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SR8ER A

ELETROnl[R Nº 234 - JULHO/1992

CAPA

3 - Controle remoto para uso autolllo/Ívo

MONTAGENS

57 - Fonte com proteção de O - 15 V x 2 A


62 - Oscilador a cristal
63 - Amplificadores de 10115 W
68 - Ionizador negativo

DIVERSOS

17 - Conheça o LM158 1 258 1 358


19 - U257BE 1 U267BE - Indicadores de nivel
logaritimico, excitador para LEDs
49 - Tendências em áudio-video
SABER "SERVICE"

73 - Gerador de padrões (barras)


77 - Práticas de "Service"
SEÇÕES 84 - Avaliação Eletrônica Áudio- Vídeo
86 - Qual é o culpado?
16 - Seção do Leitor 88 - Código de defesa do consumidor:
56 - Circuitos & Informações A importância do certificado de garantia
60 - Noticias & Lançamentos
66 - Informativo Industrial
91 - Reparação Saber Eletrônica
(fichas de nQ 364 a 371)
95 - Guia de Compras Brasil SABER PROJETOS
99 - Arquivo Saber Eletrônica
(fichas de nQ 331 a 334) 33 - Termo sensor
34 - Miniface
36 - Fotômetro
38 - Alarme de vazamento
39 - Emissor de ultra-sons
INFORMAÇÕES TÉCNICAS 40 - Sinolgongo acionado por toque
42 - Luz de cortesia automática
8 - Projetando Caixas AcÚsticas - 6ºparte 43 - Minuteria sonora com 555
44 - Carregador NiCad
22 - Osciloscópio 45 - Micro alarme com SCR
Curso de operação - Liçâo 15 46 - Projetos dos Leitores
ClInpHélio
cio
piso
Cerri
A.
Fausto
José
Alfred
Reinaldo
Eduardo
Uma
W.
Brasil:
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o
que vem acontecendo, recentemente, em nossa indústria
eletrônica e vem sendo debitado à política econômica - ou falta dela
- do nosso governo, é, na verdade, um fenômeno mundial. Indústrias .
norte-americanas vem "cortando gorduras" em suas organizações,
o mesmo acontecendo em outras partes do mundo, inclusive no
Japão. Nos "anos dourados" da década de 80, a popularização do
computador pessoal provocou um crescimento vertiginoso da
indústria eletrônica, em nível mundial. Crescimento que, segundo
os especialistas, não deve se repetir nesta década de 90, pois, dizem,
não existe em desenvolvimento ou em produção, nenhum produto
capaz de substituir em volume de vendas o ubíquo Pc. Empresas
passaram a operar com alto índice de ociosidade e foram obrigadas
a efetuar cortes - sempre dolorosos - no seu quadro de pessoal.
No Brasil, esse panorama foi agravado pela adoção em
governos passados, de políticas industriais equivocadas e pela
tentativa, no governo atual, de corrigir esses erros com excesso de
zelo e rapidez. As vítimas, como sempre, são os profissionais,
principalmente os assalariados, que acreditara em algo e hoje se
vêm abandonados à própria sorte. Mas, atribuir ao governo brasi-
leiro e à sua política econômica a responsabilidade total e única por
essa situação já é ir longe demais no afã de tirar proveito político
mesquinho de um estado de coisas universal. É tão grande a
obsessão de alguns formadores de opinião em apresentar uma
situação mais feia que a realmente existente, que mesmo as notícias
onde se visualiza um crescimento no nível de emprego num
determinado setor da indústria, têm sua importância minimizada
como algo que não deve ser levado a sério. O que interessa para essa
gente são as más notícias, que por isso mesmo sempre merecem
maior destaque, e não as boas, que são freqüentemente escondidas
ou mesmo ignoradas ...

li
Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores. É vedada a reprodu,ão tolal ou parcial dos
exlos e iluslra,ões desta Revista, bem como a industrializa,ão e/ou comercializa,ão dos aparelhos ou idéias oriundas dos
exlos mencionados, sob pena de san,ões legais. As consultas técnicas referentes aos artigos da Revista deverão ser feitas
xclusivamenle por cartas (NC do Departamenlo Técnico). São lomados lodos os cuidados razoáveis na prepara,ão do
onleúdo desla Revisla, mas não assumimos a responsabilidade legal por evenluais erros, principal mete nas montageos,
ais tratam-se de projelos experimenlais. Tampouco assumimos a responsabilidade por danos resultanles de imperícia do
ontador. Caso haja enganos em texlo ou desenhos, será publicada errata na primeira oportunidade. Preços e dados
ublicados em anúncios são por nós aceitos de boa fé, como correios na data do fechamento da edi,ão. Não assumimos a
sponsabilidade por alteraç-ões nos preços e na disponibilidade dos produtos ocorridas após o fechamento.
CONTROLE REMOTO
PARA USO AUTOMOTIVO
(PARTE 1)
Pedra T. Hara

Um incômodo que ocorre com alguma freqüência, para


os que possuem alarmes em seus automóveis é o seu
disparo errático, fazendo com que as pessoas
precisem sair correndo, para desligá-Io. Um modo de
se evitar este problema é sugerido neste artigo consis-
tindo num sistema capaz de desligar o sistema de
alarme por controle remoto. Outras aplicações para o
sistema, também serão sugeridas neste mesmo artigo.

Uma aplicação interessante para No entanto, existem outras apli- com boa potência de saída e um recep-
um sistema de controle remoto é como cações em que um controle remoto tor super-heteródino de excelente es-
desarme para alarmes de automóveis para uso auto motivo pode ser interes- tabilidade e sensibilidade, operando
em situações de disparo errático. Nor- sante. Dentre elas destacamos as em torno de 38 MHz.
malmente o proprietário tem de sair seguintes: Nesta edição descrevemos o fun-
correndo para conseguir o desarme, e - Acionar buzina à distância assus- cionamento do transmissor, deixando o
até chegar ao veículo muito barulho já tando um eventual ladrão que esteja receptor para a próxima edição.
foi feito, e se ele estiver em local de tentando arrombar o automóvel.
acesso difícil podemos ter até - Acionar o pisca alerta ou dar um TRANSMISSOR
incômodos (nos dias de chuva, por pequeno toque da buzina, para nos COMO FUNCIONA
exemplo!). ajudar a localizar o veículo, nuni grande
Apertando um simples botão de um estacionamento, quando nos esque-
pequeno transmissor o proprietário cemos de sua localização. o circuito do transmissor tem um
pode se livrar do incômodo, partindo da Para maior confiabilidade o sistema gerador de tom de áudio que opera
sugestão dada neste artigo. tem um transmissor controlado a cristal numa freqüência entre 800 e 5000 Hz

SABER ELETRÔNICA NQ234/92 3


MONTAGEM

Na figura 2 temos o diagrama com-


pleto do transmissor de controle remo-
to.
A disposição dos componentes
numa placa de circuito impresso é mos-
Fig. 1-Diagrama de blocos do transmissor . trada na figura 3.
. No transmissor original foi usado
um cristal oscilador de 388,990 kHz.
utilizando dois transistores na confi- mentado com uma tensão de 9 Volts. mas qualquer cristal com freqüência
guração de multivibrador astável. O No caso, com a sensibilidade do recep- em torno de 38 MHz pode ser usado
sinal deste multivibrador serve para bastando ajustar o receptor para operar
tor podemos ter em condições normais na mesma freqüência.
modular a etapa de RF do transmissor.
um alcance de algumas centenas de Os resistores são todos de 1/8 ou
Para a modulação os sinais do mul-
metros. Isso permite que mesmo de 1/4 watt com 5% ou mais de tolerância.
tivibrador são amplificados por 03 e 02
dentro de sua casa ou escritório você
de modo que o transistor 02 de potên- A bobina L1 é formada por 15
cia controla diretamente a alimentação possa desarmar o alarme quando ele espiras de fio esmaltado de 0,5 mm,
da etapa de alta freqüência formada disparar erraticamente. enroladas numa forma de 6 a 10 mm de
por 01. Esta etapa osciladora é de alta fre- diâmetro, com núcleo de ar (sem
O transmissor utiliza um transistor qüência, para maior estabilidade de núcleo).
2219 (ou equivalente) que proporciona funcionamento, o que é importante pa- A bobina L2 é formada por 7 espiras
uma excelente potência quando ali- do mesmo fio, enroladas numa forma
ra sua eficiência, é controlada a cristal.
de 6 mm de diâmetro, com núcleo de
O circuito do transmissor tem ape- ferrite ajustável.
nas dois ajustes. A bobina L3 é formada por 4 espiras
LISTA DE MATERIAL
O primeiro é feito em P1 e serve do mesmo fio, enroladas sobre L2.
para determinação do tom de áudio do Transistores equivalentes podem
Semicondutores modulador. O segundo é feito no trim- ser usados, como por exemplo, o
mer CT e serve para ajustar o ponto de 2N2218 em lugar do 2N2219 o BC548
Q1 - 2N2219 ou equivalente - tran-
sistor NPN de RF funcionamento para maior intensidade em lugar do BC547. Também podemos
usar o BC338 em lugar do BC337 e o
Q2 - BD 136 ou equivalente - transis- de sinal na antena. Veja que é utilizado B0138 em lugar do B0136.
tor PNP de média potência o acoplamento à antena por transfor- Recomenda-se sempre usar pilhas,
Q3 - BC337 ou equivalente - transis- mador L2/L3 o que facilita um melhor mesmo no caso de 9 Volts, pois o con-
tor NPN de uso geral casamento de impedâncias e conse- sumo do transmissor é algo elevado em
Q4 e Q5 - BC547 ou equivalentes - qüentemente maior rendimento do cir- vista de sua potência. Um suporte para
transistor NPN de uso geral cuito. 6 pilhas pequenas deve ser usado, se
Resistores: (111 watt, 5%) bem que o tamanho da caixa deve ser
A figura 1 mostra o diagrama de
R1eR6-47Q um pouco maior do que no caso de
blocos do transmissor, observando-se utilização de 4 pilhas. A antena deve
R2-6,8 kQ
R3 - 15 kQ a separação das diversas funções des- ser telescópica com comprimento de
critas. aproximadamente 50 em.
R4-1O kQ
R5 - 120 kQ
R 7 e R 10 - 560 Q
R8,R9-1 kQ
Pl - 4,7 kQ - trim-pot NORMALMENTE .------o•••SI ~ Bl
Capacitores:
CHAVE DE PRESSÃO_ I
ABERTA 6xl.5V
9V
II t
Cl e C2 - 56 pF - disco cerâmico
C3, C8 - 22 nF - poliéster
C4 - 100 nF - poliéster ou disco
cerâmico
C5 - 10 nF - poliéster ou disco
cerâmico
C6 e C7 - 0,4 7 ~F x 25 V - eletrolítico
ou tântalo
Ct - 6-60 pF - trimmer ou variável
Diversos
SI - Interruptor de pressão NA
B 1 - 6 ou 9 V - 4 ou 6 pilhas pequenas
Placa de circuito impresso, soquete,
caixa para montagem, suporte de pi-
lhas, antena telescópica, fios, formas
para as bobinas, fios, solda, etc.
Fig. 2 -Diagrama completo do transmissor.

4 SABER ELETRÔNICA N2 234/92


A instalação dos componentes de-
ve ser feita em caixa metálica ou de
plástico. No caso de plástico ou outro
material isolante recomenda-se fazer
sua forração com folha de alumínio
para servir de blindagem. Pode ser
usado o papel alumínio usado em
cozinha para embrulhar alimentos.

AJUSTES E USO

R2
o transmissor pode ter um ajuste --c::::r-
antes mesmo de montarmos o recep- R3

tor, que será descrito na próxima


edição.
Para o ajuste podemos usar um
medidor de intensidade de campo que
é improvisado com alguns componen- -c=:r
C8
oQ4
XTALc=)
-c::::> C2
~Rl
ç~ ®"
tes e um multímetro conforme mostra a
figura 4
São enroladas 4 espiras de fio 16
AWG formando um elo de Hertz que Fig. 3 -Placa de circuito impresso do transmissor.
será colocado junto a bobina de saída

- Posicione a antena do transmissor


no máximo de seu comprimento e
4 ESPIRAS DE FIO 16 A W G
ajuste o trimmer Ct de modo a ter o
máximo de sinal no medidor de RF.
O consumo do transmissor em ope-
ração é da ordem de 50 mA, o que
significa se for usada bateria de 9 Volts
ela deve ser do tipo alcalina e a sua
operação não pode ocorrer em apli-
4 ESPIRAS DE FIO 16 A WG
cações que exijam uma irradiação
constante do sinal.
A potência de saída deste circuito é
de 100 mW e mesmo para aplicações
-115mm f-
que exijam a alimentação de 6 Volts
indicamos o uso de pilhas alcalinas,
para maior durabilidade.
Em nossa próxima edição daremos
a conclusão deste projeto, com a
descrição da montagem da parte
receptora deste versátil controle
Fig. 4 -Ajuste com um medidor de intensidade e um multímetro. remoto, seu ajuste e colocação em fun-
cionamento do sistema completo. _

do transmissor, conforme mostra a


figura 5.
O diodo pode ser o OA90 ou
qualquer equivalente de germânio. O
capacitor C5 de 10 nF juntamente com
CHAVE DE PLÁSTICO- _
o diodo pode ser instalados num pe-
queno tubo de PVC, conforme mostram
as figura anteriores.
Ligamos este circuito a um multí-
metro na escala mais baixa de tensão
contínua. O ajuste é feito da seguinte
maneira:
- Posicione o trimmer Ct para a
metade de sua capacitância.
- Coloque o medidor de RF no in-
dutor L2 e com uma chave de ajuste de
PLACA
/
DE CIRCUITO IMPRESSO

plástico ou madeira ajuste seu núcleo


de modo a ter o máximo de tensão Fig. 5 -Elo de Hertz, colocado junto a bobina de saída do transmissor.
indicada no instrumento.

SABER ELETRÔNICA Nº 234/92 5


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Cidade E,stado-----
Projetando caixas acústicas
Análise e síntes.e de sistemas de radiação
direta pelo método de Thiele-Small
6ª PARTE (Caixa fechada - Sintese)

INTRODUÇÃO

.A síntese de sistemas do tipo Caixa a= Vas/Vb (6.1)


Fechada, consiste na determinação Fe/Fs = Qte/Qts = Qes/Qes = ~ (6.2)
dos valores que devem ser assumidos
por certos parâmetros de modo que se Kx = (Fs/Fe)2 (6.3)
consiga, efetivamente, obter o resul-
tado almejado. F3 = Fe j -1 +1/2 Qte2 + J (-1 +1/2 Qte2i+ 1 (6.4)
Como exemplo, podemos citar a
situação, bastante frequente na (Qte > 0,707) R = Qte2 1 j Qte2 - 0,25 = Xp (6.5)
prática, em que os parâmetros de um
falante disponível são conhecidos (Fs, (Qte> 0,707) R(dB) = 20 Log (Qte2 1 j Qte2 - 0,25) (6.6)
Vac e ats) e uma outra condição
desejada foi imposta, tal como o pico (Qte> 0,707) FGp = Fe 1 J 1- 1/2 Qte2 (6.7)
na resposta R. Partindo dessas quatro
quantidades, previamente fixadas, (Qte> 0,707) Fxp = Fe. j 1- 1/2 Qte2 (6.8)
poderemos determinar as demais, no
caso afreqüência de corte F3, o volume Para as demais relações, Vas em litros, VD em em3 e 200 C.
Vb da caixa, e os valores de Fc e atc.
É claro que muitas possibilidades no = 9,6 . 10 -10 Fs3 . Vas 1 Qes (6.9)
podem surgir a partir da combinação
dessas oito quantidades e algumas no (dB) = 10 Log (no) (6.10)
dessas foram mostradas na Tabela 6.1
onde, as variáveis cujos valores são SPYdB) = 112 + nO(dB) (6.11)
conhecidos, formam o conjunto de
entrada e, as que terão seus valores
PED = (0,447. 10 -3) (VD2 . Fs . Qes 1 Vas) 2 2 (6.12)
determinados ao longo da síntese, Kx . Xp
constituem o grupo de saída.
PAD = 0,435 .10 -12 Fs 4 . VD2 (6.13)
ENTRADA SAíDA
F3,
Fe,
F3,
Fe,F3, Fe,
R,Fe,
F3,
ate, Fe,
ate, R,
R,ate
ate,
Fs/ats,
Fs/ats,
R, Vb
Vb
VbVas
Vas
Sistemas Closed Box.
Vas,
Vb
e,
Vb Fe determinadas
Vb Vb
Vas,
Vas,
R ate possíveis (entrada)
entre
(saída)
as variáveis
na análise
e as que conhecidas
de
serão
a 6.1 - Algul1Ulscombinações

Tabela 6.2 - Relações úteis na síntese de sistemas do tipo Closed Box.

As quatro primeiras possibilidades A seguir, daremos exemplos de


retrata a situação em que o projeto é projetos executados de três maneiras
elaborado a partir de um determinado diferentes, através do uso de: 1)
falante; no grupo de 5 a 7, temos o caso Equações, 2) Tabelas e 3) Software.
(nem sempre cômodo) em que devere-
mos encontrar um falante que possua PROJETO USANDO EQUAÇÕES
parâmetros com determinados valores,
de modo a satisfazer as premissas ini- Na tabela 6.2 vemos um resumo de
ciais, o que sugere a necessidade de várias relações, obtidas nas seções
construção (ou modificação) de um anteriores, e que tem interêsse para a
falante específico para esse fim. síntese do sistema tipo Caixa Fechada.

8 SABER ELETRÔNICA NO234/92


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 6! PARTE
São essas equações que também Qte - R
---
0.7567 1.2720
1.5538
1.2091
1.0000
2.4118
2.9741
3.5152
4.0334
0.8079
0.8391
0.8631
0.8819
1.2377
0.7358
1.1917
0.7203
1.1586
0.7086
1.1339
0.6993
1.2494
1.8330
1.4142
1.3055
0.7071
0.7660
1.6164
0.4677
0.7862
0.8295
0.2130
0.6878
2.1381
0.6186
0.8972
F3/
FGp
FXp/ Fe
(dB)/ Fe
Fe
permitirão construir as tabelas para
projeto e desenvolver o software para alinhamentos tipo Caixa Fechada.
Tabela -Relações
esta6.3mesma fundamentais em diversos
finalidade.
Como mostra a equação (5.4), o
valor de ate determina internamente o
tipo de resposta a ser obtido em um
sistema tipo Caixa Fechada. Assim
sendo, é importante termos em mente
de que forma a escolha de um deter-
minado valor de ate influencia na
resposta de freqüência, o que está
ilustrado na Fig. 6.1, para o módulo
dessa função (equação 5.6)
Como ate também determina o
deslocamento do cone (equação 5.9),
a Fig. 6.2 mostra várias curvas referen-

ate = 0.500Fe24.0000
aFs
19.6612
16.3611
13.7929
11.7551
10.1111
7.6505
3.1250
8.7656
4.6689
2.6316
5.9252
2.7778
6.7160
2.6982
2.0000
3.0000
2.4294
2.1888
1.6129
1.5625
1.5152
1.4706
1.4286
0.9290
0.8262
0.5625
0.4872
0.2913
0.2346
0.1815
0.1317
0.0412
2.9412
2.0833
1.7241
1.4414
1.1626
1.0408
1.3889
1.3514
1.2821
1.2500
1.2195
1.1905
1.1628
1.0870
1.0204
1.9231
1.8519
3.5714
4.5455
4.1667
5.0000
/3.3333
3.7259
2.2727
4.1653
2.3810
2.5000
5.2500
3.3403
1.6667
0.7313
0.6437
0.4172
0.3521
0.0851
2.1739
1.7778
1.9727
1.6015
1.2957
1.3158
1.1111
1.0638
1.0417
1.7857
1.1364
3.8462

bela 6.4 Qts

tes ao módulo da função normalizada


de deslocamento do cone (equação 3
5.12) para diversos valores de ate. PA
IdBJ
A Tabela 6.3 mostra importantes o
relações existentes em diversos alinha-
mentos, próprios a sistemas do tipo -3
Caixa Fechada, alguns possuidores de
nomes específicos: ate igual a 0,577 6
determina uma resposta do tipo Bessel,
que corresponde a um retardo o mais -9
plano possível; já ate = 0,707 origina o 0,5
0= 1,2 b= 1
1
c=O,707
f/Fc
d=O,577 e=O,5
'0

alinhamento Butterworth, que dá


origem à curva de resposta mais plana
de todas; valores de ate maiores que F ig. 6.1 - Respostas obtidas em
0,707 caracterizam as respostas do sistemas tipo Caixa Fechada
tipo Chebichev, onde a freqüência de (normalizados em relação a FC)
corte F3 torna-se menor que Fe, sur- para vários valores Qtc.
gem picos (ripple) nas respostas de
amplitude e de deslocamento do cone
e os transientes podem merecer
cuidado. Aliás, a este respeito, ate
igual a 0,5 leva a melhor resposta
transitória possível, segundo Vance •
Dickason.
,. ,II
Dada a influência exercida por ate,
no resultado a ser obtido é muito
comum o projeto começar pela escolha
25
, .• I"
\\
,~~ : ".

desse parâmetro.
o
Outras vezes, privilegia-se outra 0,1 f/Fc 10

quantidade (ovolume Vb, por exemplo) a:1,2 b:l,l c= O, 707 d= 0,577 .:; 0,5
e verifica-se se o valor de ate resul-
tante é aceitável, segundo os critérios Fig. 6.2 -Respostas de sistemas
que norteiam o projeto. tipo Caixa Fechada (normalizados
Muitos fabricantes, ao produzirem em relação a Fc) para diversos
caixas fechadas de pequenas valores de Qtc senfoFc = 2Fs,
dimensões, adotam para ate valores o que implica em Kx = 0,25.
entre 1 e 1.2 (sendo 1.1 muito comum)

SABER ELETRÔNICA N° 234/92 9


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 6ª PARTE

a
Ote = 0.577FC13.8148
0.7218
5.3012
5.8870
2.1383
2.2206
2.3094
2.7037
1.4804
1.3084
1.0893
3.2075
3.0387
2.4056
1.5720
1.6981
1.3746
/3.8490
3.3962
FS
0.8028
1.3427
12.0208
10.5340
0.1019
0.1431
0.1867
0.2327
0.2816
0.3333
0.5090
0.3883
0.6461
0.5753
2.2552
9.2881
8.2336
4.7870
2.5102
2.6243
2.7493
6.5586
2.8867
7.3333
2.9635
2.0620
3.2517
3.5725
3.9310
4.3333
2.4686
2.0609
1.1915
1.5193
1.5604
1.4349
1.6038
0.9829
1.4434
0.8896
0.4468
1.0497
1.0692
1.1103
1.1321
1.1547
1.2284
1.1783
1.8624
1.6496
1.7211
1.8835
1.0833
1.4082
1.2551
1.2028
1.3122
1.2830
1.9909
1.9245
1.8042
1.7495
3.6084 a
3.8827
1.4431
Ote= 0.707 FC/FS
11.4998
10.3376
0.1138
0.4363
1.6836
1.5713
1.5372
1.5045
1.4142
0.9223
3.2141
9.3304
3.0743
8.4516
2.9462
6.9998
2.6189
5.8586
2.5254
0.7800
0.7146
0.6529
0.4863
0.3007
0.2597
0.2207
0.1834
2.2810
2.2097
2.1427
3.5913
2.0797
3.3252
3.0816
1.0399
1.0248
2.8284
2.7196
2.3570
1.9111
1.8608
1.8131
1.7678
1.7246
1.9744
1.6444
1.7041
1.6070
1.2634
1.4731
1.1701
1.0824
1.3094
1.2856
1.2627
1.2405
1.2191
1.1592
1.1405
1.1224
1.1048
1.0878
1.0554
2.0203
1.1785
1.0714
1.9642
1.3865
1.3598
1.3342
1.1985
2.8580
3.5355
3.3671
0.0813
0.3437
0.3889
0.1478
0.0502
2.6522
2.4625
2.2872
2.1249
7.6804
6.3963
5.3774
2.4383
4.9452
4.5554
0.8491
0.5944
0.5389
4.2028
1.8344
1.5826
1.4691
1.3629
1.0000 a
Ote = 0.800FC/FS
11.0983
12.2231
15.0000
0.2346
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9.2400
8.4675
7.7791
7.1633
6.6100
5.6597
5.2500
2.4242
2.3529
4.2245
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2.1622
3.6749
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2.1605
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1.6000
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1.5094
1.4286
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0.0519
3.2000
3.0769
2.9630
2.8571
2.7586
2.6667
2.5806
2.5000
2.2857
2.2222
2.1053
1.9512
1.8605
1.7021
1.7778
1.6656
1.5686
1.4606
1.4815
1.4545
1.0408
1.4035
1.3333
1.3115
1.2500
1.2308
1.1594
1.1429
1.0959
1.0811
1.0667
1.0526
1.0256
1.9048
1.8182
1.7391
1.3793
1.3559
1.2903
1.2698
1.2121
1.1940
1.1765
1.0390
1.0127
3.4783
3.6364
4.0000
3.8095
3.3333
10.1111
13.5125
0.0794
6.1111
4.8770
4.5363
3.0000
2.8073
2.4613
1.6667
0.9698
0.9025
0.8386
0.7778
0.5625
0.3841
0.3061
0.2010
0.1687
2.0513
2.0000
1.5600
1.3669
1.2784
1.1948
1.1157
1.1268
1.1111
1.8972
0.2100
0.6900
0.3800
0.4800
0.4900
0.5200
0.6300
0.6400
0.6500
0.3200
0.6700
. 0.4500
0.3700
0.3900
0.4100
0.4200
0.4300
0.4600
0.4700
0.5100
0.2200
0.2600
0.2700
0.5300
0.5400
0.5600
0.5700
0.5800
0.6200
0.6600
0.2300
0.2400
0.2500
0.2800
0.2900
0.3600
0.3100
0.3400
0.3500
0.6800
0.6100
0.4400
0.5500
0.5900
0.3300 0.7800
0.3300
0.4800
0.5100
0.5300
0.6400
0.6600
0.6700
0.6800
0.3500
0.4300
0.2400
0.2200
0.2800
0.3200
0.3600
0.3700
0.4200
0.4400
0.4600
0.4700
0.4900
0.5200
0.5400
0.5500
0.5600
0.5700
0.5800
0.5900
0.6100
0.6200
0.6300
0.6500
0.6900
0.7100
0.7200
0.7400
0.7600
0.7700
0.7900
0.2100
0.2600
0.3100
0.3400
0.3800
0.3900
0.4100
0.2300
0.2900
0.4500
0.7300
0.7500
0.2500
0.2700 .
0.5000
0.2000
0.4000
0.6000
0.3000 0.5000
0.7000
0.2000
0.6000
0.3000
0.4000
abela 6.5 Qts Tabela 6.6 Qts Qts
Tabela 6.7

pois O pico resultante na resposta mas-


cara a diferença de graves, oriunda do
pequeno volume, produzindo um
"grave que vende".
O chamado "som de barril" nada
mais é que o grave retumbante,
centrado em uma determinada fre-
qüência, resultado de um pico exces-
mente plana, a ser alimentada por um
sivo na resposta, encontrado em caixas
amplificador de resistência interna
geralmente de pequenas dimensões e
produzidas sem qualquer critério. desprezível, Utilizando um alto-falante
caracterizado por:
EXEMPLO 6.1 Fs=23 Hz, Ots=0,415, Oes=0,458,
Vas=149,4 litros, no=0,38%, P=100
Projete uma Caixa Fechada capaz watts RMS e VD=298,5 centímetros
de fornecer uma resposta maxima- cúbicos.

10 SABER ELETRÔNICA NO294/92


OSCILOSCÓPIOS ANALÓGICOS SÉRIECOMPACTA
Modelos V 66511 060
• Frequências: 60 a 100 M Hz • Linha de retardo
• Sensibilidade: 2mV /div. • Tempo de varredura automático
• 2 canais • leitura de frequência e amplitude
• 2 bases de tempo direto na tela (V 665)

OSCILOSCÓPIOS ANALÓGICOS
LINHA TRADICIONAL
Modelos V 212/422
• Frequência: 20. 40 MHz
• Sensibilidade: 1mV /div.
• 2 canais
• DC offset (V 222/422)

OSCILOSCÓPIOS DIGITAIS
• Frequências: 20. 50. 100 MHz
• Taxa de Amostragem:
20,40,100e200MS/s
• Memória de 4 Kw por canal
• Interface RS232 C

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PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 6ª PARTE

a
Qte = 0.900FC!FS
3.3807
9.3316
8.6314
3.2143
3.1034
3.6000
2.6668
2.5156
2.3736
2.2400
2.1142
0.9775
0.9172
0.8595
0.8044
0.7517
0.7013
0.6531
0.6068
0.5625
0.5200
0.4792
0.4400
0.4024
0.3662
3.0000
3.5918
3.8186
4.0625
4.3254
4.6094
4.9167
6.0069
1.9956
1.8836
1.7778
1.6777
1.4931
1.4079
1.3269
1.2500
1.1768
1.1072
1.0408
0.3314
3.1839
8.0000
7.4287
6.9102
8.4380
2.5714
5.6122
1.7308
1.6981
1.6667
1.6071
1.5789
1.5517
1.5254
1.5000
1.4754
1.4516
1.4286
1.1538
2.0930
2.0000
2.1429
2.0455
2.1951
2.2500
2.3077
2.3684
3.0000
2.4324
2.9032
2.8125
2.6471
2.7273
1.9565
1.8750
1.8367
1.8000
1.7647
1.4063
1.3846
1.3636
1.3433
1.3235
1.3043
1.2857
1.2676
1.2500
1.2329
1.2162
1.2000
1.1842
1.1688
11.9600
10.9822
10.1111
0.2346
0.2046
0.1758
0.1480
1.1111
1.0976
1.0843
1.0714
3.4615
3.3333
5.2500
2.5000
0.2656
0.2979
2.8280
1.5829
1.1250
1.1392
1.6364
1.9149 a
Qte = 1.000FC!FS
0.7313
1.6393
1.6129
1.4414
3.0303
2.1739
2.0408
1.3669
3.3333
0.3841
0.3212
0.2913
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1.1765
1.1494
1.1364
1.1236
3.0000
2.8447
2.6982
2.5600
2.4294
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2.1888
2.0779
1.4286
0.9837
0.8765
0.8262
0.7778
0.6866
0.6437
0.6023
0.5625
0.5242
0.4872
0.4516
0.4172
2.0000
1.7241
1.9727
1.6949
1.8727
1.6667
1.7778
1.6875
1.6015
1.5873
1.5195
1.5625
1.4085
1.3889
0.9290
1.3699
1.3514
1.3333
1.3158
1.2987
1.2500
1.2195
1.2048
1.9231
1.8868
1.8519
1.8182
1.7857
1.7544
1.2821
1.2346
10.1111
3.2258
3.1250
8.1827
7.6505
6.7161
6.3046
5.9252
5.5746
5.2500
4.6689
3.1649
1.4925
1.4706
1.4493
9.4058
8.7656
2.9412
2.8571
7.1633
2.7778
2.7027
2.6316
2.5641
2.5000
2.4390
2.3256
4.4083
2.2727
4.1653
2.2222
3.9383
3.7259
2.1277
3.5269
2.0833
3.3403
1.5385
1.5152
1.2957
1.2277
1.1626
1.1004
0.3521
1.1628
1.0408
1.1905
1.9608
1.2658
4.9488
2.3810
.
Qte 1.8333 a
1.100FC!FS
= 4.2517 2.8205
3.3076
2.0755
6.5625
6.1981
2.6190
5.8594
2.5581
5.5441
5.2500
4.9753
4.7183
2.3404
2.7500
2.6829
2.5000
2.4444
8.3364
7.8386
7.3795
6.9553
3.1429
3.0556
2.9730
2.8947
2.2518
2.0486
2.1478
1.9541
1.6667
1.6418
1.6176
1.5942
1.5714
1.4003
1.4286
0.9888
0.9388
0.8906
0.8442
0.7995
1.7188
1.6923
1.8639
1.7778
1.6955
1.6168
1.5415
1.4694
1.5493
1.5278
1.3341
1.5069
1.2706
1.4865
1.2096
1.4667
1.1511
1.4474
1.0949
1.0408
1.4103
1.3750
1.8033
1.7742
1.7460
1.3924
1.3580
1.3415
2.2449
4.0396
3.8400
3.6521
3.4749
3.1495
2.0000
3.0000
2.7242
2.5969
2.4760
2.3611
2.2917
2.2000
2.1569
2.1154
2.0370
1.9643
1.9298
1.8966
1.8644
0.7149
0.6747
0.6360
0.5986
0.4938
0.4612
0.4296
0.3990
0.3694
1.3253
1.3095
1.2941
1.2791
1.2500
1.2360
1.2088
1.1828
1.1702
4.4776
2.3913
8.8776
2.8584
0.5625
0.5276
1.2644
1.2222
1.1957
0.7564
0.3400
0.4700
0.4900
0.5400
0.5800
0.6100
0.6200
0.6300
0.6400
0.7100
0.7300
0.7500
0.7600
0.7700
0.7900
0.6600
0.3100
0.3200
0.3300
0.3600
0.3800
0.4600
0.4800
0.8800
0.5200
0.5300
0.5500
0.5600
0.5700
0.5900
0.6500
0.7200
0.5100
0.7400
0.7800
0.8100
0.8200
0.8300
0.6700
0.3500
0.3700
0.3900
0.4100
0.4300
0.4400
0.4500
0.6800
0.6900
0.8600
0.8700
0.8900
0.8400
0.4200
0.8500 0.3900
0.6700
0.6900
0.4200
0.3600
0.3700
0.3800
0.6300
0.6500
0.6800
0.7100
0.7200
0.7400
0.7800
0.8100
0.5400
0.5500
0.5100
0.5200
0.5300
0.8500
0.8700
0.9200
0.9400
0.4100
0.4300
0.4400
0.4500
0.4600
0.4800
0.6200
0.6100
0.6400
0.6600
0.7300
0.7500
0.7600
0.7900
0.8200
0.8300
0.5700
0.5800
0.5900
0.4900
0.5600
0.8400
0.8600
0.8800
0.8900
0.9100
0.9300
0.4700
0.7700 I
0.6000
0.5000
0.8000
0.3000
0.4000
0.7000 0.8000
0.4000
0.7000
0.5000
0.3500
0.6000
0.9000
abela 6.8 Qts Qts Tabela 6.10 Qts
Tabela 6.9

12 SABER ELETRÔNICA Nº 234/92


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICA - 6ª PARTE

F G 0.79
10.75
11.04
15.39
14.96
15.84
24.76
24.33
23.87
25.16
-0.18
-0.41
25.88
-0.66
26.18
-0.93
26.45
-1.22
26.68
-1.54
26.87
-1.87
27.03
-2.23
27.14
-2.61
27.22
81.00
80.00
68.00
67.00
-3.02
1.38
1.40
69.00
1.51
0.03
50.00
49.00
0.23
51.00
0.40
52.00
53.00
0.70
42.00
41.00
40.00
48.00
46.00
45.00
44.00
43.00
0.96
1.33
1.35
1.31
0.95
0.98
0.93
1.02
1.04
0.91
0.89
0.87
0.85
0.83
0.81
0.77
1.58
20.31
21.37
20.84
85.00
86.00
87.00
88.00
89.00
11.65
11.97
12.30
13.00
12.64
13.37
13.75
14.14
14.54
17.24
17.74
18.24
18.75
22.40
19.26
21.89
19.79
9.95
9.46
9.00
84.00
83.00
79.00
78.00
77.00
76.00
74.00
73.00
72.00
71.00
66.00
65.00
64.00
63.00
0.82
61.00
0.93
60.00
1.33
1.30
1.28
1.26
1.35
1.46
1.48
75.00
1.47
1.49
1.50
1.39
1.36
55.00
1.31
56.00
1.03
57.00
1.12
59.00
1.25
58.00
1.52
1.50
1.49
1.45
1.47
1.37
1.27
1.25
1.18
1.14
1.10
1.12
1.66
1.70
1.62
1.60
1.43
1.41
1.39
1.23
1.06
1.20
1.08
1.16
27.28
-3.89
27.26
27.21
26.93
-6.45
27.04
26.79
-7.03
26.65
-7.63
26.49
-8.25
-4.36
-4.85
-5.37
-5.90
37.00
36.00
35.00
34.00
31.00
30.00
0.66
0.73
0.71
0.69
0.64
0.62
0.60
0.58
-3.44
0.75
10.21
10.48
11.34
16.30
16.76
23.40
22.91
25.54
9.70
9.23
82.00
70.00
62.00
1.32
1.37
1.43
1.45
0.56
54.00
47.00
1.,19
1.56
1.54
1.29
1.00
1.64
1.68
1.72
1.22
38.00
33.00
32.00
0.68
27.27
39.00
1.42
F/FC F
X2(%)
(dB)
88.00
89.00
78.00
76.00
72.00
47.00
45.00
43.00
42.00
41.00
85.00
86.00
87.00
84.00
82.00
81.00
79.00
77.00
75.00
74.00
73.00
69.00
65.00
52.00
63.00
62.00
56.00
61.00
59.00
58.00
36.00
35.00
32.00
49.00
48.00
46.00
44.00
83.00
71.00
68.00
67.00
66.00
64.00
51.00
53.00
54.00
55.00
57.00
38.00
37.00
33.00
31.00
34.00
39.00
80.00
60.00
70.00
50.00
30.00
40.00 executado no exemplo
do programa 6.3, através
BOXPLOT.
RESUMO
Fp = 70.47 1.56.4dB
R = Fig. -Lístagem do projeto

·Dialogue Resumo
2.1:36:48 Fs = 24.83 Fc =51.8
Vas = 168 Vb= 50
CB-2
Qts = 0.500 F3 = 40.0
DESIGN
Qes = 0.600 Qc = 1.043
07 - 31 -1991 No = 0.41%

Sua Escolha? Fs/Qts = 49.663

M~~ili;li;l!1ü~ji$~llllj!íllll'llil~ii~I
...................... ·1

Fíg. 63 -Resumo do projeto executado através do programa BOXPRO.

