do nível de óleo, este procedimento é sistema de arrefecimento, o ar deverá ser purgado das
necessário para se ter certeza de que a medição está correta. Se passagens do líquido de arrefecimento do motor.
necessário acrescentar ou drenar o óleo.
Verifique se há mangueiras danificadas e abraçadeiras
soltas ou danificadas. Substitua conforme necessário. Inspecione
o radiador a procura de vazamentos, danos e acúmulo de sujeira.
Limpe e repare conforme necessário.

Na troca do óleo, faça a drenagem com o motor em


temperatura de funcionamento. Isto permite um escoamento mais
completo, inclusive de eventuais impurezas contidas no óleo.
Verificando vazamentos

1.2.2. RADIADOR – SISTEMA DE Limpe o sistema refrigerante sempre que apresentar


ARREFECIMENTO sinais de contaminação, se o motor superaquecer, o ambiente de
trabalho nas obras de pavimentação, se faz necessário uma
limpeza do aletamento do radiador do motor, para se obter maior
eficiência na troca térmica do fluido refrigerante.

Esta limpeza pode ser feita com jato de ar comprimido,


vapor d'água ou escova especial. Deve ser feita de dentro para
fora, a fim de expulsar a sujeira.
Nunca adicione o líquido refrigerante enquanto o motor
estiver quente, espere o resfriamento do motor para
posterior adição de líquido refrigerante.

Verifique freqüentemente a solução do líquido


refrigerante, principalmente em climas frios para assegurar a
proteção adequada ao sistema.

Mantenha o radiador sempre limpo. O acúmulo de óleo e


poeira, nas aletas e serpentinas, forma uma camada isolante,
prejudicando a dissipação do calor e em conseqüência, o
superaquecimento e perda de eficiência.

Tenha atenção para que não ocorra o amassamento das


aletas do radiador.

Reservatório de líquido refrigerante

Evite o contato prolongado e repetitivo da pele com


líquido refrigerante lave muito bem após o contato. O contato

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1.2.3. SISTEMA DE ADMISSÃO DE AR E


EXAUSTÃO 1.2.4. FILTRO DE ÓLEO
Ao efetuar a troca do filtro, encha-o com o mesmo tipo
Verifique diariamente as entradas de ar em relação a
de óleo utilizado no motor. Lubrifique o anel o-ring, e ao instalá-lo
acúmulos de poeira e detritos, em caso de haver qualquer poeira
tenha cuidado para que este fique na posição correta para não
e/ou detritos remova-os.
danificar.
O elemento principal pode ser limpo até seis vezes
antes de ser substituído. O elemento deve ser limpo Sempre aperte o filtro com a mão, não utilize chave (cinta,
cuidadosamente para que não seja rasgado. O elemento corrente, etc.).
principal deve ser substituído a cada ano, mesmo que não tenha
sido limpo às seis vezes.

Normalmente, o elemento secundário deve ser


substituído no momento em que o elemento principal é
substituído pela terceira vez. No entanto, se o elemento principal
for danificado a um nível que permita uma entrada excessiva de
sujeira no elemento secundário, deve-se substituir o elemento
primário e elemento secundário.

NÃO tente reutilizar o elemento secundário após limpeza. Utilize Filtro de óleo
sempre um novo elemento filtrante.

O sistema de ar é composto das seguintes partes: O óleo do motor e do filtro deve ser trocado, pelo menos, a
cada 250 horas de operação. Intervalos mais curtos podem ser
1. Elemento principal necessárias devido às condições operacionais. Condições
2. Tampa severas exigem manutenção mais freqüente.
3. Elemento secundário
4. Corpo, contendo a saída tubo
Use o filtro adequado para o seu motor. Consulte o seu
representante Bomag para ter certeza de que você está
recebendo o filtro de óleo correto.

1.2.5. FILTRO DE COMBUSTÍVEL


Limpe criteriosamente todos detritos das conexões e
componentes antes da remoção. Certifique-se de que os detritos,
o vapor de água ou a solução de limpeza não possam penetrar
no sistema de combustível.

Preencha o reservatório de combustível sempre no final


de cada dia de operação para expulsar ar úmido e para impedir a
Não remova os filtros para inspeção. Essa verificação é condensação.
prejudicial ao sistema. Sujeiras localizadas sobre a gaxeta de
vedação pode cair sobre a superfície limpa filtro quando a tampa
de vedação é aberta. Siga o indicador de restrição.

Substitua o indicador de restrição atual caso exista


suspeita que o indicador esteja danificado.

Não limpe os elementos filtrantes batendo em uma


superfície dura para bater o pó, pode-se danificar o filtro.

Nunca opere a máquina sem os filtros de ar. A entrada


de ar direta no motor propicia a entrada de partículas
contaminantes que podem vir a causar danos ao motor diesel.

Se o filtro não for reposto imediatamente, deve-se


cobrir a entrada de ar.

Se houver vazamentos na junta de vedação, na tampa


da carcaça do filtro substitua por uma carcaça nova. Filtro de combustível

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Para efetuar a regulagem, ligue o motor diesel e acelere a


rotação máxima. Ligue o conjunto de alimentação do concreto
Não preencha os filtros de combustível com o combustível asfáltico, solte a porca de travamento e regule a tensão da
antes de instalá-los. Combustível contaminado fará com que o corrente girando a porca de regulagem do fuso esticador, com
sistema de combustível se desgaste prematuramente. cuidado para não esticar a corrente em demasia. Reaperte a
porca de travamento.
Drene a água e sedimentos de qualquer tanque de Esta operação deve ser realizada até obter-se
combustível sempre que necessário, e antes de o tanque estar aproximadamente a medida formada pela flecha (25~30mm) da
reabastecido. Isto irá ajudar a prevenir que água ou sedimentos corrente transportadora conforme indicada na figura abaixo.
sejam bombeados pelo sistema de combustível.

Sangria de combustível: Sempre após a troca dos filtros


de combustível, deve-se realizar uma “sangria” na linha de
combustível, pois a presença de ar na linha irá prejudicar a
alimentação de combustível. Desconecte os bicos injetores e
pressione na bomba manual até que saia diesel na conexão do Flecha de regulagem na corrente do transportador
bico retirado.

1.3. CONJUNTO DE ALIMENTAÇÃO DE


CONCRETO ASFÁLTICO
1.3.1. TENSIONAMENTO DAS
CORRENTES DE ACIONAMENTO
Verifique a tensão das correntes de acionamento do
sistema de alimentação transportador e helicoidal, a folga não
pode ser superior a 10,0 mm.
Travessas do transportador de material
 Abra a tampa de proteção do acionamento, com auxílio
de chave 1/2".
 Regule a posição do esticador com chave 9/16" e Cuide para manter o alinhamento das travessas.
5/16". Recoloque a tampa.
 Verifique o estado das engrenagens e correntes e
lubrifique-as.
1.3.3. BORRACHA DE CONTENÇÃO DE
MATERIAL
A borracha de contenção de material é projetada para
conter o material basculado no silo de massa. A boa limpeza no
final de cada dia pavimentação e o cuidado no basculamento do
caminhão prolongam a vida útil do componente.

