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MANUAL DE

INSTALAÇÃO,
OPERAÇÃO
E MANUTENÇÃO

CAP8
BOMBA HORIZONTAL PARA PROCESSOS

Revisão 09/05/11 SBR

SULZER BRASIL S.A.


Av. Engenheiro João Fernandes Gimenez Molina , 905 - Distrito Industrial
Jundiaí - SP - Brasil
CEP: 13213-080
Telefone: (055) (011) 4589-2000
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CAP8
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MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 4 SBR
Data 09/05/11
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SULZER BRASIL S.A.


MANTENHA A OPERAÇÃO DE SUA PLANTA
Peças Originais e Serviços 24hs
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CAP8
Capa
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 4 SBR
Data 09/05/11
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IMPORTANTE

As informações contidas neste manual o tornarão habilitado a


operar sua bomba com eficiência e segurança. O estudo
cuidadoso e a estrita observância das instruções,
recomendações e sugestões contribuirão para um serviço
satisfatório e seguro.

Qualquer desvio dos procedimentos recomendados, qualquer


modificação mecânica da bomba ou de qualquer um de seus
componentes, ou o uso em qualquer aplicação para qual a
bomba não foi projetada ou que não esteja em conformidade
com a boa técnica, poderá criar uma condição de operação
crítica e insatisfatória.

SULZER BRASIL S.A. declina qualquer responsabilidade por


consequências decorrentes de tais desvios, modificações ou
aplicações, se não houver concordância prévia, específica e
por escrito.

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CAP8
Índice
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 3 SBR
Data 09/05/11
Página 1 de 3

ÍNDICE

SEÇÃO
INTRODUÇÃO Revisão 3
1.0 ESCOPO
2.0 DESCRIÇÃO
3.0 CARACTERÍSTICAS
4.0 FATORES DE DESEMPENHO

SEGURANÇA Revisão 1

1.0 GERAL
2.0 MARCAÇÕES DAS INSTRUÇÕES NO MANUAL
3.0 QUALIFICAÇÃO E TREINAMENTO DE PESSOAL
4.0 PERIGO DA NÃO-OBSERVAÇÃO DOS REGULAMENTOS DE SEGURANÇA
5.0 TRABALHO ORIENTADO PARA A SEGURANÇA

6.0 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA PARA O USUÁRIO / OPERADOR

7.0 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA PARA OS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO,


INSPEÇÃO E MONTAGEM

8.0 PROIBIÇÃO DE ALTERAÇÕES OU MEDIDAS DE RECONSTRUÇÃO NÃO


AUTORIZADAS

9.0 MODOS DE OPERAÇÃO INADMISSÍVEIS

10.0 PROTEÇÃO CONTRA EXPLOSÃO

11.0 TRANSPORTE / IÇAMENTO

RECEBIMENTO Revisão 3

1.0 INSPEÇÃO
2.0 PRESERVAÇÃO E ARMAZENAGEM

INSTALAÇÃO Revisão 5

1.0 SEQUÊNCIA DOS EVENTOS


2.0 FUNDAÇÃO DE CONCRETO
3.0 FUNDAÇÃO DE AÇO
4.0 TUBULAÇÕES PRINCIPAIS

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CAP8
Índice
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 3 SBR
Data 09/05/11
Página 2 de 3

SEÇÃO

5.0 TUBULAÇÕES E EQUIPAMENTOS AUXILIARES


6.0 FUNCIONAMENTO DO ACIONADOR EM VAZIO
7.0 INSTALAÇÃO DO ESPAÇADOR DO ACOPLAMENTO
8.0 ALINHAMENTO FINAL (UNIDADE BOMBEADORA)
LISTA DE VERIFICAÇÃO DA SEQUÊNCIA DE INSTALAÇÃO

ALINHAMENTO Revisão 4
1.0 ALINHAMENTO INICIAL
2.0 ALINHAMENTO FINAL

OPERAÇÃO Revisão 4
1.0 REQUISITOS DE PREPARAÇÃO DA PARTIDA
2.0 PREPARAÇÃO
3.0 PARTIDA
4.0 VERIFICAÇÃO OPERACIONAL
5.0 SERVIÇO DE RESERVA ("STAND BY SERVICE")
6.0 PARADA PROLONGADA
LISTA DE VERIFICAÇÃO DOS REQUISITOS DE PREPARAÇÃO DA PARTIDA

MANUTENÇÃO Revisão 2
1.0 ESCOPO
2.0 REGISTROS E ANÁLISES
3.0 DESMONTAGEM GERAL
4.0 TROCA DO SELO MECÂNICO
5.0 PREPARAÇÃO PARA GRANDES DESMONTAGENS
6.0 DESPACHO DO "SITE"
7.0 REMONTAGEM DOS CUBOS DO ACOPLAMENTO

DESMONTAGEM E REMONTAGEM Revisão 5


1.0 REGISTROS E ANÁLISES ANTES DA DESMONTAGEM
2.0 DESMONTAGEM
DESENHO DE CORTE TÍPICO

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CAP8
Índice
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 3 SBR
Data 09/05/11
Página 3 de 3

SEÇÃO

3.0 INSPEÇÃO
4.0 SUBSTITUIÇÃO DOS ANÉIS DE DESGASTE
5.0 SUBSTITUIÇÃO DA BUCHA DE FUNDO
6.0 REMONTAGEM - PREPARAÇÃO
7.0 SELEÇÃO TÍPICA DE TORQUES
8.0 REMONTAGEM

LUBRIFICAÇÃO Revisão 1
1.0 LUBRIFICAÇÃO POR ANEL DE LUBRIFICAÇÃO ("OIL RING")

2.0 LUBRIFICAÇÃO POR NEBULIZAÇÃO (“OIL MIST”)

3.0 MANIPULAÇÃO DE MANCAIS

TABELA DA CAPACIDADE DE ENCHIMENTO DE ÓLEO

4.0 ENCHIMENTO DE ÓLEO

5.0 MANUTENÇÃO

6.0 LUBRIFICANTES RECOMENDADOS / AJUSTES DOS ALARMES

TABELA DE LUBRIFICANTES EQUIVALENTES RECOMENDADOS

PEÇAS DE REPOSIÇÃO Revisão 2

1.0 PEÇAS SOBRESSALENTES

2.0 PEDIDOS DE PEÇAS

SERVIÇOS PÓS-VENDAS Revisão 0

MONTAGEM DO ACIONADOR NO CAMPO Anexo 1 Revisão 2

VALORES DE TORQUE Anexo 2 Revisão 5

ELIMINAÇÃO DE FALHAS Anexo 3 Revisão 1

SUPORTES ANTI-VIBRAÇÃO EM FUNDAÇÃO DE AÇO (OPCIONAIS) Anexo 4 Revisão 2

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CAP8
Introdução
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 3 SBR
Data 10/03/11
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INTRODUÇÃO

1.0 ESCOPO

Este manual fornece instruções para instalação, operação e manutenção das bombas horizontais
Sulzer tipo CAP8. Ele foi preparado para o pessoal de operação e manutenção.

ATENÇÃO Leia as instruções com atenção antes de operar a bomba.

Use este manual junto com o desenho de corte, a lista de peças e o desenho de arranjo geral, que
acompanham o equipamento. Veja a seção de equipamentos auxiliares do manual de instruções,
referente a equipamentos fabricados por terceiros e fornecidos pela Sulzer.

2.0 DESCRIÇÃO

A CAP8 é uma bomba horizontal de um estágio, radialmente bipartida, apoiada na linha de centro do
eixo, para serviços pesados em indústrias e refinarias. A carcaça é do tipo voluta dupla nos tamanhos
maiores, e o bocal de sucção é axial e de recalque no topo como padrão.

A CAP8 é projetada para bombeamento de fluídos inflamáveis e tóxicos e atende inteiramente às


especificações da norma API 610, 8a edição.

Ela atende também as especificações da API 682, 1a edição.

3.0 CARACTERÍSTICAS

3.1 Carcaça espiral - A carcaça espiral, radialmente bipartida, é feita de material fundido e usinado
e incorpora os bocais de sucção e descarga. Uma variedade de ligas está disponível para assegurar
compatibilidade com os líquidos bombeados. Os flanges são executados conforme ASME B16.5
Classe 300, com ressalto, salvo especificação em contrário. Dreno roscado (NPT)/com bujão é
padrão.

3.2 Eixo - Usinagem acurada assegura precisão nos assentos e folgas para montagem e operação.
Encostos usinados garantem a posição correta das partes montadas.

3.3 Rotor - O rotor é do tipo fechado de sucção simples. Êle é montado com chaveta e fixado por
meio de uma porca autotravante.

3.4 Anéis de desgaste - Os anéis da carcaça e do rotor proporcionam folgas reduzidas em


funcionamento para reduzir a passagem de líquido do lado de alta pressão do rotor para o lado de
sucção.

3.5 Selo mecânico - A bomba é equipada com selo mecânico para a vedação do eixo

3.6 Mancais de rolamentos - A bomba CAP8 é equipada com dois rolamentos de esferas, de
escora, de contato angular e um rolamento radial de rolos, ou opcionalmente de esferas, de uma
carreira.

3.7 Acoplamento - O acoplamento é selecionado especificamente para cada aplicação. Um


espaçador está previsto como padrão para permitir a desmontagem da bomba, sem deslocar a
carcaça espiral e o acionador. A seleção é determinada pela velocidade e pela potência.

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CAP8
Introdução
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 3 SBR
Data 10/03/11
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3.8 Tubulações auxiliares - Podem ser necessárias tubulações auxiliares para refrigeração do
óleo, injeção no selo, etc. As tubulações instaladas na fábrica e as conexões externas necessárias
são indicadas no desenho de arranjo geral e no(s) desenho(s) de tubulação(ções) referido(s).

Equipamentos adicionais como válvulas, crivos, trocadores de calor e manômetros também podem ser
fornecidos.

4.0 FATORES DE DESEMPENHO

O desempenho da bomba é influenciado por mudanças na sua densidade e viscosidade do fluído,


pela velocidade de operação da bomba e NPSH disponível. As bombas centrífugas são projetadas
para serviços específicos e poderão não ser adequadas para qualquer outra condição sem perdas no
desempenho ou danos.

Não altere as condições de operação em relação ao projeto original, sem


ATENÇÃO
contactar um representante da Sulzer.

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CAP8
Segurança
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SEGURANÇA

1.0 GERAL

Este manual contém informações básicas de segurança que devem ser observadas no transporte,
no içamento, na instalação, no comissionamento, na operação e manutenção da bomba. Portanto,
este manual deve estar sempre disponível no local da obra para o uso em serviço ou pelo pessoal
local.

2.0 MARCAÇÕES DAS INSTRUÇÕES NO MANUAL

Podem ocorrer danos corporais se as instruções de segurança contidas nestas seções não forem
observadas.

• Informações para prevenir ferimentos em pessoas.

• Informações para prevenir danos a componentes do


sistema. CUIDADO ATENÇÃO

• Perigo elétrico potencial.

• Perigo de explosão se houver o sinal especial.

Indicadores diretamente afixados ao equipamento, tais como:


- Seta indicativa do sentido de rotação,
- Marcações de conexões para fluídos, etc.
precisam ser mantidos em boas condições e serem legíveis.

3.0 QUALIFICAÇÃO E TREINAMENTO DE PESSOAL

O pessoal que conserta, mantém, inspeciona, e monta o equipamento descrito neste manual precisa
ter as qualificações necessárias para estes trabalhos. O nível de responsabilidade, competência, e
monitoramento deste pessoal deve ser estabelecido pelo usuário. O usuário deve assegurar
treinamento adequado. Se requerido e coordenado pelo usuário, o fornecedor do equipamento pode
providenciar treinamento e instrução. Adicionalmente, o usuário tem que assegurar que os pessoal
tenha uma compreensão completa do conteúdo do manual de instruções do fabricante.

4.0 PERIGO DA NÃO-OBSERVAÇÃO DOS REGULAMENTOS DE SEGURANÇA

4.1 A não-observação dos regulamentos de segurança pode por em risco pessoas, bem como
maquinários e o ambiente. Também pode invalidar reivindicações para indenizações por danos.
4.2 A não-observação pode conduzir aos seguintes perigos:

- Falha de importantes funções do equipamento / da planta.


- Falha nos procedimentos exigidos para manutenção e conserto.
- Risco ao pessoal por meio químico, elétrico e / ou mecânico.
- Riscos ao ambiente por vazamento de materiais perigosos.
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CAP8
Segurança
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5.0 TRABALHO ORIENTADO PARA A SEGURANÇA

Os regulamentos de segurança deste manual, os regulamentos legais de prevenção de acidente, como


também os regulamentos de segurança do usuário, devem ser observados.

6.0 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA PARA O USUÁRIO / OPERADOR

6.1 Partes frias ou quentes devem ter proteções contra o contato físico.
6.2 Proteções de segurança de partes rotativas (por exemplo, acoplamento) não devem ser
removidas enquanto o equipamento estiver em operação.
6.3 Vazamentos (por exemplo, de selo mecânico) de fluidos perigosos (por exemplo, produtos
explosivos, tóxicos, quentes, etc.) devem ser dispostos de tal modo a prevenir risco ao pessoal ou
ambiente. Devem ser observados os regulamentos legais.
6.4 Perigos elétricos devem ser excluídos (para detalhes, vide exemplo nos regulamentos legais ou
dos concessionários locais de energia).
6.5 Devem ser observadas as instruções de segurança especiais dos parágrafos a seguir deste
manual.
7.0 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA PARA OS TRABALHOS DE MANUTENÇÃO, INSPEÇÃO
E MONTAGEM

7.1 Trabalho no equipamento só deve ser levado a cabo durante paralisação do funcionamento do
equipamento. O procedimento descrito neste manual para a paralisação do equipamento deve ser
estritamente seguido. O equipamento deve ser vigiado contra partida sem autorização ou involuntária.
7.2 Pessoas com cabelo longo devem amarrá-lo atrás. Nenhuma roupa solta ou jóias, inclusive anéis,
devem ser usados. Há um risco de ferimento se tais objetos forem pegos ou puxados por um
equipamento rotativo durante a operação.
7.3 Equipamentos a operar com líquidos perigosos para saúde devem ser descontaminados antes de
iniciar a operação.
7.4 Na conclusão do trabalho, todos os dispositivos de segurança e proteção devem ser religados.
7.5 Em partidas repetidas, devem ser observados todos os pontos estabelecidos para o
comissionamento.
8.0 PROIBIÇÃO DE ALTERAÇÕES OU MEDIDAS DE RECONSTRUÇÃO NÃO AUTORIZADAS

Alterações ou medidas de reconstrução do equipamento somente são admissíveis conforme acordo


com o fabricante. Peças sobressalentes originais e equipamento auxiliar autorizado pelo fabricante
visam garantir a segurança.
O uso de peças não originais pode conduzir à perda da responsabilidade do fabricante sobre as
consequências.
9.0 MODOS DE OPERAÇÃO INADMISSÍVEIS

9.1 A segurança operacional do equipamento entregue só está garantida através de uso próprio de
acordo com a folha de dados.
9.2 Os limites da folha de dados ou da placa de identificação não devem ser excedidos em caso
algum.

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CAP8
Segurança
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10.0 PROTEÇÃO CONTRA EXPLOSÃO

10.1 Qualquer designação da bomba só se refere aos componentes da bomba. O acoplamento do


eixo, acionador (por exemplo, motor elétrico) e sistemas auxiliares (por exemplo, vedação do eixo,
sistema de lubrificação por óleo, etc.) devem ser examinados separadamente.

10.2 Métodos operacionais impróprios, resultando que as temperaturas especificadas sejam


excedidas (excedendo ou faltando no atendimento dos dados operacionais, caindo abaixo do fluxo de
vazão mínima, ou pela redução ou falha no fornecimento de fluido de refrigeração ou circulação, etc.),
devem ser evitados a todo custo.

10.3 Antes de partir a bomba, assegure que o sistema de bombeamento (tubo de sucção, carcaça da
bomba e vedação do eixo) estão completamente cheios de fluído. Isto previne a existência de
qualquer potencial atmosfera explosiva no sistema.

10.4 Monitore a operação da bomba regularmente. Os instrumentos que podem ser usados incluem,
sem limitações, manômetros, termômetros, contadores de velocidade, amperímetros, etc.

10.5 Mantenha a bomba adequadamente. Só equipamento que está em boa condição técnica pode
garantir operação segura.

11.0 TRANSPORTE / IÇAMENTO

11.1 Transporte

Os dispositivos de transporte (incluindo veículos) devem ser verificados quanto ao peso de


carga permitido. Para o peso total dos equipamentos a serem entregues, consultar a
documentação. A carga deve ser assegurada contra deslocamentos, durante o transporte.
11.2 Içamento

Deve-se assegurar que os cabos e dispositivos de içamento que serão utilizados não
estejam danificados. A capacidade da carga dos dispositivos de içamento e os cabos devem
ser adequados ao peso dos equipamentos a serem suspensos. As indicações sobre o peso
da carga dos equipamentos a serem entregues são dadas no desenho dimensional,
juntamente com a documentação.

NUNCA PERMANEÇA PRÓXIMO A CARGAS SUSPENSAS

Fixação dos cabos no engradado Fixação dos


cabos como
Os pontos de fixação dos cabos no engradado fechado estão marcado no
engradado
marcados. Como o centro de gravidade (massa) não pode ser
determinado em engradado fechado, a fixação dos cabos
deve ser sempre efetuado nos pontos marcados. Veja figura
11.2-1.
Figura 11.2-1
Pontos de fixação para o equipamento

No caso em que olhais ou barras de içamento estejam fixados à base, o equipamento deve ser
levantado nesses pontos, travando-se o cabo. Veja figura 11.2-2.

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CAP8
Segurança
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Data 11/01/10
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Gancho

Cabo

Dispositivo de içamento

Cabo

Figura 11.2-2

Os olhais das peças da bomba e demais peças do equipamento não devem ser utilizados
para o içamento da bomba completa, ou mesmo do equipamento inteiro. Os olhais servem
apenas para o içamento de peças soltas, durante a desmontagem e remontagem.

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CAP8
Recebimento
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 3 SBR
Data 30/10/09
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RECEBIMENTO

1.0 INSPEÇÃO

1.1 Inspeção na chegada - Os produtos fornecidos pela SULZER BRASIL S.A. são submetidos a
uma inspeção final em nossa fábrica. Para assegurar que o produto não foi danificado no transporte,
examine-o no ato do recebimento e anote o resultado no documento da transportadora. Comunique
danos ou faltas imediatamente à companhia transportadora e ao representante da Sulzer.

1.2 Descarregamento - Prepare cabos e outros dispositivos de içamento para manter o equi-
pamento suspenso, evitando danificação de tubulação ou outros componentes.

Apóie o equipamento em pranchas ou vigas de madeira para facilitar a remoção posterior para
instalação ou armazenagem. Evite deflexão, colocando uma quantidade suficiente de apoios.

2.0 PRESERVAÇÃO E ARMAZENAGEM

Veja manual de PRESERVAÇÃO.

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CAP8
Instalação
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
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INSTALAÇÃO

1.0 SEQUÊNCIA DE EVENTOS

Utilize a LISTA DE VERIFICAÇÃO DA SEQUÊNCIA DE INSTALAÇÃO da página 17, para assegurar


que todos os eventos sejam completados na ordem correta.

2.0 FUNDAÇÃO DE CONCRETO

2.1 Local - Instale a bomba perto do reservatório do qual o fluído será succionado. Deixe sobrar
espaço suficiente para operação, manutenção e inspeção.

2.2 Projeto - A fundação deve proporcionar suporte adequado ao sistema e atender aos requisitos
das tubulações externas. A fundação deve impossibilitar vibrações. O concreto armado é o material
mais adequado para a fundação.

O desenho de conjunto indica as dimensões para assentamento da base das bombas, necessárias
para o projeto da fundação.

