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Escola Técnica Rezende-Rammel Mecanica Mecatronica 1° PERIODO E proibida 2 reproduce total ou parcial, por qualquer meio ou processo, inclusive quanto as caracteristicas gréficas efou editorials. A violago de direitos autorais constitui crime (Cédigo Penal, art. 184 € $5, € Lei n® 6.895, de 17/12/1980), sujeitando-se @ busca e apreensio e indenizagdes diversas (Lei n° 9.610/98). M, Pubbicnciies ‘Diditicas MFC Publicagdes Didaticas Ltda. contato@mfe.com.or MECANICA AUTOMOBILISTICA Introdugao . Motores 8 Historia dos Motores Motores de Combustdo Interna (MC). Constituigéo Fisica e Estrutural dos MotOFeS amen Carter. Funcionamento do Motor menue Prindpios da Termodinmica a Ciclo Otto (Volume Constante} Ciclo Quatro Tompos, Ciclo O80 ene Ciclo de Diesel. Ciclo Quatro Tempos, Ciclo Diesel Poténcia Gilindrada 2 Caleulo da clindrada. motor 2 Taxa de Compressio B Sistema de Arrefecimento B Funclonament Principals Componentes nnmew Principais Defeitos Sistema de Lubrificasao B Come funciona. Principats Componentes. Principais Defeitos.. Como funciona... 6 6 Sistema de Alimentagao 6 26 a Principats Componentes rennin Principats Defeitos. Sistema Elétrica e Ignigio ” Como Funcion a Principais Componentes ... Principais Defeitos.... Sistema de Injecao Eletrénica Come Funciona..... Principals Componentes Principais Defeitos.. Roeueuueasis 37 37 38 39 0 Robitica e Suas DefinicOes.. Robés “ TIP0S de RODOS vennnnnnnnnnrnnnnnnnenneannn Partes de um robo, At GarTaS MeECENICAS vnnnnnnnennnnnininninntnne Tipos de atuacdo nas garras ~ Andlise de Forgas. AT Meios de Transmissao de Energia 8 Meio Sdlido 9 Melos Liquidos... 54 Meio Gasoso.... Meios Especial ipos de Jantas 56 Junta Prismética ou Linear. JUMA RORACIONA wensnnnnmenninannemnte ST Junta Esférica Junta Cilindirica.. Junta Planar Junta Parafuso.— Atuadores 59 Atuadores E16t1i C05 nninnnnnnnnninnnnnnnennannns SD Atuadores Hidraulicos e Pneumsticos.. a) Atuadores Quimicos. Graus de Liberdade a Configurasées dos Robés 2 Configurago Cartesiana.. on 62 Configuracdo Cilindrica. santana wan 6 Configuragao Articulada ou Reveluto. Configuragao Esférica ou Pola Configuragéo Articulada Horizontal (SCARA).. Cadeias cinematicas 65 Tipos de Sistemas de Controle (Robés Manipuladores) 65, Controle Ponto a Ponto -PTP. 65 6 Trajetéria Continua ~ CP.. ‘Trajetéria Controlada.. Controle inteligente. Volume de Trabalho 66 Preciséo dos Movimentos 6 ReSCIUGEO ESPACE arnninnninninninannernanninnns 66 Preciséo..... Repetibilidade... Sensores or Caracteristicas técnicas dos Sensores (transdutores) Sensores Digitais podem apresentar as seguites saidas6é Tipo dle Sensores Digitals. 68 Metrologia B latrodugéo. Regras Geris... Conceitos Basicos. Tinsformagao de Unidades. Trenas % Escala Graduada Metalica 7 Paquimetro Elementos Consteutives do Paquimetro. Recursos de Acesso ao Mensurando. (OUse Correto do Paquimeto... Tipos de Paquimetto... Micrmetro 2 Vamos Agora Fazer Leituras no MICrOMEtFOS eenasennnennn BZ Relégio Comparador B Leltura do Reldgio. Posicionamente do Retégio. Relégic Apalpador a Tipos de Relégio Apaipador.. Porque Utilizamos 0 Relégio Apalpador e nao 0 COMP ATACON? onresenmnaermememmenmnrneneamanensisnme = BT Passémetro. 