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Centro Universitário Barão de Mauá.

Trabalho de Biologia ± Microbiologia

3º ano

Fermentação: Produção de álcool combustível (etanol) e açúcar.

Aline Ap. Roncolato Pedro

Bianca Kattyelle Freitas

Camila Silva Santos

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Fermentação: Produção de álcool combustível (etanol) e açúcar.

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Fermentação é um conjunto
de reações químicas
controladas
enzimaticamente, em que
uma molécula orgânica
(geralmente a glicose) é
degradada em compostos
mais simples, libertando
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Sumário

1. Introdução______________________________________ pág 1
2. Processamento __________________________________pág 5
2.1 Corte de cana _______________________________________ pág 5
2.2 Transporte__________________________________________ pág 5
2.3 Moagem ___________________________________________ pág 6
2.4 Geração de vapor____________________________________ pág 6
2.5 Geração de energia elétrica ____________________________ pág 6
3. Fabricação de açúcar_____________________________ pág 7
3.1 Tratamento de caldo__________________________________ pág 7
3.2 Filtração do Iodo_____________________________________ pág 7
3.3 Caldo clarificado_____________________________________ pág 8
3.4 Evaporação_________________________________________ pág 8
3.5 Cozimento A________________________________________ pág 8
3.6 Cozimento B________________________________________ pág 8
3.7 Centrifugação da massa A_____________________________ pág 9
3.8 Centrifugação da massa B_____________________________ pág 9
3.9 Secagem do açúcar__________________________________ pág 9
3.10 Ensacamento_______________________________________ pág 9
3.11 Produção__________________________________________ pág 9
4. Fabricação de álcool_____________________________ pág 10
4.1 Tratamento do caldo_________________________________ pág 10
4.2 Pré-evaporação____________________________________ pág 10
4.3 Preparo do mosto___________________________________ pág 10
4.4 Fermentação_______________________________________ pág 11
4.5 Centrifugação do vinho__________________ _____________ pág 11
4.6 Tratamento do fermento______________________________ pág 12
4.7 Destilação_________________________________________ pág 12
4.8 Qualidade_________________________________________ pág 12
5. A usina de cana-de-açúcar________________________ pág 13
6. Microorganismos utilizados________________________ pág 14
7. Bibliografia____________________________________ pág 15
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Para que isto ocorra, entretanto, torna -se necessária a ação de um "pool
enzimático" para o desdobramento destes açúcares em álcool. Estas enzimas
são fornecidas por microorganismos, as leveduras (ou fermento).

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Através do controle e planejamento dos canaviais, é montado um programa de corte


baseado na maturação da cana. Dessa forma, têm-se áreas com cana plantada que
estarão pr prias para o corte em momentos diferentes, o que permite seu manejo. O
corte feito manualmente representa 50% da cana colhida. Os outros 50% são
colhidos por colhedeiras (safra 2000).

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O transporte da lavoura até a unidade industrial é fe ito por caminhões. Cada carga
transportada pesa aproximadamente 16 toneladas. oje há caminhões com
capacidade de até três ou quatro carrocerias em conjunto, aumentando muito a
capacidade do transporte. Depois de cortada e transportada para a Usina, a cana -de-
açúcar é enviada para a moagem, onde se inicia o processo de fabricação do açúcar
e do álcool.

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A cana que chega unidade industrial é processada o mais rápido possível. Este
sincronismo entre o corte, transporte e moagem são muito importantes, pois a
cana é uma matéria prima sujeita a contaminações e conseqüentemente de fácil
deterioração. A moagem diária é de 9.000 toneladas.

Antes da moagem, a cana é lavada nas mesas alimentadoras para retirar a terra
proveniente da lavoura. Ap s a lavagem, a cana passa por picadores que trituram
os colmos, preparando-a para a moagem. Neste processo as células da cana são
abertas sem perda do caldo. Ap s o preparo, a cana desfibrada é enviada
moenda para ser moída e extrair o caldo. Na moenda, a cana desfibrada é exposta
entre rolos submetidos a uma pressão de aproximadamente 250 kg/cm²,
expulsando o caldo do interior das células. Este processo é repetido por seis vezes
continuamente. Adiciona-se água numa proporção de 30%. A isto se chama
embebição composta, cuja função é embeber o interior das células da cana
diluindo o açúcar ali existente e com isso aumentando a eficiência da extração,
conseguindo-se assim extrair cerca de 96% do açúcar contido na cana. O caldo
extraído vai para o processo de tratamento do caldo e o bagaço para as caldeiras. c