2.3 Bases tipo "Skid" - Para bases sem argamassa (tipo "Skid") existe apenas a necessidade de
fornecer uma base de suporte nivelada. O preenchimento das áreas entre as formas estruturais não é
normalmente requerido.

2.4 Fundação para a base - Confeccione um gabarito para posicionar os parafusos chumbadores
de maneira a coincidirem com os outros furos da base indicados no desenho dimensional do conjunto.
O gabarito deve ter rigidez suficiente para segurar os conjuntos de parafusos chumbadores durante o
enchimento da fundação.

Cada parafuso chumbador deve estar colocado dentro de um pedaço de tubo com diâmetro interno
aproximadamente três vezes maior que o diâmetro do parafuso. Com isso o tubo é preso firmemente
no concreto, permitindo posteriormente pequenos ajustes de parafusos.

Os parafusos deverão sobressair acima da


extremidade do tubo o suficiente para comportar
25-50 mm de argamassa entre a parte inferior
da base e a fundação.

Prenda parafusos, arruelas e tubos juntos antes


de colocá-los no gabarito. Coloque estopa ou
trapos em volta dos parafusos para centralizá-
los dentro dos tubos.

Gabarito
Tubo

Gabarito Parafuso
Arruela

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2.4 Fundação para a base (Continuação)

Parafusos chumbadores com gancho são úteis no caso de instalação sobre piso já existente ou de
altura limitada. Este tipo de parafuso tem mais firmeza mecânica e é menos sensível a vibração.

Depois que a fundação atingir a cura, retire a água e materiais de enchimento dos para-fusos
chumbadores e seque a fundação inteira.

É essencial que o concreto esteja comple-


tamente curado antes da montagem da base.
Prepare a superfície da fundação para
aplicação da argamassa picotando-a com um
martelo de lascar. Remova no mínimo 13 à 25
mm de material da fundação para eliminar a
camada superficial de concreto de pouca
dureza e alta porosidade, assegu-rando boa
aderência da argamassa. Esta espessura pode
variar dependendo do tempo de cura, aplicação
Chumbador de fundação Chumbador de adequada e profundidade do agregado
fundação com gancho resistente.

Se houver necessidade de aplicar argamassa sobre concreto úmido revista o concreto completamente
com uma camada de impermeabilizador penetrante no mínimo quatro horas antes da aplicação da
argamassa. Remova todas as partículas soltas, poeira ou respingos de óleo no concreto.

2.5 Instalação do "skid"

2.5.1 As dimensões principais, as conexões, posições dos elementos de fixação e nivelamento, etc.,
são mostradas nos respectivos desenhos dimensionais.

Antes do procedimento de alinhamento do "skid", a bomba deve ser


CUIDADO desacoplada de seu respectivo acionador. Após posicionado na fundação, o
"skid" deve ser fixado com parafusos chumbadores.

2.5.2 Dispositivos de içamento adequados devem estar disponíveis para a instalação e revisões.
Boas condições de luminosidade também são importantes, assim como a existência de soquetes para
lâmpadas portáteis. O "skid" deve ser acessível por todos os seus lados.

2.5.3 A fundação e o tipo de instalação devem ser projetados de modo que possa ocorrer o mínimo
possível de vibrações enquanto a bomba estiver operando ou em repouso; caso contrário, a vida útil
de diversas peças da bomba será reduzida.

2.5.4 Os flanges da bomba são protegidos por tampões plásticos, os quais não devem ser removidos
antes que a tubulação esteja pronta para ser conectada ao "skid".

2.5.5 A fundação, ou qualquer outra obra de instalação, deve estar pronta. Remova a aspereza e
assegure a limpeza da superfície de contato com a base. Todos os serviços preliminares necessários
à montagem devem estar concluídos. Em caso de unidades maiores, aberturas e portas adequadas
devem ser previstas para transporte e instalação no local.

2.5.6 Todas as superfícies da base em contato com a fundação deve estar limpa. Remova poeira,
pintura ou qualquer outro material estranho.

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Instalação
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2.5.7 O "skid" deve ser nivelado com teodolito conforme os níveis descritos no desenho dimensional /
esquema de fixação. O nivelamento deve ser feito através dos parafusos distribuídos nos quadros
internos e externos do "skid". Todos os parafusos de nivelamento devem ser apoiados sobre a
fundação. Ainda com a bomba desacoplada, iniciar o serviço de instalação das tubulações (sucção,
recalque, etc,).

2.5.8 A bomba montada, com o cubo do acoplamento instalado no eixo, foi montada na fábrica sobre
a base com os pés cavilhados e as chavetas de alinhamento em seus lugares, quando assim
requerido.

O acionador montado na fábrica, com seu cubo do acoplamento, também pode ser instalado na base,
ou em alguns casos, serem recebidos separados. O equipamento aparafusado não deve ser
removido, mas pode ser necessário remover a tubulação para facilitar a aplicação de argamassa.
Qualquer equipamento solto, incluindo o acionador se este não estiver aparafusado, deve ser
removido.
Não instale ainda o espaçador do acoplamento. O espaçador deverá ser
ATENÇÃO
montado posteriormente, depois de ser feito um alinhamento preciso e toda a
tubulação e equipamentos auxiliares tiverem sido instalados.

2.5.9 Suspenda a bomba usando eslingas passando pelos olhais de suspensão da base.

2.5.10 Todas as superfícies da base em contato com a argamassa devem estar limpas. Remova
ferrugem, óleo, tinta e outros materiais estranhos.

Quando é especificada a argamassa de epoxy, o lado inferior da base já vem previamente revestido
com um primer a base de epoxy catalizado. Deve-se tomar cuidado para que estas superfícies
pintadas não sejam danificadas durante a limpeza mecânica ou com solventes.

Não use solventes a base de óleo para limpeza da base. O resíduo pode impedir
ATENÇÃO
a aderência da argamassa.

2.5.11 Posicione o conjunto bomba/base sobre a fundação alinhando-o com os parafusos


chumbadores do bloco de concreto.

2.5.12 Use cunhas de ajuste do nivelamento com 100-150 mm de comprimento e 50-80 mm de


largura com espessura suficiente e adequadas para permitir espaço suficiente para aplicação da
argamassa em torno de cada chumbador mas não no espaço dos parafusos de nivelamento da base,
quando estes forem fornecidos.

2.5.13 Abaixe a base sobre a fundação e ajuste as cunhas de ajuste do nivelamento conforme a
ilustração abaixo.

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Instalação
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2.5.14 Quando forem fornecidos, instale os parafusos de ajuste nos pontos de suporte do trilho lateral
da base.

2.5.15 Coloque um nível preciso nas superfícies fornecidas em cada pedestal da base, conforme
ilustrado e verifique o nivelamento da base em dois planos.

2.5.16 Ajuste os parafusos de nivelamento e coloque calços debaixo dos trilhos laterais para
conseguir o grau de precisão de 0,17 mm/m.

Encere os blocos espaçadores, cunhas e parafusos de nivelamento para evitar a


ATENÇÃO adesão da argamassa e para permitir sua remoção depois que a argamassa tiver
endurecido.

2.5.17 Aperte as porcas dos parafusos chumbadores com uma chave. Verifique novamente o
nivelamento da base.

2.5.18 Nos casos em que o acionador tiver sido montado na fábrica, mas for recebido em partes
separadas, limpe e verifique as superfícies dos pedestais da base e os furos roscados quanto a
danos. Remova quaisquer rebarbas e refaça as roscas dos furos se necessário.

2.5.19 Levante o acionador, limpe as superfícies de montagem e coloque-o sobre os pedestais.


Prenda-o com os prisioneiros de retenção.

Nota: Refira-se ao Anexo 1 deste manual se o acionador foi entregue diretamente no campo.

2.5.20 Solte os prisioneiros de fixação da bomba e do acionador e verifique o “pé-mole” de cada


posição.
Assegure-se que nenhum apalpador superior a 0,050 mm possa ser inserido em qualquer pé de
montagem que descanse sobre sua superfície de suporte. Faça pequenas correções da base usando
os parafusos de nivelamento e calços.

ATENÇÃO Entre em contato com a fábrica se este requisito não puder ser atendido.

2.5.21 Alinhamento preliminar (bomba, acoplamento e acionador)

Execute o alinhamento preliminar bomba, acoplamento e acionador, conforme descrito na seção


ALINHAMENTO.

2.6 Seleção da argamassa

2.6.1 Seleção - Selecione uma argamassa não-encolhente que seja resistente a danos produzidos
pelo derrame de produtos químicos e que seja compatível com a mais elevada temperatura à qual
possa vir a ser exposta.

2.6.2 Referências

2.6.2.1 ASTM

C109 Test Method of Compressive Strength of Hydraulic Cement Mortars


(Using 2in or 50mm Cube Specimens).

C531 Test Method for Linear Shrink-age & Coefficient of Thermal Expansion of Chemical-Resistant
Mortars, Grouts, and Monolithic Surfacings.

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C579 Test Methods for Compressive Strength of Chemical-Resistant Mortars & Monolithic Surfacings.

C827 Test Method for Early Volume Change of Cementitious mixtures.

2.6.2.2 US Army Corps of Engineers

CRD C611 Test Methods for Flow Grout Mixtures (Flowcone Method).

CRD C621 Corps of Engineers Specification for Non-Shrink Grout.

2.6.3 Características mínimas de argamassa de cimento

2.6.3.1 Não deve soltar água durante o transporte ou colocação.

2.6.3.2 Não deve encolher e não deve expandir mais do que 4,0% quando testado conforme ASTM
C827 (antes de colocada) e não mais do que 1,0% quando testado conforme CRD C621 (depois de
aplicada).

2.6.3.3 Deve ter a resistência mínima especificada pela CRD C621 (mínimo 5.000 psi em 28 dias).

2.6.4 Características mínimas de argamassa de epoxy

2.6.4.1 Não deve encolher e não deve expandir mais do que 4,0% quando testado conforme ASTM
C827 (antes de aplicada) e não mais do que 1,0% quando testado conforme CRD C621 (depois de
colocada).

2.6.4.2 A resistência mínima à compressão da argamassa de epoxy em 7 dias deve ser de 6.000 psi
quando medida conforme ASTM C579.

2.6.4.3 O exotermo máximo de um cilindro de argamassa de epoxy com 50 mm de diâmetro e 100


mm de altura, testado a uma temperatura do material e do ambiente de 24 ºC, não deve exceder 35
ºC.

2.6.4.4 O coeficiente de expansão térmica de uma argamassa de epoxy não deverá exceder 54x10-6
mm por mm por ºC, quando testada de acordo com ASTM C531.

2.6.4.5 Argamassa de epoxy não deve emitir nenhum odor ou substâncias irritantes altamente
voláteis.

2.6.5 Tipos

2.6.5.1 Argamassas de alta fluidez como definidas em CRD C621 e CRD C611 devem estar numa
faixa de 20-30s de um cone de fluxo padronizado.

2.6.5.2 Argamassas fluidas, como definido por ASTM C109, devem estar numa faixa de 124-145%
em cinco gotas.

2.6.5.3 São aceitáveis enchimentos secos padronizados usando areia úmida e materiais aglutinantes.

2.6.6 Aplicação

2.6.6.1 Argamassas de alta fluidez devem ser aplicadas despejando-as sobre um plano inclinado na
forma em torno da base. O despejo deve ser feito apenas por um lado e deve-se despejar material
suficiente para que estravaze da forma. Para os lugares de difícil acesso recomenda-se o uso de
camaletas de aço para se alcançar o local. Nos lugares em que existam requisitos especiais de
colocação a aplicação de argamassas fluídas bombeadas podem dar aplicações aceitáveis. O uso de

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vibradores para ajudar no deslocamento pode produzir a separação da água e da argamassa e,


portanto, não é recomendado.

2.6.6.2 As argamassas fluídas normalmente requerem movimento para serem posicionadas. É


recomendado o uso de gruias metálicas ou de injeção com pistão. A aplicação com correntes não é
recomendada devido à possibilidade de retenção de ar entre os elos. O uso de vibradores como
auxiliar do deslocamento pode produzir a separação da água da argamassa e portanto não é
recomendada.

2.6.6.3 Argamassas secas requerem aplicação manual seguida de compactação usando-se um


bastão de ponta arredondada. Deve-se evitar excesso de argamassa e subseqüente deformação da
base.

Nota: Consulte o fabricante de argamassas para maiores informações sobre sua seleção,
preparação e aplicação.

2.7 Grauteamento da base e cura da argamassa

2.7.1 Faça uma moldura de madeira em volta da base. A moldura precisa ter firmeza suficiente para
resistir à pressão da argamassa e deve ser calafetada entre a forma e a fundação para
impermeabilizá-la. Coloque uma tira chanfrada no lado interno da forma na altura da superfície da
argamassa, para obter uma borda chanfrada. Se as formas forem colocadas sobre concreto bruto,
vede o fundo com uma massa densa de areia e cimento, junto à face interna da forma. Isto deve ser
feito imediatamente antes da aplicação da argamassa, porque o encolhimento da vedação da
argamassa poderá causar vazamento.

2.7.2 Aplique duas grossas camadas de cera pastosa, ou uma camada de goma laca e outra de cera
nas fôrmas. Folhas de plásticos podem ser usadas, mas devem ser bem esticadas, para evitar
enrugamento.

2.7.3 Cubra as cunhas com massa de calafetar ou fita plástica se for necessário retirá-las
posteriormente. Marque a posição das cunhas no flange de montagem para localizá-las após o
despejo da argamassa.

2.7.4 Nas bases que não levam enchimento de argamassa, basta providenciar um apoio nivelado.
Normalmente não é necessário preencher os espaços da estrutura metálica. Nas bases de chapa são
previstas aberturas para introdução de argamassa na cavidade das bases. Furos para ventilação são
localizados no ponto mais alto de cada compartimento para assegurar o enchimento completo e
aderência perfeita, evitando espaços vazios.

2.7.5 Depois que a argamassa estiver completamente solidificada, retire as molduras e as cunhas de
apoio. Encha as cavidades com argamassa.

2.7.6 Aplique valores de torque nas porcas dos parafusos chumbadores conforme seção VALORES
DE TORQUE, Coluna 4, do Anexo 2.

Não passe para a próxima fase da instalação até que a argamassa sob a base
ATENÇÃO
esteja totalmente curada.

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3.0 FUNDAÇÃO DE AÇO

3.1 Local - Instale a bomba perto do reservatório do qual o fluído será succionado. Deixe sobrar
espaço suficiente para operação, manutenção e inspeção.

3.2 Projeto - A fundação deve proporcionar suporte adequado ao sistema e atender aos requisitos
das tubulações externas. A fundação deve impossibilitar vibrações. O concreto armado é o material
mais adequado para a fundação.

O desenho de conjunto indica as dimensões para assentamento da base das bombas, necessárias
para o projeto da fundação.

3.3 Instalação do "skid"


3.3.1 As dimensões principais, as conexões, posições dos elementos de fixação e nivelamento, etc.,
são mostradas nos respectivos desenhos dimensionais.

Antes do procedimento de alinhamento do "skid", a bomba deve ser


CUIDADO desacoplada de seu respectivo acionador. Após posicionado na fundação, o
"skid" deve ser fixado com prisioneiros.

3.3.2 Dispositivos de içamento adequados devem estar disponíveis para a instalação e revisões.
Boas condições de luminosidade também são importantes, assim como a existência de soquetes para
lâmpadas portáteis. O "skid" deve ser acessível por todos os seus lados.

3.3.3 A fundação e o tipo de instalação devem ser projetados de modo que possa ocorrer o mínimo
possível de vibrações enquanto a bomba estiver operando ou em repouso; caso contrário, a vida útil
de diversas peças da bomba será reduzida.

3.3.4 Os flanges da bomba são protegidos por tampões plásticos, os quais não devem ser removidos
antes que a tubulação esteja pronta para ser conectada ao "skid".

3.3.5 A fundação, ou qualquer outra obra de instalação, deve estar pronta. Remova a aspereza e
assegure a limpeza da superfície de contato com a base. Todos os serviços preliminares necessários
à montagem devem estar concluídos. Em caso de unidades maiores, aberturas e portas adequadas
devem ser previstas para transporte e instalação no local.

3.3.6 Toda a superfície da base em contato com a fundação deve estar limpa. Remova poeira, pintura
ou qualquer outro material estranho.

3.3.7 O "skid" deve ser nivelado com teodolito conforme os níveis descritos no desenho dimensional /
esquema de fixação. O nivelamento deve ser feito através dos parafusos distribuídos nos quadros
internos e externos do "skid". Todos os parafusos de nivelamento devem ser apoiados sobre a
fundação. Ainda com a bomba desacoplada, iniciar o serviço de instalação das tubulações (sucção,
recalque, etc,).

3.3.8 A bomba montada, com o cubo do acoplamento instalado no eixo, foi montada na fábrica sobre
a base com os pés fixados e chavetas de alinhamento no local quando requerido.

3.3.9 O acionador montado na fábrica, com seu cubo do acoplamento, também pode ser instalado na
base, ou em alguns casos, serem recebidos separados. O equipamento aparafusado não deve ser
removido, mas pode ser necessário remover a tubulação para facilitar a fixação no piso. Qualquer
equipamento solto, incluindo o acionador se este não estiver aparafusado, deve ser removido.

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Não instale ainda o espaçador do acoplamento. O espaçador deverá ser


ATENÇÃO montado posteriormente, depois de ser feito um alinhamento preciso e toda a
tubulação e equipamentos auxiliares tiverem sido instalados.

3.3.10 Suspenda a bomba usando eslingas passando pelos olhais de suspensão da base.

3.3.11 Posicione o conjunto bomba/base sobre a fundação, alinhando-o com os prisioneiros de


fixação.

3.3.12 Use cunhas de ajuste do nivelamento com 100-150 mm de comprimento e 50-80 mm de


largura com espessura suficiente e adequadas para permitir espaço suficiente para aplicação da
argamassa em torno de cada chumbador mas não no espaço dos parafusos de nivelamento da base,
quando estes forem fornecidos.

3.3.13 Abaixe a base sobre o piso e ajuste as cunhas de ajuste do nivelamento conforme a ilustração
abaixo.

Cunhas de ajuste do nivelamento

3.3.14 Quando forem fornecidos, instale os parafusos de ajuste nos pontos de suporte do trilho lateral
da base.

3.3.15 Coloque um nível preciso nas superfícies fornecidas em cada pedestal da base, conforme
ilustrado e verifique o nivelamento da base em dois planos.

3.3.16 Ajuste os parafusos de nivelamento e coloque calços debaixo dos trilhos laterais para
conseguir o grau de precisão de 0,17 mm/m.

3.3.17 Aperte as porcas dos prisioneiros do piso com uma chave. Verifique novamente o nivelamento
da base.

3.3.18 Nos casos em que o acionador tiver sido montado na fábrica mas for recebido em partes
separadas, limpe e verifique as superfícies dos pedestais do acionador da base e os furos roscados
quanto a danos. Remova quaisquer rebarbas e refaça as roscas dos furos se necessário.

3.3.19 Levante o acionador, limpe as superfícies de montagem e coloque-o sobre os pedestais.


Prenda-o com os prisioneiros de retenção.

Nota: Refira-se ao Anexo 1 deste manual se o acionador foi entregue diretamente no campo.

3.3.20 Solte os prisioneiros de fixação da bomba e do acionador e verifique o “pé-mole” de cada


posição.

Assegure-se que nenhum apalpador superior a 0,050 mm possa ser inserido em qualquer pé de
montagem que descanse sobre sua superfície de suporte. Faça pequenas correções da base usando
os parafusos de nivelamento e calços.

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ATENÇÃO Entre em contato com a fábrica se este requisito não puder ser atendido.

3.3.21 Base soldada na fundação de aço (opcional)

Dependendo da escolha, é possível que a base seja soldada na estrutura ao invés de fixada
por parafusos. Nesses casos se requerem cuidados adicionais.