88 Esquadro ca Tragador de Altura » Transferidores e Geniometras 0 Calibrador Passa-Nao-Passa om Bee Histérico ” Conceito 7 Material Utilizado em Desenho Técnico 98 Lapiseira.. enna 9B Borracha.. 88 Esquadros... REQUES wennnnennnnnnmn Compasso. Fothas para Deseaho. 39 Figuras Geométricas 1m POM sn Linha.. Plano.. Figures Geométricas Planas.. S6¥idos GeoMEtiC0 neon a0 Construgo Geomética.. sen OS Tipos de Linhas Empregadas em Desenho Técnico 104 Linha de Contorne Visivel 108 Linha de Contorno Invisivel.. Linha de Exo, Centro ou Simetria.. Linha de Cota.. Linha Auxilfar ou de Extenséo..u. Upha de Corte. Linha de Ruptura. ya de Chamada ou Linha de Refer2ncia nnn Linha de Hachura Linha de Contorno Auxiliar . Projecdo Ortogonal Conceito.. Projecdo Ortogonat em i= Diedro. ‘Construgao Passo a Passo de uma Projecdo Ortogonal. 107 ProjecSo Ortagonal em 3° DiedtO vn Relembrando. Perspectivas Perspective Conica . Perspective Paralela ou Cilindrica, Perspective Axonométrica Isométrica Perspective Isométrica dle Superficie Inclinada Perspective Cavaleira. Perspective Militar. Escala de Redugio Escala de Ampliagso Cotagem 120 Cotagem de Curvatutas iu. Tt Métodos de Utilizagdo da Cotager cn nannnnnnnnee AT Cotagern de Desenhos em Perspectiva Tipos de Cotagem... Cotagens Especials.. Cotagem Equidistante e/ou Repetido... Cotagem em Meio Corte... Vistas em Cortes Tipos de Cortes ... Rebatimento de Secdes Encurtamento.. Hachuras... Escolha de Ajustes... Sistemas de Ajustes.... Tolerancia $0 .. Qualidade de Trabalho... Interpretacao de Tolerancias pelo Sisterna ABNT/ISO.... 138 Representagao do Estado de Superficies 19 Graus de Acabamento. Avaliacdo da Rugosidade... Indicagéo de Sobremetal para Usinagem. Indicages de Estado de Superficie nos Desenhos......143 sane A Tratamento, Representagao Grafica de Elementos de Maquinas M6 ROSAS armani Rebites.. Engrenagens... Moles Desenho de Conjunto Interpretacio da Legenda Desenho de Componenten snnnne SB Ons) BEd Qualidade ~ Seguranca - Meio Ambiente ~Saiide Objetivo. Metas Corporativas.... Politica de QSMS. Come Contribuir com 0 QSMS wnmensnisnsnananisnnsenanieens 160 Beneticios Empresariais Qualidade Certificagao para um Trabalho com Qualidade, Qualidade Profissional Seguranga Oque é Sequranca do Trabalho? Legislagdo de Seguranca e Medicina do Trabalho. Estudo dos Acidentes... 167 169 169) Estudo Prevencionista dos Acidentes. Anétise dos Acidentes.. Riscos Ambientais nos Locals de TrebalOmmmssensnn 170 Caracterizacia dos Riscos Ambientals conforme a Natureza e Concentracao. Mapa de Risco Setorial... Medias Preventivas ewe CIPA— Comissao Interna de Prevengao de Acidentes....173 Fquipamento de Protacao individual - EPL 14 IPOS de EPL naeiennensennaiennniennnnieennen TS Equipamento de Protecdo Coletiva - EPC. ww Nogies Basicas de Prevencao # Combate a Principio de tinct 2 8 Meio Ambiente e Protecéo Ambiental we ISO 1400 editada 14001. — 182 Objetivo da ISO 1400 annnsssnnnninmnnnnninnsey TR Critérios para toda empresa. 12 Conceitos Ligados 20 Meio Ambiente.. Desmatamento. Desperdicio de Energia Elétrica.... Camada de Oz6nio.. Chuvas Acida Disponibilidade Atual da Agua NO PL&N€t2 meen 187 Reciclagem 188 Satide 190, Higiene Pessoal e no Trabatho. 