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2009

MANUAL DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS


DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI
Versão 1.0

IACO AGRÍCOLA S/A


MANUAL DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI ........ 1
MANUAL DE ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI ........................ 3
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CAPACETES DE SEGURANÇA, SUSPENSÃO E JUGULAR ...................... 6
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROTETORES AURICULARES............................................................. 9
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA ..............................12
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROTETORES FACIAIS E MÁSCARAS PARA SOLDADOR .....................15
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PERNEIRAS DE PROTEÇÃO ..............................................................18
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MANGAS DE RASPA PARA SOLDADOR ............................................20
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE AVENTAIS DE RASPA E PVC .............................................................22
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CAPAS IMPERMEÁVEIS ...................................................................24
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE TOUCA COM PROTEÇÃO .................................................................26
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CINTO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA .................................28
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE TALABARTE DE SEGURANÇA ...........................................................30
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE DISPOSITIVO TRAVA QUEDAS .........................................................32
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE VAQUETA.........................................................................34
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA NITRÍLICA ..............................................................................36
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE SEGURANÇA ALTA TENSÃO 20 KV.....................................38
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE COBERTURA (ALTA TENSÃO) ............................................40
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE ÓCULOS AMPLAVISÃO CONTRA IMPACTO INCOLOR .......................42
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE ÓCULOS DE SEGURANÇA LENTE ESCURA .........................................44
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE BOTINA DE SEGURANÇA .................................................................46
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MACACÃO DE TYVEK COM CAPUZ .................................................48
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PERNEIRA DE SEGURANÇA – RASPA DE COURO ..............................50
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE VESTIMENTA DE SEGURANÇA TIPO CONJUNTO (Motosserrista) ......52
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE VESTIMENTA DE SEGURANÇA TIPO COLETE REFLETIVO ...................54
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROTETOR FACIAL DE SEGURANÇA .................................................56
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MÁSCARA SIMPLES DESCARTÁVEL ..................................................58
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE SEGURANÇA PARA PROCEDIMENTO NÃO CIRÚRGICO .......60
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CALÇADO DE SEGURANÇA TIPO BOTA DE PVC (Par) ........................62
ESTIMATIVA DE DURABILIDADE MÉDIA EPI ................................................................................64

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MANUAL DE ESPECIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL - EPI

1. APRESENTAÇÃO

Este manual foi elaborado com o objetivo principal de orientar a compra dos
Equipamentos de Proteção Individual da IACO AGRÍCOLA S/A quanto as suas
especificações e padronização.

Outros objetivos deste manual são:

• otimizar os investimentos em segurança na IACO AGRÍCOLA S.A em


articulação com o PPRA - Programa de Prevenção de Risco Ambiental;
• aumentar o conforto do trabalhador, ampliando a segurança;

As informações contidas neste manual estão previstas na Portaria 3.214/78 – Norma


Regulamentadora- NR 6.

2. DEFINIÇÃO DE EPI

EPI é todo produto utilizado como ferramenta de trabalho, de uso individual, destinado à
proteção do trabalhador, minimizando riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a
saúde no trabalho.
O uso de EPI é uma exigência da legislação trabalhista brasileira através de suas Normas
Regulamentadoras. Para EPI a Norma Regulamentadora é a NR 6, contida na Portaria
3.214/78. O não cumprimento poderá acarretar em ações de responsabilidade cível e
penal, além de multas aos infratores.

3. OBJETIVO DOS EPI’s

O EPI tem a função de proteger individualmente cada trabalhador de lesões quando da


ocorrência de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Portanto, o EPI não evita os
acidentes em si, mas protege o trabalhador quando o risco está ligado à função/cargo do
trabalhador e exposição ao agente. Considerar que o risco está ligado ao tipo e
quantidade de agente, tempo de exposição e sensibilidade do organismo do trabalhador.

4. CERTIFICADOS

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Como os EPI’s existem para proteger a saúde do trabalhador, devem ser testados e
aprovados pela autoridade competente para comprovar sua eficácia. O Ministério do
Trabalho atesta a qualidade de um EPI através da emissão do certificado de aprovação
(C.A.). Portanto, o C.A. é obrigatório para o EPI.
Outro certificado emitido pelo Ministério do Trabalho visando cadastrar os fabricantes de
EPI é o Certificado de Registro de Fabricante (C.R.F.).
O Ministério do Trabalho ainda emite a importação de EPI, para os EPI’s de outros países
que são comercializados no Brasil, através do Certificado de Registro de Importação
(C.R.I.)

5. COMPETÊNCIAS

Compete Ao SESMT da IACO AGRÍCOLA S.A , através do Setor de Segurança do


Trabalho:

• indicar o EPI adequado ao risco existente em cada atividade.


• elaborar e fornecer o catálogo de distribuição de EPI por cargo/função/setor;

6. OBRIGAÇÕES

Cabe à IACO AGRÍCOLA S.A:

• adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade, através do setor


competente, de acordo com o catálogo elaborado pelo SESMT – Setor de
Segurança do Trabalhodo Trabalho;
• substituir imediatamente o EPI danificado ou extraviado, inclusive em caráter
emergencial se necessário;
• fornecer ao trabalhador, gratuitamente, EPI aprovado pelo Ministério do
Trabalho;
• comunicar ao Ministério do Trabalho qualquer irregularidade observada no
EPI adquirido, acionando a assessoria jurídica da IACO AGRÍCOLA S.A para
esta finalidade;

Cabe ao trabalhador da IACO AGRÍCOLA S.A , independente do vínculo:

• Utilizar o EPI apenas para a finalidade a que se destina durante a jornada de


trabalho, de acordo com a natureza das atividades desenvolvidas, bem como
dos fatores de riscos existentes;
• Receber os EPI’s recomendados e assinar a ficha de controle individual;
• Responsabilizar-se pela guarda e conservação;
• Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;

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• Cumprir as determinações do Serviço de Segurança e Saúde sobre o uso
adequado, guarda e conservação dos equipamentos de proteção;
• Comunicar ao Coordenador/Supervisor imediato e ao Setor de Segurança do
Trabalho da IACO AGRÍCOLA S.A, qualquer condição que o torne impróprio
para uso;
• Solicitar ao Coordenador/Supervisor a requisição para efetuar a troca do EPI
danificado e ou sem condições de uso, devolvendo o equipamento usado;
• O empregado que, por dolo, extraviar, danificar ou alterar o EPI sob sua
responsabilidade, fica obrigado a reembolsar a empresa o seu valor, apurado
na ocasião do evento, sem prejuízo de outras punições;
• No caso de desligamento definitivo do empregado, os EPI’s utilizados
deverãoser devolvidos ao Setor de Segurança do Trabalhoe Saúde.

