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JEdi,

PROJECIOLOGIA

PROJECIOLOGIA

WALDO VIEIRA, Médico

PROJECIOLOGIA

Panorama das Experiências da Consciência Fora do Corpo Humano

10a Edição

COGNÓPOLIS FOZ DO IGUAÇU PARANÁ BRASIL ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL EDITARES

2008

Fora do Corpo Humano 10a Edição COGNÓPOLIS FOZ DO IGUAÇU PARANÁ BRASIL ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL EDITARES 2008
Histórico EditorialPortuguês 1a Edição Gratuita 1986 5.000 exemplares encadernados 2a Edição 1989 500 exemplares
Histórico EditorialPortuguês
1a Edição Gratuita 1986
5.000 exemplares encadernados
2a Edição
1989 500 exemplares encadernados
3a
Edição
1990
4a Edição
1999
5.000 exemplares encadernados
4.500 exemplares encadernados
5a
Edição Princeps 1999 500 exemplares encadernados
6a Edição
2002
1.500 exemplares encadernados
Inglês
7a Edição
20024.500 exemplares encadernados
8a
Special Edition 2002 500 exemplares encadernados
9a Edição Índice em
Chinês e Inglês
10a Edição
2005
Português
2008
2.000 exemplares encadernados
2.000 exemplares encadernados
Tiragem Total: 26.000 exemplares encadernados

Notas: Os direitos autorais desta edição foram graciosamente cedidos pelo autor à Associação Internacional EDITARES. Os originais desta edição foram produzidos e revisados através de editoração eletrônica e de impressão a laser (texto em Times New Roman: 3.617.513 caracteres, 607.201 palavras, 64.135 linhas e 26.414 parágrafos).

Impressão e Encadernação: RR Donnelley Moore. Capa: Rodrigo Guedes. Fotos e Ilustrações: Brasílio Wille, Fernando Alberto Santos e Francisco Mauro. Revisão: Alexander Steiner, Cristiane Ferraro, Marcelo Gomes, Tânia Ferraro, Arthur Vieira, Graça Razera, Werner Scheinpflug, Marta Lopes e Rosemary Salles.

Ficha Catalográfica preparada pelo Centro de Informação e Documentação da Associação Internacional EDITARES

V657 Vieira, Waldo, 1932 Projeciologia: panorama das experiências da do consciência fora corpo humano /
V657
Vieira, Waldo, 1932
Projeciologia: panorama das experiências
da
do
consciência fora
corpo
humano / Waldo Vieira. 10a Edição Foz do Iguaçu: Associação
Internacional EDITARES, 2008.
1.254 páginas; 27 cm
1. Projeciologia. 2. Conscienciologia. I. Título
ISBN: 85-98966-15-0
CDD 133

Associação Internacional EDITARES

Av. Felipe Wandscheer, 5100, sala 107, Jd. São Paulo I, CEP 85856-530, Foz do Iguaçu, Paraná, Brasil Fone: (45) 2102-1407 / Fax (45) 2102-1457 Website: www.editares.org E-mail:

editares@editares.org.

Brasil Fone: (45) 2102-1407 / Fax (45) 2102-1457 Website: www.editares.org E-mail: editares@editares.org.

Conteúdo - Projeciologia

V

CONTEÚDO

Introdução

I BASES CIENTÍFICAS DA CONSCIENCIOLOGIA

01. Conceitos Essenciais de Ciência

02. Novo Paradigma Consciencial

03. Conceitos Essenciais de Conscienciologia

04. Especialidades

05. Conceitos Essenciais de Projeciologia

06. Projeciologia e Terminologia

07.

08. Histórico da Projeciologia

09. Períodos da Projeciologia

10. Período Antigo da Projeciologia

11. Período Esotérico da Projeciologia

12. Precognições sobre a Projeciologia

da

14. Período Laboratorial

15. Pioneirismo na Projeciologia

16. Cronologia da Projeciologia

13. Período Exotérico

da

Conscienciologia

Ciências

Projeciologia

da

Projeciologia

II RELAÇÕES DA PROJECIOLOGIA

17. Projeciologia e Interdisciplinaridade

18. Projeciologia e Ciências

19. Projeciologia e Parapsicologia

20. Projeciologia e Psicologia

21. Projeciologia e Biologia

22. Projeciologia e Medicina

23. Projeciologia e Antropologia

24. Projeciologia e Sociologia

25. Projeciologia e Física

26. Projeciologia e Astronomia

27. Projeciologia e História

28. Divisão da Projeciologia

29. Projeção Consciente e a Consciência Humana

30. Projeção Consciente Humana

31. Paraprojeção Consciente

32. Projeção Animal

33. Projeção Vegetal

34. Leis da Projeciologia

35.

36. Limitações Projetivas

Paradoxos da Projeciologia

01

11

11

22

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VI

Conteúdo - Projeciologia

III FENÔMENOS DA PROJECIOLOGIA

37.

38.

39.

40.

41.

42.

43.

44.

45.

46.

47.

48.

49.

50.

51.

52.

53.

54.

55.

56.

57.

58.

59.

60.

61.

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63.

64.

65.

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69.

70.

71.

72.

73.

74.

75.

76.

77.

78.

79.

80.

81.

82.

83.

84.

Classificação dos Fenômenos Projetivos Fenômenos Projetivos Subjetivos Autobilocação Consciencial Autoscopia Projetiva Autoscopia Interna Autoscopia Externa Paralelos entre Autoscopia Externa e Projeção Consciente Catalepsia Projetiva Clarividência Extrafísica Cosmoconsciência Dejaísmo Projetivo Experiência da Quase-morte (EQM) Projeção Antefinal Projeção Ressuscitadora Intuição Extrafísica Precognição Extrafísica Psicometria Extrafísica Retrocognição Extrafísica Visão Panorâmica Projetiva Fenômenos Projetivos Ambivalentes Autopsicofonia Bilocação Física Paralelos entre Projeção Consciente e Bilocação Física Clarividência Viajora Projeção Consciente e Clarividência Viajora Paralelos entre Clarividência Viajora e Projeção Consciente Ectoplasmia Projetiva Meia-materialização Estado de Animação Suspensa Exteriorização da Motricidade Exteriorização da Sensibilidade Falsa Chegada Heteroscopia Projetiva Multilocação Física Parapirogenia Projetiva Pneumatofonia Projetiva Poltergeist Projetivo Projeção Consciencial do Adeus Psicofonia Projetiva Psicofonia Projetiva Humana Psicofonia Projetiva Extrafísica Psicografia Projetiva Raps Projetivos Telecinesia Extrafísica Telepatia Extrafísica Parateleportação Humana Fenômenos Concomitantes à Projeção Consciente Fenômenos Preliminares

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Conteúdo - Projeciologia

VII

IV ESTADOS ALTERADOS DA CONSCIÊNCIA

202

85.

Xenofrenia

202

86.

Classificação dos Estados Xenofrênicos

204

87.

Mecanismos da Projeção Consciente

205

88.

Projeção Consciente e o Devaneio

206

89.

Paralelos entre Devaneio e Projeção Consciente

208

90.

Projeção Consciente e o Sono

208

91.

Teoria do Vácuo Evolutivo

212

92.

Projeção Consciente e o Sonambulismo

215

93.

Projeção Consciente e o Sonho

217

94.

Imagens Oníricas

219

95.

Paralelos entre Sonho e Projeção Consciente

221

96.

Sonho Comum sobre Projeção Consciente

224

97.

Projeção Semiconsciente

225

98.

Projeção Consciente e o Pesadelo

230

99.

Paralelos entre Pesadelo e o Assédio Extrafísico

232

100.

Projeção Consciente e a Alucinação

233

101.

Paralelos entre Alucinação e Projeção Consciente

235

V VEÍCULOS DE MANIFESTAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

102.

103. Tipos de Veículos Holossomáticos

104.

105.

106. Projeção Consciente e o Corpo Humano

107.

108. Exame Extrafísico

109. Coincidência Holossomática

110. Descoincidência dos Veículos de Manifestação

111.

112. Paranatomia do Holochacra

113. Parafisiologia do Holochacra

114. Soltura do Holochacra

115. Parapatologia do Holochacra

116. Aura Humana

117. Cordão de Prata

118. Paranatomia do Cordão de Prata

119. Parafisiologia do Cordão de Prata

120. 121. Redução do Cordão

122. Parapatologia do Cordão de Prata

123. Ectoplasma e Cordão

124. Paralelos entre Ectoplasma e Cordão de Prata

125.

126. Paranatomia do Psicossoma

127. 128. Parapsicopatologia do Psicossoma

129. Paralelos entre Soma e Psicossoma

Teoria do Irrompimento do Psicossoma

131. Soma e Priorização Consciencial

132.

130.

Ego

Pré-ressoma

Ressoma

Pineal

Holochacra

Esferas de Ação do Cordão de Prata

de

Prata

de

Prata

Psicossoma

Parapsicofisiologia do Psicossoma

Chacras

237

237

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VIII

Conteúdo - Projeciologia

133. Paranatomia dos Chacras

134. Parafisiologia dos Chacras

135. Parapatologia do Holochacra e o Vampirismo

136. Teoria das Relações Interchacrais

137. Projeção Consciente e o Cordão

138. Paranatomia do Cordão de Ouro

139. Parafisiologia do Cordão de Ouro

140. Paralelos entre Cordão de Prata e Cordão de Ouro

141. Projeção Consciente e o Mentalsoma

142. Parapsicofisiologia

143. Espaço-tempo Relativístico

144. Parapsicopatologia

145. Predomínio de Veículo Consciencial

146.

147. Primeira Dessoma

148. Segunda Dessoma

149. Terceira Dessoma

150. As Três Dessomas

151. Paralelos entre Projeção Eventual e Final

152. Paralelos entre o Psicossoma da Conscin e o Psicossoma da Consciex

153. Paralelos entre Psicossoma e Mentalsoma

154. Paralelos entre o Mentalsoma da Conscin e o Mentalsoma da Consciex

155. Relações entre os Veículos Conscienciais e os Fenômenos Conscienciais

156. Relações entre os Chacras e

de

Ouro

do

do

Mentalsoma

Mentalsoma

Dessoma

os

Fenômenos Conscienciais

VI ABORDAGENS FILOSÓFICAS

157. Projeciologia e Filosofia

158.