190 Tabagisme a. ee DST - Doengas Sexualmente Transmissivelsnencmenens 196 Nogées Bésicas de Primelros Socorros 187 nono eua Apresentacio Aspectos de Instrumentag30 sn. Terminologia Processo.. Variavet SET POINT (Valor desejado} RANGE (Fetxa de MedK¢E0) nnsnemmninnnenneenee 02 SPAN (Aleance) ERRO (de InstrumentO)nnnnannninninnnnnnnens 202 Bratt. nnn Rengeabilidade... Histerese. Repetitivic lade... Classes de Instrumentos Classificagao em Fungée do Tipo de Instrumento... Classificagio em Funcdo da Varidvel de Processo.. digo de identificagso dos instrumentos (TAG! ‘Tipos de malhas . enna nnnannnenenin ED Telemetria & Sistemas de Controle Tecnologia de Transmissores Pneumsticos.. 24 Tecnologia de Transmissores Elewonicos Anaiégic: Tecnologia de transmissores eletrénico misto (Analégico/ Digital. eT Tecnologia de Transmissores Digitais. a7 Sistemas de Controles. Comparago PLC X SDCD.. Estagao de Operacao. Via de Dados (DATA HIGHWAY). Rede em Anal. Controlador Local eV. Ramis de REBP BN} ne Medigio de Pressao Coneeitos, Unidades de Pressio. Dispositivos para Medio de Pressio Manémetro de Bourdor Ajuste de Manémetios.. Acessérios de Mandmetros.. Manémetrode FOLE. ‘Manémetro de Coluna de Liquide. Sensor de Pressio ~ Tipo Capacitive. Sensor de Pressio -Tipo Strain Gauge.. Sensor de Pressio - Tipe Piezoelétrico Transmissor de Pressao Diferencial Calibragio de Instrumentos Medicores de Pressao, Medicio de Temperatura [itr OdUGEO meni Temperatura e Calor.. Escalas de Temperatura. Tipos de Medidores de Temperatura. Efeitos Termoeiétricos Leis Termoelétricas... Correlacio da FEM. em Fungao da Temperatura. Tipos e Caracteristicas dos Termopares cscnnnn Corregéo da Junta de Referéncia.. Fios de Compensacao e Extensio.... Eros de Ligagéo = Termopar de lsolagBo Mineral enn BY Medicio de Temperatura com Termoresist@ncia..a.-.253 Medicao de Nivel 255 Medigéo de Vario Introducéo.. Tipos de Medidores de Vazao... Medidores Especiais de Vario. AUTOMACAO PNEUMATICA Histérico as Definigso 23 Principals Vantagens Utilizacso da Pheumstica.. Principais Desvantagens Propriedades Fisicas do Ar. Grandes SCS ne Atmosfera.. Forgas de Avango e Retorno de um Cilindo Piette nn Fases de Preparagio do Ar Comprimido 28 Fittro de Ar Atmosférico CompressoreS mnnnennns Calculos para compressores do tipo Pistdo ou Embolos260 81 Resfriamento dos compressors... Reservatério de Ar Comprimid Rede de Distribuicéo.. Dimensionamento da Rede Principal de AC. Unigacle de Condiicionamento de ar (Lubrefi. Simbotogh Valvulas Pneumdticas. Tipos de Acionamentos e Comandos.. Projetos de Circuitos Pneumaticos Comando Direto de um Cilindro de Simples Agio. Comando Direto de um Cllindro de Dupla Ago. Comande Direto de um Cilindro de Dupla Agéo com uma Valvula de 4/3 Via. Commando com Vall Alternadora (OU). ‘Comando com Vélvula de Simultaneidade (€). Regulagem da Velocidade no Cilindro de Simples Aga0232 Regulagem da Velocidade no Cilindro de Dupla Agao..292 ‘Aumenta da Velocidade no Cilindro de Simples AgBo...292 ‘Aumento da Velocidade no Cilindro de Dupla Agéo. Comando indirero de um Cilindro de Simples Agio.....293 ‘Comando indireto de um Cilindro de Dupla Acio.......283 Comende Indireto de um Cilindro com vélvula