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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA


FACULDADE DE TECNOLOGIA

Manaus – Amazonas
2012
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS
PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Administração Superior

Márcia Perales Mendes Silva


Reitora

Hedinaldo Narciso Lima


Vice-Reitor

Rosana Cristina Pereira Parente


Pró-Reitora de Ensino de Graduação

Francisco Adilson dos Santos Hara


Pró-Reitor Adjunto de Ensino de Graduação

Selma Suely Baçal de Oliveira


Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação

Luiz Frederico Mendes dos Reis Arruda


Pró-Reitor de Extensão e Interiorização

Valdelário Farias Cordeiro


Pró-Reitor de Administração

Francisco Benedito Gaspar de Melo


Pró-Reitor para Assuntos Comunitários

Cícero Augusto Mota Cavalcante


Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional

Maria do Perpétuo Socorro Chaves


Pró-Reitora de Inovação Tecnológica

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Administração da Faculdade de Tecnologia

José de Castro Correia


Diretor da Faculdade de Tecnologia

Prof Franz Berbert


Coordenador do Curso

Apoio Pedagógico

Departamento de Apoio ao Ensino/ DAE/PROEG

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SUMÁRIO

Apresentação ______________________________________________________________ 5
1. MARCO REFERENCIAL __________________________________________________ 8
1.1 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA ______________ 8
1.1.1 Diagnóstico da área na Região Amazônica Ocidental _________________________ 8
1.1.2 Formação de pessoal e mercado de trabalho ________________________________ 8
1.1.3 Campos de atuação profissional __________________________________________ 9
1.1.4 Regulamento e registro da profissão _____________________________________ 10
1.1.5 Perfil do profissional a ser formado ______________________________________ 11
1.1.6 Competências e habilidades ____________________________________________ 12
1.1.7 Objetivos do Curso ___________________________________________________ 13
1.2 ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO CURSO _________________________ 13
1.2.1 Titulação acadêmica __________________________________________________ 13
1.2.2 Modalidades ________________________________________________________ 13
1.2.3 Número de vagas oferecidas ___________________________________________ 13
1.2.3.1 Processos Seletivos Regulares ________________________________________ 14
1.2.3.2 Outras Formas de Acesso ____________________________________________ 14
1.2.4 Turno _____________________________________________________________ 16
1.2.5 Local de Funcionamento ______________________________________________ 16
1.2.6 Reconhecimento do Curso _____________________________________________ 16
1.3. ESTRUTURA CURRICULAR __________________________________________ 17
1.3.1 Desdobramento Curricular dos Eixos Estruturantes _________________________ 17
1.3.1.1 Núcleo de Conteúdos Básicos _______________________________________ 17
1.3.1.2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes ______________________________ 18
1.3.1.3 Núcleo de Conteúdos Específicos ____________________________________ 20
1.3.1.4 Componentes Curriculares __________________________________________ 20
1.3.1.6 Carga Horária Total do Curso _______________________________________ 21
1.3.2 Atividades Complementares ___________________________________________ 22
1.3.3 Estágio Supervisionado _______________________________________________ 22
1.3.4 Trabalho de Conclusão de Curso ________________________________________ 22
1.3.5. Estrutura Curricular-Periodização _______________________________________ 23
a. Componentes Curriculares Obrigatórios: ____________________________________ 23

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1.3.6 Ementário das Disciplinas _____________________________________________ 25


1.4 CONCEPÇÃO METODOLÓGICA _________________________________________ 91
1.5 PRINCÍPIOS NORTEADORES DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM _______ 92
1.5.1 Avaliação do Projeto Pedagógico _______________________________________ 94
1.5.2 Avaliação de Cada Disciplina __________________________________________ 94
1.5.2.1 Avaliação da Matriz Curricular ________________________________________ 95
1.5.3 Avaliação Global ____________________________________________________ 95
2 INFRA-ESTRUTURA EXISTENTE _________________________________________ 95
2.1 ESPAÇO FÍSICO E SERVIÇOS _______________________________________ 95
2.1.1 Salas de aula ______________________________________________________ 95
2.1.2 Laboratórios ______________________________________________________ 96
2.1.3 Salas para Docentes ________________________________________________ 96
2.1.4 Salas para Reuniões ________________________________________________ 96
2.1.5 Anfiteatros _______________________________________________________ 96
2.1.6 Restaurante e cantina _______________________________________________ 96
2.1.7 Serviços de reprografia ______________________________________________ 96
2.1.8 Área de convivência ________________________________________________ 96
2.1.9 Estacionamento ____________________________________________________ 97
2.1.10 Transporte Coletivo _______________________________________________ 97
2.1.11 Posto bancário ____________________________________________________ 97
3. CORPO DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO _______________________ 98
3.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE__________________________________ 99
ANEXOS _______________________________________________________________ 101

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Apresentação

A Universidade Federal do Amazonas – UFAM é uma instituição de ensino superior


que tem como missão “cultivar o saber em todas as áreas do conhecimento por meio do
ensino, pesquisa e da extensão, contribuindo para a formação de cidadãos e o
desenvolvimento da Amazônia”. Em toda sua história as atividades desenvolvidas por tais
meios, pela UFAM, tiveram como principais objetivos consolidar e ampliar sua presença na
formação de recursos humanos qualificados para a Região da Amazônia Ocidental,
notadamente por meio da oferta de cursos de graduação e pós-graduação lato sensu e stricto
sensu nas diversas áreas do conhecimento.
A origem da UFAM remonta a 17 de janeiro de 1909, quando foi criada a Escola
Universitária Livre de Manáos, mais tarde (em 1913) denominada Universidade de Manáos, a
primeira universidade brasileira. Entre as finalidades da Escola Universitária Livre de Manáos
estava a de ensinar matérias que compunham o Curso de Engenharia Civil, Agrimensura e
Agronomia, dentre outras.
Informação dada, ainda pela mesma fonte, diz que em 15 de março de 1910 foram
oficialmente instalados os cursos que compunham suas cinco primeiras unidades acadêmicas:
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Faculdade de Medicina, Faculdade de Ciências e
Letras, Faculdade Militar e Faculdade de Engenharia. Esta última, com seu Curso de
Engenharia Civil, Agrimensura e Agronomia, à época teve como Diretor Arthur Cezar
Moreira de Araújo, e como Vice-Diretor Manoel do Nascimento Pereira de Araújo.
As aulas, inicialmente, foram ministradas nas dependências do Grupo Escolar
Saldanha Marinho localizado na esquina das ruas Saldanha Marinho e Costa Azevedo, na
região denominada Centro de Manaus. Ali as aulas continuaram até 1913, quando a Escola
Universitária Livre de Manáos passou a denominar-se Universidade de Manáos, com
localização no prédio onde funcionava a Repartição de Obras Públicas (Figura 2), na rua
Joaquim Nabuco, também na região conhecida como Centro de Manaus.
Nos anos de 1910 e 1911 registram-se sete discentes em Engenharia em cada ano,
sendo, respectivamente, cinco matriculados e dois ouvintes no primeiro ano, e seis
matriculados e um ouvinte naquele segundo ano. No ano de 1914, por sua vez, registros dão
conta que Francisco Lopes Braga era o Diretor da Faculdade de Engenharia. Entraves locais e

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nacionais, os mais diversos, acrescidos pelo declínio econômico do ciclo da borracha nativa
da Amazônia, decorrentes de plantações gomíferas incentivadas pelos ingleses em países
asiáticos, refletiram na Universidade de Manáos, levando-a a sua extinção em 1926.
Não obstante, naquele momento apenas três de seus estabelecimentos permaneceram
como unidades acadêmicas isoladas: A Escola Agronômica de Manaus (antiga Faculdade de
Engenharia), extinta em 1943; a Faculdade de Farmácia e Odontologia (antiga Faculdade de
Medicina), extinta em 1944; e a Faculdade de Direito (antiga Faculdade de Ciências Jurídicas
e Sociais). (BRITO, 2004).
A Zona Franca de Manaus, criada em 6 de junho de 1958, sinalizou um novo ciclo
para o desenvolvimento da Região Amazônica, inclusive com a necessidade de pessoal com
qualificação em nível superior, para atender as necessidades de trabalho. Assim, em 12 de
junho de 1962, foi criada a Universidade do Amazonas - UA, tendo na sua composição, além
de outros, os seguintes estabelecimentos de ensino superior: a Faculdade de Engenharia; e a
Faculdade de Direito do Amazonas, a única remanescente da Universidade de Manáos quando
ocorreu a declínio do ciclo da borracha. A Faculdade de Engenharia funcionou entre os anos
de 1966 a 1970 em edifício localizado na esquina nas ruas Ferreira Pena e Ramos Ferreira, em
posição oposta à Praça da Saudade.
No ano inicial da década de 1970, a UA reformulou seu Estatuto e tal reformulação foi
aprovada tanto pelo Conselho Federal de Educação quanto pela Presidência da República.
Nessa reformulação a Faculdade de Engenharia passa a ser denominada Faculdade de
Tecnologia - FT, tendo funcionado no atual prédio da Escola Estadual Eunice Serrano T. de
Souza, situado na Rua Monsenhor Coutinho esquina com av. Epaminondas, entre os anos de
1971 a 1976. Nesse período. A partir do ano de 1977 a FT passou a funcionar no Bloco H do
Mini-Campus Universitário da UA. Em 14 de dezembro de 1988 sua sede foi transferida,
definitivamente, para as atuais instalações no Campus Universitário da UA, que por sua vez,
desde 20 de junho de 2002, passou a ser denominada Universidade Federal do Amazonas -
UFAM.
Ao longo de sua existência, a Faculdade de Tecnologia teve como diretores os
engenheiros Ernani Villar Parente da Camara, Nelson Ribeiro Porto, Villar Fiuza da Camara,
Elias Abdalla Aucar, Raimundo Lopes Filho, Ruy Fernando Ribeiro da Fonseca, Vilar Fiuza

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da Camara Júnior, Varcily Queiroz Barroso, Hélvio Neves Guerra, Jorge de Andrade Filho,
Atlas Augusto Bacellar, Moysés Assayag e Waltair Vieira Machado, além de outros
professores que ocuparam interinamente a função.
Desde dezembro de 1970 até agosto de 2010, a FT formou 1.356 (um mil, trezentos e
cinqüenta e seis) profissionais de Engenharia, dos quais 51 (cinquenta e um) tornaram-se
membros do corpo docente da UFAM.
Atendendo ao Plano de Desenvolvimento da Educação (Reuni) o curso de Engenharia
Química da UFAM foi criado pela Resolução nº044/2009 CEG/CONSEPE.
O Reuni foi instituído pelo Decreto nº 6.096, de 24 de abril de 2007, e é uma das ações
que integram o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).
A expansão da educação superior conta com o Programa de Apoio a Planos de
Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), que tem como principal
objetivo ampliar o acesso e a permanência na educação superior.
Com o Reuni, o governo federal adotou uma série de medidas para retomar o
crescimento do ensino superior público, criando condições para que as universidades federais
promovam a expansão física, acadêmica e pedagógica da rede federal de educação superior.
Os efeitos da iniciativa podem ser percebidos pelos expressivos números da expansão,
iniciada em 2003 e com previsão de conclusão até 2012.
As ações do programa contemplam o aumento de vagas nos cursos de graduação, a
ampliação da oferta de cursos noturnos, a promoção de inovações pedagógicas e o combate à
evasão, entre outras metas que têm o propósito de diminuir as desigualdades sociais no país.
Buscando promover o desenvolvimento da Região Amazônica, respeitando suas
diversidades culturais, sociais, ecológicas, compatibilizando viabilidade econômica, justiça
social e sustentabilidade ambiental, a UFAM, atendendo o projeto de expansão Reuni,
viabilizou a criação de novos cursos, entre eles o curso de Engenharia Química.

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1. MARCO REFERENCIAL

1.1 CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA

1.1.1 Diagnóstico da área na Região Amazônica Ocidental

Manaus conta com o parque industrial mais desenvolvido do norte do país, o qual tem
resistido a todas as crises político-financeiras que o país vem atravessando desde sua
fundação. Com a criação da Zona Franca de Manaus, criou-se também a necessidade de mão-
de-obra qualificada nos mais variados setores de atividades.
A UFAM, em seu projeto de expansão, viabilizou a instalação do curso de graduação
em Engenharia Química, buscando promover o desenvolvimento da Região Amazônica,
respeitando suas diversidades culturais, sociais, ecológicas, compatibilizando viabilidade
econômica, justiça social e sustentabilidade ambiental.
Sendo a FT a pioneira de todo Estado do Amazonas, faz-se mister que este Curso seja
atualizado e competitivo, atendendo as necessidades do mercado local que, por ser
diversificado, requer um técnico generalista com sólida formação básica, fazendo com que as
empresas do Amazonas não tenham a necessidade de trazer profissionais de outros estados e
sim utilizar profissionais da região.

1.1.2 Formação de pessoal e mercado de trabalho

O curso de Engenharia Química na UFAM deve ser concebido consoante as Diretrizes


Curriculares estabelecidas pelo Ministério da Educação através da Resolução CNE/CES 11,
de 11 de Março de 2002. Essa concepção deve assegurar aos seus estudantes oportunidades
para uma sólida formação humana, ética, política, econômica, social, ambiental, cultural e
tecnológica. Uma formação assim tão ampla tem o potencial de lhes capacitar a adquirir e
desenvolver novas tecnologias, empregando seus conhecimentos em uma atuação profissional
ao mesmo tempo crítica e criativa para a definição e solução de diversas demandas sociais.
O desafio que se impõe à proposta ora apresentada é assegurar que a formação
acadêmica resulte em um profissional de Engenharia Química com o perfil esperado. Para
isso, cada estudante deve dispor das mesmas condições e oportunidades para adquirir as

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habilidades e competências necessárias ao pleno exercício de suas atividades profissionais no


contexto de desenvolvimento anteriormente descrito.
As atividades do profissional de Engenharia Química têm grande potencial para
contribuir com a melhora dos índices sociais e econômicos observados em nosso país. Por
essa razão, a formação acadêmica desse profissional deve se constituir em um processo com
características mais formativas que informativas, no sentido de consolidar em cada estudante
uma postura pessoal e profissional que o incentive ao exercício responsável de sua capacidade
criativa, expressa por meio de atitudes conscientes e críticas acerca de questões de ordem
técnica, científica, acadêmica, econômica, política, social ou ambiental.

1.1.3 Campos de atuação profissional

O campo de atuação do Engenheiro Químico é amplo e diversificado, dependendo da


área específica de atuação do profissional. Dentre as atividades sob sua responsabilidade
pode-se citar:
• Controle de Qualidade em Indústrias Químicas, Agroquímicas, Petroquímicas, de
Processamento de Alimentos, etc, envolvendo Análises químicas, físico-químicas e
microbiológicas, incluindo o Controle de Qualidade na área ambiental (ISO 14000);
• Projeto e operação de Estações de Tratamento de Água para finalidades domésticas, de
lazer e industrial (água de processo, caldeiras, sistemas de ar condicionado, etc.), etc.;
• Proteção do meio-ambiente (projeto e operação de estações de tratamento de efluentes
industriais, esgoto doméstico, resíduos sólidos, remoção de material particulado do ar,
estudo de impacto ambiental, recuperação de dejetos - reciclagem, etc.);
• Instrumentação e Controle Automático de Processos Químicos e Correlatos;
• Engenheiro de Processos (responsável pela operação e otimização do processo,
implantação de normas de segurança, geração de vapor e ar comprimido, etc.) em
indústrias de: Cerâmica, Cimento e Vidro; Fermentação (álcool, cerveja, lácteos, etc.);
Perfumes, aromatizantes e aditivos alimentares; Sabões e Detergentes; Açúcar e do
Amido; Fertilizantes; Nucleares; Tintas; Alimentos; Agroquímicas; Polpa de celulose
e Papel; Plásticos; Farmacêutica; Processamento e Refino do Petróleo; Petroquímica
incluindo gás natural e carvão; Bebidas; etc.

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• Avaliação econômico-financeira de projetos, gerenciamento industrial, etc.;


• Ensino em cursos técnicos e universidades;
• Pesquisador em centros de pesquisa públicos ou privados.

1.1.4 Regulamento e registro da profissão

Os profissionais da Engenharia Química podem ser inseridos no Sistema


CONFEA/CREA e/ou no sistema CRQ.
No Sistema, cuja Resolução Nº 1.010, de 22 de agosto de 2005, regulamenta o
exercício profissional correspondente às diferentes modalidades da Engenharia, Arquitetura e
Agronomia em nível superior e em nível médio. Esta resolução também dispõe sobre a
regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e
caracterização do âmbito de atuação dos profissionais para efeito de fiscalização do exercício
profissional.
Para o exercício da profissão são necessários o diploma em curso de graduação
reconhecido, devidamente registrado no Ministério da Educação, e o título profissional de
engenheiro químico junto ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia –
CREA do Estado onde o profissional pretende atuar. Esta autarquia designará as habilitações
a que fizer jus o diplomado, de acordo com o seu histórico escolar.
No sistema, os engenheiros químicos, assim como outros profissionais graduados em
cursos de engenharia da área da química, podem ser registrados nos Conselhos Regionais de
Química para o exercício de atividades que envolvam conhecimentos de química, sendo que
entre as quais acha-se a engenharia química.
Quando da regulamentação da profissão de químico no sistema CRQ, que ocorreu com
do Decreto-Lei nº 5.452, de 01/05/43 - C.L.T. (Consolidação das Leis do Trabalho), o
engenheiro químico ficou, mais uma vez, evidenciado como profissional da química. Os
artigos 325, 326 e 334 estabeleceram que a engenharia química está compreendida entre as
atividades da profissão de químico.
Os engenheiros químicos são considerados profissionais da química que têm
representação garantida na composição do Conselho Federal de Química e, também, dos

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Conselhos Regionais, conforme estabelecem os artigos 4º, 5º e 12 da Lei nº 2.800, de


18/06/56.

1.1.5 Perfil do profissional a ser formado

O profissional egresso do Curso deve aplicar sua formação generalista, humanista,


crítica e reflexiva na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos
políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, aplicando abordagens éticas e
humanísticas em atendimento às demandas da sociedade.
Para tanto o egresso do Curso deve possuir:
• Formação generalista em detrimento do estudo de processos específicos, pois poderão
atuar nas mais diversas áreas da indústria química.
• Sólida formação em ciências básicas e de engenharia, considerando que a evolução
tecnológica se processa com muita rapidez, porém fundamentada em princípios
básicos.
• Curiosidade e disposição para pesquisa, criação, gestão e contínuo aprendizado para se
desenvolver nas áreas de pesquisas científicas voltada para o desenvolvimento da
região.
• Cidadão dotado de atitudes críticas com capacidade de avaliação, julgamento e
iniciativa contribuindo para o desenvolvimento da região
Além dos itens citados anteriormente o egresso ainda deve ter o domínio pleno nos
eixos temáticos propostos pelo curso, que tem sua base em:
1 – Fenômenos de Transporte, envolvendo os conhecimentos de transmissão de momento,
calor e massa.
2 – Operações Unitárias, abrangendo desde o projeto e dimensionamento de equipamentos de
processo até a sua execução.
3 – Processos orgânicos e inorgânicos, exigindo o domínio das principais rotas de produção
da indústria química, bem como controle e otimização de plantas indústrias.
Juntamente com os conhecimentos tecnológicos busca-se a formação de um profissional
íntegro e ético em suas ações junto à sociedade.

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1.1.6 Competências e habilidades

Segundo a Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002 os cursos de Graduação


em Engenharia têm como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com
formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver
novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de
problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais,
com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.
Conforme esta mesma resolução a formação do engenheiro tem por objetivo dotar o
profissional dos conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e
habilidades gerais:
• Aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
Engenharia;
• Projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
• Conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
• Planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
• Identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
• Desenvolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas;
• Supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
• Avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
• Comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
• Atuar em equipes multidisciplinares;
• Compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
• Avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
• Avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
• Assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.

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1.1.7 Objetivos do Curso

Geral
Formar engenheiros químicos generalistas, humanistas, críticos e reflexivos,
capacitados a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e
criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,
econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às
demandas da sociedade.
Especifico
• Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando a pesquisa Individual e
coletiva, assim como as atividades de Estágios, Extensão, Monitoria e Iniciação
Científica;
• Estimular a prática de estudo independente, visando uma progressiva autonomia
profissional e intelectual do aluno;
• Encorajar o reconhecimento de habilidades, competências e conhecimentos;
• Adquiridos fora do ambiente escolar, inclusive os que se refiram à experiência
profissional.

1.2 ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO CURSO

1.2.1 Titulação acadêmica

O título acadêmico outorgado aos concluintes do Curso de Engenharia Química é o de


Bacharel em Engenharia Química.

1.2.2 Modalidades
O Curso de Engenharia Quimica é oferecido na modalidade de bacharelado.

1.2.3 Número de vagas oferecidas

O número de vagas oferecidas anualmente para o Curso de Engenharia Química é 50


(cinquenta) divididas nos processos seletivos regulares descritos a seguir. Existem ainda
outras formas de acesso ao curso que, no entanto, não geram vagas.
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1.2.3.1 Processos Seletivos Regulares

A. SISU
Para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), realizado pelos concluintes e
egressos do Ensino Médio, o curso oferece 25 vagas.

B. PSC
Para o Processo Seletivo Contínuo (PSC), realizado ao longo do Ensino Médio, o
curso oferece 25 vagas.

1.2.3.2 Outras Formas de Acesso

A. Transferência ex officio
É a transferência definida na Lei nº 9.536, de 11/12/1997 que regulamenta o Art. 49 da
Lei nº 9.394, de 20/12/1996 (nova LDB), Portaria Ministerial nº 975/92, de 25/06/1992 e
resolução nº 12, de 02/07/1994 do Conselho Federal de Educação.
Esta transferência independe da existência da vaga e época, atingindo o servidor
público federal da administração direta ou indireta, autárquica, fundacional, ou membro das
forças armadas, regidos pela lei nº 8.112, de 11/12/1990, inclusive seus dependentes, quando
requerido em razão de comprovada remoção ou transferência ex officio. Essa transferência
deverá implicar a mudança de residência para o município onde se situe a instituição
recebedora ou para localidade próxima a esta, observadas as normas estabelecidas pelo CFE.
A comprovação dessa transferência ou "remoção de ofício" será o exemplar do Diário Oficial
da União ou Boletim de Serviço adotado como divulgação oficial daquele ato administrativo.
São, portanto, necessários os seguintes documentos para instrução do processo na Pró-
Reitoria de Ensino de Graduação:
• Histórico Escolar com Ato Oficial de Autorização ou Reconhecimento do Curso
(original, autenticado pela IES de origem);
• Declaração de Regularidade do aluno na IES de origem (original, autenticada pela IES
de origem);
• Declaração constando ano e semestre da realização do vestibular, com o número de
vagas oferecidas para o curso e a classificação;

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• Exemplar do Diário Oficial da União, ou Boletim de Serviço, em que foi publicado o


ato de transferência de servidor federal ou membro das Forças Armadas (cópia
autenticada);
• Declaração de que assumiu suas funções em Manaus por motivo da transferência ex
officio, firmada pelo dirigente do órgão onde está lotado (documento original).
E mais, para dependentes:
• Cônjuge: Certidão de Casamento (cópia autenticada);
• Filhos até 24 anos de idade: Certidão de nascimento (cópia autenticada);
• Outros dependentes:
a) Carteira de Identidade (cópia);
b) Autorização judicial relativa à guarda do menor.

B. Processo Seletivo Extra-Macro


a) Transferência Facultativa
A Transferência Facultativa é a forma de ingresso do discente oriundo de outras
Instituições de Ensino Superior, no decorrer do curso. O curso de origem deve estar
reconhecido pelo MEC, ser idêntico ou equivalente ao da UFAM, e o discente deverá ter
concluído o mínimo de créditos exigidos em Edital. A Transferência Facultativa se dá
periodicamente (semestralmente), havendo vaga, e deve ser solicitada dentro dos prazos
fixados no Calendário Acadêmico. O Edital fixará as vagas disponíveis em cada curso.
b) Reopção de Curso
É o processo de transferência do estudante da UFAM de um curso para outro, dentro
da mesma área de conhecimento, segundo os critérios estabelecidos em Resolução e Edital.
Essa modalidade de transferência só é permitida a alunos que ingressam na UFAM via
processo seletivo regular ou a estudante-convênio que tenha autorização de seu país de origem
para solicitar troca de curso.
c) Portador de Diploma de Nível Superior
É a forma de ingresso fora dos processos seletivos regulares, havendo vagas, caso em
que o portador de Diploma de Curso Superior poderá candidatar-se a outro curso da mesma

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área de estudos de sua graduação. Os critérios para seleção dos candidatos são estabelecidos
em Resolução e Edital.
d) Plenificação
É a forma de ingresso em cursos de complementação de estudos destinados aos
candidatos graduados em licenciatura curta que queiram plenificar sua graduação. Na
plenificação, os discentes cursarão carga horária complementar definida pelo projeto
pedagógico de cada curso, que, somada à carga horária cursada na licenciatura curta,
integralizará a carga horária mínima de horas de aula determinada pelo MEC.

C. Aluno-Convênio
Denomina-se Aluno-Convênio o discente beneficiado por acordo cultural existente
entre o Brasil e o país de origem do estudante, firmado pelo Ministério das Relações
Exteriores. A Pró-Reitoria de Ensino de Graduação, conjuntamente com as Coordenações de
Curso, fixa as vagas anuais para essa forma de ingresso.

1.2.4 Turno
O curso de Engenharia Química é vespertino/noturno. Atualmente, tem
preferencialmente no turno noturno suas maiores turmas para facilitar o ingresso dos alunos
em estágios.

1.2.5 Local de Funcionamento

O Curso de Engenharia Química funciona nas dependências da Faculdade de


Tecnologia, situada no setor norte do Campus Universitário, na Av. General Rodrigo Octávio
Jordão Ramos, 3000.

1.2.6 Reconhecimento do Curso

O Curso de Engenharia Química da UFAM esta em processo de reconhecimento.

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1.3. ESTRUTURA CURRICULAR

A carga horária total do curso de Engenharia Química é de 3.930 horas. Sua


integralização se fará obrigatóriamente em 5 anos letivos, de conformidade com a Resolução
CNE 2, de 18 de junho de 2007.
A matriz curricular do Curso de Engenharia Química está organizada do seguinte modo:
1. Disciplinas do Núcleo de Conteúdo Básico: 1.620 horas, representando 39% das
disciplinas do curso;
2. Disciplinas do Núcleo Profissionalizante: 780 horas, representando 19% das
disciplinas do curso;
3. Disciplinas do Núcleo Específico: 1.110 horas, representando 30% das disciplinas do
curso; e
4. Componentes Curriculares: com um total de 90 horas, correspondente a 8% das
disciplinas do curso.
As disciplinas do curso se classificam em:
• Disiciplinas obrigatórias: são aquelas que correspondem ao desdobramento dos eixos
estruturantes, estabelecido na Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002
(Diretrizes Curriculares).
• Disciplinas optativas: são aquelas que pretendem o aprofundamento dos tópicos das
disciplinas de conteúdo profissionalizante. No presente projeto pedagógico não está
prevista qualquer carga horária de disciplinas optativas para a integralização dos
créditos.

