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TOP 100 NATAÇÃO

TOP 100 NATAÇÃO

O TOP 100 Natação ­ Atividades aquáticas é um guia para professores que lidam com a

natação na Educação Física Escolar. Embora seja um guia que possa ser usado fora da escola, a intenção dele é apresentar 100 atividades para se trabalhar sem limite de idade.

O guia foi pensado e adaptado para que possa ser usado em todas as fases do ensino.

Como é um guia pensado para escola, o treinamento dos 4 nados não é o objetivo principal

do guia, embora tenha atividades que possam ser usadas para treinamento.

Há atividades específicas de cada estilo que contém vários exercicios porque falo de variações. As últimas 15 atividades deste guia podem ser usadas como aulas completas. Portanto, tem vários exercícios que podem ser utilizados como plano de aula.

Esse guia tem autoria de uma professora de Educação Física formada pela Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro. Espero que te dê variedade de atividades no seu dia a dia.Esse é o objetivo principal do guia.

Faça bom uso e qualquer duvida, envie email para muitoboa@gmail.com

Atividade 1 ­ Borbulha na beira da piscina

Vamos começar esse guia com a atividade mais básicas de todas mas importante para a adaptação da criança no meio líquido. Faça a máxima inspiração (forçada) com a cabeça fora da água e a máxima expiração com a cabeça dentro da água. Repita ininterruptamente.

Atividade 2 ­ Vivo (piscina rasa)

De pés, os alunos ficarão espalhados pela piscina e sob o comando do Professor "morto"; todos colocaram o rosto dentro d'água (expirando o ar pelo nariz), “vivo”­, todos tirarão o rosto da água (inspirando o ar pela boca).

Atividade 3 ­ Corrida das bolas (piscina rasa)

Com uma bolinha de isopor para cada aluno, faremos uma corrida, cujo objetivo será de deslocar esta bola com o ar expirado pelo nariz por uma determinada distância, (o ar terá que ser inspirado pela boca).

Atividade 4 ­ Usando o canudo

Na beira da piscina, com a cabeça para fora, o aluno deve fazer a máxima inspiração (forçada). Em seguida, expire em um canudinho com a outra ponta dele dentro da água.

Atividade 5 ­ Agachando

Nesta atividade, o professor orientará os alunos a fazerem duas fileiras de frente para ele. Ao sinal, o primeiro de cada fileira irá agachar­se com o objetivo de ver o número que o professor irá fazer com os dedos dentro d´agua. O professor pode variar o tempo que fará esse número, estimulando a apneia da criança.

Atividade 6 ­ Simulando a respiração no nado

Com apoio dos pés no chão e dos braços na borda, fazer a braçada dos dois braços em técnica sobreposta e inspirar lateralmente. Pode­se fazer essa braçada com o nado borboleta, crawl e peito. É importante o ensino dos tipos de respiração para o aluno com ele com o pé no chão para dar segurança.

Atividade 7 ­ Exercício de respiração com um braço

Ao respirar longe do braço de apoio, esse exercício ensina a manter o equilíbrio enquanto respira. Imagine que alguém amarrou seu braço direito à sua cintura, e nade estilo livre com apenas seu braço esquerdo. Para praticar a respiração, finja que o queixo está preso ao ombro direito (o que não seja o da braçada). Enquanto o braço esquerdo está se recuperando acima da água, olhe para o fundo da piscina sobre o ombro direito. Enquanto o braço esquerdo entrar na água, use a resistência para deslizar para o lado esquerdo. Continue olhando por cima do ombro direito e o rosto vai girar naturalmente para fora da água enquanto você rola para deslizar para o lado esquerdo. Quando o eu braço da braçada está de volta ao quadril, role o lado direito (e o rosto) de volta sob a água e expire enquanto o braço se recupera. Isso pode ajudar a imaginar que há uma haste da coroa de sua cabeça para o cóccix em torno do qual gira. Quando chegar à parede, volte com o seu braço direito.

Atividade 8 ­ Respiração bilateral

Respiração bilateral é quando respira­se em um número mpar de braçadas para que se possa respirar dos dois lados. Por exemplo, respiração de três braçadas seria esquerda, direita, esquerda e respira; direita, esquerda, direita e respira. E assim por diante.

Essa atividade pode ser feita com prancha e batendo perna ou até mesmo com a mão na borda. Respiração bilateral pode ser o suficiente para eliminar qualquer mau hábito que tenha adquirido. Se não puder respirar dos dois lados, primeiro treine respirar do lado “errado” durante o aquecimento. Assim que conseguir, treine a respiração de três braçadas em todos as sessões de treinamento. Como sempre, lembre­se de expirar enquanto o rosto estiver submerso.

Atividade 9 ­ Exercício de respiração lateral

Esse exercício ensina a respiração lateral. Deite sobre o lado esquerdo com o braço esquerdo (parte de baixo) estendido acima da cabeça e o braço direito (parte de cima) apoiado ao corpo. Vire a cabeça de modo que esteja olhando por sua axila esquerda, no fundo da piscina. Mantenha o seu umbigo de frente para a parede, não o teto ou o fundo da piscina. Comece a retroceder, pressionando a axila esquerda para o fundo da piscina impedindo que os quadris caiam (o seu ombro direito fica logo acima da superfície). Expire enquanto o rosto estiver submerso. Quando precisar de uma respiração, vire suavemente a cabeça para olhar sobre o ombro direito. Inspire, em seguida, vire o seu rosto para o fundo. Quando chegar ao final da piscina, repita o exercício do seu lado direito.

Atividade 10 ­ O Passeio no Zoológico

Nesse jogo, o objetivo é trabalhar a flutuação com a criança, onde são espalhados diversos brinquedos flutuantes em forma de animais, e a criança deverão imitar os animais que estão

flutuando e ficar sobre a superfície da água, com ou sem o auxílio do professor e fazer um passeio sobre a piscina ou “Zoológico”;

Atividade 11 ­ Perna de ferro

Nessa atividade, devemos organizar a turma e separá­los 2 a 2, um de frente para o outro. Assim, segurando pelas mãos, o objetivo é empurrar o colega de marcha­a­ré, usando a pernada de crawl (ou qualquer outra, dependendo do seu objetivo de aula) para "locomoção".

Atividade 12 ­ Batendo as pernas

Sentados na beira da piscina e com as pernas dentro d’água peça para que os alunos batam as pernas fazendo o máximo de espuma e barulho que conseguirem. Em seguida, os alunos devem entrar na piscina, segurar na borda, na posição de decúbito ventral e bater as pernas, tentando deixá­las estendidas, porém relaxadas. Posteriormente, distribua as pranchas ou espaguetes e trabalhe com os alunos a pernada com deslocamento. O professor pode ir à frente dos alunos, ajudando no deslocamento, puxando cada um deles. Tente fazer o pegador novamente, mas desta vez, só vale quem fizer a pernada certa e laçar os outros com o espaguete que está utilizando para o seu próprio deslocamento.

Atividade 13 ­ Alinhamento

Os objetivos desta atividade são: extensão aero­dinâmica; alinhamento.

Dentro da pisscina, o professor irá pedir para o aluno ficar em decúbito ventral, usando a prancha e com a cabeça na água. O deslizamento na água se dará através da batida de perna (seja ela qual for, dependendo do seu objetivo).

Atividade 14 ­ Espaguete

O professor distribuirá os espaguetes dentro da piscina e pedirá para que os alunos os coloquem entre as pernas, como se montassem um cavalo, de maneira que o tamanho do espaguete à frente e atrás do corpo da criança seja o mesmo. Agora, faça um passeio pela piscina, pedindo que as crianças mexam as pernas, deslocando­se. A ideia é que não segurem o espaguete com as mãos. Essa atividade ajuda as crianças a se equilibrarem enquanto se movimentam na piscina. Dessa maneira, o corpo da criança ficará na posição em pé.

Atividade 15 ­ Pega Pega do Espaguete

Com os espaguetes debaixo dos braços, organize um pega­pega com as crianças. Escolha um local na piscina onde as crianças não consigam apoiar os pés no chão. Faça uma roda, dentro da piscina, colocando dois dos alunos no centro, que serão os tubarões. Ao sinal do professor, os tubarões nadam em direção aos colegas tentando pegá­los. Quem for pego se desloca para a beirada da piscina e aguarda os outros serem pegos.

Atividade 16 ­ Mímica aquática

Vamos separar a turma em duplas. A organização desta atividade deverá ser 2 a 2. Será pedido aos alunos para imitar um animal, música, filme, pessoa, os colegas tentarão adivinhar qual é o animal imitado.Tudo isso debaixo d´água, para ficar mais divertido e trabalhar a respiração sub aquática.

Atividade 17 ­ Rio de piranhas

O que as crianças mais gostam do jogo de futebol é poder chutar a bola. Neste rio de

piranhas o que elas não poderão fazer é encostar na bola! As crianças darão as mãos e formarão um círculo com a boa flutuando ao meio. Se a bola encostar em alguém, significa que essa pessoa foi mordida pela piranha e tem que sair do jogo. Cada vez que um jogador sai o círculo se fecha mais e mais, fazendo com que se esquivar da bola fique mais difícil. Você pode criar regras para que o jogo se torne ainda mais excitante, por exemplo, os jogadores podem criar ondas com os movimentos do corpo para empurrar a bola para o outro lado, mas mergulhar não é uma esquiva permitida.

Atividade 18 ­ Pesca Submarina

É um jogo simples para todas as idades, que gosto muito de fazer. Alguns objetos que

afundam são espalhados pela piscina, dentro de um tempo pré determinado os participantes pescam esses objetos afundados, depois de terminar o tempo cada objeto tem seu valor.

MATERIAL: muitos materiais pesados (quanto mais, melhor) e lista de valores que somem e subtraiam.

Sugestão: utilizar materiais flutuantes, limitar material, colocar um baú com cadeado e fazer a corrida.

Atividade 19 ­ Bola Musical

Sabe o jgo das cadeiras que a gente sempre pode usar para os alunos? Essa atividade lembra esse jogo porque é baseado nele. Os participantes formam um círculo onde deverão passar a bola entre si o mais rápido possível, enquanto um adulto fica fora da

piscina controlando o som. Quando a música parar de tocar, o participante que ficou com a bola na mão sai da brincadeira. Esse processo se repete até sobrar um jogador na piscina.

Atividade 20 ­ Afunda balão

Encha alguns balões de aniversário e os jogue na piscina. Depois, cada participante deverá afundar a bexiga usando o próprio corpo. Ganha aquele participante que conseguir afundar

o maior número de bolas primeiro. Caso não queira competição, os participantes podem

brincar apenas por diversão, ou seja, sem a necessidade de contar o número de bexigas

afundadas.

Atividade 21 ­ Cadeirabol

MATERIAL: Duas Cadeiras Brancas e uma bola qualquer.

Jogo similar ao Polo Aquático, porém o jogo consiste em uma cadeira em cada extremidade da piscina (sem goleiro, mas sim com defesa), onde os times devem defender e ao mesmo

tempo atacar a cadeira adversária. o ponto só é válido se: a bola passar pelas mãos de todos os integrantes do time, e se ficar parada no assento da cadeira, ou seja, entrar e sair não vale. se a bola for interceptada durante a contagem e recuperada logo após, REINICIA

a contagem de passes antes do gol.

Atividade 22 ­ Peixinho Colorido

OBJETIVO: nado craw MATERIAIS: Piscina, objetos coloridos flutuantes DURAÇÃO: 15 min FAIXA ETÁRIA: 6 a 10 AULA OU CONTRIBUIÇÃO: Primeiramente, o professor deverá espalhar os objetos flutuantes coloridos(letras, bichinhos, formas geométricas, etc) na piscina em quantidades iguais de cada cor, para cada aluno. O professor será o 'peixinho', que ficará numa extremidade da piscina. O 'peixinho' falará: Peixinho colorido! E os alunos perguntarão: Que cor? Então o professor irá dizer uma cor, cada aluno deverá buscar um objeto da cor dita, isso com a pernada do nado de crawl o nado completo, depende do nível da turma.

Atividade 23 ­ Marco Polo

Além de todas essas brincadeiras diferentes, você também pode sugerir que eles brinquem do tradicional Marco Polo. Este jogo é uma cabra­cega na piscina. Um jogador fecha os olhos enquanto procura os outros pela piscina. Quando quem está procurando grita “Marco” os outros têm que responder “Polo”. As crianças podem mergulhar para tentar se esquivar. Elas também podem sair da água, mas essa é uma manobra arriscada, pois se o jogador

que está procurando ouvir os passos do outro ele pode gritar “peixinho fora d’água” e aquele que estava fora da água passa a ser quem procura!