159. Teoria das Verdades Relativas

160. Teoria das Verdades Relativas de Ponta da Conscienciologia Extrafísica

161.

162. Código de Ética Extrafísica

163. Projeção Consciente e o Materialismo

164. Universalismo

165. Evidências de Maturidade Consciencial na Terra

166. Holomaturidade

167.

168. Teoria do Autodomínio Consciencial

169. Teoria da Sabedoria Essencial

170. Era Consciencial

171. Contas Correntes Holocármicas

172. Teática das Tarefas Assistenciais Humanas

173. Autocrítica do Projetor ou Projetora

174. Projeção Consciente e Lavagem Subcerebral

Teoria da Projetabilidade

Cosmoética

de

Ponta da Projeciologia

Técnica da Aquisição do Senso Universalista

VII VIGÍLIA FÍSICA ANTERIOR

175. Análise Cronológica da Projeção Consciente

176. Fases da Projeção Consciente

177. Portas para a Projeção Consciente

178.

Data do Experimento Projetivo

300

303

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Conteúdo - Projeciologia

IX

179. Condições Meteorológicas Antes da Projeção Consciente

ou

180. Base Física do Projetor

181.

182. Luz Ambiental

183. Temperatura Ambiental

184. Ruído Ambiental

185. Auxiliar em Terra

186. Estados Fisiológicos Antes

187. Estados Conscienciais Antes da Projeção Consciente

188. Vigília Física Ordinária

189. Posição Física Antes da Projeção Consciente

190. Decúbito Dorsal

191. Condições do Corpo Humano Antes da Projeção Consciente

192. Objetos do Projetor ou Projetora

193. Roupas do Projetor ou Projetora

194. Causas da Projeção Consciente

195. Projeção Consciente e a Distância

196. Horário Inicial do Experimento Projetivo

Projetora

Projetarium

da

Projeção Consciente

VIII TÉCNICAS DA PROJEÇÃO CONSCIENTE

197.

198.

199.

200.

201.

202.

203.

204.

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210.

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219.

220.

221.

222.

223.

224.

225.

226.

227.

Preparação para a Projeção Consciente

Generalidades sobre

Muletas Psicofisiológicas Projetivas

Técnica

Técnica

Técnica da Respiração Rítmica

Técnica das Fugas Imaginativas Técnica da Visualização Projetiva Técnica das Posturas Projetivas Classificação das Técnicas da Projeção Consciente Técnica da Abertura da Porta

Técnica

Técnica da Auto-imagem Projetiva

Técnica

Técnica da Contagem dos Passos

Técnica do Dióxido de Carbono Técnica do Fator Projecional

Técnica

Técnica da Auto-hipnose Projetiva Técnica das Imagens Projeciogênicas Técnica da Projeção Consciente pelo Jejum Técnica dos Mantras Projetivos Técnica das Massagens e Visualizações Projetivas Técnica das Músicas e Visualizações Projetivas

Técnica dos Objetos-fatores Desencadeantes

Técnica

Técnica da Projeção Assistida

Técnica

Técnica da Projeção Consciente Fragmentada

Técnica

Técnica da Projeção Pineal

as

Técnicas Projetivas

da

da

Auto-relaxação Psicofisiológica Concentração Mental

do

da

da

Ato Sexual Projetivo

Autovisualização com as Pálpebras Descerradas

Hetero-hipnose Projetiva

do

da

da

Despertamento Físico Musical

Projeção Consciente Através

do

Sonho

Projeção pelo Mentalsoma Isolado

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X228. Técnica

da Quebra da Rotina

478

Conteúdo - Projeciologia

229. Técnica da Repetição Projetiva

230. 231. Técnica da Rotação do Corpo Humano

232. 233. Técnica da Projeção Pela Sede

234. Técnica da Transferência da Consciência

235.

Técnica da Rotação do Psicossoma

Técnica da Saturação Mental Projetiva

Técnica da Transmissibilidade Projetiva

236. Técnica do Diagnóstico Projetivo

237. Projecioterapia

238. Técnicas dos Condicionamentos Psicológicos

IX FASE DA EXTERIORIZAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

239. Sinais Precursores da Projeção Consciente

240. Aura Projetiva

241. Entorpecimento Físico

242. Ballonnement

243. Pré-decolagem

244. Estado Vibracional

245.

246. Estado Transicional

247. Consciência Dupla

248. Visão Dupla Extrafísica

249. Bradicinesia Extrafísica

250. Parapsicolepsia

251. Sons Intracranianos

252.

253. Decolagem por Afundamento

254. Instabilidade do Psicossoma

255.

256. Respiração na Decolagem

257. Hibernação Consciencial

258. Abertura Extrafísica

259. Elongação Extrafísica

260. Despertamento Extrafísico

261.

Técnica do Autodespertamento Extrafísico

Hipnagogia

na

Decolagem

Decolagem

Rastro de Luz

X PERÍODO EXTRAFÍSICO DA CONSCIÊNCIA

262. Autoconsciência Extrafísica

263. Escala da Lucidez da Consciência Projetada

264. Lucidez Consciencial e Tempo Sentido

265.

266. 267. Técnica da Expansão da Consciência Projetada

268. Orientação da Consciência Projetada

269. Ambientes Extrafísicos

270. Dimensão Extrafísica Troposférica

271. Comunidades Extrafísicas

272. Dimensão Extrafísica Propriamente Dita

273. Dimensão Mentalsomática

Iluminação do Ambiente Extrafísico

Técnica da Identificação do Veículo de Manifestação

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479

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Conteúdo - Projeciologia

XI

274.

275.

276.

277.

278.

279.

280.

281.

282.

283.

284.

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286.

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319.

320.

321.

322.

323.

324.

325.

326.

Esfera Extrafísica de Energia Cérebro Humano Paracérebro Percepções Extrafísicas Gerais Visão Extrafísica

Atenção Extrafísica

Escala de Observação da Consciência Projetada Desempenhos da Consciência Projetada

Inabilidades

Impossibilidades Extrafísicas Energia Imanente Poderes Conscienciais

Energia Consciencial

Mobilização das Energias Conscienciais

Técnica

Técnica da Recepção de Energias Conscienciais Técnica da Absorção de Energias Extrafísicas

Exteriorização de Energias Conscienciais

Técnica

Técnica

Teoria da Assimilação Energética Simpática Abusos no Emprego das Energias Conscienciais Teática dos Morfopensenes

Paralelos entre Projeção Consciente e Morfopensenes

Técnica

Fatores Sexuais Positivos à Projeção Consciente

Fatores Sexuais Negativos à Projeção Consciente Romances Extrafísicos Congressus Subtilis Autoluminosidade Extrafísica Autopermeabilidade Extrafísica Elasticidade Extrafísica Imponderabilidade Extrafísica Inaudibilidade Extrafísica Invisibilidade Extrafísica Invulnerabilidade Extrafísica Multiplicidade Extrafísica Translocação Extrafísica

Mecanismos

Velocidade do Projetor Projetado

Técnica

Correntes Extrafísicas

Chuvas Extrafísicas Fogos Extrafísicos Emoções Extrafísicas Gerais Euforex ou Euforia Extrafísica Formas Extrafísicas da Projetora ou Projetor Projetado Trajes Extrafísicos Uniforme da Projetora ou Projetor Projetado

Autotransfiguração Extrafísica Zoantropia Mutação Extrafísica

Técnica

da

Consciência Projetada

da

da

da

Circulação Fechada

de

Energias

Exteriorização de Energias Conscienciais

Tenepes

da

Criação dos Morfopensenes

da

Translocação Extrafísica

da

Volitação Consciente

de

Energias

da

Mimetização Extrafísica

553

556

560

562

565

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567

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XIIXI

RELAÇÕES DA CONSCIÊNCIA PROJETADAConteúdo

-

Projeciologia647

327. Comunicabilidade Consciencial

328. Intervivências Conscienciais

329. Conscienciês

330. Técnica da Comunicabilidade Extrafísica

331. Captação Extrafísica

332. Idéias Originais Históricas

333. Idéias Originais Atuais

334. Idéias Extrafísicas Evitáveis

335. Alvos Mentais Projetivos

336. Técnicas para se Atingir o Alvo Mental

337. Locais Interditados

338.

339. Escala dos Contatos Extrafísicos

340. A Conscin Projetada e seu Corpo Humano

341.

342. A Consciência Projetada e os Seres Intrafísicos

343. A Consciência Projetada e os Seres Extrafísicos

344. A Consciência Projetada e Outros Seres Projetados

345. Desaparecimentos Extrafísicos

346.

347. Técnica do Heterodespertamento Extrafísico

348. Seres Inabordáveis

349.

350. Acoplamentos Áuricos

351. Amparadores Extrafísicos

352. Projeção Consciente e a Evocação

353.

354. Evocações Inconscientes

355. Manifestações Extrafísicas

356. Manifestações Físicas do Projetor-comunicante ou da Projetora-comunicante

357.

358. Técnica da Comunicação Intervivos

359. Aparição Intervivos

360.

361. Ataques Extrafísicos ao Projetor ou Projetora

362. Técnicas Autodefensivas

363. Assediadores Extrafísicos

364. Projeção Consciencial Possessiva

365.

366.

367.

368.

369.

370. Agenda Extrafísica

de

Idéias Originais

Técnica da Produção da Telecinesia Extrafísica

Técnica da Autobilocação Consciencial

Técnica das Abordagens Extrafísicas

Técnica do Autotoque Extrafísico-físico

Técnica da Evocação Consciente

do

Projetor-sensitivo ou da Projetora-sensitiva

Técnica da Energização a Três

Reações das Conscins à Aparição do Projetor ou Projetora

do Projetor ou Projetora

Projeção Consciencial Desassediadora

Técnica

da

Projeção Desassediadora

Projeção Consciencial Assistencial

O Projetor

da

Técnica

ou

a Projetora e os Dessomantes

Projeção Consciencial Prolongada

647

648

649

652

652

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694

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700

701

703

706

714

716

719

723

727

729

730

XII371.

FASERetornoDAà BaseINTERIORIZAÇÃOFísica

DA

CONSCIÊNCIA

733733

372.

Interiorização da Conscin Projetada

734

373.

