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ELETROnlE:R 229 - FEVEREIRO/1992

ARTIGO DE CAPA

17 - Construa o seu PC (parte I)

SEÇÕES

38 - Projetos dos Leitores


40 - Publicações Técnicas
46 - Notícias & Lançamentos
58 - Informativo Industrial
60 - Seção do Leitor
77 - Técnicas avançadas de reparação
82 - Guia de Compras Brasil
87 - Arquivo Saber Eletrônica
DIVERSOS
(fichas denQ 311 a 314)
81 - Reparação Saber Eletrônica
14 - Índice remissivo de assuntos
(fichas de nQ 324 a 331)
- 53 - Micro-processador do TVPhilips - (parte I)

MONTAGENS

INFORMAÇÕES TÉCNICAS 28 - Antena Parabólica - componha o seu sitema


~I > (parte final)
. ·9 - Projetando caixas acústicas - (parte 2) 61 - Filtro de 60 Hz
32 - Osciloscópio 63 - Campainha de 3 tons
Curso de operação - Lição 10 64 - Variac eletrónico
42 - A escolha de um osciloscópio 67 - F arauto - Farol automático para automóveis
50 - Microscópio eletrônico - como funciona 70 - Wattímetro para eletrodomésticos
56 - Princípio de transmissão por fibra óptica 72 - A lâmpada em série na manutenção
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!- - ~m experiência
MATEMÁTICA
Resolver
do fabricante em circuitos
PARA A ELETRÔNICA
problemas de eletrônica
e arquitetura

não se resume
de sistemas. Este livro se vo~a aos elementos
- Victor F. Veley - John J. Dulin - 502 pág. Cr$ 33.850,00
no conhecimento das fórmulas. A matemática
fundamentais

é igualmente
da eletrônica

importante
digital.

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Projetando c'aixas acústicas
Análise e síntese de sis,temas de radiação
direta pelo método de Thiele - Small
2ª Parte (O alto-falante - circuito equivalente).

Engº Homero Sette Silva

A obtenção dos circuitos equivalen-


tes de alto-falantes e caixas acústicas
não é uma tarefa das mais simples, isto
porque interagem, simultaneamente,
v
VELOC IDADE V
-
u

três diferentes sistemas físicos:


elétrico, mecânico e acústico. CONVERSaR CONVERSaR
L
Assim, ao aplicarmos uma tensão EL ETRO - FORÇA f ME CANO-
p
nos terminais da bobina de um falante, E

MECANICO ACÚSTICO
produziremos uma corrente que vai in-
teragir com o campo magnético do imã
permanente, provocando o surgimento
de uma força que, deslocando
C
mecânicamente o cone, produzira uma
pressão acústica, que é o que se Fig. 2.2 -Representação de um alto-falante através da associação
deseja obter .. de dois quadripolos.
A própria corrente na bobina, não
sera uma função exclusiva da tensão
acreditamos simplificar bastante o a segunda mecano-acústica. As gran-
aplicada pois vai depender, também,
problema. e permitir um bom enten- dezas acústicas e mecânicas serão,
da força contra-eletromotriz induzida
dimento dos conceitos envolvidos. representadas por quantidades
pelo movimento. da bobina no campo
magnético e, até, pelo acoplamento No modelo que utilizaremos, o alto- elétricas, graças à utilização de
acústico com o meio. O fato de não falante sera representado por um analog05 elétricos baseados na
podermos isolar, na pratica, todos quadripolo, conforme mostra a figo2.1. correspondência força-tensão (ver o
esses efeitos para estuda-Ios em Nesta representação, o falante é quadro TEORIA 2.1). Neste sistema, a
separado, em muito contribui para as caracterizado como um conversor conversão de' grandezas mecânicas
dificuldades encontradas. eletro-mecano-acústico que recebe a em acústicas sera representada pela
No entanto, através das analógias a energia (de força eletromotriz eg, e presença de um transformador ideal
serem empregadas e dos circuitos resistência interna Rg) aos com relação de espiras Sd:1 (ver o
equivalentes. que procurarão retratar terminaisVC (voice coi!) da bobina e a
quadro CONCEITO 2.1). Exemplifican-
cada um desses aspectos, entrega transformada, nos terminais de
do, se aplicarmos uma força (analoga
saída, em energia acústica, a uma
impedância ZA. a uma tensão elétrica) no primario
deste transformador, obteremos no
A impedância ZA pode representar
secundario a quantidade força/area, ou
ALTO FALANTE simplesmente a impedância de
CONVERSOR irradiação do meio no qual as ondas seja, uma pressão acústica também
ELETRO- sonoras vão se propagar, ou englobar analoga a uma tensão. O mesmo acon-
MECANO- o circuito equivalente de uma caixa teceria com a velocidade (corrente) que
ACÚSTico acústica, na qual o falante esteja ins- multiplicada por Sd (a relação de
talado. transformação da corrente é inversa à
Estea idéia esta um pouco mais da tensão) transforma-se' na
Fig. 2.1 ~Representação de um alto- detalhada na Fig. 2.2 onde o processo velocidade volumétrica u.
falante através de um quadripolo. de conversão é dividido em duas As grandezas elétricas e mecânicas
etapas: a primeira, eletro-mecânica, e são convertidas entre si através de um

SABER ELETRÔNICANº 229/92 9


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 2ª PARTE

Na figura 2.5 vemos o circuito


equivalente do alto-falante visto pelos
terminais da bobina. Empregando os
métodos convencionais de análise de
circuttos, podemos determinar a
expressão da impedância na bobina
Zvc.

sWs IOms

s2+ sWs I Oms + w~ (2.3)

c onde s = jw e w = 2m
Dividindo numerador e
Fig. 2.3 -Modelo equivalente do alto falante. denominador de (2.3) por Ws, e fazen-

girador (CONCEITO 2.1) cuja cons-


i y
tante de giro é igual a ~L. -y
Deste modo, uma corrente circulan-
do através da bobina dó falante deveria
originar uma força no outro par de ter-
minais do girador (lado mecânico) ao E
ser multiplicada por ~L(a tensão em um 9

dos lados do girador é igual à corrente


no outro lado mas a constante de giro.
Realmente, se fizermos uma análise
dimensional em ~Li veremos que cor- c
responde a uma força cujo análogo é
uma tensão. A figura 2.3 mostra a re- Fig. 2.4 -Eliminação do transformador, primeiro passo na obtenção do circuito
presentação do falante segundo esse equivalente elétrico do alto falante. A impedância de radiação
sistema, tendo sido desprezada a refletida (Sd2ZA) será desprezada.
indutância da bobina (caso con-
siderada, estaria em série com RE),
sendo: muito menor que as demais do s/Ws = SN e w/Ws = wN obteremos
RE = Resistência da bobina impedâncias existentes no lado uma expressão, normalizada em
~L = Densidade de fluxo X com- mecânico, será desprezada, conforme freqüência, mais prática de utilizar.
primento da bobina efetivamente o circuito a figura 2.4. Agora, devemos
refletir para o lado elétrico os com-
sN I Oms
enlaçadd pelo fluxo magnético. (2 .4)
ponentes mecânicos , através do s~ + 'NI Qm'+1
Rms = Resistência mecânica
retratando as perdas na suspensão. giraddr, onde chegarão como duais, ou
Mms = Massa móvel do conjunto do seja, como estavam em série, ficarão Substituindo sN por jwN e
diafragma, incluindo a carga do ar. em paralelo. Para determinar o valor de manipulando algebricamente, temos:
Cms = Compliância mecânica da cada um, aplicaremos individualmente
suspensão. a equação (2.2) que mostra a reflexão Z ve . = R + R 1 (2 5)
de impedância no girador. (JWN) E es l+jOms(wN-l/wN) .

IMPEDÂNCIA DA BOBINA Cujo módulo será dado por (2.6)


(2.1 )

Se formos reduzindo progressiva- 2 Izve(iwN) 1-- R E+ R ea I ~1 .,.(2 6)


mente o circuito da figura 2.3 em ZE = (~L) IZM (2.2)
Refletindo Rms
direção aos terminais da bobina, ob-
2
teremos o circuito equivalente elétrico ZM = Rms; ZE= (~Ll I Rms = Res Na figura 2.6, vemos o aspecto
do alto-falante ao ar livre, de grande típico da equação (2.6) que, quando
integresse prático pois permite a Refletindo Mms
representada em uma escala
determinação da impedância da ZM=sMms ONOE s=jW;ZE=((.3Ll2/sMm, logarítimica para a freqüência (como é
bobina, imprescendível
obtenção dos parâmetros T-S.
para a Cmes = Mma I (~L)2 o caso) apresenta simetria em relação
a Fs. Assim, as duas freqüências f1 e
Para isso, a primeira providência Refletindo Cms
f2, para garantir a simetria sugerida
seria deslocar a impedância acústica 2 pela figura, devem satisfazer a
ZA do secundário para o primário do
Z'M = 1 I 'C m, i ZE = ((.3L) 'C m,
seguinte igualdade:
2
transformador, utilizando a equação Leu = (bJL) Cm, FS=~
(2.1). No entanto, como é geralmente
10 SABER ELETRÔNICA N° 229/92
PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 2ª PARTE

(2.7)
Ou seja, Fs é a média geométrica
entre f1 e f2 e não sua média aritmética.
Esta propriedade será utilizada, mais
tarde, quando de medição dos
parâmetros T-8 do alto-falante.
A análise dos demais radiadores
diretos, que faremos nos próximos ar-
c tigos, será baseada nos circuitos
equivalentes e conceitos aqui apresen-
tados.
Fig. 2.5 -Circuito equivalente
elétrico do alto-falante, obtido Fig. 2.6 -Aspecto da curva da
após a eliminação do gravador lmpedância da bobina, para um
no circuito da Fig. 2.4. falante ao ar livre ou em Baffle infinito.

TEORIA 2.1

Análogos Elétricos As quantidades dv, dt e di, denominadas diferenciais,


Comparando a equação da força f aplicada em um representam variações de tensão, tempo e corrente in-
corpo de massa M, sujeito a uma variação de velocidade finitamente pequenas (infintésimos).
dvem um intervalo de tempo dt (ou seja, submetido a uma Surge assim, a chamada analogia força-tensão, que
aceleração), vemos que tem o mesmo aspecto que uma permite analisar o comportamento de sistemas
outra, que retrata a tensão e em uma indutância L, sujeita mecânicos através de um análogo elétrico, o que em geral
a uma variação de corrente di, em um infinitésimo de é mais fácil de fazer e de compreender (uma outra pos-
tempodt. sibilidade, seria um sistema baseado na analogia força-
corrente, dual do primeiro, preferida em determinadas
e = L di/dt aplicações). Tais analogias podem ser extendidas a ou-
f= Mdv/dt tros sistemas, como o acústico, conforme o Quadro 2. 1.

CONCEITO 2.1

o Transformador
Bem conhecido dos que lidam com circuitos elétricos, i
o transformador é também muito útilizado nos análogos ~
elétricos.
Sua relação de espiras em um sistema mecânico de Es' (Ns 1 Npl Ep

translação pode representar o efeito dos braços de uma Is' (Npl Ns l 1p

alavanca sobre a força e a velocidade em jogo: em um EpJ:p' EsJ:s


2
sistema mecânico de rotação, representaria a relação de Zp' (Np/Ns.l Zs
transmissão de torque e velocidade angular entre polias
ou engrenagens.
Neste caso, através de uma relação de espiras igual
F ig. 2.7 - Transformador.
a uma área (Sd) fará o acoplamento entre os lados
mecânico e acústico do modelo proposto para o alto-
falante.

o Glrador K

e, , K i 2
Não obstante ter sido introduzido por B.O. Tellegen em
e2'Ki,
1948, este componente é muito menos conhecido que o
transformador e pode ser definido como um quadripolo E2 Z21 I. elil' e2i2
onde a tensão em um par de terminais é diretamente 8,1 i,: K2i2/e2

proporcional à corrente no outro par de terminais, sendo ZI' K2/ Z2

o fator de proporcionalidade (I<) denominado constante de


giro. Fig.2.8-Girador

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 11


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 2§ PARTE

Tem como característica básica a propriedade fun- topologia de seu dual, dependendo dos valores numéricos
cional de inverter impedâncias ao refletí-Ias de um par da constante de giro.
para o ou.tro, convertendo, assim, resistências em Será por nós utilizado para representar o acoplamento
condutâncias, capacitâncias em indutâncias e vice-versa. entre as partes elétrica e mecânica de um alto-falante
Podemos dizer que um circuito elétrico, colocado em quando, então sua. constante de giro, será igual ao
um de seus lados, quando visto pelo outro, teria a produto ~L.

ACÚSTICO
BIBLIOGRAFIA
coulomb
Tensão
ohm
ampere
henry E L I Mecânica
Corrente
Resistência
volt Resistência
Deslocamento
Indutância
farad Velocidade
Massa
Força
Cargaq
Impedância Z xR
vC Rm
MMecânica
ELÉTRICO
MECÂNICO
metro
Newton
Compliância
E/I
N
m/s
m/N
Kg
f/v s/m
[N s/m] fMecânica
Impedância
[ohm]
Capacitância Cm

1. Direct Radiator Loudspeaker


ipo fôrça-tensão. System Analysis
Richard H. Small
Jaes. Vol. 20, nQ 5, Junho de 1972
2. Direct Radiator Electrodynamic
Systems Loudspeaker Richard H.
Small

PRÁTICA 2.1
Fase dos falantes de médios, em um sistema a três vias, ou dos
Uma providência muito simples mas de grande falantes de graves médios, no caso de quatro vias.
importância prática, consiste em verificar se os alto-falan-
tes a serem utilizados estão em fase entre si. Resistência da Bobina
Segundo as normas da ABNT, ao aplicarmos o polo A resistência da bobina do falante (RE) pode ser
positivo de uma fonte de corrente contínua ao borne medida com om ohmímetro, ou de outra forma mais ade-
vermelho (ou assinalado com um sinal +) e o negativo ao quado quando se deseja maior precisão, conforme
restante, o cone deverá experimentar um deslocamento veremos mais adiante.
para frente. Os resultados obtidos estarão por volta de 80% da
Esta operação poderá ser feita utilizando-se uma chamada impedância nominal. Assim, um falante dito de
pilha, com grande simplicidade. 8 ohms poderá apresentar uma resistência em torno de 6
Por vezes, o mal desempenho de um sistema do Som ohms.
origina-se simplesmente em estarem os alto-falantes Ao efetuar medidas com instrumento sensível, evite
ligados com as suas fases invertidas aleatoriamente. No vibrações, deslocamentos de ar, etc ... pois a tensão
entanto, alguns tipos de crossover mostram uma lacuna induzida na bobina, pelo deslocamento do cone, tornará
na resposta, que pode ser sanada invertendo-se as fases a leitura errática e menos precisa.

PRÁTICA 2.2
Medida de Fs práticas para a medição da freqüência de ressonância do
Observando a equação (2.5) vemos que para WN = 1, falante, conforme as figuras 2.9 e 2. 10.
ou seja, em uma freqüência f igual à freqüência de Na figura 2.9 um voltímetro AC medindo a tensão
ressonância Fs do alto-falante, a impedância da bobina sobre o alto-falante indicará o ponto de tensão máxima,
além de tornar-se puramente resistiva, passa por um obtido assim que a freqüência do gerador assumir um
máximo (pico). Esta informação sugere duas maneiras valor igual a Fs.

12 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 2ª PARTE

V
ENT. VE RTlCAL

lOOI1 a lk!l lOO!l a lk I1

Fig. 2.9 -Circuito utilizado para a Fig. 2.10 -Circuito utilizado para a
medida da freqüência de ressonância de medida de Fs através da fase nula
um falante através do pico na impedância. na curva da impedância.

Na figura 2. 10 utilizaremos um osciloscópio para, do gerador e variando a freqüência do mesmo, quando


através do método de Lissajous, termos uma indicação não deve haver alteração nas indicações fornecidas pelos
precisa do ponto de fase nula entre a tensão e a corrente, instrumentos.
o que ocorrerá para uma freqüência no gerador também O valor do resistor em série com o falante, não é crítico,
igual a Fs (veja OSCILOSCÓPIO - Curso de Operação - assim como o valor da tensão fornecida pelo gerador, que
Lição Nº 2 - de Newton C. Braga em SABER é tipicamente igual a 1 volt. O importante é que a mesma
ELETRÔNICA nº 241 de Jun/91). Estamos supondo que seja pequena o suficiente para que a bobina se desloque
os amplificadores vertical e horizontal do osciloscópio por uma região de campo magnético uniforme. Assim, as
possuem um terra comum, o que nos obriga a esta ondas de tensão e de corrente não devem exibir distorção
configuração. harmônica apreciável.
Em ambos os casos, certifique-se de que tanto o Ao medir Fs, verifique que ao aproximar demasiada-
voltímetro quanto o osciloscópio (que deve estar em DC, mente o falante de superfícies refletoras (paredes, ban-
para evitar a defasagem dos capacitores de acoplamento) cada, etc ...) você estará alterando o valor de Fs. Assim,
respondem adequadamente dentro da faixa de para evitar isso, suspenda o falante de modo que o
freqüências em que se situa a medida a ser efetuada. Isto mesmo tenha o máximo possível do espaço livre em volta
pode ser feito ligando o voltímetro e o osciloscópio dele. Cuide também para que não existam correntes de
(entradas Ve H em paralelo) diretamente aos terminais ar, vibrações ou ruídos no ambiente de medida.

CONCEITO 2.2

Dualidade indutância de 2 H no circuito original, a mesma daria lugar


O conceito de dualidade permite que os resultados a uma capacitância de 2 F circuito dual; uma capacitância
obtidos após a análise de um determinado circuito elétrico de 5 ~F teria como dual um indutor de 5 ~H.
sejam extendidos para um outro, que seja seu dual.
Para a obtenção do circuito dual, devemos utilizar as 2A
seguintes relações recíprocas:
Malha, com vários ramos = Nó onde concorrem igual
nºderamos
4!l1 I ev
Fonte de tensão", Fonte de corrente
Corrente de malha", Tensão entre um nó e a
referência
Resistência", Condutância
Fig. 2.11 -Circuito elétrico
Indutância", Capacitância utilizado para exemplificar o conceito de Dualidade.
Na figura 2. 11 vemos um circuito elétrico que foi
analisado de modo a se obter o valor da tensão no resistor
de 4 ohms. Na figura 2.12, utilizando as regras acima,
obtivemos o circuito dual e contatamos que a corrente na
condutância de 4 Siemens (que, por comodidade, repre- O,5I1 2V

sentamos por 0,25 ohms) é numericamente igl,Jalà tensão


sobre o resistor de 4 ohms no circuito original. Deste
modo, uma resposta obtida para um circuito, fica automa-
ticamente extendida para seu dual. Caso existisse uma Fig. 2.12 -Dual do circuito mostrado em 2.11

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 13


íNDICE REMISSIVO DE" ASSUNTOS
(SABER ELETRONICA)
Nº 216 JANEIRO / 1991 a Nº 227 DEZEMBRO / 1991
...•....•""
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I;:::':':':';':';':';';':':':':';':':';':::':::;·· ............ ".,.,.~

ABAJURES: Rev. nº226, pag.58 (crepuscular: AVIAÇÃO: Rev. nº216, pag.38 (funcionamen- CA339 ou LM139, LM239 e LM339) - Rev.
apaga suavemente) to do SSR:Radar Secundário de Vigilância) nº221 , pag.57 (de pesos ou forças: projeto)
ACIONADORES: Rev. nº218, pag.61 (por BANHEIROS: Rev. nº 223, pag.61 (de hidro COMPONENTES ELETRÔNICOS: Rev.
código resistivo) Rev. nº225, pag.3 massagem: controlador) nº216, pag.41 (BC846), pag.60 (família
(programável: seqüenciador universal com BARGRAPH: (barra de LEOs) veja SOM (VU TL7700) e pag.64 (LM1884) - Rev.nº217,
EPROM) meter de LEDs) e BARRA MOVEL pag.15 (7106,7107, LCM300, H1331C-2),
AERIZADORES Veja COMPRESSORES DE BARRA MÓVEL: Rev. nº219, pag.53 pag.17 (74SLOO), pag.58 (ICL71 07), pag.64
AR (fotômetro com barra móvel) (TIL 74, 4000 CMOS e ECL série) e pag.66
ALAINEE: Rev. nº 216, pag.10 (Associação BATERIAS: Rev. nº218, pag.63 (sulfatadas: (4048) - Rev. nº218, pag.33 (TEA1039),
Americana da 1ndústria Eletroeletrônica) recuperador) Rev. nº223, pag.48 (NiCad: car- pag.41 (45146), pag.58 (LM1875) e pag.65
ALARMES: Rev. nº216, pag.42 (para sítios e regador automático) Rev. nº225, pag.57 (LB1403, 1413, 1423 e 1433) - Rev. nº219,
chácaras) - Rev. nº 218, pag.50 (de filtro de (NiCad: carregador automático: correções da pag.37 (741) e pag.43 (4060) - Rev. nº220,
água) - Rev. nº 219, pag.62 (residencial com Rev. nº223, pag.48) pag.18(TMS50C20), pag.38 (LM350), pag.60
sistema de partida programável para saída de BIPS: Rev. nº224, pag.62 (para pesquisa de (AD590), pag.61(LM11), pag.70 (TDA1519A)
pessoas) - Rev. nº 221, pag.30 (de passagem) hábitos de animais) e pag.77 (LM3909) - Rev. nº221 , pag.65 (TL
e pag.68 (foto-elétrico sensível) - Rev. nº 222, BOBINAS: Rev. nº219, pag.33 (Cálculo as 072) - Rev. nº222, pag.3 (TMS3477), pag.51
pag.46 (p/ carro: pré codificado/projeto) - Rev. suas próprias indutâncias)
(2SC2271 e LM109) e pag.64 (TMS3477) -
nº 224, pag.59 (sistema sofisticado p/ proteção BOMBAS DE ÁGUA: Rev. nº217, pag.44 (con-
Rev. nº223, pag.3 (LM 12), pag.13 (LM2575 -
antifurto em aplicações importantes, tais como trole automático: projeto)
5.0), pag.44/45 (8048, 8748, 8243) e pag.47
transporte de documentos e valores, BOOSTERS: Rev. nº217, pag.20 (para TV/FM
(2716) - Rev. nº224, pag.51 (5024 Mostek) -
instalações comerciais e industriais, etc ...) - e canais baixos de VHF)
Rev. nº225~' pag.72 (MC79MOO1) e pago 73
Rev. nº 225, pag.66 (simples: desarme) - Rev. BRINQUEDOS: Rev. nº218, pag.57 (som de
(PE155) - Rev.nº226, pag.17 (78XX) -
nº 227, pag.57 (universal com desarme exter- tiro eletrônico: circuitos) - Rev. nº220, pag.26
Rev.nº227, pag.3 (TOA 8362), Pag.17
no) (acertar a boca do palhaçocom bola de meia).
(LM1201), pag.43 (MC3334), pag 54 (555) e
ALTO-FALANTES: Rev. nº 216, pag.46 CAIXAS ACÚSTlCAS:Rev. nº216, pago 46
pag.65 (LM 3501)
(divisor de canais) (divisor de canais) - Rev. nº217, pag.3 (projetar
AMPLIFICADORES: Rev. nº 218, pag.58 (20 COMPRESSORES: Rev. nº225, pag.47 (de ar:
divsores de freqüência)
Watts com LM1875) - Rev. nº 219, pag.41 CAIXAS DE AGUA: Rev. nº218, pag.51 o intermitente aquatimer)
CONTADORES: Rev. nº225, pag.68 (de
(classificação) - Rev. nº 220, pag.60 (p/ (semáforo aquático para controle de nível)
transdutor piezoelétrico: de 11 + 11 Watts) - CAIXAS PRETAS:-Rev. nº217, pag.72 (como rotações)
Rev. nº 223, pag.3 (estéreo 300 Watts) - Rev. CONTROLE REMOTO: Rev. nº219, pag.37
funciona)
nº 224, pag.51 (1.foto-diodo: circuito, CAMPAINHAS: Rev. nº218, pag.46 (para (filtro seletivo por rei é) - Rev. nº220, pag.74
2.logarítimico) - Rev. nº 227, pag.17 (de vídeo, sítios e longas distâncias) (biestável) - Rev. nº221 , pag.3 (digital de 8
LM1201) CAPACITORES: Rev. nº216, pag.40 canais) - Rev. nº222, pag.73 (digital de 8
AMPLIFICADORES OPERACIONAIS: Rev. (eletrolíticos unilaterais/Philips: tabela) canais, parte 2) e pag.75 (de 8 canais via
nº 220, pag.61 (LM11) - Rev. nº 221, pag.65 CARGAS: Rev. nº226, pag.52 (externa como micro) - Rev. nº224, pag.58 (digital de 8 canais,
(TL 072) - Rev. nº 222, pag.54 (coletânea de lâmpadas, motores: como ligar circuitos in- informações adicionais da Rev.nº221, pag.13)
circuitos) - Rev. nº 223, pag.3 (LM12: tegrados CMOS) - Rev. nº226, pag.68 (digital de 16 canais)
aplicações) e pag.32 (mais circuitos com CHACARAS: Rev. nº,216 pag.42 (alarme) CONVERSORES: Rev. nº216, pag.41 (5V/1A
LM106, 107, 108, 102 101A) CHAVES: Rev. nº225, pag.69 (de código 3 chaveado) - Rev.nº225, pag.73 (digital x
ANTENAS: Rev. nº 216, pag.3 (parabólicas: óptico para automatismos) analógico) - Rev. nº226, pag.66 (pseudo
posicionamento e instalação) - Rev. nº 217, CIRCUITOS ELETRÔNICOS DIGITAIS: Rev. estereo)
pag.48 (parabólicas, parte 2) e pag.154 (esco- nº218, pag.71 (analisado r de 8 canais) COPIADORAS: Rev. nº227, pag.46 (de vídeo:
lher a ideal para UHF: tipos) - Rev. nº 218, CIRCUITOS INTEGRADOS: Rev. nº226, projeto de leitor)
pag.18 (parabólicas, parte 3: posicionamento pag.52 (CMOS: como fazer sua ligação em CORRENTES: Rev. nº225, pag.16 (limitação
segundo o sistema polar) e pag.23 (coletivas: cargas externas como lâmpadas, motores, de corrente de partida com NTC)
incluindo a recepção de canais de UHF) - Rev. etc ...) CRISTAIS: Rev. nº 220, pag.36 (líquidos: dis-
nº 221, pag.51 (parabólicas: o sol ajudando na CIRCUITOS LÓGICOS: Rev. nº217, pag.37 plays)
instalação) (simbologia IEC) CRONÔMETROS: Rev. nº221 , pag.30 (cir-
AQUÁRIOS: Rev. nº 225, pag.47 (aquatimer: CMOS: Rev. nº221 , pag.28 (aplicativos) e pago cuitos de base: 60 Hz CMOS)
intermitente para compressor de ar) 31 (biestável: flip-flop set-reset, RS) - Rev. DECODIFICADORES: Rev. nº216, pag.63
ÁUDIO: Rev. nº 221, pag.37 (digital a laser, nº226, pag.52 (ligações externas em cargas (estéreo para TV com LM1884)
parte 1: em geral, diodo laser e sistema óptico) externas como lâmpadas, motores, etc ...) DETECTORES: Rev. nº219, pag.40 (de pas-
- Rev. nº 222, pag.48 (digital a laser, parte 2: COMBUSTÃO: Rev. nº216, pag.67 (apenas sagem por zero) - Rev. nº221 , pag.68 (foto-
servomecanismo e processo de gravação) com "ar!) eletrico sensível) - Rev. nº222, pag.51 (para
AUTOMAÇÃO: Rev. nº219, pag.3 (óptico para COMPAC'T DISC: Rev. nº221, pag.37 transdutor magnético) - Rev. nº223, pag.64 (de
rei é de trava) - Rev. nº 224, pag.20 (industrial: (gravação a laser) - Rev. nº222, pag.48 (ser- vazamento e infiltrações)
microcomputadores com placa universal. pos- vomecanismo e processo de gravação) - Rev. DIODOS: Rev. nº216, pag.66 (teste prático).
sibilitando interação com um sistema externo) nº227, pag.45 (player a válvula) DISTÂNCIAS: Rev. nº226, pag.45 (medição
- Rev. nº 225, pag.69 (chave óptica) COMPARADORES: Rev. nº219, pag.40 (de por meio de sons)
AUTOMÓVEIS: Rev. nº 227, pag.69 (lembrete tensão, excitando duas ou mais portas: TIL e DIVISORES: Rev. nº217, pag.3 (de
de luz acesa no carro) CMOS) e pag.54 (de tensão: CA139, CA239, freqüências: como projetar)

