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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE MECÂNICA

CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

PAULO HENRIQUE DE CARVALHO

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE HYPERWORKS EM SIMULAÇÃO


NUMÉRICA E OTIMIZAÇÃO NA ÁREA DE MECÂNICA ESTRUTURAL

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

CURITIBA

2016
2

PAULO HENRIQUE DE CARVALHO

UTILIZAÇÃO DO SOFTWARE HYPERWORKS EM SIMULAÇÃO


NUMÉRICA E OTIMIZAÇÃO NA ÁREA DE MECÂNICA ESTRUTURAL

Monografia do Projeto de Pesquisa apresentada à


disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso 2 do
curso de Engenharia Mecânica da Universidade
Tecnológica Federal do Paraná, como requisito
parcial para aprovação na disciplina.

Orientador: Prof.ª Dr.ª Ana Paula Carvalho da Silva


Ferreira

CURITIBA

2016
3

AGRADECIMENTOS

Agradeço a todos que passaram na minha vida durante todo o meu curso. A
todos os professores e colegas que deixaram sua marca. Em especial aos
professores doutores Marco Antônio Luersen e Cláudio Tavares da Silva por terem
aceitado o meu convite e por todas as sugestões e conselhos que me forneceram.
Um obrigado ainda mais especial a professora doutora Ana Paulo Carvalho da Silva
Ferreira, por ter me orientado e me ajudado durante todo este trabalho.

Aos meus pais e irmãos, meu muito obrigado por terem estado sempre lá para
mim, durante toda a minha vida. Não tenho palavras para agradecê-los. A minha
companheira, Maria Claudia Sawasaki, que me deu forças para que eu conseguisse
chegar até aqui, e que me ajudou mais do que eu poderia sequer sonhar. Sem
vocês eu não teria conseguido e sou muito grato por tudo que vocês me fizeram.
4

RESUMO

CARVALHO, Paulo H. de. Utilização do Software HyperWorks em Simulação


Numérica e Otimização na Área de Mecânica Estrutural. 2016. 92 f. Trabalho de
Conclusão de Curso (Graduação) - Engenharia Mecânica. Universidade Tecnológica
Federal do Paraná, Curitiba, 2016.

A engenharia trabalha com muitos projetos complexos que introduzem


diferentes problemas, sendo muitos deles impossíveis de se avaliar analiticamente.
A utilização de softwares CAE vem para auxiliar na análise destes projetos,
possibilitando a solução destes problemas. O software HyperWorks é uma
ferramenta CAE que está disponível gratuitamente aos estudantes, trazendo uma
oportunidade de aprendizagem para eles e os professores. O presente trabalho tem
como objetivo contribuir para ampliação do uso do software em disciplinas e
trabalhos acadêmicos da área de mecânica estrutural. As ferramentas de otimização
são de especial interesse nesse software. Dessa forma este trabalho tem como
objetivo a compreensão do software e a criação de uma apostila. Esta apostila tem
como foco o ensino básico das ferramentas do software e a introdução dele aos
estudantes e professores. As análises realizadas mostram que o software pode
auxiliar muito no entendimento de elementos finitos e de otimização.

Palavras-chave: Otimização, elementos finitos, CAE, apostila, HyperWorks.


5

ABSTRACT

CARVALHO, Paulo H. de. Utilização do Software HyperWorks em Simulação


Numérica e Otimização na Área de Mecânica Estrutural. 2016. 92 f. Trabalho de
Conclusão de Curso (Graduação) - Engenharia Mecânica. Universidade Tecnológica
Federal do Paraná, Curitiba, 2016.

Engineering works with many complex projects that introduce different


problems, many of which are impossible to evaluate analytically. The use of CAE
software comes to aid in the analysis of these projects, allowing the solution of these
problems. HyperWorks software is a CAE tool that is available free to students,
bringing a learning opportunity for them and for teachers. The present work aims to
contribute to the expansion of the use of software in disciplines and academic works
in the area of structural mechanics. Optimization tools are of particular interest in this
software. In this way this work has the objective of understanding the software and
the creation of an handout. This handout focuses on the basic teaching of software
tools and the introduction of it to students and teachers. The analyzes carried out
show that the software can greatly help in the understanding of finite elements and
optimization.

Keywords: Optimization, finite element, CAE, handout, HyperWorks.


6

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Figura 1 – Malha simples de um cubo....................................................................... 10

Figura 2 – Otimização estrutural de uma peça .......................................................... 11

Figura 3 – Domínio real (esquerda) e subdivisão do domínio em elementos menores


(direita) ............................................................................................................... 14

Figura 4 – Erro devido à aproximação. Pode-se perceber que as vizinhanças dos


elementos não coincidem totalmente com o domínio real.................................. 15

Figura 5 – Demonstração da utilização de mais elementos para a aproximação do


domínio real. Observa-se que o maior número de elementos nos dá uma
geometria mais condizente com o domínio real ................................................. 15

Figura 6 – Gráfico ilustrando o ponto ótimo (mínimo) de uma equação .................... 16

Figura 7 – Tipos de otimização (a esquerda a peça original e a direito a peça


otimizada): a) Otimização Topológica; b) Otimização Topográfica; c) Otimização
Shape e Free-shape; d) Otimização Size e Free-size. ...................................... 23

Figura 8 – Fluxograma da metodologia proposta ...................................................... 25

Figura 9 – Geometria 2D ........................................................................................... 26

Figura 10 – Geometria 3D ......................................................................................... 26

Figura 11 – Malha de elementos 2D ......................................................................... 27

Figura 12 – Malha de elementos 3D ......................................................................... 27

Figura 13 – Aplicação dos suportes 2D (esquerda) e 3D (direita) ............................. 28

Figura 14 – Aplicação do carregamento 2D (esquerda) e 3D (direita) ...................... 28

Figura 15 – Distribuição do carregamento no caso 3D. Observa-se que as forças das


extremidades possuem metade da magnitude das demais forças..................... 29

Figura 16 – Resultado do deslocamento máximo na análise 2D............................... 29

Figura 17 – Resultado do deslocamento máximo na análise 3D............................... 30

Figura 18 – Geometria analisada: a área em azul é a região fixada ......................... 31


7

Figura 19 – Malha de elementos ............................................................................... 32

Figura 20 – Malha de elementos. A região mais escura não é alterada durante a


otimização .......................................................................................................... 32

Figura 21 – Aplicação das restrições ........................................................................ 33

Figura 22 – Aplicação dos carregamentos ................................................................ 34

Figura 23 – Resultados da deformação .................................................................... 35

Figura 24 – Resultados da tensão............................................................................. 35

Figura 25 – Resultado da densidade dos elementos na otimização ......................... 37

Figura 26 – Resultado da otimização. A esquerda pode-se ver as delimitações da


peça original ....................................................................................................... 37

Figura 27 – Vista isométrica do resultado da otimização .......................................... 38

Figura 28 – Análise da peça otimizada ..................................................................... 38

Figura 29 – Resultados da deformação para a peça otimizada ................................ 39

Figura 30 – Resultados da tensão para a peça otimizada ........................................ 39

Figura 31 – Estruturação da apostila ......................................................................... 40

Figura 32 – Demonstração da apostila ...................................................................... 41


8

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 10
1.1 Contexto do Tema 10
1.2 Caracterização do Problema 12
1.3 Objetivos 12
1.3.1 Objetivo Geral 12
1.3.2 Objetivos Específicos 12
1.4 Justificativa 12
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 14
2.1 Elementos Finitos 14
2.2 Otimização 16
2.2.1 Métodos Analíticos 17
2.2.2 Métodos Numéricos 17
2.2.3 Otimização Estrutural 18
2.2.4 Métodos de Otimização 18
2.2.5 Minimização sem Restrição 19
2.2.6 Minimização com Restrição 20
2.2.7 Otimização com o HyperWorks 21
3 METODOLOGIA 24
3.1 Produção da Apostila 24
3.2 Configuração da Simulação Numérica 25
3.2.1 Viga Engastada 26
3.2.2 Geometria 26
3.2.3 Criação da Malha de Elementos 26
3.2.4 Material 27
3.2.5 Suporte 27
3.2.6 Carregamento 28
3.2.7 Resultados 29
4 RESULTADOS 31
4.1 Análise Bidimensional – Placa com Furo no Centro 31
4.1.1 Geometria 31
4.1.2 Criação da Malha de Elementos 32
4.1.3 Material 33
4.1.4 Suporte 33
4.1.5 Carregamento 34
4.1.6 Resultados da Análise 34
4.2 Otimização Topológica – Placa com Furo no Centro 36
4.2.1 Função Objetivo 36
9

4.2.2 Restrição 36
4.2.3 Resultado da Otimização 36
4.2.4 Análise da Peça Otimizada 38
4.3 Apostila 40
5 CONCLUSÕES 42
REFERÊNCIAS 43
APÊNDICE A – APOSTILA 44
10

1 INTRODUÇÃO

1.1 Contexto do Tema

A engenharia desenvolve soluções para os mais diversos problemas. Dentro


dessa área podem-se citar os projetos de pontes, prédios, aeronaves, automóveis e
etc. É uma área que trata de diversos problemas complexos e que está em
constante desenvolvimento. Esta complexidade dos projetos envolve elevados
custos financeiros e de tempo. Muitas vezes esses problemas são impossíveis de
serem resolvidos analiticamente. Devido este aumento no tempo e complexidade
dos projetos, torna-se necessário que o engenheiro utilize métodos alternativos para
a solução desses problemas.