Semidescoincidência dos Veículos de Manifestação

736

Interiorização da Conscin Projetada 734 373. Semidescoincidência dos Veículos de Manifestação 736

Conteúdo - Projeciologia

XIII

374. Pós-interiorização

375. Repercussões Psicofísicas

376. Repercussões Extrafísicas Durante a Projeção Consciencial

377. Repercussões Físicas Durante a Projeção Consciencial

378. Autotelecinesia

379. Sons Intracranianos

380. Hipnopompia

381. Despertamento Físico

382.

383. Banho Energético Pós-projetivo

384. Estado da Descoincidência Vígil

na

Interiorização

Técnica do Despertamento Físico

XIII VIGÍLIA FÍSICA POSTERIOR

385. Mente Física

386. Rememoração da Projeção Consciencial

387. Rememoração Fragmentária

388. Rememoração em Bloco

389. Fatores Positivos à Rememoração da Projeção Consciencial

390. Fatores Negativos à Rememoração da Projeção Consciencial

391. Técnicas da Rememoração dos Eventos Extrafísicos

392.

393. Memória Quádrupla

394. Horário Final do Experimento Projetivo

395. Condições Meteorológicas Depois da Projeção Consciente

396.

397. Estado Conscienciológico Depois da Projeção Consciente

398. Estado Fisiológico Depois da Projeção Consciente

399. Período da Perda da Vigília Física

400. Posição Física Depois

401. Condições do Corpo Humano Depois da Projeção Consciente

402. Projeciografia

403. Registro Final da Projeção Consciente

404. Diário do Projetor ou Projetora

405. Fichas Técnicas

406. Confirmações Posteriores

407. Fatores Negativos às Confirmações Posteriores

408. Análise das Parapercepções do Projetor ou Projetora

às

Técnica da Rememoração Fragmentária

Duração da Projeção Consciente

da

Projeção Consciente

do Diário do Projetor ou Projetora

Projeções Conscienciais Lúcidas

XIV O PROJETOR E AS PROJEÇÕES

409. Tipos de Projetor e Projetora

410.

411. Técnicas do Desenvolvimento do Projetor

412. Recesso Projetivo

413. Questionário Projetivo

414. ou

415.

416. Parapsiquismo

417. Paralelos entre Sensitivo

418. Paralelos entre Projeção Consciente e Transe Parapsíquico

419. Parapsiquismo e Projeção Consciente

Projetoras ou Projetores Deslumbrados

O Projetor

Animismo

Projetora Ideal

ou

Projetora

ou Sensitiva e Projetor ou

Projetora

737

738

739

740

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XIV420. Classificação Geral das Projeções Conscienciais

Conteúdo

- Projeciologia807

421.

Categorias Básicas de Projeção Consciente

809

422.

Binômio Lucidez Extrafísica-Rememoração Posterior

810

423.

Primeira Projeção Consciente

812

424.

Projeção Consciencial Dupla

814

425.

Projeção Consciencial Educativa

816

426.

Teoria dos Cursos Intermissivos

817

427.

Projeção Consciencial Natural

821

428.

Projeção Consciencial Lúcida Forçada

822

429.

Paralelos entre Projeção Consciencial Natural e Forçada

823

430.

Projeção-fuga

823

431.

Projeção Consciencial Instantânea

824

432.

Projeção Consciencial do Duplo Composto

825

433.

Projeção Consciencial, Semiconsciente, Regressiva, Pós-natal

827

434.

Projeção Consciencial Sonora

828

435.

Projeção Visual Extrafísica

830

436.

Projeções Conscientes Conjuntas

830

437.

Paralelos entre Projeção Consciencial pelo Mentalsoma e pelo Psicossoma

834

438.

Projeções Conscienciais Lúcidas Seriadas

835

439.

Consciência Projetada e o Tempo Cronológico

837

440.

Eventos Extrafísicos

841

441.

Eventos Extrafísicos Marcantes

841

442.

Traumas Extrafísicos

842

443.

Fatores Positivos à Projeção Consciente

844

444.

Utilidades Pessoais

da

Projeção Consciente

847

445.

Reciclagem Existencial Projetiva

849

446.

Utilidades Públicas da Projeção Consciente

851

447.

Fatores Negativos à Projeção Consciente

853

448.

Projeção Consciente e o Medo

855

449.

Agentes Inibidores Relativos das Projeções Conscienciais Lúcidas

859

450.

Malefícios da Projeção Consciente

860

XV RELAÇÕES DA PROJEÇÃO CONSCIENTE

863

451. Projeção Consciente e os Acidentes

863

452. Projeção Consciente e as Crianças

864

453. Projeção Consciente e os Animais Subumanos

865

454. Projeção Consciente e as Uniões Interpessoais

865

455. Projeção Consciente e o Parto

867

456. Projeção Consciente e a Ereção

870

457. Projeção Consciente e a Cegueira

871

458. Projeção Consciente e as Dores Físicas

872

459. Projeção Consciente, Coração e a Freqüência Cardíaca

873

460. Projeção Consciente e as Doenças

875

461. Projeção Consciente e a Psicopatologia

876

462. Projeção Consciente, Cirurgia e os Anestésicos

879

463. Projeção Consciente e a Paracirurgia

881

464. Projeção Consciente e a Pessoa Mutilada

884

465. Projeção Consciente e os Hemiplégicos

887

466. Projeção Consciente e as Drogas

887

467. Paralelos entre as Drogas e a Hipnose

892

468. Projeção Consciente e o Contágio Psicológico

893

887 467. Paralelos entre as Drogas e a Hipnose 892 468. Projeção Consciente e o Contágio

Conteúdo - Projeciologia

XV

469.

470.

471.

472.

473.

474.

475.

476.

477.

478.

479.

480.

481.

482.

483.

484.

485.

486.

487.

488.

489.

490.

491.

492.

493.

494.

Projeção Consciente e o Humor Projeção Consciente e a Ioga Projeção Consciente nas Instituições Totais Projeção Consciente e o Movimento Pessoal Projeção Consciente e os Esportes Projeção Consciente e a Guerra Projeção Consciente, Espionagem e os Negócios Projeção Consciente e a Arte em Geral Projeção Consciente e a Música Extrafísica Projeção Consciente e o Teatro Projeção Consciente e a Arte Cinematográfica Projeção Consciente e a Nafologia Projeção Consciente e o Fenômeno Theta

Projeção Consciente e as Vidas Intrafísicas Sucessivas Séries Existenciais

Projeção

Estado da Autoconsciência Contínua Escala do Estado da Autoconsciência Contínua Consciência Livre Autodessoma Parada Cardíaca Voluntária Autocombustão Voluntária Fixador Psicofisiológico Localizações Conscienciais Deslocamentos Conscienciais Nomadismo Consciencial

de

Autoconsciência Contínua

XVIABORDAGENS CIENTÍFICAS

495. Experimentos das Projeções Conscientes em Laboratório

496. Sete Minutos na Eternidade

497. Padrões de Ondas Cerebrais

498. Identificação Extrafísica de Pessoas Vígeis

499. Visão Fora do Corpo Humano

500. Experimento do Vôo pela Vontade

501. 502. Efeitos Cinéticos da Consciência Projetada

503.

504. Experimentos Individuais com as Projeções Conscientes

505. Pesquisas Projetivas de Opinião Pública

506. Casos de Projeções Conscientes

507. Instrumentos Laboratoriais na Projeciologia

508. Projetos Experimentais

509. Hipóteses Gerais em Projeciologia

510. 511. Hipótese do Corpo Objetivo

512. Projeção Consciente e o Inconsciente

513. Teoria Psicológica

Hipótese do Corpo Imaginário

Animais-detectores da Consciência Projetada

Fisiologia do Estado Projetivo

514. 515. Teoria do Ensaio

516. Hipóteses de Trabalho

517. Modelo da Série Harmônica

Teoria da Informação

da

Morte Biológica

895

896

897

900

900

901

903

905

907

908

908

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911

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923

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944

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932 933 935 936 938 942 944 944 947 950 951 952 953 955 956 957

XVI

Conteúdo - Projeciologia

XVII CARTAS ABERTAS

988

518. Aos Leitores e Leitoras em Geral

988

519. Aos Céticos Quanto às Projeções da Consciência

990

520. Aos Aprioristas

991

521. Aos Parapsicólogos

993

522. Aos Projetores e Projetoras

994

XVIII BIBLIOGRAFIA INTERNACIONAL DA PROJECIOLOGIA

997

523. Esclarecimentos

997

524. Assuntos Complementares

1004

525. Bibliografia Internacional da Projeciologia

1007

Obras do Mesmo Autor

1096

Glossário da Projeciologia

1098

Abreviaturas, Abreviações, Siglas e Símbolos

1113

Índice das Ilustrações

1118

Índice Onomástico

1153

Índice Geográfico

1163

Índice Remissivo

1166

das Ilustrações 1118 Índice Onomástico 1153 Índice Geográfico 1163 Índice Remissivo 1166

Introdução - Projeciologia

1

INT RO DUÇ ÃO

Informações. Este trabalho estritamente técnico objetiva a pesquisa de assunto sério, espe cializado, proposto e definido pelo título e o subtítulo, com a finalidade de compartilhar informa ções com a comunidade científica e o público em geral. Aviso. Sendo prático, nesta época tecnocêntrica, este autor deixa, neste início, a quem pre

tenda alcançar através da consulta a estas páginas, outro objetivo diferente do estudo frio e deta

de distração, frivolidade ou so

mente amenidades o aviso de encerrar o seu esforço neste primeiro tópico. Assim, não valerá

a pena, sendo melhor não prosseguir em sua leitura, fechar o volume, devolvê-lo à biblioteca

lhista desta proposição seja buscando aqui passatempo, leitura

e esquecê-lo para não ficar decepcionado, não perder tempo e nem despender energia consciencial inutilmente.

soma relativamente pequena de conhecimento organizado que

já possuímos sobre as projeções da consciência a partir

gru

pal dos temas, conforme as suas complexidades e ramificações, em um quadro tão completo quan

to as circunstâncias o permitiram.