Ote=0,707 (resposta maximamente plana)

(6.2) Vb = Vas/ [Qte/Qts)2 - 1J = .


200
x

,, -- ,
-. -. - . '.
.- -'"I ---- ---
('/,)
•.....
. 3
G 1
IdB)

149,4/ [(0,707/0,415)2 "


-1] = 108
,
150 o

100 -3
(6.2) Fe = Ote. Fs/Ots =

0,707.23/0,415 = 39.2 50 6

o 9
(6.4) 30 100 300
FF39.2J1+1/2. 0,7022 +/(-1+1/2 0,7072)2 + 1
F3 = 39,2 Fjg. 6.5 -Curvas de resposta e do
deslocamento relativo do cone
(6.5) R = Xp = 0,7072//0,7072 - 0,25 = O referente ao exemplo 63.

(6.6) R(dB) = Não tem

(6.3) Kx = (23/39,2)2 = 0,344


PROJETO USANDO TABELAS
(6.12)
PED= (0,447 . 10-3)(298,52 . 23 . 0,458 / 149,4. Consultando a tabela 6.3 vemos
.0,3442. 1) que, para um determinado valor de
Otc, os picos na resposta de freqüência
PED= 23,7 Watts
e no deslocamento do cone, além das
respectivas freqüências em que ocorre
(6.13)
(normalizada em relação a Fc), ficam
PAD= 0,435. 10 -12. 234 . 293,52/(0,34421) = perfeitamente determinados além da
freqüência de corte F3, também nor-
PAD=0,9W malizada em relação a Fc.

SABER ELETRÔNICA N2 234/92 13


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 6ª PARTE

PRÁTICA 6.1

Med;dadeFc preferimos obter tais informações através de medidas pura-


mente elétricas, efetuadas na curva de impedância. Deste
Uma vez executado um projeto, isto é, após a construção modo, podemos medir Fe seguindo o mesmo procedimento
da caixa, devemos verificar se o alinhamento pretendido foi utilizado para a medição da freqüência de ressonância Fs
realmente obtido. (ver Figs. 2.9 e 2.10) uma vez que as curvas da impedância
O ideal seria podermos levantar o gráfico da curva de da bobina, nos dois casos, terão o mesmo aspecto.
resposta através de medições acústicas. No entanto, devido O fator de qualidade do sistema, Qte, será medido da
a maior complexidade deste procedimento, muitas vezes mesma forma que o fator de qualidade Qts.

Através das relações definidas em De modo análogo, interpolando os correção de êrros de digitação e a
(6.2) vemos que Fe/Fs = Qte/Qts, o valores 2,4390 e 2,3810 obteremos obtenção de novos resultados, alertan-
que nos mermite proceder da seguinte Fe/Fs=2,41. Como Fs vale 23 Hz, Fc do-se uma ou mais variáveis.
forma: em primeiro lugar, fixamos um será igual a 2,41' 23 o que dá 55,4 Hz. Findo o projeto, o usuário pode pas-
valor para Qte e"em seguida, fazendo Entrando na tabela 6.3 vemos que sar diretamente para o programa
Qte variar dentro de um certo intervalo, para Qte= 1 F3/Fe=O,7862 o que leva a BOXPLOT, o que lhe permite obter a
anotamos os correspondentes valores F3=0,7862 '55, 4=43,5 Hz. curva de resposta ou uma listagem,
de Fe/Fs. Feito isso, teremos uma Ainda atõavés da Tabela 6.3 sem necessidade de digitar novamente
tabela que, para o valor de Qte esco- ficamos sabendo que haverá um pico os valores relativos ao projeto, bastan-
lhido inicialmente, nos permitirá deter- na resposta de 1,25 dB na freqüência do exercer a correspondente opção
minar o valor de Fe/Fs para um dado 1,4' 55,4, ou seja, 78,3 Hz. Já o pico no oferecida pelo MENU, o que transfere,
Qts, desde que este esteja dentro do deslocamento estará localizado em automaticamente, os valores de todas
intervalo considerado. 0,7' 55,4 = 39,2 Hz. as variáveis de um programa para o
outro.
Ainda através de ~6.2) podemos
dizer que a = (Qte/Qts) - 1. Repetindo PROJETO USANDO SOFTWARE
o procedimento acima, obteríamos EXEMPLO 6.3
agora uma tabela que nos forneceria o No mercado americano, existem
valor de a, em função de Qts, para um
dado Qte. diversas opções de programas vol-
Projete um sistema tipo Caixa
As Tabelas 6.4 a 6.1 Oforam obtidos tados para o projeto e análise de sis-
Fechada com uma freqüência de corte
temas de som, com diferentes graus de
conforme acima explicado e podem ser igual a 40 Hz, em 50 litros de volume e
sofisticação e variada faixa de custo.
utilizadas para o projeto de sistemas do um pico de 1,6 dB na resposta. Entran-
Como entre nós não dispomos de tais
tipo Caixa Fechada. do com tais requisitos na opção 7, o
facilidades, desenvolvemos em
programa informa que o falante ade-
BASIC, o programa BOXPRO, para o
EXEMPLO 6.2 quado deverá ter um quociente Fs/Qts
projeto de sistema de radiação direta, igual a 49,7 Hz e pede para que se
e que é de utilização muito simples.
escolha um valor para Fs ou Qts.
Utilizando o falante do exemplo 6.1 , Na opção relativa a caixa fechada,
Feito isso, o outro valor é informado
projete uma caixa fechada com Qte= 1. o MENU oferece as 7 alternativas Iis-
imediatamente.
Entrando na Tabela 6.9 verificamos tadas na tabela 6.1 , devendo o usuário
que não existe um valor de Qts igual a ir entrando com os dados, na medida Como podemos ver, neste caso
em que forem pedidos, após a escolha uma infinidade de soluções será
0,415 o que nos obrigará a utilizar os
valores de Qts imediatamente acima e de uma das sete alternativas. possível uma vez que o importante é o
Caso o usuário responda com o quociente Fs/Qts, e não seus valores
abaixo do desejado, fazendo a
isolados.
interpolação dos valores obtidos. valor zero a um dos parâmetros
Como 0,415 é a média entre 0,410 e solicitados (ou simplesmente tecle Escolhendo um Qts de 0,5, Fs
0,420, a interpolação será simples- ENTER), o programa utilizará um valor deverá ser igual a 24,8 Hz. Supondo
mente a média dos valores obtidos, DEFAULT em seu lugar. Deste modo, que Qes=0,6, o rendimento será de
respectivamente, para esses dois todo um exemplo pode ser executado 0,41%.
valores de Qts. simplesmente respondendo com Na Fig. 6.3 vemos a tela gerada por
Assim, para a determinação de a, ENTER à maioria dos pedidos de BOXPRO, ao final do projeto, onde for-
tiramos a média entre 4,9488 e 4,6889 valores. nece um resumo dos resultados e
o que dá exatamente 4,81885. Como Constantemente, o programa ofere- oferece dentre outras opções, a pos-
Vas vale 149,4, Vb será igual a ce ao usuário a oportunidade de alterar sibilidade de Análise, a ser executada
149,4/4,81885, ou seja, 31 litros. os valores fornecidos, o que facilita a pelo programa BOXPLOT.

14 SABER ELETRÔNICA Nº 234/92


PROJETANDO CAIXAS ACÚSTICAS - 6!! PARTE

A Fig. 6.4 mostra uma listagem BOXPLOT BIBLIOGRAFIA


gerada através de BOXPLOT,
referente ao projeto que acabamos de
Chamamos a atenção para o fato de
executar. 1 - CLOSED-BOX LOUDSPEAKER
que, neste gráfico, a representação do
Nesta opção, o usuário pode esco- deslocamento percentual, consistiu no SYSTEMS PART li: SYNTESIS
lher o intervalo que deseja analisar, módulo da função normalizada de des- Richard H. Small
bem como o incremento que vai deter- locamento multiplicada pela constante
de deslocamento Kx, no caso 0,23, o Jaes, Vol. 21, Nº 1, Jan/Fev de 1973
minar o espaçamento entre os valores.
que explica o fato do deslocamento 2 - THE LOUDSPEAKER DESIGN
O gráfico da Fig. 6.5 mostra as cur-
tender para 23%, na medida em que as COOKBOOK
vas de reposta e do deslocamento do freqüências tendem para zero. Fica evi- Vance Dickason
cone, referentes ao exemplo 6.3, e dente que o projeto executado com o
também foi executado através de auxílio do comparador é, das três alter- The Marshall Jones Co., 3ª Edição,
BOXPLOT. nativas, a melhor opção. 1989.

Não percam, na próxima edição:


o PODEROSO COMPUTADOR DA USP

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Data / / Assinatura I
Est

I
SABER ELETRÔNICA Nº 234/92 15
eção do Leitor
PROJETOS PARA A FORA DE SÉRIE por isso estamos estudando uma forma cumpridas por um projeto novo, até
de podermos aproveitar estas contri- mais simples.
Já estamos selecionando projetos buições em maior quantidade e assim Desta forma, os artigos que publi-
para a edição Fora de Série de Janeiro atender melhor a todos os nossos camos valem como sugestões para
do próximo ano, já que a deste ano se leitores do setor de Service. A nova novos projetos, mas isso deve ficar por
encontra encerrada. Se o leitor desen- seção da revista já é um início de nossa conta de cada leitor que deve antes
volveu algum projeto inédito e deseja intenção de dar o máximo de analisar as possibilidades de aplicação
vê-Io pulbicado envie-nos o diagrama informações ao técnico reparador. na nova função.
em nossa simbologia com todos os
valores de componentes e um pequeno PROBLEMAS DE COMPONENTES PEQUENOS ANÚNCIOS
texto explicando o seu funcionamento
e sua finalidade. A quantidade de cartas de leitores - Compro manual de serviço do
que nos escrevem pedindo equiva- Receiver Sharp SA 20B, original ou
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o leitor Claudemir da Silva Ma- aparelho comercial, e que não existe no RJ - 21530.
chado, de Barra Mansa - RJ nos pede nosso mercado, é realmente signifi- - Compro livro ou curso sobre repa-
informações sobre os amplificadores cativa. ração de eletrodomésticos - Oswaldo
de áudio de potência que possuimos e Infelizmente, muitos aparelhos são Venudo Jr. - Rua Baltazar Brum, 138 -
seus preços. importados ou então usam uma codi- Penha - 03667 - São Paulo - SP - Fone:
Este tipo de consulta é comum. In- ficação de fábrica que impede a deter- 957-3848 (com dona Ana).
formamos a este leitor e outros, que os minação real do que ele faz e portanto - Vendo as revistas Eletrônica Total
produtos que temos são exclusiva- a eventual utilização de um equivalente do 21 ao 38, Saber Eletrônica 188, IUB
mente anunciados nas páginas desta comum, se existir. 57, ABC 2 e 3, APE 9, 20 e os livros
revista. Amplificadores profissionais de Para o técnico reparador, dada a Tudo Sobre Multímetros I e 11, e Cir-
áudio não fazem parte da nossa linha quantidade enorme de tipos existentes cuitos & Informações 1 ao 5. -Ivã Inácio
de produtos. no comércio para transistores e cir- Ribeiro - Rua Belizario de Castro, 47 -
cuitos integrados, é quase impossível Grajaú - Juiz de Fora - MG - 36050.
ARTIGOS SOBRE VIDEOCASSETE dispôr de um manual completo. No en- - Gostaria de entrar em contato com
tanto, é muito importante ter um manual o leitor Lairton Juarez Fetter, de Novo
o leitor Raullzidoro da Campora, de pelo menos com os tipos mais comuns Hamburgo - RS e outros que se interes-
Florianópolis - SC nos pede mais ar- e eventuais "substitutos" já que a sem por transmissores de FM com boa
tigos sobre videocassete especifica- equivalência realmente não existe. potência - Ivo Carvalho de Moura Rua
mente a limpeza de cabeçotes, Na nossa seção de Service es- Paraná, 38 - Vila Olga Atalla - Porecatú
materiais e ferramentas para repara- tamos estudando a possibilidade de - PR - 86160.
ção, técnicas, etc. abordar estes casos com freqüência, - Vendo Laser formado por gerador
Com a ampliação de nossa seção sempre em função de componentes de alta tensão (3 kV), ampola marca
de reparação para um caderno inteiro que sejam problemáticos em nosso Hughes (visível vermelho) - Helder
dedicado ao Service, deveremos abor- mercado. Stein - Rua Professor Joaquim Osório
dar este assunto em mais profun- Azevedo, 55 - Santana - São Paulo/SP
didade. Aguarde. ADAPTAÇÃO DE PROJETOS - CEP 02039.
- Desejo trocar correspondência
FICHAS DE REPARAÇÃO Com freqüência recebemos solicita- com leitores - Peço também que se
ções de leitores no sentido de fazermos alguém tiver o esquema do rádio
Temos recebido uma quantidade de modificações em projetos publicados gravador Sanyo MT100k que envie
defeitos de aparelhos eletrônicos para para utilizações diferentes das sugeri- uma cópia - Peço também indicações
a publicação em nossas fichas, muito das nos artigos originais. sobre o CI1 0311 e se conhecem algum
maior do que a que podemos aproveitar Infelizmente não podemos atender equivalente - Jorge dos Santos Qua-
em nossa edição mensal. a estes tipos de solicitações pois nor- dros Av. Baiana, 21 - Cosme de Farias
Desta forma, muitos leitores não malmente envolvem não só modifi- - Salvador - BA 40250.
estão vendo suas colaborações na cações imediatas como também expe- - Troco apostilas do curso de
revista. Isso não significa, entretanto, rimentação já que não conhecemos (ou eletrônica Radiotécnico e TV branco e
que elas tenham sido reprovadas ou não são dadas) as características preto com esquemas por testadores dé
descartadas. A experiência de cada novas desejadas pelos que pretendem transistores ou fly-back - Arlindo Sar-
técnico na reparação de um deter- a adaptação. racine - Av. Fernando Costa, 1088 - Vila
minado defeito é muito importante para Muitas vezes estas adaptações Ideal - São José do Rio Preto - SP -
todos os demais profissionais da área, também são impossíveis ou podem ser 15060 .•

16 SABER ELETRÔNICA NQ234/92


·Conheça o LM158/258/358
O. circuito. Integrados L.M158/2581358, consistem em amplificadores operaclonals duplos de baixa potência.
Suas caracterlstlcas de ganho elevado e excursão da tensão de salda até zero volt mesmo com fonte de
alimentação simples, possibilitam sua utilização numa grande quantidade de projetos. Neste artigo descrevemos
estes circuitos Integrados, ajudando assim o leitor a formar seu arquivo de dados para projetos.

Newton C. Braga

Diversos são os fabricantes destes


componentes, incluindo-se a Philips CORRENTE DE ALIMENTACÃO RESPOSTA DE FREQÜÊNCIA
Components e a National Semiconduc- 4 SEM REALI MENTAfÃO
tor. 140
As informações dadas neste artigo, <ri 120
referem-se a dados obtidos dos cir- ~
~ 100
cuitos integrados da Philips Com- o
2 80
ponents. :;
Cl

o
Pequenas variações de fabricante ~ > 60

para fabricante podem ocorrer, mas no 40


geral o comportamento do componente o:c
TA ~-5&'C ~
para aplicações gerais pode ser con-
siderado o mesmo, independente de

lA'o;cTO~~
0
O
TENSÃO
10 20
DE ALIMENTACÃO
30
_
40
(Voe)
:io 20
o
1
y+.10 '10 1SYocAN
-SS'C_TA-' 12S'C
I
10
I
100
I
1k
I I ,,~
lOk 100k 1M 10M
I

sua origem. FREQÜÊNCIA (H11

Os circuitos integrados LM 158, Fig. 2 -Gráfico da corrente de


LM258 e LM358, consistem em dois alimentação. Fig. 4 -Gráfico da resposta de
amplificadores operacionais inde- freqüência sem realimentação.
pendentes, com alto-ganho, com-
pensação interna da freqüência
projetados especialmente para operar RESPOSTA DE FREQÜÊNCIA
• Compensação de freqüência interna
com fonte de alimentação simples COM MAIS FONTES pelo ganho unitário.
numa ampla faixa de valores. 20 • Ganho elevado de tensão - 100 dB.
A operação com fonte simétrica
• Faixa larga de operação (ganho
também é possível e o consumo de 15
unitário) - 1 MHz - com com-
corrente na condição de baixa potência pensação de temperatura.
é independente da tensão de
10 • Faixa muito ampla de tensões de
alimentação.
Além destas características os alimentação não simétrica: - 3 Vdc a
30 Vdc e para fonte simétrica de
fabricantes destacam algumas que são 5
+/- 1,5 V a +/- 15 Vc.C.
únicas nestes componentes como a
capacidade de operar numa faixa de • Consumo de corrente muito baixo
tensões de saída entre O e a tensão O
1k 10k l00k 1M (400 IAA) - essencialmente inde-
FREQÜÊNCIA (tlz) pendente da tensão de alimentação.
• Corrente de polarização de entrada
F ig. 3 - Gráfico da resposta de
muito baixa 45 mA c.c. e compen-
freqüência com mais fontes.
sada em temperatura.

programada, mesmo com fontes de


alimentação simples. A freqüência de
cruzamento para ganho unitário é com-
pensada em temperatura assim como
a corrente de polarização de entrada.
Na figura 1 temos o invólucro deste
componente.
Fig. 1-Invólucro dos As principais características des- Fig. 5 -Amplifzeador inversor
LM158/258/358. tacadas pela Philips Components para com fonte simples.
este componente são:

SABER ELETRÔNICA N2234/S2 17


• Baixa tensão de offset de entrada -
2 mV c.c e corrente de offset de
TIPO INVÓLUCRO
Cerâmlco
Plástico
Plástico
Cerâmico
Plástico
FAIXA 50
DIP
50
DE DIP
DIP
DIP de
de
de
dê-40
·25
-55
de
de
de -25
-25
-40
-25
O 8a
-55a+125
O
888O
-2~a
OPERAÇÃO 8 a+70
apinos
'8 +70
pinos f
+70
apinos
+85
apinos
apinos+85
+125
+85
pinos
+85 C)
LM258FE
LM258N
LM358D NE532D
LM358FE
SE532N
LM358N
NE532FE
NE532N
5A532D
5A532N
LM2904N
LM2904D
5E532FE
LM158N
5A532FE
LM158FE
5 mA c.c. Tabela!
• Faixas de tensões diferenciais de
entrada igual a faixa de tensões de
alimentação.

Vin
Vo

Fig. 6 -Seguidor de tensão.'

+V

Vo

• Tensão de saída com faixa elevada: pelas condições de funcionamento


O a 1,5 V C.c. (faixa de temperatura) e invólucro.
Fig. 7 -Amplificador não inversor. Damos na Tabela I as diversas
Os diversos tipos de integrados que
formam esta família se diferenciam designações possíveis para os in-
tegrados desta família com invólucros
e faixas de temperaturas correspon-

--
Tensão
menor diferencial
que 15 aV+125de
SIMBOLO mW780
mW
Tensão
Tensão 32
temperaturas °c°c
Vdc
UNIDADES
-25
Vdc a-65
°c
1160
·55
dissipaçãoVdc
ou-0,3
O
PARÂMETRO
temperaturas àe32
continuo
de
-40
+85
deVALORES
entradaa85
ambien-+150
a+/·16
780 70
de +32
dentes:
°C)Pd tes
(Tacuitodeà
= 25°C)
Invólucro operação:
terra 01+
FE °c
Faixa de
Faixa de Os máximos absolutos deste in-
tegrado são dados na Tabela 11.
Nas figuras 2, 3 e 4 temos alguns
gráficos mostrando as performances
destes integrados.

APLICAÇÕES

o circuito da figura 5 mostra como


podemos usar estes integrados em
uma configuração inversora com fonte
de alimentação não simétrica
(simples).
O circuito da figura 6 é um seguidor
de tensão (ganho de tensão unitário)
operando com fonte de alimentação
simples (não simétrica).
O circuito da figura 7 é um
amplificador não inversor usando fonte
de alimentação simples.
O ganho deste circuito é deter-
minado pela relação entre os valores
de Rf e Ri.
O capacitor serve para bloquear o
ganho De do circuito. _
18 SAElER ELETRÔNICA N° 2a41S2
U257BE/U267BE
Indicadores de nível logarítmico, excitador para LEDs
Neste artigo apresentamos aos leitores dois circuitos Integrados da SIO Mlcroeietrônlca, Indicados para excitar
LEOs em escalas logaritmlcas, com configurações de extrema simplicidade e cascateáveis para excitação de maior
quantidade de LEOs. Estes Interessantes Integrados podem ser usados como base para uma Infinidade de
aplicações em equipamentos de áudio e outros tipos de indicadores visuais.

Newton C. Braga

Os circuitos integrados U257BE e • Dissipam baixa potência em fun-


U267BE consistem em indicadores de cionamento devido a conexão em
níveis logarítmicos, para excitação de série dos LEOs indicadores
LEOs com uma grande variedade de • LEOs de cores diferentes podem ser
possíveis aplicações, dadas suas usados de modo arbitrário, sem
características que podem ser resu- alteração de brilho dos demais
midas da seguinte forma: • Não se necessita de nenhum com-
• Funcionam com ampla faixa de ponente externo
tensões de alimentação (12 a 25 V) • Possuem alta resistência de
• Fornece alta corrente para os LEOs entrada, facilitando sua excitação.
indicadores Vem em encapsulamento plástico
OlP8
Os circuitos integrados U257BE e
U267BE são circuitos para excitação
de um display tipo bargraph (em barra), Fig. 2 - "Display" em barras
com 5 ou 10 LEOs, possuindo um com lOLEDs.
gerador de corrente interno, cuja cor-
U 257 SE
rente é ajustada em 20 mA.
U 267 SE Os LEOs são ligados em série, para U257BE U267BE
3 reduzir a dissipação de potência e de 0,18 V/-15 dB 0,1 V/-20 dB
modo a se obter a mesma corrente em
0,5 V/-6 dB 0,3 V/-1 O dB
qualquer condição de operação.
0,84 V/-1,5 dB 0,71 V/-3 dB
Para LEOs vermelhos (por exem-
plo, os CQY 40L), a tensão de 1,19V/+1,5dB 1,OV/OdB
2,OV/+6dB 1,41 V/3dB
II alimentação indicada é de 12 V, en-
quanto que no caso de diodos emis- Se for aplicada uma tensão maior
sores de luz verdes ou amarelos (CQY que o primeiro limiar, porém menor que
Fig. 1- "Display" em barra 72L ou CQY74L), a tensão de o segundo limiar, um LEO é aceso. Se
com5LEDs. alimentação é de 16 V. a tensão da entrada estiver entre o
Os limiares de entrada são: segundo e o terceiro limiar, dois LEOs

SABER ELTRÔNICA N~ 234/92 19


iiiiiiiiiiiiiilf.III~liiiiiiiiiiiiiii Tensão - --
Tensão
Corrente
Corrente
Tensão
Temperatura
++690
25
30
Us
mA
+mA
V
temperatura
Dissipação
temperatura
5°c
150
0,5
mWV 60
85
°c
125 de·15
reversa
de
-10
máxima dede
::::::::::::::~:fiíilill:::::::::::::::
!!!!!!!!i!!!!i!!!!!iiiiimiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii
iiillllll.llii!i
!lmmm~11::,:,:l":"".":,::,,::::,,:,::,,,,,;1W1111!li11!! iiiiiiiiiii!iii!!!iiiiiiiiM!liiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!ii
Tamb
ambiente) = 60 C
Us = 25 V
Us = 18 V Tabelal

AMPLIFICADOR DE AUDIO

estarão em operação e assim por tante a elaboração de projetos com


diante. estes circuitos integrados.
As tabelas 1 e 2 dão as especi- Na figura 1 temos a aplicação
ficações máximas e as características básica que consiste num display de
elétricas e ópticas destes integrados. barra (bargraph), com 5 LEDs.
Para a excitação de 10 LEDs no
APLlCATlVOS modo cascateável temos o circuito da Fig. 4 -"Display" de nível de gravação
figura 2 que utiliza dois integrados, um de áudio logarítimko com 10 LEDs.
U267BE e outro U257BE.
A não necessidade de componen-
tes para limitação da corrente dos
LEDs ou mesmo programação dos :::!i~9!1::l::iç~M~m~8:1::::::i::::i::::i:M'N.:i:;i:i:::::I::':::::::i:i::::1n~ii:iii::ii:i:ii::i:::il:::::::::::::::i:iig:::::i:::::::::::::I:ii:i:::º,~'Pi.P!::::::::i
níveis lógicos de disparo facilita bas- Corrente total
Is (inc!. corrente 25 mA
dos LEDs)
Us Tensão de 12 25 V
alimentação
Tolerância
dos limiares ±30 mV
de entrada
Histerese do
limiar de 10 mA
comutação
·Ii Corrente de mA
entrada

Ua1 ...Saal Tensão de


saturação de ',' V
saída

li II~II II II
+3dB OdB -3dB - 10dB - 20dB -Ias
lal ...s • 20 mA

Corrente de 20 mA
saída
Fig. 3 - "Display" de nível de gravação
de áudio logarítimko com 5 LEDs. Tabela 2

20 SABER ELETRÔNICA Ni 234/92


Os níveis diferentes de.acionamen- Observe que o sinal de áudio é A mesma aplicação utilizando 10
t·o dos LEDs, permitem a sua retificado por um 1N4148 e depois LEDs é mostrada na figura 4.
intercalação obtendo-se assim, uma aplicado via um divisor de tensão for- Estes dois circuitos podem ser
escala que consiste basicamente na mado por R1, R2 e R3 à entrada do usados como base para efeitos visuais
combinação das que fornecemos neste integrado. O capacito r de 680 nF for- em algumas aplicações recreativas
nece a inércia de resposta que pos-
mesmo artigo em termos de níveis em com a ressalva que o acionamento em
sibilita a obtenção de variações não
dB. muito bruscas da indicação dos LEDs, série impede ocasionalmente o
O circuito da figura 3 consiste num mesmo quando os sinais variem de acionamento de dispositivos externos
display de nível de gravação de áudio intensidade muito rapidamente (entre de maior potência, como por exemplo,
logarítmico com 5 LEDs. os picos de áudio, por exemplo. transistores, SCRs e Triacs. _

.:
~
,
MODULO DE UM GRAVADOR DIGITAL
~ ~
.:
(ESTOQUE LIMITADO)

Com este módulo, você pode gravar uma mensagem de 15 segundos para diversas aplicações
como:
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, SECRETÁRIA ELETRÔNICA, MENSAGEM PARA CLIENTES,
GRAVAÇÕES EM BRINQUEDOS E OUTRAS.

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SABER ELTRÔNICA NQ234/92 21


~

OSCILOSCOPIO
Curso de Operação
Lição n!1 15

Na lição anterior estudamos o setor de áudio de um videocassete convencional observando


que as formas de onda que são analisadas com um osciloscópio não diferem muito das que são
encontradas num receptor de FM comum. No entanto, as freqüências são mais baixas, exceto nas
etapas de modulação que aplicam os sinais a um televisor externo. Continuamos agora a estudar
a.sformas de onda num aparelho de videocassete e que podem ser observadas com um
osciloscópio comum, mas passando ao setor de vídeo.

Newton C. Braga


SABER ELETRONICA N2234/92
VIDEOCASSETES ANAUSADOS freqüência mais baixa (3,4 MHz), cor-
COM O OSCILOSCÓPIO (fi) responde ao nível de preto . ./'
CORTADOl ••..• DE BRANCO
--------"'"'-------- ----- ~
L1MITADOR
Tipicamente utiliza-se para modular o
sinal um multivibrador com o circuito da
Muito mais complexo que o áudio, o
setor de vídeo também tem muitas figura 2. ----_ .. ~
L1MITADOR
diferenças em relação ao que en- DE PRETO

contramos num televisor comum. Desta


Fig. 3 -O limitador corta os
forma, para estudar um aparelho de Tl
+
pulsos acima e abaixo de certo nível.
videocassete com um osciloscópio
devemos nos concentrar também numa
análise de seu princípio de funcionamen-
freqüência até o máximo com a inten-
to e é justamente o que faremos nesta sidade máxima do sinal.
lição. Será bem interessante para os
Variações em torno deste circuito
leitores se aprofundarem nestes estudos
podem ser encontradas, inclusive com a
posteriormente, pois se trata de assunto
utilização de circuitos integrados que
bastante extenso e que será abordado

N\
ENT. Y reunem além desta função, outras. No
nesta lição apenas nos seus aspectos prin-
entanto, as formas de onda se mantém e
cipais.
podem ser observadas com um
osciloscópio.
1. GRAVAÇÃO DE LUMINÂNCIA
O sinal de luminância contém picOs
Fig. 2 - Um modulador transis-
torizado de freqüência. que precisam ser eliminados antes de sua
Por motivos técnicos, os gravadores utilização na modulação; isso é feito por
cassete separam os sinais de cor um circuito ceifador ou "c1ipper" con-
(crominância) e de brilho (Iuminância). O forme mostra a figura 3.
Analisando este circuito com o
que ocorre é que os sinais de luminância
osciloscópiodevemos então observar na A ação deste ceifador, também pode
ocupam uma faixa muito larga no
sua entrada o sinal de luminância do tipo ser visualizada pelo osciloscópio, como
espectro de vídeo de 4 MHz que tornaria
importante ponto de informação, para
muito difícil a reprodução por parte de "escada" conforme o tipo de imagem
eventuais diagnósticos de problemas.
uma cabeça magnética. usada como padrão, e na saída teremos
Q.que se faz é transformar o sinal "Y" O sinal de luminância precisa passar
uma portadora de alta freqüência
de luminância em um sinal de FM antes por um circuito de pré-enfase antes de
modulada com valores variando entre 3,4
da sua gravação na fita. modular a portadora de RF, isso porque o
e4,4MHz. circuito usado não responde linearmente
Na figura 1 temos então a Observe que este circuito, sem sinal a toda faixa. Isso significa que as
transformação do sinal de vídeo num
na entrada opera numa freqüência mais freqüências mais altas precisam ser acen-
sinal de FM, para o sistema de VHS
baixa (3,4 MHz), aumentando sua tuadas de modo a se melhorar a relação
padrão NTSC.
Uma portadora de RF é então
modulada de modo a variar sua
freqüência entre 3,4 e 4,4 MHz, onde a
freqüência mais alta (4,4 MHz), cor-
responde ao nível de branco e a CROMII

!tMHzI / I ou CÂM-IIRII
/SINTONIIIFILTRO
PII 5511- BIIIXIIS A.G. C. TRAVII
ITRAP 3,58MHi I

L IMITADOR
PRETOI BRANCO PRÉ - ENFASE

FILTRO
PARA AS CIIBEÇAS
PIISSA- ALTAS

,. 3,4<f<4,4MHz

Fig.l-Transformando o sinal
de vídeo emFM . Fig. 4 -Etapas de gravação de luminância.

SABER ELETRONICA
. .
NV 2;34/92 23
CROMINÃNCIA

I
I
--
,
,
I
I

flMHzl .FIL TRO I 3,58MHz


ACC
3,58MHz
CONVERSOR
629kHz
PASSA-BAIXAS

- , 31 4--:
o :, 2 : ' VI'oEO COMPOSTO
4,21MHz

~kHZ LUMINÃNCIA: ~cç; \ i


Fig. 5 -Espectro convertido de cro- Fig. 7 -o controle automático de cor (ACC).
minâncÚl e luminlincÚl para gravação.

nos circuitos integrados dedicados nem Também neste caso, as funções in-
sinal/ruído, já que o ruído gerado pela todos os pontos tem acesso para a dica das podem estar contidas num único
própria fita, sendo de alta freqüência, visualização das formas de onda com o integrado, o que dificulta o acesso para a
pode mascarar o sinal se ele for de pe- osciloscópio observação das formas de onda.
quena intensidade.
Na figura 4 temos um diagrama de z. GRAVAÇÃO DE CROMA 3. CONTROLE AUTOMÁTICO
blocos do setor de gravação de DE COR
luminância de um aparelho de videocas-
sete comum. A gravação do sinal de crominância
nos aparelhos de videocassete é feita Os sinais a serem gravados num VCR
Neste diagrama temos as formas de separadamente dos sinais de luminância. podem vir de diversas fontes, como por
onda dos sinais que podem ser Os sinais de crominância são convertidos exemplo, um sintonizador, uma câmera,
visualizados com o osciloscópio no de 3,58 MHz para 629 kHz. etc. Isso significa que o nível do sinal de
diagnóstico de problemas ou mesmo para A largura da faixa deste sinal de crominância pode variar bastante, con-
eventuais testes de funcionamento.
1 MHz émantida, conforme sugere a forme o caso, o que implicaria numa
O AGC (Controle Automático de figura 5. reprodução diferente.
Ganho), é semelhante aos encontrados Observe que neste caso temos apenas A solução adotada nos circuitos para
em televisores e sua finalidade é manter uma conversão de freqüência diferente- se evitar essas variações consiste na
o nível do sinal constante inde- mente da modulação que ocorre com a utilização de um controle automático de
pendentemente do nível do sinal de luminância. cor. Este circuito mantém dentro de cer-
entrada, já que podem ocorrer variações, A conversão é feita por um circuito tos limites, constante o sinal de
quando passamos do sintonizador, para que contém um oscilado r a cristal e dois crominância.
uma câmera, etc. O ACC, ou Automatic Color Control
conversores, conforme mostra a figura 6.
O circuito de trava tem por finalidade é intercalado entre o conversor de
Nesta figura temos as freqüências dos
recuperar o nível DC do sinal de sinais que devem ser observados com a 629 kHz e o filtro de entrada, conforme
luminância. mostra a figura 7.
utilização de um osciloscópio. As formas
Os demais circuitos já vimos no seu de onda podem ser obtidas nos manuais Observe neste diagrama de blocos as
funcionamento na nossa análise. de serviços e diagramas dos próprios freqüências dos sinais que encontramos
Lembramos mais uma vez que nos aparelhos. numa análise com o osciloscópio. No
aparelhos modernos a maioria das Veja que já temos freqüências final do circuito para as cabeças
funções são encontradas em integrados relativamente altas, devendo o operador gravadoras apenas o sinal de 629 kHz é
dedicados, mas para efeito de didática enviado.
do oscilosc6pio usardos devidos recursos
estamos dando exemplos com indicados, para a observação deste tipo de
configurações transistorizadas. Veja que sinal. 4. EXPANSOR DE BURST

O ACC precisa para seu fun-


CROMINÃN'CIA E BURST cionamento de uma tensão DC de
X40 1629kHz
MULT1PLICADOR 3,58MHZ referência que varie com o sinal de
entrada, mas que não dependa do
CONVERSOR
4,21MHz conteúdo da cena. A referência ideal para
CONVERSOR
esta finalidade é o sinal de BURST.
OSCILADOR
Na figura 8 temos o diagrama de
3,58MHz blocos deste circuito que normalmente
3,58MHz

CROMINANCIA
- ,
629kHz

E BURST
tem por base um MOSFET de dupla porta
que amplia o sinal de BURST de modo
que ele sobressaia na gravação. Na
Fig. 6 -DÍIlgra11Ul de blocos do conversor de crominlincÍll.
reprodução este sinal passa por um com-
pressor ..
24
SABER ELETRONICA NO234192
chaveamento das cabeças de vídeo, ob-
tendo-se um sinal único.
VIDEO COMPOSTO As formas de onda deste circuito cor-
FILTRO respondem pois a sinais de baixa
PASSA-FAIXAS freqü'ência (chaveamento) e alta
freqüência (vídeo).
BURST AMPLIADO
A tensão de chaveamento é obtida de
CROMA dois pequenos imãs presos à cabeça
AMPLlFICAOOR SAlDA gravadora que ao girar induz pela sua
passagem numa bobina captadora o sinal
GANHO CONTROLADO
de sincronismo. Na figura 11 temos o
~ llliilll'~",
I
II
"''''''
III
sinal em questão que pode ser observado
no osciloscópio com a forma de onda

v-v I
:

PULSOS
I
:~
DE CONTROLE
MOSFE T
DO
91

92
típica.