7. TIPOS DE EPI’s

Existem vários tipos de EPI’s, cada qual com sua finalidade e modo de usar, com especificações
muito particulares dependendo da atividade laboral a ser executada. Citaremos aqui alguns
exemplos mais gerais:

• Luvas: destinadas à proteção das mãos e dedos e braços contra riscos


mecânicos, térmicos e químicos. São confeccionadas em vários materiais,
dependo da proteção desejada.
• Calçados, botas e botinas: destinados á proteção dos pés e dedos dos pés e
pernas contra riscos térmicos, umidade, produtos químicos, quedas e animais
peçonhentos.
• Aventais, capas, calças e blusas: destinados à proteção do corpo em geral
contra calor, frio, produtos químicos, umidade.
• óculos: destinados à proteção dos olhos contra partículas, luz intensa,
radiação, respingos de produtos químicos.
• cintos de segurança: proteção contra quedas com diferença de nível.
• máscaras: proteção da face contra partículas, respingos de produtos
químicos e ainda proteção respiratória contra poeiras, névoas, gases e
vapores.
• Capacetes: proteção do crânio contra impacto, choque elétrico e combate a
incêndio.
• gorros: proteção dos cabelos contra respingos de produtos químicos e
proteção o ambiente contra partículas do cabelo.
• capuz: proteção do crânio contra riscos térmicos, respingos de produtos
químicos e contato com partes móveis de máquinas.
• Cremes diversos: proteção da pele contra a ação de produtos químicos em
geral.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CAPACETES DE SEGURANÇA, SUSPENSÃO E JUGULAR

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de capacete de segurança e suspensão e definir as


características técnicas dos tipos que serão utilizados pela empresa.

2. DESCRIÇÃO DO CAPACETE DE SEGURANÇA

2.1 CAPACETES DE SEGURANÇA COM ABA FRONTAL


É um dispositivo rígido composto por copa, aba frontal,
suspensão e jugular. É usado para dar proteção a cabeça ou
partes dela, contra impacto, penetração, choque elétrico,
respingos de produtos químicos; deve ser provido de fendas
laterais para acoplamento de protetores auriculares e faciais
ter alta resistência à penetração e boa ventilação, de maneira
que ofereça conforto ao usuário.

2.1.1 Características dos Componentes

a) Casco
É a parte rígida e
externa do capacete, sem a
suspensão e demais Reforço na copa

acessórios. O casco deve


ser confeccionado em
polietileno de alta
densidade, com reforço na
parte superior, não
apresentando
porosidade, trincas e
emendas, nem partes
metálicas ou
perfuração. Deve ser
provido de fendas
laterais para
acoplamento de
protetores auriculares e Acoplamento para
faciais. Os capacetes protetores faciais e
Aba frontal auditivos.
devem apresentar a
logomarca da IACO
AGRÍCOLA S.A, deve
apresentar alta
resistência mecânica.

b) Copa
Parte superior do casco, provida de reforço de amortecimento de impacto.

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c) Aba Frontal
Parte inferior do casco que se prolonga para frente sobre os olhos. A aba terá a largura definida
entre 38mm e 76mm, medidas a partir de sua linha de junção com o casco, o declive da aba deve
o o
ser compreendido entre 15 e 37 .

2.1.2 Descrição de Suspensão


É a armação interna do capacete composta pela carneira e a coroa, tem a função de amortecer o
impacto; mantém o capacete na devida posição, evitando que o casco encoste na cabeça do
usuário. Deve possuir algumas características importantes: a carneira deve ser ajustável por
sistema de catraca giratória, de alta resistência, com testeira absorvente de suor e abertura para
encaixe de jugular. A suspensão deve se ajustar perfeitamente ao capacete utilizado.

d) Carneira
Parte da suspensão ajustável para todas as medidas de cabeça, confeccionada em polietileno de
baixa densidade, de alta resistência, composta de cinta dupla ajustável, em tecido de poliéster,
deslizante entre as fendas dos clips de fixação da suspensão ao capacete, destinadas a absorver
o impacto. A carneira deve ter um mínimo de quatro pontos de fixação e posicionada em forma de
cruz. O sistema de fixação, por catraca giratória, deve impedir que a suspensão se solte facilmente
durante a utilização.
e) Testeira Absorvente de Suor
Peça que integra a carneira, é revestida de material absorvente, fica em contato com a testa do
usuário, confeccionada em laminado de PVC atóxico, com espuma multiperfurada em poliéster, na
cor cinza.

2.1.3 Descrição da Jugular


Peça regulável em tecido de poliéster ou elástico, com dois ganchos nas extremidades que se
encaixam à suspensão do capacete de segurança para melhor fixação do mesmo à cabeça,
largura de aproximadamente 2 cm, na cor cinza ou preta, sem componentes metálicos.

2.2 CAPACETES DE SEGURANÇA SEM ABA

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CAPACETE DE SEGURANÇA TIPO CLASSE B: Capacete de
segurança, injetado em material plástico (polipropileno), com
uma nervura central; dotados de suspensão composta de
duas fitas de poliéster, com regulagem de tamanho feita
através de ajuste simples com velcro, fixas ao casco através
de quatro rebites; tira absorvedora de suor confeccionada de
neoprene e jugular confeccionada de fita de poliéster com três
pontos de ancoragem na parte interna do casco. Carneira
acolchoada regulável. Para proteção da cabeça contra
impactos e penetração. Deve possuir a logomarca da IACO
AGRÍCOLA S.A.

3. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Deverá ser exigida do fornecedor a apresentação de cópia autenticada do CA emitido pelo


MTE, conforme o item 6.5 da NR–6, Portaria nº 3.214/78, do MTE;

b) O capacete deve vir identificado na parte inferior da aba, por marca indelével, com o nome do
fabricante, a classe e o número do CA emitido pelo MTE. A data de fabricação e o nº do lote
devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) As peças para reposição, suspensões, quando necessário, devem ser do mesmo fabricante
dos capacetes adquiridos pela IACO AGRÍCOLA S.A, inclusive os existentes no estoque, a fim
de não descaracterizar o CA do EPI;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

f) As gravuras apresentadas nesta Especificação são exclusivamente representativas; os


capacetes não precisam, necessariamente, ser adquiridos nestes formatos, mas devem
obrigatoriamente atender às especificações aqui contidas;

g) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitos os capacetes e as suspensões com
mais de 1 (um) ano de fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROTETORES AURICULARES

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de protetores auditivos e definir as características técnicas


dos tipos que serão utilizados pela empresa.

2. CARACTERÍSTICAS

São dispositivos utilizados para minimizar os efeitos prejudiciais do ruído sobre o sistema auditivo.

3. TIPOS

3.1 PROTETOR CIRCUM-AURICULAR

Protetor leve constituído por arco flexível, tiras de sustentação


e conchas, com bordas providas de almofadas de vedação,
envolvendo toda a parte externa do pavilhão auricular. Os
materiais de vedação que ficam em contato com a pele devem
ser atóxicos, leves e possuir componentes substituíveis,
prolongando a vida útil do EPI, não possuir partes metálicas,
ser de fácil higienização e confortáveis. O nível de redução
deste EPI - NRRsf, deverá ser no mínimo de 21dB.