Verificar estado das borrachas, caso estejam rasgadas,


trincadas ou deformadas, substituir.

Caixa de transmissão dos acionamentos

1.3.2. TENSIONAMENTO DO SISTEMA


TRANSPORTADOR Sistema de contenção de material VDA 400/421/600/621/700/721

A tensão das esteiras deve ser regulada através dos


parafusos esticadores montados no eixo dianteiro da esteira.

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1.4.1. CILINDROS
As válvulas de controle dos cilindros hidráulicos
possuem acionamento elétrico a partir do painel de comando.
Estas válvulas não requerem manutenção especial apenas a
manutenção de limpeza e verificação das ligações elétricas
quanto a sua fixação.

Inspecione os cilindros hidráulicos, para que não haja


indícios de vazamento. Caso haja, reaperte as conexões ou se
necessário substitua as vedações (gaxetas, retentores, etc.
Sistema de contenção de material VDA 700SM Consultar Catálogo de Peças do Equipamento).

1.4.2. MANGUEIRAS
1.4. SISTEMA HIDRÁULICO
Verifique o estado das mangueiras e das abraçadeiras,
Antes de qualquer serviço de manutenção no sistema trocando seus componentes quando necessário, evitando assim,
hidráulico, verifique as condições do local onde o mesmo vai ser falhas durante a operação e contratempos.
realizado. A limpeza e a organização são fatores indispensáveis
para o bom andamento dos trabalhos. Verifique a existência de vazamentos nas conexões
das mangueiras hidráulicas e caso isto ocorra, reaperte-as. Se o
Ao desconectar mangueiras, válvulas ou outro vazamento persistir, substitua a mangueira por uma de mesma
componente do sistema hidráulico tenha sempre a disposição, especificação (Consultar Catálogo de Peças do Equipamento).
recipientes limpos para depositar o óleo hidráulico, evitando
assim que ocorra vazamentos. 1.4.3. NÍVEL E TEMPERATURA DO
Antes de desmontar válvulas, cilindros etc., providencie ÓLEO HIDRÁULICO
a limpeza externa destes componentes. Após a desmontagem,
para a limpeza interna dos mesmos, evite a utilização de estopas O nível de óleo hidráulico deve ser verificado
ou panos que liberam fibras do tecido, que possam obstruir ou diariamente, a verificação deve ser realizada antes de dar a
danificar os componentes hidráulicos. partida na máquina, ou seja, o óleo hidráulico deve estar frio e a
máquina nivelada. Se o nível do óleo hidráulico estiver baixo,
Tenha cuidado e atenção, em relação ao produto complete-o com quantidade necessária para elevar o nível até a
utilizado para a limpeza dos componentes hidráulicos, para que o marca ideal no visor.
mesmo, dependendo da sua composição química, não venha a
reagir com os elementos de vedação, danificando-os.
Durante o abastecimento do reservatório de óleo hidráulico
Sempre que efetuar limpeza interna dos componentes cuidado para não encher demasiadamente o reservatório,
hidráulicos, utilize ar comprimido. eliminando assim o espaço para expansão térmica quando o óleo
está na temperatura de funcionamento. O excesso de óleo será
Após efetuar os serviços de manutenção, verifique transbordado pelo respiro e poderá causar acumulo de sujeira na
todos os filtros do sistema hidráulico e complete o nível do parte externa do radiador.
tanque de óleo hidráulico, somente com óleo novo e de acordo
com as especificações da Bomag. O reservatório de fluido hidráulico possui capacidade
de 200 litros (VDA 400/421) e de 300 litros (VDA
600/621/700/721/700SM). O reservatório possui defletores para
Nunca misture marcas diferentes de óleos. redução a formação de espuma e de ar suspensas no óleo que
pode danificar as bombas. O respiro está localizado na parte
O óleo hidráulico adicionado no reservatório de óleo superior do reservatório para liberar a pressão que pode ser
hidráulico deve misturar-se com o óleo hidráulico já exitente no gerada com o aquecimento do óleo. O respirador deve ser
sistema. Use apenas o mesmo tipo de óleo hidráulico que já mantido limpo para permitir o fluxo de ar através dele.
estão no sistema (ver óleo lubrificante Recomendações e
Especificações). A temperatura excessiva do fluido hidráulico é um
indicador de problemas no sistema hidráulico. O operador deve
Se o óleo hidráulico ficar turvo, água ou ar está ter o hábito de verificar a temperatura do óleo hidráulico
entrando no sistema. Água ou ar no sistema pode causar falha periodicamente durante a jornada de trabalho, assim como a
da bomba hidráulica. Deve-se drenar o óleo hidráulico existente e pressão do óleo do motor, temperatura do líquido de
Adicionar apenas um tipo de óleo hidráulico. arrefecimento, tensão, etc. a faixa de funcionamento normal é de
50° a 70°C. Toda vez que o fluido hidráulico ultrapassar a
temperatura de 80°C, deve-se parar a operação de
Deposite os resíduos de óleos e lubrificantes em local pavimentação, determinar a causa e
apropriado, de acordo com a legislação local vigente. corrigi-lá.

Todos os elementos filtrantes e mangueiras de sucção


Nunca libere estes produtos na natureza, pois os mesmos devem ser verificados e apertados periodicamente para evitar
são tóxicos, e irão contaminar o meio ambiente. fugas e impedir a entrada de ar no sistema hidráulico. Operação
prolongada com o ar em um sistema hidráulico irá resultar em
danos à bomba e um mau desempenho do sistema.

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1.4.4. FILTROS DO SISTEMA


HIDRÁULICO
Filtro de sucção externo: Verificar o vacuômetro do filtro de
óleo hidráulico, com o óleo aquecido e o motor diesel na rotação
máxima. Nestas condições, o vacuômetro não deve marcar
depressão maior que 10 inHg (250 mmHg) e em vacuômetros
sem escala, o marcador não deve chegar à zona vermelha. Se o
vacuômetro marcar depressão maior que as especificadas,
substitua o filtro. Quando der a partida no motor, caso este em
que o circuito estará frio deve-se aguardar o aquecimento do
mesmo até que o vacuômetro indique entre 5 e 10 inHg.

Filtro de sucção interno: A troca deste filtro deverá ser


realizada sempre que o óleo hidráulico for trocado.

Filtro de retorno: Verificar se o “led“ sinalizador do pressostato Sempre aperte o filtro com as mãos, não utilize chave (cinta,
do filtro de retorno localizado no painel está aceso quando a corrente, etc.).
máquina estiver ligada e o óleo hidráulico estiver frio, é normal
que o “led” acenda. Com a máquina ligada, depois de o óleo
hidráulico estar aquecido o “led“ deverá se apagar, caso isto não Este procedimento é indispensável para a sucção da bomba
ocorra, é sinal que o filtro de retorno está contaminado e deverá hidrostática, caso não seja realizado, a bomba partirá em seco e
ser feita a troca do elemento filtrante. a máquina não funcionará.
Deve ser trocado após as primeiras 50 horas de operação e
após, a cada 600 h. Descrição Período de troca
Filtro de sucção externo 50h 500h

Filtro de sucção interno: O acesso a este é feito através da


tampa existente na parte superior do tanque. Remova a tampa e
o filtro de sucção.