Panorama. Esta é uma tentativa de descortinar, sob todos os aspectos, de modo amplo e in

o panorama da Projeciologia

atual e seus problemas secundários, ligados ao assunto principal, que abrangem extenso campo de

investigação, e apresentam, inclusive, centenas de procedimentos funcionais e úteis, nas variadas etapas das pesquisas e dos exercícios conscienciais projetivos. Fontes. O maciço levantamento dos dados díspares, discordantes e concordantes, aqui reu

nidos, foram rastreados e obtidos através

tegrativo, o mapeamento global relativo à temática proposta,

lo que pareceu importante para o entendimento e a experimentação individual, laboratorial

corpo humano, este livro enfeixa aqui

Experimentação. Apesar

da

do

ou

ou

de 8 fontes ou correntes de informações:

1. Projeções. Projeções conscienciais, espontâneas e provocadas, de todos os tipos, experi

mentadas por este autor, a partir de 1941, desde os seus 9 anos de idade física, em um total de

mais de 1.100 projeções lúcidas auto-analisadas até março

Subvenções. Tal análise foi feita na condição de pesquisador teórico e prático (teático), in

teiramente independente, desembaraçado e livre, que nunca foi favorecido por subvenções oficiais

de

qualquer natureza, sejam municipais, estaduais, nacionais (federais) ou internacionais. Contas. Por isso, também, este autor não precisa e nem se vê obrigado a prestar contas deste

trabalho a pessoas físicas nem a pessoas jurídicas, condição que não tem significado isolamento

nas pesquisas nem falta de atualização técnica (small science) e sim ampla liberdade pessoal que, segundo as suas retrocognições, jamais ocorrera em sua holobiografia.

idéias e experiências, em análises das mesas-redondas de deba

tes, perguntas e respostas em reuniões quinzenais com a equipe especializada, não-profissional

de projetores conscientes do Centro da Consciência Contínua (já extinto), na cidade do Rio de

Janeiro, RJ, Brasil, e o público em geral, em reuniões mensais na cidade de São Paulo, SP, Brasil, em Ribeirão Preto, SP, Brasil, e outras localidades.

Comunicações. Comunicações pessoais, cartas, teses, E-mails e relatórios recebidos com

monografias, descrições e respostas a questionários minuciosos sobre o assunto das projeções

conscientes, fornecidos por centenas de projetores(as) conscienciais lúcidos de todos os níveis

e procedências, conservados em arquivo, inclusive, presentemente, no Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC).

Conscins. Entrevistas diretas com projetoras e projetores conscientes, consciências intra

físicas (conscins) visitadas e visitantes, com domicílios próximos e remotos aos trabalhos desen

volvidos a partir da cidade do

expressão

de

1985.

de

2.

Debates. Somatórios de

3.

4.

Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

desen volvidos a partir da cidade do expressão de 1985. de 2. Debates. Somatórios de 3.

2

Introdução

- Projeciologia

5. Consciexes. Contatos extrafísicos diretos com personalidades (consciexes) de ex-proje

assunto hoje componentes

das Sociexes, no período

de

suas obras, livros novos ou,

critos ou

humanas (seriéxis).

Encontros. Encontros pessoais repetidos e pesquisas parapsíquicas, de campo, no Brasil

e no Exterior, especialmente nos Estados Unidos da América e em países da Europa, com perso

nalidades, pesquisadores, editores e dirigentes

bliotecas particulares, bibliotecas públicas universitárias e institucionais.

Consultas. Consultas a obras técnicas, trabalhos eruditos (papers), enciclopédias, dicio

nários, antologias, tratados, manuais, biografias, revistas (Journals), diários (newspapers), perió

dicos, informes, relatórios, comunicações, teses, atas e documentos em geral, de autores radicados em diversos países, conforme o acervo constituído e listado na Bibliografia Internacional sobre

a Projeciologia, na parte final deste volume.

Acréscimos. Subsídios, revisões e acréscimos feitos no texto da primeira edição deste li

vro em relação a esta, correspondentes a mais 40% (quarenta por cento) do material de modo geral.

CEAEC. Cerca de 92% dos títulos desta Bibliografia Internacional estão hoje, 2008, fazen

Altos Estudos da Consciencio

de

52

bibliográficas do público interessado

mil volumes ou itens sobre estes assuntos especializados à disposição das consultas e pesquisas

logia (CEAEC), em Foz do Iguaçu, PR, Brasil, juntamente com um total, atualmente, de mais

do parte do acervo de artefatos do saber da Holoteca do Centro de

tores(as) conscienciais lúcidos humanos, autores(as) e leitores(as)

do

da intermissão através de evocações diretas, e, mais intensamente, de

maneira mais freqüente, exemplares usados, de segunda mão, es

evocações espontâneas, indiretas, feitas pelo rapport na convivência alcançada pela pesquisa

de

6.

7.

apenas lidos e manuseados pessoalmente por eles, antes, em suas derradeiras existências

de instituições, laboratórios, estúdios, livrarias, bi

8.

do

Brasil e do Exterior.

Finalidades. O livro organiza-se objetivando 6 finalidades evidentes:

1.

2.

Guia. Funcionar como guia introdutório para o leitor não-familiarizado com o assunto.

Sistematização. Colaborar na sistematização dos achados técnicos no campo experimen

tal e fornecer alguma orientação para quem se disponha a produzir a projeção consciencial lúcida pela primeira vez sem maiores preconceitos e neofobias.

Respostas. Responder, dentro das possibilidades do momento, às indagações daqueles

que já experimentaram o estado

área em conhecimentos correlatos e aplicações eficientes.

Pesquisas. Propor novas questões, ainda sem respostas, para trabalhos posteriores, pes

quisas teóricas e experimentais (técnicas), podendo contribuir para uma desejável aproximação

entre especialistas até agora trabalhando independentemente e de modo isolado, aqueles pesquisa dores(as) que prosseguem na ignorância dos esforços de outros pesquisadores.

Subsídios. Prestar auxílio, oferecer subsídios e sugestões aos estudiosos, professores

e acadêmicos das Faculdades

Investigações Científicas

da Consciência (Conscienciologia) e às atuais 17 Unidades do IIPC, apesar da inconveniência

inevitável deste levantamento ser intencionalmente massudo demais. Por exemplo: este livro (ca

lhamaço) não é apropriado para ser lido com o leitor(a) deitado na cama.

Bibliopolas. Cooperar através da bibliografia com bibliófilos, bibliotecários, edito

res, livreiros, impressores, enciclopedistas, ciberneticistas, informatas e até mercadores de livros

internacionais de

Ampliação. Neste particular é recomendável consultar a Bibliografia Internacional mais

atual (1994) e ampliada

20 idiomas, procedentes de 37 países diferentes,

onde se incluem também os livros listados neste volume. Fenomenologia. Neste livro, este autor aceita como válida a hipótese do corpo objetivo,

Conscienciologia , composta com 5.116

títulos, de edições publicadas originariamente em

3.

4.

5.

da

consciência projetada com lucidez e desejam evoluir nessa

de

Parapsicologia, Centros de Psicologia Transpessoal, instituições

de

dedicadas às pesquisas dos sonhos lúcidos, notadamente aos Centros

6.

todas as naturezas e procedências (bibliopolas).

do livro 700 Experimentos da

e, através de toda a visão panorâmica da Projeciologia, procura demonstrar aqui, ser a mesma

a mais adequada para explicar uma série maior

fenômenos conscienciais (fenomenologia) tidos

de

aqui, ser a mesma a mais adequada para explicar uma série maior fenômenos conscienciais (fenomenologia) tidos

Introdução - Projeciologia

3

na atualidade dentro da condição de parapsíquicos. Talvez seja este o ponto crucial (crux) deste

volume. Hipótese. Desenvolvendo esta hipótese de pesquisa, são expostos os fatos coadjuvantes

e confluentes que vêm trazer a convergência de evidências calcadas não só por observações e ex

perimentos pessoais, mas também nos trabalhos dos projetores(as) conscientes, pesquisadores(as), pesquisadores-projetores(as) e autores(as) internacionais, radicados tanto no Mundo Ocidental

Oriente

com as pesquisas

Modelo. Como corolário, foi possível salientar as imediatas conseqüências práticas dessas

evidências e seus efeitos produzidos pela e sobre a consciência intrafísica (homem e mulher), seja agora e, a longo prazo, no futuro, apresentando, por fim, um modelo teorético factual. Leitor. Respeitando o leitor(a) exigente quanto à qualidade e eqüanimidade, que não deve ser subestimado, e que está sempre atento a qualquer derrapagem conscienciológica indicativa de

falta de

quisas apartidárias, não facciosas

Evitações. Este autor evitou tomar liberdades indevidas com uma religião, grupo, corpora

ção, indivíduo, linguagem ou linha

do

várias

sem esconder fatos, enfrentando até mesmo aqueles mais embaraçosos, contudo mantendo uma

com as pesquisas do mundo externo ao ser humano, o macrocosmo; quanto nos países

do

do

mundo íntimo, o microcosmo ou o microuniverso da consciência.

equilíbrio, discernimento, precisão

ou

sensibilidade, houve interesse aqui de se fazer pes

ou

distantes do alinhamento automático.

de

preconceitos, buscando abranger todo o universo pesquisa

as

posição independente. Para isso, foi feita ampla exposição do tema básico e apontadas opiniões existentes, concordantes e discordantes sobre o mesmo.

Condições. Buscou, ainda, este autor, agir com a eficiência que foi possível e relatar com fi

de

dedignidade, inclusive selecionando as fontes citadas, sempre preocupado com a real maneira

ver a verdade relativa e de como descrevê-la claramente, separando a condição de pesquisador da

condição de participante

Tratamento. Foi evitado fazer o chamado jornalismo opinativo, buscando o mais possível

de

determinado evento ou experimento.

ou

dar aos temas o tratamento científico diferenciado,

te aberta e sem ingenuidade, mas empregando toda a acuidade consciencial possível.

seja, sem preconceitos, empregando a men

da

posição em manter

Coerência. Eis duas demonstrações coerentes do esforço na procura

a condição honesta, isenta e eqüitativa:

1. Distinção. A distinção clara estabelecida entre informação, opinião e experiência pes

soal, de acordo com o assunto específico.

Universalismo. O fornecimento da Bibliografia Internacional da Projeciologia minu

ciosa, inteiramente democrática e universalista, para o leitor pesquisar por si e ter a sua própria opinião, plenamente independente da opinião deste autor.