Atividade 24 ­ Batendo as pernas

Sentados na beira da piscina e com as pernas dentro d’água peça para que os alunos batam as pernas fazendo o máximo de espuma e barulho que conseguirem. Em seguida, os alunos devem entrar na piscina, segurar na borda, na posição de decúbito ventral e bater as pernas, tentando deixá­las estendidas, porém relaxadas. Posteriormente, distribua as pranchas ou espaguetes e trabalhe com os alunos a pernada com deslocamento. O professor pode ir à frente dos alunos, ajudando no deslocamento, puxando cada um deles. Tente fazer o pegador novamente, mas desta vez, só vale quem fizer a pernada certa e laçar os outros com o espaguete que está utilizando para o seu próprio deslocamento.

Atividade 25 ­ Caça ao tesouro

Jogar moedas de 1 centavo na piscina para os alunos pegarem (sem a utilização de óculos). Variação: determinar o valor à ser pego, cara ou coroa, etc.

Atividade 26 ­ Crawl ao contrário

Ficar na posição de crawl entretanto com a cabeça voltada para a borda e as pernas esticadas para trás. Manter as pernas sem bater totalmente esticadas e iniciar os movimentos aéreos de recuperação de braçada de crawl ao contrário. Na entrada da mão na água executar a puxada (na verdade o empurrão) com as costas da mão. Manter o corpo estirado o máximo possível. O exercício requer um pouco de paciência até desenvolver a técnica que na verdade é um nado de costas de cabeça para baixo. A respiração aqui pode ser feita tanto levantando a cabeça para frente como para o lado. O educativo é divertido e muito bem aceito por atletas de todos os níveis.

Atividade 27 ­ Posição plana na água

Um dos mais fáceis e simples educativos porém eficiente e produtivo. Este educativo realmente faz o nadador entender e sentir a nova posição de nado para o estilo crawl, totalmente plana no alto da água. O educativo começa com o nadador com os braços do lado do corpo, a cabeça plana no nível do corpo e voltada para baixo. O corpo precisa estar totalmente relaxado e somente executar o movimento de pernada. A respiração pode ser lateral ou frontal, o mais importante é o nadador sentir a nova posição para o nado de crawl.

Atividade 28 ­ Serpente maluca

Sempre deixar as crianças em uma piscina bem rasa, de preferência que fique no máximo na coxa deles. Colocar as crianças todas sentadas, o educador começa cantando uma música: essa é a história da serpente que subiu no morro para procurar um pedacinho do

seu rabo. Hey, você aí (aponta para uma criança que estiver sentada) é um pedaço do meu rabão aaõa, aaaõa (e a criança passa por debaixo da perna do educador). Logo o término da música inicia­se novamente, e assim vai se formando uma fila de criança atrás do educador, uma de cada vez. A brincadeira termina quando todos formarem a serpente que

o educador começou.

Atividade 29 ­ Soprando o cone

Cada equipe deve se dividir em dois, posicionando­se de um lado e do outro da piscina, formando uma fila. É colocado um barbante atravessando a piscina de lado a lado, em

frente a cada uma das filas; dois integrantes de cada grupo são designados para segurar o barbante. Um cone de papel é previamente fabricado e colocado dentro do barbante em um dos lados da piscina. O primeiro da fila de um dos lados (o lado que está o cone) deve entrar na piscina e, ao sinal do apito, soprar dentro do cone para que se desloque até o outro lado da piscina, chegando ao final, seu colega de equipe pula na água e empurra o cone até o outro lado, onde o segundo da fila dá início novamente soprando o cone. O procedimento se repete até que todos tenham participado. Vence a equipe que cumprir primeiro a tarefa. É aconselhável a confecção de mais de um cone por equipe, pois tendem

a ficar molhados demais após algumas travessias.

Atividade 30 ­ Atrás da mesma bola

Os participantes são colocados em fila e numerados, sentando nas bordas lado a lado, de frente para a equipe adversária. Se houver três equipes, uma deverá esperar; se houver quatro, podem se juntar de duas a duas. Uma bola deve ser jogada pelo monitor no meio da piscina e esse gritará um número. Os dois integrantes das equipes que tiverem sido nomeados com esse número devem se lançar na piscina e procurar chegar até a bola, levantando­a da água, marcando assim um ponto para sua equipe. Vence a equipe que tiver o maior número de pontos. O monitor pode também chamar dois números ao mesmo tempo, assim como lançar mais de uma bola.

Atividade 31 ­ Chuva da alegria

Colocar bolinhas de plástico coloridas na piscina, e fazer missões com as crianças. Ex.: o educador pede para as crianças trazer em menos de 20 segundos apenas as bolinhas verdes, nisso todas as crianças vão ate as bolinhas verdes e levam até o educador. Após missão cumprida, o educador muda as cores das bolinhas.

Atividade 32 ­ Camiseta molhada

O professor deverá dividir a turma em equipes. Cada equipe deve se dividir em dois,

posicionando­se de um lado e do outro da piscina, formando uma fila. É entregue ao primeiro de cada equipe de um dos lados somente uma camiseta previamente molhada. Ao sinal do apito o participante deve vestir a camiseta fora da piscina, pular na água e atravessar nadando; ao chegar ao outro lado deve sair da piscina, tirar a camiseta e entregá­la ao primeiro da fila de sua equipe, que vestirá a camiseta e fará o mesmo. O procedimento se repete até que todos tenham atravessado a piscina. Vence a equipe que terminar a prova primeiro.

Atividade 33 ­ Tutubarão

O nome da brincadeira é Tu­Tubarão e faz o maior sucesso entre as crianças de 07 á 11

anos da Escola de Educação Infantil Gênese, depois das aulas de natação:

Os alunos espalham­se pela piscina sem uniformidade, logo após é escolhido o tu­tu que pode ser um outro aluno ou o, próprio professor, que sempre acaba sendo escolhido pelos alunos. Então o "tu­tu" sai para caçar suas presas, vale se deslocar de qualquer forma, quando consegue prende­las o tu­tu as leva para a parte funda da piscina e as deixa aprisionadas até que outros alunos possam "distrair" o tu­tu e salvá­las da prisão.

IMPORTANTE: As crianças ficam em estado de euforia total e como o piso da piscina é liso, colocamos a regra de que só podem efetuar os salvamentos dentro da piscina, ou seja, a brincadeira só é válida dentro da mesma para evitar possíveis acidentes.

Atividade 34 ­ Pique estátua

Objetivo: desenvolver o cognitivo Materiais: venda para os olhos Faixa etária: 05 a 08 anos

Descrição da atividade: O professor escolhe um pegador. Ele ocupará o centro de uma área da piscina. Ao apito do professor os alunos deverão correr do pegador. Quem for pego deverá abaixar­se e se tornar estátua, sendo salvo quando um colega passar por debaixo da suas pernas mergulhando.

Atividade 35 ­ Macaco pula

Objetivo: realizar mergulho de forma descontraída ; Material: piscina; Faixa Etária: 2 ­ 6 anos;

Algumas crianças apresentam resistência ao efetuarmos sua imersão na água. Esta brincadeira consiste numa música, em que as crianças se divertem e acham o mergulho divertido.

"MACACO PULA, PULA (levantar a criança da água ou jogá­la para o alto)

COME BANANA, NANA (balançar a criança, segurando­a pelas axilas de um lado para o outro na água) ENROSCA O RABINHO NUM TOQUINHO DE MADEIRA (segurando­a pelas axilas sacudir seu ombros)

E FAZ TCHIBUM! (mergulhar a criança)

MAS QUE MACACO MALUCO!! ( dizer isso quando a criança voltar da imersão e sorrir)

Atividade 36 ­ Garrafa cheia

Aproveitando a disposição dos 2 times da tarefa anterior executar esta brincadeira :

Colocar 2 garrafas e 2 espumas em uma das bordas da piscina (cada conjunto garrafa/espuma servindo a 1 time) e dispor os 2 times em fila na borda contrária . Cada

aluno deverá sair da sua fila caminhando / correndo até a borda onde estarão as garrafas com as espumas. Pegar a espuma e encher 2 vezes a garrafa correspondente do seu time.

A volta dar­se­á através de impulso na borda e de mergulho (submerso) até onde estará o

próximo do time. Caso o aluno não consiga retornar com o impulso e submerso até o seu time, deverá correr até alcançar o próximo integrante do seu time . Ganhará o time onde o 1º integrante voltar ao começo da fila . Este exercício trabalha o equilíbrio, propulsão e respiração.

Atividade 37 ­ :Trenzinho

Dividir os alunos em 2 times e organizá­los em 2 filas paralelas. É dada 1 bola de ping­pong para cada time. O jogo consiste cada aluno do time levar a bola soprando­a na superfície até o final da fila onde esta retornará ao início sobre a cabeça dos integrantes do time . O time no qual o 1º aluno voltar a sua posição inicial antes será o vencedor . Este exercício trabalha a respiração.

Atividade 38 ­ Basquete adaptado

Vamos fazer o basquete dentro d água? Vamos separar a turma em dois times. Um aluno de cada time segura um arco (pode ser balde, bambolê) como cesta; pode ser realizado com os pés no chão ou no macarrão).

Atividade 39 ­ Pólo aquático adaptado

O Polo auqatico é outra atividade que pode ser ada´tada e se transofrmar numa atividade

na Natação na escola. O jogo acontecerá com as crianças com o pé no chão ou fazendo o uso do macarrão. O objetivo é fazer o gol, numa trave adaptada.

Atividade 40 ­ Pernada de golfinho de costas

Nesta atividade, o professor irá introduzir a pernada do golfinho. A ordem é pedir para os alunos baterem a perna fazendo ondulações

Objetivos: Controle do movimento da cintura pélvica ­ entendimento e aplicação do movimento ondulatório ­ resistência da aplicação da pernada ­melhor posição para o trabalho sem prancha, já que nos encontramos com o rosto fora d'água; possibilidade de visualização.

Atividade 41 ­ Coordenação braço e respiração

1­ O aluno em decúbito ventral, isolar as pernas com flutuador de pernas, e realizar

abraçada, fazendo o número livre de respirações.

2­ O aluno em decúbito ventral, isolar as pernas com flutuador de pernas, e realizar a

braçada, uma respiração para cada três braçadas.

3­ O aluno deve segurar a prancha com uma das mãos, e fazer a braçada com o outro

braço, realizar o número de respiração livre entre as braçadas.

4­ Realizar pernadas do nado crawl, juntamente com três braçadas e uma respiração do

nado borboleta.

5­ Uma braçada com duas pernada,e uma respiração.

Atividade 42 ­ Pernada de golfinho sob a superfície

Mergulhando e executando a pernada, em decúbito ventral, voltando à superfície, tomando

ar e tornando ao exercício:

Objetivos: Como há menor resistência sob a água, ao movimento, há maior possibilidade de

progressão e o aluno sente a efetividade da execução do movimento ­ acostumar o trabalho em apnéia ­ Conseguir maior mobilidade da cintura.

Atividade 43 ­ Coordenação de Braço e Perna

1­ Alunos em decúbito ventral com o queixo na superfície da água realizam movimentos de

duas braçadas e uma golfinhada.(livre)

2­ Realizar 6 golfinhadas e uma braçada.

3­ Para maior impulsão, realizar 3 golfinhadas e 2 braçadas, que ajudará o iniciante a chegar mais rápido ao destino.

4­ Dificultando o nado, realizar 3 golfinhadas e uma braçada.

5­ Após o aluno ter entendido a técnica da braçada com respiração, realizará batidas de pernas, uma braçada e a respiração, para melhor aperfeiçoamento da sua técnica.

Atividade 44 ­ Coordenação braço­perna­respiração

Os nadadores executam duas golfinhadas completas durante cada ciclo de braçadas. A primeira pernada ocorre quando as mãos fazem a entrada na água à frente. A segunda pernada ocorre durante a varredura para cima da braçada, na altura do quadril. A respiração ocorre quando as mãos estão próximas ao abdômen e momentos antes da execução de uma pernada.

Atividade 45 ­ Pernada golfinho de um lado, depois do outro

Esta execução convém que seja feita com a cabeça fora d'água, mas, às vezes, o aluno não se importa com isso e facilita o trabalho colocando a cabeça sob a superfície, mergulhando mesmo, fazendo o exercício lateralmente e subindo para tomar o ar quando necessário ­ Nota: é um educativo que pode incomodar devido a posição lateral e a água no ouvido, por isso, devemos colocar o "tampão" para evitar insatisfação do aluno. Objetivo: Conseguir mobilidade em todos os sentidos ­ adquirir controle do corpo ­ maior efetivação no trabalho de quadris ­ soltura das pernas.