Antes de remontar o filtro de sucção no reservatório


verifique se não está danificado (malha de aço rompida), caso
esteja danificada substitua, senão, lave-o com óleo diesel ou
similar e seque com ar comprimido.

Feche o reservatório (tomando cuidado para que não


caia sujeira), tampone com bujão de dreno. Abasteça com óleo
hidráulico até completar o nível do reservatório (ver no visor de
nível).

Descrição Período de troca


Verificar com
análise
Filtro de sucção interno 1000h
Ilustração do posicionamento dos filtros laboratorial
a cada 500h

1.4.4.1. TROCA DOS FILTROS DO Filtro de retorno: Remova a tampa e puxe o elemento filtrante
pela alça existente.
SISTEMA HIDRÁULICO
Retire a peça centralizadora que fica localizada na
Filtro de sucção externo: Limpar a caneca e ao remontar parte inferior do elemento. Coloque o novo elemento filtrante com
encha-o com o mesmo tipo de óleo utilizado no tanque. a peça centralizadora e feche o filtro fixando a tampa no lugar.
Lubrifique o o-ring, e ao instalá-lo tenha cuidado para que este
fique na posição correta para não danificar. Descrição Período de troca
Filtro de retorno 50h 500h

1.4.5. TROCA DO ÓLEO HIDRÁULICO


O óleo hidráulico deve ser drenado e substituído a cada
1000 horas de operação. O óleo hidráulico de uma Vibro
Acabadora que acabou de ter uma bomba hidráulica ou motor
substituído (instalação de uma nova bomba ou motor) deve ter

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seu óleo hidráulico substituído após as primeiras 500 horas de


operação.

Procedimento de troca do óleo hidráulico:


1.5.1. REDUTORES DE TRAÇÃO
A manutenção dos redutores de tração pode ser
1. Verifique o nível de contaminação do óleo a cada 500
classificada de duas formas: “normal (constante no plano de
horas (ou no mínimo 2x ao ano). Colete uma amostra e
manutenção preventivo) ou extraordinária”.
envie para um laboratório especializado a partir deste
resultado, proceda conforme indicado para troca do
Manutenção normal: é toda a manutenção realizada pelo
mesmo.
operador com as seguintes operações:
2. Abrir o bocal de enchimento e o bujão de escoamento
 Conforme descrito no plano de manutenção preventiva,
(dreno) que fica no fundo do reservatório.
substituir o óleo do redutor e do freio multidisco,
3. Aparar o óleo em recipiente adequado e seguir a
legislação local sobre o destino de resíduos industriais.  Controlar que não haja partículas no bujão magnético
Após o escoamento do óleo hidráulico. do redutor e do freio multidisco, em caso de existência
deste.
4. Abrir a tampa superior do reservatório.
 Efetuar a troca do óleo com o redutor aquecido para
5. Limpar o fundo do reservatório, removendo a borra, os favorecer a saída deste.
resíduos sólidos, etc. e passar um pano limpo que não
solte fibras (não usar estopa).  As trocas de óleo sucessivas deverão ocorrer a cada
2000 horas de funcionamento, porém, não excedendo
6. Drenar todo o óleo hidráulico das tubulações rígidas e um ano.
flexíveis, abrindo as conexões junto aos motores
hidráulicos, cilindros, bombas, etc.  Não misturar diferentes tipos de óleos.

7. Após sair todo o óleo contaminado, fechar as  Controlar periodicamente os níveis de óleo
mangueiras, sempre tomando cuidado para não entrar (aproximadamente a cada mês) e se for necessário
sujeira nas tubulações. completar o nível.

Procedimento de partida no motor diesel após a troca do Os redutores são dotados de bujão de nível,
óleo hidráulico: preenchimento, dreno e válvula de alívio (respiro).

1. Dar pequenos piques (variação de rotação) no Desrosquear os bujões de nível, preenchimento e


arranque do motor para que o óleo possa circular nas colocar óleo no redutor até o momento em que o óleo começar a
bombas e motores sem comprometer os mesmos. sair através do local do bujão de nível.

2. Aumentar gradativamente os piques (variação de Girar o eixo do redutor de modo a eliminar bolsas de ar
rotação) do arranque (aproximadamente 6 a 8 vezes), e controlar novamente os vários níveis.
até que todas as tubulações rígidas e flexíveis, bombas
e motores estejam com óleo. A primeira troca de óleo deverá ser efetuada com 50
horas de trabalho. Antes de preenchê-lo novamente providencie
3. Deixar o motor em baixa rotação por alguns minutos a limpeza interna utilizando fluido recomendado por fabricantes
(aproximadamente 5 minutos). de lubrificantes. Trocas subseqüentes deverão ser efetuadas
conforme plano de manutenção preventivo. A troca do óleo deve
4. Após passar para a alta rotação. ser efetuada à quente para evitar a formação de "borra".

Deixar uma das conexões entre o bloco divisor e motor de Verificar o nível do óleo pelo menos uma vez a cada 250
tração solta para fazer a sangria (retirada de ar) do sistema horas. Caso venha a ocorrer a complementação do óleo em mais
hidrostático, quando parar de sair bolhas de ar junto a conexão, de 10% do total verifique a existência de vazamentos.
reapertá-la.
Nunca misture óleos de diferentes tipos, especialmente se
Realizar este procedimento com a máquina parada. um for mineral e outro sintético.

No caso de aplicações com faixas de temperaturas amplas


1.5. SISTEMA DE TRAÇÃO ou aplicações extremas recomendamos o uso de óleos
lubrificantes sintéticos com aditivos EP. (Índice de viscosidade
As Vibro Acabadoras VDA 400/421 é equipada, com mínima 165, classe de viscosidade VG 150 a VG 320). Da
redutores de tração tipo ED2030. inobservância destas indicações podem resultar desgastes
prematuros e/ou falhas do redutor ou de seus componentes.
As Vibro Acabadoras VDA 600/700/700sm são
equipadas com redutores de tração tipo GFT24. Procedimento para Preenchimento e nível:

As Vibro Acabadoras VDA 621/721 são equipadas com Os freios negativos multidisco são equipados com visor
redutores de tração tipo ED2065. de nível de óleo, válvula de alivio/bujão de preenchimento e

Publicação: 50103151_03 Edição: 07/2011 Pg. 13 de 29


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bujão de. A posição deles/delas muda de acordo com a  Aceleração do desgaste geral do pneu (trabalha mais
configuração de instalação. quente);