8-O
.~~
Fig. expansor de BURST.
U::~BOR
MOVIMENTO

As freqüências encontradas nesta


etapa de um VCR são as mesmas das Fig. 11-O gerador de pulsos
~tapas anteriores. para o sincronismo.

5,. REPRODUÇÃO Este sinal passa por um circuito de


chaveamento que tem um diagrama de
o ponto de partida da reprodução dos blocos típico mostrado na figura 12.
sinais' de um VCR, está no conjunto de Neste circuito existem, ajustes de fase
cabeças. Como são usadas duas cabeças para as duas cabeças os quais podem ser
para a leitura do sinal de vídeo, estas alterados de modo a se obter o sinal final
devem ser chaveadas de modo a termos a com 50% do ciclo ativo.
composição de um sinal único a partir das
trilhas que são lidas em separado, con-
6. RECUPERAÇÃO DO SINAL DE
forme sugere a figura 9. LUMINÂNCIA
O éhaveamento é feito numa
- freqüência de 30 Hz a partir do sinal F ig. 10 - Um circuito de
chaveamento transistor izado. O sinal "Y" é gravado segundo
retangular. Na figura 10 temos um cir-
cuito típico, usando transistores para o processo que vimos no início desta lição,
devendo ser obtido na sua forma 'original
a partir de um sistema "inverso" con-
forme mostra o diagrama de blocos da
PROCE SSADOR figura 13.
DE LUMIN~NCIA
O sinal é obtido em 629 kHz e depois
de passar por um filtro passa-altas, se
CABEÇA A y obtém apenas o Y-FM. Depois temos o
SAlDA estágio DOC (Drop Out Compensation),
30Hz DE VIDEO ou de compensação de falhas no sinal.
CHAVEAMENTO COMPOSTO
..J1J1.. SEPARADOR MISTURADOR O DL (Double Limitter System), tem
por finalidade eliminar os problemas que
ocorrem na transição rápida de cenas
CROMA escuras para claras.
629kHz
. CABEÇA B Vem em seguida o demodulador onde .
são recuperadas as informações de
PROCESSAOOR luminância e a etapa de de-ênfase que
DE CROMA
compensa a pré-enfase da gravação. No
final temos o cancelador de ruídos, cuja
finalidade é cortar as componentes de
Fig. 9 -Sistema de recuperafão do sinal de vídeo gravado. ruído de alta freqüência que estiverem
presentes no sinal.

SABER ELETRÔNICA N° 2~4J92


própria fita. O VCO (Voltage ControlIed
Oscillator), gera um sinal de 160 vezes
maior que a freqüência horizontal, o qual
~ dividido posteriormente por 40 resulta
exatamente nos 629 kHz. Observe estas
CAPTADOR j' freqüências ao proceder à análise usando
o osciloscópio. A freqüência do VCO é
..[UL "capturada" com a ajuda de um com-
TENSAO DE
CHAVEAMENTO
parador de fase que recebe dois sinais de
freqüência horizontal, um do próprio
VCO via divisor por 160 e outro pelo
separador de sincronismo.

CONCLUSÃO
Fig. 12 -Circuito de cMveamento para duas cabeças de vídeo.
, A variedade de freqüências e formas
de onda é muito maior nos estágios de
7. REPRODUÇÃO DO SINAL sar pequenas variações que ocorrem vídeo oferecendo assim um amplo campo
DE CROMINÂNCIA ' devido ao sistema mecânico. de trabalho para o técnico que disponha
O sinal de freqüência fixa de de um osciloscópio e deseje usá-Io com'
Na figura 14 temos um diagrama de 3,58 MHz é aplicado ao comparado r de toda sua potencialidade. Basicamente o
blocos que mostra o processo de fase juntamente com o sinal de BURST técnico deve, saber que forma de onda e
recuperação do sinal de crominância num também em 3,58 MHz, extraído do sinal freqüência encontrar em cada ponto do
VCR no sistema NTSC. circuito e também deve estar apto a
de crominância recuperado da fita.
As diferenças em relação ao sistema Se houver alguma variação na refazer os trajetos dos sinais tanto na
PAL estão nas freqüências, já que no condição de gravação como de
freqüência do sinal de crominância ela é
PAL-M temos o emprego do cristal de reprodução de um VCR. Usando o
detectada pelo comparador de fase e com- osciloscópio como um seguidor de sinais
3,577578 MHz que é resultante da soma
pensada. Este sistema garante a produção o técnico poderá chegar facilmente a
de 3,575611 MHz (subportadora de de um sinal bastante estável mesmo
crominância) com 1967 Hz (correspon- qualquer anormalidade de funcionamen-
levando-se em conta as pequenas to. Conforme vimos, entretanto, é
dente à freqüência horizontal dividido
imperfeições do sistema mecânico e da
por 8).
Neste diagrama temos as diversas
freqüências que podem ser visualizadas
no oscilosc6pio. ENT, FILTRO L1MITADOR
DOC DEMODULADOR
O sinal de sincronismo horizontal é CROMA
PASSA-ALTAS DUPLO

conseguido a partir do sinsl composto de +y


luminância recuperado da própria fita.
Na gravação além do sinal de 629 kHz
temos também um sinal de 3,58 MHz
CANCELADOR DE RUIDOS DE ÊNFASE
gerado por um oscilador local. O APC
(Automatic Phase Control), garante a
fase e a freqüência corretas para o sinal
de crominância recuperado da fita. Isso é Fig. 13 -Processo de recuperação do sÍNll de luminancÚl.
necessário com a finalidade de compen-

- CROMA 629kHz
I
tH x 40
[9kHZ
PASSA-BAIXASFILTRO
MULTlPLlCADOR
2
CONVERSOR
CROMA + BURST 3,5eMHz
preciso que o técnico saiba como fun-
ciona o aparelho analisado para poder
fazer qualquer tipo de diagnóstico em
função de uma forma de onda anormal
encontrada num ponto qualquer. '
De nada adianta visualizaruma forma
de onda se não for possível interpretá-Ia.
Que tipo de deformações podem ocorrer
com as falhas, que tipo de falhas ocorrem
por uma determinada deformação? Estas
são algumas perguntas que precisam ser
respondidas nestes casos e que nio
Fig. 14 -Recuperação do sÍNll de CROMA 1I/lreproduç4o de um VCR. dependem somente do conhecimento do
uso do oscilosc6pio .•

26 SABER ElETRONICA Nt 234192


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TERMO SENSOR
Newton C. Braga

Este circui to detecta aumentos ar quente de uma baforada é sufi- polarizamos um diodo no sentido um corpo vibram, e esta vibração
de temperatura ou focos de calor, ciente para levaro LED a acender. inverso, observamos a circulação pode causar.a liberação de
como por exemplo, num princípio Em Iugar do LED e do resistor de uma pequena corrente o que elétrons que se movem pelo
de incêndio ou na sobrecarga de podemos também usar um relé, significa que a resistência inversa corpo, significando assim a
uma máquina. Outra aplicação é caso em que poderia ser acionado não é infinita mas tem um certo circulação de uma corrente.
como detector de aquecimento um alarme externo pelo calor. valor, se bem que muito alto (nor- Está claro que esta corrente
para motores de automóveis. O circuito é alimentado por 4 malmente de dezenas ou centenas depende muito da temperatura.
Pode ser usado em pilhas comuns; seu consumo de de megohms). Basta então· um aquecimento da
corrente é bastante baixo. O sen-
demonstrações, como em Esta circulação de corrente, junção do diodo para que esta
sor pode ficar longe do aparelho o com a conseqüência de uma resistência diminua e com issoau-
aplicações práticas. A resistência
inversa de um diodo varia com a que permite a detecção remota de resistência não infinita se deve a mente a circulação da corrente.
calor.
portadores de cargas na junção do Isso torna os diodos de silício ex-
temperatura, o que ilustra o fun- Os diodos semicondutores
cionamento de sensores térmicos diodo que são liberados pela ação celentes sensores de temperatura.
devem apresentar uma baixa do calor. Acima do zero absoluto
de diversos tipos. Basta então amplificar a pequena
resistência no sentido direto e
(-273°C) todas as moléculas de corrente que corresponde à
O aquecimento do diodo, quer uma resistência infinita, quando
seja pela aproximação de um ferro polarizados no sentido inverso.
de soldar, uma chama ou mesmo No entanto, na prática, quando

LISTA DE MATERIAL _

Q1, Q2 e Q3 • BC548 ou equivalentes


01 • BA315 ou equivalente. ver texto
Reslstores
R1·10kQ
R2·100Q
R3· 470Q
B1 ·3 ou 6 V· 2 ou 4 pilhas pequenas
LED· LED vermelho comum

~AeER ELETRÔNICA N° 2~4/S2 33


Sabe,.
Projetos _
temperatura e depois usá-Ia para Com relação aos transistores, (D1). Se ele estiver certo, e o LED Após alguns segundos, o LED
acionar um l1)edidor, um relé ou recomendamos a utilização dos permanecer ainda aceso com o deve acender, indicando o fun-
tipos de silício como os BC107, sensor desligado, então um dos cionamento. Afastando o ferro, o
simplesmente um LED.
Todos os diodos comuns de BC108, BC238, BC547 ou LED deve apagar, assim que o
transistores (possivelmente Ql)
BC548, que possuem excelente diodo esfriar.
silício são sensíveis à está com fuga, devendo ser
ganho e pequenas fugas, servindo substituído. Se você segurar o diodo sensor
temperatura, mas os tipos cujas para ampliar a pequeníssima cor- ou então bafejar ar quente, ele
junções são mais expostas são rente disponível no sensor. O LED deve permanecer
também deve acender, se a sen-
mais sensíveis. Diodos como o apagado em condições normais.
O diagrama completo está na sibilidade do aparelho for grande,
BA315, 1N4148, 1N914 e figura . A seguir, aproxime a ponta do mas isso vai depend •.., do ganho .
mesmo o 1N4002 são sensíveis à soldador do diodo, sem enCostar dos transistores e do diodo .mado
Após a montagem, ligue a
temperatura e podem ser usados unidade. Seo LED acender, veja nele, de modo que o calor possa como senso r (O BA315 é um tipo
no nosso aparelho. se não inverteu o diodo sensor ser percebido. que funciona bem neste caso). [J

M/N/FACE
Newton C. Braga

Este circuito controla cargas tificam os anúncios de que U ma interface é um elemento que trolá-Io a partir de um programa,
de alta potência, como por exem- podemos usá-lo no controle de liga algum dispositivo elétrico a em função da programação de
plo, motores, lâmpadas,sirenes e tudo que é elétrico em nossa casa. tempo ou de sinais que sejam
um computador que passa a con-
outros, a partir de um microcom-
putador ou enviado através de
cabo a partir de saídas TIL ou
CMOS. A principal característica

--
do circuito é o uso de acoplador
óptico que isola do circuito de
B1
controle garantindo assim 9 a 12V.
máxima segurança.
A possibilidade de se con-
trolar dispositivos de alta
potência a partir de um Kl
microcomputador ou de circuitos

c:
R2
VER
lOka
lógicos digitais abre inúmeras t><)

TEXTO
portas para os leitores dotados de Fig.}
imaginação. Ela significa um GOn- 'B ~ Diagrama
tato maior do computador com o completo
mundo exterior que leva a do aparelho.
aplicações que realmente jus-

recebidos nas suas entradas. Uma

LISTA DE MATERIAL -...,- aplicação imediata para este tipo


de equipamento é o acionamento
CI-1 - 4N25 - ácoplador óptlco Resistores: 1/8 W programado de dispositivos ex-
CI-2 - 741 - amplificador operaclonal R1 - 22 k.Q ternos. Podemos ligar e desligar
D1 e D2 - 1N4148 ou equivalente R2 -10 k.Q aparelhos em horários
(1N914) R3-1 MQ programados com facilidade.
X1 - G1RC1 ou G1 RC2 - relé Metaltex R4- 3,3 k.Q Outra aplicação é em sistemas
Q1 - BC558 ou equivalentes (BC557 ou Rx - ver texto (10 ou 220 Q para relés de alarme. O microcomputador
BC559) de 6 V)
verifica a cada instante a situação
S1 -Interruptor simples Capacltores: eletrolftlcos 16 V
B1 - 9 a 12 V ou fonte - ver texto C1 - 4711F dos sensores espalhados pela casa
C2 - 100 I1F e em caso de acionamento de um,
P1 - 4,7 MQ - trlm-pot
dispara um alarme externo.

a4
Saber
Projetos
A interface que propomos aparelho estiver no nível baixo ou
neste artigo é bastante simples e O (zero).
utiliza um rei é de baixo custo que O relé será desativado quando
pode controlar cargas de até 600 a saída estiver no nível!.
watts na rede de 110 V e o dobro Na figura 1 temos o diagrama
na rede de 220 V. Isso significa completo do aparelho.
que aparelhos domésticos co- Na figura 2 damos uma
muns como rádios, televisores, sugestão para o desenho da placa
ventiladores, lâmpadas, etc, de circuito impresso.
poderão ser facilmente acionados O relê usado pode ser o
pelo aparelho. GIRCl ou GIRC2 para 6 ou
A alimentação do circuito é 12 V conforme a alimentação seja
feita com tensões de 9 a 12 V de 9 ou 12 V.
proveniente de pilhas comuns ou No caso da alimentação de
fonte. 9 V deve ser acrescentado o resis-
tor Rx de 22 Q ou de 10 Q em
série com o relê para limitar sua
CARACTERíSTICAS: corrente.
Observamos ainda que os
• Tensão de alimentação: 9a tipos MC4 têm correntes de con-
12V tato de 2 A e contatos duplos. Já
• Corrente de consumo em os tipos G 1R possuem correntes
repouso: 5 mA de contatos de 6 A e estes são
• Carga máxima controlada: 6 A simples.
• Corrente de acionamento: O acoplador 6ptico pode ser o
25 mA (tip)
Fig. 2 - Placa de circuito impresso comum para a montagem. 4N25 ou 4N26 e o resistor R(*)
• Tensão de acionamento exter- tem seu valor que depende do tipo
de acionamento externo.
no: 2 a 15 V (tip)
que circula uma forte corrente de quando a saída do inicrocom- Para microcomputadores este
A base do circuito é um
coletor que energiza a bobina do putador está no nível baixo. resistor será de 470 Q. Para outras
amplificador operacional do tipo Para que a saída do
relê levando-o ao fechamento de aplicações utiliza-se a seguinte
741 que tem a entrada não inver- seus contatos. operacional vá ao nível baixo e fórmula para calculá-Io:
sora (pino 3), ligada à linha de portanto o reIé feche seus con-
alimentação negativa. A transição do nível alto para R = (V - 1,6)/0,25
o nível baixo de saída do tatos é preciso que a tensão da Onde: R é o valor do resistor
Na entrada temos um
entrada inversora (pino 2) suba, o em ohms
acoplador 6ptico com um operacional é controlada pelo
que ocorre quando o transistor do V éa tensão disponível no dis-
potenciômetro de ajuste e na saída acoplador óptico ligado à entrada
acoplador deixa de ser iIuminado. positivo de controle entre 3 e
(pino 6), um transistor de inversora (pino 2). O potenciômetro Pl permite ajus- 15 volts. A polaridade na ligação
excitação de pequena potência do O ganho do operacional é tar o limiar do disparo em função de saída deve ser observada para
tipo PNP: determinado por R3. Os valores
Quando a saída do circuito in- deste resistor podem ser alterados
tegrado (pino 6) se encontra no na faixa de 470 kQ a 4,7 MQ em
nível alto, o diodo DI se função da sensibilidade do
encontrará polarizado no sentido acoplador óptico usado.
inverso e conseqüentemente o
Assim, para que a saída se
transistor estará no corte. Com
mantenha no nível alto e portanto _ 81
isso não circula corrente alguma -6V
o relé desativado ê preciso que a Fig.4
pela bobina do relé, que se
mantém aberto. tensão da entrada inversora seja Circuito
Quando a saída do circuito vai próxima de zero, o que equivale a de prova.
uma baixa resistência entre o
ao nível baixo (tensão nula), o
emissor e o coletor do transistor
diodo DI é polarizado no sentido
direto de modo que flui uma cor- do acoplador óptico. Isso se con- da sensibilidade do amplificador que o LED acenda no acoplador
rente pela base do transistor que o segue quando esse transistor está operacional. óptico. Para conexão externa
leva à saturação. O resultado é iluminado pelo LED ou seja, O capacitor Cl ligado à base podem ser usadas barras de ter-
do transistor tem por finalidade minais com parafusos.
tornar as transições suaves com Uma fonte de alimentação é
um fechamento dos contatos do mostrada na figo 3.
relê sem repiques ou oscilações, Esta fonte suporta a alimen-
mesmo que o sinal usado no con-' tação de até 5 destas interfaces
trole seja pulsante ou alternado. que poderão ser controladas por
Fig.3 Em suma, teremos o diversas saídas de um microco~-
FOnJepara T 1 acionamento na carga quando o puta dor comum.
12 + 12V OV
o circuito. lA barramento de saída do com- Para a alimentação com pilhas
putador em que estiver ligado o sugerimos o uso de 6 ou 8 pilhas

SABER ELETRÔNICA Ni 234/92 35


Sabe,.

Projetos
pequenas ou médias, lembrando uma lâmpada de 5 watts ou
que o gasto maior de corrente . mesmo um abajur pequeno.
ocorre quando a bobina do relé Com a chave que aciona o
está energizada.
LED do acoplador ligada (S2),
Para o integrado sugerimos a
ajuste PI para que o relé desatra-
utilização de um soquete DIL de
8 pinos que facilitará sua que e a carga fique desligada.
substituição em caso de n~- Quando a chave S2 for des-
sidade e evitará problemas de ligada e o LED no interior do
sobre-aquecimento na soldagem. acoplador apagar, o relé deve
Um soquete DIL de 6 ou 8 pinos fechar seus contatos, ativando a
usado parcialmente poderá
carga externa. Ajuste PI para
também ser usado para o
maior sensibilidade.
acoplador óptico.
Para provar o aparelho não Na figura 5 temos o modo de
será preciso fazer sua ligação à se fazer li conexão ao microcom-
saída de um microcomputador. putador e às cargas externas.
Basta ligar na entrada do
Para cada tipo de microcom-
acoplador 4 pilhas e um resistor
de 470 Q, conforme mostra a putador o leitor deve identificar
Fig.S
figura 4. as saídas rio barramento (110). Conexões
Ligue na saída Um dispositivo Nos manuais existem programas para uso
qualquer que possa ser usado que podem ser adaptados para da miniface.
como carga, como por exemplo, utilização destas saídas. [J

FOTÔMETRO
Newton C. Braga

A avaliação da intensidade de
iluminação de um ambiente éalgo
S 1
subjetivo e portanto pode levar a
falsos resultados.
CI-l
É o que ocorre quando saímos 3 I LM339
de um local muito escuro para um
C2
de certa claridade que então nos
100pF

---
parecerá muito mais iluminado do f 8/32
que realmente está. \\
Para não sermos enganados
por falsas avaliações nada melhor
do que termos uma indicação f 4/16
81 LDR
6V
I ..l:
II~f5.6/22 ~ I
eletrônica.
Nosso fotômetro dá indicação
de níveis de iluminação em quatro
pontos, ou seja, com 4 LEDs. A
precisão para se obter abertura e
velocidade depende muito da
tolerância dos componentes
f 2.8/11
usados podendo eventualmente
Rl
ser necessárias algumas altera- 22 kJ'l Fig.l
ções que serão citadas no texto. R7 o R 10
12
1 k.n. Diagrama
O aparelho usa como sensor completo
um LDR de baixo custo e é dofotômetro.
alimentado por pilhas comuns
que terão excelente autonomia,

36 SABER ELETRÔNICA N9 234/92


Sabe,.
Projetos

LISTA DE MATERIAL _

CI-1 - LM339 (ou CA339)


LDR - LDR comum de 1 cm
51 - interruptor simples
LED1 a LED4 - LEDs vermelhos comuns
81 - 6 V - 4 pilhas pequenas
P1 - 4,7 kQ - trim-pot
Resistores: 1/8 W
R1 - 22 kQ
.R2 - 470 Q
R3- 2,7 kQ
R4- 3,3 kQ
R5- 2,7 kQ
R6- 5,6 kQ
R7aR10-1 kQ
Capacltores eletrolítlcos, 6V
C1 - 1 I1F
C2 - 100 I1F .-J-.
LOR

dado tanto ao baixo consumo de referência a um divisor es-


cOrrente como ao seu uso inter- calonado, formado pelos resis-
mitente. tores R3, R4, R5, R6 e pelo
trim-pot de ajuste de Pl.
CARACTERíSTICAS: Os valores destes componen-
tes e o aj us te do tri m -pot
determinarão a tensão exata nas
• Tensão de alimentação: 6 V
outras .entradas em que cada com-
• Pontos de escala: 4
parador entrará em ação acionan-
• Faixa de aberturas: 2,8 a 32
do o LED correspondente.
A base deste projeto é um cir-
Temos então um "bargraph"
cuito integrado LM339 que con- que responde à luz, já que nas
siste em 4 comparadores de
entradas do sinal ligamos um
tensão que podem ser usados LDR. Fig. 2 - Montagem dos componentes em
separadamente, com alimentação placa de circuito impresso.
O LDR tem sua resistência al-
em comum.
terada pela quantidade de luz in-
. Ocomparador de tensão típico
cidente, e em série com um
possui duas entradas e uma saída. Os componentes são mon- Para provar o aparelho basta
Uma das entradas é denominada resistor (RI) formará um divisor
tados numa placa de circuito im- apontar o LDR para uma fonte de
de tensão que excitará os com- luz e verificar se todos os LEDs
inversora e tem a marcação (-). A presso éonforme layout mostrado
outra é a não inversora e tem a paradores.
na figura 2. acendem
Para termos as escalas con-
marcação (+). Para o 'circuito integrado
· Por meio de um divisor de venientes de luz, o que fazemos é Atue sobre P 1 para conseguir
usar duas "máscaras" diante do sugerimos a utilização de um so- isso.
tensão podemos estabelecer numa quete DIL de 14 pinos.
das entradas, por exemplo, a não LDR que dosam a luz incidente. Depois, com base num
inversora, uma tensão de A máscara com furo mais fino O uso do soquete facilita a fotômetro comum, ajuste P 1 para
referência. (2 mm) dará a escala mais alta de substituição do integrado em caso ter uma indicação correta das
de necessidade e ainda evita aberturas: se tiver dificuldades no
Assim, se aplicarmos uma luz entre 11 e 32, enquanto que
máscara com furo maior (5 ou 6 problemas de calor no momento
tensão à outra entrada, que seja ajuste talvez seja necessário ai-
mm) dará a escala mais baixa, de da soldagem. teraros resistores da rede divisora
maior que a de referência, a saída o

do comparadorvai praticamente a 2,8 a 8. Os resistores devem ser com


de referência e eventualmente até
zero volt. O ajuste das escalas pode ser 5% de tolerância ou menos, prin- RI.
Por outro lado, se aplicarmos f~ito com base num fotômetro cipalmente os da rede de
referência. Para usar o aparelho, ligue SI,
uma tensão menor que a de comum "tomado emprestado" ou
mesmo uma máquina que possua escolha a escala (máscara) e
referência, a saída vai ao valor O conjunto pode ser instalado
positivo, bem próximo da tensão este recurso, atuando-se sobre P 1 aponte o LDR para o objeto a ser
numa caixa plástica, com uma pe-
de alimentação. e eventualmente alterando' os fotografado.
quena lâmina deslizante de
O que fazemos no nosso caso resistores da rede de referência. Pelo último LED que acende,
material opaco que permite a
é ligar LEDs nas saídas de todos Na figura 1 temos o diagrama "troca das máscaras" conforme a o leitor 'terá uma idéia da abertura
os compara dores e as entradas de completo do fotômetro .. escala usada. que deve usar. CJ

SABER ELETRÔNICA NQ234/92 37


Saber
Projetos

ALARME DE VAZAMENTO

Newton C. Braga

Este circuito dispara com a polariza o oscilador no sentido de Todos os componentes usados isolamento. Outra possibilidade,
presença de água. Podemos usá- fazê-I o entrar em ação. na montagem são comuns. é a utilização de dois tios descas-
10 como detector de vazamentos O aparelho é alimentado por 4 Na figura temos o diagrama cados separados por pequena
ou ainda como alarme de pilhas pequenas e a corrente na completo do aparelho.
enchente ou chuva. distância (alarme de enchente), e
finalmente duas telas de arame
O sinal produzido é alto, con-
separadas por um pedaço de papel
sistindo num apito contínuo no
aI to-falante. LISTA DE MATERIAL _ ou tecido poroso.
Este circuito contém um os- Os resistores são todos de 1/8

cilador que é disparado pela Ql e Q2 - BC548 ou equivalentes ou 1/4 W com qualCjuer tolerância
presença de umidade no sensor. Q3 - BC558 ou equivalente e o único capacitor pode ser de
Uma simples gota de água no sen- Pl - 470 kQ - potenciômetro ou trim-pot qualquer tipo com valores na
sor é suficiente para provocar o P2 - 100 kQ - potenciômetro ou trim-pot faixa de 22 nF a 100 nF. Este
Resistores: 1/8 ou 1/4 W
disparo do oscilador que produz capacitar determina a tonalidade
um som contínuo num alto- Rl e R2 -10 kQ
falante. R3-1 kQ do som que será produzido no

O oscilador usa dois transis- C1 - 47 nF - capacitor disparo.


B1 - 6 V - 4 pilhas O alto-falante, para melhor
tores e sua freqüência é ajustada
X - sensor (ver texto) qualidade e volume de som, deve
num trim-pot. FTE - alto-falante de 10 cm x 8 Q
Outro trim-pot controla a sen- ter pelo menos 10 cm de diâmetro.
sibilidade do disparo que é feito O fio do sensor pode ser longo, até
por um sensor ligado num terceiro 10 m de comprimento.
transistor. condição de espera é muit9 baixa, O senso r consiste numa placa Para os aj ustes, podemos tanto
Com' a umidade, a corrente o que permite que ele fique ligado de circuito impresso, com duas usar trim-pots como poten-
que circula pelo sensor polariza o por longos intervalos na espera do regiões cobreadas, separadas por ciômetros dos valores indicados
transistor, que por sua vez, evento que o dispare. uma pequena distância de no diagrama.
Para os transistores NPN,
podemos usar equivalentes como
R1 os BC237, BC238, BCI07 ou
10K
BCI08. Para o PNP podemos
S1 utilizar o BC307, BC308, BCl77
X
(SENSORI ou BC178 em lugar do original.
R2
10K
01 Para provar e ajustar, coloque
BC&48
as pilhas no suporte e ajuste Pl

-
03
BC8&8 para que não ocorra o disparo.

~ B1
Depois segure entre os dedos
_ 6V
os fios do sensor e ajuste Pl e P2
para o disparo, segundo o som
desejado.
O aparelho estará pronto para
C1 uso, bastando ligar o sensor.
47nF
FTE
Lembramos que, uma vez dis-
Diagrama
completo parado, o sensor deve ser seco,
do aparelho. antes que possa ser utilizado
novamente. O

38 SABER ELETRÔNICA NQ234/92


Saber
Projetos

EMISSOR DE UL TRA-SONS
NewtoD C. Braga

o potente emissor de ultra- Estes transdutores consistem


sons que apresentamos tem diver- em um pedaço de cerâmica, nor-
sas utilidades práticas que malmente de titanato de bário,
merecem ser experimentadas, não. que se deforma quando uma
só "espanta cachorro" (podendo tensão é aplicada através do
ser instalado perto de latas de lixo eletrodo. Se esta tensão for um
que sejam constantemente
sinal de certa freqüência, a
reviradas por estes animais) ou
cerâmica sofre deformações que a
"espanta ratos" (instalados em
silos, armazéns ou outros locais Fig.1 fazem vi brar na mesma
que possam ser atacados por estes
Diagrama freqüência, produzindo som.
animais).
completo
Como elas praticamente con-
do aparelho.
Os sons de freqüências sistem num isolante, sua ativação
elevadas, acima de nossa capaci- se faz oom tensão e tanto maior
dade de audição, denominam-se será o seu rendimento quanto
"ultra-sons" ..
maior for a tensão (até certo
As aplicações para os ultra-
limite, em que pode ocorrer a sua
sons não se limitam à natureza, já
destruição). Com a utilização de
que existem diversos disposi tivos
um transformador, a tensão se
construídos pelo homem que nós não, os únicos incomodados
Uma aplicação 'interessante eleva bastante com picos para
aproveitam suas propriedades. são os animais.
que já se generalizou em alguns
Um exemplo é o "sonar" sistema Esta é uma das finalidades de
países, como por exemplo, nos
usado pelos barcos para detectar
Estados Unidos, éa utilização dos nosso projeto, cuja aplicação fica
cardumes e verificar' a profun-
didade de um local. ultra-sons para espantar certos por oonta do leitor. Dizemos isso
No' fundo de um barco existe animais. porque as freqüências exatas que
incomodam determinados
um pequeno alto-falante que Os ultra-sons em níveis
emite ultra-sons e um microfone animais, ainda não foram bem es-
elevados, como os sons para nós,
que cap"ta os ecos que são incomodam ratos e cachorros. É tabelecidos pelos cientistas.
produzidos por cardumes ou no Temos um simples oscilador
fundo. como um apito contínuo nos
com dois transistores e que
ouvidos, que deixa qualquer um alimentado com uma tensão de
Pelo tipo de eco, pode-se facil-
maluco !
mente detectar a presença de um apenas 6 V, produz um potente
cardume, ou então pelo tempo de A vantagem para nós, é que sinal ultra-sônico numa faixa que
retorno, ter-se uma indicação gerando um som de freqüência vai aproximadamente de 15 a
precisa da profundidade do local. que o animal possa perceber, mas 2S Hz. A freqüência de maior ren-
dimento do transdutor usado está
abaixo dos valores gerados, mas
LISTA DE MA TERIAL como o sinal é intenso, ainda
assim o ultra-som gerado é bem
01· BCS47 forte.
02· B0136 O oscilador tem sua
BZ1 e BZ2 • Buzzers plezoelétrlcos (ver texto) freqüência determinada basica-
T1 • transformador com primário de 110/220 V e mente pelo capacitar C2 e ajus-
secundário de 6+6 V x 500 mA a 1A
tada de modo fino pelo trim-pot
P1 ·100 kQ. trlm.pot P1.
Reslstores: 1/8 W
R1·10kQ O sinal gerado sobre TI é
R2·1 kQ ampliado em tensão, aparecendo ~
no secundário do transformador, Pl
Capacitares: 12 V ou mais
C1 ·100 ItF - eletrolítlco com intensidade suficiente para
C2 - 22 nF - cerâmico ou poliéster excitar com grande potência um Fig. 2-PÚlcade circuito
ou dois Buzzers de cerâmica impresso.
pi ezoel étri ca.