1.3.1 Desdobramento Curricular dos Eixos Estruturantes

1.3.1.1 Núcleo de Conteúdos Básicos

NÚCLEO DE CONTEÚDOS BÁSICOS


EIXOS ESTRUTURANTES Disciplinas CR CH
1. Metodologia Científica e 4.4.0 60
Ciência da Informação
Tecnológica
2. Comunicação e Expressão Inglês Instrumental I 4.4.0 60
3. Informática Introdução à Programação de 3.2.1 60
Computadores

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4. Expressão Gráfica Desenho Básico 4.4.0 60


5. Matemática Cálculo I 6.6.0 90
Cálculo II 6.6.0 90
Probabilidade e Estatística 4.4.0 60
6. Física Física Geral e Experimental A 5.4.1 90
Física Geral e Experimental B 5.4.1 90
Mecânica I 6.6.0 90
Laboratório de Cinética 2.0.2 60
7. Fenômenos de Transporte Fenômenos de Transporte I 4.4.0 60
Fenômenos de Transporte II 4.4.0 60
Fenômenos de Transporte III 4.4.0 60
Laboratório de Fenômenos de
2.0.2 60
Transportes
8. Ciência e Tecnologia dos Ciência dos Materiais I 4.4.0 60
Materiais
10. Eletricidade Aplicada Eletricidade Geral 4.4.0 60
Laboratório de Eletricidade Geral 1.0.1 30
11. Química Química Geral I 4.4.0 60
Química Geral Experimental 2.0.2 60
Química Inorgânica I 4.4.0 60
12. Administração Introdução à Administração 4.4.0 60
13. Economia Engenharia Econômica 4.4.0 60
14. Ciências do Ambiente Gestão Ambiental 4.4.0 60
15. Humanidades, Ciências Sociologia do Trabalho e Ética 4.4.0 60
Sociais e Cidadania
Total 98 1620

1.3.1.2 Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes

NÚCLEO DE CONTEÚDOS PROFISSIONALIZANTES


EIXOS ESTRUTURANTES Disciplinas CR CH
1. Ergonomia e Segurança Engenharia de Segurança 3.2.1 60
do Trabalho
2. Físico-Química Físico-Química I 4.4.0 60
Físico-Química Experimental 2.0.2 60
3. Matemática Discreta Álgebra Linear I 4.4.0 60
Álgebra Linear II 4.4.0 60
4. Métodos Numéricos Equações Diferenciais Ordinárias 4.4.0 60
Cálculo Numérico 4.4.0 60

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5. Qualidade Gestão da Qualidade 4.4.0 60


Laboratório de Controle de Qualidade 2.0.2 60
6. Instrumento Metrologia e Instrumentação 4.4.0 60
7. Química Analítica Química Analítica Fundamental 4.4.0 60
Química Analítica Experimental 2.0.2 60
8. Termodinâmica Aplicada Termodinâmica 4.4.0 60
Total 45 780

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1.3.1.3 Núcleo de Conteúdos Específicos

NÚCLEO DE CONTEÚDOS ESPECÍFICOS


EIXOS ESTRUTURANTES Disciplinas CR CH
1. Química Orgânica Química Orgânica I 4.4.0 60
Química Orgânica II 4.4.0 60
Química Orgânica Experimental I 2.0.2 60
2. Modelagem, Análise e Controle e Simulação de Processos 4.4.0 60
Simulação de Sistema Laboratório de Automação e Controle de
2.0.2 60
Processos
3. Operações Unitárias Operações Unitárias I 4.4.0 60
Operações Unitárias II 4.4.0 60
Operações Unitárias III 4.4.0 60
Laboratório de Operações Unitárias 2.0.2 60
Laboratório de Processos 2.0.2 60
4. Reatores Químicos e Cinética e Reatores I 4.4.0 60
Bioquímicos Cinética e Reatores II 4.4.0 60
5. Processos de Fabricação Planejamento e Projetos 4.4.0 60
6. Processos Químicos e Introdução à Engenharia Química 2.2.0 30
Bioquímicos Princípios dos Processos Químicos 4.4.0 60
Processos Químicos Orgânicos 4.4.0 60
Processos Químicos Inorgânicos 4.4.0 60
Engenharia Bioquímica 4.4.0 60
Caracterização e Tratamento de Resíduos 4.4.0 60
Total 66 1.110

1.3.1.4 Componentes Curriculares

COMPONENTES CURRICULARES
EIXOS ESTRUTURANTES Disciplina ou Atividade CR CH
1. Estágio Supervisionado Estágio Supervisionado 6.0.6 180
2. Trabalho de Conclusão de
Trabalho de Conclusão de Curso 2.2.0 30
Curso
3. Atividades Complementares - – 90
4. Exame Nacional de
Ver Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004
Desempenho dos Estudantes – –
(*)
- ENADE
Total 8 210

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(*) "Art. 5º A avaliação do desempenho dos estudantes dos cursos de


graduação será realizada mediante aplicação do Exame Nacional de
Desempenho dos Estudantes – ENADE.

§ 5º O ENADE é componente curricular obrigatório dos cursos de


graduação, sendo inscrita no histórico escolar do estudante somente a sua
situação regular com relação a essa obrigação, atestada pela sua efetiva
participação ou, quando for o caso, dispensa oficial pelo Ministério da
Educação, na forma estabelecida em regulamento."

Disciplinas Optativas

Sigla Disciplinas CR CH
IHP123 Língua Brasileira de Sinais B 4.4.0 60
FTH065 Engenharia Ambiental 4.4.0 60
IEQ659 Reciclagem 2.2.0 30
IEQ657 Corrosão 3.2.1 60
IEQ655 Fitoquímica Experimental 2.0.2 60
IEQ372 Determinação de Estruturas de Compostos 3.2.1 60
Orgânicos
IEQ654 Combustíveis Fósseis e Biocombustíveis 3.2.1 60

1.3.1.6 Carga Horária Total do Curso

RESUMO
EIXOS ESTRUTURANTES CH
Núcleo de Conteúdos Básicos 1.620
Núcleo de Conteúdos Profissionalizantes 780
Núcleo de Conteúdos Específicos 1.110
Componentes Curriculares 210
Atividades Complementares 90
Total para as Disciplinas Obrigatórias 3.720
Núcleo Complementar Optativo 120

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1.3.2 Atividades Complementares

As Atividades Complementares são mecanismos de aproveitamento de saberes


adquiridos pelo discente ao longo do curso conforme o estabelecido pela Resolução
CEG/CONSEPE no 018/2007.
As Atividades Complementares para o curso de Engenharia Química estão
regulamentadas pela Resolução do Colegiado do Curso de Engenharia Química.

1.3.3 Estágio Supervisionado

O Estágio Supervisionado para o curso de Engenharia Química está regulamentado


pela Resolução do Colegiado do Curso de Engenharia Química.

1.3.4 Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso para o curso de Engenharia Química está


regulamentado pela Resolução do Colegiado do Curso de Engenharia Química.

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1.3.5. Estrutura Curricular-Periodização

a. Componentes Curriculares Obrigatórios:

PER SIGLA DISCIPLINAS PR CR C.H.


IEM012 Álgebra Linear I - 4.4.0 60
IEM011 Cálculo I - 6.6.0 90
FTD067 Desenho Básico - 4.4.0 60
1º FTQ001 Introdução à Engenharia Química - 2.2.0 30
IEQ614 Química Geral I - 4.4.0 60
FTQ002 Ciência da Informação - 4.4.0 60
IEC037 Introdução à Programação de - 3.2.1 60
Computadores
Subtotal 27 420
IEF101 Física Geral e Experimental A IEM011 5.4.1 90
IEE001 Probabilidade e Estatística IEM011 4.4.0 60
IEM021 Cálculo II IEM011 6.6.0 90
2º IEQ012 Química Inorgânica I IEQ614 4.4.0 60
IEM022 Álgebra Linear II IEM012 4.4.0 60
IEQ618 Química Geral Experimental IEQ614 2.0.2 60
Subtotal 25 420
IEQ624 Química Orgânica I IEQ614 4.4.0 60
IEF102 Física Geral e Experimental B IEF101 5.4.1 90
IEM141 Equações Diferenciais Ordinárias IEM021 4.4.0 60
3º FTM100 Ciências dos Materiais I IEQ012 4.4.0 60
IEQ048 Química Analítica Fundamental IEQ614 4.4.0 60
IEC082 Cálculo Numérico IEC037 4.4.0 60
Subtotal 25 390
IEQ627 Química Orgânica II IEQ624 4.4.0 60
IEQ634 Físico-Química I IEQ614 4.4.0 60
FAA011 Introdução à Administração - 4.4.0 60
FTC222 Mecânica I IEM012 6.6.0 90
4º IEQ633 Química Orgânica Experimental I IEQ624 2.0.2 60
IEQ049 Química Analítica Experimental IEQ048 2.2.0 60
FTE057 Eletricidade Geral - 4.4.0 60
Subtotal 26 450
FTQ021 Fenômenos de Transporte I IEF101 4.4.0 60
FTE058 Laboratório de Eletricidade Geral IEF102 1.0.1 30
FTQ003 Princípios dos Processos Químicos IEM021 4.4.0 60
5º FTP016 Metrologia e Instrumentação IEF102 4.4.0 60
FTQ026 Termodinâmica IEQ634 4.4.0 60
FTL109 Gestão Ambiental - 4.4.0 60
IEQ363 Físico-Química Experimental IEQ634 2.0.2 60
Subtotal 23 390

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FTQ011 Cinética e Reatores I FTQ003 4.4.0 60


FTQ032 Caracterização e Tratamento de Resíduos IEQ049 4.4.0 60
FTP019 Controle e Simulação de Processos FTP016 4.4.0 60
FTQ022 Fenômenos de Transporte II FTQ021 4.4.0 60
6º FTQ004 Operações Unitárias I FTQ003 4.4.0 60
FTL336 Engenharia Econômica - 4.4.0 60
IHS026 Sociologia do Trabalho e Ética - 4.4.0 60
Subtotal 28 420
FTQ014 Cinética e Reatores II FTQ011 4.4.0 60
FTQ023 Fenômenos de Transporte III FTQ022 4.4.0 60
FTH041 Engenharia de Segurança - 3.2.1 60
7º FTP017 Laboratório de Automação e Controle de FTP019 2.0.2 60
Processos
FTQ007 Operações Unitárias II IEQ363 4.4.0 60
FTQ009 Processos Químicos Orgânicos FTQ003 4.4.0 60
Subtotal 21 360
IHE130 Inglês Instrumental I - 4.4.0 60
FTQ034 Engenharia Bioquímica FTQ009 4.4.0 60
FTQ030 Laboratório de Cinética FTQ014 2.0.2 60
8º FTQ013 Operações Unitárias III FTQ004 4.4.0 60
FTQ031 Laboratório de Fenômenos de Transportes FTQ023 2.0.2 60
FTQ006 Processos Químicos Inorgânicos FTQ003 4.4.0 60
Subtotal 20 360
FTQ019 Estágio Supervisionado FTQ013 6.0.6 180
9º FTL519 Gestão da Qualidade FAA011 4.4.0 60
FTQ033 Laboratório de Controle da Qualidade - 2.0.2 60
FTQ025 Laboratório de Operações Unitárias FTQ013 2.0.2 60
Subtotal 14 360
FTQ020 Trabalho de Conclusão de Curso FTQ013 2.2.0 30
10º
FTQ029 Laboratório de Processos FTQ013 2.0.2 60
FTQ015 Planejamento e Projeto FTQ003 4.4.0 60
SUBTOTAL - 8 150
Créditos obrigatórios e carga horária - 217 3.720
Créditos optativos e carga horária - 08 120
Total de Créditos - 225 3.840
Atividades Complementares - - 90
Carga Horária Total - 3.930

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1.3.6 Ementário das Disciplinas

1º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
IEM012 Álgebra Linear I 4.4.0 60 -
EMENTA
Vetores. Matrizes. Determinantes. Sistemas de equações lineares. Equações da reta e do plano.
Ângulos. Distâncias e intersecções. Cônicas e quádricas.
OBJETIVOS
Aplicar a álgebra dos vetores no estudo da Geometria Analítica Plana e Espacial. Classificar as
cônicas e as superfícies quádricas. Conceituar espaços euclidianos. Aplicar as propriedades das
operações com vetores nos espaços euclidianos no Rn. Relacionar os estudos das matrizes com
sistemas de equações lineares e com espaços vetoriais; Usar as técnicas de mudanças de
coordenadas.
BIBLIOGRAFIA
BOULOS, P. e CAMARGO, I. Geometria analítica: Um Tratamento Vetorial. São Paulo. Mac
Graw-Hill.
BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; RIBEIRO, V. L. et al. Álgebra Linear. São Paulo. Ed.
Harper e Row do Brasil LTDA.
STEINBRUCH, A. & WINTERLE, P. Geometria Analítica.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
REIS, G.L.; SILVA, V.V. Geometria Analítica, 2ª ed., Livros Técnicos e Científicos, 1996.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEM011 Cálculo I 6.6.0 90 -
EMENTA
Propriedades básicas dos números reais. Funções. Limite e continuidade. Derivada num ponto.
Relação entre derivada e crescimento de uma função. Regra da cadeia. Teorema do valor
médio. Pontos críticos de funções. Gráfico de funções. Funções inversas. Integração. Teorema
fundamental do cálculo. Integrais impróprias. Técnicas de integração. Fórmula de Taylor.
Séries.
OBJETIVOS
Derivar funções elementares e funções compostas; resolver problemas de taxa de variação;
esboçar gráficos de funções elementares; resolver problemas de máximos e mínimos; integrar
funções elementares usando as técnicas usuais de integração; calcular áreas através de integrais.
BIBLIOGRAFIA
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de Cálculo, vol. 1. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos.
LANG, Serge. Cálculo I. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1977.
ÁVILA, Geraldo do S. S. Cálculo I; Diferencial e Integral. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTD067 Desenho Básico 4.4.0 60 -
EMENTA

Instrumentação, normas e convenções. Construções geométricas fundamentais. Métodos


descritivos. Mudanças de planos. Rotação (rebatimento) de planos. Sistemas de projeções e
perspectivas axonométricas.
OBJETIVOS
Reconhecer os elementos, geométricos e as convenções gráficas. Fazer uso das coordenadas
descritivas. Visualizar elementos em duas e três dimensões, e ser capaz de passar de uma para
outra. Visualizar perspectivas.
BIBLIOGRAFIA
GEOMETRIA DESCRITIVA. Galdys Cabral de Melo BORGES, Deli Garcia Olle Barreto,
Enio Zago Martins.

NOÇÕES DE GEOMETRIA DESCRITIVA, vol. I e II. Alfredo dos Reis PRINCIPE


JÚNIOR.
NOÇÕES DE GEOMETRIA DESCRITIVA, vol. I e II. Virgilio Athayde PINHEIRO.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ001 Introdução à Engenharia Química 2.2.0 30 -
EMENTA
Introdução à Engenharia Química: finalidade da disciplina. UFAM/FT. Grade curricular.
Origem e história da Engenharia Química. Áreas de atuação do Engenheiro Químico e suas
interdisciplinaridades. O Engenheiro e a Comunicação. Relatórios técnicos: elaboração e
organização. Pesquisa Bibliográfica: como fazê-la e para quê. Seminários: sua importância e
como prepará-los. Alguns conceitos básicos da Engenharia Química. A Indústria de Processos
Químicos: dados fundamentais, princípios físicos (operações unitárias), principais conversões
químicas (processos unitários), representação de um processo químico (fluxogramas ou
flowsheet). Conceitos preliminares sobre modelagem, simulação e otimização. A Questão
Ambiental. Criatividade. Legislação e Segurança: órgãos legisladores, regulamentação e ética.
Palestras e visitas técnicas direcionadas.
OBJETIVOS
Apresentar aos estudantes, recém chegado à Universidade, uma visão sobre o estudo da
Engenharia, em particular, da Engenharia Química. Conscientizá-los sobre os procedimentos
técnicos, éticos e humanos, relacionados à formação do profissional engenheiro. Discutir
sobre as perspectivas futuras da Sociedade e do mercado de trabalho. Conscientizar o
estudante da importância de cursar bem o seu curso.
BIBLIOGRAFIA
CREMASCO, M. A. Vale a Pena Estudar Engenharia Química. São Paulo: Editora da
Unicamp, 1994.
HIMMELBLAU, D. Engenharia química: princípios e cálculos. Prentice-Hall do Brasil, 1984.
WONGTSCHOWSKI, P. Indústria Química: Riscos e Oportunidades. São Paulo: Ed. Edgard
Blucher, 1999.
NORMAS DA ABNT - NBR 14724. 2005.
RUIZ, J. A. Metodologia científica. Guia para eficiência nos estudos. São Paulo; Ed. Atlas:
1990.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo:
Atlas, 1990.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. São Paulo-SP: Ed Pioneira: 1997
Sites:
1. Sibi (USP) - Acesso ao banco de dados da USP e outros serviços
(http://www.usp.br/sibi)
2. Portal Periódicos da CAPES (http://www.periodicos.capes.gov.br/), O portal da
CAPES de informação científica
3. ISI (http://www.isinet.com), Institute for Scientific Information
4. SCIRUS (http://www.scirus.com/srsapp/), science-specific search engine on the
Internet
5. ERL - WebSPIRS
(http://www.portaldapesquisa.com.br/databases/sites?authtype=ip&cust=cruesp&perfil=usp),
Electronic Reference Library, acesso a partir de computadores em Universidades públicas
6. ScienceDirect (http://www.sciencedirect.com/), electronic collection of science,
technology and medical full-text and bibliographic information

28
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

7. IBICT (http://www.ibict.br), Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e


Tecnologia
8. Web of Science (http://www.webofscience.com), acesso a partir de computadores em
Universidades públicas
9. Dissertation Abstracts (http://wwwlib.umi.com/dissertations/)
10. Library of Congress Online Calalog (http://catalog.loc.gov/)

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ614 Química Geral I 4.4.0 60 -
EMENTA
Estrutura atômica e tabela periódica. Ligações químicas. Fórmulas e Funções da química
inorgânica. Equações e estequiometria. Gases. Líquidos e soluções. Sólidos.
OBJETIVOS
Estudar e conhecer conceitos fundamentais da Química, relacionando-os com o cotidiano.
BIBLIOGRAFIA
ATKINS, P. e JONES, L. Princípios de Química.
BROWN, T. L. Le MAY, BURSTEN, B. E., Química – Ciência Central.
MAHAN, B. H. Química – Um Curso Universitário.
RUSSEL, J. Química Geral, Volumes 1 e 2.
BRADY, J. E. e HUMISTON, G. E. Química Geral.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ002 Ciência da Informação 4.4.0 60 -
EMENTA
Introdução ao método científico. Compreensão básica e operacional dos principais tópicos
envolvidos na ciência da informação. Interpretação de textos em português e inglês. Pesquisa
em periódicos. Desenvolvimento de atividades práticas dentro do contexto da ciência da
informação. Redação científica e seminários.
OBJETIVOS
Fornecer ferramentas básicas usadas pela metodologia científica, treinar os alunos em
interpretação de textos em português e inglês, redação científica e seminários.
BIBLIOGRAFIA
MEDEIROS, J. B. Redação Científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. Ed.
Atlas, São Paulo, 7 ª ed., 2005.
NORMAS DA ABNT - NBR 14724. 2005.
RUIZ, J. A. Metodologia científica. Guia para eficiência nos estudos. São Paulo; Ed. Atlas:
1990.
LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo:
Atlas, 1990.
OLIVEIRA, S. L. Tratado de metodologia científica. São Paulo-SP: Ed Pioneira: 1997
Sites:
SIBI (USP) - Acesso ao banco de dados da USP e outros serviços (http://www.usp.br/sibi)
PORTAL Periódicos da CAPES (http://www.periodicos.capes.gov.br/), O portal da CAPES
de informação científica
ISI (http://www.isinet.com), Institute for Scientific Information
4SCIRUS (http://www.scirus.com/srsapp/), science-specific search engine on the Internet
ERL - WebSPIRS
(http://www.portaldapesquisa.com.br/databases/sites?authtype=ip&cust=cruesp&perfil=usp),
Electronic Reference Library, acesso a partir de computadores em Universidades públicas
Science Direct (http://www.sciencedirect.com/), electronic collection of science, technology
and medical full-text and bibliographic information
IBICT (http://www.ibict.br), Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia
Web of Science (http://www.webofscience.com), acesso a partir de computadores em
Universidades públicas Dissertation Abstracts (http://wwwlib.umi.com/dissertations/)
Library of Congress Online Calalog (http://catalog.loc.gov/)

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEC037 Introdução à Programação de Computadores 3.2.1 60 -
EMENTA
Noções sobre Computadores. Programação Estruturada: desenvolvimento de algoritmos,
procedimentos e funções. Implementação de algoritmos usando uma Linguagem de
Programação. Estrutura de Dados Básicas: Vetores e Matrizes.
OBJETIVOS
Apresentar aos alunos fundamentos sobre desenvolvimentos em algoritmos, programação de
computadores digitais, seu funcionamento e sua aplicação na resolução de problemas de
caráter geral e específico. Apresentar os conceitos gerais de informática.
BIBLIOGRAFIA
DEITEL H. M., Deitel P. J. (1999). Como Programar em C. LTC.

FORBELLONE, A. L. V. (2000). Lógica de Programação. Editora Makron Books.

MAGALHÃES NETTO, J. F., Barreto, R. S., Caldas, R. B. (1999). Apostila de Introdução à


Ciência dos Computadores. Departamento de Ciência da Computação, Universidade Federal
do Amazonas.

SCHILDT, H. (1996). C Completo e Total. Editora Makron Books.

VELLOSO, F. C. (1999). Informática Conceitos Básicos. Editora Campus.

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2º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
IEF101 Física Geral e Experimental A 5.4.1 90 IEM011
EMENTA
Grandezas físicas, dimensões e unidades. Movimento retilíneo. Movimento no plano. Leis de
Newton. Leis de força e aplicações. Trabalho da força. Energia e conservação da energia
mecânica. Sistemas de partículas, colisões e conservação do movimento linear. Rotação:
momento angular e sua conservação. Movimento oscilatório. Prática laboratorial sobre os
temas teóricos, teoria dos erros e construção e análise de gráficos.
OBJETIVOS
Resolver problemas associados ao comportamento dos fluidos e a fenômenos ondulatórios e
termodinâmicos.
BIBLIOGRAFIA
ALONSO, M.; FINN, E. J. Física, Um Curso Universitário. SP, Editora Eggard Blücher. V.
2,
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. SP, Editora Edgard Blücher. V.2.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D. Física. RJ, Livros Técnicos e Científicos.
SEARS, F. W; ZEMANSKY, M. W. Física. RJ, Ao Livro Técnico S. A. v. 2.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEE001 Probabilidade e Estatística 4.4.0 60
IEM011
EMENTA
Estatística Descritiva. Cálculo das probabilidades. Variáveis Aleatórias. Valores
característicos de uma variável aleatória. Modelo de distribuição discreta e contínua.
Amostragem e distribuição amostral. Estimativa de parâmetros. Teste de hipótese.
OBJETIVOS
Aplicar teoria e as técnicas de Probabilidade e Estatística na resolução de problemas.
BIBLIOGRAFIA
HOEL, P.G. Estatística Elementar. Editora Atlas, 1981.
MORETTIN, P. A. Introdução à Estatística para Ciências Exatas. Editora Atlas. 1981.
SOARES, J. F.; Farias. Introd. à Estatística : Guanabara Koogan S.A. 1991.
MEYER, P. Probabilidade Aplicações à Estatística. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEM021 Cálculo II 6.6.0 90 IEM011
EMENTA
Derivação de Vetores. Regras da cadeia. Funções de várias variáveis. Derivada direcional.
Funções potenciais e integrais de linha. Derivadas de ordem superior. Máximos e mínimos.
Integrais Múltiplas. Mudanças de variáveis em integrais. Teorema de Green.
OBJETIVOS
Esboçar curvas de nível e gráficos de funções; calcular derivadas parciais, diferenciais, vetor
tangente, derivada direcional; calcular integrais duplas e triplas; estudar máximos e mínimos
de funções, convergência e divergência de séries; aplicar o teorema de Green.
BIBLIOGRAFIA
GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo, vol. 1, 2, 3 e 4. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos.
LANG, Serge. Cálculo. Vol. 2. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1977.
ÁVILA, Geraldo do S. S. Cálculo. Vol. 2 e 3. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos.
LEITHOID, L. Cálculo II: Harbra Ed

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ012 Química Inorgânica I 4.4.0 60 IEQ614
EMENTA
Estrutura Atômica. Periodicidade. Ligação Química. Ligação Iônica e Natureza dos Sólidos.
Ligação Covalente. Química ácido-base. Química descritiva dos elementos representativos e
dos gases nobres.
OBJETIVOS
Identificar e estudar fundamentos de ligações químicas baseadas nos princípios da mecânica
quântica, conceitos de ácidos e bases, medidas de força, ácidos e bases duros e moles.
Propriedades dos elementos alcalinos e alcalinos terrosos, não metais e gases nobres.
BIBLIOGRAFIA
HUHEEY, J. E., KEITER, E. A. & KEITER, R. L. Inorganic Chemistry: Principles of
Structure and Reactivity, 4a. ed., New York, Harper Collins, 1993.
SHRIVER & ATKINS, Química Inorgânica; tradução Roberto de Barros Faria. 4a ed., Porto
Alegre: Bookman, 2008.
BARROS, H. L. C. Química Inorgânica - Uma Introdução, Belo Horizonte, Editora UFMG,
1992.
COTTON, F.A. e WILKINSON, G., “Química Inorgânica”, Livros Técnicos e Científicos,
1978.
MAHAN, B. M. & MYERS, R. J. Química - Um curso Universitário, São Paulo, Edgar
Blücher, 1993.
DOUGLAS, B. E.; McDANIEL, D. H. & ALEXANDER, J. J. Concepts and models of
Inorganic Chemistry, 2a. ed.; New York, J. Willey Interscince, 1983.
LEE, J. D. Química Inorgânica - Um novo texto conciso, São Paulo, Edgar Blücher, 1980.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEM022 Álgebra Linear II 4.4.0 60 IEM012
EMENTA
Espaços Vetoriais. Aplicações Lineares. Núcleo e Imagem. Aplicações Lineares e Matrizes.
Produto Interno. Formas Bilineares.
OBJETIVOS
Prover a base em teoria de matrizes para o desenvolvimento de outras disciplinas,
especialmente as metodológicas.
BIBLIOGRAFIA
Boldrini, J. L., Costa, S. I. R., Figueiredo, V. L. e Wetzler, H. G. (1986). Álgebra Linear. 3a
ed. Harbra.
Hoffman, K. (2010). Linear Algebra. Prentice Hall.
Lima, E. L. (2008). Álgebra Linear. 7a ed. Coleção Matemática Universitária/IMPA.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
REIS, G.L.; SILVA, V.V. Geometria Analítica, 2ª ed., Livros Técnicos e Científicos, 1996.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ018 Química Geral Experimental 2.0.2 60 IEQ614
EMENTA
Técnicas de preparo de soluções de substâncias líquidas e sólidas. Técnicas de padronizações
e de titulações de soluções. Reações Químicas: aspectos qualitativos e quantitativos.
Determinação da fórmula mínima de um composto. Massa molar de um vapor. Determinação
do equivalente-grama de substância simples. Variação de entalpia de solução. Calor de reação.
Cinética química. Equilíbrio químico. Determinação de Kps.
OBJETIVOS
Identificar práticas relacionadas aos fundamentos da Química.
BIBLIOGRAFIA
FARIAS, R. F. Práticas de Química Inorgânica.
GIL, M. G. C; SILVA, W. J; DONATE, P. M., Fundamentos de Química Experimental.
LIMA, W. Química Inorgânica Experimental: Guia de Trabalhos e Ensaios de Laboratório,
Um Curso Introdutório.
TANAKA, A. S. Química Geral Experimental.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

3º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
IEQ624 Química Orgânica I 4.4.0 60 IEQ614
EMENTA
Estruturas eletrônicas e ligações dos compostos de carbono. Ácidos e Bases. Representações
estruturais, propriedades físicas e nomenclatura de compostos orgânicos. Reações de alcenos:
termodinâmica e cinética. Estereoquímica. Reações de alcinos. Ressonância. Reações de
dienos.
OBJETIVOS
Entender conceitos fundamentais da Química Orgânica; Compreender e resolver problemas
relacionados às reações mais comuns de alcenos e alcinos.
BIBLIOGRAFIA
ALLINGER, N.L., et al - Química orgânica. 2º. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Dois, 1978.
MORRISON, R.T.; BOYD, R.N. - Química Orgânica. 9a. ed. Lisboa, Fundação Calouste,
1990.
SOLOMONS, T.W.G. - Química Orgânica. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos,
1982.
VOLLHARDT, K.P.C. Química Orgânica – Estrutura e Função. 4° edição: Bookman, 2004.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEF102 Física Geral e Experimental B 5.4.1 90 IEF101
EMENTA
Ondas e meios elásticos. Gravitação. Temperatura e primeira lei da Termodinâmica. Teoria
cinética dos gases. Máquinas termicas e Segunda lei da Termodinâmica.
OBJETIVOS
Identificar e resolver problemas associados ao comportamento dos fluidos e a fenômenos
ondulatórios e termodinâmicos.
BIBLIOGRAFIA
ALONSO, M.; FINN, E. J. Física, Um Curso Universitário. SP: Eggard Blücher. V. 2.
NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica. SP: Editora Edgard Blücher. V.2.
RESNICK, R.; HALLIDAY, D. Física. RJ, Livros Técnicos e Científicos. V. 2.
SEARS, F. W; ZEMANSKY, M. W. Física. RJ, Ao Livro Técnico S. A. v. 2.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEM141 Equações Diferenciais Ordinárias 4.4.0 60 IEM021
EMENTA
Equações Diferenciais de primeira ordem. Equações Diferenciais Ordinárias Lineares de
ordem maior que 1. Coeficientes a Determinar e Variação de Parâmetros. Sistema de
Equações Diferenciais Lineares com coeficientes Constantes. Transformada de Laplace:
aplicações à Resolução de Equações e Sistemas. Solução em série de potências.
OBJETIVOS
Identificar e classificar equações diferenciais ordinárias. Resolver equações diferenciais
ordinárias; Aplicar equações diferenciais ordinárias na engenharia.
BIBLIOGRAFIA
LEIGHTON, Walter. Equações Diferenciais Ordinárias. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos, 1981.
ABUNAHMAN, Sérgio Antonio. Equações Diferenciais Ordinárias. Rio de Janeiro: Livros
Técnicos e Científicos, 1980.
BRONSON, Richard. Equações Diferenciais Aplicadas. Rio de Janeiro: IMPA, 2001
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
BRAUN, M. Differential Equations and Their Applications. New York: Springer-Verlag;
Berlin; Heidelberg, 1978.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ048 Química Analítica Fundamental 4.4.0 60 IEQ614
EMENTA
Termos fundamentais da Química Analítica. Introdução aos métodos analíticos. Ferramentas
básicas e operações em química analítica. Conceitos de equilíbrios químicos. Equilíbrio ácido-
base. Volumetria de neutralização. Equilíbrio de complexação. Volumetria de complexação.
Equilíbrio de oxi-redução. Medidas de pH. Técnicas instrumentais (colorimetria,
fotocolorimetria e espectroscopia de absorção atômica e plasma).