2.

Aperfeiçoamento. Este livro, do tipo faça-você-mesmo , também sugere idéias, conceitos

e aberturas nos finais

se quiser, pode julgar por si mesmo, desenvolver, aperfeiçoar e adaptar aos seus problemas e hi

póteses de pesquisas pessoais. Opinião. Assim, oferece ao leitor(a) a oportunidade de formar a sua própria opinião sobre

o tema centrado em cada capítulo sob análise. Volume. Afora as dezenas de hipóteses de pesquisas sugeridas em todo o texto, existe capí

tulo que, sozinho, pode ser explorado, desenvolvido e ampliado tecnicamente para compor todo

um volume, já dispondo

bre o assunto em foco, ponto

bibliografia especializada e diversos outros componentes técnicos so

pensamento, que o próprio leitor(a),

de tópicos, sobre múltiplos campos de

de

de

partida para pesquisas ulteriores.

Estudante. A intencionalidade predominante aqui é que o estudante principiante da proje ção consciente (inversor, inversora, reciclante existencial) tenha o seu pensamento elucidado

e a sua vida pessoal enriquecida pelas informações deste livro.

Informador. Como se observa nos primeiros tópicos desta introdução, este autor não tem

na qualidade de informador a intenção de

guém. Excetuando idéias e hipóteses de pesquisa, nada tem para vender.

impor, convencer ou converter emocionalmente al

guém. Excetuando idéias e hipóteses de pesquisa, nada tem para vender. impor, convencer ou converter emocionalmente

4

Introdução

- Projeciologia

Racionalidade. Por outro lado, procurando defender permanentemente, com veemência,

que o texto esteja sempre de algum modo

anti-séptico, totalmente isento, ou seja: política, moral ou socialmente neutro.

Pré-serenão. O autor é humano, pré-serenão e não Homo sapiens serenissimus. Neste texto,

possíveis idéias

preconcebidas pessoais (apriorismos), remptoriedade).

Intenção. Fica evidente que se isso, por deficiência de expressão, aconteceu em algum tre cho, a intenção que presidiu toda a construção desta perspectiva unificada não foi essa. Valores. Aqui se procurou eliminar ao máximo os valores extracientíficos da atividade cien tífica. Discussão. Claro está que a Projeciologia constitui tema aberto à discussão construtiva. Proposição. A proposição deste livro foi elaborada ao longo de 19 anos (1966-1985) de es

tudos especializados, através dos quais todo o esforço pessoal foi concentrado no sentido de

cionalizar, o mais possível, os fenômenos da Projeciologia, reunindo ao máximo as definições, ex

pressões equivalentes, hipóteses, teorias, paradigmas e classificações existentes, através de expe

riências pessoais e alheias, relatos em geral e obras passíveis

afirmar sobre qualquer coisa dogmaticamente (pe

a

análise racional científica, não conserva a ilusão

de

fez tudo o que pôde para expurgar a influência da elaboração subconsciente

ou

de

ra

de

consulta.

Idéias. Este autor mais uma vez sugere a plausibilidade deste conjunto de idéias, reafirman do as suas premissas básicas, agora, depois de mais de 33 anos (1966-1999) de investigações full time, reconhecendo ser o mesmo discutível, e sempre admitindo plenamente o direito de qualquer pessoa não aceitá-lo.

Complexidade. Cada conscin é extremamente complexa, com experiências individuais mul tiformes e oportunidades evolutivas díspares.

Balanço. O que se buscou aqui, com especial afinco, foi o balanço justo e equilibrado do

do estudo, do cotejo (con

fronto

pensamento universal, de consenso, em relação aos temas, por meio

de pensenes) e do contraste de idéias.

Continuidade. A acumulação de conhecimentos constitui processo contínuo. Questões. Novas informações geram novas questões. Descobertas. Hoje, nesta Era da Aceleração da História Humana, novas descobertas suce

dem outras descobertas recentes, com velocidade sem precedentes, em um volume, uma intensida

de e um acúmulo torrencial além de nosso controle e possibilidade de acompanhamento.

informações científicas que cada especialista deve dominar

é tão vasto que para tanto, além de ser insuficiente o período de aprendizagem, pode acontecer

tornar-se curta toda uma vida intrafísica (lifetime).

Ignorância. Por isso, quanto mais alguém sabe, maior se apresenta o seu nível de ignorân

Especialização. O oceano

de

Um

recurso usado aqui é o cosmograma.

cia, pois as questões aumentam mais depressa do que o montante das informações processadas

e acumuladas. Neste particular, o número das questões será sempre maior do que o número das

respostas. Verdade. Em seu presente nível de ignorância alfabetizada, obviamente, este autor não pre

tende oferecer palavras finais nem afirmações definitivas, ou a verdade final, nem a verdade abso

luta, nem toda a verdade e muito menos a verdade a respeito

Procura. Subordina-se este autor tão-somente ao objetivo da Ciência que não é o ato de en

contrar a verdade, mas, simplesmente, como obrigação, o ato de procurar a verdade, ainda que

serem analisadas, debatidas

e refutadas. Multidisciplinaridade. Sempre que possível, os problemas da Projeciologia foram considerados sob vários pontos de vista, de modo multidisciplinar (interdisciplinar, transdisciplinar), ou seja: univer salista. Inclusive com os aspectos de menor importância relacionados ao assunto em pauta, mantendo, entretanto, uma aproximação científica através da estrita observância ao exame cuidadoso e à pesquisa permanente, consoante a linguagem corrente nestas vésperasdo Século XXI. Áreas. Surpreende a variedade dos campos que a projeção consciente abrange.

seja parcial e temporária, e difundi-la em forma de hipóteses a fim

de

tudo.

de

que a projeção consciente abrange. seja parcial e temporária, e difundi-la em forma de hipóteses a

Introdução - Projeciologia

5

Fatos. Aqui se procurou enfatizar os fatos, as observações e as pesquisas corretas, isolando

reli

giosas. Banco. Após constituir um banco de dados exaustivo, generalista e poliglota sobre a Proje ciologia, procurou-se tirar sentido desses dados, rearrumar, desembaralhar e organizar todo

o material em várias categorias, pinçando nele inter-relações, configurações, padrões e conver

gências de abordagens diferentes,

outra forma, permaneceriam obscuras.

Abrangência. O estudo aprofundado das projeções conscienciais, neste livro, foi elaborado

com o sentido de ser o mais abrangente possível, a fim de esclarecer e ajudar a estruturar dados de

outra maneira aparentemente sem relação entre si.

Auto-suficiência. A reunião de todo o material em 1 volume, inclusive com a Bibliografia

Internacional, objetivou apresentar o contexto monobloco e auto-suficiente.

Prioridades. Primeiramente foi classificada a ordem de prioridades dos assuntos no caso, os capítulos a fim de que a picotagem dos detalhes viesse a diminuir a complexidade do modelo estrutural. Abordagem. A abordagem científica, aqui, fundamenta-se no assentamento formal de 14 as pectos relativos a cada fenômeno parapsíquico do campo projeciológico, analisado de per si, em capítulo-ensaio separado:

Projeciologia em um texto inteiriço, maciço,

de modo que se tornaram claras algumas implicações que, de

ou pondo sempre em plano secundário, propositadamente, as teorias filosóficas, teológicas

ou

da

01. Definição (ou definições).

02. Sinonímia (terminologia, nomenclatura).

03. Descrição (relato, minudências, casuística).

04. Causas (intrafísicas somáticas, extrafísicas holossomáticas).

05. Efeitos (conseqüências, derivações, resultados).

06. Mecanismos (fisiologia, parafisiologia).

07. Características (especificações particulares).

08. Tipos (categorias, espécies).

09. Classificação racional (sistematização, codificação, decodificação).

10. Enumerações (listagens da enumerologia).

11. Correlações (associações de idéias, visão de conjunto da holomaturidade).

12. 13. Escalas técnicas (natural, lógica, cronológica, alfabética ou outra).

14. Bibliografia específica adstrita à Bibliografia Internacional (exaustiva).

Paralelos (confrontos, cotejos, contrastes).

Critério. O critério expositivo, em linguagem sintética, sem cair na hipersimplificação ou na supergeneralização, tenciona esclarecer, de modo preciso, os ângulos menores e maiores dos fe

nômenos, calcado

de caracteres semelhantes. Disparidades. Além disso, foram ressaltadas as disparidades e discordâncias nos temas con flitantes. Inevitavelmente, alguns assuntos se sobrepõem.

Remissões. O Índice Remissivo de Assuntos, mais exaustivo, permite a consulta rápida a temas específicos.

Texto. O texto extenso e inquisitivo, exigência do entrosamento das abordagens, foi conser

menos

valia tivesse maior desenvolvimento

Seções. O texto específico da Projeciologia está constituído por 18 Seções ou minilivros intituladas e numeradas em algarismos romanos, enfeixando temas afins. Capítulos. As Seções dividem os 525 capítulos, ensaios ou apostilas definidoras dos assuntos, intitulados e numerados em algarismos arábicos, compostos por milhares de tópicos limitados, encabeçados cada qual por um título-síntese, iguais aos desta página, próprios para enriquecer o banco de dados constituído segundo o programa do computador.

normas definidas nos múltiplos processos técnicos, em confrontos possíveis

em

vado uniforme para ser mais fácil à leitura e, ao mesmo tempo, impedir que um assunto

do

que outro mais importante.

de

vado uniforme para ser mais fácil à leitura e, ao mesmo tempo, impedir que um assunto

6

Introdução

- Projeciologia

Fases. As Seções, os capítulos e os tópicos se desenvolvem em coerência com as fases se qüenciais, cronológicas, de uma suposta projeção consciente humana completa.

mais de 3.300 termos

e expressões diferentes, o que, por si, compõe um pequeno dicionário da Projeciologia embutido

no texto, além e independentemente dos diversos Índices e do Glossário da Projeciologia.

Totais. Eis, como exemplo, 3 totais obtidos através das pesquisas teóricas e práticas, pes

soais,

1. Relações. Cinqüenta e cinco capítulos-ensaios relacionam a Projeciologia e as projeções

conscientes diretamente com assuntos fundamentais para a consciência humana.

