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SRBER A

ELETRDnl[R Nº 233 - JUNHOj1992

CAPA

3 -4,·l.ntercomunicador
~
-....
de FM via rede
lO-Easychip -'2.0

MONTAGENS

19 - Automatismo para equipamentos de som e vídeo


49 - Freqüencímetro digital
56 - Alarme doméstico

DIVERSOS

61 - Usando o NTC SABER "SERVICE"

73 - Práticas de "Service"
79 - Bosch Miami - auto-reverse e auto-stop
SEÇÕES 84 - A valiação Eletrônica Á udio- Vídeo
86 - Qual é o culpado?
9 - Seção do Leitor 88 - Entrega de prêmios avaliação de áudio-vídeo
59 - Circuitos & Informações
66 - Notícias & Lançamentos
68 -Informativo Industrial
91 - ReP.l.lraçãoSaber Eletrônica SABER PROJETOS
(fichas de nº 356 a 363)
95 - Guia de Compras Brasil 33 -Automatismo por toque
99 - Arquivo Saber Eletrônica 35 -Interruptor de toque monoestável
(fi~has de nº 327 á 330) 36 - Sonômetro
38 - Gerador bitonal para provas de áudio
39 - Termostato simples
41 - Farejador de espião
INFORMAÇÕES TÉCNICAS 42 -Iluminação de emergência
43 - M inuteria sonora
22 - Dsciloscópio 45 - Servo intermitente
Curso de operação - Lição 14 46 - Projetos dos Leitores
INTERCOMUNICADOR
DE FM VIA REDE
Pedra T. Hara

Descrevemos um interessante sistema Intercomunicador de FM, via rede, que tanto


pode ser usado na sua função básica de interligar diversos
cômodos de uma casa ou estabelecimento comercial, bem como, ser utilizado em sistemas de
segurança (porteiro) ou ainda de música ambiente. O uso da modulação em
freqüência eleva a imunidade do sistema as interferência
e fornece uma boa resposta
de freqüência.

o sistema intercomunicador que


descrevemos, tem em cada aparelho
um transmissor e um receptor de FM
que operam na frequência de 455 kHz.
Esta freqüência foi escolhida dada a
facilidade em encontrarmos prontas
bobinas e filtros de aparelhos comer-
ciais.
Podemos utilizar o aparelho para
inerligação rápida entre várias depen-
dências de uma casa, escritório ou
outro estabelecimento comercial, como
também para a difusão de música am-
biente em escritórios.
Neste caso, os receptores podem
ser simplificados, eliminando-se as
etapas de transmissão.
A grande vantagem do sistema via
rede é que o sinal a partir de um trans-
missor se propaga pela própria fiação
de energia, e cada aparelho deve
simplesmente ser conectado a uma
tomada de energia, sem a necessidade
de fios Je interligações entre as
estações.
Outra aplicação interessante é o
uso do aparelho como porteiro
eletrônico, servindo para anunciar
visitas ou identificá-Ias. Também
podemos usá-Io como babá eletronica
vigiando o quarto de crianças.
serve para selecionar a função de cada ficando o setor de recepção desligado.
uma das entradas de sinal. Temos Nestas condições o sinal proveniente
COMO FUNCIONA
então a possibilidade de ligar uma do microfone ou fonte externa é am-
entrada de música ambiente,'vinda de plificado pelo circuito pré-amplificador
a) Transmissor
gravador ou sintonizador, uma entrada de áudio e aplicado ao circuito
Podemos entender melhor o fun-
para um microfone usando o intet- modulador.
cionamento do transmissor tomando
comunicador na função normal, e uma Este circuito modula em freqüência
como referência o diagrama de blocos
da figura 1. terceira entrada que pode ser usada uma portadora de 455 kHz que então é
Conforme o leitor pode observar, para outra finalidade, como por exem- aplicada a rede de alimentação. Con-
neste diagrama temos a chave 82 cuja plo, um sinal de alerta. forme explicado na introdução, op-
finalidade é comutar a função de Com o acionamento de 82 apenas tamos por esta frequência por pos-
Receber para Transmitir. A chave 83 o setor de alimentação é alimentado, sibilitar o uso de uma bobina comercial

SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 3


de FI como osciladora neste circuito
transmissor, e evidentemente no setor
CIRCUITO CIRCUITO
receptor. O transmissor se baseia DEMODULADOR AMPLIFICADOR
apenas em transistores, sendo que a DE FM DE ÁUDIO

boa potência para o sinal modulado se


obtém de B0135. Este transistor for-
nece sinal suficiente para que uma boa -<fé R
REPRODUTOR
distância dentro de uma rede de ener- Sl S2
T
gia seja coberta. 03 funciona como um
Variável modulando a frequência do
sinal gerado pelo transistor 02. PRÉ
A polarização inversa da junção AMPLIFICADOR

base-coletor de um transistor comum


DE ÁUDIO
-:e AUX

pode ser usada nesta função, se bem -:e AUX


que qualquer varicap para a faixa de S 3 o---:eiMI C
ondas médias ou mesmo FM como os
encontrados em receptores comer-
Fig. 1 -Diagrama de blocos do aparelho.
ciais, também possa ser usado nesta
aplicação. A finalidade de P1 neste cir-
cuito é controlar a profundidade da
tor é ligada a rede de alimentação pelo integrado TBA 1208. Este integrado faz
modulação, de modo a não haver uso de um filtro cerâmico na entrada e
mesmo cabo que faz a sua alimen-
saturação e portanto, distorção no
tação. Com a chave 82 selecionando a outro interno de modo a se obter ex-
receptor.
posição recebe o sinal entra no circuito celenete estabilidade e também sele-
de sintonia duplo, formado por FI-1 e tividade para o circuito. Isso faz com
b) Receptor FI-2 sendo então amplificado por 01 que os sinais interferentes que even-
Pelo diagrama de blocos da figura 1 para ser aplicado a um decodificador tualmente possam estar presentes
vemos que a entrada do circuito recep- de FM que tem por base um circuito sejam reduzidos.

Rll
1kíl

C13
100)JF/
25V

REDE LOCAL
MIC DE ELETRETO

ENT DIREITA

ENT. ESQUERDA

Fig. 2 -Diagrama completo do aparelho.

4 SABER ELETRÔNICA Nº 233/92


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TOMADA RCA

SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 5


o uso dos filtros cerâmicos tem A placa de circuito impresso da L 1 é uma bobina osciladora para a
ainda a vantagem de facilitar os ajustes unidade que contém o transmissor, faixa de ondas médias (vermelha). FI-1
das etapas sintonizadas, pois eles receptor e fonte de alimentação é e FI-2 são transformadores de FI co-
fixam com precisão a frequência das mostrada na figura 3. muns para rádios transistorizados,
etapas de recepção o que é interes- Evidentemente, para um sistema in- amarelos ou brancos. O transformador
sante num sistema de música ambiente tercomunicador de duas vias preci- tem secundário de 15V com pelo
em que muitos aparelhos devam ser samos montar duas unidades iguais. menos 500 mA se formos explorar toda
usados. Apesar de termos várias bobinas e a potência do TBA2002. Para uma
O sinal de áudio obtido na saída do de operarmos com rádio-freqüência o operação em menor volume, a corrente
TBA 1208 é aplicado diretamente a projeto não é crítico, já que não máxima pode ficar em torno de 200 mA.
entrada de um amplificador de áudio de precisaremos confeccionar nenhuma Um alto-falante de pelo menos 10 cm é
boa potência que o TDA2002 ou bobina. Todas elas podem ser ad- indicado para melhor qualidade de
!-lPC2002. Os vários watts de potência quiridas prontas. som.
deste amplificador tornam-no ideal Os resistores são todos de 1/8W ou Os cabos de entrada de sinais
para uso em música ambiente. mais com 5% de tolerância e os devem' ser blindados para que não
P2 permite ajustar o volume da capacitores eletrolíticos têm suas ocorra a captação de roncos.
reprodução do sinal conforme a tensões de trabalho indicadas no
aplicação. próprio diagrama. AJUSTE E USO
Todo o· circuito é alimentado por Os capacitares C1, C2, C3 e C4
uma fonte estabilizada única que tem devem ser de poliéster com uma Para o ajuste precisamos ter duas
em CI-3 um estabiliza'dor de tensão tensão de trabalho de pelo menos unidades montadas. Este ajuste não é
para 12V. 250 V se a rede for de 110 V e 400 V crítico, não se necessitando de equi-
se a rede for de 220 V. pamentos especiais. No entanto, se for
MONTAGEM
O circuito integrado CI-2, assim disponível um gerador de RF o ajuste
como CI-3 devem ser dotados de se torna mais simples.
Na figura 2 temos o diagrama com- radiador de calor. Os transistores ad- Damos então os dois tipos de ajus-
pleto do aparelho. mitem equivalentes. tes:

LISTA DE MATERIAL

Semicondutores CapacitOl'es
Q1, Q4 e Q5 - BC548 - NPN transistor C1 e C2 - 820 pF - disco cerâmico (250 Y)
Q2 - BD 135 NPN - transistor C3 e C4 - 2,2 nF - poliéster (250 Y)
Q3 - BC558 PNP - transistor C5 e C6 - 56 pF - disco cerâmica
DI, D2, D3 e D4 - 1N4007 C7, C13 e C32 - 100 !-lF/25Veletrolítico
CI-1 - TBA l20S - Circuito integrado demodulador de FM C8, C12, C15, C16, C18, C19 e C36 - 10 nF cerâmica
CI-2 - !-lPC2002 - Circuito integrado amplificador de áudio C9 - 270 pF - disco cerâmica
CI-3 - 7812 - Circuito integrado regulador de tensão CIO - 10 pF - disco cerâmica
Cll - 1 nF - disco cerâmica
Resistores C14 - 47 pF - disco cerâmica
RI, R8, RlO, R13 e R14 - 560 Q (verde, azul, marrom) C17 - 1000 !-lF/25Veletrolítico
R2 e R6 - 47 kQ (amarelo, violeta, laranja) C20, C23, C25, C28, C29 e C31- 1 !-lF/25 Veletrolítico
R3 - 120 kQ (marrom, vermelho, amarelo) C21 e C24 - 22 nF poliéster
R4 - 6,8 kQ (azul, cinza, vermelho) C22 e C38 - 220 !-lF/25V - eletrolítico
R5 - 270 kQ (vermelho, violeta, amarelo) C26 e C37 - 100 nF poliéster
R7 e R11- 1 kQ (marrom, preto, vermelho) C27 - 33 nF poliéster
R9; R22 e R23 - 5,6 kQ (verde, azul, vermelho) C30, C34 e C35 - 3,3 nF - disco cerâmica
R12 - 82 kQ (cinza, vermelho, laranja) C33 - 22 nF poliéster
R15 - 27 kQ (vermelho, violeta, laranja)
R16 - 470 kQ (amarelo, violeta, amarelo) DIVERSOS
R17 - 47 Q (amarelo, violeta, preto)
R 18 - 10 kQ (marrom, preto, laranja) Transformador 110/220 V x 15 V x 200 mA
R19 - 15 kQ (marrom, verde, laranja) Alto falante pequeno 8 Q
R20 - 150 Q (marrom, verde, marrom) Microfone de eletreto de 2 fios
R21 - 22 Q (vermelho, vermelho, preto) 2 chaves alavanca simples
R24 - 820 Q (cinza, vermelho, marrom) 2 bobinas de FI (amarela ou branca)
R25 - 10 Q (marrom, preto, preto) 1 bobina osciladora de Ondas Médias (vermelha)
R26 - 4,7 kQ (amarelo, violeta, vermelho) 2 tomadas RCA
PIe P3 - 4,7 kQ - trim-pots verticais lineares Placa de circuito impresso, caixa para montagem, cabo de
P2 - 10 kQ - potenciômetro log com chave rede, solda, fios, etc.

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Receptor: transmite. Ajuste o núcleo da bobina Para usar basta conectar as esta-
a) Com o gerador de sinais - co- osciladora L1 do que transmite até ções preferivelmente num mesmo se-
necte um dos aparelhos numa tomada ouvir seu sinal no que recebe. Depois tor da linha de alimentação. Se houver
da rede local e coloque a chave S1 na disso ajuste FI-1 e FI-2 do receptor até dispositivos indutivos entre duas
função RECEBE. obter o máximo de sinal. Repita a estações pode haver problemas de
Ajuste o gerador de sinais para operação invertendo as funções dos passagem do sinal. Eventualmente a
455 kHz e aplique o sinal no primário dois aparelhos. utilização de capacitores de 10 nF x
da bobina FI-1 do aparelho. 250 V pode ajudar a contornar estes
Deve ser ouvido um apito no alto- Transmissor: obstáculos, ou mesmo ajudar a passar
falante rio aparelho. Gire então o No ajuste com o gerador de RF, o sinal de uma rede para outra numa
núcleo de FI-1 e depois de FI-2 até basta ligar um dos aparelhos na função mesma instalação elétrica.
obter o máximo sinal. RECEBE e outro na função TRANS- O aparelho, por operar na faixa de
b) De ouvido: conecte os dois MITE ajustando-se a bobina L1 do que FM possui uma boa imunidade a
aparelhos em tomadas da rede local. está transmitindo para que seu sinal ruídos, mas existem os casos em que
Ponha a chave S2 de um na posição seja captado. O receptor, já ajustado estes ruídos se tornam intensos demais
RECEBE e do outro na posição não precisa de retoque. a ponto de não poderem ser elimi-
TRANSMITE. Para o ajuste de ouvido, o proce- nados. O uso de filtros é impraticável
Aplique algum tipo de som numa dimento já é válido também para o pois eles bloqueariam também o sinal
das entradas do que está na função transmissor. do intecomunicador. _

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• (Artigo publicado na Revista Saber Eletrõnica Nº 231/92)

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B
SABER ELETRÔNICA Nº 233/92
eção do Leitor
EDiÇÃO FORA DE SÉRIE X 1
PROJETOS DOS LEITORES UP / BINÁRIO/
Q2 DOWN DÉCADA

16 15 14 13 12 11 10 9

Se o leitor desenvolveu algum


projeto interessante e deseja vê-Io
publicado, existem duas opções quan-
do ele nos é enviado. Podemos 6 8

aproveitá-Io em nossa revista como


Projetos do Leitor ou então na edição
Fora de Série. Os projetos são
analisados pela nossa equipe técnica e
se aprovados, são editados. Para que PINAGEM DO 4029 sendo caros, eles envolvem uma tec-
o leitor veja seu projeto nesta revista ou
nologia que prevê justamente o reforço
na Fora de Série, deve mandar um
O leitor Alexandre Victor Casella, de nas faixas que se fazem necessárias.
diagrama completo, com todos os
valores de componentes em nossa Curitiba nos pede a pinagem do 4029 Se um som que já é recebido nor-
simbologia e um pequeno texto ex- e algumas de suas características. malmente pelo ouvido for ampliado por
plicando para que serve e como fun- Na figura 1 temos a pinagem deste um aparelho usado indevidamente ele
ciona. integrado CMOS que na versão sufixo pode até causar dano ao aparelho
B pode ser alimentado com tensões de auditivo, antes prejudicando do que
3 a 15 Volts.
ajudando quem dele necessita.
PEDIDOS DE PROJETOS Para 5 V de alimentação a fre-
qüência máxima de clock é de 3,1 MHz
(tip), para 10 V de alimentação 7,4 MHz PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS
(tip) e para 15 V de alimentação a
São muitos os leitores que nos
freqüência é de 9 MHz (tip).
pedem projetos específicos esperando Esclarecemos aos leitores, que por
O 4029 como pode ser visto pelo
vê-Ios "na próxima edição". Obser- motivos técnicos a série em epígrafe,
desenho, consiste num contador
vamos que a nossa revista é preparada
com 2 meses de antecedência e Up/Down binário de década, pre-se- correspondente a 6ª parte será publi-
tável. cada na próxima edição.
mesmo as cartas que recebemos não
podem sair nesta seção imediatamente
AMPLIFICADORES PARA
daí a maioria ser respondida direta- PEQUENOS ANÚNCIOS
AJUDA AUDITIVA
mente. Quando recebemos solicitação
de algum projeto para publicação e ele
se mostra viável ou interessante de- Muitos leitores nos escrevem sobre * Gostaria de receber esquemas de
mora um bom tempo até que seja a possibilidade de usar pequenos transmissores AM/FM de 1 a 50 W,
preparado. Existem também os leitores amplificadores como aparelhos para projetos de antenas e mixers com pré-
que nos pedem projetos que muitas ajuda auditiva. amplificadores - Marcos Antonio Batis-
vezes já sairam publicados em nossa Evidentemente tais aparelhos am- ta - Rua Dr. Gabriel Rezende Passos,
revista. Uma consulta a edições ante- pliam os sons captados por um mi- 251 - Jd. Piratininga - Sorocaba - SP.
riores ao índice pode poupar tempo crofone e podem até ter algum resul- 18015.
destes leitores. tado positivo quando usados como
* Compro CI SN76477N ou pe-
ajuda auditiva, mas de modo algum
podem ser considerados uma solução quena montagem na qual este CI seja
MAIS INFORMAÇÕES recomendada. usado ou ainda troco por outros com-
SOBRE ARTIGOS Os problemas de escuta envolvem ponentes - Marcos Augusto Dias - Rua
não só a sensibilidade do ouvido em João Felipe, 340 - Parque Figueira
função da intensidade dos sons, mas a Grande - Santo Amaro - São Paulo - SP
Informamos aos leitores que todos faixa de freqüências em que isso - 04915.
os artigos publicados contém todas as ocorre. É por este motivo que
precisamos sempre contar com a ajuda *.Desejo entrar em contato com pes-
informações que temos de dar sobre o
soa que tenha Interface Paralela
assunto explorado e que não existem de especialistas. Os aparelhos in-
. dicados pelos médicos possuem Centronics para Apple e Impressora
para os mesmos anexos, 'comple-
mentação para ser enviada pelo correio características que dependem da pes- Epson 2000 - Jandir Comorella - Rua
ou outra literatura a não ser quando soa que o usa e por isso o exame é Pará, 884 - Francisco Beltrão - PR -
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SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 9


EASYCHIP 2.0
SOFT SIMULADOR DE CIRCUITOS DIGITAIS

Newton C. Braga

Um programa capaz de fazer a simulação de funcionamento de circuitos digitais é uma das mais cobiçadas
ferramentas de trabalho para o projetista de eletrônica. Desenvolvido inicialmente para atender às necessidades da
Itaucom, o Easychip 2.0 faz justamente isso e agora é acessível também ao estudante, ao projetista e ao engenheiro.
Veja neste artigo o que é e o que faz este poderoso programa da Itaucom, um Software de simulação digital.

Não há dúvida de que uma das mais


trabalhosas e críticas etapas de um
projeto digital é a montagem dos
protótipos e a verificação de seu fun-
cionamento.
Se o projeto em si de um sistema
digital simples ou mesmo complexo, e
o desenho da placa, podem ser feitos
com a ajuda de um software, porque
não usar os recursos de grande capa-
cidade de operação com dados nume-
rosos, precisão e velocidade de um
computador para também realizar esta
etapa?
Um programa ideal para esta fina-
lidade simularia o funcionamento de
um circuito digital a partir do conheci-
mento das características dos compo-
nentes usados, permitiria a visualiza-
ção de todas as formas de ondas nos
pontos programados pelo projetista e Tipos de formas de ondas.
detectaria qualquer anormalidade de
funcionamento.
O Easychip 2.0 é um software que uma considerável redução de tempos Na figura 1 temos um exemplo de
e custos. utilização deste programa num projeto
visa justamente fazer tudo isso. Trata-
A versão que apresentamos é in- digital.
se de um programa disponível na forma
de três disquetes de 360 k com todos dicada ao estudante, mas nada impede No decorrer deste artigo não deta-
que ela seja usada em projetos digitais lharemos todos os recursos e a utili-
os recursos para a simulação num PC
do funcionamento de circuitos digitais. industriais que empregue tecnologia zação do programa por se tratar de
TTL. Para esta finalidade a biblioteca assunto muito extenso, mas procurare-
Este programa reúne uma biblio-
teca com as características dos in- que conta com os tipos básicos pode mos mostrar ao leitor o que ele faz, e
ser facilmente expandida, para outros com um exemplo de projeto levar ao
tegrados TTL mais usados, possui
integrados que se pretende utilizar no leitor os pontos que julgamos mais for-
recursos para que o operador fixe todas tes neste software.
as condi.ções de funcionamento do cir- projeto.
cuito no que se refere a tensão de Com uma linguagem bastante Começamos pois, pelas caracterís-
trabalho, variações de temperatura, simples, o programa é de fácil apren- ticas do programa que achamos por
bem destacar:
freqüência, etc e além disso incorpora dizado e utilização, havendo para esta
um excelente display usando uma finalidade tanto um manual bem deta- - Utiliza uma linguagem de alto nível
simulação lógica precisa. lhado e um programa TUTORIAL onde para o tratamento dos componentes.
Com estes recursos o uso do pro- um exemplo completo de realização - Utiliza soluções simples para a
grama na simulação de um projeto pode ser "rodado", para que usuário simulação dos circuitos digitais.
evita a necessidade de protótipos nas veja os recursos com que pode contar - A simulação é feita com três níveis
fases intermediárias, o que significa e como usá-Ias. lógicos.
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• Frequência: 20, 40 MHz
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os de simulação
s por
mitivos arquivos
lógicos Sinais por tela
- Para a simulação temos 21 es-
tados lógicos.
- Os tempos de subida e descida
são transferíveis para cada função
lógica primitiva.
- Detecção de picos (Glitch Mode).
- Filtragem de atrasos inerciais. ( *) Limitados pelo hardware (até 2 giga-primitivos)
- Detecção de violação de tempos
(set-up time, hold-time, largura de Tabela!
pulso de c1ock, etc).
- Verifica atividade dos nós (TOG-
GLE).
que são reconhecidos pelo programa eficiente de um circuito lógico além da
- Utiliza um algorítimo de simulação LOG I C. Outra finalidade deste temporização. A simulação pode ser
muito rápido. programa é acrescentar todas as feita em diversas condições de ope-
- Interfaceia com diversos tipos de informações relativas a Fanout e ração tais como, as que variam em
programas para a captura de capacitâncias de interconexões cal- função de parâmetros externos (tem-
esquemas. culando além disso os tempos de su- peratura, tensão de alimentação) etc.
O sistema Easichip 2.0 contém três bida e descida de cada elemento O módulo ANALISA contém o
módulos: COMPILA, SIMULA E primitivo. programa AS L.
ANALISA. Vejamos o que contém cada Ele também verifica a capacidade
um deles. A finalidade deste programa é for-
de interconexão do circuito e gera uma
necer uma visualização iterativa das
estatística do circuito com a criação de
COMPILA formas de onda obtidas na simulação
uma "biblioteca" dos modelos dos com-
com um processo gráfico de alta
ponentes para a descrição do L1C.
resolução, o que facilita a observação.
O módulo COMPILA contém os O módulo SI MULA contém os
Desta forma uma interpretação precisa
programas VERT e NEXPAN. O programas SIGEN e LOGIC. dos resultados pode ser feita de modo
programa VERT é de conversão e es- O programa SIGEN tem por confortável.
tabelece a comunicação entre o finalidade compilar os estímulos de
Os resultados podem ser levados a
Easychip e outros programas de entrada de alto-nível codificada numa
uma impressora ou ploUer para se
desenvolvimento de projetos tais linguagem de alto nível de geração de
obter uma documentação definitiva.
como: OrCAD, PCAD, MENTOR estímulos para o formato GEN e
(DDF), FUTURENET, TANGO e EDIF- verificando a consistência dos coman- Para a edição dos diagramas ou
1.1.0. dos dos arquivos do simulador. SIGEN programas comerciais mais conhe-
Este programa converte os outros também cria os arquivos de reco- cidos podem ser usados tais como:
na linguagem própria L1C (Linguagem nhecimento, como o ASL que permite OrCAD, PCAD, FUTURENET,
Itaucom de Circuitos). a visualização das formas de onda de TANGO, MENTOR ou qualquer EDIF-
1.1.0.
Já o programa NEXPAN é o com- entrada, para facilitar a inspeção
pilador do LI C e o pré-processador para durante a simulação. A biblioteca do Easychip contém as
o programa LOGIC. O programa LOGIC é o simulador informações sobre as características
O programa NEXPAN tem por lógico do Easychip 2.0. Técnicas de dos integrados da família TIL para uso
finalidade verificar a sintaxe e a operação de tabelas e introdução de do programa de simulação.
semântica dos circuitos descritos no eventos com a combinação de 3 níveis O Easychip necessita de suporte
L1C e além disso expande a descrição lógicos, 9 intensidades permitem a operacional que pode ser o DOS ou o
do L1C em elementos lógicos primitivos realização de um simulação precisa e OS/2.

CHECAGEM PÓS-LAYOUT

PROJETO
LÓGICO SI MULAÇÃO LAYOUT FABRl
SIMULAÇÃO
CAÇÃO

Fig. 1 -Exemplo de utilização do programa.

12
SABER ELETRÔNICA Nº 233/92
PASSO 1

I
INL
GERAÇÃO DA
f--
NETLlSTI---v -y.."DOSPREPARAÇÃO
LÓG I CA
SIMULAÇÃO
PASSO
ANÁLISE
R ESUL TA
PASSO
I1
4 ~
DO
3 DOS I1 II

U-
./'..
PASSO 5 PARA
CIRCUITO GERAÇÃO
PASSO 6
r----n-------,
r;:------------~
DE
II PASSO 7

1I
II 11 Jj. II

Fig. 2 -Diagrama de blocos.

Computadores tais como, o PC/XT, Na figura 2 temos um diagrama de - Um registrador de 4 bits


AT, 386, 486, PS/2 e compatíveis blocos que mostra a seqüência usada - Dois Flip-f1opstipo D
podem rodar o Easychip, bastando que num projeto de um circuito digital. - Quarto portas NAND de 2 entradas
se disponha de uma RAM mínima de A simulação é feita em 6 etapas: - Duas Portas NOR de 2 entradas
640 kB. Na primeira etapa gera-se a - Cinco portas NAND de 2 entradas
O computador usado também deve biblioteca que contém as informações - Uma porta AND de 3 entradas
dispôr de um disco rígido, um drive para sobre os componentes usados no cir- - Uma porta OR de 2 entradas
disquete e uma porta paralela. O sis- cuito. - Três inversores
tema operacional indicado deve ser o Na segunda e terceira etapa temos Esses módulos estão na biblioteca
PC/MS-DOS versão 3.0 ou maior ou a descrição do circuito usando algum que o programa usará na simulação do
ainda o OS/2 versão 1.1 ou maior. software que permite sua captura. circuito.
Como monitor podemos dispôr dos Na quarta etapa chegamos a Para efeito de análise con-
tipos CGA, EGA ou VGA gráficos descrição do circuito e o expandimos sideraremos como composto de quatro
coloridos ou monocromáticos. em elementos lógicos primitivos que blocos funcionais:
A impressora pode ser EPSON ou sejam reconhecidos pelo simulador. a) Bloco de geração de c10ck que
compatível. Antes da geração da simulação temos produz o sinal clock-up e clock-down e
Como plotter sugere-se o Baush & de ir a quinta etapa que é responsável que tem por base as portas U1A, U1B,
pela geração dos estímulos em todas U4A e U4B.
Lomb DMP-29 ou compatível mas este
as entradas. b) Bloco contador que é construído
elemento é opcional. Se for usado um
Mouse, ele pode ser o modelo PC Na sexta etapa cria-se o arquivo de em torno do módulo U6 e as portas
Mouse 11,que também é opcional. comando de simulação e finalmente na U5A, U5B, U5C e U5D.
Na Tabela I, damos a capacidade sétima etapa analisa-se o resultado da C) Bloco comparador que é
simulação. O circuito que tomaremos elaborado em torno do módulo U7, do
máxima admitida pelos suportes
como exemplo é o mostrado na figo3. registrador U2 e das portas U8A, U8B,
operacionais DOS e OS/2. Este circuito consiste num contador U9A, U10A e U11.
binário de 4 bits up/down com entradas d) Bloco de controle que contém
COMO FUNCIONA de controle, clock e clear. como elementos básicos as portas
O estado inicial ou final do circuito é U1C, U4C, U4D e os flip-flops U3A e
determinado pela entrada de progra- U3B.
O Easychip possui um programa de
demonstração de funcionamento mação através de uma palavra de 4 As entradas e saídas de sinais são:
(TUTORIAL) que mostra ao usuário bits. Uma vez que o contador alcança SELECT - que estabelece a direção
todos os seus recursos no desenvol- esta palavra (valor) ou então zero, a da contagem: O para UP e 1 para
vimento de um projeto. Para que o leitor contagem reinicia. Na figura 4 temos DOWN.
saiba com que pode contar se usar o um diagrama de formas de onda para CLOCK - que causa as mudanças
Easychip nos seus projetos vamos este circuito. de estado do circuito. Todas as
tomar este projeto como exemplo, Para efeito de análise o circuito é mudanças ocorrem com a transição
verificando de que modo ele mostra ao formado pelos seguintes módulos: positiva do sinal de clock.
usuário a simulação de funcionamento - Um contador de 4 bits CT1 a CT4 - estas entradas deter-
de um circuito digital. - Um comparador de 4 bits minam a palavra de controle, ou seja

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Ol

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AND 2 TRIGGER CLOCK DOWN A2
~~ ON
SELECT
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2 CL IAGB 1,1CLOCK B
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>--- COUNT DOWN
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vD3 COUNTER CLK ~y FLlPFLOP OR2
I NANDCI-4C
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CT~aB AND 2
CT:aD/ SELECT A 6 NAND
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até quanto o contador vai contar pro- Existem dois tipos de biblioteca no para o L1C,usando para isso o conver-
gressivamente ou de quanto até zero Easychip: sor de formato VERT.
na contagem regressiva. - Biblioteca de símbolos usada na Com este passo é possível fazer a
CLEAR - esta entrada assíncrona captura dos esquemas. identificação de cada elemento do cir-
reseta o circuito. - Biblioteca de componentes usada cuito inclusive os nós, onde desejar-
Para as saídas temos: na simulação lógica. mos verificar formas de onda, portas e
CTOD, CTOC. CTOB e CTOA - A biblioteca de símbolos é gerada outras funções.
estas saídas fornecem o valor binário pelo programa de captura. Isso sig-
da contagem sendo CTOD o bit mais nifica que o usuário do Easychip deve Quarto Passo - Preparando o cir-
significativo (MSB). tàmbém dominar os programas auxili- cuito para simulação
Existem alguns estados internos ares usados para esta finalidade. Preparar o circuito para simulação
que não são acessíveis mas que tem A biblioteca de componentes possui significa
" expandir sua descrição até só
interesse numa análise: as características dos principais com- existirem lógicos primitivos que sejam
Clock-down - neste ponto temos o ponentes TIL que são usados nos cir- reconhecidos pelo programa LOGIC. A
sinal de clock usado na contagem de- cuitos simulados. Novos componentes expansão é feita pelo programa NEX-
crescente. Este ponto permanece no podem ser acrescentados de acordo PAN que também verifica os arquivos
nível alto quando na contagem progres- com as necessidades do usuário. L1C.
siva. As informações sobre os compo- Neste modo temos duas possibili-
Clock-up - neste ponto temos o sinal nentes incluem fan-out, faixa de tem- dades de análise, para o circuito usado
usado na contagem crescente per- peraturas, tensões, etc. na demonstração: Se usarmos o co-
manecendo no nível alto durante a con- mando NEXPAN DEMO, a simulação é
tagem decrescente. Segundo Passo - captura do feita incluindo os retardos devidos ao
Trigger - neste ponto temos a diagrama fanout. Com o Comando NEX-
inicialização do módulo U6 que ar- Para esta finalidade é usado um PAN/DEMO NODELAY os retardos
mazena o estado inicial ou final do programa comercial dos já citados não são incluídos.
registrador U2. neste artigo. Trata-se basicamente da Este comando possui diversos
Load - quando ativo (baixo) os edição gráfica do projeto, funcionando parâmetros adicionais para análises e
sinais pulsantes fornecem o estado ini- de modo similar a muitos proces- modificações como:
cial ou final, para o módulo de con- sadores de textos. - Nível de expansão do circuito
tagem U6. No programa de demonstração - Tabela de atrasos
Match - que indica que o final da DEMO.DWG, por exemplo temos o - Verificação de conectividade
contagem foi alcançado. diagrama do nosso contador que serve - Estatística do circuito
de demonstração, capturado pelo - Inclusão de capacitâncias devido
Primeiro Passo - geração da OrCAD. a fiação
biblioteca
Normalmente são utilizadas infor- Terceiro Passo - conversão do Quinto passo - Geração de
mações que já então contidas no Netlist estímulos para simulação
programa, mas também podem ser Este passo fez a interligação do Para produzir os pulsos é preciso ter
usadas informações introduzidas em Easychip com outros sistemas. Con- uma planificação prévia. Esta planifi-
separado . . verte-se o Netlist gerado pelo OrCAD cação deve levar em conta as condi-

CLOCI(

SELECT

INPUT

OUTPUT [J 1

F ig. 4 - Diagrama de formas de onda para este circuito.