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O bagaço que sai da moenda com muito pouco açúcar e com umidade de 50%, é
transportado para as caldeiras, onde é queimado para gerar vapor, que se destina
a todas as necessidades que envolvem o acionamento das máquinas pesadas,
geração de energia elétrica e o processo de fabricação de açúcar e álcool. A sobra
de bagaço é vendida para outras indústrias. O bagaço é muito importante na
unidade industrial, porque é o combustível para todo o processo produtivo. Um
bom sistema térmico é fundamental. Usamos processo vapor direto, vapor de
escape e vapor vegetal.

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Parte do vapor gerado é enviado aos turbogeradores que produzirão energia


elétrica suficiente para movimentar todos os acionamentos elétricos e a

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iluminação. O consumo é de 4.500 kw.

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O caldo extraído na moenda, chamado de caldo misto, é um caldo impuro, sendo


necessário passar, por um processo de clarificação para retirada de s lidos em
suspensão. O caldo é sulfitado e caleado. Este processo é chamado de
dosagem. A adição de enxofre e cal facilita a floculação das substâncias
coloidais. Ap s a dosagem, o caldo é aquecido a 107ºC em aquecedores
verticais e enviado aos clarificadores que retêm o caldo por aproximadamente 3
horas em regime contínuo. Neste tempo de retenção, ocorrem reações de
floculação e precipitação do material em suspensão que são retirado s na forma
de lodo. O caldo clarificado e limpo segue o processo para evaporação e o lodo
irá para filtração vácuo onde é recuperada a sacarose ainda existente.

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Como o lodo ainda é rico em sacarose, é feito uma filtração nos filtros rotativos
vácuo para succionar o material líquido, chamado de caldo filtrado, que sofrerá
novo tratamento de clarificação.

O material s lido retido nas telas dos filtros é denominado torta de filtro. Esta
torta é enviada lavoura, sendo utilizada como adubo.

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O caldo clarificado obtido da decantação do caldo é enviado para a evaporação.

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O caldo clarificado com aproximadamente 15ºBrix entra em um conjunto de


evaporadores de múltiplo efeito para a retirada de maior parte da água,
concentrando até cerca de 65ºBrix, tomando consistência de um xarope. Este
xarope é bombeado aos tachos de cozimento para a cristalização do açúcar.

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Os tachos de cozimento são equipamentos que continuam a evaporação do


xarope, tornando o meio supersaturado dando as condições necessárias
cristalização da sacarose. O produto obtido neste cozimento é a massa A. Esta
massa A é uma mistura de cristais de açúcar e o seu correspondente licor-mãe
(mel), de onde foi obtida a cristalização do açúcar. c

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No cozimento B é onde formamos os cristais para o cozimento A. Os tachos de


cozimento B recebem o mel A e por um processo de nucleação, produz-se os
pequenos cristais, de modo controlado e padronizado. Este process o é
fundamental na qualidade do produto final, onde todos os cristais são induzidos a
uma formação conjunta e uniforme, chamado de semeamento total. A massa B, da
mesma forma que a massa A, é uma mistura de cristais de açúcar e o seu

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correspondente licor-mãe (mel) de onde foram obtidos os cristais.

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A massa A é um produto que contém cristais de aproximadamente 0,5mm


envolvidos numa película de mel. Na centrifugação ocorre a separação do mel,
denominado mel A, que irá para os tach os de cozimeto B, e açúcar propriamente
dito, que é enviado ao secador de açúcar.

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A massa B é um produto que contém cristais de aproximadamente 0,2mm e


melaço. Na centrifugação, os cristais são separados do mel B (ou melaço) on de o
magma (cristais de açúcar B) será utilizado como núcleo para o cozimento A e o
melaço é enviado para a fabricação do álcool.

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Nesta etapa o açúcar passa no secador para a retirada da umidade contida nos
cristais. Na saída do secador, o açúcar é enviado por esteiras sanitárias até a
moega de açúcar (reservat rio pr prio para açúcar), de onde é feito o
ensacamento.