Dentre os métodos numéricos utilizados na engenharia pode-se citar o Método


dos Volumes Finitos, o Método das Diferenças Finitas e o Método dos Elementos
Finitos. Estes métodos nos dão soluções aproximadas de problemas que seriam
impossíveis de ser resolvidos analiticamente. Com eles podem-se obter as
grandezas desconhecidas em cada ponto de interesse. Na área de mecânica
estrutural, foco deste trabalho, o método mais utilizado é o método dos elementos
finitos, que discretiza o domínio estudado em uma malha de pontos (chamados nós)
(Figura 1), onde em cada nó pode-se obter as grandezas desconhecidas
(deslocamento, força aplicada, tensão, temperatura, entre outros). No interior de
cada elemento, formados por um grupo de nós, é possível obter os valores das
grandezas desconhecidas, utilizando uma interpolação dos valores obtidos nos nós.

Figura 1 – Malha simples de um cubo

Fonte: Autoria própria


1

1
Figuras sem indicação de fonte são de autoria própria
11

Uma forma de auxiliar o desenvolvimento de projetos é a utilização de


processos de otimização. Estes processos encontram, utilizando diferentes
algoritmos, a melhor solução para o problema proposto pelo engenheiro, levando em
consideração as restrições e o objetivo a ser alcançado. Uma otimização simples é,
por exemplo, alcançar a menor altura possível para uma caixa, levando em conta
uma largura e comprimento máximo que não devem ser ultrapassados e um volume
total fixo. Problemas deste tipo são facilmente resolvidos com a utilização da
otimização. Já na área estrutural pode-se citar a utilização da otimização para
soluções muito mais complexas como a mostrada na Figura 2, onde se tem como
foco a redução da quantidade de material utilizado em uma peça e, como restrição,
uma tensão máxima que a peça deverá suportar.

Figura 2 – Otimização estrutural de uma peça

Fonte: Altair University

Com a introdução deste tipo de otimização ocorre uma redução do tempo de


validação e re-projeto. Os processos de teste e remodelagem CAD (Computer Aided
Design) do projeto ocorrem simultaneamente dentro do software.

Unindo a análise e a otimização por métodos numéricos para a solução de


problemas, a Altair Engineering Inc. oferece o software HyperWorks. Este software
utiliza-se de pacotes de otimização e do método dos elementos finitos para gerar
soluções voltadas para a análise estrutural. Em 2015 esta empresa começou a
12

disponibilizar o software HyperWorks gratuitamente com licenças educacionais (que


possui limitações) e, recentemente, fez uma parceria com a UTFPR e disponibilizou
licenças full para aplicações acadêmicas.

1.2 Caracterização do Problema

Com a disponibilização do software HyperWorks pela Altair para a UTFPR,


existe uma motivação maior, dos professores e estudantes, para a utilização desta
ferramenta em seus projetos. Porém, a falta de materiais sucintos sobre este
software, pode dificultar aplicação imediata.

Visando a inserção deste novo conhecimento aos estudantes, este trabalho


propõe colaborar com sua disseminação ao desenvolver material didático na forma
de uma apostila para introdução ao uso do software, através de tutoriais simples e
objetivos.

1.3 Objetivos

1.3.1 Objetivo Geral

O objetivo geral deste trabalho é avaliar o software HyperWorks em relação a


simulação numérica utilizando o método dos elementos finitos e produzir uma
apostila para que mais estudantes possam ter contato com este software.

1.3.2 Objetivos Específicos

Os objetivos específicos deste trabalho são:

 Estudo de elementos finitos e otimização;

 Estudo do software HyperWorks e suas funções;

 Produção da apostila sobre como utilizar o software HyperWorks;

 Disponibilização desta apostila para estudantes e professores.

1.4 Justificativa

A produção deste trabalho se dá pela vontade de trazer mais conhecimentos


sobre ferramentas CAE aos estudantes. Os problemas de engenharia estão cada
vez mais complexos e desafiadores, tornando necessário o uso de softwares que
13

auxiliem a sua solução. Nesse sentido o autor tem oportunidade de aprofundar seus
conhecimentos e habilidades nesses conteúdos e no uso do software HyperWorks.
Além disso, contribuir para formação de outros estudantes, através da elaboração de
uma apostila.
14

2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1 Elementos Finitos

No método de elementos finitos um domínio qualquer (que pode ser simples ou


complexo) é divido em uma quantidade finita de domínios menores (elementos) que
se aproximam do domínio real (Fig. 3).

Figura 3 – Domínio real (esquerda) e subdivisão do domínio em elementos menores (direita)

Cada um destes elementos possui suas próprias equações do problema e


fazem contato com os elementos vizinhos. A malha de elementos gerada é feita de
modo que as vizinhanças dos elementos sejam coincidentes, tornando-se um
problema contínuo.

Transformando o domínio complexo em vários elementos contínuos, tem-se


uma aproximação por uma combinação linear de funções conhecidas (polinômios) i

e coeficientes ci não determinados.

u  uh   cii (1)

Esses coeficientes ci são determinados utilizando as equações governantes de

cada elemento e funcionam como um peso para as funções polinomiais i .

Como todo tipo de método numérico, um erro é introduzido nos resultados


devido à utilização de aproximações (Fig. 4).
15

Figura 4 – Erro devido à aproximação. Pode-se perceber que as vizinhanças dos elementos
não coincidem totalmente com o domínio real

Este erro pode ser reduzido utilizando uma quantidade maior de elementos
(Fig. 5). Idealmente, as fronteiras de uma malha de elementos seriam coincidentes
com as fronteiras de um domínio complexo quando o número de elementos for
infinito.

Figura 5 – Demonstração da utilização de mais elementos para a aproximação do domínio real.


Observa-se que o maior número de elementos nos dá uma geometria mais condizente com o
domínio real
16

Embora seja possível aumentar o número de elementos, vale ressaltar que


quanto maior este número, maior será o processamento e o tempo requerido para
solucionar o problema, sendo inviável dependendo da capacidade de
processamento ou do tempo disponível.

2.2 Otimização

A otimização é o processo no qual deseja-se encontrar a melhor solução para


um problema, dentro de uma região definida pelas restrições deste problema. Para
ilustrar essa definição, toma-se como exemplo a seguinte equação:

z  xe (  x2  y 2 )

x 2
 y2 
(2)
20

que têm como restrições:

2  x  2 (3)

2  y  2 (4)

e onde o ponto ótimo, o mínimo da função, se encontra próximo do ponto (-1,0),


como pode ser observada na Figura 6.

Figura 6 – Gráfico ilustrando o ponto ótimo (mínimo) de uma equação

Fonte: http://mathworks.com
17

Esta solução pode ser encontrada analiticamente ou por meio de algoritmos.


Segundo (ARORA, 2012), a formulação da maioria dos problemas de otimização em
projetos, pode ser feita com os cinco passos a seguir:

1. Descrição do problema / projeto;

2. Coleta de dados e informações;

3. Definição das variáveis de projeto;

4. Critério de otimização;

5. Formulação das restrições.

Esses cinco passos auxiliam no entendimento do problema que está sendo


abordado. Além disso, ajudam a definir melhor a função a ser otimizada e as
restrições e variáveis de projeto a serem utilizadas.

2.2.1 Métodos Analíticos

Métodos analíticos utilizam as teorias de cálculo e métodos variacionais para


a otimização de soluções. Estes métodos são mais empregados em problemas
simples pois a solução ótima é encontrada por meio de sistemas de equações que
expressam a condição de otimalidade. Embora estes métodos não possam ser
aplicados à maioria dos problemas reais, eles são de fundamental importância.
Soluções analíticas, quando podem ser encontradas, fornecem informações valiosas
que podem ser utilizadas, por exemplo, para a validação de métodos numéricos.

2.2.2 Métodos Numéricos

Nos métodos numéricos, uma solução ótima aproximada é encontrada por


meio de iterações. Um valor inicial é utilizado como ponto de partida para um
sistema, que buscará uma solução melhor. Esta busca é finalizada quando um
critério de parada pré-estabelecido é satisfeito. A solução encontrada poderá ser o
valor ótimo ou estar suficientemente próximo dele. Existem vários algoritmos
desenvolvidos para a realização desta busca. Porém, pode-se dizer que não existe
um algoritmo único para a utilização em todas as situações. Cada algoritmo possui
suas vantagens e limitações que devem ser compreendidas antes da sua aplicação
18

2.2.3 Otimização Estrutural

Segundo KIRSCH (1993), um sistema estrutural pode ser descrito por um


conjunto de quantidades, no qual estas quantidades serão vistas como variáveis
durante o processo de otimização. Algumas quantidades serão consideradas
constantes (pelo projetista não ter escolha ou saber que aquele valor produz bons
resultados), simplificando este processo. Na área estrutural, as informações do
projeto que poderão variar durante a otimização, são as seguintes propriedades:

 As propriedades físicas / mecânicas do material;

 A topologia da estrutura. Isto é, os padrões de conexão dos membros ou o


número de elementos na estrutura;

 A geometria ou configuração da estrutura;

 As dimensões da seção transversal ou o tamanho dos membros da estrutura.