SABER ELETRÔNICA N2 233/92 17


ções reais de funcionamento do cir- - A base de tempo simulação e todos os nós ou saídas
cuito. Para o nosso exemplo levamos - Os sinais que serão avaliados selecionados.
em conta as condições das entradas - Qual será o formato de saída da Se quisermos observar em detalhe
tais que: simulação alguma anormalidade o programa
- Devemos fixar valores para a conta com o recurso de zoom.
Para o nosso exemplo, foram fixa-
palavra de entrada
dos passos de 0,1 ns para a base de Podemos então ampliar apenas um
- Devemos selecionar inicialmente
tempo e um período de 55,5 ns. O segmento do diagrama observando por
a contagem progressiva
primeiro valor dá ao simulador a reso- exemplo onde exista alguma anor-
- Deixamos que o clock seja longo lução desejada e o segundo dá o com- maiidade é detectada pelo programa.
o suficiente (número de pulsos) para
primento l:le 1 ciclo de simulação. Esta anormalidade pode ser um es-
que o circuito alcance o valor
Com estes valores temos uma tado indefinido de uma porta por
programado
freqüência de operação de 9 MHz. diferença de tempos entre a chegada
- Fixamos novo valor para a entrada
Os comandos de temperatura e de pulsos de comando ou ainda por
de programação
tensão podem serem fixados respec- problemas de fanout.
- Selecionamos a contagem decres-
cente tivamente em 25°C e 5 V. Estes são
- Deixamos o c10ck funcionar até valores típicos e em geral não afetam
CONCLUSÃO
que o circuito alcance zero os tempos de atraso.
- Selecionamos contagem progres- A seguir fixamos a simulação em 90
siva novamente ciclos. Com isso os sinais podem ser
obtidos. O simulador mostrará então na O Easychip 2.0 é uma poderosa
- Deixamos o clock correr nova- ferramenta de trabalho para todos que
mente ... tela as formas de onda à medida que
forem obtidas, conforme mostra a foto fazem projetos de eletrônica digital.
Mesmo a versão mais simples para o
Sexto Passo - A simulação lógica na abertura deste artigo ..
Estudante conta com recursos que
Agora que tudo está pronto para podem ser de grande utilidade para o
rodar o simulador, devemos ainda fixar Sétimo Passo - Analisando os
profissional, economizando tempo e
algumas condições importantes: resultados dinheiro na montagem de protótipos e

, ,
- As condições operacionais tais Os resultados são inicialmente levando mesmo a criação de novos
como, tensão, temperatura, etc nas apresentados na forma de um dia- chips que a Itaucom tem condições de
quais que o circuito terá de funcionar. grama de tempos contendo os ciclos de produzir. _

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16 SABER ELETRÔNICA NV 233/92
Automatismo para
equipamentos de
som e vídeo
Se o leitor é do tipo que dorme com seu equipamento de som ligado ou mesmo televisor e este não
possui timer, eis um projeto que pode ser de grande ajuda na economia de energia e na própria preservação
de seu caro aparelho: um sistema que detecta o "fim de programa" e com ele desliga a
alimentação do aparelho de som, videocassete ou televisor.

Newton C. Braga

Não são poucos os leitores que já


nos solicitaram este tipo de aparelho:
um circuito que detecta o momento em
que pára o sinal de áudio de um equi-
pamento qualquer. Se depois de al-
guns minutos este sinal não voltar, o
que caracteriza o fim do programa, o
aparelho de som, vídeo ou TV, tem sua
alimentação cortada.
Fig. 1 - Diagrama de blocos do aparelho.
Trabalhando com o sinal de áudio,
o circuito é bastante sensível e é ligado
na saída do alto-falante do aparelho de COMO FUNCIONA volume médio fornece sinal suficiente
som ou outro com que ele funcionar. para operação do sistema.
a consumo de energia deste aces- No entanto se quisermos trabalhar
sório é baixo, o que significa que com sinais muito mais fracos, como por
Na figura 1 temos os blocos que
somando-se às horas em que antes o formam este aparelho e por onde nos exemplo televisores, e aparelhos de
seu som ficava ligado, teremos uma basearemos nas nossas explicações. vídeo que normalmente sejam usados
boa economia de energia a ser con- com volume muito baixo (a noite, por
siderada. a primeiro bloco consiste no circuito exemplo), devemos fazer um adap-
de disparo e tem por base um transistor
Simples de montar, são usados tador com um pequeno transformador,
BC548 (01). Com a presença do sinal
componentes comuns em nosso mer- conforme mostra a figura 2.
cado e também de baixo custo. entre X1 e X2, passando por R1, D1 e
Este transformador tanto pode ser
P1 o sinal polariza a base de 01 no
Prevemos a utilização do sistema de saída para transistores como até um
sentido de levá-Io a condução.
tanto na rede de 110 V, como também pequeno transformador de alimen-
na rede de 220 V. P1 controla a sensibilidade do cir- tação com primário de 110 ou 220 V e
cuito em função do nível de ~inal que secundário de 6 a 12 V, com corrente
Apenas um ajuste é necessário trabalhamos. Como o transistor precisa de 100 a 500 mA. Com este transfor-
para sua colocação em funcionamento
de pelo menos 0,6 V para operar, a mador, potência de áudio da ordem de
o que facilita bastante sua utilização.
maioria dos equipamentos de som em alguns miliwatts já serão suficientes
para colocar em ação o circuito de des-
CARACTERíSTICAS ligamento automático.
Com o sinal presente no transistor
O 1 seu coletor se mantém com uma
• Tensão de alimentação: 11'0/220 V ATÉ
tensão baixa, o que é suficiente para
lW
• Consumo: 5 W (tip) AO
que o segundo bloco com base num
CIRCUITO
X2
• Temporização de fim de som: 4 ORIGINAL
555 dispare.
minutos (aprox.) Este bloco consiste num multi-
• Carga máxima controlada: 300 W na Fig. 2 -Alteração para operar vibrador monoestável ou temporizador,
rede de 110 V e 600 W na rede de com sinais fracos. onde o tempo em que a saída per-
220V. manece ativa no nível alto depende dos

SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 19


valores de R4 e C2. No nosso circuito Se quisermos dar prosseguimento Para rádios e AM em locais sujeitos
temos algo em torno de 220 ou 330 ao uso do aparelho externo basta pres- a ruídos, este capacitor deve eventual-
segundos, o que é suficiente para mente ter seu valor aumentado.
sionar S 1 e ativar o equipamento exter-
aplicação que temos para o aparelho.
no de modo que ele volte a ter sinal de
No entanto, pode ser alterado o valor MONTAGEM
áudio em sua entrada.
de C2 para outro comportamento do
aparelho. O nível de ajuste de P1 deve ser
Este bloco controla o sistema de feito de modo que apenas o sinal de Na figura 3 temos o diagrama com-
desligamento do equipamento externo pleto do automatismo.
áudio provoque o disparo do 555 e não
e da própria alimentação do automa- Na figura 4 temos uma sugestão de
eventuais ruídos e chiados.
tismo. placa de circuito impresso para esta
C1 eventualmente pode ser al- montagem. Para aqueles que ainda en-
Para isso temos um transistor que é contram dificuldades para elaboração
terado de modo a ajustar na filtragem
polarizado diretamente pela saída do de placas temos uma boa notícia, esta
555 e que tem por carga de coletor um do sinal do disparo, evitando que pul-
poderá ser encontrada na Saber Com-
relé. sos, transientes e outros tópicos de
ponentes. Esta placa poderá ser ins-
Quando pressionamos S 1 por um curta duração possam ser interrom- talada numa caixa plástica conforme
momento, e ativamos o equipamento pidos como áudio e provoquem o dis- mostra a figura 5, facilitando assim o
de som, o sistema é disparado e o relé paro do circuito. uso do sistema.
fecha seus contatos.
Fechando os contatos podemos
soltar S 1 pois o equipamento externo e D3, D4, lN4002
o automatismo já podem receber nor- Xl Fl
5A
malmente sua alimentação.
O reié se mantém energizado en-
quanto houver sinal na entrada do cir-
cuito. Pequenos cortes de som na
entrada não fazem efeito pois o circuito
é temporizado.
É preciso que o circuito fique pelo
menos uns 4 ou 5 minutos (depende de
C2), sem sinal de áudio na entrada, X3
AO APARELHO
para que a temporização termine e não DE SOM

tenhamos redisparo. Nestas condições


o relé abre seus contatos desligando
tanto a alimentação do equipamento Fig. 3 -Diagrama completo do aparelho.
externo, como do próprio automatismo.

Fig. 4 -Placa de circuito impresso do automatismo.

20 SABER ELETRÔNICA N° 233/92


LISTA DE MATERIAL

CI-l - 555 - circuito integrado


Ql e Q2 - BC548 ou equivalente -
transistor NPN de uso geral
DI e D2 - lN4148 - diodos de silício
de uso geral
D3 e D4 - lN4002 - diodos
reti fica dores
TI - transformador com primário de
acordo com a rede local e secundário
de 9+9 V com 500 mA.
FI - IA - fusível
Pl - 100 kQ - potenciômetro
Kl - MC2RC2 - relé de 12 V com 3
contatos reversíveis
LED - LED vermelho comum O transformador tem um en-
SI - interruptor simples rolamento primário de 110 V ou 220 V,
RI e R2 -10 kQ -resistores (marrom, conforme a rede local e secundário de
preto, laranja) 9+9 V com 500 mA ou mais.
R3 - 22 kQ - resistor (vermelho, ver-
Para o fusível precisamos de um
melho, laranja)
suporte apropriado e X3 é uma tomada
R4 - 1 MQ - resistor (marrom, preto,
de painel que será fixada na caixa, para
verde)
conexão do aparelho de som ou vídeo.
R5 - 1 kQ - resistor (marrom, preto,
vermelho) S 1 é um interruptor de pressão NA
Cl -IAF - capacitar eletrolítico (normalmente aberto), com uma
C2 - 220 IAF - capacitor eletrolítico capacidade de corrente de pelo menos
C3 - 1000 JAF- capacitar eletrolítico 3 amperes.
Diversos: placa de circuito impresso,
soquetes DIL para o integrado e relé,
PROVA E USO
suporte para o fusível, caixa para
montagem, botão plástico- para Pl,
suporte para o LED, cabo de
alimentação, tomada de força de em- Na figura 6 temos o modo de se
butir em painel, porcas, fios, solda, utilizar o sistema com um equipamento
cabo de alimentação, etc. Fig. 5 -Sugestão de caixa. de som.
Para colocá-Io em funcionamento o
procedimento é o seguinte:
equivalentes para maior corrente
podem ser usados caso os aparelhos Ligue o aparelho de som em X3 e
Para o circuito integrado e relé
aperte S1.
sugerimos a utilização de um soquete controlados sejam de maior potência.
DI L. Os resistores são todos de 1/8 W .O LED é vermelho, servindo para Ajuste o aparelho de vídeo ou som
até ter sinal de áudio na saída. Em
com 5% ou mais de tolerância e os indicar que o aparelho está ativo.
seguida atuando sobre P1 leve este
transistores admitem equivalentes. P1 é um potenciômetro comum e os
componente até o ponto em que o LED
Para D1 e D2 podemos usar os capacitores eletrolíticos devem ter uma acende. Neste ponto você pode soltar
1N4148, 1N914 ou qualquer tensãO' de trabalho de 16 V ou mais.
S 1. O equipamento já estará em fun-
equivalente de silício de uso geral. D3 e D4 são diodos retificadores do cionamento.
O relé é de 12 V com 2 contatos tipo 1N4002 ou equivalentes de maior Se houver a parada do som, por
reversíveis para 3 amperes, mas relés tensão. exemplo no final de uma fita, após 4 ou
5 minutos com ausência de som,
haverá o desligamento automático de
todo o conjunto. Se houver dificuldade
SAíDA DO ALTO. FALANTE ALIMENTAÇÃO
de acionamento do LED com o ajuste
\ REDE C. A. de P1 em vista do baixo volume use o
X3 @ C)Pl
Xl
X2 LED@ 51 circuito com transformador, sugerido
AUTOMA TI SMO na parte em que explicamos o fun-
cionamento do sistema.
Comprovado o funcionamento é só
Fig. 6 -Modo de usar o aparelho. usar. Se quiser alterar a temporização
mude o valor do capacitor C2 .•

SABE~ ELETRÔNICA N2 233/92 21


~

OS CIL OS COPIO
Curso de Operação
Lição nº 14

Nas últimas lições estudamos a utilização do osciloscópio na análise das formas de onda
dos circuitos de televisores. Evidentemente o assunto é por demais extenso para que
se possa pensar numa abordagem completa neste curso. Assim, sugerimos que os
leitores procurem estudar as técnicas de recepção de TV, reciclando seus
conhecimentos mal' com ênfase nas formas de onda que devem aparecer em cada ponto do
circuito. Desta forma, usando os conhecimentos básicos da utilização do osciloscópio
ficará muito mais fácil fazer a reparação ou ajuste de qualquer apar~lho.

Newton C. Braga

22 SABER ELETRÔNICA Nº 233f92


VIDEOCASSETES ANALISADOS
COM O OSCILOSCÓIJIO
ÀUDIO
WN/I REPR.
Nesta lição trafaremos de um equi-
pamento que tem muitas etapas em
comum com os televisores e que portanto

)
também pode ser analisado com um
osciloscópio. Muitas das etapas de um
videocassete são semelhantes aqueles en-
contradas nos televisores e por isso CABEÇA
LEITORA/GRAV
podem ser analisadas da mesma forma.
No entanto, as diferenças que existem
OSC.
também são possíveis de uma análise de
formas de ondas e aí entra em ação nova-
mente o osciloscópio. Das etapas
"diferentes" é que trataremos basica-
mente nesta e na lição seguinte.
)
CABEÇA DE
APAGAMENTO

1. SETOR DE ÁlIDlO

Nos videocassetes comuns existem Fig. 2 -Diagrama simplificado de blocos do setor de áudio de um videocassete.
um tambor giratório, onde são fixadas as
cabeças que gravam os sinais transversal- cionais com uma estrutura em blocos identificados os pontos em que os sinais
mente. Isso é necessário porque neces-
sitando-se de uma velocidáde muito mostrada na figura 2. estão presentes.
maior, com o percurso transversal con- Para o sistema VHS de 1 pista a sua Na função de gravar, além dos sinais
segue-se um aproveitamento maior da largura é de 1 mm e para duas pistas que devem vir do circuito externo
fita com uma velocidade real menor. A (estéreo), cada qual tem 0,35 mm. (televisor, câmera pelo microfone ou
ampla faixa de freqüências de vídeo exige Neste sistema; quando ocorre a ainda de um seletor e etapas de áudio do
que isso seja feito. próprio aparelho), temos de considerar a
reprodução de um sinal de áudio en-
Nos sistemas de duas ca beças, presença do sinal de apagamento.
contramos nos diversos pontos do cir-
entretanto, temos uma diferença de cuito sinais de baixas freqüências de onda A finalidade de apagamento é daruma
prÓcesso em relação aos sinais de áudio. pré-orientação aos imãs elementares da
~'orrespondentes aos sons que são
Nos videocassetes de d'uas cabeças o fita de modo que a gravação seja
gravados.
sinal de áudio é gravado separadamente uniforme, conforme sugere a figura 3.
numa pista linear confornie mostra a Uma fita de gravação com um sinal de
O circuito de apagamento dos
figura 1. áudio de 1 kHz, por exemplo pode servir
gravadores videocassete comuns, geram
de base para o teste das cabeças de ta nto para o apagamento de vídeo como
gravação deste tipo de aparelho e de todo o de áudio. Este circuito consiste num
o circuito.
oscilador que gera uma freqüência entre
I ~ Deformações de sinais e outros 40 e 670 MHz, conforme mostra um
problemas são muito semelhantes aos exemplo prático na figura 4.

'"r::Jllll •
VIDEO
CONTROLE
constatados nos gravadores comuns.
Basta que o leitor tenha um diagrama do
A verificação deste tipo de circuito
com o osciloscópio é simples já que
aparelho para que facilmente possam ser sabemos que o sinaldeve estar nesta faixa
Fig. 1 -Gral'ação longitudinal de
áudio em fita de I'ídeo.

Desta forma, as duas cabeças


giratórias são usadas para a leitura apenas
dos sinais de vídeo, ficando a leitora dos
íMÃs ELEMENTARES DESOROENADOS
sinais de áudio por conta de cabeças fixas
\
que operam como num gravador cassete
de áudio convencional.
MOVIMENTO DA FITA_
O resultado prático é que os circuitos
de gravação e leitura de áudio destes
gravadores são muito semelha ntes aos Fig. 3-A função da cabeça apagadora.
usados nos cassetes de áudio conven-

SA6E;R E;1.E;TRÔNICA N2 233/92 23


AUDIO 1 A'UOIO 2
+ Vcc
CROMA \

"
I LUMINÃNCIA

L2
MHz

0,6267 1;'1 1,B 3,B 4,B

10k!l
Fig. 7 -SifUlis de áudio e vídeo
no formato VHS.

C.ABEÇA
4,7~F APAGADORA
25V DE ÁUDIO centralizada em 1,8 MHz. O gráfico da
figura 7 mostra então o espectro completo
de áudio e vídeo que são gravados na fita.
Fig. 4 -Oscilador de apagamento de um videocassefe comum. Veja então que nos circuitos de áudio
temos freqüências e formas de ondas um
pouco diferentes. Os sinais são lidos em
altas freqüências e depois é feita a
SENSIBILIDADE 0,01

0,01 o lV/DIV.
CABEÇA DE separação das componentes deáudio num
processo muito semelhante ao utilizado
nos televisores comuns, mas no caso com
freqüências mais baixas.
... ~(~ Na figura 8 temos um circuito em
blocos deste sistema de áudio em que
Il ;:
AO
'CIRCUITO
li, @H@o@@@@
o o~"-,.
OO~~ mostra mos os tipos de sinais que seriam
PONTA CABEÇA DE VíDEO
facilmente visualizados com um
COMUM osciloscópio. Veja que existem então
Fig. 6 -Disposição das cabeças setores de alta freqüência (1,4 e 1,8 MHz)
AO TERRA DO VIDEO CASSETE num gravador cassete. e setores de áudio.
Fig. 5 -Ajustes do osciloscópio para Analisaremos o funcionamento deste
análise de áudio do videocassete. circuito na função de reprodução.
transversalmente. Na figura 6 temos as
posições relativas destas cabeças para o Esta descrição é feita para um canal,
sendo válida para o outro canal nos sis-
de freqüências e deve apa recer nas sistema VHS. Os ângulos são diferentes tema estéreo.
cabeças de apagamento tanto do setor de para o sistema Meta.
O sinal captado pela cabeça de leitura
áudio como de vídeo. Neste sistema, para o VHS, os sinais de áudio tem uma freqüência média de
Na figura 5 temos o modo de utilizar de áudio do canal 1 tem uma freqüência 1,475 sendo então amplificado pelos
o osciloscópio na visualização destes centralizada em 1,4 MHz e para o canal 2 primeiros blocos do circuito,
sinais num videocassete comum.
O videocassete de duas cabeças deve
estar na posição REC e como temos
baixas freqüências, tanto a base de tempo
como a sensibilidade devem ser ajustada
para este tipo de observação.
Uma fita padrão deve ser usada para
se obter o sinal de prova, funcionando
assim como um injetor de sinais.
Nos gravadores mais modernos
adota-se entretanto uma solução que
desde 1983 permite a obtenção de maior
fidelidade de gravação. Este processo
consiste na transformação dos sinais·de
áudio em sinais em freqüências (FM),
SAlDA DE ÁUDIO
uma alta freqüência e são registrados
junto com o sinal de vídeo transversal-
mente na fita.Desta forma existem Fig. 8 -Circuito de reprodução de um videocassete.
cabeças de vídeo e de áudio operando

24
SABER EI.ETRÔNICA W ~33{S~
Antes de seguir para as etapas de mente nas etapas finais de áudio é que as
detecção o sinal passa por um limitador intensidades são maiores.
de amplitude de modo a se evitar
distorções por saturação. 2. FONTES DE ALIMENTAÇÃO
O sistema de separação dos canais é
semelhante ao usado num receptor de Dado o elevado número de circuitos e
FM, com comparador de fase, VCO e Fig. 10 -Distorções do sinal de áudio mesmo dispositivos eletromecânicos que
outras etapas bastante conhecidas dos que por problemas de circuito ou ajuste. devem ser alimentados e com
trabalham com receptores estéreo.
Obtém-se então depois do
demodulador um sinal de áudio que no
entanto tem uma forte componente de alta + 81112V)
freqüência que precisa ser eliminada por
meio de filtro. + 82 19VI

Na figura 9 mostramos a forma de


onda visualizada no osciloscópio antes e R4

depois do filtro passa-baixas, en-


contrados após a etapa de demodulação.

Fig. 11 - Uma fonte linear de duas tensões usada em videocassete.

Veja que a utilização do osciloscópio características bem diferentes as fontes


nestas etapas é bastante semelhante a que usadas nos videocassetes são complexas
Fig. 9 -Sinais antes e depois do
estudamos no caso dos receptores de FM. apresentando muitas saídas com tensões
filtro após a demodulação. e correntes diferentes.
A utilização dos circuitos integrados
dedicados reunindo grande número de No entanto como em todos os apare-
funções na maioria dos aparelhos de lhos eletrônicos podemos fazer uma
Com uma fita padrão de 1 kHz a en-
videocassete, e no caso de áudio com separação dessas fontes em dois tipos: as
volvente deste sinal pode ser vista nesta que devem alimentar dispositivos
maior. intensidade, simplifica o projeto
freqüência, com uma componente interna mecânicos, como p.or exemplo os
por parte do fabricante mas impede o
de 1,475 MHz. motores e as que devem alimentar cir-
acesso a todos os pontos para análise das
O bloco seguinte é o DCC ou Drop formas de onda num trabalho de ajuste ou cuitos eietrônicos.
Cult Compensation que consiste num ci r- reparação. Nestas fontes vamos encontrar dois
cuito cuja finalidade é compensar a falta No entanto, os manuais de serviço da tipos de reguladores: os convencionais ou
de uniformidade de fita magnética. maioria dos fabricantes fornecem tensões lineares como o mostrado na figura 11 e
Temos em seguida o circuito de de- e formas de onda nos pontos principais o os circuitos comutados como o mostrado
enfasis que funciona da mesma forma que que serve de referência para o trabalho da na figu ra 12.
os enrolamentos nos receptores de FM. manutenção. Já vimos em lições precedentes as
Este circuito expande a faixa passante da Para a visualização destas formas de formas de onda que são encontradas nas
compressão na tra nsmissão. A 'fa ixa tem onda com o osciloscópio o técnico deve fontes de alimentação lineares, de modo
estar atento aos seguintes pontos: que o leitor saberá como usar o
ganhos diferentes do que seria normal
a) Freqüências osciloscópio para medir tensões, veri-
para a reprodução na transmissão com a
ficar ripple e eventuais outros problemas
finalidade de se obter melhor imunidade Para os sinais de áudio as freqUências
que podem ocorrer.
aos ruídos o que ,deve ser compensado na são rela tiva mente ba ixas, conforme
Muitos videocassetes de uso portátil
recepção. vimos o que permite a utilização de
osciloscópios simples na análise dos ou ainda que incluem uma câmera pos-
Temos finalmente os circuitos exter- suem ainda como fonte adicional de
sinais. As freqüências menores são da
nos que, no caso podem ser o modulador alimentação uma bateria do tipo
faixa de áudio e dependem naturalmente
que joga o sinal num televisor ou ainda recarregável. Para estas baterias existe
do sinal usado como prova, (figura 10).
numa saída simples disponível para um numa fonte de alimentação que propor-
b) Intensidade
amplificador externo. ciona sua recarga.
Os sinais encontrados em todas as
É importante observar que a etapas do setor de áudio, tanto na
monitoração dos sinais de áudio nas 3. MODULADO R DE ÁUDIO
gravação como na reprodução são sinais
primeiras etapas consiste numa ferra men- de baixas intensidades com tensões que
ta precisa para ajuste das cabeças de dificilmente superam os 15 V e com Os sinais de áudio obtido de uma fita
leitura. mínimos na faixa dos microvolts. So- de videocassete devem ser levadas ao

SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 25


c) Sinais modulados somente na saída
+12V do circuito com componentes de áudio e
vídeo para a ~aída do circuito de TV.
Como as freqüências mais altas no
setor de áudio estão em torno dos
+9V
4,5 MHz qualquer osciloscópio pennite
c
sua visualização com facilidades. As in-
CIo
tensidades dos sina'is são pequenas. O
Osciloscópio pode ser usado com
eficiência nos ajustes de freqüência e das
intensidades de modulação de modo a se
obter a melhor reprodução no televisor.

CONCLUSÃO

Conforme o leitor pode perceber, os


Fig. 12 -Diagrama simplificado de fonte clzaveada de videocassete.
setores de áudio e de fonte de alimentação

televisor para reprodução. Se bem que


nos aparelhos sejam encontradas saídas
de áudio puro para amplificadores eXter- SETOR DO AUDIO
Á UDiO
MDDULADOR
nos, não é a partir desta saída que temos DO VI'DEOCASSETE
VH FICA~AL2 ou 31
a conexão ao receptor de TV, conforme AUDIO + VíDEO
mostra a figura 13. AO TV'

O televisor é sintonizado num canal SAíDA DE ÁUDIO PURO

livre (3 ou 4), e o sinal que ele recebe é


semelhante ao emitido por uma estação
convencional de TV, ou seja, tem uma
portadora de alta freqüência na faixa de Fig. ]3 -Duasformas de usar o áudio de um videocassete.
VHF que transporta tanto o sinal de vídeo
como áudio. Para isso, o videocassete
conta internamente com um circuito que necessita para sua transmissão con- de um aparelho de videocassete pouco
modulado r de áudio apropriado. forme mostra a figura 15. Os sinais ob- tem de sofisticado, tanto em relação aos
Na figura 14 temos o setor do tidos pelo osciloscópio neste circuito têm circuitos como aos sinais encontrados o
modulador de áudio de um videocassete basicamente três formas: que simplifica o uso doosciloscópio.
convencional.
a) Sinais de áudio puros nas etapas de Tomando cOmo base uma fita padrão
Analisamos seu funcionamento: ou mesmo a injeção de um sinal o
entrada (pré-amplificadoras, filtros, etc),
Este circuito tem um oscilador de 4,5 osciloscópio nesta aplicação também
podendo ser usado um oscilador de áudio
MHzque é modulado pelo sinal de áudio. pode ser usado como um seguidor "sofis-
Desta forma, o sinal de. 4,5 MHz ou fita padrão para se fazer a sua análise. ticado" de sinais. Devemos estar atentos
modulando em áudio é aplicado ao sinal b) Sinais de RF puros com freqüência tanto para as intensidades dos sinais
de vídeo na faixa de VHF aparecendo de 4,5 MHz modulados ou não nos cir- visualizados como também suas
deslocado justamente desta freqüência, o cuitos oscilador e modulação. freqüêÚcias e fonitas de onda, sémpre
tomando como base o diagrama ou
manual de serviço do aparelho .•

SINAL CONTRASTE
VíD E O
I
ÁUDIO

MHz

Fig. 14 -Modulador de áudio de videocassete. Fig. 15 -Sinal de IV áudio/vídeo.

26
SA6ER ELETRÔNICA Nº 233/92
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De forma geral este livro, destina-se a todos os profissionais na área de informática que utilizem o sistema operacional MS-DOS , principalmente
aqueles que utilizem o nível bastante avançado, A obra tem por objetivo suprir a deficiência desse material técnico em nosso idioma,
MANUAL DO PROGRAMADOR PC HARDWARE/SOFTWARE - Antônio Augusto de Souza Brito - 242 pág, Cr$ 78.000,00
Este livro foi escrito para o técnico, engenheiro, profissional de informática, e hobbista interessado em explorar os recursos do PC, colocando o
microcomputador não como uma caixa preta que executa programas, porém como um poderoso instrumento interfaceado com o mundo real.
PROGRAMAS PARA O SEU MSX (e para você também) - Nilson Maretello & Cia - 124 pág, Cr$ 48.400,00
Existe uma grande quantidade de "hobbistas", a maioria usuários de MSX, que encaram o micro como uma "máquina de fazer pensar", Este livro foi
organizado para esses leitores, que usam seu MSX para melhorar a qualidade do "software" de seus cérebros,
CIRCUITOS E DISPOSITIVOS ELETRÔNICOS - L. W, Turner - 464 pág, Cr$ 60.400,00
O objetivo desta quarta edição foi o de apresentar dentro do alcance de um único volume, as técnicas e conhecimentos mais recentes com vistas a for-
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Nossos leitores vem nos acompanhando há anos, e de maneira geral, aprovam as
alterações no projeto editorial que tem acontecido ao longo desse tempo. De acordo
com o seu interesse pessoal, gostam mais de um ou outro segmento, e não hesitam em
manifestar a sua aprovação ou reprovação. Constatamos, porém, uma quase
unanimidade, em favor de projetos de aplicação prática imediata ou quase imediata.
Resolvemos, por essa razão, criar este novo caderno, onde nossos leitores, na sua
esmagadora maioria, profissionais, ou então amadores com extenso conhecimento
prático na eletrônica, terão acesso a projetos rápidos, para as mais diversas
aplicações e onde não será subestimado seu nível de conhecimentos. Esses projetos
serão, não só de autoria do nosso Newton Braga, mas também de outras fontes, entre
as quais esperamos contar de maneira destacada, com as empresas do setor em todo
o mundo. Esses projetos poderão servir igualmente como base para
desenvolvimentos mais complexos dos leitores, cujas colaborações também serão
benvindas.
Brevemente publicaremos as normas para tais colaborações.

AUTOMATISMO POR TOQUE


Newton C. Braga

Alarmes de toques podem ser - Alarme de toque com o tocado. Temos duas modalidades O que chamará a atenção do
elaborados em diversas configu- travamento ou sem o travamento possíveis de operação: leitor neste projeto certamente
rações, com componentes de alta após o toque num sensor. 1°) A lâmpada e o relé per- será o fato de usarmos relé de
manecem ativados somente en- 12 V, num circuito alimentado
ou baixa tensão, controlando car- - Controle de dispositivos
elétricos diversos. : quanto durar o toque. pela rede local sem transfor-
gas de altas ou baixas potências:
-" Aviso de operações ou 2°) A lâmpada e o relé per- mador.
O projeto apresentado carac- manecem ativados indefinida- Analisando as características
monitoria de reservatórios.
teriza-se pela sua operação Mesmo sem transformador e mente mesmo depois de do relé GIRC2 da Metaltex,
diferente, diretamente a partir da termi nado o toque no el emento no
ligado diretamente na rede local, vemos que sua bobina tem resis-
rede sem transformador e sensor. Para desativar é preciso
o sensor trabalha com uma cor- tência de 300 Q e que ele opera
desligar a alimentação ou curto- com uma corrente de 40 mA
reduzido número de componen- circuitar momentaneamente o
rente extremamente baixa que
tes. anodo e o catodo do SCR. É fácil observar que obtemos
não causa qualquer tipo de cho-
Descrevemos ulp automa- 40 mA de corrente ligando uma
que em quem tocar no sensar. Sua
tismo por toque que opera a partir lâmpada de 25 watts num circuito
operação é segura desde que as CARACTERíSTICAS de meia onda. Com uma lâmpada
da rede de energia sem transfor- recomendações dadas no artigo
mador e com um mínimo de com- de 40 watts obtemos aproximada-
sejam seguida. mente 70 mA, o que sêria sufi-
ponentes e que serve para uma Basicamente o ~parelho con- • Tensão de alimentação: 110 V ciente para acionar um relé de
infinidade de aplicações práticas. siste num sistema que aciona um ou 220 V c:a. 6 V. Na rede de 220 V
Dentre estas aplicações podemos relé e uma lâmpada indicadora • Carga controlada: 10 A resis- precisamos dobrar as potências
citar as seguintes: quando um elemento senso r é tivos para obter a mesma corrente.