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O açúcar é ensacado em sacos de 50 kg ou em contêineres ("big-bag") de 1000


kg.

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A produção diária da Usina Ester é de 13.000 sacos de açúcar.

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A fabricação de álcool da Usina Ester, é uma unidade anexa, portanto o processo


de moagem de cana é o mesmo já descrito.

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Parte do caldo é desviado para tratamento específico para fabricação álcool. Este
tratamento consiste em aquecer o caldo a 105ºC sem adição de produtos
químicos, e ap s isto, decantá-lo. Ap s decantação, o caldo clarificado irá para a
pré-evaporação e o lodo para n ovo tratamento, semelhante feito ao lodo do
açúcar.c

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Na pré-evaporação o caldo é aquecido a 115ºC, evapora água e é concentrado a


20ºBrix. Este aquecimento favorece a fermentação por fazer uma "esterilização"
das bactérias e leveduras selvagens que concorreriam com a levedura do
processo de fermentação. c

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Mosto é o material fermentescível previamente preparado. O mosto na Usina


Ester é composto de caldo clarificado, melaço e água. O caldo quente que vem do
pré-evaporador é resfriado a 30ºC em trocadores de calor tipo placas, e enviado
s dornas de fermentação. No preparo do mosto define -se as condições gerais de

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trabalho para a condução da fermentação como, regulagem da vazão, teor de


açúcares e temperatura. Densímetros, medidores de vazão e controlador de Brix
automático monitoram este processo.

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A fermentação é contínua e agitada, consistindo de 4 estágios em série, composto


de três dornas no primeiro estágio, duas dornas no segundo, uma dorna no
terceiro e uma dorna no quarto estágio. Com exceção do primeiro, o restante tem
agitador mecânico. As dornas têm capacidade volumétrica de 400.000 litros cada,
todas fechadas com recuperação de álcool do gás carb nico.

È na fermentação que ocorre a transformação dos açúcares em etanol ou seja, do


açúcar em álcool. Utiliza-se uma levedura especial para fermentação alco lica, a
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. No processo de transformação dos açúcares em etanol
há desprendimento de gá s carb nico e calor, portanto, é necessário que as
dornas sejam fechadas para recuperar o álcool arrastado pelo gás carb nico e o
uso de trocadores de calor para manter a temperatura nas condições ideais para
as leveduras. A fermentação é regulada para 28 a 3OºC. O mosto fermentado é
chamado de vinho. Esse vinho contém cerca de 9,5% de álcool. O tempo de
fermentação é de 6 a 8 horas.

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Ap s a fermentação a levedura é recuperada do processo por centrifugação, em


separadores que separam o fermento do vinho. O vinho delevurado irá para os

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aparelhos de destilação onde o álcool é separado, concentrado e purificado. O


fermento, com uma concentração de aproximadamente 60%, é enviado s cubas de
tratamento.

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A levedura ap s passar pelo processo de fermentação se "desgasta", por ficar exposta a


teores alco licos elevados. Ap s a separação do fermento do vinho, o fermento a 60% é
diluído a 25% com adição de água. Regula -se o p em torno de 2,8 a 3,0 adicionando -
se ácido sulfúrico que também tem efeito desfloculante e bacteriostático. O tratamento é
contínuo e tem um tempo de retenção de aproximadamente uma hora. O fermento
tratado volta ao primeiro estágio para começar um novo ciclo fermentativo;
eventualmente é usado bactericida para controle da população contaminante. Nenhum
nutriente é usado em condições normais.

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O vinho com 9,5% em álcool é enviado aos aparelhos de destilação. A Usina Ester
produz em média 35O m³ de álcool / dia, em dois aparelhos, um com capacidade
nominal para 120 m³/dia e outro para 150 m³/dia. Produzimos álcool neutro, industrial e
carburante, sendo o álcool neutro o produto de maior pr odução, 180 m³/dia.

O álcool neutro é destinado indústria de perfumaria, bebidas e farmacêutica.

Na destilação do vinho resulta um subproduto importante, a vinhaça. A vinhaça, rica em


água, matéria orgânica, nitrogênio, potássio e f sforo, é utilizada na lavoura para
irrigação da cana, na chamada fertirrigação.