Energias. Quarenta e quatro capítulos abordam as manifestações energéticas conscien

Dicionário. As definições e as sinonímias formam um conjunto

de

2.

laboratório, grupais e bibliográficas:

de

ciais. 3. Técnicas. Sessenta e seis capítulos versam exclusivamente sobre técnicas projetivas. Significação. O conjunto de mais de 300 definições operacionais formuladas, primeiro tópico dos capítulos passíveis de comportar definições, reafirmam o intuito de expressar, o mais aproximadamente possível, a exata significação da idéia analisada no contexto geral.

Didática. Sabemos que não existem duas definições perfeitas para uma realidade ou coisa. No entanto, todas as definições que se mostraram pouco equivalentes entre si foram acrescentadas para fins didáticos de consulta. Uniformização. O conjunto de mais de 300 sinonímias listadas, segundo tópico dos capítu

os conceitos equivalentes ou ter

mos intercambiáveis encontrados na extensa bibliografia projeciológica, com diferenças apenas de rótulo e não quanto à essência, existentes nas diversas linhas do pensamento humano quanto às matérias focalizadas.

Terminologias. Tais expressões, englobando terminologias técnicas e denominações vulga res, muitas consideradas desnecessárias e indesejáveis, podem ter graduações diferentes de acep

ções e significados para pessoas de diferentes formações culturais, optando-se pelo uso das deno

minações menos impróprias,

sões, desinformações ou mal-entendidos.

Projeciologia para uso particular dos pesquisadores

do Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) objetivando justamente al cançar a uniformidade no emprego das expressões menos incorretas.

Resumo. As sinonímias visam também esclarecer melhor o tema abordado e a ampliar

o universo de sua definição através de

cer o resumo do assunto até o presente. Padrões. A sinonímia extensa, por si só, evidencia os padrões iniciais da ocorrência feno mênica. Somente uma das sinonímias relaciona 184 expressões.

Referências. O total de mais de 400 listagens de referências bibliográficas projeciológicas sobre temas específicos, que encerram outros tantos capítulos, entrosadas com a lista geral inserida na parte fi nal do volume, indicam apenas o primeiro autor e a primeira página do assunto em foco. Citações. Essas bibliografias exaustivas oferecem citações precisas e alcançam um total de 5.388 referências. Traduções. Uma das finalidades da indicação do número de capítulos na bibliografia

é o confronto entre

Seletividade. Cada Bibliografia Específica, subordinada ao tema em foco, é seletiva, ou se ja: adstrita exclusivamente às obras que compõem a Bibliografia Internacional da Projeciologia.

Evidências. As Bibliografias Projeciológicas longas ressaltam a popularidade de certos temas, porém, por si funcionam como fatores ponderáveis de convergência de evidências experimentais

e observacionais para dezenas de fenômenos parapsíquicos, e a obtenção do mais amplo consenso

possível sobre o tema, através da similitude dos testemunhos fornecidos pelas obras indicadas (associa ção de idéias, visão de conjunto, juntar as pontas, técnica do cosmograma).

Bibliografias Projeciológicas, ao

fim de determinados capítulos, dizem respeito exclusivamente ao tema daquele capítulo, não

derivações, significações e enfoques novos, além de ofere

universalmente mais aceitas, a fim de se evitar entropias, confu

los que apresentam definições, propõem uniformizar ao máximo

ou

Tesauro. Já dispomos do Tesauro

da

os

originais e as traduções, e entre uma tradução com outras.

Específicas. As Bibliografias Específicas, listadas junto

às

e as traduções, e entre uma tradução com outras. Específicas. As Bibliografias Específicas, listadas junto às

Introdução - Projeciologia

7

apresentando relação com outros capítulos nem tampouco referentemente à Bibliografia Interna

cional da Projeciologia. Estas Bibliografias Específicas, que enriquecem o nível cultural deste

livro, alcançam um total de algumas dezenas

Obras. Apenas uma das listagens bibliográficas relaciona 118 obras, ou 6,18% do índice to tal dos trabalhos projeciológicos originalmente citados.

Concentração. A intenção foi colocar juntas, aqui, as informações que importam dos recor tes, relatos escritos, livros, revistas, jornais, fichas, banco de idéias, disquetes, CD-ROMs, biblio teca, arquivos e outros artefatos do saber, com a concentração máxima de dados, idéias, fatos

seja: este vo

lume. Se a pretensão não foi completamente alcançada e plasmada na prática, fica pelo menos re

gistrada a intencionalidade do esforço que a gerou. Confirmações. Algumas Bibliografias Específicas trazem um número da ordem bibliográfi

ca internacional grifado, em itálico, indicando a melhor obra sobre aquele assunto conforme

o consenso das opiniões correntes e as citações mais freqüentes encontradas a nível internacional.

Convergência. A maioria dos capítulos que apresentam Bibliografia Projeciológica redu

zida constitui o resultado de experiências diretas e observações pessoais deste autor, estando

outros projetores(as) conscienciais,

a fim de alcançar a convergência de indícios através da universalidade dos testemunhos ou

relatos pessoais.

Flexibilidade. Diversos procedimentos tornaram o texto adaptável a diferentes finalidades. Os capítulos podem ser vistos fora de ordem e muitos podem ser inteiramente omitidos sem se perder a visão conjunta da panorâmica técnica. Esta flexibilidade quanto ao material foi criada in tencionalmente.

capítulos com bibliografia reduzi

ainda à espera de confirmações das experimentações de

e experiências agrupados em um único objeto portátil, na mínima forma possível,

de

obras.

ou

Busca. Poder-se-ia ter excluído

do presente livro todos os

da, que podem ser considerados como excessivas especulações ou matérias obnóxias por parte de alguns leitores(as). Se você é um desses, deve simplesmente passar por cima dos capítulos refe ridos.

Conhecimento. No entanto, o critério aqui apoia-se no princípio de que a especulação téc

nica responsável é algo

investigação, inclusi

ve no âmbito da Ciência pura, sendo melhor ter o conhecimento do que ignorá-lo.

Neofilia. É muito mais inteligente procurarmos incansavelmente a verdade relativa de ponta

do que permanecermos indiferentes,

braços cruzados ou sonegando informações, hipóteses

sugestões às mentes abertas (neofílicas). Esses tais capítulos aí permanecem justamente à espera

matérias

expostas.

Páginas. A Bibliografia Internacional foi composta somente com obras que abordam sempre

o assunto experiência consciencial fora

Temas. Por outro lado, cada livro da Bibliografia Específica de cada capítulo, também fa

zendo sempre parte integrante

as páginas

Bibliografia Internacional, traz como conseqüência o fato de que

obra quando referidas no capítulo, evidentemente, nem sempre são as mesmas in

dicadas na Bibliografia Internacional, pois os temas podem variar.

e
de

de que sempre necessitamos em qualquer campo de

de

questionamentos, análises e pesquisas imparciais, na busca de suporte racional para

da

da

do

as

corpo humano , ainda que em uma só de suas páginas.

Datas. As datas de ressoma e dessoma (nascimento e falecimento) das personalidades referi das são dadas, quase sempre, apenas na primeira citação a fim de evitar repetições. Programa. Os primeiros esboços deste livro já vinham sendo empregados, há uma década,

à guisa

Rio de

al

fabética, a fim de dar a visão global de cada tema.

foi possível foram feitas enumerações de aspectos analíticos em ordem lógica, cronológica

Janeiro, RJ, e em São Paulo, SP, Brasil, por isso, para manter a orientação didática, onde

Programa Escolar Letivo (currículo), nas reuniões periódicas sobre Projeciologia no

de

ou

Tópicos. Os capítulos são compostos por mais de 6.500 tópicos limitados, encabeçados cada qual por um título-síntese.

Os capítulos são compostos por mais de 6.500 tópicos limitados, encabeçados cada qual por um título-síntese.

8

Introdução

- Projeciologia

Localização. A divisão do texto em tópicos, dentro de cada capítulo, embora torne penosa

um

a leitura prolongada, por fracionar os assuntos, facilita bastante a procura e localização item específico, o que é sobremodo importante em um livro massudo como este.

de

Numeração. Mais de 200 enumerações maiores contêm tópicos numerados.

Redundâncias. Há tópicos e referências redundantes com textos

de

outros capítulos, incluí

dos intencionalmente objetivando o melhor processamento das idéias no bojo deste volume avan tajado. Questionários. Este autor reitera o seu reconhecimento por aqueles correspondentes que vêm respondendo por escrito aos questionários sobre a projeção consciente, distribuídos nos últi mos tempos. Cadastro. Os dados fornecidos formam hoje inestimável cadastro, e vêm contribuindo deci sivamente para se alcançar 4 objetivos:

1. Observação. O assentamento dos pontos convergentes de observação.

2. Metodologia. O aperfeiçoamento da metodologia empregada na produção das projeções

conscienciais lúcidas.

3.

Popularização. A popularização, sem crendices nem delírios, das práticas projeciológi

cas técnicas ou em níveis racionais (teáticas).

4.

Ciência. O conseqüente desenvolvimento da Projeciologia em sua condição de Ciência,

área especializada do amplo universo da Conscienciologia.

Afirmações. O leitor(a) esclarecido há de observar com facilidade que o contexto deste li

de

experimentações exaustivas, ilações

transitórias de pesquisas em laboratório, e também as especulações esparsas vigentes, coligidas

aqui e ali, e até hoje ainda não reunidas, que buscam hipóteses de trabalho consistentes, mas neste momento sem nenhuma prova conclusiva ou assertiva que venha a compor paradigmas confiáveis

e teorias um pouco mais perduráveis. Campo. Em resumo: este volume ainda expõe o campo minado e movediço do front da pes quisa inicial crua, sujeito a surpresas e alterações sem aviso prévio. Recomendação. Ao pesquisador teórico de qualquer disciplina científica, se estudioso im

paciente e indócil, é recomendável produzir por si mesmo a projeção consciencial lúcida evitan

do sempre que possível o uso de drogas adulteradoras das percepções físicas e extrafísicas da

de visu, na qualidade de teste

munha ocular, ou testemunha presencial, experiências de primeira mão, os eventos extrafísicos pa ra, então, concluir e afirmar, decididamente, por si, sem apriorismos, ajudando a todos nós. Participação. A pesquisa participante parece ser indispensável à Projeciologia. Não existe, pelo menos por enquanto, um processo ideal para se pesquisar a projeção consciente sem partici

pação e sempre através

Independência. Também não se pode esquecer que a experiência confirmada por evidência

independente é de muito mais valor

do que qualquer volume de ilustração retirada das páginas da

História, por melhor autenticada que esteja. Experiência. Mais vale 1 grama de experiência irretocável do que 1 quilo de teoria. Perfeição. O leitor há de convir que, a rigor, assim como não existe o ser humano perfeito, não existem o autor, escritor ou leitor perfeitos, nem muito menos a obra, ou, neste caso, o livro

perfeito, sem lapsos.