 Colocar o equipamento em local nivelado.  Maior consumo de combustível (maior resistência de


rolamento);
 Verificar as posições exatas dos bujões.
 Eventuais rachaduras na carcaça, na área dos flancos
 Desrosquear os bujões de nível, preenchimento e (flexão e calor aumentados);
colocar óleo no redutor até o momento em que o óleo
começar a sair através do local do bujão de nível.  Eventual quebra circunferêncial da carcaça, na área
dos flancos (flexão e calor aumentados);
 Girar o eixo do redutor de modo a eliminar bolsas de ar.
 Eventual bolsa de separação entre lonas e sob a
 Controlar novamente os vários níveis. rodagem (gerada por calor e alastrada por flexão e
atrito);
Procedimento para Troca de Óleo:
 Eventual desagregação da rodagem (iniciada
 Colocar o equipamento em local nivelado. geralmente pelos ombros, onde o calor se acumula
mais);
 Remover o bujão de dreno e o de
preenchimento/válvula de alívio para favorecer a saída Operar o equipamento com a pressão acima do
do óleo do redutor. recomendado também não é o ideal, e apenas de menos danosa
esta prática implica em:
 Recolocar o bujão de dreno e repetir a mesma
operação com o freio multidisco.  Desgaste acelerado do centro da banda de rodagem;

 Rachaduras na base dos sulcos (esticamento


Certificar-se de que os tampões estão bem fechados para excessivo);
evitar vazamentos.
 Maior propensão a estouros por impacto (menor
absorção);
Não acionar o equipamento sem óleo nos redutores.
Manutenção extraordinária: é toda a manutenção realizada fora
 Maior facilidade de penetração (rodagem mais rígida);
das condições especificadas no plano de manutenção preventivo
e no manual de manutenção.
É recomendável calibrar os pneus com a quantidade de
ar indicada pelo fabricante do pneu. Verificar a pressão de ar
A BOMAG Latin America proíbe a abertura do
pelo menos uma vez por semana, sempre com os pneus frios
redutor para qualquer operação que não esteja indicada no plano
(temperatura ambiente). Também deve-se verificar o estado dos
de manutenção preventivo e no manual de manutenção.
pneus e das válvulas.
A BOMAG Latin America não assume nenhuma
responsabilidade em todas aquelas operações efetuadas e não
incluídas no plano de manutenção preventivo e no manual de 1.5.3. ESTICAMENTO DAS ESTEIRAS DE
manutenção que tenha acarretado em danos pessoais ou ao TRAÇÃO (TRUCK)
equipamento.

Em caso de necessidade de manutenção extraordinária VDA 400


contatar o Pós-Vendas de Assistência Técnica Bomag ou um
representante BOMAG mais próximo. O Tensionamento das esteiras do truck, é realizado
através de um pistão de graxa, cuja finalidade é de pressionar o
conjunto mantendo-o esticado.
1.5.2. CALIBRAGEM DOS PNEUS
A calibragem dos pneus é um ítem importante na
durabilidade dos pneus. Operar a Vibro Acabadora com baixa
pressão de ar altera a operacionalidade do equipamento,
aumenta o consumo de combustível, danifica a carcaça do pneu,
gera superaquecimento. A alta pressão de ar também provoca
problemas de operacionalidade e aumenta a quebra das
carcaças por impactos. Em ambos os casos há um aumento dos
custos operacionais.

O pneu com baixa pressão tem sua área de contato


com o solo alterada, o que aumenta o desgaste e de forma
irregular a banda de rodagem na área dos ombros, isto implica Sistema de tensionamento – Pistão de graxa
em:
Utilize uma bomba de graxa com compressor que
2
aplique uma pressão entre 5,5 e 6 kgf/cm .

Publicação: 50103151_03 Edição: 07/2011 Pg. 14 de 29


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Para efetuar esta operação o equipamento deverá


estar posicionado sobre uma base regular (nivelado) e a pressão
aplicada deve ser igual nas duas esteiras (direita e esquerda).

VDA 600/700/700SM
O Tensionamento das esteiras das Vibro Acabadoras
VDA 600/700/700sm é realizado por um cilindro de tensão
montado de forma a manter pressurizado o cilindro. Para realizar
o tensionamento das esteiras é necessário proceder conforme
descrito abaixo:

1. Engatar a engraxadeira no bico engraxador. Utilizar


engraxadeira (código Bomag: 28103573).

Engraxadeira - código Bomag: 28103573

2. Montar a engraxadeira no bico engraxador

Detalhe do rasgo para expelir a graxa

As sapatas de aço e as com revestimento de


poliuretano são projetada para ser praticamente livre de
manutenção. A boa manutenção (limpeza) no final de cada
pavimentação irá manter o funcionamento sem problemas. No
3. Utilizar Graxa de Lítio NLGI classe 2 ou 3 com as entanto, a negligência a realização da manutenção preventiva
seguintes propriedades físico-químicas pode se tornar custosa na manutenção corretiva.

Aspecto físico a 20°C Pastoso


Coloração Amarelada 1.6. ENCOSTO DE CAMINHÃO
Odor Característico
Melting point > 190°C VDA 400/421/600/621/700/721
Flash point (ASTM D 92) > 200°C
Densidade a 20°C 896 a 904 Kg/m³ O encosto de caminhão é projetado para ser
Comportamento na água a 20°C não solúvel praticamente livre de manutenção. A boa manutenção (limpeza)
no final de cada pavimentação irá manter o funcionamento sem
problemas. Engraxar a cada 10 horas de operação.

Verificação do tensionamento das esteiras

4. Para destensionar a esteira, basta soltar


cuidadosamente o bico engraxador por aproximadamente
6 voltas para que a graxa seja expelida do sistema
hidráulico através do rasgo presente na rosca do bico
engraxador.

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Encosto de caminhão VDA 400/421/600/621/700/721

VDA 700SM
O encosto de caminhão é projetado para ser 3. Apertar os parafusos de fixação.
praticamente livre de manutenção. A boa manutenção (limpeza)
no final de cada pavimentação irá manter o funcionamento sem
problemas.

1.7. MESA COMPACTADORA


Encosto de caminhão VDA 700SM
1.7.1. CHAPA ALISADORA DA MESA
A VDA 700SM permite realizar a regulagem da chapa
limpa rolete, para realizar o ajusta da do limpa rolete deve-se O desgaste das chapas alisadoras deve ser verificado
seguir o procedimento: a cada 100 horas de operação, deve-se verificar também o
estado das chapas.
1. Soltar os parafusos de fixação;
Realize medições da espessura da chapa em diversos
pontos. Diferenças superiores a 1 mm, indicam irregularidade
superficial, a qual prejudicará o desempenho da mesa
(acabamento da superfície), devendo ser imediatamente
substituídas

2. Verificar se a folga entre o rolete e a chapa de limpeza


é de aproximadamente 2 mm. Caso a folga esteja
maior que o especificado deve-se reduzir, caso a
chapa de limpeza esteja enconstada no rolete deve-se
ajustar a chapa com a folga indicada.

Verificação do desgaste da chapa alisadora

Para realizar a troca das chapas alisadoras, deve-se


soltar as porcas de fixação dos parafusos da chapa.

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1.7.2. BRAÇOS DE LEVANTE DA MESA


MESA STRECHT 16
Os braços de levante da mesa devem ser lubrificados a
cada 10 horas de operação. O regulador do ângulo de ataque da mesa tem dois
pontos de lubrificação um de cada lado, uma rosca de ligação
que deve ser limpa após a operação. Os reguladores do ângulo
de ataque devem ser lubrificados a cada 50 horas de operação.