Remova todas as impurezas da superfície da estrutura, tais como irregularidades de superfície,


manchas de óleo e graxa, respingos de solda, etc ....

A base, com a bomba desacoplada do acionador, deve ser posicionada sobre a estrutura,
através de cabos fixados nos olhais da própria base.

O procedimento de nivelamento deverá ser executado através de calços conforme


procedimento anteriormente descrito.

Após o alinhamento horizontal e vertical, processe a solda da base na estrutura, alternando-a


em intervalos de cordões diagonalmente para o controle térmico a fim de se evitar qualquer
distorsão e empenamento da base.

3.3.22 Alinhamento preliminar (bomba, acoplamento e acionador)

Execute o alinhamento preliminar bomba, acoplamento e acionador, conforme descrito na seção


ALINHAMENTO.

3.3.23 Suportes anti-vibração em fundação de aço (opcionais)

Veja seção SUPORTES ANTI-VIBRAÇÃO EM FUNDAÇÃO DE AÇO do Anexo 4.

3.3.24 Aplique valores de torque nas porcas dos prisioneiros conforme seção VALORES DE
TORQUE, Coluna 4, do Anexo 2.

4.0 TUBULAÇÕES PRINCIPAIS

Se a instalação do acionador envolver tubulações importantes, coordene as atividades requeridas no


manual do acionador com o procedimento descrito abaixo. Esta seção aborda somente os requisitos
para a instalação das tubulações de sucção e descarga da bomba.

Os diâmetros das tubulações já terão sido determinados no estágio de planejamento e muitos fatores
desconhecidos do fabricante da bomba terão sido levados em consideração. Como regra geral a
velocidade do líquido não deve exceder 2 m/s na tubulação de sucção e 3 m/s na de recalque.
Também é boa prática de engenharia que a tubulação de sucção seja de bitola um número maior do
que o diâmetro nominal do flange da sucção. Não faça uma mudança brusca na sucção da bomba.
Alguns conselhos relativos à instalação da bomba são apresentados a seguir.

4.1 Instalação

O sistema de tubulação, incluindo suportes e restrições, deve ser projetado para limitar a carga
imposta ao maquinário a níveis aceitáveis.

4.1.1 Monte a tubulação de acordo com as instruções do fabricante. Todos os suportes e


equipamentos de expansão devem ser instalados antes de se fazerem as conexões com os flanges
da bomba.
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4.1.2 Assegure-se de que os flanges da bomba estejam alinhados antes de aparafusá-los.

Nota: Nas aplicações de sucção afogada as pernas horizontais da tubulação devem ser
descendentes na direção da bomba. Nas aplicações de sucção elevadas as pernas horizontais
de tubulação sobem continuamente na direção da bomba para evitar ar aprisionado.

4.1.3 Verifique que as válvulas e acessórios tenham a mesma furação nominal da tubulação que está
sendo utilizada. Se os bocais da bomba tiverem furos nominais menores, devem ser instalados
postiços adequados para acertar a furação.

Para evitar fluxo turbulento na bomba, não posicione a válvula de bloqueio da tubulação de entrada
adjacente ao bocal de entrada da bomba. A válvula da sucção deve ser posicionada com o volante na
posição horizontal, ou verticalmente voltado para baixo, para evitar a formação de bolsas de ar.

Nota: Os sistemas devem ser projetados e construídos de forma a facilitarem o livre fluxo do
fluído e a transição de tubulações de pequeno para grande diâmetros deve ser gradual. Como
regra geral a comprimento de peças concêntricas deve ter comprimento 5-7 vezes a diferença
dos diâmetros.

4.1.4 Assegure-se de estarem sendo usadas as gaxetas corretas em todas as junções dos flanges e
que as gaxetas fiquem concêntricas com a furação da tubulação.

4.1.5 Faça o roteamento da tubulação para evitar curvas abruptas, particularmente na tubulação de
sucção, pois estas aumentam muito a resistência por atrito dentro da tubulação. Uma alta resistência
de atrito dentro da tubulação contribui para reduzir a pressão disponível na sucção da bomba e uma
baixa pressão pode levar à cavitação na entrada do rotor.

Nota: Instalações com múltiplas bombas devem ter tubulações de sucção separadas para cada
bomba. A exceção fica com bombas de trabalho e de reserva que podem ter uma única
tubulação pois apenas uma bomba opera de cada vez.

Dimensione os múltiplos de forma que as velocidades sejam semelhantes para cada bomba.

4.2 Verificação de tensões nas tubulações

4.2.1 Monte indicadores providos de mostrador no eixo de acionamento da bomba para medir o
movimento do eixo da bomba nos planos vertical e horizontal.

4.2.2 Verifique as tensões nas tubulações removendo prisioneiros da bomba e pinos de alinhamento
(e chavetas de alinhamento, quando instaladas) e observe o movimento do eixo da bomba.

O movimento de 0,050 mm em qualquer direção é aceitável. Deverão ser feitos


CUIDADO ajustes na tubulação se estes limites forem excedidos, ou poderão ocorrer
sérios danos à bomba.

4.3 Alinhamento (bomba, acoplamento e acionador)

Execute o alinhamento bomba, acoplamento e acionador conforme descrito na seção


ALINHAMENTO.

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4.4 Limpeza da tubulação de sucção

Antes do "Start-up", a tubulação de sucção e o tanque de alimentação da bomba


CUIDADO devem ser cuidadosamente limpos e isentos de impurezas e corpos estranhos. Nas
estruturas soldadas, remover todos os respingos de solda e carepas.
Para prevenir a entrada de corpos estranhos (pingos de solda, rebarbas, etc.) na bomba, provenientes
da tubulação, durante o período inicial de funcionamento, poder-se-á instalar um filtro cônico ("chapéu
de bruxa") (Figura 4.4) de proteção na tubulação de entrada, feita de aço à prova de ferrugem (largura
das malhas: 0,3-0,5mm, Mesh #100); para tanto é necessário prever um carretel para instalação do
filtro na tubulação de sucção. A secção transversal aberta de passagem da peneira deverá
corresponder pelo menos a quatro ou cinco vezes a secção transversal do tubo. Em caso de queda da
pressão de sucção na bomba, a peneira deverá ser retirada e limpa. A peneira poderá ser
desmontada quando não houver mais ocorrência de sujeira, após um determinado período de
funcionamento.

Figura 4.4

5.0 TUBULAÇÕES E EQUIPAMENTOS AUXILIARES

Utilizam-se equipamentos auxiliares para monitorar a bomba pela medida da pressão, temperatura,
etc. e tubulações auxiliares para manter o sistema de operação incluindo refrigeração, lavagem e
vedação. Os equipamentos podem variar dependendo da aplicação da instalação e de seus
requisitos. Quanto ao tipo, posição e dimensões dos equipamentos auxiliares refira-se ao desenho de
arranjo geral.

Não misture as ligações depois de feita a instalação inicial e, nas paradas para fins de manutenção,
verifique o encaminhamento das tubulações.

Podem-se usar as instruções a seguir como roteiro, mas o mesmo poderá variar em função do
sistema fornecido.

5.1 Equipamentos de medida de pressão

Devem ser instalados para monitorar a partida e para a operação e desempenho da bomba.

Monte os manômetros num painel comum de manômetros e conecte as tomadas de pressão nos
bocais da bomba ou na tubulação adjacente aos mesmos com uma malha de extensão. Faça

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provisões que permitam isolar os manômetros e válvulas de respiro da tubulação para facilitar a
manutenção.

5.2 Equipamentos de medida de temperatura

Instale termômetros para a medida da temperatura do óleo e dos mancais, conforme necessário.

5.3 Tubulações auxiliares

5.3.1 Drenagem - A carcaça espiral pode ser drenada para a bandeja de gotejamento da base.
Instale uma válvula de isolação em cada tubulação de drenagem próxima do ponto a drenar.

A válvula deve ter especificação de pressão igual à da carcaça.

5.3.2 Vazamento da sobreposta - proveniente da vedação do eixo deverá ser coletado para a base.

5.3.3 Refrigeração

Nota: Refrigeração pode ser necessária e será indicada no desenho do arranjo geral ou no
desenho separado da tubulação de refrigeração à água.

Disponha tubos de água para entrar na câmara de refrigeração no ponto mais baixo e de saída no
ponto mais alto. Não confunda as conexões de entrada e saída. Instale válvulas de controle nos tubos
de alimentação para regular o fluxo da água de refrigeração. Em sistemas abertos, disponha a
drenagem de saída através de um funil de coleta da drenagem.

5.3.4 Injeção na vedação do eixo ("seal flushing")

Nota: Injeção na vedação do eixo de fonte externa pode ser necessária e será indicada no desenho
do arranjo geral ou no desenho separado da tubulação de refrigeração à água.

Se o sistema de selagem da vedação inclui um trocador de calor, transmissor de pressão, ou tanque


selante, ventile esses componentes no ponto mais alto.

Se um termosifão é usado, instale tubos tão grandes quanto possível. Direcione a tubulação a subir
continuamente e que não tenha quaisquer arestas cortantes.

5.3.5 "Quench" na sobreposta - Instale esta conexão, conforme detalhado no desenho do arranjo
geral ou no desenho da tubulação de injeção na vedação do eixo.

5.4 Linha de vazão mínima ou "by-pass"

Em regiões de carga parcial (quando operar a bomba com o fluxo próximo a zero)
CUIDADO quase toda a energia consumida pela bomba é transformada em energia térmica. Se
o fluxo for menor que a vazão mínima (ver folha de dados da bomba), haverá
aquecimento interno, causando sérios danos aos rotores e anéis de desgaste da carcaça,
ocasionando uma eventual avaria da bomba. Nos selos mecânicos, deve-se esperar danos nas sedes
de vedação. Para que isto seja evitado, sempre deverá haver um determinado fluxo de fluído na
bomba.

Um orifício para vazão mínima deve ser instalado diante das duas válvulas de retenção e da válvula
principal de descarga da bomba, como indicado no diagrama do item 5.5. Uma válvula de retenção e
uma válvula de bloqueio de alta pressão devem ser instaladas entre a bomba e o orifício de vazão
mínima. A linha de vazão mínima em tubo de pelo menos 50 mm, deve retornar ao tanque
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desaerador (DA) e uma válvula de bloqueio deve ser instalada diante do tanque DA na linha de
vazão mínima.

Nota: Recomenda-se também uma válvula de alívio de pressão para proteger contra o
fechamento acidental da válvula ou entupimento da linha de vazão mínima.

Um meio alternativo aceitável de controlar a vazão mínima é pela utilização de Válvula de Vazão
Mínima. Se fornecida pela Sulzer, os detalhes desta válvula poderão ser incluídos como parte deste
manual.

Um dispositivo deve ser colocado na tubulação de recalque imediatamente após a instalação da


bomba, o qual garanta um fluxo mínimo mesmo com as válvulas fechadas. Os dispositivos a seguir
são utilizados com sucesso:

a) Válvula de vazão mínima - Opera de tal forma que quando o fluxo diminui automaticamente a
linha de fluxo mínimo se abre e um elemento de estrangulamento controla essa vazão mínima. O
contrário ocorre ao aumentar-se a capacidade; a linha de fluxo mínimo é conectada diretamente a
esta válvula.

b) "By-pass" constante - Uma linha de "by-pass" deve ser conectada entre a descarga da bomba e a
linha de sucção. Um estrangulamento é feito no tubo que determina o nível do fluxo. Desta maneira,
convém lembrar que a vazão do "by-pass" também flui com a válvula de recalque aberta, o que reduz
a eficiência da bomba. Deve-se considerar cuidadosamente se a válvula de vazão mínima é um bom
investimento a longo prazo.

A linha de vazão mínima ou "by-pass" não é fornecida pela Sulzer, a menos que solicitado.

Normalmente deve ser fornecida pelo usuário. O tubo deve sempre sair do recalque para o tanque de
sucção ou linha de sucção. Para paradas de desmontagens para manutenção, uma válvula de
bloqueio deve ser conectada a linha de fluxo mínimo, mas deve ser travada aberta antes do
comissionamento caso várias bombas sejam instaladas para operar em paralelo, e as tubulações de
fluxo mínimo conectam a um coletor comum a todas, é necessário instalar uma válvula de retenção
em cada tubo de alimentação.

5.5 Equipamentos especiais para aplicações em alta temperatura

Bombas de alimentação de caldeiras são susceptíveis a danos devidos à proteção ou controle


inadequados contra drásticas variações da temperatura. As medidas a seguir ajudam a proteger o
equipamento.

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Tanque Instalação típica de orifícios


desaerador para alimentação de caldeiras Bocal de
descarga
para
caldeira
Aberto
Sempre
aberto

Orifício para
vazão mínima
Seção de
aquecimento

Aberto
Aberto

Sempre
aberto
Orifício para
vazão mínima Seção de
aquecimento

Aberto
Fechado

Forre a carcaça da bomba para dar proteção contra condições atmosféricas extremas ou desiguais e
um aquecimento mais rápido e uniforme antes da partida.

Aqueça a bomba usando um orifício de aquecimento que deve ser instalado no lado da descarga da
bomba, conforme indicado no diagrama acima. A tubulação deverá, pelo menos, ter a mesma bitola
que o orifício de aquecimento. A linha de "by-pass" deve ser instalada em torno das duas válvulas de
retenção e da válvula de bloqueio da descarga. Devem ser instaladas válvulas de bloqueio de dupla
isolação no lado principal do orifício de aquecimento e uma válvula de bloqueio na lateral da bomba.

Meça a temperatura da carcaça usando um detetor de temperatura resistivo (RTD) e monitoramento,


ou dispositivo de proteção contra transientes térmicos indevidos.

6.0 FUNCIONAMENTO DO ACIONADOR EM VAZIO

6.1 A montagem de equipamentos auxiliares e a ligação elétrica na carcaça de um motor elétrico


devem ser completadas de acordo com os requisitos do fabricante. Refira-se ao fabricante do
acionador quanto a detalhes.

6.2 O teste do acionador em vazio permite a verificação da velocidade de rotação do acionador e dá


oportunidade para fazer ajustes no equipamento final antes de acoplá-lo à bomba.

7.0 INSTALAÇÃO DO ESPAÇADOR DO ACOPLAMENTO

7.1 Os cubos do acoplamento da bomba e do acionador já devem estar montados e a separação dos
eixos deve ser ajustada por meio de um alinhamento preciso incluindo o término do “Cold - Offset”.

Nota: Se necessário, refira-se à seção MANUTENÇÃO quanto à montagem dos cubos do


acoplamento.

7.2 O conjunto de cubos, espaçador, prisioneiros e porcas do acoplamento foi embalado e


embarcados junto com a bomba pela Sulzer.

7.3 A folha de instruções do fabricante do acoplamento contém informações detalhadas para a


instalação correta dos espaçadores e momento de torção dos prisioneiros do acoplamento.

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CAP8
Instalação
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ATENÇÃO Leia a folha de instruções do fabricante do acoplamento antes de prosseguir.

ATENÇÃO Trave os disjuntores na posição desligada.

7.4 Instale o espaçador do acoplamento e também a proteção do acoplamento. Verifique a folga


adequada entre a proteção e o acoplamento.

8.0 ALINHAMENTO FINAL (UNIDADE BOMBEADORA)

8.1 Com a instalação completa prepare a bomba e todos os sistemas auxiliares, conforme instruções
na seção OPERAÇÃO.

8.2 Dê partida e funcione o equipamento, conforme descrito na seção OPERAÇÃO até que a bomba
e o acionador se estabilizem na temperatura de operação.

8.3 Pare, desligue o acionador, remova o espaçador do acoplamento e faça uma verificação do
alinhamento a quente (não mais do que 10 minutos depois da parada).

8.4 Siga o mesmo procedimento aplicado para o alinhamento e verifique a tabela na seção
ALINHAMENTO quanto ao TIR máximo.

8.5 Se não estiver dentro da tolerância do alinhamento, calços deverão ser acrescentados ou
removidos. Em seguida repita o procedimento a partir de 8.2.

8.6 Trave os pés do acionador à base depois de completar um alinhamento final satisfatório.

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LISTA DE VERIFICAÇÃO DA SEQUÊNCIA DE INSTALAÇÃO


CLIENTE __________________ PEDIDO Nº __________________ PRODUTO ________________________

TEMP _______ PESO ESPECÍFICO _______ ROTAÇÃO HOR  ANTI-HOR  RPM ________

ALTURA MANOMÉTRICA ___________ VAZÃO ______________ PRESSÃO NA SUCÇÃO_______________

ACIONADOR ________________ ACOPLAMENTO ________________ SELO MECÂNICO _____________

Se fundação de concreto
ITEM EVENTO
 2.0 Construção da fundação
 2.5 Instalação do "skid"
 2.5.12 Aplicação das cunhas espaçadoras
 2.5.13 Ajuste da base sobre os parafusos chumbadores
 2.5.15 Nivelamento da base usando parafusos e calços
 2.5.18 Limpeza das superfícies dos pedestais e dos furos roscados da base
 2.5.20 "Pé-mole" da bomba e do acionador
 2.5.21 Alinhamento preliminar (bomba, acoplamamento e acionador)
 2.6.3 Caracterísiticas mínimas da argamassa de cimento
 2.6.4 Caracterísiticas mínimas da argamassa de epoxy
 2.7 Grauteamento da base e cura da argamassa
 2.7.6 Aplicação do torque final nas porcas dos parafusos chumbadores depois da cura
da argamassa
 4.0 Instalação das tubulações principais
 4.2 Tensões nas tubulações
 4.3 Alinhamento (bomba, acoplamento e acionador)
 4.4 Limpeza da tubulação de sucção
 5.1 Instalação dos equipamentos de medida de pressão
 5.2 Instalação dos equipamentos de medida de temperatura
 5.3 Instalação das tubulações auxiliares
 5.4 Instalação da linha de vazão mínima ou "by-pass"
 5.5 Instalação dos equipamentos especiais para aplicação em alta temperatura
 6.0 Funcionamento do acionador em vazio
 7.0 Instalação do espaçador do acoplamento
 8.0 Alinhamento final (unidade bombeadora)
Se fundação de aço
ITEM EVENTO
 3.0 Construção da fundação
 3.3 Instalação do "skid"
 3.3.12 Aplicação das cunhas espaçadoras
 3.3.13 Ajuste da base sobre os prisioneiros
 3.3.15 Nivelamento da base usando parafusos e calços
 3.3.20 "Pé-mole" da bomba e do acionador
 3.3.21 Solda da base na fundação de aço (opcional)
 3.3.22 Alinhamento preliminar (bomba, acoplamamento e acionador)
 3.3.23 Instalação dos suportes anti-vibração (opcionais)
 3.3.24 Aplicação do torque final nas porcas dos prisioneiros
 4.0 Instalação das tubulações principais
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Instalação
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ITEM EVENTO
 4.2 Tensões nas tubulações
 4.3 Alinhamento (bomba, acoplamento e acionador)
 4.4 Limpeza da tubulação de sucção
 5.1 Instalação dos equipamentos de medida de pressão
 5.2 Instalação dos equipamentos de medida de temperatura
 5.3 Instalação das tubulações auxiliares
 5.4 Instalação da linha de vazão mínima ou "by-pass"
 5.5 Instalação dos equipamentos especiais para aplicação em alta temperatura
 6.0 Funcionamento do acionador em vazio
 7.0 Instalação do espaçador do acoplamento
 8.0 Alinhamento final (unidade bombeadora)

Nota: Assinale com "


 " no  quando o evento for completado satisfatoriamente

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Alinhamento
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ALINHAMENTO

1.0 ALINHAMENTO INICIAL

1.1 Obtenha o valor requerido para a folga a frio com que está trabalhando neste manual.

1.2 Solte os parafusos de fixação do acionador, levante e insira calços suficientes para alinhar,
aproximadamente, o eixo do acionador com o da bomba, levando em consideração o fato de ser a
frio.