3.1.1 Descrição dos Componentes:

a) Arco

Peça ajustável à cabeça de formato curvo, permitindo a sua rotação em 360º de giro, deve ser
flexível e confeccionado em material termoplástico.

b) Concha

Parte que envolve as orelhas do usuário, fabricadas em material termoplástico, resistente a choque
mecânico, a parte interna deve ser confeccionada em espuma e ser facilmente substituível, não pode

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estar em contato com o ouvido externo, evitando assim o desconforto do usuário.

3.2 KIT ABAFADOR DE RUÍDOS PARA ACOPLAMENTO AO CAPACETE

Para acoplamento ao capacete V-GARD MSA, com design


que ofereça baixa pressão e excelente nível de conforto. Deve
ter como opções três níveis de posições para facilitar o uso:
Trabalho, Descanso e Estacionária. O acoplamento deve ser
perfeito e fácil, não havendo dificuldade para o encaixe ao
capacete V-Gard. O nível de redução sonora exigido - NRRsf
para esse tipo de abafador de ruído é de 19dB.

3.2.1 Kit Higiene para o Kit Abafador de Ruídos

Composto de um par de almofadas e um par de espumas internas que substituirão as peças do kit
abafador de ruídos, anualmente. Dever ser de mesma referência do Kit abafador de ruídos, cujas
almofadas e espumas serão substituídas.

3.3 PROTETORES DE INSERÇÃO MOLDADOS

São fabricados em borracha de silicone, macias e flexíveis, de


tamanho único, de modo que seja adaptável a qualquer
tamanho de conduto auditivo, com propriedades atóxicas,
extremamente flexíveis, esterilizável em água fervente e não
sofrer deformações. Devem ser constituídos de corpo
cilíndrico, providos de expansões sob a forma de, no mínimo,
três abas circulares, de diâmetros ligeiramente diferentes,
sendo perpendiculares ao cilindro, dando um aspecto cônico
ao protetor. Os plugues devem ser laváveis em água e sabão,
e ligados por um cordão, confeccionado em fibra natural ou
mista. Nível de Redução de Ruído - NRRsf, deverá ser de 17
dB a 25dB, ou maior, se houver.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS:

a) Todos os protetores auditivos, sejam tipo concha ou de inserção, deverão possuir o registro
do Certificado de Aprovação - CA, conforme a NR 06 da Portaria nº 3.214/78, expedido pelo

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Ministério do Trabalho e Emprego. A data de fabricação e o nº do lote devem estar
identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;
b) As características técnicas dos protetores auditivos deverão estar de acordo com as Normas
ANSI S12.6/1997 Método B ou S12.6/1984 (dependendo do NRR) e ANSI S3.19/1974;
c) Os fornecedores dos protetores auriculares deverão apresentar cópia autenticada do CA, o
certificado de Nível de Redução de Ruído Fornecido (NRRSf), bem como, o certificado com
relatório dos testes dos ensaios, realizados em instituições idôneas, reconhecidamente
capacitadas para este fim, comprovando a eficiência e desempenho em relação à proteção
oferecida pelos protetores auriculares;
d) O EPI deve atender aos critérios de proteção, durabilidade, qualidade, acabamento e conforto;
e) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,
antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;
f) As ilustrações aqui apresentadas são unicamente representativas. Não é necessário que os
protetores auriculares tenham os formatos apresentados, exceto os do tipo moldados, mas
devem, obrigatoriamente, corresponder aos requisitos desta Especificação Técnica;
g) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitos os protetores auriculares com mais
de 1 (um) ano de fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de equipamentos de proteção respiratória e definir as


características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. DEFINIÇÃO

São equipamentos de proteção individual, destinados a proteger os empregados da concentração


de contaminantes prejudiciais à saúde presentes no ambiente de trabalho tais como: poeiras,
fumos, névoas, gases, vapores, etc.

3. ESPECIFICAÇÕES DOS RESPIRADORES SEM MANUTENÇÃO

Respiradores sem manutenção são respiradores descartáveis, em peça semifacial, com válvula
posicionada frontalmente, com sistema Cool-Flow, abrindo com maior facilidade durante a
exalação. A espessura do respirador deve ficar entre 2 a 5 mm, possuindo tirantes duplos, com
largura mínima de 5mm, em elástico resistente e borda de vedação com excelente acabamento, a
peça metálica para ajuste ao nariz deve ser resistente e bem firme ao corpo da máscara, de
maneira a não sair facilmente. Os respiradores são utilizados para oferecer proteção, em baixa
concentração, contra os seguintes contaminantes:

a) Poeiras, névoas: devem possuir tela em fibra sintética e ser providos de válvula de exalação,
possuindo flange interna de borracha atóxica e macia e válvula de exalação para um maior
conforto do usuário. (Fig. 1)

b) Poeiras, névoas e gases ácidos - PFF1/GA: confeccionados com tela de fibra sintética
tratada eletrostaticamente e camada de filtro químico, deve ser provido de válvula de
exalação, sistema Cool-Flow. (Fig. 2). Utilizados nas atividades onde há manuseio de cloro,
ácido sulfúfico, nítrico, etc.

c) Poeiras, névoas e vapores orgânicos - PFF1/VO: confeccionado com uma camada de filtro
mecânico, à base de fibras sintéticas e outra camada de filtro químico, possuindo válvula de
exalação, sistema Cool-Flow, para um maior conforto do usuário. (Fig.2). Deverão ser
utilizados nas atividades de pintura.

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Fig. 1 Fig. 2

4. RESPIRADORES DE MANUTENÇÃO

Respiradores em peça semifacial, anatômicos, atóxicos e macios, confeccionados em borracha,


neoprene ou silicone, contendo válvula(s) para exalação e inalação, com tirantes duplos de
material elástico resistente, ajustáveis. Estes respiradores devem ser providos de dois filtros e
dimensionados de tal forma que não afetem o campo visual do usuário e permitam o uso de
cartuchos químicos ou filtros mecânicos.

5. FILTROS MECÂNICOS PARA RESPIRADORES DE MANUTENÇÃO

Os filtros mecânicos são destinados a reter partículas suspensas no ar como poeiras e névoas.
Devem ser confeccionados em material adequado que suportem altas temperaturas e umidade e
possam ser removidos facilmente, sem uso de ferramentas e ser projetados de modo a evitar uma
montagem incorreta. Suas características devem ser adequadas à máscara, na qual serão
utilizados.