Mesa RB 74C
Regulador do ângulo de ataque mesa S16

1.7.4. REGULADOR DO ABAULAMENTO


O regulador de abaulamento ou coroamento tem dois
pontos de lubrificação um em cada conjunto tensor. Eles devem
ser lubrificados a cada 50 horas de operação. Uma a duas
bombadas da pistola de graxa manual.

Mesa Strecht S16

1.7.3. REGULADOR DO ÂNGULO DE


ATAQUE
MESA RB 74C
Pontos de engraxamento e de lubrificação do regulador de
O regulador do ângulo de ataque da mesa deve ter a abaulamento - Mesa RB 74C
rosca limpa após a operação. Os reguladores do ângulo de
ataque devem ser lubrificados a cada 50 horas de operação.

Regulador do ângulo de ataque mesa RB 74C

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Pontos de engraxamento do regulador de abaulamento  Evite a utilização de graxa fora de especificações ou


Mesa S16 em quantidades inadequadas, pois problemas como
superaquecimento ou corrosão poderão acontecer.
1.7.5. VIBRADOR DA MESA
 Os mancais de rolamentos deverão sempre ser
Os conjuntos dos vibradores possuem quatro pontos de lubrificados à mão ou pistola de graxa.
lubrificação, um em cada mancal vibrador. As graxeiras estão
posicionadas na parte superior das chapas defletoras. Devem ser  Quando lubrificados a mão, utilize os dedos para forçar
lubrificadas a cada 10 horas de operação. Uma a duas a graxa entre as esferas ou roletes, separadores e
bombadas da pistola de graxa manual. pistas.

 É usual também se aplicar uma camada fina de graxa


nas partes internas da caixa do mancal.

 Quantidade excessiva de graxa nas partes internas da


caixa do mancal ocasionaria considerável
aquecimento, ruptura das vedações e escoamento de
graxa. O excesso de graxa, portanto, é igualmente
prejudicial ao rolamento.

 Quanto a lubrificação à pistola de graxa, é necessário


Pontos de engraxamento dos vibradores mesa RB 74C que além do pino graxeiro, a caixa possua um bujão de
dreno de esgotamento, o qual deverá ser retirado
durante a lubrificação e algum tempo após estar
funcionando, até sair todo o excesso de graxa.

 A falta de lubrificação acarreta um rápido desgaste do


mancal.

 É necessário renovar a graxa, não só para que as


novas películas protetoras se formem sobre as peças
em movimento, como também para eliminar com
segurança todas as impurezas que porventura tenham
conseguido penetrar no mancal.

1.9. SISTEMA ELÉTRICO

1.9.1. BATERIA

Pontos de engraxamento dos vibradores mesa S16

Não emitir chamas ou faíscas próximo da baterias.


1.8. MANCAIS E ROLAMENTOS Gases da bateria são altamente explosivos.
A lubrificação é sem dúvida o item mais importante
As baterias devem ser mantidas limpas em todos os
para o bom funcionamento e longa vida útil dos mancais de
momentos. Limpe o exterior da bateria com um pano para
rolamento. A graxa recomendada é à base de sabão de Lítio (ver
remover a sujeira e oxidação.
tópico 4.2).
Para limpar o cabo da bateria e os terminais, retire os
A periodicidade para a aplicação de graxa em todos os
cabos da bateria e limpe-os com uma escova de arame.
mancais – com exceção dos motores elétricos – é para cada 50
Mergulhe os cabos e os terminais em uma solução de
horas ou semanal – o que ocorrer primeiro.
bicarbonato de sódio e água. Lavar os cabos, a bateria e o
compartimento da bateria com água limpa.
Quando montar, desmontar, limpar ou lubrificar um
mancal de rolamento, observe os seguintes cuidados:
Se a Vibro Acabadora permanecer parada por mais de 30
 Evite pancadas ou forças aplicadas que danifiquem ou dias, remova a bateria. Verifique se a bateria está carregada e
afetem as esferas, roletes, agulhas ou pistas. armazene-a em um lugar frio.

 Evite penetração de impurezas, abrasivos ou partículas Quando a bateria estiver armazenada fora da Vibro
metálicas no mancal. Acabadora ou quando a bateria estiver sendo carregada, não
deixe a bateria em concreto ou chão de terra. A bateria deve ser
armazenada em cima de pallets de madeira.

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Manual de Manutenção

Filtragem de
Difícil Fácil
impurezas
1.9.2. BUZINA Inadequada para
Sujeira por locais em que a
É essencial que a buzina esteja em condições de Reduzido
vazamento sujeira é
funcionamento em todos os momentos, por razões de segurança. desagradável
Antes de partir o motor, a buzina deve ser soada para assegurar Tabela 1 – Comparação de Lubrificação a Graxa e a Óleo
que está em funcionamento.
2. LUBRIFICAÇÃO / ESPECIFICAÇÃO DE 2.2. ESPECIFICAÇÃO DE GRAXA
ÓLEOS E GRAXAS
As graxas utilizadas na lubrificação de mancais,
Os objetivos da lubrificação dos rolamentos são a rolamentos, e acionamentos por correntes expostas, são do tipo
redução do atrito e do desgaste interno para evitar o à base de Lítio 2 são lubrificantes em estado semi-sólido,
superaquecimento. Os efeitos da lubrificação são os seguintes: compostas por um espessante, óleo básico e outros agentes que
podem ser incluídos com o propósito de conferir certas
1. Redução do Atrito e Desgaste: O contato metálico entre os características e propriedades especiais.
anéis, corpos rolantes e a gaiola, que são os componentes
básicos, é evitado por uma película de óleo que reduz o As propriedades da Graxa de Lítio e as características
atrito e o desgaste. normais são apresentadas na tabela 2.
2. Prolongamento da Vida de Fadiga: A vida de fadiga dos
rolamentos é prolongada, quando estiverem lubrificados Denominação
Graxa de Lítio
suficientemente nas superfícies de contato rotativo durante (popular)
o giro. Inversamente, a baixa viscosidade do óleo implicará Espessante Sabão de lítio
na insuficiência da película lubrificante diminuindo a vida. Óleo diéster,
3. Dissipação do Calor de Atrito, Resfriamento: O método de Óleo Base Óleo mineral óleo éster, Óleo de silicone
lubrificação como o de circulação de óleo evita a polivalente
deterioração do óleo lubrificante e previne o aquecimento Ponto de gota
170~195 170~195 200~210
do rolamento, resfriando e dissipando através do óleo, o ºC
calor originado no atrito ou o calor de origem externa. Temperatura
-20~+110 -50~+130 -50~+160
4. Outros: A lubrificação adequada apresenta também, de operação ºC
resultados em evitar que partículas estranhas penetrem no Usadas princi-
Características
interior do rolamento, além de prevenir a oxidação e a palmente para
destacadas de
corrosão. altas tempera-
baixa tempera-
turas. Inade-
tura e atrito.
quada para
Múltiplas Adequadas para
2.1. MÉTODOS DE LUBRIFICAÇÃO altas rotações,
aplicações rolamen-tos de
cargas pesadas
Observações para os vários peque-nos
e rolamentos
Os métodos de lubrificação dos rolamentos são tipos de motores
que tenham
primeiramente divididos em lubrificação a graxa ou a óleo. O rolamento elétricos e
muitas partes
primeiro passo para obter o suficiente desempenho da pequenos
em deslizamen-
capacidade do rolamento, é a adoção de um método de rolamentos para
to (como
lubrificação que seja o mais adequado para a aplicação proposta instru-mentos de
rolamentos de
e as condições de operação. medição
rolos)
Ao considerarmos somente a lubrificação, é superior a Tabela 2 – Propriedade da Graxa de Lítio
lubrificação com o óleo, no entanto, a lubrificação a graxa tem a
particularidade de permitir a simplificação da configuração dos Ao selecionar a graxa deve ser lembrado que diferentes
conjugados ao rolamento. A comparação entre lubrificação a marcas do mesmo tipo de graxa, apresentam grandes diferenças
graxa e a óleo é apresentada na tabela 1. de propriedades.

