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F

U
N Separação Proteção

Ç
Õ Filtração
Reforço

E Drenagem

S
Geotecnia
PROPRIEDADES

Geotecnia
FÍSICAS

MA tGT

Geotecnia
MECÂNICAS

Geotecnia
Hidráulicas

Geotecnia
Hidráulicas

Geotecnia
Durabilidade Durabilidade

Geotecnia
ENSAIOS

A quantificação das propriedades

Ensaios de Laboratório
Ensaios de Campo

Geotecnia
ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO

Determinação das características básicas do


produto sem considerar sua interação com o
meio ambiente nem o processo de solicitação
imposto na obra

Controle de qualidade
Geotecnia
Seleção e
preparação de
amostras
ASTM D 4354-89

(Gardoni, 2000)

Mapeamento da manta em quadrados de 1mx1m


Número mínimo de amostras igual a 5 – Distribuição “ t
de Student”
Amostragem estatística aleatória – inferências sobre o
comportamento geral do material.

Geotecnia
Ensaios Físicos

Espessura – tGT (mm) - NBR 12569/92, ISO 9863/88

Porosidade – nGT (%) – DIN 53855

Gramatura – MA ( g/m2) – NBR 12568/92, ISO 9864/88

Potencial de amolecimento – (o)

Retenção de asfalto – (l/m2)–AASHTO TF25/método 8

Geotecnia
E
S
P
E 
S
S
U
R  
A

(mm)
(Gardoni, 2000)

tGT a 2 kPa e área de 2500 mm2


Diâmetro de fibras (m)
Geotecnia
Espessura - tGT

deflectômetro
P

placa

tGT
geossintético

(Colmanetti, 2005)
Geotecnia
Espessura - tGT
Geotêxteis virgens

6
GB GD GG GH
Geotextile thickness, tGT (mm)

5 GC GE

0
0 500 1000 1500 2000 2500

Normal stress (kPa)


Geotecnia
Espessura - tGT
Geotêxteis impregnados

2,5
2.5
n ef = porosidade efetiva
Espessura do geotêxtil, tGT,

 = 10.4, nef = 0.77


2
2.0

1,5
1.5
 = 2.4, n ef = 0.90

1.01

 = 0, n ef = 0.95
(mm)

0,5
0.5
0 50 100 150 200
Tensão normal (kPa)

Geotecnia
Gramatura - MA
Norma NBR 12568

170 g/m2

Amostras de 100x100 mm

200 g/m2

(Gardoni, 2000)
Geotecnia
Gramatura - MA

Gramatura = MA = massa/área

geossintético
balança

Geotecnia
Porosidade – nGT

Norma NBR 12568

Porosidade = n = volume de vazios/volume total

Determinada em função da gramatura e espessura


do geotêxtil, da densidade da fibra/filamento (rf), e
da massa específica da água à 4 oC (ga)

nGT= 1- MA\tGT. f. 

Geotecnia
Porosidade – nGT
Norma NBR 12568

Solos granulares

• Areia padrão de Otawa


33% - 44%

• Areia limpa uniforme


40% - 50%

•Areia siltosa e agregado


12% - 46%

Geotêxteis não-tecidos

•Aderidas mecanicamente
85% - 90%

Aderidas por calor


50% - 80% Ottawa Sand, Nonwoven Geotextile
D50=0.35mm
Ensaios de tração em Tira Estreita

T T
T

Geotêxtil
não-tecido Posição
inicial
50 mm 200 mm 6 mm 38 mm

T
T T

Geotêxteis
Geomembranas

Geotecnia
Ensaios de tração em Tira Estreita
Ensaio em amostra de geomembrana

Cesi, Itália (Colmanetti, 2005)


Geotecnia
Ensaios de tração em Tira Estreita
Influência da Largura da Tira

(Palmeira, 2007)
Geotecnia
Ensaios de
tração em Faixa
Larga

20 cm

ASTM D 4595 – 86
4,5 cm

Área de fixação das garras

10 cm Área a ser ensaiada


(geotêxteis)
Perfurações para fixação

ASTM D 4885 - 88
(geomembranas)
4,5 cm

Geotecnia
Ensaios de tração Localizada
(Grab Test)
ASTM D 4632

garra

Pedaço de geotêxtil
(200 x 200 mm)
25,4 mm

Geotecnia
Ensaios de tração Axisimétrico

Afundamento em forma de taça (EPA, 1991)