SABER ELETRÔNICA NV 233192 33


Saber
Projetos
Pois bem, ligando então uma Um fator importante neste cir-
lâmpada em série com um relé, cuito é seu baixíssimo consumo
com a potência devidamente cal- na condição de espera.
culada, podemos num circuito de O relé usado tem contatos para
meia onda obter os 12 V que 10 A o que significa até l000W
Fig.2
precisamos para o seu disparo. controlados por um simples
É o que fazemos no nosso toque, isso na rede de 110 V. O
Opção de
controle
projeto, retificando a tensão por resistor R2 no senso r limita a cor-
de sensibilidade
meio de um diodo lN4007, usan- rente pelo sensor, de modo a não
do uma lâmpada de 25 watts na causar choques. Este componente para o sensor.
rede de 110 V ou 60 watts na rede
de 220 V, e colocando em
. de 250 V se a rede for de 110 V e
paralelo com a bobina um
pelo menos 450 V se a rede for de
capacitor de modo a eliminar a 220V.
vibração dos contatos.
A lâmpada Xl é incandes-
Tudo isso é controlado por um cente comum de 25 W na rede de
SCR do tipo 106 que, pela sua
Fig.3 110 V ou 50 (60) watts na rede de
sensibilidade pode ser disparados
Ligação 220 V. 01 pode ser o 1N4004 se
por correntes extrema mentes
da carga. a rede for de 110 V, mas deve ser
baixas em sua comporta. o lN4007 se a rede for de 220 V.
O disparo do nosso caso
ocorre quando a tensão no sensor
não deve ser reduzido de maneira
atinge o ponto de ionização de
uma lâmpada neon. Nestas alguma neste projeto. LISTA DE MA TERIAL
condições a lâmpada acende e o Na figura 1 temos o diagrama
circuito de carga (lâmpada e relé) completo deste aparelho.
SCR - T1C106B(110 V) ou TIC1060 (220 V)
é alimentado. Como são 'muito poucos os 01 • 1N4004 ou 1N4007 (110 V) ou 1N4007 (220 V)
Temos duas modalidades de componentes usados e uma parte NE-1 -lâmpada neon comum
operação. deles não pode ser montado em G1RC2 - relé de 12 V x 40 mA· Metaltex
N~ modalidade sem trava, placa de circuito impresso a me- F1 - 1 A - fusível
logo que tiramos o dedo do sen- lhor opção para o montador é
X1 • 25 W (110 V) ou 50/60 W (220 ~ • lâmpada
sor, cessa a corrente de disparo, e . fazer uso de uma ponte de ter- comum - ver texto
na passagem por zero no semi- minais.
C1 ·4 a 8 J.lF x 450 V - capacltor eletrolítlco - ver texto
ciclo-seguinte da tensão da rede o Dada a baixa corrente no SCR R1 ·47 kQ • resistor
SCR desliga. na rede de 110 V, ele não precisa R2 - 220 kQ • resistor
Na modalidade com trava de radiador de calor. Na rede de
ligamos 'umcapacitor (Cl), de 220 V quando a lâmpada é de 50
modo a manter uma alimentação ou 60 W o SCR deve ter um pe-
multímetro qual é a tensão que Os resistores são de 1/8 ou 1/4 W
contínua no circuito de modo que queno radiador de calor. O SCR
a tensão não cai a zero em nenhum deve ser o TIC106B se a rede for está aparecendo no relé, dilndo e a lâmpada neon é de qualquer
instante entre o anodo e o catodo de 110 V e o l1CI060 se a rede uma tolerância de até 30% para tipo comum de dois terminais
do SCR e ele não desliga após o for de 220 V. mais. paralelos. O sensor é uma chapi-
disparo. Para desligá-Io, preci- Orelééo G1RC2ea lâmpada O capacitor C1 será usado na nha de metal ou um fio com garra
samos desconectar por um mo- eventualmente pode ter sua versão com trava (que permanece que será ligado no objeto de metal
mento a alimentação ou potência modificada se ocorrerem . ligado após o toque). que não pode ter mais do que 10
curto-circuitar por um instante o problemas de disparo. Éinteres- Na versão sem trava este com-
x 10 em. Objetos grandes ou em
anodo e o catodo deste com- sante que o leitor após a ponente é eliminado. Ele deve ter contato com o sólo provocam o
ponente. montagem verifique com um de 4 a 8 f.LF com tensão de trabalho
oisparo errático do aparelho.
O fio também não pode ser
longo (no máximo 2 metros). Um
fio mais comprido deve ser blin-
01
lN4004 dado.
lN4007
Kl Para a conexão das cargas ex-
F 1 G1RC 2 ternas use uma tomada ou então
lA

I uma ponte de terminais com


~ parafusos. '
••••
: Cl
Ligue o aparelho na rede e
I e~F/4~F
I 450V coloque no suporte.
I X2 Toque no sensor ou na ponta
110V( 220VI Fig.]
do fio do sensor. Se não houver o
Diagraina
completo. disparo, gire de 180 graus (meia
do aparelho. volts), a posição do plugue de
alimentação em relação à tomada

34 SA6ER EL.ETRÔNICA N° 2aa{92


Saber
Projetos
Na figura 2 damos uma opção na fechadura possibilita o uso do soro O máximo de cuidado deve
(par~ inverter o neutro pelo vivo
da rede). de controle de sensibilidade para aparelho como alarme. ser tomado com o resisto! R2.
O toque agora deve acionar. o sensor. Lembre-se que a montagem Tenha certeza de que seu valor
Na versão com trava, para A carga deve ser ligada con- deve ficar com todas as suas par- não é inferior a 220 ill.
desativar o circuito, desligue por forme mostra a figura 3. tes protegidas pois estão presen- Se a sensibilidade do aparelho
um momento a rede de Para uma porta de madeira ou tes tensões perigosas em todos os for pequena, aumente RI para
alimentação. material não condutor, uma garra pontos do circuito exceto no'sen- 100ill. [J

INTERRUPTOR DE TOQUE MONOESTÁ VEL


Newton C. Braga ,I'

Um toque dos dedos no sensor baixo custo. Trata-se de um sis-


LISTA DE MATERIAL _
dispara este circuito que mantém tema monoestável, ou seja, que
ligado qualquer aparelho por um depois de ativado permanece
CI·l - 555 • circuito Integrado
tempo pré-determinado. Passan- ligado, apenas por um intervalo 01' e 02 - 8C548
do o tempo ajustado, o aparelho de tempo pré-estabelecido. Con- 01·lN4148
desliga e fica pronto para receber forme os valo~es dos componen- Kl • MC2RCl • Relé Metaltex de 6 V
outro comando. O circuito é tes e o ajuste feito, este intervalo Pl - 1 MQ· Potenciômetro
muito sensível e funciona tanto pode passar de meia hora o que é Sl - Interruptor simples'
com uma fonte de alimentação, suficiente para a maioria das 81 - 6 V - 4 pilhas pequenas
como com pilhas comuns. aplicações práticas. Tempos Reslstores de 1/4 ou 1/8 W
Interruptores temporizados de maiores podem ser tentados com Rl - 47 kQ
toque encontram muitas a utilização de capacitores de boa R2· 22 kQ
utilidades importantes na qualidade (sem fugas). R3 ·100 kQ
eletrônica e na vida diária. Na Como o setor de disparo do R4- 1 kQ
oficina podemos usá-Io para teste circuito é feito com baixa tensão
Capacltor
automático de aparelhos, por a partir de transistores, não existe Cl - 470 ILFx 6 V ou mais - eletrolítlco
exemplo um transmissor, man- qualquer perigo de choque. A
tendo-o ligado por um tempo en- própria corrente que circula pelo
quanto verificamos com um sensor é da ordem de
A base do circuito é um multi- com os dedos no sensor, fazendo
receptor o seu alcance. No lar microamperes, o que não pode o transistor conduzir e com isso
vibrador monoestável, feito em
podemos usa-Io para: ativar a causar qualquer dano a quem baixar a sua tensão de coletor a
lâmpada da varanda, escada, cor· toque no sensor. torno de um circuito integrado
555. ponto de se obter o disparo.
redores ou garagem por um certo A cOrrente de repouso, isto é, Para maior sensibilidade
tempo, enquanto saímos ou na condição de não disparado O disparo do monoestável é
entramos. feito por um transistor que tem o pode-se tentar uma configuração
também é muito baixa, o que sig-
sensor ligado na sua base. A Darlington, no entanto, esta
O circuito proposto é bastante nifica que a durabilidade das pi-
configuração aumenta a sen-
simples e utiliza componentes de lhas será muito grande. polarização de base vem do toque
sibilidade do aparelho a ruídos o
que significa que deve ser
diminuído o comprimento do fio
de ligação ao senso r, ou sua
blindagem. Na verdade, o ruído é
um problema que impede que o
sensor seja um objeto de grande
porte, como por exemplo: um
automóvel.
81 Para excitar o relé usamos um
6V
segundo transistor, de uso geral.
O Relé de 2 A para seus dois
Fig.] contatos, que podem ser usados
Fonte para independentemente.
alimentar Pode ser também usada uma
o circuito. fonte de alimentação para alimen-
tar o circuito (figura 1) ..

SABER ELETRÔNICA NV 233/92


Saber
Projetos
o transformador tem problema de fuga do transistor.
!;ecundário de 9+9 ou 12+ 12 V Para isso com o sensor desligado,
com corrente de 100 a 500 mA e curto circuite momentaneamente
primário de acordo com a rede o emissor e o coletor.
local. O eletrolítico de 1000 !iF Se não houver disparo, retire o
deve ter uma tensão de trabalho de transistor e teste-o. Se estiver bom
Fig.2
16 ou 25 V'e o integrado deve ser o problema é do integrado. Se Circuito
montado num pequeno radiador houver o disparo, o problema completo
de calor. Na figura 2, fornecemos pode estar no próprio transistor e do aparelho.
o circuito completo do aparelho e não no integrado. O
sua montagem em placa de cir-
cuito impresso é mostrada na
figura 3. Para o integrado e o relé
são us'ados soquetes do tipo DIL
de 8 pi nos. Como sensor podemos
usar duas plaquinhas de metal
próximas ou então dois alfinetes.
Outra possibilidade consiste no
aterramento do sensor em X I e
utilizar um toque apenas para X2.
O fio de ligação ao sensor nflo
pode ter mais que 3 metros de
comprimento. Para compri men-
tos maiores, deve ser blindado Pl
XI X2 ,-...A--..
com a malha aterrada. Ajuste ini-
cialmente P 1 para o menor tempo
(menor resistência). Depois toque
por um instante nos sensores. O
relé deve fechar' seus contatos e
assim permanecer por alguns
segundos (dependendo do valor
do capacitar). Passando o tempo Fig.3
de temporização o relé deve Placa(le
desarmar e ficar pronto para nova circuito
ativação. Se o aparelho nflo dis- impresso.
parar, verifique se não há

SONÔMETRO
Newton C. Braga

A medição dos níveis de ruído


de um local, de uma máquina ou
mesmo de um escritório, pode ser
feita com precisão através de
aparelhos eletrônicos.
Mesmo nas aplicações
recreativas a medida do som pode
ter utilidade. Exemplo: a
determinação entre dois can-
didatos, do mais aplaudido por
um auditório num concurso de Fig.]
calouros. Diagrama
O aparelho que descrevemos completo
não é profissional, mas serve per- do aparelho.
feitamente para a realização de

36 SABER ELETRÔNICA N2 233/92


Saber
Projetos
o sinal amplificado é levado a custo usados em aparelhos de som
uma etapa de potência com dois como VU-meter.
LISTA DE MATERIAL _
transistores complementares. O microfone de eletreto é de
Temos assim um nível final de dois terminais, mas com pe-
CI-1 - 741 - amplificador operacional
si nal bastante bom, para que quenas alterações na entrada
01 - BC548 ou equivalente
02 - BC558 ou equivalente depois de passar por C3 seja podemos usar um eletreto de 3
D1 ·1N4148 retificado por 02, filtrado por C4 terminais.

D2 - 1 N34 ou equivalente e aplicado a um indicador do tipo O trim-pot 1'1 faz o ajuste de


M1 - 0-200 !tA - mlcroamperímetro analógico. fundo de escala e pode ser de
S 1 - Interruptor simples O fundo de escala deste in~- qualquer tipo.
trumento é ajustado em Pi. Se usarmos bateria de 9 V
B1 - 9 V bateria ou 6 pilhas pequenas
MIC - microfone de eletreto de dois terminais Com a polarização da entrada devemos fazer sua ligação através
P1 - 4,7 kQ - trim-pot não inversora (pi no 3 de CI-I), de conector apropriado.
Reslstores de 1/8 W através de um divisor com dois Para o caso de pi Ihas, não
R1 - 4,7 kQ resistores, não precisamos de havendo disponível suporte para
R2 e R3 - 22 kQ alimentação com fonte simétrica. 6 unidades, recomendamos a
R4 - 3,3 MQ Podemos utilizar uma única ligação em série de um suporte de
R5e R6 - 10 kQ bateria de 9 V ou 6 pilhas pe- duas pilhas com um de 4 pilhas.
R7 - 1 kQ quenas. Para provar, basta ligar a
Capacitores Normalmente o uso deste unidade e produzir qualquer som
C1 - 100!tF x 12 V - eletrolítico aparelho é feito por pequenos diante do microfone, falando
C2 - 100 nF - cerâmico ou poliéster períodos o que significa uma ex- qualquer coisa ou estalandb os
C3 - 220 !tF x 12 V - eletrolítico celente autonomia para qualquer dedos.
C4· 10 !tF x 12 V· eletrolítico
dos dois tipos de alimentação. Ajuste 1'1 para que nos sons
Obs: O resistor R1 poderá ser alterado na faixa de mais fortes o instrumento não
Na figura 1 temos o diagrama
4,7 kQ a 15 kQ para modificar a sensibilidade do
circuito. completo do aparelho. ultrapasse os fundos de escala.
Sua montagem pode ser feita Se quiser um ajuste de ganho,
Do mesmo modo, o capacitor C4 influi na velocidade
numa placa de circuito impresso para poder trabalhar com sons
de resposta do Instrumento.
com' a disposição mostrada na numa faixa mais ampla de inten-
Para uma pequena resposta mais rápida, com os sons
figura 2. sidades, substitua R4 por um
mais agudos por exemplo, recomendamos a redução
Para o circuito integrado potenciômetro de 4,7 MQ.
deste capacitor para valores até 1 !tF.
Por outro lado, para uma resposta mais lenta, com sugerimos a utilização de um so- Uma eventual elaboração de
sons que persistem por mais tempo, obtendo-se uma quete DIL de 8 pinos. escala exige a utilização de uma
O instrumento é um micro- fonte conhecida de som, ou a
indicação média, sugerimos o aumento para valores
até 100 !tF. amperímetro de 0-200 !tA ou comparação com um sonômetro
próximo disso, do tipo de baixo profissional. O

medidas comparativas de níveis


de ruído e mesmo sons musicais.
Alimentado por uma bateria
de 9 V ou pilhas comuns, ele é
totalmenle portátil e fácil de mon-
tar.
O senso r é um microfone de
eletreto comum, cujo sinal é
aplicado através de C2 à entrada
inversora de um amplificador
operacional do tipo 74i.
O resistor de 3,3 MQ (R4),
ligado entre a saída e a entrada
~ Ml
inversora, determina o ganho do
circuito.
Podemos alterar este resistor
numa ampla faixa, em função da
aplicação desejada, usando em
seu lugar um potenciômetro de Fig.2
Placa de
4,7 MQ. Mie'[C+l circuiJo
Valores na faixa de 100 kQ
l' Impresso
a 4,7 MQ podem ser usados, sem do Sonômelro.
problemas.

SABER ELETRÔNICA N2 233/92 37


Saber .
Projetos

G~D~mro~LAAAA
Mo~s~Aoow
NewtoD C. Braga

Mais do que um simples in- equipamentos de áudio. A LISTA DE MATERIAL _


jetordesinais,esteaparelho reúne amplitude do sinal chega perto de
características que o tornam ideal 6 V para uma alimentação de6 V. CI-l - 4093B
para provas de áudio, principal- 'Outro requinte que pode ser Pl - 2,2 MQ - potenciômetro log ou lin
mente de equipamentos acrescentado no aparelho, em Bl - 6 ou 9 V - 4 pilhas ou bateria
estereofônicos, pois ele injeta função do tipo de uso pretendido Sl -Interruptor simples
sinais alternadamente em duas é o controle de intensidade de Jl e J2 - jaques P2 ou RCA
entradas, com freqüências que saída do sinal, o que pode ser Reslstores de 1/8 W
permitem a fácil distinção pelo facilmente conseguido por meio Rl-l00kQ
ajustador. de potenciômetros de I kQ a R2 - 39 kQ
10 kQ. R3· 47 kQ
Níveis de reprodução,
fidelidade, eoutras características Se estes potenciômetros forem Capacltores
do aparelho em prova podem ser lineares e o leitor dispuser de um Cl .100!-lF x 12 V - eletrolítico
determinados com facilidade com voltímetro de áudio ou C2 - 470 nF - cerâmico ou poliéster
auxílio deste aparelho. osci loscópio, poderá cali brar uma C3 - 22 nF - cerâmlco ou poliéster
escala em termos de volts e C4 e C6 -100 nF· cerâmico ou poliéster
Como os sinais produzidos
milivolts. CS - 27 nF - cerâmlco ou poliéster
são retangulares, e portanto rico
em harmônicas, sua aplicação
pode também se extender aos CARACTERíSTICAS
de operação que chega a mais de versor adicional formado por
equipamentos de RF, servindo
1 MHz. CI-lb.
como um eficiente gerador ou in- • Tensão de alimentação: 6 O oscilador feito em torno de Este inversor faz com que,
jetor de sinais. ou9 V
O consumo de corrente do • Consumo de corrente: 5 mA CI-la opera numa freqüência quando a saída de CI.I está alta,
aparelho é muito baixo, da ordem muito baixa, que é ajustada em Pl CI-lc oscila, permanecendo des-
• Freqüências geradas: 600 Hz a
de 5 mA, o que facilita sua e dependendo do valor de C2. Na ligado. Quando a saída de CI-la
1kHz (aprox.) vai ao nível baixo, com a inversão
a'limentação a partir de pilhas ou • Taxa dealternância dos canais: verdade, C2 pode ter valores entre
mesmo bateria de 9 V. Na versão 220 nF e 2,2 !-lF,se o leitor quiser temos nível alto no pino 4 do CI e
O,lalOHz
básica temos apenas um ajuste alterar a faixa de ajuste. com isso CI-Id é liberado para a
Três das quatro portas inver-
que determina a velocidade de Este oscilador controla dois oscilação.
soras disparadoras Schimi tt do in- Os tons de áudio são deter-
comutação dos canais, mas nada tegrado 40938 são ligadas como outros que são elaborados. em
impede que sejam acrescentadas osciladores de baixas fre- torno de CI-lce CI-ld. minados por R2 e C3 no primeiro
possibilidades de ajuste para as Para que os osciladores oscilador e R3 e C5 no segundo.
qüências. Estas portas exigem
freqüências dos tons gerados. apenas um resisto!' e um capacitor operem alternadamente, como Estes componentes podem ser al-
A intensidade do sinal é sufi- para formarem um excelente os- sua ativação ocorre com a saída terados numa ampla faixa de
ciente para excitar a maioria dos ci lador retangular com freqüência alta de CI-la, no circuito um in- valores, para que tenhamos tons
de acordo com o desejo de cada
montador. Valores entre 10 kQ e
100 kQ podem ser experimen-
CI-l~4093B tados.
51 Para um ajuste de tom,
podemos usar um potenciômetro
de 100 kQ em série com um resis-
tor de 10 ill.
As saídas dos dois osciladores
são levadas a jaques de saída
através dos capacitores C4 e C6.
O integrado 40938 funciona
com tensões entre 3 e 15 V.
Fig.]
Diagrama Sugerimos a alimentação com 4
completo pilhas pequenas, bateria de 9 Vou
do aparelho. para uma versão de bancada a par-
tir de fonte de alimentação. Como

38 ~A6ER ELETRÔNICA N~233/92


Saber
Projetos
impedância como um transdutor
cerâmico ou fonte de cristal. O
circuito não excitará cargas de
baixa impedância, como por
exemplo um alto-falante.
Ajuste a freqüência de
alternância dos sinais no
potenciômetro Pl.
Comprovado o funcionamen-
to é só usar o aparelho. Para isso,
na prova .de um amplificador
estéreci, conecte as pontas de
saída em J 1 e J2 no aparelho e nas
entradas dos dois canais do
aparelho em prova.
Fig. 2 - Placa de circuito impresso. Deve haver a reprodução al-
ternada dos sons com igual inten-
sidade porém tons diferentes nos
o consumo é muito baixo, as pi- pinos para o integrado, o que' sinais em amplificadores ou ou- dois canais ..
lhas terão grande durabilidade. facilita sua troca em caso de tros equipamentos semelhantes. Colocando o amplificador na
Na figura 1 temos o diagrama necessidade. Um par de cabos Se quiser coloque um LED em posição mono teremos uma inte-
completo do gerador. A blindados com garras deve ser série com um resistor de 1 kQ ressante sirene de dois tons.
disposição dos componentes usado para injetar os si nais nos indicarqueoaparelho está ligado. Para usar como injetor de
numa placa de circuito impresso é circuitos em prova. Para provar o aparelho basta sinais basta aplicar o sinal de um
mostrada na figura 2. Também é interessante contar ligar a alimentação e injetar o dos canais nas entradas de áudio
Sugerimos a utilização de um com cabos contendo plugues nas sinal num amplificador de áudio ou RF de receptores ou outros
soqueteDIL(Dual In Line), de 14 duas extremidades, para injetaros ou então, numa carga de alta aparelhos em prova. [J

TERMOS TA TO SIMPLES
NewtoD C. Braga

Um dos problemas que o O projeto que descrevemos lâmpada infravermelha ou um fio unijunção ocorre logo no início
projetista de termostato enfrenta é tem por características principal a de nicromo, a partir da rede de do semicielo. Isso significa que o
a ampla faixa de operação que sua simplicidade, pois são usados corrente alternada depende do SCR também dispara no início do
estes aparelhos devem ter e que poucos componentes, de baixo ângulo de condução de um SCR semiciclo e a potência aplicada ao
depende da temperatura desejada. custo, inel usive o sensor que é um ligado em série. Se o pulso de elemento de aquecimento é
diodo comum. disparo for aplicado no início de máxima.
Assim, enquanto uma chocadeira
deve operar em torno de 30 graus, Lembramos entretanto, que os cada semicielo temos a aplicação Se Pl estiver na posição de
diodos comuns não devem ser de maior potência ese aplicado no maior resistência, a carga de Cl é
uma câmera de secagem deve ir
usados em temperaturas acima de final temos menor potência. mais lenta e ocorre em algum .
além dos 70 graus e um pequeno
125°C,0 queé uma limitação para (Lembramos que o SCR, como o ponto do semiciclo que cor-
forno muito mais que 100.
este projeto. usado neste projeto, são controles responde a um disparo com retlir-
Os sensores usados possuem
de meia onda). do. A potência aplicada a carga é
certa inércia, que deve ser con- Para controlar o instante da
CARACTERíSTICAS menor e portanto menor seu
siderada em qualquer projeto; aplicação do pulso de disparo, aquecimento.
temos ainda o problema das
usamos um circuito que tem por Podemos usar Pl para fixar a
oscilações em torno da • Tensão de alimentação: 1l00u ·base um transistor unijunção. temperatura de operação média
temperatura escolhida. 220 V c.a.
Os semicielos retificados por do meio em que ele está instalado.
Se o que o leitor precisa não é • Carga máxima: 3 A DI da corrente alternada são Para atuar sobre a temperatura
um valor exato de temperatura, • Faixa de temperaturas do sen- usados para carregar Cl via Pl e a partir de um sensor, ligamos um
mas uma faixa de certa largura, sor: -40.a +125°C R5. transistor em paralelo com o
um circuito como o que A potência aplicada a um Se PI estiver na posição de capacitor (Q2). Este transistor, se
mostramos neste artigo serve per- elemento resistivo de aquecimen- menor resistência a carga de CI é conduzindo a corrente, deriva a
feitamente. to, como por exemplo, uma rápida e o disparo do transistor corrente de carga do capacitor,

SABER ELETRÔNICA N9 233/92


Saber
Projetos
retardando assim o disparo do
unijunção e conseqüentemente do
SCR.
Na base do transistor é então
ligado o sensor, um diodo de
silíCio e também um potenciô-
metro de ajuste.
O sensor atua pela corrente de
fuga na polarização inversa. Para
os diodos comuns esta corrente
depende da temperatura da junção
e é da ordem de microampéres.
Assim, se a temperatura subir
acima do valor pré-ajustado em
P I, o diodo conduz mais corrente Fig. 2 - Placa de circuito impresso.
e com isso eleva-se também a cor-
rente de base do transistor Q2 e
Os resistores sijo todos de
esta corrente desvia a carga de CI
que demora mais tempo, para 1/8 W exceto RI que deve ser LISTA DE MATERIAL _
5 W e tem valores diferentes con-
chegar ao ponto de disparo de Q I.
Desta forma, é reduzida a forme a alimentação seja de SCR - TIC106B ou D - ver texto
110 Vou 220 V.
potência no elemento de Q1-2N2646-unijunção
Cl pode ser cerâmico ou
aquecimento e a temperatura cai, Q2 - BC548 ou equivalente
poliéster e seu valor fiCará na D1 -1N4004
compensando assim o aque- faixa indicada. '
cimento adicional. D1 - ver texto - diodo de silício
O valor será obtido ex-
P2 serve para ajustar a ação do P1 - 100 kQ - trim-pot
perimentalmente de modo a se
sensor, determinando assim a P2 • 10 MQ - trim-pot
conseguir o ajuste de potência por X1 - elemento de aquecimento - ver texto
faixa de operação do sistema. meio de PI.
Para o setor de baixa tensijo a F1 - 5 A - fusível
P I e P2 são trim-pots comuns. Resistores: 1/8 W, salvo especificação
alimentação vem de um divisor Como o circuito não é de muita
formado por RI 'e R2. Como R1 - 10 kQ x 5 W (110 V) ou 22 kQ x 5 W (220 V) de fio
precisáo de nada adiantara usar os R2 - 4,7 kQ
precisamos de referência dos
trim-pots multivoltas. O sensor R3eR4-100Q
semicic10s para o disparo, após a (D2) pode ser um diodo de silício R5-10 kQ
retificação, náo há filtragem do como o IN4148, lN914 ou R6 - 10 kQ
sinal. BA315.
C1 - 220 nF a 470 nF cerâmico ou poliéster - ver texto
Na figura I temos o diagrama O fusível de entrada deve ser
Obs: se o sensor ficar longe do sistema eletrônico, sua
completo de nosso termostato. Na dimensionado de acordo com a
ligação ao circuito deve ser feita com um fio blindado.
figura 2 temos a disposição dos corrente máxima na carga.
componentes numa placa de cir- O valor IA sugerido é para
cuito impresso. cargas de potência máxima.
O SCR precisa ser dotado de Veja queo circuito operà com
um bom radiador de calor, em O ajuste exige paciência já que a prova de funcionamento é
meia onda, o que quer dizer que o
função da potência do elemento a inércia do sensor faz com que o simples: basta colocar uma
elemento de aquecimento deve
de aquecimento. aquecer até a metade de sua sistema se estabilize segundo uma lâmpada comum em lugar de Xl
O SCR deve ser sufixo B se a temperatura máxima, Isso deve curva que oscila em torno de uma (5 a 40 watts), e aquecer 'o sensor
rede for de 110 Ve sufixo D se a ser levado em conta no projeto de temperatura em intervalos com a aproximação da ponta de
rede for de 220 V. estufas, chocadeiras, etc. relativamente longos. No entanto, um soldador.
Ajuste PI para que a lâmpada
fique com seu brilho médio e P2
na máxima resistência.
Quando o diodo (sensor), se
aquece, o brilho da lâmpada deve
reduzir. Ao esfriar, a lâmpada
volta ao seu brilho normal.
Comprovado o funcionamen-
to é só instalar o aparelho,
lembrando que o sensor deve
1101220VCA
estar posicionado de modo a
receber o calor do meio onde deve
Fig.1
Diagrama do controlar a temperatura e não
tennostato. diretamente do elemento de
aquecimento. O

40
SABER ELETRÔNICA Ni 233192
Saber
Projetos
-
FAREJADOR DE ESPIAO
NewtoD C. Braga

o circuito que apresentamos é


muito simples e também muito
sensível, podendo detectar sinais
numa enorme faixa de valores, o
que significa que não é preciso
que o microfone oculto opere em
FM para que ele o acuse. Na ver-
dade, ele detectará sinais desde a
faixa deondas curtas acima deuns
5 ou 6 MHz até mais de 200 MHz,
Fig.]
sem problemas.
Diagrama
Na aproximação do transmis-
completo
sor espião a agulha do indicador
vai se movimentar de mandra
elo aparelho.
tanto mais acentuada quanto mais
potente seja o sinal emitido. ausência de sinal na antena, uma O resistor de realimentação, 2 temos o desenho da placa de
Através desta indicação tensão igualou muito próxima da entre o pino 6 e o pino 2 do in- circuito impresso.
podemos chegar facilmente ao entrada inversora. O transdutor de efeito de
tegrado determina seu ganho ou
transmissor oculto.
Desta forma, temos uma fator de amplificação. O leitor campo pode ser o BF245 ou
O circuito é alimentado por
tensão praticamente igual à poderá usar um resistor fixo de MPFI02 (cuidado que a
uma bateria de 9 Vetem apenas disposição dos terminais é
metade da alimentação na saída, 220 kQ a 2,2 MQ ( o maior valor
dois ajustes, muito simples de
serem feitos. que é anulada pelo divisor for- dá o maior ganho), ou então diferente para estes dois com-
mado pelos resistores de 5,6 kQ. utilizar um potenciômetro para ponentes, conforme mostra a
Usamos um BF245, um tran-
O resultado é que o indicador M 1 ajuste externo. figura 3).
sistor de efeito de campo de Muito cuidado deve ser
junção, como amplificador marcará zero no ajuste correto de Veja então que basta que a
entrada, na ausência do sinal. tomado com o manuseio destes
aperiódico de detector. Os sinais antena capte um sinal algo forte
O trim-pot de 4,7 kQ serve para que, imediatamente te- transistores pois o toque dos
captados por uma antena (que
apenas para limitar o fundo de dedos nos seus terminais, quando
nada mais é do que um pedaço de nhamos a movimentação do ins-
escala do instrumento indicado. trumento acusando sua presença. existe carga elétrica acumulada
fio rígido de 30 a 40 cm) são
Com a presença de sinal, a A alimentação do circuito é no seu corpo pode causar sua
levados à comporta (gate) do tran-
tensão do transistor de efeito de feita com uma tensão de 9 a 15 V, queima.
sistor, aparecendo detectados e
campo varia, sendo então O circuito integrado é mon-
amplificados na sua fonte mas para maior facilidade op-
aplicada na entrada inversorado tado num soquete D1L de 8 pinos
(source). tamos por uma bateria de 9 V o
741. O resul.tado é uma e o instrumento M1 pode ser um
Um amplificador operacional que torna o aparelho totalmente
VU de 220 I-lAou próximo disso,
741 constitui a etapa seguinte. alteração na saída· que imediata- portátil.
Ajustamos a entrada não inver- do tipo encontrado em aparelhos
mente é acusada pelo instrumen- Na figura 1 temos o diagrama de som.
sora (pino 3), para manter na to. completo do aparelho. Na figura Até mesmo um indicador de
estado de pilhas dos que vemos
em gravadores portáteis de 50 I-lA
pode ser usado com a troca do
trim-pot de 4,7 kQ por um de
22kQ.
O capacitor -de 110 pF é
cerâmico mas não tem valor
crítico. Na verdade podem ser
usados capacitores de 47 pF até
10 nF.
Fig.2 Para provar o aparelho
Pltuade podemos tanto usar um pequeno
circuito transmissor de FM experimental,
impresso. como aproveitar outras fontes
domésticas que geram sinais de
rádios.