OBJETIVOS
Desenvolver a teoria dos métodos analíticos. Aperfeiçoar os métodos analíticos já existentes
Elaborar novos métodos. Produzir conhecimento científico nas áreas da Química e Ciências
afins como: bioquímica, Agronomia, Geoquímica, Farmácia, Medicina, Biologia e Engenharia
BIBLIOGRAFIA
ATHUR I. Vogel, Análise Química Quantitativa, Editora: LTC, 2003, ISBN: 8521613113
ATHUR I. Vogel, Química Analítica Qualitativa, Editora: LCT, 2005, ISBN: 8587068016
DANIEL C. Harris, Análise Química Quantitativa, Editora: LTC, 2006, ISBN: 8521614233
OHLWEILER, O.A. Química Analítica Quantitativa, 2ª. ed., v. 1 e 2, Livros Técnicos
Científicos Editora AS: Rio de Janeiro,1980.
Fundamentos de Química, Skoog, West, Holler, Crouch, Ed. Thomson, Trad. da 8a. Ed.
Americana, 2007. ISBN: 85-221-0436-0

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEC082 Cálculo Numérico 4.4.0 60 IEC037
EMENTA
Matemática numérica. Aritmética de máquinas. Erros. Equações Reais e Transcendentais.
Sistemas Lineares. Integração Numérica. Interpolação. Ajuste de Curvas. Método dos
mínimos quadrados.
OBJETIVOS
Desenvolver e analisar programas de computador que envolvam algorítmos numéricos.
Identificar e aplicar os referidos métodos nas ciências e engenharias.
BIBLIOGRAFIA
CLÁUDIO, D. M. Cálculo Numérico Computacional. Teoria e Prática. Ed. Atlas.
RUGGIERO, M. A. G. Cálculo Numérico. Aspectos Teóricos e Computacionais. McGraw-
Hill.
STARK, P. A. Introdução aos Métodos Numéricos. Editora Interciência.
BARROSO, L. C. et al. Cálculo Numérico (com aplicações). Harbra.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTM100 Ciências dos Materiais I 4.4.0 60 IEQ012
EMENTA
Definição e propriedades dos materiais. Estrutura. Propriedades mecânicas.

OBJETIVOS
Dar formação em Química do Estado Sólido, complementando as noções de Cristalografia e
assegurando as bases para a compreensão da Ciência e Engenharia dos Materiais.
BIBLIOGRAFIA
CALLISTER - Junior, William D. Ciência e Engenharia de Materiais - Uma Introdução. 2
ed., LTC Rio de Janeiro, 2000.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

4º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
IEQ627 Química Orgânica II 4.4.0 60 IEQ624
EMENTA
Radicais e reações de alcanos. Reações de haletos de alquila: substituição e eliminação.
Reações de álcoois e éteres/epóxidos. Compostos organometálicos e reações. Compostos
contendo enxofre e reações. Catálise de transferência de fases. Aromaticidade e reações de
compostos aromáticos.
OBJETIVOS
Compreender problemas relacionados às reações mais comuns das moléculas orgânicas. Parte
I.
BIBLIOGRAFIA
ALLINGER, N.L., et al - Química orgânica. 2. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Dois, 1978.

COSTA, P. Substâncias Carboniladas e Derivados - Bookman, 2003


MORRISON, R.T; BOYD, R.N.- Química Orgânica. 9. ed. Lisboa, Fundação Calouste,
1990.

SOLOMONS, T.W.G.- Química Orgânica. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos,


1982.

SYKES, P. Guia de Mecanismos de Química Orgânica. Rio de Janeiro, São Paulo, Ao Livro
Técnico; EDUSP, 1969.

SYKES, P. A. Guidebook to Mechanism in Organic Chemisty. 6. ed. Essex, Longman


Scientific & Techinicall, 1986.

VOLLHARDT, K.P.C. Química Orgânica – Estrutura e Função. 4° edição – Bookman, 2004.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ049 Química Analítica Experimental 2.2.0 60 IEQ048
EMENTA
Informações necessárias sobre preparo de soluções, cálculo de concentração, diluições etc.
Métodos de identificação de cátions e anions. Padronização de soluções. Determinação por
gravimetria. Volumetria de neutralização (determinação de ácido e base fortes e fracos).
Volumetria de precipitação (determinação pelos métodos de Fajans, Mohr e Volhard).
Volumetria de complexação (Determinação de metais usando o EDTA) e volumetria de oxi-
redução (oxidimetria e reductometria).
OBJETIVOS
Desenvolver no estudante a habilidade de realizar procedimentos de determinação de água em
sólidos, bem como a implementação de análises quantitativas baseadas em medidas
gravimétricas e titulométricas. Adotar os cuidados necessários ao realizar procedimentos de
análise química quantitativa. Dominar as técnicas envolvidas nos procedimentos de análise
gravimétrica. Saber implementar procedimentos analíticos baseados em titulação.
BIBLIOGRAFIA
BARROS, I. Manual de Laboratório: Química Inorgânica Experimental, Universidade Federal
do Amazonas, 1995.
DANIEL C. Harris, Análise Química Quantitativa, Editora: LTC, 2006, ISBN: 8521614233
ATHUR I. Vogel, Análise Química Quantitativa, Editora: LTC, 2003, ISBN: 8521613113
ATHUR I. Vogel, Química Analítica Qualitativa, Editora: LCT, 2005, ISBN: 8587068016
LEITE, Flavio. Amostragem: Fora e dentro do Laboratório. Editora Atomo, 2005. ISBN 85-
7670-017-4
OLIVARES, I. R. B. Gestão de Qualidade em Laboratórios. Editora Átomos. 2006. ISBN 85-
7670-040-9
LEITE, Flavio. Práticas de Química Analítica. Editora Atomo, 2008. ISBN 978-85-7670-094-
4
LEITE, Flavio. Validação em Análise Química. Editora Atomo, 2008. ISBN 978-85-7670-
077-7"
VOGEL, A. Análise Inorgânica Quantitativa, 5ª. ed., Guanabara SA: Rio de Janeiro, 1992.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ633 Química Orgânica Experimental I 2.0.2 60 IEQ624
EMENTA
Segurança no laboratório da Química Orgânica; manuseio correto de reagentes; montagem e
manuseio correto de aparelhagem e equipamento (refluxo, agitação, resfriamento, atmosfera
anidra ou inerte, adição de sólidos, líquidos ou gases, destilação, etc.); purificação e
preparação de reagentes e solventes orgânicos; descarte de produtos químicos; métodos de
purificação e separação: recristalização, destilação, extração, filtração, cromatografia; métodos
físicos de identificação de compostos orgânicos; reações de alcenos/alcinos e dienos; reações
de alcanos; reações de eliminação e substituição, reações de álcoois e éteres.
OBJETIVOS
Estudar e conhecer procedimentos fundamentais do laboratório de Química Orgânica e
reações químicas.
BIBLIOGRAFIA
ALLINGER, N.L., et al - Química orgânica. 2ª. ed. Rio de Janeiro, Guanabara Dois, 1978.
Gonçalves, D. et al., Química Orgânica Experimental, 1ª Ed., Editora MacGraw-Hill., São
Paulo, SP, 1988.
MORRISON, R.; BOYD, R.N. Química Orgânica. 9ª. ed. Lisboa, Fundação Calouste, 1990.
RODIG, O.R. Organic Chemistry Laboratory – Standard & Microscale Experiments.
Saunders College Publishing, USA, 1997

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ634 Físico-Química I 4.4.0 60 IEQ614
EMENTA
Gases. Leis da termodinâmica clássica. Espontaneidade e equilíbrio químico.
OBJETIVOS
Conhecer e entender aplicações dos fundamentos da Físico-Química.
BIBLIOGRAFIA
ALBERTY, R.A. & DANIELS, F. Physical Chemistry. 5ª ed., John Wiley, New York, 1980.
ATKINS, P.W. Físico-química. Vol. 1, 7ª ed., Livros Técnicos e Científicos (tradução da 7ª
Edição Americana), Rio de Janeiro, 2003.
BALL, D. W. Físico-Química, v. 1, 2005, Thomson, 2005. ISSN: 8522104182.
CASTELLAN, G. Fundamentos de Físico-Química. 1. ed., Livros Técnicos e Científicos, Rio
de Janeiro, 1986.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FAA011 Introdução à Administração 4.4.0 60 -
EMENTA
Introdução. Funções administrativas: planejamento, organização, direção e controle.
Administração de tecnologia e da inovação.
OBJETIVOS
Oferecer ao aluno, através da apresentação das diversas teorias das organizações e da sua
administração, um leque de diferentes alternativas de abordagens acerca da administração das
organizações.
BIBLIOGRAFIA

MAXIMIANO, A. C. A. (2007). Introdução à Administração. 7a ed. Atlas.

SNELL, S. A. e Bateman, T. (1998). Administração: Construindo Vantagem Competitiva.


Atlas.

CHIAVENATO, I. (2009). Administração nos Novos Tempos. 2a ed. Campus.

MONTANA, P. J. e Charnov, B. (2010). Administração. Série Essencial. 3a ed. Saraiva.

STONER, J. A. F. e Freeman, R. E. (1999). Administração. 5a ed. LTC.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTC222 Mecânica I 6.6.0 90 IEM012
EMENTA
Estática: conceitos de força e momento. Sistemas de forças; equivalência e equilíbrio.
Equilíbrio de partículas no plano. Equilíbrio de partículas no espaço. Equilíbrio de corpos
rígidos no plano e no espaço; apoios e vínculos; equações de equilíbrio. Geometria das
massas: momentos estáticos; centróides e baricentros; momentos e produtos de inércia.
Análise de treliças isostáticas. Análise de vigas e cabos. Atrito. Método dos trabalhos virtuais.
OBJETIVOS
Solucionar problemas de equilíbrio de corpos rígidos, utilizando os conhecimentos básicos de
álgebra vetorial. Determinar as principais características geométricas de figuras planas.
BIBLIOGRAFIA
BEER, Ferdinand P. & JOHNSTON JR., Edward R. Mecânica Vetorial para Engenheiros.
Estática. 5ª Edição, São Paulo: Makron Books, 1994.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
MERIAM, James L. Estática. 5ª Edição. São Paulo: LTC Editora, 2004
HIBBELER, Russell C. Estática: Mecânica Para Engenharia. 10ª ed. PEARSON, 2005.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTE057 Eletricidade Geral 4.4.0 60
EMENTA
Natureza da Eletricidade. Lei de Ohm e potência. Circuitos série, paralelo e mistos. Leis de
Kirchoff. Análise de circuitos em corrente contínua. Fundamentos do eletromagnetismo:
Capacitância e dielétricos, circuitos magnéticos, indutância, lei de Faraday-Lenz e perdas no
ferro. Análise de circuitos em correntes alternadas. Circuitos trifásicos. Noções de
transformadores, máquinas de indução, síncronas e de corrente contínua. Fundamentos de
acionamentos elétricos. Laboratório
OBJETIVOS
Fornecer ao aluno noções de circuitos elétricos, transformadores e máquinas de indução, bem
como familiarizá-lo com o uso de equipamentos elétricos e eletrônicos para medida de
grandezas elétricas e mecânicas.
BIBLIOGRAFIA
IRWIN, J. David (2000). Análise de circuitos em engenharia. 4a ed., Makron.
EDMINISTER, J.A. (1991). Circuitos elétricos. 2a ed., Ed. Makron.

50
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5º Período

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTE058 Laboratório de Eletricidade Geral 1.0.1 30 IEF102
EMENTA
Medição de grandezas elétricas, noções de metrologia, precisão e exatidão. Instrumentos de
medição elétrica analógicos e digitais: Voltímetro, amperímetro, ohmímetro e osciloscópio.
Gerador de funções. Leis de Kirchhoff e Lei de Ohm, divisor de tensão, divisor de corrente,
ponte de Wheatstone, superposição, circuitos de equivalentes de Thévenin e Norton.
Determinação de constante de tempo RC e RL. Simulação de circuitos RC, RL e RLC.
Verificação experimental dos modelos fasoriais para circuitos de corrente alternada.
Ressonância
OBJETIVOS
Realizar diversas experiências; Medir e analisar grandezas elétricos envolvidas em sistemas
trifásicos equilibrados ou desequilibrados.
BIBLIOGRAFIA
IRWIN, J. David (2000). Análise de circuitos em engenharia. 4a ed., Makron.
EDMINISTER, J.A. (1991). Circuitos elétricos. 2a ed., Ed. Makron.

51
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ021 Fenômenos de Transporte I 4.4.0 60 IEF101
EMENTA
Estática e cinemática de fluidos. Equações gerais da dinâmica dos fluidos. Análise
dimensional e similaridade. Escoamento laminar e turbulento. Camada limite. Escoamento
irrotacional. Escoamento em Dutos.
OBJETIVOS
Fornecer os fundamentos da Mecânica dos Fluidos visando a resolução de problemas
relacionados à estática e escoamento de fluidos incompressíveis
BIBLIOGRAFIA
BENNETE. Fenômenos de Transporte. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
GEANKOPLIS, C. J., Transport Processes and Unit Operations, 3rd ed., Prentice-Hall
International, Inc., 1993.
BIRD, R. B.; STEWART, W. E., LIGHTFOOT, E. N., Transport Phenomena, John Wiley &
Sons, Inc., 1960.

52
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTP016 Metrologia e Instrumentação 4.3.1 75 IEF102
EMENTA
Metrologia para engenheiros; Fundamentos de Metrologia Legal, Científica e Industrial;
Métodos de medição; Módulos de sistemas de medição; Características estáticas e dinâmicas
de sistemas de medição; Confiabilidade Metrológica: erros e incertezas de medição.
Instrumentos para medição de pressão, temperatura, vazão e nível; noções básicas sobre
controle de processos industriais. Princípio funcional de transdutores; Automação da Medição;
Avaliação da exatidão geométrica de máquinas automatizadas, Controle de Qualidade
OBJETIVOS
Interpretar e compreender manuais e catálogos de instrumentos de medição de grandezas
mecânicas (pressão, temperatura, vazão e nível); conhecer a terminologia utilizada em
instrumentação industrial; conhecer o princípio de funcionamento dos diversos tipos de
medidores de grandezas de processos industriais. Realizar procedimentos de calibração e
levantamento das características dos instrumentos. Identificar os componentes principais de
uma malha de controle, como o controlador funciona, e os principais modos de controle
utilizados (controle proporcional, integral e derivativo).
BIBLIOGRAFIA
MORRIS, Alan. S Measurement and Instrumentation Principles, 3a Ed. Ed. Elsevier, 2001.
ISBN: 0 7506 5081 8
BOLTON, W. Measurement and Instrumentation Systems. Ed. Butterworth-Heinemann, 1998.
ISBN: 0750631147.
LIRA, F. A. Metrologia na Indústria. Ed. Erica, 2001. ISBN: 857194783X
FIALHO, A. B. Instrumentação Industrial – Conceitos Aplicações e Testes, Ed. Erica, 2004.
ISBN: 8571949220
Albertazzi, A. Sousa, A. R. - Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. Ed. Manole,
2008. ISBN: 978-85-204-2116-1
DOEBELIN, E. O. Measurement Systems Application and Design, 5a. Ed. New York:
McGraw-Hill, 2003. ISBN: 0072990724

53
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ003 Princípios dos Processos Químicos 4.4.0 60 IEM021
EMENTA
Balanços materiais em processo não reativos e reativos, em estado estacionário e não
estacionário. Balanços de energia em processos reativos e não reativos em estado estacionário
e não estacionário. Balanços combinados de massa e energia, estudo de casos.
OBJETIVOS
Propiciar o conhecimento e domínio dos conceitos fundamentais de Engenharia Química para
melhor compreender e aplicar os princípios da estequiometria e efetuar balanços de massa e
energia em processos químicos industriais; construir e interpretar fluxogramas de processo
com base nos balanços de massa e energia; executar cálculos envolvendo propriedades
termodinâmicas de substâncias puras.
BIBLIOGRAFIA
HIMMELBLAU, D. Engenharia Química: Princípios e Cálculos, 6ª ed., PHB,
RJ, 1998.
THOMPSON , E.V.; CERCLER W. H. Introduction to Chemical Engineering
McGraw-Hill, Chemical Engineering series, 1977.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ026 Termodinâmica 4.4.0 60IEQ634
EMENTA
A Primeira Lei da Termodinâmica e Outros Conceitos Básicos; Propriedades Volumétricas
dos Fluidos Puros; Efeitos Térmicos; A Segunda Lei da Termodinâmica; Propriedades
Termodinâmicas dos Fluidos; Termodinâmica dos Processos de Escoamento. Sistemas de
Composição Variável: Comportamento Ideal; Sistemas de Composição Variável:
Comportamento Não-Ideal; Equilíbrio de Fases em Pressões Baixas e Moderadas;
Termodinâmica de Soluções; Propriedades Termodinâmicas e o ELV a Partir de Equações de
Estado; Equilíbrio Químico.
OBJETIVOS
Fornecer subsídios e propiciar conhecimentos referentes à determinação da energia envolvida
em transformações físico-químicas, equilíbrio de fase e equilíbrio de reações químicas.
BIBLIOGRAFIA
SMITH, J. M.; VAN NESS, H. C. Introdução à Termodinâmica da Engenharia Química, 3ª
ed.,
Editora Guanabara Dois S.A., 1980.
VAN WYLEN, G. J.; SONNTAG, R. E. Fundamentos da Termodinâmica Clássica, 1ª Ed.,
Editora Edgard Blucher Ltda, 1973.
SANDLER, S. I. Chemical and Engineering Thermodynamics, 2ª ed., John Wiley & Sons,
1989.
GMEHLING, J. ; KOLBE, B. Thermodynamic, 1ªt ed., Georg Thieme verlag, 1988.
LEVENSPIEL, O. Termodinâmica Amistosa para Engenheiros. Edgard Blucher.
VAN NESS, H. C.; SMITH, J. M.; ABBOTT, M. M. Introdução à Termodinâmica da
Engenharia Química. LTC, 1996.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ363 Físico-Química Experimental 2.0.2 60 IEQ634
EMENTA
Métodos de mínimos quadrados. Práticas experimentais aplicadas em termodinâmica química
(calores de reação), equilíbrios químicos, propriedades coligativas e cinética química de
reações.
OBJETIVOS
Desenvolver práticas experimentais que enfatizem fenômenos físico-químicos de
termodinâmica química, equilíbrios químicos, propriedades coligativas e cinética química de
reações.
BIBLIOGRAFIA
ATKINS, P. W. Physical Chemistry. 5ª ed., Oxford, Oxford University Press, 1994.
Sétima edição em português.
BUENO, L.Degreve. Manual de Laboratório de Físico-Química, McGraw-Hill do Brasil,
1980.
CHAGAS, Aécio P. Termodinâmica Química. Editora da Unicamp, Campinas, 1999.
RENATO, N. Rangel. Práticas de Físico-Química, Editora Edgard Blucher, 2006.
G. W. Castellan. Físico-Química, Ao livro Técnico SA, Rio de Janeiro, 1972, volumes 1 e 2.

56
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTL109 Gestão Ambiental 4.4.0 60 -
EMENTA
A problemática ambiental global. Histórico, conceito e evolução do gerenciamento ambiental.
A conscientização ambiental. Sistemas de gestão ambiental. Auditorias ambientais. Rotulagem
ambiental. Analise do ciclo da vida. Certificação ambiental.
OBJETIVOS
Apresentar e executar a implantação de um sistema de gestão ambiental aos moldes propostos
pelas normas ABNT Serie ISSO 14001, bem como seu histórico e evolução do gerenciamento
ambiental.
BIBLIOGRAFIA
TAKESHY, Tachizawa, ANDRADE, Rui Otávio Bernardes de, CARVALHO, Ana Barreiros
de. Gestão ambiental-Enfoque estratégico aplicado ao Desenvolvimento sustentável. São
Paulo : Pearson, 2002.
TAKESHY, Tachizawa. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa. São
Paulo : Atlas, 2002.
MELO NETO, Francisco P. e FROES, César. Gestão da responsabilidade social
corporativa. Rio de Janeiro : Qualitymark, 2005.
BARBIERI, José Carlos. Gestão Ambiental Empresarial. São Paulo : Saraiva, 2004.
BELLEN, Hans Michael Van. Indicadores de Sustentabilidade. Rio de Janeiro : Editora
FGV, 2005.
CALLENBACH, Ernest, et. al. Gerenciamento ecológico. São Paulo: Cultrix/Amana, 1993.
DONAIRE, Denis. Gestão ambiental na empresa. São Paulo : Atlas, 1995.
KINLAW, Dennis, C. Empresa competitiva e ecológica. São Paulo: Makron Books, 1997.
MAIMON, Dalia. Passaporte verde: gerência ambiental e competitividade. Rio de Janeiro:
Qualitymark, 1996.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

6º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
FTQ011 Cinética e Reatores I 4.4.0 60 FTQ003
EMENTA
Introdução; Cinética das Reações Homogêneas; Interpretação dos Dados de Reatores
Descontínuos; Introdução ao Projeto de Reatores; Reatores Ideais para Reações Simples;
Projeto para Reações Simples; Projeto para Reações Paralelas; Projeto para Reações
Múltiplas; Efeitos de Temperatura e Pressão; Fundamentos do Escoamento Não-Ideal; Modelo
de Dispersão.
OBJETIVOS
Proporcionar conhecimentos em cinética de reações visando o cálculo de reatores, bem como
a caracterização dos diversos tipos de reatores utilizados na indústria química
BIBLIOGRAFIA
FOGLER, H. S. Elements of Chemical Reaction Engineering, PrenticeHall, 1992.
LEVENSPIEL, O. Chemical Reaction Engineering, 2nd ed., John Wiley & Sons, Inc., 1972.
SMITH, J. M., Chemical Engineering Kinetics, 3rd ed., International Student Edition,
McGraw-
Hill International Book Co., 1981.
FROMENT, G. F.; BISCHOFF, K. B., Chemical Reactor Analysis and Design, Wiley, 1972.

58
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTP019 Controle e Simulação de Processos 4.4.0 60 FTP016
EMENTA
Modelagem e Simulação de Processos Químicos e Bioquímicos. Meios e Técnicas de
Simulação: Simuladores. Usos e Aplicações. Modelos de Balanços de População. Modelos em
Funções de Transferência e Modelos não Lineares. Efeitos de Perturbações.
Controle de Reatores em Batelada e Batelada Alimentada. Controle de Reatores Contínuos.
OBJETIVOS
Avaliar e resolver problemas de processos químicos industriais visando à melhoria ou à
alteração destes por meio da modelagem e simulação de processos. Modelar um processo
industrial e utilizar os simuladores comerciais existentes no mercado. Distinguir e interpretar
modelos matemáticos. Selecionar métodos numéricos apropriados para a resolução de
modelos matemáticos. Distinguir os simuladores comerciais existentes e saber selecionar o
mais adequado. Analisar processos estacionários e dinâmicos. Analisar fluxogramas de
processos industriais. Buscar informações relacionadas à modelagem de processos industriais,
localizando-as, identificando-as e reunindo-as de forma integrada e organizada. Compreender
o significado das informações relacionadas à prática da engenharia de processos encontradas
em textos, esquemas e figuras de revistas, livros, jornais, enciclopédias, dicionários técnicos,
handbooks, internet, patentes e relatórios técnicos, posicionando-se sempre criticamente em
relação às informações encontradas. Trabalhar e debater em grupo. Perceber a importância da
análise constante dos processos industriais. Posicionar-se criticamente enquanto engenheiro e
cidadão.Perceber-se como agente responsável pelo desenvolvimento da engenharia e do
próprio Brasil.
BIBLIOGRAFIA
Barczak, C.L., Controle digital de sistemas dinâmicos. Ed. Edgar Blücher Ltda., 1995.
Bhattachartyya, S. P.; Chapellat, H.; Keel, L. H., Robust Control- The parametric approach.
Prentice hall PTR, 1995.
Johnson, C. D., Process control instrumentation technology. John Willey&Son, 1982.
Marlin, T.E., Process Control-designing process and control systems for dynamic
performance.
McGraww-Hill International Editions, 1995.
Oggunnaike, B.ª; Ray, W.H., Process dynamics, modeling and control. Oxford University
Press, 1994.