6. CARTUCHOS QUÍMICOS PARA RESPIRADORES

Os filtros químicos são utilizados em altas concentrações de contaminantes químicos. Devem ser
do tipo encaixe ou rosqueável. São destinados a proteger o trabalhador, quando adaptados à
máscara respiratória contra a contaminação de agentes químicos, para a retenção de multigases,

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gases ácidos, vapores orgânicos, amônia, mercúrio, formaldeídos, metilamina. Podem, também,
ser dos tipos combinados, oferecendo proteção a mais de um contaminante, cartuchos químicos
contra vapores orgânicos + gases ácidos (GMC). Para amônia, de acordo com o tipo de respirador
adotado pela IACO AGRÍCOLA S.A, os cartuchos devem ser do tipo GMD rosqueável (para o
respirador COMFO II).
É estritamente necessário que, antes de se adquirir os cartuchos para agentes químicos:

a) seja possível conhecer previamente os componentes dos produtos químicos a serem


manipulados pelo trabalhador ou consultados os rótulos de tais produtos para identificá-los,
solicitar do fornecedor os tipos de cartuchos, destinados para os componentes
(contaminantes) obtidos, mediante catálogo fornecido pelo fabricante dos cartuchos.

b) se adquira os cartuchos com características adequadas à máscara já obtidas, em estoque,


para que sejam encaixados perfeitamente.

7. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Todas as instruções em língua estrangeira devem ser obrigatoriamente traduzidas;


b) Os respiradores deverão atender as padronizações das Normas NBR 13.696, NBR 13.697 e
NBR 12.543.
c) Deverá ser exigida do fornecedor a apresentação de cópia autenticada do CA (Certificado de
Aprovação), emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, conforme item 6.5 da NR-6
da Portaria 3.214/78 do MTE. A data de fabricação e o nº do lote devem estar identificados no
próprio EPI ou na sua embalagem.
d) Os equipamentos de proteção individual importados deverão ser obrigatoriamente traduzidos
para o português, conforme a NR-6.
e) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,
antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA.
f) As ilustrações aqui apresentadas são unicamente representativas. Não é necessário que
respiradores tenham os formatos apresentados, mas devem, obrigatoriamente, corresponder
aos requisitos desta ET.
g) Todos os respiradores devem vir acompanhados de ficha técnica com a identificação e
discriminação de sua aplicação.
h) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos de qualidade,
acabamento e conforto.
i) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitos os protetores respiratórios e filtros
com mais de 1 (um) ano de fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROTETORES FACIAIS E MÁSCARAS PARA SOLDADOR

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de equipamentos que ofereçam simultaneamente


proteção à face e aos olhos, além de definir características técnicas dos tipos de protetores que
serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. UTILIZAÇÃO DO EQUIPAMENTO

São usados para a proteção dos olhos e da face contra projeção de partículas sólidas, respingos
de produtos químicos e queimaduras que possam atingir o rosto dos trabalhadores. Os protetores
são fixados à cabeça por intermédio de uma coroa com catraca giratória. São ligados à coroa por
articulação.
São fixados à cabeça por intermédio de catraca giratória; o protetor se liga a essa coroa permitindo
a articulação.

3. PROTETORES FACIAIS

3.1 DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES

Os protetores faciais são formados essencialmente de viseira, suporte da viseira e coroa.

a) Viseira

A viseira deve se articulada, confeccionada em acrílico, acetato ou policarbonato, protegida por


película protetora contra arranhões, incolor, cuja transparência seja perfeita e não apresentar
deformação da imagem e que contenha as dimensões de 190mm a 250mm de largura (L),
aproximadamente 200mm de altura (H) e 2,8 a 3,0mm de espessura.

b) Suporte da viseira

Confeccionada em polietileno semi-rígido ou fibra vulcanizada, de alta resistência, inquebrável e


que, ao ser encaixado na coroa, mantenha uma distância da viseira de maneira que permita o uso
simultâneo de protetor respiratório com dois filtros e a utilização, se necessário, de óculos de
lentes corretivas.

c) Suspensão

Em polietileno de alta resistência, de baixa condutibilidade de calor, provida de catraca giratória.

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4. MÁSCARA PARA SOLDADOR

São utilizados em atividades de soldagem, em celeron, oferecem proteção à face, aos olhos, à
orelha e ao pescoço contra a energia radiante intensa, proveniente de solda a arco elétrico e
cortes pesados a gás. Deve ser fixada à cabeça por meio de uma suspensão.

4.1 COMPONENTES

a) Suspensão

Acessório flexível para fixação da máscara à cabeça, composto de carneira e coroa ajustável,
confeccionada em material resistente, indeformável, não tóxico, de fácil substituição, provida de
catraca giratória.

b) Corpo da máscara

É a parte integrante da máscara que protege o rosto do usuário contra os danos provocados por
agentes como: calor, chamas, radiações invisíveis, ultravioleta e infravermelha.

c) Podem ser de dois tipos:

1. Deve ser confeccionado em celeron. Visor: Peça dupla,


articulada, retangular, com lente de tonalidade e lente
incolor, com capacidade para comportar o filtro de luz,
além do protetor deste, permitindo ao usuário ver o objeto
radiante (o arco voltaico), mas impedindo,
simultaneamente que a intensidade da radiação atinja seus
olhos. A armação deve permitir a remoção e a substituição
do filtro de luz e seu protetor, sem o emprego de
ferramentas que possam danificar as lentes da armação.
Filtro de Luz: O visor deve ser projetado de modo que a
placa (filtro de luz) não fique a menos de 50,8 mm (2”) dos
olhos do usuário. O filtro de luz não deve ter menos que 2
mm (0,08”) nem mais que 3,8 mm (0,15”) de espessura.
Deve ser isento de estrias, ondas ou outros defeitos que
prejudiquem sua qualidade óptica. O peso do corpo não
deve ser superior a 680g.

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2. Máscara de lente única, de escurecimento automático:
escurece automaticamente na abertura do arco de solda,
medindo 110 x 90mm, funciona à energia solar, sem
necessidade de troca de baterias, temperatura de trabalho
de -10º a 70ºC, peso máximo 480g. Toda fabricada em
material de alta resistência ao calor e ao impacto, com 2
(dois) sensores óticos, tempo de transição claro/escuro de
0,0005 segundos.

5. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) No equipamento deverá constar o nome do fabricante e o número do Certificado de


Aprovação (CA), emitido pelo MTE. A data de fabricação e o nº do lote devem estar
identificados no próprio EPI ou na sua embalagem.

b) Os materiais utilizados na fabricação dos protetores faciais e máscara para solda devem ter
boa resistência, peso leve, as partes que ficam em contato com a pele devem ser atóxicas e
as peças de metal que as integram ser resistentes à corrosão.

c) Todas as instruções em língua estrangeira devem ser obrigatoriamente traduzidas;

d) O fornecedor deverá apresentar, além da cópia do CA autenticada, os documentos


comprobatórios dos testes dos ensaios, realizados em instituições idôneas, reconhecidamente
capacitadas para este fim, comprovando a eficiência e desempenho em relação à proteção
oferecida pelos protetores faciais e máscaras para soldador.

e) As ilustrações aqui apresentadas são unicamente representativas. Não é necessário que os


protetores tenham os formatos apresentados, mas devem, obrigatoriamente, corresponder
aos requisitos desta Especificação Técnica.

f) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA.

g) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos de qualidade,
acabamento e conforto.

h) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitos os protetores faciais com mais de 1
(um) ano de fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PERNEIRAS DE PROTEÇÃO

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de perneira de proteção e definir as características


técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. PERNEIRA EM RASPA DE COURO

Confeccionadas em raspa de couro Grupon, curtido ao cromo, totalmente reforçada, não deve
apresentar cortes ou furos no couro, partes deformadas e costuras abertas ou irregulares, devem
ser presas às pernas através de velcro, possuindo tiras sobrepostas, do mesmo couro da perneira,
para melhor ajuste, com fechos de fivelas plásticas ou velcro. Devem ser providas de tala cobrindo
os pés, evitando a penetração de agentes agressivos pelas frestas do calçado. Não podem conter
componentes metálicos e devem ser ajustadas às pernas de modo que não deixe nenhuma área
descoberta.