SABER .ElElRÔNICA Ni 233!S2 41


Sabe,.
Projetos

Aproximando a antena do escala. Depois, ajuste cuidadosa-


farejador de um televisor ligado, LISTA DE MATERIAL _ mente o potenciômetro para obter
por exemplo, devemos ter uma uma deflexão nula ou de início de
escala.
indicação. CI-l - 741
Para usar o farejador proceda Ql - BF245 Aproximando então o fare-
jador de transmissores ou te-
da seguinte forma.: ligue a Pl - 10 kQ - potenclômetro com chave (81)
levisores ligados deve haver a
unidade e ajuste inicialmente o P2 - 4,7 kQ - trltn-pot
Bl - 9 V - bateria movimentação da agulha indican-
trim-pot para a deflexão do in-'
Cl -100 pF - capacltor cerâmlco do a presença de sinais de rádio.
strumento não ultrapasse o fim da
Realatores 1/8 W Para usar, percorra o local em
GOS OSG Rl -4,7 MQ que existe possibilidade de haver
R2- 22 kQ um transmissor escondido, obser-
R3- 27 kQ vando sua agulha indicadora.
R4-10 kQ Dada. sua sensibilidade, o
R5-1 kQ aparelho pode indicar cargas
BF245 MPF102 R6- 470 kQ elétricas estáticas acumuladas em
R7 - 1 kQ pessoas.
Fig.3 - Transdutores R8 é R9 - 5,6 kQ Isso ocorre principalmente
de efeito de campo. Ml - mlcroamperimetro 0-200 JAA nos dias secos e em locais que
existam tapetes ou carpetes. CI

ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
NewtoD C. Braga

Este circuito é ligado normal- horas uma lâmpada de 12 V, com Nestas mesmas condições em a bateria. O resistor R2 se encar-
mente à rede de 110 Vou ·220 V , a potência indicada e com isso que o SCR permanece desligado rega então de se fazer o disparo
mantendo constante a carga de proporcionar iluminação para e Xl apagada,. a corrente con- deste componente, acendendo
uma bateria de moto (ou mesmo duzida por DI e limitada por RI, assim a sua lâmpada.
saídas de emergência ou mesmo
de automóvel). Havendo o corte em residências. mantém a bateria em regime de Quando a energia volta, no
da energia, automaticamente o carga lenta. primeiro semiciclo positivo do
Na presença de tensáo na rede,
SCR dispara e acende uma Havendo o corte de energia, o secundário do transformador, o
quando o anodo do SCR estiver
lâmpada de 12 V (10 a 15 W) que anodo permanece polarizado catodo do SCR é levado ao
assim se mantém até a volta de polarizado positivamente (tanto
positivamente através da bateria mesmo potencial de anodo,
energia ou até que a bateria se pela bateria como pela condução ~l, mas o catodo do SeR é fazendo com que ele desligue e a
descarregue. de DI), o catodo também o estará, polarizado negativamente pelo lâmpada apague.
Com uma bateria pequena de modo a ser impossível o seu acesso que o enrolamento de Se um novo corte de energia
podemos manter acesa por m uitas disparo. baixa tensáo do transformador dá ocorrer, o SCR liga novamente,
mantendo assim a lâmpada Xl
acesa.
T1 01
12V O resistor'R1 depende da in-
lA
lN4002
Rl tensidade da corrente na bateria,
47íl.I*l
2W sendo o valor indicado para os
tipos pequenos de moto. Para

--
baterias maiores talvez seja
rv +
preciso reduzir este resistor para
110/220V 33 Q, e se o leitor usar os tipos de
nicadmio deve consultar no
próprio invólucro a corrente da
Fig.} Bl
12V carga recomendada.
Diagrama I BATERIA l
Na figura 1 temos o diagrama
completo completo do aparelho. A placa de
do aparelho. circuito impresso é mostrada na
figura 2.

'42
SABER ELETRÔNICA N9 233192
Saber
Projetos
o seR deve ser dotado de um pequeno refletor sobre a caixa.
pequeno radiador de calor e a Para a prova basta conectar a LISTA DE MA TERIAL
lâmpada pode ser instalada num unidade na tomada. A lâmpada

SCR - TIC106 para 50 V ou mais


01 e 02 - 1N4002 ou equivalentes
'X1-10 a 15 W -12 V -lâmpada
T1 - transformador com primário de acordo com a rede
local e secundário de 12 V x 500 mA ou 1 A.
S1 -Interruptor simples
81 - bateria de 12 V para moto ou automóvel
Reslstores
Rl- 47 Q x 2 W
R2 - 1 k.Q x 1/8 W
R3-1OOQx1/~W
Xl C1 - 100 IlF - capacltor eletrolítlco
~

deve permanecer apagada e a Podemos ligar mais de uma


ligação de um miliamperímetro lâmpada como carga, instalando-
em série com a bateria deve as em locais diferentes, mas a
F;g.2 revelar uma corrente de carga. potência total não deve passar de
Placa de Desligando a alimentação da 15 W. Podem ser usadas, por
circuito rede, a lâmpada deve acender e exemplo, 3 lâmpadas de 5 watts
;~presso. assim permanecer até que a (aproximadamente 400 mA), em
alimentação seja restabelecida. locais estratégicos. O

MINUTERIA SONORA
NewtoD C. 8raga

Minuterias podem ser usadas muito compacta que torna o A primeira porta (CI-la) é interpretar o nível lógico como
numa infinidade de aplicações aparelho totalmente portátil. usada como temporizador baixo e a saída que inicialmente
práticas, como por exemplo: o Para uma aplicação mais propriamente dito, operando da estava no nível baixo passa para o
controle de processos industriais, crítica uma escala de tempos pode seguinte forma: nível alto.
controle de banho de placas de ser acrescentada com base num O pino 1 é ligado ao positivo A transição de um integrado
circuito impresso, revelação de cronômetro comum, elevando da alimentação de modo a termos deste tipo, pelas características de
fotos, cozimentos de alimentos, assim a precisão do aparelho. urrrinversor onde a entrada passa
As características deste disparador (Schmitt Trigger), é
determinação de jogadas em par- a ser o pino 2 e a saída no pino 3. muito rápida e tem uma histerese.
tidas de xadrez, tempo de respos- aparelho são: Quando ligamos a alimen- Isso faz com que imediata-
tas em interrogatórios ou exames • Tensão de alimentação: 6 ou tação e pressionamos S2 para
9V mente ocorra uma mudança de
escolares, e outros .. descarregar completamente o
nível na saída que serve para
O circuito que apresentamos • Corrente de repouso: 0,5 mA capacitor CI, eliminando qual-
(tip) acionar os circuitos seguintes.
cronometra intervalos que podem quer carga residual de uma
Corrente com emissão de som: Os circuitos seguintes consis-
ser ajustados entré alguns segun- operação anterior, damos início
5 mA (tip) tem inicialmente em duas portas
dos até 20 minutos, com grande ao processo de temporização.
eficiência, produzindo um bip in- • Faixa de tempos: 10 segundos que são ligadas como osci ladores.
Nestas condições, o capacitor
termitente no final. A primeira, formada por CI -1b
a 20 minutos, (com pos- Cl começa a carregar-se via RI e
O aparelho que apresentamos sibilidade de alteração) Pl passando lentamente a tensão opera numa freqüência de áudio,
neste projeto é alimentado por pi- • Tipo de sinal: intermitente na entrada do inversor (pino 2), do em torno de 1 kHz e que pode ser
lhas ou bateria comum de 9 V, sonoro alterada tanto modificando-se R2
nível alto para o nível baixo.
com consumo extremamente • Número de integrados: 1 Quando a tensão no capacitor como C2, gerando o tom básico
baixo. A base deste projeto é o cir- atinge o ponto de comutação do de aviso de final de tempo decor-
O tom é produzido por um pe- cuito integrado CMOS 4093 que circuito integrado, o que ocorre rido. Este oscilador s6 entra em
queno "buzzer", o que possibilita constá de 4 portas NAND dis- com aproximadamente 2/3 da funcionamento quando na
a realização de uma montagem paradoras Schmitt. tensão de ali mentação, ele passa a entrada de controle que é o pino

SABER ELETRÔNICA N° 233/92 43


Saber
Projetos
sobre-carregar a saída do circuito
integrado causando-lhe danos.
C4 Coloque Pl na posição de

1
47~FI 151 menor resistência (menor tempo),
ligue SI e pressione por um ins-
tante S2. Depois de algum tempo

--
o transdutor deve emitir bips in-
tervalados. Altere os componen-
tes dos osciladores para mudar os
bips. Maiores valores de C2 dão
si sons mais graves e menores
Fig.] 6/ valores de R3 dão bips mais
9V
Dingrama rápidos. Verificado o fun-
completo cionamento, com base num
do aparelho. cronômetro ou relógio pode ser

5, neste caso, passa do nível no final do tempo programado. O


baixo, para o nível alto. tom é obtido a partir de um pe-
Da mesma forma,CI-lcforma queno transdutor piezoelétrico.
um oscilador de muito baixa Se o leitor quiser um nível
freqüência, em torno de 1 Hz que maior de áudio pode usar uma
pode ser alterado por R3 ou C3 e etapa de potência.
que também é controlado por CI- Na figura 1 temos o diagrama
Ia. Ele entra em ação somente completo desta simples
quando a saída de CI-la passa do minuteria. A disposição dos com-
nível baixo para o nível alto. ponentes numa placa de circuito
Combinando os sinais dos impresso é mostrada na figura 2.
dois osciladores na última porta Recomendamos a utilização
(CI-ld), obtemos um tom de um soquete para o circuito in-
modulado que aparece somente t'ygrado.

LISTA DE MA TERIA L

CI-1 - 40938 - circuito integrado CM05


X1 - transdutor cerâmico - MP-10 ou equivalente Fig.2
51 • Interruptor simples Placa de
52 - Interruptor de pressão circuito
81 - 6 ou 9 V - pilhas ou bateria Impresso.
P1 - 1 MQ ou 2,2 MQ - potenciômetro linear (com ou
sem chave - 51)
Resistores de 1/8 W Para alimentação use 4 pilhas feita a calibração do botão de PI.
R1-10kQ pequenas ou então uma bateria de Altere CI se quiser outras
R2- 47 kQ 9V. faixas de tempo.
R3- 220 kQ O transdutor Xl é um buzzer Depois disso é só usar o
Capacitores Metalo·Plástica de qualquer tipo aparelho.
C1 - 100!J.Fa 1000 llF x 12 V ou mais - eletrolítico (MP-lO por exemplo), mas um Para tem porizaçôessuces-
C2 - 22 nF (223 ou 0,022) - cerâmico ou poliés~er fone de cristal também pode ser sivas não se esqueça de pressionar
C3 - 2,2 !J.Fx 12 V - eletrolítico utilizado. Não use alto-falante, S2 para descarregar totalmente
C4 - 47 !J.Fx 12 V - eletrolítico pois a baixa impedância pode Cl. O

QUEDA DE TENSÃO EM SCRs

Quando usar um SCR num projeto de baixa tensão dispositivos devendo haver uma compensação na
de alimentação, lembre-se que em condução há uma tensão dá alimentação.
queda de tensão da ordem de 2 volt neste componente. Para tensões maiores de alimentação a diferença já
Num circuito de 6 V isso é muito, nesse caso podemos se torna pequena a ponto de não afetar a carga alimen-
não ter o acionamento conveniente de relés e outros tada pelo SCR.

44 5A6ER ELETRÔNICA W 233/82


Saber
.Projetos

SERVO INTERMITENTE
NewtoD C. Braga

Propomos neste projeto, um


sistema eletrônico que abre e
fecha os contatos de um relé em
intervalos regulares que podem
ser ajustados numa ampla faixa de
valores a partir de um poten-
ciômetro comum. Com a utiliza-
çiio de capacitares de valores
apropriados podemos obter ciclos
que variam de alguns segundos ou
menos de um segundo até diver-
sos minutos, o que expande bas-
tante a gama de aplicações
práticas para o aparei ho.
Tensiio de carga: 6 a 220 V
• Faixa de freqüências
operaçiio: 0,001 IIZ 15Hz

A base do projeto é um os-

quatro portas NAND


de

cilador feito em torno de uma das


dis-
paradoras existentes num circuito
integrado CMOS do tipo 4093.
Com apenas dois componen-
tes externos, conforme mostra a
figura 1, podemos ela borar um
oscilador retangular com ciclo
sua vez, controla um transistor
que aciona o relé.
O resultado final é uma confi-
guraçiio bastante simples e eti-
ciente, com componentes
baixo custo.
de

A montagem fica a critérIO do


leitor, podendo ser placa de cir-
cuito impresso ou matriz de con-
tatos.
O circuito integrado pode ser
montado em soquete, para que se
evite o calor no processo de
,.
tolerância de componentes
merciais deste tipo:
""
........................
··
..·

0,2 a 5 sego

2 a 50 sego

8 sego a 3 mino
....

220 I-lF

1000 I-lF
co-

O circuito pode ser alimentado ativo de aproximadamente 50%.


Usando o resistor variável soldagem. O capacitor Cl que
com tensões de 6 ou 12 V e a
determina os tempos dos ciclos de Não recomendamos a utili-
potência da carga, assim como podemos ter um controle n\lma
ampla faixa de freqüências. O os- acionamento tem valores que zaçiio de capacitores maiores de
suá tensiio de alimentaçiio depen-
dem exclusivamente do tipo de cilador em questiio controla um podem ser escolhidos conforme a 1000 I-lF, dada a possibilidade de
relé usado 'no projeto. buffer inversor montado em torno seguinte tabela aproximada, já fugas que afetariam o fun-
Dentre as possíveis apliC<lções de outra porta NAND e esta, IXJr que devemos levar em conta a cionamento do circuito. Para
.para o aparelho citamos as maiores tempos será preferível
seguintes: LISTA DE MATERIAL aumentar P 1 para valores até
• Intermi tente para controle de 1 MQ, caso em que, podemos
lâmpadas de si nalizaçiio CI-1 - 4093 chegar perto de meia hora como
• Acionamento de motores de ciclo máximo de funcionamento
D1 -1N4148
sistema de ventilaçiio ou
Q1 - BC548 ou equivalente para o sistema.
refrigeraçiio K1 - MC2RC1 ou MC2RC2 - relé - ver texto Para o relé, podemos usar o
• Acionamento de sistemas de
Capacitores: 16 V MC2RCl (6 V) ou MC2RC2
aquecimento em regime de média
C1 - 22 I-lF- eletrolítico (12 V) ou tipos mais econômicos
potência.
C2 - 100 I-lF• eletrolítico como os relés da série G, e com
51 - Interruptor simples apenas um contato reversível.
CARACTERíSTICAS B1 - 6 ou 12 V - pilhas, fonte ou bateria
O potenciômetro Pl é linear
P1 - 100 MQ - potenciômetro lin ou log
ou log e até valores maiores,
Resistores: 1/8 W
• Tensão de alimentaçiio: 6 como 220 kQ ou mesmo 470 kQ
ou 12 V R1-100kQ
R2 - 2,2 kQ poderão ser usados. O capaci tor
• Correntedecargamáxima:6A Cl deve ser de boa qualidade,
pois fugas podem comprometer o
bom funcionamento do aparelho.
Para provar basta Iigar a

.-
alimentaçiio e ajustar PI. Os es-
tados da abertura e fechamento
lOO)'F
I
2,2kO S1 dos contatos do relé ajudarão o
12V-
I
6 ou leitor a verificar o funcionamento.
B1 + Sugerimos usar uma freqüência
7

"1 mais alta para esta comprovação.


A alimentação pode ser feita
com pilhas comuns ou fonte.
O consumo será maior apenas
nos instantes em queo reléestiver
Diagrama com os contatos fechados, H que,
completo com os contatos abertos a cor-
do sistema. rente exigida é da ordem de
0,5 mA.' O

SABER ELETRÔNICA N2 233/S2 45


ALARME COM
NO-BREAK
C/auter Henrique Petenão
São Caetano do Sul - SP.

Na figura I temos o diagrama


do alarme que tem ,por base um
circuito integrado 4093.
São usados reed switch ou
outros tipos de sensores normal-
mente fechados, para proteger
portas e janelas, sendo estes
ligados a um bi-estável com duas
03
portas disparadoras do 4093. BC548
O sistema é ligado e desligado
dentro da própria residência, pois
ocorre um retardo na ativação dos
sensores o qual é determinado por
RI e CI, onde o acesso para o

1
intruso é dificultado.
Na figura 2 temós o circuito da
fonte de alimentação que mantém
em carga constante a bateria
usada no projeto. Os diodos ad-
mitem equivalentes, assim como,
os transistores. Os resistores são'
SEQÜENCIAL DEI luzes seqüenciai's que podem ter freqüência automática e que é
as mais diversas configurações, mostrado na figura 3.
de 1/8 W ou mais, exceto R9 que 10-CANAIS COM efeitos e números de canais. Por O circuito proposto possui 6
édefiopara 15W. Oscapacitores velocidades pré-ajustadas e a
eletrolíticos devem ter tensões de MUDANÇA esse motivo não podemos
comutação também tem
trabalho de 16 Vou mais, exceto AUTOMÁTICA . aproveitar todos os projetos da
velocidades ajustável. As 6
C4 da fonte que deve ser de 25 V. Edição Fora deSérie,ealguns que
O transformador tem secundário DE FREQÜÊNCIA "sobram" mas são muito interes-
velocidades também podem ser
de 3 A e o TIP32 deve ser dotado ampliadas para 10,com a inclusão
sante e por isso merecem ser de mais dois 556.
de radiador de calor. R9 deter- Fernando Matsuoi
levados aos leitores nesta seção. Em lugar do 556 podem ser
mina a carga da bateria que pode Mogi das Cruzes - SP.
O projeto consiste num sofis- usados dois 555, mas neste caso
ser reduzido conforme o tipo, bas-
tando para isso que o valor de R9 Um dos tipos de projeto que ticado sistema seqüencial de 10 precisaremos de 6 circuitos in-
seja aumentado. mais recebemos dos leitores éo de canais, com mudança de tegrados em I ugar de 3.
O funcionamento é simples: o
integrado 555' como astável for-
nece os pulsos necessários para
que o 4017 seqüencie. A
freqüência do 555 é monitorada
pelo LED 17. Cada saída do
seqüencial do 4017 é ligada ao
pino de autorização (pino 4 ou
10). Quando o pino de
Tl-12+12x2":3A autorização vai ao nível alto, pela
saída do 4017, o circuito in-
tegrado 555 como astável faz com

2 que o outro 4017 seqüencie e


conseqüentemente
carga.
acione a

46 SABER ELETRÔNICA N2 233/92


Ul
»
OJ TI 01
m A 6 +6V lN4002
:D 500 mA
m •••
r-
m
3
-i
:D
Q. A.C '<I>
Z ,... 110V
l-U @LEO 17 16 8 r--
Õ 02 2 4 017
"'<I> 14
r- II '-----I
»z ~ lN 4002 555 13r
00 B 51 220V
N 52 3 6 10 5 15
c.> -.t C2
Cl --
~
N 4 O,OI"F I C3
1000~F T
..J..
:l.
T *10"F --
Ilcf5~, '"
II~ c$)

II II~~'

R6
II~ct5"
"
4,7J(J'l

U 14 P4 U14 U 14
lMfi
13 2 13
P3 P5 P7
C5 C9 lMfi ~1M.n.
C13 lM.n.
10nF 10nF 10nF ~;;fi
12 ~;~ lMfi 12 12
C6 CIO C14
10nF 10nF 10nF
4 556 11 \ 4 556 11 4 556 11
...l.. R7
1[ Rll
5 \ ..,.. 10
10 lkfir--t-l5 10 lkfi.--+-l5
C6 ••••• C12
I
C71kfi
1~:
J[~3 6 9"-
R4
H.n.
1= 1"F
2:::> 6
1 l"F
L_iG

~..,..
03 ~~ 08 C15
rE7, lN4148 lN4148
~t •
+IN414605 lN4148 • 07
+1N4148 lN4148 12:::> l"F
1" F 11" F
117
I -r!11
~i T
LÂMPAOA
1~I+J ~ A
8
14 4017 13 O9 o 18
LE O 7 o lN4007 TRIAC
15
* * VER TEXTO
3 2 4 7 10 I 5 6 9 12
-.J- CONFORME POTÊNCIA
1~
.,.
-..j
100.n. O O••.•••.•.O O O O O O O 010PARAx 100.n.
~ INTERFACE OE
jB
POTÊNCIA

INTERFACE OE POTÊNCIA
o triacdeverá ser escolhido de
acordo com a potência que a ~+6V
carga utilizada irá precisar, com
por exemplo o TIC 216C para 01 kl
lN4148 ~~ 6V (MINIATURA)
RELÉ DE
6 A, TIC 226D para 8 A e 2360
C1
para 12 A 100~F ~ USOMC2RC1
12V

LIGA/DESLIGA R2
1011.
POR TOQUE E
02
PRESSÃO 8C548

Marcondes J. Bispo
Boquim - SE. OV 4
Este é um simples automatis-
mo para eletrodoméstico que
relé deve ser d.e baixa corrente baixa de tensões contínuas para a de prova um capacitor de valor
pode control.ar cargas que
depende do relé usado. Para um pois ela praticamente circula pela medida de pequenas capaci- conhecido e ajustamos Pl até que
junção base/emissor do BC548. tâncias. O projeto útiliza apenas 3 seja fei ta a leitura correspondente
relé de 6 V do tipo MC2RCl
Um transistor capaz de suportar transistores comuns. numa escala de O a 1 mV. Os
podemos controlar cargas de até 2 correntes de base bem maiores Na figura 5 temos o diagrama resistores são de 1/8 W com 5%
amperes. Na figura 4 temos o cir-
nesta função seria recomendável. completo do aparelho que é de tolerância e os capacitores
cuito proposto.
Com um toque com os dedos alimentado por um a bateria de eletrolíticos devem ter tensões de
no sensor Liga temos o fechamen- 9 V. trabalho de 12 V. Os demais
to dos contatos do relé que assim
CAPACíMETRO A chave SI deve ser pres- capacitores podem ser de
permanece até que um toque no Volnei dos Santos sionada para se fazer a leitura en- poliéster ou cerâmicos. Os tran-
interruptor de pressã o SI o des- quanto que S2 seleciona a escala. sistores admitem equivalentes.
Gonçalves - Pelo tas - RS.
ligue. Os transistores são ligados '0 circuito opera numa freqüência Os fios das pontas de prova
. numa configuração que simula O circuito apresentado per- da ordem de 100 kHz e em P 1 devem ser curtos para que sua
um SCR, com a possibilidade de mite utilizar a escala de um fazemos a calibração do aparelho. capacitância não influa nas
desligamento. Observamos que o voltímetro comum ou digital mais Para isso ligamos entre as pontas leituras dos valores menores. O

I
C7
100 ~F

01
lN60
C3
R4 10pF R8
2,2kfi

- 1 ~ S2A

I
Cl
1nF

C2
lkJ1.!
.Ia
51
~! C4 1
R7
1,5M!l B1
9Y-
-

1nF 100pF I
I
II
I
I

(T)

Rl0
33kO

(-I
~
..------.
EXTREMO TESTE

5
48 SABER ELETRÔNICA N2 233/92
Freqüencímetro digital
Instrumentos digitais de medida são cada vez mais freqüentes nas bancadas dos técnicos eletrônicos.
No entanto o alto custo de tais aparelhos é o principal Impedimento ao acesso pelos que desejam contar
com seus recursos. A solução neste caso é fazer sua montagem onde certos requintes que aumentam o
custo do equipamento comercial equivalente podem ser contornadas, como por exemplo a caixa.
Neste artigo descrevemos um desses instrumentos, e um dos mais úteis: o freqüencímetro.
Usando Integrados TTL de baixo custo e fácil obtenção este instrumento possui excelente sensibilidade e
alcança na versão básica 10 MHz. No entanto, com alterações na entrada (contadores) podemos elevar
este limite. A entrada é compatível TTL (74123) no entanto, um dlsparador apropriado pode
ser intercalado à entrada para opt':rar outros tipos de sinais.

Calo Borges e Eduardo Marcondes

o CONTADOR 7490

Cada CI 7490 contém um contador


divisor por 2 e outro (de 3 estágios, em
cascata), divisor por 5. Associando-os
obtemos um contador divisor por 10,
compatível com os níveis TTL. A
máxima freqüência de contagem é de
16 MHz para o 7490 e 74LS90, con-
forme dados do fabricante.
O nosso contador tem como base
flip-flops compondo contadores
assíncronos conforme podemos ver na
figura 1.
Na figura 2 temos a pinagem do
7490, onde vemos os terminais ROe R9 O MONOESTÁVEL 74123
que servem para inicializar o contador
com o valor O ou 9 respectivamente,
Na figura 4 temos a pinagem deste
conforme a tabela da figura 3.
componente.
A saída Oa é incrementada quando
Este circuito integrado é composto
colocamos um pulso de clock na por dois multivibradores monoestáveis,
entrada A enquanto Ob, Oc e Od são que são disparados externamente.
incrementadas quando pulsamos a Cada um dos monoestáveis que
entrada 8, ligamos assim OA na compõem o 74123 podem ser dis-
entrada 8 para termos as saídas OA, parados com pulsos de subida ou des-
08, OC e 00 em contagem de módulo cida, conforme ligamos as entradas A,
10 (módulo 2 x módulo 5). 8 e CLA. Veja a figura 50

s Os 0c °D
Figo 2 -Pinagem do 7490.

i Ic~"::"~InIcc:,::,~- i:,~:-:~f'
,
L
I
I
Cada multivibrador monoestável é
composto por um flip-flop tipo O que
'-----v----" /
V tem na sua entrada (O) dependendo na
MÓDULO 2 MÓDULO 5

combinação dos sinais 1A, 18, CLR1 e


Figo l-Contador 2 x 5. 2A, 28 e CLR2 para os dois
monoestáveiso

SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 49


H
ENTRADAS
H
L
H
X00
OA
Oe
XL
Os
Rg(2)
RO(2)
Rg(l) DO RESET CONTA
CONTA SAlDAS segundo display a contar da esquerda
para a direita, permitindo uma leitura de
99.999 kHz no máximo.
do 7490. Para a escala de 1 MHz, o ponto
decimal se desloca para o terceiro dis-
play (um para a direita), permitindo a
indicação máxima de 999.99 kHz e na
escala de 10 MHz o valor máximo é
999.9.9 kHz, ou seja a leitura será
sempre em quilohertz (kHz). I
O CIRCUITO

Na figura 8 apresentamos o esque-


ma elétriéo completo do nosso freqüen-

A duração do pulso depende do cir-


cuito RC ligado nos terminais
lREXT1
RexVCext e Cext, conforme pode ser
CEXT CEXT 10 20 CLR 28 2A
visto na figura 6, e é dada por: t =
0,123.R.C.(0,7/R) (segundos).
O valor do resistor pode variar entre
5 kn e 50 kn, mas não existe restrição
quanto ao valor do capacitor.

NOSSO FREQÜENCiMETRO

Tendo apresentado os 2 com-


ponentes básicos de nosso circuito que
talvez sejam menos comuns nas
montagens convencionais, vamos pas-
sar a explicar o funcionamento do
nosso aparelho.
Cada Hertz (Hz) equivalente a um
ciclo de um sinal em segundo, assim Fig. 4 -Pinagem do 7423.
sendo, se contarmos o número de dois
ciclos durante um segundo teremos a
freqüência do sinal amostrado, tempo de contagem de pulsos e amos- címetro. O circuito disparador é
equivale ao número de hertz do sinal tragem do valor no display. constituído por um oscilador astável
(que indica o nosso freqüencímetro). O disparador reseta a contagem e que tem como elemento principal o CI
Na figura 7 apresentamos o dispara o monoestável que gerará o NE555, que tem a sua freqüência ajus-
diagrama em blocos do nosso circuito. pulso de amostragem do nosso cir- tada através de um trim-pot, sendo
cuito.
Como podemos ver o nosso aconselhado por um período de 1,2
freqüencímetro apresenta 3 escalas O contador ao ser resetado, come-
segundos ou outro valor empírico que
selecionáveis através de uma chave ça a contar o número de pulsos do sinal
mudamos com ela a constante de na entrada que está sendo medida, ao
passar o tempo definido no mono-
XH
H
X llini
t fi LL
LX AQ
ENTRADAS
LB H
Q SAlDAS estável o valor da contagem é mostra-
do do display e corresponde ao número R

ade do 74123. de pulsos dentro da constante de


tempo selecionada (100 kHz, 1 MHz ou
10 MHz) o que corresponde a
freqüência do sinal medido.
A constante de tempo do disparador
é também definida independente de
tempo e amostragem da seleção de
tempo. O valor indicado no display cor- PI o TERMINAL PIO TERMINAL
responde a freqüência do sinal sem CEXT REXT ICEXT

precisarmos multiplicá-Ia por· nenhum


fator. Quando selecionamos a escala Fig. 6 -Ligação Rext e Cext.
de 100 kHz o ponto decimal ficará no
50
SABER ELETRÔNICA N° 2~~/e2
o leitor ajustar, de acordo com a sua
necessidade.
Display Quando o oscilador disparador
(NE555) gera um pulso o contador é
B B B B B I Mostra Monoestável
reinicializado e o 1Q monoestável dis-
parado, inicializando a "cronometra-
gem" do tempo de amostragem, con-
forme a escala selecionada.
O sinal vindo da ponta de prova
Entrada . passa por uma pequena proteção con-
Contador .-.-.-.-.-.- - - - -.-.-.-.-.-.-.- -.-.-
............................................
- -

::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

tra picos e tensões negativas, compos-


HséiéAã8U
.:.:.:.:.:.:-:.:.:.:.:.:.:<.:«.:<.:.:.:.::~:.:.:-:.:<.:.:-:.;.:.;.:.:.:.:.:.:
tas por um resistor e um diodo zener .
Inicializa ªi~imPR Em seguida ele vai excitar o primeiro
contador correspondente a unidade.
...................................
.....................................
......................................
................... ,
......................................
..................................... .
Cada vez que este contador "transbor-
......................................
.....................................
............•.
,
...................................... .
..................................... da" (chega a 9, seu valor máximo, e
li.!p@r@~pr
..................................... volta a zero) o próximo contador, da
dezena, é incrementado, e assim
(100 k) (1 M) sucessivamente até o quinto dígito,
pois estão ligados em cascata.
Fig. 7 -Diagrama em blocos do freqüencímetro. Enquanto é feita a contagem o 1 Q

monoestável está disparado, per-

_••-I ~ I I
33 13 ••-118••
,L'.
106
04 14

"-..
21910
21910 26 05
13
I 7OM9368
421910
CI-1 1CI-
CI-3
VCC
;314
4VCC
14 871
OM9368
~
8121110915
121110915
712
71 2266
DM93683
MC0560
MC0560
MC0560
MC0560 3 14
764
7VCC3 5 3C I- 2
CI-

"
L'.
". 13

Q2

Fig. 8 -Esquema elétrico.

SABER ELETRÔNICA N9 233/92 51


, 38 3A 28 2Â 18 1A 8 A' DE PROVA TERRA

[2-- . -'-. elO


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Uh
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T~
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J"
C'1!