14 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


ELETRÔNICA: GUIA DE COMPRAS FOTÓMETROS: Rev. nº219, pag.53 (com es- (seqüenciador de 25 canais) - Rev. nº226,
BRASIL/POR ESTADO: Rev. nº221 , pag.74 - cala de barra móvel - Rev. nº221 , pag.56 pag.30 (seqüencial de duas cores: projeto de
Rev. nº222, pag.82 - Rev. nº223, pag.66 - Rev. (eletrônico: projeto) leitor) - Rev. nº227, pag.69 (lembrete para não
nº224, pag.76 - Rev. nº225, pag.74 - Rev. FOTO-SENSORES: Rev. nº 227, pag.54 deixar acesas as luzes do carro)
nº.226, pag.74 - Rev. nº227, pag.74 (rápido: circuito) MEDIDORES: Rev. nº217, pag.58 (de
ENTREVISTAS: Rev. nº216, pag.10 (Dr. FREQÜÊNCIAS Veja também DIVISORES: indutâncias adaptável a multímetro digital)
Paulo, presidente da ALAINEE e ABINEE) - Rev. nº220, p'ag.70 (divisor ativo de 2 vias) MEDiÇÃO: Rev. nº226, pagA5 (de distâncias
Rev. nº217, pag.10 (Semilog Componentes FREQÜENCíMETROS: Rev. nº221, pag.30 por meio de sons)
Eletrônicos Ltda) - Rev. nº218, pag.9 (Equitel (circuito básico: 60 Hz, CMOS) MICROCOMPUTADORES: Rev. nº 221,
S/A; Luiz Carlos Bahiana, diretor) - Rev. nº219, FUZZ-BOOSTER veja SOM pag.72 (1V em cores como monitor para PC) -
GERADORES: Rev. nº218, pag.7 (de funções Rev. nº223, pag.44 (em uma única pasti-
pag.14 (automação comercial/Herman Molina,
Gerente geral de Sistemas Comerciais da com C1566: circuito) - Rev. nº219, pag.32 Iha/família MOS 48: considerações básicas) -
(MAT: Muita Alta Tensão ou Raios) e pag.56 Rev. nº224, pag.3 (PCs: geradores de sinais
Itautec) - Rev. nº220, pag.3 (retomando o cres-
(de sinais retangulares com relação marca- complexos) - Rev: nº225, pag.60 (PC: tem-
cimento: desafio) - Rev. nº221, pag.20
espaço ajustável para gerar freqüências de porizado)
(ABINEE TEC'91: considerações de várias fir-
10Hz a 100 kHz com apenas um integrado) - MICROCONTROLADORES: Rev. nº224,
mas) - Rev. nº222, pag.10 (novos projetos:
Rev. nº220, pag.72 (de íons negativos) e pag.20 (placa universal para interação com um
JBN Eletrônica/Sr. João Barassal Neto/Projeto
pag.79 (espanta-ratos) - Rev. nº221, pag.28 sistema externo)
Tuffi 4.1: carro com painel da última geração) MINUTERIA veja TIMERS
(de escala/CMOS) e pag.5? (de barras:
e pag .18 (Japão/Produtividade/ABI NEE MISTURADORES:Rev. nº224, pag.57 (semi-
projeto) - Rev. nº224, pag.3 (de sinais com-
TEC'91) - Rev. nº224, pag .14 (Editora plexos para PCs) e pagA4 (de clock: manual, profissional com saída estéreo: projeto de
SABER:histórico/política) - Rev. nº225, pag.1 O de pulsos por toque, de relógio CMOS com leitor) - Rev. nº 226, pag.32 (circuito: projeto de
(Qual a saída para a Zona Franca: histórico, entrada de autorização de c10ck com o 555, de leitor)
incentivos e projetos) - Rev. nº226, pag.12 455 kHz com filtro cerâmico) - Rev. nº227, MODEMS: Rev. nº219, pag.58 (Modem para
(Disputa tecnológica no Brasil: XPTO, Itautec, pag.40 (de sinais para calibração de rádios motor MSX: ligado à linha telefônica pode man-
lcotron, Mitsucon e Apollo) Rev. nº227, pag.1 O AM) dar e receber programas e fazer chamadas
(Philips se adequando às condiç,ões do mer- GRAVAÇÃO: Rev. nº220, pag.81 (de vários telefônicas automaticamente)
cado) tipos de dados para posterior análise com pe- MOTORES: Rev. nº218, pag.68 (trifásicos de
ESPIONAGEM: Rev. nº222, pagA6 (super queno gravador cassete) - Rev. nº221, pag.37 CC: controle de velocidade de onda completa)
espião de FM: projeto) (a laser) - Rev. nº222, pag.58 (do sinal e croma - Rev. nº220, pag.55 (Trifásicos de CC: con-
ESTABILlZADORES:Rev. nº220, pag.58 (de no videocassete) e pag.64 (de voz com tec- trole de velocidade de onda completa.
temperatura) - Rev. nº224, pag.6? (de tensão) nologica de sinais digitais) Correção da placa de circuito impresso da Rev.
ESllMULADORES: Rev. nº226, pag.30 (mus- GRAVADORES: Rev. nº222, pag.3 (digi- nº218, pag.70, fig.3) - Rev. nº225, pag.52
cular: projeto do leitor) tal/Digigrav) - Rev. nº223, pag.57 (para (universais: reguladores de velocidade)
FECHADURAS: Rev. nº218, pag.61 telefone com timer e relógio digital) MULllPLEXADORES: Rev. nº218, pag.71
(acionamento por código resistivo) HIDRO-MASSAGEM veja BANHEIROS COM (74151)
FEIRAS ELETRO-ELETRÔNICAS: Rev. HIDRO MASSAGEM MULllVIBRADORES: Rev. nº217, pag.61
nº220, paQ.86 (ABINEE TEC'91: expositores) IEC-INTERNATIONAL ELECTROTECHNI- (biestáveis: os flip-flops: família TIL 74 ECL
FIBRAS OPllCAS: Rev. nº227, pag.64 (no CAL COMISSION: Rev. nº217, pag.37 (sim- série e 4000 CMOS)
carro) bologia para circuitos lógicos) OSCILADORES: Rev. nº216, pag.54 (super-
FILTROS: Rev nº218, pag.50 (de água: IGNiÇÃO: Rev. nº227, pag.43 (de alta energia amortecido) - Rev. nº 217, pag.36 (ponte de
alarme) com MC 3334) Wien de 32 kHz) - Rev. nº220, pag.61 (com
FIOS: Rev. nº225, pag.24 (tabelas de bitolas ILUMINAÇÃO: Rev. nº218, pag.50 (de marca-espaço ajustável) - Rev. nº221 , pag.28
para confecção de transformadoles de 5 A e emergência I CMOS 4093) Rev. nº219, pagA6 (ciclo ativo variável), pag.60 (de rádio
50 V) (de emergência com lâmpada de 12 V) - Rev. freqüência: funcionamento) e pag.67 ( de RF:.
FLlP-FLOPS veja MUL llVIBRADORES nº 223, pag.56 de emergência com lâmpada circuito) - Rev. nº224, pag.43 (CMOS com
FLYBACKS:Rev. nº216, pag.36 (testador) de 12 V: informações adicionais da Rev.nº219, saída simétrica / assimétrica) e pag.44 (de
FONTES: Rev. nº216, pag.50 ( de O a 32 V por pagA6) relaxação com transistor de unijunção TUJ / de
toque com voltímetro digital) e pag.60 (dis- INDICADORES: Rev. nº221, pag.67 (de 60 Hz via rede / a cristal CMOS e TIL) - Rev.
positivos supervisores de tensão com TL 7700) bateria: circuito) nº225, pag.72 (de potência para transdutor
- Rev. nº217, pag.22 (proteção: projeto) - Rev. INDÚSTRIAS DE SEMICONDUTORES veja piezoelétrico)
SEMICONDUTORES OSCILOSCOPIOS: Rev. nº218, pag.71
nº220, pag.54 (de. O a 32 V por toque:
modificação de 2 A para 5 A) e pag.55 INDUTÂNCIAS: Rev. nº217, pag.58 (medidor (transformação de um osciloscópio simples ou
(proteção: projeto, Correção da Rev.nº217, adaptavel a multímetro digital com ICL 7107) de duplo traço num analisador lógico d~ 8
INTERCOMUNICADORES: Rev. nº217, canais ou entradas) - Rev. nº220, pag.36
pag.22) - Rev. nº221 , pag.67 (de 5 v x 10 A:
pag.45 (porteiro eletrônico, transformando o (Curso de oparação, parte 1: o que é ? /
circuito) - Rev. nº222, pag.24 (com
seu rádio transitorizado) - Rev. nº224, pag.56 funcionamento de tubos de raios catódicos /
programação digital) - Rev.nº223, pag.12 (com
(para conversa simultânea: projeto de leitor) displays de cristal líquido) - Rev nº221 , pag.32
LM 12) - rev. nº224, pag.12 (profissional tem-
INTERRUPTORES: Rev. nº216, pag.49 (com (Curso de Operação, parte 2: visualização de
porizada com tensões de saída de 1.2 Va
retardo) e pag.59 (simples) - Rev. nº224, onda na tela /omposição de sinais dente de
30 V e corrente até 3 A) e pago73 (com tensões
pag.70 (com retardo sem rei é) - Rev. nº225, serra - composição de dois sinais senoidais -
predeterminadas e de 2,5 ampares) - Rev.
pag.66 (projetos com reed switches) - Rev. tipos de ondas) - Rev. nº222, pag.29 (Curso de
nº225, pag.20 (potente para tranceptores: PX nº226, pag.40 (reed switch: funcionamento) Operação, parte 3: fonte de alimentação / base
- PY) Rev. nº226, pag.17 (etapa de regulação) de tempo / amplificador horizontal) Rev. nº2.23,
JOYSTICKS vela VIDEO GAMES
- Rev. nº227, pagA6 (automático 110/220: LEITURA DINAMICA: Rev. nº222, pag.76 pag.20 (Curso de Operação, parte 4: elemen-
projeto de leitor) e pag.68 (simétrica es- (temporizador para treino) tos para sua utilização prática): amplificador
tabilizada) LUZES: Rev. nº44, (seqüencial de 5 canais vertical / luminosidade / o foco / iluminação /
FONTES CHAVEADAS: Rev. nº223, pag.13 com 4 efeitos: projeto) - Rev. nº221 , pag.57 eixo Z I centralização / position - pull x 10 mag
(de tensão de 5 V x 1 A com LM 2575 - 5.0) (fantasma: projeto). - rev. nº223, pag.54 - amplificador de largura/ a!t mag - amplificador
FORNOS: Rev. nº222, pagAO (de microondas: (seqüencial comprogramação automática: de altura / outras - Rev. nº224, pag.31 (Curso
funcionamento, operação e circuitos projeto) - Rev. nº224, pag.56 (seqüencial / de Operação, parte 5: pontas de prova,
eletrônicos) pisca-pisca e rítmica: projeto de leitor) - Rev. utilização prática) - Rev. nº 225, pag.31 (Curso
FÓSSEIS MAGNÉllCOS: Rev. nº216, pag.67 nº225, pag.3 (seqüenciador programável de Operação parte 6: pontas de prova / medida
(e campo magnético da terra) universa;1 com EPROM) e pag.63 de tensão) - Rev, nº226, pag.22 (Curso de

SABER ELETRÔNICA N2 229/92 15


Operação, parte 7: medidas de freqüências e SEMICONDUTORES: Rev. nº222, pag.46 para aparelhos antigos) - Rev. nº221 , pag.72
de fase) - Rev. nº227, pag.24 (Curso de (provado r) - Rev. nº223, pag.17 (Indústrias (em cores como monitor para PC) - Rev. nº227,
Operação, parte 8: uso para detectar deixando o Brasil: Texas / Philips) pag.3 (num único chip: TOA 8362)
problemas em circuitos de áudio) SENHAS: Rev. nº219, pag.32 (eletrônica: TELEVlSORES/REPARAÇÃO: Rev. nº219,
PESQUISAS: Rev. nº221 , pag.81 (coleta e código secreto para ligar + desligar um apare- pag.67 (TVC TS201 Toshiba: reparação do
gravação de dados por meios eletrônicos) lho) estágio vertical) - Rev. nº220, pag.43 (estágio
PILHAS: Rev. nº227, pag.60 (Sem mercúrio) SENSORES: Rev. nº220, pag.60 (de
horizontal/TV Toshiba TS 201)
e pag.62 (NiCad: carregador) temperatura: AO 590) - Rev. nº221. pag.63 (de TEMPERATURA: Rev. nº220, pag.58
PISCA-PISCAS: Rev. nº220, pag.77 (LEO de pressão) - Rev. nº 227, pag.54 (para LOR:
(regulador e estabilizador)
uma pilha com LM3909) - Rev. nº 227, pag.65 circuitos)
TEMPORIZADORES: Rev. nº222, pago 76'
(para estrada, emergências, etc ... : sinalização SEQÜENCIAIS veja LUZES
SERVOMECANISMOS: Rev. nº223, pag.12 (para treino de leitura dinâmica) -Rev. nº 225,
com LM3501)
(controle com LM 12) pag.60 (para PCs). Veja também TIMERS
PLOTTERS: Rev. nº223, pag.11 (controle de TENSÃO: Rev. nº 216, pag.60 (dispositivos
SIMULADORES:Rev. nº225, pag.20 (de
movimentação)
presença) - Rev. nº227, pag.55 (de presença supervisores para fontes de alimentação) -
PORTEIROS ELElRÔNICOS veja INTER-
COMUNICADORES diferente) Rev. nº220, pag.38 (regulador de 3 A: LM 350)
SINAIS: Rev. nº227, pag.54 (retangulares de - Rev. nº221 , pag.28 (dobrador / multiplicador)
POTÊNCIAS: Rev. nº219, pag.51 (controle na
um 555 astável com 50% de ciclo ativo: cir- TERMÔMElROS:Rev. nº217, pag.15 - (com
onda completa com SCR) - Rev. nº225, pag.72
cuito) display de cristal líquido com 7106,7107, LCM
(foto-controle: circuito)
SINALlZADORES: Rev. nº216, pag.57 (de 300 e H1331 C-2) - Rev. nº220, pag.61 (Kelvin)
PRÉ-AMPLlFICADORES: Rev. nº218, pag.59
saída para garagens) - Rev. nº219, pagA7 - Rev. nº223, pag.55 (digital com LCM 300)
(de alta impedância) - Rev. nº221 , pag.70 (com
(fluorescente piscante com bateria de 12 V) - TESTADORES: Rev. nº216, pag.36 (de
ganho ajustável) - Rev. nº226, pag.32 (circuito
Rev. nº227, pag.65 (com o LM 3501) flyback) - Rev. nº218, pag.57 (de continuidade:
de um super: projeto de leitor) SINTEl1ZADORES: Rev. nº 218, pagAO (de
PRESCALERS: Rev. nº217, pag.36 (de 200 circuito)
rádio freqüência programável com MC
MHz: circuito) l1MERS: Rev. nº 219, pag.65 (minuteria
145146)
PRODUl1V1DADE: Rev. nº222, pag.19 SINTEl1ZADORES DE VOZ veja VOZ doméstica) - Rev. nº225, pagA7 (aquatimer:
(movimento no Brasil) SIRENES:Rev. nº 220, pag.68 ("alerta verme- intermitente compressor de ar para aquários) -
PROJETOS: Rev. nº 225, pag.60 lho") Rev. nº227, pagA6 (com desativação total de
(temporização dos micros PC) Sí110S:Rev. nº 216, pagA2 (alarme) - Rev. aparelhos eletrodomésticos: projeto de leitor).
RADIODIFUSÃO: Rev. nº216, pagA1 (faixas: nº218, pag.46 (campainha para longas Veja também TEMPORIZADORES
tabela) distâncias) TOM veja SOM
RADlOTELESCÓPIOS:Rev. nº225, pag.44 SMD:Rev. nº 216, pag.14 (parte 11: técnicas TRÁFEGO AÉREO veja AVIAÇÃO
(instrumento de pesquisa atual) de soldagem e alguns dos problemas) - Rev. lRANSDUTORES: Rev. nº222, pag.51
RADlO SHACK: Rev. nº223, pag.19 (dos Es- nº217, pag.38 (parte 12: classificação de (magnético: detector) ,
tados Unidos: entrada no mercado brasileiro defeitos de soldagem / avaliação da qualidade TRANSFORMADORES DE SAlDA
no Rio de Janeiro) de juntas soldadas) - Rev. nº218, pago 14 HORIZONTAL veja FL YBACKS
RATOS: Rev. nº220, pag.78 (espanta-ratos) (parte final; avaliação no equipamento e os TRANSFORMADORES: Rev. nº225, pago 21
REED SWITCHES: Rev. nº 225, pag.66 métodos para o teste de placas) (queimados: recuperação / tabelas de bitolas
(usados em projetos) - Rev. nº226, pagAO SOM: Rev. nº216, pagAO (controle de tom de fios / montagem) e pag.57 (associação:
(funcionamento e algumas aplicações) ativo por LinMOS/Texas: circuito) e pag.54
problema de fase)
REGULADORES: Rev. nº220, pa{.38 (de (oscilado r super amortecido para efeitos TRANSIENTES: Rev. nº224, pagA8 (supres-
tensão:' LM 350) e pag.58 (de temperatura) - especiais) - Rev. nº218, pag.57 (tiro eletrônico:
sores: como funcionam)
Rev. nº223, pag.12 (de tensão com LM 12) - circuito) e pag.65 (VU com barra de LEOs ultra
TRANSMISSORES: Rev. nº216, pagAO (in-
Rev. nº 225, pag.52 (de velocidade para simples com LB 1403, 1413, 1423 e 1433) •
fravermelho: circuito) - Rev. nº222, pag.79 (de
motores universais) - Rev. nº226, pag.17 (de Rev, nº219, pagA9 (controle de tom ativo para
boa qualidade) - Rev. nº220, pag.58 (VU meter radioamadores PX ou PY: compressor para
tensão com 78XX / fixos / ajustáveis/ com
sem fio e pag.70 (divisor ativo de freqüência de microfone) - Rev. nº224, pag.62 (pequenos,
protes:ão a curtos / simétrica)
RELES: Rev. nº218, pag.50 (acionamento 2 vias com TOA 1519 A) - Rev. nº221, pag.65 presos a animais para pesquisa)
(elevador de oitava) - Rev. nº222, pag.51 (faixa TRANSPONDER (= SSR) veja AVIAÇÃO
rápido ou temporizado) - Rev. nº219, pag.3 (de
dinâmica) e pag.68 (VU meter bargraph TUBOS: Rev. nº221, pag.54 (de imagem:
trava: automático óptico), pag.37 (seletivo com
simples) - Rev. nº224, pag.51 (gerador de rejuvenescedor)
o 741) e pag.70 (com diversas possibilidades
oitavas: 5024 Mostek) e pag.52 (fuzz-booster: TUBOS DE RAIOS CATÓDICOS: Rev. nº220,
de excitação para desenvolvimento de
funcionamento e montagem) - Rev. nº226, pag.36 (funcionamento)
projetos) - Rev. nº220, pag.59 (de sub-tensão)
pag.62 (central integrado para fones) e pag.66 UHF:Rev. nº217, pag.54 (escolher ?< antena
RELÓGIOS: Rev. nº221 , pag.30 (circuito de
(conversor pseudo estéreo) - Rev. nº227, ideal: tipos) - Rev. nº218, pag.23 (antenas
base: 60 Hz / CMOS) - Rev. nº 226, pag.3
pag.71 (reforçado r de graves) coletivas)
(digital para grandes ambientes)
SSR (Radar Secundário de Vigilância) veja VELOCIDADE: Rev. nº225, pag.52
RESISTORES: Rev. nº225, pag16 (NTC)
AVIAÇÃO (reguladores para motores universais)
ROBÓl1CA: Rev. nº221, pag.3 (controle
SUPRESSORES: Rev. nº224, pagA8 (de tran- VíDEO: Rev. nº227, pagA6 (mesa copiadora:
remoto digital de 8 canais, parte mecânica,
sientes: funcionamento) projeto de leitor)
instalação num robô móvel - Rev. nº224, TACÔMElROS: Rev. nº221, pag.30 (circuito VIDEOCASSETES: Rev. nº222, pag.58
pag.58 (controle remoto digital de 8 canais: monoestável CMOS) - Rev. nº222, pag.20
informação adicional de Rev. nº221, pag.13) - (gravação do sinal de croma) - Rev. nº223,
(para carro)
Rev. nº 225, pag.69 (chave óptica) - veja pag.36 (fita de vídeo / cabeças magnéticas)
TANDYCORPORA110N: Rev. nº223, pag.19
também AUTO MAÇÁ O VIDEO GAMES: Rev. nº217, pag.17 Qoystick
(firma norte americana: investimento no Brasil)
SABER: Rev. nº 224, pag.14 (A Editora: TELEFONES: Rev. nº223, pag.57 (gravador eletrônico para MSX com 74LSOO)
história e política) . VOZ: Rev. nº220, pag.18 (sintetizador / TMS
com timer e relógio digital - Rev. nº224, pagA8
SCANNERS: Rev. nº216, pag.70 (os ex- (supressores de transientes: funcionamento) 50C20) e pag.26 (mensagens para venda) -
ploradores de imagem: tipos, características, TELEFONIA: Rev. 217, pag.69 (óptica Rev. nº222, pag.64 (gravação com tecnologia
utilização) bidirecional) digital)
SEMÁFOROS: Rev. nº224, pag.64 TELEVISORES: Rev. nº216, pag.63 VU METER veja SOM
(programáveis) - Rev. nº 225, pag.20 (com (decodificador estéreo) - Rev. nº218, pag.3 ZONA FRANCA: Rev. nº225, pag.10 (de
divisão de tempo) (circuito fornecendo alta qualidade de som Manaus: história, incentivos e projetos). _

16 SABER ELETRÔNICA N2 223/32


CONSTRUA O SEU
PC
PARTE I
Newton C. Bfaga

Montagens complexas como a de


um microcomputador do tipo
PCj)(T, envolvem a disponibilidade
de grande quantidade de
componentes especiais e ao
mesmo tempo uma habilidade
muito grande no trabalho com
partes mais críticas, como por
exemplo, a placa de circuito
impresso e circuitos integrados,
dotados de terminais muito
próximos. Evidentemente, para o
montado r comum estes problemas
são insolúveis, principalmente se
residirem em cidades afastadas
dos grandes centros, onde se
encontram as lojas de
componentes mais completas. Com o advento do circuito integrado Continuamos fazendo placas de cir-
Como então montar um muitos montadores pessimistas afir- cuito impresso e soldando componen-
microcomputador? Seria isso um mavam que seu hobby estava no fim, tes que no entanto agora são os in-
pois contendo já todos os elementos de tegrados. A informática foi o setor que
projeto impossível para o leitor
um circuito interligados, não seria mais se desenvolveu com a pos-
comum? A resposta está na
preciso fazer muito para obter um sibilidade de uma integração em larga
possibilidade de contarmos com escala (LSI), e em função disso a
uma placa básica pronta, a partir aparelho pronto.
montagem de um computador por um
da qual poderemos compor o Chegaria o dia em que o ferro de
técnico ou amador, para muitos ficou
nosso sistema, e com isso soldar seria jogado fora, pois a comprometida.
elaborar um microcomputador que montagem de qualquer aparelho se
resumiria em se encaixar um circuito Realmente não pretendemos que o
tenha as características que técnico monte componente discreto por
integrado num soquete.
precisamos ou desejamos, componente discreto, para formar uma
Nada mais errado. A realidade
evitando assim o trabalho com CPU ou banco de memória de um com-
mostrou-se bem diferente.
componentes que possam nos putador , mesmo que de pequeno
trazer dificuldades. Os circuitos integrados reúnem porte.
funções com milhares e até milhões de Por outro lado, até mesmo a
A ITAUCOM, para esta finalidade
de componentes que não seriam muito
conta com esta placa básica que colocação dos circuitos integrados
cômodas nem interessantes para numa placa e seus periféricos como
permite montar um serem feitas com elementos discretos,
microcomputador do tipo PC, o capacitores, resistores, cristais, etc
e até ocupam um espaço menor pos- também não seria um trabalho muito
Baby XT88, e que traz todos os sibilitando assim a realização de agradável, dada sua enorme quan-
elementos básicos para um aparelhos mais complexos e compac- tidade, mesmo que num projeto de
excelente projeto, de porte tos, mas o trabalho do montador não porte médio.
profissional. Reunindo tecnologias terminou.
Mas, dispondo de uma placa básica
muito avançadas esta placa Podemos reunir estes integrados de que tenha funções que envolvam mi-
simplifica o projeto e até pode ser diversas formas e com isso obtermos lhares ou mesmo milhões de com-
usada como elemento de montagens complexas com muitas ponentes básicos ainda assim o hobis-
reposição para computadores da funções, usando tais integrados como ta tem um trabalho considerável se
mesma linha. elementos básicos. quiser ter seu computador funcionan-

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 17


apresentam defeitos no equipamento
de um cliente.
Neste artigo descrevemos o fun-
cionamento de nossa placa, e,
daremos sugestões para a formação WINCHESTER
de seu próprio microcomputador
PC/XT com base em elementos
periféricos existentes em nosso mer-
cado.
O diagrama completo da placa
básica, pela sua complexidade e SISTEMA SIMPLES COM: 1 DRIVER
1 WINCHESTER
MONITOR
tamanho não pode ser publicado nas 1 MONITOR CGA

Fig. 1-Estrl1;tura básica de páginas normais desta revista. Por


um PC-XI. isso, o leitor está recebendo este Fig. 3 -Su(jestão para compor o
diagrama em separado, em folha única sistema simples PC-XI.
de tamanho maior. Esta folha deve
do, um trabalho que pode ser acompanhar cada exemplar de sua
Revista Saber Eletrônica. c) Barramento de expansão
agradável, interessante e ensinar muito
sobre as técnicas envolvidas. d) Interfaces de teclado e impres-
Este trabalho se concentrará em A PLACA PRINCIPAL sora
operações realmente importantes e) O integrado GACXT da
(muito mais do que a soldagem de com- Para formar um sistema PC/XT ITAUCOM que reúne funções
ponentes que é monótona quando seu básico, como o que propomos em torno necessárias em grande quantidade,
tipo se repete infindáveis vezes) como da placa principal devem estar dispos- necessárias a minimização dos com-
o estabelecimento de interligações que tos diversos elementos que serão es- ponentes necessários e a construção
levam ao sistema desejado. colhidos de acordo com a aplicação e de um microcomputador compatível
A ITAUCOM dispõe de uma placa os recursos desejados pelo usuário, com o IBM PC/XI. A placa possui ainda
básica para elaboração de um conforme mostra a figura 3. os "slots" para conexão das interfaces.
microcomputador PC/XT o Baby XT/88 Nosso projeto é feito em função da Veja que esta placa não possui o
que se enquadra muito bem no que placa Baby XT da ITAUCOM que utiliza formato original nem o 3 em 1, mas tem
dissémos. chips customizados, com um tamanho formato próprio. O integrado
Reunindo já todos os elementos de aproximadamente 22 x 24 cm. ICG82C114 (GAXT) integra uma
para a elaboração de um computador Esta placa denominada "placa- grande quantidade de funções impor-
básico, ela deixa por conta do mon- mãe" ou CPU é a base de todo com- tantes de nosso projeto sendo pois o
tador estruturar o seu sistema, seme- ponto de partida para o nosso projeto.
putador da linha PC. Nesta placa ficam
lhando o tipo de teclado a ser usado, a os principais circuitos integrados que
fonte de alimentação os drivers para reúnem as funções de um computador
o GACXT
disquetes e impressora, o monitor e como por exemplo:
outras interfaces que possam ser úteis, a) O microprocessador IC-8088 O GACXT é um circuito integrado da
(figura 1). b) As memórias RAM ITAUCOM fabricado em invólucro de
A própria ITAUCOM já utiliza esta
placa em seu sistema básico de PC/XT
, __ KEYBl
O Baby XT88, que é mostrado na figo2. O
o °llun'
No entanto, as caraderísticas desta
placa, procurando reunir funções
universais num microcomputador
CONECT O
per- o~""'::'2~11 ~ O

mitem que a composição do sistema


seja feita com elementos de pratica-
011 n ~ ~ _onEXPANSAO ~ ~ ~

mente qualquer marca e procedência.


No sentido de orientar o leitor para
a escolha dos elementos que já foram
experimentados em laboratório e se
mostraram compatíveis, e que even-
tualmente possam ser encontrados em
sua localidade no final do artigo
daremos uma tabela completa dos
mesmos. MEMÓRIA
RAM
Evidentemente, pelo seu caráter
universal, a placa também pode ser de
grande utilidade para os técr:licos
reparadores, visto que ela pode ser
usada na substituição de outras de Fig. 2 -Placa do sistema básico do PC/XI.
procedências problemáticas que

18 SABER ELETRÔNICA N2 229/92


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DO
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VSS
AD5G3
MEMR
CSB
CSA
AD7
S2B
G10
K11
C7
G2
EINTA
DNPI
CSPRPG11
C9
ENDVI
CLK14
RAS2
CLK4
CLK88
VDD
DIP1
DIP5
AD2
AD3
A16
A18
VDD
IR4
X141
DNE
VSS
H10
H11
8USY
EVENIO
EINTB
IOCRY
VSS
ACK
ADO
A14
CAS
A15
A19
DSS
HRQ
S18
A8
M10
IR5
NMI
IR6
A9
INIT
ALEC6
C5
IOR
-C12
C10
C11
D2
L8
L6
L4
L7
L5
M6
DIP6
J11
F10
J12
J10
K5
D11
F12
L11
M2
M1
K6
M4
NOME
K12
K10L1
C8
H2
L
M5
K3
E12
F11
K1
J2
E10
F1
K7
J3
NºDO
G1
C4
SLCTI
RST
ERROR
RASOSINAL
SINAL
TESTE
X140
X241
BEEP
G12
SEMRDI
DMAAEN
MEMW
AD4
IR2
D3
SELFRQ
CKDMA
CSPR8H1
DACK3
RQGT
IR3
PWRGD
IOCHCK
RDYDMA
DMACS
AUTFD
PAREN
DREQO
DACKO
DACK2
HOLDA
MRAS
RDY88
N8AN
INT88
WPA
RAS1
K8CK
DIP2
AD1
DIP7
A17
SEL
A13
DIP4
K8DT
DIP8
AEN
L12
DTR
IOW
S08
PE
K4
M11
M12D1
EH3
9
J1
1
PINO
PINO
L3
L2
H12
K2
E11
L10
F2
M3
M8
E3
E2
D12
M7
D10
F3
M9
K9
K8

Pinagem do GACXT
§)
ICG82C114
9138
BRASIL

V ISTO POR C [MA

:o\@@@@~(P)@@@@ o M
@@@@@@@@@@@L
@@@@@@@@@@@@ K
!@@@ @@@J
@@@ @@@H
@@@ @@@G
@@@ PINO @@@F
@@@ IGUIA @@@>E
@@@@ @@@D
:§)@@@@@@@@@@@ C
:§)@@@@@@@@@@@ B
@@@@@@@@@@ o A

/1 2 3 4 5 6 7 8 9 10n 12
VI STO POR BA IXO

Fig. 4 -Pinagem do GACXT

108 pinos tipo PIN-GRID-ARRAY e que


reúne tódas as funções lógicas das
placas CPU e memória de microcom-
putadores compatíveis com o IBM
PC/XT, conforme mostra a figura 4.
Excetuando-se o microprocessador
8088, o co-processador 8087, o circuito
para o controle de DMA (8237), as
memórias RAM e ROM e circuitos para
driver, o GACXT integra todas as
funções necessárias ao controle da
CPU e acesso à memória.

CARACTERíSTICAS

• Inclui as funções de suporte a CPU


e memória de microcomputadores
compatíveis com o IBM PC/XT.

• Possui 8 níveis de controle de


interrupção (parcialmente
compatível com o 8259 da Intel).
• Possui 3 canais de Timer, sendo 2
programáveis e 1 fixo para refresh
(compatível com 8253 da Intel).
• Gera c10ck de 4,77 MHz ou
8/10 MHz para a CPU, selecionável
por hardware ou software
(compatível com o 8284 da Intel).
• Gera sinais de comando (compatível
com o 8255 da Intel).
• Tem função de interface para a im-
pressora.
• Possui função de interface para
teclado.
• Inclui lógica de geração de watt.
• Inciui lógica de seleção DMA/CPU

20 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


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S -.
DMACS .D
A
OEINT8 SINAIS
DOS MEMÓRIA
----l
IIII I I/O
111 11
-I
I ----1PAREN
IL..-....J
SEMACI
E 1 K::=ICONTROLE
CSA
IOCHCK
DE
RASI
WPA
EINTA
GERAÇÃO
COMANDO
DE
LÓGICA
O
CSPR8
I<:::::::'> A13.
ERROR
RASOSELEÇÃO
PARIDADE
STRB
RAS2
GERAÇÃO
VERIFICAÇÃO
STIMER
L..-....J
AIS
AI6I. D
ENOVI AI91PE SU A8M
SEL
SLOTl E
D
A
N
CU
CAS
BUSY
CSPRP
DREQO
INIT
ACK
D
E
RNBAN B
N S TESTE
MRAS
E
INTERFACE
DE
DADOS
A9
DE CSB ~
SABER ELETRÔNICA
EVENIO
SLCTO
AUTFO
ADO.AD7
Nº 229/92
HPQ
H
PARALELAS
AEN
DMAAEN
DACIG
I ~I
~BARRAMENTO bd
II
SELEÇÃO

RDYDMA==:J DW
agrama de blocos das funções existentes no GACXT.

CONTROLE
DEU
bEEEP
10
Ol
O
O
0'
~
UJ
Vl
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"5
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\1
I Cidade

Data _'_ L Assinatura


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I
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:n:~:
•... 1I!!I!I!I!I .... ~ ..... ~.:}~!~!!.:,:.:,!!!t_:~_}~".:.J~p~t}~!~,t}~=~t)'~!~~t}~:;:::~!!~!~!t}~~~~~!~t·~·
.. II!I!I!!I!I!I ... III!I!I!II--_ .. !I!I!I!I!II!I ... 1JII!II!I!III ...•••.. JIII!I!I!l!It,JIII!I!I!I!I!I .••
Tipo ver.3Vdd
0,8
1,0 abaixo
.7Vdd
com
Vih
Vil
tabela
4,OV
2,OV
64 Nota
V[.IA -1,O[.lA
--Ilil(i)
250[.IA 1,0
1,0 [.IA
-1,O[.lA
1,0[.IA
lih(2)[.IA com ramento de comandos, sob controle da
pull-up
(2) cristal
Trigger CPU e gera o sinal INTAD, usando
TILlih testado com Vdd = 5,5 V e Vin = 5,5 V
Oscilador
Schmitt
Tabela I internamente, os sinais de REAY e NMI
CMOS
para a CPU. Este componente controla
até 8 níveis de interrupções e possui
dois canais de Timer programáveis e 1
canal fixo, usado para gerar pedidos de
DMA para o refresh das RAMs
dinâmicas.
O GACXT executa as funções da
interface com o teclado e implementa 3
pontas paralelas de 8 bits, sendo duas
de 8 entradas e uma de saída, gerando
inclusive todos os sinais de
decodificação de I/O dos circuitos im-
plementados e das interfaces seriais,
mantendo total compatibilidade com o
endereçamento do IBM PC/XT.
O integrado também decodifica os
endereços das memórias ROM e gera

• Inclui lógica de geração e variação Tipo Caracterí


Descida
Vdd
VddMínimo
Máximo
Vdd
Vdd3,5
1,6V
1,9V
4,2 sticas
2,8
4,5
4,5
=1,1V
0,8
==3,4
=V VVV
5,5V
Condições
de paridade.
LimiarVt-
LimiarVt+ TIPOB:c:A8,
PWRGD.
Subida Tipo TIPO
A9, D:
PAREN, SELFRO,
X141,
A13,
10CRY,
HRO, X241.
A14,
EINTA, TESTE.
10CHCK,
A15, SOB,
EINTB, Tabela
DACKO,
S1B,
ACK, II BUSY,
S213,IR2,
DACK2,
PE, IR3,
DACK3,
SLCTI,
IR4, DNPI,
IR5,
ERRaR.
IR6,
SEMRDI,
• Possui geração de lógica de con-
, DIP2, DIP4, DIP5, DIP6,
trole do NMI. DIP7, DIP8, ENDVI, NBAN,
• Gera RAS, SEL e CAS para RAMs
dinâmicas, para até 3 bancos de 256
kbytes cada, e capacidade de
endereçamento até 704 kbytes ou
até 640 kbytes.
• Faz a decodificação de endereços
de ROM, com programação para
endereçamento da ROM em RAM
(shadow).
• Utiliza tecnologia CMOS de 2 um, de
baixa dissipação.
• Os níveis lógicos são compatíveis
com TIL. sejam submultiplos das suas os sinais de controle (RAS, SEL e CAS)
• Possui proteção contra descarga freqüências, incluindo-se o clock da e sinais para a verificação de paridade
eletrostática. CPU de 4,77 MHz ou 8/10 MHz. das memórias RAM.
A partir de dois cristais, o GACXT O GACXT também gera os sinais Temos ainda implementada as
gera todos os clocks do sistema que laR, 10W, MEMR e MEMW do bar- funções da interface com a impressora
e gerenciamento da utilização dos bar-
ramento de dados, endereços e co-
-Nota
TIL,Voh
Oscil.8Vol
4mA
.28mA
loh
-4,0C
loz
8,0
0,42,4
4NA
mA
8V
-1,4mA
(5)
(4)
101ristal
mA
mA
V (3)
mandos do sistema, liberando-as para
X: ALE,
TIPO Y: X140,
STRB,
(4)
(5) X240.
loz AUTFD,
CLK14,
Voh, CLK88,
DMACS,
loh
testado INIT,
CKDMA,
testado
com RDY88,
SLCTO.
CSINTA,
MRAS,
com
Vdd RDYDMA.
=Vdd
5,5CSINTB,
RASO,
=V 4,5 V RAS1,
Tabela HOLDA,
III RAS2,
AEN,CAS,
NMI,SEL,
DMAAEN, WPA, a CPU ou o DMA. Na figura 5 temos um
TIPO z: INT88, DTR, DEN, BEEP, DREOO, CLK4, RST, CSPRB, CSPRP, diagrama de blocos das funções exis-
tentes no GACXT.