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Todas as etapas do processo são monitoradas através de análises laboratoriais de


modo a assegurar a qualidade final dos produtos. As pessoas envolvidas passam por
treinamentos específicos, capacitando-as a conduzir o processo de forma segura e
responsável, garantindo a qualidade final de cada etapa que envolve a fabricação de

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açúcar e álcool.
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A principal característica da indústria canavieira é a expansão por meio do latifúndio,


resultado da alta concentração de terras nas mãos de poucos proprietários, mormente
conseguida através da incorporação de pequenas propriedades, gerando por sua vez
êxodo rural.

A safra da cana-de-açúcar é sazonal iniciando em maio e terminando em novembro.


Neste período ocorre o amadurecimento da cana devido a fatores climáticos como falta
de umidade, luminosidade e frio. Com o amadurecimento, as canas passam a ser
cortadas de forma planejada.

No Brasil, o açúcar é produzido a parti r da cana, enquanto na Europa é quase


totalmente fabricado a partir da beterraba. oje, a cana também é utilizada para
produção de álcool. Basicamente, a sacarose é o principal componente da cana -de-
açúcar (s lido).

Seu compromisso é o desenvolvimento contínuo dos padrões de qualidade em todos


os processos produtivos de forma que o resultado do trabalho realizado, além dos
ganhos técnicos e de produtividade, minimize os impactos ambientais e valorize as
comunidades onde atua.

Programas que priorizam a qualidade dos produtos e a redução dos impactos ao Meio
Ambiente são constantemente pensados e desenvolvidos na usina.
Atender a legislação ambiental e, quando possível, se antecipar a ela, é uma premissa
que gera inovações e garante a sustentabilidade do ne g cio.
Todas as atividades do grupo são monitoradas e controladas segundo a legislação
vigente e Programas específicos para o desenvolvimento sustentável.

A destinação adequada dos resíduos industriais, o monitoramento da qualidade de


água, a reutilização das águas industriais, a redução e controle de emissão de gases, a
Peneira Molecular, uma tecnologia utili zada na produção do Álcool o que elimina o uso
de produtos químicos poluentes, assim como a conservação do solo e dos recursos
hídricos, a redução de emissões atmosféricas, o uso racional de defensivos agrícolas, e

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o controle biol gico, estão entre as ações priorizadas nas atividades agrícolas da usina.

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A produção de etanol é baseada em uma tecnologia antiga, considerando -se o consumo


de bebidas alco licas em épocas anteriores ao cristianismo. Incrivelmente o processo
de produção de etanol, atualmente, usa o mesmo microrganismo (a levedura
þ     ) e alcança praticamente a mesma concentração que tem
sido obtida há séculos. Uma vez que, atualmente o custo da matéria prima (90% da
produção de etanol hoje é feita a partir de milho e cana -de-açúcar) representa
tipicamente entre 60 a 70% do custo final do etanol, diversos estudos têm sido
executados em todo o mundo para desenvolver uma produção em larga escala de
etanol a partir de matérias -primas lignocelul sicas. Porém, devido grande
complexidade da composição destes materiais, ainda não há processos
economicamente viáveis utilizando tais substratos. Dessa forma, para reduzir
significativamente os custos de capital e de operação tem -se buscado a identificação e
desenvolvimento de microrganismos adequados s características da matéria prima e
com capacidade de fermentar diferentes açúcares com fatores de conversão elevados.

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É a levedura utilizada na produção do etanol, da cerveja e também é usada na


produção de pão.

Ela é utilizada como base para muitas indústrias, como a de panificação e de bebidas.
Esse fungo é utilizado como fermento biol gico, por liberar di xido de carbono, por
exemplo, na massa de pão, fazendo -a crescer.

No caso das bebidas alco licas produzidas pelo processo de fermentação, a


þ      converte o açúcar em álcool etílico e também pode contribuir
na formação de constituintes secundários responsáveis pelo sabor - é o caso da cerveja,
rum e uísque .

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AGÊNCIA DE INFORMAÇÃO EMBRAPA. Disponivél em:


<http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/cana -de- acucar/arvore.html>. Acesso
em: 08 out. 2010.

COMPAN IA AMBIENTAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Disponivél em:


http://www.cetesb.sp.gov.br/. Acesso em 08 out. 2010.

SÒ BIOLOGIA. Disponivél em:


http://www.sobiologia.com.br/conteudos/bioquimica/bioquimica3.php >. Acesso em 08
out. 2010.