59
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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ022 Fenômenos de Transporte II 4.4.0 60 FTQ021
EMENTA
Transferência de calor por condução, convecção e radiação. Analise térmica em trocas de
calor Estudo da transferência de calor em regime estacionário e transiente. Análise
dimensional.
OBJETIVOS
Fornecer os conceitos fundamentais envolvidos na Transferência de Calor que permitam a
análise de processos e o projeto de equipamentos onde esses fenômenos de transporte sejam
importantes.
BIBLIOGRAFIA
CREMASCO, M. A., Fundamentos de Transferência de Massa, 1ª ed., Editora da UNICAMP,
1998.
INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e Massa, 3a
ed.,Guanabara Dois, 1992.
GEANKOPLIS, C. J., Transport Processes and Unit Operations, 3rd ed., Prentice-Hall
International, Inc., 1993.
SHERWOOD, T. K., PIGFORD, R. L.; WILKE, C. R., Mass Transfer, McGraw-Hill Book
Co.,1985.
BIRD, R. B.; STEWART, W. E., LIGHTFOOT, E. N., Transport Phenomena, John Wiley &
Sons, Inc., 1960.
CUSSLER, E. L., Diffusion: Mass Transfer in Fluid Systems ,Cambridg

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ004 Operações Unitárias I 4.4.0 60 FTQ003
EMENTA
Equipamentos para o transporte de fluidos: bombas, válvulas, compressores. Dinâmica de
partículas. Colunas de recheio. Fluidização. Transporte hidráulico e pneumático. Filtração.
Sedimentação. Centrifugação. Tratamento e separação de sólidos. Precipitação eletrostática.
Flotação. Agitação e mistura.
OBJETIVOS
Identificar as diferentes Operações Unitárias que envolvem Transporte de Quantidade de
Movimento e Separações Mecânicas, suas particularidades e características próprias, e aplicar
os procedimentos de cálculo relacionados ao seu dimensionamento e/ou com a análise de
situações operacionais
BIBLIOGRAFIA
GOMIDE, R. Operações Unitárias. Edição do Autor, 1º e 3º vol., 1980.
McCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit Operations of Chemical Engineering, 5
th ed., McGraw-Hill International Editions, 1993.
FOUST, A.S.; WENZEL, L.A.; CLUMP, C.W.; MAUS, L.; ANDERSEN, L.B. Principles of
Unit Operations, 2nd ed., John Wiley & Sons, 1980.
MASSARANI, G. Filtração. Rio de Janeiro: Publicação didática, COPPE/UFRJ, 1978.
MASSARANI, G. Problemas em Sistemas Particulados. Editora Edgard Blucher Ltda, 1984.
MASSARANI G. Fluidodinâmica em Sistemas Particulados. Rio de Janeiro: Editora UFRJ,
1997.
PERRY, R.H.; GREEN, D.W. MALONEY, J.O. Perry’s Chemical Engineer’s Handbook, 7th
ed., McGraw-Hill, 1997.
GEANKOPLIS, C.J. Transport Processes and Unit Operations, 3rd ed, Prentice-Hall
International, Inc., 1993.

61
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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IHS026 Sociologia do Trabalho e Ética 4.4.0 60 -
EMENTA
Trabalho, tecnologia e ciência. O modo de produção e a organização do processo de trabalho.
A ciência e a técnica como forças produtivas. Máquina. Formas antigas e atuais de
organização do trabalho. Emprego e estudo das cargas física, cognitiva e psíquica do trabalho.
A ética no setor industrial, suas implicações e benefícios. Movimento sindical no Brasil. A
nova divisão internacional do trabalho e organização da Zona Franca: caso de Manaus.
OBJETIVOS
Conduzir grupos, com o entendimento dos fenômenos psicossociais neles ocorrentes.
Empregar técnicas para a tomada de decisões, atitudes, liderança e comunicação. Atuar com
dinamismo e ética nos problemas humanos das organizações.
BIBLIOGRAFIA
ANTUNES, Ricardo. Adeus ao Trabalho? Ensaios sobre as Metamorfoses e a Centralização
do Mundo do Trabalho. São Paulo: Cortez, 1998.
––––. O que é sindicalismo. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1987.
CHAUÍ, Marilena. O que é Ideologia. São Paulo: Ed. Brasiliense, 1989.
CODO, Wanderley. O que é Alienação. São Paulo: Ed. Brasiliense.
COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução à Ciência da Sociedade. São Paulo: Ed. Moderna,
1997

62
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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ032 Caracterização e Tratamento de Resíduos 4.4.0 60 IEQ049
EMENTA
Caracterização de despejos industriais. Princípios da oxidação biológica. Tratamento primário,
secundário e terciário de efluentes. Resíduos sólidos. Poluição atmosférica. Estudos de caso de
tratamento biológico de resíduos.
OBJETIVOS
Conhecer e compreender os fundamentos teóricos, conceituais e históricos implicados no
tratamento dos resíduos e sua implementação organizacional, social e tecnológica.
BIBLIOGRAFIA
Borges de Castilhos, A.Jr.(Coordenador). Resíduos Sólidos Urbanos: Aterro Sustentável para
Municípios de Pequeno Porte, Rio de Janeiro, ABES, RIMA Editora, 2003, 294 p.
Calderoni, S. O$ Bilhõe$ Perdido$ no Lixo, Humanitas Editora, Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas/USP, São Paulo, 1997. 348p.
Castilhos Jr., A. B., LANGE, L. C., GOMES, L. P., PESSIN, N. Resíduos sólidos urbanos:
aterro sustentável para municípios de pequeno porte. Rio de Janeiro: ABES, 2003.
Castro Neto, P. P.- Os solos sob o ponto de vista da engenharia. Companhia de Tecnologia e
Saneamento Ambiental- Cetesb, São Paulo - SP, 1984, 31 p.
Cetesb - Curso básico para gerenciamento de sistemas de resíduos sólidos. Companhia de
Tecnologia de Saneamento Ambiental - CETESB, São Paulo - SP, junho de 1982, 245 p.
CNEH- Guide technique pour la gestion et l,elimination des déchets hospitaliers. Centre
national de l,equipement hospitalier, cahier technique nº 21, Paris, mai 1982, 55 p.
DoE- Clinical wastes. Departement of Environment - Waste management paper nº 25,
London, 1983, 56 p.
EIGENHEER, E. M., (org.) Coleta seletiva de lixo: experiências brasileiras, n. 2,
UFF/CIRS/Ecomarapendi, Rio de Janeiro, 1998. 208p.
FUNASA. Manual de Saneamento. 3a. Edição Revisada, Brasília: Fundação Nacional de
Saúde, 2004, 408 p.
IBAM. Manual de Gerenciamento Integrado de resíduos sólidos. Coordenação técnica Victor
Zular Zveibil. Rio de Janeiro: IBAM, 2001, 200 p.
IPT/ CEMPRE. Lixo Municipal - Manual de Gerenciamento Integrado. 2º Edição. São Paulo –
SP. 2000.
LIMA, J.D. Gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil. João Pessoa – PB, 2003, 267 p
Lima, L.M.- Tratamento de Lixo. Editora Hemus, São Paulo - SP, 1985, 240 p.
Lima. J.D. Gestão dos resíduos sólidos urbanos no Brasil. Rio de Janeiro, ABES, 267 P.
Mendonça, R.- A incineração como forma de disposição final do lixo. Iº Simpósio paranaense
de destinação final de resíduos sólidos urbanos, Curitiba - Pr., 09 - 12 novembro 1983, 05 p.
Mic/Cdi.- Reciclagem e recuperação de materiais. Ministério da industria e comércio -
conselho de desenvolvimento industrial, Brasília - DF, 1982, 117 p.
Minter/Cndu.- Limpeza pública. Ministério do interior - Conselho nacional de
desenvolvimento urbano, São Paulo - SP, 1979, 126 p.

63
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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTL336 Engenharia Econômica 4.4.0 60 -
EMENTA
O ambiente econômico. Relações preço-demanda e custo-volume. Lei da oferta e da procura.
Relações entre juros e pagamentos. Valor e depreciação. Engenharia financeira. Elementos de
custo de um projeto. Métodos de análise de projetos: taxa mínima de atratividade, valor
presente líquido. Engenharia do valor, Eficiência físico-econômica e processos de
Engenharia. Risco, incerteza e sensibilidade. A questão ambiental. Principais determinantes
socioeconômicos e tecnológicos da demanda de energia nos setores consumidores.
Desagregação da demanda de energia por usos finais. Métodos de análise do consumo de
energia. Análise econômica de produção e geração de energia.
OBJETIVOS
Utilizar as técnicas e ferramentas de Engenharia Econômica na prática de Engenharia.
BIBLIOGRAFIA
CASAROTTO Filho, Nelson & Koppitke, Bruno Harmut. Análise de investimentos. São
Paulo, Atlas, 2007.
SOBRINHO, José Dutra Vieira. Matemática financeira. São Paulo, Atlas, 2000.

64
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FACULDADE DE TECNOLOGIA

7º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
FTQ014 Cinética e Reatores II 4.4.0 60
FTQ011
EMENTA
Introdução; Catálise e Reatores Catalíticos; Efeitos da Difusão Externa sobre as Reações
|Heterogêneas; Difusão e Reação em Catalisadores Porosos; Reatores Catalíticos de Leito
Fixo para Reações Fluido-Sólido; Reatores para Reações Fluido-Sólido Não-Catalíticas;
Reatores de Leito Fluidizado e Outros Reatores com Movimento das Partículas para Reações
Fluido-Sólido; Reatores para Reações Fluido-Fluido; Reatores Trifásicos.
OBJETIVOS
Aprofundar os conhecimentos em cinética de reações visando o cálculo e dimensionamento e
caracterização dos diversos tipos de reatores utilizados na indústria química
BIBLIOGRAFIA
FOGLER, H. S. Elements of Chemical Reaction Engineering, PrenticeHall, 1992.
LEVENSPIEL, O. Chemical Reaction Engineering, 2nd ed., John Wiley & Sons, Inc., 1972.
SMITH, J. M., Chemical Engineering Kinetics, 3rd ed., International Student Edition,
McGraw-
Hill International Book Co., 1981.
FROMENT, G. F.; BISCHOFF, K. B., Chemical Reactor Analysis and Design, Wiley, 1972.

65
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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ023 Fenômenos de Transporte III 4.4.0 60 FTQ022
EMENTA
Difusividade e mecanismos de transferência de massa. Balanços de massa. Difusão em regime
permanente sem reação química. Difusão com reação química. Difusão em regime transiente.
Transferência de massa por convecção. Transferência de massa entre fases.
OBJETIVOS
Fornecer fundamentos de transferência de massa que permitam a análise de processos e o
projeto de equipamentos onde esses fenômenos de transporte sejam importantes.
BIBLIOGRAFIA
Cremasco, M. A., ''Fundamentos de Transferência de Massa'', 1ª ed., Editora da UNICAMP,
1998.
Incropera, F. P. e DeWitt, D. P., ''Fundamentos de Transferência de Calor e Massa'', 3a ed.,
Guanabara Dois, 1992.
Geankoplis, C. J., ''Transport Processes and Unit Operations'', 3rd ed., Prentice-Hall
International, Inc., 1993.
Sherwood, T. K., Pigford, R. L. e Wilke, C. R., ''Mass Transfer'', McGraw-Hill Book Co.,
1985.
Bird, R. B. ,Stewart, W. E., Lightfoot, E. N., ''Transport Phenomena'', John Wiley & Sons,
Inc., 1960.
Cussler, E. L., ''Diffusion: Mass Transfer in Fluid Systems'' ,Cambridge Univ. Press, 1984.

66
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTP017 Laboratório de Automação e Controle de 4.4.0 60 FTP019
Processos
EMENTA
Aspectos históricos e evolução tecnológica. Universo da automação industrial e perspectivas.
Controle de processo e automação da manufatura. Processos e modelos de processos. Mercado
de trabalho atual, perspectivas e desafios para o engenheiro de controle e automação. Práticas
de controle e automação.
OBJETIVOS
Introduzir o aluno nas técnicas de controle de processos por computador e mostrar as
diferenças entre um sistema de controle contínuo e um sistema de controle discreto.
Apresentar metodologias para o controle de processos em batelada. Apresentar ao aluno os
avanços em controle de processo usando técnicas de controle preditivo. Introduzir noções de
instrumentação e dos controladores digitais de processo. Analisar estruturas de controle
moderno mais utilizados nas principais operações da indústria química
BIBLIOGRAFIA
Conforme o conteúdo da disciplina.

67
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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ007 Operações Unitárias II 4.4.0 60 IEQ363
EMENTA
Destilação. Extração. Lixiviação. Absorção. Operações em estágios e em colunas de recheio.
OBJETIVOS
Identificar as diferentes Operações Unitárias que envolvem princípios termodinâmicos, suas
particularidades e características próprias, e aplicar os procedimentos de cálculo relacionados
ao seu dimensionamento e/ou com a análise de situações operacionais.
BIBLIOGRAFIA
GOMIDE, R. Operações Unitárias. Edição do Autor, 1º e 3º vol., 1980.
McCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit Operations of Chemical Engineering, 5
th ed., McGraw-Hill International Editions, 1993.
FOUST, A.S.; WENZEL, L.A.; CLUMP, C. W.; MAUS, L.; ANDERSEN, L.B. Principles of
Unit Operations, 2nd ed., John Wiley & Sons, 1980.
MASSARANI, G. Filtração. Rio de Janeiro: Publicação didática, COPPE/UFRJ, 1978.
MASSARANI, G. Problemas em Sistemas Particulados. Editora Edgard Blucher Ltda, 1984.
MASSARANI, G. Fluidodinâmica em Sistemas Particulados. Rio de Janeiro: Editora UFRJ,
1997.
PERRY, R.H.; GREEN, D.W. MALONEY, J.O. Perry’s Chemical Engineer’s Handbook, 7th
ed., McGraw-Hill, 1997.
GEANKOPLIS, C.J. Transport Processes and Unit Operations, 3rd ed, Prentice-Hall
International, Inc., 1993.

68
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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ009 Processos Químicos Orgânicos 4.4.0 60 FTQ003
EMENTA
Introdução a industria química orgânica. Conceituação da cadeia produtiva. Matérias-prima.
Industria petroquímica, carboquímica e oleoquímica. Produtos petroquímicos básicos,
intermediários e finais. Processos orgânicos industriais. Estudo de caso: variáveis do processo,
etapas de processamento, fluxograma de processo. Industria de química fina. Aspectos
econômicos e impactos ambientais.
OBJETIVOS
Apresentar de forma detalhada os principais processos químicos orgânicos industriais focando
sua inter-relação de modo a proporcionar ao aluno uma visão sistêmica de todo processo bem
como suas interconexões.
BIBLIOGRAFIA
HIMMELBLAU, D. M., Engenharia Química Princípios e Cálculos, 6a Edição, Prentice Hall
do Brasil

FELDER, R. M., & ROUSSEAU, R. W., Princípios Elementares dos Processos Químicos, 3a
Edição, Editora LTC.

GOMIDE, R., Estequiometria Industrial, 2a Edição, 1979.

WEISSERMEL, K; ARPE, H.-J. Industrial Organic Chemistry; USA: Wiley Company-VCH


Ed., 2000.

SHREVE, R. N; BRINK, J. A. Indústria de Processos Químicos; RJ: Editora Guanabara,


2000.

69
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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTH041 Engenharia de Segurança 3.2.1 60 -
EMENTA
Introdução à Engenharia de Segurança. Evolução histórica, conceitos e definições
fundamentais da Engenharia de Segurança. Legislação e normas regulamentadoras. Agentes
ambientais. Insalubridade. Periculosidade. Prevenção e combate a incêndios. Estudo de casos
e aplicações práticas.
OBJETIVOS
Conceituar, identificar, caracterizar e analisar aspectos relacionados à Engenharia de
Segurança. Identificar, caracterizar e analisar os agentes ambientais (físico, químicos,
biológicos e antrópicos) causadores de riscos e/ou acidentes de trabalho, bem como definir
soluções adequadas para prevenir tais ocorrências e para reduzir/corrigir seus impactos.
Projetar e desenvolver algumas ações de segurança no trabalho, utilizando criticamente a
legislação e as normas regulamentadoras pertinentes.
BIBLIOGRAFIA
Manual de legislação Atlas: segurança e medicina do trabalho (leis, normas e textos
atualizados).
SOUNIS, Emílio. Manual de higiene e medicina do trabalho.
ZOCCHIO, Álvaro. ABC da prevenção de acidentes.
MACINTYRE, Archibald Joseph. Instalações hidráulicas.

70
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8º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
IHE130 Inglês Instrumental I 4.4.0 60 -
EMENTA
Estudo do discurso de textos autênticos de interesse geral e específico. Noções e funções
do texto. Estratégias de leitura. Análise do sistema lingüístico-gramatical da língua
inglesa.
OBJETIVOS
Capacitar os alunos a usar devidamente as técnicas e estratégias de leitura que lhes facilitem
a compreensão de textos de interesse geral e específico de sua área acadêmica.
Ao final do curso os alunos deverão estar habilitados a:
• Ler um texto rapidamente para obter a idéia geral (SKIMMING);
• Ler um texto rapidamente para localizar informações específicas (SCANNING);
• Ler um texto cuidadosamente para encontrar os pontos gramaticais;
• Ler um texto detalhadamente para total compreensão;
• Ler um texto cuidadosamente para fazer julgamentos críticos;
• Ativar o conhecimento prévio na leitura.
BIBLIOGRAFIA
Contemporary English Dictionary, 1997.

MURPHY, R. (1990). Essential Grammar in Use. Cambridge University Press.

OLIVEIRA, S. R. F. (1998). Estratégias de Leitura para Inglês Instrumental. Editora UNB.

RANGEL, M. (1990). Dinâmicas de Leitura para sala de aula. Vozes.

SILVA, J. A. C.; Garrido, M. L. e Barreto, T. P. (1995). Inglês Instrumental: Leitura e


Compreensão de Textos. Centro Editorial e Didático da UFBA.

VIEIRA, L. C. F. (1999). Projeto Ensino de Inglês Instrumental. UFC.

71
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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ013 Operações Unitárias III 4.4.0 60 FTQ004
EMENTA
Equipamentos para troca térmica. Combustão. Geração de vapor. Evaporação. Cristalização.
Psicrométrica. Secagem. Refrigeração. Torres de resfriamento.
OBJETIVOS
Identificar as diferentes Operações Unitárias que envolvem princípios de transferência de
calor, suas particularidades e características próprias, e aplicar os procedimentos de cálculo
relacionados ao seu dimensionamento e/ou com a análise de situações operacionais.
BIBLIOGRAFIA
GOMIDE, R. Operações Unitárias. Edição do Autor, 1º e 3º vol., 1980.
McCABE, W. L.; SMITH, J. C.; HARRIOTT, P. Unit Operations of Chemical Engineering, 5
th ed., McGraw-Hill International Editions, 1993.
FOUST, A.S.; WENZEL, L.A.; CLUMP, C. W.; MAUS, L.; ANDERSEN, L.B. Principles of
Unit Operations, 2nd ed., John Wiley & Sons, 1980.
MASSARANI, G. Filtração. Rio de Janeiro: Publicação didática, COPPE/UFRJ, 1978.
MASSARANI, G. Problemas em Sistemas Particulados. Editora Edgard Blucher Ltda, 1984.
MASSARANI, G. Fluidodinâmica em Sistemas Particulados. Rio de Janeiro: Editora UFRJ,
1997.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ006 Processos Químicos Inorgânicos 4.4.0 60 FTQ003
EMENTA
Introdução as principais indústrias de base. Tratamento de minérios. Fabricação de
aglomerantes. Materiais cerâmicos e refratários. Indústria do vidro. Mercado e matéria-prima.
Abordagem da termodinâmica, balanço de massa e energia. Aspectos ambientais.
OBJETIVOS
Apresentar de forma detalhada os principais processos químicos inorgânicos industriais
focando sua inter-relação de modo a proporcionar ao aluno uma visão sistêmica de todo
processo bem como suas interconexões.
BIBLIOGRAFIA
HIMMELBLAU, D. M., Engenharia Química Princípios e Cálculos, 6a Edição, Prentice Hall
do Brasil

FELDER, R. M., & ROUSSEAU, R. W., Princípios Elementares dos Processos Químicos, 3a
Edição, Editora LTC.

GOMIDE, R., Estequiometria Industrial, 2a Edição, 1979.

WEISSERMEL, K; ARPE, H.-J. Industrial Organic Chemistry; USA: Wiley Company-VCH


Ed., 2000.

SHREVE, R. N; BRINK, J. A. Indústria de Processos Químicos; RJ: Editora Guanabara,


2000.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ030 Laboratório de Cinética 2.0.2 60 FTQ014
EMENTA
Atividades práticas relacionadas ao conteúdo programado das disciplinas cinética e reatores I
e II.
OBJETIVOS
Realização de experimentos para a aplicação e verificação de conceitos estudados nas
disciplinas cinética e reatores I e II, operações unitárias e modelagem.
BIBLIOGRAFIA
FOGLER, H. S. Elements of Chemical Reaction Engineering, PrenticeHall, 1992.
LEVENSPIEL, O. Chemical Reaction Engineering, 2nd ed., John Wiley & Sons, Inc., 1972.
SMITH, J. M., Chemical Engineering Kinetics, 3rd ed., International Student Edition,
McGraw-
Hill International Book Co., 1981.
FROMENT, G. F.; BISCHOFF, K. B., Chemical Reactor Analysis and Design, Wiley, 1972

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ031 Laboratório de Fenômenos de Transportes 2.0.2 60 FTQ023
EMENTA
Atividades práticas relacionadas ao conteúdo programado das disciplinas Fenômenos de
Transportes I, II, III.
OBJETIVOS
Realização de experimentos para a aplicação e verificação de conceitos estudados nas
disciplinas Fenômenos de Transportes I, II, III., operações unitárias e modelagem.
BIBLIOGRAFIA
BENNETE. Fenômenos de Transporte. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 1996.
GEANKOPLIS, C. J., Transport Processes and Unit Operations, 3rd ed., Prentice-Hall
International, Inc., 1993.
BIRD, R. B.; STEWART, W. E., LIGHTFOOT, E. N., Transport Phenomena, John Wiley &
Sons, Inc., 1960.
CREMASCO, M. A., Fundamentos de Transferência de Massa, 1ª ed., Editora da UNICAMP,
1998.
INCROPERA, F. P.; DEWITT, D. P., Fundamentos de Transferência de Calor e Massa, 3a
ed.,Guanabara Dois, 1992.
GEANKOPLIS, C. J., Transport Processes and Unit Operations, 3rd ed., Prentice-Hall
International, Inc., 1993.
SHERWOOD, T. K., PIGFORD, R. L.; WILKE, C. R., Mass Transfer, McGraw-Hill Book
Co.,1985.
BIRD, R. B.; STEWART, W. E., LIGHTFOOT, E. N., Transport Phenomena, John Wiley &
Sons, Inc., 1960.
CUSSLER, E. L., Diffusion: Mass Transfer in Fluid Systems ,Cambrid

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ034 Engenharia Bioquímica 2.0.2 60 FTQ009
EMENTA
Noções de microbiologia. Lipídios. Açucares. Aminoácidos e proteínas. Enzimas e cinética
enzimáticas. Reatores enzimáticos. Aplicações da catalise enzimática. Controle e cinética dos
processos fermentativos. Esterilização. Aeração. Ampliação de escala. Operações de
recuperação deprodutos.
OBJETIVOS
Conhecer os principais processos bioquímicos industriais.
BIBLIOGRAFIA
NILSEN, Jiens, VILLADSEN, John. Bioreaction Engineering Principles. New York: Plenum
Press, 1994.

MOSER, Anton. Bioprocess Technology: kinetics and reactors. New York: Springer-Verlag,
1988.

BAILEY, J.E., OLLIS, D.F. Biochemical Engineering Fundamentals. 2 ed. McGraw-Hill,


1986.

BORZANI, V; LIMA V.A; AQUARONE E. Engenharia Bioquímica. Vol. 3. São Paulo:


Edgard Blücher, 1975.

SCRIBAN, René. Biotecnologia. São Paulo: Manole, 1985.

SEGEL, Irwin H. Biochemical Calculations. 2 ed. New York: John Wiley, 1975.

WISEMAN, Alan (ed.).Handbook of Enzyme Biotechnology. Ellis Horwood, 1985.

WANG, I. C. D. et al. Fermentation and Enzyme Technology. New York: John Wiley, 1979.

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9º Período

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ025 Laboratório de Operações Unitárias 2.0.2 60 FTQ013
EMENTA
Práticas laboratoriais de operações unitárias e simulações de processos.
OBJETIVOS
Realização de experimentos para a aplicação e verificação de conceitos estudados nas
disciplinas de Fenômenos de Transporte, operações unitárias e modelagem.
BIBLIOGRAFIA
FOUST, A . S. et al. Princípios das operações unitárias. Trad. Horácio Macedo. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1982
MCCABE, W.L.; SMITH, J.C.; HARRIOTT, P. Unit operations of chemical engineering . 7.
ed.New York: McGraw-Hill, 2005.
MASSARANI, G. Problemas em sistemas particulados. 1. ed. Editora Edgard Blucher.
GEANKOPLIS, Christie J. Transport processes and separation process principles (includes
unit operations). 4. ed. Editora PRENTICE HALL. 2003.
WELTY, J. R. et al. Fundamentals of momentum, heat and mass transfer. 5. ed. Hoboken:
John Wiley & Sons.
LEVENSPIEL, O.; KUNII, D. Fluidization engineering. Editora Butterworth-Heineman.
1991.
PERRY, R.H.; GREEN, D.W. MALONEY, J.O. Perry’s Chemical Engineer’s Handbook, 7th
ed. McGraw-Hill, 1997.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTL519 Gestão de Qualidade 4.4.0 60| FAA011
EMENTA
Conceito, histórico, importância e evolução da Qualidade; Gestão e princípios da Qualidade
Total. Aspectos humanos da Qualidade. Processo: conceito, identificação e controle. Normas
da Família ISO. Prêmios da qualidade. Metodologias para melhoria da Qualidade. O ciclo
PDCA. Método para análise e solução de problemas (MASP). A metodologia 6 Sigmas. O
desdobramento da função Qualidade (QFD). As sete ferramentas da qualidade. As ferramentas
gerenciais da qualidade. Análise da Árvore de Falhas (FTA). Análise do Modo e Efeito das
Falhas (FMEA).
OBJETIVOS
Desenvolver uma visão estratégica da Qualidade demonstrando a relação entre os fatores
qualidade e custo. O conhecimento adquirido deverá orientar a atuação dos participantes como
agentes de mudanças em suas organizações, através das técnicas e metodologias para a
melhoria dos processos produtivos e de prestação de serviços
BIBLIOGRAFIA
Zylberstajn, D.; Scare,R.F. Gestão da Qualidade no Agribusiness. Ed. Atlas. São Paulo, 2003

Batalha, M.O. Gestão Agroindustrial tome 1. Ed. Atlas. São Paulo, 2001

Costa, A.F.B.; Epprecht,E.K.; Carpinelli, L.C.R.. Controle Estatístico de Qualidade.. ed.


Atlas. São Paulo, 2005

Bruce Brocka, B.; Brocka, M.S. Gerenciamento da Qualidade. Ed. Makron Books. 1994

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ019 Estágio Supervisionado 6.0.6 180 FTQ013
EMENTA
O estágio visa a assegurar a consolidação e a articulação das competências estabelecidas e o
contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo que conhecimentos,
habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais.
OBJETIVOS
Assegurar o contato do formando com situações, contextos e instituições, permitindo que
conhecimentos, habilidades e atitudes se concretizem em ações profissionais, sendo
recomendável que suas atividades se distribuam ao longo do curso.
BIBLIOGRAFIA
A bibliografia será referente ao assunto do trabalho da área do estágio.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ031 Laboratório de Controle da Qualidade 2.0.2 60 -
EMENTA
Caracterização de Sistemas de Produção. Tópicos de Planejamento e Controle da Produção.
Planejamento e Controle da Qualidade. Gestão Estratégica da Qualidade. Sistemas de
Qualidade.
OBJETIVOS
Capacitar os alunos na utilização de métodos e técnicas para o controle e melhoria da
qualidade de produtos e processos industriais.
BIBLIOGRAFIA
Zylberstajn, D.; Scare,R.F. Gestão da Qualidade no Agribusiness. Ed. Atlas. São Paulo, 2003

Batalha, M.O. Gestão Agroindustrial tome 1. Ed. Atlas. São Paulo, 2001

Costa, A.F.B.; Epprecht,E.K.; Carpinelli, L.C.R.. Controle Estatístico de Qualidade.. ed.