Bipilotada: ‘Comando Indireto com Retome Automstico..... Pi nueeace Apresentacée dos Laboratérios 21 Laboratorio de Medidas. ve Laboratorio de MOntageM .msnmnunnensnarmnnnninnimnnnnne 2B, Laboratorio de Mecatrénica.... Material Particular. investimento Feito Pelo Aluno, Ferramentas Necessiria: Montagem da Kit 14. Soldagem. pce. Le. 2-310 RELE... a0 OResistor a Resist@ncia ELEC? wnnsnsninnnn 312 Dissipagio Tétmica Tipos de Resistores 312 Cédigo de Cores. Valor Padronizado de Resistores Comerciais de Pelicula313 ‘Termistores. 34 Termistores NTC @ PTC: Sensor de Temperatura sown 3M4 LDR: Sensor de Luminosidade. Ohmimetto.. Circuito Série Resistive em DC TeMs80 ApIICAda enamine Poténcia.. Circuito Parateto Resistive em DC Tensio .. Conente-- Conduténcia (6). Resisténcia.. Poténcia... Identificaco do Diodlo de Jungo.. 38 Diodo Emissor de Luz- LED Simbologi 32 32 Tipos. so BD 332 332 Caracteristicas do LED.. Circuito com LED... Cireuitos Retificadores 35 Retificagdo de Mela Onda com Carga Resistiva 335 Retificagao de Onda Completa com Derfvacie Central no. Transformador. 336 Retificagdo de Onda Completa em Ponte com Carga, Resistiva 336 339 338 340 Simulador de Portas Légicas Porta Inversora Porta E (AND). O Transistor Bipolar Estrutura interna. aa 341 Identificagso. Ganho de Corrente... 342 38 383 3H FuncionamentO.n: Chavearnento.... Emissor Comurn com Polariza¢do Fixa de Base.. Polarizacéo com Realimentago de EMISSOF owen 38 Anélise Matematica. 345 Pratica 1: Identificagao de Resistores 38 Pratica 2: Utilizagae do Ohmimetro 35 Pratica 3: Caracteristicas do Resistor de Fio (Paténca), do Resistor Ajustavel (TRIMPOT), do Sensor de Temperatura (NTC) e de Luz (LDR) 353 Prattica 4: 0 Circuito Série Resistivo em DC 355 Pratica 5: Circuito Paralelo Resistive em DC 337 Pratica 6; Klentificagao do Diodo 359 Pratica 7: Diodo em Regime DC 361 Pratica 8: Curva Caracteristica do Diodo 36 Pratica 9: Verificagio do Funcionamento doDiode 367 Pratica 10: Identificagéo do LED sn Pratica 11: Andlise do LED mn Pratica 12: Funcionamento an Pratica 13:Retificagio de Meia Onda com Carga Resistive a3 Pratica 14: Simulagao da Porta Inversora 375 Pratica 15: Simulagio da Porta OU (OR) 375 Pratica 16: Simulagio da Porta E (AND) aS Pratica 17: Simulagao da Porta NAO OU (NOR) 36 Pratica 19: Identificacio do Transistor an Pratica 20: Polarizagéo do Transistor 38 Pratica 21: Realimentagao por Emissor a Pratica 22: Andlise do Transistor m9 Bae Introduce a Eletricdade 38 Corrente e Tensao Elétrica.. 34 Poténcia Flétrica Utilizagae de Eletricidade. Concelto de Energia... Ferramentas Matematicas Basicas an Poténcia de 10. sence 3H ‘Ordem de Grandeza 32 Miiltiplos ¢ SUBMIIIpIOS ansassnnmnennnnnnnimennnnner 398 Arredondamento de NUMEFOS ete 3B NotaG80 CIEMtfC8 anniennnnnninnnninnnnnnennnees 398 Unidades de Medidas.. 398 Fundamentos da Eletricidade 396 Esuutura da Matéri BoM vena Comadas... Ele Memos unennnne Hletrastatica 398 Orga EIEN aeanees Diferenga de Potencial nine A Intansidade da Corrente Etétrica.. 