2.2.4 Métodos de Otimização

Métodos matemáticos de otimização tendem a encontrar a solução ótima do


problema. Dependendo da função, pode-se ter apenas um mínimo, que será nosso
ponto ótimo, ou vários mínimos, que devem ser divididos em mínimos locais e
global. Segundo ARORA (2012), para uma função f(x) de n variáveis, um mínimo
local é definido se a condição:

f  x*   f  x  (5)

é válida para todo x na vizinha N de x*. E x* será um mínimo global se a condição


da Eq. 5 for verdadeira para qualquer outro ponto x possível, dentro da região
factível. O tipo de solução a ser encontrada dependerá da função objetivo e das
restrições utilizadas. Após obtida a solução, deve-se realizar novamente a
otimização utilizando pontos iniciais diferentes, para que se possa validar o resultado
obtido como um valor ótimo global.

Existem vários métodos desenvolvidos, porém nenhum método pode ser


utilizado, eficientemente, para resolver todos os problemas de otimização. Deve-se
selecionar o melhor método para cada situação e checar se a solução obtida é
válida ou não.
19

2.2.5 Minimização sem Restrição

Nesta seção são apresentadas as técnicas matemáticas utilizadas para a


resolução de funções de uma ou mais variáveis que não estão sujeitas a restrições.
Segundo HAFTKA, GÜRDAL (1996), embora a maioria dos problemas de otimização
estrutural envolvam restrições, os estudos de métodos de otimização sem restrição
são importantes, pois:

1. Pode-se utilizar estes métodos durante uma fase do projeto onde não há
restrições definidas. Deve-se, neste caso, verificar se os valores obtidos estão
em uma faixa aceitável;

2. Um problema com restrição pode ser resolvido com métodos de otimização


sem restrição, desde que sejam feitas as adequações;

3. Problemas de minimização sem restrições são populares como técnicas para


a solução de problemas de análise estrutural linear e não-linear.

2.2.5.1 Minimização de Funções de uma Variável

Embora a maioria dos problemas de otimização estrutural trabalhe com


funções de múltiplas variáveis, a minimização de funções de uma única variável
ainda é importante. Em minimizações de problemas com múltiplas variáveis, a
minimização de uma única variável pode ser utilizada para encontrar o tamanho do
passo.

Para uma dada função f(x) e certo ponto x0 inicial, ter-se uma direção de busca
s0 definida. Um novo ponto de avaliação x da função é obtido utilizando o inicial e um
passo dado na direção de buscar:

x  x0   s0 (6)

Onde α é o tamanho do passo. Então a função f(x) pode ser expressa como:

f ( x)  f ( x0   s0 )  f ( ) (7)

Fazendo com que a minimização do problema se reduza a encontrar um valor α que


minimize a função f(α).
20

2.2.6 Minimização com Restrição

A maior parte dos problemas de otimização estrutural podem ser vistos como
problemas de minimização com restrições. Em geral as funções a serem
minimizadas são simples (como a massa de uma peça), porém as restrições são
funções complicadas (como tensão, deslocamento e freqüência). Nos problemas
estruturais, onde a complexidade das estruturas impede a utilização de métodos
analíticas, o método dos elementos finitos é associado ao processo de otimização
para calcular a função objetivo e/ou restrições.

Nestes métodos, a função objetivo e as restrições são calculadas sempre que


necessárias pelo algoritmo de otimização, utilizando elementos finitos, o que faz com
que sejam dispendiosos na questão de processamento.

2.2.6.1 Programação Linear

Neste método de programação matemática, todas as restrições e a função


objetivo são expressas em termos lineares de suas variáveis. As restrições podem
ser tanto igualdades como desigualdades. Segundo KIRSCH (1993), embora apenas
uma pequena parte dos problemas estruturais possam ser formulados como
programação linear, o método é amplamente utilizado pois:

a) O ótimo global é encontrado em um número finito de passos (não há mínimo


local);

b) É mais eficiente. Problemas com múltiplas variáveis e restrições podem ser


resolvidos rapidamente;

c) Devido a sua alta eficiência, este método é utilizado como subrotinas na


solução de problemas de programação não-linear;

d) Alguns problemas não-lineares podem ser aproximados por uma formulação


linear e resolvidos por este método.

Na formulação deste tipo de problemas existem as variáveis (x0, x1,..., xn) e a


função a ser minimizada:

Z   c j x j  min
n
(8)
j 1
21

que está sujeita a:

a x
n

ij j , ,  bi , i  1,..., m (9)
j 1

e:

xj  0 j  1,..., n (10)

onde aij, bi e cj são coeficientes constantes. A notação , ,  quer dizer que as

restrições podem ser tanto igualdades como desigualdades. Vale notar que é
possível fazer uma maximização da função Z apenas tomando ela como negativa
( Z ) e que, por questões computacionais, os coeficientes bi devem ser sempre
positivos.

2.2.6.2 Programação Não-linear

Como já citado anteriormente, nenhum método pode resolver todos os


problemas. Em métodos com restrições e programação não-linear, isto acaba sendo
ainda mais real, pois as restrições podem acabar aumentando ainda mais a
complexidade do problema. Deve-se escolher um método que seja eficaz (que
consiga convergir rapidamente para o ponto ótimo), que seja robusto (isto é, tenha
certa garantia de que o ponto ótimo será alcançado) e que seja de fácil utilização.

Este tipo de programação pode ser dividido em duas categorias: métodos


indiretos e diretos. Os métodos indiretos modificam o problema com restrições em
um problema sem restrições, que depois será resolvido com uma combinação dos
métodos sem restrição e outras variáveis que irão julgar se a solução está dentro
dos limites ou não. Os métodos diretos lidam com os problemas com restrições sem
nenhuma modificação.

2.2.7 Otimização com o HyperWorks

Os pacotes de otimização inclusos no software HyperWorks tem como objetivo


a alteração da geometria otimizada para que haja a minimização ou maximização de
uma propriedade objetivo como:

 Massa;
22

 Momento de inércia;

 Volume;

 Frequência natural;

 Centro de gravidade;

 Deslocamento;

 Tensão.

Para isto, o software utiliza estas mesmas propriedades como restrições,


criando os limites no qual a otimização será realizada.

Os tipos de otimização (Fig. XXX) que o software realiza são:

 Otimização Topológica: A otimização topológica utiliza os elementos, alterando


sua densidade de modo a atingir o objetivo. Essa alteração da densidade
altera a espessura da peça, criando espaços vazios em certas regiões.

 Otimização Topográfica: A otimização topográfica trabalha a forma da peça


sem alterar seus limites externos, criando regiões mais altas e mais baixas
para atingir o objetivo e é utilizada para a otimização de placas. Sua
geometria final pode ser realizada utilizando o processo de estampagem.

 Otimização Shape e Free-shape: A otimização Shape ou Free-shape trabalha


com a geometria geral da peça, alterando-a para atingir o objetivo proposto.

 Otimização Size e Free-size: Esta otimização trabalha alterando as seguintes


propriedades estruturais do elemento: espessura, área da seção transversão,
rigidez e a massa.
23

Figura 7 – Tipos de otimização (a esquerda a peça original e a direito a peça otimizada):


a) Otimização Topológica; b) Otimização Topográfica; c) Otimização Shape e Free-shape;
d) Otimização Size e Free-size.

Fonte: http://www.altairhyperworks.com/

Existem outros tipos de otimização dentro do software, porém elas fogem do


contexto deste trabalho.
24

3 METODOLOGIA

3.1 Produção da Apostila

A metodologia proposta para a realização deste trabalho pode ser vista no


fluxograma da Figura 7 e está listada abaixo com mais detalhes.

a) Revisar elementos finitos;

b) Estudar sobre otimização;

c) Estudar o software HyperWorks e suas ferramentas;

d) Investigar problemas sobre mecânica estrutural;

e) Desenvolver um layout de tutorial, baseando-se no estudo de didática, do


software e dos tutoriais já existentes;

f) Elaborar os tutoriais:

a. Revisar ferramenta do software HyperWorks a ser apresentada no


tutorial;

b. Buscar problemas que podem ser resolvidos com esta ferramenta;

c. Desenvolver o texto, passo a passo, explicando a ferramenta;

d. Produzir as imagens para o auxílio na explicação;

e. Produzir as anotações com conteúdo adicional;

f. Fazer os ajustes finais.

g) Produzir apostila utilizando os tutoriais criados.


25

Figura 8 – Fluxograma da metodologia proposta

3.2 Configuração da Simulação Numérica

Baseado no conhecimento de outros softwares de simulação numérica como


Ansys e Abaqus, que tem configurações de simulação numérica muito semelhantes,
o primeiro passo aqui é investigar se o HyperWorks trabalha na mesma metodologia.
Para isso escolheu-se um problema simples de uma viga engastada com força
aplicada na extremidade livre.
26

3.2.1 Viga Engastada

O problema deste estudo de caso é uma viga engastada com uma força de 12
kN aplicada na extremidade livre. Deseja-se saber o deslocamento resultante desta
força em uma análise estática. Para efeitos de comparação e análise do software, o
problema proposto para o estudo de caso é analisado tanto em 2D como em 3D.