2.1 UTILIZAÇÃO

São dispositivos utilizados para a proteção das pernas, contra queimaduras, cortes, escoriações,
picadas de animais peçonhentos e operações de soldagem e/ou corte a quente.

3. PERNEIRA PARA PROTEÇÃO DAS PERNAS CONTRA CORTES E PERFURAÇÕES

Perneiras de segurança, confeccionadas em couro sintético (Bidin), dupla camada, com mínimo
1,8 mm de espessura em cada camada forrada internamente, com proteção de metatarso
confeccionado no mesmo material As perneiras devem possuir fechos em velcro, em todo o
comprimento, para fixação às pernas, além disso devem ser sobrepostos com 3 (três) tiras
reforçadas de Bidin ou couro Grupon, com fivelas elásticas ou velcro, para melhor ajuste e
fixação das perneiras. Os fechos em plástico e a tiras devem ser de largura superior a 2cm, estas
não devem desfiar ou soltar a costura facilmente. Não pode haver brechas ou furos no corpo das
perneiras, nem devem conter peças metálicas. Devem ser reforçadas internamente com material
sintético. A borda superior deve ter corte em diagonal (comprimento da frente superior ao
comprimento de trás), a fim de permitir a dobra do joelho sem incômodo para o usuário. Devem ser
arrematadas com excelente acabamento em toda a extensão das perneiras, com costuras duplas
ou reforçadas, em linha nylon 3 cabos.
Medidas: aproximadamente 50 cm de comprimento na frente, 35 cm de comprimento atrás, 9 cm

18
de comprimento sobre o metatarso com mesma espessura do corpo da perneira e cerca de 40 cm
de circunferência.
Uso: Proteção dos membros inferiores do usuário contra lesões provocadas por materiais ou
objetos cortantes, partículas volantes, escoriantes, perfurantes, picadas de animais peçonhentos e
névoas na aplicação de produtos químicos.
Aplicação: Indicadas para trabalhos que envolvam risco de lesão aos membros inferiores.

4. CONSERVAÇÃO

Manter o equipamento isento de graxas, solventes e ácidos, evitar umidade e deixá-los expostos à
incidência solar. Guardá-lo adequadamente.

5. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) As perneiras devem ter Certificado de Aprovação (CA), expedido pelo Ministério do Trabalho e
Emprego – MTE.
b) As perneiras devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do fabricante e o
número do CA.
c) O fornecedor deverá emitir documentos comprobatórios, além da cópia do CA autenticada,
atestando a eficiência e desempenho em relação à proteção oferecida pelas perneiras. A data
de fabricação e o nº do lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem.
d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,
antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA
e) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto.
f) As gravuras apresentadas, é exclusivamente representativa, as perneiras não precisam,
necessariamente, ser adquiridas neste formato, mas devem obrigatoriamente atender às
especificações aqui contidas.
g) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas as perneiras com mais de 1 (um)
ano de fabricação.

19
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MANGAS DE RASPA PARA SOLDADOR

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para a aquisição de mangas de raspa para soldador e definir as


características técnicas dos tipos, que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Confeccionadas em raspa de couro Grupon, curtido em cromo, flexíveis, macias, destinadas à


proteção do braço e antebraço dos usuários que executam serviços de soldagem e/ou corte a
quente. Devem ter alças com costuras reforçadas e fivelas plásticas, que permitam regulagem e
não possuir componentes metálicos.

3. UTILIZAÇÃO

Deverão ser utilizadas nos serviços de soldagem que necessitam de proteção contra fagulhas
incandescentes e peças cortantes, respectivamente.

4. CONSERVAÇÃO

Manter os equipamentos isentos de graxas, solventes e ácidos, evitar umidade e guardá-los


adequadamente.

5. DISPOSIÇÕES FINAIS

20
a) Todas as instruções em língua estrangeira devem ser obrigatoriamente traduzidas;

b) As mangas devem ser marcados, de forma legível e indelével, com o nome do fabricante e o
número do Certificado de Aprovação – CA do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. A data
de fabricação e o nº do lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem.

c) O fornecedor deverá emitir documentos comprobatórios, além da cópia do CA autenticada,


que atestem a eficiência e qualidade oferecida pelas mangas de raspa.

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA.

e) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos de qualidade,
acabamento e conforto.

f) A gravura apresentada é exclusivamente representativa, as mangas não precisam,


necessariamente, ser adquiridas neste formato, mas devem obrigatoriamente atender às
especificações aqui contidas.

g) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas as mangas de raspa com mais de 1
(um) ano de fabricação.

21
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE AVENTAIS DE RASPA E PVC

1. OBJETIVO

Esta especificação tem como objetivo estabelecer sistemática para aquisição de aventais de raspa
e PVC.

2. CARACTERÍSTICAS

2.1 AVENTAL DE RASPA

Confeccionado com raspa Grupon, couro curtido em cromo, flexível e macio, não pode apresentar
partes deformadas, costuras abertas ou irregulares, nem furos, e ser fabricado nas dimensões de
0,60 X 1,00m. O avental deve ser peça inteiriça, sem emendas, deve possuir amarras na cintura e
alça, do mesmo material do avental, com fivelas plásticas para ajuste, sem componentes
metálicos.
Aplicação: Utilizado em serviços de soldagem, manipulação de peças com rebarbas, fagulhas
incandescentes e peças cortantes.
Conservação: Manter o equipamento isento de graxas, solventes e ácidos, evitar umidade e
guardá-lo adequadamente.

2.2 AVENTAL DE PVC

Confeccionado com tecido plastificado, forrado, flexível e macio, não pode apresentar partes
deformadas, costuras abertas ou irregulares, com espessura mínima de aproximadamente 0,8mm,
tamanho 0,70 X 1,00 m, facilmente ajustável ao tamanho do usuário por meio de tiras de fixação,
cruzadas, embainhadas, do mesmo material, sem componentes metálicos.
Aplicação: Utilizado nos trabalhos com riscos de respingos de produtos químicos (solventes,
ácidos, desengraxantes), lavagem de peças com derivados de petróleo (gasolina e querosene),
ascarel ou água.
Conservação: Evitar o contato com peças pontiagudas, cortantes ou quentes.