SABER ELETRÔNICA N° 234/92 39


Sabe,.
Projetos
além de 200 V, o que permite a placa de montagem em circuito Os buzzers piezoelétricos são neste aparelho, de acordo com a
produção de sons muito intensos. impresso. cápsulas Le-son do tipo 2222 ou potência e se houver necessidade
O transistor Ql deve ser o equivalentes, e que são de colocá-Ias em locais diferen-
A alimentação do circuito é
empregadas em telefones. tes.
feita com 6 V que pode virde uma BC557 que suporta uma tensão
Equivalentes podem ser ex- Teremos a emissão de som
pequena fonte ou para aplicações algo elevada que aparece mesmo perimentadas, incl usive cápsulas audível de boa intensidade.
móveis, com pilhas. no primário do transformador em usadas em fones de ouvido, desde Girando vagarosamente o trim-
Na figura 1 temos o diagrama vista de sua comutação rápida. O que sejam cerâmicas. Na figura 3 pot teremos um instante em que o
completo de nosso aparelho.A transistor Q2 deve ser dotado de damos uma sugestão da fonte
som, depois de se tornar cada vez
figura 2 apresenta o desenho da um pequeno radiador de calor. para alimentar o aparelho a partir
da rede loca I. mais agudo, desaparece. Neste
ponto, teremos chegado à faixa de
O transformador tem en·
ultra-sons, onde deverá se manter
rolamento primário de acordo'
com a rede local e secundário de o ajuste.
6+6 V com corrente de 500 mA a Caso não seja alcançado o
1 A. Os diodos são lN4002 e o ponto em que o som
Fig.3 "desaparece", troque C2 por um
eletrolítico tem uma tensão de
Sugestão
trabalho de 12 V ou mais. capacitor de menor valor, por ex-
de/onte
emplo 10 nF
de alimentação. Para a prova coloque o trim-
pot na posição de máxima 000: um tweeter piezoelétrico
resistência e ligue a unidade a sem o transformador interno'
alimentação. Você poderá usar também substitui a cápsula
uma ou duas cápsulas de emissão recomendada. t:I

SINO/GONGO ACIONADO
PORTOQUE
Newton C. Braga

Uma campainha residencial A sensibilidade é muito amortecidas, ou seja, oscilações temporização para garantir um
ou mesmo um instrumento musi- grande, o que quer dizer que que decrescem em intensidade prolongamento, sem que a
cal acionado por toque, podem ser mesmo um toque muito suave até desaparecer. oscilação se mantenha "travada"
elaborados a partir deste circuito pode disparar o qircuito, e se você Estas oscilações quando indefinidamente.
que imita o som de sino ou gongo ligar a saída num potente amplificadas e aplicadas a um No nosso circuito isso é con-
dependendo dos valores básicos amplificador terá um enorme alto-falante geram sons seme- seguido por Q1 que a partir do
dos componentes. Alimentado gongo ou sino soando com toda a lhantes ao que obtemos quando estímulo em sua base obtido pelá
. por tensões entre 6 e 9 V (de sua potência . batemos em objetos de vidro ou carga de C2 controla a
bateria ou mais elevadas de A base do circuito é um os- alimentação do duplo T de forma
fonte), este circuito pOde aplicar cilador de duplo T que produz metal e B
tempo. que ressoam
o som por um quan-
produzido certo precisa, por.um intervalo ajustado
sinais de forma de onda senoidal do batemos num sino, num em P1.
seu sinal na entrada de qualquer
pequeno amplificador. cuja freqUência depende dos gongo, num vidro ou numa barra O sinal de estímulo pelo toque
Osciladores de duplo T amor- elementos do circuito de de metal. vem a partir de um amplificador
tecidos podem imitar com realimentação ou duplo T. Com a escolha dos valores operacional do tipo 741.
fidelidade instrumentos de Os 'valores dos componentes apropriados para os capacitares Este sinal nada mais é do que
percussão e assim servir de. base deste duplo T precisam manter do duplo T podemos imitar com o ruído de rede que normalmente
para interessantes projetos como entre si uma rel,ação bem definida. perfeição os sons destes objetos, é captado pelo nosso corpo e que
este. Um oscilador excitado por Controlando a realimentação bastando para isso ajustar con- transfere ao circuito quando
um sensível amplificador de deste circuito através do venientemente n. tocamos num sensor, via C1.
entrada pode produzir o som de potenciômetro P2 no diagrama Como o oscilador de duplo T O ganho do operacional nesta
um gongo, sino ou outro ins- principal podemos' levar o cir- é um pouco instável para se obter função é dado basicamente por
trumento semelhante pelo cuito a uma operação crltica e um ajuste crítico, no nosso cir- R3 e pode ser alterado. Valores
simples toque num sensor. COmisso à produção de osci lações cuitoacrescentamos uma segunda menores .permitem uma redução
40 SABER ELETRÔNICA NQ234/92
Sabe,.
Projetos
da sensibilidade caso haja

--
tendência ao disparo errático do
circuito. Valores entre 10 kQ e
Q1
4,7 MQ podem ser usados neste BG5 4 8 R8 Sl~6 / 9 V ..J.:..
projeto. Até mesmo um terceiro 5.6kn
G7
potenciômetro pode ser acrescen- 100nF
Fig.]
tado nesta função, dependendo da
Diagramà
aplicação que o leitor tenha em
completo
mente. O sinal de áudio obtido na 0-1
SENSOR do aparelho.
saída do oscilador é fraco demais
para excitar um alto-falante, por
isso precisamos de um bom
amplificador externo. No caso
dos· sons mais graves, como de
gongo e sino, como temos uma
. freqüência muito baixa, os me-

C4/C5 Tipo 22
47
grave
multo
médio 10
de
4,7
2,2
médio
agudo C6
(sino nF
nF
som
nF
(gongo)
agudo (taça)
(sino)
pequeno)
(triângulo)
22
4,7 nF
101,2
nF
nF2,2
nFnF
LISTA DE MATERIAL ------ _

CI·1 ·741
01 e 02· BC548 ou equivalentes
D1 ·1N4148 ou equivalente
P1 e P2 • 100 k.Q- potenclômetro ou trlm.pot
B1 ·6 ou 9 V • pilhas ou bateria Tabela]
51 - Interruptor simples
Reslstores: 1/8 W
R1 e R2 - 22 k.Q capacitores eletrolíticos são para e toque no sensor ao mesmo
R3·1 MQ 12 V ou mais e os demais tempo que ajusta Pl e P2. Pelo
A4-10k.Q capacitores são de poliéster ou ajuste de Pl temos a tempo-
RS -1 k.Q cerâmica. Os capacitores do rização e pelo ajuste de P2 temos
R6eR7-1ook.Q duplo T podem ser escolhidos o amorteci mento que permite imi-
R8- 5,6 k.Q conforme a tabela 1. tar o som desejado.
Capacltores O sensor pode ser a simples Uma possibilidade interes-
C1 -100 nF - cerâmico ou poliéster ponta de um fio descascado ou sante para o projetista consiste em
C2 - 10 ""F x 12 V - eletrolítlco uma chapinha de metal com não acrescentar uma chave que co-
C3 - ;0 nF - cerâmlco ou eletrolítlco mais que 5 cm de lado. Chapas mute os valores dos capacitores
C4 e CS - 2,2 nF - ver texto - cerâmico ou poliéster maiores podem causar ins- do duplo T. Se for usada fonte de
C6 - 4,7 nF - ver texto - cerâmico ou poliéster tabilidades ao circuito assim alimentação externa ela deve ser
C7 - 100 nF - cerâmlco ou poliéster como fios mais longos que de 9 a 12 V com pelo menos
1 metro. Neste caso devem ser 50 mA e excelente filtragem para
usados fios blindados. que não ocorram roncos no alto-
Ihores resultados serão obtidos lN914. Pl e P2 tanto podem ser falante. Não use fonte sem trans-
Para provar basta ligar a saída
com sistemas de som que pos- trim pots como potenciômetros, dõ circuito a um amplificador de formador já que o acionamento é
suem alto-falantes pesados e dependendo da aplicação. Os áudio a médio volume. Acione 81 feito diretamente pelo toque. CJ
grandes.
A alimentação do circui to com
uma bateria de 6 V ou 9 V é
possível graças ao baixo consumo
de corrente da unidade.
Na figura 1 temos o diagrama
completo de nosso aparelho. Fig.2
Na figura 2 temos a disposição R Disposição
dos componentes numa placa SENSOR em placa
universal ou matriz de contatos. universal ou
Para a montagem em placa matriztk
sugerimos a utilização de soquete contatos.
para o circuito integrado. Os tran-
sistores podem ser substituídos
por equivalentes. O diodo DI
L @
também pode ser substituído por
equivalentes como o lN4002 ou

SABER ELETRÓNICA NR234/92 41


Sabe,.
Projetos

LUZ DE CORTESIA AUTOMÁ TICA


Newton C. Braga

Este circuito mantém uma luz CARACTERÍSTICAS LISTA DE MATERIAL _


acesa por um intervalo de tempo • Tensão de alimentação:
de até 5 minutos, com os com- 12 volts SCR1 e SCR2 - TIC106 - para 50 V ou mais
ponentes usadoS e a possibilidade • Potência da lâmpada: 1 a Q1 - 2N2646 - transistor unlJunção
de alimentá-Io com 12 V torna-o . 6 watts F1 - fusfvel de 1 A
interessante para aplicações S1 -Interruptor de pressão
• Temporização: até 5 minutos
automotivas. O circuito opera P1 - 1 MO - trlm pot
com lâmpadas de 12 V, com cor- • Disparo: por interruptor de
pressão ou reed-switch Capacltores
rentes de até 500 mA e utiliza ' C1 e C2 - 10!tF x 16 V - eletrolfUco
SCRs (diodos controlados de C3 - 220!tF x 16 V - eletrolfUco
silício) e um TUJ (transistor Dois SCRs (diodos con- Reslstores
unijunção). trolados de silício) formam um R1 - 470 O x 1/8 W
circuito biestável, ou seja, em que R2 -1 kQ x 1/8 W
A temporização pode ser ajus-
num determinado instante quan- R3 - 330 O x 1/2 W
tada para intervalos que vão de
do um estiver ligado o outro será
alguns segundos a mais de R4 - 220 O x 1/8 W
obrigatoriamente desligado. RS -100 O x 1/8 W
5 minutos, dependendo dos com-
ponentes usados. No caso, quando alimentamos R6 - 10 RQ x 1/8 W
o circuito, os dois estarão des-
A lâmpada controlada adlnite
ligados e portanto a lâmpada
correntes de até 500 mA, o que
ligada em série com SCR1 estará
significa uma potência de 6 watts,
apagada, Quando por um instante zação que é feita por um transistor
mais do que suficiente para produzindo um pulso de disparo
pressionamos S1, polarizamos a
iluminação de emergência ou unijunção. Observe que o início para oSCR2.
para o interior de um automóvel. comporta de SCR1 que então dis- da temporização não é o mesmo Quando o SCR2 dispara, ele
para acendendo a lâmpada.
Dentre as possíveis aplicações em que ocorre o acendimento da curto-circuita C1 e C2 que, com
Lembramos que uma pequena uma forte corrente curto-circuita
para este circuito temos: lâmpada, mas sim quando a
queda de tensão da ordem de 2 V
.••Alimentação de lâmpadas de alimentação do circuito é es- também o SCR1 desligando-o .
no SCR faz com que, na verdade, Veja então que o pulso desliga a
interior de veículos de forma tem- tabelecida.
a lâmpada receba uma tensão um
porizada. lâmpada, mas ao mesmo tempo
pouco menor do que seria Temos então a carga lenta de
mantém o SCR em condução .
.••Sistemas de iluminação de necessária para o máximo brilho. C3 via PI e R6 até o instante em
Este fato deve ser observado,
emergência temporizados. No mesmo instante em que que a tensão de disparo do transis-
.•• Sistemas de alerta com pois significa um consumo de
ocorre a alimentação do circuito, tor unijunção é atingida. Quando energia, se bem que pequeno, que
temporização. também tem início a tempori- isso ocorrer o transistor "liga" só será interrompido quando a
alimentação do circuito for des·
ligada.
Desligando a alimentação, o
Fl +12V
R3 processo volta ao seu início. Com
lA
330.n os componentes usados temos
uma temporização máxima da

H C2
10pF
ordem de 5 minutos,
podemos chegar a mais de meia
hora com o uso do trim-pot de
mas

R4 2,2 MO e capacitor de 1000 !tF.


220.n
Para lâmpadas acima de
500 mA, que são admitidas pelo
projeto até 1 ou 2 A, será preciso
Fig.1 dotar o SCR de um radiador de
Diagrama R2 calor e eventualmente aumentar o
I k 11
completo valor de C1 e C2 para se obter a'
do aparelho. C3 corrente de desligamento.
R5 220p F
100n Na figura 1 temos o diagrama
OV
completo do aparelho.
Os componentes podem ser
instalados numa pequena placa de

42 SABER ELETRÔNICA NV234/92


Saber
Projetos
circuito impresso, conforme mos-
tra a figura 2.
Os SCRs não precisam de
radiadores de calor a não ser que
õJ\ +12V
a corrente da lâmpada seja supe-
rior a 500 mA.
J F 1

Os resistores são de 118 W ex-


ceto R3 que deve ser de 112 watt.
A posição do transistor unijunção
precisa ser observada e este com-
ponente não admite equivalentes. ov
SI é um interruptor de pressão
ou um "reed-switch" e Pl é um
trim-pot comum. Fig. 2 - Placa de circuito impresso.
Os capacitores el etrolíticos
devem ter uma tensão de trabalho
de pelo menos 16 volts. SI depois de estabelecer a Pl para o tempo desejado. Ao Depois, quando a lâmpada
O aparelho pode ser instalado alimentação. A lâmpada L1 deve usar o aparelho, lembre-se que o apaga, o circuito ainda consome
numa pequena caixa plástica. acender. Colocando Pl numa circuito consome alguma corrente uma baixa' corrente, devendo sua
Para provar, basta ligar o aparelho posição de pequena resistência, tão logo seja energizado e não alimentação ser desligada. [J
a uma fonte de alimentação, ob- em pouco tempo a lâmpada deve somente quando SI é pres-
servando sua polaridade. Aperte apagar automaticamente. Ajuste sionado.

MINUTERIA SONORA COM 555


Newton C. Braga

O circuito apresentado tem as aplicaçóes possíveis citamos as de duração de exercícios físicos, Na nossa versão os tempos
por função determinar um inter- seguintes: temporização de reaçóes químicas e muitas outras. podem alcançar pouco mais de
O importante neste circuito é a meia hora em faixas que o próprio
valo de tempo que pode ser ajus- emulsões fotográficas, tempo-
leitor,vai determinar.
tado entre alguns segundos até rização para cozimentos de ovos, sua simplicidade e o fato dele O aviso sonoro é bastante
aproximadamente meia hora, ao limitação de tempo em jogadas de poder ser instalado facilmente barulhento, podendo facilmente
final do qual fará soar um sinal xadrez, limitação de' apartes em numa caixinha plástica, para uso ser percebido a uma boa distância.
sonoro com bom volume. Dentre reuniões ou assembléias, controle portátil. Recursos para a redução do
volume do aviso são possíveis e
indicados no texto.
As características desta
minuterie são:
" Tensão de alimentação: 6 V
S2
(4 pilhas)
"Baixa corrente de repouso:
8 4 5mA
7
6
• Número de semicondutores:
CI-l 1 integrado e 3 transistores
Diagrama 555 • Faixa de tempos: alguns
completo
do aparelho.

C, mle-:--
6V
- 555
segundos a meia hora
A base do circui to é o popular
na configuração
monoestável. .
de

47~F o
Na figura 1 temos o diagrama
lOOOpF
completo do aparelho, cuja
realização prática pode ser feita
numa placa de circuito impresso

SABER ELETRÔNICA N° 234/92 43


Sabe,.
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universal com padrão de matriz menor tempo e ligar S2. Tão logo
de contatos, por exemplo. isso seja feito, ·deve haver a
LISTA DE MATERIAL -- _ emissão de som. Se não houver,
Para o integrado pode ser
usado um soquete DIL de 8 pinos, ajuste P2 para obter o tom que lhe
que facilitaria a substituição em . CI-1 - 555 agradar. Apertando S1 tem início
caso de necessidade. 01 e Q2 - BCS48 ou equivalentes . a temporização ao final da qual o
. Q3 é PNP, diferente de Q1 e 03 - BC5S8 ou equlval~nte alto-falante emite seu som
Q2, que são NPN. Para estes tran- FTE - alto-falante de 4 ou 8 x 5 em e característico.
sistores todos, podem ser usados 51 -Interruptor de pressão Para usar, proceda da seguinte
equivalentes. 52 - Interruptor simples forma:
O calor de C2 não é crítico, B1 - 6 V - 4 pilhas pequenas a) Ajuste P1 no tempo
podendo ficar entre 33 e 100 nF. P1 - 1 Me - potenclômetro linear (ver texto) desejado.
O potenciômetro P1 deve ser P2 - 100 kQ - trlm pot b) Ligue S2 e em seguida
linear e a ele àgregaremos uma Reslstores: 1/8 W aperte SI.
R1 - 22 kQ
escala que será obtida através do Se quiser faixas de tempos
R2 -10 kQ
cálculo ou com base num relógio menores use valores pequenos
ou cronômetro comum. R3- 22 kQ
para o capacitor C1.
R4· 4,7 kQ
S1 e S2 ficam no painel. O Uma sofisticação que pode ser
R5·1 kQ
primeiro é um interruptor simples acrescentada ao circuito é um in-
e S2 é do tipo "botão de campai-
Capacltorel:
dicador de temporização que con-
nha" ou seja, um interruptÇlr de
C1 • 47 JA.F
a 1000 j.lFx 6 V • eletrolftlco siste num resistor de 1 kQ em
pressão do tipo normalmente C2 • 47 nF • poliéster ou cerAmlco
série com um LED ligado entre o
aberto. Para provar a unidade, C3· 100 j.lFx 6 V • eletroUtlco
pino 3 do CI e o negativo da
basta colocar P1 na posição de alimentação. C

CARREGADOR NiCad
NewtoD C. Braga

Pilhas e baterias de Níq!lel- sionais para ali mentar seus


Cadmio (NiCad), são as únicas flashes. Este circuito fornece uma
que admitem recargas. Para esta corrente constante de 100 mA
finalidade deve ser usada fonte de para baterias de até 12 Vou con-
corrente constante, com valor junto de pilhas que perfaçam até
especificado pelo fabricante no esta tensão.
próprio invólucro da pilha ou Na figura temos o diagrama
bateria.
completo do aparelho proposto.
O carregador que descre- O transistor. Q1 deve ser
vemos serve tanto para recarregar dotado de um pequeno radiador
este tipo de pilhas, como também de calor, que pode ser uma
baterias de chumbo-ácido, do tipo chapinha de metal aparafusada
usado por fotógrafos profis· em'seu invólucro.

LISTA DE MATERIAL _ Os resistores R1 e R2 são de A regulagem da corrente é


01·TIP32 1/8 VI respectivamente, sendo R2 feita com base nUm LEDque fun·
LED· LED vermelho comum que determina a intensidade da ciona como zener de 1,6 a 1,8 V
aproximadamente, dependendo
D1 e D2· 1N4002 ou equivalente corrente. A Ii~ação de um
do tipo. Será interessante equipar
T1 • transformador com primário de acordo com a rede potenci6metro de fio em série o circuito de entrada do transfor-
local e secundárIo de 12+12 V e corrente de 100 a com um resistor de 10 C x 1 W e mador com um fusível de
500 mA.
um amperímetro, permite ajUstar proteção de 250 a SOO mA.
C1 • 1000 j.lFx 25 V • capacltor eletrolftlco 'a intensidade da corrente. O
R1· 1 kQ x 118W • resl.tor Os diodos retificadores
R2 • 22 C x 1 W • resl.ter potenci6metro deve ser de 47 ou podem ser substituídos por
100C. equivalentes como os lN4002 ou
44
SABER ELETRÔNICA NG234192
Sobe,.
Projetos
BY127. o valor do capacitor preferir pode usar um par de gar- comuns ou 1llcalinas não devem mente nos terminais por meio das
. eletroUticonão é critico, podendo ras de cores diferentes (preto e ser ligadas a este aparelho, pois garras, observando-se a polari-
ser usadas unidades menores com vermelho), que serão con~ctadas além de não serem recarregadas dade. O tempo de recarga para a
até 470 I1F. em suportes avulsos de acordo . podem vazar ou até mesmo ex- maioria das pilhas de NiCad fi~
Para a conexão das pilhas em com as pilhas de NiCad que plodir, liberando substâncias entre 12 e 16 horas, geralmente
carga pode ser usado um suporte devam ser recarregadas. tóxicas. Para o caso de baterias, a sendo indicado no próprio
convencional, ou se o leitor Devemos lembrar que as pilhas conexão deve ser feita direta- invólucro. CI

M/CRO ALARME COM SCR


Newton C. Braga

Este niicro-alarme, que pode ligada a noite inteira, sem con-


ser montado numa caixa do sumo apreciável das pilhas.
tamanho de um maço de cigarros, A baixíssimacorrente nos sen-
registra a interrupção de um sen- sores toma a sua instalação total-
sor, mesmo que sua ligação seja
depois refeita.,
O monitor é um LED o que
mente segura e à prova de
choques.
, Na figura 1 temos o diagrama
2
permite que este pequeno circuito completo do aparelho.
seja instalado do lado da Na figura 2 temos a sua
cabeceira de sua cama. montagem em placa de circuito
51

Permite monitorar portas, impresso que depois pode ser ov


janelas e gavetas de armários, fixada numa caixa plástica ou 8
bastando para isso que sejam mesmo em uma saboneteira.
estendidos fios finos até os sen- Para a ligação do sensor é
A

sores. usada uma pequena ponte de


Os fios podem ser até mesmo parafusos com dois terminais em
esmaltados, o que facilita a sua que é preso o fio bem fino usado
ocultação. O baixo consumo da como sensor e enlaçando o objeto
\ unidade possibilita que ela fique que deve ser protegido. LISTA DE MATERIAL ---------

. SCR. TIC106- diodo controlado de silício


LED • LED vermelho comum
S1 • Interruptor simples
81-6 V· 4 pilhas pequenas
Reslstores:
R1 -47 k.Q
R2-330Q

Rl
47k!l.
Quando este fio se romper Para desligar e rearmar é
ocorre o disparo do circuito com preciso desligar momentanea-
o acendimento do LED. Mesmo mente S1.
refazendo a ligação, o LED per- A alimentação do circuito
manece aceso.
também pode ser feita com uma
A B
O SCR é o TIC106 com tensão tensão de 9 V mas o resistor R1
4
a partir de 50 V e os resistores são
deve ser trocado por um de
de 1/8 ou 1/4 W com qualquer

1 tolerância. O' LED é vermelho ~OOkQ e R2 por um de 1 kQ.


comum e para a alimentação Na montagem deve ser obser~
usamos quatro pilhas comuns ins- vada a polaridade da bateria, dei
taladas em suporte apropriado. LED e a posição do SCR. CI

SABER ELETRÕNICA NQ 2341S2


A

TACOMETRO cilíndros e 900 rpm se o motor for


Rl 01,

2
de 8 cilíndros.
PARA , Para usar o aparelho numa ~AO
1l0V
10k!l 1N4007
RESISTOR RS
A UTOMOVEIS moto tipo CG, por exemplo, o fio
O••••--------OAO TERRA DO
de entrada de sinal deve ser ligado INSTRUMENTO
Volnel dos Santos
ao fio do alternador que envia
Gonçalves - RS. carga para bateria, mas antes do
Apresentamos um projeto que diodo, de modo que se utilize a
pode ser de utilidade para os corrente alternada gerada como modo a ser a mesma do oscilador
leitores que desejam incrementar
·DETETORDE
referência para a rotação do que tem por base a bobina detec-
seu automóvel ou mesmo que motor. METAIS tora, para assim obtermos
fazem ajustes constante de A calibração para a moto é batimento zero e portanto ne-
motores de veículos. Trata-se de nhum sinal na saída. Esta saída
semelhante à do motor de Jorge Franklln Resls
um simples tacômetro que utiliza Santos-RS. pode ser um transdutor piezo-
apenas 3 transistores bastante 4 cilíndros pois o alternador usa
elétrico ou a cápsula de um
conhecido, e cujo diagrama é 4 imãs em seu interior para gerar O detetor de metais que microfone de cristal; também
mostrado na figura 1. a corrente para carga da bateria e apresentamos tem por base um pode ser usado um fone de
Os valores do capacitor C2 faróis, além do sistema de circuito integrado TfL do tipo ouvido.
dependem do número de cilíndros ignição. 7400, conforme mostra a figura 3. A bobina tem seus detalhes
do motor conforme a seguinte O VU éum microamperímetro Duas portas NAND formam mostrados na figura 4.
tabela: Esta bobina consiste em 10
de Oa 200 ILAou próximo di~soe lim oscilador cuja freqüência é
todos Osresistores são de 1/8 W. metros de fio comum enrolado em
ajustada no trim-pot de 47 kQ de
Na de cilindrosnão
100 usar
330 nF C2

Para calibrar temos um cir- I


I

cuito que aproveita a freqüência :~

--
BOS' , BLINDAGEM
da rede como referência e que é ~
I
mostrado na figura 2. I
Ligado ao R8 e ao terra do
circuito ajusta-se o trim-pot Pl
I
I
I 3
para que o instrumento indique a
posição equivalente a 1800 rpm
se o motor for de 4 cilíndros,
1200 rpm. se o motor ,for de 6

forma de 11 cm de diâmetro, «r

ligadablindado.
cabo ao circuito
A por meio de mp,
alimentação cJP

Rl
330!l circuito
tensão dedeve
5 V.serUsando
feita co~ um,
4 pilha~
comuns e um diodo lN4002 ~m
série polarizado no sentido direto
obtemos 5,4 V, o que é tolerável

1 1*I330oF PARA 4 CILINDROS,1000F PARA 6 CILINDROS E NENHUM PARA B CILINDROS


para o funcionamento do 7400.
Outra possibilidade consiste em
usar uma bateria de 9 V e para a
redução um circuito integrado
7805.

46 SABeR eLETRONICA N' Za41SZ


4 AO FONE {.
DE-OUVIDO
~
C3
680pF
HASTE
LONGA '•.••.•••.•.•• DA ANTENA AO
LI
EXTERNA TV

·-10m, DE FIO
BOBINA FLEXIVEL

1*1 TERRA AO CHASSI DO TV

, ,
VOL TIMETRO DE dados dada a grande sensibilidade
do circuito.
LI. L2 -
DE 25mm
8 ESPIRAS
COM
DE FIO
DERIVAÇÃO
18 SOB
CENTRAL
FORMA

6
5MEGOHMS A ponta de prova de corrente
POR VOLT contínua tem apenas um resistor
de 470 kQ interno. Para medidas
de RF a ponta tem um diodo, dois
Volnel dos Santos
capacitores e um resistor.
Gonçalves - RS

Apresentamos o projeto de um
sensível instrumento para FILTRO CONTRA
medidas de tensões contínuas e
também alternada, inclusive
INTERFERÊNCIAS
sinais de RF (figura 5). DEPX
A alta impedância de entrada
se deve ao uso de FETs que Volnel dos Santos
Gonçalves - RS.

7
devem ser iguais ou ter o mesmo
ganho. Os trim-pots Pl e P2 ser-
vem para o ajuste das escalas de O Este é o projeto de um simples
a lOV'eOa lOOV. filtro que corta as interferências
de radioamadores PX que ocor-
a potenciômetro P3 serve
rem em televisores (figura 6). As bobinas L1 e L2 são for- "viva" podendo causar choques
para ajustar o nulo. Se este ajuste
a circuito deve,ser montado madas por 8 espiras de fio em ao toque. Precauções para que
não for conseguido os transistores
numa caixa blindada a qual será forma de 25 mm de diâmetro com isso não ocorra devem ser
devem ser trocados, pois existe
ligada ao chassi do televisor. derivação central. tomadas.
uma diferença grande de
característica (ganho) que impede a filtro é intercalado entré a abs: veja que ligando o terra
o casamento. As pontas de prova entrada da antena do televisor e o ao chassi do TV e este à caixa que
devem ser ligadas com fios blin- cabo da antena externa. aloja o filtro, a caixa se torna SEQÜÊNCIAL
CONVERGENTE
E DIVERGENTE
PONTAS R 1
DE PROVA 470kíl.

~ 1+1
José Cesar Fagnanl - SP.
Este .é o circuito de um sis-

(-I o
l-I tema seqüêncial convergente e
divergente de alta potência com
Triacs TIC226 de 8 amperes
(figura 7).
R8
A alimentação pode ser feita

1+1
S21
56kíl. + com tensões entre 9 e 12 V de
uma fonte com pelo menos
500 mA.
(- I A freqüência de corri mento do
efei to é dada pelo oscilador
unijunção coDi o transistor
2N2646. Os transistores BC548

5 excitam LEDs que servem para


monitorar o efeito e a distância.
as Triacs devem ser'dotados de
bons radiadores de calor, e os fios

SABER ELETRONICA NQ234/92 47


de conexão às lâmpadas devem Obs: o leitor coloca o CI4017 rente neste componente, até omelhor pará excitação dos
acima d~ limites indicados pelo Triaes seria usar os 5 BC548
ter espessura comp~tível com a diretamente na excitação dos Tri-
corrente controlada. aes o que significa uma boa cor- fabricante. como mostra a figura 8. C

+9 Q 12V

R2
470n

C 1-1 16
8 13 08
CO 40 17

06
2N2646
01
UNIJUNÇÁo 82

R9

R8
10k!l.

TRIAC 1 Q TRIAC5 - TIC226 R7


R9 Q R13 - 270.!l.
10k!l.

li.' ~
8 ~

~® --
LE03
LEO
LE012
01 Q 05 - BC548 ~ LE06
1
~tG\ ~
01 Q 08- 1N4148 ~~E04
R6
+ 8 0-----1 ~~
(*) À REDE 110/220V 10k!l.

R5
101úl.

R4
101úl.

40 SABER ELETRÔNICA tfI234192


TENDÊNCIAS EM
ÁUDIO-víDEO
(APARELHOS NACIONAIS E IMPORTADOS)
Mário P. Pinheiro

Começamos aqui uma série de artigos sobre a área de AUDIO E VíDEO, que nos últimos anos tem evoluído
acentuadamente, tanto em tecnologia como em terminologia, o que acaba confundindo náo só o consumidor em geral,
mas também o técnico de manutenção, que se ressente da falta de Informações. Começaremos este mês, falando
sobre os termos utilizados em televisão atualmente, para no próximo mês, falarmos sobre os modelos
de televisores nacionais e também os oficialmente Importados.

Quando pensamos nos televisores da esquerda, os instrumentos captados


de 15 anos atrás, nos lembramos da GRAVAÇÃO DE UMA OROUESTRA 1 pelo microfone esquerdo (figura 2). Até
simplicidade dos mesmos, repre- aqui, a impressão seria que teríamos a
sentada pela limitação em termos de reprodução em duas vias distintas, mas
controles como brilho, contraste, o resultado é bem mais surpreendente,
volume, AFT, saturação, liga/desliga. pois com relação aos instrumentos que
Com o passar dos anos, novas foram captados com mesma inten-
maneiras de apresentar a imagem sidade, serão reproduzidos com a
foram surgindo, sendo que o som mesma intensidade pelas duas caixas
recebeu muito mais teonologia que a acústicas, o que nos dará a sensação
própria imagem. Assim, o televisor OUVINTE
do som estar vindo do centro, onde na
moderno passou a ter características realidade não existe caixa de som. Este
MESA DE SOM
interessantes como: FST, SOE, OSD, efeito pode ser constatado facilmente,
FULL stereo, DOLBY SURROU NO, bastando para isto, nos posicionarmos
VST, PIP, SAP, NTSC, CATV, além de entre as caixas acústicas, de maneira
alguns outros termos que comen- contram na esquerda. Os instrumentos
a formar um triângulo e escutarmos a
taremos a seguir. que se encontram no meio da· or- reprodução de um disco STEREO,
Iniciaremos nossa explanação, nos questra, serão captados com a mesma onde durante sua reprodução pos-
concentrando na área de som do intensidade pelos dois microfones. samos apertar a tecla MONO do
televisor e após na área de vídeo. Assim, estas duas vias são proces- amplificador; imediatamente teremos a
sadas e gravadas, para posteriormente impressão de que o som vem do centro,
quando reproduzidas, por um sistema onde não existe caixa acústica.
A EVOLUÇÃO DO SOM de som, possam ser ouvidos na caixa Portanto STEREO seria a formação
acústica direita, os in-strumentos cap- do som, de maneira que pudesse se
STEREO e HI-FI . tados pelo microfone direito e na caixa definir suas várias fontes, formando um
CORPO, uma DIMENSÃO.

RE PRODUÇÃO DA GRAVAÇÃO
2 ° termo STEREO, muitas vezes é
A palavra "stereo" significa espaço, confundido com a reprodução do som
ou sensação de realidade, que é obtida em dois canais, ou ainda com o termo
quando dois microfones colocados a HI-FI. É bom que se esclareça que será
uma determinada distância, captam necessário pelo menos duas vias de
sinais que vêm da mesma fonte, onde informação para que se forme o sinal
podemos citar uma orquestra, que pos- STEREO, mas não necessariamente
sui uma dimensão ou área relativa- duas vias sempre serão STEREO, pois
mente grande. Apesar dos dois como dissemos anteriormente se aper-
microfones captarem o som da or- tarmos a tecla MONO do amplificador,
questra, o microfone da direita captará perde-se o efeito STEREO.
com maior intensidade os instrumentos Já o termo HI-FI, quer dizer "high-
que estão a direita enquanto que o fidelity" ou alta-fidelidade, significando
microfone da esquerda (figura 1) o quanto uma reprodução de som se
captará os instrumentos que se en- aproxima da realidade. Para que o som

SABER ELETRÔNICA N~23~/92 49


seja HI-FI, não necessariamente televisão, bastando para isto verificar, 5
precisa ser STEREO, ou ainda um som se o mesmo possui um LED indicador CANAL L
STEREO, não necessáriamente de recepção STEREO e SAP (segundo
poderá ser HI-FI. Aparelhos que canal de áudio).
especificam ser HI-FI, automática- Algum tempo antes da homolo- MOD. DE FM
mente também são STEREO. gação do sistema BTSC para o Brasil, (PORTADORA DE
SOM DO CANAL!
É nos vídeo-cassetes que notamos que determinou as freqüências de por-
a utilização com frequência dos nomes tadoras corretas e o sistema de MONO

STEREO e HI-FI. redução de ruídos, os fabricantes de


VCR STEREO: vídeos este- televisores já colocavam à venda
reofônicos, são capazes de reproduzir televisores STEREO, apenas para fon-
dois canais de áudio, através da tes externas. Após a homologação do
subdivisão da cabeça de áudio normal sistema BTSC (sistema americano), os
mono (como é feita em gravadores cas- TRANSMISSÃO STEREO/SAP
sete) como é mostrado na figura 3.
Apesar do som ser stereo, ainda DUAS OU
4
QUATRO CABEÇAS
apresenta deficiências quanto à DE VíDEO Os televisores convencionais, que .
resposta de freqü'ência que mal atinge não são STEREO, trabalham apenas
AUDIO
10kHz no modo SP, além disto possui HI-FI com um canal de áudio, ou mais
o chiado de fundo, tão comum também precisamente com a somatória dos
nos gravadores cassetes. CA~ECAS <e}E sinais que existem no canal L e R,
VCR HI-FI: nestes vídeo-cassetes, VCR HI-FI formando o sinal chamado de L+R ou
o som pode ser reproduzido através de sinal MONO.
duas vias: a normal através da cabeça Quando as transmissões de tele-
de áudio seccionada para o canal L e mesmos puderam receber a placa visão começaram, já se transmitia o
R como acima, e o modo HI-FI, que decodificadora STEREO/SAP, criando sinal MONO' (L+R) , através de uma
utiliza duas cabeças colocadas no as seguintes inscrições para os apare- portadora (veja figura 5). Para que o
cilindro onde também ficam as cabeças lhos: receptor pudesse fornecer o sinal L
SOE: Stereo Decoder Equipped separado do R, foi necessário, além de
3 (equipado com decodificador transmitir o sinal L+R, transmitir outro,
VCR STÉREO CABEÇA DE ÁUDIO SECCIONADA estereofônico) que nada mais era que a diferença
P/ ESTÉREO
FULL STEREO: Completamente entre os dois canais: L-R. Não se podia
Stereo criar outra portadora para este outro
TOTAL STEREO: Totalmente sinal, portanto, o jeito foi pegar o sinal
Stereo L-R e modular uma portadora, que
deveria ser suprimida, para que se mis-
REAL STEREO: Stereo real
turasse ao sinal L+R principal (veja
CABEÇA ÁUDIO/CONTROLE VHS
Hoje praticamente todos os tele- figura 6), para que quando chegassem
visores fabricados que levam a ins- ao receptor, pudessem ser separados
crição STEREO, já possuem o deco- por filtros, sendo a portadora do L-R
de vídeo, podendo assim reproduzir o dificador STEREO/SAP incorporado. retirada, recuperando-se novamente o
som com uma alta-fidelidade
comparável ao compact disk (veja 6
figura 4). Além disto, este vídeo-cas-
sete ainda' é capaz de reproduzir o MODULADOR BALANCEADO

efeito SURROUND, que necessita de


(L-RIRF
um televisor que o decodifique.
Maiores detalhes sobre o efeito SUR-
ROUND, serão explanados mais
adiante.
Quando um televisor possuir a
inscrição STEREO, ele poderá
reproduzir fontes que já sejam
CODIFICAÇÃO DO SINAL MULTlPLEX NO TRANSMISSOR
ESTEREOFÔNICAS, como o vídeo-
cassete, o vídeó-disco, ou qualquer
fonte de áudio como tape-decks, toca-
discos, etc. Não necessariamente ele
reproduzirá um programa de televisão
em STEREO REAl., pois para isto o
televisor necessitará de um deco-
dificador do sinal STEREO. Fica fácil
para o consumidor conseguir definir
quando um aparelho é STEREO
também para a recepção dos canais de