Utilize esquadros e um calibre cônico ou um jogo de calibre de folga para fazer o alinhamento
aproximado.

Calços - Utilize calços ranhurados com o mesmo tamanho do pé do acionador. O material do calço
deve ser aço inoxidável e os calços devem ser disponíveis em várias espessuras.

Calços mais espessos do que 3 mm (0,13 pol.) devem ser substituídos por placas equivalentes antes
de se adicionarem novos calços.

1.3 Verifique a separação entre as extremidades do eixo da bomba e o eixo do acionador e ajuste-a
para a dimensão apresentada no desenho do acoplamento.

Nota: O rotor de um motor com luva de mancal deve ser posicionado em seu centro magnético
antes de ser movido para a posição de separação correta dos eixos.

1.4 Aperte os chumbadores ou prisioneiros de fixação aplicando os valores de torque listados no


Anexo 2 e os parafusos de fixação do acionador conforme as instruções de seu fabricante.

2.0 ALINHAMENTO FINAL

Paralelo
Existem diversos métodos
satisfatórios para alinhamento,
incluindo o método face e
borda, alinhamento ótico e o
método de indicador reverso
Indicador com
mostrador,
dispositivo de
garfo

305mm
Angular

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Alinhamento
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2.1 Método face e borda

Quando for usado este método, aplique os valores de tolerância da Tabela 2.1.

Velocidade LTI máximo com raio de 305 mm


[rpm] Paralelo Angular
1800 ou menos 0,152 mm 0,102 mm
1800 à 4000 0,076 mm 0,051 mm
acima de 4000 0,051 mm 0,025 mm

Tabela 2.1 Tolerâncias de desalinhamento

2.2 Método do indicador reverso

Este método usa um processo de análise gráfica baseado em leituras de indicadores reversos nos
dois cubos e a distância da unidade fixa (bomba) para o cubo e pé da unidade móvel (acionador) para
obter um alinhamento preciso.

A maneira mais eficaz de registrar estes dados na forma como é coletada é lançá-la num gráfico de
papel milimetrado. São necessários dois gráficos para completar a tarefa: um para o alinhamento
horizontal e um para o alinhamento vertical, conforme descrito abaixo.

O alinhamento final deve satisfazer os valores de LTI da Tabela 2.2.

Velocidade LTI Máximo


[rpm]
1800 ou menos 0,102 mm
1800 à 4000 0,051 mm
acima de 4000 0,025 mm

Tabela 2.2 Tolerâncias de desalinhamento

Defasagem a frio (“CO” - “Cold Offset”) - Não é considerada nas Tabelas 2.1 e 2.2 e deve ser
incluída no alinhamento final aplicando-se a seguinte equação:
Alinhamento final = ( 0 ± CO ) ≤ Tolerância de desalinhamento
O alinhamento vertical e correções com calços é feito antes da análise de alinhamento horizontal e
correções para a direita ou esquerda. Então o alinhamento vertical é verificado novamente.

2.3 Montagem do indicador - Utilize dois conjuntos rígidos, presos aos cubos ou eixos, para
segurar os dois indicadores com mostradores. As extremidades dos indicadores estarão em contato
com o acionador e a circunferência do cubo da bomba ou com os pontos de contato do suporte.

A bomba deve estar preenchida com o produto antes de ser girada


CUIDADO
manualmente.

As bombas de aço inoxidável são particularmente susceptíveis ao “pick-up” e


CUIDADO girá-las manualmente deve ser evitado sempre que possível.

Os dois cubos devem ser girados em conjunto. É preferível usar um espaçador de acoplamento
interligado frouxamente com este fim. Alternativamente, use um pedaço de madeira com rosca
através dos cubos e dispositivos.
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O arqueamento do braço do indicador deve ser verificada e marcada no braço. As leituras do


indicador serão ajustadas segundo este arqueamento.

Depois de montar os indicadores, gire o eixo diversas vezes e faça ajustes na indicação do medidor
antes de fazer uma leitura. Faça leituras extras para verificar a precisão e repetibilidade.
2.4 Escala horizontal - As distâncias entre o cubo da bomba e o pé do acionador são introduzidas
na escala horizontal do gráfico.
Para maior precisão de leitura, utilize tanto quanto possível a escala horizontal. A medida do cubo da
bomba ao pé externo do acionador é a maior medida linear e deve ser levada tanto para a esquerda
quanto possível. Em relação às medidas, duas divisões podem ser iguais a 25 mm ou uma divisão
pode corresponder a 25 mm, etc.

2.5 Leitura de indicador do alinhamento horizontal

Leia o aviso “Cuidado” do ítem 2.3 antes de prosseguir.

Gire os eixos para mover as extremidades do indicador para a direita, em posição de 90°. Ajuste os
indicadores de mostrador para zero.

Gire os eixos no sentido horário (olhando para a bomba, na extremidade do cubo) para movimentar
as extremidades do indicador para a posição de 270º.

Registre o LTI e um sinal positivo ou negativo em cada cubo. Uma leitura positiva é produzida quando
a extremidade do indicador se move para dentro do corpo.

• CUBO DA BOMBA - A bomba é a unidade fixa. O sinal positivo ou negativo da coordenada


gráfica permanece o mesmo que a leitura do indicador no cubo da bomba. A coordenada gráfica
é metade da leitura total do indicador no cubo da bomba. Entre com a coordenada na linha
vertical do cubo da bomba.

• CUBO DO ACIONADOR - O acionador é a unidade móvel. O sinal positivo ou negativo da leitura


do indicador do cubo da unidade móvel é revertido antes de ser usado na coordenada gráfica. A
coordenada gráfica é metade da leitura total do indicador no cubo do acionador.

Entre com a coordenada na linha vertical do cubo da bomba.

2.6 Linha de alinhamento (ALINHAMENTO HORIZONTAL) - A linha de alinhamento é desenhada


depois de se fazerem três medidas de cubo e pé e duas coordenadas de cubo serem introduzidas no
gráfico. Desenhe uma linha do ponto da coordenada da bomba, passando pelo ponto de coordenada
do cubo do acionador e estendendo-a através das linhas verticais dos pés do acionador.

As coordenadas da linha de alinhamento e a linha vertical dos pés do acionador indicam a quantidade
de movimento horizontal necessário do acionador para trazer a bomba e o acionador ao alinhamento
horizontal. Leia na escala vertical a quantidade de movimentação para a esquerda ou para a direita
requerido para os pés interno e externo do acionador.
Note que um ponto coordenado acima da linha zero do ponto médio (a linha ideal de alinhamento)
significa que o pé do acionador será movido para a esquerda.
Um ponto coordenado abaixo do zero significa que o pé do acionador será movido para a direita.

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2.7 Exemplo de alinhamento horizontal

Pé do acionador
driver foot Pé do
driver footacionador Cubohub
driver do acionador Cubo
pump hubda bomba

+.010

.000

-.013
-.016 - .010
-.004

-.010
- .020
8

16

31

Horizontal
ExemploAlignment
de alinhamentoExample
horizontal

• EXTREMIDADES DO INDICADOR - A distância entre as duas extremidades do indicador é de


203 mm (8 pol.).

• PÉ INTERNO DO ACIONADOR - A distância entre a extremidade do indicador do cubo da


bomba e o pé interno do acionador é de 406 mm (16 pol).
• PÉ EXTERNO DO ACIONADOR - A distância entre a extremidade do indicador do cubo da
bomba e o pé externo do acionador é de 787 mm (31 pol).
• CUBO DA BOMBA A 270º - O LTI à 270º é 0,813 mm (-0,032 pol) (a extremidade se move para
fora do corpo do indicador). A coordenada de 0,406 mm (-0,016 pol) é metade do LTI e conserva
o mesmo sinal (unidade fixa).
• CUBO DO ACIONADOR A 270º - O LTI à 270º é 0,660 mm (0,026 pol) (a extremidade se move
para dentro do corpo do indicador). A coordenada de 0,406 mm (-0,013 pol) é metade do LTI e
reverte o sinal (unidade móvel).
Os pontos da coordenada dos pés do acionador estão abaixo da linha de zero. Leia a escala vertical
aproximando para o 0,025 mm (0,001 pol) mais próximo para obter a distância que o pé do acionador
deve ser movido para a direita (vista da extremidade do cubo da bomba). O pé interno do acionador
será movido de 0,254 mm (0,010 pol) para a direita e o pé externo do acionador será movido de 0,102
mm (0,004 pol) para a direita.

2.8 Escala vertical - Cada divisão vertical é igual a 0,025 mm (0,001 pol). Para maior precisão da
leitura use tanto quanto for possível da escala vertical.

O eixo horizontal do gráfico ficará no centro da folha e o eixo vertical será dividido em coordenadas
positiva e negativa para representar o LTI em torno da linha de centro do eixo.

Observar que uma leitura positiva no mostrador do indicador será introduzida como uma medida
negativa no gráfico e que a leitura de LTI é registrada como o movimento relativo à linha de centro da
bomba representada pelo eixo horizontal do gráfico.

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2.9 Medida do alinhamento vertical - Entre com as três medidas a seguir na escala horizontal:

• EXTREMIDADES DO INDICADOR - Mede a distância entre as duas extremidades do indicador.

• PÉ INTERNO DO ACIONADOR - Mede a distância horizontal entre a extremidade do indicador do


cubo da bomba e o centro do furo de montagem do acionador mais perto da bomba (interno).

• PÉ EXTERNO DO ACIONADOR - A distância horizontal entre a extremidade do indicador do


cubo da bomba e o centro do furo de montagem externo do acionador.

2.10 Leitura de indicador do alinhamento vertical

Leia o aviso “Cuidado” do item 2.3 antes de prosseguir.

Gire os eixos para mover as extremidades do indicador para o topo, posição 0º. Ajuste os indicadores
de mostrador para zero.

Gire os eixos no sentido horário (olhando para a bomba, na extremidade do cubo) para movi-mentar
as extremidades do indicador para o fundo, posição 180º.

Registre o LTI e um sinal positivo ou negativo em cada cubo. Uma leitura positiva é produzida quando
a extremidade do indicador se move para dentro do corpo.

• CUBO DA BOMBA - A bomba é a unidade fixa. O sinal positivo ou negativo da coordenada


gráfica permanece o mesmo que a leitura do indicador no cubo da bomba. A coordenada gráfica
é metade da leitura total do indicador no cubo da bomba. Entre com a coordenada na linha
vertical do cubo da bomba.

• CUBO DO ACIONADOR - O acionador é a unidade móvel. O sinal positivo ou negativo da leitura


do indicador do cubo da unidade móvel é revertido antes de ser usado na coordenada gráfica. A
coordenada gráfica é metade da leitura total do indicador no cubo do acionador. Entre com a
coordenada na linha vertical do cubo da bomba.

2.11 Linha de alinhamento (ALINHAMENTO VERTICAL) - A linha de alinhamento é desenhada


depois de se fazerem três medidas de cubo e pé e duas coordenadas de cubo serem introduzidas no
gráfico. Desenhe uma linha do ponto da coordenada da bomba, passando pelo ponto de coordenada
do cubo do acionador e estendendo-a através das linhas verticais dos pés do acionador.

As coordenadas da linha de alinhamento e a linha vertical dos pés do acionador indicam a quantidade
de calços requerida para trazer o acionamento e a bomba para o alinhamento vertical. Leia na escala
vertical a quantidade de calços a serem adicionados, ou subtraídos, dos pés interno e externo do
acionador.

Note que um ponto coordenado acima da linha zero do ponto médio (a linha ideal de alinhamento)
significa que os calços serão removidos. Um ponto coordenado abaixo do zero significa que serão
acrescentados calços.

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Alinhamento
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2.12 Exemplo de alinhamento vertical

driver
Pé foot
do acionador driver foot
Pé do acionador driver
Cubo hub
do acionador pump
Cubohub
da bomba

+.010

.000
-.011
-.002 -.014
- .010
-.008
- .020
8

16

31

Vertical Alignment
Exemplo Example
de alinhamento vertical

• EXTREMIDADES DO INDICADOR - A distância entre as duas extremidades do indicador é de


203 mm (8 pol).

• PÉ INTERNO DO ACIONADOR - A distância entre a extremidade do indicador do cubo da bomba


e o pé interno do acionador é de 406 mm (16 pol).

• PÉ EXTERNO DO ACIONADOR - A distância entre a extremidade do indicador do cubo da


bomba e o pé externo do acionador é de 787 mm (31 pol).

• CUBO DA BOMBA A 180º - O LTI à 180º é 0,711 mm (-0,028 pol) (a extremidade se move para
fora do corpo do indicador). A coordenada de 0,356 mm (-0,014 pol) é metade do LTI e conserva
o mesmo sinal (unidade fixa).

• CUBO DO ACIONADOR A 180º - O LTI à 180º é 0,559 mm (0,022 pol) (a extremidade se move
para dentro do corpo do indicador). A coordenada de 0,279 mm (-0,011 pol) é metade do LTI e
reverte o sinal (unidade móvel).

Os pontos da coordenada dos pés do acionador estão abaixo da linha de zero. Leia na escala vertical
a quantidade de calços a serem adicionados. Aproxime para o 0,025 mm (0,001 pol) mais próximo, o
pé interno do acionador requer um calço adicional de 0,200 mm (0,008 pol) e o pé externo do
acionador requer um calço adicional de 0,050 mm (0,002 pol).

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Operação
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OPERAÇÃO

1.0 REQUISITOS DE PREPARAÇÃO DA PARTIDA

ATENÇÃO Se o selo mecânico estiver travado, destrave-o antes de iniciar a partida.

Utilize a LISTA DE VERIFICAÇÃO DOS REQUISITOS DE PREPARAÇÃO DA PARTIDA da página 6,


para assegurar que todos os procedimentos estão sendo seguidos e que os preparativos estão sob
controle.

2.0 PREPARAÇÃO

2.1 Partida

Verifique as instruções para a partida do acionador e os procedimentos de operação.

A bomba deve estar preenchida com o produto antes de ser girada


CUIDADO
manualmente.

Bombas construídas em aço inoxidável são particularmente susceptíveis ao “pick-up” e girá-


las manualmente deve ser evitado sempre que possível.

2.2 Lubrificação com banho de óleo

Verifique o nível de óleo e a condição do óleo nos reservatórios. Drene, lave e preencha com óleo
novo caso a qualidade do óleo seja suspeita.

• Verifique o nível do óleo no reservatório do lubrificador automático.


• Verifique se os anéis de óleo estão localizados nas ranhuras de centragem do eixo.

2.3 Lubrificação com névoa de óleo ("pure oil mist")

• As mangueiras de alimentação de névoa deverão ser instaladas de modo que não formem
dobras, torções ou selo e que ainda permitam que as gotículas de óleo condensadas nas paredes do
tubo retornem para o reservatório. Por isso as mangueiras devem ser suficientemente longas (não
devem passar de 3 metros).
Quaisquer obstruções nas mangueiras podem restringir o fluxo e com isso prejudicar a lubrificação.

• Seleção dos reclassificadores

Para a lubrificação dos rolamentos em condições normais de funcionamento, 2 fatores devem ser
considerados:

1) O diâmetro do eixo no rolamento


2) Número de carreiras do rolamento

A tabela a seguir deve ser utilizada para a escolha correta do tamanho.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Operação Revisão 4 SBR 10-03-11.doc


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Operação
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Névoa de óleo ("pure oil mist"): Mancais de rolamentos

Diâmetro do eixo @ mancal Mancal de carreira simples Mancal de carreira dupla ou "duplex"

< 1.77 in (45 mm) 77-800-501 77-800-502

1.77 in (45 mm)


até 77-800-502 77-800-503
2.95 in (75 mm)

> 2.95 in (75 mm)


Use névoa e banho de óleo ou
até 77-800-503
consulte a Sulzer
5.51 in (140 mm)

2.4 Lubrificação com névoa e banho de óleo ("purge oil mist")

• Seleção dos reclassificadores

Névoa e banho de óleo ("purge oil mist"): Mancais de casquilhos e engrenagens


Volume interno Menor que 2 pés cúbicos 2 pés cúbicos
(Volume acima do nível de óleo) (56 litros) (56 litros) ou maior

Reclassificador 77-800-501 77-800-502

2.5 Reclassificadores
Orifício calibrado que regula a vazão da névoa. Estes orifícios são padronizados como segue:
Material T 304 SS

Código SCFM BI In H2O

77-800-501 0.09 3 20

77-800-502 0.18 6 20

77-800-503 0.30 10 20

• SCFM (Standard Cubic Feet per Minute)

Pés cúbicos por minuto padrão.

Vazão volumétrica de um gás corrigido para valores padrão de pressão, temperatura e umidade
relativa.

• BI (Bearing Inch)

1 BI = 0,03 SCFM

Para calcular o nº BI = Ø eixo em polegadas x número de carreiras do rolamento.

• In H2O

Unidade de pressão: Polegada de coluna d'água.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Operação Revisão 4 SBR 10-03-11.doc


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Operação
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Calibre o sistema de lubrificação conforme orientações do fornecedor (temperatura do óleo,


regulagem do ar-pressão e da vazão).

Antes de partir a bomba com o acionador, deixe o equipamento funcionando com névoa de óleo
("pure oil mist") por aproximandamente 20 minutos.

Nota importante: Os reclassificadores deverão ser corretamente selecionados e montados nos


devidos lados respectivos aos rolamentos.

Todos os fluídos de lubrificação devem ser coletados e descartados de acordo com


os regulamentos ambientais correntes para prevenir riscos às pessoas e ao
ambiente.

2.6 Encha a bomba.

2.6.1 Sucção imersa

• Abra os respiros e feche os drenos.


• Abra completamente a válvula de sucção.
• Evacue o ar aprisionado.
• Feche os respiros quando o produto sair sem bolhas.

2.6.2 Altura de sucção

• Abra os respiros e feche os drenos.


• Abra completamente a válvula de sucção.
• Encha a bomba a partir de uma fonte externa com sucção feita com uma válvula de pedal.
• Evacue o ar aprisionado.
• Feche os respiros quando o produto sair sem bolhas.

Se a válvula de pé vazar, a bomba precisará ser novamente escorvada antes de


CUIDADO
cada partida.

2.7 Se houver uma linha de vazão mínima instalada, abra sua válvula.

2.8 Ligue um suprimento de água para lubrificar a sobreposta do embuchamento do selo. Isto
somente é necessário para planos de selagem de fonte externa (Exemplo: Plano 32).

2.9 Ligue a água de resfriamento e outros sistemas auxiliares e verifique os ajustes das chaves
associadas com a bomba a com o acionador. Abra as válvulas para iniciar o fluxo.

2.10 Verifique se todas as linhas de lubrificação do selo estão ventiladas.

2.11 Se não houver "by-pass" para vazão mínima, ajuste a descarga para abertura de
aproximadamente 10% e aqueça a bomba antes da partida.

A falha na equalização da temperatura do produto com a da carcaça quando


CUIDADO
medida em diversos pontos, dentro de uma diferença máxima de 22ºC,
considerada antes da partida, pode causar danos por choque térmico.
Ajuste os alarmes para um diferencial (delta) de 22 ºC e o desligamento para um diferencial
(delta) de 28 ºC.
O ciclo de aquecimento deve limitar-se a 2 à 3 ºC por minuto.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Operação Revisão 4 SBR 10-03-11.doc


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Operação
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Data 10/03/11
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3.0 PARTIDA

3.1 Dê partida ao acionador.

Caso o acionador seja turbina, a mesma deve ser levada à velocidade de


CUIDADO
operação rapidamente, para evitar danos à bomba.

3.2 Abra a válvula de recalque lentamente até que a pressão diferencial caia para a pressão de
operação.

Não opere a bomba contra uma válvula de recalque fechada. A bomba não deve
CUIDADO
operar abaixo da vazão mínima. Nunca tente regular a vazão da bomba fechando
o registro da sucção. O emprego da válvula de sucção para estrangulamento
provoca danos por cavitação.