3.2.2 Geometria

Para o caso 2D (Fig. 8), tem-se uma superfície retangular com base igual a
1000 mm e altura de 50 mm além de uma propriedade de espessura que também é
igual a 50 mm. Para o caso 3D (Fig. 9), tem-se um paralelepípedo com comprimento
de 1000 mm e uma seção transversal quadrada com lado de 50 mm.

Figura 9 – Geometria 2D

Figura 10 – Geometria 3D

3.2.3 Criação da Malha de Elementos

A malha de elementos possui tamanho de elemento uniforme de 10 mm. No


caso 2D (Fig. 10), tem-se um total de quinhentos elementos quadrados (quatro nós
cada). Já no caso 3D (Fig. 11), tem-se um total de dois mil e quinhentos elementos
cúbicos (oito nós cada).
27

Figura 11 – Malha de elementos 2D

Figura 12 – Malha de elementos 3D

3.2.4 Material

O material da viga é um aço com módulo de elasticidade (Young) igual a 210


GPa e com coeficiente de Poisson de 0,3. Para esta análise o peso não é
considerado, logo não é necessária a definição de uma densidade.

3.2.5 Suporte

Como restrição, todos os nós do canto engastado estão limitados em todos os


graus de liberdade (deslocamento e rotação em x, y e z) (Fig. 12).
28

Figura 13 – Aplicação dos suportes 2D (esquerda) e 3D (direita)

3.2.6 Carregamento

Tem-se um carregamento de 12 kN que é aplicado ao canto livre da viga. Este


carregamento está na parte superior da viga e é aplicado pontualmente no caso 2D
(Fig. 13).

Figura 14 – Aplicação do carregamento 2D (esquerda) e 3D (direita)

Para o caso 3D, o carregamento é distribuído de forma uniforme. Deve-se


observar, porém, que as forças nos cantos devem ter metade da magnitude das
demais forças (Fig. 14), pois estes pontos estão em contato com apenas um
29

elemento. Logo se tem 2,4 kN (FB) para os nós internos e 1,2 kN (FA) para os nós
das extremidades, totalizando os 12 kN.

Figura 15 – Distribuição do carregamento no caso 3D. Observa-se que as forças das


extremidades possuem metade da magnitude das demais forças

3.2.7 Resultados

A viga engastada apresenta um deslocamento máximo na região onde a força


é aplicada (região livre). Para o caso 2D, este deslocamento máximo é de 36,62 mm
(Fig. 15).

Figura 16 – Resultado do deslocamento máximo na análise 2D

No caso 3D, o deslocamento máximo da viga é de 36,51 mm (Fig. 16).


30

Figura 17 – Resultado do deslocamento máximo na análise 3D

Com uma diferença de apenas 0,3% entre os resultados dos dois casos, pode-
se perceber que o software apresenta consistência entre as análises 2D e 3D. Além
disso, para o mesmo problema proposto e com os mesmos procedimentos,
materiais, tamanho e tipo de elementos, o software ANSYS apresentou os valores
de 36,567 e 36,537 para os casos 2D e 3D, respectivamente.
31

4 RESULTADOS

O principal resultado deste trabalho é um tutorial para uso do software. Para


facilidade de sua utilização optou-se por apresentá-lo com um apêndice em forma de
apostila. Dessa forma a monografia de conclusão de curso e o tutorial podem ser
consultados individualmente.

No presente capítulo são apresentados então os problemas escolhidos para


análise e os resultados encontrados.

4.1 Análise Bidimensional – Placa com Furo no Centro

4.1.1 Geometria

A placa possui 500 mm de largura, 500 mm de comprimento e 5 mm de


espessura. O furo no seu centro possui um raio de 50 mm. Ela é presa em três dos
seus lados (Fig. 17) (restrição total de deslocamento e rotação) e possui uma força
de 1 kN aplicada no furo.

Figura 18 – Geometria analisada: a área em azul é a região fixada


32

4.1.2 Criação da Malha de Elementos

A malha criada (Fig. 18) possui elementos quadrados com tamanho de 10 mm.
Este tamanho é utilizado como referência, visto que os elementos podem ser
maiores ou menores na região do furo devido a sua curvatura.

Figura 19 – Malha de elementos

Durante a otimização, os elementos são modificados visando a maximização


ou minimização de uma função escolhida. Porém, há regiões da peça que não é
desejável que os elementos sejam alterados, como as regiões que delimitam a
geometria da placa e a região em volta do seu furo. Por isto, é definida uma região
de Non Design (não projeto), como mostrado na Figura 19, em que os elementos
não serão alterados.

Figura 20 – Malha de elementos. A região mais escura não é alterada durante a otimização
33

4.1.3 Material

O material da placa é um aço com módulo de elasticidade (Young) igual a 210


GPa e com coeficiente de Poisson de 0,3.

4.1.4 Suporte

A placa possui restrições em todos os graus de liberdade nas regiões


mostradas na Figura 20.

Figura 21 – Aplicação das restrições


34

4.1.5 Carregamento

Para que o carregamento fosse aplicado uniformemente no furo, dividiu-se sua


magnitude total pelo número de nós em que ele foi aplicado. Assim, foi aplicado uma
força de 32,258 N em cada um dos 31 nós que compõe o furo (Fig. 21).

Figura 22 – Aplicação dos carregamentos

4.1.6 Resultados da Análise

Os resultados da análise estática desta placa mostram que ela sofre uma
deformação máxima de 0,819 mm em z (Fig. 22). A deformação apresenta maior
intensidade na região onde a força está sendo aplicada e no lado onde não há
suportes.
35

Figura 23 – Resultados da deformação

Está análise também mostra uma tensão máxima de 57,48 MPa na mesma
região da deslocamento máximo (Fig. 23). Vale ressaltar que está análise serve
apenas como comparação e como referência para a otimização.

Figura 24 – Resultados da tensão


36

4.2 Otimização Topológica – Placa com Furo no Centro

Optou-se por uma otimização topológica para esta peça. Esta otimização
trabalha com a distribuição de material e o formato da peça em um dado espaço. O
software calcula as propriedades do material para cada elemento e o altera de forma
a atingir o objetivo definido dentro das restrições delimitadas.

4.2.1 Função Objetivo

Para função objetivo, optou-se por minimizar o volume da placa.

4.2.2 Restrição

Como restrição, os nós em torno do furo estão restritos a um deslocamento de


no máximo -1 mm (antes igual a -0,8195 mm) em z. Optou-se por esta região pois foi
a região onde o deslocamento foi máxima durante a análise.

4.2.3 Resultado da Otimização

Como resultado, o software nos indica a densidade de cada elemento da peça.


Desta forma, as regiões em azul indicam um vazio criado (Fig. 24), visto que o
objetivo é minimizar o volume da placa.
37

Figura 25 – Resultado da densidade dos elementos na otimização

A peça final pode ser observada nas Figuras 25 e 26.

Figura 26 – Resultado da otimização. A esquerda pode-se ver as delimitações da peça original


38

Figura 27 – Vista isométrica do resultado da otimização

4.2.4 Análise da Peça Otimizada

A análise da peça otimizada seguiu os mesmos procedimentos da peça


original. A única mudança considerável foi na aplicação das restrições, visto que a
peça otimizada tem menos material que a peça original (Fig. 27).

Figura 28 – Análise da peça otimizada

Como esperado, a peça otimizada teve um aumento na sua deformação


máxima, passando de -0,8195 mm para -0,9073 mm (aumento de 10,7%).
39

Figura 29 – Resultados da deformação para a peça otimizada

Já a tensão teve um aumento de 57,48 MPa para 62,89 MPa (aumento de


9,4%).

Figura 30 – Resultados da tensão para a peça otimizada

Esses aumentos são justificáveis, visto que houve uma redução no volume de
1210,1 cm3 para 883,4 cm3 (redução de 27%).
40

4.3 Apostila

A apostila é composta de vários tutoriais ilustrados que vão desde a


preparação da geometria a ser analisada até a sua otimização. Ela está dividida em
três partes principais (Fig. 30). A primeira diz respeito a algumas informações
básicas e conceitos sobre o software, para que o estudante consiga se localizar
durante os tutoriais. A segunda parte tem relação com a preparação, análise e
otimização de geometrias 2D enquanto que a terceira parte trabalha da mesma
forma com geometrias 3D.

Figura 31 – Estruturação da apostila

A segunda e a terceira parte possuem uma estruturação completa, de modo


que o estudante possa ver uma sem precisar da outra (como fazer uma análise 3D
sem saber como fazer uma análise 2D, por exemplo).

Uma parte importante da apostila são as notas laterais, representadas na


Figura 31. O layout da apostila possui uma área onde informações adicionais são
encontradas. Estas notas auxiliam os estudantes a entenderem conceitos e termos
específicos do software.
41

Figura 32 – Demonstração da apostila


42

5 CONCLUSÕES

O HyperWorks é um software com diversas ferramentas que podem ser


utilizadas pelos estudantes e professores nos seus projetos, trabalhos e para a
produção de artigos científicos. Com a disponibilidade do software na universidade,
espera-se que mais estudantes utilizem-no em suas disciplinas. Visando esse
possível aumento na demanda de utilização deste software CAE, a apostila criada
auxiliará estes estudantes e professores a darem os primeiros passos no software,
ensinando a utilizar as ferramentas para a análise e otimização e, inclusive,
mostrando o que pode ser realizado.