Atlas. São Paulo, 2005

Bruce Brocka, B.; Brocka, M.S. Gerenciamento da Qualidade. Ed. Makron Books. 1994

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10º Período
Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-
Requisito
FTQ029 Laboratório de Processos 2.0.2 60 FTQ013
EMENTA
Práticas laboratoriais e simulações de processos.
OBJETIVOS
Realização de experimentos para a aplicação e verificação de conceitos estudados nas
disciplinas de Fenômenos de Transporte, operações unitárias e modelagem.
BIBLIOGRAFIA
FOUST, A. S. et al. Princípios das operações unitárias. Trad. Horácio Macedo. Rio de
Janeiro: Guanabara Dois, 1982
MCCABE, W.L.; SMITH, J.C.; HARRIOTT, P. Unit operations of chemical engineering . 7.
ed.New York: McGraw-Hill, 2005.
MASSARANI, G. Problemas em sistemas particulados. 1. ed. Editora Edgard Blucher.
GEANKOPLIS, Christie J. Transport processes and separation process principles (includes
unit operations). 4. ed. Editora PRENTICE HALL. 2003.
WELTY, J. R. et al. Fundamentals of momentum, heat and mass transfer. 5. ed. Hoboken:
John Wiley & Sons.
LEVENSPIEL, O.; KUNII, D. Fluidization engineering. Editora Butterworth-Heineman.
1991.
PERRY, R.H.; GREEN, D.W. MALONEY, J.O. Perry’s Chemical Engineer’s Handbook, 7th
ed. McGraw-Hill, 1997.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ015 Planejamento e Projetos 4.4.0 60 FTQ03
EMENTA
Organização industrial. Segurança industrial. Etapas de desenvolvimento de um projeto.
Síntese de processo. Avaliação econômica. Sistemas de integração energética. Tubulações e
acessórios. Projeto de tubulações. Especificações de equipamentos e acessórios. Tipos de
plantas: multiproduto e multipropósito. Planejamento da produção. Projetos diversos.
OBJETIVOS
Fornecer subsídios, conceitos e técnicas necessárias ao planejamento e implementação de
indústrias químicas.
BIBLIOGRAFIA
PETERS, M. S.; TIMMERHAUS, K. D, Plant Design and Economics for Chemical
Engineers,
3a ed., McGraw-Hill, Tokyo, 1980.
HIMMELBLAU, D., Engenharia Química: Princípios e Cálculos, 6ª ed.,PHB, RJ, 1998.
THOMPSON , E.V.; CERCLER, W. H. Introduction to Chemical Engineering McGraw-Hill,
Chemical Engineering series, 1977.
PERRY, R.H.; GREEN, D.W. MALONEY, J.O. Perry’s Chemical Engineer’s Handbook, 7th
ed., McGraw-Hill, 1997

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTQ020 Trabalho de Conclusão de Curso 2.2.0 30 FTQ013
EMENTA
Elaboração de monografia final de curso com base em projeto elaborado, considerando as
exigências teórico-metodológicas e relacionado com um tópico de pesquisa na área de sob a
orientação de um professor.
OBJETIVOS
A monografia tem como objetivo possibilitar aos alunos a iniciação à pesquisa científica no
contexto das engenharia quimica.
REFERÊNCIA
Lakatos, E. M. e Marconi, M. A. (2005). Fundamentos de Metodologia Científica. 6a ed.
Atlas.

Marconi, M. A. e Lakatos, E. M. (2008). Técnicas de Pesquisa: Planejamento e Execução de


Pesquisas, Amostragens e Técnicas de Pesquisa, Elaboração, Análise e Interpretação de
Dados. 7a ed. Atlas.

Salomon, D. V. (2004). Como Fazer uma Monografia. 11a ed. Martins Fontes.

Severino, A. J. (2007). Metodologia do Trabalho Científico. 23a ed. Cortez.

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Disciplinas Optativas

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IHP123 Língua Brasileira de Sinais B 4.4.0 60 -
EMENTA
Histórias de surdos; noções de língua portuguesa e lingüística; parâmetros em libras; noções
lingüísticas de libras; sistema de transcrição; tipos de frases em libras; incorporação de
negação; conteúdos básicos de libras; expressão corporal e facial; alfabeto manual; gramática
de libras; sinais de nomes próprios; soletração de nomes; localização de nomes; percepção
visual; profissões; funções e cargos; ambiente de trabalho; meios de comunicação; família;
árvore genealógica; vestuário; alimentação; objetos; valores monetários; compras; vendas;
medidas, meios de transporte, estados do Brasil e suas culturas; diálogos.
OBJETIVOS
Instrumentalizar o aluno para a comunicação e a inclusão social através do conhecimento da
Língua Brasileira de Sinais.
REFERÊNCIA
Decreto Lei de LIBRAS. Decreto no 5.626, de 22 de dezembro de 2005.

Fernandes, E. (2003). Linguagem e Surdez. Artmed.

Goldfeld, M. (2002). A Criança Surda: Linguagem e Cognição numa Perspectiva Sócio-


Interacionista. 2ª ed. Plexus Editora.

Perlin, G. T. T. (1998). Identidades surdas. In. A Surdez – Um Olhar Sobre as Diferenças.


Carlos Slkiar (Org.). Editora Mediação.

Sá, N. R. L. (2010). Cultura, Poder e Educação de Surdos. 2a ed. Paulinas – Livros.

Silva, I. R., Kauchakje, S. e Gesueli, Z. M. (2003). Cidadania, Surdez e Linguagem: Desafios


e Realidades. Plexus Editora, 2003.

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Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
FTH065 Engenharia Ambiental 4.4.0 60 -
EMENTA
Meio e Saúde. Proteção e planejamento ambiental. Conservação ambiental. Controle
ambiental. Urbanização e proteção ambiental. Impactos ambientais. Medidas preventivas e
corretivas.
OBJETIVOS
Conceituar e caracterizar gestão e controle ambiental. Identificar os instrumentos de gestão e
de controle ambiental aplicáveis às atividades de Eng. Civil. Identificar, caracterizar e avaliar
impactos decorrentes das atividades de Engenharia Civil. Apresentar soluções de engenharia,
ambientalmente viáveis, bem como alternativas de prevenção, redução e eliminação de
impactos negativos decorrentes do emprego dessa tecnologia.
REFERÊNCIA
BRAGA, B. et al.(2002). Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Pratice Hall. 305 p.
MOTA, S. (1981). Planejamento Urbano e Preservação Ambiental. Fortaleza: Edições UFC,
241 p.
MOTA, S. (2000). Introdução à Engenharia Ambiental. Rio de Janeiro: ABES, 416 p.
GUERRA, A.J.T. e CUNHA, S.B.da(org.). Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de
Janeiro: Bettrand Brasil, 2001. 416 p.
TAUK-TORNISIELO, S.M.; GOBBI, N.; FOELER, H.G.(org.). Análise ambiental: uma visão
multidisciplinar. São Paulo: Editora da Universidade Estadual Paulista, 1995, 207p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
Legislação Ambiental (resoluções, leis e decretos federais, estaduais e municipais; resoluções
do CONAMA)
MORSELLO, C. Áreas protegidas públicas e privadas: seleção e manejo. São Paulo:
Annablume:FAPESP, 2001. 344p.
PHILIPPI JR., A.; ROMÉRO, M. de A.; BRUNA, G. C. (ed.). Curso de Gestão Ambiental.
Barueri,SP: Manole, 2004.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ659 Reciclagem 2.2.0 30 -
EMENTA
Origem e Produção de Resíduos e Lixo: classificação, quantidade, conjunto, variação na
composição do lixo nas cidades e parte energética de lixo. Tratamento e Reciclagem de Lixo
e Resíduos: aterro Sanitário, tratamento de efluentes líquidos e gasosos, reciclagem e
Compostagem, benefícios ambientais e economia de energia com a reciclagem, análise de
fluxogramas e processos de tratamento de lixo e resíduos, tratamento e reciclagem de entulho,
tratamento de solos contaminados, incineração, processos de tratamento de efluentes gasosos e
pos avançados, exemplos para tratamento de resíduos industriais e fechamento de circuitos de
substâncias, água e reagentes.
OBJETIVOS
Conhecer e estudar técnicas de tratamento de lixo.
REFERÊNCIA
ANISCH J., JAECKEL H. G., EIBS M. Aspects of Processing Techniques for Recycling of
Building Material, Aufbereitungstechnik 32, 1990.
CEMPRE Lixo Municipal, Manual de gerenciamento integrado Instituto de Pesquisas
Tecnológicas do Estado de São Paulo IPT 1996
CEMPRE www.cempre.org.br website internet
LIMA, L. M. Q. Lixo Tratamento e Biorremediação, 3ª. Edição Hemus Editora Limitada São
Paulo, 1995.
RICHTER R.; SCHMIDT A., STAPELFELDT F., Decontamination of Soils and Building
Rubble Contaminated with PAHs in Physico-Chemical Soil Washing Plants,
Aufbereitungstechnik 38, 1997.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ657 Corrosão 3.2.1 60 -
EMENTA
Importância da Corrosão: diferentes setores, custos. Aplicações da eletroquímica nos
processos corrosivos. Heterogeneidades responsáveis por corrosão eletroquímica. Formas de
corrosão. Meios corrosivos. Mecanismos básicos de corrosão. Corrosão microbiológica.
Oxidação e corrosão em temperaturas elevadas. Corrosão associada a solicitações mecânicas.
Seleção e compatibilidade de materiais. Métodos de combate à corrosão.
OBJETIVOS
Conhecer os diversos tipos de corrosões, mecanismos e métodos de combate.
REFERÊNCIA
FONTANA, M. G. & GREEN, N.D. Corrosion Engineering. 2ª.ed. New York, MacGraw-
Hill, 1978.
GEMELLI, E. Corrosão de Materiais Metálicos e Sua Caracterização. LTC, Rio de Janeiro,
2001.
GENTIL, V. Corrosão. Editora Guanabara: Rio de Janeiro, RJ, 1997.
JONES, D.A. Principles and Prevention of Corrosion. Macmillan: New York, NY, 1992.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ655 Fitoquímica Experimental 2.0.2 60 -
EMENTA
Seleção e registro de material botânico para estudo químico. Abordagem fitoquímica.
Técnicas de extração, purificação e identificação de produtos naturais, incluindo métodos
cromatográficos e espectrométricos.
OBJETIVOS
Estudar práticas da fitoquímica.
REFERÊNCIA
HARBORNE, J.B. Phytochemical Methods- A guide to Modern Techniques of plant
Analysis, London, Chapman Hall, 1980.
IKAN, R. Natural Products A Laboratory Guide". Academic Press, London, UK, 1991.
MATTOS, F. J. A. Introdução à Fotoquímica Experimental. Ed. UFC. Fortaleza, Ceará,
1988.
UGAZ, O. L..Investigación Fitoquímica. Métodos en el estudio de Productos Naturales.
Pontifícia Universidad Catolica del Peru, 1988.
SIMÕES, C.M.O.; SCHENKEL, E.P. GOSMANN, G. MELLO, J, C, P. DE; MENTZ, L.A.;
PETROVICK,P.R. Farmacognosia da planta ao medicamento. Ed.Universidade/UFRG/
Ed.da UFSC.Porto Alegre/Florianópolis, 1999.
SCHRIPSEMA, J.; DAGNINO, D.; GOSMANN, G.. Farmacognosia da planta ao
medicamento. Editora da UFSC e Editora da Universidade /UFRGS. Porto Alegre/
Florianópolis, 1999.
WAGNER, H. e BLADT, S. Plant Drug Analysis.. A thin layer chromatography Atlas.
Springer. New York. 2a ed, 1995.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ372 Determinação de Estruturas de Compostos 3.2.1 60 -
Orgânicos
EMENTA
Espectrometria no Infravermelho. Espectrometria de Ressonância Magnética Nuclear.
Espectrometria de Massa.
OBJETIVOS
Estudar estruturas de compostos orgânicos a partir de dados espectroscópicos e
espectrométricos.
REFERÊNCIA
COLTHUP, N.B. e L.H. DALY, Introdução to I.R. and Raman Spectroscopy. Edição. cidade :
editora. ano
PAVIA, D.L., LAMPMAN, G. M., KRIZ, G.S.. Introduction to Spectroscopy. A guide for
students of Orghanic Chemistry. Third Edition.USA.Brooks/Cole.Thomson Learning.2001
SILVERSTEIN, Robert M. G., TERENCE. Clayton, MARRIEL, C. Identificação de
Compostos Orgânicos. Edição. Cidade.

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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE ENGENHARIA QUIMICA
FACULDADE DE TECNOLOGIA

Sigla Disciplina Créditos C.H Pré-


Requisito
IEQ654 Combustíveis Fósseis e Biocombustíveis 3.2.1 60 -
EMENTA
Combustíveis sólidos, líquidos e gasosos – características. Origem e composição química dos
combustíveis fósseis e biocombustíveis. Propriedades físico-químicas. Processos de obtenção
e aplicações industriais dos combustíveis. Técnicas e métodos para a verificação das
propriedades físico-químicas e composicionais dos combustíveis fósseis e biocombustíveis.

OBJETIVOS
Estudar os princípios fundamentais da química dos combustíveis fósseis e biocombustíveis,
suas propriedades, características, processos de obtenção e aplicações industriais; Conhecer e
estudar as principais técnicas e métodos analíticos para a caracterização química e físico-
química de combustíveis derivados do petróleo e biocombustíveis.
BIBLIOGRAFIA
CARVALHO JR., J.A.; LACAVA, P.T. Emissões em Processos de Combustão. Editora
UNESP, São Paulo, 2003.
GARCIA, R. Combustíveis e Combustão Industrial. Editora Interciência, Rio de Janeiro,
2002. 202p.
NORMAS ASTM (American Standard for Testing and Materials) e ABNT (Associação
Brasileira de Normas Técnicas) para ensaios de combustíveis.
HARRIS, D.C. Análise Química Quantitativa. 5ª ed. Livros Técnicos e Científicos Editora
S.A., Rio de Janeiro, 2001. 862p.
SKOOG, D.A.; HOLLER, F.J; NIEMAN, T.A. Princípios de Análise Instrumental. 5ed.
Artmed Editora S.A. São Paulo, 2002.

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FACULDADE DE TECNOLOGIA

1.4 CONCEPÇÃO METODOLÓGICA

A tradição pedagógica brasileira reforça o entendimento de que manter antigos


paradigmas no processo ensino/aprendizagem favorece a qualidade e legitima o tipo de
educação que se quer para o tipo de profissional que o País precisa. Dentre as características
mais evidentes, destaca-se o fato de o ensino estar centralizado na figura do professor e na
“eficiência” do método.
O chamado ensino tradicional tem mantido sua força, apesar da grande circulação
acadêmica dos novos movimentos e pensamentos educacionais, tais como a chamada Escola
Nova e o Construtivismo, baseado nas idéias de Jean Piaget.
Isto significa que a educação no Brasil tem procurado avançar em suas metas
curriculares, ou seja, no tipo de educação que se quer para formar o tipo de profissional que se
precisa, mas continua estagnada no paradigma da escola tradicional em sua ação pedagógica.
Precisamos pensar a educação como algo dinâmico e, ao mesmo tempo uma ação
política. Foi com vistas a essas questões que o currículo do curso de Engenharia Química da
Universidade Federal do Amazonas foi elaborado.
A metodologia de ensino do curso de Engenharia Química da Universidade Federal do
Amazonas terá como base a participação ativa do estudante na construção do conhecimento,
e, incluirá procedimentos como, provas, trabalhos individuais, trabalhos em grupo, resolução
de problemas, dentre outros.
A avaliação do rendimento escolar na UFAM é feita por disciplinas, abrangendo os
aspectos de aproveitamento escolar e de freguência, ambos eliminados por si mesmos.
É obrigatória a freqüência às atividades curriculares como aulas teóricas, práticas,
trabalhos práticos, provas ou exames. Será considerado reprovado e não obterá crédito o
estudante que deixar de comparecer ao mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) das
atividades programadas para cada disciplina.
A avaliação sugerida para os professores do curso de engenharia química é
considerado aprovado, na disciplina, o aluno que obtiver média final igual ou superior a 5
(cinco). O curso de Engenharia Química terá três medias de avaliação; avaliação parcial 1,
com peso 1; avaliação parcial 2, com peso 2 e avaliação final. Caso o aluno não tenha

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realizado a avaliação parcial 1 ou 2 e justificando sua falta por atestado médico, poderá
requerer avaliação substitutiva. Após a data da avaliação 2

AP1 AP2 As APF


Peso 1 Peso 2

Cn = P 11 + P 11
3

Cn > 7
Mf = Cn

Cn < 7

Mf = Cn . 2+ PF
3

• A1 Avaliação parcial 1 A2 Avaliação parcial 2 CN Composição de nota

• As Avaliação Substitutiva Mf media final

1.5 PRINCÍPIOS NORTEADORES DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

Os princípios da avaliação da aprendizagem estão pautados na avaliação diagnóstica,


quando se objetiva averiguar o nível do aluno diante das atividades que lhe serão propostas,
buscando-se identificar as habilidades e pré-requisitos necessários à sua ascenção. Por outro
lado também citamos a avaliação formativa de cunho sistemático, onde tanto discente como
docente estão envolvidos nas soluções a serem apontadas para a evolução e concretização da
aprendizagem. O processo de avaliação pautar-se-á inclusive na avaliação somativa onde se
pretende aferir o nível do aluno ao final da disciplina, para posteriormente promovê-lo às
disciplinas e períodos posteriores.
A avaliação da aprendizagem está normatizada no Regimento Geral da Universidade
Federal do Amazonas, capítulo VI, transcritas a seguir:

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"Art.76 A verificação do rendimento escolar será feita por disciplina


abrangendo os aspectos de aproveitamento e frequência, ambos
eliminatórios por si mesmos.
Art. 77 Será reprovado e não obterá crédito o aluno que deixar de
comparecer a um mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) das
atividades programadas para cada disciplina.
Parágrafo Único. É expressamente vedado abonar faltas ou compensá-las
por tarefas especiais, excetuando-se os casos previstos na legislação em
vigor.
Art. 78 A verificação do rendimento escolar será feita através dos
resultados obtidos nas atividades escolares e no exame final.
§ 1º O aluno terá direito à revisão, requerida em petição
fundamentada, e à segunda chamada nos exercícios escolares e no exame
final, nos termos definidos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e
Extensão.
§ 2º Será considerado reprovado, não obtendo crédito, o aluno que não
conseguir a média final mínima prescrita pelo Conselho de Ensino,
Pesquisa e Extensão."
Por sua vez, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão fixa através da Resolução nº
006/86, de 20 de janeiro de 1986, no seu artigo 6º, incisos:
"II A verificação de rendimento escolar será feita através dos resultados
obtidos nas atividades escolares prescritas no plano de ensino (exercícios
escolares, seminários, trabalhos práticos, etc) e no exame final.
III A média final do aluno, na disciplina, será a média ponderada entre a
média das atividades escolares, com peso 2 (dois), e a nota do exame
final, com peso 1 (um)."
Será considerado aprovado na disciplina o aluno que obtiver média final igual ou
superior a 5 (cinco).
Quanto ao cômputo da frequência, dentre os abonos de faltas previstos em lei,
encontram-se:

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• Decreto Lei nº 715, de 30 de julho de 1969 – situação dos reservistas;


• Decreto Lei nº 1.044, de 21 de outubro de 1969 – portadores de determinadas afecções
orgânicas;
• Decreto nº 69.053, de 11 de agosto de 1971 e Portaria nº 283/72 - BSB: – participação
em atividades esportivas e culturais de caráter oficial;
• Lei Federal nº 6.202, de 17 de abril de 1975 – gestação e maternidade;
• Lei Federal nº 10.861, de 14 de abril de 2004 – discente membro da Comissão
Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES.
Quanto à escolha dos instrumentos de avaliação da aprendizagem, bem como à fixação
das datas de suas aplicações, ficará a cargo de cada professor decidir sobre o que melhor
convier para a medida do aprendizado em sua disciplina.

1.5.1 Avaliação do Projeto Pedagógico

O Colegiado do Curso de Engenharia Química da Faculdade de Tecnologia tem


atribuições regimentais que permitem efetuar continuamente melhorias na qualidade do
Curso. Essas melhorias poderão se fazer em três níveis distintos:

1.5.2 Avaliação de Cada Disciplina

Os professores e os discentes poderão avaliar o desenvolvimento pedagógico de cada


disciplina, sugerindo alterações ou atualizações na programação de ensino, nos procedimentos
metodológicos utilizados e na bibliografia adotada, com o objetivo de aperfeiçoar e
retroalimentar de maneira qualitativa o processo de ensino-aprendizagem.
O registro dessas sugestões deverá ser encaminhado à Coordenação de Curso,
oferecendo, assim, subsídios para análise nos níveis subsequentes e propondo novas ações
educativas.

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1.5.2.1 Avaliação da Matriz Curricular

Nesse nível é fundamental a análise da situação de cada disciplina em relação à sua


periodização e seus pré-requisitos, como componentes da Matriz Curricular, com objetivo de
promover as devidas adequações para garantir a organicidade do currículo.
A Coordenação do Curso de Engenharia Química deverá promover, acompanhar e
registrar permanentemente avaliações nesse nível, porém a efetivação de modificações na
Matriz Curricular deverá respeitar o intervalo de tempo mínimo de 5 (cinco) anos de sua
vigência.
A inclusão ou exclusão de disciplinas optativas, todavia, poderá ser feita a qualquer
tempo, a critério do Colegiado do Curso de Engenharia Química.

1.5.3 Avaliação Global

A avaliação global é aquela que propõe verificar se o conjunto de atividades propostas


no Projeto Pedagógico atingiu sua finalidade, qual seja a de formar profissionais com o perfil
delineado neste documento.
Embora a avaliação neste nível ainda não seja uma prática consolidada na
Universidade, é recomendável que o conjunto de conceitos e procedimentos contidos neste
Projeto Pedagógico seja examinado periodicamente, através de seminários gerais envolvendo
a participação de alunos, egressos e professores. Dessas ações certamente surgirão sugestões
para reajustes necessários ao aperfeiçoamento do Projeto Pedagógico, sem que, no entanto,
haja desvio do perfil profissional almejado.

2 INFRA-ESTRUTURA EXISTENTE

2.1 ESPAÇO FÍSICO E SERVIÇOS

2.1.1 Salas de aula

O curso de Engenharia Quimica compartilha com os demais cursos da Faculdade de


Tecnologia 16 (dezesseis) salas de aula, com capacidades entre 20 e 60 lugares, dotadas de

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quadro branco e tela fixa para projeções; e 2 (duas) salas de desenho com 50 (cinquenta)
pranchetas.

2.1.2 Laboratórios
O curso conta com 7 (sete) laboratórios, a saber: de Ensaios de Materiais, de
Hidráulica, de Saneamento, de Fenomeno de Transporte, de Operaçoes Unitárias, de
Quimica, de Pavimentação, de Fisica, de Matemática, Instrumentação e Controle,
Metrologia, de Mecânica dos Solos, de Eletricidade e de Informática.

2.1.3 Salas para Docentes


Os docentes dispõem de salas para a preparação de aulas e atendimento a discentes.

2.1.4 Salas para Reuniões


A Faculdade de Tecnologia dispõe de duas salas para reuniões, sendo uma ampla, e
outra de capacidade restrita.

2.1.5 Anfiteatros
A Faculdade de Tecnologia conta com 2 (dois) anfiteatros, com capacidade conjunta
de 200 (duzentos) lugares.

2.1.6 Restaurante e cantina


O Campus da UFAM, Setor Norte, conta com um Restaurante Universitário, dois
restaurantes tipo self-service, e três cantinas.

2.1.7 Serviços de reprografia


No âmbito da Faculdade de Tecnologia encontra-se um serviço de reprografia.

2.1.8 Área de convivência


A área da cantina e restaurante e aquela situada à entrada dos anfiteatros, bem como os
corredores de ligação entre os blocos da Faculdade são utilizados como espaços de
convivência dos discentes.

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2.1.9 Estacionamento
Dois amplos estacionamentos pavimentados atendem a comunidade universitária em
geral, e particularmente aos discentes do curso de Engenharia Química.

2.1.10 Transporte Coletivo


A comunidade universitária é atendida por 6 linhas de ônibus, ligando o Campus Setor
Norte a vários bairros da cidade, e uma linha de Integração ligando-o a um ponto coletor
externo ao Campus.

2.1.11 Posto bancário


Fica localizado no pavilhão da administração da Faculdade de Tecnologia. Caixas
automáticos encontram-se disponíveis em alguns pontos do Campus.

2.2 Biblioteca
A Biblioteca Setorial da Faculdade de Tecnologia ocupa uma área de 200,88 m², e
disponibiliza o seguinte acervo: 6.094 títulos em 15.638 exemplares, além de 1.784 títulos de
periódicos em 13.823 fascículos. Parte do espaço da Biblioteca Setorial é reservado como sala
de leitura.

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3. CORPO DOCENTE E TÉCNICO ADMINISTRATIVO

Professores Responsáveis
Profa. Larissa Alencar / Prof. João Azevedo / Prof. Jose Silva
Profa. Virginia Giacon / Prof. Sávio Sarkis / Profa. Joemes Simas / Profa.
Cristianlia Pinto
Prof. João Cavalcanti / Prof. Eduardo Souto
Prof. Francisco Silva / Profa. Ana Valente
Profa. Flavia Jacinto / Prof. Francisco Silva
Prof. Leandro Pocrifka
Profa. Elaine Ferreira

Prof. Josemir Costa / Profa. Rosana Albuquerque


Profa. Luciana Ferreira / Profa. Rita Oliveira
Profa. Luciana Ferreira / Prof. Waltair Machado / Prof. Antonio Gil
Profa. Juliana Miranda
Prof. Gustavo Neto
Prof. Heliandro Silva
Profa. Katiuscia Souza / Prof. Raimundo Passos

Profa. Edilanê Santos


Prof. Edson Coutinho
Prof. Edson Martins / Prof. Aldemir Oliveira
Prof. Flávio Carvalho / Prof. Francisco Santos
Prof. José Carvalho / Prof. Mauro Teofilo
Profa. Ocileide da Silva

Prof. Franz Ferreira


Profa. Lillyanne Garcez
Prof. Francisco Santos
Profa. Marta Velasquez / Profa. Cristianlia Pinto
Prof. Leandro Pocrifka
Prof. Walter Brito
Prof. Carlos Figueiredo
Prof. Carlos Figueiredo

Profa. Virginia Giacon


Professor contratado concurso temporário/Fábio Roberto Lins Souto

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Prof Angela Costella


Profa. Cristianlia Pinto
Profa. Joemes Simas
Prof. Franz Ferreira
Profa. Cristiane Souza

Profa. Joemes Simas


Prof. Sávio Sarkis
Profa. Joemes Simas
Prof Franz Berbert
Profa. Cristianlia Pinto
Prof Ocileide

Professor a ser contratado / fase de concurso


Prof. Sávio Sarkis
Prof. Sávio Sarkis
Prof Franz Berbert
Professor contratado concurso temporário

Professor a ser contratado / fase de concurso


Professor a ser contratado / fase de concurso
Professor contratado concurso temporário/Fábio Roberto Lins Souto
Prof. Sávio Sarkis
Prof Raimundo Kennedy
Prof Franz Berbert

TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS

Patrícia Rodrigues
Rosinaldo Rabelo Aparicio

3.1 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE

O Núcleo Docente Estruturante – NDE no âmbito dos cursos de graduação da UFAM


tem função consultiva, propositiva e de assessoramento sobre matéria de natureza acadêmica.

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O NDE do curso de Engenharia Química é constituído pelo corpo docente do curso e está
estruturado de acordo com a Comissão Nacional da Educação Superior – CONAES, o Núcleo
Docente Estruturante constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de
acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atuação no
Projeto Pedagógico do curso.
A Universidade Federal do Amazonas apresenta como proposta de regulamentação
resolução do NDE.
São atribuições do NDE:
a) Contribuir para a consolidação do perfil do egresso dos cursos de graduação;
b) Zelar pela observância das Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de
graduação nos projetos pedagogicos dos cursos;
c) Observar e acompanhar a implementação, o desenvolvimento a avaliação do projeto
pedagógico;
d) Propro formas de incentivo ao desenvolvimento da pesquisa e da extensao articuladas
as necessidades da graduação e a área de conhecimento do curso;
e) Conduzir os trabalhos dereestruturação curricular, e do projeto pedagógico para
aprovação no colegiado de curso.
O NDE deverá ser composto pelo coordenador do curso e por no minimo 5 (cinco)
docentes do quedro efetivo do curso de graduação, com dedicação exclusiva à UFAM.