4.0 VERIFICAÇÃO OPERACIONAL

4.1 Altura manométrica - Tão logo seja atingida a velocidade de operação, deverá haver pressão
na descarga da bomba. Pare imediatamente se isto não ocorrer.

4.2 Corrente - A amperagem constante na plaqueta do motor não deve ser excedida.

4.3 Vibração - Os limites de vibração devem ser conhecidos e a bomba deve ser desligada se estes
forem excedidos.

4.4 Vazamentos - Quaisquer vazamentos significam problemas. Deve-se prestar particular atenção
à região do selo onde um vazamento pode indicar um selo danificado.

4.5 Suprimento de óleo - Depois da partida inicial, mantenha cuidadosa verificação a cada 24
horas. O nível de monitoramento pode ser relaxado à medida que a operação continua e o sistema se
estabiliza.

• A temperatura do óleo não deve exceder o máximo permitido conforme consta da seção
LUBRIFICAÇÃO.

• Inspecione visualmente os sistemas de anéis de lubrificação removendo o bujão do filtro e


monitorando o nível de óleo na carcaça e no reservatório.

• Se um resfriador de óleo tiver sido instalado num sistema de lubrificação sob pressão, a vazão
de água deve ser regulada para manter a temperatura da saída do óleo do resfriador (entrada
de óleo da bomba), no máximo, a 49 ºC.

• Regule a válvula de alívio de pressão do sistema de lubrificação sob pressão conforme


necessário para fornecer óleo para os mancais a 69-83 kPa.

• Um sistema de lubrificação sob pressão requer manômetros de verificação. Podem também


usar alarmes e outros dispositivos de proteção. Refira-se à seção LUBRIFICAÇÃO quanto às
leituras manométricas e ajustes dos alarmes.

4.6 Filtro de sucção - Na partida inicial deve haver um filtro instalado na tubulação de sucção.
Refira-se à seção INSTALAÇÃO. Monitore, cuidadosamente, a queda de pressão no filtro de sucção.
Limpe-o, se necessário, e remova depois de passado o tempo prescrito.

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CAP8
Operação
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4.7 Temperatura da carcaça da bomba - As aplicações sujeitas a altas temperaturas do produto


podem ter um detetor instalado na descarga da voluta. O mesmo deve estar ajustado para disparar
um alarme seguido de desligamento conforme ajustes pré-estabelecidos.

O ajuste do alarme é para 17ºC. Temperaturas do produto acima do normal provocarão o


desligamento a 28 ºC acima da temperatura normal para o produto.

5.0 SERVIÇO DE RESERVA ("STAND-BY" SERVICE)

5.1 Equalização da temperatura - Quando uma bomba está de reserva, para poder ser posta em
operação imediatamente, ela deve ser mantida pronta através da circulação do produto. Um sistema
de "by-pass" pode ser utilizado para manter a equalização da temperatura conforme descrito na seção
INSTALAÇÃO.

5.2 Sistema de refrigeração - Opere os sistemas de refrigeração para partida imediata da bomba.

5.3 Sistema de lubrificação por pressão - Opere o sistema de lubrificação por nebulização para
partida imediata da bomba.

6.0 PARADA PROLONGADA

6.1 Partida periódica, lubrificação por pressão - Se possível, um sistema de lubrificação por
pressão deve ser posto em funcionamento uma vez em cada duas semanas e rodar por 20 minutos.
Isto evitará acúmulo de condensação dentro das linhas de lubrificação e dentro do suporte de
mancais.

6.2 Partida periódica, sem lubrificação por pressão - Se possível, uma bomba de reserva deverá
ser posta em funcionamento uma vez em cada duas semanas e rodar por 20 minutos. Isto evitará
acúmulo de condensação dentro do suporte de mancais.

6.3 Relubrificação dos mancais - No caso de parada da bomba por mais de 30 dias, os mancais
devem ser lubrificados antes da partida. Siga as instruções da seção LUBRIFICAÇÃO.

Falta de relubrificação dos mancais antes da partida pode resultar em mancais


CUIDADO
arranhados.

6.4 Danos por congelamento - Previna congelamento do fluído dentro da bomba. Drene todas as
câmaras de refrigeração para evitar danos por congelamento. Abra os drenos na parte inferior da
carcaça espiral e quaisquer drenos existentes nos bocais de sucção e descarga. Antes da partida
certifique-se de que os drenos estão fechados e escorve a bomba.

Confirme que o produto não é tóxico ou perigoso antes de soltar juntas


aparafusadas ou conexões de tubulações.

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CAP8
Operação
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LISTA DE VERIFICAÇÃO DOS REQUISITOS DE PREPARAÇÃO DA PARTIDA

CLIENTE _________________________ PEDIDO Nº _________________ PRODUTO____________________

TEMPERATURA ______ DENSIDADE ______ ROTAÇÃO: HORÁRIA  ANTI-HORÁRIA  RPM ________

ALTURA MANOMÉTRICA ____________ VAZÃO _______________ PRESSÃO NA SUCÇÃO______________

ACIONADOR _______________ ACOPLAMENTO______________ SELO MECÂNICO ____________________

EVENTO
 Nivelamento e grauteamento/fixação da base
 "Pés moles"
 Filtro na tubulação de sucção
 Orifício para vazão mínima
 Orifício para aquecimento
 Manômetro na sucção
 Manômetro no recalque
 “Endo” da bomba
 "Run-out" do cubo do acoplamento (bomba e acionador)
 Lavagem do sistema de lubrificação
 Nível do óleo e ajuste dos pressostatos
 Distância entre eixos _______________
 Sentido de rotação e funcionamento sem carga do acionador
 Serviço a quente - Ajuste dos blocos de alinhamento. Remoção do calço de 0,002 e aperto dos prisioneiros
dos pés externos com o valor de torque constante do Anexo 2, Coluna 5
 Alinhamento final ou “a quente” conforme a seção ALINHAMENTO
 Abertura da válvula de sucção
 Ventilação da bomba e aquecimento da carcaça, se necessário
 Conexão da lavagem da sobreposta do selo
 Purga das linhas de lavagem dos selos
 Fechamento das válvulas de respiro
 Ajustagem da válvula de descarga
 Pressão de sucção na partida ____________
 Pressão de descarga na partida ____________
 Fixação somente depois do alinhamento "a quente”
 Sistema de lubrificação e de refrigeração para verificar se a temperatura estabilizou
 Vibração interna máx. ______ externa máx. _______

 " no  quando o evento for completado satisfatoriamente.


Nota: Dê um "

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CAP8
Manutenção
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 2 SBR
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MANUTENÇÃO

1.0 ESCOPO

Instruções gerais para dirigir um projeto de manutenção seguro e eficiente.

Esta seção é seguida de seções adicionais que tratam de instruções específicas e detalhadas
voltadas para cada um dos subconjuntos principais.

2.0 REGISTROS E ANÁLISES

2.1 Registro de desempenho - Um registro contínuo de desempenho ajudará nas decisões sobre
eliminação de problemas operacionais e sobre serviços de manutenção de bomba. Longas paradas e
despesas desnecessárias podem ser evitadas.

Podem-se instalar manômetros em furos roscados nos bocais de sucção e descarga para se obter
muitos dados necessários à análise do desempenho.

Anotações periódicas sobre vibração são necessárias para diagnosticar níveis de vibração excessivos.

2.2 Eliminação de falhas - Analise o desempenho antes de desmontar a bomba. Há problemas que
podem ser corrigidos sem desmontar a bomba. Um registro de desempenho ajudará a restringir as
possíveis causas e a determinar se o problema é mecânico ou hidráulico.

Problemas hidráulicos são tipicamente originários do sistema de sucção. Maus ajustamentos de


controles devem ser acertados. Veja seção OPERAÇÃO antes de prosseguir com a solução de
problemas.

Problemas mecânicos e hidráulicos muitas vezes estão relacionados entre si e as fontes podem ser
difíceis de serem localizadas. Veja seção ELIMINAÇÃO DE FALHAS no Anexo 3.

3.0 DESMONTAGEM GERAL

3.1 Referências - Consulte os desenhos específicos de arranjo geral, desenhos de corte e lista de
peças.

3.2 Força - Trave os interruptores de força na posição "desliga".

3.3 Tubulações - Certifique-se de que a pressão do sistema de bombeamento está isolada. Feche
as válvulas das tubulações de sucção, recalque e auxiliares.

3.4 Acoplamento - Remova o espaçador do acoplamento e o cubo do acoplamento da bomba.

3.5 Drenagem - abra os respiros e drene a carcaça da bomba removendo os bujões ou abrindo as
válvulas,

Verifique se há materiais tóxicos ou fluidos perigosos antes de abrir juntas


aparafusadas ou conexões de tubulações.

Colete e descarte fluídos tóxicos ou perigosos conforme os regulamentos


ambientais vigentes para prevenir riscos às pessoas e ao meio-ambiente.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Manutenção Revisão 2 SBR 09-12-09.doc


CAP8
Manutenção
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 2 SBR
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3.6 Ferramentas e procedimentos - Uma variedade de equipamentos é necessária para a


desmontagem. Refira-se a seção DESMONTAGEM E REMONTAGEM quanto aos requisitos
específicos.

Verifique o sentido de rotação da bomba. Lembre que determinados


CUIDADO
componentes do eixo são apertados ao contrário do sentido de rotação e podem
ter rosca esquerda.

4.0 TROCA DO SELO MECÂNICO

O selo mecânico pode ser removido para inspeção e substituição sem remover a carcaça. É
necessária a remoção da tubulação auxiliar, tampa da carcaça, suporte do mancal, espaçador do
acoplamento e do rotor. Mais detalhes, veja seção DESMONTAGEM E REMONTAGEM.

Assegure-se de seguir as instruções do fabricante do selo mecânico. Veja os desenhos do fabricante


do selo mecânico quanto aos procedimentos corretos para desmontá-lo e remontá-lo corretamente,
materiais envolvidos e ajustes do selo. Novos anéis-O, molas e faces (caso necessárias) deverão ser
instaladas quando o selo for atendido.

5.0 PREPARAÇÃO PARA GRANDES DESMONTAGENS

Refira-se a seção DESMONTAGEM E REMONTAGEM quanto à extensão do trabalho necessário


para tratar dos componentes-chave.

6.0 DESPACHO DO "SITE"

Todo o equipamento deve ser completamente drenado antes de seu despacho do "site".

Equipamentos recebidos na fábrica da Sulzer, que não tenham recebido tal tratamento, serão
devolvidos a seus proprietários, correndo o custo por conta dos mesmos.

7.0 REMONTAGEM DOS CUBOS DO ACOPLAMENTO

7.1 Verifique se há rebarbas nas chavetas e nos rasgos dos cubos do acoplamento e do eixo. Insira
a chaveta no eixo.

7.2 Aqueça o cubo a 77 ºC. Use um forno ou banho de óleo quente.

7.3 Empurre o cubo firmemente com as mãos (com luvas isolantes) sobre o eixo até que a face do
cubo se alinhe com a extremidade do eixo. O cubo resfriado e o eixo produzirão o ajuste requerido.
Aperte o parafuso de trava do conjunto.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Manutenção Revisão 2 SBR 09-12-09.doc


CAP8
Desmont e Remontag
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
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DESMONTAGEM E REMONTAGEM
1.0 REGISTROS E ANÁLISES ANTES DA DESMONTAGEM
1.1 Registro de desempenho - Um registro continuo de desempenho ajudará nas decisões sobre
eliminação de problemas operacionais e sobre serviços de manutenção de bomba. Longas paradas e
despesas desnecessárias podem ser evitadas.

Anotações periódicas sobre vibração são necessárias para diagnosticar níveis de vibração excessivos.

1.2 Eliminação de falhas - Analise o desempenho antes de desmontar a bomba. Há problemas


que podem ser corrigidos sem desmontar a bomba. Um registro de desempenho ajudará a restringir
as possíveis causas e a determinar se o problema é mecânico ou hidráulico.

Os problemas hidráulicos são tipicamente originários do sistema de sucção. Maus ajustamentos de


controles devem ser eliminados. Veja seção OPERAÇÃO antes de prosseguir com a solução de
problemas.

Problemas mecânicos e hidráulicos muitas vezes estão relacionados entre si e as fontes podem ser
difíceis de serem localizadas. Veja seção ELIMINAÇÃO DE FALHAS no Anexo 3.

2.0 DESMONTAGEM
2.1 Referência - Consulte o desenho do arranjo geral, desenho de corte e lista de peças.

Verifique se há materiais tóxicos ou fluídos perigosos antes de abrir juntas


aparafusadas ou conexões de tubulações.

Se sim, colete e descarte estes materiais ou fluídos conforme os regulamentos


ambientais vigentes para prevenir riscos às pessoas e ao meio-ambiente.

2.2 Força - Os interruptores de força devem estar na posição "desliga".

2.3 Tubulações - Certifique-se de que a pressão do sistema de bombeamento está isolada. Feche
as válvulas das tubulações de sucção, recalque e auxiliares.

Não é necessário desconectar a sucção, descarga ou tubulações auxiliares conectadas à carcaça


espiral, ou mexer no posicionamento do acionador ou da carcaça espiral.

Desconecte as linhas de circulação do selo e a placa do selo. Tampe as extremidades das linhas para
evitar a entrada de sujeira.

Se o elemento rotativo deve ser removido desconecte toda a tubulação e instrumentação do suporte
de mancais.

2.4 Drenagem - Drene a carcaça espiral 102.01 e o suporte de mancais 330.01.

Colete e descarte fluídos tóxicos ou perigosos conforme os regulamentos ambientais


vigentes para prevenir riscos às pessoas e ao meio-ambiente.

2.5 Regulador do nível de óleo - Remova o regulador e tampe a tubulação.

2.6 Acoplamento - Desfaça o acoplamento bomba-acionador e remova o espaçador e o cubo do


acoplamento da bomba.

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CAP8
Desmont e Remontag
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
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2.7 Ferramentas e procedimentos - Uma variedade de equipamento é necessária para a desmon-


tagem. Os requisitos específicos diferem conforme a localização, arredores físicos e tamanho de cada
unidade. Reveja, antecipadamente, todo o procedimento de remoção.

CUIDADO
Verifique o sentido de rotação da bomba. Lembre que determinados
componentes do eixo são apertados ao contrário do sentido de rotação e podem
ter rosca esquerda.

Proteja todas as peças. Coloque as peças maiores numa área protegida embrulhada em pano ou
plástico. Coloque as peças menores em sacos ou caixas.

2.8 Subconjuntos principais - A bomba é composta de dois subconjuntos principais:

A) Conjunto de carcaça espiral


B) Conjunto girante

2.9 Remoção do conjunto girante da carcaça espiral - A remoção do conjunto girante da carcaça
espiral 102.01 pode ser efetuada sem uso de ferramentas especiais como segue:

• ELEMENTOS DE FIXAÇÃO DA TAMPA DA CARCAÇA - Remova as porcas principais 920.01


que prendem a tampa da carcaça 161.01 contra a carcaça espiral 102.01.

• SUSPENSÃO - Passe um cabo pelo suporte de mancais 330.01. Prepare para suspender e
depois remova as porcas 920.01 restantes da tampa da carcaça.

• PARAFUSOS DE DESMONTAGEM - Introduza os parafusos de desmontagem nos furos


roscados (defasados de 180º) do flange da tampa da carcaça 161.01. Aperte para soltar o conjunto da
carcaça espiral 102.01.

• REMOÇÃO DO CONJUNTO GIRANTE - Remova o conjunto girante (eixo, tampa da carcaça,


conjunto de mancais e rotor) puxando-o em direção do lado do acionador.

CUIDADO Não entorte ou danifique os anéis do rotor.

Nota: Leve o conjunto girante diretamente a uma oficina de manutenção autorizada para
continuar a desmontagem.

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CAP8
Desmont e Remontag
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EXECUÇÃO COM VENTILADOR (OPCIONAL)

PÁGINA DEIXADA INTENCIONALMENTE EM BRANCO PARA ANOTAÇÕES

930. 01
930.01
330.01

Selo mecânico
Selo mecânico

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CAP8
Desmont e Remontag
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
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2.10 Principais passos de desmontagem


ATENÇÃO A porca do rotor 922.01 tem rosca esquerda para apertar contra a rotação.
ATENÇÃO Se o selo mecânico estiver travado, destrave-o antes de iniciar a desmontagem.

 ROTOR - Remova a porca do rotor 922.01. Remova o rotor 230.01. O rotor tem acabamento de
entrada justo, porém poderá ser necessário o uso de uma saca polia. Se necessário, aplique calor em
volta dos cubos, usando uma chama branda. Examine e troque os anéis de desgaste. Veja parágrafo
SUBSTITUIÇÃO DE ANÉIS DE DESGASTE.

• TAMPA DA CARCAÇA - Apóie o suporte dos mancais 330.01 numa base fixa, com a tampa da
carcaça 161.01 suspensa por uma corda. Remova as porcas 920.02 que prendem a tampa da
carcaça ao suporte dos mancais. Remova a tampa da carcaça para a área de inspeção.

• BUCHA DE FUNDO - Verifique a bucha de fundo 456.01; veja parágrafo INSPEÇÃO. Se for
necessária a reposição, remova a bucha de fundo. Veja parágrafo SUBSTITUIÇÃO DA BUCHA DE
FUNDO.

• SELO MECÂNICO - Remova a luva do eixo e o cartucho do selo mecânico 433.01.

• Remova os parafusos 900.06 da tampa do ventilador (caso instalada) e as arruelas 930.01 para
remover a tampa do ventilador 832.01 e da tampa do mancal externo 360.14,.

• Remova o anel de segurança 923.02 e deslize o ventilador 831.01 (caso instalado) para fora do
eixo e remova a chaveta 940.04 do eixo.

• TAMPA DO MANCAL (EXTERNA) - Verifique se o cubo do acoplamento e a chaveta foram


retirados do eixo. Depois solte os parafusos 901.02 e use os parafusos de desmontagem para
remover a tampa 360.14 com o anel labirinto completo 423.02.

• TAMPA DO MANCAL (INTERNA) - Solte os parafusos 901.01 e use os parafusos de desmontagem


para remover a tampa do mancal 360.13 com o anel labirinto completo 423.01 .

• ANÉIS LABIRINTO - Retire os anéis labirinto 423.01 e 423.02 das tampas 360.13 e 360.14.

• ANÉIS DE LUBRIFICAÇÃO - Remova os bujões 903.01 com as hastes de posicionamento.


Levante os anéis de lubrificação 644.01 para fora dos rasgos de centralização do eixo 210.03 e
pendure-os, com arames passados pelos orifícios de inspeção, no topo do suporte de mancais
330.01.

• EIXO - Remova o eixo 210.03 com os rolamentos 320.01 e 320.02 montados. Com golpes leves,
bata no eixo do lado de dentro para fora, tomando cuidado para proteger a ponta do eixo contra
danos.

• ANÉIS DE LUBRIFICAÇÃO - Destaque os anéis de lubrificação 644.01 dos arames e remova-os


pela abertura externa do corpo do mancal.

• ROLAMENTOS - Remova a porca do eixo 923.02 e arruela de segurança 931.01. Remova o


rolamento radial 320.01, e depois os de escora 320.02, do eixo 210.03, usando uma saca polia ou
uma prensa apropriada. Aplique pressão no anel interno durante a remoção.
Nota: O anel externo e os rolos do rolamento radial de rolos 320.01 são deixados no suporte
de mancais. Remova-os em separado.
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3.0 INSPEÇÃO
3.1 Limpeza e Inspeção - Depois da desmontagem, limpe todas as peças (exceto o selo mecânico)
com solvente e examine-as em relação a desgaste e danificação. Inspecione os rolamentos, luva do
eixo, anéis de desgaste, peças do selo e buchas.