PINOS E FUNÇÕES

Damos no final deste artigo as


funções de todos os pinos deste com-
ponente de nosso projeto.
Os valores máximos absolutos do
Chip são:
• Temperatura ambiente com
polarização: O°C até 70°C
• Temperatura de armazenamento:
-55 a+150°C
• Tensão nos pinos em relação ao
terra: -0,3 V até Vdd +0,3 V
• Tensão de aliment.: -0,3 V a 7,0 V
24 SABERELETRÔNICANº229/92
Voh
-8mA
8Vai
lozmin
-4mA
lohVil
40,4mA
As várias tabelas dão as
Vih
lozmax
Nota
TIL,
2,4
0,42,0VV
-1Of!A
1Of!A
101
(5)
(4) V (3)
84 mA características OC das entradas e
TIPO
(4)
(5) loz88:
Voh, laR,
loh
testado IOW,
Atestado
18,com MEMR,
com
A 19,
Vdd =Vdd
AOO,
Tabela IVMENW,
5,5 =V 4,5
A01, V K80T,
A02, K8CK,
A03, A04, EVENIO,
A05, A16, A17,
A06, A07.
TIPO 84: RQGT saídas, além das portns direcionais
especificadas para TA de O.a70°C, Vdd
de 5 V (mais ou menos 10% e Vss de
O V. Na tabela I temos as caracterís-
ticas das entradas. Na tabela 11 temos
uma complementação do tipo para as
entradas tip C. Na tabela temos as
111

saídas, e na IV temos as portas


bidirecionais
Na próxima edição continuaremos
com a parte prática deste artigo com as
informações necessárias e elaboração
de seu PC, com a interligação das
placas dos períféricos, drivers,
winschester, monitor, teclado e fonte .•

Nome Sinalizador
ramento
Pinos
Reset
Dados
ClockdeClock
barramento
Address
Status
Barramento
Linhas
Clock
Switches
Linhas de
8,da
24/30
almentação,
1/0
Memory
Write
Read
endereços de
do
do
doS
PPU,S
MHz
EIS
14,31818
que
14,31818MHz
9,4,77
para13,
Tipo
Read
Write
doa
Descriçãosonoro
dados
E
entrada
de
Latch
16 da
a S
S
sistema
E
EIS
EIS
EISEIS
oEIS
MHz,
indicam
14
partir
paraeda
EEeMHz
teclado
deteclado
E
dados
CPU
19 Enable
Edados
do
ciclo da
bar-
oae
15
sistema
sistema do configuração do Nome Indica
RowIndica
D1/0
ciclo
Sinal IMA
Iendereços
Chip se há
address SS
E
2S
ES
S
S
E
E
ocorrênciaSEPROM
E
EIS
Tipo
AcknowledgeE
ou
Strobe E
3para
ban-
de do 0,2 e 3
Sinal
nterrupt
Sinal
deSinal
ndica de
nterrupção
IDesabilita
Bit ativo
de
nterrupção
DMA
que
de Descrição
ready
que
de
select
Select
que,Request
requisição
endereçamento de
request
Ready
indica
paridade
a 54%
da
permite
aproven
gerada
da
da não
8/10 O2para
CPU
quando
ientes
verificação
da/para
MHz
das ade
ex-
pelo6
ciclo
saída
saída ativo
ativo
sistema
do do
para
ramento
endereços
Saídas CPU
de
o
de
microprocessador
qual é gerado
das de
cristal
e
CPU
edaCPU 33%
do
barramento 33%
sistema
do DMA
cristalde
DMA
endereços
da
o
DIP- de
de
CPU
RESET CKDMA
DACK3
DMAAEN
ENDVI 10CRY tender
sooDMA,
erro
RAMs
do
cos da
no
de os
DMA
de
interrupção
mascárável CPU
o
deciclos
oDMA
estiver
não DMA
memória
banco
canal
256
processador
kbytes earitmético
está
dinâmicas
máxima dede
do
ativo
BIOS
seráO
de
quando
para
ou kbytes
Proteção
paridade
para
704 CPU aces-
DMA
éa1/0
ativo
640
este
cada
CPU
kbytes
Power
Habilitação Good
do driver
Direção da fonte
do do bar-
do driver de RDY88
RDYDMA
AEN
CSPRPDNPI
RASO
PAREN
EVENIO
DACKO, IR21 a IR61
10CHCK
INT88
DREQONMI
CSPRB
SEMRDI
NBAN
DACK2. Ativa
ClockSin
I ndica se de is
4,77 driver dos
MHz,do canal
aaicapacidade
de ready
pinos Funções dos pinos

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 25


Nome Column
RowdaSelect
memória
Address SESStrobe
Address
Controle do SERAM
Mux Nome Sinais
Controle
das
coloca de ocontrole
de Sescrita
EIS
interfaces
GACXT Sda
E
E seriais
E S
emno
In- terface
+ Terra
5 Paralela
Volts paralela
Hold
Reset
Hold
Chip Descrição
Tipo
Acknowledge
geral,
Request
paraadooStrobe
CPU dedo
DMA
DMA Chip
Sinais deDescrição
SelectTipo
das
Request/Grant
status Inter-
para O a interface
oendereço
DMA
ouem4,77
GACXT
8/10
começa aMHz
dinâmicas
banco
MHz
para 21
operar TESTE
EINTA,
SLCTI,
VDD ERROR
EINTB
INIT,SLCTO latch
faces
modo de
para/da
operação dados
seriais
AeB
de
face
permanecer teste;
CPU da
paralela
normal em einter-
Adeve
em B
um.
Indica apósdas
controlada
se,I ndica o RAMs
pelo
seleção ACK, RQGT
CSINTA, WPA
VSS CS1NTB
STRB,
PE, BUSY,
AUTFD, Quando
Habil~ação em zero,
da seleção

nções dos pinos Funções dos pinos

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ANTENA PARABOLICA
COMPONHA O SEU SISTEMA
(Parte final)
Na primeira parte deste artigo vimos que a implementação de um sistema de recepção de sinais de TV via
satélite, usando uma antena parabólica tem alguns pontos críticos que dificultam toda a montagem mas isso
não impede que o receptor não seja elaborado de forma caseira.
Descrevemos então um projeto relativamente simples que usa nas partes mais críticas modulos que podem
ser adquiridos prontos. Isso é válido também para outras partes do sistema como por exemplo a antena,
o LNB e eventualmente um distribuidor de sinais. Como interligar tudo isso, como ajustar a antena e
utilizar o receptor é o assunto desta segunda e última parte de nosso artigo.

Newton C. Braga.

qualidade para que não ocorram per-


das. a comprimento deste cabo
V SF - P POLAROTOR( BRASILSAT) também não deve superar os 15 metros
para que a atenuação ocorrida não
venha influenciar na qualidade do sinal.
Para o polarotor, que pode ser o
VSF-P, para o Brasilsat II deve ser
usado um cabo de 3 fios com as cores
dos condutores internos preta, branca
e vermelha.

ZIROK

PRETO
BRANCO
VERMELHO

Fig. 1 -Sistema básico de recepção para o Brasilsat lI.

Na figura 1 temos o sistema básico físicos que possam ocorrer. Para a an-
de recepção para o Brasilsat II com o tena A VS 2,7 TZ da Zirok, por exemplo, CONTEÚDO:

nosso receptor e alimentando um mostrada na figura 2 e que é compatível l-APRESENTAÇÃO


televisor comum de VHF. 2- PREPARAÇÃO DA BASE
com o nosso sistema, precisamos de 3-MONTAGEM DA ANTENA

uma base do tipo indicado na figura 3. 4-AJUSTE DA ANTENA


A antena pode ser de qualquer tipo
comercial, com LNB. A base de fixação a fabricante desta antena dispõe de
5- GARANTIA

deve ser planejada de acordo com as um manual que detalha a sua fixação,
especificações do fabricante para posicionamento e ligação ao receptor. Fig. 2 -Antena A VS 2, 7 TZ da Zirok.
maior resistência ao vento e a esforços a cabo coaxial é o RG-59 da melhor

25 SABER ELETRÔNICA Nº 22S/S2


ESTADO 780e
520e
390e
21,70e
20,OOe
09,70e
09,50e810e
400e
540e
930e
850e
12,50e
14,30e
13,OOe
10,80e
16,OOe
13,60e
13,40e
11,50e
11,40e
10,10e
610e
Cruz. 730e
18,60e530e
470e
810e
400e
860e
610e
750e
420e
570e
740e
440e
730e
420e
790e
800e
650e
690e
860e
340e
810e
510e
440e
480e
470e
20,30e
20,60e
20,50e
20,10e
08,70e
07,70e
21,60e48
50
330e
61
62
68
63
59
58
51
64
56
49
77
71
79
53
57
52
Boa
06,50e
05,90e69
67
78
80
72
Porto
02,10e
09,30e
18,30e
18,80e
15,60e
12,OOe
16,20e
16,40e
13,20e
01,1
09,4
'21,50e
Joâo do
14
Goiânia
10,50e
Cascavel
Maceió
05,50e 380e
500e
590e
3Pessoa
380e
330e
400e
800e
00e
540e
740e
490e
Vista
21,30e640e
15,50e
10,50e
19,OOe
15,80e
16,80e
12,70e
14,70e
18,50e
10,90e
13,80e
13,90e
Humaitá
78
74
83
60
73
11,OOe
Canto 900e
430e
48
550e
21,70e
19,30e
16,40e 22
Crato
Es
59
Oe
49
580e
21,80e Oe
CIDADE
Barreiras
Belêm
Belo
760e
Aracaju
20,50e
16,80e 63
Barra
Porto Sul
Bacabal
65
do Es
Es
Velho
Recife
Natal
690e
Horizonte
Buriti
Campos
730e
Araçatuba
Chapecó
AZlMUTE
Macapá
ELEVAÇÃO
780e Trindade
Alegre
Campodo
DECLINAÇÃO
57
Brasília C)
Garça
(O)Grande
57 Vitória
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A ligação deste cabo ao receptor já coaxial ' de 75 ohms com um balun
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foi mostrada na figura 1. Para a ligação (adaptando esta impedância para 300
do televisor deve ser usado um cabo ohms), O comprimento deste cabo

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 Anote no Cartão Consulta SE N2 011391


deve ser o menor possível, o que ~ fácil
de se conseguir pois normalmente o
receptor é instalado junto ao televisor.
Uma vez instalada a antena e feita
a sua ligação ao receptor é preciso AJUSTE DE EL EVAÇÃO

-+ _____
l07mm
hDORES

,
POSiÇÃO DOS
I
posicionar a antena para apontar
diretamente para o satélite.
Na página anterior fornecemos uma
I I l07mm
tabela de coordenadas para

+-=--+1 localização do Brasilsat li, levando em


conta a declinação magnética.
Para maiores informações sobre
ÂNGULO
DE
ELEVAÇÃO

isso sugerimos consultar as Revistas


Saber Eletrônica Nºs 216, 217 e 218.
Na figura 4 mostramos como é
medido o ângulo de azimute para
ajuste de uma antena.
Para fazer este ajuste precisamos
determinar o norte geográfico. Isso se Fig. 5 -Mecanismo de elevação.
consegue com uma bússola, compen-
sando-se a declinação magnética do
local. para a esquerda e para a direita obser-
Conforme explicamos em outras vando a imagem do televisor para
Fig. 3 -Base compatível edições desta revista, o pólo Norte
com o sistema. detectar qualquer sinal. Não con-
magnético não coincide com o norte seguindo nada aumente a elevação em
geográfico. Isso faz com que haja uma 2 graus e repita a operação. Continue
diferença entre a indicação da bússola
fazendo a varredura em passos de 2
e a posição real do Norte, o que precisa
graus até 16 graus ou até obter a me-
ser compensado.
DECLINAÇÃO MAGNÉTICA
Como esta compensação varia de lhor recepção. Se nada conseguir, volte
NORTE
MAGNÉTICO local para local, uma tabela fornece os agora a antena para a posição inicial e
( BÚSSOLA)
valores das compensações que repita a operação diminuindo a
AJUSTE
AZIMUTE
DE
precisam ser feitas. A elevação é feita elevação de 2 em 2 graus até 16 graus
L conforme mostra a figura 5. abaixo da posição inicial.
Um transferidor é adaptado junto a Ao detectar o sinal, pare e faça o
curva da parábola de modo a se obter melhor ajuste com base na qualidade
um ângulo com a vertical. imagem. Esta operação deve ser
Esta linha vertical pode ser con-
acompanhada da procura dos canais
seguida com a ajuda de um fio de
em operação com a atuação sobre o
prumo.
botão de sintonia.
Para ajustar a antena a partir do
ponto inicial obtido na tabela, movi- Nos receptores comerciais normal-
mente lentamente a antena 25 graus mente o seletor vem pré-ajustado para

SISTEMA PARA RECEPÇÃO DO BRASILSAT.


DOIS RECEPTORES

Fig. 4 -Medição do ângulo de


azimute para ajuste de uma antena. Fig. 6 -Exemplo para alimentar com umLNB.

30 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


TV

POLARITY MUL T
SWITCHENS
ALL PORT 5
POWER PASSING
INPUT
MODEL SAM-' 01

TO RECEIVERS11

SISTEMA PARA RECEPÇÃO DO BRASILSAT: QUATRO RECEPTORES

Fig. 7 -Configuração para quatro televisores.

um canal e com isso o botão fixado por portanto, dois receptores inde- Para 4 televisores temos a confi-
meio de fita adesiva. pendentes para dois televisores. guração mostrada na figura 7.
Desta forma basta atuar sobre a Esta configuração é sugerida pela Esta também é sugerida pela Zirok
posição da antena até encontrar o Zirok, em função de seus aparelhos e e faz uso de uma antena parabólica
ponto de melhor recepção. No receptor acessórios, mas também é válida para AVS 2,7 TX 2 LNB, e receptores do tipo
montado entretanto, isso não ocorre. o receptor descrito neste artigo. VSR-3000 .•
Localizado o satélite coloque o controle
SKew no centro do curso e posicione a
chave vertical/horizontal em Vertical.
Faça o ajuste de polarização girando o
tubo S da antena até que o sinal de um
canal horizontal (por exemplo a Ban-
deirantes) desapareça por completo.
Mude a chave de polarização para
Horizontal e reajuste o azimute e
elevação sempre procurando o melhor
sinal. Com o máximo obtido, fixe a an-
tena.

OPERAÇÃO

a) Sintonize o receptor no canal 3


ou 4, conforme seleção do modulador.
b) Coloque a chave de posição
(Horizontal ou Vertical) na posição cor-
respondente ao canal recebido.
c) Atue sobre o seletor até encontrar Sua empresa procura produtos com:
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alimentar com um LNB e umà antena

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 31


~

OSCILOSCOPIO
Curso de Operação
Lição nQ 10

Na lição anterior demos uma pequena amostra do que é possível fazer com um osciloscópio
na análise da parte elétrica de um automóvel. É claro que, com a entrada cada vez maior de recursos
eletrônicos no automóvel, novos usos devem aparecer e o técnico deve estar atento a isso. Mas, as
utilidades do osciloscópio não se restringe a análises dinâmicas, com a prova de circuitos em
funcionamento. O osciloscópio também se revela um utilíssimo provador de componentes, obtendo
dados de grande importância para o usuário.

Newton C. Braga

32 SABER ELETRÔNICA N2 229/92


PROV A DE COMPONENTES
COM O OSCILOSCÓPIO VARIAÇÃO DA TENSÃo -APLICADA

I EXEMPLO DE CURVA
I
Assim, em lugar de simplesmente
o
dizer se um componente está bom ou não,
o osciloscópio consegue levantar suas
curvas características, ou seja, suas SINAL DE PROVA
NO CORRENTE
COMPONENT~ -I
condições não apenas para uma deter- rv
minada condição de prova mas sim numa
ampla faixa de condições de prova. Cur-
vas características de diodos, transis-
tores, SCRs e outros componentes podem
ser levantadas com o osciloscópios e ou-
tros instrumentos auxiliares que normal-
mente toda oficina possui. Alguns destes Fig. 3 -Exemplo de visualização de característica de um componente.
instrumentos auxiliares em certos casos
se resumem a simples fontes de
alimentação. componentes, da mesma forma que as
1. CURVAS CARACTERÍSTICAS ondas geradas ou encontradas em muitos
circuitos são representações gráficas do
fenômenos dinâmicos.
As características de funcionamento
Isso significa que, da mesma forma
dos componentes eletrônicos podem ser EM PROVA
que o osciloscópio pode nos dar uma
representadas por uma curva, tensão ver-
visualização desta forma de onda, "repre-
sus corrente, conforme mostra a figura 1.
sentando-a" de forma equivalente ao
gráfico na tela, ele também pode ser
VIVI usado para projetar em sua tela a curva
R: u
Vo
_
característica, tensão versus corrente, de
Vo Io um determinado componente.
Usamos então um dos eixos para Fig. 4 -Famílias de curvas
visualizadas com um sinal em escala.
IIAI medir a corrente no componente e o outro
IO para medir a tensão, e aplicamos no
elemento em teste uma tensão que varie
Fig. 1-Curva característica de dentro da faixa a ser analisada. junto para diversas tensões de forma es-
um resistor. calonada.
Para os casos mais comuns, a tensão
Isso é interessante por exemplo no
pode vir de uma simples fonte de tensão caso da análise das curvas de transistores
alternada, com forma de onda senoidal e
Para o caso mais simples, indicado na e válvulas.
amplitude que seja ajustada de acordo
figura 1, temos a variação de corrente Com a -aplicação de uma tensão em
com a faixa de características que
num resisto r em função da tensão forma de "escada" conforme mostra a
precisamos conhecer.
aplicada entre seus terminais. As formas figura 4, podemos levantar uma família
Isso significa que, a tensão no com-
dessas curvas variam muito, e em muitos de curvas para o componente em análise,
ponente passa a variar constantemente
casos interessa ao projetista tanto saber o conforme sugere esta mesma figura.
entre dois valores, fazendo a varredura
que acontece com tensões positivas Evidentemente, em função do tipo de
horizontal ao mesmo tempo que na
(primeiro quadrante) como também o que entrada vertical no osciloscópio é curva que desejamos obter podemos
ocorre com tensões negativas (terceiro aplicada a cwrente no elemento em modificar a forma do sinal ao com-
- quadrante), (figura 2). análise, (figura 3). ponente.
As figuras que vimos são uma repre- O resultado é a projeção de uma ima-
sentação gráfica do que ocorre com estes gem que corresponde justamente a 2. PROVA DE COMPONENTES
característica tensão versus corrente
deste componente.
Veja que, neste caso é tão importante
a) Medida de resistências
aplicarmos um sinal triangular ou dente Supondo que o leitor não esteja de
de serra ao componente, a não ser que posse do multímetro num momento de
desejamos que nesta análise também es- trabalho, e deseje fazer uma medida de
o) 01000 teja incluida a resposta do componente a resistência com o osciloscópio. Como
blSC R
determinadas variações da tensão. proceder?
Fig. 2 -Curvas características de Uma outra possibilidade interessante Na figura 5 temos o modo de se fazer
diodos e SCRs. para análise destas características con- isso, empregando um resistor de valor
siste no levantamento de curvas em con- conhecido como referência.

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 33


;..... ;.;.; .
...........................................

C) Verificando a
característica de um
o diodo
A característica, tensão versus cor-
rente, de um diodo de silício ou de
germânio pode ser visualizada com o cir-
EXT - LIGADO cuito da figura 7.
GERADOR OU FONTE C.A. A fonte de C.A pode ser um transfor-
mador com secundário de 6 V e corrente
(VERTICALI
acima de 500 mA.
100mV A 5Vpp TOCAR EM A DEPOIS EM B a osciloscópio deve estar na operação
E COMPARAR OS TRAÇOS com varredura externa (EXT), e tanto os
B
amplificadores X como Y (horizontal e
vertical) preparados para receber sinais
De. Ajustamos então a tensão da fonte
Fig. 5 -Comparando ou medindo resistências.
de modo que ela seja zero e levamos o

A varredura deve estar desligada e


usamos apenas o eixo Y na medida.
Aplicamos um sinal qualquer no circuito, GAN HO X ' GANHO Y
que pode vir de um gerador de sinais, bem
como, de uma simples fonte de tensão
alternada. As deflexões estarão em
proporção aos valores dos componentes
EXT LIGADO
conforme mostra a propria figura. GERADOR DE ÁUDIO OU
b) Casando valores de FONTE C.A.

capacitâncias
Na falta de um capacímetro, podemos
finalmente usar o osciloscópio e o
gerador de sinais para encontrar dois
capacitores de mesmo valor ou então
verificar a tolerância deste tipo de com- Fig. 6 -Casando capacitores.
ponente.
Na figura 6 temos o modo de se fazer
a ligação dos elementos para este teste. Ihores resultados. Se o capacitor em teste traço horizontal na tela do osciloscópio a
a princípio é simples: se os dois estiver com valor diferente do tomado uma ou duas divisões abaixo do centro.
capacitores tiverem o mesmo valor, os como referencia ou ainda com problemas Depois, ajustamos o posicionamento
sinais senoidais aplicados nas entradas de fuga, ou curto, obteremos na tela, elip- e o ganho do osciloscópio e aumentamos
vertical e horizontal do osciloscópio, ses em certa quantidade. a tensão da fonte até obter uma figura do
ficam defasados em 90 graus e a figura Pequenas deformações no circulo ob- tipo mostrado na figura 7.
obtida é um circulo perfeito. tido, pode ser devidas a distorção do sinal A partir desta figura, podemos iden-
A freqüência escolhida para este teste do gerador. Por outro lado, uma elípse tificar as regiões de condução e bloqueio
depende dos valores dos capacitores. indica que os ganhos das etapas de do diodo.
Tanto menor o capacitor, maior deve ser amplificação vertical e horizontal estão d) Prova do Diac
a freqüência para assim obtermos me- ajustadas de modo diferente. Na figura 8 temos o modo de testar-
mosumDIAe.
A fonte de alimentação externa deve
ter uma tensão de pico maior do que a
6V
exigida para o disparo do DIAC.
:0~
@r~d
L~J
~. 000
Um transformador com uma tensão de
secundário de 25 V a corrente de pelo
:~: 1 @@
menos 100 mA serve para esta prova.
@@ @ Inicialmente regulamos a tensão para
o circuito em O V e ajustamos o
osciloscópio para a posição de sincronis-
mo externo (EXT). As entradas devem
estar preparadas para receber sinais De.
Fig. 7 -Analisando um diodo. a traço deve então ser centralizado na
tela e em seguida abrimos o controle da

34 SABER ELETRÔNICA N9 229/92


tensão alternada (PI), até obtermos a
figura mostrada. Tanto o ganho horizon-
100.11.
tal como vertical devem estar ajustado
para a ordem de grandeza das tensões
envolvidas.
A figura final obtida na tela para um
DIAC em bom estado é mostrado na
própria figura 8 que já vimos. DIAC

Os pontos de disparo podem então ser


medidos facilmente em função do
número de divisões horizontais e da
posição da chave de ganho horizontal. Fig. 8 -Curva de um diac.
Esta chave de ganho deve operar na
função calibrada (CAL), para que te-
nhamos precisão nos volts por divisão Para operar o teste de varredura do na figura. Nesta figura só observamos o
lidos. osciloscópio deve estar na posição EXT, trecho da curva em que o anodo é
Observe que a curva característica de e os canais X e Y na condição de trabalhar negativo em relação ao catodo, ou seja,
um diac deve ser simétrica, ou seja, os com correntes contínuas (DC). na condição de polarização normal deste
pontos de disparo num sentido e noutro Inicialmente, ajustamos as duas fon- componente. Lembramos que os diodos
devem ocorrer as mesmas tensões. Se isso tes para zero volt. Com os controles de zener operam polarizados no sentido in-
não ocorrer, com deformações na figura posicionamento vertical e horizontal verso.
estaremos diante de um componente colocamos o traço no canto superior Com as funções calibradas nos ga-
suspeito. direto da tela. nhos dos amplificadores podemos facil-
mente visualizar a tensão zener.
f) Prova de transistores
unijunção
10011.
Para verificar o estado de um transis-
tor unijunção podemos fazer uso de um
circuito mostrado na figura 10.
Usamos também duas fontes de
alimentação: uma contínua de 9 a 12 V e
outra alternada da ordem de 12 V. Na
R
(VER TABELA)
cofiguração mostrada, o sinal alternado é
usado para disparar o unijunção e ao
F ig. 9 - Traçando a curva de um zener. mesmo tempo proporcionar a varredura
horizontal. O pulso produzido no instante
do disparo é plicado ao eixo vertical per-
e) Prova de diodos zener Depois, ajustamos a tensão contínua mitindo assim sua visualização em
função do instante em que ele ocorre no
Na figura 9 temos as ligações para a em aproximadamente 2 vezes o valor da
ciclo do disparo.
prova de,~iodos zener. Usamos duas fon- tensão zener que esperamos no,diodo.
tes, uma de tensões contínuas e outra de O osciloscópio deve estar na condição
Os ganhos dos amplificadores de varredura externa e inicialmente
tensões alternadas, da mesma ordem que
horizontal e vertical devem ser também colocamos a tensão contínua em zero
a tensão do zener que está sendo
analisado. ajustados para obtermos a curva mostrada volt.
O resisto r R de I watt, deve ter valor
de acordo com a tensão zener e também FORMA DA CURVA

com a dissipação do zener em prova. Uma


+ o
tabela aproximada vale para diodos
acima de 400 mW.
FONTE 9 -12V
.............................. - ..

,{:::I!9Ii!IIW ",','
1a3V 330Q OV

3a10V 1kQ

10 a20V 2,2 kQ
20 a 40 V 4,7 kQ

Tabela I Fig. 10 -Analise de um transistor unijunção.

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 35


Em seguida ajustamos o gerador de
áudio para uma saída com amplitude de
o
aproximadamente 5 V e as amplificações
Of,~,~ dos eixos X e Y até obter um traço reto
,.0: 000] inclinado, conforme mostra a figura.
O ganho do transistor será dado em
I 01 :~:
~@ 10 função da corrente sobre o resistor de
OSCILADOR
GE RADOR 1kHz 000 coletor que é obtida dividindo-se a
variação da tensão no sentido vertical
(eixo Y) pela corrente no eixo X que é
obtida dividindo-se a tensão pela
resistência de base. Como as resistências
Fig. 11 -Curva Ic/Ih de um transistor visualizada no osciloscópio. de base são fixas, pelo próprio ganho dos
amplificadores X e Y do osciloscópio,

Com a fonte de CA desligada levamos


o traço do osciloscópio a parte inferior da 5 CURVA

tela. B1 e B2 devem inicialmente estar


deligados para estes ajustes. GERADOR DE "ESCADA"

Ajustamos então a -tensão contínua


para um valor entre 9 e 12 Ve vagarosa-
mente aumentamos a tensão alternada até
obter o traço indicado na figura.
Os controles de ganho devem ser 5 DEGRAUS
reajustados para melhor visualização
desta forma de onda.
g) Medindo o ganho de
um transistor Fig. 12-Como visualizar as curvasIdx Vds.
A configuraÇão da figura 11 permite
o ganho de um transistor de uso geral, ou
o traço será "girado" em 180 graus na tela podemos estabelecer uma relação direta
seja, traçar a característica IclIb (corrente entre as correntes de coletor e base.
do osciloscópio.
de coletor sobre corrente de base) para
Para obter a forma de onda indicada Com este procedimento podemos
uma tensão de coletor quase constante. -
na figura, inicialmente colocamos a comparar ganhos de transistores e com
O circuito de prova, que pode ser isso selecionar pares casados.
tensão de saída do gerador de áudio em
empregado em aplicações didáticas usa h) Características IdNds
duas fontes de corrente contínua _e um zero e o canal X do osciloscópio na deumFET
gerador de áudio operando numa condição de sincronismo externo (EXT).
Uma família de curvas IdNds de um
freqüência de aproximadamente 1 kHz Os canais X e Y devem estar preparados
transistor de efeito de campo pode ser
(que é a freqüência para o qual o ganho para trabalhar com sinais contínuos (DC). obtida com o circuito da figura 12.
será estabelecido). Ajustamos então os posicionadores para Precisamos para esta prova um
Para trabalhar com transistores NPN qlie o ponto luminoso fique no centro da gerador de forma de onda do tipo "es-
basta inverter as polaridades das fontes, e tela. cada" onde o número de degraus, vai
determinar o número de curvas que ob-
+ 12V temos para a família projetada.
Na figura 13 temos um circuito que
produz este sinal em forma de escada.
470 fi A freqüência para esta prova pode

JLJL 1 variar entre 1 e 5 kHz tipicamente, para

-1 operação com transistores de efeito de


campo comuns de canal N.
O procedimento para obtermos a
família de curvas é o seguinte:
A fonte de alimentação externa é ajus-
tada para 9 V alternados em série com
9 V contínuos que podem ser obtidos de
uma simples bateria.
Fig. 13 -Um gerador de "escada" com transistor unijuTlfão. A amplitude do sinal em escada deve
ser de 1 V no ponto de máximo. O canal

36 SABER ELETRÔNICA N° 229/92


X do osciloscópio deve ser ajustado de No eixo X temos uma variação Vds muitas lições. Deixamos por exemplo
modo a receber o sincronismo externo. que corresponde a amplitude do sinal CA para ocasião oportuna a análise das
As entradas devem estar na condição aplicado. No eixo Y temos as correntes famílias de curvas de transistores co-
DC e os ajustes de posicionamento são correspondentes. Cada curva se refere a muns, que por ser assunto mais impor:
colocados de tal forma a levar o traço uma tensão de polarização de comporta,
tante merece espaço.
luminoso ao canto superior esquerdo da ou seja, para valores de Vgs escalonados
entre Oe o valor máximo da "escada". Baseado nos princípios de operação
tela, inicialmente sem alimentação.
de outros componentes, como por ex-
Com a alimentação ligada ajustamos
CONCLUSÃO emplo, lâmpadas neon, SCRs, Triacs. e
os ganhos dos canais X e Y de modo a
obter a família de curvas indica das na outros facilmente elaborar configurações
figura. que permitam o levantamento de curvas
Não vimos todos os tipos de provas
A tensão de alimentação da fonte al- que podemos fazer com componentes características. O osciloscópio se toma
ternada deve ser ajustada também de comuns, usando o osciloscópio, pois elas então uma ferramenta extremamente útil
modo a se obter a melhor visualização. certamente levariam a ocupar o espaço de na visualização destas curvas. • •

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Bairro:
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CEP: Cidade:

SABER ELETRÔNICA N° 229/92 37


rojetos dos Leitores
SISTEMA DE ALARME COM
A TIV AMENTO AUTOMÁTICO 1
D~
lN4148

Este interessante projeto do leitor ATI VO EXTERNO


Valdomiro Emídio da Silva de São José ATIVO INTERNO
,

do Rio Preto - SP, inclui pré-alarme e


tem por novidade o fato do seu
ativamento ser automático, ficando
permanentemente ligado, mas só
(-I
sendo ativado quando todo o recinto for
fechado, evitando assim o
esquecimento. L.EDs do lado externo e
interno indicam seu ativamento.
O sistema também dispensa a
necessidade de camuflar chaves pelo
lado de fora. Como módulo básico ele
pode ser alterado conforme a vontade
do montador. (figura 1)
Funcionamento: quando S1 é
ligado, L-3 acenderá, indicando "sis-
tema ligado". Porém, quando todos os
sensores forem fechados (reed-
switches) K1 ativará alimentando
também a bobina de K2, e travando-a
através de S2 que é um push-button
NF. Com isso os LEDs de ativamento Rll Lõ-- -f-0
• NAI'·2V +
acendem, e ao abrir qualquer porta, K1 680n
desligará, mas K2 permanecerá 100~F
jr~
travado mantendo o terminal de C de 16V

K1 energizado. Desta forma, haverá a


condução e a alimentação do circuito
de trava formado por R1, R2, R3, R4, temporização formada por um Para desarmar o sistema basta
TR1, TR2, C1 e 04. Mesmo que a porta pressionar S2. Caso o montador
operacional 741 na configuração
seja novamente fechada o disparo monoestável.
ainda ocorrerá. deseje, poderá ligar S1, embora não
O tempo poderá ser ajustado con- seja necessário, pois o consumo sem
A seguir, iniciada uma contagem ativação é apenas o consumo de L3, da
forme a vontade do leitor, através de
re'gressiva para o disparo, formado ordem de 30 mA. Como se trata de um
pelo pré-alarme (figura 2), ligado ao P1, isso na faixa de 1 a 60 segundos.
sistema para sei usado em recinto
ponto X, que é um "bip-bip" na (TP1 deve ser linear). Decorrido o
comercial, não há riscos de ativamento
freqüência de 1 pulso por segundo de tempo de programação, K3 ligará e nos errático.
1 kHz, caso não se pressione S2, e o seus terminais poderá ser alimentado
O alarme em questão foi projetado
alarme disparará pois simultâneo com um sistema de aviso, como por ex-
para uso exclusivo em, recinto comer-
o pré-alarme é dado início a uma emplo, uma sirene de 12 V.
cial onde as portas permanecerão
abertas, porém, nada Impede que seja
2 usado em residências, bastando des-
(X )
o ligar S1 em lugar de pressionar S1.