~~ .. ~, "I'l~l .. : ~ ... LR n:~~n~v


E7 El 07 ·01 C7 •.. ·Cl 87 ·..·.. · ..· .. -81 A7 · · Al COMUM

Figo 9 -PLaca de circuito impresso do freqüencímetroo

5,
SABER ~LETRÔNICA NQ233/Q2
manecendo assim até que decorra o seleciona o capacitar e o trim-pot mul- escolhida. Em nosso protótipo utiliza-
tempo programado para o pulso. Quan- tivolts, adequados para cada intervalo mos fios 8 cm de comprimento cada.
do isso acontece o 1º monoestável de tempo, pois se chaveássemos só os A ligação deve ser feita seqüen-
volta a seu estado de repouso dis- capacitores não teríamos precisão ade- cialmente. O terminal A 1 deve ser liga-
parando o segundo monoestável, que quada. do ao A 1 da outra placa, A2. com A2 e
assim sucessivamente até o terminal
aciona por um intervalo de tempo muito
pequeno o latch do decod~icador do MONTAGEM El. Em seguida devemos ligar o fio
.display, atualizando seu valor para o da comum que deve ter um pouco mais de
8 cm.
contagem atual, que corresponde à Uma sugestão das placas de cir- As placas devem ser montadas uma
freqüência medida, completando assim cuito impresso é mostrada nas figuras sobre a outra, com o lado dos com-
um ciclo de medição. O circuito per- 9 e 10. ponentes voltado para cima. 8e o leitor
manece em repouso até que um novo
Um cuidado especial deve ser pretende montar o circuito em uma
pulso seja gerado pelo oscilador dis- tomado na ligação das duas placas, caixa, ele deve tomar os seguintes
parador, reiniciando todo o processo. pois para facilitar sua confecção os cuidados:
A largura do pulso gerado pelo cruzamentos na trilha que acontece- - A caixa deve ter um espaço interno
primeiro monoestável deve ser muito riam na placa, entre o decodificador e suficiente para alojar as placas de cir-
precisa pois toda a confiabilidade do o display, foram feitos com a fiação. cuito impresso (12,5 x 18 cm) e mais o
aparelho depende dela. As escalas Antes de iniciarmos esta parte da espaço ocupado pela fonte de
são: 100 kQ, 1 MQ e 10 MHz, e para montagem é conveniente medirmos a alimentação, caso ela seja embutida.
cada uma corresponde um tempo de distância desejada entre as placas. Em - Na montagem sugerida as placas
amostragem, 1, 0.1 e 0.01 segundo, seguida devemos cortar 35 fios do foram dispostas de tal forma que a
respectivamente. A chave das escalas mesmo tamanho, conforme a distância leitura pode ser feita pela parte superior
ou frontal da caixa, assim esta deve ter
espaço para furação e fixação em sua
tampa ou seu frontal para os bornes
das pontas de prova e chave co-
mutadora.
- Uma das placas, a dos displays
deve ser presa na tampa e a outra no
fundo da caixa. Para que isso seja
possível o leitor deve fazer os furos
correspondentes aos parafusos antes
de colocar os componentes para evitar
danos aos mesmos.
A chave rotativa de 3 pólos e 3
posições tem sua indicação de ligação
feitas nas placas de circuito impresso e
denominamos A, B e C como comuns
das chaves e as posições 1A, 2A, 3A,
L 1B, 2B, 3B, 1C, 2C e 3C respectiva-
mente; a chave C tem o seu comum
ligado a placa de circuito e as posições
1, 2 e 3 da mesma estão na placa de
display.
A chave comutadora deve ser
ligada em 81 e 82, com o ponto comum
no pino 1. Você pode também utilizar a
chave comutadora para fazer uma
indicação visual da escala que está
sendo utilizada, Para isso R1 deve ser
ligado ao ponto comUm da chave e as
saídas aos displays. Um esquema de
como ficam as ligações dos displays
podem ser vistos na figura 11.

AJUSTES E CALlBRAÇÓES

Para calibrar nosso freqüencímetro


nós temos que ajustar o tempo dos
pulsos gerados pelo monoestável, o
que não é tarefa fácil. A melhor forma
Fig. 10 -Placa de circuito impresso do display. de calibrar ainda é a utilização de um
bom Gerador de Função ou ainda um
SAe~R ~L~RÔNICA N° ~33/9~ 53
LISTA DE MATERIAL

CI-1, CI-2, CI-3, CI-4 e CI-5 - cir-


cu~os integrados DM9368
CI-6, CI-7, CI-8, CI-9 e CI-lO - cir-
.IIIIIII~IIIIIII~IIIIIII~
cuito integrado 7490
CI-11- circuito integrado 74123
CI-12 - circuito integrado 555
C1 - 10 nF - capacitar cerâmica
Displays de 1 a 5 - MC560 ou
equivalente (catado comum)
C7 - 1 nF - capacitar cerâmica
CIO - 47 uF x 16 V - capacitor
eletrolítico
C11 - 1 !lF x 16 V - capacitar
eletrolítico
C12 - 10 !lF x 16 V - capacitor
eletrolítico
C13 - 100 !lF x 16 V - capacitar
eletrolítico
DI - Zener de 5,1 V
D2, D3, D4, D5 e D6 - Diodos
IN4007, 1N4002 ou equivalente PLACA DO
RI - 470 Q x 118 W - resistor DISPLAY

(amarelo, violeta, marrom) PLACA DOS


R2 - 22 kQ x 1/8 W - resistor (ver- COMPONENTES

melho, vermelho, laranja)


R3 - 100 Q x 1/8 W - resistar (mar-
rom, preto, marrom)
R4 - 2,7 kQ x 1/8 W - resistar (ver-
melho, violeta, vermelho)
R5, R6 e R7 - 2,2 kQ x 1/8 W -
resistar (vermelho, vermelho, ver-
melho)
R8 - 560 Q x 1/8 W - resistar (verde,
azul, marrom)
P1 - trim-pot de 220 kQ
P2, P3 e P4 - trim-pot multivolta de
1 kO
CH1 - Chave comutadara rotativa de
4 pólos, 3 posições
Fig. 11 -Detalhe de ligação dos displays.

circuito qualquer que tenha uma segundos. Para esse ajuste, a ajuda de
freqüência precisa em níveis TIL, se um relógio ou simplesmente a escolha
possível utilizando um cristal. Na figura de um valor que não interfira na leitura
12 temos um exemplo onde foi utilizado é suficiente.
um cristal de 3,575611 MHz, que é fácil
de ser encontrado por ser utilizado na PROVA E USO
adaptação de vídeos importados, e um
CD4060, um contador com oscilador na
mesma pastilha. A única forma de testarmos nosso
O trim-pot ligado ao 555 (dis- freqüencímetro é utilizá-Io medindo
parador) serve para o ajuste do tempo pontos de circuitos digitais com
entre as medições. Na prática esse é o freqüências conhecidas e precisas.
tempo que cada leitura permanece no Para medir uma freqüência desco-
visor antes de ser sobreposta pela nhecida devemos posicionar a chave
próxima. Ele deve necessariamente selecionadora de escala na posição de
ser um pouco maior do que o maior 10 MHz. Fig. 12 -Circuito para calibrar o
tempo de amostragem (1 segundo). Se a última casa (mais significativa) freqüencímetro.
Seu valor ideal está em torno de 1,2 permanecer zerada nós podemos
54 SABEJ:l ELETJ:lÔNICA N2 233/92
diminuir a escala, para conseguir uma pode ser utilizado para medir a velo- bobina de ignição (no primário, onde
maior precisão. cidade de motores de passo. temos 12 V), que deve ser dividida pelo
Basta para isso mantê-Io em rota- número de tempos do motor.
ção constante, medir a freqüência dos BIBLIOGRAFIA
OUTRAS APLICAÇÕES
pulsos em uma de suas bobinas, e
conhecendo o diagrama interno do The TIL Data Book - Texas Instru-
motor, calcular a velocidade. ments .•
As utilidades de um freqüencímetro
vão muito além do que se pode im- Uma outra possibilidade é o uso
aginar inicialmente. Depende apenas para medição de rotação de motores de
da sua criatividade. Por exemplo, ele automóveis, medindo a freqüência na

Freqüencímetro - Expansão para 40 MHz

Conforme explicamos, o freqüencímetro digital tem uma o circuito proposto é mostrado na figura.
entrada compatível apenas para sinais TTL, o que limita de A alimentação é tirada do próprio freqüencímetro e a
certo modo a sua utilidade, também se levarmos em conta impedância de entrada será de 4,7 KQ.
que a sua freqüência máxima é de 10 MHz. No entanto, Informamos também aos leitores com acesso a com-
podemos facilmente expandir a escala do freqüencímetro e ponentes importados que existe o circuito integrado 95H90
aumentar sua sensibilidade com o circuito indicado. em tecnologia ECL (Emitter Coupled Logic) que opera com
um pré-scaler divisor por 10 em freqüências até 250 MHz.
Newton C. Braga Com este circuito integrado ligado na entrada (antes de
74LS90) e ainda uma etapa transistorizada como um transis-
Com um circuito integrado da série LS (Low Power Shot- tor de alta velocidade para comutação como o BFR 99
tky) podemos ter mais velocidade para um divisor de podemos expandir a freqüência de operação deste aparelho
freqüências como o 7490 permitindo sua operação até 40 para até 250 MHz
MHz. Desta forma, colocando-o na entrada do
freqüencímetro, sinais de até 40 MHz ficarão divididos por + 5V

10, aparecendo com 4 MHz que são medidos pelo circuito.


Com isso a escala terá um fator de multiplicação por 10,
o que é bastante interessante em muitas aplicações práticas.
Por outro lado, de modo a obtermos mais sensibilidade,
disparando o circuito com sinais até 1 Vpp podemos usar
uma etapa amplificadora com um transistor. Com isso, sinais
que não sejam TTL e também que não tenham necessaria-
mente uma forma de onda retangular podem ter suas
freqüências medidas.

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pamento de alta tecnologia, totalmente
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SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 55


Alarme doméstico
Este simples circuito com um único circuito integrado é muito eficiente na proteção de seu patrimônio. Se qualquer
dos sensores for ativado o relé entra em funcionamento intermitente, ativando uma carga externa. Um eficiente
sistema de trava, mantém o alarme ativado, mesmo que o intruso tente desativar os sensores.

Newton C. Braga

Na atualidade todos estão preocu-


pados com a segurança de seu patri-
mônio e a eletrônica pode ajudar muito 02 R6
+6VI
1N 4148 +12V
a reduzir estas preocupações. 100n
Sistemas de alarmes de todos os
tipos são utilizados, mas às vezes sis-
temas simples, podem atender as
necessidades de proteção de um am-
biente a um custo muito baixo. C2
lOO~ F
O circuito que propomos neste ar-
s
tigo é simples, mas por outro lado bas-
tante eficiente. Trata-se de um sistema
de alarme que utiliza sensores reed do Q1

tipo normalmente aberto ou fechado,


CI--1'40938 se 548
OV
micro-switches ou então sensores de
interrupção, tudo dependendo do modo
Fit;. 1 -lJÍat;rama completo do nparelllO.
de como o leitor pretenda fazer uma
proteção específica. O circuito pode ser
alimentado por pilhas ou bateria,
evitando assim o desarme se o intruso
atuar sobre a caixa de força, e o seu
relé controla sistemas de aviso de
potências elevadas.
A característica principal do sistema
é a trava que o mantém ativado mesmo
se os sensores forem rearmados. Na
condição de repouso ou de espera o
consumo de energia é extremamente
baixo, o que permite o uso de pilhas
comuns que durarão muitos meses.

CARACTERíSTICAS

• Tensão de alimentação: 6 ou 12 V
• Consumo em repouso: 1 mA
• Tipo de acionamento: intermitente
• Carga máxima: 2 amperes

COMO FUNCIONA

O circuito é totalmente elaborado


em torno de 4 portas disparadoras exis-
tentes no versátil circuito integrado
40938. Fig. 2 -Placa de circuito impresso.
A primeira porta atua como elemen-
to de disparo tendo sua entrada
nível baixo, isto é, quando a sua mente quando X1 e X2 estão fechados
acoplada aos sensores. A saída desta
entrada corresponde ao pino 2 se ou então X3 e X4 abertos. Se X1 ou X2
porta (CI-1a) que funciona como um
inversor se mantém normalmente no mantém no nível alto. Isso ocorre so- for aberto, ou ainda X3 ou X4 for

56 SABER ELETRÔNICA Nº 233/92


Os diodos são de uso geral de
silício, 1N4148, 1N914 ou qualquer
LISTA DE MATERIAL +12V/+6V equivalente.
S 1 é um interruptor de pressão e os
Semicondutores Ov capacitores eletrolíticos são para 12 V
CI-1 - 4093B - circuito integrado ou mais. Os resistores são de 1/8 W ou
CMOS mais com 5% ou mais de tolerância.
Q1 - BC548 ou equivalente - transis- Fig. 4 -Teste de alarme. X1 e X2 são sensores do tipo nor-
tor NPN de uso geral malmente fechado. Mostramos apenas
D1, D2 e D3 - lN4148 - diodo de dois no circuitos, mas podem ser
silício de uso geral vai ao nível alto e ela entra em osci- usados tantos quantos o leitor quiser
Resistores: (1/8W - 5%) lação numa freqüência determinada para a proteção de sua casa. O mesmo
R1 - 10 kO (marrom, preto, laranja) por R4 e C1. No nosso caso esta ocorre em relação a X3 e X4 que são
R2 - 4,7 MO (amarelo, violeta, freqüência é da ordem de 0,5 a 1,5 Hz, do tipo normalmente abertos.
verde) o que vai ser usado para comandar o
relé. Podem ser ligadas muitas outras
R3 - 100 kO (marrom, preto,
unidades em paralelo.
amarelo) As duas últimas portas do circurto
R4 - 1 MO (marrom, preto, verde) integrado (CI-1c e d), são usadas como Os fios de conexão aos sensores
R5 - 1 kO (marrom, preto, vermelho) amplificadores digitais e inversores. não precisam S3r blindados e nem
R6 - 100 O (marrom, preto, marrom) Pela sua ação a base do transistor grossos, pod8ndo ser empregados fios
Capacitores (eletrolítico para 12 V ou se mantém no nível baixo na condição bem finos tJe capa plástica.
mais) de repouso e o diodo 02 polarizado no Para a fonte de alimentação exis-
C1 e C3 - 10 !-lF - eletrolítico sentido inverso. tem diversas opções, como por e-
C2 - 100 !-lF- eletrolítico No entanto, quando o circuito é xemplo, 4 pilhas grandes ou
Diversos:
ativado, a base do transistor vai alter- recarregáveis em série numa versão de
KI - MC2RC1 ou GIRC1 para 6 V nadamente ao nível alto e baixo, satu- 6 V ou ainda uma bateria de 12 V com
ou MC2RC2 ou G1RC2 para 12 V- sistema de recarga a qual também
rando-o e desligando e com isso fazen-
relés
do com que o relé abra e feche seus pode alimentar uma buzina de
X I e X2 - Sensores normalmente contatos de modo intermrtente. automóvel, quando ocorrer o disparo.
fechados - ver texto
Nos curtos intervalos em que a base Para as pilhas grandes será interes-
X3 e X4 - Sensores normalmente
vai ao nível alto, o diodo 02 também é sante montar um oscilador potente,
abertos - ver texto
polarizado no sentido direto, realimen- como por exemplo, o mostrado na
Placa de circuito impresso, caixa
tando assim a entrada da porta os- figura 3.
para montagem, fonte de alimenta-
ciladora através da carga de C3 de Neste circuito o tom gerado pode
ção, sistema de aviso, soquete para o modo a mantê-Ia ao nível alto, mesmo
circuito integrado, fios, solda, etc. ser ajustado em P1. O alto-falante deve
se os sensores forem rearmados e a
ser de pelo menos 10 cm e montado
saída de CI-1a for ao nível baixo.
numa caixa acústica para se obter um
Se os sensores forem rearmados bom volume. O transistor de potência
fechado, então a entrada irá ao nível para inibir o toque do alarme é preciso Q2 deve ser montado num radiador de
baixo e a saída de CI-1a irá ao nível descarregar o capacitor C3 o que é calor.
alto. conseguido pressionando-se por um
Mesmo com alimentação de 6 V o
instante S1. O resistor R6 evita que a
A etapa seguinte consta de uma som produzido por este oscilador é
saída de CI-1c e d, sejam colocadas em
segunda porta (CI-1 b) que funciona muito bom para uma aplicação em
como uma trava e um oscilador de curto, quando S 1 for pressionando e o
nível no local for alto. alarme.
baixa freqüência. Quando o nível do O conjunto poderá ser alojado
pino 5 deste circuito integrado está numa caixa plástica que ficará bem
MONTAGEM
baixo, a porta tem sua saída no nível escondida na residência a ser prote-
alto e não ocorre oscilação alguma. gida.
No entanto, se um dos sensores for Na figura 1 temos o diagrama com-
ativado, a entrada desta porta (pino 5), pleto deste sistema de alarme.
A placa de circuito impresso é PORTA NF
ALARME• JANELA
A
PORTA 1 I
NF NA
NA
Cl Cl
8 NF C
mostrada na figura 2. JANELA
PORTA

O circuito integrado pode ser mon-


tado num soquete OIL de 14 pinos o
que facilita a sua troca e ainda evita o
calor do processo de soldagem. O relé,
depende tanto da corrente da carga,
como da tensão de alimentação. Para
6 V temos o MC2RC1 de 2 amperes ou
Fig. 3 -Oscilador de potência então 'o G1RC1 de 6 amperes. Para Fig. 5 -Modo de se ligar os
para o alarme. 12 V temos o MC2RC2 de 2 amperes e sensores ao alarme.
o G1 RC2 de 6 amperes.

SABER ELETRÔNICA NQ 233fS2 S7


INSTALAÇÃO E USO parar. Comprovado o funcionamento é
só fazer a instalação definitiva. Na
Para a prova podemos usar uma figura 5 temos uma sugestão de sis-
S I RENE
fonte de alimentação de acordo com a tema de proteção usando tanto as
tensão do relé e os sensores não entradas NA como NF.
precisam ser empregados. Basta ligar
os pontos correspondentes a X1 e X2
por um fio, conforme mostra a figura 4
JELÉ
""" i:-Q/ ~ BUZINA
Os fios podem ser tão longos, quan-
to o lertor necessite para a proteção de
um ambiente.
e deixar em aberto os pontos X3 e X4. BATERIA Se houver tendência a disparo
Ativando o circuito nada deve ocor- ""o
6112V "
~
+ errático após a instalação devido a
rer. Se o alarme disparar, aperte por um interferência elétricas, reduza R2.
instante S 1. Se ele não párar, ao soltar
S 1 aumente o valor de C3.
JELÉ
ALARME ~_
S I RENE
ISUZINA 110/220V
O valor mínimo recomendado é
1 MQ. Se ainda assim, o problema per-
Com o circuito desativado basta sistir, ligue em paralelo um capacitor de
encostar por um instante os terminais Fig. 6 -Ligação do sistema a 1 !!F a 10 !!F x 12 V, com o resistor R2.
de X2 e X3 um no outro, utilizando-se um sistema de aviso. Na figura 6 temos o modo de se
um pedaço de fio. O alarme deve dis- fazer a conexão do sistema de aviso .•

58 SABER ELETRÔNICA N9 233/92


ircuitos & Informações
OSCILADO R CONTROLADO POR TENSÃO

Este circuito é sugerido pela National Semiconduc- R C ~


100k.l1. 47nF +V
tor e tem por base um duplo amplificador operacional
SAíDAl
do tipo LM358. A freqüência central é dada por C e a
variação da freqüência se obtém quando a tensão de
entrada vai de O a 2 volts. A fonte de alimentação deve
ser simples de 5 V e o transistor pode ser qualquer
NPN de uso geral. Observe que temos tanto uma saída
com este sinal triangular, como uma saída com sinal
retangular.
A freqüência máxima teórica de operação deste
circuito é 1 MHz, quando o ganho do operacional cai
a 1.

EXCITAÇÃO MOS DE POTÊNCIA POR TTL-LS

+V
A excitação de cargas de potência com um transis-
tor T-MOS (Motorola) a partir da lógica TTL-LS (Low
Power SChottky), deve ser feita conforme mostra a
figura.
Jl.. Este circuito tem um turn-on deley de 45 ns e um
turn-off deley de 30 ns com um tempo de subida de
30 ns, e um tempo de descida de 140 ns.
Transistores MOS de potência da série IRF podem
se usado neste circuito para excitar cargas com até
vários ampares de corrente.

LH2424

Driver de vídeo para Tubos de Raios Catódicos 9SAíOA

(National Semiconductor).
Este circuito integrado é usado em monitores de
vídeo monocromáticos de alta resolução. Suas
propriedades:
- Faixa passante de 175 MHz, com excursão 5 + 60Vee
de40 Vpp LH2424
4 RETIRADO
- Taxa de crescimento de 15000 V/us
- Tempos de subida ou descida de 2,0 ns 3..1-
- Excita cargas capacitivas de a,5 pF
2...L.
- Excursão do sinal de saída pode alcançar 50 V lENTRADA
- Acoplamento DC para ajuste do nível de saída.

SABE~ ELETRÔNICA N2 233/92 59


Circuitos & Informações

INVERSOR COM DOBRADO R E MOS DE POTÊNCIA

Este circuito é sugerido pela Motorola e permite que


se obtenha para a comutação de um transistor MOS
de potência uma tensão muito maior do que a da fonte
com a ajuda de um dobrador.
Com isso, uma carga de apenas 2,5 W de
resistência pode ser comutada numa freqüência de
350 Hz e com alto rendimento. O circuito tem por base
um astável feito em torno de 4 portas CMOS NOR .
R
(MC1401 ou 4001), onde a freqüência é dada pelo L--
2.5J1
capacitor de 30 pF. Neste circuito a tensão de
alimentação apenas não deve superar os limites
suportados pelo CMOS que é de 18 V. Os diodos
podem ser 1N914 ou equivalentes.

MGP20N5 TMS2732A
GEMFET T-MOS CANAL-N
EPROM de 32 k - Texas Instruments
Os transistores GEMFET T-MOS são transistores Esta memória é organizada em 4096 palavras de
de efeito de campo de potência indicados para 8 bits e funciona com alimentação simples de 5 V. Os
comutação de cargas de alta tensão e alta corrente, tempos de acesso variam de acordo com o sufixo:
- TMS2732A-17 - 170 ns
como por exemplo em motores operados pela linha
de corrente alternada e conversores. - TMS2732A-20 - 200 ns
- TMS2732A-25 - 250 ns
Características: - TMS2732A-45 - 450 ns
- Dissipação em stand by: 158 mW (max)
Tensão dreno fonte máxima: 500 volts - Programação com tensão de 21 V.
Tensão comporta-fonte máxima: +/- 20 volts
Corrente dreno pulsante máxima: 20 Ampares Vee AS A9 All GlVpp All E os 07 06 05 04
""'r-'I""'r-'1~"""""""""r-IM"""r-
Corrente de comporta pulsante máxima: 1,5 24 23 22 21 20 19 lS 17 16 15 14 13

Ampares
Potência: 100 W TMS2732A
Rds: 0,27 Q
Transcondutãncia: 3,0 S 2 3 4 5 6 S 9 10 11 12
A7 A6 AS ·A4 A3 A2 A1 AO 01 02
03~
AO - Al1 -E NTRADAS DE ENDEREÇOS
E- HABILITAÇÃO DO CHIP
G/Vpp - HABILITAÇÃO DA SAíDA/ 2lV
01 -as - SA iDAS
MGP20N5
Vcc - 5V

TIL32

Diodo emissor de luz (LED), infravermelho - Texas


Instruments - compatível com o senso r TIL78 LADO CHATO
Características:
Potência de saída (Pd) (tip): 1,2 mW
Comprimento de onda: 940 mm (tip)
q "
TIL 32
A I ANODOJ
K (CATODO)

60
SAI3I;R I;LI;TRÔNICA N2 233/92
Usando o NTC
Os NTCs são componentes de extrema utilidade em projetos que envolvem o controle de temperaturas ou
ainda sua medida numa faixa mais estreita. Diversos tipos são disponíveis no comércio, atendendo uma
ampla faixa de usos. No entanto, para usar estes componentes é preciso conhecer alguns aspectos
importantes de suas características que serão abordados neste artigo.

Newton C. Braga

NTC é a abreviação de Negative- Lembramos que os NTCs são in-


Temperature Coeficient, o que significa .I-SENSOR dicados para operar numa faixa tipica-
que diferentemente dos metais comuns mente entre -40 e+ 125°C.
e de outros materiais, estes componen- b) Dar a fórmula ou expressão
tes, quando aquecidos tem sua re- matemática que permita calcular com
sistência diminuida. A figura 1 mostra o II boa precisão a resistência numa deter-
que ocorre. minada temperatura.
COMUNS Esta fórmula é:
TERMOMÉTRICAS

R lJ,J
R1/R2 = e (B/T1 - B/T2)
Fil{. 2 - Tipo.\' de encapsuLamento Onde:
de NTC's.
Ln. R1/R2
/
------NPO
PTC ICOEF, POSITIVO DE T~MP)
(COEF NULO DE TEMP)
B=----
1!T1 - 1!T2
encapsulamento são utilizados con-
Onde:
~NTC ICOEF'NEGATIVO DE TEMP) forme sugere a figura 2, dependendo
R1 = Resistência inicial
I •. t (Oel da aplicação final do componente.
R2 = Resistência final
Os tipos miniatura, de menor
capacidade térmica e maior prontidão T1 = Temperatura inicial
Fig. 1 -Comportamento elétrico
dos materiais com a temperatura. são usados na medida de temperatura T2 = Temperatura final
(NTCs termoelétricos), enquanto que B = Constante do NTC
os maiores são usados no controle de
Os NTCs comuns são elementos de dispositivos diversos, por exemplo em Na maioria dos folhetos de
uma família maior, a dos Termistores alarmes e termostatos. informações sobre as características
que também inclui os PTCs, ou seja, de um termistor o valor de B é dado, o
Positive Temperature Coeficient, que CARACTERíSTICAS que facilita a determinação da
são componentes cuja resistência au- resistência em qualquer temperatura.
menta com a temperatura. Estes com- Um outro ponto importante a ser
Para se utilizar um NTC numa considerado no cálculo de um circuito
ponentes já foram abordados em artigo
aplicação, devemos levar em conta com NTC é que o calor gerado pelo
anterior, nesta mesma revista. Os
suas características. Tipos mais co- próprio componente, pode afetar seu
NTCs comuns são fabricados de uma
muns são apresentados com resis- funcionamento.
mistura de semicondutores policris-
tências nominais que variam entre O que ocorre é que sendo uma,
talinos, como o cromo (Cr), manganês fração de ohm e 1 Megohm. resistência, a circulação de corrente
(Mn), ferro (Fel. Cobarto (Co) e níquel Esta é a primeira característica a ser
(Ni).
gera calor e este calor afeta sua própria
observada num NTC, a sua resistência
O processo de fabricação dos NTCs que é expressa para uma determinada R 1.1\1
é semelhante ao de fabricação das temperatura, normalmente 25°C.
cerâmicas. Depois de uma mistura in- Para sabermos como varia a
tensiva e do acréscimo de um agre- resistência de um determinado tipo,
gante plástico, a massa é moldada na temos duas possibilidades:
forma desejada, por extrusão para
a) Dar a resistência numa segunda RZ
obter tarugos ou por pressão para se temperatura, normalmente 85°C de
obter discos e aquecida a uma modo a podermos estabelecer um t (OCI
temperatura suficientemente alta, para gráfico que expresse a variação e por-
T

sinterizar os óxidos constituintes. tanto, nos permita determinar a resis-


Depois, os contatos são colocados tências em qualquer outro ponto, por Fig. 3 -Cun'a de comportamento
queimando-se os elementos e utilizan- extrapolação ou interpolação, con- deumNTC.
do-se pasta de prata. Muitos tipos de forme o caso, (figura 3).

SABER ELETRÔNICA Nº 233/92 61


resistência num processo de reali- termométricos na medida de
mentação. temperatura.
Esta característica é justamente Este circuito é indicado para
aproveitada em certas aplicações para termômetros médicos, e também in-
compensar a corrente num circuito, dustriais, onde se necessita de
conforme veremos, mas se vamos usar precisão.
o componente no controle de um cir- Para medida de temperatura em
cuito ele deve sentir a corrente no cir- automóveis, temos o circuito diferencial
cuito e não em sí mesmo! mostrado na figura 6.
Na figura 4 temos uma curva em
que mostramos a tensão em função da
corrente num NTC. Fig. 5 -Circuito em ponte para
Para pequenos valores de corrente, medida de temperaturas.
observamos que a curva se mantém
direta (reta), seguindo uma linha iso-
resistiva, o que significa na realidade velocidade de resposta. O NTC demora
uma linha isotérmica o que nos leva a um certo tempo, que depende de suas
concluir que a potência transformada dimensões, formato e material, para
alcançar o equilíbrio térmico e portanto NTC
em calor é pequena demais para afetar
a temperatura do componente. para fornecer um sinal para o circuito. .\

No entanto, para correntes maiores, Para os projetos que exigem


INDICADOR DIFERÊNCIAL~
a temperatura aumenta e pelo Efeito prontidão, como por exemplo,
Joule (P = Vx I), ocorrem alterações. termômetros, o NTC deve ser de pe- Fig. 6 -Aplicação automotiva
O equilíbrio é atingido quando a quenas dimensões, para que o doNTC.
potência dissipada pelo NTC está em equilíbrio térmico seja alcançado muito
equilíbrio com a potência aplicada a rapidamente.
ele. Pode ser observado que, como a Damos a seguir alguns circuitos
potência dissipada depende do meio básicos da aplicação dos NTCs
ambiente, o equilíbrio também baseados no Data Handbook de Varis-
depende dele e com isso a tores, Termistores e outros componen-
característica V x I. tes da Philips Components de 1989.
A curva mostrada na figura 4 foi
obtida numa temperatura ambiente
APLICAÇÕES
constante, depois de haver sido en-
contrado o estado de equilíbrio.
Um outro ponto importante a ser Na figura 5 damos um circuito em
considerado num projeto é a ponte, para utilização de NTCs

Fig. 7 -Sistema de medida de


temperaturas com acionamento de relé.
V
IVI

O indicador é do tipo diferencial e o


sistema pode ser usado para medir a
102 temperatura da água.
O sistema mostrado na figura 7 é
para o acionamento de um relé numa
determinada temperatura.
O ajuste é feito no resistor variável
2 e a configuração em ponte garante uma
melhor precisão.
10 O controle de nível de um líquido
num reservatório pode ser feito em
função de temperatura, utilizando-se
um NTC, conforme mostra a figura 8.
O contato com o líquido eleva a
temperatura do NTC, o que provoca um
aumento de corrente na bobina do relé,
e com isso o seu acionamento ..
2 2 10 2 2 :I A velocidade de escoamento de
l: laAI
fluídos ou gases pode ser medida em
Fig. 4 -Curva da tensão em função da corrente de um NTC. função da temperatura em função de
um NTC, que é aquecido por elemento
62
SABER ELETRÔNICA Ni 233/92
Na figura 11 temos um senso r de 1+)
temperatura, onde o amplificador
v operacional atua como um disp~rador
de Schmitt, de modo a fornecer uma 4
transição muito rápida na saída, quan-
do a temperatura programada for atin-
gida.
Observe uma histerese, o que sig-
nifica que, a transição positiva não
ocorre na mesma temperatura em que
a negativa.
Fig. 13 -Oscilador controlado
Fig. 8 -Controle de nÍld de por temperatura.
líquido com NTe.

V
R1 R 2

Fig. 11 -LJi~parador que opera em


função da temperatura.

I>.OUECEDOR

';:::-"'9':"''''';
(+}

Fig. 14 -Ponte sensora de


R3
Fig. 9 -Medida de velocidade de um temperatura.
fluído por diferença de temperatura.

inferiores a 1 kQ e o capacito r não pode


apropriado, conforme mostra a R4 ser menor que 100 pF.
aplicação da figura 9. OV
O diagrama de blocos da figura 14,
A diferença de temperatura entre T1 mostra uma aplicação em que temos
e T2 permite calcular a velocidade do uma ponte sensora de temperatura
fluído ou líquido. com offset de O°C e um conversor
Fig. 12 -Termostato simples.
O circuito da figura 10 é uma ponte analógico/digital. Neste circuito temos
uma variação linear de tensão no ponto
sensora de temperatura, com circuito
amplificador. Um termostato transistorizado A com a temperatura.
simples, tem sua configuração básica A tensão no ponto t3 é igual a do
Nesta aplicação o amplificador fun-
mostrada na figura 12. ponto A na temperatura de O°C. Na
ciona como amplificador diferencial e o
Os valores dos componentes figura 15 temos as formas de onda do
ganho é controlado pelo resistor de circuito.
realimentação R. dependem da sensibilidade do relé e da
A sensibilidade deste circuito é resistência do NTC na temperatura em O circuito da figura 16 mostra o uso
que se desejar o disparo. de um NTC na proteção de diodos de
muito alta e a corrente que pode ser silício em circuitos de fontes de
prevista no sensor muito baixa. Na figura 13 temos um circuito de
oscilador controlado pela temperatura, alimentação.
usando como base um circuito in-
tegrado 555.
Este circuito pode ser usado como ·--~~-~--i-~:.~~··REF
~ -~ nTEMP. o·c
base para um conversor tempera- : :: 1
tura/freqüência, para medidas remotas
de temperatura, já que na transmissão ~VOCOMP.
, : !
não existem alterações da grandeza
que interessa. ~VO~OMP.