Controle todas as folgas (anéis de desgaste, etc.) em relação a excesso de desgaste. Peças
quebradas ou excessivamente desgastadas não deverão ser reaproveitadas.

Se a unidade não for remontada imediatamente, proteja as superfícies usinadas contra ferrugem. A
aplicação de uma fina camada de óleo de máquina leve, normalmente é suficiente para armazenagem
de curto prazo.

3.2 Selo mecânico - As faces de deslizamento do selo mecânico são polidas e oticamente planas.
Mantenha estas superfícies limpas e livres de substancias que podem estragar as faces do selo.

3.3 Rotor - Examine o rotor 230.01 em relação a desgaste ou danificação. Verifique se há sinais de
cavitação (buracos - “pits”) no bocal de sucção, erosão nas pás e rachaduras nas paredes. Alise
irregularidades menores com uma lima fina e pano de polir.

3.4 Anéis de desgaste - Examine os anéis de desgaste 502.01, 502.02, 503.01 e 503.02 no que se
refere a ranhuras e desgaste desigual. Conserte as irregularidades menores com lima fina e pano de
polir. Se houver à disposição equipamento adequado, retoque os anéis por meio de usinagem leve.

Os anéis de desgaste devem manter as folgas permitidas depois da remoção de


ATENÇÃO
material.

No mínimo 85% da superfície de desgaste deve ser alisada até o diâmetro de desgaste aceitável. O
restante da superfície de desgaste não deve variar mais do que 0,051 mm.

Folgas mínimas de operação dos anéis de desgaste - As folgas mínimas de operação API
standard e as folgas para operação a quente API estão relacionadas a seguir. Se não houver outra
indicação, as folgas da CAP8 são padrão API.

Nota: As dimensões relacionadas representam as folgas de operação mínimas admissíveis.


Durante qualquer manutenção estas folgas tem que ser controladas. Se a verificação das
dimensões acusar qualquer desvio, favor contactar a fábrica ou um centro de reparos sobre
folgas de operação aceitáveis.

Diâmetro do Folga diametral aceitável


elemento Padrão API API “Quente”
rotativo na folga Mín. Máx. Mín. Máx.
[mm] [mm] [mm] [mm] [mm]
50,00 - 63,49 0,28 0,35 0,41 0,51
63,50 - 76,17 0,31 0,38 0,43 0,54
76,20 - 88,87 0,36 0,46 0,48 0,60
88,90 - 101,57 0,41 0,51 0,53 0,66
101,60 - 114,27 0,41 0,51 0,53 0,66
114,30 - 126,97 0,41 0,51 0,53 0,66
127,00 - 152,37 0,43 0,54 0,56 0,71
152,40 - 177,78 0,46 0,56 0,58 0,73
177,80 - 203,18 0,48 0,58 0,61 0,76
203,20 - 228,56 0,51 0,61 0,64 0,79
228,60 - 253,98 0,53 0,63 0,66 0,81

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Desmont e Remontag
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Para ferro fundido, bronze, 11-13% cromo endurecido e materiais com baixa tendência ao
engripamento, devem ser aplicadas as folgas padrão API. Para diâmetros maiores que 152,4 mm,
acrescente 0,03 mm para cada 25 mm adicional do diâmetro, ou fração do mesmo.

Para materiais com tendência ao engripamento e/ou temperaturas de operação acima de 260°C, use
folgas diametrais API “quentes".

Substitua os anéis de desgaste se o desempenho da bomba cair abaixo de valores aceitáveis de


acordo com o padrão do sistema, ou se as folgas aumentarem além do máximo permitido na tabela
acima.

Meça a folga entre jogos correspondentes de anéis de desgaste estacionários e do rotor. Compare o
diâmetro externo do anel do rotor com o diâmetro interno do anel de desgaste estacionário. Faça
medições em diversas posições e depois subtraia o diâmetro externo médio do anel do rotor do
diâmetro interno médio do anel estacionário, para determinar a folga diametral.

3.5 Eixo - Remova rebarbas e alise a superfície com pano de polir. Proteja o eixo contra danos.

Faça polimento do eixo nas partes onde estão localizados o rotor, o selo mecânico, os rolamentos, a
luva do eixo e o acoplamento. Use pano de polir ou lixa 400.

Manipule o eixo com cuidado e apóie o mesmo uniformemente para manter a retidão. Evite golpes,
batidas e entortamento do eixo.

Apóie o eixo 210.03 sobre rolos de precisão nos locais de montagem dos rolamentos. Use um
indicador com mostrador para determinar a leitura total do indicador nos locais do rotor e dos mancais.

A retidão do eixo deve ser de no máximo 0,051 mm TIR.

3.6 Rolamentos - Substitua os rolamentos 320.01 e 320.02 durante uma revisão geral.

3.7 Suporte de mancais - Confira as ajustagens do suporte de mancais, limando eventuais falhas.
Remova a cola velha dos flanges do suporte de mancais.

4.0 SUBSTITUIÇÃO DOS ANÉIS DE DESGASTE

Nota: Quando são instalados anéis de desgaste do rotor novos, os anéis de desgaste
estacionários também devem ser trocados.

4.1 Remoção dos anéis do rotor - Remova os anéis de desgaste do rotor 503.01 e 503.02,
retirando os parafusos de fixação e aplicando calor uniforme para facilitar a remoção.

4.2 Remoção dos anéis estacionários - Remova os anéis de desgaste estacionários 502.01 e
502.02, retirando os parafusos de fixação e introduzindo uma ferramenta de extração ou uma
alavanca entre o anel e a sede, exercendo uma pressão uniforme. Remova o anel.

4.3 Instalação dos anéis estacionários - Certifique-se de que anéis e assentos estão limpos e
isentos de rebarbas.

Com a parte chanfrada para dentro, bata o anel estacionário 502.01 e 502.02 cuidadosamente no
lugar, usando um martelo com face macia. Uma prensa pode ser usada para montagem dos anéis.

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CAP8
Desmont e Remontag
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
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Fure e rosqueie 3 furos igualmente espaçados na interface do anel estacionário e a carcaça (ou
tampa da carcaça). Instale um parafuso M5x6 de comprimento em cada furo, cuidadosamente, para
evitar distorção do anel. Rebite, cuidadosamente, as bordas de cada furo para prender o parafuso.

4.4 Instalação dos anéis do rotor - Certifique-se de que anéis do rotor e assentos estão limpos e
isentos de rebarbas

Nota: Aqueça os anéis em forno elétrico ou em banho de óleo quente. Aquecimento com
chama não é recomendado por causa de tensões de aquecimento não uniformes.

Aqueça os anéis do rotor 503.01 e 503.02, e instale-os com o lado chanfrado em direção do rotor.
Verifique que os anéis instalados encostem na circunferência do ombro do rotor. Deixe esfriar.

Fure e rosqueie 3 furos igualmente espaçados, na interface do anel do rotor e rotor. Instale um
parafuso de M5x6 de comprimento em cada furo, cuidadosamente, para evitar distorção do anel.
Rebite, cuidadosamente, a borda de cada furo para prender o parafuso.

5.0 SUBSTITUIÇÃO DA BUCHA DE FUNDO


5.1 Remoção da bucha de fundo - Remova a bucha de fundo 456.01 batendo a bucha para dentro
da abertura da tampa da carcaça 161.01 (lateral da câmara do selo).

Nota: O “ombro” da bucha está na lateral da câmara do selo.

5.2 Instalação da bucha de fundo - Certifique-se de que a bucha de fundo está limpa e isenta de
rebarbas.

Instale a bucha de fundo 456.01 através do furo da tampa da carcaça 161.01 (lateral da câmara do
selo). Bata a bucha cuidadosamente em sua posição com um martelo de face macia. Pode-se usar
uma prensa para a montagem da bucha.

Fure e rosqueie 1 furo, na interface da bucha de fundo e a tampa da carcaça. Instale um parafuso
M5x6 de comprimento no furo, cuidadosamente, para evitar distorção da bucha. Rebite
cuidadosamente a bordas do furo para prender o parafuso.

6.0 REMONTAGEM - PREPARAÇÃO

6.1 Limpeza - As peças a serem remontadas devem estar absolutamente limpas e livres de óleo ou
poeira. Acetona técnica é recomendada para limpeza de superfícies usinadas. Seque as peças limpas
com ar em área isenta de poeira (use ar filtrado e seco).
Acetona é extremamente volátil e inflamável. Trabalhe somente em uma área
ATENÇÃO bem ventilada e longe do calor ou de chama. A ordem de “PROIBIDO FUMAR”
deve ser estritamente seguida e devem ser evitadas centelhas.
6.2 Use peças novas - Use novos anéis-O, juntas, anéis de segurança e arruelas. Reponha juntas
do mesmo material e com a mesma espessura das originais.

6.3 Valores de torque - Antes de proceder a remontagem, consulte a tabela de torques sugeridos.
Veja SELEÇÃO TÍPICA DE TORQUES no parágrafo 7.0 e VALORES DE TORQUE no Anexo 2.

6.4 Travamento - Verifique o movimento livre depois de instalar o conjunto girante. Meia volta do
eixo é suficiente para indicar se há travamento.

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7.0 SELEÇÃO TÍPICA DE TORQUES


Nota: Os torques abaixo indicados são baseados no tamanho do parafuso, aplicações e
material. Veja seção VALORES DE TORQUE no Anexo 2 para outras aplicações não
apresentadas aqui.

Torque
Aplicação Tamanho
[Lbf -pé] [N-m]
Sobreposta M16 30 41

Porca do mancal M55 x 2 (KM -11) 90 122


M65 x 2 (KM -13) 140 190
M75 x 2 (KM -15) 210 285

Porca do rotor (lubrificada) M20 x 2.5 155 210


- para eixos de aço e aço cromo M24 x 3.0 265 360
M30 x 2.0 525 710
M33 x 2.0 775 1050

Porca do rotor (lubrificada) M20 x 2.5 110 150


- para eixos de aço inoxidável M24 x 3.0 190 260
M30 x 2.0 370 500
M33 x 2.0 545 735

8.0 REMONTAGEM

8.1 Todas as peças que compõem o conjunto girante (eixo, tampa da carcaça, rolamentos e rotor)
serão remontadas como subconjuntos. Este subconjunto vai ser juntado ao conjunto da carcaça e a
bomba reconectada.

8.2 Rolamentos (de escora) - Os rolamentos de escora 320.02 são montados em disposição “O"
("back to back"). Instale os rolamentos com as faces gravadas no anel externo uma contra a outra.

Rolamentos novos devem ser mantidos na embalagem selada na fábrica e


ATENÇÃO
armazenados em local seco e até imediatamente antes da aplicação. Limpeza
durante a montagem é necessária, para evitar contaminação e falhas.

Pares de rolamentos para montagem em disposição “O" são embalados na mesma posição como
devem ser usados. Sempre adquira, armazene e use os pares como unidades. Jamais substitua só
um rolamento do par.

Examine os assentos e encostos no eixo 210.03 com relação a limpeza e ausência de entalhes e
rebarbas. Cubra as superfícies de contato levemente com grafite ou um outro lubrificante, para facilitar
a montagem e evitar erosão de contato.
Os rolamentos podem ser aquecidos em forno ≈ 93 ºC (controle termostático recomendado) ou em
banho de óleo quente. Evite sobreaquecimento ou aquecimento prolongado, para evitar deformação.
No aquecimento em forno, pode-se evitar contaminação, deixando os rolamentos na embalagem
original da fábrica durante o aquecimento.

ATENÇÃO Não se recomenda o uso de aquecedores de indução.


ATENÇÃO É proibido aquecimento a fogo.

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Aplique pressão somente sobre o anel interno. Assente firmemente contra o encosto no eixo. Coloque
o eixo em posição vertical, para que o peso do rolamento mantenha o contato entre a face do anel
interno com o encosto do eixo durante o esfriamento.
Verifique se o rolamento está encostado no ressalto do eixo em todos os pontos. Verifique se a face
do anel externo do rolamento está no esquadro.
Uma arruela de segurança usada só deve ser reaproveitada em caso de
CUIDADO
emergência no campo e somente após verificar se está plana e retificada. Um
ponto alto, originário talvez do entortamento de uma aleta de travamento, pode
causar mau alinhamento e falha prematura.
Controle a planicidade da arruela de segurança 931.01 e da porca do eixo 923.02. A face da porca
tem que estar em esquadro com sua rosca. Aplique grafite micronizado ou outro lubrificante nas faces
de contato da arruela e da porca.
Não aperte demais a porca do eixo 923.02 e não trave a porca enquanto o
CUIDADO
rolamento ou o eixo ainda estiver quente.
Coloque a arruela de segurança 931.01 (ponta aguda para a face interna) e a porca de trava 923.02.
Aperte a porca com valor de torque apropriado, conforme parágrafo SELEÇÃO TÍPICA DE
TORQUES, assegurando que um esforço moderado seja necessário para girar um anel externo do
par em relação a outro. Dobre a aleta da arruela de segurança para dentro do encaixe da porca do
eixo. Se o encaixe estiver um pouco além da aleta, aperte a porca para alcançá-lo.

8.3 Rolamento (radial) - Coloque o anel interno do rolamento de rolos 320.01 no eixo 210.03 e o
anel externo no suporte de mancais 330.01, contra seu anel de retenção 932.01.

Rolamento opcional (radial) - Instale o rolamento de esferas 320.01 no eixo 210.03.

8.4 Anéis labirinto - Instale os anéis labirinto 423.01 e 423.02 nas tampa de mancal interna (LNA)
360.13 e externa (LA) 360.14, respectivamente, utilizando a parte rotativa do anel, de acordo com as
instruções do fabricante, para evitar danos ao labirinto.

8.5 Tampa de mancal (interna) - Instale a tampa de mancal 360.13 no local do mancal radial. Use
vedante líquido entre a tampa 360.13 e o suporte de mancais 330.01.

Monte a tampa corretamente de modo a evitar o bloqueio do abastecimento de


CUIDADO
óleo do suporte de mancais.

8.6 Anéis de lubrificação - Introduza os anéis de lubrificação 644.01 pela abertura para mancal
externo do suporte de mancais 330.01 e pendure-os com arame através das aberturas de inspeção.

8.7 Eixo, rolamentos, suporte de mancais - Passe o eixo 210.03 e os rolamentos 320.01 e 320.02
para dentro do suporte de mancais 330.01, passando-o através dos anéis de lubrificação 644.01.
Introduza, cuidadosamente, o eixo com o anel interno do rolamento radial no anel externo do
rolamento radial. Rolamentos radiais de esfera e rolamentos de escora são assentados nos furos do
suporte de mancais. É necessário bater levemente o eixo e os rolamentos para dentro do suporte de
mancais, usando um martelo de dureza média. Gire o eixo entre as batidas.

Os rolamentos devem ter um ajuste para entrar em suas sedes empurrando à


CUIDADO mão. Pressão excessiva sobre a beirada do anel externo pode causar danos às
esferas e às pistas, ou mesmo forçar o desmantelamento dos rolamentos.

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8.8 Tampa de mancal (externa) - Coloque a tampa de mancal externa 360.14 provisoriamente sem
calços 592.01. Aperte os parafusos 901.02 com a mão.

8.9 Folga - Meça a folga entre a tampa 360.14 e o suporte de mancais 330.01. A folga deve variar
ligeiramente entre 0,000 e 0,838 mm. Faça a medição em várias posições em volta do suporte de
mancais.

8.10 Calço - Remova a tampa de mancal 360.14 e instale calços 592.01 com espessura igual à folga
medida, mais 0,076 mm. Recoloque a tampa de mancal 360.14 e aperte os parafusos 901.02
definitivamente.

8.11 Jogo axial - Meça o jogo axial (movimento do eixo dentro do suporte de mancais admissível)
admitindo-se 0,051 à 0,203 mm.

8.12 Anéis labirinto - Instale a parte rotativa dos anéis 423.01 e 423.02 sobre o eixo 210.03,
conforme instruções do fabricante.

Deve-se cuidar para não forçar demasiadamente os anéis labirinto. Lubrificação


CUIDADO dos anéis-O pode ajudar na instalação.

8.13 Selo mecânico - Deslize o selo mecânico, tipo cartucho, completo 433.01 (inclusive tampa do
selo) sobre o eixo 210.03 e instale-o conforme as instruções do fabricante.

8.14 Tampa da carcaça - Suspenda o suporte de mancais 330.01 com um cabo ou dispositivo fixo.
Prenda a tampa da carcaça 161.01 ao suporte de mancais.

8.15 Rotor - Coloque a chaveta 940.01 no eixo 210.03 e empurre o rotor 230.01 sobre o eixo. Instale
a porca do rotor 922.01 no eixo e aplique torque conforme especificado no parágrafo SELEÇÃO
TÍPICA DE TORQUES.

Nota: O eixo e a porca do rotor tem rosca à esquerda.

8.16 Tampa do selo - Aparafuse a tampa do selo na tampa da carcaça 161.01.

Nota: Solte os discos de fixação da tampa do selo, antes de apertar as porcas 920.04.

8.17 Ventilador - Se fornecido, coloque a chaveta 940.04, monte o ventilador 831.01 e prenda-o com
o anel de segurança 932.02 na extremidade externa do eixo 210.03.

8.18 Cobertura do ventilador - Se ventilador fornecido, monte-a em cima dos pinos espaçadores
563.01 na periferia da tampa de mancal externa 360.14 e prenda a cobertura do ventilador 832.01
com os parafusos 900.06 e as arruelas 930.01.

8.19 Conjunto girante na carcaça espiral - Suspenda o conjunto girante por meio de uma corda
através do suporte de mancais. Coloque a junta espiral 400.02 da carcaça espiral na tampa da
carcaça 161.01 e mova o conjunto para dentro da carcaça espiral 102.01. Aperte devidamente as
porcas 920.01, que prendem a tampa na carcaça, usando valores corretos de momento de torção e
obedecendo a seqüência indicada, conforme seção VALORES DE TORQUE no Anexo 2. Controle a
rotação livre do eixo 210.03.

8.20 Acoplamento - Controle o alinhamento dos eixos, veja seção ALINHAMENTO, depois monte os
cubos do acoplamento e o espaçador do acoplamento.

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8.21 Regulador do nível de óleo - Substitua o regulador e seu niple.

8.22 Tubulação - Conecte novamente as tubulações auxiliares, cuidando para que as capas estejam
retiradas e as extremidades dos tubos limpas.

8.23 Lubrificação - Adicione lubrificante e prepare a partida; veja seções LUBRIFICAÇÃO,


INSTALAÇÃO e OPERAÇÃO.

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LUBRIFICAÇÃO

1.0 LUBRIFICAÇÃO POR ANEL DE LUBRIFICAÇÃO ("OIL RING")

1.1 Anéis de lubrificação - Os anéis de lubrificação 644.01, montados no eixo, mergulham no


reservatório de óleo e jogam óleo em canaletas de passagem na parede do suporte de mancais. As
canaletas de passagem direcionam o óleo até os rolamentos. O óleo flui através dos rolamentos e
retorna ao reservatório. Bujões roscados 903.01, com hastes de posicionamento, evitam o desloca-
mento dos anéis de lubrificação.

1.2 Regulador do nível de óleo ("Constant Level Oiler") - O regulador é montado no suporte de
mancais 330.01. O regulador mantém automaticamente o nível de óleo dentro do suporte de mancais
e possibilita o controle e o reabastecimento.

1.3 Ventilador - Pode ser fornecido um ventilador que reforça a refrigeração a ar dos mancais.

1.4 Inserto de refrigeração - Um inserto de refrigeração submergido no reservatório de óleo do


suporte de mancais pode ser fornecido como alternativa ou, onde necessário, como suplemento da
refrigeração a ar. O inser consiste de um tubo aletado, preparado para fluxo de água. Os anéis de
lubrificação mantém o óleo circulando sobre as aletas da inserção.