50 SABER ELETRÔNICA NV234/92


sinal audível da diferença entre os 8 sendo amplificado seja MONO, ou seja,
canais. Tínhamos portanto, o sinal L+R igual nas duas vias, será feita uma leve
~L TO-FALANTE DE GRAN DES DIMENSÕES
(normal) e o L-R, onde passados por variação na freqüência e fase dos
PARA MELHOR REPRODUÇÃO DE GRAVoES
uma matriz teríamos (figura 7): sinais de maneira diferenciada entre os
L+R somado ao sinal L-R, onde dois canais, obtendo-se assim dife-
resultaria no cancelamento do R e renças que apesar de não ser o stereo
somatória do L = 2 L real, dá grande corpo ao som.
L+R somado à inversão do sinal L-R b) BIPHONIC STEREO OU SPA·
(-L+R), onde resultaria no cancelamen- TIAL STEREO: caso o sinal que esteja
to do sinal L e consequente somatória sendo amplificado já seja stereo, ainda
do sinal R = 2 R assim será feita uma leve variação na
Portanto, codificando o sinal L-R freqüência e fase dos dois canais, de
com uma portadora, decodificando-o
no televisor, e passando os dois sinais 9
TV
por uma matriz, conseguiríamos os
sinais originais L e R.
Mas a vantagem do televisor CAIXA ACÚSTICA D~
STEREO, não se resume apenas na
obtenção do sinal L e R em uma
recepção do sinal de uma emissora,
mas também na obtenção de um
segundo programa, que muitas vezes,
não tem n~da a ver com o programa
principal.. E o chamado SAP (Second
Audio Program), ou ainda L11(segunda
língua), ou PSA (Programa Secundário
d~ Áudio), que leva uma segunda
informação, vantajosa em muitos
países (figura 6).
No Brasil,· podemos citar que se es-
tivermos assistindo a um filme na
televisão, normalmente o mesmo é
dublado para o Português, perdendo-
se multo dos detalhes que se tem na
CAIXA ACÚSTICA CA IX A ACÚSTICA
trilha sonora original. Mas apertando- SURROUND SOUND SURROUND SOUND
se a tecla SAP ou L11,automaticamente
se ouvirá a trilha sonora original do
filme em inglês (obviamente se a emis-
sora estiver transmitindo o segundo possibilidade de reproduzir baixas maneira a reforçar ainda mais o efeito
canal). Apesar disto, este segundo freqüências, as mesmas serão limita estereofônico.
canal é MONO, ou seja, apesar do som das pelo tamanho do alto-falante que
estar saindo nos dois alto-falantes do normalmente é pequeno, devido as di- SURROUND
TV, é exatamente igual, nos dois ca- mensões do gabinete do televisor.
nais. Assim, alguns fabricantes, começaram
a instalar, alto falantes de maiores O efeito SURROUND, utiliza caixas
SYMPHOBASS OU dimensões no gabinete traseiro do apa- que deverão ser colocadas atrás dos
HYPER BASS SOUND relho, pois a propagação dos sons gra- espectadores, visando dar a sensação
ves é feita em todas as direções, to- de que os mesmos estão participando
mando o culdado de criar verdadeiras da cena, em um total ENVOLVIMEN-
A deficiência mais marcante em ter- câmaras de reforço de graves dentro TO. Esta terceira fonte de som, possui
mos de som no televisor, diz respeito destes gabinetes (veja figura 8). características de nível de volume
aos sons graves (BASS), pois mesmo menores do que as caixas principais (R
que o amplificador do televisor, tenha a e L), mas podem criar um efeito interes-
BIPHONIC ISPATIAL-STEREO
sante, nos fazendo sentir e não apenas
I PSEUDO-STEREO
7 visualizar o programa (veja figura 9). O
DECODIFICAÇÃO DO SINAL MUL TIPLEX
efeito SURROUND, pode ser con-
L+R (RECEPTOR) ,..... 2R OU L
Para incrementar ainda mais o som seguido de duas maneiras, sendo uma
do televisor, criou-se os efeitos basea- chamada de STEREO SURROUND, e
dos em diferenciação de canais, ou outra chamada de DOLBY SUR-
seja, tornar um canal diferente do outro ROUND. O nome DOLBY, é utilizado
para termos a sensação da estereo- para definir que a técnica utilizada de
fônia, mesmo em fontes mono. SURROUND, foi inventada e paten-
a)BIPHONIC MONO OU PSEUDO· teada pelos Laboratórios Dolby, deven-
STEREO: caso o sinal que esteja do quando usada, apresentar a
51
SABER ELETRÔNICA N° 234/92
inscrição "DOLBY SURROUND" no 10
MICROFONE
painél do televisor. Vejamos a SUR ROUND
características destes dois SUR-
ROUNDS: ..•. - ------- .. -
... ...
I'•••••••
CENA ATORES PRINC,'"
a) STEREO SURROUND: no. " / I \ )
(COM SURROUND
INVERTlDOI
televisor que possui este efeito, o som ", -C::_~__
<.?-_/ R
estereofônico é reproduzido normal- MICROF.
L
mente nas duas caixas frontais, que (COM SURRONUD
EM FASEI
devem ficar o mais afastadas possível +
L
do televisor, além disso, internamente,
a partir dos polos positivos dos dois
canais que vão às caixas, sairá uma
terceira informação que só aparecerá ouvir tal efeito explanado acima, será imagem de um canal possa aparecer
quando houver diferenças entre o canal necessário que o vídeo-cassete pos- na tela d,otelevisor sem problemas.
esquerdo e direito. Após, será neces- suaa inscrição "HI-FI", e lógicamente o O "SISTEMA" tem a ver com a
sária uma malha defasadora de sinal
televisor possua a inscrição "DOLBY codificação de sinais para a obtenção
indo finalmente excitar duas caixas SURROUND". de cores na tela. A codificação do sis-
colocadas em torno (parte de trás) dos LOUDNESS: controle de tema PAL é muito semelhante a do
telespectadores. Com isto, o sinal aUdibilidade, ou seja, repõe as perdas NTSC, enquanto que o sistema
. nesta terceira via, terá um nível mais (principalmente das freqüências SECAM, utilizado em alguns países da
baixo sendo diferente dos dois canais
baixas), que o som apresenta quando Europa e Comunidade dos Estados In-
principais, conseguindo-se também em volumes muito baixos. Esta função dependentes (CEI), não é compatível
com o defasamento do sinal, um efeito não deverá ser utilizada em altos níveis aes outros dois. Apesar da com-
de profundidade no som. de som, pois poderá distorcer a patibilidade entre PAL e NTSC exis-
b) DOLBY SURROUND: para que reprodução. tirem na filosofia básica, um vídeo-cas-
este efeito possa ser conseguido, TREBLE: controle para as sete, vídeo game, vídeo disco ou
necessitaremos de uma fonte DOLBY freqüências altas ou agudos. câmera NTSC puros, reproduzirão uma
STEREO, que poderá ser obtida nas BASS: controle para as freqüências imagem em preto e branco no televisor
próprias fitas de locadora (com filmes baixas ou graves. PAL-M, não aparecendo cores. Assim
selados), que tenham a inscrição Fechamos assim, uma explicação para que os mesmos possam apresen-
DOLBY. O SURROUND feito aqui, é a resumida dos termos utilizados hoje tar cores no televisor PAL, deverão ter
colocação de um terceiro canal de para a área de SOM na TELEVISÃO. seus sinais de cores NTSC codificados
áudio sobre o canal L e R. A idéia Começaremos aqui a explanação para sinal PAL (notem que isSQ não
básica se concentra na colocação de sobre os nomes técnicos restantes que altera a imagem em preto e branco
um terceiro microfone, que capte ruídos tem haver com a imagem ou circuitos básicas). Considerando que a maioria
ou barulhos secundários da cena (veja associados. das câmeras e vídeo-discos são
figura 10). Estes "sons" farão parte do basicamente NTSC, cria-se um
canal surrQund, que será adicionado ao problema interessante, que pode ser
sinal do canal L sem nenhuma altera- A IMAGEM CONTINUA resolvido de várias maneiras:
ção, mas será somado de maneira in- MELHORANDO
a) Possuir um televisor que seja
vertida no canal R. Durante a repro-
DUAL SYSTEM, ou seja, trabalhe em
dução do canal L e também do R, o som
surrond também estará presente, mas
o nosso padrão de transmissão é o PALe NTSC. No casodefuncionamen-
"M", como também é na maioria dos to deste televisor com um vídeo cas-
com fase invertida em relação a estes
países latino-americanos e Estados sete NTSC puro, este processo dará
dois canais, surgindo um efeito de can-
celamento do mesmo mecanicamente Unidos, apesar disto, utilizamos o sis- excelentes resultados na reprodução
tema de cores PAL (PHASE ALTER- de fitas codificadas em NTSC (todas as
(vibração do ar). Mas ainda dentro do
fitas de vídeo clube são assim), mas
televisor, o sinal L será somado ao sinal NATING L1NE), invenção alemã, para
quando se desejar gravar programas, o
R invertido, com o objetivo recolocar a corrigir determinados erros de matiz
sinal que virá da emissora já será PAL,
fase do sinal surround (dentro do R) na que ocorrem no sistema NTSC,
não havendo a possibilidade de
sua fase correta. Assim surgiria um adotado pelos americanos e pela gravação direta no VeR NTSC.
sinal L-R com grande destaque para o maioria dos países sul-americanos.
sinal SURROUND, que ap6s passa por Portanto, um VCR NTSC e um
Como resultado disto, somos o único
uma malha defasadora e pelo redutor televisor NTSC/PAL, possibilitarão a
país a possuir o padrão M utilizando o
de ruídos DOLBV, para ser finalmente recepção de programas normais de
sistema PAL: PAL-M. televlsAo com a chave do televisor em
amplificado, Indo este som para as
duas caixas externas traseiras. O efeito O "PADRÃO" tem tudo a ver com o
PAL, enquanto que para a reprodução
do DOLBY SURROUND, é simples- que podemos chamar de imagem em de fitas NTSC em um vídeo puro,
mente fantástico, nos envolvendo cQm- preto e branco, pois determina suas bastará a mudança do sistema do
pletamente com o filme em questão. frequências básicas como horizontal televisor para NTSC. Neste caso não
Atenção: Apesar da maioria das (15.734 Hz) e vertical (59,94 Hz), lar- haverá possibilidade de uma gravação
gura máxima de transmissão para o de uma emissora no vídeo-cassete.
fitas novas que chegam às vídeo-
locadoras, já possuírem a inscrição sinal de vídeo de 4,2 MHz, e mais al- b) Utilizar um TRANSCODER EX-
"DOLBY STEREO", para se conseguir guns detalhes. Enfim, determina que a TERNO, de ida e volta, que significa

52 SABER ELETRÔNICA NO2W92


que o mesmo poderá codificar o sinal Quando nos referimos anterior- ficar observando detalhadamente
NTSC em PAL e também o sinal PAL mente em ligar um vídeo-cassete vários modelos e marcas dispostos em
em NTSC. As~im, a reprodução do nacional, vídeo-cassete importado, prateleiras nas maiores lojas do ramo,
vídeo-cassete, câmera, vídeo-game ou câmera, vídeo-disco, vídeo-gam"e, etc., e que muitas vezes, estão com muitos
vídeo disco codificados em NTSC, todos em um mesmo televisor, nos dá ruídos (chuviscos), devido a uma má
seriam transcodificados para PAL e a impressão de termos que ficar ligan- instalação da antena receptora ou má
poderiam ser assistidos em qualquer do e desligando fios, o que não é ver- distribuição do sinal. Mas qual seria a
televisor nacional. No caso de se dade. Existem televisores com diver- característica básica que poderia
desejar fazer uma gravação via emis- sas entradas de áudio e vídeo, ou ainda definir a qualidade de uma imagem?
sora, bastaria injetar o sinal da mesma poderemos utilizar um CHAVEADOR Vamos partir para a transmissão
(PAL), no transcoder que se incumbiria DE VíDEO EXTERNO, trabalhando normal de uma emissora de televisão
de transformar este sinal em NTSC, como uma central de comutação, onde do Brasil, PAL-M, para verificarmos o
para poder ser gravado no vídeo-cas- o consumidor escolhe, por meio de que é possível conseguir com isto:
sete NTSC. Pode parecer a melhor uma chave, qual a fonte de sinal que Cada canal no Brasil (padrão M),
solução, mas a ligação de um quer injetar no televisor como é tem uma largura de banda máxima de
TRÀNSCODER EXTERNO é com- mostrado na figura 11. 6 MHz, onde na mesma podem ser
plicada e exige conhecimentos básicos ATENÇÃO: TUDO O QUE FOI transmitidas as informações de vídeo e
FALADO ACIMA SE REFERE A áudio. A freqüência máxima que pode
de qual sistema que os aparelhos en- APARELHOS· QUE TRABALHAM EM ser transmitida em termos de vídeo é
volvidos na ligação possuem. NTSC-M OU PAL-M. SERÁ FUN-
c) Utilizar um vídeo-cassete de 4,2 MHz que significaria para uma
DAMENTAL A ESCOLHA DE UM linha horizontal de imagem que ocorre
nacionalizado (que são vendidos na
TELEVISOR DE PADRÃO "M", CASO em um tempo de 53 micro-segundos,
maioria das boas lojas nacionais), que CONTRÁRIO CORRE-SE O RISCO . cerca de 220 ciclos que acabariam rep-
podem reproduzir fitas PAL ou NTSC, DE NÃO SE PODER TER A IMAGEM resentando 440 elementos (entre
onde o sinal sai do vídeo-cassete
DE TRASNMISSÃO NORMAL NO pretos e brancos). Retirando as perdas
sempre codificado em PAL, pos- BRASIL. COMO EXEMPLO, UM que ocorreriam devido ao baixo nível
sibilitando a ocorrência normal de APARELHO COMPRADO NAARGEN- em 4,2 MHz, iríamos obter cerca de 400
cores em qualquer televisor nacional. TINA (PAL-N), PRATICAMENTE NÃO elementos ria linha horizontal. Isto é
Além disso, possuir um televisor APRESENTARÁ IMAGEM PARA chamado de HORIZONTAL RESOLU-
PAl/NTSC, seria o ideal, caso o con- PROGRAMAÇÃO NORMAL DAS TION ou simplesmente RESOLUÇÃO
sumidor possua um vídeo game, vídeo- EMISSORAS NEM DOS VíDEO-CAS- HORIZONTAL, que representa aquan-
disco, câmera ou até outro vídeo cas- SETES EXISTENTES AQUI. tidade de pontos na linha horizontal, o
sete NTSC puro. Um televisor que representa a qualidade da ima-
PAl/NTSC, pode parecer difícil de se A QUALIDADE DA IMAGEM gem. Para termos uma idéia, de como
obter, mas a maioria dos televisores é crítico conseguir esta resolução
nacionais, podem ser facilmente Muito se tem falado em televisores horizontal, podemos dizer que bem
chaveados internamente para os dois de alta definição, 700 linhas, HDTV, poucos televisores nacionais seriam
sistemas de cores, além de alguns etc. Mas nunca no Brasil, o ítem capazes de atingir esta resolução de
fabricantes nacionais já possuirem qualidade de imagem foi destacado, de 400 elementos ou linhas, sendo os
aparelhás com tal facilidade (consulte maneira a dar opção ao consumidor da poucos que fazem, tem preços pouco
uma assistência técnica de sua escolha da melhor ou pior imagem. acessíveis. Começam a chegar no
confiança) . Quem quer qualidade, é obrigado a Brasil televisores de qualidade,
trazidos por multinacionais como a
11 Philips e a Sony, além da empresa
nacional Gradiente também participan-
do desta fatia de qualidade.
A escolha de um televisor pela
qualidade, dependerá de uma série de
-I-I-: I
..
I:
fatores como sua aplicação. Vamos
UHF ~'·I abaixo verificar a resolução possível

o [D] em uma série de equipamentos


geradores de imagens para o televisor:
.S·VHS TELEVISOR PAL /NTSC
AO
TRANSMISSÃO DE TELEVISÃO:
APARELHO } L ASEROISC
PLAYER
400 elementos na linha horizontal
COMUTADOlf DE VrOEO
SAIOAS
VíOEO·CASSETE VHS: 230
elementos na linha horizontal
VíOEO VCR
} AO
VíOEO·CASSETE SUPER·VHS:
400 elementos na linha horizontal
@ } AO CONCOROER
ÁUOIO (necessita entrada especial com Y e
R @
croma separados)
VíOEO·CASSETE 8 mm: 300.
VIOEO GAME
elementos na linha horizontal
} AO
VíOEO·OISCOS: em torno de 550
elementos na linha horizontal

SABER ELETRONICA NQ234/92 53
CÂMERAS OU CAMCORDERS: CARACTERíSTICAS manipulação e controle do televisor.
limitam-se ao formato da fita utilizada, INTERNAS Alguns televisores possibilitam a
podendo ser ligada diretamente ao memorização para buscas rápidas de
televisor oferece uma resolução leve- VST (VOLTAGE SYNTHESIZ~D canais, pulando-se os canais in-
mente maior. TUNING): SINTONIA POR TENSAO desejados ..
CÂMERAS PROFISSIONAIS: SINTETIZADA: neste dispositivo a es- PP (PERSONAL PREFERENCE):
colha de canais é feita através de alguns micro-controladores de
podem atingir até cerca de 900 elemen-
tos na linha horizontal. memórias, onde são armazenadas televisão, reservam uma memória,
Portanto, antes de se escolher o dados para a tensão de sintonia (zero para que seja arquivado o gosto pes-
televisor pela qualidade, deve-se a 33 V), e tensão de chaveamento (zero soal de cada consumidor, possibilitan-
verificar qual a aplicação que o mesmo ou 12 V). A numeração dos canais pode do controles automáticos de brilho,
será direcionado. Como exemplo, não ser feita aleatóriamente, ou seja, a contraste, cor, volume, canal, apenas
REDE GLOBO de São Paulo, poderá
se deve comprar um televisor de 700 por um toque. Isto facilita a
elementos de resolução horizontal ser armazenada em qualquer das
manipulação do aparelho, pois, quando
(caríssimos), se sua única função será memórias, como por exemplo a
se liga o'televisor, os controle básicos,
assistir a filmes nos vídeo-cassetes memória "8", sendo o número da
bem como o canal, já são colocados em
comuns VHS, que não fornecem mais memória também escolhido pelo con-
sumidor. O armazenamento será feito, atuação.
que 230 elementos na linha horizontal. OSD (ON SCREEN DISPLAV)
normalmente através de teclas com a
ESCRITAS MOSTRADA NA CENA:
inscrição STORE (armazenar), que
CARACTERíSTICAS DO TUBO trabalha em conjunto com a tecla os televisores de alguns anos atrás que
DE IMAGEM $TORE EXECUTE (que executa ou já eram digitais, mostravam os canais
grava o que está aparecendo na tela) sintonizados através de displays de
ou ainda NORMAL/PRESET (pré- LEDs, montados no gabinete do
Muito se inovou de poucos anos
posicionamento), que trabalha em con- televisor. Com o passar do tempo, as
para cá em matéria de cinescópios
coloridos, onde se introduziram novas junto com a tecla "MEMORY" (que exe- técnicas de integração foram
características e nomes: cuta e grava o que está aparecendo na aprimoradas, criando a possibilidade
CINESCÓPIO IN L1NE: tela). O inconveniente destas primeiro de colocação de faixas
característica em linha na disposição memórias, é que existe a possibilidade coloridas e após números e até
dos canhões (RGB), que estão dentro da perda das mesmas, caso o con- instruções na tela, o que acabou se
do cinescópio, permitindo uma menor sumidor não saiba manipular chamando de OSD. Hoje pode-se in-
distorção na varredura dos feixes (me- dicar na tela, os níveis de volume, bri-
lhor convergência). lho, contraste, cor, canal sintonizado
12
CINESCÓPIO TRINITRON TIRA PRESAS além de outras, que poderão estar
(característica exclusiva da SONY): escritas em inglês, português ou outra
são cinescópios de estrutura cilíndrica, língua.
ou seja, são completamente planos de SEARCH (busca/procura): quan-
cima a baixo da tela, permitindo assim, do acionada esta função, o
a utilização de fios ou tiras que são microprocessador fará a mudança
esticadas e presas no lado de cima e automática e seqüencial dos canais,
de baixo do cinescópio, obtendo-se visando a localização dos mesmos.
assim, maior aproveitamento geral Durante a busca, muitos aparelhos
luminoso na excitação dos fósforos. Os satisfatóriamente estes controles de param de varrer, permanecendo no
outros fabricante utilizam a máscara canal sintonizado.
memorização. Nestes casos, se torna
perfurada, que já foi melhorada com necessária a leitura detalhada do SLEEPTIMER (TEMPORIZAÇÃO
furos mais abertos no sentido vertical,
manual de instruções para então em PARA DORMIR): Alguns televisores
também visando melhor aproveitamen-
último caso, recorrer a assistência ainda possibilitam uma programação
teo da intensidade luminosa final (veja
técnica para maiores informações. que permite que o televisor se desligue
figura 12).
FST (FREQUENCY SYN- após 15, 30, 60 ou 90 minutos (como
FSQ (FLAT 'AND SQUARE): fazem os rádio-relógios), bastando
THESIZED TUNING): SINTONIA POR
cinescópio de tela plana, ou quase FREQÜÊNCIA SINTETIZADA: neste para isso requisitar esta função e
plana, que possuem também cantos
dispositivo, existe a ligação entre o programar o tempo para o desligamen-
mais pontiagudos, aumentando leve-
seletor de canais (oscilador local) e o to. Além disto, muitos já vem incor-
mente sua diagonal em polegadas, já
que a mesma é 'dada pela medida de micro-controlador, possibilitando a porados com desligamento
canto a canto do cinescópio. Este geração da indicação dos canais cor- automático, caso a transmissão da
retamente. Como exemplo, podemos emissora cesse às altas horas da noite.
cinescópio, aumenta em muito o
ângulo de visão lateral possível. citar que a TV Cultura de São Paulo, O televisor que possui este sistema
BLACK LINE ou DARK: LINHA será sempre apresentada na indicação baseia-se na presença do sinal de
ESCURA, ou simplesmente o es- da tela como canal 2, e assim suces- vídeo composto (canal sintonizado)
curecimento do vidro frontal do tubo, sivamente. Como para isto, não existe nos circuitos do televisor, e em caso de
para se obter um maior contraste na uma memorização específica, não ausência do mesmo, acionará um tem-
tela, mesmo em ambientes bem existe meio de perder a programação, porizador de 10 a 15 minu10s até o
iluminados. tornando muito mais simples a desligamento automático do tv.

54 SABER ELETRÔNICA N° 234192


AS ENTRADAS DE UM mesmo apenas um cabo, que deverá ir sas etapas de amplificação do sinal de
TELEVISOR a entrada do televisor. vídeo. A diferença mais marcante que
CATV (CABLE TV OU TV A ocorre na imagem que vem por esta
VHF (VERY HIGH FREQUENCY CABO): a implantação' das entrada é com respeito as cores da
OU MUITO ALTA FREQÜÊNCIA): é transmissões via cabo ainda está en- cena que melhoram consideravelmen-
uma entrada de RF (rádio-freqüência), gatinhando, mas é uma saída muito te. Esta entrada possibilita também a
que pode ter uma impedância de 300 boa para a diminuição das conexão à uma linha telefônica através
ohms (dois parafusos externos para interferências que ocorrem normal- de um "MODEM" (video-texto da
conexão da fita de antena), ou 75 mente via ar (nos Estados Unidos já Telesp).
ohms, utilizando conector tipo "F" que existem dezenas de emissoras utilizan- ENTRADA S-VHS (SUPER-VHS):
é mais imune aos ruídos e inter- do ~ste tipo de transmissão). A Para se obter a resolução total que este
ferências. Esta entrada compreende a transmissão via cabo está sendo feita vídeo cassete pode fornecer (400
banda baixa de freqüências que vão de na faixa de freqüências também elementos na linha horizontaQ, será
54 MHz até 88 MHz (canais 2 ao 6) e chamada de canais de LETRAS e necessário que o sinal de luminância
também a banda alta de freqüências ocupa um espectro de freqüências bem (Y), seja processado separadamente
quevão de 174 MHz à 216 MHz (canais variado, onde podemos destacar a dos sinais diferença de cor. Apesar de
7 ao 13). Até alguns anos atrás, esta SUB-FAIXA (SUB-MID), que possui ser um vídeo cassete raro no Brasil, o
era a única faixa de transmissão utili- freqüências de 5,75 a 47,75 MHz mesmo parace ser a tendência mundial
zada pelas emissoras de televisão, até (canais A-8, A-4, A-1), a MÉDIA e deve crescer.
que no interior do Brasil, começou a se BANDA com freqüências de 120 MHz
difundir a transmissão na faixa de UHF. até 174 MHz (canais A até I); aSUPER AS SAíDAS DO TELEVISOR
BANDA com freqüências de 216 a
UHF (ULTRA HIGH FREQUENCY 300 MHz (canais J até W); a ULTRA- VíDEO OUT: ou saída de vídeo,
OU ULTRA ALTA FREQÜÊNCIA): BANDA com freqüências de 300 a470 permite que o sinal que é processado
também é uma entrada de RF, só que MHz (canais W 1 até W 28) e a HIPER- internamente no televisor possa ser
trabalhando com freqüências muito BANDA com freqüências acima de 890 levado para fora, permitindo gravações
m~is altas que a entrada anterior. Pode MHz (canais W 29 até W 84), perfazen- em vídeo-cassetes, ou simplesmente
possuir uma entrada de 300 ohms ou do aproximadamente 125 canais a monitorações em outros televisores.
cabo. A maioria das transmissões via
75 ohms. Esta banda compreende ÁUDIO OUT: é uma saída que
cerca de 70 canais, indo de 470 MHz cabo, provavelmente serão também poderá ser utilizada como a anterior,
codificadas como está se fazendo para para a gravação em um vídeo-casete
até 890 MHz (canal 14 ao 83). A maioria
das emissoras novas ou em algumas emissoras de UHF. externo, mas que terá um destaque
implantação, estão preferindo a ENTRADA DE VíDEO: alguns bem maior, se o sinal de áudio for
transmissão nesta faixa de freqüências televisores possuem a chamada levado a um bom amplificador (em sua
(UHF), pois necessita-se de menor entrada de vídeo, que se torna opcional entrada AUXILIAR), permitindo uma
potência para alcançar grandes em relação à entrada de RF, pos- reprodução com excelente qualidade
distâncias. Para que um televisor, pos- sibilitando uma diminuição conside- sonora, dos programas passados na
suidor apenas da entrada de VHF, rável nas interferências que vem atra- televisão.
possa captar as transmissÕes feitas em vés da conexão de RF. O sinal padrão CAIXAS EXTERNAS: Pode-se
UHF necessitará da instalação de que deverá ser manipulado externa- optar por caixas externas ao televisor,
maneira simples de um CONVERSOR mente entre os mais diversos aparel- o que melhorará o efeito estereofônico
de UHF externo que é encontrado por hos deverá ter uma amplitude em torno e ainda (dependendo da caixa
um preço bastante acessível no mer- de 1,5 Vpp e possuir obrigatóriamente acústica) melhorar a qualidade final do
cado especilizado de antenas. Muitas sincronismo negativo. O televisor que som. Normalmente para se usar as
das transmissões em UHF, estão possui esta entrada é chamado de caixas externas, existe uma chave
sendo feitas de maneira codificada, MONITOR, podendo trabalhar direta- onde está marcado "SPEAKERS
possibilitando sua captação, mas não mente com micro-computadores, INT/EXT".
sua visualização correta no vídeo, pois câmeras, vídeo-games, vídeo discos, SAíDAS SURROUND: ligações
as emissoras antes de transmitir os vídeo-cassetes, pois alguns destes para a instalação de duas caixas SUR-
sinais, alteram a fase do sinal de vídeo aparelhos não possuem o chamado ROUND, que deverão ser colocadas
em relação aos pulsos de sincronis- modulador de RF, que os possibilitaria atrás dos telespectadores (leia a seção
mos, ou ainda invertendo todo o sinal conexão a entrada de antena do SURROUND). Como podemos ver, o
televisor. televisor se torna cada vez mais o
de vídeo, o que prejudica não só a
imagem como também o sincronismo ENTRADA DE ÁUDIO: manipula "HOME THEATER", ou teatro caseiro,
da mesma. .diretamente o sinal de áudio, sem pas- trazendo não só uma melhoria na ima-
VHF/UHF: quando uma entrada sar pela entrada de RF, diminuindo gem, mas também melhorias no som,
apresentar esta inscrição, é porque a também ruídos e interferências. Esta além das facilidades enormes que os
mesma está preparada para receber os entrada deverá ser utilizada em conjun- controles remotos propiciam, enfim, o
sinais de VHF e UHF misturados, to com a entrada de vídeo. televisor hoje se tornou uma verdadeira
cabendo ao seletor, fazer sua ENTRADA RGB: esta entrada per- central de entretenimento.
separação internamente no televisor. mite que o sinal seja levado, quase Nossos agradecimentos às Cen-
Portanto os cabos das antenas de VHF diretamente ao cinescópio, evitando a trais de Assistência Técnica que cola-
e UHF, deverão entrarem um chamado perda de resposta de frequência boraram com este artigo, e especial-
misturador de UHF e VHF, saindo do (resolução final) que ocorre nas diver- mente à PHILlPS DO BRASIL. •

SABER ELETRÔNICA N2 234/92 55


ircuitos & Informações
INVERSOR DE 5 PARA 15 V

Este circuito é sugerido pela National Semiconduc-


tor e tem por base um integrado LM1578-A que con-
siste numa. "fonte chaveada" básica. Na figura temos
o circuito completo que recebe na entrada 5 V e
fornece na saída 15 V, sob corrente de até 300 mA.
A tensão de ripple é de 5 mV e a freqüência de
operação é de 50 kHz. A regulação da carga é de
44 mV na faixa de correntes de saída de 60 mA
a 300 mA. O diodo 01 é do tipo Schottky e não deve
ser usado equivalente.

AMPLIFICADOR LM386

Precisando de uma solução econômica para obter


um sinal de áudio na faixa de 500 mW com tensão em
torno de 6 a 9 V, o uso de um LM386, conforme mostra
a figura, fornece possibilidades interessantes.
O ganho deste circuito é de 26 dB e a corrente de
repouso é de 4 mA. A faixa passante é de 100 kHz e
a distorção harmônica de apenas 0,2%. O ganho do
circuito é aumentado com a ligação do capacitor C1
entre os pinos 1 e 8, no caso indo para 200 dB. Um
resistor em série com este capacitor reduz o ganho.

TIL302

Oisplay de 7 segmentos de anodo comum - ver


diagrama - Texas Instruments. 14
A

Características:
11 G

VR(max): 6 V (cada segmento)


c
IF(max): 200 mA (cada segmento)
Comprimento de onda: 660 nm c,o
Intensidade luminosa(tip): 110 Itcd o
VF: 1,65 V
Oecodificador TTL indicado: 7447

56 SABER ELETRÔNICA Ni 234/92


Fonte com proteção de
0-15 Vx2 A
Newton C. Braga

Descrevemos uma fonte de alimentação com proteção e saída variável entre Oe 15 V para correntes máximas de
2 amperes. De grande utilidade na bancada, esta fonte se caracteriza pelo uso apenas de transistores o que pode
significar um projeto Ideal para finalidades de acesso a componentes mais modernos.

Fontes de alimentação são indis-


pensáveis na bancada de trabalhos
eletrônicos e para os que realizam
montagens é fundamental que a saída
seja ajustada numa boa faixa de
valores de tensões. Indo além, se o
experimentador não for dos mais ex-
perientes é mais do que conveniente
que a fonte seja protegida contra curto-
circuitos na saída ou mesmo excesso
de corrente.
A fonte que descrevemos preenche
os requisitos acima citados e além
disso é relativamente simples de mon-
tar dado o fato de que usa somente
componente discretos. Os transistores
são absolutamente comuns no nosso
mercado e o restante dos componentes
passivos não oferece maiores dificul-
dades de obtenção. O sistema de
proteção é bastante eficiente: se ocor- CARACTERisTICAS
rer um curto na saída ou a corrente Trata-se basicamente de uma fonte
superar um valor pré-determinado, um convencional em que a retificação é
relé desliga automaticamente a saída onda completa feita a partir do se-
• Tensão de entrada: 110 ou 220 V cundário de um transformador com
da fonte cortando a alimentação da c.a.
carga e ao mesmo tempo um LED de tomada central, utilizando-se para isso
alerta acende. • Tensões de saída: variável de O a dois diodos. A filtragem é feita por um
15V eletrolítico de alto valor.
Mesmo que a corrente na carga
tenda a voltar ao normal ou o curto • Corrente máxima de carga: 2 A A variação da tensão de saída é
circuito seja desfeito, para reativar a • Proteção: tipo crowbarcom relé feita a partir de um divisor de tensão em
fonte será preciso uma ação externa que temos um diodo zener fornecendo
pressionando-se por um momento um a referência para um potenciômetro
COMO FUNCIONA comum de valor relativamente alto para
interruptor.
não carregar o circuito.
A capacidade de saída de 2 ampa-
res é mais do que suficiente para a Na figura 1 temos o diagrama de A tensão de referência é aplicada a
maioria das aplicações práticas. blocos da nossa fonte de alimentação. um par de transistores na configuração
Darlington. Obtém-se assim, um ganho
suficientemente elevado para que, com
uma corrente muito pequena na base
TRANSFORMAÇÃO PROTEÇÃO do primeiro transistor (01) se obtenha
uma corrente de emissor no segundo
da mesma ordem de grandeza exigida

~I~ pelo projeto em sua carga máxima.


Como os dois transistores na

~",,!o~
C.A.
configuração Darlington necessitam de
pelo menos 1,2 V para iniciar a
condução, o ponto de zero do cursor do
potenciômetro é deslocado para
F ig. 1- Ditlgrama de blocos da fonte. próximo deste valor pelo resistor R6.
Eventualmente, em caso de não zerar

57
No entanto, os SCRs encontrados
no comércio podem ter tensões de dis-
LISTA DE MATERIAL paro entre 0,4 e 1 V o que pode exigir
(+) a adequação do valor, através de
experiências. Um resistor inicial de
Q 1 - BC547 ou equivalente - transis- 0,33 Q pode ser usado com possíveis
torNPN ligações de valores pouco mais alto em
Fig. 3 - Usando um miliamperímetro série e em paralelo até se obter o ponto
Q2 - 2N3055 - transistor de potência O- 1 mA como voltímetro O- 15 V.
NPN de disparo.
D1, D2 e D3 - 1N4002 - diodos
retificadores
LED 1 - LED vermelho comum
LED2 - LED verde comum
SCR - TIC106 - SCR para 50 V ou
mais
K1 - G1RC1 - relé para 12 V
S 1 - interruptor simples
S2 - chave de tensão 110/220 V
S3 - interruptor de pressão
M1- voltímetro 0-15 V - ver texto
F1 - 1 A - fusível
P 1 - potenciômetro de 10 kQ - linear
T1 - transformador com primário de
110 V e 220 V e secundário de
15+15 V x 2 A
R 1 - 1 kQ - resistor (vermelho, preto,
vermelho)
R2 - 0,33 Q x 2 W (* I VER TEXTO
J2

R3 e R4 - 2,2 kQ - resistores (verme-


lho, vermelho, vermelho) Fig. 4 -Diagrama da fonte.
R5 - 1 kQ - resistor (marrom, preto,
vermelho)
R 6 - 470 Q - resistor (amarelo, a tensão no mínimo do potenciômetro, Uma proteção alternativa mais
violeta, marrom) basta reduzir o valor deste com- simples é mostrada na figura 2 e con-
C1 - 2200 IA-Fx 35 V - capacitor ponente. Isso poderá ocorrer em siste no princípio de crowbar.
eletrolítico função da tolerância normal dos com- O disparo do SCR põe em curto a
C2 - 1 IA-Fx 25 V - capacitor ponentes usados. saída da fonte provocando assim a
eletrolítico A proteção funciona da seguinte queima do fusível de proteção. neste
forma: caso, para que a fonte seja rearmada é
C3 - 100 IA-Fx 16 V - capacitor Um SCR em série com um relé é
eletrolítico preciso trocar o fusível. Para uma fonte
ligado ao circuito, controlando a pas- de laboratório, o uso do relé torna-se
Diversos: placa de circuito impresso, sagem da corrente para a seção de mais prático, evidentemente.
cabo de alimentação, bornes verme- regulagem de tensão. Desta forma, só A monitoração da tensão de saída é
lho e preto, caixa para montagem, teremos tensão na etapa de re~ulagem feita através de um voltímetro. Para
radiador para o transistor Q2, suporte e portanto na saída, se o rele estiver este indicador existem alternativas que
para LEDs, suporte para fusível, com a bobina desenergizada o que podem ser estudadas em função da
botão para o potenciômetro, fios, ocorre com o SCR desligado. disponibilidade de recursos do mon-
solda, etc. O disparo do SCR é feito pela cor- tador.
rente que passa através do resistor R2. Uma fonte profissional mais elabo-
SCRs comum precisam de tensões rada pode fazer uso de um mili-
da ordem de 0,6 V para disparar (tipica- amperímetro de bobina móvel 0-1 mA
mente entre 0,4 e 1 V segundo o com um resistor e um trim-pot de ajuste
F 1
manual do fabricante). conforme mostra a figura 3.
í+ ) Dimensionamos então R2 de tal O trim-pot será ajustado para que
forma que, quando a corrente superar tenhamos um fundo de escala de 12 V
2 ampares a queda de tensão chegue tormando assim o instrumento em voltí-
SCR aos 0,6 V para o disparo do SCR. Isso metro. Com a multiplicação por 5 dos
pode ser calculado facilmente pela lei valores dos componentes usados
de ohm. podemos usar um microamperímetro
R = V/I de baixo custo, do tipo usado como
R = 0,6/2 VU-meter em amplificadores na mes-
OV R = 0,3 Q ma função.
DETERMINA
------
A CORRENTE DE DISPARO
O valor comercial de resistor mais Finalmente, com um custo muito
DO SCR próximo é de 0,33 Q (podemos ainda menor pode ser usado um voltímetro de
ligar 3 resistores de 1 ohm em paralelo ferro móvel de 0-15 V se bem que a
para obter este valor em caso de dificul- precisão deste instrumento deixa algo
Fig. 2 -Proteção CROWBAR. dade de obtenção de componente a desejar, sendo pois indicado apenas
único). para aplicações menos críticas como

:i6 SA6EA EL.~AÔNICA NQ ~a4/s~


por exemplo na bancada de um amador
ou estudante.
É claro que também pode ser
prevista a ligação do próprio multímetro
na saída para se fazer o ajuste da
tensão e depois utilizar o instrumento
de outra forma.