3. DISPOSIÇÕES FINAIS

22
a) Solicitar do fabricante o certificado de aprovação (CA) expedido pelo Ministério do Trabalho e
Emprego – MTE;

b) Os aventais devem se marcados, de forma legível e indelével, com o nome do fabricante, o


número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego). A data de
fabricação e o nº do lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

d) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitos os aventais com mais de 1 (um)
ano de fabricação.

23
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CAPAS IMPERMEÁVEIS

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de capas de proteção contra intempéries e definir as


características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Capa para chuva, com capuz, manga comprida, confeccionada em trevira dupla face 0,38 a 0,40
mícron, com perfeito acabamento, soldada eletronicamente; deve possuir botão plástico resistente,
com pressão. A capa deve ser na cor amarela e logomarca IACO AGRÍCOLA S.A no padrão
adotado pela empresa. Adquirida nos tamanhos G e GG. A manga deve ser raglã, permitindo
ampla mobilidade dos membros superiores na execução do trabalho, ou pode ser sanfonada nas
axilas, para não limitar os movimentos do usuário e oferecer uma melhor mobilidade.

3. UTILIZAÇÃO

Utilizada para se proteger da chuva, durante atividades a céu aberto.

4. CONSERVAÇÃO

Manter distante de material com temperaturas elevadas, evitar o contato com peças pontiagudas e
cortantes.

5. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) As capas impermeáveis devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do
fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego);

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade

24
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas as capas com mais de 1 (um) ano
de fabricação.

25
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE TOUCA COM PROTEÇÃO

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de toucas com proteção para os empregados que
realizam atividades a céu aberto, ao sol, e definir as características técnicas dos tipos que serão
utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS
Touca tipo legionário em algodão cru, tecido leve, sem aba, com proteção do pescoço e face
contra incidência solar, possuindo velcros para fechamento abaixo do queixo. Entre o queixo e o
fechamento deve haver uma folga para melhor conforto do usuário.

Dimensões:

• Diâmetro da parte superior da cabeça: 21cm


• Profundidade (altura) do boné: 10 cm
• Altura total boné + proteção pescoço: 42cm
• Altura frontal da proteção pescoço: 17cm, incluindo folga de 4cm abaixo do queixo
• Medida do diâmetro da proteção lateral em volta do rosto (touca fechada): 65cm

3. UTILIZAÇÃO

Utilizada para se proteger o rosto, pescoço e nuca da incidência dos raios solares, nas atividades
realizadas a céu aberto.

26
4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) EPIs devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do fabricante e o
número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A data
de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

27
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CINTO DE SEGURANÇA TIPO PÁRA-QUEDISTA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de cinto de segurança tipo para-quedista para os


empregados que realizam atividades em altura, e definir as características técnicas dos tipos que
serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Cinturão tipo pára-quedista com cinturão abdominal, tiras do cinturão abdominal e das pernas em
poliamida. Cinturão abdominal e perneiras almofadadas com espuma de poliéster. Pontos de
ancoragem frontal, umbilical para resgate, dorsal e lateral.
Fivelas automáticas e com dupla trava de segurança em duralumínio e aço inoxidável para
fechamento do cinturão abdominal e das pernas. Argola em aço inoxidável para afixação do trava
quedas no ponto de ancoragem dorsal.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção do usuário em caso de queda, nos trabalhos em altura.

28
4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) Os cintos de segurança devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do
fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego -
MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua
embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

29
f)
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE TALABARTE DE SEGURANÇA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de talabarte de segurança para os empregados que


realizam atividades em altura, e definir as características técnicas dos tipos que serão utilizados
pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Talabarte em Y, com fita de poliéster, com 23 mm de largura e resistência estática superior a 100
DaN, com absorvedor de energia em uma das pontas. Contém 3 mosquetões modelo N-501 e 01
mosquetão modelo GS20.

O mosquetão modelo N-501 apresenta resistência superior a 220 DaN.


Enquanto que o GS20 apresenta resistência superior a 2200 DaN.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção do usuário em caso de queda, nos trabalhos em altura.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

30
a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) Os tabartes devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do fabricante e o
número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A data
de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

31
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE DISPOSITIVO TRAVA QUEDAS

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de trava quedas para os empregados que realizam
vertical com risco de queda, e definir as características técnicas dos tipos que serão utilizados pela
IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Trava quedas em aço inox para cabo de aço de 8 mm de diâmetro, sistema duplo de travamento,
mola de posicionamento com talabarte e mosquetão de trava dupla acoplado na ponta.

3. UTILIZAÇÃO

Trabalhos a serem executados com deslocamento vertical onde haja riscos de quedas.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

32
b) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

c) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

d) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

33
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE VAQUETA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de luva de vaqueta para os empregados que realizam
atividades em altura, e definir as características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO
AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Luva de proteção confeccionada em vaqueta, com tira de reforço externo em vaqueta entre o
polegar e o indicador, reforço interno na palma, elástico para ajuste no dorso.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção das mãos do usuário contra agentes abrasivos, escoriantes e riscos mecânicos leves,
ideais para trabalhos que requeiram tato.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

34
b) As luvas de vaquetas devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do
fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego -
MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua
embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

35
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA NITRÍLICA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de luva nitílica para os empregados que realizam
atividades que tenham contato com produtos químicos, e definir as características técnicas dos
tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Luva de segurança, confeccionada em borracha nitrílica verde, clorinada, palma antiderrapante


alto relevo, forma anatômica.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção das mãos do usuário do contato de produtos químicos, tais como: óleo diesel, manuseio
de baterias e produtos químicos em geral.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) As luvas nitrílicas devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do
fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego -
MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua
embalagem;

36
c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

37
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE SEGURANÇA ALTA TENSÃO 20 KV

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de luva de segurança alta tensão 20 kv para os


empregados que realizam atividades em que haja riscos de choque elétrico, e definir as
características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Luvas confeccionadas em borracha de alta resistência, de acordo com a norma ANSI/ASTM D


120-02. Quando corretamente utilizada oferece proteção contra choques elétricos, queimaduras e
lesões sérias, necessitando para seu melhor aproveitamento uma Luva de cobertura
confeccionada em vaqueta.