MIXER DE 7 CANAIS

Este excelente Mixer foi enviado


pelo leitor José Guimarães Resendes
R~ de Santa Maria da Boa Vista - PE. Este
lkn mixer foi desenvolvido inicialmente
para a função de mesa controladora
para sinais de áudio, estes sinais eram
aplicados a um transmissor de FM, for-
38 SABER ELETRÔNICA NO 229/92
Projetos dos Leitores

4 mando assim uma pequena estação de


51-58 INTERRUPTORES DE PRESSÃO OU SELETOR POR TECLAS..&.. 51
rádio/FM, (fig. 3) e tem monitoria para
0.0-52 fone com LM350, e entradas amplifi-
ao-
;.&.; cadas para dois microfones, (fig. 4).
O~ Interruptores de pressão conectam
.54
ai: SS
de maneira independente as entradas
e a saída ao fone de modo a se poder
~ proceder a ajustes com mais precisão
:) ~ para fontes de sinal.
;.&.;57
O circuito integrado LA4430 deverá
o.::58 ser dotado de radiador de calor de 10 x
10 em. As chaves 81 a 88 são interrup-
tores de pressão de 2 posições (liga x
desliga x 3 pólos).
No diagrama mostramos apenas
um dos canais, mas para um sistema
de som estéreo devem ser montados
dois canais iguais.
Nestas condições os potenciô-
metros de P1 a P8 deverão ser duplos.
A alimentação do mixer deve ser
feita com tensão de 12 a 15 V e corrente
de pelo menos 3 A, já que o monitor é
OS PINOS 2,3,4,S,7,9,10,l1,12
de boa potência.
sÃo ATERRADOS +VCC Este monítor pode ser usado para
alimentar um pequeno alto-falante
numa cabine de som. No entanto,
pode-se usar um amplificador de
menor potência excitando um fone de
ouvido.
Neste caso, a corrente da fonte
pode ser bem menor.
M~ n·C6 Os resistores são de 118 W e os
eletrolÍlicos para 16 V ou mais. Os
demais capacitores podem ser de
poliéster ou cerâmicos.

3
CONTROLADORA MODULADOR
DE ÁUDIO MULTIPLEX
(MIXER ESTÉREOI ESTÉREO
\
SINAIS
DE ÁUDIO (SINAL MULTIPLEXADO)

PONTO Xa
TRANSMISSOR DE FM
ANTENA
POTENCIA DE ALCANCE·
2km. (móx.l

............ "" , , , .. ..
............
...... ,-.-.-.-.-.-.-,.",
................
...............................
..... -., ,.,.,.,.,.,.,
,
, , "

' ' '.'..,'

1L".~."'!11,
••
~f:~:·:···:;:;:;;:;::;:::::::;:;::;::;:::::::::::::;:::::::::;:::::;:~~~:::::::/rff:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::~rffj~\frr:~:~r:~:~:~:~:;.;::::::./?~~~r~;:::::::::;~;~;~;~;;;;;rtfnmf~~::::

••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 39


ublicações Técnicas
Fábio Serra Flosl

RÁDIO TRINITRON, é dedicado ao PREÇO DA ASSINATURA -


GRÁFICAlELECTRÓNICA
POPULAR
técnico iniciante, pois analisa, com $ 5.100,00 (escudos). PC RUNTIME
detalhes, a estrutura e o princípio DESCRiÇÃO - Esta é a versão ~it~f~
de funcionamento deste tipo de portuguesa da tradicional revista
EDITOR - IRMEXCO (Instituto cinescópio, fornecendo também, ELEKTOR. Os artigos apresen-
Radiotécnico de México) Abrham os procedimentos de ajuste. tados são, na grande maioria, de
González 101,. Col. Juárez, SUMÁRIO - En comunicación con caráter prático, abordando a
México, D.F. 06600, México. ellector; Lo nuevo en Ia tecnología montagem de pequenos aparelhos
dei' audio, Disenemos los bafles eletrônicos, para as mais variadas
EDiÇÃO - Abril de 1991 (nº 210).
IDIOMA - Espanhol. para el equipo de sonido; aplicações (vídeo, áudio,
FORMATO -17,0 x 23,0 cm. Multímetro digital MIC-17 NL - una radioamadorismo,
Nº DE PÁGINAS -102. opción mejor; Cabezas de vídeo instrumentação, segurança, etc).
PERIOCIDADE - Bimestral. para VHS; Entrevista ai director O "Iay-out" das placas de circuito
PREÇO DO EXEMPLAR - general de indústrias RADSON impresso, da maior parte das
$ 12.500 (pesos mexicanos). SA de C.V. Actividades de Ia montagens apresentadas em cada
ASSINATURA ANUAL- sección 79 da Canacintra; Lim- número da revista, é impresso nas
$ 80.000,00 (pesos mexicanob:. piezade Ias lentes dei pick-up laser páginas centrais da mesma. Além
DESCRiÇÃO - Esta revista, de los reproductores de compact disso, o editor coloca muitas des- ,~S€:DEPROOUT~

disc; Detección de falias en Ia sas placas prontas à venda, para


editada há quase trinta e cinco
unidad de alimentación de Ias os leitores interessados ressados. DESCRiÇÃO - Esta revista foi
anos, é dirigida a: hobistas, es-
videograbadoras; Curso básico de CONTEÚDO - O exemplar que lançada por ocasião na última
tudantes e técnicos de Eletrônica
videograbadoras: primera lección: temos em mãos apresenta, entre FENASOFT, realizada em São
(níveis: júnior, pleno e sênior). Os
Ia senal de TV NTSC; Mas proyec- outras montagens, um Paulo (Abril de 1991). Ela é dirigida
temas abordados buscam um
tos con el 555; La TV de alta miliohmímetro para medição de aos programadores profissionais,
equilibrio entre a teoria e a prática:
definición; Circuitos de memória baixas resistências (contatos de que atuam na área de
fundamentos para os iniciantes, digitales; Cinescópios BLACK- chaves e relés, resistores de baixo microcomputação. Os artigos nela
TV em cores, video-gravadores,
TRINITRON; Manejo dei valor, etc.). O aparelho possui seis apresentados versam sobre os
áudio, eletrônica digital, câmaras multímetro digital; Diagramas alcances (100 mO, 200 mO, seguintes temas, entre outros:
de vídeo, novidades em equi- comeciales. 500 mO, 1 0, 2 0, 5 O). não é técnicas mais avançadas de
pamentos comerciais, histórias e
indicado para componentes que programação em CLlPPER, C, e
anedotas relacionadas com a
apresentam alta indutân- outros linguagens; Hardware em
Eletrônica, etc. Periodicamente
cia/capacitência. A indicação do microcomputadores, que sejam de
são publicados números valor medido é fornecida por um interesse dos programadores
especiais, com temas de interesse galvanômetro de bobina móvel (acesso ao vídeo, comunicação
para os técnicos que trabalham no (fundo de escala = 100 ~A). serial, mouse, etc); Análise de lin-
serviço de manutenção de apare- SUMÁRIO - O bê-a-bá da guagens e ferramentas de
lhos profissionais, como; eletrônica analógica (V); Cálculo software disponíveis no mercado
gravadores de vídeo, receptores de uma alimentação (2); O discreto internacional; etc. O editor coloca,
de de TV, equipamentos de som, (2); Miliohmímetro; Termómetro Pt à disposição dos leitores (venda
etc. 100; Energígrafo digital; Pré- por correio), um disquete com
CONTEÚDO - Entre os vários ar- amplificador MD de topo de gama; todos os arquivos dos programas
tigos apresentados no exemplar Pré-amplificador para leitor de cas- fonte que são publicados em cada
que temos em mãos, um deles, setes; Limitador de regime; Inter- número da revista.
CINESCÓPIOS BACK ruptor diferencial automático. CONTEÚDO - No exemplar que
recebemos para análise (nO1), en-
PC RUNTIME contramos, na seção de HAR-
WARE, o artigo UTILIZANDO
EDITOR - XS Informática e MEMÓRIA EXPANDIDA. Ele
Comércio Ltda.; Rua Américo descreve as características de
Brasiliense, nº 1256; CEP 04715; hardware e software da ml'mória
São Paulo - SP. expandida, e a implementação de
EDITOR- Ferreira & Bento Ltda.;
EDiÇÃO - Abril/Maio de 1991 (Ano sua utilização por programas
Rua D. Estefânia - 32, 1º; 1000 -
I, nO 1). aplicativos através de um conjunto
Lisboa, Portugal. IDIOMA - portugíles. de funções em linguagem C.
EDiÇÃO - Abril de 1991 (nO76). FORMATO - 21 ,O x 29,5 cm. SUMÁRIO - COMUNICAÇÃO:
IDIOMA - Português. PERIOCIDADE - Bimestral. Comunicação serial, parte I; CLlP-
FORMATO - 20,0 x 28,5 cm. Nº DE PÁGINAS - 36. PER: Utilização de matrizes no
N° DE PÁGINAS - 92 .. PREÇO DO EXEMPLAR - CLlPPER 5.0; Interface CLlPPER
PERIOCIDADE - Mensal. Cr$ 1.500,00. 5.0/C - parte 1; LINGUAGEM C:
PREÇO DO EXEMPLAR - PREÇO DA ASSINATURA - Modelos de memória utilizados
$ 550,00 (escudos). Cr$ 8.100,00. pelos compilador.es C;

40 SAB~R tLtTRÔNICA N0 ~~g;g~


Publicações Técnicas

DESCRiÇÃO - Esta revista é CONTEÚDO - No exemplar que


dirigida aos profissionais (técnicos estamos analisando (Novembro de
e engenheiros) que trabalham na 1990), destacamos o artigo DIS-
manutenção de aparelhos JUNTOR ELEÇTRÓNICO. Ele
eletrônicos (televisores, descreve a montagem de um dis-
microcomputadores, equipamen-
juntor que, comandado eletronica-
tos de som, aparelhos de vídeo-
mente, trabalha diretamente ligado
cassete, câmaras de vídeo, etc.).
CONTEÚDO - No exemplar que à rede CA, ligado em série com a
temos em mãos (Agosto de 1991), carga, desempenhando as mes-
destacamos o artigo EQUIPPING mas funções de seus homólogos
A TVNCR TEST BRENCH ON A eletromecânicos ou térmicos.
TIGH BUDGET, que mostra como O artigo é bem detalhado, for-
equipar uma bancada para testes necendo também , o "Iay-out" da
e manutenção em televisores e confecção da placa de circuito im-
vídeo-cassetes, gastando-se o presso.
mínimo possível. O autor descreve SUMÁRIO - O código de barras
HARDWARE Utilizando memória o instrumental básico necessário, como entrada automática de
suas características, suas Rádio Escola Ltda.; Rua Antonio
expandida; ANÁLISE DE dados; Disjuntor electrónico;
especificações, etc. Aleixo, nº 3; 2745 - Queluz de
PRODUTO: BRIEF, editor Medida de tensões elevadas;
SUMÁRIO - SPECIAL ADVERTIS-
configurável para programadores. Baixo; Queluz - Portugal.
ING SUPPLEMENT: Replacement Reparação de equipamentos (7);
EDiÇÃO - Novembro de 1990 (nº
parts showcase; FEATURES: utilização de acumuladores de
ELEVTRONIC 306).
Continuing education in servicing; níquel cádmio; Comutador de
SERVICING & TECHOLOGY IDIOMA - Português.
Equipping a TVNCR test bench on FORMATO - 16,0 x 23,5 em. entradas de comando electrónico;
a tighbudget; Understanding and Nº DE PÁGINAS - 130. Sismógrafo doméstico; Novos
EDITOR - CQ Communications, troubleshootting bipolar transistors PERIOCIDADE - Mensal. produtos; - Micro-informação:
Inc. 76 N.Broadway, Hickville, NY - Part I; DEPARTMENTS: Editorial; PREÇO DO EXEMPLAR - 390$00 Aprenda MORSE com seu micro;
11801, USA. Literature; News; Profax; Books; (escudos). Módulos LCD com caracteres de 5
EDiÇÃO - Agosto de 1991 (nº 8, vol Test your Electronics Knowledge; PREÇO DA ASSINATURA - a 12 mm de altura e iluminação de
11). What do you know about 3.740$00 (escudos).
Electronics? Video comer; Audio fundo com LDE; Retificador de
IDIOMA -Inglês. DESCRiÇÃO - Esta revista é
FORMATO - 20,5 x 27,5 em. corner; Reader's exchange; precisão e voltímetro de C.A de 2,5
publicada em Portugal desde
Nº DE PÁGINAS - 80. Adversier's index. 1954. Ela trata de assuntos MHz; Técnicas para transformar a
PERIOCIDADE - Mensal. relacionados com várias áreas da luz solar em energia elétrica;
PREÇO DO EXEMPLAR - SELECÇÓES DE RÁDIO Eletro-eletrônica, como: áudio, TELEBIP - mais um novo serviço
US$ 3,00 (Dólares). vídeo, radioamadorismo, micro- de comunicação; A soldadura em
PREÇO DA ASSINATURA- EDITOR - Centro de Ensino por informática, etc., tanto na teoria electrónica (111); A Electrónica em
US$ 35,00 (um ano). Correspondência Ávaro Torrão - como prática. notícia; arquivo técnico. _

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SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 41


A escolha de um
osci loscópio
Podemos contar na atualidade com dezenas de modelos de osciloscópios no mercado. No entanto, as características
dos aparelhos são as mais diversas, o que pode dificultar a escolha por parte do profissional interessado em
obter o máximo pelo seu dinheiro, pois afinal trata-se de um instrumento caro e os tempos difíceis que
vivemos, não podem ser superados sem uma modernização e o aumento da eficiência. Veja neste artigo
como escolher o seu osciloscópio dentre os muitos que dispomos no comércio especializado.

Newton C. Braga.

Não é fácil escolher um, dentre tan- joga de maneira que facilite a escolha, até esta freqüência. Na verdade,
tos modelos disponíveis, principal- dados que julgamos mais importantes freqüências maiores são processadas
mente quando se trata de um ins- para os nossos leitores. pelo circuito, mas a fidelidade na
trumento tão caro, como o Evidentemente informações como o projeção da forma de onda começa a
osciloscópio. preço e outras mais extensas não ser comprometida, (figura 1).
Evidentemente, tratando-se de algo poderão ser indicadas. Basicamente podemos dividir os
de preço elevado, o profissional deseja O preço, além de poder variar bas- osciloscópios em 3 grupos quanto a
que cada centavo investido tenha seu tante de loja para loja, também é resposta de freqüência e estes grupos
retorno. Não se pode dar luxo de pagar afetado pela inflação alta que passa definem praticamente os seus
mais por funções que não serão nosso país no momento e as usuários.
usadas ou que serão de modo muito informações mais extensas pela falta
pouco frequente. de espaço que dispomos para seu for- * Osciloscópios até 20 MHz
As próprias características do necimento num artigo como este. ou 25 MHz
aparelho não devem ir além do que se Acreditamos que, com as
necessita para um trabalho deter- informações dadas a seguir o leitor terá Estes são indicados para a maioria
minado. Um técnico que só precise de muito mais facilidade em escolher cor-
dos técnicos reparadores de rádio,
um osciloscópio de 20 MHz de respos- retamente seu osciloscópio. áudio, TV e eletrônica em geral. Seu
ta, não estará interessado em pagar custo acessível, faz deste osciloscópio
muito mais por um de 40 MHz, quando QUE OSCILOSCÓPIO ESCOLHER um instrumento com que o técnico
o primeiro fará o mesmo que o segundo médio pode contar na maioria dos
no seu trabalho.
O primeiro ponto a ser observado na trabalhos de reparação, ajuste e
Como então fazer a escolha? instalação dos equipamentos in-
escolha de um osciloscópio é a sua
É justo que o técnico menos ex- resposta de freqüência. dicados.
periente se sinta desorientado na hora Esta característica nos diz até que A disponibilidade de muitos deste
de investir num osciloscópio. Que tipo freqüência podemos observar um sinal, tipos de recursos próprios para a
de osciloscópio devo adquirir para o com confiabilidade, e está relacionada observação de sinais de TV, são um
meu trabalho ? Que características elemento adicional a considerar se o
com o tipo de trabalho. Veja que, se um
devo observar como mais importan- osciloscópio é de 20 MHz não significa técnico vai usá-I o neste campo de
tes ? Como interpretar as isso que só podemos visualizar sinais atividade. Estes osciloscópios podem
características de um manual ou de um ser sincronizados com o sinal de
folheto de um fabricante? campo ou de linha para a observação
Neste artigo procuraremos dar uma o
direta do que o~orre com o vídeo do
orientação básica para que o leitor não televisor em análise em cada caso,
só saiba escolher o melhor (figura 2).
osciloscópio para seu trabalho como
também saber o que significam as
especificações de cada tipo, de modo
1~1,~o~l
@©©o~~@©
0·(9): © * Osciloscópios de 40 a 50 MHz
a saber com que pode contar em cada Estes já são instrumentos de uma
aparelho.
categoria superior indicados aos profis-
Daremos também uma tabela das Fig. 1-Sinal retangular deformado sionais que operam com equipamentos
características dos principais tipos por estar no limite ou acima da mais sofisticados de maior precisão
existentes no comércio. Esta tabela resposta de freqüência do osciloscópio. que também utilizam freqüências mais
não é comparativa, mas simplesmente elevadas. Para os equipamentos
42 SABER ELETRÔNICA NQ229/92
AMPLIFICADOR A
",INDICADOR DE BRANCO OSCILADOR DE CHAVEAMENTD

CA NAL A

~
SINCRDNISMO HORIZONTAL
CANAL B

Fig. 2 - Um sinal de linha


visualizado no osciloscópio CANAL
sincronizado por um televisor. A

digitais, por exemplo, mesmo que os CANAL


B
sinais sejam de freqüências mais
baixas, mas em que existem tempos de
subida e descida muito curtos, somente
CHAVEAMENTO
com um osciloscópio de resposta de
freqüência mais elevada podemos Fig. 4 -Chaveamento alternado dos sinais de entrada
fazer a análise de tais pulsos, (figura 3). num sistema de duplo traço.

n:'
Neste ponto, se bem que a maioria dos para um sinal de 1 mV na entrada,
SOBRE - OSCILAÇÃO

ARREDONDAMENTO / .
tipos seja de duplo canal é importante conforme sugere a figura 5.
diferenciar duplo canal de duplo traço. A faixa de sensibilidades para os
Em alguns osciloscópios a tipos comuns está entre 1 e 10 mV/div
visualização de dois sinais simultâneos tipicamente.
é feita chaveando-se a varredura de
Um recurso interessante em
SUB - OSCILAÇÃO modo que ora ela seja controlada por aplicações onde pormenores de um
uma entrada ora por outra, conforme sinal devam ser observados é a
mostra a figura 4.
Fig. 3 -Deformação que podem expansão.
ocorrer na visualização de pulsos O tubo de raios catódicos emite pois
um único feixe que é compartilhado Esta expansão multiplica a largura
muito rápidos. de uma imagem centralizada de modo
pelos dois canais. Este é o osciloscópio
de duplo traço. No osciloscópio de dois a podermos observar melhor seus
detalhes.
Alguns tipos podem ser preferidos canais ou canal duplo, temos dois
feixes de elétrons que são controlados O tempo de subida está direta-
para determinadas atividades como,
por exemplo, os que possuem var- pelos canais separadamente através mente associado à resposta do
de circuitos independentes. osciloscópio.
redura única ou ainda delayque
facilitam certos trabalhos profissionais. Existem osciloscópios que podem Ele indica a capacidade de
ter dois ou mais feixes os quais são visualização de transições rápidas
chaveados podendo resultar com isso numa forma de onda que ocorrem por
* Osciloscópios acima de 60 MHz em maior número de canais. exemplo com sinais digitais (retan-
gulares) ou com pulsos. Esta indicação
Estes sem dúvida, tanto pelo seu é importante se profissional vai operar
OUTRAS ESPECIFICAÇÓES
custo como pelos seus recursos são neste campo de trabalho.
indicados para um profissional mais
avançado de determinadas áreas onde Além das especificações indicadas
estão presentes freqüências mais o comprador deve estar atento para o lmV/DIV (MÁXIMA SENSIBILIDADE I

elevadas e tempos de subida e descida significado de outras que são de


muito curtos. No setor de informática, grande importância, dependendo do
1 DIV
trabalho a ser realizado .
por exemplo, ao se trabalhar com
máquinas muito rápidas pode ser A impedância de entrada normal- 1 01 C~
. L~
!....

:.©.: 000 ]
necessária uma velocidade de respos- mente e de 1 MQ e a capacitância 1" .... o
ta desta ordem para a visualização dos estará entre 20 e 40 pF, já que se trata 2J .@:. ©
~@
sinais. Da mesma forma, em de valor padrão, o que significa que o © ©\©o@@@©
telecomunicações, quando se trata de comprador deve apenas estar atento
equipamentos da faixa de VHF a dis- para que não fuja muito a esta faixa. SINAL DE lmV

ponibilidade deste equipamento é im- A sensibilidade é importante quan-


portante. do se trabalha com sinais fracos. Um Fig. 5 - Visualização de um sinal
Além da resposta de freqüência osciloscópio que tenha uma sen- senoidall Vpp num osciloscópio de
também é interessante observar o sibilidade de 1 mV/div fornecerá uma sensibilidade 1 mV/div.
número de canais de um osciloscópio. imagem que preencherá uma divisão

SABER ELETRÔNICA N2 229/92 43


MARCA NORM6,75ns
95/126
240VAC
NORM
CH1,
5mV/div
UNE,
TV
1ADD,
600Vppxl0
40W
12,6kV6kV
70W
UNE
17,5n5
1,6 2kV
CH2,
mV/div
500Vpp
MQ/25pF
Mcl26pF
6,7Kg6 1
~a(l'ada
-Cursares
VERT.MOOE xl0
x10
41W
5MHz
~Tensão
-AuIoSET-lJP
em 165
TEKTRONX 12
12kV
RS232-C
2235A
MQ-1100A
de
CHOP
35VA
DUAL
44VA
RS232-C
60/50
chavearnenlO
,Saída
TensãoCAL
12,6kV
chaveéll1enlO
110i'22O
-1 MQ-124OA
de
V-212
-CMAR
KENWOOO
-Cial1kHz
MEGURO
95-126
econômico
CS-4025
12
em
ADD,ALT
atenuador
-29W
ADDCH2
95/126
~Velo 125FIELD,
chavewnen10
MQ-1360A
MINIPA
MQ-1220
40VA
CHOP
DUALeADD
SWEEPe
CHOP
VERT.
UNE
100
EXT:ALT.
SGLSWP
60MHz
x•Quaaada
acesso
x523ns
50f60Hz
l00nsldiv
125
INT,
MINIPA
2201
2225
90-110/104-
90-110/1
5mV/div
70W
ADD,
VERT.
VERT.
CH1,CH2,
Ülearidade
2046x6Nadonalizado
MOOE
chaveamEl'l1o
TVNacionalizado
TVFIELD
100MHz
100MHz
20MHz
l00MHz
rnll!iW35VA
250
3% CH2,
Nacional
Nacionalizado
Eixo
-Possli
menor
muito
2MHz
250
46 39W
43W
16W de
-Inversão
194-236/207
lmV/div
alê
x550160
2kV
AC:
240VAC
TEKTRONX
Cs-5135
110i'22OVAC
MEGURO
KENWOOD
MSO
2205 1
aIO
TEKTROOIX
60
MOS
2211
MQ-1221
TEKTRONX
-CMAR
40W
NORM
90
X517,5HITACHI
=-1303
V-422
2kV
MOS
MO
SaídaCAL
50MHz
-Ov8fshoot
CH2,
CH1,
127M
1254A
ADD,ALT
EXT, INVERT,
MOOE
1mV/div
40MHz
50 SGLSWP
2
3 VAC
17,5ns
ALT,
kV
Kg
chavenen10 ns
35VA
RAMde
De:
14kV
5lI1l
alê
50/60
HITACHI
12kV
1255 TV
ln1efface
46-440Hz
125
5MHz
Linha
2MHz
-3<11MHz
varredura
-Inlertace
~
MINIPA
EXT.
linha
MINIPA
kV
5MHz
-Modelo
-Memória
1mV/div
110i'22OVAC
1
40MHz
20MHz
5MHz EXT.
kHz
mão C,6.l
INCLUI
20MHz
SWEEPe
TVFIELD
40MHzCHOP ns250VAC
deeADD
5
Zalé
72
Hz
kHz até
CAL
DC
mV/div
440
-3dB
224
-kV
Hz
3%UNE
EXT
de·
50MHz
250kHz
ALT.
Nacional
Velocidade
100 Possui
Ülearidade
25MHz
5mV/div
mV/div
Bateria
UNE, que
Hz
10HzaHz
10MHz
MHz
250VAC
VAC
-10:
Hz
VACns
-10:
6ns
de
ALT,
CH2,
ns 04-
ns
B1T de x5retardo
194-236/207
EXT:46
ALTERNATE
CHOP MHz
kHz2305
490Hz
de
EXT.UNE CHOP ' ALTERNATE
AUTO,
3OOmV/div
-CH2,
CH1, 50/60Hz
INT,
<17,5nsAUTO,NORM
0-5V/10kQ
23,4traço
•2MHz
NDAM
20
1/10el/100
200
CH2,
CH1,
2UNE,
~/5OMHz
-100 CH1, CHl,
Recarregável
-Fre~incIa
0,5 -7,3Kg
p/cada TV,Campo,
Relaçãode
•poI.•••
TlI1lpo
-Rotação INT,
3%(6%xl~
-E~o
6,5Kg 5x(1
600Vpp
300Vpp
1
6,9Kg
ADD,ALT,
-CALO,5VW 400Vpp
500Vpp
7,1
400
-16kV-EixoZ3\W
1
6,5Kg
6,4Kg
6,6Kg
3,6Kg
-Operação
5ADD,ALT,
7,5Kg -NORM
-X517,5
2'-""
1
Importado
Importado retardo
AUTO,
mV/div
-varredura
-CMAR
2mV/div
diva alé
165i'25OVAC
CHl,
5x
DUAL,ADD
INVERT,
7,5Kg
7,OKg
VERT,CH1,
CH2,UNE
-CALO,5VW
TVFIELD, 4
<
8,8n5
TV
<
UNE,
NORM,
DUAL,ADD
ADD,ALT
600Vpp
6,1
MOOE,
EixoZ3VW
CHOP,
EixoZalê
VERT,
NORN,
Nacionalizado
10mV/div
5mV/div
100/120/2201
100/120/220/
110/120/220/
110i'22OVAC
20MHz •kHz
Impoflado
7Kg
DC:DCpl
-Fre,.:linc:ia
-_!ação•Importado
-ModJiação
x-valê
-E~oZ3VW -Com 3.5ns
UNE
7,0
14,0
2,1
Oelayde
NORM,
nsldv
Fre~incIa
-E"ocoZ CH2
memórias
ns
CH2
110i'22OVCATV
CH2,
EXT
3,5
W/div)
3,6
CH2
FIELD,
(1
KgCH2,
CH2
ans
kV
2CH2
Disparo
Disparo
lVW
delay
•simples
Mcl25
MQ/25pF
Mcl30pF
Osciloscópio
Delayde
DeIayde
Possui~ay
2\W(111Hz)
x~ MWz
MQ/25lVWKg
""ai
Vpp
MQ/22pF
Vpp!500QMQ/25 de
•Frecjiência MHz
ns
0,5
mV/
TV
de
Z3VW
-dgilalde
alêmV/·
1Fre,.:lência
MQ/20pF
Mcl35pF
MQ.I35pF
Importado
-UNE 6
Operação
!raços
Respos1a pF
17,5ns
(111Hz)
mV/div de
dllIayns
1s 1
Une
pF 46 INT,
CH1,CH2,
CH2,
t -INVERT, OFFSET
-5MHz
1-CAL
ADD,ALT,-440
SWEEP
165i'250VAC
-E'IXOZalé
INVERT,
5-EixoZ3VW
0,5Vpp/SOO
-50/60Hz EXT
Operação
-CALO,5VW
xÜlha -valê Hz
51de - CH1, CH2
-Inclui
PossuiDC
AUTO,NORM
kHzQ AUTO, TV VERT,
SWEEP.TV Une 11 0/120/220/ ADD,ALT,
FIELD, -cMRR ns
-10: 1
X57017,5ns 1 kHz
--------- Mcl25pF x -y -Operação 5mV/div -
(até 100 MHz)
Ga1il1amento
Tensão
-
Senlliblidade
Sen_
Número do de'

Tabela de características de osciloscópios I


Os modos de operação em alguns O eixo Z é um recurso que permite colha. Em relação a estas
casos.também se referem aos tipos de modular o feixe. Normalmente isso é especificações observamos que o tipo
gatilhamento disponíveis, havendo às feito com o sinal retangular cuja Tektronik 224 é o único de nossa
vezes, conforme os fabricantes os dois amplitude pode variar de 0,5 a 5 volts. relação totalmente portátil (de mão) e
tipos de especificações. Para calibração (CAL) muitos que usa bateria recarregável. Não con-
O chaveamento do sinal de var- osciloscópios dispõem de uma saída seguimos informações sobre seu peso
redura pode ser feito c.omandado por que fornece um sinal retangular preciso real e suas dimensões no momento da
de 1 kHz e cuja amplitude pode variar
um outro canal, pode haver uma adição elaboraçãodo artigo, mas o folheto
entre 0,5 e 5 V.
(add) dos sinais ou ainda a operação recebido nos mostra pela foto que ele
Além destas características, na
independente. Nos osciloscópios des- deve ter algo em torno de 16 x 8,5 x
tinados a trabalho com televisores exis- nossa tabela damos outras que podem
25 cm e deve pesar algo em torno de
se sobressair em alguns tipos e que
tem filtros especiais que fazem o 2,0 kg. Na página anterior, mostramos
podem ser interessantes para
chaveamento com a freqüência de aplicações específicas como por exem- a tabela para orientação de nossos
campo ou de linha, dependendo do que plo a linha de retardo, a memória a leitores.
se pretende visualizar. (Field, Une) É rotação de traço, etc. Para mais informações sobre os
claro que também deve ser disponível Peso, tensões de alimentação e osciloscópios citados pedimos aos
uma entrada para chaveamento exter- consumo também pode ser importante leitores que usem o Cupom de Respos-
no (EXT). como informações para completar a es- ta Comercial no final dessa revista. _

~ :
MODULO DE UM GRAVADOR DIGITAL
~

(ESTOQUE LIMITADO)

Com este módulo, você pode gravar uma mensagem de 15 segundos para diversas aplicações
como:
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, SECRETÁRIA ELETRÔNICA, MENSAGEM PARA CLIENTES,
GRAVAÇÕES EM BRINQUEDOS E OUTRAS .