Item Lubrificação a graxa Lubrificação a óleo A Bomag indica a utilização das graxas apresentadas
na tabela 3 relação de fabricantes e especificação de graxa.
Torna-se um pouco
Configuração do
complexa e neces-
alojamento e sistema Simplificada Fabricante Especificação
sita de cuidados na
de vedação
manutenção Shell RETINAX WB
O limite permissível Texaco Marfak MP-2
Velocidade de Aplicável também
é de 65~80% da Tabela 3 – Relação de fabricantes e especificação de graxa
rotação em altas rotações
lubrificação a óleo
Permite retirar o A resistência da graxa à água depende da resistência à
Trabalho de calor com eficiência água do espessante. A graxa com sabão de sódio ou a graxa de
resfriamento efeito Não tem (como no caso do base mista que inclui o sabão de sódio, por emulsificarem não
de resfriamento método de circulação são adequadas em aplicações onde há incidência de água ou
de óleo) muita umidade.
Fluidez Inferior Muito bom
Substituição do A consistência é um valor que indica a “maciez” da
Um pouco complexa Relativamente fácil
lubrificante graxa, servindo como parâmetro da fluidez durante a operação. A

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tabela 4 apresenta a relação normal do grau de consistência, a


consistência e as condições de trabalho da graxa.

Publicação: 50103151_03 Edição: 07/2011 Pg. 21 de 29


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Freio
Grau de Consistência
Condição de trabalho
consistência 1/10 mm Fabricante Óleo Mineral ISO VG 32
Para lubrificação Centralizada
0 385~355 Para aplicações com facilidade Royal Purple Poly-Guard FDA 32
de ocorrerem arranhaduras
Para lubrificação centralizada Shell Cassida Fluid HF 32
Para aplicações com facilidade
1 340~310 de ocorrerem arranhaduras Texaco Cygnus Hydraulic Oil 32
Para baixa temperatura
Uso genérico Tribol Food Proof 1840 - 32
2 295~265 Para rolamentos blindados ou Tabela 6 – Óleos para freios dos redutores
vedados
Uso genérico
Para rolamentos blindados ou Engrenagens
3 250~220 vedados
Para alta temperatura Fabricante Óleo Mineral ISO VG220
Para alta temperatura
4 205~175 Para vedação com graxa Agip Blasia 220
Tabela 4 – Consistência e Condições de Trabalho
Aral Drgol BG 220
BP Energol GR-XP 220
2.3. ESPECIFICAÇÃO DE ÓLEOS Castrol Alphamax 220
Óleos parafínicos, tendem a não oxidar em Cepsa Engrenajes HP 220
temperaturas ambientes ou levemente elevadas. Contém em sua
composição química hidrocarbonetos de parafina em maior Dea Falcon CLP 220
proporção, demonstra uma densidade menor e é menos sensível Elf bLubmarine Epona Z 220
a alteração de viscosidade/temperatura. A grande desvantagem
é seu comportamento em temperaturas baixas as parafinas Esso Spartan EP 220
tendem a sedimentar-se, contendo aditivos anti-desgaste, anti-
oxidante, anti-espumante e desemulsificante, que é a Fuchs Renep Compound 106
recomendação dos maiores fabricantes de componentes
Fuchs Lubritech Geamaster CLP 220
hidráulicos. A tabela 5 apresenta a relação de fabricantes e
especificação de óleos. Klüber Klüberoil GEM 1-220
Mobil Mobilgear XMP 220
Fabricante Especificação
Texaco HDW-46 Nils Ripress EP 220
Petrobras Lubrax FH 58 FEP Omv Gear HST 220
Viscosidade cSt a 40º C: 61,2 ~ 74,8; / Sistema Quente (50 a
65ºC) Optimol Optigear BM 220
Tabela 5 – Relação de fabricantes e especificação de óleos
Q8 Goya NT 220
Óleo para redutores Repsol Super Tauro 220
Shell Omala 220
Freio
Texaco Meropa 220
Fabricante Óleo Mineral ISO VG 32
TotalFinaElf Center EP220
Agip Rocol Foodlube H1 power 32
Tribol 1100 - 220
Aral Eural Hyd 32 Tabela 7 – Óleos para engrenagens dos redutores
Bel-Ray No-Tox HD Hydr Oil 32
BP Enerpar M 32
Chevron Lubricating Oil FM 32
Esso Nuto FG 32
Keystone Nevastane SL 32
Klüber Summit Hysyn FG 32
Mobil DTE FM 32
Nils Mizar 32
Optimol Optileb HY 32
Pakelo No-Tox Oil Hydr. ISO 32

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2.4. CAPACIDADES

2.4.1. VDA 400/421


CAPACIDADES DE ABASTECIMENTO
COMPARTIMENTO CAPACIDADE UNIDADE
Silo de massa 11000 Kg
Tanque hidráulico 200 Litros
Tanque de combustível 140 Litros
Carter do motor 9,5 Litros

2.4.2. VDA 600/621


CAPACIDADES DE ABASTECIMENTO
COMPARTIMENTO CAPACIDADE UNIDADE
Silo de massa 12000 Kg
Tanque hidráulico 320 Litros
Tanque de combustível 210 Litros
Carter do motor 14 Litros

2.4.3. VDA 700/721


CAPACIDADES DE ABASTECIMENTO
COMPARTIMENTO CAPACIDADE UNIDADE
Silo de massa 12000 Kg
Tanque hidráulico 320 Litros
Tanque de combustível 210 Litros
Carter do motor 14 Litros

2.4.4 VDA 700/721SM


CAPACIDADES DE ABASTECIMENTO
COMPARTIMENTO CAPACIDADE UNIDADE
Silo de massa 12000 Kg
Tanque hidráulico 300 Litros
Tanque de combustível 210 Litros
Carter do motor 14 Litros

Publicação: 50103151_03 Edição: 07/2011 Pg. 23 de 29


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3. MANUTENÇÃO PERIÓDICA II Mancais dos vibradores Limpar