= 2DL2 γh
( )
t GT
3σ adm D 2 + L2

Geotecnia
Ensaios de tração Axisimétrico

Geotecnia
Ensaios de tração em soldas de
geomembranas
Norma de aderência ASTM 4545

Geotecnia
Ensaios de tração em soldas de geomembranas

Ensaio em trechos soldados

Por cisalhamento

Por descascamento

Geotecnia
Ensaios de tração em soldas de geomembranas

Máquina de ensaio em soldas

Geotecnia
Ensaios de Danos
mecânicos
induzidos

ASTM D 4595-86

Geotecnia
Resistência ao Estouro

(Palmeira, 2003)
Resistência ao Rasgamento e ao
Impacto
Resistência ao Rasgamento Resistência ao Impacto

Ensaio em Pêndulo

ASTM 4633 3 ASTM 4533


(Palmeira, 2003)
Resistência á Penetração

Ensaio em cilindro de CBR

(Palmeira, 2003)
Resistência á Penetração

Ensaio em cilindro de CBR

Cesi, Itália (Colmanetti, 2005)


Resistência á Perfuração

Ensaio de Queda de Cone

(Palmeira, 2003)
Ensaios Hidráulicos

Referem-se ao comportamento do geossintético quando


em contato com a água e outros fluidos.

Permeabilidade normal – kN (cm/s) -AFNOR G 38016


Permissividade–  (s-1) – ASTM D 4491/89
Permeabilidade planar – kp (cm/s)–AFNOR G 38018
Transmissividade – (cm2/s) - ASTM D 4716/87
Abertura de filtração – (Of) – AFNOR G 38017, ASTM D
4751/87

Geotecnia
Permissividade

Permissividade – compressão (1000 kPa)

 = kn\ tGT

(Univ. Montreal, Canada) (Gardoni, 2000)


Geotecnia
Permissividade de geotêxteis virgens e
impregnados
2,5
3
G1 G3 G4
G1 G1-Imp.
2 2,5
Permissividade (s -1 )

Permissividade (s -1)
2
1,5

1,5
1

1
0,5
0,5
-1

0
0 100 200 300 400 500 600 0
Pressão (kPa) 0 100 200 300 400 500 600
Pressão (kPa)

1,6 0,8
G3 G3-Imp. G4 G4-Imp
1,4 0,7
Permissividade (s-1 )

Permissividade (s )
1,2 0,6

1 0,5

0,8 0,4

0,6 0,3

0,4 0,2

0,2 0,1
0 100 200 300 400 500 600 0 100 200 300 400 500 600
Pressão (kPa) Pressão (kPa)
Geotecnia (Gardoni, 2000)
Transmissividade

Transmissividade - compressão
 = kT*tGT
Geotecnia (Gardoni, 2000)
Transmissividade sob tensão de compressão
(até 2000 kPa)

10

-1
10

-2
10

m
is
iv
T

n
-3
a

s
10
r

-4
10
3 10 30 100 300 1€000 3€0

Pres ão (kPa)
G1SE-Lab. G1SE-C G2SE-C G4SE-C G2MU G1SD-T G1SD-L G1EV

Geotecnia (Gardoni, 2000)


Tamanho de Abertura
de Filtração

Métodos Diretos:
Peneiramento seco  AOS ou EOS
(ASTM D 4751)
Peneiramento hidrodinâmico  FOS
(CAN/CGSB-148)

Métodos Indiretos:
Análise de Imagens (Rollin, 1977)
Bubble Point  BBP (ASTM F 316)
Tamanho de Abertura de Filtração
Peneiramento Seco

Observações:

1.Ensaio determina apenas um valor de


O95 e, não a distribuição de tamanhos de
poros total,
2.Ensaios seco – aplicações em filtração e
drenagem envolvem líquidos

3.Esferas de vidro ficam presas na manta


de geotêxtil,

4.Carga eletrostática – pequenas esferas


de vidro sáo atraídas pelas fibras,

5. Mudanças na estrutura da manta não


(Bhatia, 2007)
resultam em valores diferentes de 095.
Tamanho de Abertura de Filtração
Peneiramento Hidrodinâmico
Observações:

1. Ensaio usado para determinação


da abertura de filtração Of que é o
diâmetro da maior partícula capaz de
atravessar o geotêxtil,
2.Esferas de vidro ficam agrupadas
nas peneiras,

3.Eliminação dos efeitos da Carga


eletrostática – pequenas esferas de
vidro sáo atraídas pelas fibras,

4. Arqueamento das peneiras,

5.Chance de erro devido a


escapamento de partículas de solos
nas peneiras.