3. UTILIZAÇÃO

Nos trabalhos em que haja riscos de choque elétrico.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) As luvas de sgurança alta tensão devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o
nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e

38
Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na
sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

39
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE COBERTURA (ALTA TENSÃO)

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de luva de cobertura (alta tensão) para os empregados
que realizam atividades com agentes abrasivos e escoriantes, devendo ser usada como Luva de
cobertura para trabalhos com alta tensão, e definir as características técnicas dos tipos que serão
utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Luva de segurança, confeccionada em vaqueta na palma, dorso e dedos, com tira de ajuste no
dorso, com fechamento em fivela de plástico, punho em raspa.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção das mãos do usuário contra agentes abrasivos e escoriantes, devendo ser usada como
luva de cobertura para trabalhos com alta tensão.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) As luvas de cobertura devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do
fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego -

40
MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua
embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

41
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE ÓCULOS AMPLAVISÃO CONTRA IMPACTO INCOLOR

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de óculos amplavisão contra impacto incolor para os
empregados que realizam atividades proteção dos olhos do usuário contra impactos de partículas
volantes multidirecionais e proteção filtro de luz, e definir as características técnicas dos tipos que
serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Óculos de segurança, modelo ampla-visão, constituído de armação confeccionada em uma única


peça de material plástico transparente, com sistema de ventilação indireta composto de dezenove
fendas localizadas nas bordas, tirante elástico para ajuste à face do usuário e visor de
policarbonato incolor.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção dos olhos do usuário contra impactos de partículas volantes multidirecionais e proteção
filtro de luz.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) Os óculos amplavisão contra impacto incolor devem ser marcadas, de forma legível e
indelével, com o nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do

42
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar
identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

43
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE ÓCULOS DE SEGURANÇA LENTE ESCURA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de óculos de segurança lente escura para os empregados
que realizam atividades que geram partículas volantes multidirecionais, e definir as características
técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Óculos de segurança, constituído de arco de plástico preto com três pinos (um central e
dois nas extremidades) para o encaixe de um visor de policarbonato verde, com
proteção lateral na mesma peça. As hastes são confeccionadas do mesmo material do
arco e possuem tamanho regulável.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção dos olhos do usuário contra impactos de partículas volantes multidirecionais.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) Os óculos amplavisão contra impacto incolor devem ser marcadas, de forma legível e
indelével, com o nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do

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Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar
identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

45
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE BOTINA DE SEGURANÇA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de botina de segurança para os empregados, e definir as


características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Botina de segurança, em couro, de amarrar, colarinho acolchoado, sistema Strobel, solado em


poliuretano bidensidade, isolante elétrico, Biqueira frontal em material resinado termoconformado
com espessura mínima de 1,3 mm de alta resistência mecânica e térmica para maior conforto
e proteção do usuário em áreas onde há influência de eletricidade.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção dos pés do usuário, devendo ser utilizada obrigatoriamente nos trabalhos de campo.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

46
b) As botina de segurança devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do
fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego -
MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua
embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MACACÃO DE TYVEK COM CAPUZ

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de macacão de tyvek com capuz para os empregados que
trabalham em operações em que exista risco de contaminação com soluções químicas líquidas,
tóxicas ou alergênicas e partículas secas e úmidas, e definir as características técnicas dos tipos
que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Macacão de segurança com capuz, confeccionado em não tecido de polietileno de alta


densidade com tratamento antiestático Tyvek® 1422A, Tychem® QC, Tychem® SL

Tyvek® 1422A Tychem® QC Tychem® SL

Nível C ou Tipos 4 e 5
proteção contra partículas sólidas e
respingos de químicos líquidos.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção do usuário em operações em que exista risco de contaminação com soluções químicas

48
líquidas, tóxicas ou alergênicas e partículas secas e úmidas.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) Os macacões de tyvek com capuz devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o
nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e
Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na
sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PERNEIRA DE SEGURANÇA – RASPA DE COURO

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de Perneira de segurança – Raspa de couro para os


empregados que trabalham em operações em que exista risco de contato com agentes abrasivos e
escoriantes, contra ataque de animais peçonhentos e ferimentos provocados por espinhos,
gravetos em serviço de campo na zona rural, e definir as características técnicas dos tipos que
serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Par de mangotes confeccionados em couro de 1ª. qualidade tipo groupon, curtida ao cromo, com
espessura de 2 mm ± 0,2 mm, costura interna em fio de algodão em ponto comum de 3 a 4 pontos
por centímetro linear, com uma tira do mesmo material e fivelas metálicas presas por meio de
rebites para ajuste. Fivelas e rebites galvanizados.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção das pernas do usuário contra agentes abrasivos e escoriantes, contra ataque de animais
peçonhentos e ferimentos provocados por espinhos, gravetos em serviço de campo na zona rural.
Utilizada principalmente nos serviços de capina, trabalhos eventuais em torres de transmissão na
área rural e de forma eventual nos serviços de climatização no s serviços de soldas,tendo em vista
projeção de partículas volantes.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

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b) As Perneira de segurança – Raspa de couro devem ser marcadas, de forma legível e
indelével, com o nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar
identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE VESTIMENTA DE SEGURANÇA TIPO CONJUNTO
(Motosserrista)

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de vestimenta de segurança tipo conjunto


motosserrista) para os empregados que trabalham em operações em que exista risco de contato
com agentes mecânicos na operação de motosserra em serviço de campo na zona rural, e definir as
características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Conjunto de proteção para operadores de motosserra, composto de:


Calça de proteção, confeccionada com tecido externo em 100%, poliéster. Proteção interna em
poliéster de alta tenacidade, com 8 camadas. Forro interno em gersey. Botão de pressão metálico.
Zíper (15 cm) na braguilha em metal ou náilon. Cordão na barra da calça para ajuste. Calça costurada
com linha 100% poliéster número 140, com reforço no cavalo (entre pernas).
Camisa / jaqueta em poliéster: Fechamento em velcro.
Luvas em 100% couro vaqueta: Revestimento em poliéster. Ajuste de velcro no punho.
Capacete de segurança, aba frontal, com jugular: Viseira em acetato acrílico ou policarbonato
transparente acoplada ao capacete.
Acabamento

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A calça deve ter 7 passantes para cinto, bolso traseiro com lapela e proteção interna anticorte
protegendo a parte frontal e traseira da perna na altura da virilha até o tornozelo.
A camisa deve ter mangas compridas e bolso frontal.
As luvas devem ter a mão direita: com indicador e polegar e a mão esquerda somente polegar.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção do corpo inteiro contra agentes mecânicos na operação de motosserra

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) As vestimenta de segurança tipo conjunto motosserrista) devem ser marcadas, de forma


legível e indelével, com o nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar
identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE VESTIMENTA DE SEGURANÇA TIPO COLETE REFLETIVO