CADA 10 HORAS DE OPERAÇÃO OU DIARIAMENTE
ITEM AÇÃO
3.1. MANUTENÇÃO QUANDO Rolamentos do transportador de
Engraxar
massa
NECESSÁRIA Rolamento dos helicoidais Engraxar
Rolamento dos braços de
QUANDO NECESSÁRIO Engraxar
nivelamento
ITEM AÇÃO Tensão das esteiras do truck Inspecionar
Luz de sinalização Inspecionar/trocar Pressão dos pneus Calibrar (*)
Cinto de segurança Inspecionar/trocar (1)
Nota: Manutenção durante o período de amaciamento
Óleo do motor Completar (*) Realizar verificação nos modelos VDA 421/621/721
Correia do motor Esticar/trocar
Colmeia do radiador Limpar
Água do radiador Completar
Tanque de óleo hidráulico Completar
3.3. MANUTENÇÃO A CADA 50 HORAS
Alinhamento do joystick de
Ajustar
DE OPERAÇÃO OU SEMANAL
direção e potenciômetros
Radiador de óleo Limpar CADA 50 HORAS DE OPERAÇÃO OU SEMANALMENTE
Filtro de ar Limpar/trocar ITEM AÇÃO
(1)
Filtro de sucção hidráulico Trocar Óleo do motor Trocar
(1)
Filtro de retorno Trocar Filtro de óleo do motor Trocar
(1)
Sistema de tração (motores e Filtro de combustível Trocar
Completar
redutores) Filtro de separação
Tensão das esteiras do truck Esticar Inspecionar/drenar
combustível/água
Sapata Trocar Filtro do sistema de (1)
Trocar
Tanque d’água Completar/trocar arrefecimento
(1)
Elementos de fixação Apertar Elemento filtrante de segurança Trocar
(1)
Óleo do sistema de tração Óleos dos redutores Trocar
Trocar
(motores e redutores) Filtro de sucção Inspecionar
Correntes do transportador de Filtro de retorno Inspecionar
Ajustar/esticar
massa Alinhamento de joystick de
Pressão dos pneus Calibrar (*) Inspecionar
direção e potenciômetros
Chapa alisadora Trocar Filtro de ar Limpar
Chapa defletora Trocar Correia do motor Inspecionar/esticar
(*) Realizar verificação nos modelos VDA 421/621/721 Bateria Inspecionar
Tensão das esteiras do truck Inspecionar/esticar
Corrente do transportador de
Inspecionar/ajustar
3.2. MANUTENÇÃO A CADA 10 HORAS massa
Acionamento dos
DE OPERAÇÃO OU DIÁRIA transportadores
Inspecionar
Lubrificação geral Lubrificar/engraxar
CADA 10 HORAS DE OPERAÇÃO OU DIARIAMENTE (1)
Nota: Manutenção durante o período de amaciamento
ITEM AÇÃO
Lubrificação geral Lubrificar
Alarme de marcha ré Testar
Buzina Testar
3.4. MANUTENÇÃO A CADA 100 HORAS
Tanque de combustível Inspecionar/completar DE OPERAÇÃO OU QUINZENAL
Nível de óleo do motor Inspecionar/completar
Líquido refrigerante do motor Inspecionar CADA 100 HORAS DE OPERAÇÃO OU QUINZENALMENTE
Colméia do radiador Inspecionar/limpar ITEM AÇÃO
Filtro de separação Correia do motor Inspecionar/esticar
Drenar Conexões engate rápido Inspecionar
combustível/água
Filtro do sistema de (1) Água do radiador Inspecionar
Inspecionar Óleo do motor Inspecionar
arrefecimento
Filtro de retorno Limpar Filtro de ar (elemento filtrante) Inspecionar
Mangueiras hidráulicas Inspecionar Indicador de restrição de ar Inspecionar/trocar
Corrente do transportador de Esteiras Inspecionar/limpar/ajustar
Inspecionar/limpar
massa
Elemento filtrante primário de ar Inspecionar
Elemento filtrante de segurança Inspecionar
Tanque de óleo hidráulico Inspecionar
Radiador de óleo Inspecionar
Indicador de restrição de ar Inspecionar
Sapata Inspecionar
Conexões de engate rápido Inspecionar

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3.5. MANUTENÇÃO A CADA 250 HORAS 3.8. MANUTENÇÃO A CADA 10.000 KM


DE OPERAÇÃO OU MENSAL DE OPERAÇÃO
CADA 250 HORAS DE OPERAÇÃO OU MENSALMENTE CADA10.000 KM DE OPERAÇÃO
ITEM AÇÃO ITEM AÇÃO
Óleo do motor Trocar Óleo lubrificante Trocar
Filtro de óleo do motor Trocar Oleo da bomba injetora¹ Verificar nível
Filtro do sistema de Filtro de óleo lubrificante Trocar
Trocar
arrefecimento Filtro(s) de combustível (s) Trocar
Filtro de combustível Trocar Filtro de ar Trocar
Filtro de ar Trocar
Elemento filtro de óleo 3.9. MANUTENÇÃO A CADA 50.000 KM
Trocar
lubrificante
Correia do motor Inspecionar/esticar DE OPERAÇÃO
Regulador do ângulo de ataque limpar
Oleo da bomba injetora¹ Verificar nível CADA 50.000 KM DE OPERAÇÃO
ITEM AÇÃO
Válvulas Regular folga
3.6. MANUTENÇÃO A CADA 500 HORAS Amortecedor de vibrações
DE OPERAÇÃO OU TRIMESTRAL Verificar estado
(DAMPER)
Bicos injetores Testar e limpar
CADA 500 HORAS DE OPERAÇÃO OU TRIMESTRALMENTE Correia do motor Testar
ITEM AÇÃO Líquido de arrefecimento Trocar
Água do radiador Trocar
Elemento do filtro de retorno Trocar 3.10. MANUTENÇÃO A CADA 100.000
Elemento do filtro hidráulico Trocar
Filtro interno Trocar KM DE OPERAÇÃO
Filtro de sucção Trocar
Filtro de combustível Trocar CADA 100.000 KM DE OPERAÇÃO
Óleo hidráulico Trocar ITEM AÇÃO
Óleo do sistema de tração Bomba injetora Trocar
Trocar Tanque de combustível Drenar e limpar
(motores e redutores)
Fluido do radiador Trocar
(1) Somente para bombas que contenham lubrificação
independente.
3.7. MANUTENÇÃO A CADA 1.000
HORAS DE OPERAÇÃO OU ANUAL As recomendações de serviço, bem como os períodos
recomendados para manutenção, devem sempre ser
CADA1.000 HORAS DE OPERAÇÃO OU ANUALMENTE observados, no entanto, dependendo da situação de trabalho em
ITEM AÇÃO que o equipamento se encontra, deverá ser levado em
Elemento filtrante de ar Trocar consideração o bom senso, podendo assim, serem reduzidos os
Sistema de admissão de ar Inspecionar períodos mencionados.
Correia do motor Ajustar a tensão
A bomba injetora e os bicos injetores
Turbo alimentador Inspecionar devem ser levados a um Serviço
Rolamento do tensor da correia Autorizado do seu fabricante para teste
Inspecionar/trocar
do motor e regulagem.
Óleo do motor Trocar
Filtro de óleo do motor Trocar
Líquido refrigerante do motor Trocar
Filtro do sistema de
Trocar
arrefecimento
Elemento filtro de óleo
Trocar
lubrificante
Óleo hidráulico (tanque) Trocar óleo
Óleo dos redutores Trocar
Válvulas Regular folgas
Amortecedor de vibrações
Verificar estado
(DAMPER)
Bicos injetores Testar e limpar
Bomba injetora Testar
Tanque de combustível Drenar e limpar

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4. SUGESTÃO DE KITS DE PEÇAS DE


REPOSIÇÃO
Para evitar contratempo, é aconselhável manter alguns
itens de reposição em estoque, agilizando o retorno ao trabalho,
em caso de quebra de algum componente.