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ANEXOS

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ANEXO 1 – FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

A-1 DIRETRIZES CURRICULARES

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO


CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002

Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.

O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, tendo em


vista o disposto no Art. 9º, do § 2º, alínea “c”, da Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995, e
com fundamento no Parecer CES 1.362/2001, de 12 de dezembro de 2001, peça indispensável
do conjunto das presentes Diretrizes Curriculares Nacionais, homologado pelo Senhor
Ministro da Educação, em 22 de fevereiro de 2002, resolve:

Art. 1º A presente Resolução institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de


Graduação em Engenharia, a serem observadas na organização curricular das Instituições do
Sistema de Educação Superior do País.
Art. 2º As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino de Graduação em Engenharia
definem os princípios, fundamentos, condições e procedimentos da formação de engenheiros,
estabelecidas pela Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, para
aplicação em âmbito nacional na organização, desenvolvimento e avaliação dos projetos
pedagógicos dos Cursos de Graduação em Engenharia das Instituições do Sistema de Ensino
Superior.
Art. 3º O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando
egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,
capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e
criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,

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econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às


demandas da sociedade.
Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos conhecimentos
requeridos para o exercício das seguintes competências e habilidades gerais:
I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia;
II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
VI - desenvolver e/ou utilizar novas fe rramentas e técnicas;
VI - supervisionar a operação e a manutenção de sistemas;
VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e gráfica;
IX - atuar em equipes multidisciplinares;
X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto social e ambiental;
XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização profissional.
Art. 5º Cada curso de Engenharia deve possuir um projeto pedagógico que demonstre
claramente como o conjunto das atividades previstas garantirá o perfil desejado de seu egresso
e o desenvolvimento das competências e habilidades esperadas. Ênfase deve ser dada à
necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula, favorecendo o trabalho individual e em
grupo dos estudantes.
§ 1º Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao
longo do curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir em atividade obrigatória
como requisito para a graduação.
§ 2º Deverão também ser estimuladas atividades complementares, tais como trabalhos de
iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe,

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desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras


atividades empreendedoras.
Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independente de sua modalidade, deve possuir em seu
currículo um núcleo de conteúdos básicos, um núcleo de conteúdos profissionalizantes e um
núcleo de conteúdos específicos que caracterizem a modalidade.
§ 1º O núcleo de conteúdos básicos, cerca de 30% da carga horária mínima, versará sobre os
tópicos que seguem:
I - Metodologia Científica e Tecnológica;
II - Comunicação e Expressão;
III - Informática;
IV - Expressão Gráfica;
V - Matemática;
VI - Física;
VII - Fenômenos de Transporte;
VIII - Mecânica dos Sólidos;
IX - Eletricidade Aplicada;
X - Química;
XI - Ciência e Tecno logia dos Materiais;
XII - Administração;
XIII - Economia;
XIV - Ciências do Ambiente;
XV - Humanidades, Ciências Sociais e Cidadania.
§ 2º Nos conteúdos de Física, Química e Informática, é obrigatória a existência de atividades
de laboratório. Nos demais conteúdos básicos, deverão ser previstas atividades práticas e de
laboratórios, com enfoques e intensividade compatíveis com a modalidade pleiteada.
§ 3º O núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca de 15% de carga horária mínima,
versará sobre um subconjunto coerente dos tópicos abaixo discriminados, a ser definido pela
IES:
I - Algoritmos e Estruturas de Dados;
II - Bioquímica;

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III - Ciência dos Materiais;


IV - Circuitos Elétricos;
V - Circuitos Lógicos;
VI - Compiladores;
VII - Construção Civil;
VIII - Controle de Sistemas Dinâmicos;
IX - Conversão de Energia;
X - Eletromagnetismo;
XI - Eletrônica Analógica e Digital;
XII - Engenharia do Produto;
XIII - Ergonomia e Segurança do Trabalho;
XIV - Estratégia e Organização;
XV - Físico-química;
XVI - Geoprocessamento;
XVII - Geotecnia;
XVIII - Gerência de Produção;
XIX - Gestão Ambiental;
XX - Gestão Econômica;
XXI - Gestão de Tecnologia;
XXII - Hidráulica, Hidrologia Aplicada e Saneamento Básico;
XXIII - Instrumentação;
XXIV - Máquinas de fluxo;
XXV - Matemática discreta;
XXVI - Materiais de Construção Civil;
XXVII - Materiais de Construção Mecânica;
XXVIII - Materiais Elétricos;
XXIX - Mecânica Aplicada;
XXX - Métodos Numéricos;
XXXI - Microbiologia;
XXXII - Mineralogia e Tratamento de Minérios;

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XXXIII - Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas;


XXXIV - Operações Unitárias;
XXXV - Organização de computadores;
XXXVI - Paradigmas de Programação;
XXXVII - Pesquisa Operacional;
XXXVIII - Processos de Fabricação;
XXXIX - Processos Químicos e Bioquímicos;
XL - Qualidade;
XLI - Química Analítica;
XLII - Química Orgânica;
XLIII - Reatores Químicos e Bioquímicos;
XLIV - Sistemas Estruturais e Teoria das Estruturas;
XLV - Sistemas de Informação;
XLVI - Sistemas Mecânicos;
XLVII - Sistemas operacionais;
XLVIII - Sistemas Térmicos;
XLIX - Tecnologia Mecânica;
L - Telecomunicações;
LI - Termodinâmica Aplicada;
LII - Topografia e Geodésia;
LIII - Transporte e Logística.
§ 4º O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos
conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizantes, bem como de outros conteúdos
destinados a caracterizar modalidades. Estes conteúdos, consubstanciando o restante da carga
horária total, serão propostos exclusivamente pela IES. Constituem-se em conhecimentos
científicos, tecnológicos e instrumentais necessários para a definição das modalidades de
engenharia e devem garantir o desenvolvimento das competências e habilidades estabelecidas
nestas diretrizes.
Art. 7º A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação, estágios
curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de relatórios

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técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. A


carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas.
Parágrafo único: É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e
integração de conhecimento.
Art. 8º A implantação e desenvolvimento das diretrizes curriculares devem orientar e
propiciar concepções curriculares ao Curso de Graduação em Engenharia que deverão ser
acompanhadas e permanentemente avaliadas, a fim de permitir os ajustes que se fizerem
necessários ao seu aperfeiçoamento.
§ 1º As avaliações dos alunos deverão basear-se nas competências, habilidades e conteúdos
curriculares desenvolvidos tendo como referência as Diretrizes Curriculares.
§ 2º O Curso de Graduação em Engenharia deverá utilizar metodologias e critérios para
acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem e do próprio curso, em
consonância com o sistema de avaliação e a dinâmica curricular definidos pela IES à qual
pertence.
Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em
contrário.

ARTHUR ROQUETE DE MACEDO


Presidente da Câmara de Educação Superior

__________________________
(*) CNE. Resolução CNE/CES 11/2002. Diário Oficial da União, Brasília, 9 de abril de 2002.
Seção 1, p. 32

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ANEXO 2 CARGAS HORÁRIAS MÍNIMAS

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO


CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

RESOLUÇÃO CNE Nº 2, DE 18 DE JUNHO DE 2007

DOU 19.06.2007

Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos
cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.

O Presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, tendo em


vista o disposto no art. 9º , do § 2º , alínea "c", da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961,
com redação dada pela Lei nº 9.131, de 25 de novembro de 1995, e com fulcro no Parecer
CNE/CES nº 8/2007, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação,
publicado no DOU de 13 de junho de 2007, resolve:

Art. 1º Ficam instituídas, na forma do Parecer CNE/CES nº 8/2007, as cargas horárias


mínimas para os cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, constantes do
quadro anexo à presente.
Parágrafo único. Os estágios e atividades complementares dos cursos de graduação,
bacharelados, na modalidade presencial, não deverão exceder a 20% (vinte por cento) da
carga horária total do curso, salvo nos casos de determinações legais em contrário.
Art. 2º As Instituições de Educação Superior, para o atendimento do art. 1º , deverão fixar os
tempos mínimos e máximos de integralização curricular por curso, bem como sua duração,
tomando por base as seguintes orientações:

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I - a carga horária total dos cursos, ofertados sob regime seriado, por sistema de crédito ou por
módulos acadêmicos, atendidos os tempos letivos fixados na Lei nº 9.394/96, deverá ser
dimensionada em, no mínimo, 200 (duzentos) dias de trabalho acadêmico efetivo;
II - a duração dos cursos deve ser estabelecida por carga horária total curricular, contabilizada
em horas, passando a constar do respectivo Projeto Pedagógico;
III - os limites de integralização dos cursos devem ser fixados com base na carga horária total,
computada nos respectivos Projetos Pedagógicos do curso, observados os limites
estabelecidos nos exercícios e cenários apresentados no Parecer CNE/CES nº 8/2007, da
seguinte forma:
a) Grupo de Carga Horária Mínima de 2.400h: Limites mínimos para integralização de 3 (três)
ou 4 (quatro) anos.
b) Grupo de Carga Horária Mínima de 2.700h: Limites mínimos para integralização de 3,5
(três e meio) ou 4 (quatro) anos.
c) Grupo de Carga Horária Mínima entre 3.000h e 3.200h: Limite mínimo para integralização
de 4 (quatro) anos.
d) Grupo de Carga Horária Mínima entre 3.600 e 4.000h: Limite mínimo para integralização
de 5 (cinco) anos.
e) Grupo de Carga Horária Mínima de 7.200h: Limite mínimo para integralização de 6 (seis)
anos.
IV - a integralização distinta das desenhadas nos cenários apresentados nesta Resolução
poderá ser praticada desde que o Projeto Pedagógico justifique sua adequação.
Art. 3º O prazo para implantação pelas IES, em quaisquer das hipóteses de que tratam as
respectivas Resoluções da Câmara de Educação Superior do CNE, referentes às Diretrizes
Curriculares de cursos de graduação, bacharelados, passa a contar a partir da publicação desta.
Art. 4º- As Instituições de Educação Superior devem ajustar e efetivar os projetos
pedagógicos de seus cursos aos efeitos do Parecer CNE/CES nº 8/2007 e desta Resolução, até
o encerramento do ciclo avaliativo do SINAES, nos termos da Portaria Normativa n° 1/2007,
bem como atender ao que institui o parecer referente à hora-aula.

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Art. 5º As disposições desta Resolução devem ser seguidas pelos órgãos do MEC nas suas
funções de avaliação, verificação, regulação e supervisão, no que for pertinente à matéria
desta Resolução.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.

ANTÔNIO CARLOS CARUSO RONCA


Presidente da Câmara de Educação Superior

Carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade


presencial
Curso Carga Horária Mínima
Administração 3.000
Agronomia 3.600
Arquitetura e Urbanismo 3.600
Arquivologia 2.400
Biblioteconomia 2.400
Ciências Contábeis 3.000
Ciências Econômicas 3.000
Ciências Sociais 2.400
Cinema e Audiovisual 2.700
Computação e Informática 3.000
Comunicação Social 2.700
Dança 2.400
Design (Artes Visuais) 2.400
Direito 3.700
Economia Doméstica 2.400
Engenharia Agrícola 3.600
Engenharia de Pesca 3.600
Engenharia Florestal 3.600
Engenharias 3.600
Estatística 3.000
Filosofia 2.400
Física 2.400
Geografia 2.400
Geologia 3.600
História 2.400
Letras 2.400
Matemática 2.400
Medicina 7.200
Medicina Veterinária 4.000
Meteorologia 3.000

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Museologia 2.400
Música 2.400
Oceanografia 3.000
Odontologia 4.000
Psicologia 4.000
Química 2.400
Secretariado Executivo 2.400
Serviço Social 3.000
Sistema de Informação 3.000
Teatro 2.400
Turismo 2.400
Zootecnia 3.600

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ANEXO 3 ESTÁGIO SUPERVISIONADO

LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008


Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das
Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei
no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga a Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977, revoga
a Lei 8.859, de 23 de março de 1994, revoga o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de
20 de dezembro de 1996, revoga o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto
de 2001; e dá outras providências.
CAPÍTULO I
DA DEFINIÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E RELAÇÕES DE ESTÁGIO
Art. 1º Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de
trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam
freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional,
de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na
modalidade profissional da educação de jovens e adultos.
§1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo
do educando.
§2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à
contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e
para o trabalho.
Art. 2º O estágio poderá ser obrigatório ou não-obrigatório, conforme determinação das
diretrizes curriculares da etapa, modalidade e área de ensino e do projeto pedagógico do
curso.
§ 1º Estágio obrigatório é aquele definido como tal no projeto do curso, cuja carga horária é
requisito para aprovação e obtenção de diploma.
§ 2º Estágio não-obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional, acrescida à
carga horária regular e obrigatória.

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§ 3º As atividades de extensão, de monitorias e de iniciação científica na educação superior,


desenvolvidas pelo estudante, somente poderão ser equiparadas ao estágio em caso de
previsão no projeto pedagógico do curso.
Art. 3º O estágio, tanto na hipótese do § 1º do art. 2º desta Lei quanto na prevista no §2º do
mesmo dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza, observados os
seguintes requisitos:
I – matrícula e freqüência regular do educando em curso de educação superior, de educação
profissional, de ensino médio, da educação especial e nos anos finais do ensino fundamental,
na modalidade profissional da educação de jovens e adultos e atestados pela instituição de
ensino;
II – celebração de termo de compromisso entre o educando, a parte concedente do estágio e a
instituição de ensino;
III – compatibilidade entre as atividades desenvolvidas no estágio e aquelas previstas no
termo de compromisso.
§ 1º O estágio, como ato educativo escolar supervisionado, deverá ter acompanhamento
efetivo pelo professor orientador da instituição de ensino e por supervisor da parte
concedente, comprovado por vistos nos relatórios referidos no inciso IV do caput do art. 7º
desta Lei e por menção de aprovação final.
§ 2º O descumprimento de qualquer dos incisos deste artigo ou de qualquer obrigação contida
no termo de compromisso caracteriza vínculo de emprego do educando com a parte
concedente do estágio para todos os fins da legislação trabalhista e previdenciária.

Art. 4º A realização de estágios, nos termos desta Lei, aplica-se aos estudantes estrangeiros
regularmente matriculados em cursos superiores no País, autorizados ou reconhecidos,
observado o prazo do visto temporário de estudante, na forma da legislação aplicável.
Art. 5º As instituições de ensino e as partes cedentes de estágio podem, a seu critério, recorrer
a serviços de agentes de integração públicos e privados, mediante condições acordadas em
instrumento jurídico apropriado, devendo ser observada, no caso de contratação com recursos
públicos, a legislação que estabelece as normas gerais de licitação.

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§ 1º Cabe aos agentes de integração, como auxiliares no processo de aperfeiçoamento do


instituto do estágio:
I – identificar oportunidades de estágio;
II – ajustar suas condições de realização;
III – fazer o acompanhamento administrativo;
IV – encaminhar negociação de seguros contra acidentes pessoais;
V – cadastrar os estudantes.
§ 2º É vedada a cobrança de qualquer valor dos estudantes, a título de remuneração pelos
serviços referidos nos incisos deste artigo.
§ 3º Os agentes de integração serão responsabilizados civilmente se indicarem estagiários
para a realização de atividades não compatíveis com a programação curricular estabelecida
para cada curso, assim como estagiários matriculados em cursos ou instituições para as quais
não há previsão de estágio curricular.
Art. 6º O local de estágio pode ser selecionado a partir de cadastro de partes cedentes,
organizado pelas instituições de ensino ou pelos agentes de integração.
CAPÍTULO II
DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO
Art. 7º São obrigações das instituições de ensino, em relação aos estágios de seus educandos:
I – celebrar termo de compromisso com o educando ou com seu representante ou assistente
legal, quando ele for absoluta ou relativamente incapaz, e com a parte concedente, indicando
as condições de adequação do estágio à proposta pedagógica do curso, à etapa e modalidade
da formação escolar do estudante e ao horário e calendário escolar;
II – avaliar as instalações da parte concedente do estágio e sua adequação à formação cultural
e profissional do educando;
III – indicar professor orientador, da área a ser desenvolvida no estágio, como responsável
pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário;
IV – exigir do educando a apresentação periódica, em prazo não superior a 6 (seis) meses, de
relatório das atividades;
V – zelar pelo cumprimento do termo de compromisso, reorientando o estagiário para outro
local em caso de descumprimento de suas normas;

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VI – elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de seus


educandos;
VII – comunicar à parte concedente do estágio, no início do período letivo, as datas de
realização de avaliações escolares ou acadêmicas.
Parágrafo único. O plano de atividades do estagiário, elaborado em acordo das 3 (três) partes
a que se refere o inciso II do caput do art. 3o desta Lei, será incorporado ao termo de
compromisso por meio de aditivos à medida que for avaliado, progressivamente, o
desempenho do estudante.
Art. 8º É facultado às instituições de ensino celebrar com entes públicos e privados convênio
de concessão de estágio, nos quais se explicitem o processo educativo compreendido nas
atividades programadas para seus educandos e as condições de que tratam os arts. 6º a 14
desta Lei.
Parágrafo único. A celebração de convênio de concessão de estágio entre a instituição de
ensino e a parte concedente não dispensa a celebração do termo de compromisso de que trata
o inciso II do caput do art. 3o desta Lei.
CAPÍTULO III
DA PARTE CONCEDENTE
Art. 9º As pessoas jurídicas de direito privado e os órgãos da administração pública direta,
autárquica e fundacional de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e
dos Municípios, bem como profissionais liberais de nível superior devidamente registrados
em seus respectivos conselhos de fiscalização profissional, podem oferecer estágio,
observadas as seguintes obrigações:
I – celebrar termo de compromisso com a instituição de ensino e o educando, zelando por seu
cumprimento;
II – ofertar instalações que tenham condições de proporcionar ao educando atividades de
aprendizagem social, profissional e cultural;
III – indicar funcionário de seu quadro de pessoal, com formação ou experiência profissional
na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário, para orientar e supervisionar
até 10 (dez) estagiários simultaneamente;

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IV – contratar em favor do estagiário seguro contra acidentes pessoais, cuja apólice seja
compatível com valores de mercado, conforme fique estabelecido no termo de compromisso;
V – por ocasião do desligamento do estagiário, entregar termo de realização do estágio com
indicação resumida das atividades desenvolvidas, dos períodos e da avaliação de desempenho;
VI – manter à disposição da fiscalização documentos que comprovem a relação de estágio;
VII – enviar à instituição de ensino, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses, relatório de
atividades, com vista obrigatória ao estagiário.
Parágrafo único. No caso de estágio obrigatório, a responsabilidade pela contratação do
seguro de que trata o inciso IV do caput deste artigo poderá, alternativamente, ser assumida
pela instituição de ensino.
CAPÍTULO IV
DO ESTAGIÁRIO
Art. 10º. A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição
de ensino, a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal, devendo constar
do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar:
I – 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação
especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de
jovens e adultos;
II – 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino
superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular.
§ 1º O estágio relativo a cursos que alternam teoria e prática, nos períodos em que não estão
programadas aulas presenciais, poderá ter jornada de até 40 (quarenta) horas semanais, desde
que isso esteja previsto no projeto pedagógico do curso e da instituição de ensino.
§ 2º Se a instituição de ensino adotar verificações de aprendizagem periódicas ou finais, nos
períodos de avaliação, a carga horária do estágio será reduzida pelo menos à metade, segundo
estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante.
Art. 11. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos,
exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência.

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Art. 12. O estagiário poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser
acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese
de estágio não obrigatório.
§ 1º A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre
outros, não caracteriza vínculo empregatício.
§ 2º Poderá o educando inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral
de Previdência Social.
Art. 13. É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1
(um) ano, período de recesso de 30 (trinta) dias, a ser gozado preferencialmente durante suas
férias escolares.
§ 1º O recesso de que trata este artigo deverá ser remunerado quando o estagiário receber
bolsa ou outra forma de contraprestação.
§ 2º Os dias de recesso previstos neste artigo serão concedidos de maneira proporcional, nos
casos de o estágio ter duração inferior a 1 (um) ano.
Art. 14. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho,
sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio.
CAPÍTULO V
DA FISCALIZAÇÃO
Art. 15. A manutenção de estagiários em desconformidade com esta Lei caracteriza vínculo
de emprego do educando com a parte concedente do estágio para todos os fins da legislação
trabalhista e previdenciária.
§ 1º A instituição privada ou pública que reincidir na irregularidade de que trata este artigo
ficará impedida de receber estagiários por 2 (dois) anos, contados da data da decisão
definitiva do processo administrativo correspondente.
§ 2º A penalidade de que trata o § 1o deste artigo limita-se à filial ou agência em que for
cometida a irregularidade.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 16. O termo de compromisso deverá ser firmado pelo estagiário ou com seu representante
ou assistente legal e pelos representantes legais da parte concedente e da instituição de ensino,

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vedada a atuação dos agentes de integração a que se refere o art. 5o desta Lei como
representante de qualquer das partes.
Art. 17. O número máximo de estagiários em relação ao quadro de pessoal das entidades
concedentes de estágio deverá atender às seguintes proporções:
I – de 1 (um) a 5 (cinco) empregados: 1 (um) estagiário;
II – de 6 (seis) a 10 (dez) empregados: até 2 (dois) estagiários;
III – de 11 (onze) a 25 (vinte e cinco) empregados: até 5 (cinco) estagiários;
IV – acima de 25 (vinte e cinco) empregados: até 20% (vinte por cento) de estagiários.
§ 1º Para efeito desta Lei, considera-se quadro de pessoal o conjunto de trabalhadores
empregados existentes no estabelecimento do estágio.
§ 2º Na hipótese de a parte concedente contar com várias filiais ou estabelecimentos, os
quantitativos previstos nos incisos deste artigo serão aplicados a cada um deles.
§ 3º Quando o cálculo do percentual disposto no inciso IV do caput deste artigo resultar em
fração, poderá ser arredondado para o número inteiro imediatamente superior.
§ 4º Não se aplica o disposto no caput deste artigo aos estágios de nível superior e de nível
médio profissional.
§ 5º Fica assegurado às pessoas portadoras de deficiência o percentual de 10% (dez por cento)
das vagas oferecidas pela parte concedente do estágio.
Art. 18. A prorrogação dos estágios contratados antes do início da vigência desta Lei apenas
poderá ocorrer se ajustada às suas disposições.
Art. 19. O art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo Decreto-Lei
no 5.452, de 1o de maio de 1943, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 428. ......................................................................
§ 1º A validade do contrato de aprendizagem pressupõe anotação na Carteira de Trabalho e
Previdência Social, matrícula e freqüência do aprendiz na escola, caso não haja concluído o
ensino médio, e inscrição em programa de aprendizagem desenvolvido sob orientação de
entidade qualificada em formação técnico- profissional metódica.
......................................................................
§ 3º O contrato de aprendizagem não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, exceto
quando se tratar de aprendiz portador de deficiência.

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......................................................................
§ 7º Nas localidades onde não houver oferta de ensino médio para o cumprimento do disposto
no § 1o deste artigo, a contratação do aprendiz poderá ocorrer sem a freqüência à escola,
desde que ele já tenha concluído o ensino fundamental.” (NR)
Art. 20. O art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar com a seguinte
redação:
“Art. 82. Os sistemas de ensino estabelecerão as normas de realização de estágio em sua
jurisdição, observada a lei federal sobre a matéria.
Parágrafo único. (Revogado).” (NR)
Art. 21. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 22. Revogam-se as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março
de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o
da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto de 2001.
Brasília, 25 de setembro de 2008; 187o da Independência e 120o da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Fernando Haddad
André Peixoto Figueiredo Lima

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ANEXO 4 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO

COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

Estabelece Normas e Procedimentos para a


realização do componente curricular Estágio
Supervisionado.

O COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA, no uso de suas


atribuições regimentais,

CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar o componente curricular Estágio


Supervisionado Obrigatório;

CONSIDERANDO o que dispõe a Resolução nº 11, de 11 de março de 2002, do Conselho


Nacional de Educação;

CONSIDERANDO o que dispõe a Resolução nº 2, de 18 de junho de 2007, do Conselho


Nacional de Educação;

CONSIDERANDO o que dispõe a Lei Federal nº 11.788, de 25 de setembro de 2008;

CONSIDERANDO a competência funcional do Colegiado prevista no art. 45 do Regimento


Geral da UFAM;

CONSIDERANDO o que decidiu este Colegiado em reunião nesta data;

RESOLVE:

CAPÍTULO I – DOS OBJETIVOS

Art. 1º O Estágio Supervisionado tem por objetivos:


1. Consolidar conhecimentos adquiridos ao longo do Curso de Engenharia Química.

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2. Promover a integração entre os conhecimentos acadêmicos adquiridos ao longo do


Curso e a prática da Engenharia Química.
3. Proporcionar ao discente oportunidade de desenvolver habilidades de planejamento,
supervisão, elaboração e execução de projetos e serviços de Engenharia Quimica.
4. Proporcionar ao discente oportunidade de aprendizado profissional, em consonância
com aspectos sociais, ambientais e culturais, visando suas futuras atividades.

CAPÍTULO II – DA ESTRUTURA E DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO


SUPERVISIONADO

Art. 2º O Estágio Supervisionado é constituído de:


1. Disciplina Estágio Supervisionado;
2. Coordenação de Estágio Supervisionado;
3. Professor-Orientador;
4. Empresa;
5. Supervisor;
6. Estagiário.

CAPÍTULO III – DA DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Art. 3º A disciplina Estágio Supervisionado, de caráter obrigatório, tem carga horária de 180
(noventa) horas semestrais, correspondente a 6 (seis) créditos práticos.
Art. 4º A disciplina Estágio Supervisionado deverá ser cumprida em 1 (um) período letivo
regular, não sendo permitido cursá-la em período especial de férias.
Art. 5º A disciplina Estágio Supervisionado deverá ser realizada de forma individual pelo
discente, não sendo admitida sua realização em grupo.
Art. 6º As atividades da disciplina Estágio Supervisionado deverão ser realizadas em
Instituição Pública ou Privada, doravante designada Empresa, que mantenha atividades na
área de Engenharia Química.

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Art. 7º A disciplina Estágio Supervisionado será obrigatoriamente realizada sob o


acompanhamento de um Professor-Orientador, pela Faculdade de Tecnologia, e de um
Supervisor, pela Empresa.
Art. 8º Para a matrícula na disciplina Estágio Supervisionado o aluno deverá ter integralizado
pelo menos 80% (oitenta por cento) dos créditos obrigatórios do Curso.

CAPÍTULO IV – DA COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Art. 9º A Coordenação de Estágio Supervisionado será exercida por um professor designado


pela direção da Faculdade de Tecnologia e terá mandato de 02 (dois) anos.
Art. 10º Compete ao Coordenador de Estágio Supervisionado a organização administrativa da
disciplina Estágio Supervisionado.

CAPÍTULO V – DO PROFESSOR-ORIENTADOR

Art. 11 O Professor-Orientador é o professor do Curso de Engenharia Química a quem


compete:
1. Elaborar, em conjunto com o Estagiário e com o Supervisor, o Plano de Atividades a
ser apresentado à Coordenação de Estágio Supervisionado, dentro do prazo estipulado no art.
17;
2. Acompanhar o desenvolvimento do Estagiário através de contatos com o Supervisor;
3. Orientar o Estagiário na elaboração do Relatório Técnico;
4. Avaliar o Relatório Técnico;
5. Até 7 (sete) dias corridos antes do final do período letivo, encaminhar à Coordenação
de Estágio Supervisionado, em envelope lacrado, o formulário Avaliação do Professor-
Orientador (Anexo 5), no qual deverá constar uma nota de 0 (zero) a 10 (dez) atribuída ao
Estagiário, como forma de avaliação de seu Relatório Técnico.
Parágrafo Único. O Professor-Orientador será registrado junto à Coordenação de Estágio
Supervisionado, de acordo com escolha feita por entendimento direto entre o discente e o
professor, com a ajuda da Coordenação, caso necessário.

