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A concordância, certas vezes, é um tanto perigosa.

Concebo-a mais como um meio pelo qual o


diálogo vem a fluir. Em sendo meio, jamais, portanto, poderá ser um fim, isto é, dar-se por
completa e acabada.

Mas apreciei a expressão empregada por Matheus: “dissonância das concordâncias filosóficas”.
Podíamos partir de uma sentença de Fernando Pessoa: “Que somos todos diferentes, é um
axioma de nossa naturalidade. Só nos parecemos de longe, na proporção, portanto, em
que não somos nós.”. Penso que

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