Paradoxo. Tal observação se encaixa, com exatidão, precisamente em um volume do porte

avantajado deste que, além

seleção e da condensação dos elementos

Projeciologia reunidos até

tudo, paradoxalmente, constitui uma síntese construída através da

vro contém afirmações pessoais, observações nascidas

consciência e ir verificar pessoalmente, de modo direto, in loco,

do

paradigma consciencial.

de

do banco de dados gerais da

hoje. Revisão. Daí por que, não obstante a extrema vontade de acertar, não se pode construir obra alguma realmente completa, segura, exata ou perfeita, por mais que se esforce o autor, pois sur gem sempre deficiências, omissões e equívocos.

segura, exata ou perfeita, por mais que se esforce o autor, pois sur gem sempre deficiências,

Introdução - Projeciologia

9

Reedição. Torna-se imperioso insistir na revisão, na coleta de novos dados e no aperfeiçoa

mento permanente de qualquer trabalho intelectual que se pretenda sério. Eis aqui a razão desta edição revisada, atualizada e ampliada em forma ainda mais didática.

vista didático, o ideal seria que este livro-inventário, em processo

de crescimento constante, fosse sendo atualizado sempre, não só em relação à correção de seu tex

novos temas, novas técnicas, novas experimentações

to, porém notadamente pelo acréscimo e obras listadas.

Atualização. Por isso, enquanto puder, este autor tem a intenção de proceder à revisão, cor

reção, atualização, ao estabelecimento

texto, particularmente dos estudos teóricos, das indicações técnicas experimentais e das bibliogra

conexidade dos temas e ao melhoramento contínuo do

Inventário. Do ponto

de

de

da

fias. Qualidade. Isso terá o objetivo de escoimá-lo de lacunas, erros de fato, equívocos de inter pretação, imprecisões e imperfeições, na tentativa de colocá-lo o mais objetivo possível, conciso na qualidade das informações e didático. Ombudsman. Oxalá surja aqui e ali, aquele leitor(a) independente e incomum, deste livro, mais interessado e mais frio uma espécie de ombudsman, ouvidor-geral, defensor do leitor, pro

vedor de justiça, no caso, não remunerado, fiscal

pensamento do autor, advogado do público,

representante dos interesses do cidadão comum, ponte entre o leitor e o autor, crítico atento ao

de forma ou de conteúdo, imprecisão ou

as observações dos demais lei

tores.

deslize ético ou de outra natureza, representando as queixas ou

que está publicado nestas páginas anotando cada erro

do

antemão, ao leitor(a), estu

dante e pesquisador(a) de boa vontade que se dignar a contribuir para ser alcançado o desiderato dessa ouvidoria, ou contra-poder, mediante análises heterocríticas, contrapensenes, sugestões ou subsídios que não se perderão, sendo, muito pelo contrário, acolhidos calorosamente e estudados com interesse, a fim de serem aproveitados em futura edição.

Críticas. Em face do exposto, este autor também agradece, de

Forma. Conforme é sabido: não há livro que possa algum dia chegar à forma final.

Imaturidade. Enquanto trabalhamos nele, aprendemos o quanto basta para julgá-lo imaturo no momento em que o deixamos.

Acabamento. Este é um tipo de livro que jamais fica pronto.

Autovivências. Não obstante o estilo didático do texto, que pode ser tido como excessiva mente normativo por algum leitor ou leitora mais exigente, o mais racional é questionar todas as afirmações deste livro técnico e comprovar tudo o que seja possível por si próprio através de ex perimentos pessoais ou autovivências. O conteúdo é o que mais importa no confor.

Repercussão. Através da repercussão da primeira edição deste livro, cujos 5.000 (cinco mil)

exemplares foram distribuídos gratuitamente para conscins interessadas, bibliotecas e instituições

Ipanema, Rio de Janeiro,

RJ, Brasil, onde este autor formalizou a proposição das Ciências Projeciologia e Conscienciolo

Projeciologia e Conscienciologia (IIPC) que substituiu o Centro

gia, o Instituto Internacional

da

especializadas no Brasil e no Exterior, foi possível fundar, a partir

de

de

Consciência Contínua, há muito desativado.

intensas atividades já desenvolvidas, o IIPC abran

ge, hoje, 3 países, além do Brasil, com o total de 17 Unidades ativas de estudos, pesquisas e apli

cações didáticas, amplas e múltiplas, envolvendo interessados arrolados em um cadastro de mais de 195 mil conscins.

IIPC. Agora, com mais de 2 decênios

de

envolvendo interessados arrolados em um cadastro de mais de 195 mil conscins. IIPC. Agora, com mais

10

Introdução

- Projeciologia

Dedicatória. A todos os nossos colaboradores veteranos, novatos e anônimos, com vínculos

anterior, mais

didática, atualizada e ampliada e que põe sem efeito as edições anteriores, agora anacrônicas

onde os assuntos possíveis foram listados ou

capítulos para uma forma de apostilas técnicas, a fim de facilitar os estudantes mais jovens, com votos de bom proveito para todos, aceitando, ao mesmo tempo, de bom grado, qualquer outro tipo

de

campo da Projeciologia e da Conscienciologia.

enumerados (Enumerologia) levando a maioria dos

empregatícios e / ou conscienciais, é dedicada mais esta edição revisada a partir

da

ajuda ou autopensene que possam servir para novas pesquisas ou futuras investigações no

Foz do Iguaçu, 31 de julho de 2008.

Waldo Vieira Caixa Postal 1.027 CEP 85851-000

Foz do Iguaçu PR Brasil

no Foz do Iguaçu, 31 de julho de 2008. Waldo Vieira Caixa Postal 1.027 CEP 85851-000

Bases Científicas da Conscienciologia

11

I Bases Científicas da Conscienciologia

01. CONCEITOSESSENCIAISDECIÊNCIA

Definições. Ciência (Latim: scire, saber): conjunto organizado de conhecimentos relativos a determinado objeto, especialmente os obtidos mediante a observação, verificação, experiência quanto aos fatos e método próprio; sistema de proposições rigorosamente demonstradas, cons

tantes e gerais, ligadas entre si pelas relações de subordinação; conhecimento que não só apreende

ou

registra fatos, mas os demonstra pelas suas causas determinantes ou constitutivas. Sinonímia: conhecimento sistematizado; conjunto organizado de conhecimentos. Civilização. A civilização neste Planeta tem menos de 100 séculos de existência.

Infância. A Ciência, a rigor, igual como a conhecemos, é uma criação humana dos últimos

lon

go período registrado de vida humana

Humano. O homem de Ciência, inevitavelmente, é ser humano em primeiro lugar e cientista em segundo lugar. Há, por exemplo, cientistas que buscam endeusar a Ciência.

Ciência também adoecem, podem se tornar mentalmente insa

nos, senescentes, e até se suicidam. Não estão imunes a nenhum defeito ou trafar humano. Imaturidade. Daí provém o fato do predomínio dos cientistas imaturos que mantêm, ainda, a Ciência Incompleta, imatura quanto à consciência, dominando o universo científico. Parcialidade. A Ciência Incompleta é aquela que faz gravitar as suas pesquisas tão-somente dentro da dimensão intrafísica, ainda indefensavelmente parcial ou imatura perante as realidades holossomátivas, multidimensionais e multiexistenciais da consciência.

Limitações. Como empreendimento humano, igual a muitos outros, a pesquisa científica,

em suas observações controladas, às vezes áridas, monótonas, dispendiosas e prolongadas, depen

de

convencionalismos e realidades humanas prosaicas.

pesquisadores essencialmente práticos com preconceitos anti-teóricos (psico

miologia

culares).

pesquisadores teóricos com preconceitos anti-experimentais sem neossi

napses (epistemologia ou filosofia

Disciplinas. A Ciência abre-se em numerosas disciplinas. Categorias. Temos, dentre outras, ciências físicas, químicas, biológicas, econômicas, histó ricas, formais, factuais, psíquicas e parapsíquicas no geral. Abertura. As disciplinas científicas singulares se abrem, por sua vez, em escolas. Oligarquias. As escolas científicas quando incompletas, imaturas e oligárquicas, se asseme lham, humanamente, às seitas religiosas. Cientificidade. O nível de cientificidade varia de uma ciência para outra. O biólogo, o quí mico e o cosmologista olham diferentemente para a mesma teoria.

História. A História da Ciência não é linear e registra 4 resultados distintos, o tempo todo,

sobre

psicomotricidade, cerebelo, predomínio da endorfina, adrenalina e fibras mus

4 séculos. Vive, portanto, ainda na sua infância, pois ocupou até o momento, somente 4%

ou

da civilização terrestre.

Gênios. Os maiores gênios

da

do

de disponibilidades e acidentes. É, amiúde, limitada por pré-noções, apriorismos, estereótipos,

Teática.

ou

Neossinapses.

da

Ciência, predomínio dos neurônios e redes interneuroniais).

os

quais vale a nossa reflexão acurada:

1. Vitórias (sucessos intrafísicos).

2. Progressos (avanços tecnológicos).

3. Fracassos (derrotas indiscutíveis).
4.

Equívocos (erros e omissões).

da

Ciência fala de experimentos inúteis, dados indutores do erro,

teorias falsas, discrepâncias, micro-hipóteses, controvérsias, contra-exemplos, desacordos, des continuidades ou marchas e contramarchas.

Experimentos. A História

controvérsias, contra-exemplos, desacordos, des continuidades ou marchas e contramarchas. Experimentos. A História

12

Bases

Científicas da

Conscienciologia

Onisciência. O crescimento ou progressão do conhecimento científico não é um processo inteiramente lógico, racional e contínuo. Nem este conhecimento é onisciente.