Atividade 46 ­ Mãos na coxa

Duas mãos nas coxas, batimento das duas pernas juntas, a cabeça comanda a ondulação. Mesma coisa com os braços estendidos à frente (braços não ficam estáticos, ondulam um pouco);

Atividade 47 ­ Braçada em pé De pé com os ombros na linha d’água (submersos) dar braçadas. Indicador entra primeiro, mínimo sai primeiro (entra na água, abre, aproxima, empurra e sai). Mesmo exercício, afundando o rosto quando a mão entra na água;

Atividade 48 ­ “Fugindo do Jacaré e do Tubarão”.

Nesta atividade a turma deverá ser dividida em dois grupos com o mesmo número de alunos em cada grupo. Um grupo será denominado de jacaré e o outro de Tubarão. Um grupo deverá estar posicionado de frente para o outro a uma distância de cinco metros entre eles, próximo ao centro da piscina. O professor, deverá iniciar a atividade contando uma história sobre um passeio que realizou e os animais que ele encontrou neste passeio. Quando o professor mencionar que encontrou um tubarão, todos os alunos do grupo do tubarão deverão nadar na direção do grupo oposto (jacarés) e tentar pegar os colegas antes que eles alcancem a borda da piscina. Quando o professor mencionar que encontrou um jacaré, os alunos do grupo do tubarão deverão fugir na direção da borda da piscina. O deslocamento pela piscina deverá ser feito utilizando a técnica de braçada no nado borboleta e pernada do nado de golfinho.

Atividade 49 ­ Pernada com prancha

Este exercício deve inicialmente ser realizado com a cabeça fora d'água, para haver um abaixamento das pernas e fazer com que elas trabalhem em superfícies mais propulsivas tornando mais efetivo o movimento. Depois devemos fazer com que o atleta realize a aplicação com quatro pernadas com a cabeça dentro d'água, para educar o aluno ao trabalho com dois ciclos de braços para cada respiração. Não permitir que os pés saiam fora d'água, inicialmente exigir um trabalho de quadris e não permitir que seja utilizado o ombro no batimento de pernas com prancha, o que é comum a muitos nadadores.

Atividade 50 ­ Combinação braço borboleta ­ perna peito

Tem como objetivo principal, permitir ao novato sentir que progride no borboleta sem a coordenação difícil do golfinho

­ Criar movimentos corretos de braços, uma vez que aluno terá que pensar apenas neles

­ Condição de percurso mais longo ao iniciante.

Atividade 51 ­ Movimento de 1 só braço borboleta com perna golfinho

Este exercício pode ser feito das seguintes maneiras:

a) vai uma piscina com um braço, volta com outro.

b) faz duas braçadas com um braço, duas com outro ­ faz 3 com um braço, 3 com outro e 3

com ambos. Em todos os casos, enfatizando a entrada da mão na água, a extensão do braço para a frente e para baixo e puxada com tentativa de fazer com o braço reto, e estender bem o braço para bom final ­ Objetivos: Estudo das diversas posições dos braços­ colocação correta dos mesmos no lugar desejado ­ coordenação ­ equilíbrio.

Atividade 52 ­ Corretivos no nado borboleta

Os corretivos devem ser feitos em distâncias de 25 e 50 metros para maximizar a qualidade do nado e podem­se utilizar acessórios de auxílio, como nadadeiras. Confira abaixo três tipos de exercícios de correção para o borboleta:

1 – Arrastar de polegar Durante o nado, quando braço estiver começando a fase aérea da braçada (recuperação), arraste o dedo polegar (em toda a fase aérea) até a entrada das mãos na água. Esse educativo é utilizado para corrigir a posição, que deve ser feita com os braços bem rentes à água e com ligeira flexão nos cotovelos; as mãos devem entrar na água com as palmas voltadas para fora e na largura do ombro. 2­ Biondi drill Esse era o educativo favorito de Matt Biondi, nadador americano, campeão olímpico em 1988. O movimento começa com o corpo totalmente estendido à frente, os dois braços esticados, executando­se apenas a pernada de borboleta. O atleta, após duas a quatro pernadas, procede à fase submersa da braçada de borboleta, encerrando­a bem ao final da extensão de seus braços. 3­ Peito­borboleta Executam­se três ciclos completos de borboleta e logo depois três braçadas de peito com perna de borboleta. Esse exercício educativo faz o atleta sentir e perceber o agarre (ponto de máxima força), que é o mesmo do nado peito.

Atividade 53 ­ Espaguetes

Distribua os espaguetes para os alunos. Peça para que o posicionem nas costas, logo abaixo dos braços. As crianças devem se deitar tentando estender o corpo, olhando para o céu/teto de maneira relaxada e com a respiração tranquila. O professor deverá observar aqueles alunos que permanecem mais ansiosos e ajudá­los a relaxar. Chegue perto da criança, nesses casos, e ajude­a a posicionar seu corpo, dando­lhe segurança.

Atividade 54 ­ Pernada no nado costas

1 ­ Em dupla, um segurando o outro pela nuca, trabalhar a pernada de costas .

2 ­ Em decúbito dorsal, braços soltos ao longo do corpo, trabalhar as pernas.

3 ­ Repetir o exercício anterior executando o rolamento dos ombros

4 ­ Um braço esticado para trás e o outro ao longo do corpo, trabalhar as pernas.

Atividade 55 ­ Braçada fora da água

Deitado em decúbito dorsal sobre um banco, um dos braços ao longo do corpo e o outro esticado para trás, ponta do dedo mínimo voltada para baixo, movimentar o braço para baixo, puxar como se estivesse jogando água em direção ao pé (repetir com o outro braço).

Ainda no banco, um braço esticado para trás e o outro ao longo do corpo, enquanto um braço puxa o outro deve fazer o movimento da recuperação (o banco não pode ser muito largo, os ombros precisam estar livres).

Atividade 56 ­ Iniciação das braçadas no nado costas

A braçada do nado costas, em geral, apresenta maior dificuldade para os pequenos. Nesse

primeiro momento, peça para que cada um, de pé dentro da piscina, realize asbraçadas. Em seguida, com os flutuadores de pernas e com a prancha, peça para que eles façam as braçadas. Os dois acessórios para flutuar são recomendados para a criança não afundar e para ela poder prestar atenção aos seus movimentos. Esse é um exercício mais lento, por isso, intercale entre os movimentos de pé e deitados com a prancha.

Atividade 57 ­ Coordenação do Nado

1 ­ Em decúbito dorsal, braços ao longo do corpo, tirar um dos ombros da água e executar a

braçada apenas com esse braço, quando ele chegar na finalização trabalhar o outro braço.

2 ­ Um braço esticado para trás e o outro ao longo do corpo, a cada oito pernadas trocar a posição dos braços executando a braçada e a recuperação.

3 ­ Em decúbito dorsal, braços esticados para trás, pernada constante, trabalhar um braço de cada vez.

Atividade 58 ­ Braçadas de costas

A braçada do nado costas, em geral, apresenta maior dificuldade para os pequenos. Nesse

primeiro momento, peça para que cada um, de pé dentro da piscina, realize as braçadas. Em seguida, com os flutuadores de pernas e com a prancha, peça para que eles façam as braçadas. Os dois acessórios para flutuar são recomendados para a criança não afundar e para ela poder prestar atenção aos seus movimentos. Esse é um exercício mais lento, por isso, intercale entre os movimentos de pé e deitados com a prancha.

Atividade 59 ­ Melhorando a técnica

1. Nade com um braço fazendo a puxada e o outro estendido acima da cabeça.

2. Em seguida, nade com um braço fazendo a puxada e o outro estendido no

prolongamento do tronco.

3. Depois, nade costas com um braço parado acima da cabeça e o outro executando

somente o término da puxada.

4. Mais uma estratégia é nadar olhando a entrada da mão na água.

5. Faça o nado costas com a braçada dupla simultânea, quando você usa os dois braços

juntos para ter maior eficiência.

Atividade 60 ­ Virada de costas

1 ­ Na posição de flutuação dorsal, passar para a flutuação ventral, girando o corpo lateralmente.

2 ­ Na posição de flutuação dorsal, passar para a flutuação

ventral e executar uma cambalhota parai frente.

3 ­ Deslizando de costas, passar para a posição ventral e executar a cambalhota para frente.

4 ­ Batendo a perna de costas, girar para a posição ventral, executar a cambalhota para frente.

5 ­ Nadando de costas, passar para a posição ventral e executar uma cambalhota para frente.

Atividade 61 ­ Posição das mãos no apoio

A posição das mãos no apoio deve ser com a palma voltada para o fundo da piscina, com

uma ligeira inclinação para a lateral, que nós calculamos aproximadamente, em 30 graus,

em relação à linha de superfície Nadar somente com as pernas, mantendo as mãos em posição de apoio, polegares entrelaçados.

Atividade 62 ­ Cavando a água

Com espaguete ou flutuador de perna, os alunos atravessarão a piscina como se estivessem cavando a água com os braços e mãos. A respiração deve sempre ser frontal. Esse é um exercício que cansa muito as crianças, por isso, deixe que descansem bastante de tempos em tempos.

Atividade 63 ­ Brincadeira do Bigode

Muito eficiente para a pegada no nado peito. Com os braços estendidos à frente, abrir a braçada até um pouco mais do que a largura dos ombros. Fechar os braços fazendo um movimento parecido com um bigode ou um "u" com cada mão, ao mesmo tempo que sobe

a cabeça para respirar. Os cotovelos flexionam­se muito pouco e é muito importante acelerar a braçada e colocar muita força.

Atividade 64 ­ Ritmo no Nado Peito

O ritmo da braçada em nado de peito é o inverso da pernada, isto é, tem uma tração lenta e

uma devolução rápida ou seja, o momento de força é menos rápido que o da recuperação,

enquanto que na pernada este último é mais lento que o momento de força. De pé, corpo

flexionado sobre a água, ação dos braços, partindo do apoio, com uma vantagem mental de

parada sob o queixo e faz com que o aluno execute o primeiro movimento lento e o segundo rápido.

Atividade 65 ­ Sapo de barriga para cima

Nessa atividade a ideia é descansar ativamente, porém, nadando outro nado adaptado. Deixe que as crianças nadem em decúbito dorsal, realizando as braçadas do nado costas, mas as pernadas do nado peito. É uma forma divertida e gostosa de descansar nadando.

Atividade 66 ­ Cabo de vassoura

Eu gosto muito de usar esta atividade para a trabalho da braçada. É um educativo bom para “dosasr” a linha do ombro. Nadar com um cabo de vassoura ou cano embaixo das axilas, isso limita a abertura dos braços para que não ultrapasse a linha do ombro.

Atividade 67 ­ Palmateio de peito

Com a cabeça na água e os braços estendidos à frente, fazer um movimento circular somente com os ante­braços, afundando bastante a mão. Este exercício pode ser feito com pernada de peito, borbo, crawl ou com flutuador.

Atividade 68 ­ Pernada no peito

1) Trabalho de pernas sem prancha ­ objetivo ­ manutenção do equilíbrio.

2) Trabalho de pernas em posição vertical: objetivo ­ "pegada" e força.

3) Pernada em decúbito ventral ­ objetivo ­ "pegada" e estudo da simetria

4) Execução do movimento de pernas na lateral ­ objetivo ­ noção de posição, espaço e simetria.

5) Com uma das mãos, segurar a perna correspondente e com a outra mão e perna, executar o nado. Objetivo ­ manutenção de posição equilibrada e força

6) Dois a dois ­ um segurando na perna do outro ­ o primeiro executa a pernada e o segundo, a braçada: objetivo ­ noção de tempo e aplicação de força

7) Pernada de peito com braçada de crawl: objetivo­ equilíbrio e elevação das pernas na execução do nado de peito.

8) Pernada junto da parede da piscina: objetivo ­ evitar abertura demasiada

Atividade 69 ­ Posição das mãos no apoio

Objetivo: A posição das mãos no apoio deve ser com a palma voltada para o fundo da piscina, com uma ligeira inclinação para a lateral, que nós calculamos aproximadamente, em 30 graus, em relação à linha de superfície Educativo ­ Posição das mãos no apoio:

Nadar somente com as pernas, mantendo as mãos em posição de apoio, polegares entrelaçados. As crianças devem atravessar a piscina ,ir e voltar,cinco por vez.