A idéia é que a apostila seja livre para quem desejar utilizar e para possíveis
alterações e melhorias. Também se espera obter feedbacks dos estudantes que
utilizarem para que possa ser feito uma adequação melhor.
43

REFERÊNCIAS

ALTAIR UNIVERSITY. Practical Aspects of Structural Optimization. 2015.


Disponível em: http://www.altairuniversity.com/learning-library - Acesso em: 30 de
maio de 2016.

ALTAIR UNIVERSITY. Practical Aspects of Finite Element Simulation. 2015.


Disponível em: http://www.altairuniversity.com/learning-library - Acesso em: 30 de
maio de 2016.

ARORA, Jasbir S. Introduction to Optimum Design. Iowa City: Editora Elsevier,


2012, 3ª Edição.

COMISSÃO DE NORMALIZAÇÃO DE TRABALHOS ACADÊMICOS DA UTFPR.


Normas para a Elaboração de Trabalhos Acadêmicos. Curitiba: Editora UTFPR,
2009.

HAFTKA, Raphael T.; GÜRDAL, Zafer. Elements of Structural Optimization.


Kluwer Academic Publishers, 1996.

KIM, Nam-Ho; SANKAR, Bhavani V. Introduction to Finite Element Analysis and


Design. Editora Wiley, 2009.

KIRSCH, URI. Structural Optimization: Fundamentals and Applications. Editora


Springer-Verlag, 1993.

REDDY, J. N. An Introduction to the Finite Element Method. Nova Iorque: Editora


McGraw-Hill, 2006
44

APÊNDICE A – APOSTILA
UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

APOSTILA DO
HYPERWORKS
Análise por Elementos Finitos e Otimização
Estrutural
Paulo Henrique de Carvalho

DEZEMBRO DE 2016
APOSTILA DO HYPERW ORKS

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO AO HYPERWORKS ..................................................................................................4

1.1 INSTALANDO O HYPERWORKS ..........................................................................................................4


1.1.1 BAIXANDO O INSTALADOR ................................................................................................................. 4
1.1.2 INSTALANDO E INSERINDO A LICENÇA .................................................................................................. 7
1.2 ENTENDENDO A INTERFACE ..............................................................................................................8
1.2.1 MENU SUSPENSO ............................................................................................................................ 8
1.2.2 BARRAS DE FERRAMENTAS ................................................................................................................ 8
1.2.3 ÁREA DAS ABAS ............................................................................................................................... 9
1.2.4 ÁREA GRÁFICA ................................................................................................................................ 9
1.2.5 MENU PRINCIPAL........................................................................................................................... 10
1.3 NAVEGAÇÃO DA ÁREA GRÁFICA .....................................................................................................10
1.3.1 BOTÕES DE AUXÍLIO ....................................................................................................................... 11
1.3.2 UTILIZAÇÃO DO MOUSE .................................................................................................................. 11

2 TRABALHANDO COM GEOMETRIA 2D ........................................................................................12

2.1 PRÉ-PROCESSAMENTO ..................................................................................................................12


2.1.1 CRIANDO A GEOMETRIA .................................................................................................................. 12
2.1.2 GERANDO A MALHA DE ELEMENTOS ................................................................................................. 15
2.1.3 CRIANDO O MATERIAL .................................................................................................................... 16
2.1.4 DEFININDO A PROPRIEDADE ............................................................................................................ 17
2.1.5 DEFININDO AS RESTRIÇÕES .............................................................................................................. 18
2.1.6 DEFININDO OS CARREGAMENTOS ..................................................................................................... 19
2.1.7 GERANDO UM CASO DE ANÁLISE ...................................................................................................... 20
2.2 ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES ............................................................................................21
2.2.1 EXECUTANDO A ANÁLISE ................................................................................................................. 21
2.2.2 VISUALIZANDO OS RESULTADOS ....................................................................................................... 22
2.3 OTIMIZAÇÃO TOPOLÓGICA ............................................................................................................24
2.3.1 DEFININDO O TIPO DE OTIMIZAÇÃO .................................................................................................. 24
2.3.2 CRIANDO A FUNÇÃO OBJETIVO ........................................................................................................ 25
2.3.3 CRIANDO AS RESTRIÇÕES................................................................................................................. 26
2.3.4 EXECUTANDO A OTIMIZAÇÃO........................................................................................................... 28

2
APOSTILA DO HYPERW ORKS

2.3.5 VISUALIZANDO OS RESULTADOS ....................................................................................................... 28

3 TRABALHANDO COM GEOMETRIA 3D ........................................................................................31

3.1 PRÉ-PROCESSAMENTO ..................................................................................................................31


3.1.1 IMPORTANDO DO SOLIDWORKS ....................................................................................................... 31
3.1.2 GERANDO A MALHA DE ELEMENTOS ................................................................................................. 32
3.1.3 CRIANDO O MATERIAL .................................................................................................................... 34
3.1.4 DEFININDO A PROPRIEDADE ............................................................................................................ 34
3.1.5 DEFININDO AS RESTRIÇÕES .............................................................................................................. 36
3.1.6 DEFININDO OS CARREGAMENTOS ..................................................................................................... 37
3.1.7 GERANDO UM CASO DE ANÁLISE ...................................................................................................... 38
3.2 ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES ............................................................................................39
3.2.1 EXECUTANDO A ANÁLISE ................................................................................................................. 39
3.2.2 VISUALIZANDO OS RESULTADOS ....................................................................................................... 40
3.3 OTIMIZAÇÃO TOPOLÓGICA ............................................................................................................42
3.3.1 DEFININDO O TIPO DE OTIMIZAÇÃO .................................................................................................. 42
3.3.2 CRIANDO A FUNÇÃO OBJETIVO ........................................................................................................ 43
3.3.3 CRIANDO AS RESTRIÇÕES................................................................................................................. 44
3.3.4 EXECUTANDO A OTIMIZAÇÃO........................................................................................................... 46
3.3.5 VISUALIZANDO OS RESULTADOS ....................................................................................................... 46

3
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

1 INTRODUÇÃO AO HYPERWORKS
Para facilitar o entendimento dos Tutoriais, são adotadas algumas convenções:

1. Utilização do OptiStruct como o User Profile.. Logo ao abrir o HyperWorks,


aparecerá uma tela com os User Profiles disponíveis. Estes User Profiles
alteram a forma como o software faz as análises e as otimizações.
2. Utilização de termos em inglês (como ‘FORCE’,
‘FORCE’, ‘STEEL’ e ‘CONSTRAINTS’,
ao invés de ‘FORÇAS’, ‘AÇO’ e ‘RESTRIÇÕES’). Para não ocorrerem
problemas com o software, são evitadas a utilização de caracteres presentes
na língua portuguesa, como o ‘ç’ e as acentuações. Por isso a utilização de
termos em inglês.

1.1 INSTALANDO O HYPERWO


HYPERWORKS

1.1.1 BAIXANDO O INSTALADOR


 Para baixar o instalador, entre no link:
http://www.altairuniversity.com/hyperworks
http://www.altairuniversity.com/hyperworks-14-0-student-
edition-order-now/

 Clique no link do passo 1 do site

Figura 1 – Link para a loja da Altair

4
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Selecione ‘Brazil’ em ‘Select


Select your country
country’ e clique no botão
‘Submit’

 Clique em ‘Requires
Requires more info: Click here to order
order’, no lado
direito, abaixo do primeiro ‘‘It’s Free!’

Figura 2 – Página com as opções de licença

Cada licença estudantil gerada pela Altair está ligada ao computador em que foi
realizado o requerimento. Para isto, deve
deve-se
se executar um programa que irá fornecer
um código chamado de ‘Ethernet
Ethernet HostID
HostID’.

 Clique em ‘Windows
Windows tool’
tool e execute o programa
‘almsinglehostid.exe’

Figura 3 – Link para baixar o programa para visualizar o Ethernet HostID

 Copie o código fornecido em ‘‘Detected Host ID:’

Figura 4 – Programa para visualizar o Ethernet HostID

5
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Volte ao site, cole o código em ‘Ethernet HostID’ e clique no


botão ‘Add to Cart’

Figura 5 – Local para inserir o Ethernet HostID e botão para prosseguir

 Clique no botão ‘Checkout’’ no canto inferior direito

 Crie uma nova conta ou entre com uma conta já existente

 Clique no botão ‘Continue


Continue Checkout’ no canto inferior direito

 Clique no botão ‘Place


e Order’ no canto inferior direito

 Clique em ‘Student
Student Edition Downloads’ na barra cinza no
canto superior direito

Figura 6 – Link para as versões estudantis dos softwares da Altair

 Clique em ‘HyperWorks
HyperWorks Student Edition 14.0’
14.0 abaixo de
‘Software Downloads’ para baixar o instalador

Figura 7 – Link para baixar o HyperWorks

6
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

1.1.2 INSTALANDO E INSERINDO A LICENÇA


 Execute o programa ‘edu14.0_win64.exe
edu14.0_win64.exe’

 Para instalar o HyperWorks basta seguir o instalador,


clicando em ‘Avançar’’ sem alterar nenhuma informação

Após instalado, é necessário fornecer uma licença ao software para poder utilizá-lo.
utilizá
A licença é avaliada pela Altair e pode demorar de um dia a uma semana para ser
liberada. Após liberada, a Altair enviará uma m
mensagem
ensagem com o título ‘Altair
‘ Store
Order Update Number: XXXXX
XXXXX’ no e-mail cadastrado.