Obs: Maiores detalhes vide artigo (Digigrav)
na Revista NQ222.

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SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 45


otícias & Lanç'amentos
...................................................................................

...... ,' ·1\ti't(5ÍONAlS) .

NEW TRACK GARANTE VIDA


LONGA PARA CO'S

a som puro e cristalino dos CO's


acaba de ganhar um aliado a altura de
sua tecnologia. A MIO - Mercantil In-
dustrial está lançando o New Track
Automatic CO Cleaner. Trata-se de um
aparelho importado, inédito no mer-
cado brasileiro, que limpa automati-
camente um compact disk em 20
segundos.
a moderno processo de impeza
realmente garante melhoria de
qualidade do som. a aparelho funciona
a bateria, pesa apenas 350 gramas e
utiliza uma solução de limpeza extra
fina. a Cleaner aumenta a durabilidade
dos CO's.

a equipamento prevê um sistema Através do Digistat, a Du Pont


MONYTEL LANÇA NOVIDADE PARA
REDE HOTELEIRA de segurança que o mantém fun- poderá transmitir não somente dados,
cionando através de baterias no caso correio eletrônico, fax e telex, mas
de falta de energia e um telefone espe- também voz e imagem para os Estados
A Monytel Eletrônica e cial diretamente ligado à empresas de Unidos possibilitando reuniões através
Comunicações lançou recentemente o da videoconference. A Ou Pont da Ar-
segurança para casos de emergência
MAX 312, uma Central Privada de e sinistros. gentina está integrada à esta rede, e
Comunicação Telefônica controlada brevemente serão integradas
por programa armazenado que, junto subsidiárias da Colômbia e Venezuela.
com o MAX 188, completa sua linhade COMUNICAÇÃO VIA SATÉLITE
equipamentos especificamente desen- NA OU PONT
MC&A: JOINT-VENTURE SIO/IBM
volvidos para a rede hoteleira.
a MAX 312 é um produto sofis- LANÇA PS/2 NO BRASIL
ticado com capacidade para 40 troncos A Ou Pont do Brasil é a primeira
e 270 ramais; atende às necessidades empresa brasileira a operar com o sis- A MC&A Sistemas Pessoais S/A,
dos hotéis de três, quatro e cinco tema Oigistat, da Embratel, com empresa resultante da jont-venture
estrelas nas áreas administrativa, de capacidade superior a 64 Kbytes. entre a IBM Brasil e a SIO informática,
atendimento ao cliente e de A implementação deste novo sis- apresenta a sua linha de microcom-
comunicações de serviço. tema, ocorrida' em outubro de 1991 putadores PS/2. Aprovada em julho
a MAX 312 traz em seu conjunto: possibilita uma redução de passado pelo Conselho Nacional de
software de Tarifação; aparelhos aproximadamente US$ 1 milhão/ano informática (CaNI N), A MC&A será
telefônicos de serviço com display que nas despesas da empresa com responsável pelo desenvolvimento,
identifica a origem da chamada; comunicações, além de oferecer maior fabricado e comercialização do PS/2 no'
numeração abreviada e especializada; confiabilidade, agilidade e uma melhor País.
numeração fantasia para os quartos; qualidade de transmissão. A MC&A é a primeira associação de
exclusivo serviço de recados; desper- a sistema Oigistat opera através de capitais nacionais e estrangeiro
tador programado pelo próprio circuitos de rádio digital, ligando a sede autorizada pela Secretaria de Ciência
hóspede - uma exclusividade no mer- da Ou Pont, em Alphaville, ao Centro e Tecnologia a atuar no mercado de
cado naC'ionalque identifica o hóspede de Recepção Internacional da microcomputadores. a seu objetivo é
com uma senha no momento do check- Embratel, ·que está conectado à iniciar as operações com a
in e com a qual ele poderá fazer estação de Morungaba, de lá a comercialização dos modelos 35, 40 e
ligações externas em qualquer parte do mensagem é enviada para o satélite 57 da família PS/2. A fase de produção
hotel e ter o débito em sua conta. norte-americano Intelsat. desses modelos começou recente-

46 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


Notícias & Lançamentos

concepção do CIM (Computer Integred


Manufacturing), que permitirá a
integração de toda a cadeia do negócio
fenol de Rhodia, desde os for-
necedores, processo de produção,
comercialização até os clientes da
Empresa.

MIDTIMER CONTROLA A ENERGIA


E AUMENTA A PRODUTIVIDADE
DAS INDÚSTRIAS

Manter altos níveis de produtividade


e economizar energia elétrica são
desafios diários para os es-
tabelecimentos industriais do País.
Agora, isso pode ser obtido de maneira
prática e eficiente graças ao Midtimer
que a MID - Mercantil Industrial Ltda,
está colocando no mercado para auto-
matizar a rede elétrica das indústrias.
O produto programa o consumo de
energia elétrica, ligando e desligando
aparelhos eletro-eletrônicos ou sis-
temas de iluminação em horários pré-
determinados, através de 9 programas
com 3 saídas independentes.
Tais características permitem que
uma indústria que utilize - por exemplo
- injetores de plástico, obtenha um
aumento de produtividade equivalente
mente. O lançamento dos modelos 90 a 45 minutos. "É que injetores de
e 95 da linha ocorreu em janeiro de plástico necessitam desse tempo
1992. mínimo para serem pré-aquecidas, aí,
Com 60 funcionários, a MC&A tem-se o início de produção. Ou seja, o
estará sediada em São Paulo. Os Midtimer pode programar a ligação das
modelos PS/2 serão fabricados em injetoras antes da chegada do
Curitiba (PR), nas intalações da funcionário", explica Wilmer Bucheb,
unidade industrial da SID, com o Diretor de Marketing da empresa. Ele
mesmo padrão de qualidade IBM exis- diz que o aparelho foi desenvolvido
tente nos países onde ele é produzido. para ser utilizado por indústrias de
Todos os PS/2 comercializados no quaisquer dimensõese segmentos de
Brasil terão o logo MC&A, com a tec- mercado.
nologia e garantia SID/IBM.
FITAS PHILlPS PARA ÁUDIO
E VíDEO
RHODIA CONCLUI SEGUNDA FASE
DE MODERNIZAÇÁO DO FENO L
A Philips iniciou no final do ano de
1991 a comercialização a nível
A Rhodia está completando a nacional de fitas virgens de áudio e
segunda fase de implementação do vídeo com sua marca. A Philips tem
SOCO - Sistema Digital De Controle como estratégia atender a abrangência
Distribuido - um sofisticado sistema de de sua marca a esse segmento.
automação industrial e controle de As fitas de áudio Philips A60 HI tem
O SOCO substituirá a
processos de produção, na fábrica de duração de 60 minutos, são do tipo
fenol, no conjunto industrial de Pau/ínia instrumentação pneumática - um painel
Ferro (Fe) e trazem uma embalagem
em São Paulo. O projeto, que deverá de 20 metros de comprimento e 2,5
moderna ao público jovem - o maior
estar completo até o final de 92, prevê metros de largura - , modernizará a consumidor de fitas virgens de áudio.
investimentos globais de US$ 10 produção de fenol e derivados, As fitas de vídeo Philips V 120 HR tem
milhões, dos quais US$ 5 milhões já reforçando sua competitividade, e duração de 120 a 360 minutos depen-
foram aplicados nos últimos dois anos. tornará a unidade apta a evoluir na dendo da velocidade de gravação do
SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 47
Notícias & Lançamentos

videocassete. o início das vendas de


fitas Philips foi apoiado por uma ampla
campanha publicitária composta por
anúncios nas principais revistas
nacionais, outdorrs, spots para rádio e
um filme para TV veiculado exclusiva-
mente na MTV (Rio e São Paulo) .
.................................
. . . . . . . . . . ...... ,.. ,,
. . .... . . . . ... . . . . . . ....... -.-.-.-.- ..
.....................................................................................
_----------------------,-- -.-.- - - . ..

···l_~_~~.lm~.~·::
- -

IBM PRODUZ DRIVE DE 1 GB

A IBM americana estabeleceu um


novo padrão de tecnologia em "disk-
drives", ao lançar um tipo com
capacidade de 1 gigabyte, no formato
de 3,5 polegadas. Trata-se da primeira
aplicação industrial do processo mag-
netoresistivo de gravação. A tecnologia
proporciona uma demanda de
gravação de 132 milhões de bits por
polegada quadrada, 25% a mais que
outros sistemas.
O cabeçote gravador/reprodutor
deste dispositivopossui uma sexta
parte do tamanho dos cabeçotes con-
vencionais. O "drive" pode ser for-
necido em dois modelos, com tempos
de acesso de 9,8 ms e 11 ms, respec-
tivamente.
OTIMISMO CAUTELOSO NA PHILlPS lucrativas, reduziu sua gama de
TECNOLOGIAVLSI EM 3 produtos e iniciou um corte drástico no
DIMENSÕES seu quadro de pessoal.Ao final do ano
O tratamento adotado' pela Philips
Eletronics NV, da Holanda, para os de 1991, atingiu a cifra de 230 000
Pesquisadores alemães males financeiros que a vinham aflin- .empregados a nível mundial contra
avançaram consideravelmente a tec- gindo está começando a dar resul- 286000 no início do programa.
nologia VLSI, ao aobter uma sensível tados. No primeiro semestre de 1991, Agora que passou o pior, segundo
redução notamanho dos "Chips". Cien- o gigante holandês da eletrônica os analistas, parece ter cessado o
tistas do Instituto de microeletrônica de apresentou lucros líquidos de período de despojamento.
Stuttgart aplicaram novas técnicas aproximadamente 340 milhões de As atividades básicas - iluminação
tridimensionais e reduziram as dólares, para um faturamento de 26 eletrônica de consumo, componentes e
dimensões dos Cls em duas a cinco bilhões de dólares. No primeiro
sistemas profissionais - devem per-
vezes, com relação às tecnologias semestre do ano anterior, 1990, esses
CMOS bidirecionais em uso atual- números foram de 186 milhões e 13,17 manecer essencialmente inalteradas,
mente. Após sete anos de pesquisas, bilhões, respectivamente. O resultado embora estejam descartadas
a nova tecnologia Epilog de integração positivo chega após um doloroso ano alterações nas linhas de produtos, para
vertical está agora pronta para de re-estruturação, durante o qual a fortalecer ou reduzir' algumas cate-
aplicação industrial. Philips desativou atividades não- gorias de produtos .•

48 SABER ELETRÔNICA N2 229/92


4035
4038
BC108


1}
-CD40193
CD4015
TO-220
LA1240
LA3600
CD4032
1N4747
1N4738
1N4746
CD4013
2N5643
74LS173
74LS244
74LS353
CD451
2N5038
74LS169
2N5642
74LS298
74LS368
CD4093
CD4099
CD4077
TIP49
CD4078
1N4739
CD4085
1N4740
CD4086
1N4741
2N1711
1N4742
2N1613
CD4094
1N4745
1N4448
MJE350
MJE2361
LM3046
LM3086
1N4148
LM3900N
LM3914
STK435
1N5406
MJE340
MJE350
2N4424
2N5415
74LS164
TBA820
74LS194
CIRCUITOS
2N3771
TBA820L
TOA920
TOA1170
1N4749
2N4402
CD4518
1N4750
CD4555
1N4751
CD4516
CD4070
1N4735
CD4512
1N4748
2N2222
CD4071
1N4736
CD4072
VPC2002
STK4122
STK4131
1N4730
TA7328
LM733
1N6A4
STK441
TBA81
1N914
LM741HC
1N4002
LM748CH
2N3440
TBA570
2N3906
TOA1515
TOA1180
CD4556
1N4752
TA7741
TBA540
TBA530
TBA560
'-----l
2N5416
74LS196
2N6028
TI9127
1N5402
1N5404
1N4007
1N6A2
2N5641
2N2222A
2N2369
TIP29A
2N2219
2N3584
TIP30
TIP30A
1N4737
TIP42A
1N4729
1N825
STK4121
1N4005
1N4728
2N5039
2N3772
2N3904
2N4401
2N2904
2N3053
1N4731
2N3585
2N2906A
2N2907A
1N4732
MJ340
LM308AN
LM331N
LM339
LM723
LM556N
LM324
LM301AN
LM350T
LM358
LM339N
LM567
LM567CN
LM390N
LM386
LF351
LM556
LM710
LA4461
LM393
LM338K
LM348
LM592
LM319
LM358N
LM566
2N3439
MO
IK30
CD4029
IK2000
SK20
ICEL5660
SK9000
IK25
IK3000
IC300
IRF630mO
~
I MUL TIMETROS
O
CD40175
AN741
HA11235
O OPTO-DIAC
HA1406
MOC 3020
O CD4031
CD4021
CD4018
CD4017
CD4020
CD4023
CD4016
CD4019
CD40163
FEí DE POTÊNCIA
INTEGRADOS
CD4066 C04047
CD4068
CD4044
HCF4511
LA4460
CD4052
CD4053
CQ40174
CD4042
CD4040
CD4050
o microscópio eletrônico
(COMO FUNCIONA)
Existe um limite para o menor objeto que podemos visualizar por meios ópticos e que é dado pelo comprimento
de onda da luz utilizada. Com a substituição da luz por um feixe de elétrons conseguimos visualizar objetos muito
menores, com amplificações que chegam a centenas de milhares de vezes. O microscópio eletrônico é hoje
um instrumento de pesquisa indispensável para a aproximação do homem dos limites do micro-cosmos.
Veja neste artigo como funciona este importante dispositivo eletrônico.

Newton C. Braga

Para vermos qualquer objeto Enquanto uma afirmava que a luz


devemos iluminá-Io. A luz que o objeto era formada por um corpúsculos (New-
reflete e absorve, em relação ao fundo ton) o outro (Huygens) afirmava que a
que também reflete ou absorve esta luz luz era constituida por ondas.
nos dá o necessário contraste para sua Newton perdeu a disputa, mas so-
visualização (figura 1). mente parcialmente. A natureza da luz,
como onda eletromagnética logo foi
Fig. 2 -Aberração cromática - contor- comprovada e com isso os fenômenos
nos coloridos de um objeto visto no que afetam a construção de muitos ins-
microscópio. trumentos ópticos puderam ser melhor
compreendidos e superados.
Mas, justamente a natureza
Huygefls, Fresnel e outros já haviam
ondulatória da luz é que pode explicar
revelado que a luz branca era formada
uma limitação para a ampliação dos
por uma "mistura" de comprimentos de
microscópios que já citamos na
ondas de uma ampla faixa, sendo estes
correspondentes as de diversas cores, introdução.
(figura 3). Uma onda pode refletir-se ou absor-
Fig. 1 - Vemos os objetos pela luz vida por um objeto cujas dimensões
que emitem, refletem ou absorvem. não sejam muito menores que seu
LUZ
comprimento. Se o objeto se torna
muito pequeno em relação ao com-
VIOLETA
Quando pensamos nos objetos que primento da onda, ela começa a
AZUL
nos envolvem, de dimensões con- VERDE "ignorá-Io" passando por ele como se
sideradas normais, a luz disponível não AMARELO nada existisse no local, (figura 5).
~~
B~~E LARANJA
tem qualquer efeito quanto a uma even- VERMELHO O comprimento da onda da luz do
tual dificuldade de visualização. espectro visível é um número muito
Com a inversão do microscópio
F ig. 3 - Decomposição dn luz branca
óptico comum entretanto, os primeiros
problemas começaram a aparecer.
num prisma de cristal. 14\
As lentes usadas não refratavam os II ,
I
'\

diversos comprimentos de onda da luz


comum no mesmo modo, e esta
Ao mesmo tempo que os fabrican- <==D'
,
, , '-
I
,
I
'I--OCULAR
I
I
tes de microscópios e também de , ' I
diferença fazia com que nas grandes , ' I

ampliações contornos dos objetos


telescópios se esforçavam para desen- \, :
: I
/
volver aparelhos em que este efeito " I
ficass~m "coloridos". Apareciam fran- ,I

jas de cores que se separavam do


não se fizesse sentir, com o
I'
"'\ , ,
aperfeiçoamento das lentes "
espectro da luz branca, dificultando a : \

visualização dos contornos dos pe- acromáticas, por exemplo e nos casos ~1----OBJETIVA
quenos objetos que então perdiam a dos telescópios dos tipos refletores ,,
, I
,
'
I

, I I
definição, (figura 2). (Newtonianos), a natureza da luz era ,'I
colocada em prova numa disputa de Ó ---- OBJETO
Estas franjas que já haviam sido
notadas em outros experimentos, gigantes envolvendo Huygens e New- Fig. 4 -Microscópio composto.
notadamente os feitos por Newton ton, (figura 4).

50 SABER ELETRÔNICA N2 229/92


Os elétrons manifestavam os
~ OBJETO fenômenos de difração, interferências
. I típicas das ondas eletromagnéticas o -- - - - - - - -- ,-
~GRANDE
que permitia associar a sua natureza
.....
---------
-- ---
--.
--- - - -" -
.~ RE FLEX ÃO
corpuscular também uma natureza
ondulatória. LUZ ----0--------
----- ---LENTE

OU ABSORÇÃO Cálculos revelam que aos elétrons


era possível associar um comprimento Fig. 8 -Lente comum convergente.
de onda muitas vezes menor que os
comprimentos de onda da luz comum,
(figura 6). caso de um microscópio, conforme
De Broglie demonstrou que um mostra a figura 8.
Fig. 5 -Ondas podem passar
feixe de elétrons acelerados a 50 kV, Uma "lente" magnética é simples-
através de objetos pequenos.
equivalem a uma radiação culo com- mente um campo que aplicado de
primento de onda seria 0,0055 nm maneira determinada pode modificar a
pequeno. Os 4500 aos 7000 Angstrons (nanometros) o que significava a pos- trajetória dos elétrons da mesma forma
desse espectro visível correspondem a sibilidade de usarmos isso como uma que um raio de luz ao passar por uma
poderosa fonte de iluminação. lente de vidro. Da mesma forma usar
dimensões de 0,45 a 0,7 microns ou
lentes eletrostáticas.
milionésimos de metros.
Tratam-se de dimensões extrema- Isso é possível porque podemos
deflexionar um feixe de elétrons por
mente pequenas para objetos do
~ meio de campos já que estes possuem
mundo visível mas não para o mundo ELÉTRONS
cargas elétricas.
111 I

que os cientistas desejam observar


Se podemos trabalhar melhor com
com seus microscópios.
o feixe de elétrons, temos de con-
Não podemos visualizar moléculas
e átomos de muitas substâncias justa-
--
',"'\
" \ J
,','
I
/'
siderar outras dificuldades no uso
deste tipo de microscópio.
mente por suas dimensões estarem A primeira refere-se ao fato de que
abaixo destes valores e portanto a luz
não podemos "ver" os elétrons, pois
comum não permite a sua iluminação
seu comprimento de onda está muito
individual para observação. Fig. 7 - Uma "lente" eletrostática
além do especto visível.
Existem mesmo alguns seres vivos convergente.
O que se faz então é usar visores
cujas dimensões se aproximam deste (telas especiais) ou então· chapas
limite o que dificulta justamente a fotográficas que podem ser excitados
Veio então a idéia de um
observação com o aparecimento de
fenômenos relativos a reflexão de luz. microscópio eletrônico, ou seja, usan- pelos elétrons e assim projetar as ima-
do um feixe de elétrons em lugar da luz gens.
Foi justamente a natureza Outra dificuldade a ser considerada
ondulatória de um tipo de radiação que para "iluminar" os objetos que
deveriam ser observados. é que, enquanto a luz comum ao
não se suspeitava ter esta propriedade iluminar um ser vivo não lhe afeta sig-
que deu a solução para o nosso A primeira vantagem interessante nificativamente, se não for muito forte,
problema. que se observou no sistema é que não um feixe de elétrons o mata.
Experiências feitas com ráios seria possível usar lentes comuns de
Desta forma, os especimens que
catódicos, que nada mais são do vidro; mas em seu lugar campos devem ser observados não podem
elétrons disparados por um catodo, magnéticos, (figura 7). estar vivos se for usado o microscópio
revelaram que estas partículas tinham Uma lente comum desvia os raios eletrônico. Esta dificuldade é ainda
propriedades semelhantes a da luz. de luz, modificando sua trajetória no ampliada pelo fato de que o feixe de
elétrons produzido no interior de
microscópio precisa de vácuo para se
REGIÃO DE movimentar. isso significa, que o local
I

--- •
INTERFERÊNCIA em que está o espécimem observado
FAIXAS DE
deve estar também. no vácuo, o que
FEIXE DE INTERFERÊNCIA
mataria qualquer ser vivo ali colocado.
ELÉTRONS
\
A ESTRUTURA DE UM
MICROSCÓPIO ELETRÔNICO

=?x)))))
FILAMENTO
Na figura 9 temos a estrutura básica
de um microscópio
transmissão.
eletrônico de

- ANTEPARO O catodo do tubo produz um feixe


de elétrons que é acelerado por uma
tensão entre 40 000 e 100 000 volts.
Fig. 6 -Experiência comprovando a natureza ondulatória do elétron. Um conjunto de lentes eletrônicas
reduz a espessura do feixe de elétrons

SABER ELETRÔNICA NQ229/92 51


/' EMISSOR DE ELETRONS ____EMISSOR DE ELErRONS

LY~ . "
,':\ / FEIXE DE ELETRONS 'I'
',' IMAGEM

~
/177il /11
,': "/rn I I\
, \ I I ,
LENTE
II ,, I
I I ' \

It I ' I TRC
CONDENSADORAI

LE NTEi: : FONTE DE
ALlMEN -
L ENTES
CONDENSADORAS
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I
\
\
SISTEMA D_E --~. ~
OEFLEXAO \: \1,' " r-=-
l_~
I , \ E VARREDURA 0 ;I~ fZ)

I~
~ I •

0' /i\ ,
r •

LENTE
INTERMEDIÁRIA
,
,

/
"
'.'
/",
,
'

'
\
LENTE
PROJETOR A
ANTEPARO
COM OS
ESPÉCIMENS
-
\' I:
------~-----
\.
ELETRONS
SECUNDÁRIOS
\ SENSOR
DE ELÉTRONS
----- PROCESSADOR
DE SINAL

", /IMAGEM
SECUNDÁRIOS

CHAPA FOTOGRÁFICA

Fig. 9 -Microscópio eletrônico Fig. 10 -Estrutura de um microscópio de exploração.


de transmissão.

A principal vantagem deste de amplificação. As imagens podem


de modo que ele ilumine a área microscópio é a sua capacidade de ser ampliadas de 10 a 100 000 vezes
desejada. observar imagens de superfícies simplesmente controlando as corren-
A corrente é então controlada por ásperas com um mínimo de neces- tes das bobinas de exploração.
'Ientes adicionais, depois de passar sidade de preparação da amostra.
pela imagem de modo a se obter a O princípio de funcionamento deste
USOS DO MICROSCÓPIO
amplificação desejada que pode variar microscópio lembra muito o da
entre 1 000 e 250 000 vezes. televisão. ELETRÔNICO
Esta corrente de elétrons incide Um feixe de elétrons é produzido
então numa tela fluorescente onde é por um canhão eletrônico e por meio de
projetada a imagem numa chapa um circuito de deflexão apropriados ele Este tipo de equipamento não en-
fotográfica para registro. contra seu uso somente no campo da
"varre" o objeto a ser observado.
medicina. Na verdade, em todos os
Como o feixe de elétrons passa Os elétrons que são refletidos pelo
através da amostra neste tipo de ramos da engenharia, da química e da
objeto são então focalizados por novos
microscópio, denominado de física encontramos casos em que a
conjuntos de lentes eletrônicas e in-
"transmissão" a amostra deve ser muito cidem numa tela fornecendo assim a observação de espécimes muito pe-
quenos se faz necessária.
fina, para que haja penetração e imagem final.
dispersão segundo as diversas den- A fonte de elétrons deste Na eletrônica em especial, quando
sidades do material analisado. microscópio é um filamento de nos nossos dias os dispositivos se
Preparo especial do material a ser tungstênio que tem sua emissão torna cada vez menores, um exame de
analisado permite obter imagens com acelerada por tensões ente 1 000 e sua estrutura em todos os pormenores
melhor definição. 50 000 volts. só é possível com a ajuda de um
Um outro tipo de microscópio Com materiais especiais na microscópio eletrônico.
eletrônico é o "de exploração" tendo emissão de elétrons e um foco preciso, A diminuta estrutura de um simples
sido desenvolvido a partir de 1948 mas pode-se obter imagens muito brilhan- chip só é possível com a ajuda deste
somente industrializado a partir de tes de objetos tão pequenos como 5 a tipo de equipamento que pode ajudar o
1965. 10 nm. pesquisador encontrar as melhores
Este microscópio tem sua estrutura Este tipo de microscópio tem um geometrias para o desempenho
básica mostrada na figura 10. poder maior de focalização e também des~ado. _

52 SABER ELETRÔNICA N° 229/92


Micro-processador do
TV Philips
Parte 1

Um dos micro-processadores mais utilizados pela Philips na área de televisores, foi o MSM 5840, incorporado nos
modelos com chassi CTO. O mesmo além de poder comandar mais de 30 funções, pode armazenar dados relativos a
16 canais, além de memorizar o gosto do consumidor quanto a controles como brilho, contraste, volume e saturação.

Mário P. Pinheiro

Veremos nesta primeira abordagem TS 016, que manterá em seu emissor siderar este processador como de alta
deste artigo as ligações do micro- uma tensão estabilizada de 5,8 volts. velocidade (para televisão), pois possui
processador com o televisor, através Esta tensão ·ainda passará por um um oscilador de 4 MHz. Notem que
da análise detalhada do acionamento diodo, onde haverá uma queda de 0,6 nesta malha, existe uma ligação com o
do TV, sua alimentação, o RESET, e os volts , restanto 5,1 volts, que irão diodo D 080, cuja função será inibir o
comandos para o acendimento do LED polarizar o pino 42 do IC micro-proces- funcionamento do oscilador (o que
indicador de ST AND-BY. sador via resistor R 032.
travará todo o processamento), cas,oa
O diodo zener D001 também será
tensão de alimentação esteja baixa
POLARIZAÇÃO PARA O MICRO responsável pela polarização do IC (tensão baixa do catodo do mesmo).
(ficando em série com a mesma), Um outro ponto importante deste
sendo que em seu catodo en- micro é a sua entrada chamada de
A codificação do MSM 5040 contraremos uma tensão de 10,8 volts.
utilizada pelo esquema é de IC100, POWER ON RESET, que significa
Considerando também que existe
onde, na figura 1 é mostrada uma visão reposicionar informações no momento
uma corrente circulante por R 004,
parcial de suas interligações. que ligamos a alimentação. Notem que
haverá também uma pequena queda
Quando a chave geral é acionada ao ligarmos a chave geral, aparecerá
detensão (1,8 volts), o que possibilitará
(CHAVE POWER), os diodos uma tensão de 5,8 volts no emissor de
o acendimento do LED D 035, que
retificadores receberão uma tensão TS 016, o que fará conduzir, subindo a
indicará este momento, a condição de
proveniente da rede elétrica, que em STAND-BY do televisor. STAND-BY tensão de seu coletor; com isto haverá
110 VCA será dobrada através do a carga do capacitor C 019, que car-
significa ESTAR À ESPERA de algum
auxílio de um capacitor dobrador, comando de acionamento. Nesta regando polarizará TS 018. Este
gerando assim 300 VCC. Este seria o função podemos dizer que a chave saturará mantendo por menos de 1
básico do chassi CTO, mas em alguns geral está ligada, mas não haverá o segundo, a tensão no pino 7 em nível
modelos existem as entradas e saídas
funcionamento da fonte principal (a que baixo. Após a carga do capacito r C 019,
de VíDEO e ÁUDIO, não permitindo alimenta o TSH), mas haverá a não circulará mais corrente por base
uma ligação DIRETA À REDE. Nestes polarização para o micro que controlará emissor do transistor TS 018, cortan-
casos, poderá ser utilizado um transfor- o acionamento do TV, e também para do-o; assim, a mesma tensão que
mador isolador de rede, ou ainda uma
o receptor do controle remoto. polariza o pino 42 (5 volts), irá também
fonte chaveada isolada da rede.
polarizar o pino 7. Esta é uma conexão
Mas independente do modo como o
OSCILADOR PRINCIPAL tão importante que se a tensão não for
chassi é conectado à rede, o impor-
E POWER ON RESET de 5 volts, poderá também bloquear
tante é saber que da retificação e
filtragem surgirá uma tensão de todo o funcionamento do microproces-
sador.
aproximadamente 300 VCC, que será Uma das condições principais para
enviada a até a fonte chaveada. Outro pino de vital importância é o
que o IC-100 possa funcionar, é que
Esta tensão será também conec- seu oscilador gere os chamados pulsos (6), que recebe uma tensão de
tada aos resistores R 001, R 002 e R de CLOCK que darão a cadência de referência de exatamente 4,2 volts.
003, todos de mesmo valor (10 kQ), .processamento das informações. O os- Caso o circuito de estabilização da
passando após para R 004, D 001 TS cilador fica conectado aos pinos 9, 1O~ fonte do micro não funcione correta-
016 e D 002. O valor do zener D 002 é e 34, onde deverá haver, nestes pinos, mente, esta tensão sairá dos 4,2 volts,
de 5,1 volts, ou seja, sobre ele deverá no mínimo a tensão indicada no o que também inibirá todo o fun-
existir esta tensão. O mesmo polarizará esquema (1,9 volts). Podemos con- cionamento do mesmo.