(Bhatia, 2007) 6. Tempo do ensaio


Tamanho de Abertura de Filtração

Peneiramento Hidrodinâmico

1. Ensaio usado para determinação


da abertura de filtração Of que é o
diâmetro da maior partícula capaz
de atravessar o geotêxtil,
2. Mistura de esferas de vidro é
peneirada através do geotêxtil por
alternação de fluxo dágua,

4.Fração de esferas que passam é,


o 095 é é obtido e é denominado de
Tamanho de Abertura de Filtração

5. Resultados do ensaios são


consistentes,

6. Resultados do ensaios indepen-


(SAGEOS, Canada) dem da mistura (Cu varia de 4 a 1),
Tamanho de Abertura de Filtração
Comparação de resultados obtidos para Peneiramento seco,
úmido e Hidrodinâmico

0.6 W et Sieving Hydrodynamic Sieving

Linear (Hydrodynamic Sieving) Linear (W et Sieving)


0.5

0.4
O95 (mm)

0.3

0.2

0.1

0
0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6
Dry Sieving O95 (m m )

(Bhatia, 2007)
Tamanho de Abertura de Filtração
Porosímetro (BBP)

Diâmetro de constrição

Ensaio usado para determinação da


distribuição de tamanhos de poros
do geotêxtil sob compressão.

O geotêxtil somente permitirá a passagem do fluido quando a pressão aplicada exceder a


atração capilar do fluido na maior abertura de poro (Miller et al. 1986)
Geotecnia
100 100

80 80

60 60

m
40 40
P

P
n

g
o

e
c
e

a
c
e
r

r
t
20 20
G1-spG1-20G1-50G1-10G1-50 G3-spG3-20G3-50G3-10 G3-50

0 0
0 0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,
0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14
Tamanho dos poros (mm) Tamanho dos poros (mm)

100

80

Distribuição 60
de tamanho de
40
P

poros
o

n
c
e
r

t
20
G3-spG3-20G3-50G3-10 G3-50

0
0 0,01 0,02 0,03 0,04 0,05 0,06 0,07 0,08

Tamanho dos poros (mm)


(Gardoni, 2000)
Image Analyser
(Clemex, Canadá)

Geotecnia (Gardoni, 2000)


Fibras sintéticas

Esferas de vidro

Geotecnia
Fibras sintéticas

Esferas de vidro
quebradas

Geotecnia
Results Obtained by Bubble Point, Mercury
Intrusion and Image Analysis Techniques
Mechanically-bonded continuous filament, Mass per unit area= 311 g/m2
Percent finer (%)

Pore Size (mm)


(Bhatia et al.1994)
Ensaios de durabilidade

Têm por objetivo verificar se o geossintético está apto a cumprir suas


funções durante toda a vida útil da obra.

Resistência à abrasão – ASTM D 4886 – perda de massa /tempo


decorrido
Fluência – EM ISO 13431 – deformação/ carga
Resistência aos raios Ultravioleta – ASTM D 4355 – resistência de
ruptura à tração após exposição ao xenon durante tempo fixo
Resistência a agentes químicos – SN 640558 – perda percentual de
resistência à tração após imersão na substância em análise
Resistência a agentes biológicos– ASTM G 22/76 – tratamento do
geotêxtil com bactérias e avaliação da variações das características
mecânicas

Geotecnia
Equipamento de danos

Geotecnia (Matheus, 2002)


Comparação entre amostras com danos
induzidos

Tração Simples - Geotêxtil G/C - Comparação entre Amostras com Danos


Induzidos (Rasgos tipo "Y") e Amostras Virgens

20
18
Polinômio (Virgem (289))
16
14 Polinômio (RY 2,5 mm (278))
Carga (kN/m)

12
10 Polinômio (RY 5 mm (277))
8
Polinômio (RY 10 mm (282))
6
4
Polinômio (RY 12,5 mm (289))
2
0
0% 20% 40% 60% 80%
Deformação

Geotecnia
Comparação entre resistências dos ensaios
e de catálogos do fabricante

Resistências Resistências
Geotêxtil Ensaios Catálogo Variação
kN/m kN/m %

G/A 6,15 7 12

G/B 9,86 12 18

G/C 15,01 20 25

G/D 25,14 37 32
Geotecnia (Matheus, 2002)
Ensaios de Degradação

Estufa UV para envelhecimento

Geotecnia (Matheus, 2002)