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de vestimenta de segurança tipo colete refletivo para os
empregados que trabalham em operações em que exiga identificaçãosta risco em serviço de
campo na zona rural, e definir as características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO
AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Colete de alta visibilidade na cor amarelo fluorescente, conforme requisitos da ABNT NBR 15.292, sem
gola (gola em V), vista frontal fechada por fecho de contato (da mesma cor do tecido), cava, gola em
debrum na cor preta largura de 1 cm (interno e externo). Aplicação das faixas refletivas: deverão ser
aplicadas no corpo do colete, abaixo da cava e transversalmente ao tronco, 2 (duas) faixas paralelas de
5 cm de largura, distantes 10 cm entre si.
Costuras: Em máquina de interloque bitola mínima 10 mm para fechamento das ilhargas e ombros.
Em máquina reta 1 agulha ponto fixo para fixação e pesponto do debrum e faixas refletivas. Aplicação
de overloque nas partes desfiantes do tecido. Pontos por Centímetro: 3,5 a 4,0 em todas as costuras.
Aviamentos: Linha 80 Pes./Alg. ou 100% Pes. na cor do tecido para as operações de fechamentos.
Refletivo: O material consiste em uma faixa retrorefletiva prata na largura de 5cm (50 milímetros)
constituída por microesferas expostas, de alta angularidade, fixadas em um tecido de fundo. O material
retrorefletivo deve apresentar coeficiente de retrorefletividade inicial mínimo de 500 cd/lux m2 quando
medido a um ângulo de entrada de -4° (menos, quatro graus) e ângulo de observação de 0,2° (zero,
vírgula, dois, graus). O coeficiente de retroreflexão deverá ser comprovado por laudo técnico (original
ou cópia autenticada), emitido em nome do fabricante do refletivo, por laboratório credenciado pelo
INMETRO.
Além do coeficiente de retroreflexão deverão constar obrigatoriamente do laudo: a marca e o código do
refletivo. O material deverá ser resistente à lavagem doméstica.

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3. UTILIZAÇÃO

Proteção e identificação do trabalhador em serviços onde haja necessidade de maior visualização.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) O colete refletivo devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do fabricante
e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A
data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE PROTETOR FACIAL DE SEGURANÇA

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de protetor facial de segurança para os empregados que
trabalham em operações em que exiga proteção da face do usuário contra impactos de partículas
volantes em serviço de campo na zona rural, e definir as características técnicas dos tipos que
serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Protetor facial de segurança, constituído de coroa e carneira de plástico, com regulagem de tamanho
através de ajuste simples ou com catraca e visor de material plástico (policarbonato) incolor e verde
claro.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção da face do usuário contra impactos de partículas volantes multidirecionais e luminosidade


intensa, no caso dos visores verdes.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) O Protetor facial de segurança devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome
do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e
Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na
sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

56
d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,
antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE MÁSCARA SIMPLES DESCARTÁVEL

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de máscara simples descartável para os empregados que
trabalham em operações em que exiga Proteção da via respiratória em serviço de campo na zona
rural, e definir as características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Máscara descartável com fixação de alça em elástico, retangular, confeccionada em TNT (tecido não
tecido) à base de polipropileno, em camada única, hipoalergênica, com clip nasal.

Tamanho: Único.

3. UTILIZAÇÃO

Proteção da face do usuário contra impactos de partículas volantes multidirecionais e luminosidade


intensa, no caso dos visores verdes.

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4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) A máscara simples descartável devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o
nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e
Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na
sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

59
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE LUVA DE SEGURANÇA PARA PROCEDIMENTO NÃO
CIRÚRGICO

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de luva de segurança para procedimento não cirúrgico
para os empregados que trabalham em operações em que exiga Proteção das mãos quanto à
contaminação por agentes biológicos em serviço de campo na zona rural, e definir as
características técnicas dos tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Par de luvas em látex, com talco, cobertura acima do punho, sem emendas, adequada
elasticidade, ajuste confortável às mãos, antialérgica, espessura uniforme, apresentar boa
resistência e 100% impermeável.

Tamanhos: 7,5 - 8,0 - 8,5 - 9,0

3. UTILIZAÇÃO

Proteção das mãos quanto à contaminação por agentes biológicos.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo


Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

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b) As luva de segurança para procedimento não cirúrgico devem ser marcadas, de forma legível
e indelével, com o nome do fabricante e o número do CA (Certificado de Aprovação do
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A data de fabricação e lote devem estar
identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE CALÇADO DE SEGURANÇA TIPO BOTA DE PVC (Par)

1. OBJETIVO

Determinar a sistemática para aquisição de bota de pvc para proteção dos membros inferiores os
empregados que trabalham em operações em que exiga proteção dos pés contra umidade e
produtos químicos em serviço de campo na zona rural, e definir as características técnicas dos
tipos que serão utilizados pela IACO AGRÍCOLA S.A.

2. CARACTERÍSTICAS

Material: PVC injetado, sem forro, solado antiderrapante.


Altura do cano: longo (340 mm)
Numeração: 36 a 45
Cor: Preta/ Branca
Tamanhos: 7,5 - 8,0 - 8,5 - 9,0

3. UTILIZAÇÃO

Proteção dos membros inferiores contra umidade e produtos químicos.

4. DISPOSIÇÕES FINAIS

62
a) Solicitar do Fornecedor, cópia autenticada do certificado de aprovação (CA), emitido pelo
Ministério do Trabalho e Emprego - MTE;

b) As bota de pvc devem ser marcadas, de forma legível e indelével, com o nome do fabricante e
o número do CA (Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE). A
data de fabricação e lote devem estar identificados no próprio EPI ou na sua embalagem;

c) O EPI deve atender, além dos critérios de proteção e durabilidade, aos critérios de qualidade
de acabamento e conforto;

d) O proponente vencedor do processo de compra deverá apresentar à IACO AGRÍCOLA S.A,


antes da assinatura do contrato, uma amostra de cada produto objeto da compra para
verificação da área técnica, constando data de fabricação, nº do lote e nº do CA;

e) Na entrega do material pelo fornecedor, não serão aceitas EPIs com mais de 1 (um) ano de
fabricação.

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ESTIMATIVA DE DURABILIDADE MÉDIA EPI

Nº EPI DURABILIDADE MÉDIA


01 Capacete de segurança 5 anos
02 Cinto de segurança tipo pára-quedista 4 anos
03 Talabartes em y e Posicionamento 3 anos
04 Trava quedas 4 anos
05 Luva de vaqueta 6 meses
06 Luva nitrílica 3 meses
07 Luvas de eletricista (alta tensão – 20 kv) 1 ano
08 Luva de Cobertura em vaqueta 1 ano
09 Óculos de segurança amplavisão 1 ano
10 Óculos de segurança lente escura 1 ano
11 Botina ou calçado sem biqueira de aço 6 meses
12 Avental Tyvek 3 anos
13 Perneira 3 anos
14 Protetor Auricular Tipo Fone / Protetor Auricular Plug 1 ano
15 Capa de chuva 1 ano
UNIFORME: JAQUETA / CAMISA / CALÇA 1 ano

IMPORTANTE:

1) Cabe ao Setor de Segurança do Trabalho, especificar outros EPI’s em caso de


necessidade em atividades especiais ou mudança de processo.
2) Os EPI’s indicados serão utilizados conforme a necessidade da execução das tarefas.
3) A vida útil do EPI dependerá dos cuidados do usuário, tempo de uso, concentrações
dos agentes agressivos, locais de armazenamento, manutenção periódica e
recomendações específicas do fabricante.

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