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 53


ACIONAMENTO DO TELEVISOR

+ 300 VDC
* IC- 100

r::I
INDICADOR DE MSM5040
o acionamento do TV, poderá ser
RECEPÇÃO DE
conseguido de duas maneiras diferen- +10V CCNTROLE
STAND 8Y E
ReMora
tes:através do acionamento da chave
geral, ou através do pressionamento de
qualquer uma das teclas de canais
(caso o aparelho esteja em STAND
BY).
O acionamento imediato do 42

televisor será ferto pelo pressionamen-


to da Chave SK 6, que é colocada no
fundo da chave geral, que por ser
mecânica deverá ser pressionada até
o fundo, para ser conseguido o
travamento da mesma na posição ON TS009/T_S007
(ligado); ao atingir o fundo, o eixo CCNDUZIRAO NOS
PULSOS DE CONTRO
mecânico pressionará SK 6 que LE REMora. CORTAN-
saturará momentaneamente TS 023, DO 15005
*
colocando o pino 15 do IC à massa, isto
levará à nível baixo à saída de um
multivibrador interno que está ligado ao
pino 32 do IC-100. Quando a chave 6
ON 'L
geral é deixada em sua posição S, 8Y' H 34
mecânica de ON, a chave sk-6, volta à
posição de aberta, cortando o transistor
CORTARÁ E SATURA-
TS 023; mesmo assim, o pino 32 se RÁ DE ACORDO COM
K'5.9 A'l,9 ~R004 I
manterá em nível baixo. Com o mesmo OS PULSOS DE
CATODO CAINDO.
TENSAO I _ t------i10
ABAIXO, PARARA
CCNTROLE REMOTO DE OSCILAR
em nível baixo o transistor que está na ON , L
S, 8Y' H
fonte de alimentação (TS 368), entrará 32
em corte, possibilrtando assim o fun- ENTRADA DE DADOS
PARA O
cionamento da FONTE CHAVEADA. ,5006
Note que em televisores convencionais ~IMICROPROCESSADOR 13
sem controle, este transistor não faz
parte do chassi, bastando então, LIGADA A CHAVE
+5b
15
acionar a chave geral para ligar o
televisor. r
,..J o.-/ lCH-AVE
8.6.kIl
lIGAÇAODE PRESSÃD
PRINCJPALDIRETA
PARA

Com o pino 32 do IC em nível baixo


(televisor funcionando), TS 005 irá
saturar via R 012, o que manterá 5.1V Y
TS027\.4J~n
~16

apagado o LEO O 035, indicando fun- / 0~14


cionamento do televisor. A alimentação
para o micro-processador, passa a ser
feita agora por este transistor, não
causando alteração na polarização
geral, pois a tensão de seu emissor cai,
mas a de coletor permanece estável
devido ao grampeamento de tensão
realizado pelos dois diodos zener. Fig. 1 -Micro-processador.
No modo STANO-BY, o micro
poderá receber os pulsos codificados
para acionamento de um dos dois T8 006 que além de enviar estes pulsos remoto, T8 006 continua conduzindo
canais, pois como dissemos anterior- ao pino 13 do micro excitará o transistor em pulsos, que agora causarão a
mente, o receptor de controle remoto T8 005, que saturará pulsadamente, o condução de T8 007 e T8 009, curto-
também fica polarizado durante este que cortará também em pulsos, o acen- circuitando base emissor de T8 005,
modo. Considerando ainda que o LEO dimento do LEO. Logo, o mesmo aceso cortando-o momentaneamente, o que
O 035 está aceso (STANO-BY). quan- (8T AN O-BY), indicará através de será suficiente para a excitação do
do os pulsos chegarem ao receptor de apagamentos rápidos a entrada de LEO, que em média está apagado
controle remoto, os mesmo serão sinais enviados pelo transmissor de (ON), mas acenderá em rápidas pis-
amplificados e demodulados, resunan- controle remoto. ~ cadas. Portando, este LEO,além de in-
do nos códigos que entrarão via C 007, Após o televisor ser acionado (ON), dicar aparelho ligado ou STAND-BY,
sendo reforçados por TS 006. Con- TS 005 satura e o LEO permanece ainda indica recepção de comandos de
siderando que estes códigos (pulsos) apagado. Caso sejam enviadas novas controle remoto durante estes dois es-
são posrtivos, haverá a condução de informações do transmissor de controle tados.
54
SABER ELETRÔNICA Nº 229/92
Para que o micro funcione plena- excitando o TSH (Fly-back), que por ajudar na busca de determinados
mente, ou seja, para que os controles sua vez gerará as tensões secundárias problemas mais difíceis que possam
de volume, brilho, contraste, cor, etc. (+12 Vb), que possibilitarão TS 027 ocorrer neste circuito. Vejam que aqui
possam atuar no chassí básico, ainda conduzir.
está apenas uma parte deste
se faz necessária a vinda de um nível Além disto será gerada uma tensão microprocessador, faltando
baixo de tensão ao pino 14, que secundária de 5,1 volts, formada partir
explanações sobre todos os comandos
ocorrerá pela saturação de TS 029, que dos 12 volts e também pela condução
de saída (brilho, contraste, cor,
por sua vez recebe polarização através de TS 028, formando um divisar resis-
tivo. volume), além dos comandos básicos
de TS 027. Considerando que o mesmo
possue tensão de base (5,1 volts)será para o seletor varicap não esquecendo
Esperamos que as explanações
necessário que a tensão de emissor acima, consigam ajudar o técnico de obviamente da formação da linha
suba 0,6 volts além disto. Isto ocorrerá, colorida de sintonia.
manutenção, não só entender o fun-
se considerarmos que a fonte cionamento deste micro-processdor e Mas isso será abordado na próxima
chaveada, quando funcionar, acaba circuitos associados, mas também edição desta revista .•

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I
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II

I

~ ~

55
SABER ELETRÔNICA Nº 229/92
Princípio de transmissão por
fibras ópticas
(PARTE FINAL)
Na edição anterior, vimos o processo de fabricação e um sistema básico de transmissão utilizando fibras ópticas.
Nesta segunda e última parte, veremos a estrutura e os tipos de fibras. Apresentamos também um sistema de
comunicação utilizando rádio e /ou fibras ópticas muito usados em ferrovias.

Luis Fábio C. Pinho

VANTAGENS, CARACTERisTICAS fibra é denominado núcleo e o colocado


E APLICAÇÕES na parte externa é denominado casca.
Esta casca possui um índice de
Os sistemas ópticos apresentam refração menor que o núcleo para que
.em relação aos sistemas alternativos (o ocorra o fenômeno de reflexão total e,
sistema utilizando rádio e o sistema consequentemente, a propagação da
com cabo~ de cobre) vantagens como: luz.
Eficiência de espaço, facilidade na Assim, se tivermos um "sanduíche"
fabricação de cabos, facilidade de de meios com índices de refração
instalação, ampla capacidade de Fig. 2 - Desenho da fibra óptica. diferentes, sendo o meio interno o de
transmissão, longo espaçamento entre índice de refração maior, podemos ter
repetidoras, imunidade total às um raio luminoso que se propague ao
interferências eletromagnéticas e ou- não tem valor comercial, nenhum longo do meio interno desde que o seu
tras. ladrão vai querer furtar cabos de fibra ângulo de incidência na fronteira entre
Pelo.fato de ser um meio dielétrico, óptica! os meios seja maior do que a, (fig. 3).
a fibra óptica apresenta excelentes deve-se também considerar o fato O que define um tipo de fibra é seu
características particulares como: que o preço de cabos de cobre vem índice de refração. Desse modo temos
Dimensões reduzidas, peso leve, aumentando continuamente (devido a as fibras multimodo de índice de grau,
imunidade a ruído (baixa diafonia), escassez deste metal), ao contrário
larga banda passante, baixa perda, dos cabos de fibras ópticas que, devido
flexibilidade, e principalmente o sigilo, a melhoria de tecnologia do processo,
já que é impossível se desviar os sinais e do aumento de consumo, vem FIBRA ÓPTICA

ópticos sem danificar o sistema. diminuindo de preço rapidamente. -"'--------"?-nl


Além disso, um problema que não Como aplicações, podemos citar os I
pode ser esquecido é o de furto de fios
,; ,
" ,,/ I'

de cobre. De fato, como a fibra de vidro


circuitos "troncos", as linhas de as-
sinantes, os cabos submarinos _____
" ,-L / /n2 _

transmissão à longas distâncias, con- n1> n2


trole de aviões, instrumentação,
REDE conexão entre computador e
periféricos, comunicação por cabo para Fig. 3 -Fenômeno de reflexão total.
U redes ferroviárias e elétricas e mais
recentemente em televisão à cabo,
(figura 1). multimodo de índice gradual e'
mono modo.
ESTRUTURA E TIPOS DE FIBRAS As fibras multimodo de índice de
grau têm o núcleo homogêneo e a
Uma fibra óptica consiste num casca com índice de refração bem
capilar formado por dois metais menor para que ocorra o fenômeno da
Fig. l-Exemplo de utilização homogêneos e cristalinos. reflexão total, (figura 4).
de fibra. Na figura 2 mostramos o desenho Elas são fibras de baixa capacidade
de uma fibra. O material do centro da de transmissão, atenuação relativa-
56 SABER ELETRÔNICA N° 229/92
Um exemplo disso é o crescente
uso deles pelas ferrovias americanas
(e algumas Brasileiras). AUXiliAR
SISTEMA tlJATÉllTE
Como seu peso e diâmetro são SHF
muito menores se comparado com fios S HF / SISTEMA _
}---
AUXILIAR :Ir
--4.."'-
de cobre, a instalação, o manuseio e a
manutenção de fibras torna-se bem
íNDICE DE REFRAÇÃO
mais fácil.
Na figura 7 ilustramos uma rede de
Fig. 4 -Fibra multimodo de transmissão "1+ 1" de excelente con-
índice degrau. fiabilidade.
FIBRA
/.
OPTICA
Observe que temos o sistema de SISTEMA PRINCIPAL

rádio, como antigamente, mas que


mente alta 5dB/km) e utilizados em agora é utilizado como reserva ou
Fig. 8 -Sislema de transmissão com
transmissão de dados em curtas
3 meios utilizando rádio UHF, VHF
distâncias.
e fibra óptica.
Neste tipo de fibra, a luz incidente
pode seguir diversas trajetórias, o que NÚCLEO
ocasiona um estreitamento da banda confiável, sendo quase impossível a
passante (20 MHz). A
perda de comunicações.
As fibras multimodo de índice
gradual têm o núcleo cujo índice de IDÉIA PRÁTICA
refração varia gradualmente da ..
I'N DrCE DE REFRAÇÃO
periferia para o centro, como na figo 5. Um simples sensor de vibração
Esta variação gradual (daí seu pode ser elaborado usando um LED
nome) possibilita o alargamento da Fig. 6 -Fibra monomodo. infravermelho, um pedaço de fibra
banda da faixa passante na faixa de óptica e um foto transistor.
200 MHz a 1 GHz. São empregados
basicamente em telecomunicações. auxiliar.
Já as fibras monomodo possuem o As fibras ópticas compõem a via
núcleo homogêneo e de diâmetro principal.
reduzido para assegurar que apenas o Portanto, quando um deles deixar
modo de menor ordem se pregue no de funcionar, o outro entra em ação,
-1L-
interior da fibra (figura 6).
A sua atenuação é comparável à da
evitando a perda de comunicação.
W"" ''','
FIBRA

!~
I~,,,,,·~
/
O sistema de transmissão é
fibra de índice gradual e, sua
denominado"1 +1 li, porque temos uma
característica principal, é a de permitir
rede principal (que é ferra com fibras
a propagação de um só modo.
ópticas) e uma rede auxiliar (composta lED FOTO - TRANSISTOR
Isto lhe confere uma grande INFRAVERMElHO OU FOTO DIODO

capacidade de transmissão à Igngas pelo sistema rádio).


distâncias Um outro sistema mais moderno
utiliza o satélite e transceptores na
SISTEMA DE TRANSMISSÃO faixa de SHF (microondas), (figura 8).
UTILIZANDO RÁDIO E FIBRAS O acréscimo do rádio SHF utilizan- Qualquer pequena vibração
ÓPTICAS USADO EM FERROVIAS do o satélite torna o sistema 100% desalinha o feixe de radiação disparan-
do o circurro.

Sem dúvida nenhuma, a tendência CONCLUSÃO


VIA RÁDIO (AUXiliAR)
das ligações onde as confiabilidade é
essencial, é para o uso das fibras
ópticas.
Tx, Rx, li~ Tx, Rx, 2 Certamente o futuro reserva à fibra
óptica o papel de prioridade absoluta
como meio de transmissão, devido à
seu excelente desempenho que me-
NÚCLEO
f'ASCA lhora a cada minuto, e de seu custo que
cai aceleradamente.

/ FIBRA BIBLIOGRAFIA
PRINCIPAL, ÓPTICA

•• VÁRIOS km.
I'NDICE DE REFRAÇÃO Fiber Optic Design and Applica-
tions
Fig. 5 -Fibra multimodo de Fig. 7 -Sistema de - Baker, Donald G.
índice gradual. transmissão "1 + 1". - A prentice-Hall Company, Inc Res-
ton, Virginia, 1985 .•

SABER ELETRÔNICA N° 229/92 57


nformativo Industrial
POTENCIÔMETRO PARA
ALTA TENSÁO· RCK

A RCK Metalúrgica Ltda, fabrica


potenciômetros para altas tensões des-
tacando-se os de material moldado
autoextingível classe SE-1 para
tensões até 3 000 VOC.

Especificações: Potenciômetro para Alta Tensão.


• Tolerância: 20%
• Tensão nominal: 3 000 VOC (entre
terminais) Quadrada: amplitude: O a 3,2 Vpp TRANSDUTOR DE PRESSÁO PARA
• 7500 VOC (entre terminais e chapa Simetria: 99% até 220 kHz ALTA TEMPERATURA MOD SPN
de montagem)
• Curvas: lineares Sobreimpulso: menor que 1%
• Coeficiente de tensão: menor que • Rampa: amplitude de O a 2,82 Vpp o Transdutor de Pressão para
ppm/V • Pulso: amplitude O a 3,2 V aplicações em altas temperaturas da
Nova Automation modelo SPN foi
Ciclo ativo 0,33%
desenvolvido especialmente para
Polaridade: negativa monitorar pressão em processos de
I. Anote no Cartáo Consulta SE N!! 011451 • Saída: impedância: 5 ohm extrusão e injeção de polimeros ou em
• Atenuação total: O a - 60 dB processos onde a temperatura da
GERADORES DE FUNÇÕES • Saída de sincronismo forma de onda pasta, fluído ou gás é elevada (até
INSTRUM 400°C). O transdutor possui a
quadrada
membrana rasante em aço inox 17-4
o modelo FG-10 da Instrum do Amplitude: 3,2 Vpp
PH. Para aplicações que contenham
Brasil Ir:ldústria Eletrônica Ltda é um Simetria: 99% até 100 kHz
fluoretos ou cloretos, a membrana sen-
gerador de funções versátil que com- • Alimentação: 110 V/220 VAC sora pode ser fornecida em aço Hastel-
bina a operação de dois instrumentos • Potência: 15 W loy C-4. São disponíveis em 4 modelos,
num só: gerador de funções e gerador mas o mais utilizado é o SPN-830.
de pulsos. Características:

i
I • Anote no Cartão Consulta SE N!! 011461
• Faixa de medição: 50/ 100/ 200/
350/500/700/ 1000/1400/2000 Bar
• Sensibilidade: 3,3 mVN
250 mm
I· I • Erro combinado:menor que 1%EN
210mm

~I:
_I

• Resistência da ponte: 350 Q (+/-2%)


.' , • Tensão de alimentação: 7 a 10 VOC
ções.
'ô'ô'ô
~ ,~: . O ~
• Máxima temperatura
100°C
do corpo:

• Máxima temperatura na mambrana:


400°C

I • Anote no Cartão Consulta SE N!! 011471

Este aparelho fornece sinais retan-


gulares, senoidais, triangulares, rampa CH

e pulsos retangulares.

Características:
• Faixa de. freq.: 10Hz a 220 kHz c I.
em 8 faixas 7. 29 I 465 • 115 115 153

111 753
• Senoidal: amplitude: O a 1 Vrms
Oistorção: menor que 0,5%
Triangular: amplitude: O a 2,82 Vpp Transdutor de Pressão SPN 830
• Linearidade: 99% até 220 kHz

58 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


Informativo Industrial

MONTAGEM 1 MONTAGEM 2

d=a.tg (45- ~)

C= [ a. tg (45 + ~)] - d
1 /'
a \Y"",
LL_.._,.~
ai /~ c: 2.a.Ig ~ '\ ~~

I. c !
Posicionador Laser
d
L-'-~---J
POSICIONADOR LASER 100 kHz e acima - 5 Vrms • Alimentação: 2 bat. internas de 9 V
Opto Eletrônica São Carlos Canal B - 3 V • Autonomia: 100 hs. de uso contínuo
• Rede: 110/220 V 50/60 Hz
O posicionador Laser consiste num TERMOST ATOS ANTI-CONGELANTE
iaser HeNe com óptica acoplada capaz
I A Anote no Cartão Consulta SE Nº 011491 E SEGURANÇA -SCE
de divergir o feixe de laser e formar um
traço extremamente reto que pode ser
DETECTOR DE VIBRAÇÃO A SCE - Sistemas e Controles
aplicado para senalizar cortes, ali-
nhamento, direcionar materiais e ou- Spike Energy - Instronic
Eletrônicos Ltda possui na sua linha de
tras aplicações industriais. Na figura produtos os Termostatos APl anti-con-
temos as características técnicas e de A Instronic -Instrumentos de Testes
gelamento e SPl de segurança.
especificação. Ltda, possui na sua linha de produtos o
O anti-congelante é indicado para
Nesta figura podem ser obtidos detector de vibração - Spike Energy
evitar o congelamento de líquidos e o
valores diferentes para c alterando-se (energia de Pico) - modelo 810 que é
de segurança é indicado à proteção de
a inclinação do tubo do laser. indicado para detecção de problemas
sistemas de aquecimento de líquidos
em rolamentos e engrenagens. ou ar, evitando que a temperatura
O Spike Energy mede picos de alta ultrapasse o valor selecionado na es-
I • Anote no Cartão Consulta SE Nº 011481 freqüência e curta duração como pul- cala.
sos de energia que ocorrem em
FREaÜENcíMETROS MF-5190
máquinas rotativas.
MINIPA Características:
Especificações:
• Faixa de medição: O a 300 microns Alimentação: VCC 24 V +10 -15%
O freqüencímetro MF-5190 da Mi- de pico a pico em 8 escalas. ou 110/220 VCA
nipa tem um alcance de 1 000 MHz • Velocidade: Oa 3 000 mm/s Freqüência de operação: 50/60 Hz
sendo indicado para pesquisas, desen- • Aceleração: Oa 100 g/s Contatos de saída: reversível de
volvimentos, linhas de produção e • Entrada: aceita transdutor de 250 V/l0A
manutenção. O display é de 8 dígitos velocidade Mod. 544 ou 970 Consumo: 2 VA
com LEDs de alta intensidade que
facilitam a operação em ambientes
claros. I. Anote no Cartão Consulta SE Nº 01150 I I • Anote no Cartão Consulta SE Nº 01151 I

Características:
• Faixa: 10 Hz a 10 MHz elO MHz a
100 MHz
• Canal B: 100 MHz a 1 000 MHz
• Precisão: +/-1%
• Sensibilidade: 20 mVrms
• Impedância: canal A - 1 mQ/35 pF
canal B - 50 ohms
• Máxima tensão de entrada: canal A
10Hz a 1 kHz - 250 Vrms Termostatos anti-congelante e segurança.
1 kHz a 100 kHz - 20 Vrms

'6ABER ELETRÔNICA Nº 22efe2 591


eção do Leitor
FONTE DE 12 V x 10 A
1
o leitor Sergio da Silva Castro do
Rio de Janeiro - RJ nos pede um cir- 50V/l0A
cuito de fonte de alimentação para tran-
ceptor PX que tenha as características
indicadas acima, mas que faça uso de
dois transistores 2N3055.
O circuito proposto é dado na figo 1
e deve ter os transistores 2N3055 mon-
tados em grandes radiadores de calor
já que devem trabalhar nos limites de
suas características. 4700~ F
25V
Os capacitores eletrolíticos devem OV

ser de 25 V e o valor elevado se deve


a necessidadede uma excelente
filtragem. A fonte em questão, na ver-
dade dá um pouco mais que 12 V já que RECEPTOR DE FM COM O TDA7000 - Procuro esquemas de transmis-
devemos contar com a queda de 1,2 V sores de FM e OC de 2 a 40 watts -
a 1,4 V nas junções dos transistores, Diversos leitores tem pedido o Compro revistas Divirta-se com a
reduzindo assim a tensão do zener de diagrama do receptor básico do recep- eletrônica Nº1, 4, 5, 10 e 23 - procuro
15 V para um valor em torno de 13,6 a tor de FM com o TDA7000: antenas para DX de FM e projetos de
13,8 V. Este circuito integrado, sem Fls ex- microfone ultra-sensível para gravação
O transistor excitador também deve ternas, é mostrado na figura 2. de pássaros - Ricardo Coelho Medeiros
ter um radiador de calor e os resistores - Av. Josué de Queiroz, 944 bairro Bom
em série com os emissores dos transis- Pastor - São João Dei Rei - MG-
tores devem ser de fio de 2 watts ou 2 ::11]
+4,5 a 12V ~ 36300.
mais.
- Vendo multímetro digitallCEL IK-
10nF 2000 Novo, praticamente sem uso.
DISPLAYS DE 7 SEGMENTOS Vendo revistas e livros - Arthur Domin-
gues Diniz - Rua José Capistrano de
Muitos leitores como Wilson Souza, 664 - Boa Ventura - 3 Corações
Rodrigues de Itaúna - MG estão en- - MG - 37410.
contrando problemas na aquisição de
displays específicos para projetos que
ERRATA
publicamos em nossas revistas.
Na verdade, quando em projetos
determinados indicamos um certo dis-
play isso não significa que ele seja Pedimos aos leitores que corrijam o
obrigatório. setor de fonte do diagrama do receptor
- satélite (pág. 6 - Rev. 228) conforme
Existem dois tipos básicos de dis- PEQUENOS ANÚNCIOS a figura abaixo.
plays: os de anodo comum e os de
catodo comum.
Dentro de um tipo, por exemplo, os - Desejo manter correspondência
de catodo comum as diferenças entre com pessoas ou entidades que façam
os encontrados no comércio referem- estudos e pesquisas sobre Raio Laser
se basicamente ao tamanho e cor da
e Kirliangrafia - Raphael Dantas
luz emitida. Assim, se o projeto não for Nogueira - Caixa Postal 428 - 44100 -
crítico, dentro de um tipo qualquer Feira de Santana - BA.
equivalente serve.
- Vendo osciloscópio portátil
Em outras palavras, se for exigido
um display de catodo comum de deter- japonês de 3 polegadas com válvulas,
minado tipo, na verdade podemos usar em perfeito estado - 2,5 MHz - Ademir
sem problemas (na maioria dos casos) Luiz Xavier - R. Dr. Alvim, 2160 - 13400
qualquer outro equivalente desde que - Piracicaba SP - Fone (0194) - 34
também seja de catodo comum. 0305.

60 SABER ELETRÔNICA N° 229/92


FiItra de 60' Hz
Equipamentos de som, transmissores e outros circuitos que operam com sinais de áudio com pequena
intensidade, são sensíveis aos roncos de 60 Hz captados da rede de alimentação. Com este filtro estes roncos
podem ser eliminados, melhorando em muito o desempenho de seu equipamento. Simples de montar,
ele é alimentado com 9 V de uma bateria e tem consumo multo pequeno.

Newton C. Braga

Os roncos de AC ou corrente alter- COMO FUNCIONA


nada perturbam todos que montam ou
R f'--- R
I 1 2 ii RC R/2 LP~OT
instalam equipamentos de áudio. O circuito consiste basicamente
Muitas vezes este ronco não é resul- num filtro rejeito r com duplo T, con-
tado da fonte com filtragem deficiente, E--" 2C
forme mostra a figura 2.
realimentações internas dos circuitos
ou ainda faltas de blindagem, mas sim ~' Neste circuito, a freqüência de
ressonância depende dos valores dos
resultado de uma captação dos cabos componentes conforme fórmula junto
de entrada que são muito longos ou dos ao diagrama. Os componentes
próprios transdutores que fornecem o também devem manter entre sí certas
sinal para amplificação. Fig. 2 -Um filtro de duplo T. relações fixas.
Uma solução para eliminar estes Com um potenciômetro num dos
roncos na entrada do próprio equi- ramos do duplo T, podemos variar sen-
pamento é a utilização de um filtro que celente durabilidade, já que o consumo sivelmente sua freqüência de
seja sintonizado para rejeitar os de de corrente é muito baixo. ressonância, ajustando o circuito para
60 Hz. É este circuito que propomos operar exatamente em 60 Hz.
neste artigo: um filtro rejeitor de 60 Hz CARACTERíSTICAS Ligando esta rede como
que pode ser sintonizado para maior realimentação negativa, na freqüência
precisão e que elimina roncos quando de ressonância esta realimentação se
intercalado entre a entrada de um equi- • Freqüência central de rejeição: torna mais forte e o ganho do transistor
pamento de som e uma fonte de sinal. 60Hz usado como amplificador cai abrupta-
Na figura 1temos a linha de rejeição • Faixa sintonizada: 55 a 65 Hz mente. Nestas condições de um ganho
deste filtro que corta apenas as (aprox.) praticamente unitário, passamos a uma
freqüências muito próximas de 60 Hz, • Alimentação: 9 V atenuação que se aproxima dos 80 dB
mas deixa passar todas as demais, na freqüência de ressonância do duplo
• Consumo de corrente:200 !lA
até 100 kHz aproximadamente. T. Como a rede duplo T fornece uma
O uso de um transistor de baixo • Impedância de entrada: 50 kQ defasagem do sinal, para uma
nível de ruído como o BC549 evita que • Atenuação em 60 Hz: 80 dB (ou realimentação negativa, temos de
chiados e outros tipos de ruídos do mais) retirar o sinal do emissor do transistor.
circuito sejam introduzidos.
Evidentemente, para que o circuito
seja eficiente, ele deve ser montado em S 1
caixa metálica que será usada como lOO~F
blindagem. .:::c C5
01
A alimentação do circuito é feita BC549
com uma bateria de 9 V que terá ex- +
C6 _

dB

10~J2 SAíDA ~ I '9V


o

-40
-80
f (HzJ
55 60 65

Fig. l-Curva de atuação do filtro. Fig. 3 -Diagrama completo do filtro.

SABER ELETRÔNIC'; Nº 229/92 61


. LISTA DE MATERIAL

Q1 - BC549 ou equivalente - transis-


tor NPN de uso geral
Pl - 47 kQ - tfim-pot ou
potenciômetro
SI - interruptor simples
Bl - 9 V - bateria
RI - 82 kQ x 1/8 W - resistor (cinza,
Jl vermelho, laranja)
R2 e R4 - 22 kQ x 1/8 W - resistores
Fig. 4 -Placa de circuito impresso.
(vermelho, vermelho, laranja)
R3 - 10 kQ x 1/8 W - resistor (mar-
ruptor simples e para entrada e saída rom, preto, laranja)
de sinal e entrada do amplificador. R5 - 15 kQ x 1/8 W - resistor (mar-
O negativo da fonte deve ser ligado rom, verde, laranja)
R6 e R7 - 470 kQ x 1/8 W - resistores
a caixa, assim como as malhas dos
cabos de entrada e saída, para que o (amarelo, violeta, amarelo)
sistema fique perfeitamente blindado. R8 - 27 kQ x 1/8 W - resistar (ver-
melho, violeta, laranja)
Cl - 4,7 !!F x 12 V - capacitar
PROVA E USO eletrolítico
C2 - 150 nF - capacitar cerâmica ou
OSCILOSCÓPIO Intercale o circuito entre uma fonte de poliéster
de sinal e o amplificador. Ajuste P1 C3 e C4 - 82 nF - capacitares
para o menor nível de ronco. cerâmicas ou de poliéster
C5 - 100 !!F x 12 V - capacitar
Um ajuste melhor pode ser feito eletrolítico
com o osciloscópio, conforme mostra a
C6 - 10 !!F x 12 V - capacitar
fig.5. eletrolítico
A"fonte de sinal" é simplesmente Jl e 12 - jaques de entrada e saída
um pedaço de fio comum que ligado à (RCA ou P2, conforme equipamen-
entrada do filtro serve de "antena" cap- to).
Fig. 5 -Ajuste com o osciloscópio.
tando os 60 Hz seja o menor possível. Diversos: placa de circuito impresso,
Feito o ajuste é só usar o aparelho, caixa para montagem, conector de
intercalando entre transdutores ou fon-
Do emissor também sai o sinal para bateria, botão plástico para Pl, fios,
o circuito externo, com uma inten- tes de sinais fracas e o amplificador, solda, etc.
sidade que se adapta as entradas da quando existir necessidade de se
maioria dos amplificadores comuns. rejeitar os sinais de 60 Hz.•
R1 fornece carga para a fonte de
sinal externa e eventualmente pode ser
alterado para melhor desempenho.

MONTAGEM

Na figura 3 temos o diagrama com-


pleto do filtro.
Na figura 4 temos a disposição dos
componentes principais numa pe-
quena placa de circuito impresso que
deve ser instalada numa caixa
metálica.
Os resistores são de 1/8 ou 1/4 W e
os capacitores eletrolíticos para 12 ou
16V.
Os demais capacitores são de
poliéster ou cerâmicos.
P1 tanto pode ser um trim-pot como
um potenciômetro e o transistor é o
BC549 ou equivalente. 81 é um inter-

62 SABER ELETRÔNICA N2 229/92


Campainha de 3 tons
Este circuito gera 3 tons diferentes, podendo ser usado como campainha residencial, identificando de qual ponto foi
feita uma chamada, também pode ser usado em escritórios para chamar funcionários diferentes, já que a identificação
seria feita pelo tom. O circuito e bem potente graças ao uso de um transistor Darllngton na amplificação.

Newton C. Braga

Este circuito gera três tons diferen- • Corrente máxima: 600 a 800 mA
tes contínuos quando três interruptores • Potência de áudio: 500 mW a 2 W
diferentes são pressionados. Ele pode
ser usado num sistema chamado com
COMO FUNCIONA
identificação, em diversas finalidades
como as citadas na introdução.
O uso de um Darlington de potência A base do circuito é um circuito in-
permite que o volume do som seja tegrado 40938 formado por 4 portas
elevado, com potência da ordem de disparadoras do tipo Schmit NAND,
alguns watts, o que significa a sua que podem ser usadas de diversas for-
utilização mesmo em locais barulhen- mas. Usamos então uma das portas
tos. A alimentação pode ser feita com como um oscilador onde a freqüência
tensões entre 9 e 12 V de bateria for- é dada através do capacitor C1 pelo
mada por pilhas grandes ou então resistor de alimentação. No caso
fonte. Simples de montar, a corrente de usamos três trim-pots como resistores
repouso é muito baixa, o que significa de realimentação, cada qual colocado
uma boa economia no caso da no circuito por meio de um interruptor
alimentação por bateria. Os três tons de pressão. Desta forma, podemos
produzidos pelo aparelho são ajustar a freqüência do oscilador de
ajustáveis de modo independente para modo independente em cada trim-pot.
maior comodidade do usuário.
O sinal retangular deste oscilador é
Os interruptores de pressão de aplicado às três outras portas do
chamada podem ficar a uma boa mesmo circuito integrado que funciona
distância do aparelho sem fun- como um amplificador digital.
cionamento.
Temos então um sinal mais potente
para ser aplicado à base do transistor
CARACTERíSTICAS
de potência. Usamos um Darlington de
potência, com excelente ganho que
• Tensão de alimentação: 9 a 12 V pode excitar diretamente um alto-
• Corrente de repouso: 1 mA (tip) falante.

F1 +9/
CI-l 040938 FTE +12V
4/8.0. 2A

C.I-10

C2
220~F Fig. 2 -Placa de circuito impresso.
16 V

Q 1
/ MONTAGEM
TI P120/
121/122

Na figura 1 temos o diagrama com-


OV
pleto de nossa campainha.
Na figura 2 temos a disposição dos
F ig. 1 -Diagrama completo do aparelho. componentes numa placa de circuito
impresso.