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CAPÍTULO VI – DA EMPRESA

Art. 12 Compete à Empresa:


1. Definir o nome do Supervisor para acompanhar o Estagiário no âmbito da Empresa;
2. Providenciar Apólice de Seguro Obrigatório, em favor do Estagiário, de acordo com o
item VI do artigo 9º da Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008.

CAPÍTULO VII – DO SUPERVISOR

Art. 13 O Supervisor é o engenheiro vinculado à Empresa e ao campo de aplicação do estágio.


Art. 14 Compete ao Supervisor:
1. Elaborar, em conjunto com o Estagiário e com o Professor-Orientador, o Plano de
Atividades, a ser apresentado à Coordenação de Estágio, dentro do prazo estipulado no art.
17;
2. Orientar, acompanhar e prestar assistência técnica ao Estagiário, contribuindo para o
bom desenvolvimento do estágio;
3. Enviar mensalmente ao Professor-Orientador, em envelope lacrado, o Controle de
Frequência Mensal da disciplina Estágio Supervisionado, conforme Anexo 2;
4. Até 7 (sete) dias corridos antes do final do período letivo, encaminhar à Coordenação
de Estágio Supervisionado, em envelope lacrado, o formulário Avaliação do Supervisor
(Anexo 4), no qual deverá constar duas notas de 0 (zero) a 10 (dez) atribuídas ao Estagiário,
sendo uma correspondente à avaliação de seu desempenho, e a outra referente ao seu
Relatório Técnico.

CAPÍTULO VIII – DO ESTAGIÁRIO

Art. 15 O Estagiário é o discente regularmente matriculado no Curso de Engenharia Química,


a quem compete:
1. Elaborar o Plano de Atividades (Anexo 1) juntamente com o Professor-Orientador e
com o Supervisor.

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2. Apresentar à Coordenação de Estágio Supervisionado a Apólice de Seguro


Obrigatório, prevista no item IV do artigo 9º da Lei Nº 11.788, de 25 de setembro de 2008,
no prazo de até 5 (cinco) dias após o início do período letivo em que o discente se encontra
matriculado na disciplina Estágio Supervisionado.
3. Cumprir as tarefas previstas no Plano de Atividades.
4. Elaborar o Relatório Técnico do Estágio Supervisionado, de acordo com as normas
previstas nesta Resolução, e submeter uma via desse Relatório ao Supervisor, e outra ao
Professor-Orientador, com antecedência mínima de 14 (quatorze) dias do final do período
letivo.
Parágrafo Único. A não apresentação da Apólice de Seguro Obrigatório implicará o
cancelamento da matrícula do discente.

CAPÍTULO IX – DO PLANO DE ATIVIDADES E DO RELATÓRIO TÉCNICO

Art. 16 O Plano de Atividades do Estágio Supervisionado (Anexo 1) tem como objetivo


detalhar as atividades que serão desenvolvidas durante o Estágio, devendo ser elaborado pelo
aluno em conjunto com o Supervisor e com o Professor-Orientador.
Art. 17 O Plano de Atividades do Estágio Supervisionado deverá ser apresentado à
Coordenação de Estágio Supervisionado para controle, devidamente preenchido e assinado
pelo Professor-Orientador e pelo Supervisor, pelo menos 15 (quinze) dias antes do final do
período letivo anterior ao da previsão de matrícula na disciplina Estágio Supervisionado,
obedecido o Calendário Acadêmico da Universidade Federal do Amazonas.
Parágrafo Único. A não apresentação do Plano de Atividades implicará o cancelamento da
matrícula do discente.
Art. 18 O Relatório Técnico deverá conter o registro do conhecimento adquirido pelo
Estagiário, devendo ser estruturado com as seguintes seções fundamentais:
1. folha de rosto, conforme Anexo 3;
2. sumário;
3. introdução;
4. desenvolvimento do relatório;

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5. considerações finais;
6. anexos e apêndices.
Parágrafo Único. O Relatório Técnico deverá ser elaborado em papel branco, sem pauta, no
formato A4, espaçamento entre linhas de 1,5, parágrafo justificado, fonte Times New Roman
de tamanho 12 ou Arial de tamanho 11, com as seguintes margens: esquerda 3 cm, direita 2
cm, superior 3 cm, e inferior 2 cm.

CAPÍTULO X – DA AVALIAÇÃO

Art. 19. A média dos exercícios escolares (MEE) será calculada pela média aritmética das
duas notas atribuídas pelo Supervisor conforme o item 4 do art. 14.
Art. 20 A nota atribuída pelo Professor-Orientador, na forma do item 5 do art. 11, será
consignada como correspondente à prova final (PF).
Parágrafo Único. O Professor-Orientador poderá exigir do discente a realização de
modificações ou complementações no Relatório Técnico, condicionando a atribuição de sua
nota ao cumprimento dessas exigências.
Art. 21 A Coordenação de Estágio Supervisionado se encarregará de efetuar o preenchimento
do Boletim de Notas e Frequências - BNF, respeitado a data limite estabelecida no Calendário
Acadêmico.
Parágrafo Único. Caso, na data referida neste artigo, a Coordenação não tenha recebido
alguma das notas previstas neste regulamento, a ela será atribuído o valor 0 (zero) para
lançamento no BNF.

CAPÍTULO XI – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 22 Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação de Estágio Supervisionado.


Art. 23 Esta Resolução entra em vigor na presente data, devendo ser aplicada aos discentes
que demandarem a disciplina Estágio Supervisionado a partir do 1º período letivo de 2010.

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SALA DE REUNIÕES DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DA


UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, em Manaus, 16 de novembro de
2009.

Prof. Franz

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Anexo 1 – Plano de Atividades.


Anexo 2 – Controle de Frequência Mensal efetuada pela Empresa.
Anexo 3 – Folha de rosto do Relatório Técnico.
Anexo 4 – Avaliação do Supervisor.
Anexo 5 – Avaliação do Professor-Orientador.

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(Anexo 1) CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA


DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Semestre Letivo 1 / 2010

Plano de Atividades

ALUNO: MATRÍCULA Nº
ENDEREÇO:
TELEFONES:

ORIENTADOR: ÁREA

EMPRESA:
ENDEREÇO:
SUPERVISOR: CARGO:
TELEFONES:

TÍTULO DO
RELATÓRIO
ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS

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MANAUS, DE DE

ALUNO

ORIENTADOR SUPERVISOR

Recebido em ___/___/_____

(Anexo 2) CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA


DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Semestre Letivo 1 / 2010

Frequência do Mês de Janeiro / 2010

ALUNO: MATRÍCULA Nº
ORIENTADOR:
EMPRESA:
SUPERVISOR: CARGO:

FREQUÊNCIA

DI SUPERVI DI SUPERVI
HORÁRIO HORÁRIO
A SOR A SOR

01 17
02 18
03 19
04 20
05 21
06 22
07 23
08 24
09 25
10 26

129
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11 27
12 28
13 29
14 30
15 31
16 TOTAL DE

MANAUS, DE DE

ALUNO

ORIENTADOR SUPERVISOR

Recebido em ___/___/_____

130
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(Anexo 3) CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Semestre Letivo 1 / 2011

Título do Relatório

por

Nome do Discente

Relatório Técnico elaborado como parte dos


requisitos da disciplina Estágio
Supervisionado para a integralização dos
créditos do curso de Engenharia Química.

Professor-Orientador:

Supervisor:

Empresa:

Manaus, de de

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(Anexo 4) CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA


DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Semestre Letivo 1 / 2011

Avaliação do Supervisor

ALUNO: MATRÍCULA Nº
ORIENTADOR:
EMPRESA:
SUPERVISOR: CARGO:

ESPAÇO DESTINADO A COMENTÁRIOS, SE DESEJAR (INICIATIVA, INTERESSE, DESEMPENHO, ETC.)

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NOT POR EXTENSO


AVALIAÇÕES DO DESEMPENHO DO
SUPERVISOR ALUNO ►

( DUAS NOTAS DE 0,0 A RELATÓRIO

MANAUS, DE DE

SUPERVISOR

Recebido em ___/___/_____

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(Anexo 5) CURSO DE ENGENHARIAQUÍMICA


DISCIPLINA ESTÁGIO SUPERVISIONADO
Semestre Letivo 1 / 2011

Avaliação do Professor-Orientador

ALUNO: MATRÍCULA Nº
ORIENTADOR:
EMPRESA:
SUPERVISOR: CARGO:

ESPAÇO PARA COMENTÁRIOS, SE DESEJAR (INICIATIVA, INTERESSE, DESEMPENHO, CRITÉRIOS DE

AVALIAÇÃO, ETC.)

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NOTA POR EXTENSO


AVALIAÇÃO DO PROFESSOR- ►
ORIENTADOR

MANAUS, DE DE

PROFESSOR-ORIENTADOR

Recebido em ___/___/_____

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ANEXO 5 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

Estabelece Normas e Procedimentos para a


realização do componente curricular Trabalho
de Conclusão de Curso.

O COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA, no uso de suas


atribuições regimentais,

CONSIDERANDO o que dispõe a Resolução nº 11, de 11 de março de 2002, do Conselho


Nacional de Educação;

CONSIDERANDO as recomendações da Comissão designada pelo Diretor da Faculdade de


Tecnologia, através da Portaria Nº 024/2008-FTUA, de 15 de agosto de 2008, para elaboração
de uma proposta de Projeto Pedagógico e reforma curricular para o curso de Engenharia
Química;

CONSIDERANDO a competência funcional do Colegiado prevista no art. 45 do Regimento


Geral da UFAM;

CONSIDERANDO o que decidiu este Colegiado em reunião nesta data;

RESOLVE:
CAPÍTULO I – DOS OBJETIVOS

Art. 1º A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso tem por objetivo sintetizar, integrar e
consolidar conhecimentos adquiridos durante o curso de Engenharia Química.

136
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CAPÍTULO II – DA ESTRUTURA E DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO DE


CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 2º O Trabalho de Conclusão de Curso é constituído de:


1. Disciplina Trabalho de Conclusão de Curso;
2. Coordenação;
3. Comissão de Avaliação;
4. Professor-Orientador;
5. Monografia;
6. Banca Examinadora;
7. Apresentação Oral;
8. Acervo de Monografias.

CAPÍTULO III – DA DISCIPLINA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 3º A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso compreende duas etapas: Monografia e


Apresentação Oral.
Art. 4º A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso será cursada em 01 (um) período letivo,
com carga horária de 30 (trinta) horas, equivalente a 02 (dois) créditos.
Art. 5º A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso não poderá ser realizada em período
letivo especial de férias.
Art. 6º A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser executada de forma
individual pelo discente, não sendo admitida sua realização em grupo.
Art. 7º Poderão ser usados os resultados de alguma atividade complementar (iniciação
científica, monitoria, projeto de extensão, projeto de pesquisa, etc.), como subsídios, para a
disciplina Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 8º A disciplina Trabalho de Conclusão de Curso será obrigatoriamente realizada sob a
orientação de um Professor-Orientador.
Art. 9º Para a matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso o aluno deverá ter
integralizado pelo menos 80% (oitenta por cento) dos créditos obrigatórios do Curso.

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CAPÍTULO IV – DA COORDENAÇÃO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 10º A organização administrativa da disciplina Trabalho de Conclusão de Curso será


exercida pelo Coordenador do Curso de Engenharia Química, a quem compete:
1. Indicar 3 (três) professores para compor a Comissão de Avaliação, a ser designada
pela direção da Faculdade de Tecnologia, com mandato de 2 (dois) anos.
2. Nomear o Professor-Orientador.
3. Receber as Propostas de Monografias, e submetê-las à Comissão de Avaliação para
análise.
4. Verificar, no início de cada período letivo, a relação dos discentes matriculados na
disciplina, realizando o cancelamento das matrículas daqueles que não preencherem os
requisitos estabelecidos nesta Resolução.
5. Designar as Bancas Examinadoras, estipulando horários e locais para a realização das
apresentações orais das Monografias.
6. Efetuar o preenchimento do Boletim de Notas e Frequências – BNF.
7. Inscrever as Monografias aprovadas pelas Bancas Examinadoras no Acervo de
Monografias.

CAPÍTULO V – DA COMISSÃO DE AVALIAÇÃO

Art. 11 A análise das Propostas de Monografia ficará a cargo da Comissão de Avaliação, que
remeterá os seus pareceres ao Coordenador do Curso de Engenharia Química até 5 (cinco)
dias antes do período letivo anterior ao da previsão de matrícula do discente na disciplina
Trabalho de Conclusão de Curso.
Parágrafo Único. Na avaliação das Propostas de Monografias deverão ser levados em
conta os seguintes aspectos:
1. Profundidade do nível do Proposta de Monografia com os objetivos da graduação;
2. Relacionamento do tema abordado com as áreas de formação ou de trabalho do
Engenheiro Química;
3. Representatividade do tema quanto aos objetivos de integração e síntese de
conhecimentos adquiridos ao longo da formação do discente.
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4. Exequibilidade no decurso de um período letivo.

CAPÍTULO VI – DO PROFESSOR-ORIENTADOR

Art. 12 O Professor-Orientador é o docente nomeado pelo Coordenador do Curso de


Engenharia Química, de acordo com escolha feita por entendimento direto entre o discente e o
professor.
§ 1º O Professor-Orientador deverá ser da Faculdade de Tecnologia da Universidade
Federal do Amazonas.
§ 2º Poderá ser indicado um professor co-orientador, da Universidade Federal do
Amazonas ou de outra instituição de ensino superior, mediante entendimento direto entre o
aluno e o Professor-Orientador.
§ 3º O Professor-Orientador não poderá orientar simultaneamente mais do que 05 (cinco)
trabalhos de conclusão de curso.
§ 4º No decorrer do período letivo, o discente poderá solicitar a troca de Professor-
Orientador, desde que apresente, por escrito, justificativa para tal solicitação e, em anexo,
declaração de disponibilidade do novo Professor-Orientador ou co-orientador, se for o caso,
para exercer a função.
Art. 13 Compete ao Professor-Orientador:
1. Acompanhar o discente sob sua responsabilidade, orientando-o em todas as etapas de
seu trabalho, desde a Proposta de Monografia até a apresentação oral.
2. Encaminhar ao Coordenador do Curso, no final do período letivo, a frequência do
discente na disciplina.
3. Indicar ao Coordenador do Curso de Engenharia Química 2 (dois) outros professores,
da UFAM ou de outras instituições de ensino superior, para comporem a Banca Examinadora
do discente sob sua responsabilidade, incluindo obrigatoriamente o co-orientador, quando
houver.
4. Presidir a Banca Examinadora.

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CAPÍTULO VII – DA MONOGRAFIA

Art. 14 A Monografia deverá ser desenvolvida por intermédio de um tema que permita ao
discente atender ao disposto no art. 1º desta Resolução.
Art. 15 Para se habilitar à matrícula na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, o discente
deverá encaminhar à Coordenação de Curso a Proposta de Monografia.
§ 1º A proposta deverá ser encaminhada pelo menos 30 (trinta) dias antes do final do
período letivo anterior ao da previsão de matrícula, conforme o Calendário Acadêmico da
Universidade Federal do Amazonas.
§ 2º A Proposta de Monografia deverá conter as seguintes informações:
1. Nome e matrícula do discente;
2. Carta de aceite do orientador e do co-orientador (se for o caso);
3. Título da Monografia;
4. Descrição do tema a ser desenvolvido;
5. Objetivos;
6. Metodologia;
7. Cronograma de atividades; e
8. Referências.
Art. 16 A versão final da Monografia deverá ter resumo, introdução e desenvolvimento do
tema, e obedecer ao padrão da ABNT.
Art. 17 O discente deverá fornecer uma cópia encadernada da Monografia para cada
componente da Banca Examinadora, com no nínimo uma semana de antecedência à data
estipulada para sua apresentação oral.

CAPÍTULO VIII – DA BANCA EXAMINADORA

Art. 18 A Banca Examinadora será composta pelo Professor-Orientador, que a presidirá, e de


mais 2 (dois) professores indicados por ele, a quem compete:
1. Atribuir notas individuais, de 0 (zero) a 10 (dez), à Monografia.

140
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2. Assistir à Apresentação Oral, e atribuir notas individuais, de 0 (zero) a 10 (dez).


3. Elaborar, ao final da apresentação oral, uma ata fazendo constar as notas atribuídas ao
discente, e enviá-la à Coordenação do Curso.

CAPÍTULO IX – DA APRESENTAÇÃO ORAL

Art. 19 A Apresentação Oral é a exposição pelo discente, perante a Banca Examinadora, em


sessão pública, de sua Monografia.
§ 1º A Apresentação Oral somente ocorrerá com a presença de todos os membros da Banca
Examinadora.
§ 2º A Apresentação Oral deverá ter duração mínima de 30 (trinta) minutos e máxima de
50 (cinquenta) minutos.
Art. 20 Caberá ao discente, de comum acordo com o seu Professor-Orientador, decidir sobre a
forma de apresentação, sendo-lhe facultado o uso de recursos que entender necessário.
Parágrafo Único. A Faculdade de Tecnologia não disponibilizará, obrigatoriamente, recursos
audiovisuais ou quaisquer outros equipamentos para os discentes fazerem suas apresentações.
Art. 21 O candidato poderá ser arguido ao final da exposição por quaisquer dos membros da
Banca Examinadora, por até 30 (trinta) minutos.
CAPÍTULO X – DA AVALIAÇÃO

Art. 22 A média dos exercícios escolares (MEE) será computada pela média aritmética das 3
(três) notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora à Monografia.
Art. 23 A nota correspondente à prova final (PF) será a média aritmética das 3 (três) notas
atribuídas pelo membros da banca Examinadora à Apresentação Oral.
Art. 24 Em caso de reprovação, a Proposta de Monografia poderá ter sua validade prorrogada
para o período letivo seguinte, a critério do Professor-Orientador.

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CAPÍTULO XI – DO ACERVO DE MONOGRAFIAS

Art. 25 O Acervo de Monografias é composto dos Trabalhos de Conclusão de Curso


aprovados, nos formatos impresso e eletrônico.
CAPÍTULO XII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 26 Ao discente que reunir as condições para colação de grau de Engenheiro Química no
final do 1º período letivo de 2010, exclusivamente, será facultado receber os créditos da
disciplina Trabalho de Conclusão de Curso, mediante processo de aproveitamento de estudos,
considerando como a Monografia o relatório da disciplina Estágio Supervisionado,
integralizada até aquele mesmo período.

Art. 27 O relatório final de qualquer atividade institucional, se convertido em artigo e


publicado em veículo de comunicação da área de Engenharia Química que apresente corpo
editorial, poderá ser considerado equivalente, mediante processo de aproveitamento de
estudos, ao Trabalho de Conclusão de Curso.

Parágrafo Único. Entendem-se como atividades institucionais, para os efeitos deste artigo:
Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – PIBIC, Programa Institucional de
Bolsas de Extensão – PIBEX, Programa de Educação Tutorial – PET, Monitoria, outros
programas e projetos de extensão e pesquisa, e estágios não obrigatórios, vinculados ao ensino
de graduação do curso de Engenharia Química.

Art. 28 Os casos omissos serão resolvidos pela Coordenação de Trabalho de Conclusão de


Curso.
Art. 29 Esta Resolução entra em vigor na presente data, devendo ser aplicada aos discentes
que demandarem a disciplina Trabalho de Conclusão de Curso a partir do 1º período letivo de
2010.

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SALA DE REUNIÕES DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DA


UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, em Manaus, 16 de novembro de
2009.

Prof. Franz

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ANEXO 6 – ATIVIDADES COMPLEMENTARES


COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

Regulamenta o art. 8º e seu parágrafo único


da Resolução 018/2007, de 1º de agosto de
2007, do Conselho de Ensino e Pesquisa.

O COORDENADOR DO CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA, no uso de suas


atribuições regimentais,

CONSIDERANDO o que dispõe o § 2º do art. 5º da Resolução nº 11, de 11 de março de


2002, do Conselho Nacional de Educação (Diretrizes Curriculares);

CONSIDERANDO a necessidade de regulamentar o art. 8º e seu parágrafo único da


Resolução 018/2007, de 1º de agosto de 2007, do Conselho de Ensino e Pesquisa;

CONSIDERANDO a competência funcional do Colegiado prevista no art. 45 do Regimento


Geral da UFAM;

CONSIDERANDO o que decidiu este Colegiado em reunião nesta data,

RESOLVE:

Art. 1º São Atividades Complementares aquelas realizadas em horários extraclasse, visando o


enriquecimento da formação do discente, através da articulação entre ensino, pesquisa e
extensão.
Art. 2º Ficam definidas, no âmbito do Curso de Engenharia Química da Faculdade de
Tecnologia da UFAM as seguintes Atividades Complementares e respectivas cargas horárias:

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ATIVIDADE CARGA HORÁRIA

Monitorias 10 horas por monitoria


Estágios não obrigatórios 05 horas por estágio semestral
01 horas por mês de participação no
Projetos e Programas de Iniciação Científica (PIBIC e
projeto ou programa, até o limite de
outros Editais)
60 horas
01 horas por mês de participação no
Projetos e Programas de Extensão (PIBEX e outros
projeto ou programa, até o limite de
Editais)
60 horas
Organização de Eventos Acadêmicos 10 horas por evento
Participação em Eventos Acadêmicos 02 horas por evento
10 horas por período de
Representação Discente Regimental
representação
Premiação por Trabalho Acadêmico 60 horas
Cursos realizados em áreas afins Carga horária realizada

Art. 3º A Comissão de Avaliação de Atividades Complementares a que se refere o art. 2º da


Resolução 018/2007 – CONSEPE será composta pelo Coordenador do Curso de Engenharia
Química e por 1 (um) representante de cada uma das seguintes áreas: Construção, Geotecnia e
Transportes, e Hidráulica e Saneamento.
Parágrafo Único. Compete à Comissão analisar a pertinência da atividade realizada, e
homologar a respectiva carga horária.
Art. 4º A solicitação do reconhecimento da atividade realizada deverá ser encaminhada pelo
discente à Comissão de Avaliação de Atividades Complementares, acompanhada de
documento comprobatório.
Art. 5º As atividades registradas como complementares no histórico do aluno não poderão ser
aproveitadas como carga horária optativa, conforme estabelece o art. 9º da Resolução
018/2007 – CONSEPE.
Art. 6º Esta Resolução entra em vigor na presente data.

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SALA DE REUNIÕES DA FACULDADE DE TECNOLOGIA DA


UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS, em Manaus, 16 de novembro de
2009.

Prof. Franz

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ANEXO 7 ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

RESOLUÇÃO CONFEA Nº 1.010, DE 22 DE AGOSTO DE 2005

Dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências


e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea,
para efeito de fiscalização do exercício profissional.

O CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA -


Confea, no uso das atribuições que lhe confere a alínea "f" do art. 27 da Lei nº 5.194, de 24 de
dezembro 1966, e
Considerando a Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, que regula o exercício das
profissões de engenheiro, de arquiteto e de engenheiro agrônomo;
Considerando a Lei nº 4.076, de 23 de junho de 1962, que regula o exercício da profissão de
geólogo;
Considerando a Lei nº 6.664, de 26 de junho de 1979, que disciplina a profissão de geógrafo;
Considerando a Lei nº 6.835, de 14 de outubro de 1980, que dispõe sobre o exercício da
profissão de meteorologista;
Considerando o Decreto nº 23.196, de 12 de outubro de 1933, que regula o exercício da
profissão agronômica;
Considerando o Decreto nº 23.569, de 11 de dezembro de 1933, que regula o exercício das
profissões de engenheiro, de arquiteto e de agrimensor;
Considerando o Decreto-Lei nº 8.620, de 10 de janeiro de 1946, que dispõe sobre a
regulamentação do exercício das profissões de engenheiro, de arquiteto e de agrimensor,
regida pelo Decreto nº 23.569, de 1933;
Considerando a Lei nº 4.643, de 31 de maio de 1965, que determina a inclusão da
especialização de engenheiro florestal na enumeração do art. 16 do Decreto-Lei nº 8.620, de
1946;
Considerando a Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968, que dispõe sobre a profissão de
técnico industrial e agrícola de nível médio;
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Considerando o Decreto nº 90.922, de 6 de fevereiro de 1985, que regulamenta a Lei nº 5.524,


de 1968, modificado pelo Decreto nº 4.560, de 30 de dezembro de 2002;
Considerando a Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985, que dispõe sobre a especialização
de engenheiros e arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho;
Considerando o Decreto nº 92.530, de 9 de abril de 1986, que regulamenta a Lei nº 7.410, de
1985;
Considerando a Lei nº 7.270, de 10 de dezembro de 1984, que apresenta disposições
referentes ao exercício da atividade de perícia técnica;
Considerando a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases
da educação nacional;
Considerando o Decreto nº 5.154, de 23 de julho de 2004, que regulamenta o § 2º do art. 36 e
os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 1996;
Considerando a Lei nº 9.131, de 24 de novembro de 1985, que altera dispositivos da Lei nº
4.024, de 20 de dezembro de 1961,

RESOLVE:

Art. 1º Estabelecer normas, estruturadas dentro de uma concepção matricial, para a atribuição
de títulos profissionais, atividades e competências no âmbito da atuação profissional, para
efeito de fiscalização do exercício das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea.
Parágrafo único. As profissões inseridas no Sistema Confea/Crea são as de engenheiro, de
arquiteto e urbanista, de engenheiro agrônomo, de geólogo, de geógrafo, de meteorologista,
de tecnólogo e de técnico.

CAPÍTULO I
DAS ATRIBUIÇÕES DE TÍTULOS PROFISSIONAIS
Art. 2º Para efeito da fiscalização do exercício das profissões objeto desta Resolução, são
adotadas as seguintes definições:
I – atribuição: ato geral de consignar direitos e responsabilidades dentro do ordenamento
jurídico que rege a comunidade;

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II – atribuição profissional: ato específico de consignar direitos e responsabilidades para o


exercício da profissão, em reconhecimento de competências e habilidades derivadas de
formação profissional obtida em cursos regulares;
III - título profissional: título atribuído pelo Sistema Confea/Crea a portador de diploma
expedido por instituições de ensino para egressos de cursos regulares, correlacionado com
o(s) respectivo(s) campo(s) de atuação profissional, em função do perfil de formação do
egresso, e do projeto pedagógico do curso;
IV - atividade profissional: ação característica da profissão, exercida regularmente;
V - campo de atuação profissional: área em que o profissional exerce sua profissão, em
função de competências adquiridas na sua formação;
VI – formação profissional: processo de aquisição de competências e habilidades para o
exercício responsável da profissão;
VII - competência profissional: capacidade de utilização de conhecimentos, habilidades e
atitudes necessários ao desempenho de atividades em campos profissionais específicos,
obedecendo a padrões de qualidade e produtividade;
VIII - modalidade profissional: conjunto de campos de atuação profissional da Engenharia
correspondentes a formações básicas afins, estabelecido em termos genéricos pelo Confea;
IX – categoria (ou grupo) profissional: cada uma das três profissões regulamentadas na Lei nº
5.194 de 1966; e
X – curso regular: curso técnico ou de graduação reconhecido, de pós-graduação credenciado,
ou de pós-graduação senso lato considerado válido, em consonância com as disposições legais
que disciplinam o sistema educacional, e devidamente registrado no Sistema Confea/Crea.
Art. 3º Para efeito da regulamentação da atribuição de títulos, atividades e competências para
os diplomados no âmbito das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, consideram-se
nesta Resolução os seguintes níveis de formação profissional, quando couber:
I - técnico;
II – graduação superior tecnológica; III – graduação superior plena;
IV - pós-graduação no senso lato (especialização); e
V - pós-graduação no senso estrito (mestrado ou doutorado).