Atividade 70 ­ Direção das Mãos Para o Início da Puxada

Objetivo ­ Deve ser a seguinte: Respeitando a inclinação das mãos, trazê­las para baixo e para o lado, sem perder a posição de 30 graus, até o início do movimento arrendondado para se efetuar a compressão. 1° Educativo do Nado Peito (4 min)­ Direção das mãos para o início da tração:

Nadando, executar a abertura dos braços sem realizar a braçada, e voltar ao ponto de apoio. 2° Educativo do Nado Peito(3 min) ­ Direção das mãos para o início da tração:

O mesmo movimento, usando um braço durante 25 metros, depois o outro. 3° Educativo do Nado Peito (3 min) Fazer o movimento com as mãos, desde o ponto de apoio até o início da tração, com batimento de pernas crawl.

Atividade 71 ­ Contrário

Uma criança é escolhida no grupo por fórmula de escolha. Ela ordena para as demais: "­ Andem para frente" E elas deverão andar para traz, executando as ordens sempre ao contrário. As crianças que forem errando irão sendo excluídas. A última que ficar será a que irá dar as próximas ordens para que a brincadeira prossiga.

Atividade 72 ­ Cachorrinho com variações

Nadar cachorrinho com extensão total dos braços tanto para frente quanto para trás.

Variações:

a

­ com snorkel

b

­ com a cabeça sempre fora da água

c

­ com respiração de crawl sempre do mesmo lado

e

­ com respiração de crawl bilateral

f ­ com respiração de borboleta

Atividade 73 ­ ‘’Serpente’’

Os alunos serão organizados em três colunas, onde cada um deverá segurar no ombro do colega da frente formando uma ‘’ serpente’’. A serpente deverá se deslocar o mais rápido possível até chegar a um caixa onde haverá várias letras a qual deverão montar palavras (mar, peixe e golfinho). O primeiro aluno da coluna deverá pegar a primeira letra (sem desfazer a serpente) , contornar o professor e voltar para começar formar a palavra na borda da piscina, este aluno irá para o final da coluna e a serpente continuará o trajeto até formar as palavras necessárias, lembrando que cada aluno só poderá pegar uma letra por vez e se a serpente se desfazer, o aluno que estiver na frente deverá esperar para todos seguirem o percurso juntos.

Atividade 74 ­ Torre

Toda a equipe / turma deverá fazer uma torre, empilhando todo o material disponível na piscina, (levar o material de um lado para o outro ­ 1 de cada vez ­ estipular um prazo de 5 min.). Vence a torre + alta.

Atividade 75 ­ Lançamento do Número

Esse jogo ocorre com duas equipes numeradas: o professor chama um número ao mesmo tempo que joga a bola.

Os dois alunos de cada equipe devem deslocar­se para pegar a bola; a equipe que pegar antes marcará um ponto; ao final ganha a equipe que fizer mais pontos – variante: utilizar várias bolas).

Atividade 76 ­ Fôlego de Leão

Objetivo: Agilidade, força muscular, trabalho em equipe. Material: Bexigas. Duas ou mais equipes em filas. Os participantes deverão encher uma bexiga dentro da água eestourá­la de um lado da piscina. Caso o participante que estiver enchendo a bexiga não conseguir deverá passar a vez pro seguinte participante. A equipe que consegui estourar a bexiga primeiro será aequipe vencedora.

Atividade 77 ­ Varrer a Casa

Objetivo: Desenvolver a força e a resistência muscular.

Materiais: Vários objetos flutuantes de diferentes formas e tamanhos. O professor deverá dividir a piscinaem dois campos de jogo e espalhar a mesma quantidade de objetos para os dois lados. Cada equipe deverá ter o mesmo número de jogadores. Ao sinal de início, cada equipe deverámovimentar a água com o objetivo de deslocar os objetos que estiverem em seu campo para a área adversária. Vencerá a equipe que tiver menos objetos em sua área no tempo determinado

Atividade 78 ­ Toque no ombro

O nadador irá trabalhar com o exercício unilateral para melhorar a braçada do crawl. Durante o nado o aluno irá tocar o ombro e alongar a braçada ao lado do braço que estiver parado, enquanto as pernas realizam movimentos alternados.

Atividade 79 ­ Giro no lugar

Espalhar seus atletas pela piscina tendo cada um seu próprio espaço para a execução de um giro no mesmo lugar. Eles não podem estar junto a raia ou utilizar a mesma para facilitar

o movimento do giro completo. Ao sinal de um apito pelo treinador, os nadadores executam

o giro completo voltando para a posição inicial. Tal tipo de exercício pode (e deve) ser feito em forma de competição entre seus nadadores incentivando­os a executar este giro completo de forma cada vez mais rápida.

Atividade 80 ­ Braçada educativa

De pé, tronco inclinado, joelhos semiflexionados e braços segurando um bastão nas pontas. Simule o movimento do nado crawl, levando um dos braços para a frente e o outro para trás. Vá alternando os braços. Faça isto por um minuto. Descanse 15 segundos e realize mais duas séries.

Atividade 81 ­ Brincando de foguetes

Descrição: Contamos às crianças que cada uma delas se transformaram em foguetes. Com

a mão sobre a outra e os braços estendidos (simbolizando o bico do foguete), o professor

coloca gasolina no foguete e pergunta qual o foguete que está com o motor cheio e forte. O professor dá apoio com sua mão para o bico do foguete, ajudando a criança a se sustentar;

e diz que para ver se o motor está com gasolina as crianças devem bater a perna (que é o

próprio motor da nave), fazendo uma espuma na superfície. Batendo a perna forte as crianças podem fazer uma viagem pelo espaço; e dirão o que encontraram. Porém, se as crianças disserem que estão sem gasolina, ou não demonstrarem interesse em bater a perna, o professor joga um pouco de água nas crianças (fazendo uma "chuvinha"), dizendo que dessa forma está enchendo o tanque do foguete. Objetivo: Melhorar a sustentação iniciando a perna do nado crawl.

Material: Não é necessário Tempo de duração: 10 minutos aproximadamente. Idade aproximada: acima de 04 anos.

Atvidade 82 ­ Telefone submarino

Desenvolvimento: O professor falara em voz baixa, ao primeiro aluno de uma das fileiras, uma palavra, frase ou oração. Este aluno devera nadar por baixo da agua ou andar, ate o primeiro aluno da fileira a sua frente, transmitir o que Lhe fora dito e sentar. Este segundo aluno devera voltar nadando ou andando e transmitir para o próximo e assim sucessivamente, ate o ultimo aluno. Este, por sua vez, devera falar em voz alta o que Lhe fora transmitido. Obs: Observar se a palavra, frase ou oração foi fiel a original.

Atividade 83 ­ Roda Gigante

Descrição: Para as crianças que possuem uma maior facilidade, a brincadeira da cadeira encantada pode virar a brincadeira da roda gigante. A criança, agora fica com o rosto na água e executando a perna do crawl. O professor segurando as mãos da criança ajuda a realizar a rotação dos braços, fazendo um movimento com uma grande amplitude. Os braços da criança são a própria roda gigante do parque de diversão. Após o professor ter executado o movimento com os braços da criança, ela pede para criança realizar sozinha. Agora ela já pode andar de roda gigante sozinha. Objetivo: Iniciação ao nado crawl. Material: Não é necessário. Tempo de duração: 7 minutos aproximadamente. Idade aproximada: 05 anos.

Atividade 84 ­ Ondas do mar

Descrição: No momento de descanso entre uma atividade e outra, o professor pede às crianças para fazerem algumas respirações (as famosas bolinhas). Nessa atividade o professor pergunta às crianças quais delas já foram à praia, e diz que para fugir das ondas fortes têm que afundar para que a onda não estoure na cabeça. Aí o professor simula as ondas do mar e nesse momento as crianças devem afundar. Objetivo: Realizar a inspiração fora da água e afundar fazendo a expiração. Tempo de duração: Aproximadamente 8 ondas cada vez que for realizar essa brincadeira. Cerca de 30 segundos.

Atividade 85 ­ Assoprando velinhas

Descrição: O dedo do professor vira uma vela de aniversário. Todos cantam parabéns e o professor pede às crianças para ajudarem a apagar a velinha. Observação: somente a

ponta do dedo do professor deve estar para fora da água. Aproximadamente na altura da unha. Objetivo: Fazer com que a criança expire assoprando a água, até colocar a boca primeiramente. Material: Não é necessário, porém pode ser utilizado qualquer objeto que possa simbolizar a vela. Apitos e bicos de mamadeiras podem ser adaptados a esta atividade. Tempo de duração: 2 minutos aproximadamente. Faixa etária: 3 a 4 anos. Idade aproximada: A partir de 05 anos.

Atividade 86 ­ Aperfeiçoamento do nado de borboleta

Objetivo: Melhoria do gesto técnico . Duração: 45 min Material: Barbatanas e Palmas, Prancha Faixa Etária: Classes que dominem os 4 estilos. Todas as faixas etárias . Parte Prática:

1. Aquecimento muscular geral:

1.1 400m livres ou em alternativa 15' de nado continuo.

2. Aperfeiçoamento do movimento ondulatório assim como da pernada:

2.1 Com utilização de barbatanas executar movimentos ondulatórios inspirando quando for

necessário;

2.2 Braços esticados à frente, efetuar dois batimentos de pernas Mariposa seguidos de uma

inspiração;

2.3 O mesmo exercício, no momento da inspiração deverá efetuar uma braçada em Bruços.

3. Aperfeiçoamento do trajeto aéreo da braçada:

3.1 Com apoio de prancha efetuar pernas mariposa, por cada braçada completa a um braço

em crawl com respiração frontal;

3.2 O mesmo exercício mas só com os braços esticados à frente, esperando que um

termine o movimento para efetuar o movimento com o outro.

4. Aperfeiçoamento do trajeto subaquático da braçada:

4.1 Efetuar o movimento correto da braçada( com os dois braços simétricos e simultâneos)

na sua fase subaquática. os braços não efetuam trajeto aéreo e o primeiro batimento de

pernas, ocorre quando os braços iniciam o movimento, sendo o segundo batimento de pernas colocado no momento em que os braços se prepararão para sair da água. A recuperação dos braços deve dar­se com se fosse em bruços. Este exercício de ser efetuado com apoio das palmas.

5. Descontração e relaxamento muscular:

Atividade 87 ­ Trabalho de Pernada

Objetivo: Trabalho geral de pernada. Duração: 45 min Material: Pranchas, acquatub, pull boys, demais materiais flutuantes. Faixa Etária: 07 a 10 anos . Parte Prática:

A aula inicia­se com aquecimento através de uma rápida brincadeira como mãe­pega (5

minutos) . As crianças terão sua disposição um número determinado de materiais flutuantes os quais deverão ser levados um de cada vez de uma borda a outra da piscina, o retorno será nadando o estilo ao qual o aluno fez o trabalho de pernas (variar estilos) na ida.

Após levar todos os materiais ( 7 a 12 aprox.), os alunos fazem um trabalho de pernada submersa.

O momento dos alunos buscarem os materiais é o mais motivante e divertido da aula pois

eles devem fazê­lo trazendo todos os materiais de uma só vez.

Depois pode­se fazer algumas variações como por exemplo um aluno escolhe os materiais que o outro deverá levar e assim por diante. Os 5 minutos finais da aula os alunos ficam livres para brincarem.

Observação: Esta aula é bastante motivante para os alunos pois eles acabam fazendo um trabalho intenso de pernada sem se preocuparem com o número de piscinas a serem realizadas.

Atividade 88 ­ Natação Infantil

Objetivo: adaptação ao meio líquido e iniciação . Duração: 60 minutos Material: prancha, espaguete, bambolê Faixa Etária: 3 a 4 anos Parte Prática:

Aquecimento ­ Sentar na beira da piscina, colocar os pés dentro da água. Fazer um circulo com os pés; Bater os pés alternadamente até fazer "espuminha". Colocar as mãos na piscina e jogar água no amigo.

Parte Principal ­ Respiração Dentro da piscina, soprar a água. "Fazer bolhinha " com a boca dentro da água. "Fazer bolhinha" com a cabeça dentro da água. Segurar na borda, realizando a pernada do crawl, soprar a água, depois com a boca dentro da água, finalizando com a cabeça dentro da água.

Com a prancha, realizar o mesmo exercício. Espagute ­ no meio das pernas brincar de bicicleta. Bambolê ­ fazer com que a criança passe pelo bambolê, fazendo a pernada do crawl e soltando bolhinha com a cabeça dentro da água.

Parte Final ­ alongar, brincar,ou contar uma história para criança.