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 63


FONTE
lN 4002 (+1
LISTA DE MATERIAL
220V
TV
CI-l - 4093B - circuito integrado
1~0/
CMOS
T1
Q 1 - TIP 120/121 ou TIP 122 - transis- 1A OV
I .••. I
12+12V ATÉ 10m
tor NPN Darlington de potência
FTE - 4 ou 8 Q x 10 cm - alto-falante Fig. 4 -Sistema remoto
de chamada.
SI, S2 e S3 interruptores de Fig. 3 -Fonte de alimentação
pressão para o circuito.
FI - 2 A- fusível
Pl, P2 e P3 - 100 k - trim-pots
RI - 10 kQ - resistor (marrom, preto, tical na placa de circuito impresso, con- PROVA E USO
laranja) . forme lay-out.
R2 - 1 MQ - resistor (marrom, preto, O alto-falante deve ter pelo menos
verde) Para provar basta ligar a unidade à
10 cm de diâmetro e imã pesado para
Cl - 47 nF - capacitar de poliéster ou maior rendimento. alimentação e pressionar S1, ajustan-
cerâmica do P1 até ser obtido um tom de acordo
Sua colocação numa pequena
C2 - 220 !-lF x 16 V - capacitar caixa acústica juntamente com o res- com o desejado pelo leitor. Faça o
eletrolítico tante do circuito fornecem melhor mesmo com S2 e ajuste P2 e depois
Diversos: placa de circuito impresso, reprodução. aperte S3 ajustando P3.
soquete para o integrado, caixa para S 1, S2 e S3 são interruptores de Uma vez comprovado o fun-
montagem, suporte para fusível, pressão e dependendo de sua cionamento é só fazer a instalação.
radiador de calor para o transistor, utilização podem ficar longe do circuito
fios, solda, etc. Na figura 4 temos a sugestão para
principal. Na figura 3 temos um circuito a elaboração de um sistema remoto de
de fonte de alimentação para esta cam- chamada. Neste sistema, o cabo de
painha. conexão ao alto-falante não deve ter
Sugerimos a utilização de soquetes O enrolamento primário do transfor-
mador deve ser de acordo com a rede mais de 10 metros de comprimento
DI L de 14 pinos para o circuito in- para que não ocorram perdas de
tegrado. local e os diodos do tipo 1N4002 ou
volume no sinal.
equivalentes.
O transistor de potência deve ser O secundário do transformador é de Mais interruptores e trim-pots
dotado de um radiador de calor. podem ser acrescentados ao circuito,
12 V x 1 A. O capacitor eletrolítico é
Os resistores são de 1/8 a 1/4 W para 25 V e o LED é opcional, servindo mas com maior número, também fica
com 5 a 20% de tolerância e os trim- para indicar que a fonte se encontra difícil distinguir por tom qual foi o inter-
pots para montagem horizontal ou ver- alimentada pela rede. ruptor acionado .•

Variac eletrônico
Eis um aparelho de grande utilidade para a bancada de trabalhos eletrônicos, desde o amador até o profissional:
um variac. Fornecendo tensões alternadas de O a 110 V, este circuito é uma espécie de dimmer de uso
geral, para testes de equipamentos diversos, alimentação de transformadores e cargas resistivas,
substituindo o tradicional variac por transformador.

Newton C. Braga

Um Variac consiste num auto-trans- com diferentes espiras e assim ser ob- obter diversas temperaturas. O que
formador com relação entre espiras tida uma faixa de tensões muito grande propomos no nosso artigo é uma
que pode ser ajustada por meio de um na saída conforme sugere a figura 1. versão eletrônica que em lugar do
controle externo. Normalmente existe Podemos usar este Variac para transformador usa um Triac. Em lugar
um cursor que corre sobre um en- alimentar diversos tipos de aparelhos de modificarmos o número de espiras
rolamento com fios parcialmente des- que estejam em prova, ou mesmo do transformador, alteramos o ângulo
cascados de modo a fazer contatos elementos de aquecimento de modo a de condução do Triac e assim con-

64 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


Se dispararmos o Triac no início de
cada semiciclo da corrente alternada, o
ângulo de condução será maior e a
potência aplicada a carga também,
conforme mostra a figura 2.
Se aplicarmos o pulso de disparo no DISPARO
final do semiciclo, o ângulo de
SA IDA condução será pequena e a potência
aplicada na carga será igualmente pe- TENSÃO DE CARGA
quena, conforme mostra a figura 3.
Se controlarmos o ângulo de dis-
paro convehientemente, podemos
Fig. 3 -Disparo no final de cada
Fig. l-Circuito de um Variac aplicar qualquer potência na carga,
entre limites bem estabelecidos o que semiciclo - menor potência na carga.
com transformadOr.
I é desejado nesta aplicação.

O pulso de dIsparo é obtido no


usados neste projeto com correntes
trolamos a tensão média sobre a carga. nosso circuito com a ajuda de um tran-
correspondentes.
Usando um Triac para 4 ampares sistor unijunção.
podemos controlar até 440 watts de Retificamos em onda completa a'
cargas em 11 O V e o dobro na rede de tensão da rede por meio de uma ponte ::;i;i:i.~i::ç~tr~!m;~~:~:~:~:~:~i~i~
220 V. O circuito admite Triacs para de 4 diodos (01 a 03) e reduzimos a TIC206 4
maiores correntes, o que o amplia na tensão para 22 V com a ajuda de R3 e
possibilidade de uso. TIC216 6
do diodo zener 01.
Devemos observar que, como em Os pulsos obtidos são então usados TIC226 8
todo variac não existe isolamento do
para carregar C1 via P1 e R2. TIC236 12
circuito alimentado em relação à rede,
O ajuste de P1 determina a
o mesmo ocorrendo em relação ao cir-
velocidade de carga de C1 em cada
cuito de controle. Todos os pontos
semiciclo e portanto o ponto em que
deste circuito são "vivos" o que implica O Triac deve ser montado num bom
• obtemos o disparo do unijunção. Com
numa montagem muito bem isolada, radiador de calor.. "O fusível deve ser
os pulsos do unijunção aplicados a um
sem pontos expostos. dimensionado de acordo com a carga".
transformador de 1:1 temos o disparo
do triac. Os diodos 01 a 04 devem ser os
CARACTERíSTICAS 1N4004 se a rede for de 11 O V e os
1N4007 se a rede for de 220 V. O
MONTAGEM
• Tensão de entrada: 11 O ou 220 V CA transformador de pulso é do tipo 1:1 da
• Tensões de saída: O a 110 V ou O a Thornton, ou equivalente. Se o leitor
220 V (conforme rede) Na figura 4 temos o disparo com- tiver dificuldade em encontrá-Io pode
• Corrente máxima: 4 ampares (con- pleto do Variac. enrolar 100 + 100 espiras de fio 28 num
forme Triac) A disposição dos componentes bastão de ferrite de 0,5 cm x 5 em de
numa placa de circuito impresso é comprimento.
COMO FUNCIONA -mostrada na figura.5. Os resistores são todos de 1/8 W
O Triac pode ser de qualquer tipo exceto R3 que deve ser de fio de 10 W
Alimentando um Triac em série com com sufixo B se a rede for de 110 V ou .-com valores diferentes conforme a
uma carga por meio de uma tensão sufixo O se a rede for de 220 V. Damos rede. Usaremos 4,7 kQ se a rede for de
alternada, temos diversas pos- a seguir alguns Triacs que podem ser 110 V e 10 kQ se a rede for de 220 V.
sibilidades de disparo para controle de
carga.

Fl
lOA
(VER
r EXTOl

--P---D----
:~ ~- TENSÃO NA REDE

: I : I I
,~I ,1:)' II DISPARO
", I'V r,I, (/ I
: ~ .1 I I: I;
,,,I,I ~,/I
111 ~,_",\, D5
TENSÃO NA CARGA 22V/lW

Fig. 2 -Disparo do triac no ínicio


de cada semiciclo - maior
potência na carga. Fig. 4 -Diagrama completo do aparelho.

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 65


Fig. 5 -Placa de circuito impresso.

Atuando-se sobre P1 devemos ter


VARIAÇÃO DE O a,llOV variação da luminosidade da lâmpada D1 tVcc
e também da tensão marcada pelo
multímetro.
VARIAC
Caso não se atinja o valor máximo D2
com P1 na mínima resistência,
OV
podemos diminuir um pouco R2 e T1~
mesmo com C1. Tl,D1J D2,C
DE ACORDO COM A TENSÃO DESEJADA E
Para se conseguir chegar ao CORRENTE
mínimo de O V com P1 no máximo de
resistência, devemos aumentar o Fig. 7 -Fonte variável com Variac.
capacitar C1. Valores até 220 nF são
admitidos.

LISTA DE MATERIAL

Triac - TI C206, 216 ou 226 - ver texto


- Triac para 110 V (série B) ou para
220 V (série D),
Q1 - 2N2646 - transistor unijunção
D1, D2, D3 e D4 - 1N4oo4 (110 V)
ou 1N4007 (220 V) - diodo
Fig, 6 -Testando o Variac. retificador de silício
D5 - 22 V/1 W - diodo zener
R 1 - 470 Q - resistor (amarelo,
Odiado zener não é crítico podendo violeta, marrom)
ser usados tipos entre 15 e 27 V. O R2 - 4,7 kQ - resistor (amarelo,
capacitar C 1 é de poliéster para 100 V violeta, vermelho)
ou mais e o potenciômetro P1 é linear. R3 - 4,7 kQ x 10 W (110 V) - resistor
"O fusível é escolhido de acordo de fio - 10 kQ x 10 W (220 V)
com a carga". Veja que os fios de P1 - 100 kQ - potenciômetro
conexão a carga devem ter espessuras C1 - 100 nF (104 ou 0,1) - capacitor
compatíveis com a intensidade de cor- cerâmico ou de poliéster Comprovado o funcionamento é só
rente conduzida. Xl - Tomada para a carga usar o aparelho. Ligando este variac no
Para conexão destas carga F1 - fusível de acordo com a carga primário de um transformador de uma
sugerimos a utilização de uma tomada T1 - transformador de pulsos (1:1) - fonte sem regulagem podemos ter
embutida na própria caixa. Thomton ou equivalente tensões ajustáveis numa ampla faixa,
Diversos: caixa para montagem,
conforme mostra a figura 7.
PROVA E USO placa de circuito impresso, cabo de Não recomendamos utilizar o
alimentação, suporte para fusível,
aparelho com aparelhos eletrônicos
botão plástico para o potenciômetro,
Para provar o aparelho basta ligar radiador de calor para o Triac,
como amplificadores, receptores , etc
uma carga e um multímetro na escala parafusos, porcas, fios, ete. pois o Triac é uma fonte de ruído nestas
de tensões alternadas, conforme condições que pode interferir bastante
mostra a figura 6. no funcionamento de tais aparelhos. _

66 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


Far'auto - Farol automático
para automóveis
Que tal colocar no seu automóvel um interruptor automático fotossensível que liga as lanternas ao escurecer do
ambiente? Projetado com um sistema de desligamento retardado que evita incidência de luz, o farauto utiliza
componentes comuns em nosso mercado e oferece um ótimo desempenho. Confira!

Luis Fábio C. Pinho

Projetos eletrônicos para tantaneamente, dentro de sua sen- mal, ou seja, você poderá ligar as
aplicações automotivas são sempre sibilidade ligando as lâmpadas. lanternas quando quiser.
sugeridos pelos nossos leitores, prin- Mas, conforme dissemos na Porém, a necessidade e a
cipalmente aquelas que não "pesam" introdução, o desligamento das lanter- criatividade do leitor determinam
muito no custo final. nas, apesar de automático, não é ime- inúmeras outras aplicações para o
Tentando conciliar a novidade de diato, isto porque quando o automóvel farauto. Por exemplo, você pode utilizá-
aplicação, o custo baixo e a garantia de está transitando ao escurecer existem 10 como controle de sinalização notur-
um ótimo aparelho, criamos o farauto. ocasiões em que os feixes de luz são na, chave automática das luzes exter-
Este interruptorfotossensível detec- temporários sobre o fotossensor, por nas, acionamento e desacionamento
ta quando a luminosidade ambiente exemplo, a luminosidade dos postes, de anúncios luminosos, alarme contra
atinge um certo ponto de insuficiência um outro veículo com faróis falta de luminosidade e muitas outras.
e aciona um relé, que por sua vez, faz posicionados para os seus, ou outras
com que as lâmpadas extern.as do seu fontes de luz externas, são fatores que COMO FUNCIONA
automóvel permaneçam acesas ou não poderiam atrapalhar (e não
apagadas, dependendo da situação. atrapalham) no funcionamento do
Na figura 1 temos o diagrama com-
Com isso, você não vai mais ter que aparelho. Isso porque eles possuem
uma incidência de feixes luminosos pleto do aparelho e através dele acom-
preocupar com os faróis ligados pela panhe a explicação.
manhã (por algum esquecimento não contínuos, ou seja, que só acon-
tecem por um tempo. O circuito utiliza um amplificador
qualquer), pois o circuito impede que as operacional, CI-1 como comparador de
lâmpadas fiquem ligadas com o carro O efeito retardado do circuito, faz tensão. O resistor R3 e o diodo zener
desligado, ou com luminosidade am- com que as lâmpadas só sejam DZ1 fornecem a tensão regulada à
biente forte. apagadas, quando houver uma entr<ada inversora do 741. Com isso
Essa queda de luminosidade pode luminosidade contínua no fotossensor
temos sempre uma tensão fixa de
ser causada tanto por fatores naturais por um tempo superior a um minuto, ou referência independente das variações
(anoitecer, tempestade forte, eclipse), próximo disso. de tensão na bateria. Na entrada não
como por fatores artificiais (passagem Pelo fato do circuito atuar em inversora (pino 3), R2 em conjunto com
por um túnel, viadutos). Em qualquer paralelo com a chave dos faróis, ele R1 e 01 constituem a etapa sensora.
dessas situações, o circuito reage ins- não impede seu funcionamento nor- O fototransistor 01 apresenta alta
resistência entre suas junções quando
não há luminosidade sobre ele, nesse
R3 F1
1kJl 500mA S1 caso, a tensão em cima do zener DZ1
--0"'O-O+12V é aplicada a entrada não inversora de
CI-1 e, conseqüentemente, sua saída
(pino 6) apresenta nível alto (12 V).
Com isso, o capacitor C1 carrega-
~é~~~E
I ~ERNA DA
se e o transistor 02 conduz, levando
Kl
~ nível alto à base de 03. Aí então 03
MC2RC10/2
satura e o relé K1, é operado,
provocando o acendimento das
lâmpadas.
Ouando houver luminosidade sufi-
(-I ciente sobre o fotosensor, ele
apresentará baixa resistência e
Fig. 1 -DiagratrUl esquemático do Farauto. manterá o pino 3 de CI-1 em nível
baixo. Isto provoca a comutação da

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 67


+ 12V

02
BC54B

0;;2
5Vl

03

Fig. 2 -Efeito retardado do Farauto.

o~
saída do amplificador operacional para
nível baixo (O V), ocasionando o corte
do diodo D1.
Em seguida, C1 que estava car-
regado começa a descarregar-se por
R4, R5, pela junção de 02, pelo diodo
zener DZ2 e por R6, (figura 2).
Depois de um certo tempo, a tensão
na base de 03 cai abaixo de 0,7 V e,
então ele corta, provocando a
desoperação do relé K1.
Com o relé desoperado, as
lâmpadas ficam desligadas. O diodo
D1 evita que o capacitor C1 de descar-
regue pelo CI 741. Sem ele, o capacito r
C1 não iria provocar o retardamento
necessário, e o circuito ficaria com fun- Fl
cionamento instável quando o r--l ~ 0--0(+) BATE'RIA OU
CHAVE DE
automóvel estivesse em movimento, 0(-) IGNiÇÃO

(fig. "3). O capacitar C2 filtra a tensão Fig. 4 -Placa de circuito impresso.


proveniente da bateria e o diodo D2
evita que os semicondutores próximos
do rele, como 03, sejam danificados Os transistores 02 e 03 são NPN seja controlado pela chave do carro e
durante a comutação do relé K1. de uso geral, como BC548, BC549, ligue-o ao positivo da placa.
enquanto 01 é um fototransistor Logo após conecte o negativo a
TTL78. Cuidado com suas posições na qualquer parafuso em contato com a
-11 soldagem, pois se forem colocados in- carcaça. Uma sugestão para o ponto
SEM 010 CIRCUITO FICARIA INSTÁVEL vertidos, o farauto não funcionará. positivo citado anteriormente é ligá-Io
2
01 R5
lN914 390Il. Utilize soquetes para o circuito in- ao fusível da buzina ou do para-brisa,
tegrado e, se possível, para o relé que já que geralmente eles só funcionam
3
é o MC2RC 1012que suporta até 10 A. com o carro ligado. Os pontos de
DZ1 é um diodo zener BZX79C7V5
ligação do relé devem ser ligados em
e DZ2 é da mesma família, mas com paralelos com a chave de ligação das
uma tensão de operação de 5,1 V. lanternas. Para isso, utilize fios grossos
F ig. 3 - Odiado D 1 evita que C 1 F1 é um fusível de 500 mA que devido a alta corrente das lâmpadas.
se descarregue por CI -1. serve de proteção e deve ser adquirido O próximo passo é a sensibilidade
com seu suporte e S1 é uma chave do circuito. Com o carro ligado num
operacional para o aparelho. ambiente aberto, espere um grau in-
MONTAGEM Na soldagem do fototransistor uti- suficiente de luminosidade e atue em
lize cabo blindado para evitar
TP1. Caso as lanternas estejam
interferências e procure fixá-Io no pára- acesas, espere um minuto
Na figura 4 temos a disposição dos
brisa com fita isolante, deixando so-
componentes numa placa de circuito aproximadamente até que elas se
mente sua parte central visível.
impresso. apaguem. Em seguida, com uma
Os resistores são todos de 1/4 W e lanterna manual sobre o fotossensor,.
PROVA E USO
os capacitores são eletrolíticos para deixe a luz, incidir por mais de um
25 V ou mais. Os diodos D1 e D2 são minuto e verifique se após este período
do tipo 1N914, 1N4148 (comutação O esquema de ligação do farauto as lâmpadas apagam. Agora desligue
rápida), mas na sua falta diodos está ilustrado na figura 5. Procure a lanterna manual: as lâmpadas devem
1N4001 podem ser usados. algum ponto positivo da bateria que acender imediatamente. É acon-
68 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92
CHAVE DA LANTERNA
LISTA DE MATERIAL

CI-1 - LM 741 - amplificador R2 - 1,8 kQ x 1/4 W - resistor (mar-


operacional rom, cinza, vermelho)
Q1 - TIL 78 - fototransistor R3 - 1kQ x 1/4 W - resistor (marrom,
Q2 e Q3 - BC548 - transistor NPN de preto, Vermelho)
FOTOTRANSISTOR
uso geral ·R5 - 390 kQ x 1/4 W - resistor (laran-
K1 - MC2RC1012 - relé Metaltex ja, branco, amarelo)
Fig. 5 -Como ligar o Farauto para 12 V ou equivalente R6 - 100 kQ x 1/8 W - resistor (mar-
no automóvel. DZ1 - BZX79C7V5 - diodo zener rom, preto, amarelo)
DZ2 - BZX79C5V1 - diodo zener TP1 - 100 kQ - trim-pot vertical ou
D 1 e D2 - 1N914 ou 1N4148 - diodo horizontal
selhável colocar esmalte ou parafina de comutação rápida F1 - fusível de 500 mA com suporte
derretida em cima do trim-pot para C1 - 47 IlF x 25 V - capacitor Sl - chave H-H mini (opcional)
evitar que trepidações do automóvel eletrolítico Diversos: placa de circuito impresso,
variem seu valor. Caso você queira C2 - 220 IlF x 25 V - capacitor soquetes para o CI e para o relé, fios
retirar o retardo no no desligamento do eletrolítico grossos para as conexões com a
farauto, retire o capacitor C1. R1 e R4 - 3,3 MQ x 1/4 W - resistores bateria e com a chave das lanternas,
Se desejar aumentá-Io, aumente o (laranja, laranja, verde) esmalte, soldas etc.
valor de C1 ou de RS e para diminuí-Io
basta fazer o processo inverso. _

.. ' .

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69
SABER ELETRÔNICA Nº 229/92
Wattímetro para
eletrodomésticos
Construa um medidor de potência consumida por eletrodoméstlco e tenha uma avaliação correta do estado destes
equipamentos. Consumo anormalmente alto, podem Indicar problemas que podem ser evitados.

Newton C. Braga

Um instrumento muito importante COMO FUNCIONA rolamento primário onde está o sistema
na bancada de reparação, principal- de medição.
mente do técnico que trabalha com Instrumentos como microamperí- Como a tensão que aparece neste
eletrodomésticos é o wattímetro. Este metros de baixo custo, que existem no enrolamento é alta, um diodo comum,
instrumento mede a potência con- mercado são sensíveis demais para mesmo de silício não introduz alteração
sumida por um eletrodoméstico e poderem ser usados num wattímetro na Iinearidade em relação as baixas
assim pode ajudar na localização de diretamente ligados na rede local. Por potências, (figura 2).
problemas ou mesmo na sua outro lado, se usarmos diodos para
prevenção. fornecer a tensão contínua que estes
O wattímetro que descrevemos indicadores precisam, o fato de LI mAl

neste artigo é muito simples e na sua começarem a conduzir com pelo


versão . básica serve para menos 0,6 V (no caso do silício), intro- - - - -t--- - - - - - CIRgUITO
eletrodomésticos até 300 W na rede de duz distorções na escala que não são FAIXA OPERA

J }
APROXiMADA DE NESTA
110 V e 600 W na rede de 220 V. muito interessantes. POTENCIAS FAIXA

Modificações simples podem ser feitas Uma idéia interessante que elimina _---J----
200W
OW ~
_
com o sentido de expandir este al- a não 'Iinearidade da escala e ao
cance, basta trocar o transformador e mesmo tempo isola o indicador da rede O.6V V Iv)

eventualmente aumentar o valor de um de alta tensão é a que tem por base um


componente (P1 no nosso caso). transformador "invertido".
O circuito é muito simples e serve O que fazemos é ligar em série com
para eletrodomésticos de qualquer o eletrodoméstico do qual queremos
tipo, inclusive os que utilizam motores. saber a ·potência o enrolamento de Fig. 2-O circuito é linear na
baixa tensão de um transformador maior parte da faixa.
comum, conforme sugere a figura 1.
CARACTERíSTICAS A baixa resistência deste en-
rolamento praticamente não afeta a O que precisamos simplesmente é
tensão aplicada ao eletrodoméstico, oferecer uma carga razoável para a
• Tensão de entrada: 11 O V ou 220 V
que funcionará perfeitamente, sem corrente retificada por este diodo, no
• Potência máxima medida: 300 W problemas. caso R2, e ligar diretamente o sistema
(110 V) e 600 W (220 V) No entanto, a pequena tensão que indicador.
• Fonte de alimentação: não neces- aparece sobre o enrolamento do trans- Temos então um microamperímetro
sita. formador se eleva e aparece no en- de aproximadamente 200 !-tA com um
trim-pot em série. O trim-pot nos per-
mite ajustar o fim de escala em função
da potência que desejamos medir.
A limitação principal quanto a
potência de carga a ser medida está na
capacidade de corrente do fio do en-
rolamento secundário do transfor-
mador.
Para um enrolamento de 2 A como
o indicado, esta potência será em torno
de 200 W na rede de 11b V, mas para
Fig. 1 -Principio de operação do Wattímetro. uma medida rápida podemos ir além,
chegando aos 300 W sem problemas.

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


70
~
o 200
Ml

C.A.

:0
WATTS
110/220V

Fig. 3 -Diagrama completo do aparelho. Fig. 5 -Sugestão de escala.

LISTA DE MATERIAL

Dl- lN4007 - diodo de silício


Ml - 0-200 !-tA - microamperímetro
Pl- 1 MQ - trim-pot
TI - transformador com primário de
acordo com a rede local ou
110/220 V e secundário de 6+6 V x
2A.
FI - 5 A - fusível
RI - 100 kQ x 1/8 W - resistor (mar-
rom, preto, amarelo)
R2 - 10 kQ x 1/8 W - resistar (mar-
rom, preto, laranja)
Cl - 4,7 !-tF x 25 V - capacitar
eletrolítico
Diversos: ponte de terminais, caixa
para montagem, cabo de
alimentação, suporte para fusível,
fios, solda, etc .
. Fig. 4 -Componentes montados numa ponte de terminais.

Para potências maiores, devemos tados ou soldados numa ponte de ter- e X1 é uma tomada para a conexão do
usar um transformador com secundário minais conforme mostra a figura 4. eletrodoméstico em teste.
de maior corrente. O transformador tem primário de Todo o conjunto pode ser instalado
O capacitor C1 de nosso circuito 110/220 e secundário de 6+6 V ou numa caixa plástica.
elimina as vibrações da agulha do ins- próximo disso, com correntes de 2 A ou
trumento já que temos uma corrente PROVA E USO
mais, conforme a faixa de potências
contínua pulsante após o diodo.
que se deseja medir.
Os resistores são de 1/8 W ou .Ligue em X1 uma lâmpada de
MONTAGEM 100 W comum (incandescente). Ajuste
1/4 W,o diodo 01 é 1N4007 ou
P1 para obter uma deflexão de 1/3 da
equivalente e o trim-pot P1 é de 1 MQ. escala.
Na figura 3 temos o diagrama com-
. O medidor pode ter escala de 100
pleto do wattímetro. Na figura 5 temos uma sugestão da
Como são usados poucos com- a 300 !-tA recomendando-se um VU- escala. Os principais pontos da escala
ponentes não há necessidade de se meter comum. O capacitor C1 deve ter podem ser obtidos tomando-se como
elaborar placa de circuito impresso. Os uma tensão de trabalho de pelo referência lâmpadas incandescentes
componentes podem ser auto-susten- menos 25 V. O fusível deve ser de 5 A comuns. _

_i:/.;l.li;I;~í._ll/i::lil_;:~~ii,_1I
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HHHH _ ..H...• H H HHH

SABER ELETRÔNICA
..HHHH

Nº 229/92
..HHH..•.HHHHH
...;

•• lfilf.f.
HIIIIJlllrlllll.IIIIIHHH.HH ..H..'

71
A lâmpada em série na
manutenção
Para alguns técnicos a lâmpada em série se tornou um equipamento fundamental na manutenção evitando
queimas desnecessárias de componentes, além de possibilitar análises rápidas e seguras. Neste artigo
abordamos de forma simples e prática a utilização da lâmpada em série nos trabalhos de manutenção
de televisores, amplificadores e outros. Também apresentamos um circuito com acionamento seqüencial
de grande utilidade ao técnico em sua atividade de reparações e consertos.

Mário P. Pinheiro

Quando um equipamento (som, tv, Mas as vantagens não param por ai, fabricante (RMS). Ou seja, consideran-
vídeo cassete, ou qualquer outro tipo como veremos mais adiante. do um amplificador de 100 watts de
de equipamento) está com um fusível A lâmpada utilizada deverá traba- potência total, seu consumo em
aberto, normalmente a troca é feita e o lhar com a mesma tensão da rede e em repouso, seria de + 15 watts, o que mul-
aparelho é ligado à rede ... o resultado geral possuir potência da ordem de 2,5 tiplicado por 2,5 daria uma potência
disto é que na maioria das vezes o a 3 vezes a do equipamento colocado para a lâmpada da ordem de 40 watts.
fusível é novamente "queimado". Só em teste. A potência da lâmpada em Concluindo, podemos dizer que
assim que o técnico parte para relação ao aparelho deverá ser para uma análise de um amplificador
verificações da fonte de alimentação, respeitada, caso contrário com com seu volume mínimo, a lâmpada em
ou estágios de potências de aparelho potência menor ou maior ao série utilizada, deverá ter em torno de
em teste, utilizando quase sempre a especificado o aparelho poderá não metade da potência total do equi-
conhecida escala ôhmica do funcionar ou não oferecer proteção ao pamento, o que garantirá ao mesmo
multímetro. equipamento. boa proteção, conforme mostra a figo2.
A queima do fusível, se dá normal-
mente devido a um curto circuito, e POTÊNCIA ESPECIFICADA PARA POTÊNCIA ESPECIFICADA PARA
realmente não possibilita a utilização AMPLIFICADORES TELEVISORES
de medições de tensões. Cabe ao
técnico descobrir se o defeito se manis- Com .respeito a amplificadores Para televisores o cálculo da
festa na fonte de alimentação ou nos (áudio), a análise com a lâmpada série utilização da lâmpada está baseado em
diversos circuitos do aparelho des- , deve levar em consideração apenas a seu consumo total (cuja alteração de
ligando setores ou estágios resulta (até potência RMS, que é fornecida para a brilho, contraste ou volume, muito
a constatação final) na queima de al- máxima excitação. No caso de uma pouco modifica o resultado final no con-
guns fusíveis. manutenção, o equipamento terá o seu sumo). Em geral, a potência não vem
A lâmpada em série, como o nome volume fechado (mínimo), o que especificada, o que nos leva a dividir os
já diz, ficará em série com' o aparelho significará um consumo quase dez televisores em vários grupos, conforme
sob manutenção, evitando assim vezes menor que o especificado pelo mostra a tabela 1.
queimas indesejáveis não só o de
fusíveis, mas também de transistores,
ou componentes mais sensíveis, con-
forme mostra a figura 1. LÂMPADA
SÉRIE
Caso o equipamento (RL)
apresente um curto geral, sua
resistência interna, que será mínima,
ligará a lâmpada série diretamente à
rede ~Iétrica, produzindo seu acen-
dimento e obviamente limitando a cor-
rente geral circulante (podemos con-
siderar para uma lâmpada de 100
watts, ligada a rede de 110 volts, uma
corrente média de 1 ampare
aproximadamente). Logo, poderemos
evitar queimas indesejáveis de Fig. l-Lâmpada em série ligada.
fusíveis.

72 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92


bocais comuns, conforme mostra a
figura 4.

UTILIZAÇÃO DA LÂMPADA EM
SÉRIE EM AMPLIFiCADORES

Nos amplificadores, a lâmpada em


série p.oderá ser usada para a
verificação de curtos localizados, bem
como fugas, ou· ainda ajustes de cor-
AMPLIFICADOR rentes quiesciente (corrente de
100WIRMS)
08S'CONSUMO MINIMO repouso).
CONSUMO;;; 15W a) CURTOS: estes poderão estar
ocorrendo na fonte de alimentação
(transformador, diodos ou capacitores
Fig. 2 -Lâmpada em série ligada a um amplificador de 100 W. em curto), e ainda na etapa de saída de
som (transistores de saída em curto).

As potências especificadas
poderão aumentar lentamente, se con-
siderarmos modelos com controle
remoto, televisores estereofônicos, ou
televisores de polegadas maiores.