MONTAGEM

Na figura 4 temos o diagrama com-


pleto da nossa fonte de alimentação.
Na figura 5 temos a disposição dos
componentes tendo por base uma
placa de circuito impresso.
Observe que o 2N3055 deve ser
montado num bom radiador de calor e
que este radiador, preferivelmente
deve ficar fora da caixa usada para o J1
aparelho. Use um radiador do tipo que
possa ser fixado na parte posterior da
caixa, conforme mostra a figura 5.
O LED 1 é vermelho, indicando a
condição de curto, enquanto que o Ml

LED 2 é verde, indicando o funciona-


mento normal da fonte.
S1 é um interruptor simples que
controla a alimentação da fonte (liga e F1
desliga) enquanto que S2 comuta a
tensão de entrada, caso o transfor-
mador usado tenha primários de 110 V
e 220 V com derivação. Para primários
do tipo de dois enrolamentos inde-
Fig. 5 - Placa de circuito impresso.
pendentes que são ligados em série e
em paralelo deve ser usado outro tipo
de chave para comutação de tensão.
O interruptor S3 é de pressão sendo da série que é de 50 V. Não será relé e acendimento do LED 1 indicador
montado junto ao LED vermelho. Este necessário usar radiador de calor para (vermelho) .
interruptor serve para rearmar a fonte este componente. Neste instante a tensão de saída cai
apól? um curto circu~o. O fusível F1 é de 1 A e protege o a zero. Verifique o nível de tensão no
O transformador deve ter secun- sistema em caso de curto-circuito em resistor em que ocorre o disparo. Se
dário de 15+15 V ou mesmo 18 +18 V elementos situados antes do sistema estiver muito abaixo dos 12 V
com correntes de 2 A, enquanto que o de proteção, ou seja, na própria fonte. esperados, então a proteção estará
relé é do tipo G1 RC2 de baixo custo A saída pode ser fe~a por meio de ocorrendo com uma .corrente menor.
para 12 V lembrando que temos uma bornes preto e vermelho e o zener é de Neste caso você deve reduzir R2. Para
queda de tensão da ordem de 2 V no 400 mW. Na verdade, a tensão máxima isso ligue resistores de 1 Q x 1 W em
SCR no disparo. de saída será da ordem de 18 • 1,2 V o paralelo, até obter o disparo no ponto
Para um transformador de 18 V em que nos leva a 16,8 V, mas devem ser desejado. Se o disparo ocorrer com
série com a bobina do relé deve-se consideradas pequenas variações no uma tensão acima dos 12 V, então será
colocar um resistor de 22 Q x 12 W para próprio circuito e tolerâncias já citadas. preciso usar um valor maior para R2.
evitar uma tensão excessiva na Experimente 0,39 Q.
condição de disparo. Comprovado o funcionamento
Os resistores são todos de 1/8 ou PROVA E USO
lembre-se das seguintes regras para
1/4 W exceto R2 que deve ser de 2 W, operação da fonte:
eventualmente de fio. P1 é um
- Ajuste a tensão de saída com a
potenciômetro linear e os diodos são Para provar basta ligar a fonte e na
saída um multímetro comum na escala carga desligada, nunca com a carga
todos 1N4002 ou equivalentes. Obser- ligada a saída.
vamos que apesar da fonte ser de 2 A apropriada de tensões. Verifique o
no máximo e a corrente máxima dos ajuste de P1 se é obtida a tensão - Se houver desarme em caso de
diodos ser de 1 A, como se trata de máxima prevista e também o eventual curto, antes desfaça o curto ou procure
fonte em que os diodos conduzem ajuste do instrumento indicador se for sua origem para eliminação, pra depois
apenas metade dos ciclos, a corrente usado um miliamperímetro. Coloque na pressionar S3 levando o circuito ao
rearme.
média máxima dos diodos sob a carga saída uma carga que proporcione uma
de 2 A é de apenas 1 A. corrente de 2 A com tensão de 12 V, ou - Não utilize a fonte em cargas com
O eletrolítico C1 deve ter uma seja, um resistor de aproximadamente mais de 2 A.
tensão de trabalho de pelo menos 35 V 5,6 Q x 5 W de fio. - Não alimente mais de um aparelho
enquanto que os demais são para 16 V Vá elevando gradualmente a com a fonte a não ser que o leitor tenha
ou mais. tensão através do potenciômetro P1. certeza que a soma das correntes não
O SCR é o TIC106 podendo ser Perto do valor esperado deve ocorrer o supere os 2 A e que os dois possam
empregado o tipo de tensão mais baixa disparo do SCR com o travamento do operar com a mesma tensão. _
SABER ELETRÔNICA Ni 234/92 59
otícias & Lançamentos
entre os quais destaca-se um CD nos Estados Unidos, e dos novos tape-
player com fone de ouvido sem fio. decks DCC - Digital Compact Cassette,
O público jóvem tem no design e com lançamento mundial previsto para
nos grafismos ultra-modernos da nova setembro. O CD-Interativo e o DCC são
linha Moving Sound duas novas ver- as últimas novidades a nível mundial
PHILIPS NA "UO":
sões de radiogravadores duplodeck e desenvolvidas pela Philips diretamente
NOVOS LANÇAMENTOS associadas à tecnologia digital que
um novo tapedeck portátil e autore-
verse com radio AM/FM. gerou o compact-disc.
De 9 a 19 de abril em São P~ulo, a Para o segmento de consumidores
mais sofisticados, a Philips trouxe uma JVC TRAZ PARA O BRASIL O
Philips reservou para o seu estande
de 1.500 metros quadrados, lança- linha HI-FI de equipamentos modu- COMPACT SYSTEM MX-30BK
mentos de impacto para as áreas de lares. Para aqueles ainda mais exigen-
áudio, vídeo e cuidados pessoais. Pela tes, apresentou, como representante Se no Brasil a linha de áudio JVC
exclusivo no Brasil, a linha Marantz
primeira vez o público tem acesso as não é tão famosa quando os seus ví-
cuja tecnologia e qualidade são reco- deo-cassetes e câmeras, no exterior a
linhas de produtos Philips lançadas nhecidas no mundo todo. Além dessas
mundialmente há poucos meses e que alta fidelidade em gravações e repro-
novidades, novos equipamentos de
logo estarão disponíveis no mercado duções, a sofisticação e o belo design
som portátil para a linha Philips Car
local. Stereo fecham as novidades na área de de seus aparelhos a tornam um cult
A Philips mostrou, entre outras entre ouvintes exigentes.
som. Em cuidados pessoais, a nova
novidades, sua linha mundial Matchline linha de barbeadores Philishave e dois Num módulo compacto, o MX-30BK
de TVs, com modelos 33 e 28 novos secadores/modeladores com- integra um CD-player, dois tape-decks
e rádio AM/FM - todos com recursos
polegadas, e. um televisor compatível pletam as atrações.
especiais, que podem ser acionados
com a recepção de sinais PAL-M e com por controle remoto - amplificador com
tela plana retangular na proporção de Exibições Pioneiras 250 watts de potência e equalizador
uma tela de cinema (16 por 9). A linha Pela primeira vez na América Latina gráfico.
de produtos "The Philips Colection" traz o público pôde assistir exibições A cópia de CDs para fitas cassetes
cinco produtos cujo "design" pioneiras dos novos equipamentos de pode ser feita automaticamenre em
revolucionário foi premiado na Europa, CD-Interativo, recentemente lançados três modos de edição (Auto, program e
Fade); no modo Auto Edit, o CD Player
é capaz de escolher a seqüência de
músicas mais adequada ao tempo de
duração da fita sem que o usuário
precise fazê-Ia.
O duplo deck permite copiar as fitas
em alta velocidade (High speed Dub-
bing) e buscar trechos em branco de
gravações, agilizando a localização de
inícios e finais de músicas. Um dos
decks grava, reproduz e reverte auto-
maticamente a execução de uma fita de
um lado para o outro (função auto-
reverse).
O rádio AM/FM, digital, sintoniza as
emissoras automaticamente em se-
qüência e memoriza até 40 estações,
programáveis de acordo com a pre-
ferência do ouvinte.
O MX-30BK também pode ser
programado previamente para fazer
gravações sem a presença do usuário
através de seu temporizador (Timer,
uma função mais comum em video-
cassetes), ou funcionar como um
despertador - pode-se acordar ao som
de um CD, fita ou rádio.
Além do controle remoto, o aparelho
Um dos três televisores da linha Matchline Philips com tela de 28 polegadas, vem acompanhado por duas caixas
Dolh, SU"ound e/unção "P/P". acústicas, antena para AM e FM e
manual de instruções em 6 idiomas.

60 SABER ELETRÔNICA NR2341i2


Notícias & Lançamentos

CD PLAYER PORTÁTIL PHILlPS


PODE SER ACOPLADO AO
SOM DO CARRO

Entre as várias novidades que a


Philips apresentou ao público durante
a UD, o CD player AZ. 6815 traz espe-
cial interesse àqueles que apreciam a
boa música também no automóvel O
CD player pode ser usado a tiracolo,
conectado ao som doméstico ou ao
toca-fitas. Um mecanismo anti-choque
evita que as vibrações do automóvel
em movimento interfiram na reprodu-
ção do CD.
O CD player AZ. 6815 Philips incor-
pora a tecnologia "Bitstream" que
amplia a pureza sonora na reprodução
dos compact-discs através da opera-
ção "oversampling" realizada 196 ve-
zes. A alimentação do aparelho no
automóvel pode ser feita com a cone- Protegido por um sistema antichoque, o CD Player AZ 6815 suporta
xão de um cabo no acendedor de cigar-
melhoras vibrações do carro em movimento.
ros. Tanto o display como as teclas do
aparelho possuem iluminação interna,
o que torna o seu acionamento a noite
dentro do automóvel muito mais fácil e a otimização da qualidade do produto em invólucro de aço inoxidável e capaz
seguro. O CD player AZ. 6815 deverá final. de resistir às condições impostas pela
estar chegando as lojas de todo o Brasil tecnologia de montagem emsuperfície
já no próximo mês de agosto. MAKRON LANÇA LIVRO (SMD). O dispositivo pode ser usado
DE ELETRÔNICA também em computadores existentes.
NOVA FÁBRICA BOSCH, EM
MANAUS, OTIMIZA QUALIDADE A Makron Books do Brasil Editora
Ltda, anuncia o lançamento da obra APPLE LANÇA IMPRESSORA
PARA PC
A nova unidade da Bosch, em Eletricidade - Princípios e Aplicações,
de Richard J. Fowler. A obra, em dois
Manaus (construída ao lado da sua
volumes traduzida em português, é
outra fábrica que já funciona ali desde
direcionada a estudantes e profissio- A linha de reprodução de imagens
1984), está em plena operação desde
nais que pretendam aprender Eletrici- da Apple, composta de impressoras a
janeiro deste ano. Edificada em terreno dade, nos seus vários aspéctos. Num
de 24.000 m2, suas instalações jato de tinta, scanners e produtos cor-
total de 875 páginas, o autor apresenta relatos, representa cerca de 15% do
ocupam uma área de 9.161 m2 de cons
capítulos sobre Conceitos Básicos, faturamento da empresa, em torno de
trução, sendo que deste total, 3.700 m2 Unidades, Grandezas Elétricas, Cir-
estão dedicados exclusivamente às US$ 1 bilhão, segundo John $culey,
áreas fabris. cuitos Básicos - Leis e Medições, Com- diretor presidente da Apple Computer
A nova fábrica Bosch no Amazonas ponentes do Circuito, Circuito com Inc, sediada na California.
Várias Cargas, Análise de Circuitos A Apple destina em 1991, 16,2%
tem como objetivo básico a fabricação Complexos, Magnetismo e Eletromag-
de partes, peças, componentes e sobre o 1,2 milhão de impressoras
netismo, Tensão e Corrente Alter- laser de baixa velocidade vendida nos
acessórios para aparelhos de som nadas, Potência no Circuito CA, Capa-
automotivos, como auto-rádios e toca- Estados Unidos, !-1mcrescimento de
citância, Indutância, Transformadores, 6% em um ano e 8% sobre as impres-
fitas, além de componentes eletrônicos Circuitos RLC, Motores Elétricos, Ins-
para a indústria automobilística. A mais soras de alta velocidade. Apostando no
trumentos e Medição. A obra traz crescimento do mercado de impres-
importante inovação tecnológica da ainda, 7 Apêndices de utilidade para o
nova fábrica é a aplicação do sistema soras lasers de baixo custo, a empresa
leitor.
SMD (Dispositivo de Montagem de acaba de lançar a Personal LaserWriter
Superfície),que será \ampliado junta- NTR, um modelo de 360 DPI (Dots Per
mente com a entrada em operação da Inch) que imprime quatro páginas por
tecnologia de Inserção Automática de minuto, custa US$ 2.199, e tem a
Componentes Convencionais. Essas característica de poder imprimir
inovações vão proporcionar, a médio simultâneamente de um computador
prazo, a diminuição de custos Macintosh e de um computador rodan-
RELÓGIO "ENLATADO" PARA PC do Windows PC. A PersonalWriter NTC
operacionais: um auto-rádio, por ex- marca o início de uma nova linha de
emplo, fabricado com a utilização do
SMD, pode ter reduzido em até seis A Dallas Semicontctor Corp., dos impressoras de baixo custo que resol-
vezes seu tempo de fabricação. Outro Estados Unidos produz um minúsculo vem o problema de empresas que têm
fator importante propiciado também dispositivo de tempo (relógio) para uso computadores rodando DOS e preten-
em microcomputadores, encapsulado dem colocar a linha Macintosh. _
pela nova tecnologia é a manutenção e
61
SABER ELETRÔNICA Nº 234/92
Oscilador a cristal
Newton C. Braga

Nas provas de bancada, ou ainda para o desenvolvimento de circuitos de RF e digitais é Importante dispor de uma
fonte controlada por cristal. O circuito apresentado neste artigo gera sinais de 1 a 12 MHz, conforme o
cristal utilizado e é excelente para o desenvolvimento e provas de RF.

Se o leitor gosta de desenvolver COMO FUNCIONA


circuitos de transmissores ou ainda
necessita de um meio eficiente de LISTA DE MATERIAL
provar cristais o circuito apresentado é O primeiro transistor 01, opera
excelente para esta finalidade. como um oscilador Collipits, onde a
freqüência é determinada pelo cristal. Semicondutores:
Outras utilidades podem ser
citadas, como por exemplo, a obtenção A realimentação que mantém as osci- Q1 e Q2 - 2N2222 - transistor comu-
de sinais extremamente estáveis na lações é feita entre o emissor e a base tadorde RF
faixa de 1 MHz a 12 MHz para instru- do transistor via C1 que juntamente
com C2 e C3 formam um sistema de Resistores (5%,1/8 W)
mentação ou mesmo para eletrônica R1 - 15 kQ (marrom, verde, laranja)
digital. derivação do sinal para a saída da
etapa seguinte. R2 e R5 - 10 kQ (marrom, preto,
O importante deste projeto é que ele laranja)
admite qualquer cristal entre 1 e R3 forma a carga de emissor en-
quanto que R1 e R2 polarizam a base R3 - 2,2 kQ (verme]ho, verme-
12 MHz sem a necessidade de troca de
do transistor. ]ho,verme]ho)
qualquer componente e além disso tem
Para pequenos ajustes de R4 - 12 kQ (marrom, vermelho,
um ajuste de intensidade.
Como seu consumo é muito baixo freqüência do sinal, mesmo utilizando- laranja)
ele pode ser alimentado por bateria de se um cristal pode-se ligar em série R6 - 470 Q (amare]o, violeta, mar-
9V. com este elemento (XTAL) um trimmer rom)
de 5-50 pF ou mesmo pouco maior. O P 1 - 470 Q - potenciômetro
Todos os componentes usados são
sinal gerado por esta etapa é levado a Capacitares (cerâmicos 25 V)
de fáceis obtenção e muito melhor: não
é utilizada nenhuma bobina! 02 que consiste num amplificador C1 - 1,2 nF - cerâmica
aperiódico na configuração de coletor
comum usando um transistor 2N2222 C2 - 120 pF - cerâmico
CARACTERíSTICAS C3 - 1,2 nF - cerâmica
ou equivalente.
C4 e C5 - 10 nF (103 ou 0,01)
O sinal é amplificado e retirado do
emissor do transistor via C4. Para cerâmico ou styrotlex
• Tensões de alimentação: 9 a 12 V C6 - 100 nF (104 ou 0,1) -cerâmica
dosar a aplicação deste sinal ao circuito
• Faixa de freqüências: 1 a 12 MHz exterior temos um potenciômetro que Diversos:
• Número de transistores: 2 funciona como divisor de tensão (P1). Si - interruptor simples
XTAL - 1 a 12 MHz - crista]
B1 - 9 V - bateria ou 9/12 V- fonte
Placa de circuito impresso, conector
de bateria, caixa para montagem,
suporte para o crista], jaque de saída,
C6
Rl botão para o potenciômetro, fios,
15k.íl.
:::10onF solda, etc.
Sl

-
C4 e C5 isolam o circuito externo da
XTAL
1-12MHz B1 alimentação contínua do oscilador.
+9/+12V -
- R2
lOk.íl.
MONTAGEM

B
Na figura 1 temos o diagrama com-
pleto do oscilador a cristal.
A montagem do aparelho pode ser
feita numa pequena placa de circuito
impresso conforme mostra a figura 2.
Os capacitores devem ser todos
Fig. l-Dwgrama do osciltuior. cerâmicas ou styroflex com tensão de
trabalho acima de 25 V. Os resistores

82 SABER ELETRÔNICA Nll2341S2


usado qualquer tipo com freqüência
entre 1 e 12 MHz. Para a alimentação
tanto pode ser usada uma bateria de
9 V, como fonte externa com boa
regulagem e filtragem.
A conexão do aparelho ao circuito
externo (saída) pode ser feita via co-
nector coaxial.
~Pl

PROVA E USO

Basta ligar na saída do aparelho um


Fig. 2 -Placa de circuito impresso. freqüencímetro ou então um oscilos-
cópio. Colocando um cristal no conec-
. tor apropriado devemos ter a fre-
são de 1/8 ou 1/4 W com 5% de que sejam capazes de apresentar um qüência correspondente produzida.
tolerância. P1 é um potenciômetro de bom ganho na máxima freqüência que Para usar basta levar em conta a
carbono comum linear ou log. Os tran- o oscilador déve operar. O cristal intensidade do sinal obtido na saída
sistores admitem equivalentes, desde depende do montador, podendo ser para excitação de circuitos externos. _

Amplificadores de 10/15W
Newton C. Braga

Esta etapa pode fornecer 10 ou 15 watts RMS (20 ou 30 W de pico), dependendo dos transistores usados e da
tensão de alimentação, servindo pois, para a formação de um excelente sistema de som estéreo ou mono com
até 60 watts de potência. O circuito é simples e usa componentes comuns, consistindo numa montagem
Ideal para os leitores que ainda não tenham multa experiência com este tipo de projeto.

Os 10 ou 15 watts desta etapa de CARACTERíSTICAS Este transistor excita a etapa de


saída significam muito se levarmos em saída formada por dois transistores
conta que seu valor é de potência real • (10 W e 15 W respectivamente) complementares de potência, que
ou RMS. Diferentemente de muitos dependem da versão desejada, 10 ou
amplificadores que são vendidos para • Tensão de alimentação: 28 V/ 42 V 15 watts ..
o uso em automóveis e que indicam • Corrente máxima: 850 mA / 720 mA
Entre as bases destes transistores
potências de 80 ou 100 W PMPO e • Impedância de entrada: 75 k.Q/ temos o transistor 03 que atua como
outras especificações, e que resultam 100 k.Q
estabilizador para corrente de repouso
em valores inferiores a 20 watts quando • Distorção harmônica: 0,12% / O, 12% em função da temperatura, evitando a
convertidos em potências reais, este • Faixa de freqüências: 20-30 kHz / deriva térmica.
circuito possui características que o tor- 30-30 kHz
nam ideais para o montador que deseja Este transistor deve ser montado
fazer o seu próprio sistema de som Os valores entre parênteses no em contato com o radiador de calor em
como: diagrama são para a versão de um dos transistores de saída.
15 watts.
Usa somente transistores de fácil Ajustamos na base deste transistor
obtenção a corrente de repouso da etapa de
COMO FUNCIONA saída por meio de um trim-pot (P2). O
Não tem pontos críticos na mon-
tagem trim-pot P1 serve de ajuste de simetria
Os sinais de entrada são levados ao de modo a se obter os dois semiciclos
Os dois ajustes são simples de do sinal de entrada amplificando com a
serem feitos transistor pré-amplificador de baixo
mesma intensidade.
ruído do tipo BC549 onde recebem uma
A fonte de alimentação não precisa primeira amplificação. Os componentes C8 e R10 formam
ser estabilizada
O sinal amplificado por esta etapa é uma rede cuja finalidade é manter a
Evidentemente, para excitar esta levado a partir do coletor do transistor impedância constante em toda a faixa·
etapa o leitor precisará de um bom 01 à base de 02 um transistor de de reprodução. Esta rede diminuiu a
pré-amplificador com controle de to- média potência BD136 que funciona impedância de saída à medida que a
nalidade. com driver. freqüência aumenta compensando

SABER ELETRÔNICA Ng 234/92 63


Fl
lA
Vce LISTA DE MATERIAL
28V!42VI

lOmA

Semicondutores:
Q1 - BC549 - transistor NPN de
baixo ruído
Q2 - BD 136 - transistor PNP de
média potência
Q3 - BC548 - transistor NPN de uso
geral
Q4 - BD435 (10 W) ou BD437
(15 W) - transistores NPN de po-
tência - ver texto
Q5 - BD436 (10 W) ou BD438
(15 W) - transistores PNP de potência
- ver texto
Resistores: (1/8 W salvo
Fig. 1-DÚlgrama de um canal sem controle de volume e tom. especificação em contrário)
Ri • 100 kQ (10 W) ou 120 kQ
(15 W)
assim os efeitos da indutância da A disposição dos componentes R2 - 150 kQ (10 W) ou 180 kQ
bobina móvel do alto-falante. numa placa de circuito impresso é (15 W)
mostrada na figura 2. R3 - 39 O x 1/2 W (10 W) ou 27 O x
MONTAGEM Os transistores de potência devem 1/2 W (15 W)
ser dotados de radiadores de calor e as R4 - 8200
Na figura 1temos o diagrama de um trilhas para as correntes maiores R5 - 820 O x 1 W (10 W) ou 680 O
canal do amplificador. devem ser as mais largas. Observe a xl W (15 W)
R6 - 100 O x 1 W (10 W) ou 220 O
xl W (15 W)
R7 - 47 O x 1 W (10 W) ou 82 O x
1 W (15 W)
R8 e R9 - 0,33 O x 1 W (10 W) ou
0,47 O x 1 W (15 W)
RlO-100x 1W
Capacitores: (eletrolíticos conforme
tensão de alimentação - ver texto)
Cl - 10 I-lF- eletrolítico
C2 - 220 nF - cerâmico ou poliéster
C3 - 330 l-lF(10 W) ou 220 l-lF
(15 W) - eletrolítico
C4 • 6,8 nF - cerâmico ou poliéster
C5 - 100 nF - cerâmico ou poliéster
C6 • 100 l-lFx 25 V· eletrolítico
C7 - 10 nF • cerâmico ou poliéster
C8 • 100 nF • poliéster ou cerâmico
C9 • 2200 l-lF- eletrolítico
Q4

Diversos:
Pl ·47 kQ • trim-pot
P2 - 220 0- trim-pot
F1 - 1 A - fusível
Placa de circuito impresso,
radiadores de calor para os transis-
tores de saída, alto-falante de 10/15
Q5 watts ou mais, material para a fonte
de alimentação, caixa para
montagem, pré-amplificador, fios
~ ~ blindados, jaques de entrada, fios,
ENT. FTE
solda, etc.
F ig. 2 - Placa de circuito impresso.

64 SABER ELETRÔNICA NV234/92


O alto-falante deve ser montado em

]
caixa acústica com potência de acordo - - - - - - - - - - - - n_ 1+)
+Vcc com a saída do amplificador ou maior.
Na figura 3 temos sugestões de
fonte de alimentação para as duas
versões.
T1 ~T10onF
2200~
Na versão monofônica, o se-
18 + 18W lN4002 35V
(50V) cundário do transformador deve ter cor-
1 A
(28+28V) rente de pelo menos 1 A e na versão -- -- -- -- -- - ov SIMÉTRICO
lA
estéreo de 2 A. Os demais componen-
tes se mantém inalterados.
-.--
~--- --- ---- ._---(-)
---(+) SINAL

Fig. 3 -Fonte de alimentação para Observe a tensão de trabalho do


Fig. 4 -Ajustando a simetria emPl.
. as duas versões. capacitor eletrolítico usado na fonte. O
valor elevado deste componente é jus-
tificado pela necessidade de uma boa
filtragem capaz de reduzir os eventuais multímetro no emissor de 01 e ajustan-
colocação de 03 junto ao radiador de ruídos. do-se P1 para termos aproximada-
calor de um dos transistores de saída.
mente metade da tensão de
Os resistores são todos de 1/8 W
PROVA E USO alimentação.
exceto os que tenham a potência in-
dicada no diagrama e na lista de P2 é ajustado para que tenhamos
material. Os capacitores eletrolfticos Para provar, basta aplicar o sinal de uma corrente de repouso no coletor de
devem ter tensões de trabalho de acor- entrada. Ajusta-se P1 para termos 04 de aproximadamente 10 mA. Este
do com a alimentação usada. Para a simetria no sinal de saída. Para este ajuste é feito com a ajuda de um
versão de 10 W os capacitores ajuste, é necessário dispor de um multímetro.
eletrolíticos são para 35 V ou mais e osciloscópio e um gerador senoidal de
para a versão de 15 W para 50 V ou 1 kHz. . Comprovado o funcionamento é só
mais. instalar o aparelho em sua caixa e usá-
Na figura 4 mostramos os casos em
10, observando-se a necessidade de
Os trim-pots são comuns e os que não temos simetria de sinal.
capacitores menores podem ser de De uma forma mais simples este excitações apropriadas a partir das fon-

, ,
poliéster ou cerâmicos. ajuste pode ser feito colocando-se um tes de sinal externas. _

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EASYOHIP 2.0 i•
; COBiÇADA FERRAMENTA DE TR~BALHO PARA ;
• O PROJETISTA DE ELETRONICA .•
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~~

SABER ELETRÔNICA N2 234/92 65


nformativo Industrial
ANTENAS PARABÓLICAS
C6dlgo 4,0
4,0
Menorquente
GHz
GHz SRPS
8
20SRPS·
Ferro
O lóbulo
ou
Linear79
=25
-de25O-360°
Ferro
68%
Ferro
68%
Tubo24°
Tubo
SRPS·285
120
de
de
CPR
3,60
125,00
quente
4,0
2,85
3,7
lóbulo
Menor
lóbulo
de
=
45
184
O-90°
O-90°
24° zincado
Kg
ajuste
25
Menor
de e
CircularKm/h
partes
120
quente
3,7
4,2
3,7 edB
3,7
44,1
39,6 4,2
partes
igual
dB
dB ±·360
O-90°
metros
3(fixa
elevação
elevação SOO
4zincado
zincado
Ka300
e
-Telas
alumínio
alumínio
8Circular
CPR -.229
-229 Telas
dBi
-229
metros
Km/h
cadmiado
-68%
-Ka
metros
GHz
GHz±
GHz4,2 e ou
eou
4,2
0,2
0,2 ou GaLinear
cadmiado
cadmiado
GHz
GHz
41,3
43,6
=
polar)
principal)
(dentro GHz
44,6
dBidBi
40,8
principal)
(dentro
elevaçãoprincipal)
ou
==Kg
(dentro
aou 1,3
igual
igual±ado
doado
Linear
±G 0,2
0,2
a
a dBi
1dBi
± 1,3
0,2
,3 ajuste polar)
SÉRIE SRPS • Santa Rlta 1,45°
1,03°
360°
O Kg
16
Kg
-(verto
360° Kg 30°
1,7°
ou hor.)
(fixa ou
ho
mão = 40,1 ± 0,2 dBi
4,2 GhzDiâmetro 4,2 GHz = 41,8 ± 0,2 dBi
em
ação
ção
eia
ção a 3,7 GHz = 39,1±
entrada
Pot. 0,2 dBi Peso
AjustedodeTubo
Características Elétrica e Mecânicas das Antenas PaÚlbólicas Série SRPS.
As antenas parabólicas Santa Rita
da série SRPS para recepção de TV via
satélite são construídas com telas de
alumínio e totalmente desmontáveis
em 8 setores para os modelos de
2,85 m e 12 setores para as de 5 me-
tros. Na tabela ao lado damos as carac-
terísticas destas antenas.

I • Anote no Cartão Consulta SE N9 012051

MÓOULOS COM OIOOOS


BASE ISOLADA - SEMIKRON

Os módulos SKKD46 e SKKE46 da


Semicron são formados por diodos de
90 amperes para tensões na faixa de
200 a 600 volts, sendo dotados de
radiadores de calor.

SKKD - 461 Inf. Ind.

As características desses diodos


são:
• VRRM - 200 a 1600 volts
• IRMS - 90 amperes
• IFAV - 45 (86) amperes
• VF - (max) 1,95 V
• RF - 5 mQ
• Tamb - 45°C

I • Anote no Cartão Consulta SE N9012061

TRAÇAOOR GRÁFICO T0043 -


Oigicon

Este traçador opera com folhas no


tamanho A3 e A4 possuindo pausa au-
tomática e velocidade de até 350 mm/s.
Fácil de instalar e de operar ele é
acoplado ao computador por meio de
interface serial padrão RS 232C. A lin-
guagem gráfica é a HP-GL e é com- TraçadorGráfico TDD43.
patível com a maioria dos softwares tais

66 •
SABER ELETRONICA NQ234/92
Informativo Industrial

como o Lotus 1-2-3, Supercalc, MODELO LCM


5210
90x22
LCM
90x22
210
LCM
ISO
F2F
5
100
100
100 210-060
BPI
90x22
F2F
VDC:!:
VDC:!:
m x24 mm
AutoCAD, VersaCAD, Chart e outros. RDT. 1ISO
546
2lATA/ABA
RDT,
RDT,
300.000
TYP 9-10
ABA/THRIFT
300.000
46
TIL
300,000TIL RCK,
10
TYP -9
(mínimo)
TIL
-10
33
10
-10
(Tr.
102O BPI
75
3554
2894
VDC:!:ISO
TYP
3,6 a
210-074
210-075
3554
2894
m
mVP-P x24
VP·P
VP-P
F2F
RCK,
RCK,
Compatível
passagens
(Tr.
1
mA 150
-150
3,6
-150
1
5
(mínimo)
mA 60°C
BPI
x24
e10%
10%
3554
2894
10% mm
CLSmm
CLS
passagens
mA
CLS1,6mA
passagens
cm/seg
mA
Compatível
Compatível
a600C
a
(tr.2)
e
mA260°C
2) cm/seg
cm/seg
(Máx,)3)
(Máx.)
(Máx.)
ABA
(mínimo)
rnas
o
T
rso
ção
ação
ouso
ão
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manejar. De fabricação nacional, ele
pode ser conectado em diversos sis-
temas. Na tabela ao lado temos as
principais características deste leitor.

I & Anote no Cartão Consulta SE NIl 012081

SABER ELETRÔNICA N° 234/92 67


lonizador negativo
Pesquisas mostram que a presença de uma certa quantidade de rons negativos no ar causam uma sensação de bem
estar e aHvlo nas pessoas, principalmente as que sofrem de doenças alérgicas, queimaduras ou doenças resplrat6rias.
Existem em muitos parses pequenos lonlzadores que produzem continuamente estes rons que sio lançados no meio
ambiente, com a finalidade de promover o bem-estar. Neste artigo descrevemos a montagem de um destes aparelhos.

Newton C. Braga

Os íons negativos atuam sobre as pessoas, também têm pois sua razão • Potência consumida: menor que·
pessoas de modo a modificar-Ihes a de ser.
sensibilidade e mesmo a reduzir os O projeto que apresentamos neste 10W
problemas causados por certas do- artigo é de um ionizador simples de • Tensão de produção de íons: 3000
enças alérgicas. Pesquisas revelaram pequeno porte que serve para produzir a 10000 Volts.
que a presença de íons negativos no ar uma certa quantidade de íons nega- (
ou no meio ambiente causam uma tivos que, lançados no meio ambiente COMO FUNCIONA
sensação de alívio nas pessoas que automaticamente sem, necessidade de
sofrem de alergias ou mesmo dores de ventiladores ou outros dispositivos se-
Para gerar a tensão bem elevada
queimaduras, enquanto que os íons melhantes. O circuito consome peque-
que precisamos para produzir íons par-
positivos tem um efeito contrário, níssima potência (menos de 10 watts), timos de um circuito inversor com base
agravando os problemas de alergia, e é alimentado pela rede local, o que
num oscilador de relaxação com SCR.
tornando as pessoas mais irritadiças e sígnifica que sua ligação de modo per-
mesmo fazendo-as sentir dores de Assim, a tensão da rede de alimen-
manente, não causa aumento apreci-
queimaduras ou fraturas com mais in- ável em sua conta de energia. Os com- tação, depois de retificada carrega o
tensidade. capacitor C1. O valor deste capacitor
ponentes usados são fáceis de se obter determinará a intensidade de fluxo de
Talvez resida neste fato a capaci- e sua montagem bastante simples, não
íons podendo ficar entre os indicados
dade que pessoas que possuem havendo ajustes críticos.
no diagrama.
ferimentos antigos, de detectar a
CARACTERíSTICAS
Ao mesmo tempo C2 carrega-se via
aproximação de chuvas fortes, qu~ndo
P1 e R2 até ser atingida a tensão de
o ar "torna-se carregado" de
ionização da lâmpada neon, em torno
eletricidade positiva e com isso causam • Tensão de alimentação: 110 / de 80 volts. Quando esta tensão é
certas irritaçóes ou dores. 220VCA alcançada a lâmpada conduz e o
O termo "sinto nos ossos" a aproxi- capacitor C2 se descarrega disparando
mação de mudança de tempo tem pois, o SCR.
uma razão científica.
Com o disparo do· SeR as ar-
Aparelhos de pequeno porte que maduras de C1, que já deverá estar
lançam continuamente íons negativos praticamente com sua carga máxima,
no ar podem ser adquiridos nos Es- são curto-circuitadas através do en-
tados Unidos e em outros países, sen- rolamento primário de T1.
do Indicado às pessoas que possuem T1 é um transformador de alta
algum dos problemas citados anterior- tensão, um flyback, aproveitado de um
mente. Evidentemente, não são todos velho televisor. Com a forte corrente de
OS casos que podem ser "atacados" seu primário, é induzido um pulso de
desta forma, devendo sempre a opinião alta tensão no secundário. Com este
de um médico ser ouvida antes. pulso corresponde à extensão e con-
Nas residências e escritórios mo- tração das linhas de força do campo
dernos onde a p!esença de carpetes magnético que ele corresponde a um
funcionam como eletrizadores, gera ciclo completo de tensão alternada,
grande quantidade de eletricidade' devendo pois ser retificado se quiser-
positiva (irritadora), a utilização de um mos ter apenas polaridade negativa na
ionizador negativo (calmante) pode ser saída. Isso é conseguido com a ajuda
interessante, conforme sugere a fig, 1. de um diodo retificador de alta tensão
As chapinhas de colocar nos sapa- (MA T). do tipo encontrado em
tos, que já estiveram em moda em televisores e que vai conectado a um
nosso país, usadas para descarregar a Fig. 1-A ionização negativa capacitor de alta tensão.
eletricidade positiva acumulada no causa bem-estar. Este capacitor, Cx,pode ser cans-
corpo e portanto causando alívio nas truído com duas folhas de alumínio

68 SABER ELETRÔNICA N" 234/92


Rl 02
10.·nI10W TV-18
22kD 110W

01
lN4004
(1N40 041
C1
1 a 5)lf I
o 400V

C2
100nf
1*' VER TEXTO

Fig. 2 -Capacitor de folhas


de vidro.
Fig. 4 -Diagrama do ionizador negativo.

coladas nas duas faces de uma pla-


quinha de vidro comum, conforme tado da placa pois tende a aquecer
mostra a figura 2. levemente em funcionamento.
A tensão acumulada no capacito r Os valores dos componentes entre
permite que na ponta de ionização haja - -- -------- parentesis são para a rede de 220 V. O
um fluxo constante de íons sendo flyback e de qualquer tipo devendo o
enrolamento primário (L1) ser feito com
produzidos.
1 O a 20 voltas de fio comum, conforme
A emissão de íons ocorre pelo efeito
mostra a figura 6.
das pontas. Uma tensão muito alta Fig. 3 -As cargas se acumulam
C 1 deve ser de poliéster metalizado
aplicada a uma agulha faz com que as nas pontas de onde são expulsas.
com uma tensão de trabalho de pelo
cargas tendam a se acumular mais nas
menos 400 V. Capacitores eletrolíticos
póntas e a partir daí são expulsas para
para tensões acima de 400 V também
o ar ambiente, (figura 3). Se o fluxo das caso, no escuro podemos ver uma leve
fluorescência azulada e até ouvir um podem ser usados.
cargas for intenso, como ocorre neste O SCR deve ser sufixo D em vista
ruído de "fritura".
Esta ponta é a que deve ser exposta da alta tensão dos pulsos gerados, mas
ao ambiente e por onde serão lançados não precisa ser dotado de radiador de
LISTA DE MATERIAL calor.
os íons do aparelho.
Para D2 qualquer diodo retificador
MONTAGEM de alta tensão, como os usados em 1V
Semicondutores:
pode ser usado.
SCR - TIC106D - diodo controlado
Os resistores R2 e R3 são de 1/4 W
de silício Começamos por dar o diagrama
completo do ionizador na figura 4. e C2 pode ser de poliéster para 100 V
D1 - 1N4004 (110 V) ou 1N4oo7 ou mais.
(220 V) - diodo de silício Os componentes podem ser facil-
mente instalados numa placa de cir- X1 é um alfinete simplesmente que
D2 TV-18 ou equivalente - diodo
retificador de alta tensão cuito impresso, exceto o flyback, capa- pode ser soldado no fio de alta tensão
citor Cx e a ponta de ionização, con- do flyback.
Capacitores:
C1 - 1 a 5 tAF x 400 V - eletrolítico ou forme mostra a figura 5. Todo o conjunto pode ser inserido
poliéster O resistor R1 deve ser de fio com numa caixa plástica tendo apenas X1
C2 100 nF x 100 V - poliéster 1 O W de dissipação, ~ montado afas- para fora. A lâmpada neon também
Resistores (1/4 W salvo indicação em
contrário)
R1- 10 kQ xl W (110 V) ou 22 kQ
x 10 W (220 V) - fio
R2 - 100 kQ (marrom, preto,
amarelo)
R3 - 10 MO (marrom, preto, azul)
P1- 1 MO - trim-pot
Diversos:
NE-1 - lâmpada neon NE-2H ou
equivalente T1 - f1yback - ver texto
Cx - capacitor de vidro - ver texto COMUM
Xl - eletrodo - ver texto IL2·CxJ

placa de circuito impresso, cabo de


Tl( Ll1
alimentação, caixa para montagem,
fios, solda, etc.
Fig. 5 -Placa de circuito únpresso.