Especulações. Muitas teorias especulativas e desarticuladas são capazes de indicar o cami nho para novas idéias, descobertas e invenções. Hibridismo. Na condição de seres de natureza paradoxal, híbridos ou bifrontes, somos, ao mesmo tempo, duas realidades intrafísicas:

Virilhas. Animais-humanos-cerebrais (Biologia; Sexologia; Neurologia), evoluindo en

tre as virilhas (subcérebro abdominal, sexochacra), quando ainda erramos mais freqüentemente

do

Orelhas. Animais-mentais-conscienciais (Psicologia; Projeciologia; Conscienciologia),

evoluindo entre as orelhas (cérebro, frontochacra, coronochacra), quando buscamos acertar mais

do

que errar. Enredamento. Os homens de Ciência muitas vezes ficam enredados com os problemas. Cadeia. Há teorias que explicam, por exemplo, 3 fatos, contradizem 2 fatos da mesma ori

gem, ordem ou natureza, exigindo outra teoria para explicar estes últimos, formando uma cadeia

de

acontecimentos, experimentações e dispêndio de tempo, saúde, energia consciencial, dotações

orçamentárias, perseverança e a máxima paciência.

1.

que acertamos.

2.

Considerações. Daí surgem 2 fatos também dignos de nossa consideração:

1. Fragmentações. Há mais teorias fragmentadas do que completas.

2. Erros. Há mais teorias erradas do que certas.

Carreira. O cientista de carreira, logicamente, toma cuidado para não expor os seus traba lhos ruins. Incerteza. Uma penumbra de incerteza cerca a maioria das generalizações científicas.

Necessidade. A Ciência se origina da necessidade de saber e entender. Dúvida. A dúvida fundamenta a Ciência. Questionamento. O questionamento é uma necessidade para a permanente produção de idéias originais. Conformidade. O cientista não busca a conformidade.

Questionário. Há 4 perguntas clássicas, insubstituíveis, que precisam ser empregadas cons

tantemente pelo cientista, homem

ou

mulher:

1. Quem. Quem disse isso?

2.

3. Dados. Quais são os dados?
4.

Dessacralização. Nem as regras técnicas, nem os princípios formulados e nem mesmo os fa

Quid. Por quê?

Prova. Onde está a prova?

ou

tos são sacralizados (santificados

Degeneração. A Ciência pode alcançar um nível de completa degeneração. Programa. Vasto programa de pesquisa científica pode degenerar e arruinar seus promoto res, pessoas e instituições. Escola. Até mesmo toda uma escola científica pode degenerar em pseudociência ou em mercantilismo despudorado. Avaliação. Existem atitudes definidas que não podem ser violadas nas pesquisas, porque ca pacitam o pesquisador para separar a Ciência da não-ciência e a avaliar criticamente especulações, suposições, informes, dados, conjeturas, experiências, conceitos, hipóteses e achados. Atitudes. Eis 4 atitudes técnicas tidas, consensualmente, como elementos básicos indispen sáveis à obtenção de todo conhecimento científico:

Empirismo. Necessidade de observar os fenômenos antes de chegar a qualquer conclu

são sobre eles (conditio sine qua non).

Probabilismo. Aceitar como verdadeiro o determinismo probabilístico de que na Terra,

assim como no Universo, existem ordem e relações funcionais ( dogma científico ).

sacrossantos) em Ciência.

1.

2.

como no Universo, existem ordem e relações funcionais ( dogma científico ). sacrossantos) em Ciência. 1.

Bases Científicas da Conscienciologia

13

3. Parcimônia. Somente propor uma explicação científica complexa ou abstrata, depois

que as explicações mais simples demonstraram ser falsas ou inadequadas ( navalha

Manipulação. Na verificação se duas coisas ou eventos estão associados, seja por fator

causal ou simplesmente acidental, deve-se alterar ou manipular a ocorrência de um evento en quanto se observa o que acontece ao segundo.

Normas. Além das atitudes expostas, 5 normas principais são postuladas para reger a ativi dade científica:

Conhecimento. O(a) cientista há de avaliar o conhecimento novo, crítica e objetiva

de

Occan ).

4.

1.

mente. 2. Desinteresse. Empregar os seus achados de modo desinteressado do ponto de vista eco

nômico-financeiro. 3.

Mérito. Avaliar o mérito científico independentemente das qualidades sociais ou pes

soais do(a) cientista.

Achados. Os achados não são propriedades do(a) cientista, sendo-lhe proibido o se

gredo. 5.

Neutralidade. Do(a) cientista se espera uma atitude de neutralidade emocional com res

peito ao seu trabalho.

Características. Há pelo menos 18 características do conhecimento científico da Ciência Imatura e ainda insuficiente, aqui em ordem alfabética:

4.

01. Abertura.

02. Acumulação.

03. Análise (re-análise).

04. Clareza.

05. Comunicabilidade.

06. Dependência à verificação metódica (exaustibilidade).

07. Explicitação.

08. Factualidade (realidade).

09. Falibilidade.

10. Generalidade.

11. Objetividade.

12. Precisão (na forma e no conteúdo).

13. Predição (Ciência preditiva).

14. Racionalidade (lógica, discernimento, razão).

15. Sistematização (codificação, decodificação, recodificação).

16. Transcendência aos fatos.

17. Utilidade (aplicação, praticidade, tecnologia, tecnociência).

18. Verificabilidade (reverificabilidade).

Ciclo. O método científico moderno se baseia em uma seqüência de 9 procedimentos, compondo o ciclo da investigação, nesta ordem natural ou cronológica:

1. 2.

Problema. Descobrimento do problema.

Posicionamento. Posicionamento adequado do problema.

3. Procura. Procura de conhecimentos correlatos.

4. Solução. Tentativa inicial

5. Hipóteses. Hipóteses e especulações.

6. Melhoria. Obtenção de uma solução melhor.

7. Análise. Análise das conseqüências.

8. Comprovação. Comprovação

9. Aperfeiçoamento. Aperfeiçoamento da teoria.

Etapas. O corpus científico se compõe pouco a pouco através de 6 etapas:

1.

2. Conjetura. A conjetura aponta a experimentação.

3. Experiência. A experiência controla a hipótese.

solução.

de

da

solução.

Fato. O fato sugere as idéias.

3. Experiência. A experiência controla a hipótese. solução. de da solução. Fato. O fato sugere as

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Bases

Científicas da

Conscienciologia

4. Modificações. As hipóteses e as teorias, gradativamente, são rejeitadas, modificadas ou

confirmadas.

5. Lei. Assim se chega à meta chamada Lei Natural.

6. Modelo. Aí se estabelece um modelo (paradigma) avançado.

Conteúdos. Os dados e as hipóteses constituem os conteúdos da Ciência. Metodolatria. Em Ciência não se admite a metodolatria.

Atributos. Apesar do método frio no contexto científico, os atributos intuitivos, ou os recursos trans-racionais, parapsíquicos, são decisivos nas descobertas. Conceitos. Em Ciência, há duas categorias de conceitos:

1. Conceitos de postulação.
2.

Conceitos por intuição.

Acidentalismo. O intelecto vigoroso não subestima o papel do acidentalismo (serendipitia, serendipidade) no progresso científico. Evidência. A maioria das descobertas das Ciências tem sido precedidas por teorias sem

o

de

Reverificações. O trabalho científico se faz a partir de conjeturas que, através de verifica

ou

proposições. Afinal, quando a verificação é relativamente completa, chega-se às teorias consagra das.

Eliminações. A Ciência se desenvolve, assim, por hipóteses e teorias consagradas que, su cessivamente, se vão eliminando e substituindo umas às outras. Gerações. As teorias geram outras hipóteses. Derivações. Nem todas as hipóteses derivam de teorias. Componentes. Dentre os componentes da Ciência destacam-se 3:

1. Objetivo. O objetivo ou a preocupação em distinguir a característica comum ou as leis

gerais que regem determinados eventos.

2. Função. A função ou o aperfeiçoamento da relação da consciência com a sua dimensão

ções sucessivas (reverificações), se vão ajustando convenientemente até darem nas hipóteses

respaldo de qualquer evidência sólida. E isso acontece com o decurso de muitos anos exaustivos

espera e pesquisa experimental.

existencial.

3. Objeto. O objeto, seja o material, aquilo que se pretende pesquisar; ou o formal, o enfo

que especial em face das diversas ciências que possuem o mesmo objeto.

Teoria. A teoria é um relato preciso e detalhado da natureza, válido para um domínio espe cífico. Preenchimento. Toda teoria científica tem a função de preencher uma lacuna. Intolerância. A Ciência é naturalmente intolerante no sentido em que uma nova hipótese

exclui outra antiga menos clara, ou por ser mais adequada

Dedução. A teoria científica refinada consiste em rigorosa dedução lógica, a partir de pos tulados definidos daquilo que deve ser observado sob condições específicas. Veracidade. Nenhuma teoria é completamente verdadeira. Nem mesmo a teoria-líder (pa radigma dominante).

Utilidade. Quanto mais útil e com diferentes possibilidades for uma teoria na prática, mais

rápida e completamente será revista e refundida (refutação, falseamento

Refutação. A teoria é modelo de trabalho e deve ser posta à prova. Tenta-se, então, todos os

meios possíveis de refutá-la note-se bem não

Revisões. As hipóteses são sempre submetidas a testes, rejeitadas, melhoradas e sujeitas

a eternas revisões. Mega-refutação. É razoável, portanto, que o próprio paradigma científico dominante seja também refutado a mega-refutação quando necessário, mudado ou substituído por uma (teo ria-líder) alternativa disponível melhor. Afirmação. Em Ciência é permitido afirmar-se algo sem se saber tudo.

ou

muito mais simples.

da

teoria).

de

confirmá-la.

Em Ciência é permitido afirmar-se algo sem se saber tudo. ou muito mais simples. da teoria).

Bases Científicas da Conscienciologia

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Totalidade. Alguns cientistas opinam que trabalhar no sentido do conhecimento total,

na pesquisa de equações globais, na descrição completa das forças que regem o Universo, ou na forma de uma teoria do campo unificado, pode ser um equívoco essencial. No caso seria

desperdício de esforço, perda ção científica.

Opção. Mais prática e produtiva