1.5 Visor - Um visor tipo olho de boi 642.01 permite o controle visual do nível de óleo dentro do
suporte de mancais.

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2.0 LUBRIFICAÇÃO POR NEBULIZAÇÃO ("OIL MIST”)


2.1 Mancais - As partes necessárias para lubrificação com anéis, incluindo anéis de lubrificação,
regulador de nível e filtro de exaustão são retirados. Os furos de passagem interna de óleo (entrada e
saída) deverão ser bujonados.

2.2 Reservatório - Se foi fornecido um sistema de lubrificação por nebulização de óleo puro ("pure
oil mist"), não haverá necessidade de óleo no reservatório, e as instruções da seção, enchimento de
óleo, etc., não se aplicam . Siga as instruções do fabricante para a instalação, operação e
manutenção do sistema de lubrificação por nebulização.

3.0 MANIPULAÇÃO DE MANCAIS

3.1 Lavagem com óleo - Antes do embarque, os rolamentos 320.01 e 320.02 são revestidos com
uma camada antiferruginosa, solúvel em óleo. Lave os rolamentos e o suporte de mancais com óleo
limpo. Recoloque o bujão do dreno 903.06 e encha novamente com óleo limpo.

3.2 Rolamentos - Não lave rolamentos novos com solvente. Um rolamento novo é embalado limpo
e o revestimento não deve ser removido.

Manipule os rolamentos com mãos limpas e secas e com panos limpos. Deposite os rolamentos em
cima de papel limpo e mantenha-os embrulhados em folha de plástico ou papel impermeável. Não
retire o rolamento da embalagem original antes de usá-lo.

Mantenha a área limpa enquanto estiver instalando os rolamentos. Aplique um revestimento


abundante do lubrificante recomendado na hora da instalação. Assim será assegurada proteção
durante os primeiros momentos de "start-up".

TABELA DA CAPACIDADE DE ENCHIMENTO DE ÓLEO

Diâmetro Suporte Volume de óleo [litros] (**)


nominal do rotor de
sem refrigeração com refrigeração
[mm] mancais
(***) (***)

190/230 3B 1,5 1,4


290
350 4B 2,0 1,9
430
400
5B 2,6 2,5
430(*)
530

(*) Somente tamanhos 200-430, 250-430 e 300-430


(**) Máximo
(***) Refrigerador = tubo aletado

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4.0 ENCHIMENTO DE ÓLEO

4.1 Nível de óleo - O centro do visor tipo olho de boi 642.01 indica o
nível de óleo mínimo requerido dentro do suporte de mancais 330.01. O
nível de óleo deve ser mantido pelo regulador (“Constant-Level-Oiler”)
entre o centro e o topo do vidro do visor tipo olho de boi. O acerto correto
do nível de óleo garantirá 3 à 6mm de submersão acima do diâmetro
interno inferior dos anéis de lubrificação 644.01.

Introduza a maior parte do óleo no suporte de mancais 330.01. Complete,


enchendo o reservatório do regulador de nível de óleo até que o nível
dentro do suporte de mancais seja igual ao ajustado dentro do regulador.

Nota: Nunca encha o suporte de mancais colocando o óleo diretamente no reservatório do


regulador de nível de óleo.

O regulador de nível de óleo é ajustado na fábrica antes do embarque, mas deverá ser controlado
antes de ser usado. Caso se torne necessário um reajustamento do nível do óleo, remova o
reservatório do regulador e levante o ajustador de nível do reservatório inferior. Levante ou abaixe a
cruzeta o quanto necessário e fixe com a trava e depois recoloque o ajustador e o reservatório.

Controle o novo nível e reajuste se necessário.

5.0 MANUTENÇÃO
5.1 Vazamento - Controle o nível de óleo. Uma queda repentina do nível pode indicar um
vazamento.

ATENÇÃO Pare a operação e inspecione o conjunto.

5.2 Trocas de óleo - O óleo é sujeito a uma deterioração gradual por sujeira e umidade.
Sedimentos acumulados são prejudiciais aos rolamentos. Umidade causada pela condensação
acelera o desgaste dos mancais.

Os intervalos para troca de óleo variam de acordo com as condições de operação. Em condições
normais a troca de óleo deverá ser efetuada depois de 12 meses de operação.

Todos os fluídos de lubrificantes devem ser coletados e descartados de acordo com


os regulamentos ambientais correntes para prevenir riscos às pessoas e ao meio-
ambiente.

Após drenar o óleo usado, lave o sistema de lubrificação com óleo limpo e depois preencha-o com
óleo novo.

Nota: O óleo dos sistemas sem filtro deve ser trocado após 24 horas do primeiro "start-up".

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6.0 LUBRIFICANTES RECOMENDADOS / AJUSTES DOS ALARMES


6.1 Geral - Para assegurar vida útil máxima dos mancais, use um óleo mineral neutro do tipo para
turbinas. O óleo não deve conter nenhum ácido livre, cloro, enxofre ou mais do que traços de alcalino
livre. A escolha da viscosidade depende da temperatura ambiente e de operação.

6.2 Viscosidade - operação à temperatura normal - Em condições de operações normais,


quando a temperatura do óleo é mantida por volta de 49 ºC, escolha viscosidade ISO/ASTM 46 graus
(SUS 262 graus à 38 ºC).

6.3 Ajuste de alarmes - operação à temperatura normal - Se for instalado um alarme para alta
temperatura de óleo, ajuste-o para 66 ºC, para permitir uma temperatura de trabalho levemente
superior.

6.4 Detetor de temperatura - O detetor é montado em cima ou até 3 mm do anel externo do


rolamento. O alarme para alta temperatura do mancal é ajustado para 88 ºC.

CUIDADO A bomba deve ser desligada quando a temperatura do mancal ultrapassar 93°C.

6.5 Viscosidade - operação à alta temperatura - Use viscosidade ISO/ASTM 68 graus (SUS 300
à 38 ºC) quando a temperatura do suprimento de óleo dos mancais é mantida entre 54 e 60 ºC.

6.6 Ajuste de alarmes - operação à alta temperatura - Quando ISO VG 68 é usado, a


temperatura máxima do óleo (ajuste de desligamento) é 77 ºC. Se um alarme para alta temperatura
de óleo for usado, ajuste-o para 74 ºC.

6.7 Detetor de temperatura - O detetor é montado em cima ou até 3mm do anel externo do
rolamento. O alarme para alta temperatura do mancal é ajustado para 99 ºC.

CUIDADO A bomba deve ser desligada quando a temperatura do mancal ultrapassar 104ºC.

Nota: Em certas aplicações a temperatura do óleo não pode ser mantida dentro de uma
faixa ótima. Para informação mais detalhada, consulte o representante Sulzer ou o
engenheiro de aplicação do fabricante do óleo.

6.8 Escolha do lubrificante - A enumeração de um produto não indica a qualidades de um


lubrificante, nem qual o desempenho que dele pode ser esperado em uma série de condições de
operação especiais. Para informação adicional, consulte um representante Sulzer ou um engenheiro
de aplicação da companhia de óleo.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Lubrificação Revisão 1 SBR 10-03-11.doc


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Lubrificação
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TABELA DE LUBRIFICANTES EQUIVALENTES RECOMENDADOS

Fabricante Viscosidade Viscosidade 6.9 Tabela de lubrificantes recomendados


ISO/ASTM Grau 46 ISO/ASTM Grau 68
Viscosidade: Viscosidade: Na tabela são apresentados dois graus de
41,4-50,6cST a 38 ºC 61,2-74,8cST a 38 ºC viscosidade ISO/ ASTM:
(1) Produtos com grau nominal ISO VG 46 a
38°C, aplicáveis onde as condições de serviço
AGIP AGIP OTE 45 AGIP OTE 68 indicam uma temperatura de 62 à 75 ºC e
(2) Produtos com grau nominal ISO VG 68 a 38
ºC, aplicáveis a temperaturas de 62 à 75 ºC.
ATLANTIC EUREKA 46 EUREKA 68
As notações anteriores dos produtos, geral-
mente dadas em graus de viscosidade SUS
BP *ENERGOL HLP-46 *ENERGOL THB 68 estão indicadas entre parênteses.

Produtos anti-desgaste estão denotados por um


CASTROL HYSPIN VG 46 HYSPIN AWS 68 asterisco (*),

Os produtos relacionados são designados como


CHEVRON EP`HYDRAULIC OIL 46 OC TURBINE OIL 68 óleos hidráulicos e de aplicação geral,
inibidores de ferrugem e oxidação.

EXXON TERESSO 46 TERESSTIC 68 (52) 6.10 Lubrificantes sintéticos


NUTO 46 NUTO 68 (53)
*NUTO H-46 *NUTO H-68 (54) Os lubrificantes sintéticos são preferíveis aos
óleos derivados de petróleo para certas apli-
cações e muitos fornecedores tem seus pró-
IPIRANGA IPITUR AW 46 IPITUR AW 68 prios produtos.
HYDRAULIC #0 HYDRAULIC #2
Quando uma substituição deve ser feita, o
produto deve ser aprovado pela Sulzer antes de
MOBIL MOBIL DTE LIGHT MOBIL DTE 26 sua utilização no equipamento.
OIL MEDIUM

SHELL TURBO 46 TURBO 68 (33)

SUNOCO SUNVIS 821 SUNVIS 931


SUN R & O 300
*SUNVIS 754

TEXACO RANDO 46 (A) RANDO 68 (C)


*RANDO HD 46 (HD A) *RANDO HD 68 (HD C)

PETROBRAS MARBRAX TR46 MARBRAX TR 68

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Lubrificação Revisão 1 SBR 10-03-11.doc


CAP8
Peças de Reposição
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 2 SBR
Data 09/12/09
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PEÇAS DE REPOSIÇÃO

1.0 PEÇAS SOBRESSALENTES

1.1 Peças sobressalentes devem ser mantidas em estoque para reduzir o tempo de parada. O
serviço de manutenção da bomba determina o número de peças sobressalentes. Recomenda-se que
sejam mantidas em estoque as seguintes peças:

• Rotor e Porca do rotor


• Luva do eixo
• Bucha de retenção
• Anéis de desgaste estacionários, do rotor e parafusos de fixação
• Anéis de gaxeta e anéis-O
• Rolamentos, arruelas de trava e anel de segurança
• Selo mecânico

1.2 Para bombas aplicadas em serviços críticos recomenda-se que um conjunto girante completo,
premontado na extensão em que for possível, seja mantido em estoque no local.

2.0 PEDIDOS DE PEÇAS

Encomende peças através de centro de serviços Sulzer. Forneça para o pedido as seguintes
informações:

• Número de série da bomba


• Número do desenho de corte
• Descrição da peça
• O número da peça conforme aparece no desenho de corte e na lista de peças

Nota: A figura que aparece na ilustração na seção DESMONTAGEM E REMONTAGEM pode


diferir da figura de sua aplicação específica. Os pedidos de peças devem ser feitos usando-se
o desenho de corte e a lista de peças específicos, de forma que seja assegurada a correta
identificação.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Peças de Reposição Revisão 2 SBR 09-12-09.doc


CAP8
Serv Pós-Vendas
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 0 SBR
Data 31/10/08
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SERVIÇOS PÓS-VENDAS

Um dos princípios básicos da Sulzer é formar uma parceria com o cliente que se estenda além do
momento de entrega do equipamento.

A divisão SULZER SERVICE, coloca à sua disposição os mais qualificados serviços - Assistência
Técnica, Treinamento, Recuperações em Equipamentos, Fornecimento de Peças - para garantir que
nossos produtos atendam às suas necessidades.

Caso tenha alguma sugestão, comentário, dúvida ou reclamação sobre nossos produtos ou serviços,
comunique-se com o Departamento da Qualidade da SULZER BRASIL S.A. pelo telefone (011)
4589-2000 ou pelo e-mail qualidade@sulzer.com ou o representante da SULZER SERVICE no
Brasil mais próximo de sua empresa.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Serviços Pós-Vendas Revisão 0 SBR 31-10-08.doc


CAP8
Anexo 1
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 2 SBR
Data 19/06/09
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MONTAGEM DO ACIONADOR NO CAMPO

Em geral, o acionador recebido da Sulzer, junto com a bomba e a base, foi montado e alinhado na
fábrica.

Em caso contrário, o acionador deve ser montado na base antes da mesma ser instalada, usando-se
o seguinte procedimento:

1.0 Verifique se o acionador a ser instalado é o acionador correto para a aplicação.

1.1 Usando um minímetro montado na estrutura confirme que o eixo do acionador não se afaste
mais de 0,0508 mm TIR. Caso esta tolerância não seja conseguida, não prossiga sem aprovação da
Sulzer.

1.2 Se o afastamento for satisfatório, monte a chaveta de acionamento e o cubo do acoplamento


seguindo as instruções do fornecedor do acoplamento.

1.3 Levante o acionador, limpe a superfície de montagem do acionador e os pedestais e coloque o


acionador sobre a base. Use marcador azul na superfície dos pedestais para facilitar o
posicionamento dos furos de montagem do acionador.

1.4 Distancie as extremidades do eixo da bomba e do acionador no valor constante do desenho de


montagem do acoplamento.

Nota: O rotor de um motor com acoplamento magnético deve ser colocado primeiramente em
seu centro magnético antes de ser movido para a posição correta de separação dos eixos.

1.5 Alinhe aproximadamente o eixo do acionador com o eixo da bomba usando uma régua e um
calibre cônico e um conjunto de calibre apalpador.

1.6 Selecione os chumbadores corretos do acionador, conforme as instruções do fabricante e


assegure que o tamanho da furação é adequado e tem folga suficiente para um alinhamento preciso
em seguida.

1.7 Marque a posição dos furos usando os pés do acionador como gabarito.

1.8 Remova o acionador, perfure e rosqueie os furos para acomodar os chumbadores escolhidos.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 1 Revisão 2 SBR 19-06-09 Montagem do Acionador no Campo.doc


CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
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VALORES DE TORQUE

1.0 PROPÓSITO

1.1 Esta instrução estabelece o método e os valores para torqueamento de fixações para que
produzam junções corretamente apertadas com uma probabilidade mínima das fixações quebrarem
ou soltarem. Distorção das junções será evitada usando-se a sequência correta de aperto durante o
desenvolvimento do torque.
2.0 MÉTODO

2.1 Todas as fixações devem ser lubrificadas (se forem permitidos lubrificantes) com grafite e óleo,
bissulfeto de molibdênio, ou outro lubrificante anti-engripamento de qualidade comparável que seja
compatível com a aplicação do fixador. As especificações de limpeza devem ser consultadas para
determinar a adequação ou a permissão de lubrificante na rosca.

2.2 Consulte a lista de peças (se aplicável), para determinar o fixador e o material do componente,
para determinar o valor de torque, ou para exigências especiais de torque.

2.3 Consulte o guia de aplicação de fixadores a seguir, para determinar a tabela a ser usada
baseada na aplicação do fixador.
2.4 Aperte fixadores opostos em seqüência alternada conforme ilustrado abaixo ao aplicar o
torque requerido.
2.5 Lubrifique e instale os fixadores apertando-os com a força da mão. Desenvolva o valor de
torque necessário para o fixador, no mínimo, em três passos, com 30%, no máximo, do valor do
torque aplicado no passo inicial.
2.6 Depois do último passo de aplicação de torque, um “passo de verificação” final, apertando até
o valor de torque requerido, deve ser feito no sentido horário e na seqüência de fixador para
fixador.

Exemplo de padrão circular Exemplo de padrão não-circular


com múltiplos fixadores com múltiplos fixadores

2.7 Refira-se às instruções do fabricante quanto aos valores apropriados de torque para o
equipamento fornecido.

2.8 Procure uma marca de identificação do grau no fixador, depois se refira à coluna apropriada da
Tabela de Torque 1, se o fixador não for coberto por outra tabela específica.
Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc
Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
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2.9 O material no qual o fixador é roscado também deve ser considerado. Para fixadores em
materiais cuja resistência é maior do que a do material em que está sendo roscado, veja na lista de
peças (caso aplicável) se há requisito especial de torque.
2.10 Quando o material ou marcação de grau do fixador é desconhecido, e a aplicação é da Tabela
1, use os valores da Coluna 7 (para AISI 304, 316 e Monel).

2.11 Os valores de torque das Tabelas 4 à 6 não devem ser modificados, independentemente do
material do fixador.

2.12 Aplicações típicas, que podem ter flanges de face plana ou com ressalto, incluem, mas não são
limitados a: corpo difusor e coluna (bomba vertical), corpo de recalque para camisa do estator (bomba
vertical), câmara de isolação, corpo de vedação, reservatório, (aplicação J Unit), retentor do rotor
(parafuso de cabeça sextavada), gaxeta ou tampa da carcaça, tampas extremas (sucção e descarga),
placa de vedação, carcaça interna (bombas de dupla carcaça), suporte do motor (bomba vertical),
montagem da bomba e acionador, acoplamento, conjunto de mancal e componentes de montagem.
Selecione a Tabela 1 ou a Tabela 3, conforme aplicável.

Aplicação do fixador Número da tabela


Junção de flange de face plana com junta 1 & 1M
Flange de junção da carcaça (bomba
2
horizontal bipartida)
Junção de flange de face com ressalto*
3
com junta
Parafuso de retenção de mancal axial para 4
chavetas de alinhamento a quente
Valores de torque para porcas de mancais 5 & 5M
Valores de torque para porcas de mancal
6
axial deslizante ("pivot shoe bearing")

*Nota: Para fins desta instrução, a definição de flange com ressalto é quando o diâmetro da face do
ressalto é menor que o diâmetro da circunferência primitiva menos o diâmetro do furo.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc


Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
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TABELA 1a (VALORES DE TORQUE)


Nº DA COLUNA 1 2 3 4 5
SAE Gr 5 A &SA193 Gr
MATERIAL & SAE Gr 8 A&SA193 Gr B7 A325 & A449 B7M
A193 Gr B6
GRAU A354 Gr BD A& SA320 Gr L7 ASTM F468 - A & SA320 Gr
N05500 (Monel) L7M
0.25”-1 .0” 92 ksi
FORÇA DE APERTO <=2.5” 130 ksi <=2.5” 105 ksi <=2.5” 80
1.12”-1.5” 81 ksi <=4.0” 85 ksi
(Relativa ao diam.) 2.5”- 4.0” 115 ksi 2.5”- 4.0” 95 ksi ksi
1.6” - 3.0” 58 ksi
N*
Tamanho do fixador lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft
m
0.250 - 20 UNC 10 13 8 11 7 9 6 9 6 8
0.3125 - 18UNC 19 26 15 21 14 18 13 17 12 16
0.375 - 16 UNC 33 44 27 36 23 31 21 29 20 27
0.4375 - 14UNC 51 70 41 56 36 49 34 46 32 43
0.500 - 13 UNC 78 106 63 86 55 75 51 69 48 65
0.625 - 11 UNC 154 208 124 168 109 147 100 136 95 128
0.750 - 10 UNC 269 365 217 295 190 258 176 238 165 224
0.875 - 9 UNC 429 582 347 470 304 412 281 381 264 358
1.000 - 8 UNC 641 869 517 702 453 615 419 568 394 535
1.125 - 8 UN 929 1260 750 1017 579 785 607 824 572 775
1.250 - 8 UN 1292 1752 1044 1415 805 1092 845 1146 795 1078
1.375 - 8 UN 1739 2358 1405 1905 1084 1469 1137 1542 1070 1451
1.500 - 8 UN 2279 3090 1840 2496 1420 1925 1490 2020 1402 1901
1.625 - 8 UN 2941 3988 2375 3221 1312 1779 1923 2608 1810 2454
1.750 - 8 UN 3670 4976 2964 4019 1637 2220 2399 3254 2258 3062
2.000 - 8 UN 5534 7504 4470 6061 2469 3348 3618 4907 3406 4618
2.250 - 8 UN 7941 10768 6414 8698 3543 4804 5192 7041 4887 6627
2.500 - 8 UN 10960 14862 8853 12004 4890 6631 7166 9718 6745 9146
2.750 - 8 UN 12969 17586 10714 14528 6541 8870 9586 12999 - -
3.000 - 8 UN 16906 22925 13966 18938 8527 11562 12496 16944 - -
3.250 - 8 UN 21568 29247 17817 24160 - - 15942 21617 - -
3.500 - 8 UN 27016 36634 22318 30263 - - 19969 27077 - -
3.750 - 8 UN 33312 45171 27519 37315 - - 24622 33387 - -
4.000 - 8 UN 40516 54940 33470 45385 - - 29947 40608 - -