Atividade 89 ­ Natação para bebês

Objetivo: Saltar da borda de pé, sem auxílio do professor. Duração: 20 minutos Material: Garrafinha, bonecos e bolas de pequeno porte. Faixa Etária: De 1 a 2 anos Parte Prática:

Estimule o salto através de arremesso de objetos. Coloque a bóia e estimule­a a buscar o objeto jogado. Retire a bóia e deixe que ela brinque no platô. No platô, estimule as imersões voluntárias. Coloque a criança de pé na borda e faça a mesma brincadeira com a criança, arremessando objetos e solicitando que ela os pegue depois. Coloque a criança dentro da água, com toda a segurança, sem deixar que ela molhe seu rosto. Repita várias vezes este estímulo, até que a criança o faça sozinha, por vontade própria. Quando isto acontecer, o professor deve estar sempre atento para que não ocorra nenhum desconforto à criança, pois se isto acontecer, ela não irá querer fazer mais e o professor deverá começar todos os estímulos do inicio.

Obs: Ao final da aula. Chame o responsável e peça ao bebê que chame também. Despeça­se do bebê com muito carinho e o convide a volta na próxima aula.

Atividade 90 ­ Aprendizagem dos diversos nados de forma recreativa

Objetivo: Tornar a aprendizagem do nado mais divertida. Duração: 45 minutos Material: Bolas, bóias circulares, brinquedos que afundem, prancha Faixa Etária: De 9 a 13 anos Parte Prática:

Começaremos pela disposição dos materiais na piscina.

1) Coloque a bola na borda da piscina. 2) Coloque a bóia circular apoiada na parede (se esta for perto da piscina), opondo­se as pranchas. Servirá de gol.

3) Os materiais formarão um quadrado, utilizando os cantos da piscina. Então, neste terceiro canto, coloque a prancha. 4) Neste último canto, coloque os brinquedos que afundam. Agora, passaremos à aula:

1) Os alunos vão seguir uma fila, onde o primeiro faz uso da bola p/ fazer trabalho de pernas (como se fosse a prancha) ­aqui, pode­se variar o estilo da pernada. Deslocando­se até o ponto onde está a bóia circular. Tenta "marcar um gol" na bóia circular. 2) Deste canto até o próximo, executa um estilo de nado. 3) Neste canto, está a prancha. Ele a utiliza p/ fazer outro estilo de pernada até o próximo canto. 4) Nesse canto, estão os brinquedos que afundam. Aqui, os alunos terão que treinar fazer submersão até o fundo da piscina p/ que possam pegar o material. 5) Para retornar ao primeiro canto, o aluno fará agora, um nado completo.

Atividade 91 ­ Training Natação

Objetivo: resistência Duração: 45 minutos Material: halteres, uma bola e um espaguete Faixa Etária: todas as faixas etárias Parte Prática:

100m pernada crawl ex.1=espaguete no peito do pé, estender e flexionar a perna, sendo que o exercício deve ser feito em pé, com abdômen contraído e coluna alinhada. 50 repetições com a perna direita

100m pernada de costas ex. 2=idem ao 1, perna esquerda

100m braçada de crawl ex.3=com halteres, rosca bíceps direta. Mãos apontado para cima estender e flexionar o braço. 30 repetições

300m crawl ex.4 com bola=flexionar as 2 pernas, neste momento estender os braços, trabalhando abdominal.

200m costas.

100m peito.

Atividade 92 ­ Adaptação Inicial

Objetivo: O objetivo da minha aula é propor soltura e descontração no meio líquido,exploração do meio aquático e dominar a respiração e o corpo na água. Duração: 30'a 40' Material: pranchinhas, boias de braço, brinquedos diversos. Faixa Etária: 4 à 7anos

Parte Prática:

*Início com um aquecimento fora da piscina sentados na borda espalhar a água com pés, encorajando­os a entrar com segurança na água (sentados na borda, girar o corpo e escorregar para dentro dela ou descer pela escada), já no meio líquido 3'

* Fazer com que eles se movimentem como se estivessem esquiando este pode ser feito

segurando na borda usando a mãos como remos, faço com eles uma chegada a borda. *Faço uma roda com eles e peço que todos lavem o rosto (digo ex. que está sujo) , na sequência faço um exercício de imersão assoprando o ar e fazendo borbolhas pelo nariz e pela boca, contando até 3. *Peço que eles saltem para cima e para baixo segurando a mão do colega com os braços e os pés ligeiramente afastados. *Faço tb a flutuação cogumelo onde o queixo é inclinado para frente em direção ao peito, flexionando as pernas, fazendo com que os joelhos quase toquem a cabeça,largar o corpo na água. *Após verificar os niveis de flutuação peço que eles inclinem seus corpos para frente, o

rosto é mantido dentro da água e os braços relaxados para frente ou para o lado do corpo. Quando elevarem a cabeça para respirar eles vão retornar a PI. *Neste exercíco eu uso a borda, a pranchinha ou auxilío a eles com os meus braços. Peço que eles inclinem seus corpos para frente, o rosto é mantido dentro da água e os braços relaxados para frente. Para retornar a posição de Pé os braços que estavam estendidos a frente passam verticalmente para baixo da piscina ao mesmo tempo que as pernas são flexionadas e a cabeça levada para trás. *Todos exercícios +­20' *Faço uma atividade recreativa tipo submarino, as crianças submergem com os olhos abertos apertando o nariz e a outra mão para fora da água como se fosse um

telescópio.+­4'

* Tempo livre para elas +­5' supervisionado deixando vários brinquedos dentro da água.

Atividade 93 ­ Nadando e recreando crawl

Objetivo: Aperfeiçoar o nado crawl Duração: 50 minutos Material: prancha de natação Faixa Etária: 9 e 10 anos Parte Prática:

Aquecimento:

Todos sentados na borda da piscina e devem começar a bater palmas. O incentivo do prof. poderá ser: aplaudir um time, amigo, etc. Logo em seguida todos devem começar a bater

pernas. O incentivo o prof. poderá ser: vc são o motor do nosso barco . Vamos ver até onde chegamos. ( variar a velocidade). Parte principal:

1 ­ 50m ­ Flutuação em decúbito ventral com deslocamento e em seguida batimento de pernas. Contar até 10 e iniciar pernada.

2­ 50m ­Batimento de pernas do nado crawl contando até 10 e depois iniciar braçada com respiração lateral.

3 ­ 50 m ­Idem ao exercício anterior só que utilizar a prancha.

4 ­ 100 m ­ Um braço permanece estendido à frente ; trabalhar o outro braço batendo com

as costas da mão nos glúteos e na testa ao entrar a mão na água. (Prestar continência).

5 ­ 50 m ­ Nadar crawl prestando atenção na posição do seu corpo.

6 ­ 50 m ­Nadar crawl realizando a braçada como se pegasse uma pedra e a jogasse para

trás.

7 ­ Duelo de pernas ­ Em duplas, de mãos dadas e um de frente para o outro, realizar a

pernada de crawl e verificar quem consegue deslocar o companheiro. Parte final :

Jogo do Pêlo e Pena Dividir a turma em duas equipes e realizar o jogo do pêlo e pena. Uma equipe de costas para a outra. Uma deverá ser o animais com pêlo e a outra animais com pena. Quando o Prof. falar o nome de um animal a equipe a que ele pertence deve fugir e a outra deverá tentar capturar novos integrantes para a sua. Comentários: A cada passagem de um exercício para o outro o prof. deve dar um determinado tempo de recuperação antes de iniciar a próxima atividade.

Atividade 94 ­ 1ª aula de Natação

Objetivo: Desenvolver habilidades para nadar Duração: 50 min; Material: Piscina, Pranchas, Bóias, Argolas Faixa Etária: 08 à 12 anos Aproveitamento: para atividade física na educação infantil Parte Prática:

Ensinar a respiração: soltar o ar pelo nariz, embaixo da água e buscar fora o ar pela boca. Brincar de afundar para mostrar quantos dedos os alunos ver dentro d'água (ou seja, ex:

afunda e mostra 2 dedos e volta para fora d'água. Todos devem dizer quantos dedos foram mostrados) Jogar objetos na água para os alunos pegarem. Brincar de Cogumelo. Pedir que os alunos abracem os joelhos e coloquem a cabeça perto dos mesmos, depois abram braços e pernas. Pedir para os alunos utilizarem as pranchas para treinar a respiração frontal. Ensinar fora da piscina, na borda, como bater as pernas. Juntar a respiração com batida de pernas.

Atividade 95 ­ Adaptação I ­ Natação

Objetivo: flutuação dorsal, propulsão de perna do nado crawl, imersão e adaptação ao meio

;

Duração: 50 min; Material: piscina de 12x5 metros, espaguetes, caneleiras de hidroginástica, pranchas e outras coisas mais; Faixa Etária: 3 a 6 anos ; Parte Prática:

Começa com um alongamento fora da piscina onde, enquanto alongamos, faço várias perguntinhas para desinibir as crianças tipo: pergunto se a sunga ou o maiô é novo, se tal criança tem irmãos e outras mais. O aquecimento é de 10 minutos. Assim que entramos na piscina peço que eles façam 10 respirações (às vezes, eu só conto normal outras eu canto uma música que eles também conheçam, tipo pula­pula seu sapão põe a mão no chão.) Depois trabalhamos a imersão, nos que já estão adaptados, peço para que passem por baixo da minha perna ou por dentro de um bambolê que coloco no fundo da piscina; para os que não estão adaptados peço para que coloquem o rostinho na água e soltem o bolhão. Depois trabalhamos a propulsão de pernas com a prancha e com o espaguete (com o espaguete dou um nó para que se pareça com um volante), pausa para uma musiquinha para que a criança não fique tão cansada e para motivá­la a fazer os exercícios. Por último, trabalhamos a flutuação.

Atividade 96 ­ Circuito de pernada

Objetivo: trabalhar as valências físicas através da pernada crawl Duração: 45 min Material: prancha, extensores, pés­de­pato Faixa Etária: maior 10 Aquecimento ­ Deixar os alunos nadarem livremente (5 minutos). Principal ­ Dividir os alunos no número de raias que o professor estiver disponível, por exemplo 6 raias, o professor determina um tempo para a execução das atividades e um tempo para a mudança de raias, por exemplo 5 minutos fazendo a atividade e um minuto para trocar. O exercício das raias continua o mesmo e os alunos vão rodando. r1­ pernada de crawl com prancha em grande pegada e a cabeça fora d'agua (trabalhar força ) r2 ­ pernada de crawl sem prancha com extensores presos nas raias e fazendo braçada para respirar (trabalhar RML) r3­ pernada de crawl com prancha em pequena pegada rosto dentro d'agua fazendo a respiração frontal (trabalhar velocidade). r4­ pernada de crawl com pé de pato sem prancha com a respiração livre. (trabalhar potencia) r5 ­ pernada crawl sem material e constante com respiração livre (trabalhar restência aeróbia) r6 ­ deixar fazer a pernada livremente (descontração)

COMENTÁRIO: enfatizar o trabalho a ser realizado em cada valência física. É bem aceito por todos, pois só é necessário saber fazer a pernada de crawl.

Atividade 97 ­ Protetor de Vela ­ Recreação

OBJETIVO: proteger a vela e mantê­la acesa por mais tempo. Coordenação, agilidade, equilíbrio, atenção e interação. MATERIAIS: Um adulto com isqueiro para acender a vela e uma vela por jogador. DURAÇÃO: Até que sobre uma vela acesa FAIXA ETÁRIA: a partir de 8 anos AULA OU CONTRIBUIÇÃO: Formam­se 2 equipes e sorteia­se para saber qual começará a levar as velas. Todos os jogadores entram na água, na zona onde dá pé (conforme a piscina). Os jogadores da primeira equipe levam uma vela acesa na mão (as velas têm de ser previamente acesas por um adulto). Quando se ouvir o sinal, os que levam as velas andam pela piscina em fila até a outra extremidade enquanto os jogadores da equipe adversária se aproximam deles para tentar apagar as suas velas, mas só com salpicos. Devem mexer­se sempre andando dentro da água, não podem nadar. Quando alcançarem o objetivo, contas as velas acesas e salvas e é a vez da outra equipe. Ganha a equipe que conseguir levar mais velas acesas até a meta.