Os valores dos componentes ____ :I _. SI>.IDI>.NI>. PORTI>. I>.ND


dependem da faixa de freqüênCia a ser
Fig. 10 -Ponte sensora de varrida, lembrando que os limites Fig. 15 -Formas de onda no
temperatura. mínimos para cada um: os resistores circuito da figura 14.
inclusive o NTC não podem ter valores

SABE:R E:LE:TRÔNICA NQ233/92 63


CAR GA

(+)
Fig. 16 -Proteção de diodos
comNTC.

ELEMENTO DE AOUECIMENTO

Fig. 21 -Estabilização térmica


Fig. 19 -Compensação de ganho de um CAG com NTC.
com realimentação térmica.
(+ I

por meio de realimentação térmica, ob-


( -) tida com a ajuda de um NTC.
A compensação para a influência
de temperatura ambiente num circuito
amplificador de alta freqüência, pode
Fig. 17 -Circuito de retardo
de relé com NTC. ser conseguida com o circuito da figura
20.
Nos televisores podemos ter uma
Circuitos de tempo para relés estabilização com a temperatura num
podem ser conseguidos em função da circuito de controle automático de
inércia dos NTCs. Na figura 17 temos ganho (AGC) com base num NTC. Na
um circuito deste tipo. figura 21 mostramos como isso pode
Ao ser estabelecida a alimentação ser feito.
a corrente aquece lentamente o NTC Uma compensação para saídas de
que diminui sua resistência até o ponto circuito de deflexão de bobinas em
em que a corrente se torne suficiente televisores, em função da temperatura,
para acionar o relé. pode ser feita com a configuração
Uma parada obrigatória tem- básica mostrada na figura 22.
porizada para trens elétricos de brin-
quedo, usando um NTC é mostrada no
Fig. 22 -Circuito de dej1exão de
circuito do figura 18.
SAíDA
bobinas usando NTC na compensação
Quando o trem atinge o ponto de de temperatura.
interruçpção da linha de alimentação, o
motor será ligado em série com o NTC.
Nestas condições ele se aquece, e ini-
cialmente com uma resistência muito
ana para impedir o movimento, atinge
l:~C
o ponto em que ocorra nova partida. Fig. 20 -Compensão de temperatura
Na aplicação da figura 19 temos a de amplificador de alta-freqiiência.
compensação de ganho de um circuito,

Fig. 23 -NTC numa etapa de


saída em push pull.

Uma aplicação bastante conhecida,


e usadas nas etapas de saída de
amplificadores de áudio com transfor-
Fig. 18 -Parada temporizada de trens elétricos. madores (push-pull), é mostrada na
figura 23.
64
SABER ELETRÔNICA N9 233/92
1+1

Fig. 24 -Compensão de etapa


de saítÚl de áudio.

Neste circuito a compensação da


polarização dos transistores e portanto
a corrente de repouso é feita com a
ajuda do NTC. Nas etapas de saída
Fig. 25 - Termostato Philips com NTC.
sem transformador, também podemos
ter uma compensação de temperatura,
também podemos ter uma com- uma fonte sem transformador, sendo
temperatura é feito em Rp. R6 e Rp
pensação de temperatura, usando o
devem ter valores que permitem ajustar da ordem de 1 !-lF.
circuito da figura 24.
Finalmente temos um circuito com- a tensão na entrada (-), do 741 a um
pleto de um termostato, para controle valor equivalente à metade da tensão
OBSERVAÇÃO
de temperatura num meio qualquer, de alimentação com a temperatura de
(uma sala, por exemplo), usando como disparo. Isso corresponde no circuito
senso r um NTC .. indicado a 5 V. Rh determinará a
Os circuitos mostrados para os
O circuito é mostrado na figura 25. valocidade de ação do circuito e Rg aplicativos assim como demais
O Triac depende da carga que se depende da corrente necessária ao dis- informações sobre NTCs foram obtidas
deseja controlar o ajuste da paro do Triac. Cd é dimensionado para dos manuais da Philips Components .•

~ ~ ........•....•................................... ~
:•• MODULO DE UM GRAVADOR DIGITAL :
••• (ESTOQUE LIMITADO) •
: Com este módulo, você pode gravar uma mensagem de 15 segundos para diversas aplicações :
• como: •
: AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, SECRETÁRIA ELETRÔNICA, MENSAGEM PARA CLIENTES, :
GRAVAÇÕES EM BRINQUEDOS E OUTRAS. •

Obs: Maiores detalhes vide artigo (Digigrav)


na Revista NO222.

Cr$ 216.000,00
Pedidos: Envie um cheque no valor acima para
Saber Publicidade e Promoções Ltda, junto com a
solicitação de compras da última página.
Não atendemos por Reembolso Postal.
~ ~

SABER ELETRÔNICA N9 233/92 6ó


otícias & Lançamentos
tante exclusivo no Brasil da Progress
Software Corp., dos Estados Unidos, e
da Computer Systems Advirsers Inc.,
que desenvolveu o Pose-picture
DATASUL MUDA DE ENDEREÇO
EM SÃo PAULO Oriented Software Engineering.

SIEMENS LANÇA SISTEMA DE


Única empresa brasileira do setor
de software a fechar acordos de AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

exportação para a Inglaterra, Austrália,


Nova Zelândia, Africa do Sul e A Siemens lançou na 19ª Feira da
Venezuela, a Datasul consolida seu Mecânica o FMS 300-10, um sistema
processo de expansão e muda de para automação industrial que executa
endereço, adequando seu atendimento as funções de Comando Numérico
ao aumento da demanda. A empresa Distribuído (DNS) e de coleta de dados
está agora na Avenida Engenheiro Luiz das máquinas e da produção com um
Carlos Berrini, 828 - 3º, 4º e 5º andares, sistema operacional de última geração,
São Paulo - Capital. O número do o UNIX. O FMS 300-10 é produzido
telefone mudou para (011) 535-5570 e pela Siemens AG, em Nürnberg, líder
o do fax é (011) 531-7309. A Datasul foi européia na área para sistemas de
fundada em 1978 e parte agora para a automação da manufatura. O FMS
conquista do mercado internacional, 300-10 conta com um sistema
exportando o sistema de manufatura operacional de grande flexibilidade, o
Magnus, escrito em linguagem de quar- que possibilita ao usuário realizar
ta geração e Progress e totalmente várias tarefas simultaneamente. Com o
desenvolvido pelos técnicos da com- FMS 300-10, a distribuição de Empilhadeira elétrica trabalha em
panhia catarinense. programas de comando numérico para ambiente fechado, sem poluir,
A Datasul também comercializa com baterias tracionárias
as máquinas NC/CNC é rápida e de a"a
aplicativos de terceiros. É represen- confiabilidade. Também podem ser Saturnia Varta Perfect.

facilmente obtidas informações On-


e ...• Une - em forma gráfica e de texto - dos
"status" e estatísticas das máquinas,
referentes às ordens de produção e ao
turno de trabalho.
O FMS 300-10 pertence a uma
família de sistemas da Siemens que,
;~illiiwl"'~ liW I •...•. , além do sistema operacional UNIX,

~J.P ulhP1 yÚ'l' 4


utiliza um banco de dados relacional
INGRESS, protocolo de comunicação
Ethernet TCP/IP e interface ao usuário

..L-.
DrIHIn:J.-h. 2

OSF/Motif. O FMS 300-20, gerenciador


de produção FMS 300-40, gerenciador
de meios de produção (ferramentas); e
o FMS 300-50 , sistema flexível de
manufatura, são os demais membros
da família.

FEIRA DA MECÂNICA
Saturnla lança novas linhas de
baterias tracionárias

FMS300-10
------
I --'. I Uma nova
veículos família
de tração de baterias
elétrica para
está sendo

S.A.BE~ELET~ÔNICA Ni 233/92
Notícias & Lançamentos

lançada pela Saturnia, do grupo vantagens e aplicações da automação DCC - Digital Compact Cassette, como
Microlite. Os produtos são resultado de comercial. a vencedora do prêmio "1992 Tecnol-
um contrato de transferência de tec- Trata-se da balança eletrônica co- ogy Award", entregue pela conceituada
nologia assinado recentemente com a mercial, EP 5000, até 15 kg, que tem revista japonesa "Radio Jigyutsu",
Varta Perfect, da Alemanha, líder mun- acoplada a impressora de código de especializada em equipamentos de
dial no segmento. Todas as inovações barras, numa estrutura reduzida e com- áudio. O prêmio destaca em particular
do projeto contribuem para a facilitar a pleta. Após a passagem, emite etiqueta os avanços obtidos no DCC pelo sis-
manutenção dos acumuladores de com valor unitário, peso, valor total, tema de codificação digital batizado por
energia. Os modelos existentes hoje no validade, nome do produto, do es- PASC. Baseado no funcionamento
mercado brasileiro, segundo o enge- tabelecimento comercial e data. Além fisiológico do ouvido humano, o sis-
nheiro Orlando Fonseca, da Saturnia, disso a máquina emite relatório por tema PASC codifica digitalmente
interferem negativamente nos custos e período de trabalho, totalizando ítens, apenas os sinais sonoros audíveis pelo
na produtividade das empresas, devido pesos, valores e imprime memória de ser humano.
às dificuldades de conservação e ítens em blocos, zonas individual ou Na prática, o reconhecimento do
recarga. total. Ela opera com capacidade de 400 caráter revolucionário do sistema DCC
a 1240 ítens e foi homologada pela já foi demonstrado no Japão a partir da
CÓDIGO DE BARRAS COM Divisão de Metrologia Legal do IN- adesão de todos os maiores fabrican-
IMPRESSORAS NACIONAIS METRO, através da portaria 012/92. tes do setor ao novo padrão. Sharp,
Sanyo, Hitachi, JVC, Pioneer e Ken-
A Gentek, empresa nacional há wood vão produzir tape-decks DCC,
I'" Anote no Cartão Consulta SE N9 011971 enquanto que a Sony vai distribuir fitas
vinte anos no mercado, está
começando a produzir em Manaus im- DCC pré-gravadas através da Sony
pressoras de código de barras de mesa
---
......................................................... ~~
................................................................................. ". Music. A Matsushita (marcas Pana-
e portátil, sendo a única fabricante no ·:=lmÉliflêí6ifltls,,·:
..............................................................................
.........................
.. ,
.. ,., .
"
. . . .
sonic e Technics) antecipou-se aos
demais e atuou ao lado da Philips na
Brasil.
O lançamento desses novos equi- fase final do projeto DCC como par-
DCC PHILlPS GANHA PRÊMIO DA ceria tecnologica.
pamentos, desenvolvidos para se ade-
INDÚSTRIA JAPONESA Ampliada a função-texto nos tape-
quarem às necessidades do mercado,
ocorreu durante o V INFOC - Seminário decks "DCC"
de lnformatização do Comércio, No A versatilidade do sistema DCC per-
Palácio das Convenções do Parque Representantes da indústria de mite a gravação de textos na fita cas-
Anhembi, em São Paulo, de 18 a 20 de produtos de áudio do Japão elegeram sete que serão "lidos" e reproduzidos
março, evento destinado a divulgar as a mais recente invenção da Philips, o pelos tape-decks num display de cristal
líquido ou numa tela de TV. Isso per-
mite que se ouça a canção acompa-
nhado simultaneamente e sincroniza-
damente a letra reproduzida no display.
Em anúncio recente, a Philips informou
que alguns modelos de players DCC,
portáteis e de mesa, terão displays
para reproduzir até 12 caracteres. Eles
estarão disponíveis já a partir do
lançamento mundial dos primeiros
produtos DCC, previsto para o mes de
setembro na Europa, Estados Unidos e
Japão simultaneamente.

IDENTIFICAÇÃO DE CHAMADAS
TELEFÔNICAS

A Sierra Semiconductor, mais co-


nhecida pelos "modems" que fabrica,
produz um Cl de baixo custo, destinado
ao uso em redes telefônicas digitais,
capaz de identificar, no aparelho
chamado, o número do telefone de
onde se origimou a ligação. Estima-sê
que o custo unitário do "chip", em lotes
Sistema "DCC" Philips, premiado pela Indústria Japonesa. de 10000 unidades, seja da ordem de
2 dólares. _

SABER ELETRÔNICA NQ233/92 67


nformativo Industrial
CAPACITORES DE FILME DE
VISTA FRONTAL VISTA TRASEIRA
POLIÉSTER - KB

A KB Ind Eletrônica Ltda fabrica


capacitores de filme de poliéster com
eletrodos de folha de alumínio,
protegidos por resina epoxi, produto
ideal para aplicações em equipamen-
tos eletrônico, TV, telefones, etc.
Estes capacitores são fabricados
na faixa de valores entre 1 nF e 470 nF
com as seguintes características prin-
cipais. 1. Ledgeral 2. Led CPU 1. Chave seletora 110/220 2. Fusível de força
3. Led vídeo 4. Led impr. 3. Positivo da bateria (externa) 4. Cabo de força
5. Led aux.1 6. Led aux. 2 5. Negativo da bateria (externa) 6. Fusível da bateria
Características: 7. Led força 8. Led carga bat. 7. Aux.1 8. Aux. 2

9. Bargraph potência 10. Chave geral 9. Saída impr. 10. Saída vídeo
11. Chave CPU 12. Chave vídeo 11. Saída CPU
• Faixa de capacitâncias: 1 nF a 13. Chave impr. 14. Chave aux. 1

470 nF 15. Chave aux. 2 16. Led emergência


17. Bargraph bateria
• Tolef\ância: +/-5% (J), +/-10% (K) e Datasaver NBS
+/-20% (M)

E
iN ..J

IIAX 1;.:[
Z
~~
1.5/1""
'11

~
de poliéster. KB
MAX
IIAX
-
--Jh tO.OIi
• Tensões nominais: 100 V
• Fator de perda: 1% max a 1 kHz
• Resistência de isolação: maior que
industrial,estes instrumentos têm uma
precisão menor 1%.

l dos ctlpacÍlores de filme 3 x 104 MQ DATASAVER NBS • Nick

1>11.0 -I I .• Anote no Cartáo Consulta SE N90119S1 O Datasaver NBS 500 da Nick Ener-
gia e Sistemas Eletrônicos Ltda é um
OHMIMETRO DIGITAL· EBERLE No Break de 3 funções:
Primeira: No Break - em caso de
Os ohmímetros digitais de bancada falta de energia o sistema passa a
da Eberle apresentam escalas de alimentar seu computador evitando a
resistências de 200Q, 2 kQ, 20 kQ, perda de dados e permitindo a
200 kQ, 2 MQ e 20 MQ. Apresentados operação por vários minutos.
em gabinetes portáteis com alça, em Segunda: Estabilizador· mantendo
caixa DIN de 48 x 98 mm, para uso a tensão normal ao seu equipamento
em caso de variações da tensão da
I" Anote no Cartão Consulta SE NQ011gg I rede.
Terceira: gerenciador de energia -
sendo o único que exerce esta função:
Ca racterístleal:
Potência máxima: 500 VA
Forma de onda: semi-senoidal

:'"
1~.. I~
",_ ~
137 • II
~ ' ,-'"'
m
,.,
Tensão de entrada: 110/220 V c.a.
Tensão de saída: 110/220 V c.a.
Freqüênciade operação: 60 Hz
Tempo de comutação na falta de
energia: 2 a 4 ns
Autonomia:
100% - 15 minutos
' ". 75% - 20 minutos
50% da potência - 30 minutos
Dimensões em (mm) do Ohmímetro Digital.
I" Anote no Cartáo Consulta SEN901200 I

68 SABER ELETRÔNICA N0 233/92


Notícias & Lançamentos

OSCILOSCÓPIO HITACHI V·422

oOsciloscópio V-422 da Hitachi é


especialmente indicado para serviços
de reparação de TV, gravadores cas-
sete e outros equipamentos semelhan-
tes, também inclui recursos que o tor-
nam extremamente útil em aplicações
automotivas. O modelo V-422 possui
circuito interno que possibilita a visuali-
zação de pontos de disparo e análise
de tempos. compativeis entre dois
canais.
Características:
• Faixa de operação: 20 MHz
• Canais: 2
• Máxima velocidade de varredura:
100 ns/div
• Potencial de aceleração: 2 kV
• Base de tempo: 1
• Sensibilidade: 1 mV/div
• Garantia: 3 anos

Osciloscópio H itachi V-422


I. Anote no Cartão Consulta SE for 012011

------504,0
5·30a-300
250
11
100
+
---
13
5-30
5-15
22
22
13
5-15
300
83
85
MS·21
MQ-27S
11
5-30
300
85
90
89
0,5 .4,7
250
MQ-27S
MK-27S
250
MS-21
-50
-50
-50
50
4,0
4,7
5,0
4,0
4,0 aaa+100
++ CAC
POC
PAC
100
100
0.5
0,5
0,5 OC
AC KHz
'cV
Ohms
mA
Vpp
MS·21 COC
13
88
Especificações Técnicas

Obs.: Os dados da tabela foram obtidos para as seguintes tensões: 12VOC e 9Vpp • Medidas em mm • Comprimentos dos cabos: 150 mm

Especificações técnicas dos Sinalizadores Sonoros Unicoba.

SINALlZADORES SONOROS
UNICOBA
~ •
025
A Unicoba Indústria e Comércio
Ltda, produz sinalizadores piezoelé-
tricos de elevado padrão de qualidade,
elevado nível sonoro, maior durabili-
dade e dimensões reduzidas, sem i
M

ruído de RF.
Na tabela temos as especificações
técnicas dos principais tipos dispo-
níveis.
Na figura ao lado temos as di-
mensões do tipo MS-21.
Dimensões do Sinalizador Sonoro do tipo MS-21.
I. Anote no Cartão Consulta SE NIl 012021

SABER ELETRÔNICA NQ233/92 69


Notícias & Lançamentos

LÂMPADAS DULUX BELCOLOR •


OSRAM
•. 85 •. I'
Estas lâmpadas de baixíssimo con-
sumo na faixa de 5 watts são apresen-
I" 1QB 'I
tadas pela OSRAM em 4 cores, verme-
lha, amarela, verde e azul, sendo in-
dicadas para decoração em palcos,
discotecas, restaurantes, etc.
As lâmpadas podem ter reatores
~I. ~:
Jl
~
•. I (@),li
1--34-'~
D;m,coo,,,m mm

externos, tipo plugue ou com reator


adaptador .
. A durabilidade destas lâmpadas é
de 8000 horas e podem operar tanto na
rede de 127 como 220 V.
Para um mesmo grau de ilumi-
nação, estas lâmpadas apresentam um
consumo de energia equivalente a 20%
R
de uma lâmpada incandescente equi-
valente.
A durabilidade de 8000 horas, por
outro lado, representa 8 vezes a dura-
bilidade média de uma lâmpada incan- Com reator integrado Com reator tipo plug Reator adaptado r E-27
descente comum.

Dimensões e tipos das lâmpadas Duluxs Belcolor.


I •. Anote no Cartão Consulta SE Nº 012031

SABER ELETRONICA

e~ ESTACÃO
DA LUZ

TRANSISTORES
Cls
CONECTORES
KITS
INSTRUMENTAÇÃO
ESQUEMÁRIOS
REVISTAS
LIVROS

Av. Rio Branco, 439 sobreloja "


T el.: 223-4303 ,
METRO
REPUBLlCA
LARGO
PAISSANDU
São Paulo - SP.

70
SABER ELETRÔNICA Ni 233/92
Slllll~ll
SI~ll'TI(~I~
Começamos aqui uma seção totalmente Finalmente, para os profis-
dedicada ao técnico de manutenção em ele- sionais que gostam puramente da
trônica e áudio-vídeo, onde serão abordadas manutenção, uma seção dedicada
técnicas nunca antes vistas no mercado comum exclusivamente para defeitos reais
de manutenção. Através de uma abordagem que ocorrem em aparelhos de som,
altamente técnica, mas muito objetiva, serão televisão ou vídeocassete ...
propostos defeitos baseados em aparelhos reais, "PRÁTICAS DE SERVICE".
onde o técnico terá oportunidade de desvendar Todas as áreas comentadas
os mistérios que existem entre a teoria e prática acima com exceção do desafio
na seção chamada "qual o culpado?"; posteri- eletrônico, já estão sendo publi-
ormente surgirá também a oportunidade da cadas desde a revista nQ 228
verificação de defeitos em circuitos reais em Uaneiro), em locais diversos da
que o técnico poderá verificar as tensões do revista, e agora estes assuntos estão
mesmo, na seção "DESAFIO ELETRÔNICO", reunidos neste caderno, que fi-
composto de painéis de verificação que serão cará como um encarte fixo desta
instalados em breve em algumas localidades do revista.
Brasil. Esperamos que este cader-
Para os técnicos ávidos de saber, atuantes no que se inicia, sirva para es-
na área de áudio-vídeo, serão abordados todos clarecimentos para uma grande
os meses áreas de equipamentos considerados camada de profissionais que atu-
complexos para os dias atuais, ou ainda utili- am no ramo de manutenção ele-
ü'1çãodos mais diversos equipamentos de auxilio . trônica, sejam eles da área de áudio-
ao técnico, assuntos que serão abordados com vídeo ou não, para que de alguma
clareza e precisão. Para este mês podemos des- maneira, possa engrandecer este
tacar o controle de motor, reversão e auto-stop segmento.
do auto-rádio toca-fitas BOSCH MIAMI, que
tem trazido grandes dores de cabeça, devido a
seu grande número de componentes e com-
plexidade. Mário P. Pinheiro
GANHE CIRCUITOS E MANUAIS QUE
25 % DE DESCONTO
ENVIANDO UM CHEQUE NÃO PODEM FAL lAR
JUNTO COM SEU PEDIDO
NA SUA BANCADA I
,
~ SANVCJ e
.

Quasar n••-
V'Radlo e rekwisio
.A. TI lIFU
SHARP •

• .·.SON'Y;
Adntiral I
. SEMPTOSHIBA.
MO@w>IO .PHILCD
~ ~ GRUNDIG
A A ~
ESPECIFICAÇÁO DOS CÓDIGOS 151-ES Ouasar - esquem. elétr. vol.2 - 14.580,00 258-ES Frahm - Áudio • 20.460,00
CT =. curso técnico 152-EO Circ. integ. lineares -substituição-11.970,00 259-ES Semp Toshiba - Áudio - 22.440,00
ES = coleção de esquema 155-ES CCE - esquemas elétricos vol.9 - 11.970,00 261-CT - Compact Disc (Disco Laser) Teoria e
EO = equivalência de diodos, transistores e C.1. 157-CT Guia de consertos de rádios portáteis Funcionamento - 38.880,00
GC = guia de consertos (árvore de defeitos) e gravadores transistorizados - 11.970,00 262-ES - CCE -Esquemas Elétric.os VoI.5-23.600,00
PE = projetos eletrônicos e montagens 161-ES National TVC - esq. elétricos - 30.600,00 263-ES Bosch - Toca-Fitas Auto-Rádios -
GT = guia técnico específico do fabricante e do 172-CT Multitester - téc. de medições - 20.400,00 Esquemas Elétricos - Vol.2 - 26.640,00
modelo teórico e específico 188-ES Sharp - esquemas elétricos voI.2-27.540,00 264-PE ProJetos de Amplificadores de
AP = apostila técnica específica do fabricante 192-MS SanyoCTP6723-man. de serviço-11.970,00 Áudio transistorizados - 20.400,00
e do modelo 193-GC Sanyo TVC (linha geral de TV) - 11.970,00 265-MS Evadln - Videosom - Manual de Serviço -
EC = equivalências e características de diodos, 199-CT Ajustes e càlibragens - rádios AM/FM, GHV 1240 M Videocassete - 23.600,00
transistores e C.1. tape-decks, toca-discos - 11.970,00 266-MS Evadin - Manual de Serviço VCR _
MC = características de diodos, transistores e C.1. 203'ES Sony - TVC importado vol.2 - 25.700,00 - HS 338 M - 20.400,00
211-AP CCE - TVC modelo HPS 14 - 27.600,00 267-ES Sony - Diagramas Esquemáticos -
212-GT Videocassete - princípios fundamentais- Áudio Vol.3 (nacionais) - 28.560,00
CÓDIGO / TíTULO / Cr$ National- 30.600,00 268-ES Sony - Diagramas Esquemáticos -
29-ES Colorado P&B-esquemas elétricos-11.970,00 213-ES CCE -esquemas elétricos vol.10 -11.970,00 Áudio Vol.4 (nacionais) - 31.800,00
30-ES Telefunken P&B-esquem.elétricos-11.970,00 214-ES Motorádio - esq. elétricos vol.3 - 13.800,00 269-ES LaserNitale/STK/Maxsom/Walfair/
41-MS Telefunken Pai Colar 661/561 - 14.040,00 Greynalds/Campeão - 30.600,00
215-GT Philips - KL8 - guia de consertos-11.970,00
49-MS National TVC TC204 - 11.970,00 271-ES Tojo - Diagramas Esquemáticos- 28.500,00
216-ES Philco - TVC - esq. elétricos - 24.060,00
63-EQ Equivalências de transistores, diodos e CI 217-Gradiente Volume 4 - 12.850,00 272-ES Polivox -Esquemas
Philco - 70440,00 219-CT Curso básico - National- 20.400,00 ElétricosVol.2- 56.700,00
66-ES Motorádio - esquemas elétricos - 11.970,00 220-PE Laboratório experimental para 273·ES Semp Toshiba· TVG·Diagr. Esq- 18.840,00.
70-ES Nissei - esquemas elétricos - 11.970,00 microprocessadores-Protoboard -11.970,00 274·VE CCE· Vistas Explodidas -Decks· 17.000,00
, 73-ES Evadin - esquemas elétricos - 11.970,00 222-MSSanyo-videocasseteVHR 1300MB·28. 620, 00 275-ES Bosch • Toca-Fitas Digitais - Autó-Rádios
77-ES Sanyo - esquem~s de TVC -28.300,00 224-MC Manual de equiv. e caract. de Gemini Booster Vol. 4 - 23.580,00
83-ES CCE - esquemas elétricos vol.2 - 11.970,00 transistores - série alfabética· 28.620,00 276-ES CCE - Esquem. Elétricos Vol.16 -26.640,00
84-ES CCE - esquemas elétricos vol.3 - 11.970,00 225-MC Manual de equiv. e caract. de 277-MS Panasonic (national) videocassete
85-ES Philco - rádios & auto-rádios - 11.970,00 transistores - série numérica· 28.620,00 Família PV4900· 61.260,00
91-ES CCE - esquemas elétricos vol.4 - 11.970,00 226-MC Manual de equiv. e caract. de transistores 278-MS Panasonic (National) Câmera
96-MS Sanyo CTP6305- manual de serv.-11.970,00 2N - 3N - 4000 - 32.400,00 NV-M7PX!AC Adaptor· 83.040,00
99-MS Sanyo CTP 6703-manual de serv.-11.970,00 229-MC Sanyo - Vídeocassete Modelo VHR 280-ES Gradiente Esquem. Elét. VaI. 1- 98.040,00
103-ES Sharp-Colorado-Mitsubishi-Philco-Sanyo- -1600 MB - 11.970,00 281-ES Gradiente Esquem. Elét. Vo1.2- 61.260,00
Philips-Semp Toshiba- Telefunken-22. 300,00 230·AP CCE - videocassete VCR 9800 - 22.440,00 282-GT Glossário de videocassete - 30.480,00
104-ES Grundig - esquemas elétricos - 11.970,00 233-ES Motorádio vol.4 - 8.580,00 283-MS Forno de Microondas NE-7770B/
107-MS National TC207/208/261 - 11.970,00 234-ES Mitsubishi - TVC, ap. de som - 23.580,00 NE-5206B/N E-7775B/N E -7660B-23. 580,00
111-ES Phillps - TVC e TV P&B - 27.540,00 235-ES Philco - TV P&B - 26.600,00 284-ES Faixa do Cidadão -PX 11 metros-31.800,00
112-ES CCE - esquemas elétricos vol.5 - 11.970,00 236-ES CCE - esquemas elétricos voI.11-12.600,00 285-Giannini - Esq. Elétricos - VaI. 1 - 48.720,00
113-ES Sharp-Colorado-Mitsubishi-Philco-Philips- 238-ES National - ap. de som - 21.280,00 286-Glannini - Esq. Elétricos - Vol.2 - 67.440,00
Teleoto-Telefunken-TVC - 25.700,00 239-EO Equiv. de circo Integr. e dlodos - 11.970,00 287-Giannini - Esq. Elétricos - Vol.3 - 66.420,00
115-MS Sanyo - aparelhos de som vol.1- 11.970,00 240-ES Sonata vol.2 - 11.970,00 288-Amelco - Esq. Elétricos - Vol.1 - 36.600,00
116-MS Sanyo - aparelhos de som vol.2- 11.970,00 241-ES Cygnos - esquemas elétricos - 23.600,00 289-Amelco - Esq. Elétricos - Vol.2 - 36.600,00
117-ES Motorádio - esq. elétricos vol.2 - 11.970,00 242-ES Semp Toshiba - vídeo - com sistema prático 290-0 Rádio de Hoje -Teoria e Prática-
118-ES Philips - aparelhos de som vol.2- 11.970,00 de localização de defeitos - 28.020,00 Rádio - Reparação - 36.600,00
120-CT Tecnol. digital-princípios fundo - 15.540,00 243-ES CCE - esquemas elétriCOSvoI.12-14.200,00 291-Telefunken - TV Preto e Branco-
121-CT Téc. avançadas de ctos. de TVC-28.500,00 244-ES CCE - esquemas elétricos voI.13-14.200,00 Esq. ElétriCOS- 37.800,00
123-ES Philips - aparelhos de som vol.3 - 11.970,00 245-AP CCE-videocassete mod.VCP9X-11.970,00 292-Telefunken - TVC Esq. Elétricos - 66.420,00
126-ES Sonata - esquemas elétricos - 11.970,00 246-AP CCE-videocassete mod.VCR10X-11.970,00 293-CCE - Esq. Eléttricos Vol.17 - 18.360,00
129-ES Toca-fitas - esq. elétricos vol.7 - 15.000,00 247-ES CCE - Esquemário Informática- 60.300,00 294-Facsímile - Teoria e Reparação - 79.600,00
.130-ES Quasar - esquem. elétricos voU- 15.000,00 248-MS CCE -Man. Téc. MC5000 - 295-Panasonic (National) - Vídeo Cassete
131-ES Philco - rádios e auto-rádio vaI. 2- 11.970,00 XT- Turbo -18.840,00 NV-G10PX/NV-G9/PX PN - 45.840,00
132-ES CCE - esquemas elétricos vol.6 - 11.970,00 251-MS Evadin - Manual Técnico TVC- 296-Panasonlc (National) Vídeocassete -
133-ES CCE - esquemas elétricos vol.7 - 11.970,00 Mod.2001 Z(1620/21-2020/21) - 18.840,00 NVG46BR 88.620,00
135-ES Sharp - áudio -esquem. elétricos- 20.640,00 252-MS Evadin - VS 403 (40" - Teláo) - 297-Panasonic (National) - Vídeocassete
136-Técnicas Avançadas de Consertos de manual de serviço - 23.520,00 NVL25BR - 95.040,00
TV P&B Transistorizados - 28.500,00 253-MS Evadin - TC3701 (37"- TV) - 298-Panasonic (National) - Videocassete
141-ES Delta - esquemas elétricos vol.3- 11.970,00 manual de serviço - 23.520,00 NVG21/G20jG19/DS1P - 95.040,00
143-ES CCE - esquemas elétricos vol.8 - 15.000,00 254-ES Sanyo - videocassete VHR 2250 -11.970,00 300-Manual de Serviço - DX500 - 11.970,00
145-CT T ecnologia digital - Álgebra Booleana e 255-ES CCE -Esquemas Elétricos VoI.14-23.520,00 301- Telefunken- Esquemas Elétricos
sistemas numéricos - 15.000,00 Áudio - 30.660,00
256-ES Sanyo - Aparelho de som - 31.800,00
146-CT Tecnologia digital 257-ES Sanyo - Diagramas Esquemáticos- 302-Tojo-Manual de Serviço TA-707 - 21.480,00
circuitos digitais básicos - 37.680,00 Áudio VaI.2 (importados) - 34.700,00 303-ToJo-Manual de Serviço TA-808 - 21.480,00

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~

PRATICAS DE
"SERVICE"
PHILCO mas na hase e emissor haviam zero tor. Passamos então para a malha de
volt. Aqui surge uma dúvida interes- brilho, 'Sub-brilho e ABL, que
TELEVISOR COLORIDO 20" sa nte, pois de onde viria a , polarizavam o emissor do transistor,
polarização para T 504 (precisaria de e notamos que todas as tensões das
Defdto: Sem imagem, som normal 1,2 volts na base), se os componentes malhas (P 503 e P 513) estavam
de polarização, de corrente contínua altas. Fomos até o transistor T 503,
Autores: Douglas A. de Souza e vão à massa. A cxplicaçiio é que onde notamos que em seu coletor
Mário P.Pinheiro neste ponto ocorre o grampeamento onde deveria haver uma tensão de
Como o televisor apresentava-se sem hrilho, e do sinal de lumin~ncia, ou seja, 0,2 volt (transistor saturado), havia
de acordo com a figura 1, resolvemos inicia Imente, dU,ra nte o retorno horizonta I, 9,9 volts (completa mente cortado).
med ir as tensiles que polariza mo ci nescÓpio, onde devemos manter a tensão de base de' Medindo a tensão em sua base, en-
encontramos nas grades 2 (pino 13,4 e 5), tensiles T 504 cm um determinado nível contramos -0,8 volts, o que com-
em torno de 550 volts, o que pode ser considerado constante, para que o sinal se provava seu corte. Sua polarização é
norma I para uma boa emissão do mesmo. Já nas manifestasse a partirdeste nível, não I"eita via R 513, funcionando o zener
grades I, (pinos 3, 7 e 12), encontramos tensiles d istorcendo os níveis de preto e bra n- O 506 como derivador de corrente
bem prÓximas a zero volts, o que tamhém descar- co da cena. Portanto, a polaril'Ação para controle do ABL (Limitador
tava possibilidades de problemas nesta área. de T 504 será dada por C 509, que Automático de Brilho). Verificando-
durante a exploração se carrega com se a tensão no anodo e catodo do
Passamos então para os catodos (pinos 2, 6 e
11), onde são encontrados cerca de 230 volts nos o sinal de luminiincia e durante o diodo zener O 506, encontramos a
Irfs, o que represenlava um corte total na emissão retorno é descarregado, mediante a mesma tensão de -0,8 volt,
dos canhiles do cinescÓpio, considerando que aqui, aplicação do pulso do TSH, que vem substituído o defeito permaneceu o
quanto maior a tensilo do catodo, mais nos afas- via T 506. mesmo (sem brilho). Resolvemos
Medimos as tensões sobre o tran- volta r a medir a tensão no catodo do
tamos da fonte de elétrons que é a massa. Fomos
s istor T 506, encontra ndo 7,3 volts zener onde encontramos uma tensão
então para o coletor do transistor T 505, que é o
amplificador final do sinal de IUllliniincia , llue se em seu coletor; 7 volts em seu emis- acima de 5 volts, mas no coletor do
encontrava com a tellsiio de coletOI" elll 240 volts. sor e 6,7 volts em sua base, o que transistor T 503, estava com base e
A tensão de seu emissor se apresentou com zero comprovava o corte do mesmo. emissor abertos, justificando a
volt, assim como a da hase, confirmando seu corte. tellsão de cinco vO]LSna base e con-
Mesmo os pulsos positivos do TSH
Verificando sua po!ariza\iio, chegamos até o tran- (Flyback) entra ndo via C 512, não sequente eorte da mesmo. Em
sistor T 504, que lamhém estava corlado, pois eram suficientes para produzir a resumo tinhamos portanto dois
,apresentilva a tensão no coletor de 1:-:volls (B4). conduçiio sa t is lil tória deste tra nsis- defeitos, o zener O 506 em curto e
transistor T 503 coma junção
base/emissor aberta.