Nota: Parafuso de cabeça cilíndrica e sextavado interno devem ser apertados conforme Coluna 2.
Todos os outros graus de materiais não listados ou de fixações não-identificáveis devem ser apertados
com os valores da Coluna 9.
Em aplicações cadmiadas use 70% do valor da tabela.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc


Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
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TABELA 1b (VALORES DE TORQUE)


Nº DA COLUNA 6 7 8 9
AISI 304, 316
SAE Gr 1
MATERIAL & ASTM A193 Gr B8,
A & SA193 Gr B8R SAE Gr 2 ASTM A307 Gr A
GRAU B8M
ou B
Monel
FORÇA DE APERTO .25”-.75” 57 ksi
<=4.0” 55 ksi <=4.0” 36 ksi <=4.0” 30 ksi
(Relativa ao diam.) .88”- 1.5” 36 ksi

Tamanho do fixador lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m
0.250 - 20 UNC 4 6 4 6 3 4 2 3
0.3125 - 18UNC 8 11 8 11 5 7 4 6
0.375 - 16 UNC 14 19 14 20 9 12 8 10
0.4375 - 14UNC 22 29 23 31 14 19 12 16
0.500 - 13 UNC 33 45 34 47 22 29 18 24
0.625 - 11 UNC 65 88 67 91 43 58 35 48
0.750 - 10 UNC 114 154 118 160 74 101 62 84
0.875 - 9 UNC 182 246 119 161 119 161 99 134
1.000 - 8 UNC 271 367 177 241 177 241 148 200
1.125 - 8 UN 393 533 257 349 257 349 214 291
1.250 - 8 UN 547 741 358 485 358 485 298 404
1.375 - 8 UN 736 998 482 653 482 653 401 544
1.500 - 8 UN 964 1307 631 856 631 856 526 713
1.625 - 8 UN 1244 1687 - - 814 1104 679 920
1.750 - 8 UN 1553 2105 - - 1016 1378 847 1148
2.000 - 8 UN 2341 3175 - - 1533 2078 1277 1732
2.250 - 8 UN 3360 4556 - - 2199 2982 1833 2485
2.500 - 8 UN 4637 6288 - - 3035 4116 2529 3430
2.750 - 8 UN 6203 8411 - - 4060 5505 3383 4588
3.000 - 8 UN 8086 10964 - - 5292 7176 4410 5980
3.250 - 8 UN 10315 13987 - - 6752 9155 5626 7630
3.500 - 8 UN 12921 17521 - - 8457 11468 7048 9557
3.750 - 8 UN 15932 21604 - - 10428 14140 8690 11784
4.000 - 8 UN 19377 26276 - - 12683 17199 10569 14332

Nota: Parafuso de cabeça cilíndrica e sextavado interno devem ser apertados conforme Coluna 2.
Todos os outros graus de materiais não listados ou de fixações não-identificáveis devem ser apertados
com os valores da Coluna 9.
Em aplicações cadmiadas use 70% do valor da tabela.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc


Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
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TABELA 1M (VALORES DE TORQUE )


Nº DA COLUNA 10 11 12 13 14 15

A1, A2 & A4 A1, A2 & A4


MATERIAL & Classe de Classe de
Classe 4.6 Classe 8.8 Classe 10.9 Classe 12.9
GRAU propriedades propriedades
50 70
M6 - M16
FORÇA DE
<= M36 640MPa <= M36 <= M36 <= M36 <= M20
APERTO
240 MPa M18 - M36 940 MPa 1100 MPa 210 MPa 450 MPa
(Relativa ao diam.)
660MPa
Tamanho do
lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m
fixador
M6 2 3 6 8 9 12 10 14 2 3 4 6
M8 5 7 14 19 21 28 24 33 5 6 10 13
M10 11 14 28 38 41 56 48 65 9 12 20 27
M12 18 24 48 65 71 96 83 112 16 21 34 46
M14 28 39 76 103 111 151 130 177 25 34 53 72
M16 43 59 115 156 169 229 198 268 38 51 81 110
M18 60 82 165 224 236 319 276 374 53 71 113 153
M20 84 114 232 314 330 448 386 524 74 100 158 214
M22 113 153 310 420 441 598 516 700 98 134 211 286
M24 145 197 399 542 569 771 666 903 127 172 272 369
M27 212 288 584 791 831 1127 973 1319 186 252 398 540
M30 290 393 796 1080 1134 1538 1327 1799 253 344 543 736
M33 364 493 1000 1357 1425 1932 1667 2261 318 432 682 925
M36 502 681 1380 1872 1966 2666 2300 3119 439 595 941 1276

Nota: Parafuso de cabeça cilíndrica e sextavado interno devem ser apertados conforme Coluna 2.
Todos os outros graus de materiais não listados ou de fixações não-identificáveis devem ser apertados
com os valores da Coluna 9.
Em aplicações cadmiadas use 70% do valor da tabela.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc


Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
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TABELA 2

FLANGE DE JUNÇÃO DA CARCAÇA


(BOMBAS HORIZONTAIS BIPARTIDAS)

MATERIAL & SAE Gr 8 A & SA193 Gr B7 A & SA193 Gr B7M


GRAU A & SA354 Gr BD A & SA320 Gr L7 A & SA320 Gr L7M
FORÇA DE APERTO <=2.5” 130 ksi <=2.5” 105 ksi <=2.5” 80 ksi
(Relativa ao diam.) 2.5”-4.0” 115 ksi 2.5”-4.0” 95 ksi
Tamanho do fixador lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m
0.250 - 20 UNC - - - - - -
0.3125 - 18UNC - - - - - -
0.375 - 16 UNC - - - - - -
0.4375 - 14UNC - - - - - -
0.500 - 13 UNC - - - - - -
0.625 - 11 UNC - - - - - -
0.750 - 10 UNC 336 456 271 368 207 280
0.875 - 9 UNC 536 727 433 588 330 448
1.000 - 8 UNC 801 1086 647 877 493 668
1.125 - 8 UN 1161 1575 938 1272 715 969
1.250 - 8 UN 1615 2190 1305 1769 994 1348
1.375 - 8 UN 2174 2948 1756 2381 1338 1814
1.500 - 8 UN 2848 3862 2301 3120 1753 2377
1.625 - 8 UN 3676 4985 2969 4026 2262 3068
1.750 - 8 UN 4281 5806 3458 4689 2635 3573
2.000 - 8 UN 6456 8755 5215 7071 3973 5388
2.250 - 8 UN 9265 12563 7483 10147 5701 7731
2.500 - 8 UN 12787 17339 10328 14005 7869 10670
2.750 - 8 UN 15131 20517 12499 16949 - -
3.000 - 8 UN 19724 26745 16294 22094 - -
3.250 - 8 UN 25163 34121 20787 28187 - -
3.500 - 8 UN 31519 42740 26037 35307 - -
3.750 - 8 UN 38864 52700 32105 43534 - -
4.000 - 8 UN 47269 64097 39048 52950 - -

Nota: Valores baseados no OD de parafusos padrão de cabeça sextavada (não porca capa SPUSA).
Em aplicações cadmiadas use 70% do valor da tabela.

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc


Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
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TABELA 3 TABELA 4

JUNÇÃO DE FLANGE DE FACE COM RESSALTO PARAFUSOS DE RETENÇÃO DE


COM JUNTA MANCAL AXIAL PARA CHAVETAS
DE ALINHAMENTO A QUENTE
TABELA 1 TABELA 1*
Tamanho do fixador Col 1-5 MTL Col 6-8 MTL
Tamanho do fixador lbf*ft N*m
lbf*ft N*m lbf*ft N*m
0.250 - 20 UNC 6 8 2 3 0.250 - 20 UNC - -
0.3125 - 18UNC 11 15 4 6 0.3125 - 18UNC - -
0.375 - 16 UNC 19 26 8 10 0.375 - 16 UNC - -
0.4375 - 14UNC 30 40 12 16 0.4375 - 14UNC - -
0.500 - 13 UNC 45 61 18 24 0.500 - 13 UNC - -
0.625 - 11 UNC 89 120 35 48 0.625 - 11 UNC - -
0.750 - 10 UNC 155 210 62 84 0.750 - 10 UNC 35 47
0.875 - 9 UNC 248 336 99 134 0.875 - 9 UNC 55 75
1.000 - 8 UNC 370 501 148 200 1.000 - 8 UNC 85 115
1.125 - 8 UN 536 727 214 291 1.125 - 8 UN 125 170
1.250 - 8 UN 745 1011 298 404 1.250 - 8 UN 175 237
1.375 - 8 UN 1003 1361 401 544 1.375 - 8 UN 240 325
1.500 - 8 UN 1315 1783 526 713 1.500 - 8 UN 300 407
1.625 - 8 UN 1697 2301 679 920 1.625 - 8 UN 400 542
1.750 - 8 UN 2117 2871 847 1148 1.750 - 8 UN 500 678
2.000 - 8 UN 3193 4329 1277 1732 2.000 - 8 UN 750 1017
2.250 - 8 UN 4582 6213 1833 2485 2.250 - 8 UN - -
2.500 - 8 UN 6323 8574 2529 3430 2.500 - 8 UN - -
2.750 - 8 UN 8458 11469 3383 4588 2.750 - 8 UN - -
3.000 - 8 UN 11026 14951 4410 5980 3.000 - 8 UN - -
3.250 - 8 UN 5626 7630 3.250 - 8 UN - -
3.500 - 8 UN 7048 9557 3.500 - 8 UN - -
3.750 - 8 UN 8690 11784 3.750 - 8 UN - -
4.000 - 8 UN 10569 14332 4.000 - 8 UN - -

* Assegure que estes valores permitirão pressão de aperto adequada bastante para selar a junta.

Nota: Em aplicações cadmiadas use 70% do valor da tabela.

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Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
Página 8 de 9

TABELA 5 (VALORES DE TORQUE PARA PORCAS DE MANCAIS)


SÉRIE 7300 SÉRIE 6300 SÉRIE 6200
Designação da
ROLAM ESF CONT ANG ROLAM ESF RANH FUND ROLAM ESF RANH FUND
porca de Máximo torque de aperto Máximo torque de aperto Máximo torque de aperto
travamento permitido ** permitido ** permitido **
lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m
N-06 20 25 15 20 11 15
N-07 25 30 20 30 17 25
N-08 35 50 30 40 25 35
N-09 50 70 45 60 30 45
N-10 70 95 60 85 35 50
N-11 90 125 80 110 50 70
N-12 115 155 100 135 65 85
N-13 145 195 125 170 85 115
N-14 175 235 150 210 100 135
AN-15 220 295 185 250 115 160
AN-16 260 350 220 300 140 190
AN-17 310 420 260 355 175 235
AN-18 360 490 310 420 210 285
AN-19 425 580 360 490 250 335
AN-20 525 710 450 610 300 405
AN-21 600 815 515 700 350 475
AN-22 680 920 635 860 415 565

** Os valores de torque são baseados em roscas levemente lubrificadas

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc


Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 2
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 5 SBR
Data 09/12/09
Página 9 de 9

TABELA 5M (VALORES DE TORQUE PARA PORCAS DE MANCAIS)


SÉRIE 7300 SÉRIE 6300 SÉRIE 6200
Designação da ROLAM ESF CONT ANG ROLAM ESF RANH FUND ROLAM ESF RANH FUND
porca de Máximo torque de aperto Máximo torque de aperto Máximo torque de aperto
travamento permitido ** permitido ** permitido **
lbf*ft N*m lbf*ft N*m lbf*ft N*m
KM 6 21 28 16 21 11 15
KM 7 28 38 22 29 17 24
KM 8 43 59 31 42 25 33
KM 9 60 82 46 62 31 43
KM 10 82 111 61 83 37 51
KM 11 107 145 80 108 52 70
KM 12 134 182 101 136 63 85
KM 13 167 227 126 170 85 115
KM 14 203 275 153 208 101 137
KM 15 255 346 184 249 118 160
KM 16 302 409 221 300 141 191
KM 17 359 487 263 356 174 236
KM 18 420 570 311 422 212 287
KM 19 494 670 358 485 247 335
KM 20 607 823 447 607 297 403
KM 21 697 946 513 696 349 473
KM 22 788 1068 633 858 415 563
KM 24 950 1288 707 958 448 608
KM 26 1110 1505 888 1204 543 736
KM 28 1371 1860 1084 1470 664 900
KM 30 1728 2344 1350 1830 786 1066
KM 32 1443 1957 942 1277
KM 34 2446 3316 1827 2478 1204 1633
KM 36 2784 3775 2301 3120 1364 1849
KM 38 3356 4551 2577 3495 1678 2276

** Os valores de torque são baseados em roscas levemente lubrificadas

TABELA 6 (VALORES DE TORQUE PARA PORCAS DE MANCAL AXIAL)


** Valor de torque
Tamanho do mancal axial
lbf*ft N*m
JHJ-4 100 135
JHJ-5 100 135
JHJ-6 100 135
JHJ-7 150 203
JHJ-8 150 203
JHJ-9 150 203

** Os valores de torque são baseados em roscas levemente lubrificadas

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 2 Revisão 5 SBR 09-12-09 Valores de Torque.doc


Origem: ADDENDUM 2 Revisão 7 SBR 07/09/03
CAP8
Anexo 3
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 1 SBR
Data 20/11/07
Página 1 de 2

ELIMINAÇÃO DE FALHAS

Sintoma Causa possível Sintoma Causa possível

Não há descarga 1, 2, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 10, Vibração excessiva, 2, 4, 9, 10, 14, 15, 17, 25,
17, 18, 19, 20, 39 Ruído excessivo 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32,
33, 34, 35, 36, 37, 38, 41,
Capacidade 2, 3, 4, 5, 7, 8, 9, 10, 11, 42, 43, 44, 45, 46
reduzida 17, 19, 20, 21, 40, 41, 42,
50

Pressão reduzida 5, 7, 8, 11, 13, 18, 19, 40, Corrosão, erosão, 7, 8, 11, 14, 15, 16
41, 42, 50 pitting, oxidação e
outras perdas de
material

Perda de escorva- 2, 3, 4, 7, 10, 11, 20, 21, Vedações: 22, 23, 35, 36, 37, 38, 43,
mento 22, 23 Vazamento exces- 46, 47, 48, 49
sivo,
Vida curta

Excessivo consu- 6, 12, 13, 17, 18, 19, 24, Mancais: 26, 27, 28, 29, 30, 31, 32,
mo de energia, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 43, Sobreaquecimento, 33, 34, 35, 36, 37, 38, 43,
O acionador opera 44, 45, 46 Vida curta, 44, 45, 46
quente Ruído excessivo

Sobreaquecimento 1, 8, 9, 14, 35, 36, 37,38,


da bomba, 43, 44, 45, 46
Engripamento

1 Bomba não escorvada


2 Linha de sucção vazia
3 Bolsa de ar na sucção
4 Entrada da sucção ou valvula de pé obstruída, não submergida suficientemente, ou de tamanho muito
pequeno
5 Altura manométrica do sistema maior que altura manométrica de projeto da bomba
6 Altura manométrica do sistema menor que altura manométrica de projeto da bomba
7 NPSH insuficiente
8 Bomba paralela e aplicação incorreta
9 Diferença entre pressão de sucção e pressão de vapor abaixo do mínimo
10 Altura de sucção muito alta
11 Excesso de vapor no bombeamento
12 Massa específica de bombeamento diferente daquela do projeto
13 Viscosidade de bombeamento diferente da de projeto
14 Operação com vazão abaixo da projetada
15 Cavitação
Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 3 Revisão 1 SBR 20-11-07 Eliminação de Falhas.doc
CAP8
Anexo 3
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 1 SBR
Data 20/11/07
Página 2 de 2

16 Eletrólise
17 Rotor obstruído por materiais estranhos
18 Sentido de rotação errado
19 Velocidade baixa
20 Entrada de ar na unha de sucção
21 Entrada de ar pela tampa da carcaça
22 Líquido de selagem contaminado, quente ou insuficiente
23 Sistema do líquido de selagem não ventilado
24 Velocidade alta
25 Fundação não suficientemente rígida ou mal assentada
26 Refrigeração excessiva do corpo do mancal
27 Baixa pressão de óleo
28 Lubrificante não apropriado
29 Sistema de lubrificação não escorvado
30 Sujeira no lubrificante / nos mancais
31 Filtros de óleo entupidos
32 Umidade no lubrificante / no corpo do mancal
33 Inserção de refrigeração obstruída
34 Excesso de lubrificante
35 Tensão da tubulação
36 Aumento da temperatura
37 Desalinhamento
38 Acoplamento instalado inadequadamente.
39 Rotor instalado ao contrário
40 Anéis de desgaste gastos
41 Danificação do rotor
42 Balanceamento dinâmico incorreto (após reparo)
43 Eixo torto
44 Carga axial excessiva
45 Conjunto girante preso
46 Mancais estragados ou instalados incorretamente
47 Selo mecânico não instalado corretamente, anéis-O defeituosos ou ressecados
48 Orifícios de estrangulamento do líquido de selagem erodidos
49 Eixo / luva do eixo arranhados no local do selo mecânico
50 Junta espiral da carcaça defeituosa

Arquivo: L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 3 Revisão 1 SBR 20-11-07 Eliminação de Falhas.doc


CAP8
Anexo 4
MANUAL DE INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO Revisão 2 SBR
Data 19/10/10
Página 1 de 1

SUPORTES ANTI-VIBRAÇÃO EM FUNDAÇÃO DE AÇO (OPCIONAIS)

Ver desenho dimensional customizado da bomba.


Armazenagem
As peças devem ser armazenadas em local seco e afastado de fontes de calor.
Manuseio
As peças devem ser manuseadas com cuidado; o uso de
olhais de içamento ou alças é indicado para reduzir
qualquer dano potencial ao revestimento superficial.
Instalação
O sistema acomodará até 10 mm em 1000 mm (±0.010
rad) fora do paralelismo entre superfícies inferior e
superior; é aconselhável que na instalação isso esteja
limitado em 4 mm em 1000 mm (±0.004 rad).

Assegure-se que o tamanho e grau apropriados de pinos


estão sendo usados bem como o torque de aperto. O
grau mínimo recomendado pelo fabricante é BS 3692
Grau 8.8.

Tome os cuidados cabíveis ao soldar os suportes na


estrutura. Pré-aquecimento NÃO é recomendado. A
temperatura dos componentes de borracha não pode
exceder 80 ºC e os componentes de borracha devem ser Suportes anti-vibração
protegidos contra faíscas.

Assegure-se que a área de operação ao redor da base esteja livre de escombros. A área deve ser
mantida limpa e organizada.
Manutenção
O equipamento é geralmente isento de manutenção e precisa somente de uma inspeção visual
ocasional no que diz respeito a:

- Deterioração generalizada da superfície do elastômero. Qualquer sinal de fissuras excessivas deve ser
relatado ao fabricante.
- Deterioração da pintura. Qualquer dano deve ser corrigido seguindo a especificação de pintura
aprovada do fabricante.
Sobressalentes
Devido à isenção de manutenção, peças sobressalentes não são necessárias. Se algum item necessitar
de reposição, as peças deverão ser retornadas para o fabricante para retrabalho ou reposição.

L:\Dtv\Manuais\CAP8\Português\Versão SBR\Padrão\Anexo 4 Revisão 2 SBR 19-10-10 Suportes Anti-Vibração em Fundação de Aço (Opcionais).doc