Ensaios de Degradação

Ensaio de Tração sob diferentes temperaturas

Ação do Calor

Geotecnia (Colmanetti, 2005)


ENSAIOS DE DESEMPENHO

Determinação das características básicas do


produto considerando sua interação com
outros materiais e as solicitações impostas
pela obra

Solicitações
Condições ambientes
Interação com os meios adjacentes
Geotecnia
Ensaios de Desempenho
Atrito de interface – sem normalização

Cisalhamento – movimentação relativa solo-


geo- têxtil em uma de suas faces

Arrancamento - movimentação relativa solo-


geo- têxtil em ambas as faces

Colmatação e erosão interna – GR – ASTM D


5101/90, ASTM D 5141/91

Geotecnia
Resistência
á tração
confinada

Não há norma estabelecida.


Embasado nos trabalhos de Gomes (1993) e
Tupã (1994).

Geotecnia
Geotêxtil G/C - Curvas de Resistência à
Tração para Ensaio Confinados
Resistência á
tração 16

14
confinada
12

10

TENSÃO (kN/m)
8

0
0 5 10 15 20 25

DEFORMAÇÃO (%)

100kPa-g302 50kPa-g307

25kPa-g299 Gomes (1993) 50 kPa

Gomes (1993) 100 kPa

Geotecnia
Ensaio de
GR

Filtração – compressão (2000 kPa)

GR = i11/12/i7/9

Geotecnia (Gardoni, 2000)


Ensaio de
Filtração - Tipo
GR
compressão (3000 kPa)

(Gardoni, 2007)
Geotecnia
Ensaio de
Filtração - Tipo
GR

Critério de colmatação

GR = i11/12/i7/9

GR < 3

(Gardoni, 2007)
Geotecnia
Montagem do ensaio de GR

Geotecnia (Gardoni, 2000)


Resultados de permeabilidade e GR GR < 3

1E+0 12
k7/9 k10/11 k11/12 GR ASTM GR Mod. GR 3mmm
1E-1 10
Permeabilidade (cm/s)

1E-2 8

1E-3 GR 6

1E-4 4

1E-5 2

0
1E-6 0 500 1000 1500 2000 2500
0 500 1000 1500 2000 2500
Pressão (kPa) Pressão (kPa)
12
1E+0 GR ASTM GR Mod. GR 3mm
k7/9 k10/11 k11/12
1E-1 10
Permeabilidade (cm/s)

1E-2
8

1E-3
6
1E-4

4
1E-5

1E-6 2

1E-7
0 100 200 300 400 500 600 700 800 900 0
0 500 1000 1500 2000 2500
Pressão (kPa) Pressão (kPa)

Geotecnia
Microscopia
de Varredura Ponte de argila

(Gardoni, 2000)

Geotecnia
Microscopia
de Varredura

Partícula de ferro

Tamanho da partícula de ferro = 580 m (Gardoni, 2000)


Geotecnia
Ensaio F3
Controle de erosão

Geotecnia
Ensaio F3
Controle de erosão

Silt Fences

Geotecnia
Ensaio F3
Controle de erosão

(Farias, 1999) Geotecnia


Ensaio F3
G eotêxtil IR - 11
1,0E+01
SG - 12
ErT a
ErCe
1,0E+00 AFB
AMFA
vazão/ área (cm 3.s-

SlFb
1,0E-01

1,0E-02
/cm 2)

1,0E-03
1

1,0E-04
0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 200
solo adicionado (g)

velocidade do fluxo d'água pelo geotêxtil (cm/s)


GEOTÊXTIL SOLO inicial 2g 4g 104 g 200 g
IR - 11 SG - 12 3.4139 1.4152 0.2084 0.0017 0.0007
IR - 11 Erosão de Taguatinga (ErTa) 3.4139 0.9596 0.3955 0.0078 0.0023
IR - 11 Erosão de Ceilândia (ErCe) 3.4139 1.5703 0.1590 - -
IR - 11 Areia Fina Branca (AFB) 3.4139 1.0371 0.4876 0.0182 0.0056
IR - 11 Areia Média a Fina Amarela (AMFA) 3.4139 1.8067 1.0178 0.0610 0.0406
IR - 11 Solo Fabricado (SlFb) 3.4139 1.3085 0.5523 0.0065 0.0029
Simulação de muro
reforçado com
geotêxtil
(Lanz, 1992)