Atividade 98 ­ Nado gatinho para iniciantes

OBJETIVO: Iniciação a natação MATERIAIS: piscina, água nível baixo e crescente DURAÇÃO: 1:00 FAIXA ETÁRIA: até 12 anos AULA OU CONTRIBUIÇÃO: Depois de ensinar a respiração em baixo d´gua, de ensinar a dar a pernadas, passamos para o método gatinho, com o nível de água baixo, a criança tenta imitar o caminhar do gatinho, colocando o braço a frente fazendo a entrada primeiro dos dedos colocando as palmas das mãos no chão da piscina puxando até se deslocar. Inicialmente com as pernas no mesmo movimento, enquanto isso está aumentando o nível da áqua da piscina, com o aumento do nível, a criança irá tentar fazer só o movimento das mãos as pernas irão fazer os movimentos de pernadas do nado craw, ensinado anteriormente, vai chegar um ponto em que a o nível da água estará o suficinete para que ele não toque, com as mãos no solo. Realizando a braçada do nado craw, depois começa­se a corrigir o detalhes que estarão errados com a prancha ou sem ela! COMENTÁRIOS: queria que fosse divulgada autoria, que é minha, que eu estou no 3º semestre de Educação Física

Atividade 99 ­ Pinguins na água

APROVEITAMENTO: Natação e passeios na praia em turmas OBJETIVO: Agilidade, coordenação, equilíbrio. MATERIAIS: 1 bola inflável por jogador; piscina raza ou na praia DURAÇÃO: Conforme o percurso escolhido e a quantidade de alunos FAIXA ETÁRIA: a partir de 6 anos AULA OU CONTRIBUIÇÃO: Quandos todos disserem já!, começa a corrida, que consiste em chegar à linha de chegada andando com a bola entre os joelhos. Se algum jogador perder a bola pelo caminho, voltará à saída e começará de novo. Ganha o jogador que chegar primeiro.

Atividade 100 ­ Iniciação à Natação

Objetivo: Adaptar a criança ao meio líquido Duração: 50 minutos Material: prancha Faixa Etária: 05 à 10 anos Parte Prática:

Nos 5 minutos iniciais: alongamento de MMSS e MMSS. Nos 10 minutos seguintes: Criança segurando na borda da piscina com ambas as mãos, colocar o rosto na água soltar bolhas pela boca e pelo nariz. Agora, com a prancha, sem movimentar­se pela piscina, repetir o exercício anterior. Nos 10 minutos seguintes: Repetir o exercício anterior, agora, andando pela piscina. Nos 10 minutos seguintes: A criança segura na borda com ambas as mãos e bate pernas (nesse caso, se a criança não conseguir se manter na superfície, pode­se utilizar do espaguete sob ambos os quadríceps para fazer a sustentação). Nos 10 minutos seguintes: Repetir o exercício anterior, agora com a prancha. Nos 5 minutos finais: alongamento de MMII e MMSS Observação: Método utilizado para iniciar a criança, que tem dado bons resultados.

APOSTILA

APRENDIZAGEM INFANTIL PARA OS 4 NADOS

É de fundamental importância que a criança aprenda os nados brincando, assim ela não

sente a obrigação de nadar perfeitamente, mesmo porque ela está aprendendo a nadar agora, e seu desenvolvimento nesta fase aprendem a imergir, a flutuar a se deslocar dentro da piscina e a saltar. Quando for ensinar a criança a imergir faça devagar para que ela não se assuste e use brincadeiras para a atividade ser prazerosa para ela. A criança tem que se acostumar com a água aos poucos, então em primeiro lugar deve­se molhar a cabeça da criança aos pouquinhos e vá aumentando quando sentir que ela esteja gostando da diversão, ao final a água tem que lembrar a de um banho de chuveiro. Para o aprendizado da criança o professor precisa ensinar a respiração e quando afundar a cabeça na água necessita de um comando dito pelo professor, um exemplo é a palavra ‘vai’, pois o professor fica ao final pronúncia da palavra permanece com a boca fechada no final e com isso a criança também irá permanecer com a boca fechada e não irá assim

engolir água, mas se ele preferir usar o famoso ‘um, dois, três’ não poderá pronunciar o já, pois aqui a criança afunda de boca aberta e consequentemente irá engolir água.

O autor diz ainda que nessa fase a criança tenda a buscar desafios e pretende superá­los,

normalmente a criança mergulha por curiosidade ou por meio da imitação de algum colega ou do próprio professor e este conhecimento se torna prazeroso para ela, para estimular a criança ao aprendizado da imersão, existe uma brincadeira que é de passar entre os bambolês ou por debaixo das pernas do professor e os demais colegas de turma. Passando para a fase da flutuação o professor deve ensinar a criança o movimento que será feito brincando, pois assim ela perde o medo. O procedimento do professor aqui é pedir para a criança ficar de barriga para cima (decúbito ventral) e dizer para ela deitar

sobre a água e relaxar, caso a criança tenha dificuldade use apoios como bambolê ou ainda os braços do professor para dar equilíbrio e o corpo ficar sobre a água. A flutuação pode ser feita por dois tipos a de flutuar parte do corpo ou o corpo inteiro. O exercício feito para flutuar parte do corpo, o professor pede para que as crianças formem um circulo e de mãos dadas elas ficam com o corpo rente a água, ou em duplas com o auxilio do professor elas seguram em seus braços para poder ter a estabilidade, já à flutuação de corpo inteiro o professor pode segurar a cabeça da criança na superfície da água enquanto ela estiver deitada.

A fase de deslocamento tem inicio na hora em que começa a aprendizagem dos nados e

eles terão que ser trabalhados em todos os sentido e direções, o professor irá necessitar

fazê­los em todas as aulas daqui por diante. Para TURCHIARI (1996), para que a criança

possa se deslocar na água o professor precisa estimular ela com desafios de ver quem vai mais longe ou até mesmo pelo nado cachorrinho o qual a criança fica só com a cabeça fora d’água, para isso ser mais prazeroso ensine as crianças que estão esperando a vez a cantarem cantigas que as façam se deslocar.

O professor deverá ensinar todos os jeitos possíveis de se fazer o deslocamento, seja para

frente, de costas ou lateralmente, podendo usar um apoio ou não, sempre visando o ensinamento futuro dos nados, porque a criança terá varias situações diferentes de se movimentar. Nesta faixa etária a criança gosta de imitar, então caso o professor fale para seus alunos nadarem cachorrinho e uma não o saiba, consequentemente vendo seu coleguinha fazer o movimento ela irá imitá­lo, isso é uma coisa boa, como ele esta expondo uma excitação a mais naquele exercício para que ele se movimente na água.

A fase dos saltos da borda deve ter início quando as crianças tiver confiança para que

possam saltar nesta aula o professor precisa estar dentro da piscina para quando a criança

pular ele possa pegá­la nos braços, isso irá facilitar muito o trabalho, pois ela vai perdendo

o medo de saltar nas próximas aulas. Geralmente quando uma criança salta pela primeira

vez ela salta em pé, assim que ela sentir segurança no que esta fazendo ela começa a saltar de barriga (famosa barrigada) e com o passar das aulas ela salta de ponta que é o procedimento correto.

APRENDENDO O NADO CRAWL

O nado crawl, também conhecido como nado livre é considerado o mais rápido e o mais

fácil dos quatro estilos na prática da natação, pois ele aparenta uma caminhada. A metodologia para o ensino do nado crawl inicia com a oscilação das pernas e dos pés, ou seja, a pernada é o que a criança aprende primeiro. Mas por que as pernas primeiro?

O movimento de perna é o principal fundamento no começo da aprendizagem dos nados,

pois tem como finalidade de estabilizar o corpo na água e para que a criança aprenda o movimento correto ela inicia o movimento como se estivesse pedalando, pois não tem muita força para bater as pernas no início da aprendizagem, então este movimento de pedalar na água é que vai proporcionar a criança a ter um deslocamento no ambiente líquido no começo do ensinamento. Segundo relatos do mesmo autor sobre o trabalho de propulsão de pernas no nado crawl,

pode­se inserir diversas brincadeiras, uma delas é a do “Cavalinho” ou “Bicicletinha”, cujo qual é a mesma brincadeira só muda o nome, ela é feita com o auxílio de um espaguete, onde a criança coloca no meios das pernas como se ele fosse um cavalo ou uma bicicleta, onde o aluno realizará o movimento de pedalar, dessa maneira ele ira se deslocar para frente devido ao movimento. O objetivo da brincadeira é justamente fazer com que a criança perceba que se ela mexer as pernas da maneira correta ela vai se deslocar para frente, atingindo assim uma das fases do ensinamento do nado crawl. Para que a criança aprenda a fazer a pernada o professor neste período tem que agrupar os fundamentos da pernada em todas as aulas daqui para frente, ele precisa introduzi­la em todas as situações, na flutuação ventral e quando partir para ensinar o nado costa à flutuação dorsal, ele também pode trabalhar com materiais como prancha, macarrões, também se trabalha a pernada, para afundar depois de um salto, para se deslocar com ajuda de um impulso no fundo da piscina, para ter uma estabilidade na água quando se está na posição horizontal.

O exercício para ensinar a criança a fazer a pernada é pedir para ela colocar a mão na

borda da piscina, e brincar de flutuar o corpo na água, depois acrescentar a batida das pernas, também brincando, podendo ser o nado foguetinho. Quando o professor sentir que

a criança está confiante neste exercício ele deverá acrescentar um grau maior de

dificuldade, vai segurar a criança na posição de decúbito ventral (barriga para baixo) e colocar uma das mãos no peito da criança e a outra mão no quadril da mesma, feito isso brinque com a criança de conduzir, fazendo com que ela bata as pernas e os pés enquanto você vai conduzindo o aluno dentro da água. O professor deve ensinar o aluno que a pernada é contínua e que a posição dos pés deve estar em flexão plantar, os dedos voltados levemente para dentro, assim o professor começará a corrigir o aluno durante as aulas.Nas aulas futuras ele deve iniciar a pernada para baixo e para cima, avisando a

criança que o movimento das pernadas para baixo começa com a flexão do quadril e passando para a extensão dos joelhos, a pernada para cima ela começa quando termina a pernada para baixo. Uma das Brincadeiras que se pode acrescentar nesta fase é a “Travessia do Barco”, onde será utilizado um tapetão ou bóia grande, que em cima do tapetão devera ter diversos brinquedos, então pediremos que as crianças apoiem as mãos sobre a bóia ou tapetão, dê um impulso sobre a parede e faça o movimento de propulsão de perna alternado, levando assim o barco pra frente e consequentemente atravessando a piscina de um lado para o outro. O Objetivo da brincadeira é fazer com que as crianças fazem a propulsão de pernas alternadas e tenham uma pequena resistência contra elas, que no caso seria a bóia ou tapetão. Depois da aprendizagem das pernas o professor necessita ensinar a criança à braçada, é sempre bom que o professor demonstre a criança o movimento, para iniciar a braçada os braços devem estar sempre à frente da cabeça entre o plano referente da metade da ponta do ombro no lado da entrada, os braços levemente flexionados com a palma das mãos inclinada para fora e quando for fazer o movimento lembrar que são as pontas dos dedos que tocam a água primeiro e em seguida o braço desliza por dentro da água estendendo­se

para frente, logo após abaixo da superfície da água, girando a palma da mão para baixo até que fique voltado para baixo ao final do alongamento. Para conseguir sair do lugar a força aplicada para o deslocamento inicia­se só quando existir um alongamento total do braço. Na hora de fazer a recuperação da braçada necessita que haja uma projeção do cotovelo para cima da água o mais alto que a mão e em seguida fazer a extensão do cotovelo sequenciando a entrada dos dedos na água. Falando deste modo com a criança ela não irá entender nada do que está falando, então faça este ensino brincando, como? Peça para ela imaginar um peixinho no fundo da piscina

e olhar o sol no céu, feito isso diga para ela bater os braços dando tchauzinho para o

peixinho que está no fundo da piscina e em seguida outro tchauzinho para o solzinho, usando este procedimento a criança aprenderá de forma lúdica e mais rápido.