 No email recebido, clique em ‘‘Student Edition Downloads’

 Clique em ‘HyperWorks
HyperWorks Student Edition License’
License abaixo de
‘Licenses’ para
a baixar a licença

 Copie a licença (arquivo ‘altair_lic.dat’) e cole-a na pasta


C:\Arquivos de Programas\\Altair\14.0-edu\security\

Figura 8 – Link para baixar a licença estudantil do HyperWorks

7
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

1.2 ENTENDENDO A INTERFACE


INTERFA
A interface do HyperWorks pode ser dividida em cinco regiões:

 Amarelo:: Menu Suspenso;


 Verde:: Barras de Ferramenta;
 Azul: Área das Abas;
 Vermelho:: Área Gráfica;
 Roxo: Menu Principal.

Figura 9 - Interface do HyperWorks

1.2.1 MENU SUSPENSO


Como em todo software, o Menu Suspenso é a região onde praticamente todos os
comandos estão disponíveis.

Figura 10 - Menu Suspenso

1.2.2 BARRAS DE FERRAMENTAS


As barras de ferramentas possuem vários botões que auxiliam na utilização do
software. Para praticidade durante os tuto
tutoriais,
riais, elas serão chamadas de barra
superior, barra lateral e barra inferior, conforme sua disposição.

8
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

1.2.3 ÁREA DAS ABAS


Durante os tutoriais, um local muito utilizado é a aba Model.. Nele você tem acesso a
tudo que você criou e pode criar o que for necessário, como o material,
propriedades, forças e etc. Ele possui duas regiões: 1) a região superior mostra os
itens que você possui, como Component, Material e Property;; 2) a região inferior
mostra os detalhes de um item selecionado e é onde pode-se alterar alguns destes
detalhes como o nome e as propriedades do material, por exemplo.

Figura 11 - Aba Model

1.2.4 ÁREA GRÁFICA


A área gráfica é a região onde pode-se manipular a geometria e selecionar os nós
da malha de elementos para a criação de forças e restrições.

9
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

Figura 12 - Área gráfica

1.2.5 MENU PRINCIPAL


O menu principal é onde tem
tem-se acesso às funções dos comandos, como o botão
para rodar a análise / otimização, para criar as forças, restrições, malha de
elementos e até para criar a própria geometria. No lado direito você tem acesso as
várias opções de menu.

Figura 13 - Menu principal

O menu principal também é onde será inserido a maior parte dos valores.

Figura 14 - Menu principal após selecionar alguma opção (neste caso, a opção forces em Analysis)
Analysis

1.3 NAVEGAÇÃO DA ÁREA GR


GRÁFICA
É possível
vel manipular o modelo na área gráfica de duas formas diferentes: por meio
de botões que se encontram na barra superior e utilizando o mouse:

10
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

1.3.1 BOTÕES DE AUXÍLIO


 Botões para alteração das vistas do modelo:

Figura 15 - Botões para alterar a vista do modelo

 Botões para a manipulação livre do modelo:

Figura 16 - Botões para mover, rotacionar e ampliar a área gráfica

Alguns destes botões funcionam com cliques (tanto do botão esquerdo como do
botão
tão direito do mouse) enquanto outros devem ser utilizados dentro da área gráfica,
utilizando o botão esquerdo do mouse:

1.3.2 UTILIZAÇÃO DO MOUSE


 Movimentar modelo: CTRL + Botão direito do mouse
 Rotacionar modelo: CTRL + Botão esquerdo do mouse
 Ampliar modelo: CTRL + Scroll do mouse

11
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

2 TRABALHANDO COM GEOMETRIA


GEOM 2D

2.1 PRÉ-PROCESSAMENTO
PROCESSAMENTO

2.1.1 CRIANDO A GEOMETRIA


A criação de uma geometria, no HyperWorks, passa por 3
etapas: 1) Criação dos nós que definem os pontos de
importância da geometria; 2) Criação das linhas
l que definem a
geometria, utilizando os nós; 3) Por fim, a criação da superfície
da geometria, utilizando as linhas criadas.

Figura 17 - Passos para a criação de um modelo 2D

 Na aba Model clique com o botão direito e selecione


selecio Create
> Component

 Nomeie o componente

Figura 18 - Aba Model mostrando o componente nomeado

12
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 No menu principal selecione Geom e clique em nodes (1)

Figura 19 - Menu principal e os passos para criar uma geometria 2D

 Entre com as coordenadas dos pontos de importância da


geometria a ser criada e clique em create para criar cada nó

Figura 20 - Criação dos nós

 Clique no botão na barra superior para visualizar os nós 1. O software possui


diferentes maneiras de
caso eles não apareçam de imediato criar as linhas. Para fins
de praticidade será
 Clique em return para continuar
mostrada apenas esta.

 Clique no botão lines (2) no menu principal

 Clique no botão 1

 Habilite a opção Closed line

 Selecione
cione os nós que formam as linhas da sua peça e clique
em create

Figura 21 - Criação das linhas utilizando os nós como referência

 Clique no botão para criar os furos


fu

 Selecione o nó onde o furo será criado

13
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Use a seta para definir o plano do furo

 Defina o raio do furo em radius e clique em create

Figura 22 - Criação do furo

 Clique em return para continuar 2. Da mesma forma que


para as linhas, existem
diferentes formas de se
 Clique no botão surfaces (3) no menu principal gerar a superfície. Para
fins de praticidade será
mostrada apenas esta.
 Clique no botão 2

 Desabilite as opção Auto create (free edges only)


only), Keep
tangency, Keep line endpoints for planar splines

 Selecione as linhas criadas e clique no botão create

Figura 23 - Criação da superfície

 Clique no botão na barra inferior para visualizar sua


geometria

Figura 24 - Representação da geometria criada

14
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

2.1.2 GERANDO A MALHA DE ELEMENTOS


 No menu suspenso clique em Mesh > Create > 2D
AutoMesh

Figura 25 - Criação da malha de elementos


3. Para esta análise será
 Defina o tamanho do elemento em element size utilizado os quads para
fins de praticidade.
Existem outros tipos são
 Defina mesh type como quads3 melhores
melhore dependendo
da situação e cabe ao
 Clique
ique na peça (ela mudará de cor), depois clique no botão usuário avaliar o estado
da sua malha de
mesh para criar a malha de elementos elementos.

Figura 26 - Malha de elementos criada

15
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Clique no botão return para prosseguir 4. Será necessário


utilizar diferentes
propriedades conforme o
2.1.3 CRIANDO O MATERIAL tipo de análise que está
sendo realizada. Para
 Na aba Model,, clique com o botão direito
direit do mouse e uma análise estrutural é
necessário a definição
selecione Create > Material4 do Módulo de
elasticidade, o
coeficiente de Poisson
Poiss e
a densidade do material.

Figura 27 - Criação do material

 Nomeie o material

 Defina E (módulo de Young


Young, em N/mm²), NU (coeficiente de
Poisson) e RHO (densidade
(densidade, em kg/mm³)

16
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

2.1.4 DEFININDO A PROPRIEDADE 5. A propriedade


PSHELL é utilizada
A propriedade é utilizada para definir outras informações da quando se tem uma
superfície e deseja
deseja-se
peça, o tipo de análise que está sendo realizada (1D, 2D ou que seja interpretada
3D) e para conectar estas informações (mais o material) aos uma dada espessura
durante a análise desta
elementos criados anteriormente. geometria.

 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e


selecione Create > Property

Figura 28 - Criação da propriedade

 Nomeie a propriedade
edade como 'PROP'

 Clique em Card Image e selecione PSHELL5

 Clique em Material e selecione o material criado

 Clique em T e defina a espessura da sua peça

 Na aba Model,, clique em Component e selecione o


componente referente a malha (utilize a cor como
referência). Clique em Property e selecione a propriedade
'PROP' criada

17
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

6. Utilize o botão
esquerdo do mouse para
selecionar e o botão
direito para
desselecionar. Para
selecionar múltiplos nós
ao mesmo tempo basta
segurar o SHIFT
enquanto você pressiona
o botão esquerdo e
arrastar o mouse
mouse.