Geotecnia
Fatores de Redução
Especificação do geossintético para satisfazer as
condições de projeto
Identificação do interesse em usar
um ou mas geossintéticos

Análise das condições de contorno


P e solicitações
R
Definição da função principal e eventuais
O funções secundárias
J
E
Método de dimensionamento
T
O
Determinação das propriedades dos
GEOTÉCNICO geossintéticos requeridas

PRELIMINAR Especificação do produto


Geotecnia
Fatores de Redução

Especificação no Projeto Básico

Fatores intervenientes tanto no processo de execução da


obra como durante sua vida útil podem alterar as
propriedades índice ou característica dos geossintéticos.

Esses fatores impõem reduções na propriedades


características dos geossintéticos, logo devem ser
considerados para o estabelecimento das Propriedades
Funcionais de cada produto.

(vidal, 1999)

Geotecnia
Fatores de Redução
Especificação no Projeto com geossintético

Um projeto com geossintéticos devem considerar 3 tipos de


propriedades:

Propriedade Requerida: valor calculado ou considerado no


projeto para efeito de dimensionamento,

Propriedade Índice: valor característico de um geossintético


determinado em ensaios índice, ou seja, sem levar em
consideração as solicitações de campo,

Propriedade Funcional: parâmetro de comportamento do


geossintético sob as condições de utilização.
(vidal, 1999)

Geotecnia
Fatores de Redução

Anteriormente – aplicava-se um fator de segurança parcial á


propriedade índice correspondente para a determinação das
Propriedades Funcionais.

A partir de 1998 – ISSO/EM 13434 (1998) , Koerner, 1998 e


Greenwood, 1998 – proposto o Fator de Redução = considerar a
redução nas propriedades do geossintético advinda das condições
de instalação e das solicitações durante a vida útil da obra .

Propriedade Funcional = relação entre propriedade índice e o


Fator de Redução total (FRt).

O FRt = produto dos Fatores de Redução Parciais definidos por


função e tipo de aplicação.
Fatores de Redução

Propriedade funcional

100% Propriedade disponível


Propriedade requerida Segurança do material no
Final da vida útil da obra

Segurança no tempo
de ruptura

Estocagem Carrega Vida útil Tempo


manuseio Insta mento de projeto
lação
Degradação física e
química Final da vida útil
Falha do funcionamento

(vidal, 1999)
Fatores de Redução

Fatores de Redução são números que dividem os valores


das propriedades dos geossintéticos de forma a levar em
conta mecanismos que podem reduzir esses valores.

Tref
Td =
fdm .famb .fm

Td = resistência de projeto
Tref = resistência de referência (inclui o efeito de fluência)
fdm = fator de redução para dano mecânico
famb = fator de redução para ataques pelo meio ambiente
fm = fator de redução para incertezas no material que está sendo
utilizado
(Palmeira, 2003)
Fatores de Redução

Polímero fluência (1) fluência (2) fluência (3)

Poliéster 2,0 2,0 a 2,5 2,5


Poliamida 2,0 2,0 a 2,5 2,9
Polietileno 4,0 3,0 a 4,0 5,0
Polipropileno 4,0 3,0 a 4,0 5,0

(1) Den Hoedt (1986)


(2) Koerner (1998)
(3) Task Force # (1991) (Palmeira, 2003)
Fatores de Redução
(Koerner, 1998)

(1) Fluência (níveis inferiores para obras de curta duração ou em que as deformações por fluência não
sejam críticas: * fluência em tracão, ** fluência em compressão/ cisalhamento
(2) Colmatação biológica,
(3) Valores podem ser superiores para índices de turbidez ou microorganismos acima de 5000 mg/l
CONCLUSÃO

Geossintéticos são materiais de construção muito úteis para


aplicações em obras de engenharia ,
A escolha do geossintético requer a elaboração de projeto
e só poderá ser feita por engenheiros especializados no
assunto e “ nunca pelo vendedor do produto” ,
Os ensaios para a determinação dos parâmetros de projeto
devem, na medida do possível, simular as condições de
cada obra,
Os parâmetros contidos nos catálogos dos fabricantes dos
produtos servem como uma primeira estimativa para
projeto mas, não são representativos de cada obra.

Geotecnia
LITERATURA
BRASILEIRA

Geotecnia