MONTAGEM BÁSICA DE UM
DISPOSITIVO EM SÉRIE

Na tabela abaixo, são necessárias Fig. 3 -Diagrama das lâmpadas em série.


lâmpadas em série de mais de 300
watts de potência o que é difícil
obtenção no mercado. Uma maneira
simples de se obter potências altas e
através de associações em paralelo
das mesmas. Utilizaremos para uma
montagem básica, uma lâmpada de 60
watts , uma de 100 watts e outra de 150
watts. Combinando-as conseguiremos:
150 + 60 = 210 W; 150 + 100 = 250 W;
150 + 100 + 60 = 310 W. Isto poderá
ser conseguido, através de acionamen-
to das chaves S1, S2 e S3, conforme
mostra a figura 3. Com este dispositivo,
teremos à nossa disposição com '---I SOLAR COM FITA

potências de 60 a 31 O watts. As chaves


são interruptores comuns de parede
(triplo), enquanto que para a fixação Fig. 4 -Montagem das lâmpadas em série.
das lâmpadas podem ser utilizados

GRUPO CONSUMO MÉDIO POTÊNCIA DA LÂMPADA Nestes casos a lâmpada em sene


........................ acenderá com um brilho intenso. Caso
::::rv:ê.i~tv#.i.i@~ijj .. 120 a 150 W 250 a300 W
' ' ..:: ,.((( ,
...........
........................ ::: , ,... ' '.' . isso ocorra, deverá ser desligada a
...............
..................... .. , ...
60 a 80 W 150 a200 W
..··..····..············IV ·.. ·P···&
"""";;,:,;,,,;:;,;,;,;,;,;..,;: :;:..::::.. ·8···..:;,:.J~~k,::::::::::·····
J·············· .
alimentação ao amplificador, e em
::::::::/J#.#:ln~i@!tmUM.@)
................. , . . seguida proceder a identificação do
,......................................................
,."" , .
.....................................
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;:;:::;:::::::;:;:;:;:,:,:,:,:.
:::..,:,.:::
".
·..p ···J:·······
::;:.J~"';;::,:,:,:,:;:;:,:::,:
···· . 40a60W 100 a 150 W componente que causou o cu.rto-cir-
r::'):W&jU~I~f~~W##'ij~Ft: cuito.
....... .. ,
,."", ,.", .", "

150 a 200 W 300 a350 W 2) FUGAS OU CORRENTE QUIES-


:::':':':'::::::]I:P!ím:y!!~'!~!::::::::::::n
CIENTE MAL AJUSTADA: nestes
100a 150W 250 a350 W
casos, a lâmpada acenderá com um
II:ililllilli:il~~11111!4~::ili:ii:!.!.!,' brilho moderado, indicando consumo
50a80W 150a200 W
excessivo. Caso o aparelho fosse
ilil:llii::III~.~ralíl~I(~lilllil:lillllli, . ligado sem a lâmpada em série, ele
Tabelá 1 produziria um zumbido de 120 MHz
(proveniente da ondulação de fonte

SABER ELETRÔNICA N° 229/92 73


devido ao consumo excessivo) além de
ALIMENTAÇÃO
um aquecimento dos transistores de AO CIRCUITO
TRANSISTOR DE SAíDA
saída (o que poderia levá-Ios a CHAVEADOR HORIZONTAL
queima). Um problema deste tipo, pode 300VDC 120VDC \

ser causado por fugas (curtos) de


diodos ou capacitores da fonte, ou
ainda fugas nos transistores de saída
CAPACITOR
ou curtos nos excitadores. O problema
ainda poderá se extender por um
desajuste da corrente de repouso ou
DOBRADOR
CHAVE LIGADA'
EM 110V
T
corrente quiesciente dos transistores
de saída, o que deverá ser corrigido. É
neste ponto que a lâmpada em série se
torna importante, pois a mesma poderá Fig. 5 -Diagrama básico da fonte chaveada.
indicar um leve consumo a mais no

a fonte de alimentação ou o estágio de


JAM PEAR APÓS A saída horizontal.
RETIFICAÇÃO ATÉ
Em geral, a fonte chaveada trabalha
/
A SAíDA PRINCIPAL
através da tensão DC retificada e
filtrada da rede, formando 300 VDC
(110 VCA são dobrados). Com o traba-
lho de chaveamento do transistor
auxiliado pelo transformador CHOP-
PER (COMUTAÇÃO), é conseguida
CAPACITOR
uma tensão em torno de 110 a 130 volts

MANTER
NA
DO~RADOR
ESTA CHAVE
POSI cÃO 220V
T dc (tensão ideal para o trabalho do
setor de saída horizontal). Na figura 5,
mostramos um aspecto simplificado da
fonte chaveada, com suas tensões de
entrada e saída.
Fig. 6 -Aspecto de curto na fonfe chaeveada. No caso de uma análise em que a
tensão de saída de uma fonte esteja

aparelho, que pode nos passar desper-


cebido, podendo causar problemas o
futuros .
.q,. TMMl

+Vcc< 12V)
UTILIZAÇÃO DA LÂMPADA EM
SÉRIE PARA TELEVISORES
Cl

A utilidade da lâmpada em série


220~F L
com televisores é ainda muito mais
abrangente. Além de permitir a
localização de curtos totais, sem a
queima do fusível, ainda permite gram-
pear fontes chaveadas, e verificar o
consumo geral do circuito de saída
horizontal.
1) GRAMPEAMENTO DE FONTES
CHAVEADAS: praticamente todos os
televisores do merc.ado passam a 123456
trabalhar com fontes chaveadas, o que CI -,
CD4017
diminui o custo geral do equipamento,
além de dar ao consumidor uma boa 10 9

economia de energia (vide tabela


anterior). Mas, muitas destas fontes
não funcionam, caso o circuito horizon-
tal esteja inoperante. Isto deixa o
técnico em uma situação difícil, pois o Fig. 7 -Diagrama do acionador seqüencial.
mesmo não sabe se pesquisa primeiro

74 SABER ELETRONICA
. Nº 229/92
BASE/EMISSOR no mesmo: apagan-
do a lâmpada, o mesmo estará bom.
Um outro aspecto importante da
lâmpada em série diz respeito a
queimas de transistores de saída
horizontal após uma semana ou mais
de funcionamento. Nestes casos, o
problema está relacionado com o sinal
que os excita, fazendo-o chavear len-
tamente, produzindo aquecimento ex-
cessivo. Sem a lâmpada em série,
nada seria perceptível pois o televisor
com esta deficiência funciona normal-
mente: Com a lâmpada ligada ao
mesmo, pode-se perceber que apesar
do televisor funcionar { a lâmpada
apresenta um acendimento maior.
Com sua utilização constante, o cir-
cuito da lâmpada em série, se tornará
um equipamento indispensável em
qualquer manutenção, na área de
eletrônica em geral ou áudio-vídeo.
Monte o circuito proposto, siga as
instruções de manutenção, e você verá
que os resultados são fantásticos.

LISTA DE MATERIAL

Fig. 8 -Diagrama interno do C/4017. CI-1 - 4017 - contador Johnson de 5


estágios (CMOS)
Q 1 a Q3 - BC548 - transistor NPN de
com zero volt, pode ser colocado um tensão DC para o televisor em torno de uso geral ou equivalente
curto na FONTE CHAVEADA, desde 100 volts. R1 - 2,2 kQ x 1/8 W - resistor (ver-
que sejam tomados alguns cuidados Isto permitirá ter a certeza de que o melho, vermelho, vermelho)
básicos. circuito ho'rizontal está funcionando R2, R9, RlO e R11 - 10 kQ x 1/8
Em primeiro lugar, NUNCA LIGAR adequadamente e que o problema se W - resistores (marrom, preto, laran-
O APARELHO SEM A LÂMPADA EM encontra na fonte chaveada. ja)
SÉRIE (2,5 vezes a potência do apare- Ainda com esta ligação, poderemos R3 a R8 -560 Q x 1/8 W - resistores
lho). Mudàf a chave de comutação de encontrar mais duas situações: (verde, azul, marrom)
voltagem para 220 V e ligar o aparelho a) TELEVISOR NÃO FUNCIONA; C1 - 220 IA-Fx 16 V - capacitor
em uma tensão de rede de 110 V. Em LÂMPADA NÃO ACENDE: inicial- eletrolítico
localidades que utilizam a rede de 220 mente a lâmpada acenderá com C2 - 100 nF - capacitor de poliéster
volts, utilizar um transformador redutor ou cerâmica
grande intensidade apagando logo em
de tensão para 110 volts. Aparelhos seguida, devido à carga dos C3 - 2,2 IA-Fx 16 V - capacitor
que utilizam dobrador automático por eletrolítico
capacitores de filtro da fonte. Neste
detecção de rede, deverão ter seu caso, deveremos encontrar a mesma C4 a C07· - 10 nf - capacitor de
capacitor dobrador desligado do cir- tensão da fonte no coletor do transistor poliéster ou cerâmica
cuito. Com isto feito, poderá ser dado Dl aD13 -lN4148 -diodosde silício
de saída horizontal, com isso,
um "jumper" que deverá ser ligado a para uso geral
tensão de entrada, onde haveria 300 poderemos ter o mesmo aberto, ou
LEDl a LED6 - FLV 110 (LEDs
ainda, deficiência no circuito horizontal
VDC (agora com aproximadamente comuns )K1 a K3 - 12 V x 50 mA
150 VDC), até a saída da fonte (verificar alimentação) e, ainda, o driver
(Bobinas)
horizontal poderá estar defeituoso
chaveada, (figura 6). A primeira vista 2A (corrente de carga)
poderá parecer um absurdo jogar uma (conferir tensão de coletor). Diversos: cabo de alimentação
tensão de 150 VDC, onde deveria 2) TELEVISOR NÃO FUNCIONA (TMMl), tomada de encaixe
haver somente 110 VDC mas se o cir- PRODUZINDO RuíDOS OU NÃO;
(TMF1), chave interruptora simples
cuito horizontal do televisor estiver LÂMPADA ACENDE COM BRILHO IN-
(S1), Chave de contato NA (S2),
bom, haverá um determinado consumo TENSO: indício de curto; caso algum lâmpadas: 60 W (Lpl), 100 W (Lp2),
no momento que o televisor começar a ruído esteja sendo produzido, é porque Bocais para lâmpadas, fonte para
funcionar. Com isso a lâmpada o transistor de saída horizontal está alimentação do circuito, etc.
acenderá com pouca luminosidade (40 chaveando, para confirmar se está bom
VCA sobre ela), resultando em uma ou não, basta dar um CURTO

SAS~R ~L~ÔNICA NO229/92 75


r
+12V OV

60W

~
S1

Fig. 9 -Placa de circuito impresso.

LÂMPADAS EM SÉRIE COM vez acionarão relés que seNirão como watts ao circuito. A seqüência de
ACIONAMENTO SEOÜENCIAL chaves colocando determinadas acionamento do C101, seria o seguinte:
lâmpadas em série no circuito. TERMINAIS 3,2,4,7, 10, 1, e em
Para os técnicos que querem tornar ANÁLISE DO FUNCIONAMENTO: seguida TERMINAL 5, que resetará
a lâmpada em série um dispositivo o circuito é alimentado por uma tensão automaticamenteo CI (voltando a
dinâmico e moderno, poderão montar de 12 volts DC (não sendo necessário acionar o pino 3), pois o mesmo leva
este circuito capaz de comutar a estabilização). Ao ligarmos a um nível alto ao pino 15 (entrada de
seqüencialmente através de um toque, alimentação, o CI 4017 terá sua saída reset).
lâmpadas que estarão em série com o 00 (pino 3) levado a nível alto (flip-flop Os diodos utilizados após o CI, per-
equipamento em teste (figura 7). interno), permanecendo assim, até que mitem que determinada saída possa
Isto facilita enormemente um pulso de c10ck (nível alto), chegue excitar mais de um transistor e assim
verificações de curtos, pois a potência na entrada de clock cko (pino 14). Com fazer a combinação de lâmpadas.
lâmpada ou associações da mesma, a saída C/O/Oc em nível alto, haverá a Como exemplo, podemos citar o pino
vai de 60 watts (aumentando polarização do LED1, além da 1, que excitará simultaneamente os
seqüencialmente), até a combinação polarização de 001 via diodo D01. Com três transistores.
de 310 watts. 001 saturado, haverá o acionamento O circuito poderá ser expandido
O circuito é baseado no conhecido do relé K01, ligando a lâmpada Lp1 de para mais lâmpadas podendo ser
contador Johnson de 10 saídas 60 watts ao circuito. Caso seja dado um usado a saída 06 (pino 5) conforme as
decodificadas (CD 4017), que além de pulso positivo na entrada CKO (pino 14) anteriores. Na figura 8 temos o
ser muito mais barato é facilmente en- do CI, a saída 01 (pino 2) irá a nível diagrama interno do CI 4017, para con-
contrado nas mais diversas lojas de alto, zerandoa tensão no pino 3. Com sultas e ampliaçãodo projeto.
eletrônica. O objetivo deste CI é isso o LED 02 acenderá e 002 Na figura 9 temos a placa de circuito
acionar três transistores que por sua saturará, ligando a lâmpada Lp2 de 100 impresso. _

76 SABER ELETRÔNICA N~ 229/92


,
.• TECNICAS AVANÇADAS DE ".,

---------~ REPARAÇAO
Neste primeiro artigo de uma série abordamos seis defeitos de Tv, vídeo e som comerciais com uma análise
não só das soluções como do princípio de funcionamento das etapas envolvidas tratados de
uma maneira extremamente didática, por profissionais do ensino técnico, este artigo não deve
deixar de ser lido por todos os técnicos que desejam aperfeiçoamento constante. Mais do que issoj
este material deve estar presente na bancada como fonte de consulta permanente.

Mario P. Pinheiro

1
r----------
I
I
I
1

PA AM

~
2 P-CTL
GND 9V ~2
9V
AT 9 v
Este é um defeito semelhante ao
41 P- CON 14
que ocorre com o VCR MITSUBISHI
ESTABOLlZADOR 5 POWE R FAIL 5
HR-318, pois as vezes, apertando-se a I DA FONTE
6 AT 13V 6
chave power o VCR fica ligado, neces- I 10 7 MOTOR GND 7
sitando de se desligar o mesmo da
rede.
I IC 952 6 P-CT L 12 V 6
12 MA 1545
No caso do VCR MITSUBISHI, é um I I
problema em parte mecânico.
1
I
Este não se apresentava a mesma r- - - HA AA
- - - - --·1
I
deficiência pois, todas as funções P - CT L
rodavam perfeitamente bem, mas ao I 2
TIMER REC 12
pressionarmos a tecla POWER, o VCR I 3 TIMERSW 3
I 22 36
não se desligava. 4 POWER SW 14 IC 601,
IXOO 96 GE
Começamos a análise, tomando I ~ ~ AT 9V
MICRO
como referência a tensão de 6
I POWER 5W 6101 REW- H PRINCIPAL

alimentação do LED, que vem do co- 7 DEW- H 7 AL 1M EN TAÇAO


_9V PARA VÁRIOS
nector HA (pino 1), onde haviam 9 volts 1

6 FF- H 6 PONTOS DO
estabilizados, provenientes da fonte de I POWER LED V C R

alimentação. Indo até a fonte pelo co- I D6101 I


nector P A (pino 2), encontramos o tran- I __ SISTEMA DE CON TROL E 1

L -- -- -- __ ..J
sistor Q 957, onde nos certificamos de
existir 9 volts em seu emissor.
Est~ transistor recebem polarização
proveniente de R 963 da fonte de 63
volts, que fica sobre o capacito r C 954 IC (via pino 10), conseguindo-se assim base emissor que será fornecida pela
os 9 volts estabilizados na saída. condução do transistor Q 953, cuja
(47 uF x 100 V).
Para que a tensão de seu emissor Mas para que o transistor Q 957 base está ligada à massa (via R 958) e
fique estabilizada em 9 volts, uma possa conduzir, se faz necessária a também ao pino 38 do IC 801
referência da mesma irá entrar no pino condução de Q 952 (que está ligado à (microporocessador principal). Logo,
12 do IC 952, que fará drenar uma fonte de 63 volts). Para condução quando acionamos a tecla POWER,
corrente maior ou menor para dentro do deste, será necessária uma corrente deveria sair uma tensão positiva do

SABER ELETRÔNICA Nº 229/92 77


pino 38 do IC 801, para saturar O 953, 2
e O 952, conseguindo-se assim a
polarização de O 957, que gerará a
fonte de 9 volts estabilizada.
Como descrevemos anteriormente,
quando se aperta a chave POWER, VR 271
SUB-BRILHO
nada acontece com o aparelho (LED
POWER continua aceso), mas a
tensão do pino 38, quando se aperta a
tecla POWER fica com 9,4 volts, e após
novo toque, com zero volts. Deixando
a tensão neste nível (zero volts), fomos
até a base do transistor O 953, onde
encontramos em sua base,
aproximadamente 0,18 volts e no seu
coletor, 1 vcilt, o que representaria
condução quando deveria estar cor-
tado; medindo-se a tensão na base de
O 952, apresentou-se com 62,3 volts o
que justificava a polarização do
mesmo. Logo, o transistor 0953
apresentava curto nas junções
coletor/ em issor/base.
Na figura 1 temos parte do circuito
avariado.

0.451 SAr'DA HORIZONTAL

19,20 e 21 do IC 201 (saídas diferença pino 18 (servindo também como


de cor), também estavam baixas, acionador do FLlP-FLOP).
sendo que o pino 15 (saída do sinal de Colocando o osciloscópio neste
luminância) apresentava uma tensão pino 18, praticamente nada havia, a
de 7 volts, o que também explicava a não ser ruídos (notem que de acordo
ausência do brilho. com a forma de onda indicada,
Em primeiro lugar, ligamos o apare-
Com o auxílio de um osciloscópio, deveríamos encontrar, aqui pulsos de
lho através de uma lâmpada em série
verificamos se o sinal de luminância onda horizontais com 14 volts pico a
de 250 watts para proteção (ver artigo
pico).
na página nº 72). Conferimos as fontes entrava no circuito integrado (pino 11)
de 81 a 86 que estavam todos normais. onde o mesmo se mostrou perfeito. Seguido-se a malha de ligação
Passamos a conferir a tensão de (indicação para R 264). fomos ao outro
Considerando que o defeito era
ponto do esquema, onde encontramos
falta do brilho, passamos a conferir as alimentação do integrado (pino 22),
O 261, que nada mais era do que um
polarizações de cinescópio. que estava com 12 volts; as tensões de
refórçador de pulsos horizontais.
No pino 8do mesmo (grades 2), controle de sub-brilho e brilho (pino 16),
encontramos uma tensão de 500 volts Em seu emissor somente havia
sUb-contraste, contraste de nitidez
DC, que poderia ser considerada nor- ruídos, mas quando colocamos o
(pino 12), que variam normalmente osciloscópio em sua base , nos
mal. As grades 1 estavam com uma quando atuávamos nos controles
tensão de aproximadamente zero volt, surpreendemos com uma amplitude de
respectivos. + ou - 20 Vpp.
o que caracterizava também anor-
malidade. Como o grampeamento do nível DC Em níveis DC, a tensão de base do
do sinal de luminância depende dos transistor .estava em quatro volts, en-
O filamento do cinescópio estava
aceso, mas as tensões dos coletores pulsos de grampeamento do TSH, quanto a do emissor enstava com zero
resolvemos pegar normalmente o volts.
dos amplificadores RGB estavam altas
(aproximadamente 170 volts), o que osciloscópio, para conferir se os mes- Estava descoberto o componente
mos estavam atuando no IC 201. O defeituoso: TS 261 que estava com
justificava pouca ou quase nenhuma
emissão do cinescópio. grampeamento de pedestal é chamado base-emissor aberta.
Partimos então para a medição da internamente neste IC de REFREIO Na figura 2 temos a parte do circuito
polarização de base e emissor dos PEDESTAL, que está ligado entre os avariado.
transistores, que se encontravam pinos 14, 15 e 16 do IC, sendo que os Colocando mais especificamente o
abaixo do normal. As tensões nos pinos pulsos de grampeamento entrarão pelo defeito, podemos dizer que o padrão
78 SABER ELETRÔNICA Nº 229/92
.... "","" .......
........""
.......
I·'';';';';';,:,:,:,:,:,;,;,
................ ",
.;.;.:.; ..:.:.:.;.:.: ,,,,,
"
;.;.:-:-:-:.:.:.:.;.;.;.:-:.;.;.;
"
····························1 ...
......
..... , , , ,..",,,,,, , , .. " .. ",,,,.,.
corresponde à evitar que o rosto das
pessoas se torne verde.
:::::::I~:~I:II:·::::::!:!I:::I~I~I~~:~:~II:llllli"il~f~ll!:.·:.:·
:·•.•.••.•.•.•.•... No circuito, a entrada dos pulsos de
:::::·::::::·::::~:::::~:~·:·:*I~~~lij~pM~p. •. ri~p.::~·::: comutação do TSH, entram pelo pino
))))):.//)téíêVlii({ê.m:êôrê~b))
"" .... , .. .. ,'.""".""
"",
,."""""".""""""""""""., ... , ....
", "., ,
"""".""" ""."""",. ••)). 14 e 15. A saída do multivibrador para
:.·:::::::::::::.:U::::::·::::::::::Mit~ifeH.lyºº:·::::::::u:::: ir ao circuito identificador (T 601, T602
·······~MªHi~i~l$.~f1M~Mí e T604) , se dará pelo pino 3 do mesmo
IC, e o pulso de resetamento, retornará
111~I~ríill~I~f.I.~::··· ao multivibrador pelo pino 1 do do IC
:::::::::::::·::::ªiijp~;:::·U:· 603.
::4;ºJ9ri~:':ºª~9!i'~;i[@:$.Ç~~:: Primeiramente, verificamos os
··U(:::·:··~fMirlp~J.têln.lj~~r9::·) pinos 14 e 15, onde constatamos a simples, robusto e de grande
ausência do pulso do TSH. durabilidade.
Seguindo a malha, chegamos ao Com relação ao defeito conforme
vermelho do gerador de barras, resistor R 672 (3k3), que do lado direito, . mostra a figura 4, vemos que o mesmo
aparecem linhas verdes e vermelhas, pudemos observar pulsos de 320 Vpp, não tem amplificação de som, mas
dando uma coloração amarelada na enquanto que do lado esquerdo, podemos ver que todo o painel
tela. acende, além de indicar normalmente
praticamente nada, onde se concluiu
Concluímos portanto, que a chave que o mesmo estava aberto. a recepção de emissoras.
PAL estava parada, pois a mesma Este defeito, poderia ser en- Assim, partimos logo para a
tende a desinverter a subportadora de quadrado nos defeitos de fácil alimentação da saída de som, onde
croma, do sinal R-Y (que ora vem inver- resolução, onde se utilizou, alguma após o fusível F 201 (2 A), não en-
tida, ora não). Com a não atuação
teoria além é claro, do osciloscópio. contramos nenhuma tensão, sendo
desta chave, ou seja, com a mesma
Na figura 3 temos parte do circuito que antes do mesmo tínhamos 38 volts
parada na malha de inversão ou ainda avariado. DC.
de não inversão, obteremos o sinal R-Y
demodulado corretamente para uma Este 3x1, pode ser considerado Antes de sua substituição
linha, e na seguinte , o mesmo como o melhor dos equipamentos deveremos tomar os cuidados de ligar-
derpodulado invertido resultando da desta categoria fabricado no Brasil. É mos o aparelho com uma lâmpada em
não excitação do canhão e sim do
verde, pois o sinal-(R-Y), quando inver- R293 4
100.!l. F201
tido na matriz do G-Y, possibilitará a 2,OA

criação do sinal de excitação do


canhão G.
Consultando o esquema interno
dos circuitos integrados, verificamos
que a chave PAL se encontrava inter-
namente no IC 603.
Em primeiro lugar verificamos a
tensão de alimentação que se en-
contrava normal (11,4 volts). C~n-
siderando que a chave PAL é comu-
tada pelo multivibrador biestável (FLlP- ENTRADA
DA FONTE
FLOP), passamos à analisá-Io. DE
Teoricamente o multivibrador deve ALlMENTAÇiio
38 VOLTSDC
ser comutado pelos pulsos do TSH
(FLY-BACI<) , e também deverá ter sua
variação levada até um circuito com-
parador, que se necessário ressetará o
FLlP-FLOP, mantendo-o em fase. Na
linguagem corriqueira, poderíamos
dizer que mantém o flip-flop em fase

SAíDA PARA
AS CAIXAS

SABER ELETRÔNicA Nº 229/92 79


5 aberto, havendo assim a incidê'ncia de
EIXO DO MOTOR
ruídbs (principalmente da rede). ~Iiliillllllllllllllllll:lilillli:"';"';""::';";"""""""",;,;,;"",,;,;;;;;;;';;';';';';';;;';';';';';';:;:;';';:;:;';:;';;1
.......... , .
PRATO n
Neste problema podemos utilizar
dois métodos de reparos: substituir a
chave com problemas (se for en-
contrada no mercado), ou efetuar a
~l'~--
POLIA
_~ __J~
,
MOTOR
INTERMEDIÁRIA
:: POLIA DO MOTOR
{8Ue HAJ
limpeza interna da mesma.
Quando nos referimos a limpeza in-
terna da mesma, não é através da
aplicação de óleos lubrificantes ou
SPRAY's, que resolvemos o problema,
série de 60 watts , para evitar novas mas sim através de uma desmontagem Começamos pela observação
queimas de fusíveis. Feito isso, ao ligar e limpeza interna, pois caso contrário, visual do comportamento mecânico do
o apareho a lâmpada acendeu com a chave funcionará relativamente bem
CAPSTAN, que neste VCR ainda é
grande intensidade, comprovando que por dois ou três meses apenas. controlado por motor DC, onde notou-
algo estava em curto.
se que o volante do CAPSTAN, inicial-
Olhando-se as ligações com o pino mente rodava lentamente.
7 do circuito integrado, pudemos 6
Assim, começamos pela medição
verificar que não havia nenhum com-
da tensão de alimentação do motor do
ponente ligado à massa, a não ser o
CAPSTAN (pino 3 do IC 706), que
próprio IC 205.
como esperávamos estava baixa.
Tudo levaria a crer que o conhecido Verificamos então, a tensão de controle
IC STK435 estava em curto, mas antes deste circuito integrado (pino 6), onde
deveríamos verificar se o problema não também encontramos uma tensão
poderia ser o capacitor de acoplamento baixa.
da saída da caixa acústica (C327 ou C
Os pinos 1 e 2 são os responsáveis
328), bastando para tal desligar as
pelo sentido de rotação que o
mesmas. Feito isso o curto per-
maneceu. CAPSTAN assumirá, mas que dará o
controle em cada velocidade será o
O circuito integrado foi substituido e pino 6.
o aparelho apresentou amplificação
normal. Seguindo o esquema, podemos ver
que a tensão de controle é proveniente
Aparentemente, parecia que o de um amplificador classe S, lendo Q
aparelho já estava pronto, mas ao ligar- 709 e Q 710 em uma configuração
mos o toca-discos nq,tamos que a Esta chave tem que ser aberta com SZIKLAY. A tensão neste ponto (entre
lâmpada em série acendia além do nor- muito cuidade, pois é muito sensível. emissor e coletor de Q 708 e coletor de
mal, não era para menos, pois o motor Veja figura 6. Q 710) ainda se encontrava baixa.
é de rede e também de grandes Notaremos que existe uma mola in- Para reduzir o percurso, medimos
proporções.
terna, que a mantém sempre em uma então a polarização de base de Q 705,
Aumentando-se para 100 watts a determinada posição. além disto, ainda onde encontramos cerca de 2,8 volts,
potência da lâmpada, apesar da haverão presilhas de contatos de uma tensão relativamente alta para o
mesma quase apagar, a tração do toca chave que deverão ser retiradas, para modo SP.
discos ainda não estava perfeita. que a base da chave possa ser limpa A análise foi a seguinte: uma tensão
Retirando-se o prato, fez-se a limpeza com polidores finos (Srasso ou KaoQ. alta nesta base provocaria uma maior
da POLIA INTERMEDIÁRIA e o toca A coloração dos contatos, normal- , condução de Q 705, que por sua vez
discos voltou a funcionar normalmente, mente será prateada mas em seus ex- despolarizaria Q 706, fazendo Q 707
(figura 5). tremos poderá apresentar uma conduzir menos e assim deixar a
Testando-se o TAPE-DECK, mais coloração escura (oxidação) que tensão de saída do amplificador mais
um problema apareceu; às vezes ao deverá ser retirada com o polidor. baixa que o normal. '
acionar o PLAY, gerava-se um zum- Caso nos contatos apareça a Fomos então ao pino ao 9 do IC
bido de grandes proporções, que sem coloração cobre, já houve o desgaste 704 (controlador de servo capstan),
mais nem menos desaparecia. da cobertura de prata, o que a torna onde encontramos uma tensão média
Este é um defeito que geralmente imprestável, pois ao contato com o ar o abaixo de 2 volts.
se manifesta em TAPE-DECKS quan- cobre oxida muito rapidamente, trazen- Olhando-se o esquema um pouco
do a chave de uma gravação apresenta do maus contatos em muito pouco mais à esquerda, pudemos observar o
maus contatos. tempo a esta chave. IC detector de velocidade do
O zumbido se deve ao fato da Na montagem, não se pode haver CAPSTAN (IC 703), onde notamos que
, cabeça magnética ser de baixa uma pressão excessiva, para não seu pino 14 estava com tensão exces-
impedância, possuindo um amassar e danificar as presilhas de sivamente alta (8 volts) quando o
amplificador de alto ganho; caso os contato. aparelho voltava a funcionar normal-
contatos da chave que ligam a cabeça Montada a chave e ligado o apare- mente (após três minutos), este pino ia
ao circuito pré-amplificador apresen- lho, tudo voltou a funcionar normal- para zero volt (modo SP). Portanto es-
tem mau contato, o circuito ficará em mente. tava descoberto o motivo da tensão alta

SABER ELETRÔNICA N2 229/92


80
na base de Q 70S, sendo a mesma sos de pesquisa, foram feitos em três
proveniente do pino 14 do IC 703. minutos, tendo após que desligar o
Verificamos toda a malha ligada ao VCR por 10 minutos, para que o
pino 14 deste IC(conexão 11), para problema voltasse a aparecer.
certificarmos que não havia nenhum Voltando ao pino 20 (onde haviam
potencial alto; que provocasse os 8 os ruídos), notamos que o circuito inter-
volts no pino 14 do IC 703. Chegamos ·no era o primeiro do amplificador do
a desligar o pino 14 e os 8 volts per- sinal CTL. Tentamos em vão captar o
maneceram no mesmo. ruído na entrada do amplificador (pino
Como a detecção de velocidade 22), pois sendo a bobina CTL de baixa
depende da comparação dos pulsos impedância, o sinal era de muito baixa
FG e do CAPST AN, com os pulsos de amplitude. Curto circuitamos a entrada
controle provenientes da fita (CTL), dos pulsos CTL (lado esquerdo de A distorção, pode ser causada por
fomos verificar com o osciloscópio os C 726 à massa), evitando assim que uma série de fatores, como deficiência
sinais que estavam entrando nos pinos qualquer sinal fosse amplificado por na alimentação, distorção cruzada,
1 e 5 do IC 703. este primeiro pré-amplificador. Com o
erros de polarização dos transistores,
osciloscópio no pino 20 do IC 704, etc. E o melhor meio de se iniciar uma
O sinal FG (entrando no pino 1),
apresentava uma freqüência menor em pudemos observar que os pulsos C:rL,
pesquisa é partir pela verificação das
haviam desaparecido, mas o ruído per-
relação à velocidade normal (SP), en- tensões contínuas, sendo que as mes-
quanto que no pino 5 encontramos os sistia! Resolvemos então desligar o
mas se encontrarem boas, se optará
pulsos CTL, também com freqüência pino 20 do circuito para verificar se
ainda tinhamos o sinal amplificado ... e pela injeção de um sinal padrão de
menor. O interessante é que notamos 1 kHz, e a conseqüente pesquisa de
lá estava ele. O ruído persistia mesmo
algo como ruídos vindo com o sinal verificação de cada estágio com o
com a entrada curto-circuitada (para o
CTL, mas inicialmente, achamos que osciloscópio. Voltando ao rádio-
era problema da variação de sinal), e a saída livre do circuito externo.
Conclui-se portanto que o ruído estava gravador, podemos dizer que o mesmo
velocidade. Pois bem, estava concluido
sendo gerado internamente no IC 704. usa na saída um amplificador PUSH-
o defeito: IC 703 com problemas inter-
Nova decepção na substituição do PULL, formado por Q 705 e Q 706, e os
nos na deteção de velocidade. Perda transformadores IPT e OPTo Um
mesmo. Parecia que havíamos
de tempo, pois após a troca do mesmo,
chegado a um beco sem saída, pois defeito comum nestes amplificadores é
o defeito persistiu.
como poderia o IC amplificar um ruído, ausência de polarização DC das bases
Resolvemos então, nos ater aos se sua entrada havia sido aterrada e dos transistores (feita por R 722).
ruídos que vinham junto com os pulsos sua saída estava livre de interferências Medindo as tensões de base e emissor,
de controle (CTL). Sincronizando o externas. A menos que o ruído viesse encontramos 0,6 V e O V respectiva-
ruído no osciloscópio, verificamos que pelo VCC ou massa. mente que indica que os dois estavam
o mesmo possuia uma freqüência de Observando com mais cuidado a polarizados. Passamos então a con-
aproximadamente seis vezes superior
alimentação, notamos um interferência ferir a tensão de coletor de Q 70S, onde
a do CTL, e que após os três minutos
iniciais de funcionamento do VCR os de muito baixa amplitude, que nos encontramos 5,7 V (0,3 volt abaixo do
espantou mais ainda por ve-Ia também mencionado mas consideramos nor-
mesmos desapareciam , passando o
na massa, como se este ruído es- mal, porém ao medirmos a tensão de
VCR a funcionar perfeitamente.
tivesse sendo irradiado em algum lugar coletor de Q 706, encontramos O volt,
Chegamos então ao IC 704, onde doVCR.
no pino 20, pudemos observar o considerando que nada estava
Passamos então a fonte de
mesmo ruído. Notem que todos os pas- aquecendo no aparelho,havia falta de
alimentação, onde o ruído persistia. polarização no coletor de Q 706, que é
Analisando a fonte de 9 volts (emissor proveniente do enrolamento primário
7 de Q 957), encontramos apenas a pe- do transformador OPTo Ficou concluido
quena interferência. No coletor de
então que o enrolamento primário do
Q 957 encontramos também um pe-
transformador de saída estava aberto,
queno ripple.
conforme mostra a figura 8.•
Observamos então que um
capacitor C 960 (fonte de 18 volts),
apresentava algum aquecimento. 8
Colocamos o osciloscópio sobre o
mesmo e observamos um ripple
relativamente alto (6 VPP). Subs-
tituimos o mesmo e o defeito foi
sanado, conforme mostra a figura 7.
Concluímos que uma má filtragem
na fonte de alimentação, que não tinha.
a ver diretamente com o circuito onde
incidia o problema (controle do
CAPSTAN), provocou uma irradiação
que acabou gerando a interferência no
circuito de controle do CAPST AN.

SABER ELETRÔNICA NQ229/92 81


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