SABER ELETRÔNICA N' 234/92


pode ficar visível já que ela acende apareça uma leve fluorescência azu-
quando o aparelho está em fun- lada.
cionamento. Aproximando uma lâmpada neon
A polaridade de 02 na montagem é da ponta ela deve acender, indicando
muito importante pois ela determina se a produção de alta tensão.
oS,íons serão positivos ou negativos. Uma lâmpada fluorscente também
deve acender se tocada neste com-
PROVA E USO ponente.
·Uma vez comprovado o fun-

Ligue o aparelho e tome cuidado


para não tocar em X1 ou nos fios do
setor de alta tensão.
10. 20 VOL. TAS
DE FIO
'fL.IGAR
---=-0
EM
V
QUAOUER FIO
cionamento é só fechar o aparelho e
instalá-Io no local desejado.
Cuidado para não deixar a ponta X1
ao alcance das pessoas que podem
Ajuste então P2 até que o chiado na Fig. 6-O Flyback. tomar fprtes choques se a tocarem
ponta de X1 se torne mais intenso ou acidentalmente. _

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(Artigo publicado na Revista Saber Eletrônica Nº 231/92)


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70 SABER ELETRÔNICA NO234/92


SAIII~ll
SI~ll'TI(~I~
Existem coisas que nunca esquecemos. Quando NESTIDADE, que traz lucro hoje,
abri minha primeira assistência técnica, tinha ape- mas torna o futuro completamente
nas 22 anos e não mais do que dois anos de ex- incerto.
periência na área de manutenção de áudio-vídeo. E é por tudo isto, que continu-
&tava contente da vida, pois com muito esforço e aremos a lutar pela melhoria da
dedicação conseguimos montar o que seria uma qualidade técnica, fator que é indis-
assistência padrão, bem aparelhada (inclusive com cutivelmente o sustentáculo da
osciloscópio), e com métodos bem definidos para HONESTIDADE.
tratamento especial para todos os clientes. Mal Mas trocando de assunto, este
inauguramos, apareceu umde noSsos colegas técni- mês estamos apresentando a primeira
cos e nos orientou: parte da matéria GERADORES DE
- Olha ... para que a firma de vocês dê certo, PADRÕES, onde falamos sobre suas
será necessário que vocês "enrolem o cliente" e se características e principalmente sua
for até necessário "tirem alguma peça boa, caso o aplicação nos mais diversos estágios
aparelho não seja autorizado". do televisor.
- De jeito nenhum ... lhe respondí de pronto. Após, apresentamos mais sete
Se tivermos que trabalhar desonestamente, fechare- defeitos analisados de maneira lógica
mos a oficina! e clara, abordando saída de som
- Então vocês não vão ficar abertos nem três simétrica, pesquisa em FI de FM,
meses! Me retrucou com ares de certeza. circuito receptor de controle remoto,
A palavra "enrolar o cliente" nos surpreendeu CAG do seleto r de canais, controla-
assim como "honestidade" neste ramo surpreendeu dor do motor de capstan, falta de
a ele. reprodução de uma fita em vídeo-
Depois de muita luta e confiança em um cassete e TV sem som e imagem.
trabalho honesto e dedicado, nos tornamos a maior Além disso temos as respostas
assistência técnica da cidade, respeitados por todos, do mês anterior da seção "QUAL É
inclusive os colegas de trabalho, que também le- O CULPADO" e mais três defeitos
vavam a nós seus problemas mais sérios. interessantes propostos.
Após muitos anos nesta área, ainda se percebe Por fim, continuamos a publi-
que o "enrolar o cliente" é prática comum de muitos cação da AVALIAÇÃO GERAL DE
técnicos, o que acaba denegrindo a classe como um ÁUDIO-VÍDEO, abordando ainda a
todo. avaliação da área de ELETRÔNICA
É necessário que todos se conscientizem de e iniciando a área de TVC Nível I.
que a HONESTIDADE é um caminho difícil e nem
sempre reconhecido, mas que traz bons e dura-
douros frutos a longo prazo, ao contrário da DESO-
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EQ "equivalência de diodos, transistores e C.1. 157-cT Guia de consertos de rádios portáteis Funcionamento - 48.600,00
GC " guia de consertos (árvore de defeitos) e gravadores transistorizados - 15.000,00 262-E8 - CCE -Esquemas Elétricos VoI.5-29.600,00
PE " projetos eletr6nicos e montagens 161-E8 National NC - esq. elétricos - 38.200,00 263-E8 Bosch - Toca-Filas Auto-Rádios -
GT" guia técnico especifico do fabricante e do 172-CT Mu~itester - téc. de medições - 25.500,00 Esquemas Elétricos - Vol.2 - 33.300,00
modeio teórico e especifico 188-E8 8harp - esquemas elétricos voI.2-34.400,00 264-PE Projetos de Amplificadores de
AP "apostila técnica específica do fabricante 192-M8 8anyoCTP6723-man. de serviço-15.000,00 Áudio transistorizados - 25.500,00
e do modelo 193-GC 8anyo NC (linha geral de 1V) - 15.000,00 265-M8 Evadin - Videosom • Manual de 8erviço-
EC "equivalências e características de diodos, 199-CT Ajustes e ceJibragens - rádios AM/FM, GHV 1240 M Videocassete - 25.500,00
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29-ES Colorado P&B-esquemas elétricos-15.ooo;00 213-ES CCE -esquemas elétricos vol.10 -15.000,00 Áudio Vol.4 (nacionais) - 39.700,00
30-ES Telefunken P&B-esquem.elétricos-15.ooo,00 214-ES Motorádio - esq. elétricos vol.3 -17.200,00 269-E8 LaserNitale/8TK/MaxsomtVValfair/
41-MS Telefunken Pal Color 661/561 - 17.500,00 215-GT Philips - KL8· guia de consertos-15.ooo,00 Greynalds/Campeão - 38.250,00
49-MS National TVC TC204 - 15.000,00 216-ES Philco - NC - esq. elétricos - 30.000,00 271-E8 Tojo - Diagramas Esquemáticos- 35.600,00
63-EQ Equivalências de transistores, diodos e CI 217-Gradiente Volume 4 - 16.000,00 272-E8 Polivox -Esquemas
Philco - 9.300,00 219-CT Curso básico - National - 25.500,00 ElétricosVol.2- 70.800,00
66-ES Motorádio, esquemas elétricos - 15.000,00 220'PE Laboratório experimental para 273-E8 8emp Toshiba- NC-Diagr. Esq- 23.550,00.
70-ES Nissei - esquemas elétricos - 15.000,00 microprocessadores-Protoboard -15.000,00 274·VE CCE - Vistas Explodidas -Decks- 21.250,00
73-ES Evadin - esquemas elétricos - 15.000,00 222-M88anyo-videocasseteVHR1300MB-35.800,00 275-ES Bosch - Toca-Filas Digitais· Auto-Rádios
77-ES Sanyo - esquemas de TVC - 35.400,00 224-MC Manual de equiv. e caracl. de Gemini Booster Vol. 4 - 29.500,00
83-ES CCE - esquemas elétricos vol.2 -15.000,00 transistores - série alfabética - 35.800,00 276-E8 CCE· Esquem. Elétricos Vol.16 -33.300,00
84·ES CCE· esquemas elétricos vol.3 - 15.000,00 225-MC Manual de equiv. e caracl. de 277 -M8 Panasonic (national) videocassete
85-ES Philco - rádios & auto-rádios - 15.000,00 transistores - série numérica - 35.800,00 Famflia PV4900 - 76.600,00
91-ES CCE - esquemas elétricos vol.4 - 15.000,00 226-MC Manual de equiv. e caract. de trensistores 278-M8 Panasonic (National) Câmera
96-MS Sanyo CTP6305- manual de serv.-15.ooo,00 2N - 3N - 4000 • 40.500,00 NV-M7PX/AC Adaptor - 103.800,00
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104-E8 Grundig· esquemas elétricos - 15.000,00 233-ES Motorádio vol.4 -11.000,00 263-M8 Forno de Microondas NE-7770B/
107-M8 National TC207!208/261 - 15.000,00 234-ES Mitsubishi - NC, ap. de som - 29.500,00 NE-5206B/N E-7775B/N E-7660B·29.500, 00
111-E8 Philips - TVC e TV P&B - 34.400,00 235-ES Philco - NP&B - 33.250,00 284-E8 Faixa do Cidadão -PX 11 metros-39.8oo,00
112-E8 CCE - esquemas elétricos vol.5 - 15.000,00 236-ES CCE - esquemas elétricos voI.11-15.750,00 285-Giannini - Esq. Elétricos - Vol.1 - 60.900,00
113-E8 8harp-Colorado-Mitsubishi-Philco-Philips- 238-ES National - ap. de som - 26.600,00 286-Giannini - Esq. Elétricos - Vol.2 ·84.300,00
Teleoto-Telefunken- TVC - 32.100,00 239-EQ Equiv. de circo integro e diodos - 15.000,00 287-Giannini - Esq. Elétricos - Vol.3 - 83.000,00
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116-M8 Sanyo - aparelhos de som vol.2- 15.000,00 241-ES Cygnos - esquemas elétricos - 29.500,00 289-Amelco - Esq. Elétricos - Vo/.2 - 45.750,00
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121-CT Téc. avançadas de ctos. de 1VC-35.600,00 244-E8 CCE - esquemas elétricos voI.13-17.75O,00 Esq. Elétricos - 47.250,00
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129-ES Toca-filas - esq. elétricos vol.7 -18.700,00 247-E8 CCE - Esquemário Informática- 75.400,00 294-Facsímile - Teoria e Reparação· 99.500,00
130-E8 Quasar - esquem. elétricos vol. 1- 18.700,00 248-M8 CCE -Man. Téc. MC5000 - 295-Panasonic (National) - Vídeo Cassete
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132-E8 CCE - esquemas elétricos vol.6 -15.000,00 251-M8 Evadin - Manual Técnico 1VC- 296·Panasonic (National) Vídeocassete-
133-ES CCE - esquemas elétricos vol.7 - 15.000,00 Mod.2001 Z(1620/21-2020/21) - 23.500,00 NVG46BR 110.750,00
135-E8 Sharp - áudio -esquem. elétricos- 25.800,00 252-M8 Evadin - V8 403 (40' - Telãó) - 297-Panasonic (National) - Vídeocassete
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sistemas numéricos - 18.700,00 256-E8 8anyo - Aparelho de som· 39.750,00 Áudio - 38.300,00
146-cT TecnoIogia digital 257-E8 8anyo - Diagramas Esquemáticos - 302-Tojo-Manual de 8erviço TA-707 - 26.850,00
circuitos digitais básicos - 47.100,00 Áudio Vol.2 (importados) - 43.400,00 303-Tojo-Manual de 8erviço TA-808 - 26.850,00

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o gerador de padrões (barras)
Mário P. Pinheiro

o gerador de padrões' ou barras, é con-


siderado pela maioria dos técnicos de
manutenção de televisão como um equipamento
de fundamental importância. Apesar disto, seus verde, magenta, vermelho, azul e
possa ser injetado diretamente na
, múltiplos recursos são. pouco utilizados. Abor- entrada de antena do televisor. preto.
daremos aqui, a utilização do gerador de barras Com este padrão poderemos ob-
Nos geradores de barras mais
desde sua simples conexão à antena do televisor, sofisticados ainda encontraremos a servár quase todo o comportamento
até o modo em.que o mesmo poderá ser utilizado do televisor, como brilho, contraste,
saída com a portadora de FI
como injetor de sinais em diversas partes do balanceamento do preto e branco, e
(Freqüência Intermediária, em tomo
aparelho em manutenção. matiz das cores. Falaremos deste
de 44 MHz), função importantís-
sima, que será abordada mais padrão mais adiante, quando abor-
adiante. daremos formas de injetar sinais em
diversos pontos
~ do televisor.

Podemos considerar o gerador de padrões, OS PADRÕES GERADOS


como um aparelho fundamentalmente digital, pois QUADRÍCULAS
as tensões processadas internamente neste apare-
E SUAS APLICAÇÕES
lho, possuem apenas dois níveis lógicos, e é for- As quadrículas ou CROSS-
mado basicamente por circuitos contadores e Na figura 2 podemos observar os HATCH, servem principalmente
decodificadores. Todo o funcionamento do. cir- padrões que serão gerados, e as
para a feitura da convergência
cuito está baseado em um oscilador master cuja a respectivas formas de onda que (estática ou dinâmica), que visa coin-
freqüência está em tomo de 14,318 MHz. A partir poderã9 ser observadas no televisor cidir os três feixes, R (vermelho), G
desta, podemos dividir por 4 onde obteremos a após o detetor de vídeo (oscilosc6pio (verde) e B (azul), no mesmo ponto
subportadora de croma (3,58 MHz). Além disto deverá ser colocado em 20 micro- obtendo-se com isto' o branco.
poderemos dividir os 14,318 MHz por 455, onde segundos com uma amplitude de Notem que as quadrículas criam
obteremos a freqüência de 31,468 kHz, que se for entrada de 1 Vpp). traços horizontais e verticais bem
dividida por dois resultará em 15.734 Hz O primeiro padrão mostrado (a finos, colocados sobre um fundo
(freqüência horizontal) e dividida por 525 resultará chave UVB deverá estar pres- preto, facilitando assim a visua-
em 59.94 (freqüência vertical). Mostramos na sionada), é o que deverá ser utilizado Iização de qualquer cor que não es-
figura 1, a esquematização básica do gerador. para a pesquisa de quase todos os teja coincidindo com as demais.
Portanto, a partir do oscilador principal, serão . defeitos do televisor, sendo formado Além disto, este padrão poderá ser
geradas uma série de freqüências e pulsos, que pela escala de cinzas ou barramento utilizado para a verificação da
formarão posteriormente o sinal de vídeo compos- (oito barras no total), levando con- Iinearidade horizontal e vertical, o
to, onde se encontram os sinais de luminância e sigo os sinais diferença de cor que sigrufica simplesmente que cada
crominância (3,58 MHz). Mas, o trabalho do modulados em 3,58 MHz. Estas bar- quadrado deverá manter o mesmo
gerador não pára por aí. Ele pode ainda fornecer o ras deverão ter a seguinte comprimento em qualquer parte da
sinal de vídeo-composto, modulando uma por- distribuição (da esquerda para a tela. Este padrão ainda permite a
tadora do canal 2, 3, 4 ou mais canais, para qu.e direita): branco, amarelo, cyan, visualização rápida de um efeito
chamado de PIN-CUSHION, que
nada mais é do que a deformação
H SAibA DE
SINCRONISMO
1 natural que o feixe de elétrons sofre

I
antes de chegar à tela, que se carac-
teriza como uma varredura em al-
CO DI FICAOOR
PARA A
\~ Lv SAíDA DE RF mofada (veja figura 3). Praticamente
FORMAÇÃO I __ MODULAOOR CANAL 2,3,4 ou FI todos' os televisores são dotados de
DO SINAL DE DE RF
LUM INÃNCIA um pequeno circuito (formado
E CROMIN~NCIA
basicamente por um transformador),
SAíDA que elimina o efeito da AL-
DE VíDEO MOFADA.

OSCI LADOR CHAVES MODULADOR


CENTRALIZAÇÃO OU
PRI NCI PAL FORMADORAS DOS
OSCILADOR
DE 1kHz
FM CÍRCULO
14.318MHz PADRÕES 4,5MHz

Este padrão deverá ser utiUzado


quando se desejar centralizar a im-

SABER ELElRÔNICA N9 234192 73


CORES OU SINAIS DE VÍDEO COMPOSTO b) VERMELHO
2

IIIIII~II
i\. JI

QUADRÍCULAS c) VERDE
....•'-.~.~.~.~.~.-.-.-.-
..
•••••••••••••••
•••••••••••••••
•••••••••••••••
•••••••••••••••
...............
•••••••••••••••
~hIIIIIII IIII
I
II
•••••••••••••••
•••••••••••••••
•••••••••••••••
••••••••••••••• ,
"-
,
..J
.•••••••••••••••• y

CENTRALIZAÇÃO OU CÍRCULO d)AZUL

IIIIIII~!
I
II

" IL
-.-------------_: ''

UVB • DESLIGA (chave desligada)

O I
II 111111111111111111I11

JUIL-.....--JUII
I =<:i::~:::,:::~::ir~
••••• 10

I ~1·~·I:·<··I::õii:I:Gl:I"'I~I~1 j~11I1111111
'"l1l11nnrl
~~II
SINAL v (AZUL)-.J L SIN~ v (VERMEUlO)

PONTOS CROMA • DESLIGA

VARREDURA a)BRANCO LUMINÂNCIA DESLIGA

~I

74 SABER ELETRÔNICA Ni 234/92


agem tanto em sentido horizontal como vertical (o Máxima tensão de saída: em
círculo permite a observação também da ••••••••••••••• tomo de 10 mV (alguns possuem
lineatidade ).

PONTOS /
' ••••••••••••
a,·.············.·.·
•..............•
•••••••••••••••
•••••••••••••••
••••••••••••••••
ajuste de nível desta saída) .
Impedância de saída: 75 C
Sistema de modulação: AM

-
•••••••••••••••• negativo
...............
••••••••••••••••
.............• , Impedância normal para a
Este padrão poderá ser utilizado quando se .
desejar fazer o ajuste de focalização do cinescópio,
'
.....• ....•. ' entrada do televisor: 300 C
Algúns geradores ainda possuem
pois são pontos de pequenas dimensões colocados uma portadora de som com
sobre um fundo preto, obtendo-se assim um grande 3 freqüência de 4,5 MHz acima da
contraste. Os pontos poderão também ser freqüência do canal escolhido.
utilizados para o ajuste da convergência estática Como exemplo, podemos citar o
(convergência feita apenas para o centro do apesar de estarmos atuando para canal 2 (55,25 MHz de portadora de
cinescópio), optando-se sempre pelas quadrículas modificação da sua freqüência. vídeo), que terá uma portadora de
para os ajustes nos cantos do cinescópio som com 4,5 MHz acima da
(convergência dinâmica). freqüência de portadora de vídeo
LUMINÂNCIA DESLIGA resultando em 59,75 MHz. Osinalde
VARREDURA áudio modulante poderá possuir a
freqüência de 400 Hz ou 1 kHz.
Tecla que retira o sinal de 2) Saída de FI: apesar de poder
Na maioria dos geradores de padrõeS os sinais luminância que está sendo enviado ser considerada uma saída de RF,
varredura são formados por uma tela toda branca, pelo gerador, deixando apenas o difere das anteriores por ser uma por-
vermelha, verde ou azul. Dentre estes padrões sinal de croma. Apesar disto, os pul- tadora específica de canal, servindo
poderemos escolher a varredura VERMELHA .sos horizontais e verticais para a para ser injetada internamente no
para o ajuste de pureza, utilizando o azul e o verde sincrolÚzação do tdevisor ainda são
televisor (estágio de FI).
apenas para verificação final. Além disto, o padrão enviados, sendo que o sinal de Freqüência da portadora de FI de
brànco poderá ser utilizado, para o que chamamos luminância, vai para o nível de preto.
vídeo: 45,75 MHz
de equilíbrio de branco, onde atuamos nas Esta chave é ótima para se conferir a
Freqüência da portadora de FI de
polarizações do cinescópio, visando obtera mesma precisão do grampeamento do nível
som: 41,25 MHz
excitação nos três canhões (controle de cor no de preto realizado pelo televisor.
Apesar de muito útil, na maioria
mínimo). Este padrão ainda poderá ser utilizado
dos geradores de padrões, esta saída
para a verificação de funcionamento do modulador
não está presente. Adiante,
de FM do vídeo-cassete durante a gravação. A AS SAÍDAS DO falaremos sobre a adaptação que
observação de deficiências no circuito da chave GERADOR DE BARRAS poderá ser feita no gerador de barras
PAL ou multivibrador biestável, será melhor
executada com a utilização da varredura VER- para que o mesmo possa transmitir o
MELHA. sinal com portadora de FI.
Os geradores possuem uma série b) Saída de vídeo: Esta saída será
de saídas, que terão inúmeras apli- muito útil para testes no
UVBDESLIGA cações diferentes como mostrado a amplificador deluminância do
seguir:
televisor, e em caso de orçamento,
1) Saída de RF: podemos dizer
Esta chave retira do sinal de vídeo composto, pode-se com a mesma, verificar todo
que é a saída mais utilizada, pois a
as informações que são colocadas no canto de o funcionamento dos estágios de
mesma leva a freqüênciá de por-
baixo da imagem, ou seja, o sinal V (R- Y com luminância, sincronismos e
tadora de algum canal, podendo o
portadora de 3,58 MHz) e o sinal U (B- Y com crominância, mesmos que os
gerador ser conectado diretamente a
portadora de 3,58 MHz), além de uma barra branca antena do televisor sem necessidade estágios do seletor e FI estejam ino-
e outra preta. Como comentado acima, o padrão de da abertura do mesmo. Todos os perantes. Esta saída também será útil
cores deverá trabalhar em conjunto com esta chave padrões mencionados acima, estarão para pesquisas em vídeos-cassetes, e
pressionada, caso contrário, o sinal captado pelo presentes com a portadora respec- principalmente sua utilização será
osciloscópio é de acordo com o mostrado na figo 2 tiva, que poderá ser escolhida por fundamental na gravação de fitas
(chave desligada). intermédio de uma ou mais chaves. PADRÃO PAL-M em vídeos
Freqüência da portadora de RF nacionalizados (transcodificados) e
para o canal 2 - 55,25 MHz fitas PADRÃo NTSC, em vídeo-
CROMA DESLIGA cassetes que não foram trans-
Freqüência da portadora de RF
para o canal 3 - 61,25MHz codificados (neste caso o gerador
Será utilizado quando se necessitar fazer a deverá possuir a codificação original
verificação do sinal de luminância sem a portadora NTSC).
de 3,58 MHz (croma). Esta chave deverá sempre Obs: alguns geradores de Qarras Tensão de saída: 1,5 Vpp (exis-
ser pressionada quando se desejar ajustar o OS- trazem a opção de mais portadoras, tindo um ajuste de nível em alguns
CILADOR DE 3,58 MHz do televisor, pois caso o como do canal 4, 5 e 6, o que no caso geradores) .
sinal de burst seja enviado pelo gerador de padrões, diferirá apenas na portadora central, Impedância de saída: 75 C
haverá·a atuação do CAF (detetor de fase) sobre o e não no sinal de vídeo transmitido. SincronismQ: negativo (padrão
osciladorlocal de 3,58 MHz, fazendo-o ficar fixo, mundial).
SABER ELETRÔNICA Ni 234192 75
VARREDURA HORI- 4
EM UMA VARREDY.
RA VERTICAL (MO-
VIMENTO DE CIMA
~:::.-_-_-_-_-_
~ -
ZONTAL SENDO DES
LOCADA PARA BAL
XQDEVIDO À ATUé
-------------
------
-. -.
--- .---.-------.-.
-.---.---.---.---
--- ..
A BAIXO E DE BAI- -- ---- CAO DA VARREDU-'
XO A CIMA) OCOFt _' ------- RA VERTICAL
REM 262,5 VARRE -

DURAS HORIZON-
tAIS (DESLOCAME~
~:

'----
- _

--------ç..
.

•••.::\ VAR~EDURA HORIZO~


TAL SENDO RAPIDA- -. o
-(--r-~'
=------~--L_-}==!=
-(- • __ • ._

.-.-.-.
:-...::.:..:..~=::.=.:-=:-1
TOS DA ESQUERDA ......::::.::------ "'"
À DIREITA E DIREI- -- --
'-MENTE DESLOCADA ::----------------
TA À ESQUERDAL PARA CIMA DEVIDO
À ATUACAO DA VAI!.
REDURA VERTICAL

c) Saídas de sincronismo: si~ais que terão a influência do vertical, que o vai des- REDURA PROGRESSIVA,
freqüência específica do horizontal ou· vertical locando para baixo lentamente. Em diminui-se o tempo de varredura
(conforme a seleção feita no painel do gerador). televisão dá-se o nome QUADRO à vertical em 32 micro-segundos
Deverá ser utilizado para verificações de imagem completa, formada pelo (60,11 Hz), evitando assim que o
sincronização vertical ou horizontai do televisor e entrelaçamento de dois campos, mas vertical retome na metade da linha
principalmente conseguir a sincronização (trigger) para que isto ocorra, será necessário
horizontal, conseguindo-se assim,
do osciloscópio tanto no tempo horizontal como no que no primeiro campo, o feixe de
tempo vertical. elétrons inicie no canto superior sobrepor todos os campos. Na figura
Freqüência horizontal de saída: em torno de esquerdo da tela, terminando no lado 4 mostramos como se processa a var-
15.750 Hz de baixo, mas no MEIO DA VAR- redura convencional para os
Freqüência vertical de saída: em tomo de 60 Hz REDURA HORIZONTAL. Assim,' televisores de padrão M.
Impedância de saída: 75 g o feixe retomará em um período de Encerramos aqui a primeira parte
Tensão de saída máxima: em tomo de 1 Vpp tempo específico, começando novo deste artigo. Voltaremos no próximo
c1) Varredura entrelaçada e progressiva: al- campo do lado de cima NO MEIO número, comentando as aplicações
guns geradores ainda trazem a opção por uma DA VARREDURA HORIZON-
do gerador de padrões como injetor
alteração no tempo de varredura vertical chamado TAL, tornando assim possível o de sinais em televisores e video-cas-
de NORMAL E AVANÇADO. Na varredura nor- entrelaçamento das duas varreduras
mal ou entrelaçada, existe um trabalho simultaneo verticais. O término deste segundo setes, além da modificação que al-
entre o circuito vertical e o horizontal de maneira campo se dará no canto esquerdo guns geradores sofrerão para
que o feixe de elétrons se desloque em sentido embaixo, completando toda a possuirem a PORTADORA DE FI.
horizontal, mas ao mesmo tempo, sofra a informação da cena. Para a VAR- Até lá. lJ

14:00
8:15
14:00
8:15ÀS
19:00
19:00 80HS
70HS
100
ÀSÀS
31/10192
ÀS
15/12192
GOHS
21/11191
SÁBADOS
08/10192
25/08192
04/08192
21/11192
05/12192
19/12192 HS 19:00C. P.
13:00
19:00
22:00
SÁBADOS
SÁBADOS
MÁRIOP.
DOUGLASA.
ANTONIO TER/QUI
EDUARDOP.
DOUGLASA.
MÁRIOP.
01/08192
11/07192
SÁBADOS
01108192
TER/QUI
22/08192
08/08192 22:00
..• " DE SOUZA
ÁMARAL
PINHEIRO
DE SOUZA
PINHEIRO
DA COSTA
ETRONICA
ANDAMENTO
CA
REALIZAA
DERAVELMENTE
RETIRADA
DO. VERIFIQUE
19:00 TESTES DO
DISPOSiÇÃO
:::::i:i::JrERMIN6iii!ii:!:!:!
:::::~I_HI§I::::::
!::j:::::::::::::~II.ijjjjii::::::::::
jiii!::i::::ti,illl"e::::::::::::
::::!~I:jll_I~::
j::::j:::::jijij~ji"I:!:§~ljijij:j1::::::::::::
MESMO.
A RUA
DE COMPONENTES
HORAS,
MELHORAR CONSI.
RIGOROSOS
TAMBÉM
NA DOS
QUALIDADE DR. PORTANTO,
INTERESSADOS
SE DEDOFINAL
NA
Luíz AVALIAÇÃO,
PRÁTICA
CIRCUITO
CARLOS, DO ANTES
DE
O DE
PARA
979CURSO
CASO ESCOLHER
SEGUNDA
Cl.)RSO, POIS
(100TESTES,
CONTRÁRIO,
SEGUE
M. DO AQUE
A METRÔ
SEXTA
EVITA ESCOLA
DAS
UTILIZANDO
BASEADO
você ADE
9:00
PESSOAL
EM
CORRE
PENHA) SUA
ÀS 21
NÃO
ESCALA
UM
OU PREFERêNCIA,
:00 HORAS
RACiOcíNIO
AIONDA
RISCO
OHMICA. E VERIFIQUE
A AOS
CAPACITADO SÁBADOS
DE TELEFONE
PELO DE
PERDER
CTA
MANUTENÇÃO,
ELETRÓNICA
O (011) SE
DAS
POSSACOMPROMETER
DINHEIRO ASE
MESMA
8:00
EVITANDO ÀS A
INVESTI.
941-3006.COLO- O

111::::::::::::::::::

76 SABER ELETRÔNICA NO294}g2


~

PRATICAS DE
"SERVI CE "
SHARP amplificadores, devemos apenas 10), que se encontrava com -15 volts.
ligar a caixa quando tivermos a cer- Esta tensão negativa já poderia
teza de que a tensão de saída está determinar problemas internos no
RECEIVER SA-20B com zero volt. . circuito integrado, mas antes
A proteção das caixas para este deveríamos ainda verificar as malhas
Defeito: um canal não funciona e o que funciona
sai com som baixo. aparelho, está resumida em dois externas responsáveis pela
fusíveis, que abrirão caso a corrente polarização do CI, principalmente
Autores: Israel P. de Souza e seja excessiva. com respeito a malha de realimen-
Mário P. Pinheiro Em aparelhos mais sofisticados, tação negativa. Esta malha (no
Devemos observar em primeiro lugar (fig. 1 ) a proteção será feita por contatos de amplificador em questão), é feita da
que este receiver possui fonte simétrica, ou seja, é . relés, que se abrem, quando for saída (pino 10) para o pino 2, e serve
alimentado por uma fonte de +25 volts e -25 volts, detectada qualquer alteração na para corrigir a própria tensão de
tensão média de saída. saída ·que deverá estar em torno de
o que leva a saída de som (circuito integrado) a ter
uma tensão em repouso de zero volt. Como um Com respeito' ao defeito, zero volt. A tensão normal do pino 2
lado da caixa acústica está ligada à massa (zero podemos dizer que visualmente já se seria de 0,07 volt, como está apresen-
observava o fusível F 802 aberto. tada no esquema, mas encontramos
volt), o outro lado será conect~do a saída do
amplificador, que em termos gerais também possui Inicialmente deixando-o assim, na mesma -10 volts, o que deveria
esta tensão. Portanto, qualquer problema no cir- fomos verificar a tensão de obrigar a saída (pino 10) a subir de
cuito integrado ou componentes de polarização, alimentação do circuito integrado tensão, o que não ocorria. Resol-
poderão provocar uma alteração neste zero de que é feita no pino 11 (+25 volts) e vemos assim, substituir o circuito in-
referência, o que levará a circular uma corrente no pino 14 (-25 volts), que estavam tegrado CI 801, e medir logo em
contínua pelas caixas acústicas, podendo até normais. Passamos então para con- seguida a tensão de saída do pino 10,
danificá-Ias. Assim, para a análise destes tipos de ferir a tensão do pino da saída (pino onde encontramos zero volt.
Substituído também o fusível,
este canal de som passou a funcionar

SW 801 SELETOR
1 normalmente, mas o outro ainda se
apresentava baixo e com alguma
distorção.
DE FALANTES
Notem que neste caso o integrado
de saída possui dois canais, sendo
que se houver problemas em apenas
um deles, o bloco todo deve ser
substituído.
Desligando-se a caixa acústica
do outro canal, resolvemos conferir
as polarizações em torno do circuito
integrado, onde notamos que no pino
·13 (saíd~ se som), estávamos com a
tensão normal... zero volt. Conferin-
do todas as outras tensões, en-
contramo-Ias normais. Com o
oscilosc6pio resolvemos conferir a
amplitude de sinal que entravam nos
"---1 dois amplificadores (pinos 18 e 1),
I
I
onde observamos que os sinais ti-
I nham a mesma amplitude. Com-
I
I
I parando a saída de som, notamos que
I
I o nível de amplificação ·do pino. 13
I
I era muito menor que o do pino 10.
I
I Resolvemos verificar a malha de
I
, v I realimentação negativa, que no caso.
I1. _I
do sinal, tende a estabilizá-Io evitan-
do amplificações excessivas e conse-
quente mente distorçóes.