401 Andlise da Energia Elétrica 404 Tensio Fiétrica Geradores Quimicos... Batetia on Geracior de Tensao Altemadi .. Trabalho Elétrico an Energia Elétrica AD Poténcia Elética.. A Greuito Elétrico as A Tensio flétrica e a Corrente Flétrica as Diferenga de Potenclal nana ay © Circuito Eletico a8 peated ae Introdugéo 5 Estudo dos Semicondutores 25 Estrutura at8mica ion Condutores,Isolantes e Semicondutores... Obtencio dos Materials Pe N. Diodo de Jungao ‘Transformador Rario de transformagS0... Circuitos com Diodos Fonte de Alimentagao. Tipos de Ratificadores. Filto.. Circuito Requlador.... Transistor Bipolar Polarizagio... Operacao basica.... Fluxo de Corrente, Representagéo de Tensdes e Correntes .. Curva Caracteristica... ‘Transistor como Chave Eletronica . Transistor como Fonte de Corrente... Relés Funcionamento do relé. Circuito Relé... ses Caracteristicas Técnicas Re... Tipos de Relés Sensores de Temperatura € d@ LUZ veenennnnn aaa Metalurgia Introdugao. BREEEREGE BHRE g Constituigéo dos Matetiais sannmnumennns Classificacao dos Material Propriedades dos Matetiais .nnnmmmnnnen Materlais Metalicos, Siderurgia Introdugae. Oxidos de Ferro... — Coque. Fluxentes. Alto-forno.. Equipamentos auiliates do al20-f0100.aennmmnmnnnn 464 Conversor LO Lingotamento do ago liquide. ‘Metalurgia de panela.. Ag05.~ Alnddsttia Sideraraica Materiais de Construgio Mecanica Aso. Ferro fundido Materiais Metalicos Nao-Ferrosos.. Materiais Nao-Metalicos Constituigo dos PIgSticOS nemenmnnnnnneennnne cn AS 199 494 Polimeros polimerlzacéo.. Gemeraidades armament 499 Tipos de materiais cerémicos. Qutras tipos dle materiats ceramicos. Elastémeros.... Importancia dos Materiais de Construgao Mecinica, Introdugéo.... Definicao de Materiais de Construgso Mecanica Tipos de Materials de Construgéo Mecdinica. Classificagao dos materials de construgo mecanica Classificagao Brasileira NBR. Especificagdo de materiais de construgéo mecdnica 508 Aplicagio de Materiais de Construgso Mecinica ensnn 508 Proceso de Fabricagae Macanica Um Pouco de Historia Usinagem. Fundigéo. Conformacao. Soldagem.. Ferramentas Furadetras.. Pontas Montadas, Marteletes Esmerilnadeiras. Maquinas de Serrar Tit FO fnetnennnenn Outras Ferramentas so Esforgos Mecénicos sia Tipos de esforcos mec sce Aplicacao de esforgos mecanicos... 4 Ensaios Mecdnicos 54s Definicdo de Ensaios Mecanicos. Tipos de Ensalos Mecdnicos. Normas.. 553 Elementos de Maquinas Definigo de elementos e méquina «.. 554 Tipos de elementos de maquina. Elementos para diminulr sensivelmente os problemas de 565 atrito, entre pecas em movimento.. Manutengao Mecanica Introdugie & Manutengio. Recuperacao de Maquinas e Equipamentos.... Elementos e Conjuntos Mecénicos de Maquinas. Lubrificagao industrial I Ensaios Mecdnicos dos Materiais Objetivo .. Propriedades Mecanicas f PECYCYy OOO Oe) at CeCe a Oka) OrCt ORO OLOSO20m ) OBJETIVOS GERAIS. OAUTOR Escola Técnica & Rezende-Rammel iZ (Seite ERI Eat (Os motores de combustao podem ser classificados como: + COMBUSTAO EXTERNA, no qual o fluido de trabalho ests completamente separado da mistura ar/combustivel, sendo © calor dos produtos da combustia transferido através das paredes de umn reservatorio ou caldeira, + COMBUSTAO INTERNA, no qual o fluido de trabalho con- siste nos produtos da combustio da mistura de ar/combustivel. Uma vantagem fundamental do motor altemative de ‘combustio intema, sobre asinstalacdes de poténcia de outros fipos, consiste