A respiração a criança deve girar a cabeça para um dos lados até que a boca saia da água

para que haja a inspiração do ar que também deve ser efetuada pela boca, para expirar o ar pode ser feita pela boca, pelo nariz ou por boca­nariz essa expiração carece ocorrer momentos antes do giro da cabeça novamente para conseguir respirar, isso o professor também deve deixar a criança sempre alerta, no entanto o giro da cabeça deve ser executado suavemente para que mantenha continuamente em um eixo longitudinal. Os defeitos apresentados pelas crianças no inicio são muitos, mas como o passar das aulas elas vão se adaptando mais aos movimentos dos nados e depois é só fazer as correções necessárias no decorrer das próximas aulas. Como dito anteriormente dos defeitos que são muitos podemos citar alguns, ao invés de executar a pernada a criança pedala na água, quando esta nadando ela não nada em linha reta e sim em ziguezague, pois ainda não tem uma coordenação para sustentar seu corpo na água. Para que isso não aconteça existem correções que o professor carece em trabalhar com a criança, então ele acrescenta alguns treinamentos como o posicionamento do braço na etapa de tração assim como o de recuperação, quando o cotovelo deve permanecer mais alto que a mão. Este treinamento pode ser efetuado dentro ou fora da água. Então o professor pede para que a criança fique com o tronco semiflexionado com o bumbum (glúteos) apoiado na parede da piscina, os ombros e o queixo rente à água, as pernas devem estar afastadas lateralmente e os calcanhares longe da parede, os braços

estendidos à frente, o aluno tem que manter o equilíbrio para conseguir a realização da atividade, em seguida a criança estende a mão que desejar (esquerda ou direita) em direção ao joelho correspondente àquela mão. Para ser mais correto o movimento a ponta do dedo médio e logo depois tocar a palma da mão na parede, sem a necessidade de mexer o tronco, para finalizar este movimento de correção o aluno puxa a mão contra a parede, semi flexiona o cotovelo até onde permitir a articulação do ombro e depois leva o braço à frente para que faça a entra da mão na área entre o eixo mediano e a linha do ombro e efetua o movimento de tração outra vez, enquanto o braço contrário executa o movimento. Esta atividade teoricamente deve ser feita assim, como dito no paragrafo anterior, mas se tratando do processo de ensino/aprendizagem com criança volta a usar a brincadeira do tchauzinho para o peixinho e para o solzinho, isso faz a criança apreender melhor a atividade passada pelo professor. Outro exercício é utilizar à prancha, o aluno segura a mesma e vai batendo os pés, enquanto um braço esticado, segura o equipamento o outro faz o movimento da puxada, a criança tem que respirar entre duas e quatro braçadas dependendo do estágio em que se encontra o ritmo para cada braçada é moderado, tendo a atenção no estilo do nado, a criança estende bem o braço à frente e quando for fazer a recuperação relaxa. O professor tende a trabalhar esta atividade na parte rasa da piscina e usá­la por enquanto apenas na horizontal para evitar acidente nesta atividade, o aluno, no entanto deve trocar de braço cada vez que chegar ao outro lado, para ter variação no exercício o aluno toca a ponta dos dedos no ombro como referência

APRENDENDO O NADO COSTA

O nado costas é semelhante ao nado crawl, à diferença é que nesse estilo de nado o aluno

fica em decúbito dorsal (barriga para cima), uma das características deste estilo de nado é que o corpo está praticamente na horizontal com o plano da água e a posição do quadril estará voltada ligeiramente para baixo, o quadril ficando deste modo não deixa que a coxa saia da superfície da água quando fizer o movimento da pernada para cima. Quando estiver orientando a criança deve­se lembrar de que a posição posterior da cabeça precisa repousar na água e o nível d’água, no entanto, necessita passar em um ponto abaixo das orelhas, o queixo permanece levemente afundado e os olhos direcionados para cima e para trás. De acordo com o autor anterior, também é importante ressaltar que para o ensino do nado costas o trabalho de flutuação está intimamente ligado aos ensinamentos, pois a flutuação vai proporcionar a posição de decúbito dorsal da criança e também para que ela possa estar relaxada para se mantiver na superfície da água, diante essa fase podemos associar a brincadeira do “Ninar”, como já foi citada anteriormente.

A pernada para cima aqui é que permite que ocorra o deslocamento na água, para que

aconteça o aprendizado da pernada para o nado costa o professor utilizará o macarrão, neste exercício a criança deve posicionar o material embaixo do braço passando por trás das costas, a pernada começa então com a flexão do quadril, dando sequência com uma extensão do joelho e finalizando o movimento com a flexão parcial dos pés. Uma das sugestões para que se possa facilitar o trabalho do professor, caso a piscina onde ele trabalha seja coberta, é decorando o teto com bichinhos, bolas ou qualquer outro material

associado a crianças, para que esses objetos atraem a visão da criança no momento do ensinamento da flutuação e também na fase de aprendizagem do nado costas, pois ela vai permanecer mais tempo na posição de decúbito dorsal, caso tenha algo que chame a atenção dela nesse momento de ensino. Caso a piscina não seja coberta o professor pode improvisar e com a própria mão eleva um brinquedo na altura da cabeça da criança para que ela permaneça em decúbito dorsal, e tenha atenção voltada para o brinquedo e permanecendo assim na posição por mais tempo. A braçada se assemelha com um cata­vento, alternando­se os braços, ela utiliza­se de duas fases; a fase aérea que é conjugada pela liberação, recuperação e entrada e a fase submersa são constituídas por quatro varreduras, sendo a primeira varredura para baixo, a primeira varredura para cima, a segunda varredura para baixo e a segunda varredura para cima, lembrando que nesta fase submersa a braçada é propulsiva a partir da primeira varredura para cima. Ainda de acordo com o autor citado acima, no ensinamento da braçada do nado costas, a criança ainda não irá compreender que existem as varreduras. O fato de ela fazer o movimento de rotação nessa fase será o objetivo proposto. Diante desse objetivo vamos promover uma brincadeira que se chama “Limpa Orelha”, ou seja, a criança deverá se posicionar em decúbito dorsal segurando com as duas mãos uma prancha na altura de seus joelhos e fazendo o movimento de propulsão de pernas e no comando do professor ela vai fazer o movimento de rotação de um dos braços, e quando o braço estiver próximo de entrar na fase submersa ela deverá raspar a parte superior do braço na orelha e fazendo assim “limpeza”, quando o braço passar pela fase submersa e chegar novamente a prancha, inicia­se o movimento com o outro braço fazendo o mesmo procedimento. Essa brincadeira vai promover a rotação dos braços e consequentemente a iniciação do nado costas, onde irá faltar somente inserção do posicionamento das mãos e os movimentos das varreduras. Neste nado a cabeça fica fora da água, tornando assim a respiração mais agradável. A inspiração do ar ocorre quando um dos braços estiver na fase de recuperação e a expiração acontece quando o outro braço estiver fazendo a tração. Os defeitos comuns apresentados no nado costa são a cabeça muito elevada, o exagero na elevação e extensão dos braços à frente dos ombros e a não percepção se os mesmos chegam a tocar nas orelhas na hora da realização do movimento, outro defeito é nadar sem direção, ou seja, em ziguezague. Um exercício para melhorar o desempenho da criança é pelo método dos equipamentos, para que o aluno corrija a pernada do nado o professor pede para que ele segure a prancha atrás da cabeça e de um impulso na parede da piscina, feito isso ele começa a bater os pés lembrando que as batidas de pernas devem ser suaves, chamando a atenção do aluno na hora da investida para cima e que ele precisa trabalhar os joelhos para baixo, permanecendo com os calcanhares relaxados. Outro exercício para que seja feito a correção da braçada que pode ser ensinado pelo professor é aluno a alternar o braço para que possa ser feita esta correção, fazendo deste modo; com um dos braços passando ao lado da cabeça e o braço oposto junto ao corpo, à puxada com o braço de recuperação com o outro, acentuando a rotação do ombro. Quando fizer a entrada da mão na água, primeiro colocar o dedo mínimo (mindinho) e para fazer à recuperação a mão pode sair da água com o dedo mínimo ou com o polegar, para esse exercício é bom que se use um pull­boy (bóia/flutuador) para colocar entre as pernas, evitando assim que as mesmas se movam e que fique focada em trabalhar apenas o braço,

assim a criança consegue um melhor desempenho em seu aprendizado e nadará melhor também. (NAKAMURA, 1997)

APRENDENDO O NADO PEITO

Na faixa etária de três a seis anos não se trabalha com o nado peito em seu modo completo, já que a execução do mesmo é muito complexa para esta idade, no entanto, a criança consegue fazer a pernada que nesta fase é mais conhecida como perna do sapinho ou a perna da rã. No começo todas as crianças terão algum tipo de dificuldade na hora de executar o movimento, entretanto, algumas pegaram o jeito mais fácil para fazer a realização e outras ainda apresentarão dificuldades, contudo o professor ensinando a pernada por meio de brincadeiras o aluno terá condições de assimilar a batida da perna

mais rápido. O professor, no entanto, coloca a criança em decúbito ventral (barriga para cima), apoiada na borda da piscina e movimenta seus pés fazendo com que este movimento aconteça em diagonal, deixando seus pés que palmateiam para fora, para baixo

e para dentro e para trás, lembrando que a sola dos pés são as superfícies propulsivas que

tem a função de deslocar a água para trás. Para fazer os exercícios em presença a este ensinamento, podemos associar algumas brincadeiras relacionadas ao objetivo estabelecido, como a do “Sapinho”, cujo qual pode ser realizada na borda da piscina ou com auxilio de materiais, como pranchas e espaguetes, a intenção é imitar o movimento que um sapinho faz quando este está dentro da água, pois o movimento realizado por ele é muito semelhante ao da pernada de peito e dessa maneira a criança realiza o movimento quando imita um sapinho.

APRENDENDO O NADO BORBOLETA

Na faixa etária de três a seis anos não se trabalha com o nado borboleta em seu modo completo contando que a execução do mesmo é muito complexa para esta idade, contudo o

professor consegue trabalhar a pernada, que a criança conhece mais como a perna da seria ou perna do golfinho e algumas ainda conhecem como a perna da minhoquinha. Porém existem crianças que apresentam dificuldades de fazer a ondulação mesmo sendo realizada de forma lúdica.

A braçada aqui não é trabalhada visto que é muito complicada a suas fases e a criança terá

bastante dificuldade ao fazer o movimento.

05 PLANOS DE

DE

AULA

NATAÇÃO

Plano de Aula 1 ­ Iniciação ao nado Crawl

Faixa etária: de 7 a 8 anos; Duração da aula: 50 minutos; Quantidade de aula por semana: 2 vezes; Local: academia, recinto fechado e coberto, ou na escola que houver piscina; Objetivo Geral: coordenação perna/braço com início a respiração frontal.

1ª Parte – Aquecimento ­ 5 minutos.

Correndo em volta da piscina de forma organizada ao sinal do prof. através do apito todos deverão pular na água e sair rapidamente voltando à correr novamente (repetir várias vezes). Andando ao sinal do professor todos se agacharão e saltarão com os braços estendidos para cima (repetir várias vezes conforme achar necessário).

2ª Parte: ­ Formação Corporal e Educação do Movimento.

Objetivo – Batimento de pernas (com e sem material)

­ Rotação de braços (com e sem material)

­ Respiração frontal com material Duração: 30 minutos

De forma organizada cada aluno deverá atravessar a piscina de um lado para outro, com batimento de perna com braços estendidos a frente, se houver necessidade realizar respiração frontal. Da mesma forma com auxílio de uma prancha. Obs.: Realizar várias vezes conforme a necessidade e o desempenho de cada aluno. Com os braços estendidos à frente os alunos realizarão a rotação dos braços, acompanhando com batimento de pernas de um lado para o outro da piscina, indo com o braço direito, voltando com o esquerdo. Da mesma forma com os braços alternados (ora um/ora o outro). Repetir o mesmo processo com auxílio da prancha.

Plano de Aula 2 ­ Iniciação ao Crawl

Objetivos:

Como objetivos para essa aula, propomos: aprender as braçadas do nado crawl; aprender as pernadas alternadas do nado; aprender a respiração unilateral e bilateral do nado. obs.:

Nessa aula de natação, organizamos o trabalho com o nado crawl ou nado livre, para iniciação.

Duração das atividades: 100 min.

Espaço: Piscina

Materiais: Pranchas, pullbuoy (flutuadores que utilizamos entre as pernas), flutuadores do tipo “espaguete”

Atividade 1. Alongamento (10’).

Reúna as crianças num local próximo à piscina e instrua­as a fazerem alguns alongamentos, dando ênfases às musculaturas dos braços, pernas, costas e pescoço.

Atividade 2. Passeio de espaguete (15’).

Dentro da piscina: distribua os espaguetes e peça para que os alunos os coloquem entre as pernas, como se montassem um cavalo, de maneira que o tamanho do espaguete à frente e atrás do corpo da criança seja o mesmo. Agora, faça um passeio pela piscina, pedindo que as crianças mexam as pernas, deslocando­se. A ideia é que não segurem o espaguete com as mãos. Essa atividade ajuda as crianças a se equilibrarem enquanto se movimentam na piscina. Dessa maneira, o corpo da criança ficará na posição em pé.

Atividade 3. Pega­pega (15’).

Nesse momento, com os espaguetes debaixo dos braços, organize um pega­pega com as crianças. Escolha um local na piscina onde as crianças não consigam apoiar os pés no chão. Faça uma roda, dentro da piscina, colocando dois dos alunos no centro, que serão os tubarões. Ao sinal do professor, os tubarões nadam em direção aos colegas tentando pegá­los. Quem for pego se desloca para a beirada da piscina e aguarda os outros serem pegos.