Figura 29 - Definindo a propriedade do componente

2.1.5 DEFININDO AS RESTRIÇÕES


 Na aba Model,, clique com o botão direito do mous
mouse e
selecione Create > Load Collector

 Nomeie como 'CONSTRAINTS'

 No menu suspenso vá em BCs > Create > Constraints

Figura 30 - Criação das restrições

 Certifique-se
se de que a opção nodes está selecionada

 Selecione6 os nós na qual você deseja criar restrições

 Selecione os graus de liberdade ((dof 1 a 6) as quais você


deseja aplicar uma restrição

 Clique em create para criar as restrições

18
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

Figura 31 - Exemplo de restrição de todos os graus de lliberdade


iberdade nos elementos do lado esquerdo

 Clique em return para continuar

2.1.6 DEFININDO OS CARREGAMENTOS


 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e
selecione Create > Load Collector

 Nomeie como 'FORCES'

 No menu suspenso vá em BCs > Create > Forces

Figura 32 - Criação do carregamento

 Certifique-se
se de que a opção nodes está selecionada

 Selecione os nós na qual você deseja criar forças

 Defina a magnitude da força

 Clique na seta abaixo de magnitude e selecione o eixo onde


a força será aplicada

 Clique em create para criar a força

19
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

Figura 33 - Exemplo de carregamento no furo

 Clique em return para continuar

2.1.7 GERANDO UM CASO DE ANÁLISE


 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e
selecione Create > Load Step

Figura 34 - Gerando um caso de análise

 Nomeie como 'CASE 1'

 Clique em SPC e selecione 'CONSTRAINTS'

20
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Clique em LOAD e selecione 'FORCES'

Caso deseje criar outras configurações, basta repetir os passos


2.1.5, 2.1.6 e 2.1.7,
1.7, criando novos LoadCollectors de força,
restrição e um novo caso de análise (Exemplo:
‘CONSTRAINTS2’, ‘FORCES2’, ‘CASE2’)

2.2 ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES


Os passos a seguir dependem dos passos do capítulo de pré-
processamento.

2.2.1 EXECUTANDO A ANÁLISE


 No menu principal selecione Analysis e clique em OptiStruct

Figura 35 - Botão para executar a análise (Menu principal)

Figura 36 - Executando a análise

 Clique em save as... e selecione um local e um nome para


salvar os resultados

 Defina export options: como all, run options: como analysis e


memory options: como memory default.
default Deixe options: em
branco

 Clique em OptiStruct.. Uma janela abrirá e sua análise será


realizada

21
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

2.2.2 VISUALIZANDO OS RESULTADOS


 Clique no botão Results na parte inferior da janela. O
HyperView será aberto

Figura 37 - Resultado da análise

 Clique no botão Contour

Figura 38 - Adicionando contorno para visualização do resultado

 Defina Result type: como Element Stresses (2D & 3D) e


selecione vonMises na caixa abaixo

 Clique em Apply para visualizar as tensões

22
APOSTILA D
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Figura 39 - Exemplo de figura com contorno mostrando as tensões

 Defina Result type: como Displacement (v)

 Clique em Apply para visualizar as deformações

Figura 40 - Exemplo de figura com contorno mostrando as deformações

23
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

2.3 OTIMIZAÇÃO TOPOLÓ


TOPOLÓGICA
Os passos a seguir dependem dos passos do capítulo de pré-
processamento. É necessária uma análise prévia para poder
criar as limitações para a realização da otimização.

2.3.1 DEFININDO O TIPO DE OTIMIZAÇÃO


 No menu principal selecione Analysis e clique em
optimization

Figura 41 - Botão para o menu de otimização (Menu principal)

Figura 42 - Menu de otimização (Menu principal)

 No menu principal clique em topology

Figura 43 - Criação de uma otimização topológica

 Defina o nome como 'TOPOLOGY


TOPOLOGY' em desvar 7. O valor de base
thickness definirá a
espessura mínima que o
 Clique em props e selecione a propriedade 'PROP' criada elemento pode ter. Como
o objetivo é reduzir o
 Defina type como PSHELL volume, o valor zero nos
permite criar espaços
vazios na peça.
 Certifique-se de que o base thickness7 está igual a 0

24
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Clique em create

 Clique em return para continuar

2.3.2 CRIANDO A FUNÇÃO OBJETIVO


A ideia desta otimização é reduzir o vol
volume da peça. Para isto, cria-se uma variável
que irá calcular este volume em todas as iterações e que será minimizada (dentro
dos limites impostos).

Figura 44 - Botão para o menu de respostas

 No menu principal clique em responses

Figura 45 - Criação da resposta para a otimização do volume

 Defina o nome como ‘R_VOLUME’


‘R_VOLUM em response

 Defina response type como volumefrac

 Clique em create

 Clique em return

Figura 46 - Botão para o menu de criação da função objetivo

 No menu principal clique em objective

25
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

Figura 47 - Criação da função objetivo

 Selecione min na caixa à esquerda

 Clique em response e selecione a resposta ‘R_VOLUME’

 Clique em create

 Clique em return para continuar

2.3.3 CRIANDO AS RESTRIÇÕES


Como restrição, indicaremos um limite nos nós onde se observou uma deformação
máxima durante a análise. Este limite deve ser criado com base nos valores
encontrados durante esta análise.

Por exemplo:
mplo: Se o valor máximo encontrado foi de -2
2 mm em Z em um nó na região
do furo, pode-se
se criar um limite inferior de -3 mm em Z nestes nós.

 No menu principal clique em responses

Figura 48 - Criação de resposta para restrição da deformação

 Defina o nome como ‘R_DISP1’ em response

 Defina response type como static displacement

 Clique em nodes e selecione os nós na qual você deseja


impor uma restrição

 Selecione o grau de liberdade em que esta restrição será


imposta

26
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Clique em create

 Clique em return

Figura 49 - Botão para o menu de restrições

 No menu principal clique em dconstraints

Figura 50 - Criação da restrição de deformação

 Defina o nome como ‘C_DISP1’ em constraint

 Clique em response e selecione a resposta ‘R_DISP1’

 Selecione lowerbound e digite o valor desejado para definir


um limite inferior

 Selecione upperbound e digite o valor desejado para definir


um limite superior

 Clique em loadsteps,, selecione o Loadstep ‘CASE1’ criado e


clique em select

 Clique em create

 Clique em return para continuar

27
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

2.3.4 EXECUTANDO A OTIMIZAÇÃO

Figura 51 - Botão para a execução da otimização

 No menu principal selecione Analysis e clique


c em OptiStruct

Figura 52 - Executando a otimização

 Clique em save as... e selecione um local e um nome para


salvar os resultados

 Defina export options: como all, run options: como


optimization e memory options: como memo
memory default. Deixe
options: em branco

 Clique em OptiStruct. Uma janela abrirá e sua otimização


será realizada

2.3.5 VISUALIZANDO OS RESULTADOS


 Clique no botão Results na parte inferior da janela. O
HyperView será aberto

28
APOSTILA D
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Figura 53 - Resultados da otimização

Figura 54 - Aba Results com o local indicado para selecionar a iteração

29
APOSTILA D
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 Na aba Results clique em Iteration 0 e mude para a última


opção

 Clique no botão ISO na barra inferior

Figura 55 - Menu para o detalhamento da peça otimizada

 Clique em Apply
8. O valor de Current
value define a densidade
 No menu principal, altere o valor de Current value8 (comece mínima que o elemento
precisa ter para ser
por 0.3) mostrado na área
gráfica.

Figura 56 - Exemplo de peça otimizada

30
APOSTILA D
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3 TRABALHANDO COM GEOMETRIA


GEOM 3D

3.1 PRÉ-PROCESSAMENTO
PROCESSAMENTO

3.1.1 IMPORTANDO DO SOLIDWORKS


Embora o HyperWorks aceite o formato do SolidWorks
(extensão .SLDPRT), este formato
ormato apresenta uma redução na
sua escala ao ser importado. Por isso, recomendo que você
salve seu modelo do SolidWorks como STEP AP214 (extensão
.STEP ou .STP).

 No menu suspenso clique em File > Import > Import


Geometry

Figura 57 - Importando geometrias 3D

 Em File type: selecione STEP

 Clique no botão e encontre o arquivo desejado

 Clique em Import

 Para visualizar o modelo clique no botão na barra inferior

31
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

9. Use curvature faz com


que sejam criados
elementos
el menores em
regiões curvadas para
que haja uma
concordância maior entre
o modelo e a malha de
elementos.
10. Use proximity faz
com que sejam criados
elementos menores em
regiões menores da peça
para que haja uma
melhor transição entre
estas regiões
regiões.
11. Min elem size é o
tamanho mínimo que o
elemento pode ter. Este
valor é utilizado para
poder criar regiões mais
Figura 58 - Geometria 3D importada refinidas pelas opção
Use curvature e Use
proximity.
3.1.2 GERANDO A MALHA DE ELEMENTOS
 No menu suspenso clique em Mesh > Create > Tetramesh

Figura 59 - Gerando a malha de elementos

 Selecione Volume tetra


12.
12 Feature angle é o
ângulo limite para que
 Defina 2D type: como R-trias
trias e 3D type: como tetras Use curvature seja
aplicada. Qualquer
 Abaixo de 3D type: selecione Elems to Surf/Solid Comp curvatura em que os
elementos aprese
apresentem
um ângulo maior que
 Defina o Element size com o valor desejado este será subdividida

 Selecione as opções Use curvature9 e Use proximity10

 Defina Min elem size11 e Feature angle12 com os valores


desejados

32
APOSTILA D
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Use Curvature

Figura 60 - Efeito da opção Use Curvature

Use Proximity

Figura 61 - Efeito da opção Use Proximity

 Clique na peça (ela ficará branca), depois clique no botão


mesh para gerar a malha de elementos

 Clique no botão para tornar os elementos visíveis.