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Art. 4º Será obedecida a seguinte sistematização para a atribuição de títulos profissionais e


designações de especialistas, em correlação com os respectivos perfis e níveis de formação, e
projetos pedagógicos dos cursos, no âmbito do respectivo campo de atuação profissional, de
formação ou especialização:
I - para o diplomado em curso de formação profissional técnica, será atribuído o título de
técnico;
II - para o diplomado em curso de graduação superior tecnológica, será atribuído o título de
tecnólogo;
III - para o diplomado em curso de graduação superior plena, será atribuído o título de
engenheiro, de arquiteto e urbanista, de engenheiro agrônomo, de geólogo, de geógrafo ou de
meteorologista, conforme a sua formação;
IV - para o técnico ou tecnólogo portador de certificado de curso de especialização será
acrescida ao título profissional atribuído inicialmente a designação de especializado no âmbito
do curso;
V - para os profissionais mencionados nos incisos II e III do art. 3º desta Resolução,
portadores de certificado de curso de formação profissional pós-graduada no senso lato, será
acrescida ao título profissional atribuído inicialmente a designação de especialista;
VI - para o portador de certificado de curso de formação profissional pós- graduada no senso
lato em Engenharia de Segurança do Trabalho, será acrescida ao título profissional atribuído
inicialmente a designação de engenheiro de segurança do trabalho; e
VII - para os profissionais mencionados nos incisos II e III do art. 3º desta Resolução,
diplomados em curso de formação profissional pós-graduada no senso estrito, será acrescida
ao título profissional atribuído inicialmente a designação de mestre ou doutor na respectiva
área de concentração de seu mestrado ou doutorado.
§ 1°. Os títulos profissionais serão atribuídos em conformidade com a Tabela de Títulos
Profissionais do Sistema Confea/Crea, estabelecida em resolução específica do Confea,
atualizada periodicamente, e com observância do disposto nos arts. 7º, 8°, 9°, 10 e 11 e seus
parágrafos, desta Resolução.

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§ 2º O título de engenheiro será obrigatoriamente acrescido de denominação que caracterize a


sua formação profissional básica no âmbito do(s) respectivo(s) campo(s) de atuação
profissional da categoria, podendo abranger simultaneamente diferentes âmbitos de campos.
§ 3º As designações de especialista, mestre ou doutor só poderão ser acrescidas ao título
profissional de graduados em nível superior previamente registrados no Sistema Confea/Crea.

CAPÍTULO II
DAS ATRIBUIÇÕES PARA O DESEMPENHO DE ATIVIDADES NO ÂMBITO DAS
COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS
Art. 5º Para efeito de fiscalização do exercício profissional dos diplomados no âmbito das
profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, em todos os seus respectivos níveis de
formação, ficam designadas as seguintes atividades, que poderão ser atribuídas de forma
integral ou parcial, em seu conjunto ou separadamente, observadas as disposições gerais e
limitações estabelecidas nos arts. 7º, 8°, 9°, 10 e 11 e seus parágrafos, desta Resolução:
Atividade 01 - Gestão, supervisão, coordenação, orientação técnica;
Atividade 02 - Coleta de dados, estudo, planejamento, projeto, especificação; Atividade 03 -
Estudo de viabilidade técnico-econômica e ambiental;
Atividade 04 - Assistência, assessoria, consultoria; Atividade 05 - Direção de obra ou serviço
técnico;
Atividade 06 - Vistoria, perícia, avaliação, monitoramento, laudo, parecer técnico, auditoria,
arbitragem;
Atividade 07 - Desempenho de cargo ou função técnica;
Atividade 08 - Treinamento, ensino, pesquisa, desenvolvimento, análise, experimentação,
ensaio, divulgação técnica, extensão;
Atividade 09 - Elaboração de orçamento;
Atividade 10 - Padronização, mensuração, controle de qualidade; Atividade 11 - Execução de
obra ou serviço técnico;
Atividade 12 - Fiscalização de obra ou serviço técnico; Atividade 13 - Produção técnica e
especializada; Atividade 14 - Condução de serviço técnico;

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Atividade 15 - Condução de equipe de instalação, montagem, operação, reparo ou


manutenção;
Atividade 16 - Execução de instalação, montagem, operação, reparo ou
Atividade 17 – Operação, manutenção de equipamento ou instalação; e
Atividade 18 - Execução de desenho técnico.
Parágrafo único. As definições das atividades referidas no caput deste artigo encontram-se no
glossário constante do Anexo I desta Resolução.
Art. 6º Aos profissionais dos vários níveis de formação das profissões inseridas no Sistema
Confea/Crea é dada atribuição para o desempenho integral ou parcial das atividades
estabelecidas no artigo anterior, circunscritas ao âmbito do(s) respectivo(s) campo(s)
profissional(ais), observadas as disposições gerais estabelecidas nos arts. 7º, 8°, 9°, 10 e 11 e
seus parágrafos, desta Resolução, a sistematização dos campos de atuação profissional
estabelecida no Anexo II, e as seguintes disposições:
I - ao técnico, ao tecnólogo, ao engenheiro, ao arquiteto e urbanista, ao engenheiro agrônomo,
ao geólogo, ao geógrafo, e ao meteorologista compete o desempenho de atividades no(s)
seu(s) respectivo(s) campo(s) profissional(ais), circunscritos ao âmbito da sua respectiva
formação e especialização profissional; e
II - ao engenheiro, ao arquiteto e urbanista, ao engenheiro agrônomo, ao geólogo, ao
geógrafo, ao meteorologista e ao tecnólogo, com diploma de mestre ou doutor compete o
desempenho de atividades estendidas ao âmbito das respectivas áreas de concentração do seu
mestrado ou doutorado.

CAPÍTULO III
DO REGISTRO DOS PROFISSIONAIS

Seção I
Da Atribuição Inicial
Art. 7º A atribuição inicial de títulos profissionais, atividades e competências para os
diplomados nos respectivos níveis de formação, nos campos de atuação profissional
abrangidos pelas diferentes profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, será efetuada

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mediante registro e expedição de carteira de identidade profissional no Crea, e a respectiva


anotação no Sistema de Informações Confea/Crea - SIC.
Art. 8º O Crea, atendendo ao que estabelecem os arts. 10 e 11 da Lei nº 5.194, de 1966,
deverá anotar as características da formação do profissional, com a correspondente atribuição
inicial de título, atividades e competências para o exercício profissional, levando em
consideração as disposições dos artigos anteriores e do Anexo II desta Resolução.
§ 1º O registro dos profissionais no Crea e a respectiva atribuição inicial de título profissional,
atividades e competências serão procedidos de acordo com critérios a serem estabelecidos
pelo Confea para a padronização dos procedimentos, e dependerão de análise e decisão
favorável da(s) câmara(s) especializada(s) do Crea, correlacionada(s) com o respectivo âmbito
do(s) campos(s) de atuação profissional.
§ 2º A atribuição inicial de título profissional, atividades e competências decorrerá,
rigorosamente, da análise do perfil profissional do diplomado, de seu currículo integralizado e
do projeto pedagógico do curso regular, em consonância com as respectivas diretrizes
curriculares nacionais.

Seção II
Da Extensão da Atribuição Inicial
Art. 9º A extensão da atribuição inicial fica restrita ao âmbito da mesma categoria
Art. 10º. A extensão da atribuição inicial de título profissional, atividades e competências na
categoria profissional Engenharia, em qualquer dos respectivos níveis de formação
profissional será concedida pelo Crea em que o profissional requereu a extensão, observadas
as seguintes disposições:
I - no caso em que a extensão da atribuição inicial se mantiver na mesma modalidade
profissional, o procedimento dar-se-á como estabelecido no caput deste artigo, e dependerá de
decisão favorável da respectiva câmara especializada; e
II – no caso em que a extensão da atribuição inicial não se mantiver na mesma modalidade, o
procedimento dar-se-á como estabelecido no caput deste artigo, e dependerá de decisão
favorável das câmaras especializadas das modalidades envolvidas.

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§ 1º A extensão da atribuição inicial decorrerá da análise dos perfis da formação profissional


adicional obtida formalmente, mediante cursos comprovadamente regulares, cursados após a
diplomação, devendo haver decisão favorável da(s) câmara(s) especializada(s) envolvida(s).
§ 2º No caso de não haver câmara especializada no âmbito do campo de atuação profissional
do interessado, ou câmara inerente à extensão de atribuição pretendida, a decisão caberá ao
Plenário do Crea.
§ 3º A extensão da atribuição inicial aos técnicos portadores de certificados de curso de
especialização será considerada dentro dos mesmos critérios do caput deste artigo e seus
incisos.
§ 4º A extensão da atribuição inicial aos portadores de certificados de formação profissional
adicional obtida no nível de formação pós-graduada no senso lato, expedidos por curso
regular registrado no Sistema Confea/Crea, será considerada dentro dos mesmos critérios do
caput deste artigo e seus incisos.
§ 5º Nos casos previstos nos §§ 3º e 4º, será exigida a prévia comprovação do cumprimento
das exigências estabelecidas pelo sistema educacional para a validade dos respectivos cursos.

Seção III
Da Sistematização dos Campos de Atuação Profissional
Art. 11. Para a atribuição de títulos profissionais, atividades e competências será observada a
sistematização dos campos de atuação profissional e dos níveis de formação profissional
mencionados no art. 3º desta Resolução, e consideradas as especificidades de cada campo de
atuação profissional e nível de formação das várias profissões integrantes do Sistema
Confea/Crea, apresentadas no Anexo II.
§ 1º A sistematização mencionada no caput deste artigo, constante do Anexo II, tem
características que deverão ser consideradas, no que couber, em conexão com os perfis
profissionais, estruturas curriculares e projetos pedagógicos, em consonância com as
diretrizes curriculares nacionais dos cursos que levem à diplomação ou concessão de
certificados nos vários níveis profissionais, e deverá ser revista periodicamente, com a decisão
favorável das câmaras especializadas, do Plenário dos Creas e aprovação pelo Plenário do
Confea com voto favorável de no mínimo dois terços do total de seus membros.

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§ 2º Para a atribuição inicial de títulos profissionais, atividades e competências para os


profissionais diplomados no nível técnico e para os diplomados no nível superior em
Geologia, em Geografia e em Meteorologia prevalecerão as disposições estabelecidas nas
respectivas legislações específicas.

CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 12. Ao profissional já diplomado aplicar-se-á um dos seguintes critérios:
I – ao que estiver registrado será permitida a extensão da atribuição inicial de título
profissional, atividades e competências, em conformidade com o estabelecido nos arts. 9º e 10
e seus parágrafos, desta Resolução; ou
II – ao que ainda não estiver registrado, será concedida a atribuição inicial de título
profissional, atividades e competências, em conformidade com os critérios em vigor antes da
vigência desta Resolução, sendo-lhe permitida a extensão da mesma em conformidade com o
estabelecido nos arts. 9º e 10 e seus parágrafos, desta Resolução.
Art. 13. Ao aluno matriculado em curso comprovadamente regular, anteriormente à entrada
em vigor desta Resolução, é permitida a opção pelo registro em conformidade com as
disposições então vigentes.
Art. 14. Questões levantadas no âmbito dos Creas relativas a atribuições de títulos
profissionais, atividades e competências serão decididas pelo Confea em conformidade com o
disposto no parágrafo único do art. 27 da Lei nº 5.194, de 1966.
Art. 15. O Confea, no prazo de até cento e vinte dias a contar da data de publicação desta
Resolução, deverá apreciar e aprovar os Anexos I e II nela referidos.
Art. 16. Esta resolução entra em vigor a partir de 1° de julho de 2007. (*)

Brasília, 22 de agosto de 2005.

Eng. Wilson Lang


Presidente

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Publicado no D.O.U de 30 de agosto de 2005 – Seção 1, pág. 191 e 192


Publicada no D.O.U de 21 de setembro de 2005 – Seção 3, pág. 99 as Retificações do inciso
X do art. 2º e do § 4º do art. 10. Anexos I e II publicados no D.O.U de 15 de dezembro de
2005 – Seção 1, páginas 337 a 342 e republicados no D.O.U de 19 de dezembro de 2006 –
Seção 1, pág. 192 a 205.
(*) Nova redação dada pela Resolução nº 1.016, de 25 de agosto de 2006.
Inclusão do Anexo III e nova redação do art. 16, aprovados pela Resolução nº 1.016, de 25 de
agosto de 2006.
Publicada no D.O.U de 4 de setembro de 2006 – Seção 1 Pág. 116 a 118.

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ANEXO A DA RESOLUÇÃO Nº 1010 DE 22 DE AGOSTO DE 2005


SISTEMATIZAÇÃO DAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS
PREÂMBULO

Este Anexo I contém a tabela de Códigos de Atividades Profissionais e o Glossário que define
de forma específica as atividades, estabelecidas no Art. 5º da Resolução 1.010, de 2005.
A atribuição para o desempenho integral ou parcial das atividades constantes do art. 5º da
Resolução nº 1.010, de 2005, será efetuada em conformidade com os critérios estabelecidos
no art. 10 e seu parágrafo único, do Anexo III do citado normativo. Deve ser destacado que o
Art. 5º da Resolução nº 1.010, de 2005, é aplicável a todos os níveis de formação profissional
considerados no seu Artigo 3º, e as Atividades definidas no Glossário deste Anexo abrangem
e complementam as estabelecidas para as profissões que integram o Sistema Confea/Crea
regidas por legislação específica.

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GLOSSÁRIO

Este glossário é de natureza específica, não devendo prevalecer entendimentos distintos dos
termos nele apresentados, embora aplicáveis em outros contextos.
Análise – atividade que envolve a determinação das partes constituintes de um todo,
buscando conhecer sua natureza ou avaliar seus aspectos técnicos.

Arbitragem – atividade que constitui um método alternativo para solucionar conflitos a partir
de decisão proferida por árbitro escolhido entre profissionais da confiança das partes
envolvidas, versados na matéria objeto da controvérsia.

Assessoria – atividade que envolve a prestação de serviços por profissional que detém
conhecimento especializado em determinado campo profissional, visando ao auxílio técnico
para a elaboração de projeto ou execução de obra ou serviço.

Assistência – atividade que envolve a prestação de serviços em geral, por profissional que
detém conhecimento especializado em determinado campo de atuação profissional, visando
suprir necessidades técnicas.

Auditoria – atividade que envolve o exame e a verificação de obediência a condições formais


estabelecidas para o controle de processos e a lisura de procedimentos.

Avaliação – atividade que envolve a determinação técnica do valor qualitativo ou monetário


de um bem, de um direito ou de um empreendimento.

Coleta de dados – atividade que consiste em reunir, de maneira consistente, dados de


interesse para o desempenho de tarefas de estudo, planejamento, pesquisa, desenvolvimento,
experimentação, ensaio, e outras afins.

Condução – atividade de comandar a execução, por terceiros, do que foi determinado por si
ou por outros.

Consultoria – atividade de prestação de serviços de aconselhamento, mediante exame de


questões específicas, e elaboração de parecer ou trabalho técnico pertinente, devidamente
fundamentado.

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Controle de qualidade – atividade de fiscalização exercida sobre o processo produtivo


visando garantir a obediência a normas e padrões previamente estabelecidos.

Coordenação – atividade exercida no sentido de garantir a execução de obra ou serviço


segundo determinada ordem e método previamente estabelecidos.

Desempenho de cargo ou função técnica - atividade exercida de forma continuada, no


âmbito da profissão, em decorrência de ato de nomeação, designação ou contrato de trabalho.

Desenvolvimento – atividade que leva à consecução de modelos ou protótipos, ou ao


aperfeiçoamento de dispositivos, equipamentos, bens ou serviços, a partir de conhecimentos
obtidos através da pesquisa científica ou tecnológica.

Direção – atividade técnica de determinar, comandar e essencialmente decidir na consecução


de obra ou serviço.

Divulgação técnica – atividade de difundir, propagar ou publicar matéria de conteúdo


técnico.

Elaboração de orçamento – atividade realizada com antecedência, que envolve o


levantamento de custos, de forma sistematizada, de todos os elementos inerentes à execução
de determinado empreendimento.

Ensaio – atividade que envolve o estudo ou a investigação sumária de aspectos técnicos e/ou
científicos de determinado assunto.

Ensino – atividade cuja finalidade consiste na transmissão de conhecimento de maneira


formal.

Equipamento – instrumento, máquina ou conjunto de dispositivos operacionais, necessário


para a execução de atividade ou operação determinada.

Especificação – atividade que envolve a fixação das características, condições ou requisitos


relativos a materiais, equipamentos, instalações ou técnicas de execução a serem empregados
em obra ou serviço técnico.

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Estudo – atividade que envolve simultaneamente o levantamento, a coleta, a observação, o


tratamento e a análise de dados de natureza diversa, necessários ao projeto ou execução de
obra ou serviço técnico, ou ao desenvolvimento de métodos ou processos de produção, ou à
determinação preliminar de características gerais ou de viabilidade técnica, econômica ou
ambiental.

Execução – atividade em que o Profissional, por conta própria ou a serviço de terceiros,


realiza trabalho técnico ou científico visando à materialização do que é previsto nos projetos
de um serviço ou obra.

Execução de desenho técnico – atividade que implica a representação gráfica por meio de
linhas, pontos e manchas, com objetivo técnico.

Experimentação – atividade que consiste em observar manifestações de um determinado


fato, processo ou fenômeno, sob condições previamente estabelecidas, coletando dados, e
analisando-os com vistas à obtenção de conclusões.

Extensão – atividade que envolve a transmissão de conhecimentos técnicos pela utilização de


sistemas informais de aprendizado.

Fiscalização – atividade que envolve a inspeção e o controle técnicos sistemáticos de obra ou


serviço, com a finalidade de examinar ou verificar se sua execução obedece ao projeto e às
especificações e prazos estabelecidos.

Gestão – conjunto de atividades que englobam o gerenciamento da concepção, elaboração,


projeto, execução, avaliação, implementação, aperfeiçoamento e manutenção de bens e
serviços e de seus processos de obtenção.

Instalação – atividade de dispor ou conectar convenientemente conjunto de dispositivos


necessários à determinada obra ou serviço técnico, de conformidade com instruções
determinadas.

Laudo – peça na qual, com fundamentação técnica, o profissional habilitado, como perito,
relata o que observou e apresenta as suas conclusões, ou avalia o valor de bens, direitos, ou
empreendimentos.

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Manutenção – atividade que implica conservar aparelhos, máquinas, equipamentos e


instalações em bom estado de conservação e operação.

Mensuração – atividade que envolve a apuração de aspectos quantitativos de determinado


fenômeno, produto, obra ou serviço técnico, num determinado período de tempo.

Montagem – operação que consiste na reunião de componentes, peças, partes ou produtos,


que resulte em dispositivo, produto ou unidade autônoma que venha a tornar-se operacional,
preenchendo a sua função.

Monitoramento - atividade de examinar, acompanhar, avaliar e verificar a obediência a


condições previamente estabelecidas para a perfeita execução ou operação de obra, serviço,
projeto, pesquisa, ou outro qualquer empreendimento.

Normalização – Ver Padronização.

Obra – resultado da execução ou operacionalização de projeto ou planejamento elaborado


visando à consecução de determinados objetivos.

Operação – atividade que implica fazer funcionar ou acompanhar o funcionamento de


instalações, equipamentos ou mecanismos para produzir determinados efeitos ou produtos.

Orientação técnica – atividade de proceder ao acompanhamento do desenvolvimento de uma


obra ou serviço, segundo normas específicas, visando a fazer cumprir o respectivo projeto ou
planejamento.

Padronização – atividade que envolve a determinação ou o estabelecimento de características


ou parâmetros, visando à uniformização de processos ou produtos.

Parecer técnico – expressão de opinião tecnicamente fundamentada sobre determinado


assunto, emitida por especialista.

Perícia – atividade que envolve a apuração das causas que motivaram determinado evento, ou
da asserção de direitos, e na qual o profissional, por conta própria ou a serviço de terceiros,
efetua trabalho técnico visando a emissão de um parecer ou laudo técnico, compreendendo:

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levantamento de dados, realização de análise ou avaliação de estudos, propostas, projetos,


serviços, obras ou produtos desenvolvidos ou executados por outrem.

Pesquisa – atividade que envolve investigação minudente, sistemática e metódica para


elucidação ou o conhecimento dos aspectos técnicos ou científicos de determinado fato,
processo, ou fenômeno.

Planejamento – atividade que envolve a formulação sistematizada de um conjunto de


decisões devidamente integradas, expressas em objetivos e metas, e que explicita os meios
disponíveis ou necessários para alcançá-los, num dado prazo.

Produção técnica especializada – atividade em que o profissional, por conta própria ou a


serviço de terceiros, efetua qualquer operação industrial ou agropecuária que gere produtos
acabados ou semi acabados, isoladamente ou em série.

Projeto – representação gráfica ou escrita necessária à materialização de uma obra ou


instalação, realizada através de princípios técnicos e científicos, visando à consecução de um
objetivo ou meta, adequando-se aos recursos disponíveis e às alternativas que conduzem à
viabilidade da decisão.

Reparo – atividade que implica recuperar ou consertar obra, equipamento ou instalação


avariada, mantendo suas características originais.

Serviço Técnico – desempenho de atividades técnicas no campo profissional.

Supervisão – atividade de acompanhar, analisar e avaliar, a partir de um plano funcional


superior, o desempenho dos responsáveis pela execução projetos, obras ou serviços.

Trabalho Técnico – desempenho de atividades técnicas coordenadas, de caráter físico ou


intelectual, necessárias à realização de qualquer serviço, obra, tarefa, ou empreendimento
especializados.

Treinamento – atividade cuja finalidade consiste na transmissão de competências,


habilidades e destreza, de maneira prática.

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Vistoria – atividade que envolve a constatação de um fato, mediante exame circunstanciado e


descrição minuciosa dos elementos que o constituem, sem a indagação das causas que o
motivaram.

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ANEXO B DA RESOLUÇÃO Nº 1.010 DE 22 DE AGOSTO DE 2005


SISTEMATIZAÇÃO DOS CAMPOS DE ATUAÇÃO PROFISSIONAL
PREÂMBULO

Este Anexo II da Resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005, contém a Tabela de Códigos


de Competências Profissionais, em conexão com a sistematização dos Campos de Atuação
Profissional das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea.
Este Anexo (passível de revisão periódica, conforme disposto no art. 11, § 1º da Resolução nº
1.010, de 2005, do Confea) tem a finalidade de formular a sistematização dos Campos de
Atuação das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, partindo das legislações específicas
que regulamentam o exercício profissional respectivo, tendo em vista também a realidade
atual do exercício das profissões e a sua possível evolução a médio prazo, em função do
desenvolvimento tecnológico, industrial, social e econômico nacional, e ainda considerando
as respectivas Diretrizes Curriculares atualmente estabelecidas pelo Conselho Nacional de
Educação.
Não deve ser confundida a sistematização constante deste Anexo II com as atribuições que
poderão vir a ser concedidas a um egresso de curso inserido no âmbito das profissões
abrangidas pelo Sistema Confea/Crea. Esta sistematização visa somente explicitar os Campos
de Atuação Profissional, sabendo-se, de antemão, que o exercício profissional terá sempre
caráter interdisciplinar, e que não deverão ser impostas barreiras arbitrárias que
compartimentalizem o exercício profissional, impedindo ou dificultando a migração de
profissionais entre eles, no âmbito de suas respectivas categorias.
A atribuição de competências, para egressos de cursos que venham a registrar-se no Crea, em
cada Campo de Atuação Profissional caberá à respectiva Câmara Especializada do Crea, e em
conformidade com as disposições estabelecidas na Resolução nº 1.010, de 2005, e na
Resolução nº 1.016, de 25 de agosto de 2006, dependerá rigorosamente da profundidade e da
abrangência da capacitação de cada profissional, no seu respectivo nível de formação, no
âmbito de cada campo de atuação das profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, com a
possibilidade de interdisciplinaridade dentro de cada Categoria, em decorrência da
flexibilidade que caracteriza as Diretrizes Curriculares, conforme explicitado na própria
estrutura da Resolução nº 1.010, de 2005.

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Isso significa que, ao contrário do procedimento, que em muitos casos estava se cristalizando
no âmbito do Sistema Confea/Crea, de se concederem atribuições idênticas indistintamente a
todos os egressos de determinado curso com base apenas no critério da denominação do
curso, e não do currículo escolar efetivamente cursado, passa-se agora a um exame rigoroso
da profundidade e da abrangência da capacitação obtida no curso, para então serem
concedidas as atribuições de competência pelas Câmaras Especializadas respectivas do Crea.
O exame rigoroso acima mencionado para a concessão de atribuições de competência
profissional deverá levar em conta os conteúdos formativos cursados formalmente,
correspondentes ao perfil de formação do egresso objetivado pelo curso concluído.
Disciplinas e atividades de caráter informativo ou meramente complementar, alheias ao perfil
objetivado, em nenhum caso contribuirão para a concessão de atribuições profissionais.
Deve ser ressaltado que, no caso de ocorrer interdisciplinaridade no perfil de formação, a
atribuição de competências iniciais ou sua extensão para cada profissional que venha a
registrar-se no Sistema Confea/Crea será procedida no âmbito de cada câmara especializada
do Crea relacionada com a interdisciplinaridade, conforme estabelecido no Anexo III da
Resolução nº 1.010, de 2005, aprovado pela Resolução nº 1.016, de 2006.
O Campo de Atuação Profissional dos Técnicos Industriais abrange todas as Modalidades da
Categoria Engenharia, bem como a categoria Arquitetura e Urbanismo, e a atribuição de
competências para eles rege-se pelos mesmos parâmetros mencionados acima, obedecida a
sua legislação específica. Da mesma forma, o Campo de Atuação Profissional do Técnico
Agrícola abrange campos da Categoria Agronomia, regendo-se também a atribuição de
competências para eles pelos mesmos parâmetros mencionados acima, obedecida a sua
legislação específica.
O Campo de Atuação Profissional dos Tecnólogos abrange também todos os Campos
Profissionais das respectivas Categorias, regendo-se a atribuição de competências para eles
pelos mesmos parâmetros mencionados acima.
São comuns aos âmbitos de todos os Campos de Atuação Profissional das três Categorias
inseridas no Sistema Confea/Crea, respeitados os limites de sua formação, além dos
relacionados com a Ética e a Legislação Profissional e demais requisitos para o exercício
consciente da profissão, os seguintes tópicos, inerentes ao exercício profissional no respectivo

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âmbito, entendidos como atividades profissionais: Avaliações, Auditorias, Perícias,


Metrologia e Arbitramentos.
Da mesma forma, são inerentes ao exercício da profissão tópicos pertinentes ao Meio
Ambiente que provejam a base necessária para a elaboração de Relatórios Ambientais
previstos nas legislações federal, estaduais e municipais, particularmente Estudos de Impacto
Ambiental (EIA), e Relatórios de Impacto ao Meio Ambiente (RIMA), no âmbito de cada
Campo de Atuação Profissional. Entendem-se, assim, esses tópicos, tanto como atividades
quanto como integrantes de setores de Campos de Atuação Profissional, estendidos a todas as
profissões inseridas no Sistema Confea/Crea, embora nem sempre sendo explicitados neste
Anexo II.
Outros tópicos comuns tanto como atividades, quanto como integrantes de setores nos
âmbitos de cada Campo de Atuação Profissional das Categorias e Modalidades inseridas no
Sistema Confea/Crea, em alguns Campos deixaram de ser explicitados em virtude de serem
inerentes ao exercício da profissão, como por exemplo os relacionados a Engenharia
Econômica (Gestão Financeira, de Custos, de Investimentos, Análise de Riscos em Projetos e
Empreendimentos), Sustentabilidade, Inovação Tecnológica, Propriedade Industrial,
Aplicação e Utilização de Informática (incluindo Processamentos, Softwares, Modelagens e
Simulações), e Aplicação e Utilização de Instrumentação em geral;
Finalmente, por sua especificidade, ressalta-se que o Campo de Atuação Profissional do
Engenheiro de Segurança do Trabalho é considerado à parte neste Anexo II, em função da
legislação específica que rege esta profissão, por se integrar a todas as três categorias
profissionais inseridas no Sistema Confea/Crea.

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