1
PHILIPS
TELEVISOR
COLORIDO 20"
20CN4066 NCF -NRC
13 Defeito: Imagem com excesso de
\
GRADES 2
brilho e com linha de J:etraços
horizonta is

Autores: Douglas A. de Souza e


Mário P. Pinheiro
Antes de analisarmos o defeito
própria mente dito, veremos o porquê
do brilho'intenso com linhas de retor·
no. Para que haja a ocorrência de
brilho excessivo, o cinescópio deve
ser de alguma maneira polarizado
em excesso. Se levarmos em
consideração que temos incidindo no

SABER ELETRÔNICA Nº ~33/92 73


Práticas de
"Service "
2
r--,--·- --- -----
+ 160V
- - -- - ,
I
+ 180V S

0705 U020
OF449 OEFL. UNIT

:, MULTIPOLE•••.••..•.
U030 \ T51;4
'R

I + 126

Ya
I
I
I
10
~ -----.,
.;' ..I.. R701
I
680.11 I
R I
,7 I
I
I 15

R760
1,5kfL 5584
12~

R756
3,3MfL

220Vpp
R755

J(I(li
.•. 180V 40M
PIN02
T564 UL
1
L.C.750
~O"F

I
L_._. _
211
-.{) .IJ:
-6--------

mesmo a Muito Alta Tensão, em torno de 30 mil quc a fontc dos próprios clétrons, o existcm internamcnte no cinescópio,
volts, e que o catodo deve ser levado a massa, catodo. Assim para um cincscópio 3 gradcs, uma para cada canhão, que
teremos uma forte circulação de elétrons do catodo convcncional, podemos dizer que as são intcrligadas). Encontrd mos uma
(massa) para o anodo (alta tensão). É claro que o tensões de catado, giram em torno de tensão cm torno de 450 volts, o que
catodo não é levado diretamente a massa, mas 120 volts, enquanto que a tcnsão das poderia ser considerada normal. Pas-
assim fica com um potencia Iem torno de 120 volts, grades "1", ficarão mais negativas samos então apenas para conferir a
o que possibilita a amplificação de sinais obtendo- quc o catodc), ou seja, em torno de grade "1", que também estava nor-
se assim, maior ou menor excitação de cada zero volt. Já as grades "2", rccebcm mal: zero volt. Fomos verificar as
canhão. Para que a emissão não seja excessiva, será uma tensão mais positiva que o tensões dos catodos R,G e B, onde
necessário que haja uma retenção de elétrons, catodo, em torno de 500 volt ••.Após encontrdmos cerca de aproximada-
trabalho que será executado pelas grades" 1". e estes esclarecimentos, passamos ao mente 5 volts, tensão excessiva-
posteriomlente uma atração dos que conseguirem defeito própria mente dito, de acordo mente baixa, o que provavelmente
passar, trabalho que será realizado pelas grades com a figura 2. estava provocando o problemas de
"2". Posteriormente teremos a aceleração violenta Considerando que temos excesso emissão excessiva. Medindo a
dos elétrons, trabalhando em conjunto com o sis- de brilho (controle de brilho não tensão dos coletores dos transistores
tema de focalização. atua), passamos a verificar a tensão R, G e B encontramos cerca de 1
Para que as grades "1" possam bloquear a de grades "2" (notem que aqui, que volts. Partimos então para a
emissão de elétrons, devem ter um potencial menor apesar de termos apenas um pino, alimentação destes transistores, a
74
SABER ELETRÔNICA N° 233/92
Práticas de
"Service "
fonte de +180 volts, onde encontramos 0,4 volts. Como apenas dois canais sin- no coletar do tra nsis tor Q 1501, pois
Seguindo a ma"lha, fomos até a origem dos tonizam, passamos para a análise do um pouco antes da base existe uma
+ lXO volts que é criada a partir do TSH Ú,ino 2). seletor varicap S 1501, conforme variação de tensão em torno de 5
Medindo no catodo do diodo D 583, encontramos mostm a figura 3, começando pela volts, e no coletor surgirá uma
aproximadamente O volt,>. Bastava agora saber se alimentação que estava normal, 12 variação de tensão com mais de trin-
pulsos positivos de retomo surgiam no pino 2 do volts. Pa ssa mos e ntã o pa ra a ta volts. Os capacitores na sequência,
TSH (F1yback). Com o osc'iloscópio no tempo de verificação da tensão de sintonia, já tem como objetivo, gera r uma tensão
20 micro-segundos, e com a máxima amplitude de que não há a necessidade de conferir- média, criando assim uma tensão
entrada, 5 V, colocamos o osciloscópio no pino 2 mos a tensão de chaveamento (BH, contínua, cujo valor dependerá da
do TSH, e observamos uma fonna de onda de 225 BU e BL), pois pelo menos alguns largura dos pulsos PWM. Medindo-
Volts pico-a-pico. Resolvemos então verificar do canais são sintonizados na banda se a tensão no coletor do transistor Q
lado direito do resistor, onde notamos que não baixa e banda alta. Portanto con- 1501, observamos cerca de 4 volts, o
haviam pulsos. Portanto concluimos que o resistor feriÜdo a tensão de sintonia, notamos que não era suficiente para o bom
R 563 de 6,2 ohms estava aberto. funcionamento da tensão de sin-
que a mesma variava de O a 5 volts,
quando deveria variar de O a tonia. Poderia ser um problema na
aproximadamente 30 volts. Estava largura do pulso PWM, que poderia
estar mantendo o transistor muito
SHARP assim confirmado o porque apenas
albF\Jnscanais iniciais sintonizavam, mais tempo saturado do que cortado,
ficando os restantes sem fun- gerando uma tensão muito baixa em
VÍDEOCASSETE 4 CABEÇAS donamento. SebF\Jindo a malha da seu coletor. Medimos então após o
VC-799B tensão de sintonia, vemos que exis- resistor R 1503, onde deveríamos ter" "
tein uma série de capacitores (C uma tensão maior que 30 volts, en-
nefeito: Só sintoniza canal 2 e 4 na banda baixa 1504, C 1503, C 1502), que fazem contramos 4,3 volts. A tensão de 33
e 7 na banda alta. um trabalho de integração da volts estava quase zerada.
variação de tensão que vem pelo Passamos pam uma outra placa
Autores: Douglas A. de Souza e transistor Q 1501. Como podemos do VCR através do conector SB pino
Mário P. Pinheiro notar, em sua base aparece a 4, para localizarmos a origem da
A aná lise de vídeoscassetes, no que dit'orespeito inscrição PWM que significa, tensão de sintonia, que se encontrava
a área do sintonizador, é muito semelhante a modulação por largura de pulso, ou muito baixa. Chegamos até o coletor
utilizada nos televisores, pois o vídeo possui um seja, aperece na base do transistor do Q 903, onde encontra mos os mes-
seletorde canais convendonal (VHF e UHF), bem uma onda mais ou menos quadrada mos 4,3 volts anteriores. Parecia
como uma etapa de FI muitó parecida com (l do que o fazsatumre cortar; deste corte estar com fuga o zener IC 902, mas
televisor, difere apenas na existência do c saturação poderíamos dizer que antes disto, resolvemos verificar as
modulador de RF que o televisor não possui. teremos uma amplificação da tensão tensões sobre o transistor Q 903,
onde encontramos no emissor uma
tensão de 43,6 volts e na base 43
51501
TENSÃO SINTONIA
BU
3 volts. Pela tensão de emissor estava
descartada a possibilidade de fuga no
;!!.. zener, pois uma tensão menor no
BH resistor(R 908), indicava menor cor-
A6C
rente circulante na malha. Observan-
BL
do melhor, podemos notar que o
AFT transistor estava polarizado apesar
de conduzindo menos, e o mesmo
+8
possuia um diodo zener D 913 de 4,7
IF volts entre a alimentação e a base, o
que garantia uma polarização estável
SELETOR SB
SELETOR VARICAP
para o transistor. Medindo a tensão
de alimentaç~o para esta área (após
D 907), encontramos 44 volts, o que
levava a crer que o zener D 913 es-
tava com fuga, pois o mesmo
apresentava uma tensão de 1 volt
entre seus terminais. Desligando-se
este componente, pode-se notar que
a tensão no coletor de Q 903, foi para
33 volts. Substituindo o diodo O 913,
os canais passaram a sintonizar nor-
malmente.

SABER ELETRÔNICA W,33/S, 75


Práticas de
"Service "

obedecer aos critérios de eliminação sistema de rotação de fase, im-


automática dos desvios de fase primido à subportadora de cor con-
TOSHIBA aleatórios, tão comuns no sistema vertida de 629 KHz. Já para o
NTSC e inexistcntes no sistema . sistema PAL, a subportadora con-
VÍDEOCASSETE 4 CABEÇAS PAL. vertida será também em tomo de
M-5330B Antes de analisarmos o defeito 629 KHz, mas como a mesma possui
própriamcntc dito, conforme mostra inversões de fase de 1802 no sinal
Defeito: Sem cor na reprodução em ntsc; normal a figura 4 fa rcinos uma pequcna "V" a cada linha horizontal, será
em reproduções PAL. explanação do transcoder, para que o necessário que o sinal entre em uma
defeito possa ser melhor compreen- linha de 2 H, evitando assim o c.an-
Autores: Douglas A. de Souza e
Mário P. Pinheiro dido. cclamento do sinal "V" (R-Y com
Em primeiro lugar, podemos ver portadora ).
Este vídeocassete apesar de ser nacionalizado, O circuito integrado QV 01
utiliza um transcoder chamado de "Come-linha", que o circuito possui duas linhas de
atraso, sendo uma de 1 H c outra dc (duplo monoestável de precisão), é
tenno utilizado para definir, quando a placa de responsável pelo acionamento do
transcoder envia o sinal de croma durante uma 2 H. As duas tcm como objetivo,
transistor QV -14, que tem como ob-
linha horizontal, deixando de enviá-Io na iinha eliminar os chamados CROS-
jetivo cancelar linha sim, linha não,
seguinte. Lógica mente, isto nos dá a impressão que ST ALKS, ou interferências que a o sinal de croma, sem prejudicar o
há um buraco de cor de uma linha para outra, proximidade das trilhas de vídeo (em sinal de BURST. O circuito in-
durante a reprodução do televisor. Isto na verdade gravações dc 4 e 6 horas), podem
tegrado QV 02 (duplo Flip-Flop tipo
não acontecerá, pois a linha de atraso PAL, e seus provocar no sinal de croma, que d), será responsável pela divisão do
circuitos associados, se imcumbirem de repetir podcrá cairem altcração do matiz, ou pulso horizontal por dois, conseguin-
uma linha preenchendo o buraco deixado por este ainda intermitência completa da cor. do obter assim o sinal de 7,8 KHz,
tipo de tra nscodér. O funciona mento pode ser con- A utilização do filtro de 1 H para enquando que o circuito integrado
siderado satisfatório, com a ressalva de não NTSC, está diretamcntc ligado ao QV -03 será responsável por criar os
chaveamentos das alternâncias do
Burst, item funda meÍlta I, para per-
LINHAS PV01
4 mitir que este sinal de cor quando
" DE
ATRASO (;j entrar no televisor PAL, não acione
OV 08 PRÉ PLAY o KILLER. Os circuitos integrados
3 M-NMODE QV 04 e QV-05 serão responsáveis
CaMPA R A DOR DE 4 I bl
7,8 k Hz
pelo defasamento e amplificação do
5 3 58 CW
6 B,G.P. IN sinal de croma, assim como o sinal
16 19 7 GND de Bues!. Em resumo, podemos dizer
TENSÃO PARA COMUTAÇAO AUTO e (e)
que a partir da saída (pino 6) do
9 GND
10 HD IN circuito integrado QV 05, já teremos
ovo 1 OV02 11 ldl um buest alternado, compatível com
13 111
12 (el o sistema PAL, além de um sinal de
13 (I l
cor que será nonnal em uma linha e
não existirá na linha seguinte.
O circuito de detecção auto-
mática NTSC e PAL será feito por
uma série de integrados como: cir-
cuito integrado QV-06 é o separador
de burst; o circuito integrado QV 07
é o comparador de 3,58MHz com
buest, resultando na saída um sinal de
7,8 KHz para PAL e uma tensão
contínua para NTSC. Os transistores
QV 17 e QV 18, são amplificadores
do sinal de 7,8 KHz, que vão a mais
1 a I PLAY B COlOR
um circuitoco~nparador, o circuito
(bl RECT +1ZV integrado QV 08, que tem como ob-
I 8URST
7,8kHZ
ALTERNADO}
leI PB COLOR IN jetivo, evitar que qualquer variação
(dlRECT +15V
OV06 OV07 OV17 o Vle que gere um sinal AC, possa ser in-
fel COlOR OUT
Ifl COlOR IN
terpretado como um sinal PAL. Em
resumo, a tensão de chaveamento
para NTSCe PAL, sairá pelo pino 16
do circuito integrado QV-08.
76
SABER E.LETRÔNICA N2 ~~~/~~
Práticas de
"Service "
Agora podemos fazer uma análise mais que estava perfeita, e as tensões dos BOSCH
coerente do problema. Considerando que o sinal de outros pinos, onde localizamos
croma não funciona em NTSC, em primeiro lugar diferenças entre os pinos 1 e 3 dos AUTO-RÁDIO E
fomos conferir a tensão de chaveamento para a dois circuitos integrados. QV-04,
rotação de fase, que é gerada pela detecção apresentava cerca de 6 volts em seus
TOCA-FITAS
automática (pino 16 do CI QV-08), que estava em pinos 1 e 3, enquanto queo circuito MILANO 11TIPO BX
nível baixo, o que quer dizer que o circuito estava integrado QV-05 apresentava nos 25W
chaveado para NTSC. Em segundo lugar, deve-se mesmos pinos uma tensão de 2,4
verificar se o sinal de croma, está presente na volts. Tudo levava a crer que poderia D~feito: Com volume alto, dis-
cntrada do circuito "transcodificador" (pino 8 do ser o circuito integrado defeituoso, torce o som.
conector PV 01), que se apresentava com um sinal mas antes deveríamos desligar mal-
de bom nível. A análise aqui, deverá ser feita com Autores: Antonio Carlos C.Poveda
has, que pudessem fazer a tensão e Mário P. Pinheiro
o osciloscópio na escala horizontal de 20 micro- deste pinos cair. Con,>iderando que
segundos, para que possa ser visualizado o sinal ele Ligamos o aparelho com uma
os pinos 1 e 3 estavam interligados
croma cm pouco mais dc duas linhas horizontais. fonte que fornece uma boa corrente,
por um indutor, um problema na
Seguindo o sinal, poderíamos ir para o transistor em torno de 2 ampcres e em seguida
malha de um dos pinos causaria alimentamos o aparelho e o
QV 16, que é' um reforçador de sinal, mas como o
queda na tensão nos dois. Em colocamos em volume baixo, onde
mesmo está despolarizado (tensão na base se en-
primeiro lugar, medimos a tensão de nenhuma distorção foi notada. Em
contrava com zero volts), o caminho a seguir era
queda sobre o resistor RV-28, onde seguida, aumentamos gradativa-
outro. Fomos então para a base do transistor QV-
obtivemos zero volt, o que descar- mente o som e notamos ta mbém um
13. Quejá estava sofrendo a atuação do transistor
tava a hipótese de CV-15 com fuga. aumento gradual na distorção. Pas-
QV-14 (cortando a croma linha sim linha não). O
Com respeito ao pino 3 do integrado, samos então a verificação das
sinal na base do transistor QV ~13,já se apresentava
fomos até o capacitar CV-12 que tensões em torno do circuito in-
com o carretel de croma (esta sendo reproduzida
uma fita NTSC com o sinal padrão de barras) um apresentava em seu lado esquerdo tegrado e notamos uma tensão no
pouco distorcido, sendo este sinal reforçado de uma tensão de I,H volt,> (menor do pino 6 bem diferente da normal: em
base a emissordeste mesmo transistor. O sinal de que a do lado direito = 2,4 volt,». vez de encontra rmos 13 volts, en-
croma e burst podia ser visualizado l"Ompequena Resolvemos soltá-Io do circuito, pois contramos 6,7 volts, isto também'
distorção nos pinos 1 e 3 do circuito integrado o mesmo poderia apresentar uma pode ser notado no outro canal (pino
QV-04, bem como em sua saída (pino 6), mas fuga, que diminuiriil a tensão do pino 8), que também apresentava uma
1 e 3 do integrado QV-05. Ao solta- tensão baixa. Poderiam estar os
notamos que o sinal que ia do emissor de QV-16,
até o pino 16 do outro circuito integrado QV-05, 10, a cor não apareceu, mas a tensão capacitores C 1611 e C 1661 com
acabava sofrendo enorme distorção, o que reduzia do pino 1 e 3 do integrado, subiu pua fuga ao mesmo tempo? seria uma
sua amplitude enormcmente, resultando no pino 6 6 volts, o que comprovou fuga no hipótcse remota, mas resolvemos
·em praticamente ruídos sobre o carretel de mínima mesmo. Substituído, C) aparelho vol- desliga-Ios, mas a tensão dos respec-
tou a funcionar normalmente. tivos pinos ainda continuaram
a mpl itudc. Resolvemos verifica ras pola rizações
baixas. Considerando ainda que as
destes circuitos integrados, l'omo a alimentação tensões de entrada estava m normais
assim como a alimentação, não res-
r-- -------.---- tava outra alternativa senão, a
3A +14,4V
5 substituição do circuito integrado
I ; 59 V 1603 (TDA 1510), a partir do que
I
I I o aparelho passou a funcionar nor-
I R 1612
malmente.
I 560Il
I
I \ I CANAL DIREITO
VERDE
LANNER
MIXERCOM
AMPLIFICADOR
2 o BSl AL2150

Defeito: Sem som
I
63
J

)(+) Autores: Antonio Carlos C.


I
I CANAL ESQUERDO Poveda e Mário P. Pinheiro
: AZUL Os amplificadores que se
C1660
2,2~F utilizam de fonte simétrica para a
alimentação da saída de, som, con-
seguem uma maior fidelidade,

SABER ELETRÔNICA N° ~~~/9~ 77


Práticas de
"Service "

podendo os mesmos atuarem em frequências mais Com respeito ao defeito propria- este tmnsistor vem através do resis-
baixas. Em contrapartida, é um amplificador mais mente dito, e de acordo com a figura tor de 10 K que está ligado em sua
delicado, podendo inclusive danificar caixas 6 começamos a análise pelas duas . base até a ma~sa (notem aqui que a
acústicas, C<lSO
a tensão de saída saia fora do zero tensões de alimentação que se en- massa é um potencial bem mais
volts. contravam normais. Em seguida
. medimos a tensão de OFF-SET positivo que -42 volts). Como este
Este amplificador possui uma fonte de + 42
resistor aquecia levemente, achamos
volts e de - 42 volts, sendo que o objetivo dos (zero volt) da saída e encontramos
em torno de zero volt (mas o conveniente que o zener de 4,7 vol,ts
transistores de saída, quando em repouso, é de
multímetro digital ficava variando fosse levantado, pois poderia estar
drenar uma pequena corrente, da alimentação do +
aleatória mente. Como a lâmpada em eom fuga. Não deu outra, a tensão de
42 volts ao - 42 volts, o que resulta (em relação a
massa) em uma tensão de saída de cerca de zero série não acendia, não havia con- base de Q 7 apareceu. Substituido,
volts. Como os alto-falantes deverão ser conec- sumo e como também não havia conseguimos obter uma tensão
tados a massa, cujo potencial também é de zero amplificação, o sinal estava sendo próxima a de zener, mas a tensão de
volts, podemos dizer que pelos alto-falantes, não interrompido em algum ponto. Re- saída havia caído para - 35 volts
solvemos começar a análise pela
haverá circulação de corrente. Ao injetarmos um (lâmpada em série continuava
malha de baixo, começando pela
sinal, ocorre uma excitação da malha de cima e apagada), o que não era preocupante,
medição da tensão de base e emissor.
posterionnente da malha de baixo, produzindo
de Q2 que estava apresentando uma I
pois a ma ha de ba ixo do a m-
uma variação de tensão na saída, e consequente- tensão de -42 volts nos dois ter- plilkador, passou a conduzir, mas a
mente uma corrente alternada no alto-falante, de cima, provavelmente estava em
minais, logo, não havia polarização
movendo seu cone para frente e para trás. A prin- corte.
para este transistor. Fomos então
cipal deficiência deste amplificador é que se a para a medição das tensões de Começamos portanto a análise da
tensão de saída, por um defeito de fuga de transis- base/emissor do transistor Q4, onde malha de cima do amplificador, e
tores ou resistores, etc., sair do zero volts do encontmmos cerca de zero volts nos
verificamos que os transistores Ql,
repouso, haverá uma corrente contínua circ,ulante dois terminais, o que também com-
pelos alto-falantes, o que os leva ao aquecimento Q3 e Q8, estavam cortados, o que
provava falta de polarização. Como
e queima da bobina móvel. Portanto aqui vai uma pode ser confirmado, pela tensão de
sua polarização é dada por Q7, resol- 42 volts encontrdda na base e emis- '
regra geral para amplificadores com fonte vemos medir a tensão de 'base do
simétrica: sor de Q8. Desconfiamos também
mesmo, onde encontramos - 42
- Nunc<I ligue as caixas acústicas, enquanto a volts, o que também comprovava o que nesta malha o diodo zener (entre
tensão de saída não se estabilizar em zero volts. corte do mesmo. A polarização para base e emissor de Q 8) poderia estar
em curto, o que a acabou se confir-
42V mando com sua retirada do circuito.
6 Substituido, ainda tivemos um outro
problema, pois a tensão de zero volts
da saída, ainda se apresentava leve-
mente positiva, em torno de 2 volts.
Atuando no trimpot de ajuste de O
volt, não obtivemos sucesso, pois a
tensão de saída particamente não
variava.
Medindo-se a tensão de base do
transistor Q 11 obtivemos 1,5 volts,
enquanto no emissor 1,1 volts, o que
justificavam seu corte, o que cortaria
também o transistor Q 10, Q8, Q3 e
Ql, e que deveria fazer a tensão de
saída cair obrigatóriamente. Resol-
vemos dar um curto base/emissor
deste transistor e para nosso espanto
a tensão de saída (2 volts) não se
alterou. Estava confirmada uma fuga
no transistor Q 11. Substituído, o
amplificadorpassou a funcionarnor-
malmente .•

78 SABER ELrnÔNICA NO233/92


BOSCHMIAMI
auto-reverse e auto-stop
Mário P. Pinheiro

Os aparelhos Bosch cada vez mais dominam mos para os técnicos mais ex- Podemos ver pela diagramação
o mercado de auto rcÍdio e toca-fitas, apresen- perientes. Trataremos aqui da geral mostrada pela figura 1, que o
tando bom visual e um desempenho satisfatório. área de controle automático do circuito de controle é composto por
Baseados em tecnolowa U1aupunkt (Européia), toca-fitas com auto-reverse e dois circuitos integrados, uma saída
possuem
t áreas relativamente complexas mes- auto-stop incorporados. de transistores e algumas chaves
diretamente ligadas a mecânica e ao
painel frontal (acessíveis ao
usuário). O circuito integrado V1404
1
RÁDIO fFITA AL IMENTAÇÃO PARA RA'DIO
(TDA 1506), tem como função con-
trola r a velocidade do motor, chavear
a alimentação para o pré-ampli-
SENSOR ÓPTICO
ficador de ca beças e sistema de
rádio, além de acionar o auto-stop e
o auto-reverse. Já o circuito in-
tegrado V 1402 (LM339), trata-se de
quádruplo amplificador com-
parador, trabalhando no circuito de
diversas fonuas, ligadas ao comando
+ 12V de auto-reverse~ Ligados cxterna-
4 mente ao circuito, podemos ver dois
solenóides, chamados no esquema
elétrico de relés, que tcm como ob-
jctivo manter a fita em seu compor-
tamento (L 1401) e acionar a
mecânica, para assim, conseguir a
reversão da fita (L 1400). Temos
também o sensor óptico, que indica
+ o giro da fita. Analisaremos deta-
CHAVE PROGR AMA
Ihadamente cada uma destas áreas.
4 15

\
ACIONAMENTO DE
•• PLAYBACK

Analisamos esta etapa baseados


no esquema da figura 2. Quando a
fita é inserida elu seu compartimen-
CI
V1402 to, a l~have H 1403, será pressionada
levando um lúvel ba"ixode tensão ao
+ pino 14 do integrado V 1404.
Através de uma polarização interna
que ocorre dentro do CI, a tensão no
14 9 18 pino 4 e 5 do mesmo cairá, produzin-
do uma circulação de corrente pelo
motor, fazendo-o girar. Os pinos 6 e
FORMACÃO DO PULSO 7 do circuito integrado, trabalham
PARA REVERSAO em um sistema de realimentação ou
REVERSÃO PARA O MODO
REWIND (RETROCESSOI
seja, para que o motor gire mais
rápido, a tensão nos pinos 4 e 5
devem cair e em conseqüência disto
a tensão dos pinos 6 e 7 também, o
que faz por realimentação, um

SABER ELETRÔNICA N9 233/92


aparelho o capacitor C 1414 está des- cuito integrado flash de luz que
acabam incidindo no foto transistor.
2 carregado; durante sua carga a
H1403 tensão no pino 6 e 7 do circuito in- Considerando que o foto transistor,
C14~
14~ R1445
I CHAVE RÁDIO/FITAl tegrado estará em nível alto, possui seu emissor ligado à massa,
forçando uma tensão mais baixa nos quando não houver luz incidente, o
pinos 4 e 5, conseguindo assim maior mesmo estará cortado, permitindo o
CI torque inicial no motor. resistor R 1434, polarize com um
V1404 nível de tensão de 12 volts, a entrada
SENSOR DE AUTO-STOP .(pino 15) do circuito integrado
V 1404 (acionador do motor). Logo
E AUTO-REVERSE em seguida o foto transistor (V
1406), receberá luz, o que fará
Para que tudo funcione bem, não saturar, desviando toda a corrente
basta apenas que o motor gire, pois para a massa, resultando em uma
aumento de tensão nos pinos 4 e 5. Isto funciona existe uma mola que impulsiona a tensãD de zero volt no pino 15 do CI
como um circuito de estabilização, pois deve fita para fora. Será necessário porém 1404. Estas variações de tensão
manter sempre a mesma velocidade do motor que o relé (solenóide), trava que é o serão integradas no capacitor C
sempre constante, compensando inclusive 1401, conforme mostra a figura 3, 1411, resultando em uma tensão
alterações de consumo de corrente. A velocidade seja acionado e se mantenha assim. média que possibilitará que o pino 2
básica do motor é ajustada em R 1442, que vai Para isto, deverá sair do pino 2 do do circuito integrado se mantenha
com um nível de tensão alto, per-
mitindo que a fita se mantenha em
seu compartimento. Caso a tensão
3 integrada em C 1411, seja muito alta,
C14gs 9+ 12V
CI ou muito baixa, haverá o acionamen-
V1404