na auséncia de trocadores de calor no circulto do fiuido de trabalho, tal como a caldeira e condensador de uma instalagao a vapor. A auséncia dessas pecas nao apenas conduz & simplificagio mecénica, mas também, elimina 2 perda inerente ao proceso de transmissSo de calor através de tum trocador de érea fnita. ‘0 motor altemativo de combustéo interna possui outra vantagem fundamental importante sobre a instalacdo a vapor cou turbina a gs, a saber: todas as pecas podem trebalhar a temperaturas bem abaixo da maxima temperatura ciclica. Este detalhe possibilita 0 uso de tempersturas cicicas bastante altase toma passivel alta efciéncia VANTAGENS £ DESVANTAGENS DOS MOTORES DE COMBUSTAO INTERNA. Desvantagens Limitagao de poténcia “Trabalho em rotagoes rela-|Nao utlizacdo de combust sivamente balxas ves sélidos| Pequeno tamano Peso elevado para poténcia facil manutengio Eleveco niimero de pecas Baixa efcténcia th Tay HISTORIA DOS MOTORES A méquina a vapor definiu os rumos da civiizacao indus- trial. €, @ partir do século XIX, 0 petréleo revelou-se uma das maiores conquistas do campo da energla, dando um vigoroso impulso ao progresso. (© desenvolvimento do motor de combustéo interna emprestou nova feigio ao uso do petréleo, ¢,3 medida que 3 tecnologia e a industiializagao avancam, aplicagbes cada vez maiores 880 encontracas para o refericio combustivel. Escola Téenica ds Rezende-Rammel TE No desenvolvimento e estudos da formagao estruturat dos motores de combustée interna dois precursores se desta ceram: + NIKOLAUS AUGUST OTTO: Em 1862, 0 alemndo inventou 0 motor de ciclo que precisava de uma centelha eiéttica para inflamar a mistura ar-combustivel. + RUDOLPH DIESL: Em 1897, 0 alemae inventou o motor de ciclo que inflamava por meio de compressao de ar o com- bustivel injetado. Nos dois tipos de motores acima mencionados tiveram ‘seus precursores homenageados tendo os seus riomes grava- dos como respectivamente como ciclo OTTO ¢ ciclo DIESEL. MOTORES DE COMBUSTAO INTERNA (Ml) S80 maquinas térmicas motoras nas quais a energia at mica dos combustiveis se transforma em trabalho mecinico {0 fiuldo de trabalho consiste nos produtos da combustao} (Os motores de combustio interna podem ser classificados em: 1. Quanto a propriedade do gés aspirado na admissso: + ar(Diesel) + mistura ar-combustivel (Otto) 2. Quanto ignigdo: + por centelha (ICE) + por compressao do ar {1CO) 3. Quanto ao movimento do pistéo: + Alternador (Otto, Diesel) + Rotativo (Wankel, Quasiturbine} 4. Quanto a0 ciclo de trabalho, + 2tempos atempos Quanto 20 némero de cilindtos: + monacilindricos policilindricos Quanto & disposigso dos cilindros: emfinha. + opostos (boxer) + emv + emestrela (radia) Quanto a utlizagsor: + VEICULARES ~ Destinados ao acionamento de veiculos de transporte em geral,tais como: camninhides ¢ 6nibus; = ESTACIONARIOS ~ Destinados ao acionamento de maqui- thas estacionérias, tais como: geradores, maquinas de solda, bombas ou outres méquinas que cperam em rota- (20 constante; - _ INDUSTRIAIS ~ Destinados ao acionamento de maquinas de construgdo civil, tais como: tratores, carrecadeiras, ‘guindastes, compressores de ar, méquinas de mineraczo, veiculos de operacie fora de estrada, acionamento de 13