Uma prática muito importante para evitar contratempos,


é a inspeção geral e periódica da Vibro Acabadora de Asfalto.
Conforme plano de manutenção. Assim, você detecta
componentes que estão por apresentar algum problema,
antecipando-se à falha e realizando a manutenção preventiva do
componente, colocando-o em estoque.

Evitando assim paradas indesejáveis, a manutenção


preventiva é mais barata que a manutenção corretiva, pois evita
que outros componentes sejam atingidos pelo problema de um
rolamento, por exemplo.

Antes de solicitar peças e componentes, certifique-se


sempre do modelo e configuração de seu equipamento, pois a
lista aqui apresentada é genérica. Consulte o catálogo de peças
para maiores informações.

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5. TROUBLESHOOTING Anormalidade Causa Solução


Regular a pressão
Nesta seção estão citadas algumas anormalidades na válvula
passíveis de ocorrer no equipamento, permitindo uma rápida Esteiras reguladora pressão;
correção a partir das instruções de solução. transportadoras e
Falta de pressão.
rosca helicoidal Retirar a válvula
Anormalidade Causa Solução sem força. reguladora de
pressão e verificar se
Bornes de contato da Reaperte os
não tem sujeira.
bateria com mau contatos; Recarregar
O motor diesel não contato; deficiência a bateria ou trocar Mau contato elétrico,
A válvula direcional
dá partida. de carga na bateria. por uma nova. fio partido ou fusível
não energiza.
queimado.
Luz do neutro não Posicionar o joystick
acende. na posição neutro. Acione manualmente
a válvula direcional.
Verificar o filtro de
Falta de óleo no Se estiver
sucção se está A válvula direcional
sistema hidrostático. emperrada
contaminado (trocar). Esteiras não atua.
(trancada), desmonte
Desconectar a transportadoras e
e limpe o canal e o
A máquina não conexão do dreno rosca helicoidal
carretel.
anda. motor hidrostático e não funcionam.
Inspecionar a chave
Ar no sistema. fazer a sangria da
fim-de-curso e se
linha (ocorre quando Apalpador regulável
necessário
da troca de óleo emperrado;
trocar/limpar,
hidráulico). Chave fim-de-curso
apalpador
Verifique se o fim-de- danificada
contaminado com
curso esta
asfalto.
funcionando e meça,
Verificar a pressão
com um multímetro,
no tomador de
a tensão no plug de Falta pressão.
pressão e regular a
ligação da bobina
pressão.
(12 Vcc).
Motor hidráulico Fim-de-curso, Acionar
Pressione o miolo da
não funciona. conexão elétrica, manualmente a
válvula solenóide, se
(Qualquer motor motor ou bomba válvula direcional.
funcionar, o defeito
hidráulico do hidráulica com Silo não abre e Válvula direcional Caso esteja
estará na parte
equipamento). problemas. fecha e mesa não não atua. emperrada
elétrica, caso
contrário deve-se levanta. (trancada),
trocar a válvula. Se desmontar e limpar o
persistir o problema, canal e o carretel.
o defeito estará no Verificar a vazão de
motor ou na bomba óleo na válvula
hidráulica. Falta de óleo. divisora de fluxo
Substitua o motor da mandando mais óleo
esteira mais lenta, para o sistema.
pois o mesmo deve Regular a vazão de
estar com óleo na divisora de
Motor hidráulico vazamento interno. Baixa ou alta Falta ou excesso de fluxo (mesa
defeituoso; Porém, antes confira freqüência dos óleo. extensível) ou na
Válvula reguladora a válvula reguladora vibradores válvula reguladora
de pressão mal de pressão. Observe de vazão (mesa
Diferença notória mecânica).
regulada. novamente as
de velocidade entre Mau contato elétrico,
esteiras e então, se Válvula direcional
as duas esteiras fio partido ou fusível
confirmar o defeito, não energiza.
transportadoras de queimado.
proceda a troca ou
material e Acionar
reparo.
conseqüentemente manualmente a válv.
Observe a tensão
do caracol. direcional. Caso
nas esteiras dos Válvula direcional
transportadores e esteja emperrada
Vibrador não atua. não atua.
regule-as apertando (trancada)
Esticamento das desmontar e limpar o
ou afrouxando.
esteiras excessivo. canal e o carretel.
(Consulte item
“Tensionamento do Verificar a pressão
Sistema no tomador de
Falta pressão.
Transportador”). pressão, se estiver
- Verificar a pressão incorreta, regular.
Esteiras
do sistema nos
transportadoras e
Falta de pressão. tomadores de
rosca helicoidal
pressão junto ao
sem força.
bloco manifold;

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Anormalidade Causa Solução


Verificar a pressão
no tomador de
pressão no bloco
Falta pressão. manifold de
nivelamento
hidráulico e regular a
pressão na divisora
de fluxo.
Mau contato elétrico,
Válvula direcional
fio partido ou fusível
não energiza.
queimado.
Acionar
manualmente a válv.
Nivelamento direcional. Caso
Válvula direcional
hidráulico da mesa esteja emperrada
não atua.
mecânica / (trancada)
extensível. desmontar e limpar o
canal e o carretel.
Verificar a vazão de
óleo na divisora de
Falta de óleo.
fluxo mandando mais
óleo para o sistema.
Regular a vazão de
óleo, abrindo ou
Velocidade baixa ou
fechando as válv.
alta de atuação dos
reguladoras de
cilindros hidráulico
vazão que estão
de acionamento dos
localizadas entre as
braços da mesa.
válv. direcional e
bloco manifold.
Verificar a pressão
no tomador de
pressão, no bloco
manifold de
Falta de pressão
nivelamento
Mesa extensível hidráulico e regular,
não abre/fecha. a pressão na divisora
de fluxo.
Regular a vazão de
óleo na divisora de
Falta de óleo
fluxo mandando mais
óleo para o sistema.
Mau contato elétrico,
Válvula direcional
fio partido ou fusível
não energiza.
queimado.
Acionar
manualmente a válv.
direcional. Caso
Válvula direcional
Silo não abre e esteja emperrada
não atua.
fecha e mesa não (trancada)
levanta. desmontar e limpar o
canal e o carretel.
Verificar
empenamento da
Calço mecânico. haste dos cilindros
hidráulicos ou
obstrução.
Verificar a pressão
Flutuação da mesa Má regulagem de no tomador de
não funciona. pressão. pressão, caso esteja
incorreta, regular.
O óleo pressurizado
dentro do comando Substituir reparo
Comando de
tipo Orbitrol, (trocar os anéis da
direção está duro.
vedações vedação).
danificadas

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PÁGINA INTENCIONALMENTE DEIXADA EM BRANCO

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