+12V
to do auto-reverse, e logo emseguida
15 2
se o carretel não começar a girar o
R1434
acionamento do auto-stop, indo a
zero volts o pino 2 do circuito in-
6.2V tegrado V 1404, cortando o transistor
V 1405 desenergizando o solenóide,
o que provoca a expulsão instantânea
da fita do compartimento.
A ejeção da fita poderá ser feita
I-H210l"
ma nua Imente, mesmo que o ca rretel
T V1406 CHAVE EJECT (onde está o sensor óptico), não pare
de girar. Isto é possível através da
I ACOPLADOR OPTICO i chave eject, que está no painel de
controle do aparelho. Um ponto
desta chave está ligado à massa en-
modificar exatamente a tensão de refirência que' circuito integrado uma tensão de quanto que o outro ponto vai ligado
a base do transistor via R 1439.
entra no pino 6 e 7, conseguindo-se com isto a nível alto (perto de 12 volts), que irá
Quando a mesma é pressionada, a
alteração da tensão do pino 4 e 5 (alterando a saturar o transistor V'1405, e
polarização proveniente do pino 2
velocidade do motor). Como a realimentação .conseqüentemente manter acionado
o solenóide L1401. Esta tensão no (circuito integrado Vl404), será des-
trabalha de modo inversamente proporcional à viada para a massa, não atingindo a
saída de controle, podemos dizer que se a tensão pino 2 do circuito integrado só será base de V 1405, desligando o
do pino 6 e 7 cair, a tensão na saída (pinos 4 e 5) mantida por 2 segundos, até o sensor solenóide L 1401.
óptico V 1406 começar a funcionar.
subirá e vice-versa. No instante que ligamos o·
. Este sensor possui um foto transistor
e um foto diodo, que não se co- A COMUTAÇÃO
municam internamente no circuito FITNRÁDID-
4 integrado, mas sim através de uma
~ BAIXO DO CARRETEL
retlexão externa, que é possível pois Como dissemos anterionnente,
~ ""'"' 00 "00 " em um dos carretéis (eixo que possui para que o motor passe a girar, a
um encaixe de tracionamento da
chave H 1403 deve ser pressionada.
NORMAL EM. RELAÇAO AO fita), existe uma pintura no lado de Além disso, a mesma se manter pres-
SE N S OR
baixo dos mesmos, que se carac- sionada ou não, definirá os níveis de
QARRETEL EM SUA POSICÃO
teriza.pela coloração escura e clara tensão no pino 10 e 11 do circuito
(veja figura 4). Com isto, quando o integrado V 1404. Acompanhe o ex-
carretel estiver girando, será planado pela figura 5.
~~~ ~---- FOTO
COM
TRANSISTOR
FOTO 01000
SENSOR ÓPTlCO E
. retletida (pintura clara) ou não (pin-
tura escura) a luz enviada pelo foto
a) Funcionamento do playback:
quando a chave Hl403 está fechada,
diodo retletindo para dentro do cir- vai um nível de tensão baixa para o
80 SAB~R RrnÔNICA N°233/92
deverá estar em seu compartimento
5 e ainda girando. Isto pode ser notado

ç
ALIMENTAÇÃO PARA 4M
se considerámlOs que deverá haver
praticamente 12 volts no pino 2 do
circuito integrado V 1404, para esta
situação especificada. Com isto,
podemos dizer que haverá os mes-
mos 12 volt,> no lado de cima do
rFMo
~ resistor R 1404, que possibÜitará
C2001-- ALIMENTAÇÃO PARA FM a polarização dos transistores
:J: V 1401/1400 e assim acionar o
R1445
solenóide de reversão (L1400).
Antes de explicar o fun-
11 cionamento da reversão, é i.mportan-
C I
V 14 04
te que se destaque o funcionamento
do circuito integrado V 1402,
definido como quádruplo com-
parador diferencial de tensão, sendo
que um de seus comparadores inter-
pino 14 do CI V 1404, quc tcndc a dcixar o pino OS DIVERSOS MODOS nos está diretamente ligado ao
10 com uma tcnsão acima dc 7 volts. E,>tatcnsão acionamcnto manual da reversão.
DE FUNCIONAMENTO
Cada uma destas quatro divisões in-
passará por R 2026, scndo estabilizada no diodo . DO AUTO REVERSE
ternas possuem duas entradas, sendo
zcncr O 2030, pcnllitindo a polarização do transis- uma inversora e outra não inversora
tor V 2022 saindo pclo cmissor uma tcnsão es- e uma saída que poderá assumir dois
tabilizada de 6,2 volt,> quc polari:l.ará o circuito
o circuito de reversão estados, um direito à massa e outro
automática, podcrá ser feito por de coletor aberto. Na figura 7
intcgrado V 1204(pino S), quc nada mais faz do
divcrs~s malhas, desde a manual até
qu'c pré amplifica.r c cqualizar o sinal da fita. a automática. É interessante notar podcmos ver uma diagramação de
Ao mcsmo tcmpo, o pino 11 ficará com um um dos compara dores internos deste
quc para sc produzir a reversão da circuito integrado.
nível dc zcro volt, cortando a polarização e o fita o motor não girará ao contrário e
funcionamcnto do rádio. sim será produzido uma movi-
b) Funcionamcnto do rádio: caso a fita seja mentação do sistema mccânico, a
rctirada de scu compartimcnto, a chave H 1403 fim dc possibilitar uma tração em 7
ficará abcrta, altcrando a tensão incidente no pino sentido oposto. O movimento
mecânico scrá rcalizado pelo
14 do circuito intcgrado V 1404, provocando uma acionamcnto do solenóide L 1400. O
tensão de nível baixo no pino 10 (cortando o circuito complcto de acionamento do
amplificador cqualizador da cápsuÍa magnética), c modo auto-reverse, é mostrado na
ao mesmo tempo uma tcnsão alta no pino 11, que figura 6.
irá polarizar o transistor V 2001, pcrmitindo assim a) Acionamento manual de
que alimentação seja levada aos cstágios de sin- rcvcrsão: para que possamos a
tonia de AM e FM. acionar o solenóide de reversão, fita

+ 12V 6

L1400
RELE' REVERSE Em primeiro lugar, con-
sideramos que temos uma tensão de
CI 6,2 volts aplicados na entrada inver-
V1404
sora (pino 6) deste circuito integrado
(V 1402), e que no pino 7 entrará a ,
tensão do modo playback, ou seja 6,2
volts. Considerando que a entrada
não. inversora possui uma tensão
maior que a tensão da entrada inver-
sora resultará que a entrada não in-
versora, comandará a saída, ou seja,

SAB~R R~RÔNICA NO233/92 61


teremos na mesma, nível alto (pino 1). Este pino massa (pino 14 do V 1402 com zero 9 do integrado. Assim mesmo que o
do circuito integrado V 1402 está conectado à urna volt). Agora o pulso positivo pulso proveniente da chave de
chave de programa (B2102), que tem como ob- proveniente da chave de programa, programa seja muito rápido, o cir-
jetivo causar o acionamento do solenóide de fará com que a tensão no pino 9 do cuito integrado se manterá
reversão (L 1400). O motivo da utilização de um integrado ultrapasse a tensão do pino polarizado via realimentação de sua
comparador para levar o nível alto a uma chave 8, produzindo assim, no pino 14 uma saída para sua entrada, até a carga
reside no fato de que este circuito atua como um elevação de tensão, permitindo ao completa de C 1401.
temporizador, ou seja, para que o solenóide (L R 1404 polarizar os transistores b) Acionamento automático da
1400) seja acionado, será necessário que o transis- V 1401 e V 1400. Apesar disto, o reversão ou stop: o processamento
tor V 1400 sature, causando obviamente a descarga solenóide deverá ser excitado pelo do auto-reverse ou do auto-stop,
de C 1402, que logo após o corte de V 1400, inicia mínimo de 0,5 segundos, para que o estará diretamente ligado ao sensor
um processo de carga que se estenderá por um solenóide tenha boa força pa ra óptico, produzindo em primeiro
segundo. Neste meio tempo, a tensão de saída garantir que a mecânica se posicione lugar um auto-reverse nas pa radas do
(pino 1), do integrado V 1402 vai a massa, impos- no ponto certo. Assim, o circuito sinal proveniente do sensor e caso
não haja a movimentação da fita
neste meio tempo, será dado o stop
+ 12V
automaticamente. Vejamos pela
8 . figura 8, o processamento deste con-
trole.
Qua ndo a fita chegar ao seu final,
não serão enviados 'mais pulsos para
o pino 15 do integrado V 1404, assim
o primeiro pino a apresentar uma
R1422 alteração será o pino 1 deste in-
+ 12V
tegrado que passará para nível baixo
de tensão (praticamente zero volt).
CI Podemos ver que possuímos um.ter-
V1404 ceiro comparador baseado no
circuito integrado V 1402. Con-
siderando que a entrada não inver-
15 sora possui uma tensão de
aproximadamente 9,5 volts e que a
entrada inversora possui um poten-
cial de praticamente 12 volts (quan-
do a fita gira normalmente),
podemos dizer que no pino 2 deste
circuito integrado apresenta uma
tensão muito baixa (praticamente
R 1424 levado a massa). Considera n-
do agora que a fita está parada, a
tensão no pino I do V 1404 cairá
fazendo com que a entrada inversora
fique momentaneamente com um
potencial mais baixo que a entrada
não inversora, levando a saída do
circuito (pino 2 do V 1402), a um
nível alto. Este nível fará o diodo D
1409 conduzir, aumentando rapida-
sibilitando novo acionamento do auto-reverse, en- conta com uma ma lha de mente a tensão do pino 9 do in-
tegrado V 1402 que passará a
quanto a tensão no pino 7 não ultrapassar 6,2 volts. realimentação positiva (C 1401 e D
funcionar ,como descrito anterior-
Para terminar toda a explicação do acionamen- 1405), que garante a excitação do mente em auto-reverse manual.
to da reversão manual, podemos dizer que se a mesmo por um tempo determinado.
O funcionamento se baseia na idéia Com o acionamento da reversão,
chave programa (B 2102) for pressionada durante
o solenóide movimentará a mecânica
a fita em movimento, Ocorre a carga dos de que quando o circuito está em
e com isto a chave H 1400 (chave de
capacitores C 1416 e C 1407, em que suas cargas repouso, o capacitor C 1401 está des-
programa), ficará em cima ou em-
rápidas produzirão um pulso positivo no anodo do carregado (pino 14do integrado com baixo, como especificado no
diodo D 1410, que conduzirá, elevando a tensão no zero volt), mas quando o pulso esquema elétrico. Esta chave tem
pino 9 do circuito integrado comparador V 1402. positivo chega, a tensão no pino 14 dupla função, sendo uma delas de
Considerando que este pino normalmente está com sobe, iniciando a carga de C 1401, polariza r determinada tensão do pré-
3,9 volts, e que a tensão na entrada inversora está que no momento da carga se com- amplificador de cabeças.
em 6 volts, resultará na saída (desconsiderando o . porta como um curto, elevando a Considerando o que foi dito ante-
pulso positivo no pino 9), em uma tensão baixa, tensão no anodo de D1405 e riormente com respeito ao aci-
desviando toda a corrente circulante por R 1404 a conseqüentemente a tensão do pino onamento do rádio ou playback, se

SABER ELETRÔNICA NO299/92


também excitando o motor para uma
9 maior velocidade, mas no mesmo
sentido que o anteriormente dito.
Vl404
Para que a fita possa retomar, será
necessária que a mecânica mude seu
13 sistema de tração, conseguindo-se

= CORTE DO ACIONAMENTO MANUAL DE


assim tracionar a fita no outro sen-
tido. Quando a chave H 1401 é pres-
sionada, o pino 10 do circuito
integrado V 1402, irá para nível
baixo, obrigando sua saída (pino 13),
a ir para nível alto. Com isto o
capacitor C 1404 começaráa ser car-
regado via D 1408, o que elevará o
nível da tensão incidente no pino 9
do circuito V 1402 obviamente
elevando a tensão em sua saída e
acionando o solenóide. É necessário
que se observe aqui, que o solenóide
aciona apenas por meio segundo,
retomando após ao repouso, mesmo
que a tecla de retrocesso se mantenha
apertada. Assim, consegue-se
torna ,<:Iaro que a tendêt\l"ia de V 2022 seria afasta rá as cabeças magnéticas da reverter a mecânica e tracionar a fita
polarizar simultaneamente os transistores V 2021 fita conforme mostra a figura 9. Ao no outro sentido, além disso, o motor
e V 2020. mesmo tempo haverá dois processos
se mantém em rotação alta (chave H
Considerando que, a cabeça magnética de um elétricos ocorrendo. Considerando
1401 apertada).
toca-fitas auto-reverse é formada normalmente por que o diodo D 1418 está ligado ao Quando chegarmos no posicio-
dois conjuntos (L e R), que lê o sinal da fita em pino 13 do circuito integrado V na mento da fita esperado desligamos
uma direção e outro conjunto (também em L c R), 1404, quando a chave H 1402 for a chave H 1401, elevando a tensão
que lê o sinal da fita em outra direção. Caso se acionada (através do movimento no pino 10 do' circuito integrado
mantenha polari;r.ado os dois conjuntos, ocorre a mecânico), o pino 13 do circuito in- V 1402, e conseqüentemente levan-
reprodução simultânea do si nal norma Ijunta mente tegrado irá para um nível baixo do sua saída a um nível baixo, que
com um sinal de áudio rodando invertido (outra (aproximadamente 0,6 volt), tensão pode ser considerado o norma I. Mas,
pista), formando uma total confusão. A~sim, esta que obrigará o motor a aumentar sua considerando que anteriormente o
chave H 1400 manterá apenas um dos sub-transis- velocidade, através da queda da pino 13 do integrado estava sendo
tores polarizadores com tensão de emissor, atntvés tensão dos pinos 4 e 5 (como visto mantido em nível alto (acionamento
do posicionamento da chave. Além disto, caso a anteriormente). Além disto, será en- do REW), agora o mesmo passa para
mel'ânica não consiga se posicionar satisfatoria- viado também um nível baixo, via D nível baixo, possibilitandoa carga de
mente, a chave não se ligará nem de um lado nem 1417 ao pino 7 do circuito in- C 1403, e a conseqüente queda da
de outro, possibilitando a polarização do transistor tegrado V 1402 inibindo o comando tensão. do pino 8 do integrado
V 1403, que saturará cortando os .pulsos enviados de reversão durante este modo de V 1402, produzindo novamente um
pelo sensor óptiro até o pino 15 do circuito in- trabalho. pulso positivo na saída deste circuito
tegrado V 1404 produzindo após a tentativa de O funcionamento do retrocesso integrado acionando o solenóide, o
reversão, um auto-stop.
da fita já é muito mais complexo, que colocará a mecânica no sentido
pois trabalha em conjunto com a anterior ao pressionamento da chave
reversão para se obter resultados REW.
AVANÇO E satisfatórios. Esperat{los que os esclarecimen-
RETROCESSO RÁPIDO
Quando acionamos a chave tos acima sirvatÍl de ajuda ao técnico
REW (REWIND), H 1401, através para o esclarecimento de uma série
Quando quisermos produzir um efeito de do pressionamento da chave de defeitos que poderão ocorrer
avanço rápido deveremos apertar a chave FF mecânica, estamos produzindo o neste estágio de controle cuja com-
(FASTFORWARD) H 1402, queselldo mecânica, corte da função reverse manual, e a plexidade é relativamente grande.

.....
..............
...........................
';,.,-.-.-
.................. ','

SABER ELETRÔNICA NO233/92


,..,

AVALIAÇAO
ELETRÔNICA ÁUDIO-víDEO

Começamos aqui a publicação da avaliação geral de eletrônica e áudio-vídeo, que servirá como um
esclarecimento e até uma preparação para a próxima avaliação que ocorrerá em 1993. Neste número
abordamos uma parte da seção teórica da avaliação de eletrônica geral. Para maiores detalhes sobre a
avaliação veja pág. 88. As respostas estarão na próxima edição, com mais uma nova série de avaliação.

1. No estudo da estrutura da b) 10 mA
OPTO - ACOPLADOR
matéria, corpo é definido como: c) 500 mA
a) Um agrupamento de átomos que I d) 1 A
formam uma substância ' 20V

b) A menor parte que podemos dividir 7. Para a figura 1, se mover-mos


uma substância simples sem que ela o cursor do trim-pot (TP1) de "B' para
perca suas características químicas liA",podemos afirmar que se a tensão
c) Uma quantidade limitada de no ponto "C", em relação ao terra:
matéria a) Irá aumentar
d) Tudo que existe e ocupa um lugar b) Irá diminuir
no espaço, Fig.1 c) Não irá se alterar
d) N,DA

2. Trabalho é definido como: 8. Ainda para o circuito anterior, .


a) O efeito de deslocamento de um para uma dada posição de TP 1, caso
COMUM :COMUM
corpo que requer algum esforço a resistência R 1 se altere para o
o o: dobro de valor ohmico, podemos afir-
b) Uma ação na tentativa de mover
um corpo
c) É a capacidade que um corpo pos-
12V
---~--------
NA NF

-
NA - NF:
~~~(~---------\-1 - :
__ .J c
SAlDA
.
mar que a tensão no ponto "C":
a) Irá aumentar
sui de realizar trabalho b) Irá diminuir
d) ND,A c) Não irá se alterar
d) N.D,A

3. Os materiais germanlo,
9. O próximo circuito (figura 2)
alumínio e baquelite, são respectiva- Fig.2 funciona como um:
mente:
a) relé de ação retardada
a) Maus condutores, semicondutores
b) Um temporizador (tipo monoes-
e condutores 5. A coparticipação de elétrons
tável)
b) Semicondutores, condutores e entre dois ou mais átomos, vista prin-
c) Um tipo astável
maus condutores cipalmente no estudo de semicon-
d) ND.A
c) Condutores, semicondutores e dutores, é chamada de:
maus condutores a) Ligação bivalente
d) Semicondutores, condutores e b) Ligação covalente
10. Ainda na figura 2, caso a
lâmpada (LP1) queime, teremos:
condutores c) Ligação trivalente
a) O V c.c. no ponto "8" e O V c.c. no
d) Ligação iônica
ponto "C"
4. Chama-se curto-circuito: b) 12 V c.c. no ponto "8" e O V c.c. no
a) O caminho de maior oposição para 6. Qual a corrente que passa por ponto "~"
o fluxo de elétrons em um circuito uma resistência de 100 Q, que possui c) O V c.c. no ponto "8" e 12 V c.c. no
,b) O sentido real que a corrente em paralelo a ela, outra resistência de ponto "C"
elétrica assume 100 Q, e ainda associadas em série d) 12 V c.c. no ponto "8" e 12 V c.c.
c) Uma lâmpada que coloca~se em a estas outras resistências de 100 Q. no ponto "C"
série ao aparelho, visando protegê-Io Para uma tensão total aplicada no
de altas correntes circuito de 30 V c. c.: 11. Em corrente 'alternada a
d) N.D.A a) 100 mA freqüência é:

84 SAeER ELETRÔNICA N° 233/92


a) Classe A
b) Classe B 01 Rl
c) Classe AB
d) Classe C

sinal
16. Quando dizemos que um
está em fase com o outro,
signfica que:
a) Eles estão a 90° um do outro
\
b) Eles estão a 3600 um do outro OZl

c) Eles estão a 1800 um do outro


d) N.D.A jREOE
Fig.3
17. O amplificador classe G,
pode ser usado como: Fig.5
a) O tempo necessano para a
a) Retificador de onda completa
excursão completa de um ciclo da
forma de onda b) Multivibrador biestável
b) O motor irá mais lentamente
c) Multiplicador de freqüência
b) O número de ciclos que ocorrem c) O motor irá parar
d) N.D.A
em um segundo d) A rotação do motor não irá se
c) Uma parte completa da forma de alterar
onda que se repete sucessivamente
d) A forma com que a tensão ou a
22. Ainda sobre o circuito, caso
corrente variam no tempo
o diodo 01 abra:
12. O períodode um sinal, que a) O motor irá disparar
possui uma freqüência de 0,250 Hz b) O motor irá párar
éde: c) O motor irá girar para ambos os
a) 4 s lados
b) 0,5 s d) A análise do efeito desta falha, não
c) 0,4 s pode ser determinada
d) 2,5 s
Fig.4
13. Se tivérmos em mãos um
23. Para o circuito abaixo (fig. 6),
caso a resistência R2 se altere,
amperímetro com fundo de escala de
18. O oscilador da figura 3 é do podemos afirmar que:
20 mA e resistência de 1,2 Q, para
tipo: a) A freqüência do sinal de saída irá
que possamos alterar seu. fundo de
a) Collipitts aumentar
escala para 100 mA, deveremos as-
b) Hartley
sociar a este, uma resistência "Shunt" b) A freqüência do sinal de saída irá
c) Clapp
de: diminuir
d) Astável
a) 2,4Q c) Não haverá alteração na
b) 0,3 Q freqüência do sinal de saída
c) 0,24 Q
19. O circuito da figura 4 é:
d) A amplitude do sinal I de saída irá
a), Um multivibrador divisor de fre-
d)0,12Q diminuir
qüências
14. Para projetarmos um b) Um disparador Schmitt
voltímetro que meça tensóes de até c) Um multivibrador RIS
50 V c.c.· e tendo em mãos um d) Um monoestável
amperímetro de resistência de 40 Q e
fundo de escala de 500 mA, devemos 20. A calibração do receptor AM
associar a este uma resistência de: comercial, deve começar:
a) 50Q a) Pela etapa de RF
b) 25 Q b) Pela etapa FI
c) 5Q c) Pela etapa osciladora
d) 450 Q d) N.D.A

15. Qual a classe de 21. No circuito (fig. 5), caso o


amplifícação que possui o melhor resistor R2 triplique seu valor ohmico: Fig.6
rendimento de potência: a) O motor irá girar mais rapidamente

SABER EL.ETRÔNICA Nº 233/92 85


Mário P. Pinheiro

Qual
" Os esquemas publicados fazem parte

eo das avaliações de análise de defeitos


da CTA Eletrônica, e sáo baseadas
em equipamentos reais do mercado.
Encontre apenas através das tensões

e
Indicadas nos clrculos, o
componente defeituoso. A análise do

culpado defeito, bem como o componente


defeituoso, será publicado na
próxima edlçáo.

Apresentamos a seguir a análise


dos defeitos, publicada na edição an- 1) Fonte alta - nada esquenta.
terior (SE Nº 232).
1) CAPACITOR C 7L2 COM FUGA.
Considerando que temos os transis-
tores Q 7L 1 e Q 7L2· bem polarizados,
podemos dizer que o defeito poderia se
encontrar no estágio de entrada. De
acordo com o enunciado" pequena luz
incidente sobre o foto diodo", podemos
concluir que o mesmo está conduzindo
o suficiente, pois apresenta em seu
catodo uma tensão de 3 Volts. Com
esta tensão de coletar, R 7L1 deveria
estar polarizando o transistor Q7LO,
mas isso não ocorre, pois a tensão de
base do mesmo se encontra com 0,1
volts. Poderíamos ter aqui, duas pos-
sibilidades, sendo o resistor R L1 al-
terado, ou o capacitor C 7L2 com fuga. 2) Saída aquece; som distorce.
Considerando que mesmo o resistor .
alterando para um valor bem maior,
deveríamos ter a tensão de' base de Q
TBI
7LOfixada em 0,6 Volts. Ficamos então Q6
I (!llVI
com a possibilidade mais lógica, C7 L2 (o) C31
BC140
I
com fuga, despolarizando o transistor.
220nF
I
lbl R57
560il I
2) TS' 405 COM FALTA
GANHO. Considerando que temos a
DE I
I
saída de som com 8,2 Volts (tensão 1,2000mV
maior que meio V c.c.) e que o
amplificador não está esquentando, IL
podemos dizer que o problema se en-
contra na parte de baixo do
amplificador (entre as polarizações dos
transistores TS 405 e TS 403), estando
TS 405 com menor polarização.
Conferindo-se as tensões das ma-
lhas de polarizações, que levam à base
de TS 405 a massa (via R 517, R 515
e alto-falante), podemos concluir que
todas elas se encontram normais, não
indicando o porque da despolarização
de TS 405. Portanto, já que todas as
polarizações estão perfeitas, e o tran-
sistor TS 405 não conduz
satisfatóriamente, o mesmo apresenta
falta de ganho.
86 SA6EA EL.ETRÔNICA NQz~~/e2
3) R 115 ALTERADO. Podemos ver
que a fonte de alimentação se en- 3) Motor com rotação rápida. - 08S: tensão sobre o motor para
contrava baixa (9 Volts), e que o zener rotação normal = 4 V - SK 18 está aberta.
DZ 112 está com a tensão normal. A
I
queda de tensão na saída da fonte de
alimentação, deveria forçar a tensão no
divisor resistivo a cair (R 112, R113 e
R 111), provocando assim, uma maior
condução do transistor TS 112.
Com a tensão resultante em seu
coletor (0,6 volts), não dá para concluir
se o mesmo está conduzindo mais ou
menos, mas observando a tensão no
coletor de TS 111 , podemos ver que ele
está conduzindo bem, pois apresenta
uma tensão de 1,3 volts em seu coletor.
Considerando que temos um resistor
de 220 W, entre TS 110 e TS 111"
podemos dizer que o mesmo está al-
terado, pois o mesmo é responsável
pela polarização direta de TS 110.•

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l00HS
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19:00 HS
INíCIO
ÀS
ÀS
l<'EV.93
27
80HS
12
80ÀSHS
tis
HS
21/11192
04/07/92
19112/92
10/06/92
01106/92
25/08192
21111192
05/12/92
24/09/92
30/09/92
05/10/92
29/06/92
09/09/92
25/06192CURSO
22:()(
13:00DIAORELLANA
19:00
13:00
19:00
22:00
08110/92
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MANUTENÇÃO,ISTO,
I
BENEFICIA O ALUNO, ALÉM DE MELHORAR
ENTREGA DE PRÊMIOS "",

DA
" AVALIAÇAO
" DE
AUDIO-VIDEO
Realizou-se no dia 8 de maio de 1992, nas
dependências da Escola CTA Eletrônica, a
entrega qos prêmio§ referent~s a avaliação de
RESULTADO FINAL GERAL
ELETRONIÇA E AUDIO- VIDEO, contando
com a presença de Hélio Fittipaldi, diretor 1 - ELMO MÁRCIO FERREIRA (158 pontos) = Osciloscópio
presidente da Revista Saber Eletrônica e New- duplo traço, bolsa integral CTA Eletrônica, Assinatura Saber
ton C. Braga, diretor técnico da mesma, além Eletrônica e um livro.
da participação de Fernando Silva repre- 2 - SETH DE ASSIS SILVA (150 pontos) = Super-Bancada,
sentando a empresa A.M.J.F e Diatron, bolsa integral CT A Eletrônica, Assinatura Saber Eletrônica e um
fabricante de instrumentos para a área de livro.
manutenção. A entrega foi presidida por 3 - MARCELO DIAS DE OLIVEIRA (150 pontos) = gerador
Mário P. Pinheiro, coordenador de cursos e
de barras Diatron, bolsa integral CTA Eletrônica, assinatura
organizador da A VALIAÇÃO. OS prêmios Saber Eletrônica e um livro.
mostrados na tabela de classificação ao lado,
foram cedidos gentilmente pela Editora Saber 4 - MÁRCIO TOMA (147 pontos) = testador e recuperador de
e Saber Componentes (assinatura da revista cinescópio Diatron, Bolsa de Estudo CTA Eletrônica, assinatura
Saber e um livro.
Saber Eletrônica, livros e multímetro
analógico), Diatron (gerador de padrões e 5 - EDSON FERREIRA DA SILVA (144 pontos) = multímetro
reativador e teste de cinescópio), AMJF digital c/capacímetro, bolsa de estudo CTA Eletrônica, as-
(osciloscópio emuItímetro digitais), e CTA sinatura Saber e um livro.
Eletrônica (bolsa de estudos integra.is além de 6 - ESTANISLAU E. P DE OLIVEIRA (132 pontos) =
uma super bancada). A , multímetro digital, bolsa de estudo CTA Eletrônica, assinatura
A avaliação de ELETRONICA e AUDIO- Saber Eletrônica e um livro ..
VÍDEO, se realizou em 31 de janeiro, 1 e 2 de 7 - FIDEL PATRICE FERREIRA MARTINS (127 pontos) =
fevereiro do corrente ano, contando com a multímetro analógico, bolsa de estudo CTA Eletrônica, as-
presença de técnicos de várias cidades do sinatura Saber e um livro.
Brasil, que passaram por rigorosas avaliações
8 - ARNALDO ANTONIO DOS SANTOS (124 pontos) =
teóricas e práticas, abrangendo as áreas de
Bolsa de estudo CTA Eletrônica, assinatura Saber Eletrônica e
eletrônica, som, televisores e vídeo-cassetes, um livro.
o que acabou resultando em um índice técnico
final muito bom para os primeiros colocados. 9 - CARMEL E. A. BARBUSCA (122 pontos) = Assinatura
Para maior familiarização sobre o que é Saber Eletrônica e um livro.
esta aval iação, começamos a partir deste mês, 10 - MARCOS RODRIGUES SANTOS (110 pontos) = As-
a publicação da avaliação de eletrônica e sinatura Sàber Eletrônica.
posteriormente em outras edições as restantes,
para que o técnico de manutenção possa se
preparar satisfatóriamente par a a avaliação do
ano de 1993. primeira avaliação geral de lugar, ficando a frente de muitos
áudio-vídeo, ocorrida em meados técnicos de larga experiência. A
O objetivo desta avaliação é promover os
bons técnicos que existem neste ramo além de de 1991. Outro que se destacou, partir deste ano a preparação para
suas assistências técnicas, e de formar um ficando em segundo lugar, foi a terceira avaliação continuará a
GRANDE BANCO DE DADOS E SETH DE ASSIS SILVA, da
cargo da CT A Eletrônica
INFORMAÇÕES para todo o Brasil, for- cidade de São José dos Campos,
recebendo o apoio completo da
necendo as empresas industriais ou comer- ficando com a mesma pontuação
final de MARCELO DIAS DE Revista Saber Eletrônica, o que a
ciais, profissionais de eletrônica já tornará de conhecimento
previamente testados e com nível técnico bem OLIVEIRA, posições que foram
acima da média normal. Com respeito a definidas na avaliação de vídeo- Nacional, abrangendo todos os
colocação final da ava~iação, temos a destacar cassete. A revelação deste ano, Estados do Brasil. Acima é
o campeão, ELMO MARCIO FER.REIRA, da foi o Nissei MARCIO TOMA, mostrada a classificação dos dez
cidade de São Paulo, que na realidade é bi- que sem participar da avaliação melhores da avaliação, bem
campeão, pois foi também vencedor da anterior, conseguiu o quarto como, os prêmios recebidos. O
88
SABER ELETRÔNICA Ni 233/92
-
_____
TRIM-POT's -
- 5MS02RA3
TRIACS
NE2TRANSISTORES
...J
I
I
TIC
(1
C04516
CD4072
CD4071
CD4070
CD4086
CD4093
C04077
CA3065
CA3059
AN7410
AN7311
AN7130
AN7110
CD4556
CD4555
CD4511-2460
DISPLAY
MC145026P
CA3054
CD4094
IC300
TOA7000
C04078
CD4085
C04015
MJE350
C04013
MJE340
CD4047
CA3081
CA3189E
CD4044
CD4066
C04031
C04032
CD4042
CD4099
C04017
C04053
CD4510
LM3086N
LM3046
LM556N
LM393 226B/D
LM3046CN
LM555
CIRCUITOS
LM592
LM710
TOAl170
C040175
LM567
LM390N
LA4505
LA4461
LA1240
LA4460
LM339
LM339N
LM386
MC2RC2
MC2RC1
LA4550
LM319
TA7328
LM301AN
LM324
LM338K
LM331N
TBA560
LM348
RD1NAC2
G1RC2 TO-220
digito)
TIP41C
TOA1180
TOA920
TOA1020
C04518
TIP115
TIP112
TIP117
TIP29A
TIP30
ACOPLAOORES
ÓPTICOS
MS02RA4HCF4511
MC3357P
MC3359P
HA11235
C040193
AN7310
C040174
C040163
LS1240
LM3915
LM3914
SK20
SK9000
IK3000
1K2000
lN4007
lN4005
1N4002
1N914
1N4148
1N4448
B0678
B0438
B0677
B0329
B0330
B0234
B0136
B0135
TOA1515
MC145030P
LA3600
TBA530
TBA540
TBAa'20L
MC145028P
MOC3042
MOC3020
MOC3011
1N4730
1N4729
1N4728
1N6A4
M01NAC212 BF254
M01NAC16VCC
TA7741
LM308AN
TM550
TM630-5
1N4741
R01NAC16VCC
G1RC16VCC
L1RC1
STK435
STK441
C04023
TBA570
TBA820
CD4052
C04018
C04020
C04019
C04021
RELÊS
1N4738
CD4512
LA4555
STK4122
LF351N
STK4131
LF353N
LM350T
LM358N
TBA810
LM3900N
LM556
LM566
LM723
1N825
LF355
LM358 61N5404
TIP127
TIP135
BF198
BF200
BF240
MJ340
MJ4502
220
BF979
MJ2955
1N4742
TIP31C
BF422
TIP54
TIP49
TIP42C
TIP42A
TIP122
B0137
TIP30A
LM567CN
LM733BF970
1N4739
LM741HC
BF458
1N4736
BF421
BF423
BF459
BF495C
MJE2955
LA7800
LM748CH
LM3066
1N5406
1N4732
74LS196
74LS368
74LS298
GR11
74LS164
74LSA69
74LS173
74LS353
74LS244
(Valores lN4749
1N4750
1N4746
-110
MJE2361
TIP32C
12
1N4737
12
TIP41A
R25-6V
12
VCCVDC
lN4747
1N4752
VCC VCC . FET
IVINTEGRADOS
VOC
VCC
OIOOOS
diversos)
74LS194
IAPC2002
TIC 1060
TIC 2068/0
~
!

I
DE
L1RC2MCO POTÊNCIA
CD4069
CA3068
C04016
C04035
CA3161
C04038
C04040
CD4049
CD4050
MUL
HA1406
1K251K30
1N5402
MOC3011
1N4740
1N4751
12
lN4735158
MC145027P
MC3403P
IRFlN6A2
TA7140
LÂMPADAS 630{720
STK4121 K
NEON~
TíMETROS
C04029
VCC '5
1N4745
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SABER ELETRÔNICA N~233/92