Figura 62 - Malha de elementos

33
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Clique no botão return para continuar 13. Será necessário


utilizar diferentes
propriedades conforme o
3.1.3 CRIANDO O MATERIAL tipo de análise que está
sendo realizada. Para
 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e uma análise estrutural
estrutur é
necessário a definição
selecione Create > Material13 do Módulo de
elasticidade, o
coeficiente de Poisson e
a densidade do material.

Figura 63 - Criação do material

 Nomeie o material

 Defina E (módulo de Young), NU (coeficiente de Poisson) e


RHO (densidade)

3.1.4 DEFININDO A PROPRIEDADE


A propriedade é utilizada para definir outras informações da
peça, o tipo de análise que está sendo realizada (1D, 2D ou
3D) e para conectar estas informações (mais o material) aos
elementos criados anteriormente.

 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e


selecione Create > Property

34
APOSTILA D
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14. A propriedade
PSOLID
P é utilizada para
interpretar geometrias
3D.

Figura 64 - Criação da propriedade

 Nomeie a propriedade como 'PROP'

 Clique em Card Image, selecione PSOLID14 e clique em Yes


na mensagem que irá aparecer

 Clique em Material e selecione o material criado

 Na aba Model,, clique em Component e selecione o


componente referente a malha (utilize a cor como
referência). Clique em Proper
Property e selecione a propriedade
'PROP' criada

35
APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

15. Utilize o botão


esquerdo do mouse para
selecionar e o botão
direito para
desselecionar. Para
selecionar múltiplos nós
ao mesmo tempo basta
segurar o SHIFT
enquanto você pressiona
o botão esquerdo e
arrastar o mouse.

Figura 65 - Definindo a propriedade do componente

3.1.5 DEFININDO AS RESTRIÇÕES


 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e
selecione Create > Load Collector

 Nomeie como 'CONSTRAINTS


CONSTRAINTS'

 No menu suspenso vá em BCs > Create > Constraints. O


menu principal se tornará o seguinte:

Figura 66 - Criação das restrições

 Certifique-se
se de que a opção nodes está selecionada

 Selecione15 os nós na qual


al você deseja criar restrições

 Selecione os graus de liberdade ((dof 1 a 6) as quais você


deseja aplicar uma restrição

36
APOSTILA D
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Figura 67 - Exemplo de restrição de todos os graus de liberdade nos nós de um furo

 Clique em create para criar as restrições

 Clique em return para continuar

3.1.6 DEFININDO OS CARREGAMENTOS


 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e
selecione Create > Load Collector

 Nomeie como 'FORCES'

 No menu suspenso vá em BCs > Create > Forces. O menu


principal se tornará o seguinte:

Figura 68 - Criação do carregamento

 Certifique-se
se de que a opção nodes está selecionada

 Selecione os nós na qual você deseja criar forças

 Defina a magnitude da força

37
APOSTILA D
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 Clique na seta abaixo de magnitude e selecione o eixo onde


a força será aplicada

Figura 69 - Exemplo de carregamento aplicado a um furo

 Clique em create para criar a força

 Clique em return para continuar

3.1.7 GERANDO UM CASO DE ANÁLISE


 Na aba Model,, clique com o botão direito do mouse e
selecione Create > Load Step

Figura 70 - Gerando um caso de análise

38
APOSTILA D
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 Nomeie como 'CASE 1'

 Clique em SPC e selecione ''CONSTRAINTS'

 Clique em LOAD e selecione 'FORCES'

Caso deseje criar outras configurações, basta repetir os passos


3.1.5, 3.1.6 e 3.1.7, criando novos LoadCollectors de força,
restrição e um novo caso de análise (Exemplo:
‘CONSTRAINTS2’, ‘FORCES2’, ‘CASE2’)

3.2 ANÁLISE DE TENSÕES E DEFORMAÇÕES


Os passos a seguir dependem dos passos do capítulo de pré
pré-
processamento.

3.2.1 EXECUTANDO A ANÁLISE


 No menu principal selecione
cione Analysis e clique em OptiStruct

Figura 71 - Botão para executar a análise

Figura 72 - Executando a análise

 Clique em save as... e selecione um local e um nome para


salvar os resultados

 Defina export options: como all, run options: como analysis e


memory options: como memory default.
default Deixe options: em
branco

 Clique em OptiStruct.. Uma janela abrirá


abri e sua análise será
realizada
39
APOSTILA D
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3.2.2 VISUALIZANDO OS RESULTADOS


 Clique no botão Results na parte inferior da janela. O
HyperView será aberto

Figura 73 - Resultados da análise

 Clique no botão Contour

Figura 74 - Adicionando contorno para a visualização do resultado

 Defina Result type: como Element Stresses (2D & 3D) e


selecione vonMises na caixa abaixo

 Clique em Apply para visualizar as tensões

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APOSTILA D
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Figura 75 - Contorno para a análise de tensões

 Defina Result type: como Displacement (v)

 Clique em Apply para visualizar as deformações

Figura 76 - Contorno para a análise de deformações

41
APOSTILA D
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3.3 OTIMIZAÇÃO TOPOLÓGIC


TOPOLÓGICA
Os passos a seguir dependem dos passos do capítulo de pré
pré-
processamento. É recomendado que se faça uma análise da
deformação e da tensão para saber os pontos onde aplicar os
limites.

3.3.1 DEFININDO O TIPO DE OTIMIZAÇÃO


 No menu principal selecione Analysis e clique em
optimization

Figura 77 - Botão para o menu de otimização (Menu principal)

Figura 78 - Menu de otimização (Menu principal)

 No menu principal clique em topology

Figura 79 - Criação de uma otimização topológica

 Defina o nome como 'TOPOLOGY' em desvar

 Clique em props e selecione a propriedade


proprie 'PROP' criada

 Defina type como PSOLID

 Clique em create

42
APOSTILA D
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 Clique em return para continuar

3.3.2 CRIANDO A FUNÇÃO OBJETIVO


A ideia desta otimização é reduzir o volume da peça. Para isto, iremos criar uma
variável que irá calcular este volume em todas as iterações e que será minimizada
(dentro dos limites impostos).

Figura 80 - Botão para o menu de respostas

 No menu principal clique em responses

Figura 81 - Criação da resposta para a otimização do v


volume

 Defina o nome como ‘R_VOLUME’ em response

 Defina response type como volumefrac

 Clique em create

 Clique em return

Figura 82 - Botão para o menu de criação da função objetivo

 No menu principal clique em objective

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Figura 83 - Criação da função objetivo

 Selecione min na caixa à esquerda

 Clique em response e selecione a resposta ‘R_VOLUME’

 Clique em create

 Clique em return para continuar

3.3.3 CRIANDO AS RESTRIÇÕES


Como restrição, indicaremos um limite nos nós onde se observou uma deformação
máxima durante a análise. Este limite deve ser criado com base nos valores
encontrados durante esta análise.

Por exemplo: Se o valor máximo encontrado foi de -2


2 mm em Z em um nó na região
do furo, pode-se
se criar um limite inferior de -3 mm em Z nestes nós.

 No menu principal clique em responses

Figura 84 - Criação de resposta para restrição da deformação

 Defina o nome como ‘R_DISP1’ em response

 Defina response type como static displacement

 Clique em nodes e selecione os nós na qual você deseja


impor uma restrição

 Selecione o grau de liberdade em que esta restrição será


imposta

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 Clique em create

 Clique em return

Figura 85 - Botão para o menu de restrições

 No menu principal clique em dconstraints

Figura 86 - Criação da restrição de deformação

 Defina o nome como ‘C_DISP1’ em constraint

 Clique em response e selecione a resposta ‘R_DISP1’

 Selecione lowerbound e digite o valor desejado para definir


um limite inferior

 Selecione upperbound e digite o valor desejado para definir


um limite superior

 Clique em loadsteps,, selecione o Loadstep ‘CASE1’ criado e


clique em select

 Clique em create

 Clique em return para continuar

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3.3.4 EXECUTANDO A OTIMIZAÇÃO

Figura 87 - Botão para a execução da otimização

 No menu principal selecione Analysis e clique em OptiStruct

Figura 88 - Executando a otimização

 Clique em save as... e selecione um local e um nome para


salvar os resultados

 Defina export options: como all, run options: como


optimization e memory options: como memory default. Deixe
options: em branco

 Clique em OptiStruct. Uma janela abrirá e sua otimização


será realizada

3.3.5 VISUALIZANDO OS RESULTADOS


 Clique no botão Results na parte inferior da janela. O
HyperView será aberto

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Figura 89 - Resultados da otimização

Figura 90 - Aba Results com o local indicado para selecionar a iteração

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APOSTILA D
DO HYPERW ORKS

 Na aba Results clique em Iteration 0 e mude para a última


opção

 Clique no botão ISO na barra inferior

Figura 91 - Menu para o detalhamento da peça otimizada

 Clique em Apply

 No menu principal, altere o valor de Current value (comece


por 0.3)

Current value: 0.1

Current value: 0.2

Current value: 0.5

Figura 92 – Vista lateral de uma viga otimizada e o efeito da alteração do Current value. Pode-se
se observar as regiões
em que a otimização retirou material para a diminuição do volume total

48