SABER ELETRÔNICA N0 234/92 77


Práticas de
"Service "

Do pino 13, fomos com o osciloscópio até o áudio (1 kHz), injetamos este sinal existe a tensão de alimentação
pino 17, onde observamos a mesma amplitude que (com gravador na posição FM), em presente nos pinos 6 e 7 do circuito
aparecia na saída (pino 13). Isto não poderia ocor- R 19 (logo após.o demodulador de integrado, onde encontramos para a
rer, pois uma boa parte do sinal deveria ser in- FM), onde pudemos ouvir este sinal "nossa surpresa apenas 0,3 volt (a
tegrada pelo capacitor C 805, via resistor R 805. sem problemas no alto-falante. alimentação gira em tomo de
Colocando o osciloscópio sobre o capacitor C 805, Munidos de um gerador de RF 4,5 volts). Como a alimentação vem
continuamos tendo a mesma fonna de on~a do pino com portadora de 10,7 MHz (sinal através do resistor R8 de 33 ohrns,
13 do CI, o que nos levou a conclusão de que o modulante de 1 kHz), injetamos no resolvemos verificar a tensão do lado
CAPACITaR C 805, ESTAVA ABERTO. pino 7 do circuito integrado este esquerdo do mesmo, onde en-
Substituído o capacitor o aparelho passou a fun- sinal, onde nada pôde ser ouvido. Os contramos 4 volts.
cionar nonnalmente. transformadores T4 e T5 são Notamos também que este resis-
responsáveis pela demodulação do tor apresentava um leve aquecimen-
sinal de FM, sendo que T4, receberá to, de onde pôde se constatar que
NATIONAL a portadora de FI de som em estava havendo consumo excessivo
10,7 MHz (modulada em FM). Para em alguma malha, ligada a estes
RÁDIO-GRAVADOR que o circuito funcione será pinos ou curto interno no próprio
RX-1454 W necessário que um lado de T4 ou T5 circuito integrado.
(que no caso é o pino 1 de T5), esteja" Antes da substituição do Q-1,
Defeito: não funciona FM, sendo que AM conectado a alimentação, para que resolvemos desligar C 24, um
funciona com deficiência, mas tape uma pequena corrente possa circular capacitor cerâmico de 0,022 uF, ou
nonnal do pino 1 até o pino 3 de T5 e do pino 22 nF, que em tennos gerais pode
4 até o pino 1 de T4, onde finalmente apresentar fugas após alguns anos de
Autores: Israel P. de Souza e encontrará o coletor de um transistor, utilização. Desligando-o do circuito,
Mário P. Pinheiro que por sua vez fechará o circuito à· nada se modificou. Resolvemos
Em primeiro lugar, fizemos o teste com o tape- massa. Como podemos observar então levantar C 34, do mesmo valor
deck.e observamos que as etapas de pré- pelo ésquemanão existe transistor, e tipo, sendo que ao desliga-Io, ime-
amplificação e potência estavam boas. mas sim um integrado (CI 1), onde diatamente o aparelho passou a fun-
Passamos então para a etapa de RF, ou seja para internamente haverá um transistor na cionar. Substituído o capacitor, o
o canal de FI de FM (veja figura 2). Mas antes configuração que acabamos de co· aparelho passou a funcionar nonnal-
devemos nos certificar que o áudio estava saindo mente.
mentar. Assim, para a continuidade
desta etapa. Para isto, munidos de um gerador de da análise, deveríamos conferir se
SHARP
TELEVISOR
2 COLORIDO C-2008
Defeito: não muda de canais pelo.
SINTONIZADDR FM
transmissor de controle,
apenas pelo painél, e não
aparece a indicação digi-
tal na tela.
+4,5V
Autores: Eduardo Orechi Reche e
Mário P. Pinheiro.
Este televisor da Sharp, já saiu há
muitos anos de Iin,ha, e está baseado
no modelo C-2006, que foi um dos
melhores televisores que já surgiram
no Brasil. Sua complexidade, reside
no fato da indicação digital, que é
feita na própria tela, juntamente com
a imagem.
Para que possamos fazer uma
análise mais aprimorada, dividi-
remos o televisor em dois grandes
grupos além do chassi básico, que
são o receptor/decodificador de con-
AMPLIFICADOR FI/AM/FM trole remoto e o fonnador do sinal
digital dos canais sintonizados.
79 SABER ELETRÔNICA NQ234/92
Práticas de ---------------------
"Service "
3

03011 03012 03013


2SC372Y 2SC960AX2

TELEVISOR SHARP - C2006

CIRCUITO DE ACIONAMENTO LIGA I DESLIGA

PRE -AMPLIFICADOR RRMCU0026CEZZ

MUDANÇA Dt CANAL

37.1kHz

AMPL.
SINT.
03001
03002

AO SELETOR DE VAR ICAP

CIRCUITO DE COMUTAÇÃO DE CANAIS

AO CIRCUITO OE LUMINÃNCIA

FORMADOR DE CARACTERE DE EXCITAÇ~O DA CENA

PULSOS HORIZONTAIS E VERTlCA IS

Começamos a análise do defeito pela verificação Q 3004, 13001, Q 3011, Q 3012 e isto, quando a tensão do pino 10 cair
do porque que não existe a mudança de canais pelo Q 3013, que são os responsáveis pela abaixo da tensão de referência do
controle remoto. formação d(j pulso positivo de pino 11 (2,5 volts), a tensão do pino
Podemos ver pelo esquema da figura 3 que o mudança de canais. Analisemos um 13 do mesmo CI subirá, levando à
transmissor de controle, trabalha com 4 comandos pouco mais detalhada mente este saturação o transistor Q 3011, que
ou freqüências para conseguir: mudança de estágio. conduzindo, produzirá a carga de
canais, ligar e desligar o televisor, aumentar e Considerando que a freqüência C 3023, cortando momentâ nea mente
diminuir o volume. Isto é conseguido através da transmitida para a mudança de canal o transistor Q 3012, permitindo a
transmissão óptica desta freqüência de portadora, será de 37,1 kHz, o circuito fonnado saturação, também momentânea, de
que será captada por um foto-diodo, e amplificada pelo transfonnador T 3004 será o Q 3013, que produzirá o pulso de
por um transistor FET Q 3201. Posterionnente o responsável pela detecção desta mudança de canais.
CI 3201 continuará amplificando o sinal que estará freqüência. Com respeito ao defeito, aper-
em tomo de 34 até 42 kHz. Após, o sinal passará Quando a freqüência transmitida tamos a tecla de mudança de canais
por um amplificador sintonizado nesta faixa de for de 37,1 kHz, o transistor Q 3004 e observamos com o osciloscópio o
freqüências, que será distribui do para mais 4 cir- çomeçará a conduzir os pulsos que ocorria com o coleto r de Q 3013;
cuitos sintonizados, cada um em uma frequência positivos da RF recebida, fazendo nenhuma variação foi constatada, o
específica. com que, em seu coIetor a tensão caia mesmo ocorrendo na base do
Como o defeito se manifestava apenas pela não em pulsos negativos, o que carregará mesmo. Passamos então para a
mudança de canais, resolvemos começar pela o capacitor C 3014, abaixando a análise do sinal presente na base de
verificação do circuito fonnado por T 3004, tensão do pino 10 do CI 13001. Com Q 3012 (quando pressionávamos a
SABER ELETRÔNICA N9 234/92 79
Práticas de
"Service "

mudança de canais), onde notamos alteração do Como a imagem se apresentava televisores coloridos). Alguns
sinal. Medindo a tensão de base deste transistor, sem sinal (fundo cinza), com quase poucos geradores já trazem incor-
notamos que se encontrava com 0,7 volt e no seu nenhum ruído, resolvemos em porados a saída de FI, mas para os
coletor havia uma tensão de 40 volts; o estranho primeiro lugar verificar a tensão de . que não possuem tal saída, a mesma
foi notar que apesar de polarizado, o mesmo estava CAG (veja figura 4), que se en- poderá ser adaptada .
.aparentemente cortado, medindo a tensão no tran- contrava aparentemente normal no Injetando então o sinal com por-
sistor Q 3013, encontramos 50 volts em seu emissor de T 204 (2 volts). Há de se tadora de FI, pudemos ver que a irm-
coletor, 30 volts na base e 30 volts no emissor, notar aqui que encontramos uma gem se apresentou perfeita, estando
forçando-se a base de Q 3013 a massa ainda assim tensão de zero volt na base deste o problema relacionado com o
sua tensão de emissor ficou com 10 volts, o que mesmo transistor, o que pode ser seletor de canais.
dava todas as características de fuga entre coletor considerado normal para as Partindo para o seletor de canais,
e emissor de Q 3013. Substituído este transistor, o condições da tela. Sem sinal de vídeo medimos inicialmente sua
aparelho começou a funcionar normalmente. alimentação, que se encontrava nor-
composto após a detecção do sinal de
A dúvida maior que ficou, foi o porque não mal (15 volts). Passamos então a
FI, ficamos sem a polarização
apareciam os números na tela, já que um circuito conferir a tensão de CAG,
necessária para o transistor T 205,
praticamente não tem nada a ver com o outro. A começando pelo anodo do diodo
que permanecerá cortado.
resposta é que com a fuga de Q 3013, a tensão da D 201 (no esquema o mesmo é
Com isto, os pulsos do TSH,
malha RB3 ficava muito alta, forçando uma tensão apresentado como um diodo comum,
atuantes nos pontos PT205 ePT207,
positiva no chaveamento dos canais, não permitin- mas na realidade é um diodo zener),
não tem como carregar o capacitor
do uma tensão baixa (próxima a zero volt), para C 221, ficando esta tensão em tomo onde encontramos a tensão .de
que se pudesse dar início à geração do número que de zero volt. praticamente zero volt e no catodo,
deveria aparecer na tela. de 2-volts. Verificando o esquema do
A saída para a análise correta
aqui, seria injetar um sinal com por- seletor de canais deste aparelho,
podemos notar que o CAG do seletor
PHILCO tadora de FI (em tomo de 44 MHz),
entre o seletor e a própria FI. Caso a é polarizado por um divisor resistivo,
formado por um resistor de 27 kQ e
mesma estivesse em boas condições,
TELEVISOR P & B TV·388 o sinal poderia ser visto como um
um trimpot de 4,7 kQ ligado a massa.
Medindo-se então a tensão entre o
ruído na tela. Uma saída muitas
resistor e o trimpot, encontramos
Defeito: não aparece imagem, ficando um leve vezes melhor, é de se· utilizar o
ruído na tela 0,5 volt. Colocando o trimpot em
gerador de barras para injetar sinais
máxima resistência, deveríamos ter
neste ponto, pois na tela não uma tensão entre os dois resistores de
Autor: Mário P. Pinheiro aparecerão ruídos, mas sim uma ima-
3 volts aproximadamente. Como na
Apesar deste apa relho ser rela tivamente antigo, gem padrão completa, o que dá para malha existem dois capacitores
ainda existem muitos deles no mercado, podendo verificar não só a FI, como também
cerâmicos de alto valor (100 nF) e a
ser considerados aparelhos de grande dura- todos os estágios de sincronização
bilidade .. probabilidade dos mesmos apresen-
horizontal, vertical e croma (para os tarem fugas são grandes, resolvemos
em primeiro lugar desligar o
capacitor C 117, quando imediata-
AMPLIFICADOR· DE FI
4 mente o aparelho começou a fun-
cionar. Substituindo-se o capacitor,
o aparelho funcionou normalmente.

CCE
,
VIDEOCASSETE
DUAS CABEÇAS
VCR·I0X
Defeito: apesar de carregar os pos-
tes a fita não gira
Autor: Mário P. Pinheiro
Antes de começar a análise, fiz
uma pausada verificação visual na
mecânica. Em primeiro lugar, evitei

80
.
que a luz Ílúravermelha do transmis-

SABER ELETRONICA N0 234/92


,
Práticas de -------.....:---------------
"Service "

começando por conferir sua


alimentação que se encontrava nor-
5 mal (pino 41 com 5,3 volts). Fomos
VCR CCE VCR-lOX
+5,4 também verificar a polarização exis-
tente no pino de resetamento deste
integrado (pino 7), que também se
encontrava em nível alto (5,3 volts),
o que poderia ser considerado per-
feitamente normal. Passamos então
para a verificação do oscilador
master deste integrado, situado nos
cr-1oe pinos 1 e 42, que também se achava
AMARELO
-oEw funcionando perfeitamente bem.
GNõ
P,O{K)
Conferidos estes três ítens básicos,
P.õiAi passamos para um outro ítem que no
eM"""
caso, seria importantíssimo para o
CFG acionamento do motor do capstan, os
pulsos de chaveamento de cabeças
CINZA
ou os 30 Hz do PG. Este sinal sairá
,do outro processador CI 101
(pino 9), onde podemos ver a
+ 17V I NÃO RÉGULA0051 indicação RFS, ou seja, a referência
de chaveame~to das cabeças com
30 Hz, que estava perfeita.
Este sinal de 30 Hz, só
sor para os sensores de início e fim de fita pudesse entre estes dois pontos, onde obser- apresentará esta freqüência, se o
chegar às laterais do compartimento de car- vamos que não havia aparecimento cilindro girar em uma velocidade
regamentofrontal. Mesmo assim, pode se infiltrar de nenhum potência I. Em relação à relativamente correta; na hora que o
alguma luz indireta, o que ocasionaria um fun- massa, estes dois pinos apresen- VeR volta para o modo STOP, o
cionamento intermitente. Pôde então ser acionado tavam tensões de aproximadamente cilindro começa a diminuir sua
o PIA Y sem o cassete no VCR; verificamos que 0,06 volt. Resolvemos então medir a velocidade, o que poderá ser obser-
o movimento dos postes era perfeito, sendo que tensão de alimentação deste circuito vado no osciloscópio como uma
logo após chegar ao seu ponto final, os mesmos integrado (pino 7 e 8), onde en-
onda qu~drada tendo o seu período
retomavam para a posição de STOP. O cilindro contramos 17 volts, enquanto no
girava normalmente, assim que a função PIA Y era de tempo se alargando paulatina-
esquema original está marcado
acionada, e desligado quando os postes iniciavam mente até q~e o cilindro pare de
1,8 volt (o correto é de 18 volts não
seu retomo para STOP. Verificamos também que 1,8 volt). Fomos verificar, então a girar.
o eixo do CAPSTAN, não girava. Como este tensão de comando do micro para Voltando ao CI 108, verificamos
vídeo-cassete possui um motor do capstan traba- que o motor do capstan gire, tensão se existe o mesmo sinal mencionado
lhando no sistema antigo DC (motor de corrente esta que vem através de uma malha no pino 36, que foi prontamente en-
contínua com escovas), resolví verificar se a cor- resistiva e também está ligada ao contrado ..
reia de transmissão que ligava o mesmo ao volante pino 8 do mlero (CI 108), onde en- Uma outra possibilidade um
do CAPSTAN não estava partida, mas foi en- contramos uma tensão de pouco remota, seria uma deficiência
contrada em perfeitas condições. aproximadamente 2 volts. 'na chave de MODO MECÂNICO; .
Não havia outra saída senão partir para as Para acionamento do circuito in-
que passa ao integrado se a mecanica
verificações elétricas de praxe. De acordo com o tegrado, deveríamos ter uma tensão se comporta satisfatóriamente de
esquema da figura 5, podemos ver que a excitação aqui em tomo de 4,5 volts, o que não
estava ocorrendo. Para verificarmos acordo com os comandos eíétricos,
do motor do capstan será feita pelo circuito in-
tegrado CI 106 (BA 6219), que para funcionar mas considerando que houve um
a atuação do CI 106 (acionador do
deverá receber outros comandos do micro-con- motor do capstan), resolvemos soltar perfeito funcionamento de STOP
trolador dos motores (CI 108). , o pino 8 do integrado CI 108, onde para PLA Y e vice-versa, não
Os dois fios de excitação do motor do capstan, constatamos que o motor do capstan tivemos outra escolha, senão subs-
vão através do conector N 108, ligados aos pinos começou a girar. tituir o circuito integrado CI 108.'
2 e 10 ~o circuito integrado CI 106. Ao ligarmos o Passamos então para a análise do Substituído este, o apareiho passou a
VCR e pressionarmos o PIA Y, medimQs,a tensão circuito integrado CI-I08, funcionar normalmente.

SABER ELETRÔNICA NQ 234192 81


Práticas de "
"Service "

SHARP Este sinal será utilizado apenas para a tensão de entrada dos pinos 4 e 6,
o gatilhamento ou boa sincronização onde nos deparamos com uma tensão
VÍDEO-CASSETE DUAS das formas de ondas seguintes que , de praticamente zero volt, quando
serão verificadas no canal 2 do
deveria haver 0,6 volt (no modo
CABEÇAS oscilosc6pio, assim apesar de obser-
PLA Y). Seguindo a malha destes
VC-4140B var dois sinais na tela, deveremos
pinos, encontramos os transistores
manter o gatilhamento (trigger) do
'O 303 e O 304, que são chaveadores
Defeito: apesar de não reproduzir oscilosc6pio retirado (SOURCE) do
nada, a gravação feita no canal 1. Isto será necessário, pois para a função RECIPLA Y, ou seja,
mesmo pode ser normal- para o oscilosc6pio, quanto mais deverão estar saturados em REC e
mente reproduzida em limpo for o sinal de gatilhamento cortados em PLA Y.
outro VCR. horizontal, mais estáveis (sincro- Medindo-se a tensão na base dos
Autor: Mário P. Pinheiro nizados) aparecerão os sinais na tela mesmos, encontramos 0,7 volt, que
Durante a reprodução de uma fita padrão ou do mesmo. s6 poderia ocorrer se o VCR es-
qualquer tipo de fita, observamos que a tela se Colocamos portanto, o canal 2 do tivesse em REC. Olhando um pouco
mantinha acinzentada' e com algumas oscilosc6pio no pino 17 do circuito mais, localizamos o transistor Q 302,
interferências, não dando a impressão de cabeças integrado CI 302, onde praticamente que também faz chaveamento
ruins, que se caracterizaria como ruídos fortes; nada aparecia, a não ser ruídos de
muito baixa intensidade. RECIPLA Y, ficando saturado em
mesmo porque, esta hipótese poderia ser descar-
PLA Y e cortado em REC. Verifican-
tada com facilidade, pois se as cabeças estivessem Verificamos então a polarização
realmente ruins como poderia ser gravado um sinal deste integrado que deverá ser feita do a polarização deste transistor, en-
na fita? fato facilmente constatado ao reproduzir a no pino 1 com 4,5 volts, que se en- contramos o mesmo satura do
gravação deste em qualquer outro VCR. contrava em perfeitas condições. (0,6 volt na base e O volt no coletor),
Passamos então para a análise da reprodução Munidos agora de um gerador de o que seria normal para a função
do pacote de FM- Y e croma (figura 6). Munidos RF, posicionamos o mesmo em uma PLA Y. No pino 8 do circuito in-
de um osciloscópio de duplo traço, posicionamos freqüência em tomo de 4 MHz, e tegrado onde deveria haver zero,
um dos canais (canal 1), na entrada do sinal de injetados este sinal nos pinos 4 e 6 do encontramos 2,8 volts. Este in-
chaveamento de cabeças, pino 2 do circuito in- mesmo integrado, e nada foi obser-
tegrado CI 302, onde observamos a forma de onda tegrado (CI 301), tem como função
vado na saída. Parecia que este cir-
quadrada de 30 Rz sem nenhum problema fazer a amplificação final no proces-
cuito integrado estava interrompido
(SWEEP TIME DO OSCILOSCÓPIO EM 2ms.). internamente. Resolvemos verificar so de GRAVAÇÃO além de mis-
turar a croma convertida com o
pacote de FM- Y. Para que trabalhe
durante a gravação será necessária

SINAIS PARA REPRODUCÃO I


NIVEL ALTO PARA PB r
SINAL DE CHAVEAMENTO DAS CABECAS
6 uma polarização no pino 2 do
mesmo, sendo que emplay não
CONECTOR PARA AS CABECAS DE VíDEO I ==: poderia existir tal polarização.
Medindo a tensão neste pino, en-
contramos 11,7 volts I Seguindo-se a
polarização que é feita no pino 2 do
integrado CI 301, fomos até o tran-
sistor de polarização para a gravação
chamado de "BIAS CTL" O 613.
Medindo a tensão em seu coletor en-
PACOTE contramos a meSma do pino 2 do
FM-Y
( REC) CI 301, ou seja, 11,7 volts; em seu
emissor encontramos 11,8 volts o
que significaria inicialmente' que o
transistor estava saturado, mas na
base encontramos 11,7 volts, o que
não justificava a saturação deste
transistor. Assim, pudemos concluir
SHARPvC4140B
que o transistor Q 613, apresentava
uma fuga generalizada. Substituído,
o aparelho passou a funcionar nor-
malmente.
82
SABER ELETRÔNICA NO234/92
Práticas de
"Service ','

MITSUBISHI que se encontrava nonnal. Fui então que alimentava o coletor de Q551,
verificar a tensão de coletor do saída não. esquentava (figura 7). Não tive
TELEVISOR COLORIDO horizontal, que se encontrava com os dúvidas do resistar aberto. Subs-
mesmos 110 V c.c. indício de que o. tituído o televisor começou a fun-
TC-2020 circuito de saída não estava comu- cionar, mas' ainda apresentava.
tando. O próximo passo era verificar algumas deficiências camo vertical
Defeito: Aparelho não funciona (sem som e meio fechado e dificuldade de sin-
o coletor do transistor driver
imagem) tonia' do som. No vertical, a parte
horizontal (Q 551), onde en-
superior além de estar fechada uns
Autores: Dauglas Alexandre de Souza e contramos a tensão deste ponto em
. Mário. P. Pinheiro 5 cm, ainda apresentava dobramento
aproximadamente O volt. Dava a
de imagem, defeito característico de
Em primeiro lugar, verifiquei a tensão. da fonte impressão pelas tensões que o
falta de alimentação suficiente quan-
principal, au seja, as + 110 V c.c. (panto TP-91), mesmo estava em curto, mas o R551
. do se inicia o trabalho de carga do
C411 capacitor de saída vertical. Com o
IdlR418 (,I R420
0401/0402,2S0478/2SC2073
SAlDA VERTICAL IlclOp22'
~50V 39k.o. 10k.o. auxílio do osciloscópio, verifiquei a
7 tensão de alimentação de 86 volts,
que se encontrava com um ripple
(lê-se ripou) de aproximadamente'
10 volts. A filtragem desta fonte é
feita pelo capacitor C421 (4,7 I-lFx
160 V), que ao ser retirado, mostrou
sinais de estar realmente defeituoso,
pois encontrava-se vazado. Assim, o
defeito do vertical foi sanado. Ainda
restava o som, que se apresentava
baixo ao sintonizannos uma emis-
sara. Tirando. um pouco a sintonia
fora (do sinal de vídeo), a mesmo
ficava relativamente bom. Esse
defeito. é muito comum na Sharp
C 2002, C 2006 e C 2011, além de
Ibl C~43
150 alguns modelas da Philips.
Este é um prablema carac-
0552
2SC1942 terístico da bobina demaduladora de
SAíOA HORIZONTAL
sam (babina dequadratura), que
deveria estar sintonizada em'
4,5 MHz (resultante da bàtimenta de
45,75 MHz da sinal de FI de vídeo e
41,25 MHz da sinal de FI de som),
(figura 8).
Em princípio. sintonizei a ima-
gem, até que ficasse perfeita, e com
(elC308 o auxílio.' de uma chave de
. lOO~F
2~V calibragem atuei no núcleo da
bobina L 301, até que o sam ficou
IC-3D!
M~!44P nonnal (figura 8).lsto pravou, abvia-
mente, deficiências na capacitor in-
IblC303
2.2~F terna da circuito ressanante, que
63V
deverá ser substituída, pais apesar da
ajuste ter deixada perfeita, o defeito
persistirá e em palica tempo. a
deficiênCia retomará, pais com a
usa constante da aparelha, a capaci-
linda da mesma irá variar. Alteran-
do. assim a regulagem da bobina.
Estavam assim sanados todos as
defeitos que este televisar apresen-
tou .•
SABER ELETRÔNICA N2 234/92
83
"",

AVALIAÇAO
ELETRÔNICA ÁUDIO-víDEO
Estamos nesta edição, dando continuidade a publicação da Avaliação Geral de Eletrônica e Áudlo-vídeo,
Iniciada no mês de Junho. Neste número, encerramos a seção teórica da Avaliação de Eletrônica Geral e
começamos uma nova série, com uma parte da seção de Televisão - Nível 1. Também publicamos o gabarito
das questões da edição anterior. Na próxima edição publicaremos as respostas das questões deste mês e
. mais uma Série da Avaliação.

1. Um diodo retificador colocado b)converter variações de freqüência a) a parcela de tensão sobre o


reversamente em paralelo com uma em variações de amplitude capacito r irá aumentar
bobina visa: c) amplificar a freqüência interme- b) a parcela de tensão sobre o indutor
a) neutralizar a corrente gerada pela diária irá aumentar
bobina quando esta for desligada d) detectar e limitar a distorção c) as parcelas de tensão estarão
b) filtrar as altas freqüências cruzada de áudio $empre divididas de maneira igual
c) polarizá-Ias adequadamente d) N.D.A.
d) ceifar as altas tensões geradas na 6.Sobre o PTC, podemos afir-
fonte de alimentação mar que ao aplicarmos uma corrente 9. Um diodo reversamente pola-
elétrica através dele: rizado é colocado em paralelo com a
2. O OHMs é a unidade de a) sua resistência diminui bobina de um relé, visa principal-
medida: b) sua resistência não se altera mente: '
a) da impedância c) sua resistência aumenta a) proteger a bobina do. relé contra
b) da corrente d) N.D.A. ruídos espúrios
c) da indutância b) proteger a bobina do relé contra
d) dacapacitância 7. Ao associarmos dois possívéis inversões de polaridade da
capacitores de 22 J.l.F em série, a fonte
3.Para formarmos as junções capacitância equivalente é de: c) proteger o componente que cha-
"P" e "N" de um diodo, devemos a) 44 J.l.F veia a bobina do relé
dopá-/as respectivamente com: b) 22 ~F d) este diodo é raramente utilizado no
a) elementos bivalente e tetravalen- c) 11 J.l.F Brasil devido ao fato de não ter sido
tes d)/2,2 J.l.F provado sua real utilidade.
b)elementos trivalentes e pen-'
tavalentes
c) elementos pentavalentes e
8. Tendo um capacitor e um in- 10. Para um transformador que
dutor ligados em série, e aumentar- possui uma relação de transformação
tetravalentes
mos a freqüência do sinal aplicado a , de 2 para 1 , desprezando seu ren-
d) ambas com elementos tetravalen-
este circuito, podemos afirmar que: dimento, quando aplicarmos 100 V
tes

4~
'Qual o comprimento da onda
correspondente à freqü{mcia de
3MHz:
a) 10 metros
b) 1 metro
c) ,100 metros
d) 0,1 metro

5. O detetor de FM tem a função


de: '
a) converter as, variações de
amplitude em variações de Flg.1
freqüência

84 SABER ELETRONICA N' 234192


c) triangular
d) trapezoidal

1.2k/'\
5. Com respeito à questão
10V
anterior, o motivo da mesma ter esta
forma se deve ao fato de: .
a) tanto a exploração como o retorno
possuem tempos iguais.
b) tanto a exploração como o retorno
apresentarem amplitudes iguais.
Fig.2 c) a exploração possuir um tempo
maior e o retorno menor.
d) o retorno possuir um tempo maior
em seu primário obteremos no a) acoplamento óptico
secundário a tensão de: e a exploração menor
b) campo eletrostático
a) 200 V c.a. c) campo eletromagnético
b) 50 V c.a. d) nenhuma das alternativas 6. Quando o feixe eletrônico está
c) 100 V c.a. no centro da tela podemos dizer que
d) 33,3 V c.a. a corrente circulante pela bobina
4. A corrente circulante pelas defletora é:
11. Descreva a nível de blocos bobinas de varredura (verticais ou· a) máxima
um rádio receptor FM comercial horizontais) deverá ser: b) pouca
(mono) a) dente-de-serra c) nula
b) quadrada d) nenhuma das alternativas
12. Descreva o funcionamento
do circuito da figura 1.

13. Dimensione as tensões do


circuito da figura 2. +

14. Dimensione as tensões do


circuito da figura 3.

TELEVISÃO NíVEL I
Flg.3
1. Uma cena de televisão
(padrão M), é composta de
aproximadamente.
a) 100 mil elementos
b) 200 mil elementos GABARITO A VAUAÇÁO GERAL
c) 300 mil elementos
(publlcada na edição anterior Saber Eletrônica Nfl 233/92).
d) 400 mil elementos
1-c 13 - b
2. Paraque o feixe de elétrons 2-a 14 - (ERRATA)
possa excitar a tela do cinescópio, 3-b Resposta correta = 60 O
será necessário que o potência I do 4-d 15 - d
catodo seja (...) em relação à gra- 5~b 16 -b
de 2. 6-a 17-c
a) mais positivo 7-b 18 - c
b) mais negativo 8-a 19- a
c) muito mais positivo 9-c 20-b
d) o mesmo 10 - d 21-b
11- b 22·b
3. O feixe poderá ser deslocado 12 - a 23-b
de um lado à outro da tela através de
um:

SABER ELETRÔNICA Ni 234/92 85


Mário P. Pinheiro

,
Qual
eo
Os;es;quemas publicados; fazem parte
das avaliações; de análls;e de defeito.
da eTA Eletrônica, e são baseada.
em equipamentos reais do mercado.
Encontre apenas através; das tens;ões;
, Indlcadas; nos; circuitos;, o

culpado e componente defeituoso. A análise do


defeito, bem como o componente
defeituoso será publicado na
próxima edição.

Apresentamos a seguir a análise


dos defeitos, publicada na edição 1) Fonte baixa - nada esquenta.
anterior (SE N2 233)

F
24,9
96280843i4 NK3.302.087·
1) R 2001 ALTERADO.
Considerando que a tensão da
fonte está alta e que o aparelho está
funcionando, podemos dizer que os
transistores que estão em série
CV 2000, V 2001 e V 2002), estão
recebendo polarização excessiva.
Analisando as tensões nos círculos,
notamos que não há nada de estranho
nas mesmas. E a única tensão estra-
nha é a que está entre os resis-
tores R 2001 e R 2000, que aparente-
mente se apresenta maior que o nor-
mal. Esta afirmação pode ser feita se
considerarmos os valores destes resis-
tores que estão em série, R 2000 de C2001
1 KQ e R 2001 de 180 Q. (I) 1000~F
, 02002
Se consideramos que sobre (g,R2004
10 k.!l.
(h l 02004
ezx 79 e15
(i l R2001
180A IJ lSK1/Ol
( k ) 02003
SK1/01
R 2001, está havendo uma queda
de 3 volts e o mesmo possui um valor
6 vezes menor do que o resisto r de
cima, deveríamos encontrar no 2) Motor com rotação lenta.
resistor R 2000 uma queda de tensão Obs: Tensão sobre o motor para rotação normal = 4 V. SK 18 está aberta.
de no mínimo 18 volts, o que não ocorre
(tem apenas 6 vO,ltssobre o mesmo).
Assim, podemos concluir que R 2001
está alterado recebendo portanto uma
tensão maior.

2) CAPACITaR C 23 COM FUGA:


podemos notar que a tensão da saída
de som caiu, o que significa uma maior
condução da malha de baixo do
amplificador (s8Jda aquece). Assim
verificando as polarizações dos transis-
tores, principalmente O 5, podemos
notar que o mesmo conduz acima do
nornal(tensão de coletor menor e emis-
sor maior), produzindo também uma
maior polarização dos transistores
posteriores (O 7 e O 9).
Vários problemas aqui poderiam
representar uma maior condução de
O 5, como R 52 alterado, C 26 com fuga
86 SABER ELETRÔNIOA NO234192
, e também C 23 com fuga. Analisando-
se a tensão normal no coletor de a 4 3) Amplificador náo aquece som dlstorce.
(28 yolts), encontramos 24 volts, o que
representaria uma maior condução
deste transistor, mas ao mesmo tempo
a tensão de seu emissor caiu, o que
descartaria essa possibilidade.
A diminuição da tensão do coletor
dea 4 nos leva a crer que só poderia
ser causada pela fuga de C 23, que por
sua vez polarizaria mais o transistor
as.
3) TS 976 COM FUGA.
Como podemos ver, TS 975 está
saturado, função que é normal para o
mesmo, cabendo aos transistores
TS 976 e TS 977, a regulagem da pola-
rização e conseqüentemente o controle
da velocidade.
Como a rotação está rápida, sig-
nifica que está havendo uma maior
tensão sobre o motor, o que pode ser
constatado, pela tensão sobre o motor
(7 volts"onde deveria haver apenas
4 volts).
Um aumento da tensão sobre o
motor também deveria aumentar a
tensão no emissor de TS 976, através
dos diodos (D 993 e D 994), o que está
acontecendó, tanto que o transistor TS ERRA TA
976, está despolarizado (tensão de
base menor que a de emissor). Assim, Revista ng 232 pág.69 onde se lê "3 - fonte alta, não dá ajuste", o correto é
como temos a polarização para TS 977 "3 - fonte baixa, praticamente não ajusta ".
(tensão de base com 8,4 volts), Revista ng 233 pág.86 a resposta "1 - capacitorC712 com fuga" na realidade
podemos dizer que TS 976 está com é " 1 - R717 alterado"
fuga. _

SABER ELETRONICA

e~ ESTAÇÃO
DA LUZ

TRANSISTORES
Cls
CONECTORES
KITS
INSTRUMENTAÇÃO
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São Paulo· SP. REPÚBLICA PAISSANDU

SABI:R I:LmÕNICA Ng234/S2 87


"
CODIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

A importância do certificado de garantia


Após a implantação do código de defesa do A empresa que normalmente ser paga quando requisitada. A
consumidor, o certificado de garantia se tomou um trabalha sem um certificado de perda da garantia pela manipulação
dos requisitos básicos mais importantes neste con- garantia, usa selos autocolantes, ou do .equipamento por pessoa não
texto de exigências, pois garante não só direitos ao ainda utiliza a própria nota de autorizada só será válida se o cliente
consumidor, inas também limita-os, protegendo entrada do aparelho CO)11O cer- for concientizado disto por escrito.
também o prestador de serviços. tificado. Como podemos ver, o certificado
De acordo com o código, defendemos a garan- Notem que desta maneira, o con- de garantia obriga a assistência
tia de três meses para peças e serviços, o que a sumidor terá sempre razão em tudo o técnica ao cumprimento normal de
tomaria TOTAL. É ai que entra o certificado de que reclamar.
suas obrigações, mas, limita os
garimtia, esclarecendo os limites. Um exemplo simples, é o da
direitos do consumidor, fazendo-o
Um exemplo de certificado de garantiá, que visita, pois na primeira manutenção
o cliente leva o aparelho até 8 tomar alguns cuidados sob pena de
poderia ser utilizàdo pelas assistências técnicas, é
o apresentado abaixo. assistência, após isto, qualquer perder a garantia.
defeito que ocorra, por menor que Assim, com o direito definido de
U~ certifiCado de garantia como o mostrado,
só poderá ser feito por pessoal muito bem seja, ele requisitará um técnico para cada um, melhora enormemente o
capacitado tecnicamente, além de possuir um, con- verificar o problema. Com o cer- relacionamento cliente/técnico,
trole de entradas e saídas de aparelhos muito bem tificado, o cliente é informado que trazendo enormes benefícios à

organizado. mesmo na garantia, a visita deverá ASSISWNCIA TÉCNICA. C

"Este certificado é a garantia de que seus direitos serão respeitados, desde que obedecidas as normas
Indlcadas abaixo:
1 - GARANTIA TOTAL de peças e serviços, durante o prazo de 90 dias a contar da data de saída do aparelho.
Estão excluídos d,esta garantia o CINESCÓPIO (a menos que o '!lesmo seja trocado durante o serviço),
CABEÇAS DE VIDEO CASSETE, GABINETES, TAMPAS ACRILlCAS, AGULHAS KNOBS, TAMPAS
TRASEIRAS, ou qualquer outro componente que por ventura venha a ser danificado pelo próprio usuário.
2 - A garantia inclui qualquer tipo de defeito, ainda que não sendo o mesmo, motivo da primeira manutenção.
3 - Resguarda-se o direito do não cumprimento desta garantia, caso exista comprovadamente falta de peças
no mercado. Caso isto ocorra, será ampliado o tempo permissível para o cumprimento da garantia, para que a
peça possa chegar ao mercado consumidor.
4 - Serviços em garantia, só poderão ser prestados por pessoal autorizado pela .
5 - A garantia será prestada sempre no balcão, sendo que o aparelho deverá ser levado à assistência pelo
cliente, sendo este o único responsável·pelos riscos de transporte. Caso queira uma visita para a retirada do
aparelho, deverá o mesmo estar sujeito a um,a taxa de visita.
6 - A PERDA DA GARANTIA OCORRERA;
a) quando o equipamento for ligado em voltagem errada.
b) quando tiver seu selo de garantia violado, ou quando for aberto por pessoa não credenciada pela

c) quando o mesmo for danificado por agentes externos, como: descargas elétricas (raios), sobretensão da
rede elétrica, enchentes ou umidade excessiva, quedas, etc.
d) quando houver rasura ou adulteração neste certificado.

08S: ; .
APARELHO: ...................................................................................................•...............................................

DATA DE SAíDA: : GARANTIA ATÉ: .

ORDEM DE SERViÇO NlI: ).............................................................................•.........................

88 SASER ELETRÔNICA N' 234/92


====
]1
I MS02RA4 MCO
T1C
TIC
AN7310
AN7130
CA3059
MC3359P
CA3054
AN7410
BU208-A
lS1240
AN7311
LM3914
AN7110
lK2000
1N4448
1N914
C04077
C04015
C04013
C04042
C04032
(1
C04017 158
1060
2460
TO-220
206BIO
226BIO
1N5404
digital K II 1K251K30
CA3068
CA3161
C04016
TRIACS
OISPLAY
IRF 630/720
NE2 FET TRIM-f'OTs
TRANSISTORES
TOA1180
C04070
TOA1515
C04071
TOA1170
ACOPlADORES
ÓPTICOS
LM555
LM393
GR11
lA4505
LA1240
LA4461
C04019
lA3600
LA4460
l1RC212
l1RC16VCC
LM331N
LM324
LM319
LM350T
LM358
LM339N
lM556
LM386
LM556N
LM567
LM390NT1P115
MC145026P
CA3065
HA11235
MC3357P
C040193
C040175
LM3915
C040174
TOA920
C04066
TOA7ooo
TOA7052
TOA1020
U267B
SK9000
SK20
C04072
C04078
C04085
C04086
1N4005
lK3000
IC300
1N4148
1N4007
1N4002
1N825TIP117
TIP122
TIP127
C04516
C04093
C04518
C04511
C04512
G1RC212VCC
G1RC16VCC
M01NAC2STK4122
C04020
MJE350 B0677
B0678
B0438
B0329
B0330
B0234
B0137
B0136
B0135
MC145028P
CA3081
MJE340
MC145030P
CA3189E
MOC3042
MOC3020
MOC3011
1N4730
1N4729
1N6A4
1N4728
M01NAC16VCC
MC2RC2
MC2RC1
-5I MS02RA3 1N4736
BF200
BF458
BF254
BF198
BF240
-1N4737
TBA-12OS
TAA630-5
TAA550
TA7741
TA7328
C04031
STK4131
C04021
S02560TE
C04023
C04099
R01NAC212VCC
R01NAC16VCC 1N4738
1N4741
BF979
BF495C
CD4510
TBA820l
C04053
TBA810
TBA820
C04052
TBA540
C04044
TBA560
C04047
TBA570
TBA530
STK435
C04018 BF970
1N4739
1N4742
1N4746
12
-12
MJ340
BF421
BF4221N4747
-6V
TIP32C
MJE2955
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MJ4502
1N4752
220
110
T1P112
HCF4511
HA1406
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TIP42C
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LM308AN
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lF353N
LF355
lA4550
LA4555
STK441
LA7800MJ2955
LM741HC
C04555
RELÉS
C04556
LM567CN
LM592
lM710
LM3046
LM723
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DE TIP135
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LM3046CN
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LF351N
LM3086N
LM358N
LM339
LM348
LM338K R25
T1P41
TIP30
TIP41A