Atividade 4. Flutuar e respirar para descansar (10’).

Depois da correria anterior, peça para as crianças flutuarem por algum tempo, apoiadas num dos espaguetes, para descansarem. Instrua uma respiração regular, com expiração e inspiração com tempos de execução aproximados. Como brincadeira, proponha a organização de uma “ola”, como nas torcidas de futebol, marcando o aluno que começa a onda, se afundando primeiro na água e soltando borbolhas, voltando à superfície ao fim das borbolhas. Desta maneira, ao afundar um aluno de cada vez e de forma sucessiva, haverá a formação de uma onda.

Atividade 5. Batendo as pernas (15’).

Sentados na beira da piscina e com as pernas dentro d’água peça para que os alunos batam as pernas fazendo o máximo de espuma e barulho que conseguirem. Em seguida, os alunos devem entrar na piscina, segurar na borda, na posição de decúbito ventral e bater as pernas, tentando deixá­las estendidas, porém relaxadas. Posteriormente, distribua as pranchas ou espaguetes e trabalhe com os alunos a pernada com deslocamento. O professor pode ir à frente dos alunos, ajudando no deslocamento, puxando cada um deles.

Tente fazer o pegador novamente, mas desta vez, só vale quem fizer a pernada certa e laçar os outros com o espaguete que está utilizando para o seu próprio deslocamento.

Atividade 6. Braços (15’).

Distribua as pranchas para os alunos. De pé, dentro da piscina, com o corpo inclinado para frente, peça para os alunos executarem o movimento dos braços, um por vez, sempre terminando o movimento na posição onde o iniciou. Em seguida, peça para que façam o mesmo exercício, na posição de nado, dando ênfase ao “desenho” de um círculo.

Atividade 7. Até o meio da piscina (10’).

Para esse momento, a proposta é estimular as crianças a executarem as braçadas até o meio da piscina e pernadas na outra metade. Uma boa alternativa é deixar um espaguete no meio da piscina para que as crianças, ao chegarem nesse material, passarem a fazer as pernadas.

Atividade 8. Nado livre (10’).

Nesse momento, a ideia é que as crianças tentem praticar o nado livre /crawl. Durante esse tempo. Algumas alternativas como “pega­pega nado livre”, “corrida nado livre”, entre outras fica também estimulante para os alunos.

Avaliação

A avaliação deve ser feita pelo professor durante toda a aula. Pode­se avaliar os alunos pelo envolvimento em cada uma das atividades, perguntando diretamente para a turma. É interessante que o professor sempre reúna os alunos, entre as atividades, na beirada da piscina. É importante conversar sobre as impressões da aula e de cada atividade, especificamente, perguntando sobre as dificuldades e facilidades em brincar na água com os pés no chão, com flutuadores, e sem flutuadores (quando for o caso). Também é importante conversar sobre as impressões em utilizar outro espaço – a piscina – nas aulas de EF. Perceber se os objetivos das aulas foram alcançados; pergunte­os se aprenderam os movimentos, se tiveram dificuldades, o que mais gostaram de fazer, etc. O registro do aprendizado pode ser feito pelo próprio professor a partir dos relatos dos alunos.

Plano de Aula 3 ­ Ambientação na Natação

Faixa Etária: 9 a 10 anos Duração da aula: 45 Minutos Recursos Materiais: Letras de E.V.A, baldes, bexigas e crachás.

Objetivo: Propor a vivência da ambientação e adaptação ao meio liquido através do lúdico, desenvolvendo a sociabilização entre os alunos.

Desenvolvimento da Aula

Primeiramente os alunos realização alguns movimentos ainda sentados na borda da piscina, estes deverão seguir os comandos do professor:

­ Movimentar os pés no sentido horário e anti­horário, sentindo a resistência da água;

­ Movimentar as pernas, tendo como objetivo molhar os colegar;

­ Molhar o rosto com a água da piscina.

1° Momento: ‘’Serpente’’

Os alunos serão organizados em três colunas, onde cada um deverá segurar no ombro do colega da frente formando uma ‘’ serpente’’. A serpente deverá se deslocar o mais rápido possível até chegar a um caixa onde haverá varias letras a qual deverão montar palavras (mar, peixe e golfinho). O primeiro aluno da coluna deverá pegar a primeira letra (sem desfazer a serpente) , contornar o professor e voltar para começar formar a palavra na borda da piscina, este aluno irá para o final da coluna e a serpente continuará o trajeto até formar as palavras necessárias, lembrando que cada aluno só poderá pegar uma letra por vez e se a serpente se desfazer, o aluno que estiver na frente deverá esperar para todos seguirem o percurso juntos.

2° Momento: ‘’Bexigas na torre’’

Os alunos serão divididos em duas equipes. O objetivo do jogo é trocar passes entre o time e fazer com que chegue o maior número de bexigas cheias de água na torre. Se um aluno estiver com a bexiga na mão ninguém do time adversário poderá tocar nele e nem na bexiga, sendo somente permitido roubar a bexiga entre os passes. No final da atividade serão estouradas as bexigas dentro dos baldes e a equipe que tiver o maior volume de água vence a atividade.

Momento Final: ‘’ Siga seu crachá’’

Alunos estarão espalhados na piscina e deverão seguir os comandos dado pelo professor. Cada aluno irá receber um crachá, onde o mesmo será utilizado até o final da atividade. Em seguida o professor irá solicitar que:

1º Alunos formem grupos de acordo com a cor do seu crachá: após a formação, a proposta será a de representar algo relacionado a respectiva cor. ( azul, vermelho, amarelo)

2º Em seguida os grupos irão separar­se, e o professor irá pedir que os alunos se encontrem a partir do animal que esta em seu crachá, feito isso, deverão cumprir a tarefa de cantar uma música de acordo com o animal no gênero musical pedido, exemplo: sapo/ caipira, pato/rock, aranha/rap, devendo apresentar para os demais grupos.

3º Após esse momento alunos irão separar­se novamente então formarão grupos de acordo com os temas sugeridos: Branca de Neve E os Sete Anões, Chapeuzinho Vermelho, 3 Porquinhos: em seguida deverão encenar as histórias de acordo com a sua criatividade.

Plano de Aula 4 ­ Pernada do nado borboleta

Categoria: Iniciante no nado borboleta Carga Horária: 45min

1 OBJETIVOS

1.1 Geral:

Levar os alunos a por em prática os fundamentos e princípios básicos necessários para

desenvolver a pernada do nado borboleta.

1.2

Específicos

a)

Provocar a socialização entre os alunos;

b)

Apresentar a penada do nado borboleta por meio de educativos dinâmicos;

c)

Construir momentos de interação entre professores e os alunos.

2

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

Aquecimento: Com dois professores dentro da piscina e um fora, a dinâmica será a seguinte: o professor que está fora da piscina fará movimentos de ondulação com o corpo, imitando uma cobra, mas com movimentos para frente e para trás, e não para as laterais.

Aula: a) pernada em decúbito dorsal – isso auxilia ao aluno perceber o quanto ele está flexionando os joelhos, já que se o movimento for acentuado, os joelhos sairão da água, o que é incorreto; b) pernada submersa em decúbito ventral ­ será realizada em duplas, onde um servirá de suporte para o outro segurando as mãos do colega, que o conduzirá, realizando a pernada do nado borboleta.

Dinâmica: Os professores posicionarão alguns objetos no fundo da piscina e pedirão para, de cinco em cinco, que peguem­nos utilizando a pernada do nado borboleta como meio para chegar ao objeto.

3

RECURSOS

a)

10 pranchas;

b)

10 macarrões;

c)

Piscina.

4

AVALIAÇÃO

Processual, através do relacionamento interpessoal, participação e cooperação.

Plano de Aula 5 ­ Pernada do Borboleta

Objetivos:

Aprimorar a flutuação e o deslocamento posicionando corretamente o corpo. Coordenar braços e pernas durante o nado borboleta. Aprender a movimentação dos braços durante o nado borboleta.

Duração das atividades: Uma aula de 50 minutos.

Estratégias e recursos da aula

Os alunos deverão estar dentro da piscina posicionados junto a borda, o professor deverá demonstrar o posicionamento correto do corpo durante este nado, para isso precisará entrar na água. Os alunos ao nadarem o estilo Borboleta deverão manter o corpo na horizontal e em decúbito ventral e realizarem movimentos simultâneos de braços e pernas. Durante o desenvolvimento deste nado é preciso realizar movimentos ondulatórios com o corpo, conhecido como movimento de enguia. O rosto voltado para água. A respiração deve ser feita através de uma breve elevação da cabeça para fora da água.

Atividade 1 – “Peixe Fora da Água”. Nesta atividade os alunos deverão realizar deslocamentos pela piscina, através de movimentos ondulatórios com o corpo (movimento de enguia). Nesta movimentação os braços permanecerão juntos ao corpo, e as pernas unidas realizando movimentos ascendentes e descendentes. Professor, distribua vinte arcos (bambolês) que flutuem pela piscina, os alunos terão que passar por baixo dos arcos, entrando dentro deles para poderem ficar na posição vertical com a cabeça para fora da água. O professor deverá cronometrar o tempo em que todos os alunos da turma conseguirão passar por todos os arcos. Essa não é uma atividade em que os alunos estejam competindo entre eles, nesta atividade todos tem o mesmo objetivo terminar a prova o mais rápido possível.

Dica: Professor, para facilitar a organização da atividade numere os arcos de um a vinte, e oriente os alunos a seguirem a sequência numérica dos arcos.

Dica 2: Para os alunos que apresentarem maior dificuldade em realizar o deslocamento permita que eles realizem o deslocamento segurando uma prancha á frente de sua cabeça.

Atividade 2 ­ “Fugindo do Jacaré e do Tubarão”. Nesta atividade a turma deverá ser dividida em dois grupos com o mesmo número de alunos em cada grupo. Um grupo será denominado de jacaré e o outro de Tubarão. Um grupo deverá estar posicionado de frente para o outro a uma distância de cinco metros entre eles, próximo ao centro da piscina. O professor, deverá iniciar a atividade contando uma história sobre um passeio que realizou e os animais que ele encontrou neste passeio. Quando o professor mencionar que encontrou um tubarão, todos os alunos do grupo do tubarão deverão nadar na direção do grupo oposto (jacarés) e tentar pegar os colegas antes que eles alcancem a borda da piscina.

Quando o professor mencionar que encontrou um jacaré, os alunos do grupo do tubarão deverão fugir na direção da borda da piscina. O deslocamento pela piscina deverá ser feito utilizando a técnica de braçada no nado borboleta e pernada do nado de golfinho.

Dica: Professor, para os alunos que apresentarem maior dificuldade nesta atividade, permita que eles realizem esta atividade utilizando a pernada do nado Crawl, o que facilitará o seu deslocamento por ser um movimento mais fácil de ser executado.

Atividade 3 – “Revezamento no Nado Borboleta” Professor divida a turma em quatro grupos mistos com o mesmo número de alunos em cada grupo. Posicione os grupos em fila fora da piscina a uma distância de quatro metros da borda. Nesta atividade os alunos deverão correr até a borda da piscina, saltar na água em pé ou de cabeça, e nadar até a outra borda e em seguida voltar, no momento em que tocar na borda, outro colega deverá correr e mergulhar na piscina e assim sucessivamente até que todos os alunos tenham participado da atividade. Vence a disputa o grupo que conseguir realizar a atividade mais rápido. Os alunos deverão realizar esta atividade utilizando o nado de Borboleta.

Dica: Professor verifique se o espaço entre a borda da piscina e a posição de partida dos alunos não está escorregadia, evitando possíveis acidentes.

Dica: Permita que os alunos com maior dificuldade em realizar o nado Borboleta, que ele nade uma distância menor, por exemplo, dois terços da piscina ao invés de nadar a piscina toda. Provavelmente, sua turma terá alunos com um nível de habilidade motora diferenciada, esse tipo de adaptação busca nivelar os alunos durante a disputa, permitindo que todos possam contribuir efetivamente para os seus grupos.

Avaliação

Professor, promova um debate com os seus alunos abordando os seguintes tópicos:

1)Na sua opinião o nado Borboleta exige mais dos membros inferiores, dos membros superiores, ou dos dois?

2) Quais as maiores dificuldades encontradas na realização dos movimentos de pernada e de braçada no Nado Borboleta?

3) Você optaria pelo nado Borboleta se tivesse que nadar uma grande distância? Sim ou Não? Porquê?